{"id":27089,"date":"2016-01-22T00:00:00","date_gmt":"2016-01-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/coco-2\/"},"modified":"2026-09-01T18:09:39","modified_gmt":"2026-09-01T18:09:39","slug":"coco-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/coco-2\/","title":{"rendered":"Coco"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Cocos nucifera L.<\/p>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Palmae<\/p>\n   \n<p><strong>Origem: <\/strong>\u00cdndia\/\u00c1sia<\/p>\n   \n<p><strong>Nomes populares: <\/strong>Coqueiro, coqueiro-da-\u00cdndia, coco-da-ba\u00eda    <\/p>\n   \n<p>O <strong>coco<\/strong>, fruto tropical amplamente cultivado no Brasil, \u00e9      rico em prote\u00ednas, gorduras, calorias, carboidratos, vitaminas (A, B1, B2,      B5e C), e ainda em sais minerais, principalmente pot\u00e1ssio e magn\u00e9sio. Por      isso, al\u00e9m de saboroso, \u00e9 considerado um alimento muito saud\u00e1vel, nutritivo.    <\/p>\n   \n<p>Do <strong>coco<\/strong>, tudo se aproveita. A camada externa serve para      fabricar substrato agr\u00edcola, capachos, brochas, escovas, estofamentos e tecidos      grossos para sacos. A casca dura e usada no artesanato e como fonte de energia      t\u00e9rmica (combust\u00edvel para caldeiras). <\/p>\n   \n<p><strong>As partes comest\u00edveis do fruto s\u00e3o:<\/strong> a polpa branca e a \u00e1gua,      que podem ser consumidas quando o fruto ainda est\u00e1 verde ou depois de maduro.      Da polpa madura extraem-se o leite, <strong>coco<\/strong> ralado, o farelo      e o \u00f3leo. O leite de coco e o <strong>coco<\/strong> ralado s\u00e3o usados para      preparar uma infinidade de pratos doces e salgados. <\/p>\n   \n<p>O farelo \u00e9 destinado ao consumo animal. O \u00f3leo \u00e9 usado na alimenta\u00e7\u00e3o e na      fabrica\u00e7\u00e3o de sab\u00e3o, cosm\u00e9ticos, detergentes. <\/p>\n   \n<h4>Origem<\/h4>\n   \n<p>Muitas refer\u00eancias afirmam que o <strong>Cocos<\/strong> nucifera \u00e9 origin\u00e1rio      da \u00cdndia. <\/p>\n   \n<p>H\u00e1 algumas refer\u00eancias, entretanto, que defendem a origem desconhecida desta      palmeira. <\/p>\n   \n<h4>Clima<\/h4>\n   \n<p>A planta frutifica apenas em locais de clima quente. <\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas da planta<\/h4>\n   \n<p>Palmeira inerme, solit\u00e1ria, de estipe cilindra, lisa, podendo chegar at\u00e9      a 20 m de altura. Folhas de at\u00e9 3 m de comprimento, com bainha de fibra grosseira      e cor castanha, pec\u00edolo longo e cerca de 100 pinas (fol\u00edolos) distribu\u00eddas      em intervalos regulares. <\/p>\n   \n<p>Fruto de forma ov\u00f3ide, com cerca de 15 cm de di\u00e2metro que, quando maduro,      apresenta colora\u00e7\u00e3o castanha; possui polpa abundante de at\u00e9 2 cm de espessura      e a cavidade central cont\u00e9m um l\u00edquido aquoso ou leitoso, conhecido como agua-de-c\u00f4co.<\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas da flor<\/h4>\n   \n<p>Flores unissexuais, reunidas em infloresc\u00eancia ramificada (esp\u00e1dice) que      se forma na axila de cada folha. A esp\u00e1dice encerra-se em uma larga espata      lenhosa, que \u00e9 composta por uma raque em que, em seus dois ter\u00e7os superiores,      situa-se um aglomerado de flores masculinas pequenas, medindo apenas alguns      mil\u00edmetros, de colora\u00e7\u00e3o brancacenta ou amarelo-claras e situam-se na parte      basal da raque.<\/p>\n   \n<h4>Quais s\u00e3o os tipos?<\/h4>\n   \n<p>Todos os tipos de palmeiras produzem <strong>coco<\/strong> (como o <strong>coco-catol\u00e9<\/strong>,      ou <strong>coco-ouricuri<\/strong>, pequeno fruto t\u00edpico da Mata Atl\u00e2ntica).      Nos tr\u00f3picos, os <strong>cocos<\/strong> s\u00e3o muito apreciados, tanto pelos      turistas como pelos nativos. No Brasil, seus maiores cultivadores est\u00e3o localizados      no Nordeste e no estado do Par\u00e1. O coqueiro gosta de clima quente e \u00famido.      Sua altura pode chegar a 30 metros. Tamb\u00e9m existem variedades an\u00e3s, que n\u00e3o      ultrapassam tr\u00eas metros. <\/p>\n   \n<h4>Melhores variedades<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>An\u00e3o <br \/>\n       Verde e pernambuco<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>\u00c9poca de plantio:<\/strong> In\u00edcio das chuvas.<\/p>\n   \n<p><strong>Espa\u00e7amento:<\/strong> 8 x 8m.<\/p>\n   \n<p><strong>Mudas necess\u00e1rias:<\/strong> 156\/hectare.<\/p>\n   \n<p><strong>Covas:<\/strong> 80 x 80 x 80cm.<\/p>\n   \n<p><strong>Combate \u00e0 eros\u00e3o:<\/strong> Plantio em curvas de n\u00edvel.<\/p>\n   \n<p><strong>Culturas intercalares: <\/strong>Arroz, feij\u00e3o, milho, soja, durante      a forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p><strong>Aduba\u00e7\u00e3o:<\/strong> <strong>Na cova: <\/strong>Colocar no fundo, at\u00e9      1\/3 da profundidade, uma camada de cascas e fibras de, <strong>coco<\/strong>,      lixo, folhas etc ., misturadas com terra da superf\u00edcie; o restante da cova      ser preenchido com 30 litros de esterco de curral, 1.000g de calc\u00e1rio dolom\u00edtico,      500g de fosfato natural e 300g de cloreto de pot\u00e1ssio, misturados com terra      da superf\u00edcie; na frutifica\u00e7\u00e3o, em mar\u00e7o e novembro, em cobertura , ao redor      das plantas, em um raio de 1,5-2m: 400g de sulfato de am\u00f4nio; 300g de superfosfato      simples; 200g de cloreto de pot\u00e1ssio; 20 litros de esterco de curral.<\/p>\n   \n<p><strong>Tratos culturais:<\/strong> Ro\u00e7adas e coroamento.<\/p>\n   \n<p><strong>Combate \u00e0 mol\u00e9stias e pragas<\/strong>: <strong>Ceratostomela (fungo      que causa a queda das flores e podrid\u00e3o do ped\u00fanculo dos frutos)<\/strong>:      pulverizar os cachos com Dithane M-45 a 2% a cada 20 dias.<\/p>\n   \n<p><strong>\u00c9poca de colheita:<\/strong> O ano todo.<\/p>\n   \n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o normal:<\/strong> 50 &#8211; 60 frutos\/planta\/ano.<\/p>\n   \n<p><strong>Observa\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n   \n<p>Cultura permanente. Preferir terras f\u00e9rteis, com altitude inferior a 500      metros. <\/p>\n   \n<h4>Uso Nutricional<\/h4>\n   \n<p>O <strong>coco<\/strong> \u00e9 uma \u00e1rvore da qual tudo se aproveita. <\/p>\n   \n<p>No Brasil, o <strong>coco<\/strong> \u00e9 usado verde para beber a \u00e1gua, que \u00e9      a mais pura, nutritiva e completa bebida que a natureza produz nos tr\u00f3picos.    <\/p>\n   \n<p>O ponto ideal para se beber a \u00e1gua <strong>coco do verde<\/strong>, \u00e9 em torno      de 6-7 meses depois que os frutos come\u00e7arem a aparecer. Nessa fase se encontra      a maior concentra\u00e7\u00e3o de sacarose, depois esta tende a diminuir, na medida      em que o <strong>coco amadurece<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>O principal constituinte da \u00e1gua, \u00e9 o pot\u00e1ssio, que varia de acordo com a      quantidade encontrada nos solos.<\/p>\n   \n<p>A carne do <strong>coco maduro<\/strong> \u00e9 um alimento importante na culin\u00e1ria      dos pa\u00edses tropicais. <\/p>\n   \n<p>O leite ou creme obtido do <strong>coco fresco ralado<\/strong>, serve como      base no preparo de diversos pratos, tanto na culin\u00e1ria dom\u00e9stica, quanto na      comercial. A Bahia \u00e9 o estado brasileiro onde o <strong>coco<\/strong> encontra      sua maior express\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>No processo de extra\u00e7\u00e3o do <strong>\u00f3leo de coco<\/strong>, a torta resultante      \u00e9 rica em prote\u00edna de 18 a 25% e em fibras. Por\u00e9m, pelo processo de industrializa\u00e7\u00e3o,      que utiliza altas temperaturas, se produz a desnatura\u00e7\u00e3o da prote\u00edna, que      n\u00e3o fica adequada para o uso humano, sendo usado para a alimenta\u00e7\u00e3o de ruminantes.    <\/p>\n   \n<p>O baga\u00e7o resultante da extra\u00e7\u00e3o caseira do leite ou <strong>\u00f3leo de coco<\/strong>,      por n\u00e3o utilizar o processo industrial, pode e deve ser usado na confec\u00e7\u00e3o      de bolos, p\u00e3es, etc., pois ela \u00e9 rica em prote\u00ednas e fibras. De fato, em v\u00e1rios      Centros de Pesquisa da \u00cdndia, Inglaterra, Filipinas e EUA, esfor\u00e7os est\u00e3o      sendo feitos para produzir, para consumo humano, prote\u00edna, \u00f3leo e outros produtos      a partir do <strong>coco maduro fresco<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>A <strong>farinha de coco<\/strong> na \u00cdndia e nas Filipinas, \u00e9 preparada      a partir da extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo para ser usada na alimenta\u00e7\u00e3o, especialmente      em padarias e merenda escolar, podendo substituir a farinha de trigo e leite,      sem gordura em at\u00e9 5%, sem afetar o valor e a qualidade do produto.<\/p>\n   \n<p><strong>Coco seco <\/strong>\u00e9 outro produto muito usado na ind\u00fastria de alimenta\u00e7\u00e3o.    <\/p>\n   \n<p>O <strong>coco seco<\/strong>, bem processado deve ser crocante, branco, com      um sabor agrad\u00e1vel e<strong> doce do coco<\/strong>. <\/p>\n   \n<p><strong>O valor nutritivo \u00e9 aproximadamente o seguinte:<\/strong> gordura      67,50%, carbohidratos 5,9%, prote\u00ednas 9,3%, sais minerais 2,4% e fibras 3,9%.<\/p>\n   \n<h4>\u00d3leo de coco<\/h4>\n   \n<p>Para uso dom\u00e9stico, \u00e9 preparado a partir do leite de <strong>coco fresco<\/strong>      esquentado; com o calor, o \u00f3leo se separa, ent\u00e3o \u00e9 retirado e coado.<\/p>\n   \n<p>Em n\u00edvel industrial, \u00e9 utilizado o processo hidr\u00e1ulico junto com solventes      qu\u00edmicos.<\/p>\n   \n<p>\u00d3leos ricos em \u00e1cido l\u00e1urico, como o de <strong>coco<\/strong>, t\u00eam boa demanda      na ind\u00fastria de alimentos e na qu\u00edmica, devido a sua &#8220;baixa rancidade&#8221;,      sua facilidade de derreter e sua habilidade de formar emuls\u00f5es est\u00e1veis e      espuma. <\/p>\n   \n<p>Esses fatores t\u00eam levado o \u00f3leo de <strong>coco<\/strong> a ser usado como      \u00f3leo de cozinha, gordura vegetal, substituto de gordura do leite em margarinas,      biscoitos, bolos, sorvetes e cremes para bolos, tamb\u00e9m substituto da manteiga      de cacau. Aliado a isso, o<strong> \u00f3leo de coco<\/strong> tem um maior &#8220;grau      de digestibilidade&#8221;, que qualquer gordura, incluindo a manteiga e isso      \u00e9 devido a seu alto percentual de glicer\u00eddios assimil\u00e1veis (91%). <\/p>\n   \n<p>Por isso foi usado como substituto da manteiga, especialmente na confec\u00e7\u00e3o      de margarina, por\u00e9m com a introdu\u00e7\u00e3o de \u00f3leos hidrogenados na confec\u00e7\u00e3o de      margarina e gorduras vegetais, o <strong>\u00f3leo de coco <\/strong>perdeu seu      lugar privilegiado na ind\u00fastria aliment\u00edcia, especialmente a partir da preocupa\u00e7\u00e3o      de usar \u00f3leos poli-insaturados para evitar as doen\u00e7as coron\u00e1rias, por aumento      do colesterol. <\/p>\n   \n<p>No entanto, estudos feitos com grupos na Polin\u00e9sia, que utilizam grande quantidade      de <strong>\u00f3leo de coco<\/strong> na sua comida, encontraram uma menor taxa      de gordura no sangue que o grupo que consumia uma dieta no estilo europeu.      Por isso o consumo de gorduras saturadas ou insaturadas na influ\u00eancia do n\u00edvel      de colesterol no sangue, ou de doen\u00e7as coro-n\u00e1rias, deve ser analisada no      contexto geral da dieta e do estilo de vida das pessoas. <\/p>\n   \n<h4 align=\"left\">\u00c1gua de coco e leite de coco?<\/h4>\n   \n<p>No interior do coco, quando verde, pode beber-se o l\u00edquido ligeiramente adocicado      que se chama &#8220;\u00e1gua de coco&#8221;. A \u00e1gua de c\u00f4co cont\u00e9m sais minerais      como s\u00f3dio, pot\u00e1ssio e cloro, e um tipo de a\u00e7\u00facar muito f\u00e1cil de digerir,      a glicose.<\/p>\n   \n<p>A \u00e1gua de coco funciona como um excelente diur\u00e9tico. \u00c9 s\u00f3 beber um copo por      dia. <\/p>\n   \n<p><strong>Os resultados s\u00e3o surpreendentes:<\/strong> baixa a press\u00e3o arterial,      elimina o incha\u00e7o dos p\u00e9s e diminui o colesterol.<\/p>\n   \n<p>Para a pris\u00e3o de ventre, tome 1 copo de \u00e1gua de coco em jejum at\u00e9 regularizar      as fun\u00e7\u00f5es intestinais. A \u00e1gua de coco tamb\u00e9m \u00e9 um \u00f3timo verm\u00edfugo, principalmente      para as crian\u00e7as.<\/p>\n   \n<p>Quando o coco est\u00e1 seco, o mesmo l\u00edquido fica esbranqui\u00e7ado, e chama-se <strong>&#8220;leite      de coco&#8221;<\/strong>. O leite de coco \u00e9 rico em gordura e sais minerais,      contendo tamb\u00e9m pequena porcentagem de prote\u00ednas.<\/p>\n   \n<p>Em Timor, a \u00e1gua de c\u00f4co \u00e9 um l\u00edquido sagrado usado para aben\u00e7oar os plantios      de milho.<\/p>\n   \n<p><strong>Para saber se o coco est\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es de consumo, l\u00e1 vai uma dica:<\/strong>      bata com uma moeda na casca, se o som for estridente o coco est\u00e1 fresco, se      o som for oco indica que o fruto n\u00e3o est\u00e1 bom para o consumo.<\/p>\n   \n<h4>Uso Medicinal<\/h4>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua de coco<\/strong> \u00e9 usada como diur\u00e9tico. Por seu alto conte\u00fado      em sais minerais, \u00e9 usada nos casos de diarr\u00e9ia e c\u00f3lera. Por ser est\u00e9ril,      pode ser usada em caso de emerg\u00eancia para hidrata\u00e7\u00e3o parenteral (na veia).      Experi\u00eancia nesses sentido foi feita em Bangok, Tail\u00e2ndia.<\/p>\n   \n<p>A<strong> \u00e1gua de coco <\/strong>com farinha de arroz, feito cataplasma, \u00e9      usada na China, em feridas gangrenosas e cabe\u00e7a de prego (fur\u00fanculo).<\/p>\n   \n<p>Em Cura\u00e7ao, o<strong> leite de coco<\/strong> feito na hora e a carne do <strong>coco      maduro<\/strong>, s\u00e3o usados para matar vermes. <\/p>\n   \n<p>O <strong>leite de coco<\/strong> \u00e9 usado, tamb\u00e9m externamente, para tratar      mastites (inflama\u00e7\u00e3o das mamas) e erisipelas (vermelh\u00e3o).<\/p>\n   \n<p>O <strong>\u00f3leo de coco<\/strong> \u00e9 usado, com sal, para gripes e garganta      inflamada, \u00e9 tamb\u00e9m um bom meio para fazer massagem.<\/p>\n   \n<p>A raiz do coqueiro, considerada adstringente, \u00e9 utilizada para baixar a febre,      para diarr\u00e9ias e desinterias; em casos de aumento do fluxo menstrual e em      gargarejo para aliviar a dor de dente.<\/p>\n   \n<p>O <strong>cabelo de coco<\/strong>, depois de fervido, \u00e9 efetivo contra diarr\u00e9ias      e sapinhos.<\/p>\n   \n<p>No Sri Lanca, as ra\u00edzes s\u00e3o torradas feito p\u00f3 e usadas como pasta de dente.      Tamb\u00e9m s\u00e3o utilizadas como desinfetante para feridas e para gargarejar nos      problemas de boca e garganta. <\/p>\n   \n<h4>Composi\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica<\/h4>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua de coco<\/strong> verde \u00e9 composta de \u00e1gua 95,5%, prote\u00edna      0,1%, gordura &#8211; de 0,1%, carbohidratos 4%, c\u00e1lcio 0,02%, f\u00f3sforo &#8211; 0,01%,      ferro 0,5%. <\/p>\n   \n<p>A<strong> prote\u00edna do coco<\/strong> tem uma propor\u00e7\u00e3o dos amino\u00e1cidos arginina,      alanina, ciste\u00edna (essenciais) e serina maior do que aqueles encontrados no      leite de vaca, da\u00ed que em alguns lugares das Filipinas, esta \u00e1gua \u00e9 usada      para alimentar crian\u00e7as pequenas. Presen\u00e7a de vitamina C pode variar de 2,2      a 3,7 mg\/%, e vai diminuindo na medida em que o <strong>coco<\/strong> amadurece.      Possui tamb\u00e9m vitaminas do complexo B em pequena propor\u00e7\u00e3o. Os sais minerais      s\u00e3o iodo 105mg, pot\u00e1ssio 312mg, c\u00e1lcio 29mg, magn\u00e9sio 30mg, ferro 0,10mg,      cobre 0,04mg, f\u00f3sforo 37mg, enxofre 24mg e cloro 183mg\/100ml.<\/p>\n   \n<p>O \u00f3<strong>leo de coco<\/strong> \u00e9 rico em \u00f3leos saturados, em especial \u00e1cido      l\u00e1urico e mir\u00edstico e cont\u00e9m uma grande porcentagem de glicerol.<\/p>\n   \n<p>O glicerol \u00e9 importante para o organismo, pois com ele o corpo produz \u00e1cidos      graxos saturados ou insaturados, de acordo com suas necessidades. O glicerol      \u00e9, tamb\u00e9m, um emulgato dai seu uso na produ\u00e7\u00e3o de cremes e pomadas. De todos      os \u00f3leos vegetais de uso industrial o de <strong>coco<\/strong> tem o mais      alto valor de saponifica\u00e7\u00e3o e o mais baixo valor de iodo e de refra\u00e7\u00e3o, o      que significa que o \u00f3leo de coco \u00e9 excelente para o preparo de pomadas cremosas.<\/p>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua de coco<\/strong> cont\u00e9m um fator de crescimento e \u00e9 utilizado      em alguns laborat\u00f3rios como meio de cultivo. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.agrov.com<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p><strong>Coco<\/strong> \u00e9 o nome do fruto da palmeira. <\/p>\n   \n<p>O <strong>coco<\/strong> \u00e9 um fruto do coqueiro, da fam\u00edlia das palm\u00e1ceas,      a qual abrange cerca de um milh\u00e3o de esp\u00e9cies. O coco-da-baia, introduzido      na Bahia em 1553, pelos portugueses, \u00e9 o mais conhecido e utilizado. <\/p>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua de coco<\/strong>, l\u00edquido existente no interior do fruto,      especialmente em maior quantidade quando o coco est\u00e1 verde, constitui sabor      levemente adocicado e suave.<\/p>\n   \n<p>Existem muitos tipos de palmeiras e, portanto, diversos tipos de cocos,      entre eles, os mais conhecidos, a carna\u00faba, o baba\u00e7u, o dend\u00ea, a t\u00e2mara e      o coco-da-ba\u00eda, o fruto do coqueiro.<\/p>\n   \n<h4><b>Origem controversa<\/b><\/h4>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> (Cocos nucifera L.), \u00e9 um membro da Fam\u00edlia      Arecaceae (fam\u00edlia das palmeiras). \u00c9 a \u00fanica esp\u00e9cie classificada no g\u00eanero      Cocos e a palmeira de maior import\u00e2ncia econ\u00f4mica. Sua origem \u00e9 controversa.      Enquanto uns afirmam que \u00e9 origin\u00e1rio da Costa Ocidental da Am\u00e9rica Central      e dali disseminou-se pelo Sudeste asi\u00e1tico, outros afirmam que \u00e9 nativa da      Indon\u00e9sia, da Nova Zel\u00e2ndia ou da \u00cdndia. Existe uma teoria de que o coqueiro      espalhou-se pelo mundo atrav\u00e9s das correntes mar\u00edtimas que levaram os frutos      mar afora e estes chegaram \u00e0s praias, inclusive por aqui, na regi\u00e3o litor\u00e2nea      entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, onde, at\u00e9 hoje existem em profus\u00e3o.      <\/p>\n   \n<p>Mas, o mais certo, \u00e9 que, no Brasil, tenha sido introduzido em 1553,      procedente da Ilha de Cabo Verde que, por sua vez, recebeu-os origin\u00e1rios      da \u00cdndia. Da regi\u00e3o do Rec\u00f4ncavo Baiano, espalhou-se por toda a costa do Brasil      levado, provavelmente, por dispers\u00e3o natural, atrav\u00e9s das correntes mar\u00edtimas.<\/p>\n   \n<p>Na &#8220;terra brasilis&#8221;, o coqueiro n\u00e3o revelou, imediatamente,      ao ind\u00edgena que habitava aquela \u00e1rea, todas as suas potencialidades alimentares.      