{"id":27075,"date":"2016-01-22T00:00:00","date_gmt":"2016-01-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/caju-2\/"},"modified":"2026-09-01T18:09:28","modified_gmt":"2026-09-01T18:09:28","slug":"caju-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/caju-2\/","title":{"rendered":"Caju"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Nome popular: <\/strong>cajueiro<\/p>\n   \n<p><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong> Anacardium orcidentale 1.<\/p>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia bot\u00e2nica:<\/strong> Anacardiaceae<\/p>\n   \n<p><strong>Origem: <\/strong>Brasil &#8211; Nas regi\u00f5es costeiras do Norte e Nordeste.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h21.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"261\" height=\"249\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas da planta<\/h4>\n   \n<p>\u00c1rvore que pode atingir at\u00e9 10 m de altura, apresenta copa proporcional ao      seu tamanho, arredondada chegando a alcan\u00e7ar o solo. <\/p>\n   \n<p>Tronco geralmente tortuoso e ramificado. Folhas r\u00f3seas quando jovens, verdes      posteriormente. <\/p>\n   \n<p>Flores pequenas, branco-rosadas, perfumadas, surgindo de junho a novembro.    <\/p>\n   \n<h4>Fruto<\/h4>\n   \n<p>O fruto pequeno de colora\u00e7\u00e3o escura e consist\u00eancia dura \u00e9 sustentado por      uma haste carnosa e suculenta bem desenvolvida, de colora\u00e7\u00e3o amarela, alaranjada      ou vermelha.<\/p>\n   \n<p>Da haste obt\u00e9m-se mat\u00e9ria- prima para o fabrico de sucos, doces, etc. <\/p>\n   \n<p>O verdadeiro fruto \u00e9 a conhecida castanha-de-caju que pode atingir at\u00e9 2      cm de comprimento. <\/p>\n   \n<p>Os frutos amadurecem de setembro a janeiro. <\/p>\n   \n<h4>Cultivo<\/h4>\n   \n<p>Encontra condi\u00e7\u00f5es ideais de cultivo no litoral do Nordeste. Prefere solo      seco devendo seu plantio ser realizado na esta\u00e7\u00e3o chuvosa. Prefere clima tropical      e subtropical. Uma \u00e1rvore com 4 anos pode produzir de 100 a 150 kg por ano.    <\/p>\n   \n<p>A Amaz\u00f4nia parece ter sido o \u00fatero quente de onde diferentes esp\u00e9cies do      gen\u00earo Anacardium se irradiaram para o resto do mundo. <\/p>\n   \n<p>E o <strong>cajueiro<\/strong>, seu representante mais conhecido, \u00e1rvore r\u00fastica,      espont\u00e2nea e nativa do Brasil, mais precisamente da zona arenosa litor\u00e2nea      de campos e dunas, que vai do nordeste at\u00e9 0 baixo Amazonas, est\u00e1 hoje disseminada      por todas as regi\u00f5es tropicais do globo. <\/p>\n   \n<p>Os ind\u00edgenas de fala tupi, habitantes aut\u00f3ctones do nordeste do Brasil, j\u00e1      conheciam muito bem o <strong>caju<\/strong> e faziam dele um de seus mais      completos e importantes alimentos. <\/p>\n   \n<p><strong>Deve-se, inclusive, aos ind\u00edgenas o seu nome: <\/strong>a palavra      acaiu, de origem tupi, quer dizer &#8220;noz que se produz&#8221;. <\/p>\n   \n<p>Ficaram conhecidas como as &#8216;guerras do caju&#8221; as lutas pelo dom\u00ednio tempor\u00e1rio      dos cajuais, travadas entre as tribos ind\u00edgenas que desciam do interior na      \u00e9poca da frutifica\u00e7\u00e3o do <strong>caju<\/strong> e aquelas que viviam no litoral.    <\/p>\n   \n<p>Sup\u00f5e-se que foi assim, atrav\u00e9s das castanhas levadas pelas m\u00e3os dos ind\u00edgenas      que iam e vinham pelas terras do Brasil, que a fruta se espalhou por vastas      regi\u00f5es do interior seco e \u00e1rido nordestino. Pouco exigente quanto a solos,      com o tempo, o <strong>cajueiro<\/strong> se adaptou \u00e0s terras para onde foi      levado. Floresceu e frutificou ano ap\u00f3s ano, formando extensos cajuais. <\/p>\n   \n<p>Quando, no s\u00e9culo das grandes navega\u00e7\u00f5es, aqui chegaram os primeiros europeus,      encontraram uma terra promissora de gentes e frutos ex\u00f3ticos, que se confundia      com a vis\u00e3o do para\u00edso terrestre, onde o <strong>cajueiro<\/strong> era a verdadeira      \u00e1rvore proibida. Datam da metade do s\u00e9culo XVI as primeiras e maravilhadas      descri\u00e7\u00f5es da \u00e1rvore do <strong>caju<\/strong>, dos cajuais sem fim do litoral      americano e de seus frutos e usos, feitas pelos viajantes europeus. <\/p>\n   \n<p><strong>Foi a partir de ent\u00e3o que o caju iniciou sua viagem pelo mundo: <\/strong>embarcado      nas naus portuguesas, aportou em Mo\u00e7ambique, Angola, Qu\u00e9nia e Madagascar,      na \u00c1frica, e em Goa, na \u00cdndia. <\/p>\n   \n<p>Ali, os <strong>cajueiros<\/strong> come\u00e7aram a crescer com profus\u00e3o em terrenos      secos e pedregosos onde antes n\u00e3o havia nada, tendo sido incorporados completamente      na vida e na economia locais. <\/p>\n   \n<p><strong>E t\u00eam sido muito bem aproveitados:<\/strong> a \u00cdndia \u00e9, hoje em dia,      o principal produtor e exportador mundial da castanha-de-caju e do \u00f3leo da      castanha, com altos \u00edndices de rentabilidade. <\/p>\n   \n<p>Enquanto isso, em sua terra de origem, as \u00e1rvores de caiu foram sendo substitu\u00eddas,      primeiro, por planta\u00e7\u00f5es de cana-de-a\u00e7\u00facar e, muito tempo depois, por casas      e edif\u00edcios luxuosos \u00e0 beira-mar. Por muitos anos as possibilidades de explora\u00e7\u00e3o      econ\u00f4mica rent\u00e1vel do <strong>caju<\/strong> foram desconsideradas nas terras      brasileiras. <\/p>\n   \n<p>Ainda assim, 0 Brasil \u00e9 um importante produtor e exportador da <strong>castanha-de-caju<\/strong>,      destacando-se os Estados do Cear\u00e1, Piau\u00ed e Rio Grande do Norte. De maneira      geral, a cajucultura \u00e9, hoje, uma atividade de grande relev\u00e2ncia s\u00f3cioecon\u00f4mica      para o nordeste do pa\u00eds. <\/p>\n   \n<p>Ali\u00e1s, para o pesquisador Mauro Motta, nunca houve \u00e1rvore e fruto de tamanha      import\u00e2ncia e alcance na vida social e na economia regional de uma popula\u00e7\u00e3o.    <\/p>\n   \n<p>O <strong>caju<\/strong> est\u00e1 presente na literatura, na poesia, nos ditados      populares, na fala, nos jogos infantis, nas crendices, nos costumes, no folclore,      na medicina e no mobili\u00e1rio e, \u00e9 claro, na dieta alimentar, na culin\u00e1ria e      na do\u00e7aria brasileira, especialmente, nordestina. <\/p>\n   \n<p><strong>Para completar, \u00e9 uma das frutas mais intrigantes existentes:<\/strong>      aquilo que comumente se acredita ser a fruta, denominada popularmente de &#8220;p\u00eara&#8221;,      &#8220;ma\u00e7\u00e3&#8221; &#8221; ou &#8220;banana&#8221; &#8211; aquela parte carnosa, cuja      forma pode ser alongada ou arredondada; cuja cor pode ser amarela, vermelha      ou intermedi\u00e1ria; que cont\u00e9m o sumo arom\u00e1tico e adstringente, por vezes azedo      e, outras, dulc\u00edssimo &#8211; \u00e9 apenas a haste, o ped\u00fanculo inchado que sustenta      o verdadeiro fruto da planta, que \u00e9 a castanha.Com a forma de um pequeno &#8220;rim&#8221;      animal, a castanha \u00e9 o principal produto do complexo econ\u00f4mico do <strong>caju<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h33.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"292\" height=\"200\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p>Quando madura, a castanha do <strong>caju<\/strong> apresenta uma casca bastante      dura e cheia de um \u00f3leo viscoso, c\u00e1ustico e inflam\u00e1vel que abriga a am\u00eandoa.    <\/p>\n   \n<p>A partir da 2\u00aa Guerra Mundial, esse \u00f3leo se transformou em um produto estrat\u00e9gico      para a ind\u00fastria, por suas qualidades isolantes e protetoras. Atualmente existem      mais de 200 patentes industriais que o utilizam como componente. <\/p>\n   \n<p>Os ind\u00edgenas, no entanto, sabiam desde sempre que a melhor forma de aproveitar      como alimento essa am\u00eandoa abrigada na castanha do <strong>caju<\/strong> era      torrando-a ao fogo. Assim, sua casca e o forte \u00f3leo que desprende s\u00e3o consumidos,      restando a apreciad\u00edssima e internacional cashew nut. A castanha- de-caju,      como \u00e9 conhecida pelos brasileiros, transformou-se em especiaria cara e de      luxo muito utilizada salgada, como tira-gosto, e natural, na produ\u00e7\u00e3o de doces      e confeitos. <\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m disso, da am\u00eandoa da castanha-de-caiu &#8211; rica em prote\u00ednas, calorias,      lip\u00eddios, carboidratos, f\u00f3sforo e ferro &#8211; \u00e9 extra\u00eddo um \u00f3leo comest\u00edvel que      pode ser utilizado em substitui\u00e7\u00e3o ao azeite de oliva. <\/p>\n   \n<p>No Brasil, os usos culin\u00e1rios do <strong>caju<\/strong> e de sua castanha      se multiplicam. <\/p>\n   \n<p><strong>Quando verde, por exemplo, a castanha volumosa e tenra, mais conhecida      como maturi, \u00e9 ingrediente especial\u00edssimo da culin\u00e1ria nordestina:<\/strong>      a famosa frigideira de maturi com camar\u00f5es secos, por exemplo, \u00e9 um prato      baiano, raro e sensual, cuja receita ficou imortalizada na obra&#8221;Tieta      do Agreste&#8221; do escritor Jorge Amado. <\/p>\n   \n<p><strong>Da am\u00eandoa torrada \u00e9 costume fazer-se uma farinha muito especial      que \u00e9 misturada com farinha de mandioca, ado\u00e7ada e vendida em pequenos cones      de papel: <\/strong>guloseima de crian\u00e7as. Essa mistura \u00e9, tamb\u00e9m, muito apreciada      para ser degustada ap\u00f3s a adi\u00e7\u00e3o de suco de <strong>caju<\/strong> ou \u00e1gua,      a gosto. \u00c9 a tumban\u00e7a. <\/p>\n   \n<p>A parte suculenta e refrescante, o pseudofruto do <strong>cajueiro<\/strong>      &#8211; que cont\u00e9m vitamina C em quantidade para perder apenas da campe\u00e3 acerola      &#8211; tem incont\u00e1veis usos e, embora alcance pouco valor no mercado externo, \u00e9      muito apreciada no Brasil. <\/p>\n   \n<p>O <strong>caju<\/strong> pode ser consumido como fruta fresca, sob os p\u00e9s      carregados ou adquirido de ambulantes nas ruas e nas praias. Especialmente,      \u00e9 comum servir de acompanhamento para aqueles que n\u00e3o se furtam de beber uma      boa aguardente de cana, sendo consumido aos peda\u00e7os ou por inteiro, entre      um gole e outro. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h32.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"273\" height=\"228\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p>Para beber, como \u00e9 mais consumido, o <strong>caju<\/strong> serve de mat\u00e9ria-prima      para in\u00fameros sucos, refrescos e cajuadas, quando ao suco ado\u00e7ado, adiciona-se      \u00e1gua ou leite. A caju\u00edna, bastante apreciada e consumida gelada, \u00e9 o suco      filtrado, engarrafado e cozido em banho-maria. Esse suco, depois de filtrado      e cozido, quando misturado com \u00e1lcool transforma-se na jeropiga, um vinho      de caju que pode ser mais ou menos encorpado. O mocoror\u00f3 \u00e9 o suco fermentado,      cru ou cozido, um vinho mais fino. <\/p>\n   \n<p>A do\u00e7aria nordestina \u00e9 pr\u00f3diga em receitas que levam a fruta, uma boa maneira      de conserv\u00e1-la para ostempos de entressafra. Assim, o <strong>caju<\/strong>      costuma ser transformado em doces de todo tipo, na forma de sorvetes, gelados,      compotas&#8217; passas ou ameixas de caju, em calda ou fruta cristalizada. <\/p>\n   \n<p>As \u00e1rvores que d\u00e3o o <strong>caju<\/strong>, essa saborosa, m\u00faltipla e generosa      truta de muito frutos, em suas variadas esp\u00e9cies, podem durar at\u00e9 mais de      50 anos e se apresentar com caracter\u00edsticas bastante diversas. <\/p>\n   \n<p>S\u00e3o desde \u00e1rvores com porte majestoso, amaz\u00f4nico, atingindo at\u00e9 a altura      de 40 metros e apresentando os pseudofrutos carnosos pouco desenvolvidos (Anacardium      giganteum), at\u00e9 formas \u00e1rboreas de porte m\u00e9dio, n\u00e3o ultrapassando os 3 ou      4 metros de altura (Anacardiam othonianum) ou herb\u00e1ceo, com at\u00e9 80 cm (Anacardium      humile). <\/p>\n   \n<p>Nesses \u00faltimos casos, a castanha apresenta-se com as mesmas caracter\u00edsticas      e usos do <strong>cajueiro comum<\/strong>, sendo apenas o seu pseudofruto      uma miniatura perfeita do outro e um pouco mais \u00e1cido.<\/p>\n   \n<p>Tamb\u00e9m conhecidos como <strong>caju\u00ed,<\/strong> <strong>cajuzinho<\/strong>      ou <strong>caju-de-\u00e1rvore-do-cerrado<\/strong>, tais frutos ocorrem naturalmente      no Cerrado do Brasil.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.bibvirt.futuro.usp.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p><strong>O caj\u00fa, fruto do cajueiro, tem duas partes:<\/strong> o fruto propriamente      dito, que \u00e9 a castanha, e o pseudofruto, chamado cientificamente ped\u00fanculo      floral, que \u00e9 a parte comumente vendida como a fruta.<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o conhecidas cerca de vinte variedades de caj\u00fa, classificadas segundo a      consist\u00eancia da polpa, o formato, o paladar e a cor da fruta (amarela, vermelha      ou roxo-amarelada, dependendo da variedade).<\/p>\n   \n<p>Quando ainda verde, o caj\u00fa \u00e9 chamado de maturi e \u00e9 muito usado na cozinha      do Nordeste no preparo de picadinhos e refogados. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 muito rico em vitamina C e cont\u00e9m ainda, em quantidades menores, vitaminas      A e do complexo B.<\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m de ser consumido ao natural, o caj\u00fa pode ser preparado em forma de suco      simples (cajuada) ou de sorvetes, doces em calda ou pasta, licores, vinhos,      xaropes e vinagres. Combinado com cacha\u00e7a ou gim, vira o conhecido &#8220;caj\u00fa-amigo&#8221;,servido      como aperitivo. <\/p>\n   \n<p>Depois de extra\u00eddo o suco, sobra o baga\u00e7o do <strong>caj\u00fa,<\/strong> muito      rico em celulose, que pode ser usado na cozinha como nas famosas &#8220;frigideiras&#8221;      nordestinas &#8211; uma varia\u00e7\u00e3o de fritada.<\/p>\n   \n<p>O<strong> caj\u00fa <\/strong>bom para o consumo deve estar bem fresco. A casca      deve ter cor firme (segundo a variedade), sem manchas ou machucados. <\/p>\n   \n<p>Como \u00e9 uma fruta muito f\u00e1cil de estragar, deve ser consumido no mesmo dia      da compra. Se estiver bem firme, pode ficar guardado na geladeira por dois      dias, no m\u00e1ximo.<\/p>\n   \n<h4>O fruto<\/h4>\n   \n<p><strong>O fruto do cajueiro tem duas partes: <\/strong>o fruto propriamente      dito, que e a castanha, e o pseudofruto, chamado cientificamente de ped\u00fanculo      floral, que \u00e9 a parte comumente vendida como nome de caju.<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o conhecidas cerca de vinte variedades de <strong>caju<\/strong>, classificadas      segundo a consist\u00eancia da polpa, o formato, o paladar e a cor da fruta (amarela,      vermelha ou roxo-amarelada, dependendo da variedade).