Segundo C\u00e2mara Cascudo, pouco mais de 50 anos ap\u00f3s sua introdu\u00e7\u00e3o no pa\u00eds,      frei Vicente do Salvador j\u00e1 observava que, por aqui, cultivavam-se em quantidade      as grandes palmeiras que d\u00e3o o coco, mas acrescentava tamb\u00e9m, que o habitante      da terra apenas aproveitava a \u00e1gua e a fina polpa, nutritivas e refrescantes      de seu fruto verde, desconhecendo o uso do fruto seco.<\/p>\n   \n<p>Ainda segundo o autor, foi apenas com a chegada dos escravos africanos,      especialmente aqueles origin\u00e1rios de Mo\u00e7ambique &#8211; onde a extra\u00e7\u00e3o e o aproveitamento      do leite de coco j\u00e1 eram pr\u00e1ticas comuns, herdadas da long\u00ednqua \u00cdndia &#8211; que      iniciou-se a perfeita alquimia que culminou com a cria\u00e7\u00e3o dos deliciosos e      \u00fanicos pratos da original culin\u00e1ria afro-brasileira.<\/p>\n   \n<p>O termo &#8220;coco&#8221; foi criado pelos portugueses no territ\u00f3rio      asi\u00e1tico de Malabar, na viagem de Vasco da Gama \u00e0 \u00cdndia (1497-1498), a partir      da associa\u00e7\u00e3o da apar\u00eancia do fruto, visto da extremidade, em que o endocarpo      e os poros de germina\u00e7\u00e3o assemelham-se \u00e0 face de um &#8220;coco&#8221; (monstro      imagin\u00e1rio com que se assusta as crian\u00e7as; pap\u00e3o; ogro). Do portugu\u00eas o termo      passou ao espanhol, franc\u00eas e ingl\u00eas &#8220;coco&#8221;, ao italiano &#8220;cocco&#8221;,      ao alem\u00e3o &#8220;Kokos&#8221; e aos compostos ingl\u00eas &#8220;coconut&#8221; e alem\u00e3o      &#8220;Kokosnuss&#8221;.<\/p>\n   \n<h4><b>Planta Tropical<\/b><\/h4>\n   \n<p>Sendo por excel\u00eancia uma planta de clima tropical, encontrou ao longo      da costa litor\u00e2nea da regi\u00e3o Nordeste um &#8220;habitat&#8221; adequado para      o seu pleno desenvolvimento. Mas pode tamb\u00e9m ser cultivado em outras regi\u00f5es      distantes do mar. Gosta de clima quente e \u00famido. Para o bom desenvolvimento      da planta n\u00e3o pode ocorrer falta de \u00e1gua, necessitando cerca de 2000 mm de      chuvas bem distribu\u00eddas durante o ano. A temperatura m\u00e9dia anual n\u00e3o deve      ser inferior a 22 graus C, fator muito importante para a flora\u00e7\u00e3o do coqueiro.      Al\u00e9m disso, a planta n\u00e3o tolera ventos fortes e frios e necessita boa insola\u00e7\u00e3o.      Quanto ao solo, deve ser leve, profundo, perme\u00e1vel e arejado. O pH ideal situa-se      na faixa de 6,0 a 6,5. A propaga\u00e7\u00e3o do coqueiro se d\u00e1 por meio de sementes      que devem ser obtidas de plantas produtivas, de estipe reto e vigoroso; boa      distribui\u00e7\u00e3o de copa e grande n\u00famero de folhas e, \u00e9 claro, livre de pragas      e doen\u00e7as. Os frutos escolhidos devem apresentar tamanho m\u00e9dio, formato arredondado      e estarem perfeitamente maduros (11 a 12 meses de idade). <\/p>\n   \n<h4><b>Caracter\u00edsticas do Coqueiro<\/b><\/h4>\n   \n<p>Planta arb\u00f3rea perene, o coqueiro \u00e9 uma planta de grande longevidade,      podendo viver al\u00e9m dos 150 anos. Palmeira de raiz fasciculada (vai a 1,8m.      para lados e at\u00e9 0,6m. para baixo), tem um caule indiviso (\u00fanico) liso, chamado      de estipe ou espique, que pode atingir at\u00e9 30 m de altura e 30 a 50 cm de      di\u00e2metro (coqueiro gigante). H\u00e1, por\u00e9m, variedades an\u00e3s que n\u00e3o ultrapassam      2 ou 3 metros. As folhas, em tufo de 30\/35 unidades, localizam-se na extremidade      superior da \u00e1rvore. <\/p>\n   \n<p>S\u00e3o bem verdes, pinadas e arqueadas, largas e compridas &#8211; de 3 a 6      metros de comprimento, podendo chegar a ter quase 1 metro de largura (duram      de 1 a 2 anos). O coqueiro \u00e9 uma planta mon\u00f3ica (\u00f3rg\u00e3os masculinos e femininos      na mesma planta), produzindo flores unissexuadas em uma infloresc\u00eancia ramificada      em forma de cacho com pequenas e numerosas flores femininas globosas (normalmente,      de 12 a 15 infloresc\u00eancia por ano em intervalos de 24 a 30 dias). Seu fruto      \u00e9 o coco, popularmente conhecido como coco-da-ba\u00eda. <\/p>\n   \n<h4><b>As variedades de coqueiro<\/b><\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><b>Gigante<\/b> &#8211; tamb\u00e9m chamado de t\u00edpico, \u00e9 predominante, tem grande        altura, poliniza\u00e7\u00e3o cruzada, fruto verde, cocos destinados \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o.        Dos 6 aos 9 anos de idade o coqueiro inicia a produ\u00e7\u00e3o de frutos, que se        estabiliza quando chega aos 12 anos, alcan\u00e7ando uma m\u00e9dia de 70 cocos por        p\u00e9 ao ano. Esta \u00e9 a variedade mais comum em todo o Nordeste brasileiro,        regi\u00e3o respons\u00e1vel por cerca de 85% da produ\u00e7\u00e3o nacional e mais de 90% da        \u00e1rea plantada, ocupando principalmente os Estados de Alagoas, Sergipe e        Bahia. <b><br \/>\n       An\u00e3o<\/b> &#8211; representado por tipos com frutos verdes, vermelhos e amarelos,        tem auto fecunda\u00e7\u00e3o e frutos destinados ao consumo da \u00e1gua-de-coco. N\u00e3o        alcan\u00e7a mais do que 10 metros de altura, o que facilita bastante a coleta        dos frutos. \u00c9 mais precoce do que a variedade gigante, iniciando sua frutifica\u00e7\u00e3o        no segundo ano ap\u00f3s o plantio, tamb\u00e9m apresentando maior produtividade,        cerca de 200 frutos por p\u00e9 ao ano. Em compensa\u00e7\u00e3o, vive apenas 20 anos,        ou seja, bem menos tempo do que o centen\u00e1rio coqueiro comum. <strong>No        Brasil, a variedade an\u00e3 foi introduzida pelos doutores:<\/strong> Artur Neiva        e Miguel Calmon em 1925, quando retornavam de uma viagem ao Oriente estimulados        pela precocidade na produ\u00e7\u00e3o e facilidade de colheita dos frutos. <b><br \/>\n       H\u00edbrido<\/b> &#8211; proveniente do cruzamento natural ou artificial gigante x        an\u00e3o.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4><b>O Coco<\/b><\/h4>\n   \n<p>Botanicamente falando, um coco \u00e9 um fruto seco simples classificado      como drupa fibrosa (n\u00e3o uma noz). A casca tem uma superf\u00edcie relativamente      fina e lisa (exocarpo ou epicarpo &#8211; 1) por baixo da qual vem uma espessa capa      fibrosa com aproximadamente 5 cm de espessura dependendo da variedade (mesocarpo      &#8211; 2) ), que envolve um &#8220;caro\u00e7o&#8221; interno muito duro (endocarpo lenhoso      &#8211; 3), popularmente chamado de casquilho ou quenga. <\/p>\n   \n<p>Antes de amadurecer, os frutos est\u00e3o quase que completamente cheios      de\u00a0 l\u00edquido esbranqui\u00e7ado (albume) &#8211; a \u00e1gua de coco. A medida que o coco      amadurece, a \u00e1gua vai diminuindo e espessando a parte carnosa branca (endosperma      s\u00f3lido), que de in\u00edcio assemelha-se a uma gel\u00e9ia mas que ,quando os frutos      est\u00e3o completamente\u00a0 maduros, chega a 1 cm ou mais.\u00a0 <\/p>\n   \n<p><strong>Para a germina\u00e7\u00e3o do fruto \u00e9 necess\u00e1rio pequena quantidade      de \u00e1gua de coco:<\/strong> um coco seco n\u00e3o germina. <\/p>\n   \n<p><b>Fases de Amadurecimento<\/b><\/p>\n   \n<p>Na primeira fase de amadurecimento do coco, (4 a 5 meses), ocorre o      desenvolvimento da am\u00eandoa, da casca, casquilho e a \u00e1gua de coco que enche      totalmente seu interior. Na segunda fase (de 6 a 8 meses), a casca e o casquilho      se endurecem e engrossam. Na terceira fase, o endosperma (polpa) se desenvolve      e amadurece. Em geral, quando o fruto tem uns 160 dias, alcan\u00e7a seu tamanho      m\u00e1ximo e come\u00e7a a formar a am\u00eandoa. Quando tem 220 dias, come\u00e7a a madurecer      o casquilho. O endosperma s\u00f3lido, est\u00e1 completamente formado em torno de 300      dias e em 12 meses, o casquilho, est\u00e1 completamente maduro, juntamente com      o fruto. A casca, que se forma ao mesmo tempo que o embri\u00e3o, em seu per\u00edodo      inicial \u00e9 tenra e logo se enrijece e escurece. O fruto chega a alcan\u00e7ar o      peso m\u00e9dio de 3 a 4 Kg.<\/p>\n   \n<p><b>A Polpa<\/b><\/p>\n   \n<p>A massa albuminosa do coco, a polpa, \u00e9 rica em prote\u00edna e vitaminas      e pode ser consumida crua, em seu estado natural, ou processada como gordura      vegetal, coco ralado e leite de coco, obtido atrav\u00e9s da prensagem da polpa      ralada. Em todas as suas formas, tem vasta utiliza\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria e est\u00e1 presente      em pratos salgados e doces da cozinha de muitos pa\u00edses, do Oriente ao Ocidente,      como \u00cdndia, Indon\u00e9sia e todo o Sudeste asi\u00e1tico; praticamente toda a \u00c1frica      e Brasil, principalmente na culin\u00e1ria baiana.<\/p>\n   \n<p>A \u00e1gua \u00e9 saborosa, hidratante e considerada um isot\u00f4nico natural por      ser rica em sais minerais. A presen\u00e7a do s\u00f3dio e pot\u00e1ssio em sua composi\u00e7\u00e3o      possibilita a recupera\u00e7\u00e3o destes minerais perdidos atrav\u00e9s da urina e, sobretudo,      do suor. Sua composi\u00e7\u00e3o \u00e9 semelhante a do soro fisiol\u00f3gico, o que a torna      eficiente para hidratar a pele, reduzir o colesterol, combater a desidrata\u00e7\u00e3o,      enj\u00f4os e tamb\u00e9m a reten\u00e7\u00e3o de l\u00edquidos no organismo. <\/p>\n   \n<h4><b>Propriedades Nutricionais<\/b><\/h4>\n   \n<p>Alimento completo, o coco \u00e9 excelente substituto da carne, do queijo,      do ovo e do leite, aos quais \u00e9 superior. \u00c9 rico em prote\u00ednas, gorduras, calorias,      sais, hidratos de carbono e vitaminas A, B1, B2, B5 e C.<\/p>\n   \n<h4><b>Propriedades Medicinais<\/b><\/h4>\n   \n<p>A \u00e1gua de coco tem v\u00e1rias aplica\u00e7\u00f5es na terap\u00eautica caseira. A \u00e1gua      e o leite de coco s\u00e3o apropriados nos casos de rugas da pele. Prestam-se tamb\u00e9m      como calmantes, diur\u00e9ticos, anti-t\u00e9rmico, estimulante do apetite, depurativos      do sangue, etc. <\/p>\n   \n<p>O coco verde possui as mesmas propriedades do leite materno, segundo      experi\u00eancias realizadas nos Estados Unidos. No Hava\u00ed, as m\u00e3es costumam alimentar      os beb\u00eas com leite de coco. Uma colherada de coco pela manh\u00e3, \u00e9 excelente      rem\u00e9dio contra vermes intestinais. E a polpa age como adstringente nas hemorr\u00f3idas.      <\/p>\n   \n<p><b>\u00c1rvore da Vida<\/b><\/p>\n   \n<p>Considerado mundialmente como a &#8220;\u00e1rvore da vida&#8221; por seus      m\u00faltiplos usos e finalidades, o coqueiro \u00e9 uma rica fonte de alimento e de      energia utilizado na habita\u00e7\u00e3o, na movelaria, nas ind\u00fastrias de cosm\u00e9ticos,      de margarinas, de sab\u00f5es e de fibras, e no artesanato. <\/p>\n   \n<p><strong>No coqueiro, praticamente tudo \u00e9 utilizado:<\/strong> raiz,      estipe, infloresc\u00eancia, folhas, palmito e principalmente o fruto que, mediante      uma transforma\u00e7\u00e3o geralmente simples, gera diversos subprodutos ou derivados<\/p>\n   \n<h4><b>Variedade de Usos<\/b><\/h4>\n   \n<p>O casquilho \u00e9 utilizado para a produ\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o, carv\u00e3o para gasog\u00eanio,      carv\u00e3o desodorizante e carv\u00e3o ativado. O coque metal\u00fargico, pelo seu alto      valor calor\u00edfico e baixo teor de cinzas, viabiliza seu uso na ourivesaria,      metalurgia e ind\u00fastria artesanal, em substitui\u00e7\u00e3o ao carv\u00e3o mineral.<\/p>\n   \n<p>No processamento industrial, seja para extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leo de coco, ou      seja para a produ\u00e7\u00e3o de leite de coco, obt\u00e9m-se um res\u00edduo de grande import\u00e2ncia      na alimenta\u00e7\u00e3o animal &#8211; a torta de coco &#8211; que pode ser ministrado ao rebanho      como fonte de prote\u00ednas e energia. Outro subproduto, geralmente desperdi\u00e7ado      pela ind\u00fastria, \u00e9 a \u00e1gua do coco seco, que poderia ser utilizada para fornecer      a\u00e7\u00facares e sais minerais, principalmente pot\u00e1ssio. Segundo R. Child, cada      litro de \u00e1gua de coco maduro cont\u00e9m, aproximadamente, 20g de extrato seco      de sais minerais.<\/p>\n   \n<p>Da casca do coco s\u00e3o extra\u00eddas fibras de diferentes comprimentos que      servem na fabrica\u00e7\u00e3o de uma diversidade riqu\u00edssima de artigos como vestu\u00e1rio,      tapetes, sacaria, almofadas, colch\u00f5es, acolchoados para a ind\u00fastria automobil\u00edstica,      escovas, pinc\u00e9is, capachos, passadeiras, tapetes, cordas mar\u00edtimas, corti\u00e7a      isolante, cama de animais. Os res\u00edduos de mat\u00e9ria vegetal resultante da extra\u00e7\u00e3o      das fibras das cascas possuem, geralmente, uma grande umidade que, ap\u00f3s uma      secagem natural e queima podem retornar ao coqueiral em forma de cinzas que      cont\u00eam, segundo Y. Fr\u00e9mond (1969), 30% em K2O (\u00f3xido de pot\u00e1ssio). Caso as      cascas n\u00e3o sejam queimadas, pode o produtor incorpor\u00e1-las ao solo como adubo      org\u00e2nico fornecendo nesse caso, 3,5% em K2O.<\/p>\n   \n<p>Um dos produtos derivados do coco de grande comercializa\u00e7\u00e3o no mundo      inteiro \u00e9 a copra ou am\u00eandoa do coco, pela facilidade e economia de transporte      para pa\u00edses interessados nessa mat\u00e9ria prima. \u00c9 obtida partindo-se o coco      maduro em 3 partes, que s\u00e3o postas a secar. A seguir, retira-se, em fragmentos,      a polpa branca, continuando a secagem. Do produto assim obtido, a copra, de      odor desagrad\u00e1vel, usada, principalmente, para a extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo de coco,      empregado como alimento h\u00e1 milhares de anos e, tamb\u00e9m, como combust\u00edvel, mat\u00e9ria-prima      na fabrica\u00e7\u00e3o de borracha sint\u00e9tica, margarina, cosm\u00e9ticos, fluidos para freios      hidr\u00e1ulicos de avi\u00f5es, resinas sint\u00e9ticas, inseticidas e germicidas, agente      plastificador de vidros de seguran\u00e7a, adesivo no processamento de lubrificantes,      na fabrica\u00e7\u00e3o de glicerina e, principalmente, nas ind\u00fastrias de sab\u00f5es e detergentes      que preferem o .\u00f3leo de copra pelas suas caracter\u00edsticas pr\u00f3prias como espumante,      bactericida, germicida, e, principalmente, por ser biodegrad\u00e1vel, portanto,      n\u00e3o poluidor do meio ambiente, como acontece com outros tipos de detergentes      e sapon\u00e1ceos.<\/p>\n   \n<p><strong>A produ\u00e7\u00e3o mundial de copra de coco est\u00e1 concentrada em 3 pa\u00edses      asi\u00e1ticos:<\/strong> Filipinas, Indon\u00e9sia e \u00cdndia, que produzem 76%, levando      o continente a responder por 85% da produ\u00e7\u00e3o mundial de copra.<\/p>\n   \n<p>Nos Estados Unidos e em outros pa\u00edses desenvolvidos que ainda disp\u00f5em      de outras mat\u00e9rias primas para obter \u00f3leos comest\u00edveis (soja, algod\u00e3o, girassol),      o \u00f3leo de coco \u00e9 altamente utilizado na fabrica\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool gra\u00e7as ao teor      de \u00e1cidos l\u00e1uricos e \u00e1cidos saturados de menor peso molecular. Ele serve,      especialmente, na fabrica\u00e7\u00e3o de detergentes, como os sulfatos de \u00e1lcool n\u00e3o      poluentes, devidos \u00e0s suas propriedades biodegrad\u00e1veis. A ind\u00fastria de pl\u00e1sticos      utiliza-se tamb\u00e9m dos \u00e1lcoois derivados do \u00f3leo de coco.<\/p>\n   \n<p>A infloresc\u00eancia do coqueiro serve de fonte alternativa para a produ\u00e7\u00e3o      de a\u00e7\u00facar, j\u00e1 que, a seiva da infloresc\u00eancia &#8220;Toddy&#8221;, em estado      fresco (n\u00e3o fermentado), cont\u00e9m de 12 a 15% de sacarose, similar ao teor de      caldo de cana-de-a\u00e7\u00facar usado na prepara\u00e7\u00e3o do a\u00e7\u00facar. Considerando-se, segundo      estudos de Fr\u00e9mond, que a colheita gera por planta, aproximadamente, 227 litros      de seiva, ou seja, 36 Kg de a\u00e7\u00facar nos oito meses de colheita por ano. A quantidade      poss\u00edvel de a\u00e7\u00facar produzida por hectare vai depender, naturalmente, do espa\u00e7amento      adotado na planta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>A seiva que exsuda dos ped\u00fanculos cortados \u00e9 adocicada e pode ser tomada      ao natural, como refresco, ou se deixa fermentar para a fabrica\u00e7\u00e3o de uma      bebida alco\u00f3lica, o arrack. Com a seiva, pode-se fazer tamb\u00e9m o vinagre de      palma, al\u00e9m do a\u00e7\u00facar, como foi anteriormente mencionado.<\/p>\n   \n<h4>\u00a0<b>Import\u00e2ncia econ\u00f4mica<\/b><\/h4>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> \u00e9 cultivado em aproximadamente 11,6 milh\u00f5es      de hectares em 86 pa\u00edses localizados na zona intertropical do globo terrestre,      Cerca de 96% da produ\u00e7\u00e3o mundial \u00e9 proveniente de pequenos agricultores, com      \u00e1reas de 0,2 a 4 hectares, sendo 70% dessa produ\u00e7\u00e3o consumida internamente      nesses pa\u00edses, constituindo-se na principal fonte de gorduras e prote\u00edna.      A sua import\u00e2ncia, na grande maioria dos pa\u00edses, se deve ao seu papel na produ\u00e7\u00e3o      de \u00f3leo, como geradora de divisas e como cultura de subsist\u00eancia para os pequenos      agricultores, fornecendo alimentos, bebidas, combust\u00edveis, ra\u00e7\u00e3o para animais      e abrigo. O coqueiro tem um papel muito importante na sustentabilidade de      ecossistemas fr\u00e1geis. <\/p>\n   \n<p>Os maiores produtores mundiais de coco s\u00e3o as Filipinas, Indon\u00e9sia,      \u00cdndia, Sri Lanka e Tail\u00e2ndia. M\u00e9xico, Brasil e Venezuela lideram a produ\u00e7\u00e3o      latino-americana. Quase todos os pa\u00edses da Am\u00e9rica Central cultivam o fruto.      <\/p>\n   \n<h4><b>No Brasil<\/b><\/h4>\n   \n<p>A introdu\u00e7\u00e3o do coqueiro no Brasil e sua adapta\u00e7\u00e3o aos solos arenosos      da costa brasileira, permitiram o surgimento de uma classe produtora, ocupando      um ecossistema com poucas possibilidades de outras explora\u00e7\u00f5es comerciais,      cuja cadeia produtiva \u00e9 muito diversificada e de grande significado social.      A cultura do coqueiro est\u00e1 disseminada numa \u00e1rea de 247 mil hectares com uma      produ\u00e7\u00e3o aproximada de 1,1 bilh\u00f5es de frutos, concentrada no Nordeste do Brasil.      <\/p>\n   \n<p>Antes restrita \u00e0 regi\u00e3o Nordeste do Brasil, a cultura do coqueiro,      nos \u00faltimos anos vem se expandindo muito nas regi\u00f5es Sudeste, Centro-Oeste      e at\u00e9 mesmo Sul, principalmente, do coqueiro an\u00e3o. Esta expans\u00e3o se d\u00e1 n\u00e3o      s\u00f3 no litoral, mas tamb\u00e9m no interior dos estados; este fato deve-se principalmente      ao grande aumento da procura e do consumo da \u00e1gua de coco verde, ou seja,      &#8220;in natura&#8221;, comercializada em maior parte na regi\u00e3o litor\u00e2nea e      nos grandes centros.<\/p>\n   \n<p><b>Curiosidade<\/b><\/p>\n   \n<p>Em algumas partes do mundo, macacos treinados s\u00e3o usados na colheita      do coco. Escolas de treinamentos para macacos ainda existem no sul da Tail\u00e2ndia.      <\/p>\n   \n<p>Todos os anos s\u00e3o realizadas competi\u00e7\u00f5es para identificar o mais r\u00e1pido      colhedor.<\/p>\n   \n<p><strong>Virg\u00ednia Brand\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Fonte:<\/strong> correiogourmand.com.br<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n   \n<p>A origem do <strong>coqueiro<\/strong>, a palmeira tropical que d\u00e1 o famoso      <strong>coco da Bahia<\/strong>, \u00e9 bastante controversa. As hip\u00f3teses mais      evidentes admitem que \u00e9 oriundo da \u00cdndia ou das ilhas do Pac\u00edfico. <\/p>\n   \n<p>H\u00e1 indicativos, contudo, de que seja origin\u00e1rio do continente africano e      de que existe na Am\u00e9rica Central desde tempos pr\u00e9-colombianos. O <strong>coco<\/strong>      ( Cocus nucifera L.) pertence \u00e0 fam\u00edlia Palmae.<\/p>\n   \n<p>O <strong>coco- da-ba\u00eda<\/strong> \u00e9 uma palmeira abundante neste Pa\u00eds,principalmente      nos Estados da Bahia e de Pernambuco, onde confere \u00e0 paisagem litor\u00e2nea um      toque de singular beleza. A palmeira ocupa lugar preponderante na literatura      bot\u00e2nica.Em folhas de palmeira os fen\u00edcios faziam sua escrita. <\/p>\n   \n<p>Folhas de palmeira coroavam as musas outrora representadas pelos escritores      e escultores.Para os astr\u00f3logos eg\u00edpcios, a folhas da palmeira era o emblema      de sua ci\u00eancia.desde os tempos mais remotos, os triunfos s\u00e3o simbolizados      pelas palmas, as \u00a8palmas da vit\u00f3ria\u00a8. E quem n\u00e3o sabe da triunfal entrada      de Jesus em Jerusal\u00e9m, quando o povo lhe saiu ao encontro, com ramos de palmeiras      ?<\/p>\n   \n<h4>Utilidades Medicinais<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Falta de Apetite: <\/strong>Tomar \u00e1gua de <strong>coco<\/strong>        algumas horas antes da refei\u00e7\u00e3o N\u00e3o usar outros alimentos nos intervalos        da alimenta\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n       Artrite: <\/strong>Os artr\u00edticos devem beber regularmente \u00e1gua de <strong>coco<\/strong>.<strong><br \/>\n       Asma:<\/strong> Tomar de manh\u00e3 e \u00e0 noite duas ou tr\u00eas colheres de sopa do        leite de <strong>coco<\/strong> aquecido. Em seguida, tomar uma x\u00edcara de        ch\u00e1 de agri\u00e3o(decocto). Usar<strong> leite de coco<\/strong> natural, caseiro,        n\u00e3o ado\u00e7ado. N\u00e3o usar o industrializado.<strong><br \/>\n       Calmante: <\/strong>Tomar <strong>\u00e1gua de coco<\/strong> em abund\u00e2ncia.<strong><br \/>\n       Para prevenir C\u00e1rie dent\u00e1ria: <\/strong>Comer freq\u00fcentemente <strong>coco<\/strong>,mastigando        bem. N\u00e3o usar a\u00e7\u00facar.<strong><br \/>\n       Disenteria:<\/strong> Tomar duas x\u00edcaras de leite de <strong>coco<\/strong>        natural por dia, sem a\u00e7\u00facar.<strong><br \/>\n       Enj\u00f4o: <\/strong>Tomar \u00e1gua de coco aos goles. Recomenda-se especialmente        em viagens mar\u00edtimas. Aconselha &#8211; se levar alguns cocos verdes.<strong><br \/>\n       Vias, doen\u00e7as das Respirat\u00f3rias:<\/strong> Tomar o infuso das flores do coqueiro        com mel.<strong><br \/>\n       Verminoses: <\/strong>Mastigar bem e deglutir em jejum, pela manh\u00e3, uma colher        de sopa de coco ralado, fresco.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Propriedades<\/h4>\n   \n<p>O <strong>coco-da-ba\u00eda<\/strong> \u00e9 rico em prote\u00ednas, gorduras, calorias,      sais, hidratos de carbono e vitaminas A, B1, B2, B5 e C. Seus efeitos curativos      se devem, principalmente, ao seu conte\u00fado de magn\u00e9sio. O ser humano necessita      dele para conserva\u00e7\u00e3o da tens\u00e3o muscular. Sabe-se que a polpa do <strong>coco<\/strong>      age como adstringente nas hemorr\u00f3idas.<\/p>\n   \n<p>A \u00e1gua de <strong>coco<\/strong> verde \u00e9 deliciosa, refrescante, nutritiva      e terap\u00eautica, al\u00e9m de ex\u00f3tica. Sua composi\u00e7\u00e3o f\u00edsico-qu\u00edmica \u00e9 semelhante      \u00e0 do soro fisiol\u00f3gico. S\u00e3o muitos os benef\u00edcios da \u00e1gua do <strong>coco<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>O <strong>coco verde <\/strong>cont\u00e9m sais minerais, fibras, carboidratos      e prote\u00ednas, vitaminas A, B1, B2, B5 e C.<\/p>\n   \n<p>O valor nutritivo do <strong>coco<\/strong> e seu sabor variam de acordo com      o est\u00e1gio de matura\u00e7\u00e3o apresentando de maneira geral quantidades significativas      de sais minerais (pot\u00e1ssio, s\u00f3dio, f\u00f3sforo e cloro), e fibras. \u00c0 medida que      a polpa amadurece, enriquece o seu teor de gorduras.<\/p>\n   \n<p>O <strong>coco<\/strong> tamb\u00e9m possui carboidratos, prote\u00ednas, gorduras,      vitaminas A, B1, B2, B5 e C e magn\u00e9sio. <\/p>\n   \n<p><strong>Uma unidade m\u00e9dia de coco verde cont\u00e9m cerca de 300 ml, o que eq\u00fcivale      a:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>54 calorias<br \/>\n       12g de carboidratos<br \/>\n       0,4g de prote\u00ednas<br \/>\n       0,4g de gorduras <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Benef\u00edcios <\/h4>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua de coco<\/strong> \u00e9 considerada um isot\u00f4nico natural por ser      rica em minerais. A presen\u00e7a de eletr\u00f3litos tais como s\u00f3dio e pot\u00e1ssio na      <strong>\u00e1gua de coco <\/strong>possibilita a uma absor\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida, recuperando      as perdas destes minerais atrav\u00e9s da urina e da pele. <\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m disso, a \u00e1gua de coco \u00e9 a \u00fanica bebida isot\u00f4nica natural dispon\u00edvel      comercialmente. Portanto, \u00e9 ideal para repor o l\u00edquido perdido depois das      atividades f\u00edsicas e para a recupera\u00e7\u00e3o nos casos de desidrata\u00e7\u00e3o por ser      um excelente soro vegetal.<\/p>\n   \n<p><strong>Recomenda\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua de coco<\/strong> possui s\u00f3dio e pot\u00e1ssio que ajudam a hidratar      o organismo ap\u00f3s atividades f\u00edsicas.<\/p>\n   \n<p><strong>Compra:<\/strong> No momento da compra, escolha <strong>cocos <\/strong>\u00edntegros      e de formato arredondado. Evite frutos muito verdes e\/ou com les\u00f5es na parte      externa.<\/p>\n   \n<p><strong>Transporte: <\/strong>O transporte do supermercado at\u00e9 o domic\u00edlio      deve ser feito com certo cuidado, a fim de evitar poss\u00edveis choques mec\u00e2nicos      que afetem sua estrutura interna.<\/p>\n   \n<p><strong>Higieniza\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Lave numa bacia com 2 litros de \u00e1gua e 3 gotas de detergente. <br \/>\n       Deixe mergulhada durante 3 minutos.<br \/>\n       Enx\u00e1g\u00fce bastante. <br \/>\n       Coloque os numa mistura de um litro de \u00e1gua e uma colher de \u00e1gua sanit\u00e1ria.        <br \/>\n       Espere 5 minutos.<br \/>\n       Enx\u00e1g\u00fce para consumo imediato ou seque bem antes de armazen\u00e1-los na geladeira.        Assim, o consumidor reduz as chances de contamina\u00e7\u00e3o por bact\u00e9rias. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Armazenamento:<\/strong> O <strong>coco<\/strong> ainda inteiro deve      ser armazenado sob temperatura ambiente, com durabilidade de aproximadamente      uma semana. Ap\u00f3s partir, conserve a \u00e1gua na geladeira.<\/p>\n   \n<p><strong>Dicas de Consumo<\/strong><\/p>\n   \n<p>O <strong>leite de coco<\/strong> \u00e9 usado em ensopados e doces. A polpa \u00e9      ideal para sorvetes e doces. A \u00e1gua pode ser usada como fonte de reposi\u00e7\u00e3o      de sais e \u00e1gua para o organismo. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.prepgc20.cnptia.embrapa.br\/www.agrobyte.com.br<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/coco-h3.jpg\" width=\"236\" height=\"210\" \/><strong><br \/>\n     Coco<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/coco-h4.jpg\" width=\"244\" height=\"218\" \/><br \/>\n     Coco<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas da planta<\/h4>\n   \n<p>Palmeira com estipe solit\u00e1rio de at\u00e9 30 m de altura, curvado ou ereto. Folhas      de at\u00e9 3 m de comprimento, p\u00eandulas, com fol\u00edolos de colora\u00e7\u00e3o verde-amarelada,      r\u00edgidas. Flores numerosas brancas, pequenas, reunidas em cacho de at\u00e9 I m      de comprimento. Floresce o ano todo e de forma mais abundante no ver\u00e3o. <\/p>\n   \n<h4>Fruto<\/h4>\n   \n<p>Forma ov\u00f3ide, quase globoso, de colora\u00e7\u00e3o esverdeada a amarela, de casca      lisa, com cerca de 25 cm de comprimento e 15 em de di\u00e2metro, que demora a      amadurecer, quando ent\u00e3o torna-se castanho. Polpa abundante de at\u00e9 2 em de      espessura. Cavidade central contendo a conhecida &#8220;<strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong>&#8220;.    <\/p>\n   \n<h4>Cultivo<\/h4>\n   \n<p>Propaga\u00e7\u00e3o por meio dos <strong>coco-sementes<\/strong>, provenientes das      plantas matrizes ou m\u00e3es. <\/p>\n   \n<p>Prefere terras arenosas de regi\u00f5es de clima quente. <\/p>\n   \n<p><strong>S\u00e3o cultivadas as seguintes variedades: <\/strong>gigante (conhecido      como o coqueiro-da-ba\u00eda), an\u00e3o, verde, amarelo, vermelho e h\u00edbrido (an\u00e3o X      gigante). <\/p>\n   \n<h4>A origem do coqueiro<\/h4>\n   \n<p>A palmeira tropical que d\u00e1 o famoso <strong>coco-da-praia<\/strong>, <strong>coco-da-\u00edndia<\/strong>,      <strong>coco-da-ba\u00eda<\/strong> ou, simplesmente, <strong>coco<\/strong> &#8211; \u00e9      bastante controversa. Uns dizem que ele \u00e9 oriundo da \u00cdndia outros afirmam      que \u00e9 proveniente de ilhas do Pac\u00edfico; alguns, ainda, o julgam africano;      e, para completar, dizem tamb\u00e9m que j\u00e1 existia, em tempos pr\u00e9-colombianos,      na Am\u00e9rica Central. <\/p>\n   \n<p>O certo \u00e9 que, no Brasil, ou melhor, na Bahia, o <strong>Cocos nu-cifera      <\/strong>chegou, em 1553, a bordo das embarca\u00e7\u00f5es portuguesas, proveniente      das ilhas de Cabo Verde, para onde, por sua vez, tamb\u00e9m tinha sido levado      pelos portugueses, como nos d\u00e1 not\u00edcia o viajante Gabriel Soares de Sousa.    <\/p>\n   \n<p>Dali, da regi\u00e3o do Rec\u00f4ncavo Baiano, espalhou-se por toda a costa do Brasil      levado, provavelmente por dispers\u00e3o natural, atrav\u00e9s das correntes mar\u00edtimas.<\/p>\n   \n<p>Na terra brasilis, o coqueiro n\u00e3o revelou, imediatamente, ao ind\u00edgena que      habitava aquela \u00e1rea, todas as suas potencialidades alimentares. Segundo Camara      Cascudo, pouco mais de 50 anos ap\u00f3s sua introdu\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, frei Vicente do      Salvador j\u00e1 observava que, por aqui, cultivavam-se em quantidade as grandes      palmeiras que d\u00e3o o <strong>coco<\/strong>, mas acrescentava tamb\u00e9m que o habitante      da terra apenas aproveitava a \u00e1gua e a fina polpa, nutritivas e refrescantes,      de seu fruto verde.<\/p>\n   \n<p>Ainda segundo o autor, foi apenas com a chegada dos escravos africanos, especialmente      aqueles origin\u00e1rios de Mo\u00e7ambique &#8211; onde a extra\u00e7\u00e3o e o aproveitamento do      <strong>leite de coco<\/strong> j\u00e1 eram pr\u00e1ticas comuns, herdadas da long\u00ednqua      \u00cdndia &#8211; que iniciou-se a perfeita alquimia que culminou com a cria\u00e7\u00e3o dos      deliciosos e \u00fanicos pratos da original culin\u00e1ria afro-brasileira. <\/p>\n   \n<p>Que pratos dessa culin\u00e1ria podem levar<strong> leite de coco<\/strong> ou      coco puro? Muitos! Entre os salgados, o vatap\u00e1, o caruru de folha, o ef\u00f3,      as frigideiras de maturi, peixes e frutos do mar, as moquearraia,cas todas,      de arraia, aratu, camar\u00e3o, peixe, lagosta, ostra e siri-mole, o xinxim de      galinha, o arroz-de-hau\u00e7\u00e1, e outros. <\/p>\n   \n<p>Entre os doces, a baba-de-mofa, as cocadas, branca, queimada ou de <strong>coco      verde<\/strong>, de cortar ou de colher, a cocada-puxa, o quindim, o &#8220;creme      do homem&#8221;, o beiju molhado, o cuscuz de tapioca, os bolos todos, de aipim,      de milho, de milho verde, de tapioca, de massa puba e de farinha de trigo,      os mingaus de milho, de puba e de tapioca, a canjica, a pamonha, o xer\u00e9m,      o munguz\u00e1, a pa\u00e7oca de banana, entre tantas outras inven\u00e7\u00f5es poss\u00edveis. <\/p>\n   \n<p>Apesar de se tratarem de pratos bastante espec\u00edficos e t\u00edpicos, muitos dos      princ\u00edpios contidos em seu receitu\u00e1rio foram incorporados \u00e0s outras culin\u00e1rias      desse pa\u00eds continente, tendo sido transformados e adaptados de acordo com      os ingredientes e costumes locais, mantendo, \u00e9 claro, o precioso sabor do      <strong>coco-da-ba\u00eda<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>Para Pio Corr\u00eaa, &#8220;sem d\u00favida alguma, entre as numerosas palmeiras util\u00edssimas      ao homem, esta \u00e9 a mais importante de todas&#8221;. De fato, como em todas      as demais plantas da fam\u00edlia das Palm\u00e1ceas, do coqueiro nada se perde. Por\u00e9m,      neste caso, o fruto \u00e9, essencial e fundamentalmente, a parte mais valiosa.    <\/p>\n   \n<p>Antes de atingir a perfeita matura\u00e7\u00e3o, quando est\u00e1 ainda verde, o <strong>coco-da-ba\u00eda<\/strong>      cont\u00e9m um l\u00edquido de cor clara, de sabor adocicado, conhecido como <strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p>Refrigerante, nutritiva e terap\u00eautica, a <strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong> tem      in\u00fameras aplica\u00e7\u00f5es sendo, a melhor delas, deliciar aqueles que dela sabem      se aproveitar. \u00c9, tamb\u00e9m, eficiente como soro hidratador, podendo ainda ser      utilizado como auxiliar no tratamento das doen\u00e7as infantis e dos organismos      debilitados. <\/p>\n   \n<p>Com a idade, em seu processo de matura\u00e7\u00e3o, diminui a quantidade de \u00e1gua no      interior do fruto, aumentando, ao mesmo tempo, a espessura e a consist\u00eancia      de sua polpa. Dessa polpa branca, carnuda e oleosa, extrai-se o<strong> leite      de coco<\/strong>, de uso culin\u00e1rio por excel\u00eancia. O baga\u00e7o, acrescido da      polpa integral e de outras mat\u00e9rias, \u00e9 tamb\u00e9m utilizado na fabrica\u00e7\u00e3o de azeite,      de sab\u00e3o, de velas e de margarina. <\/p>\n   \n<p>A <strong>fibra do coco<\/strong>, que envolve essa parte carnosa, tem ampla      utiliza\u00e7\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de capachos, passadeiras, sacos, broxas, escovas,      redes, esteiras, etc. <\/p>\n   \n<p>O coqueiro e seus frutos est\u00e3o presentes em mais de 80 paises ao redor do      globo &#8211; na indon\u00e9sia, no Pac\u00edfico, na \u00c1frica, na Am\u00e9rica Central e do Sul      e no Caribe tendo grande import\u00e2ncia na vida e na economia de v\u00e1rias popula\u00e7\u00f5es      regionais. Ele vive bem na praia, perto do mar e do sal, mas esta n\u00e3o \u00e9 uma      condi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para que seja cultivado com sucesso. <\/p>\n   \n<p>Atualmente, por exemplo, est\u00e3o em andamento projetos de cultivo do coqueiro-da-ba\u00eda      em \u00e1reas irrigadas do sert\u00e3o nordestino com bons rendimentos. <\/p>\n   \n<p><strong>No Brasil, os coqueiros mais comuns s\u00e3o encontrados em duas variedades:<\/strong>      a gigante e a an\u00e3. Os frutos obtidos, tanto numa variedade como na outra,      t\u00eam as mesmas caracter\u00edsticas e utilidades. <\/p>\n   \n<p>No primeiro caso, como o coqueiro \u00e9 uma planta de grande longevidade, podendo      viver al\u00e9m dos 150 anos, chega a atingir 35 metros de altura. Isso dificulta      bastante a coleta dos frutos, tornando-a uma atividade arriscada e que exige      do apanhador grande destreza, pr\u00e1tica e coragem. <\/p>\n   \n<p>Por outro lado, com toda a sua altura, eleg\u00e2ncia e porte, o coqueiro transforma-se      em uma das mais belas e ornamentais plantas existentes. <\/p>\n   \n<p>Dos 6 aos 9 anos de idade o coqueiro inicia a produ\u00e7\u00e3o de frutos, que se      estabiliza quando chega aos 12 anos, alcan\u00e7ando uma m\u00e9dia de 70 <strong>cocos      <\/strong>por p\u00e9 ao ano. Esta \u00e9 a variedade mais comum em todo o Nordeste brasileiro,      regi\u00e3o respons\u00e1vel por cerca de 85% da produ\u00e7\u00e3o nacional e mais de 90% da      \u00e1rea plantada, ocupando principalmente os Estados de Alagoas, Sergipe e Bahia.    <\/p>\n   \n<h4>O coqueiro an\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>Introduzido no Brasil em 1925, vindo da Mal\u00e1sia &#8211; n\u00e3o alcan\u00e7a mais do que      10 metros de altura, o que facilita bastante a coleta dos frutos. \u00c9 mais precoce      do que a variedade gigante, iniciando sua frutifica\u00e7\u00e3o no segundo ano ap\u00f3s      o plantio, tamb\u00e9m apresentando maior produtividade, cerca de 200 frutos por      p\u00e9 ao ano. <\/p>\n   \n<p>Em compensa\u00e7\u00e3o, vive apenas 20 anos, ou seja, bem menos tempo do que o centen\u00e1rio      coqueiro comum. <\/p>\n   \n<p>&#8220;Me deixem em paz com meu luto e minha solid\u00e3o. N\u00e3o me falem dessas      dessas coisas,respeitem meu estado de vi\u00fava. Vamos ao fog\u00e3o &#8230;Tomem do ralo      e de dois <strong>cocos<\/strong> escolhidos &#8211; ralem. <\/p>\n   \n<p>Ralem com vontade, vamos, ralem; nunca fezmal a ningu\u00e9m um pouco de exerc\u00edcio      (dizem que exerc\u00edcio evita os pensamentos maus: n\u00e3o creio). <\/p>\n   \n<p><strong>Juntem a branca massa bem ratada e a aque\u00e7am antes de esprem\u00ea-la:<\/strong>      assim sair\u00e1 mais f\u00e1cil o leitegrosso, o puro<strong> leite de coco <\/strong>sem      mistura. <\/p>\n   \n<p>\u00c0 parte o deixem.Tirado esse primeiro leite, o grosso n\u00e3o joguem a massa      fora, n\u00e3o sejam esperdi\u00e7adas, que os temposn\u00e3o s\u00e3o de desperd\u00edcio. Peguem      a mesma massa e a escaldem na fervura de um litro d&#8217;\u00e1gua.Depois a espremam      para obter o leite raloO que sobrar da massa joguem fora, pois agora \u00e9 s\u00f3      baga\u00e7o.Vi\u00fava \u00e9 s\u00f3 baga\u00e7o&#8230;&#8221; <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.bibvirt.futuro.usp.br<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/coco-h6.jpg\" width=\"381\" height=\"126\" \/><\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/coco-h8.jpg\" width=\"189\" height=\"300\" \/><strong><br \/>\n     1 &#8211; <\/strong>Exocarpo ou epicarpo<strong><br \/>\n     2 &#8211; <\/strong>Mesocarpo<strong><br \/>\n     3 &#8211; <\/strong>Endocarpo Lenhoso (casquilho)<strong><br \/>\n     4 &#8211;<\/strong> Endosperma s\u00f3lido (polpa)<\/p>\n   \n<h4>Origem da Cultura<\/h4>\n   \n<p>A cultura do coqueiro (<strong>Cocos nuc\u00edfera L<\/strong>.) \u00e9 cultivada em      aproximadamente 90 pa\u00edses , sendo t\u00edpica de clima tropical. Tem origem no      Sudeste Asi\u00e1tico. <\/p>\n   \n<p><strong>Os maiores produtores mundiais s\u00e3o:<\/strong> Filipinas, Indon\u00e9sia      e \u00cdndia. <\/p>\n   \n<p>No Brasil a cultura do coqueiro, variedade gigante, chegou possivelmente,      na coloniza\u00e7\u00e3o portuguesa em 1553, oriunda da ilha de Cabo Verde, que por      sua vez, foram originadas de planta\u00e7\u00f5es Indianas, introduzidas na \u00c1frica.    <\/p>\n   \n<p><strong>O coqueiro, variedade an\u00e3, foi introduzido no Brasil pelos Doutores:      <\/strong>Artur Neiva e Miguel Calmon, quando retornavam de uma viagem ao Oriente      em 1921, estimulados pela precocidade na produ\u00e7\u00e3o e facilidade de colheita      dos frutos. <\/p>\n   \n<h4>O CULTIVO NO BRASIL<\/h4>\n   \n<p>A cultura se adaptou bem no litoral Brasileiro, sendo encontrada em \u00e1reas      desde o Maranh\u00e3o at\u00e9 o Esp\u00edrito Santo. O coqueiro pertence ao g\u00eanero <strong>Cocos<\/strong>      e Fam\u00edlia Palmae, sendo comumente tradada como palmeira . <\/p>\n   \n<p>Atualmente o Brasil possui em torno de 50 mil hectares implantados, com a      cualtura do coqueiro an\u00e3o, praticamanete em quase todos os Estados da Federa\u00e7\u00e3o.    <\/p>\n   \n<p>O maior produtor \u00e9 o Estado do Esp\u00edrito Santo, com aproximadamente 14 mil      hectares, seguido pela Bahia, com aproximadamente 12 mil hectares e Cear\u00e1      em terceiro, com 5 mil ha produzindo. <\/p>\n   \n<p>O Estado de S\u00e3o Paulo vem nos \u00faltimos anos substituindo as tradicionais culturas      de caf\u00e9 e laranja por coqueiro an\u00e3o, devido a grande procura pela \u00e1gua do      fruto, mundialmente conhecida como &#8220;<strong>\u00c1gua de coco<\/strong>&#8220;,      que al\u00e9m do sabor adocicado apresenta caracter\u00edsticas isot\u00f4nicas em rela\u00e7\u00e3o      ao sangue humano, n\u00e3o sendo necess\u00e1rio acrescentar nenhum eletr\u00f3lito. . <\/p>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua de coco<\/strong> envasada j\u00e1 pode ser encontrada no com\u00e9rcio      na forma congelada, refrigerada, 100% natural e em embalagens \u0093Tetra      Pak\u0094, longa vida, com 250 mm. Atualmente pesquisas tem sido realizada      para a pasteuriza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua de <strong>coco verde <\/strong>no pr\u00f3prio fruto,      aumentando assim a vida \u00fatil do produto. <\/p>\n   \n<p>Com a expans\u00e3o novas \u00e1reas nas regi\u00f5es Centro-Oeste e Sudeste, agricultores      de regi\u00f5es tradicionais, como o Cear\u00e1, Para\u00edba e Pernambuco est\u00e3o perdendo      mercado, principalmente pela dist\u00e2ncia dos centros consumidores. <\/p>\n   \n<p>A alternativa encontrada pelos produtores, al\u00e9m do envasamento da \u00e1gua \u00e9      a exporta\u00e7\u00e3o para outros Pa\u00edses. A primeira exporta\u00e7\u00e3o de frutos verdes, in      natura para a Europa (It\u00e1lia e Inglaterra) foi realizada nos meses de agosto      e setembro de 1999, o que deixou os produtores do Vale do S\u00e3o Francisco bastantes      otimistas.<\/p>\n   \n<p>O fruto sob temperatura de 12oC, pode ser armazenado por um per\u00edodo de 28      dias, sem deforma\u00e7\u00e3o da casca nem perda da qualidade da \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>De posse dessa informa\u00e7\u00e3o produtores do Vale do S\u00e3o Francisco, conseguiram      transportar em cont\u00eainres refrigerados por via marinha, at\u00e9 a Europa o fruto      in natura, o que tornou a opera\u00e7\u00e3o economicamente vi\u00e1vel. Os produtores pretendem      o mercado internacional, principalmente, durante o ver\u00e3o do Hemisf\u00e9rio Norte,      per\u00edodo em que a demanda interna se retrai em fun\u00e7\u00e3o do inverno. O que facilitou      o acesso ao mercado internacional do fruto in natura foi o desenvolvimento      de um selo de qualidade, que atesta a proced\u00eancia e a padroniza\u00e7\u00e3o do produto.<\/p>\n   \n<p>O coqueiro (<strong>Cocos nucifera L<\/strong>.) \u00e9 uma planta arb\u00f3rea, com      caule ereto, sem ramifica\u00e7\u00f5es e com folhas terminais. Pertencendo a fam\u00edlia      Palmae (Arecaceae), uma das mais importantes fam\u00edlias da classe Monocotyledoneae,      que possui mais de 200 g\u00eaneros com mais de 200 esp\u00e9cies. <\/p>\n   \n<p>O coqueiro \u00e9 uma das plantas mais \u00fateis do mundo. Conhecida como &#8220;a      \u00e1rvore da vida&#8221;, ela tem um papel importante na vida das pessoas que      habitam as regi\u00f5es tropicais \u00famidas e, indiscutivelmente, tem tanta import\u00e2ncia      nos dias de hoje como em tempos passados. Constitui-se na mais importante      das culturas perenes poss\u00edveis de gerar um sistema auto-sustentav\u00e9l de explora\u00e7\u00e3o      como provam v\u00e1rios pa\u00edses do continente asi\u00e1tico. <\/p>\n   \n<p><strong>INFLORESC\u00caNCIA<\/strong><\/p>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> \u00e9 uma planta mon\u00f3ica produzindo flores unissexuadas      em uma infloresc\u00eancia ramificada normalmente, de 12 a 15 infloresc\u00eancia por      ano em intervalos de 24 a 30 dias. Uma infloresc\u00eancia paniculada, parte sempre      da axila da folha e acha-se envolta por por duas espatas, que a protege. A      espata inferior tem cerca de 60 cm de comprimento e a forma de cunha. Sobre      ele repousa o ramo flor\u00edfero. A espata superior \u00e9 cil\u00edndrica e cobre a infloresc\u00eancia.      A espata superior tem o nome de buso antes de abrir e o nome de canga\u00e7o ap\u00f3s      aberta. <\/p>\n   \n<p>O cacho flor\u00edfero \u00e9 o inga\u00e7o. O crescimento da espata dura de 3 a 4 meses.      A abertura da espata faz-se longitudinalmente e em cerca de 24 horas. <\/p>\n   \n<p>A infloresc\u00eancia propriamente dita, consta de um ped\u00fanculo, subcil\u00edndrico      flex\u00edvel, e raque, que leva ramos em n\u00famero vari\u00e1vel de de 15 a 30 em cada      infloresc\u00eancia. cada ramo, na parte basal, possui corpo arredondado, com cerca      de 15 mm de di\u00e2metro, que s\u00e3o os bot\u00f5es, de flores femininas. <\/p>\n   \n<p>O n\u00famero destes varia de zero a nove, conforme a variedade e o estado nutricional      do coqueiro. Nos dois ter\u00e7os terminais do ramo acha-se flores masculinas,      em n\u00fameros que variam de dezenas e centenas em cada um; s\u00e3o alongadas, menores      que as femininas. Logo que a infloresc\u00eancia abre-se, desabrocham tamb\u00e9m as      flores masculinas sucessivamente, a come\u00e7ar pela base. <\/p>\n   \n<p>A flor masculina \u00e9 composta de seis pequenas l\u00e2minas amarelas; as tr\u00eas externas      s\u00e3o s\u00e9palas e as tr\u00eas internas, p\u00e9talas. No centro da flor, montadas em pequenos      filamentos, est\u00e3o seis anteras, que abertas deixam escapar o p\u00f3len, elemento      de fecunda\u00e7\u00e3o da das flores femininas para forma\u00e7\u00e3o do fruto. <\/p>\n   \n<p>A flor feminina consta de uma esp\u00e9cie de bot\u00e3o, de colora\u00e7\u00e3o amarelo-clara,      como a flor masculina, de tr\u00eas br\u00e1cteas duras, curtas, seis fol\u00edolos esbranqui\u00e7ados      e um tanto carnudos, dos quais os tr\u00eas externos s\u00e3o as s\u00e9palas e os tr\u00eas internos      s\u00e3o as p\u00e9talas. <\/p>\n   \n<p>O embri\u00e3o da fruta encontra-se no meio sendo de colora\u00e7\u00e3o branco, esf\u00e9rico      e tenso. Este \u00e9 o futuro mesocarpo. No centro e na base do mesocarpo, encontra-se      o \u00f3vulo sob a forma de um corp\u00fasculo pequenino. Os estigmas acham-se na parte      apical do embri\u00e3o, e constam de tr\u00eas pequenas sali\u00eancias. <\/p>\n   \n<p>A abertura das flores femininas n\u00e3o coincide, em geral, com a das masculinas.      As flores masculinas abrem progressivamente, come\u00e7ando pela base,desde que      a espata se abra. <\/p>\n   \n<p>Em tr\u00eas a cinco semanas todas as flores masculinas tem aberto e ca\u00eddos. Enquanto      isto, os bot\u00f5es das flores femininas continuam o seu desenvolvimento e mant\u00eam-se      fechadas. A fecunda\u00e7\u00e3o nesse per\u00edodo \u00e9 imposs\u00edvel. Come\u00e7a ent\u00e3o a abertura      a abertura das flores femininas. Primeiro abrem as da base. <\/p>\n   \n<p>A abertura \u00e9 tamb\u00e9m progressiva e dura cerca de uma semana. A fecunda\u00e7\u00e3o      deve se processar nas primeiras 24 horas que seguem a abertura da flor. depois      desse per\u00edodo o estigma enegrece. caem as flores n\u00e3o fecundadas, persistindo      as fecundadas, que evoluem e forma a fruta.<\/p>\n   \n<p>No coqueiro gigante, em uma mesma infloresc\u00eancia, as flores masculinas abrem-se      e disseminam o p\u00f3len antes que as flores femininas se tornem receptivas, sendo      normal a poliniza\u00e7\u00e3o cruzada. <\/p>\n   \n<p>No an\u00e3o, as flores masculinas e femininas amadurecem aproximadamente ao mesmo      tempo, ocorrendo normalmente a auto-fecunda\u00e7\u00e3o. No entanto, entre as cultivares      do coqueiro an\u00e3o, o n\u00edvel de auto-fecunda\u00e7\u00e3o \u00e9 vari\u00e1vel e ocorre de acordo      com a variedade considerada. <\/p>\n   \n<h4>O FRUTO <\/h4>\n   \n<p>O c<strong>oqueiro<\/strong> fornece n\u00e3o somente alimento, \u00e1gua e \u00f3leo de      cozinha, mas tamb\u00e9m folhas para telhados de palha, fibras para cordas, tapetes      e redes, casca que pode ser usada como utens\u00edlios e ornamentos, a\u00e7\u00facar e \u00e1lcool      podem ser feitos da seiva de sua infloresc\u00eancia e in\u00fameros outros produtos      elaborados de partes da planta. O coqueiro tamb\u00e9m \u00e9, muito utilizada como      planta ornamental em casas, parques e jardins. O desenvolvimento do fruto      necessita de 12 meses, desde a diferencia\u00e7\u00e3o floral at\u00e9 a matura\u00e7\u00e3o completa.<\/p>\n   \n<p><strong>PARTE A\u00c9REA<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>A folha do <strong>coqueiro<\/strong> \u00e9 do tipo penada, sendo constitu\u00edda        pelo pec\u00edolo, que se continua pela raque, onde se prendem numerosos fol\u00edolos,        podendo a folha atingir at\u00e9 6 metros de comprimento. <br \/>\n       A infloresc\u00eancia \u00e9 paniculada, axilar, protegida por br\u00e1ctea grande, chamada        espata; com flores masculinas e femininas na mesma infloresc\u00eancia. <br \/>\n       O fruto \u00e9 uma drupa formado por uma epiderme lisa ou epicarpo, que envolve        o mesocarpo espesso e fibroso, ficando mais para o interior uma camada muito        dura, o endocarpo. <br \/>\n       A semente \u00e9 constitu\u00edda de uma camada fina de cor marrom, o tegumento, que        fica entre o endocarpo e o alb\u00famem s\u00f3lido (carne) onde fica o embri\u00e3o; a        cavidade interna \u00e9 preenchida pelo alb\u00famem l\u00edquido ( <strong>\u00e1gua do coco<\/strong>        ). <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>SISTEMA RADICULAR <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> possui sistema radicular fasciculado, com maior        concentra\u00e7\u00e3o nos primeiros 60 cent\u00edmetros e raio de 150 cent\u00edmetros. Seu        caule \u00e9 do tipo estipe, n\u00e3o ramificado, muito desenvolvido e bastante resistente,        n\u00e3o apresentando crescimento secund\u00e1rio. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>VARIEDADES<\/h4>\n   \n<p><strong>O coqueiro \u00e9 constitu\u00eddo de uma \u00fanica esp\u00e9cie (Cocos nucifera), e      pode ser dividido em tr\u00eas grupos: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Gigantes<br \/>\n       Intermedi\u00e1rios (h\u00edbridos) <br \/>\n       An\u00f5es <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Cada grupo cont\u00e9m um n\u00famero de variedades. As variedades s\u00e3o geralmente nomeadas      de acordo com a sua suposta localidade de origem. As variedades gigantes apresentam      de modo geral, fecunda\u00e7\u00e3o cruzada; seu crescimento \u00e9 r\u00e1pido e fase vegetativa      longa (cerca de sete anos). <\/p>\n   \n<p><strong>ESPA\u00c7AMENTO, COVEAMENTO E SOLOS <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Os espa\u00e7amento mais recomendados s\u00e3o 7,5 m x 7,5 m para as variedades an\u00e3s,        8,5 m x 8,5 m para os h\u00edbridos e 9,0 m x 9,0 m para as variedades gigantes        em triangulo equil\u00e1tero, totalizando 205, 160 e 142 plantas por hectare.<br \/>\n       As covas devem ser abertas com dimens\u00f5es de 0,80 m x 0,80 m x 0,80 m. <br \/>\n       Os solos mais indicados para a cultura s\u00e3o os areno-argiloso, profundos,        com boa drenagem.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>PLANTIO<\/h4>\n   \n<p>O plantio deve ser realizado no in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o chuvosa, caso a cultura      n\u00e3o seja irrigada, ou qualquer \u00e9poca com irriga\u00e7\u00e3o. As mudas s\u00e3o colocadas      no centro das covas tendo-se o cuidado de deixar sobre a parte superior da      semente uma camada de terra suficiente para cobr\u00ed-la, mas sem permitir que      o colo da planta fique coberto. <\/p>\n   \n<p><strong>IRRIGA\u00c7\u00c3O: <\/strong>O coqueiro se adapta a diversos sistemas de irriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p><strong>Os mais recomendados s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>A irriga\u00e7\u00e3o localizada <\/strong><\/p>\n   \n<p>No m\u00e9todo de irriga\u00e7\u00e3o localizada, a quantidade de \u00e1gua necess\u00e1ria \u00e9 fornecida      individualmente a cada planta, sobre uma \u00e1rea limitada da zona radicular,      atrav\u00e9s de redes de tubula\u00e7\u00f5es. <\/p>\n   \n<p>A \u00e1gua \u00e9 aplicada no solo atrav\u00e9s de emissores, em pequena intensidade e      alta freq\u00fc\u00eancia, para manter a umidade pr\u00f3ximo da ideal, que \u00e9 a de capacidade      de campo, de modo que as perdas por percola\u00e7\u00e3o e por escoamento superficial      sejam minimizados. Os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o por gotejamento e microaspers\u00e3o      s\u00e3o os mais difundidos, sendo, o primeiro o mais antigo no Brasil (1972) e,      o segundo, o mais recente (1982). <\/p>\n   \n<p>Diferem entre si quanto ao sistema de aplica\u00e7\u00e3o. Um sistema completo de irriga\u00e7\u00e3o      localizada consta de conjunto motobomba, cabe\u00e7al de controle, linhas de tubula\u00e7\u00f5es      (de recalque, principal, secund\u00e1ria e lateral), v\u00e1lvulas e emissores (gotejadores      ou microaspersores). O conjunto motobomba \u00e9 normalmente de menor pot\u00eancia,      em virtude das pequenas alturas manom\u00e9tricas e das pequenas vaz\u00f5es do sistema.    <\/p>\n   \n<p>O cabe\u00e7al de controle \u00e9 o c\u00e9rebro do sistema. Nele ocorrem v\u00e1rios processos      fundamentais, tais como a filtragem da \u00e1gua, a mistura dos produtos para quimiga\u00e7\u00e3o      e a distribui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua para os v\u00e1rios setores. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 composto de filtros, v\u00e1lvulas, man\u00f4metros e injetor de fertilizantes. <\/p>\n   \n<p><strong>Os filtros s\u00e3o de tr\u00eas tipos mais comuns: <\/strong>de areia, de tela      e de disco. O de areia \u00e9 usado para reter o material org\u00e2nico e part\u00edculas      maiores e, por isso, \u00e9 o primeiro filtro do sistema. Sua limpeza \u00e9 feita facilmente      com a retrolavagem, recomendada a cada aumento de 10 a 20% da perda de carga      normal do filtro, quando limpo (aproximadamente 20 kPa). Em algumas condi\u00e7\u00f5es      especiais de qualidade da \u00e1gua ou mesmo em alguns sistemas de microaspers\u00e3o,      pode-se dispensar seu uso. <\/p>\n   \n<p>O filtro de tela tem grande efici\u00eancia na reten\u00e7\u00e3o de pequenas part\u00edculas      s\u00f3lidas, como a areia fina, por\u00e9m entopem facilmente com algas. A tela usada      apresenta orif\u00edcios que podem variar de 0,074 mm (200 mesh ou malhas por polegada)      at\u00e9 0,2 mm (80 mesh). Constitui, juntamente com o filtro de areia, o sistema      de filtragem mais usado. Os filtros de discos t\u00eam forma cil\u00edndrica e s\u00e3o colocados      na linha, em posi\u00e7\u00e3o horizontal. <\/p>\n   \n<p>O elemento filtrante \u00e9 composto por um conjunto de pequenos an\u00e9is, com ranhuras,      presos sobre um suporte central cil\u00edndrico e perfurado. A \u00e1gua \u00e9 filtrada      ao passar pelos pequenos condutos formados entre an\u00e9is consecutivos. A qualidade      da filtragem vai depender da espessura das ranhuras. <\/p>\n   \n<p>Na maioria dos coqueirais irrigados no Brasil at\u00e9 a d\u00e9cada de 80, com irriga\u00e7\u00e3o      localizada, dava-se prefer\u00eancia a irriga\u00e7\u00e3o por gotejamento, e ainda hoje      vem sendo utilizada, principalmente nos Estados da Para\u00edba e Cear\u00e1. <\/p>\n   \n<p>Atualmente a irriga\u00e7\u00e3o localizada por microaspers\u00e3o, vem sendo utilizada      em grande escala, em raz\u00e3o das vantagens que o pr\u00f3prio sistema apresenta como      aumento da efici\u00eancia do uso da \u00e1gua e nutrientes, al\u00e9m de melhor adequar      o perfil do bulbo \u00famido ao sistema radicular da cultura. <\/p>\n   \n<p>A microaspers\u00e3o na cultura do coqueiro, se expande em todo o Pais, principalmente      nos munic\u00edpios de Petrolina-PE, Juazeiro, Anag\u00ea, Bom Jesus da Lapa-BA, Varjota,      Paraibaba-CE, Norte de Minas, Plat\u00f4 de Ne\u00f3polis\u0096SE e S\u00e3o Mateus, Vila      Val\u00e9rio e S\u00e3o Gabriel da Palha\u0096ES. <\/p>\n   \n<p><strong>A irriga\u00e7\u00e3o localizada:<\/strong> Gotejamento e Microaspers\u00e3o <\/p>\n   \n<p>A cultura do coqueiro exige grande quantidade de \u00e1gua durante seu desenvolvimento      vegetativo e fase produtiva.. A irriga\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de favorecer o desenvolvimento      da planta, contribui para a precocidade de flora\u00e7\u00e3o, que ocorre a um (01)      e oito (08) meses que a partir da\u00ed produz continuamente. O suprimento adequado      de \u00e1gua a cultura promove aumento da produtividade e a produ\u00e7\u00e3o de frutos      durante ano inteiro. A cultura do coqueiro adapta-se bem a diversos m\u00e9todos      de irriga\u00e7\u00e3o, dentre eles a irriga\u00e7\u00e3o por sulcos, a aspers\u00e3o convencional      e a irriga\u00e7\u00e3o localizada. <\/p>\n   \n<p>No m\u00e9todo de irriga\u00e7\u00e3o localizada, a quantidade de \u00e1gua necess\u00e1ria a cultura      \u00e9 fornecida individualmente a cada planta, sobre uma \u00e1rea limitada da zona      radicular, atrav\u00e9s de redes de tubula\u00e7\u00f5es. A \u00e1gua \u00e9 aplicada em pequena intensidade,      e alta freq\u00fc\u00eancia para manter a umidade do solo na regi\u00e3o explorada pelas      ra\u00edzes pr\u00f3xima \u00e0 umidade de capacidade de campo, de modo que as perdas por      percola\u00e7\u00e3o e por escoamento superficial sejam minimizadas. <\/p>\n   \n<p>Atualmente, a irriga\u00e7\u00e3o localizada vem sendo utilizada em grande escala,      em raz\u00e3o das vantagens que o pr\u00f3prio m\u00e9todo apresenta, como aumento da efici\u00eancia      do uso da \u00e1gua e nutrientes, al\u00e9m de maior economia de m\u00e3o-de-obra, \u00e1gua e      energia, pois, molha somente parte da superf\u00edcie do solo. Os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o      por gotejamento e microaspers\u00e3o s\u00e3o os mais difundidos, sendo, o primeiro      o mais antigo no Brasil (1972), e o segundo, o mais recente (1982). Diferem      entre si quanto ao sistema de aplica\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>No sistema por gotejamento, os gotejadores normalmente trabalham com press\u00f5es      de servi\u00e7o de 10 a 30 mca, cujas vaz\u00f5es variam de e 2 a 16 l.h-1, sendo mais      comum na cultura do coqueiro, gotejadores com 4 l.h-1, dependendo do espa\u00e7amento      entre gotejadores Os gotejadores s\u00e3o mais sens\u00edveis ao entupimento, e proporcionam      uma maior concentra\u00e7\u00e3o do sistema radicular do coqueiro. <\/p>\n   \n<p>No caso da microaspers\u00e3o no cultivo do coqueiro, os microaspersores normalmente      tamb\u00e9m trabalham com press\u00f5es de servi\u00e7o de 10 a 30 mca, atingindo vaz\u00f5es      entre 20 a 100 l.h-1, sendo mais comum microaspersores com 30 a 50 l.h-1.      Eles s\u00e3o menos sens\u00edveis ao entupimento quando comparados aos gotejadores.    <\/p>\n   \n<p>Na irriga\u00e7\u00e3o por gotejamento, deve-se usar no m\u00ednimo dois (02) gotejadores      por planta, enquanto na irriga\u00e7\u00e3o por microaspers\u00e3o usa-se apenas um (01)      microaspersor por cova. <\/p>\n   \n<p>Na op\u00e7\u00e3o por microaspers\u00e3o ou gotejamento, deve-se levar em considera\u00e7\u00e3o      o tipo de solo, a quantidade e qualidade da \u00e1gua a ser utilizada. Se a \u00e1gua      for escassa, e de baixa qualidade principalmente quanto \u00e0 salinidade, com      possibilidade de promover saliniza\u00e7\u00e3o, e se o solo for de textura m\u00e9dia a      argilosa deve-se dar prefer\u00eancia ao gotejamento, por proporcionar melhor volume      de solo umedecido e menor incid\u00eancia danoso dos efeitos da salinidade no solo      e na cultura. <\/p>\n   \n<p>Nos solos arenosos, a microaspers\u00e3o seria a mais recomendada, pois propiciar\u00e1      maior volume de solo molhado, neste tipo de solo, pois a \u00e1gua penetra e se      move com maior velocidade, sendo necess\u00e1rio uma \u00e1rea de umedecimento maior,      beneficiando o sistema radicular do coqueiro. Nas regi\u00f5es com pouca possibilidade      de saliniza\u00e7\u00e3o e independente do tipo de solo, como \u00e9 o caso das zonas litor\u00e2neas,      cerrados, etc, o mais recomendado seria a microaspers\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>Deve-se levar em considera\u00e7\u00e3o na momento de optar por um ou outro sistema      localizado, a qualidade da \u00e1gua de irriga\u00e7\u00e3o. \u00c1gua com alto teor de sais e      mat\u00e9ria org\u00e2nica, pode ao longo do tempo promover obstru\u00e7\u00f5es nos gotejadores      ou microaspersores. <\/p>\n   \n<p><strong>Aspers\u00e3o convencional<\/strong><\/p>\n   \n<p>Neste m\u00e9todo a \u00e1gua \u00e9 aplicada na forma de chuva artificial com fracionamento      do jato d\u0092\u00e1gua, originando gotas que espalham pelo ar e atingem o solo.      \u00c9 um sistema pressurizado e sua distribui\u00e7\u00e3o envolve tubula\u00e7\u00f5es com deriva\u00e7\u00f5es      que conduzem a \u00e1gua at\u00e9 os aspersores que direcionam o jato e auxiliam seu      fracionamento. os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o por aspers\u00e3o convencional \u00e9 bastante      utilizado, sendo que no extremo sul da Bahia est\u00e3o usando, canh\u00f5es e autopropopelidos      em pomares novos em forma\u00e7\u00e3o e in\u00edcio de produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p><strong>A irriga\u00e7\u00e3o por superf\u00edcie atrav\u00e9s de sulcos, respectivamente na      ordem de maior adequa\u00e7\u00e3o \u00e0 cultura e economia d&#8217;\u00e1gua<\/strong><\/p>\n   \n<p>Este sistema consiste na distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua \u00e0s \u00e1reas irrigadas utilizando      a pr\u00f3pria superf\u00edcie do solo para escoamento gravitacional, durante o tempo      necess\u00e1rio para que a \u00e1gua, infiltrada ao longo do sulco, seja suficiente      para umedecer o solo da zona radicular efetiva da cultura. <\/p>\n   \n<p>Este sistema prevalece em quase todas as \u00e1reas de agricultura irrigada do      mundo e tamb\u00e9m no Brasil, tendo sido o primeiro sistema de irriga\u00e7\u00e3o usado      na cultura do coqueiro. <\/p>\n   \n<p>Para a cultura do coqueiro, geralmente utiliza-se um (01) a dois (02) sulcos      por fileira de planta, o que resulta no molhamento de 30 a 80% da superf\u00edcie      total da \u00e1rea irrigada, diminuindo assim as perdas por evapora\u00e7\u00e3o, permitindo      ainda realizar os tratos culturais e colheita durante e ap\u00f3s a irriga\u00e7\u00e3o.      Quanto a forma geom\u00e9trica, a mais comum \u00e9 \u0093V\u0094, com 15 a 20 cm de      profundidade e 25 a 30 cm de largura, na parte superior, que normalmente conduz      uma vaz\u00e3o inferior a 2 l\/s. <\/p>\n   \n<p>Este sistema de irriga\u00e7\u00e3o \u00e9 comum na regi\u00e3o de Souza-PB, Juazeiro-BA, Petrolina-PE,      Pentecoste e Lima Campos-CE, em \u00e1reas de pequenos produtores localizadas em      per\u00edmetros irrigados. <\/p>\n   \n<h4>PRODU\u00c7\u00c3O<\/h4>\n   \n<p>Os frutos s\u00e3o grandes, em n\u00famero de 50 a 80 por planta\/ano geralmente, variedades      gigantes, e 150 a 240 frutos\/planta\/ano nas variedades an\u00e3s . Os frutos se      prestam tanto para o consumo \u0093in natura\u0094 como para a produ\u00e7\u00e3o de      copra para a ind\u00fastria, pois, possuem endocarpo espesso e firme. <\/p>\n   \n<h4>FRUTO DO COQUEIRO \u0093COCO\u0094<\/h4>\n   \n<p>O <strong>coco<\/strong> se desenvolve a partir de sua semene chamada drupa,      sendo formado por tr\u00eas carpelos, onde apenas um deles se desenvolve. O fruto      \u00e9 mais ou menos de formato ov\u00f3ide, dependendo da variedade, que tamb\u00e9m condiciona      seu tamanho. <\/p>\n   \n<p>O <strong>coco<\/strong> consta, conforme FIGURA abaixo, de um exocarpo ou      epicarpo, camada fina, que cobre o mesocarpo fibroso, formando a <strong>casca      do coco<\/strong> (com aproximadamente 5 cm de espessura) dependendo da variedade.      Por baixo desta, encontra-se o endocarpo, lenhoso, muito duro, denominado      de casquilho ou quenga. <\/p>\n   \n<p>O casquilho apresenta tr\u00eas bordas aproximadamente longitudinais e tr\u00eas depress\u00f5es      bem definidas na base, que representam as divis\u00f5es dos tr\u00eas carpelos originados      da flor, que s\u00e3o conhecidos como poros germinativos e est\u00e3o situados no final      do fruto, onde se prende ao ped\u00fanculo. <\/p>\n   \n<p>Antes de amadurecer, os frutos est\u00e3o quase que completamente cheios com uma      subst\u00e2ncia denominada <strong>\u00e1gua de coco<\/strong>, cuja quantidade e composi\u00e7\u00e3o      combinam a medida que avan\u00e7a o desenvolvimento. <\/p>\n   \n<p>Quando os frutos est\u00e3o completamente maduros, esta \u00e1gua desaparece quase      que complemente, e forma o endosperma s\u00f3lido, de cor branca. <\/p>\n   \n<p><strong>Para a germina\u00e7\u00e3o do fruto \u00e9 necess\u00e1rio pequena quantidade de \u00e1gua      de coco: <\/strong>um coco seco n\u00e3o germina. <\/p>\n   \n<p>O endosperma s\u00f3lido do coco \u00e9 uma camada fina, e quando jovem, parece geleia,      no entanto, fica mais grossa a medida que a am\u00eandoa vai amadurecendo, chega      a 1 cm ou mais. <\/p>\n   \n<p>Na primeira fase de (4 a 5 meses), ocorre o desenvolvimento da am\u00eandoa, da      casca, casquilho e a <strong>\u00e1gua de coco<\/strong> que enche totalmente seu      interior. Na segunda fase (que dura de 6 a 8 meses), a casca e o casquilho      se endurecem e engrossam. Na terceira fase, o endosperma se desenvolve e amadurece.<\/p>\n   \n<p>Em geral, quando o fruto tem uns 160 dias, alcan\u00e7a seu tamanho m\u00e1ximo e come\u00e7a      a formar a am\u00eandoa. Quando tem 220 dias, come\u00e7a a madurecer o casquilho. <\/p>\n   \n<p>O endosperma s\u00f3lido, est\u00e1 completamente formado em torno de 300 dias e em      12 meses, o casquilho, est\u00e1 completamente maduro, juntamente com o fruto.      A casca, que se forma ao mesmo tempo que o embri\u00e3o, que, em seu per\u00edodo inicial      \u00e9 tenro, e, logo se enrijece e escurece. O fruto chega a alcan\u00e7ar o peso m\u00e9dio      de 3 a 4 Kg. <\/p>\n   \n<p><strong>A TABELA abaixo apresenta a composi\u00e7\u00e3o m\u00e9dia em valores percentuais      dos componentes do fruto: <\/strong><\/p>\n         \n<table width=\"28%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" cols=\"2\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\"><b>Componentes<\/b><\/td>\n         \n<td align=\"center\">\u00a0<b>%<\/b><\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Casca<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">\u00a035<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Casquilho\u00a0<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">12<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Am\u00eandoa\u00a0<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">28<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00c1gua\u00a0<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">25<\/td>\n       <\/tr>\n<\/table>\n   \n<p>Esses valores s\u00e3o bastantes uniformes para <strong>coco<\/strong> maduro de      v\u00e1rios tamanhos e mesma variedade e, portanto, podem utiliza como medida para      determinar o rendimento de copra, procedendo simplesmente pesando os frutos.      A amostragem de 100 frutos deve dar um peso m\u00e9dio compreendido entre uns 5      a 6% de erro, e em 500 frutos, em torno de 2,5%, quando os diferentes pesos      variam dentro de limites de 3 a 1%. <\/p>\n   \n<p>Os diferentes m\u00e9todos permitem avaliar, mais ou menos, o rendimento da copra      na cultura, sem que seja necess\u00e1rio partir os frutos e nem sequer descasc\u00e1-las.    <\/p>\n   \n<p><strong>CAUSAS DA QUEDA PREMATURA DE FRUTOS DO COQUEIRO AN\u00c3O<\/strong><\/p>\n   \n<p>As esp\u00e9cies vegetais cultivadas exigem condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de clima, suprimento      de \u00e1gua e nutrientes, em quantidade e distribui\u00e7\u00e3o adequada, para desenvolverem-se      e atingirem m\u00e1xima produ\u00e7\u00e3o. Na cultura do <strong>coqueiro<\/strong>, a exig\u00eancia      \u00e9 intensificada, j\u00e1 que a planta produz continuamente, durante todo o ano.    <\/p>\n   \n<p>Caso essas condi\u00e7\u00f5es seja adequadas, o coqueiro emite uma nova folha a cada      21 dias e junto a ela uma infloresc\u00eancia. A diferencia\u00e7\u00e3o das flores femininas      ocorre no palmito e a sua emiss\u00e3o dura em torno de doze meses, quando esta      abre-se e \u00e9 polinizada, ocorrendo o pegamento, o fruto desenvolve-se e \u00e9 colhido      seis meses ap\u00f3s a abertura da espata. <\/p>\n   \n<p>A conseq\u00fc\u00eancia do padr\u00e3o de desenvolvimento da infloresc\u00eancia em uma planta      de <strong>coqueiro<\/strong> an\u00e3o ser\u00e1 a rea\u00e7\u00e3o imediata ao n\u00e3o atendimento      das exig\u00eancias de clima, \u00e1gua e nutrientes \u00e9 uma redu\u00e7\u00e3o na produtividade,      uma vez que haver\u00e1 uma queda prematura de frutos, os quais a planta n\u00e3o ser\u00e1      capaz de manter at\u00e9 o ponto de colheita. <\/p>\n   \n<p>Outro fator importante relacionado tamb\u00e9m \u00e0 queda de frutos prematuros s\u00e3o      os ataques de insetos e pragas, devido a um inadequado manejo de controle      fitossanit\u00e1rio. Na cultura do <strong>coqueiro<\/strong>, um dos baixos \u00edndices      de produtividade \u00e9 devido a elevada queda prematura de frutos. \u00c9 comum ocorrer      na cultura a queda, de at\u00e9 75 % dos frutos jovens da emerg\u00eancia da esp\u00e1dice      e at\u00e9 algumas semanas ap\u00f3s a poliniza\u00e7\u00e3o. A queda de frutos na cultura do      <strong>coqueiro<\/strong> se deve \u00e0 associa\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de fatores. <\/p>\n   \n<p><strong>Destacam-se entre esses, os relacionados a seguir: <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>FATORES FISIOL\u00d3GICOS<\/strong><\/p>\n   \n<p>No <strong>coqueiro<\/strong> an\u00e3o, as flores masculinas e femininas amadurecem      aproximadamente ao mesmo tempo, ocorrendo normalmente autofecunda\u00e7\u00e3o. No entanto,      entre as cultivares do coqueiro an\u00e3o, o n\u00edvel de autofecunda\u00e7\u00e3o \u00e9 vari\u00e1vel      e ocorre de acordo com a variedade considerada. <\/p>\n   \n<p>Sendo assim alguns frutos caem por falhas de poliniza\u00e7\u00e3o, sendo atribu\u00eddas      a causas fisiol\u00f3gicas, que determinam uma queda normal, compar\u00e1vel \u00e0quela      das \u00e1rvores frut\u00edferas em geral. Muito pouca queda ocorre em seguida a esse      per\u00edodo inicial, a n\u00e3o ser que as condi\u00e7\u00f5es sejam extremamente desfavor\u00e1veis.    <\/p>\n   \n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m varia\u00e7\u00e3o sazonal no n\u00famero de flores femininas formadas em cada      infloresc\u00eancia consecutiva e, portanto no n\u00famero de frutos que amadurecem.    <\/p>\n   \n<p><strong>FATORES NUTRICIONAIS<\/strong><\/p>\n   \n<p>A condi\u00e7\u00e3o nutricional da cultura do <strong>coqueiro<\/strong> e extremamente      importante \u00e0 produ\u00e7\u00e3o. A quantidade de nutrientes extra\u00eddos pela cultura poder\u00e1      atingir valores elevados, considerando-se que a produtividade pode situar-se      entre 150 a 200 frutos\/planta\/ano a partir do 3o ano de produ\u00e7\u00e3o ( 5o ano      de cultivo). <\/p>\n   \n<p>Esta estando em defici\u00eancia ocasiona consider\u00e1vel queda dos frutos e baixa      produtividade, j\u00e1 que o pegamento dos frutos determinam o tamanho da safra.    <\/p>\n   \n<p>Verifica-se tamb\u00e9m que o \u00edndice de pegamento de frutos diminui ap\u00f3s uma safra      abundante, como conseq\u00fc\u00eancia de condi\u00e7\u00e3o nutricional exaurida. <\/p>\n   \n<p>Para manter uma produ\u00e7\u00e3o constate, evitando a queda prematura deve-se realizar      al\u00e9m da an\u00e1lise qu\u00edmica uma an\u00e1lise foliar, uma vez que existe rela\u00e7\u00e3o entre      a quantidade de nutrientes nas folhas e a produ\u00e7\u00e3o da cultura. A aduba\u00e7\u00e3o      deve ser realizada anualmente, baseada nos resultados das an\u00e1lises de solo      associados aos da an\u00e1lise foliar, para repor os nutrientes retirados pela      colheita. <\/p>\n   \n<p><strong>FATORES AMBIENTAIS<\/strong><\/p>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> \u00e9 uma palmeira tropical, e seu desenvolvimento      \u00e9 favor\u00e1vel em climas quentes e \u00famidos, os quais s\u00e3o encontrados entre as      latitudes 20o N e 20o S. <\/p>\n   \n<p>A temperatura de 27o C \u00e9 considerada \u00f3tima para o <strong>coqueiro<\/strong>,      o qual tem seu desenvolvimento prejudicado se as temperaturas m\u00ednimas di\u00e1rias      forem inferiores a 15o C. Temperaturas maiores que a \u00f3tima s\u00e3o toler\u00e1veis      pela cultura se n\u00e3o houver baixa umidade relativa do ar. <\/p>\n   \n<p>A umidade relativa do ar em torno de 80% \u00e9 adequada ao desenvolvimento do      <strong>coqueiro<\/strong>. Se a umidade atmosf\u00e9rica for menor que 60% e estiver      associada a ventos quentes e secos, poder\u00e1 haver preju\u00edzo no desenvolvimento      da cultura, devido a uma alta taxa de transpira\u00e7\u00e3o foliar, a qual n\u00e3o poder\u00e1      ser compensada pela absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua atrav\u00e9s das ra\u00edzes. Uma umidade relativa      maior que 90% tamb\u00e9m pode prejudicar a planta, porque reduz a absor\u00e7\u00e3o de      nutrientes devido \u00e0 menor transpira\u00e7\u00e3o, provocando queda prematura de frutos,      al\u00e9m de favorecer a propaga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as. <\/p>\n   \n<p>A luz \u00e9 outro fator importante para o bom desenvolvimento da cultura. Considerando-se      como ideal uma insola\u00e7\u00e3o anual de 2.000 horas com, no m\u00ednimo, 120 horas\/m\u00eas.      Entretanto, a intensidade dessa luz tamb\u00e9m \u00e9 importante. Em dias nublados,      as nuvens reduzem a radia\u00e7\u00e3o solar, o que pode interferir negativamente na      fotoss\u00edntese do <strong>coqueiro<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>A cultura do <strong>coqueiro<\/strong> an\u00e3o produz continuamente durante      o ano todo. E a partir da poliniza\u00e7\u00e3o os frutos s\u00e3o colhido em torno de 6      meses, conclui-se que qualquer estresse, nesse per\u00edodo pode afetar a produ\u00e7\u00e3o.      Um d\u00e9ficit h\u00eddrico prolongado (mais de 03 meses com precipita\u00e7\u00f5es abaixo de      50 mm) pode provocar queda prematura de frutos, da\u00ed a import\u00e2ncia da irriga\u00e7\u00e3o      sobre o rendimento da cultura. Por outro lado, chuvas excessivas tamb\u00e9m prejudicam      a cultura devido \u00e0s menores insola\u00e7\u00e3o, efici\u00eancia de poliniza\u00e7\u00e3o e aera\u00e7\u00e3o      do solo e da maior lixivia\u00e7\u00e3o de nutrientes. <\/p>\n   \n<p><strong>FATORES FITOSSANIT\u00c1RIOS<\/strong><\/p>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> pode ser atacado, na fase de produ\u00e7\u00e3o, por diversas      pragas e doen\u00e7as, e este \u00e9 um dos fatores importantes para a redu\u00e7\u00e3o da produtividade      da cultura. Os mais importantes est\u00e3o relacionados abaixo. <\/p>\n   \n<p><strong>INSETOS<\/strong><\/p>\n   \n<p>Homalinotus coriaceus (Gylenhal, 1836)l (Cole\u00f3ptero: Curculionidade) ou broca      do ped\u00fanculo floral. A f\u00eamea deposita os ovos no ped\u00fanculo floral, as larvas      quando eclodem abrem galerias no ped\u00fanculo, ocasionando a queda de frutos      e \u00e0s vezes do cacho completo, causa a queda em torno de 50% dos frutos novos.    <\/p>\n   \n<p>Hyalospila ptychis (Dyar., 1919) ( Lepidoptera: Phycitidae) ou tra\u00e7a dos      <strong>cocos<\/strong> novos. A largadas atacam a infloresc\u00eancia rec\u00e9m-abertas,      roendo os carpelos das flores femininas, quando tenras, perfuram as br\u00e1cteas      provocando o aborto e queda da flor atacada. Atacam tamb\u00e9m os <strong>cocos      novos<\/strong>, introduzindo-se por baixo das br\u00e1cteas na base destes, abrindo      galerias no mesocarpo e causando a exsuda\u00e7\u00e3o da seiva que se solidifica em      forma de goma. Os frutos atacados ou caem logo ou crescem deformado assim\u00e9tricos.    <\/p>\n   \n<p>Parisoschoenos obessulus (Casey, 1922) (Cole\u00f3ptero: Curculionidade) ou gorgulho      dos frutos e flores. O inseto ataca as flores femininas na base e corr\u00f3i o      mesocarpo, causando o aborto delas. <\/p>\n   \n<p>Eriophyes guerreronis Keiher (Acari: Eriophyidae) ou \u00e1caro da necreose do      <strong>coqueiro<\/strong>. Nos frutos jovens atacam os tecidos meristem\u00e1ticos      quando as br\u00e1cteas se abrem, causando necrose e sua queda prematura. Nos frutos,      que n\u00e3o caem as les\u00f5es necrosadas e suberizadas apresentam escoria\u00e7\u00f5es longitudinais      caracter\u00edsticas. O ferimento deixado pelo \u00e1caro permite a penetra\u00e7\u00e3o do fungo      da antracnose. <\/p>\n   \n<h4>DOEN\u00c7AS <\/h4>\n   \n<p>Antracnose ou podrid\u00e3o do fruto, Colletotrichum gloeosporioides Penz. O ataque      \u00e9 facilitado pelo ferimento deixado pelo \u00e1caro Eriophyes guerreronis. <\/p>\n   \n<p>Apesar da incid\u00eancia (ocorr\u00eancia e da severidade (grau de ataque) de cada      inseto\/doen\u00e7a varia de regi\u00e3o para regi\u00e3o, alguns cuidados devem ser tomados      pelos produtores, a fim de minimizar o efeito desses agentes. <\/p>\n   \n<p>Esses cuidados envolvem a utiliza\u00e7\u00e3o de mudas sadias, a realiza\u00e7\u00e3o de tratos      culturais e aduba\u00e7\u00f5es adequadas e a correta identifica\u00e7\u00e3o das causas dos problemas      da cultura, que podem ser, al\u00e9m de fisiol\u00f3gicos, nutricionais, ambientais      e fitossanit\u00e1rio. Outro cuidado, a fim de identificar os precocemente as poss\u00edveis      pragas\/doen\u00e7as, \u00e9 a fiscaliza\u00e7\u00e3o mensal da cultura, observando rigorosamente      eventual ocorr\u00eancia. <\/p>\n   \n<h4>Colheita<\/h4>\n   \n<p>O m\u00e9todo de colheita depende de v\u00e1rios fatores, dentre os quais, a tradi\u00e7\u00e3o      local, o clima, a variedade, e a finalidade a que se destina o fruto. Por      exemplo, no Sri Lanka a variedade gigante, n\u00e3o desprende seus frutos quando      est\u00e3o maduros e por tanto, devem ser cortados. Por outro lado, na Nova Guin\u00e9,      os frutos caem por si s\u00f3, e geralmente se deseja que isso ocorra. <\/p>\n   \n<p>As variedades an\u00e3s tem vantagens evidentes para a colheita mesma assim algumas      variedades an\u00e3s crescem a uma altura consider\u00e1vel, e nunca alcan\u00e7am as das      variedades gigantes, que as vezes chegam a 30 metros de altura. Em ambas,      quanto mais velhas as \u00e1rvores est\u00e3o, mais dif\u00edcil resultam suas colheitas.    <\/p>\n   \n<p>Uma das caracter\u00edstica mais importante do <strong>coco<\/strong> \u00e9 ter uma      produ\u00e7\u00e3o escalonada durante todo o ano, em virtude a sua flora\u00e7\u00e3o ser ininterrupta.    <\/p>\n   \n<p>O tamanho dos frutos a serem colhidos, depende de seu uso final. Quando se      quer utilizar a <strong>\u00e1gua do coco<\/strong> para consumo in natura, os frutos      s\u00e3o colhidos quando est\u00e3o tenros (verdes) a partir de 6 a 8 meses ap\u00f3s abertura      da espata. Nesta fase de desenvolvimento os componentes da \u00e1gua do copo chegam      ao m\u00e1ximo, em torno de 5%, quando se considera seu sabor \u00f3timo, e o m\u00e1ximo      de volume de \u00e1gua (em torno de 500 a 600 ml) para um <strong>coco<\/strong>      de bom tamanho. <\/p>\n   \n<p>Para alimenta\u00e7\u00e3o local o <strong>coco<\/strong> pode ser colhido em v\u00e1rias      fases de desenvolvimento, desde que estejam totalmente maduros, ou antes,      caso seja para consumo in natura, ou para a ind\u00fastria de envasamento. <\/p>\n   \n<p>A parte gelatinosa do endosperma, tem sido empregado para alimenta\u00e7\u00e3o infantil.      Em uma fase mais avan\u00e7ada, se utiliza para r\u00e1pida refei\u00e7\u00e3o e preparo de produtos      fermentados ou quando se encontra totalmente madura, se consome natural, geralmente      ralada, ou \u00e9 usado para extra\u00e7\u00e3o do <strong>leite de coco<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>O <strong>coco<\/strong> para industria \u00e9 colhido completamente maduro, em      torno de 12 a 14 meses ap\u00f3s a abertura da espata.<\/p>\n   \n<p>Para a produ\u00e7\u00e3o de copra e <strong>coco ralado<\/strong>, a coleta deve ser      realizada quando os frutos estiverem completamente maduros. <\/p>\n   \n<p>A copra obtida de <strong>coco verde<\/strong>, tem mais \u00e1gua e menos leite      de coco, sendo mais dif\u00edcil de completar sua secagem. <\/p>\n   \n<p>De acordo com o ciclo de crescimento biol\u00f3gico, um cacho maduro \u00e9 colhido      a cada 25 a 30 dias, segundo a variedade. <\/p>\n   \n<p><strong>A colheita de cocos maduros pode ser atrav\u00e9s de dois sistemas: <\/strong>colheita      dos frutos ca\u00eddos ou colheita retirando-se o fruto da \u00e1rvore. <\/p>\n   \n<p>A <strong>colheita de frutos <\/strong>ca\u00eddos \u00e9 mais econ\u00f4mica e pr\u00e1tica.      Contudo, devido as perdas que ocorrem no ch\u00e3o, particularmente, quando h\u00e1      muita vegeta\u00e7\u00e3o cobrindo o terreno, oculta os frutos ca\u00eddos, que ficam perdidos.    <\/p>\n   \n<p>Outras perdas s\u00e3o devido a poss\u00edveis ruptura de alguns frutos ocasionada      na queda. Devido essas perdas, nem todos os <strong>cocos<\/strong> produzidos      atingem a fase de processamento. <\/p>\n   \n<p>Uma desvantagem da colheita quando o fruto cai \u00e9 a impossibilidade de inspecionar      a copa da \u00e1rvore, e de localizar, um poss\u00edvel ataque de praga ou doen\u00e7as.      A colheita de frutos, subindo na \u00e1rvore, apresenta uma s\u00e9rie de inconvenientes.      H\u00e1 perigo, principalmente, quando o tronco est\u00e1 molhado, como tamb\u00e9m este      m\u00e9todo apresenta pouca efici\u00eancia. <\/p>\n   \n<p>Na colheita diretamente na \u00e1rvore, os cachos, ou s\u00e3o cortados com uma pequena      foice na extremidade mais longa, deixando os frutos ca\u00edrem no ch\u00e3o, ou s\u00e3o      descidos amarrados em uma corda ou em cestos, para evitar as perdas. Este      m\u00e9todo n\u00e3o \u00e9 muito eficiente, pois <strong>cocos maduros<\/strong> podem ser      derrubados juntamente com os do mesmo cacho n\u00e3o maduros.<\/p>\n   \n<p>O colhedor de <strong>coco<\/strong>, sobe na estipe com ajuda de dois la\u00e7os      de cordas ou peias, para cada p\u00e9, constituindo uma esp\u00e9cie de degrau de corda,      que se desloca com o colhedor. <\/p>\n   \n<p>Este ao atingir o cacho a ser colhido, com um pod\u00e3o, corta os cachos de <strong>cocos<\/strong>      maduros ao mesmo tempo que procede \u00e0 poda das folhas secas e \u00e0 limpeza, e      outro trato cultural caso seja necess\u00e1rio, como controle de pragas e doen\u00e7as.      Um m\u00e9todo mais geral para colheita dos frutos em <strong>coqueiros <\/strong>mais      baixos, pode ser com uso de escadas ou com um suporte (vara), com uma pequena      foice, curvada, na extremidade mais longa. <\/p>\n   \n<h4>Irriga\u00e7\u00e3o no Coqueiro<\/h4>\n   \n<p>A<strong> cultura do coqueiro an\u00e3o<\/strong> \u00e9 cultivada em quase todos os      estados brasileiro, principalmente na regi\u00e3o nordeste. A expans\u00e3o desordenada,      exige que pesquisas sejam desenvolvidas para definir os par\u00e2metros regionais,      utilizado no manejo da cultura. <\/p>\n   \n<p><strong>A IRRIGA\u00c7\u00c3O DO COQUEIRO NO BRASIL <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>cultura do coqueiro <\/strong>an\u00e3o (<strong>Cocos nucifera L<\/strong>.)      exige grande quantidade de \u00e1gua durante seu crescimento vegetativo e na fase      de produ\u00e7\u00e3o de frutos com boa qualidade, sendo assim, dificilmente encontrar\u00e1      \u00e1gua dispon\u00edvel em quantidades adequadas para atender a demanda evapotranspirativa      em condi\u00e7\u00f5es de cultivo em sequeiro. <\/p>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> \u00e9 uma planta essencialmente tropical e encontrou      no Brasil excelentes condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, para seu pleno desenvolvimento      e potencial produtivo. A cultura encontra condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis      entre 24\u00b0N e 23\u00b0S de latitude, temperatura m\u00e9dia anual em torno de 27\u00baC, com      oscila\u00e7\u00f5es de 5\u00b0 a 7\u00b0C, umidade relativa entre 65 a 85%, pluviosidade entre      1.200 a 2.200 mm anuais, bem distribu\u00eddos.<\/p>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> n\u00e3o desenvolve-se bem sob qualquer sombreamento      ou condi\u00e7\u00f5es de intensa nebulosidade, para tanto, exige em torno de 2.000      horas de luz de sol\/luminosidade\/ano e 120 horas\/m\u00eas como limite quantitativos.<\/p>\n   \n<p>Os ventos fracos e moderados com velocidade de at\u00e9 4 mps beneficia o desenvolvimento      da cultura, estimulando a absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e nutrientes pela planta. Ventos      frios s\u00e3o indesej\u00e1veis, j\u00e1 que prejudicam o desenvolvimento da mesma. <\/p>\n   \n<p>A cultura desenvolve-se melhor em solos com textura m\u00e9dia, perme\u00e1veis e f\u00e9rteis,      sendo que de 70 a 90% de seu sistema radicular fasciculado est\u00e3o distribu\u00eddos      entre 0,2 a 1,0 m de profundidade e at\u00e9 1,50 m de raio da estipe da planta.    <\/p>\n   \n<p>\u00c9 uma cultura que exige cuidados em rela\u00e7\u00e3o aos tratos culturais, principalmente      a irriga\u00e7\u00e3o. A ocorr\u00eancia de d\u00e9ficit h\u00eddrico na fase de produ\u00e7\u00e3o afeta o desenvolvimento      e forma\u00e7\u00e3o dos frutos. A baixa pluviosidade em algumas regi\u00f5es pode ser compensada      pela situa\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel do len\u00e7ol fre\u00e1tico, pois a cultura desenvolve seu      sistema radicular profundo, conseguindo resistir a d\u00e9ficit h\u00eddrico nos per\u00edodos      com escassez de chuvas. <\/p>\n   \n<p>A irriga\u00e7\u00e3o possibilita elevar a produ\u00e7\u00e3o al\u00e9m de suplementar a quantidade      total de \u00e1gua que a planta necessita durante o per\u00edodo de seca, e mant\u00e9m um      n\u00edvel normal de \u00e1gua dispon\u00edvel no solo durante o ciclo da cultura para produzir      frutos com qualidade, destinados ao com\u00e9rcio interno e exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p><strong>NECESSIDADE H\u00cdDRICA<\/strong><\/p>\n   \n<p>O<strong> fruto do coqueiro an\u00e3o <\/strong>\u00e9 extremamente rico em \u00e1gua (em      torno de 450 ml). A diferencia\u00e7\u00e3o das flores femininas, ocorre no palmito      e a emiss\u00e3o da espata dura em torno de doze meses, quando esta abre-se e \u00e9      polinizada. O fruto desenvolve-se e \u00e9 colhido seis meses ap\u00f3s a abertura da      espata.<\/p>\n   \n<p>A ocorr\u00eancia de d\u00e9ficit durante a fase de produ\u00e7\u00e3o ir\u00e1 comprometer a diferencia\u00e7\u00e3o      e conseq\u00fcentemente a produ\u00e7\u00e3o no ano seguinte. <\/p>\n   \n<p>Devido ser a cultura extremamente sens\u00edvel ao d\u00e9ficit h\u00eddrico, em regi\u00f5es      com precipita\u00e7\u00f5es irregulares ou inferiores a 1.200 mm\/ano \u00e9 necess\u00e1rio a      suplementa\u00e7\u00e3o com \u00e1gua atrav\u00e9s da irriga\u00e7\u00e3o. Em regi\u00f5es semi-\u00e1ridas, onde      a precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica na sua maioria varia de 400 a 700 mm\/ano e distribu\u00edda      em 3 a 4 meses do ano, com escassez de chuvas nos meses restantes a irriga\u00e7\u00e3o      \u00e9 indispens\u00e1vel. <\/p>\n   \n<p><strong>IRRIGA\u00c7\u00c3O NECESS\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c1 \u00e1gua necess\u00e1ria para atender a demanda evapotranspirativa de uma cultura      \u00e9 um importante par\u00e2metro a ser considerado no planejamento, dimensionamento      e manejo da irriga\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>A irriga\u00e7\u00e3o pode ser suplementar, para corrigir a escassez de chuvas ou total      sem considerar a precipita\u00e7\u00e3o efetiva, de modo que n\u00e3o limite o crescimento      e produ\u00e7\u00e3o da cultura. <\/p>\n   \n<p><strong>M\u00c9TODOS DE IRRIGA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>cultura do coqueiro<\/strong> adapta-se bem aos diversos m\u00e9todos      de irriga\u00e7\u00e3o, dentre eles; irriga\u00e7\u00e3o por superf\u00edcie com sulco, irriga\u00e7\u00e3o por      aspers\u00e3o e irriga\u00e7\u00e3o localizada. <\/p>\n   \n<p>A escolha do m\u00e9todo de irriga\u00e7\u00e3o adequado depende de v\u00e1rios fatores a ser      considerados, tais como, clima, tipo e topografia do solo, quantidade e qualidade      da \u00e1gua dispon\u00edvel, pr\u00e1ticas culturais e custos de implanta\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o      do sistema. <\/p>\n   \n<p>Normalmente os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o por sulcos s\u00e3o os de menor custo de      implanta\u00e7\u00e3o por unidade de \u00e1rea, os de aspers\u00e3o convencional de custo m\u00e9dio      e os localizados de maior custo. Quanto aos custos com opera\u00e7\u00e3o do sistema,      h\u00e1 uma invers\u00e3o na ordem, <\/p>\n   \n<p>Os sistemas de menor custo s\u00e3o os localizados e os de maior custos os sistemas      de irriga\u00e7\u00e3o por sulco. Com rela\u00e7\u00e3o a opera\u00e7\u00e3o dos sistemas de irriga\u00e7\u00e3o no      campo, os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o localizado e por aspers\u00e3o s\u00e3o os que apresentam      mais facilidade na condu\u00e7\u00e3o do que o sistema de irriga\u00e7\u00e3o por sulco. <\/p>\n   \n<p><strong>A irriga\u00e7\u00e3o localizada<\/strong><\/p>\n   \n<p>No m\u00e9todo de irriga\u00e7\u00e3o localizada, a quantidade de \u00e1gua necess\u00e1ria \u00e9 fornecida      individualmente a cada planta, sobre uma \u00e1rea limitada da zona radicular,      atrav\u00e9s de redes de tubula\u00e7\u00f5es. <\/p>\n   \n<p>A \u00e1gua \u00e9 aplicada no solo atrav\u00e9s de emissores, em pequena intensidade e      alta freq\u00fc\u00eancia, para manter a umidade pr\u00f3ximo da ideal, que \u00e9 a de capacidade      de campo, de modo que as perdas por percola\u00e7\u00e3o e por escoamento superficial      sejam minimizados. <\/p>\n   \n<p>Os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o por gotejamento e microaspers\u00e3o s\u00e3o os mais difundidos,      sendo, o primeiro o mais antigo no Brasil (1972) e, o segundo, o mais recente      (1982). <\/p>\n   \n<p>Diferem entre si quanto ao sistema de aplica\u00e7\u00e3o. Um sistema completo de irriga\u00e7\u00e3o      localizada consta de conjunto motobomba, cabe\u00e7al de controle, linhas de tubula\u00e7\u00f5es      (de recalque, principal, secund\u00e1ria e lateral), v\u00e1lvulas e emissores (gotejadores      ou microaspersores). <\/p>\n   \n<p>O conjunto motobomba \u00e9 normalmente de menor pot\u00eancia, em virtude das pequenas      alturas manom\u00e9tricas e das pequenas vaz\u00f5es do sistema. O cabe\u00e7al de controle      \u00e9 o c\u00e9rebro do sistema. Nele ocorrem v\u00e1rios processos fundamentais, tais como      a filtragem da \u00e1gua, a mistura dos produtos para quimiga\u00e7\u00e3o e a distribui\u00e7\u00e3o      da \u00e1gua para os v\u00e1rios setores. \u00c9 composto de filtros, v\u00e1lvulas, man\u00f4metros      e injetor de fertilizantes. <strong>Os filtros s\u00e3o de tr\u00eas tipos mais comuns:<\/strong>      de areia, de tela e de disco. <\/p>\n   \n<p>O de areia \u00e9 usado para reter o material org\u00e2nico e part\u00edculas maiores e,      por isso, \u00e9 o primeiro filtro do sistema. Sua limpeza \u00e9 feita facilmente com      a retrolavagem, recomendada a cada aumento de 10 a 20% da perda de carga normal      do filtro, quando limpo (aproximadamente 20 kPa). <\/p>\n   \n<p>Em algumas condi\u00e7\u00f5es especiais de qualidade da \u00e1gua ou mesmo em alguns sistemas      de microaspers\u00e3o, pode-se dispensar seu uso. O filtro de tela tem grande efici\u00eancia      na reten\u00e7\u00e3o de pequenas part\u00edculas s\u00f3lidas, como a areia fina, por\u00e9m entopem      facilmente com algas. A tela usada apresenta orif\u00edcios que podem variar de      0,074 mm (200 mesh ou malhas por polegada) at\u00e9 0,2 mm (80 mesh). <\/p>\n   \n<p>Constitui, juntamente com o filtro de areia, o sistema de filtragem mais      usado. Os filtros de discos t\u00eam forma cil\u00edndrica e s\u00e3o colocados na linha,      em posi\u00e7\u00e3o horizontal. O elemento filtrante \u00e9 composto por um conjunto de      pequenos an\u00e9is, com ranhuras, presos sobre um suporte central cil\u00edndrico e      perfurado. A \u00e1gua \u00e9 filtrada ao passar pelos pequenos condutos formados entre      an\u00e9is consecutivos. A qualidade da filtragem vai depender da espessura das      ranhuras. <\/p>\n   \n<p>Na maioria dos coqueirais irrigados no Brasil at\u00e9 a d\u00e9cada de 80, com irriga\u00e7\u00e3o      localizada, dava-se prefer\u00eancia a irriga\u00e7\u00e3o por gotejamento, e ainda hoje      vem sendo utilizada, principalmente nos Estados da Para\u00edba e Cear\u00e1. Atualmente      a irriga\u00e7\u00e3o localizada por microaspers\u00e3o, vem sendo utilizada em grande escala,      em raz\u00e3o das vantagens que o pr\u00f3prio sistema apresenta como aumento da efici\u00eancia      do uso da \u00e1gua e nutrientes, al\u00e9m de melhor adequar o perfil do bulbo \u00famido      ao sistema radicular da cultura. A microaspers\u00e3o na <strong>cultura do coqueiro<\/strong>,      se expande em todo o Pais, principalmente nos munic\u00edpios de Petrolina-PE,      Juazeiro, Anag\u00ea, Bom Jesus da Lapa-BA, Varjota, Paraibaba-CE, Norte de Minas,      Plat\u00f4 de Ne\u00f3polis\u0096SE e S\u00e3o Mateus, Vila Val\u00e9rio e S\u00e3o Gabriel da Palha\u0096ES.<\/p>\n   \n<p><strong>A irriga\u00e7\u00e3o localizada: Gotejamento e Microaspers\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>cultura do coqueiro<\/strong> exige grande quantidade de \u00e1gua durante      seu desenvolvimento vegetativo e fase produtiva.. A irriga\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de favorecer      o desenvolvimento da planta, contribui para a precocidade de flora\u00e7\u00e3o, que      ocorre a um (01) e oito (08) meses que a partir da\u00ed produz continuamente.      O suprimento adequado de \u00e1gua a cultura promove aumento da produtividade e      a produ\u00e7\u00e3o de frutos durante ano inteiro. <\/p>\n   \n<p>A<strong> cultura do coqueiro <\/strong>adapta-se bem a diversos m\u00e9todos de      irriga\u00e7\u00e3o, dentre eles a irriga\u00e7\u00e3o por sulcos, a aspers\u00e3o convencional e a      irriga\u00e7\u00e3o localizada. <\/p>\n   \n<p>No m\u00e9todo de irriga\u00e7\u00e3o localizada, a quantidade de \u00e1gua necess\u00e1ria a cultura      \u00e9 fornecida individualmente a cada planta, sobre uma \u00e1rea limitada da zona      radicular, atrav\u00e9s de redes de tubula\u00e7\u00f5es. A \u00e1gua \u00e9 aplicada em pequena intensidade,      e alta freq\u00fc\u00eancia para manter a umidade do solo na regi\u00e3o explorada pelas      ra\u00edzes pr\u00f3xima \u00e0 umidade de capacidade de campo, de modo que as perdas por      percola\u00e7\u00e3o e por escoamento superficial sejam minimizadas. <\/p>\n   \n<p>Atualmente, a irriga\u00e7\u00e3o localizada vem sendo utilizada em grande escala,      em raz\u00e3o das vantagens que o pr\u00f3prio m\u00e9todo apresenta, como aumento da efici\u00eancia      do uso da \u00e1gua e nutrientes, al\u00e9m de maior economia de m\u00e3o-de-obra, \u00e1gua e      energia, pois, molha somente parte da superf\u00edcie do solo. Os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o      por gotejamento e microaspers\u00e3o s\u00e3o os mais difundidos, sendo, o primeiro      o mais antigo no Brasil (1972), e o segundo, o mais recente (1982). Diferem      entre si quanto ao sistema de aplica\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>No sistema por gotejamento, os gotejadores normalmente trabalham com press\u00f5es      de servi\u00e7o de 10 a 30 mca, cujas vaz\u00f5es variam de e 2 a 16 l.h-1, sendo mais      comum na <strong>cultura do coqueiro<\/strong>, gotejadores com 4 l.h-1, dependendo      do espa\u00e7amento entre gotejadores Os gotejadores s\u00e3o mais sens\u00edveis ao entupimento,      e proporcionam uma maior concentra\u00e7\u00e3o do sistema radicular do coqueiro. <\/p>\n   \n<p>No caso da microaspers\u00e3o no cultivo do coqueiro, os microaspersores normalmente      tamb\u00e9m trabalham com press\u00f5es de servi\u00e7o de 10 a 30 mca, atingindo vaz\u00f5es      entre 20 a 100 l.h-1, sendo mais comum microaspersores com 30 a 50 l.h-1.      Eles s\u00e3o menos sens\u00edveis ao entupimento quando comparados aos gotejadores.    <\/p>\n   \n<p>Na irriga\u00e7\u00e3o por gotejamento, deve-se usar no m\u00ednimo dois (02) gotejadores      por planta, enquanto na irriga\u00e7\u00e3o por microaspers\u00e3o usa-se apenas um (01)microaspersor      por cova. <\/p>\n   \n<p>Na op\u00e7\u00e3o por microaspers\u00e3o ou gotejamento, deve-se levar em considera\u00e7\u00e3o      o tipo de solo, a quantidade e qualidade da \u00e1gua a ser utilizada. <\/p>\n   \n<p>Se a \u00e1gua for escassa, e de baixa qualidade principalmente quanto \u00e0 salinidade,      com possibilidade de promover saliniza\u00e7\u00e3o, e se o solo for de textura m\u00e9dia      a argilosa deve-se dar prefer\u00eancia ao gotejamento, por proporcionar melhor      volume de solo umedecido e menor incid\u00eancia danoso dos efeitos da salinidade      no solo e na cultura. <\/p>\n   \n<p>Nos solos arenosos, a microaspers\u00e3o seria a mais recomendada, pois propiciar\u00e1      maior volume de solo molhado, neste tipo de solo, pois a \u00e1gua penetra e se      move com maior velocidade, sendo necess\u00e1rio uma \u00e1rea de umedecimento maior,      beneficiando o sistema radicular do <strong>coqueiro<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>Nas regi\u00f5es com pouca possibilidade de saliniza\u00e7\u00e3o e independente do tipo      de solo, como \u00e9 o caso das zonas litor\u00e2neas, cerrados, etc, o mais recomendado      seria a microaspers\u00e3o. Deve-se levar em considera\u00e7\u00e3o na momento de optar por      um ou outro sistema localizado, a qualidade da \u00e1gua de irriga\u00e7\u00e3o. \u00c1gua com      alto teor de sais e mat\u00e9ria org\u00e2nica, pode ao longo do tempo promover obstru\u00e7\u00f5es      nos gotejadores ou microaspersores. <\/p>\n   \n<p><strong>Aspers\u00e3o convencional<\/strong><\/p>\n   \n<p>Neste m\u00e9todo a \u00e1gua \u00e9 aplicada na forma de chuva artificial com fracionamento      do jato d\u0092\u00e1gua, originando gotas que espalham pelo ar e atingem o solo.      \u00c9 um sistema pressurizado e sua distribui\u00e7\u00e3o envolve tubula\u00e7\u00f5es com deriva\u00e7\u00f5es      que conduzem a \u00e1gua at\u00e9 os aspersores que direcionam o jato e auxiliam seu      fracionamento. os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o por aspers\u00e3o convencional \u00e9 bastante      utilizado, sendo que no extremo sul da Bahia est\u00e3o usando, canh\u00f5es e autropopelidos      em pomares novos em forma\u00e7\u00e3o e in\u00edcio de produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p><strong>A irriga\u00e7\u00e3o por superf\u00edcie atrav\u00e9s de sulcos, respectivamente na      ordem de maior adequa\u00e7\u00e3o \u00e0 cultura e economia d&#8217;\u00e1gua<\/strong><\/p>\n   \n<p>Este sistema consiste na distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua \u00e0s \u00e1reas irrigadas utilizando      a pr\u00f3pria superf\u00edcie do solo para escoamento gravitacional, durante o tempo      necess\u00e1rio para que a \u00e1gua, infiltrada ao longo do sulco, seja suficiente      para umedecer o solo da zona radicular efetiva da cultura. <\/p>\n   \n<p>Este sistema prevalece em quase todas as \u00e1reas de agricultura irrigada do      mundo e tamb\u00e9m no Brasil, tendo sido o primeiro sistema de irriga\u00e7\u00e3o usado      na <strong>cultura do coqueiro<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>Para a cultura do coqueiro, geralmente utiliza-se um (01) a dois (02) sulcos      por fileira de planta, o que resulta no molhamento de 30 a 80% da superf\u00edcie      total da \u00e1rea irrigada, diminuindo assim as perdas por evapora\u00e7\u00e3o, permitindo      ainda realizar os tratos culturais e colheita durante e ap\u00f3s a irriga\u00e7\u00e3o.      Quanto a forma geom\u00e9trica, a mais comum \u00e9 \u0093V\u0094, com 15 a 20 cm de      profundidade e 25 a 30 cm de largura, na parte superior, que normalmente conduz      uma vaz\u00e3o inferior a 2 l\/s. <\/p>\n   \n<p>Este sistema de irriga\u00e7\u00e3o \u00e9 comum na regi\u00e3o de Souza-PB, Juazeiro-BA, Petrolina-PE,      Pentecoste e Lima Campos-CE, em \u00e1reas de pequenos produtores localizadas em      per\u00edmetros irrigados. <\/p>\n   \n<p><strong>Lu\u00eds Camboim<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.br.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/coco-h2.jpg\" width=\"263\" height=\"208\" \/><strong><br \/>\n     Coco<\/strong><\/p>\n   \n<h4 align=\"left\"><strong>\u00c1gua de coco<\/strong><\/h4>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua de coco <\/strong>e suas propriedades isot\u00f4nicas impulsionam      a produ\u00e7\u00e3o de <strong>coco verde <\/strong>no pa\u00eds, inclusive no interior<\/p>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> \u00e9 considerado a \u00e1rvore da vida, dada a grande      gama de produtos e subprodutos que podem ser obtidos da planta. <\/p>\n   \n<p>O consumo da \u00e1gua de <strong>coco verde <\/strong>no Brasil \u00e9 crescente e      significativo. A demanda \u00e9 suprida pelo com\u00e9rcio do fruto e, principalmente,      pela extra\u00e7\u00e3o e envasamento da \u00e1gua, o que envolve pequenas, m\u00e9dias e grandes      empresas.<\/p>\n   \n<h4>Fruto<\/h4>\n   \n<p>O <strong>coco<\/strong> possui uma camada externa grossa e fibrosa (casca).    <\/p>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong> (endosperma l\u00edquido) preenche a cavidade      central do fruto, encerrado pela copra ou polpa (endosperma s\u00f3lido). Em seu      estado natural, a \u00e1gua \u00e9 est\u00e9ril (sem presen\u00e7a de microrganismos \u0096 fungos,      bact\u00e9rias etc) e \u00e9 utilizada como isot\u00f4nico natural.<\/p>\n   \n<p>O <strong>coco verde<\/strong> possui maior quantidade de l\u00edquido que o maduro      ( ou <strong>coco seco<\/strong> ) e tem polpa tenra. <\/p>\n   \n<p>O sabor da <strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong> \u00e9 doce e levemente adstringente.      Suas caracter\u00edsticas s\u00e3o influenciadas, principalmente, pela variedade e o      est\u00e1gio de matura\u00e7\u00e3o do fruto, bem como pelas pr\u00e1ticas agron\u00f4micas empregadas      na lavoura (aduba\u00e7\u00e3o, irriga\u00e7\u00e3o etc) e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n   \n<h4>Planta<\/h4>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> \u00e9 uma planta da fam\u00edlia Palmae (palmeira), introduzida      no Brasil em 1553 pelos portugueses. \u00c9 considerada a \u00e1rvore da vida, dada      a grande gama de produtos e subprodutos que podem ser obtidos da planta.<\/p>\n   \n<p><strong>Tr\u00eas variedades de coqueiro s\u00e3o exploradas no pa\u00eds:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Coqueiro gigante: <\/strong>Planta de porte alto, atingindo cerca        de 35 m de altura. Sua finalidade principal \u00e9 o fornecimento de polpa (copra)        para a ind\u00fastria de derivados de <strong>coco<\/strong> ( <strong>coco ralado        <\/strong>e <strong>leite de coco<\/strong>). Inicia sua produ\u00e7\u00e3o a partir        de seis anos e meio. Tem a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 70 frutos\/planta\/ano<strong><br \/>\n       Coqueiro an\u00e3o:<\/strong> Planta de porte baixo, atingindo cerca de 12 m de        altura, utilizado para atendimento do consumo de <strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong>        (\u0093in natura\u0094 ou envasada). Come\u00e7a a produzir com 2 anos e meio,        apresenta produtividade de 120 frutos\/planta\/ano, podendo alcan\u00e7ar 250 frutos        em sistemas irrigados<strong><br \/>\n       Coqueiro h\u00edbrido:<\/strong> Plantas de porte intermedi\u00e1rio, atingindo cerca        de 20 m de altura, com dupla finalidade de fornecimento de <strong>coco<\/strong>        para a ind\u00fastria e para \u00e1gua. Sua produtividade alcan\u00e7a de 120 a 150 frutos\/planta\/ano,        com in\u00edcio de produ\u00e7\u00e3o aos quatro anos p\u00f3s-plantio. Tem participa\u00e7\u00e3o pouco        expressiva na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Cultivo<\/h4>\n   \n<p>O <strong>coqueiro<\/strong> \u00e9 uma planta de clima tropical, cultivado em      cerca de 90 pa\u00edses, destacando-se o continente asi\u00e1tico, l\u00edder na produ\u00e7\u00e3o      e comercializa\u00e7\u00e3o do fruto \u0093in natura\u0094e de seus subprodutos. Dentre      as principais regi\u00f5es brasileiras produtoras, o Nordeste destaca-se, produzindo      cerca de 80% de toda a produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n   \n<p>A \u00e1rea de<strong> produ\u00e7\u00e3o do coqueiro do tipo an\u00e3o <\/strong>cresce rapidamente      no Brasil, onde estima-se haver cerca de 50 mil hectares dedicados a essa      variedade. <\/p>\n   \n<p>Dependendo da tecnologia utilizada, o <strong>coqueiro an\u00e3o<\/strong> pode      florescer com pouco mais de dois anos de idade e atingir, em fun\u00e7\u00e3o dos tratos      culturais, de 200 a 250 frutos\/p\u00e9\/ano, o que proporciona maior rapidez no      retorno dos investimentos realizados.<\/p>\n   \n<p>Precipita\u00e7\u00f5es acima de 1.500 mm, bem distribu\u00eddas, e insola\u00e7\u00e3o em torno de      2.000 horas s\u00e3o ideais. Temperaturas abaixo de 17\u00b0 afetam o desenvolvimento      da planta. A altitude tamb\u00e9m limita a produ\u00e7\u00e3o de <strong>coco<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>\u00c1reas com mais de 400 m de altitude promovem a redu\u00e7\u00e3o da produtividade,      podendo inviabilizar economicamente a cultura.<\/p>\n   \n<p>Nas regi\u00f5es com baixa precipita\u00e7\u00e3o anual ou com distribui\u00e7\u00e3o irregular de      chuvas, a suplementa\u00e7\u00e3o h\u00eddrica atrav\u00e9s da irriga\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para a      obten\u00e7\u00e3o de alta produtividade e estabilidade de produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>A <strong>cultura do coqueiro an\u00e3o<\/strong> irrigado, que pode produzir o      ano todo, e a expans\u00e3o da industrializa\u00e7\u00e3o (que aumenta o tempo de vida de      prateleira da <strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong>), regularizam a oferta, reduzindo      significativamente a sazonalidade da produ\u00e7\u00e3o e dos pre\u00e7os.<\/p>\n   \n<p>Na colheita, deve-se tamb\u00e9m proceder \u00e0 limpeza dos cachos, eliminando-se      as r\u00e1quilas (rabicho do coco) para que n\u00e3o haja atritos com os frutos no transporte.<\/p>\n   \n<p>Com isso, evitam-se ferimentos e o escurecimento da <strong>casca do coco<\/strong>,      que prejudicam a apar\u00eancia do fruto, dificultando a comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>A comercializa\u00e7\u00e3o da <strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong> dentro do pr\u00f3prio fruto      envolve problemas de transporte, armazenamento e perecibilidade do produto.      Observam-se danos \u00e0 apar\u00eancia dos frutos durante o per\u00edodo de transporte e      armazenamento. Al\u00e9m disso, os res\u00edduos deixados pela casca da fruta durante      sua extra\u00e7\u00e3o tornam a \u00e1gua avermelhada ap\u00f3s alguns dias.<\/p>\n   \n<h4>Usos<\/h4>\n   \n<p>Do <strong>coqueiro<\/strong> podem-se aproveitar diversas partes, como o      fruto, as folhas, a infloresc\u00eancia, entre outros produtos e subprodutos. <\/p>\n   \n<p>A <strong>casca do coco<\/strong> \u00e9 usada na fabrica\u00e7\u00e3o de cordas, tapetes,      chap\u00e9us e encosto de ve\u00edculos. O \u00f3leo \u00e9 largamente usado na ind\u00fastria aliment\u00edcia      como \u00f3leo de mesa e tamb\u00e9m na produ\u00e7\u00e3o de margarina, glicerol, cosm\u00e9ticos,      detergentes sint\u00e9ticos, sab\u00e3o, velas e fluidos para freio de avi\u00e3o.<\/p>\n   \n<h4>Mercado<\/h4>\n   \n<p>O consumo da <strong>\u00e1gua de coco verde <\/strong>no Brasil \u00e9 crescente e      significativo. A demanda \u00e9 suprida pelo com\u00e9rcio do fruto e, principalmente,      pela extra\u00e7\u00e3o e envasamento da \u00e1gua, o que envolve pequenas, m\u00e9dias e grandes      empresas. As multinacionais de bebidas (refrigerantes), por exemplo, j\u00e1 visualizam      o crescimento do mercado de bebidas naturais, em detrimento de refrigerantes      e produtos artificiais.<\/p>\n   \n<p>O mercado de <strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong> \u00e9 quase totalmente suprido por      plantas da variedade an\u00e3.<\/p>\n   \n<p>Estima-se que apenas 15% do mercado de <strong>\u00e1gua-de-coco<\/strong> seja      suprido pelos plantios de <strong>coqueiro gigante<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>A \u00e1gua pode ser extra\u00edda do fruto e comercializada, tamb\u00e9m, na forma congelada,      resfriada, esterilizada, concentrada e desidratada (bebida obtida por meio      de processo tecnol\u00f3gico adequado, n\u00e3o dilu\u00edda e n\u00e3o fermentada, submetida      a um processo adequado de desidrata\u00e7\u00e3o cujo teor de umidade seja igual ou      inferior a 3%).<\/p>\n   \n<p>A <strong>casca de coco verde<\/strong> \u00e9 um subproduto do consumo e da industrializa\u00e7\u00e3o      da <strong>\u00e1gua de coco<\/strong> e tem se tornado um problema ambiental nos      grandes centros urbanos, seja depositada nos lix\u00f5es ou \u00e0s margens de estradas,      praias, lotes vagos etc. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 um material de dif\u00edcil decomposi\u00e7\u00e3o, levando mais de 8 anos para se decompor.      Portanto, a utiliza\u00e7\u00e3o da <strong>casca do coco verde<\/strong> processada,      al\u00e9m da import\u00e2ncia econ\u00f4mica e social, \u00e9 tamb\u00e9m interessante do ponto de      vista ambiental. Cerca de 80% a 85% do peso bruto do <strong>coco verde<\/strong>      \u00e9 considerado lixo.<\/p>\n   \n<p>A <strong>fibra do coco maduro<\/strong> j\u00e1 \u00e9 utilizada na agricultura e na      ind\u00fastria. J\u00e1 a fibra da casca do coco verde tem baixo aproveitamento e pode      se tornar mat\u00e9ria-prima importante na produ\u00e7\u00e3o de vasos, placas, substratos      (para a produ\u00e7\u00e3o de mudas ou em cultivos sem o uso do solo) e outros produtos.      Suas fibras s\u00e3o quase inertes e t\u00eam alta porosidade. A facilidade de produ\u00e7\u00e3o,      baixo custo e alta disponibilidade s\u00e3o outras vantagens adicionais apresentadas      por este tipo de material. <\/p>\n   \n<p>Para a obten\u00e7\u00e3o da fibra e seu uso, a casca de <strong>coco<\/strong> passa      por diversas opera\u00e7\u00f5es, como corte, desfibramento, lavagem, tritura\u00e7\u00e3o, secagem      e, quando necess\u00e1rio, compostagem<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.sebrae.com.br<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n   \n<h4>COCO VERDE<\/h4>\n   \n<p>O valor nutritivo do <strong>coco<\/strong> varia de acordo com seu estado      de matura\u00e7\u00e3o, apresentando de maneira geral bom teor de sais minerais (Pot\u00e1ssio,      S\u00f3dio, F\u00f3sforo e Cloro), e fibras, importantes para o est\u00edmulo da atividade      intestinal.<\/p>\n   \n<p>O <strong>coco<\/strong> real\u00e7a o sabor dos alimentos, sendo excelente no      preparo de bebidas, pratos doces e salgados, substituindo com vantagem nozes      e am\u00eandoas nos diferentes tipos de receitas. <\/p>\n   \n<p>O <strong>coco verde<\/strong>, encontrado em praias, possui maior quantidade      de l\u00edquido que o maduro e tem polpa tenra, sendo muito apreciado como bebida      e no preparo de cocadas moles Cem gramas de <strong>coco maduro <\/strong>fornecem      266 calorias e 100 gramas de \u00e1gua de coco 22 calorias. <\/p>\n         \n<table width=\"54%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\" class=\"tab_nut\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\" colspan=\"2\"><strong>Quantidade por Por\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\"><strong>% VD (*)<\/strong><\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Valor Energ\u00e9tico<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">198,3 Kcal = 832,9 Kj <\/td>\n         \n<td align=\"center\">10<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Carboidratos<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">nd<\/td>\n         \n<td align=\"center\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Prote\u00ednas <\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">2,3 g <\/td>\n         \n<td align=\"center\">3<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Gorduras Totais<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">nd<\/td>\n         \n<td align=\"center\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Gorduras Satur.<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">nd<\/td>\n         \n<td align=\"center\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Gorduras Trans. <\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">0,0 g<\/td>\n         \n<td align=\"center\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Fibra Alimentar<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">nd<\/td>\n         \n<td align=\"center\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>C\u00e1lcio<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">8,7 mg<\/td>\n         \n<td align=\"center\">1<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Ferro<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">1,2 mg <\/td>\n         \n<td align=\"center\">9<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>S\u00f3dio<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">nd<\/td>\n         \n<td align=\"center\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>F\u00f3sforo<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">55,6 mg <\/td>\n         \n<td align=\"center\">8<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Vitamina A<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">0 g <\/td>\n         \n<td align=\"center\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Vitamina B1<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">0,0268 mg <\/td>\n         \n<td align=\"center\">2<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Vitamina B2<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">0,0201 mg <\/td>\n         \n<td align=\"center\">2<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Niacina<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">nd<\/td>\n         \n<td align=\"center\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Vitamina C<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\">2,68 mg <\/td>\n         \n<td align=\"center\">6<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" colspan=\"3\" bgcolor=\"#FFFFFF\">* Valores Di\u00e1rios com            base em uma dieta de 2.500 Kcal ou 8.400 Kj seus valores di\u00e1rios podem            ser maiores ou menores dependendo de suas necessidades energ\u00e9ticas.<br \/>\n           *ND = N\u00e3o Disponivel <\/td>\n       <\/tr>\n<\/table>\n   \n<p>Fonte:  www.polifruta.com.br<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/coco-h7.jpg\" width=\"193\" height=\"288\" \/><strong><br \/>\n     Coco<\/strong><\/p>\n   \n<p>Com origem no sudeste asi\u00e1tico, o <strong>coco<\/strong> foi introduzido no      Brasil pelos portugueses, no s\u00e9culo XVI. <\/p>\n   \n<p>A parte comest\u00edvel do <strong>coco<\/strong> \u00e9 constitu\u00edda pela polpa branca      e a \u00e1gua. Pode ser consumido verde ou maduro. <\/p>\n   \n<p>Da polpa madura extrai-se \u00f3leo ou gordura e <strong>leite de coco<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p>A polpa do <strong>coco verde <\/strong>\u00e9 deliciosa para comer com colher,      pois \u00e9 mole e doce. <\/p>\n   \n<p>A<strong> \u00e1gua de coco<\/strong>, com composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica semelhante \u00e0 das      bebidas isot\u00f4nicas usadas por esportistas, para reidrata\u00e7\u00e3o e reposi\u00e7\u00e3o de      sais, \u00e9 refrescante e rica em minerais como s\u00f3dio, pot\u00e1ssio e f\u00f3sforo. <\/p>\n   \n<p>O <strong>valor nutricional do coco<\/strong> varia conforme seu estado de      matura\u00e7\u00e3o. A medida que amadurece, aumenta seu teor de gorduras, aumentando      suas calorias. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 rico em prote\u00ednas, gorduras, calorias, carboidratos, vitaminas (A, B1,      B2, B5e C), e ainda em sais minerais, principalmente o pot\u00e1ssio. <\/p>\n   \n<p>O <strong>leite de coco<\/strong> \u00e9 obtido da mistura da polpa madura do coco      e \u00e1gua, que quando prensado produz um l\u00edquido cremoso, rico em gorduras. <\/p>\n   \n<p>Agora j\u00e1 se encontra o <strong>leite de coco light<\/strong>, com redu\u00e7\u00e3o      de gorduras que \u00e9 muito ben\u00e9fico para quem n\u00e3o abre m\u00e3o do sabor das receitas      preparadas com ele, mas que precisam controlar a quantidade de gorduras da      dieta. <\/p>\n   \n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00a0100g<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\"><strong>Calorias<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\"><strong>Prote\u00ednas Calorias (g)<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\"><strong>Carboidratos (g)<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\"><strong>Gorduras (g)<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\"><strong>Pot\u00e1ssio (mg)<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\"><strong>Fibras (g)<\/strong><\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00a0Coco verde<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\">131<\/td>\n       \n<td align=\"center\">1,9<\/td>\n       \n<td align=\"center\">4<\/td>\n       \n<td align=\"center\">11,9<\/td>\n       \n<td align=\"center\">144<\/td>\n       \n<td align=\"center\">1,5<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00a0Coco maduro<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\">302<\/td>\n       \n<td align=\"center\">3,5<\/td>\n       \n<td align=\"center\">13,7<\/td>\n       \n<td align=\"center\">27,2<\/td>\n       \n<td align=\"center\">320<\/td>\n       \n<td align=\"center\">3,8<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00a0Coco seco\/industrializado<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\">600<\/td>\n       \n<td align=\"center\">8,3<\/td>\n       \n<td align=\"center\">20<\/td>\n       \n<td align=\"center\">60<\/td>\n       \n<td align=\"center\">543<\/td>\n       \n<td align=\"center\">10<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00a0\u00c1gua de coco<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\">19<\/td>\n       \n<td align=\"center\">0,7<\/td>\n       \n<td align=\"center\">3,7<\/td>\n       \n<td align=\"center\">0,2<\/td>\n       \n<td align=\"center\">250<\/td>\n       \n<td align=\"center\">1,1<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>\u00a0Leite de coco<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\">253<\/td>\n       \n<td align=\"center\">&#8211;<\/td>\n       \n<td align=\"center\">&#8211;<\/td>\n       \n<td align=\"center\">18<\/td>\n       \n<td align=\"center\">nada consta<\/td>\n       \n<td align=\"center\">nada consta<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"40\"><strong>\u00a0Leite de coco <\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\">126<\/td>\n       \n<td align=\"center\">&#8211;<\/td>\n       \n<td align=\"center\">&#8211;<\/td>\n       \n<td align=\"center\">9,3<\/td>\n       \n<td align=\"center\">nada consta<\/td>\n       \n<td align=\"center\">nada consta<\/td>\n     <\/tr>\n<\/table>\n<p>Fonte:  www.xenicare.com.br<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/coco-h10.jpg\" width=\"288\" height=\"145\" \/><strong><br \/>\n     Coco<\/strong><\/p>\n   \n<p>Planta t\u00edpica das regi\u00f5es tropicais, o coqueiro (<strong>Cocos nucifera<\/strong>),      \u00e9 origin\u00e1rio do arquip\u00e9lago malaio, de onde foi trazido para o Brasil pelos      colonizadores em meados do s\u00e9culo XIV. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 uma palmeira com caule sem ramifica\u00e7\u00e3o que pode atingir at\u00e9 26 metros de      altura. <\/p>\n   \n<p>O fruto \u00e9 coberto por uma casca lisa, dura e fibrosa, de cor verde, quando      ainda n\u00e3o maduro.<\/p>\n   \n<p>A semente \u00e9 constitu\u00edda por uma casca dura, uma polpa (endosperma s\u00f3lido)      de cor branca, carnuda e adocicada. Em seu interior se encontra \u00e1gua (endosperma      l\u00edquido).<\/p>\n   \n<h4>Informa\u00e7\u00f5es Nutricionais<\/h4>\n   \n<p>Com teor excepcional de glic\u00eddios (a\u00e7\u00facares) e lip\u00eddios (gorduras) o <strong>coco<\/strong>      destaca-se dos demais frutos pelo alto conte\u00fado energ\u00e9tico. Apresenta tamb\u00e9m      elevado teor de c\u00e1lcio e de ferro.<\/p>\n   \n<p><strong>100 g cont\u00eam, em m\u00e9dia:<\/strong><\/p>\n         \n<table width=\"48%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\" class=\"tabelaCalorias\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" rowspan=\"4\" class=\"tbPar\"><strong>Macrocomponentes<\/strong> <\/td>\n         \n<td align=\"center\" class=\"tabela\">Glic\u00eddios (g)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" class=\"tabela\">27<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Prote\u00ednas (g)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">5<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Lip\u00eddios (g)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">50<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Fibras alimentares            (g)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" rowspan=\"5\" class=\"tbImpar\"><strong>Vitaminas<\/strong> <\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Vitamina A1 (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Vitamina B1 (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">60<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Vitamina B2 (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">40<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Vitamina B3 (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">0<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Vitamina C (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">8<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" rowspan=\"5\" class=\"tbPar\"><strong>Minerais<\/strong> <\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">S\u00f3dio (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">46<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Pot\u00e1ssio (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">302<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">C\u00e1lcio (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">43<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">F\u00f3sforo (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">191<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">Ferro (mg)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" class=\"tabela\">3<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" colspan=\"2\" class=\"tabela\"><strong>Conte\u00fado energ\u00e9tico (kcal)<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\" class=\"tabela\"><strong>589<\/strong><\/td>\n       <\/tr>\n<\/table>\n   \n<h4>Como Comprar<\/h4>\n   \n<p>Para saber se o <strong>coco<\/strong> est\u00e1 em boas condi\u00e7\u00f5es \u00e9 suficiente      bater na casca. Se o som for oco, est\u00e1 estragado.<\/p>\n   \n<h4>Como Conservar<\/h4>\n   \n<p>O <strong>coco verde <\/strong>conserva-se em geladeira por 15 dias.<\/p>\n   \n<h4>Como Consumir<\/h4>\n   \n<p>A polpa pode ser consumida nas formas madura e gelatinosa. Pode ser comida      crua, inteira ou ralada, ou na forma de ingredientes para pratos assados ou      cozidos. Consome-se tamb\u00e9m \u00e1gua de <strong>coco<\/strong>, que \u00e9 um \u00f3timo hidratante,      o leite de coco e o \u00f3leo de coco, obtido industrialmente.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.ceasacampinas.com.br<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n   \n<h4>COQUEIRO (Cocos nucifera)<\/h4>\n   \n<p><strong>Ocorr\u00eancia \u0096 <\/strong>do Par\u00e1 a S\u00e3o Paulo <\/p>\n   \n<p><strong>Outros nomes \u0096 <\/strong>coco, coco da bahia, coqueiro da bahia,      coqueiro da praia, coco da \u00edndia <\/p>\n   \n<p><strong>Caracter\u00edsticas \u0096 <\/strong>esp\u00e9cie com estipe solit\u00e1rio de at\u00e9      30 m de altura, curvado ou ereto, com 20 a 30 cm de di\u00e2metro. Folhas de at\u00e9      3 m de comprimento, p\u00eandulas, largas, com fol\u00edolos de colora\u00e7\u00e3o verde-amarelada,      r\u00edgidas, em n\u00famero de 20 a 25 contempor\u00e2neas. <\/p>\n   \n<p>Esp\u00e9cie mon\u00f3ica, com flores numerosas brancas, pequenas, reunidas em cacho      de at\u00e9 1 m de comprimento. Fruto grande, fibroso, de forma ov\u00f3ide, quase globoso,      de colora\u00e7\u00e3o esverdeada a amarela, de casca lisa, com cerca de 25 cm de comprimento      e 15 em de di\u00e2metro, que demora a amadurecer, quando ent\u00e3o torna-se castanho.      Polpa abundante de at\u00e9 2 cm de espessura. Cavidade central contendo a conhecida      &#8220;\u00e1gua-de-coco&#8221;. Cada fruto pesa em m\u00e9dia 1,2 Kg . <\/p>\n   \n<p><strong>Habitat \u0096 <\/strong>faixa litor\u00e2nea<\/p>\n   \n<p><strong>Propaga\u00e7\u00e3o \u0096 <\/strong>plantio do fruto seco (coco-semente) <\/p>\n   \n<p><strong>Utilidade \u0096 <\/strong>\u00e9 a palmeira de maior import\u00e2ncia econ\u00f4mica      em todo o mundo. A polpa \u00e9 usada como alimento e mat\u00e9ria-prima para numerosos      produtos. As fibras do mesocarpo s\u00e3o usadas na ind\u00fastria t\u00eaxtil para fabrica\u00e7\u00e3o      de cordas, capachos, esteiras, estofados, etc. Do endosperma l\u00edquido, imaturo,      se retira a \u00e1gua de coco. A esp\u00e9cie \u00e9 amplamente usada em paisagismo e cultivada      na fruticultura. <\/p>\n   \n<p><strong>Florescimento \u0096 <\/strong>janeiro a abril <\/p>\n   \n<p><strong>Frutifica\u00e7\u00e3o \u0096 <\/strong>julho a fevereiro<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.vivaterra.org.br<\/p>\n   \n<h6>Coco<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/coco-h5.jpg\" width=\"406\" height=\"245\" \/><strong><br \/>\n     Coco<\/strong><\/p>\n   \n<p>Embora ainda n\u00e3o seja comprovado, parece que o <strong>Coco<\/strong> foi      introduzido no Brasil pelos portugu\u00eases no s\u00e9culo XVI. <\/p>\n   \n<p>O <strong>Coco<\/strong>, fruto do coqueiro, origin\u00e1rio da \u00cdndia Ocidental,      \u00e9 grande, com uma camada externa grossa e fibrosa, tendo no meio uma &#8220;noz&#8221;      que constitui o Coco propriamente dito. <\/p>\n   \n<p>Essa &#8220;noz&#8221; t\u00eam forma ovalada, com uma das pontas mais dura e pontiaguda,      na qual existem tr\u00eas &#8220;olhos&#8221;. A casca marrom e dura cobre uma camada      interna, branca e macia, com cerca de 2 cm de espessura, chamada polpa. Dentro      desta \u00faltima camada h\u00e1 um l\u00edquido esbranqui\u00e7ado, conhecido como a \u00e1gua de      Coco.<\/p>\n   \n<p>Do <strong>Coco<\/strong>, tudo se aproveita. A camada externa serve para      fabricar capachos, brochas, escovas e tecidos grossos para sacos. Da casca      dura da noz, fazem-se objetos caseiros. A parte comest\u00edvel do fruto s\u00e3o a      polpa branca e a \u00e1gua, que podem ser consumidas quando o fruto ainda est\u00e1      verde ou depois de maduro. <\/p>\n   \n<p>Quando verde, a polpa \u00e9 consumida com colher e a \u00e1gua bebida como refresco,      pelo seu sabor adocicado e agrad\u00e1vel. <\/p>\n   \n<p>Da polpa madura, extra\u00ed-se \u00f3leo e leite de <strong>Coco<\/strong>. A gordura      \u00e9 usada na alimenta\u00e7\u00e3o e no fabrico de sab\u00e3o, com\u00e9sticos, detergentes e margarina.    <\/p>\n   \n<p>O <strong>leite de Coco<\/strong>, puro ou com \u00e1gua, usado para preparar pratos      doces e salgados, \u00e9 extra\u00eddo da polpa fresca ralada e prensada.. Tamb\u00e9m a      seiva do coqueiro \u00e9 usada como bebida refrescante.<\/p>\n   \n<p>O<strong> valor nutritivo do Coco<\/strong> varia de acordo com o seu estado      de matura\u00e7\u00e3o. \u00c0 medida que a polpa amadurece, aumenta seu teor de gorduras.      Tamb\u00e9m cont\u00e9m sais minerais, como pot\u00e1ssio e f\u00f3sforo e prote\u00ednas importantes      para o funcionamento do organismo.<\/p>\n   \n<p>A <strong>\u00e1gua de Coco<\/strong> cont\u00e9m sais minerais (s\u00f3dio, pot\u00e1ssio e cloro)      e um tipo de a\u00e7\u00facar muito f\u00e1cil de digerir, a glicose. A gordura do Coco tem      caracter\u00edsticas bem diferentes das demais gorduras e \u00f3leos vegetais, parecendo-se      mais com as gorduras animais (toicinho e banha). \u00c9 digerida com facilidade      e tem sabor mais agrad\u00e1vel que as outras gorduras vegetais. O leite de Coco      \u00e9 rico em gordura e sais minerais, contendo tamb\u00e9m pequena porcentagem de      prote\u00ednas.<\/p>\n   \n<p>Quando fechado, o <strong>Coco<\/strong> fresco conserva-se por 2 meses. Depois      de aberto, deve ser usado no mesmo dia ou guardado em recipiente tampado,      com \u00e1gua, por n\u00e3o mais do que 5 dias. <\/p>\n   \n<p>O<strong> Coco ralado <\/strong>pode ser conservado por 2 dias, em saco pl\u00e1stico      fechado. O seco, com ou sem a\u00e7\u00facar, permanece por muito tempo sem se alterar.    <\/p>\n   \n<p>O<strong> leite de Coco<\/strong> se conserva bem, n\u00e3o precisando ficar na      geladeira. Por\u00e9m, depois que a garrafa for aberta, deve ser consumido rapidamente,      pois fica ran\u00e7oso com facilidade. A gordura de <strong>Coco<\/strong> pode      ser guardada dentro ou fora da geladeira.<\/p>\n   \n<p><strong>O Coco \u00e9 encontrado nas mais diversas formas e em cada uma delas      devem ser observados aspectos diferentes:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Coco verde:<\/strong> F\u00e1cil de encontrar nas praias do Nordeste.        A polpa deve ser tenra com a consist\u00eancia de um creme.<strong><br \/>\n       Coco maduro:<\/strong> Encontrado em feiras e supermercados, deve ser escolhido        em fun\u00e7\u00e3o do seu peso e da quantidade de \u00e1gua que tem. <strong>Para saber        se est\u00e1 em boas condi\u00e7\u00f5es, \u00e9 suficiente bater com uma moeda na casca:<\/strong>        se ele estiver fresco, o som \u00e9 estridente; se o som for oco, indica que        a fruta est\u00e1 estragada.<strong><br \/>\n       Coco ralado fresco<\/strong>: Deve ser consumido no mesmo dia da compra ou        conservado na geladeira por apenas um dia.<strong><br \/>\n       Coco desidratado puro:<\/strong> \u00e9 encontrado em pacotes de v\u00e1rios tamanhos.        Conserva o sabor por bastante tempo e volta \u00e0 forma natural desde que seja        acrescido de \u00e1gua por alguns minutos.<strong><br \/>\n       Coco desidratado com adi\u00e7\u00f5es:<\/strong> Parece uma farinha, de cor levemente        amarelada. J\u00e1 vem com a\u00e7\u00facar.<strong><br \/>\n       Leite de Coco: <\/strong>Pode ser encontrado em vidros de diversos tamanhos.        A qualidade depende do tempo de fabrica\u00e7\u00e3o e, quanto mais recente, melhor        o estado do produto.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>DICAS CULIN\u00c1RIAS<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Para que o doce de Coco n\u00e3o a\u00e7ucare, junte 1 colher (ch\u00e1) de manteiga.<br \/>\n       As balas de Coco caseiras ficar\u00e3o mais brancas e macias se voc\u00ea juntar \u00e0        \u00e1gua 1 colher (sopa) de vinagre.<br \/>\n       No .manjar de Coco, a gel\u00e9ia de ameixa pode substituir as ameixas em calda.<br \/>\n       O Coco solta mais f\u00e1cil da casca se for aquecido no forno antes de ser quebrado.<br \/>\n       Se quiser ralar o Coco bem fininho, rale pela parte c\u00f4ncava (a parte arredondada).        Isto se chama &#8220;ralar de costas&#8221;.<br \/>\n       Para que o Coco usado na decora\u00e7\u00e3o de bolos n\u00e3o escure\u00e7a, polvilhe-o com        a\u00e7\u00facar antes de usar.<br \/>\n       A \u00e1gua de Coco funciona como um excelente diur\u00e9tico. \u00c9 s\u00f3 beber um copo        por dia. <strong>Os resultados s\u00e3o surpreendentes:<\/strong> baixa a press\u00e3o        arterial, elimina o incha\u00e7o dos p\u00e9s e diminui o colesterol.<br \/>\n       Para a pris\u00e3o de ventre, tome 1 copo de \u00e1gua de Coco em jejum at\u00e9 regularizar        as fun\u00e7\u00f5es intestinais.<br \/>\n       A \u00e1gua de Coco tamb\u00e9m \u00e9 um \u00f3timo verm\u00edfugo, principalmente para as crian\u00e7as.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>CURIOSIDADES<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Para alguns estudiosos, os coqueiros come\u00e7aram a nascer nas costas americanas        porque as sementes foram trazidas por correntes mar\u00edtimas.<br \/>\n       A palavra Coco tamb\u00e9m designa uma m\u00fasica do folclore nordestino que \u00e9 acompanhada        de viola.<br \/>\n       O uso do leite de Coco nos alimentos \u00e9 uma heran\u00e7a cultural deixada pelos        escravos que vinham de Mo\u00e7ambique.<br \/>\n       No Timor, a \u00e1gua de Coco \u00e9 um l\u00edquido sagrado usado para aben\u00e7oar os plantios        de milho.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.geocities.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coco, Fruto, Verde, Tipo, \u00c1gua, Origem, Coqueiro, Brasil, Valor, Leite, Uso, Planta, Cultivo, Variedade, Propriedades, Coco<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24463,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[64],"tags":[],"class_list":["post-27089","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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