<\/p>\n   \n<p>Quando ainda verde, o <strong>caju<\/strong> \u00e9 chamado maturi e \u00e9 muito usado      na cozinha do Nordeste no preparo de picadinhos e refogados. Al\u00e9m de ser consumido      ao natural, o <strong>caju<\/strong> pode ser preparado em forma de suco simples      (cajuada). Combinado com cacha\u00e7a ou gim, vira o conhecido &#8220;<strong>caju-amigo<\/strong>&#8220;,      servido como aperitivo. Tamb\u00e9m \u00e9 usado no preparo de sorvetes, doces em calda      ou pasta, licores, vinhos, xaropes e vinagres. Depois de extra\u00eddo o suco,      sobra o baga\u00e7o do caj\u00fa, muito rico em celulose, que pode ser usado na cozinha      como, por exemplo, nas famosas frigideiras nordestinas, uma varia\u00e7\u00e3o da fritada.<\/p>\n   \n<p>O <strong>caju<\/strong> \u00e9 muito rico em vitamina C e cont\u00e9m ainda, em quantidades      menores vitamina A e complexo B.<\/p>\n   \n<p>O <strong>caju<\/strong> bom para o consumo deve estar bem fresco. A casca      deve ter cor firme, sem manchas ou machucados.<\/p>\n   \n<p>Como \u00e9 uma fruta muito f\u00e1cil de estragar, o <strong>caju<\/strong> deve ser      consumido no mesmo dia da compra. Se estiver bem firme, pode ficar guardado      na geladeira por dois dias, no m\u00e1ximo.<\/p>\n   \n<p>Lave bem a fruta sob \u00e1gua corrente. Espete o <strong>caju<\/strong> com um      garfo v\u00e1rias vezes e exprema o fruto com a m\u00e3o, deixando cair o mesmo em um      recipiente.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h26.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"122\" height=\"180\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<h4>DICAS CULIN\u00c1RIAS<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Para que o doce de caj\u00fa fique bem clarinho, use panela de \u00e1gata<br \/>\n       Para extrair todo o suco do caj\u00fa, depois de ter espremido a fruta, passe        o baga\u00e7o por uma peneira<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>CURIOSIDADES<\/strong><\/p>\n   \n<p>Em Pirang\u00ed, no Rio Grande do Norte, est\u00e1 o maior <strong>cajueiro<\/strong>      do mundo. Ele ocupa uma \u00e1rea de 7.300 m\u00b2 e tem cerca de 90 anos.<\/p>\n   \n<p>No Estado do Cear\u00e1, chamam-se &#8220;chuvas de maturi&#8221; as chuvas que      caem na \u00e9poca da floresc\u00eancia do caj\u00fa (agosto e setembro).<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h24.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"232\" height=\"239\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.geocities.com\/www.horti.com.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n   \n<p><strong>Nome popular da fruta: <\/strong>Caju<\/p>\n   \n<p><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong>Anacardium occidentale L.<\/p>\n   \n<p><strong>Origem: <\/strong>Am\u00e9rica tropical<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h25.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"237\" height=\"316\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Fruto<\/h4>\n   \n<p><strong>O caju possui duas partes:<\/strong> a castanha ou fruto propriamente      dito e o pseudofruto (ped\u00fanculo floral), que \u00e9 a parte comumente vendida como      fruta. S\u00e3o conhecidas cerca de vinte variedades de <strong>caju<\/strong>,      classificadas segundo a consist\u00eancia da polpa, o formato, o paladar e a cor      da fruta (amarela, vermelha ou roxo-amarelada, dependendo da variedade).<\/p>\n   \n<h4>Planta<\/h4>\n   \n<p>De grande variabilidade gen\u00e9tica, o <strong>cajueiro<\/strong> \u00e9 classificado      basicamente em dois grupos, comum e an\u00e3o, definidos em fun\u00e7\u00e3o do porte das      plantas. \u00c9 uma planta perene, de ramifica\u00e7\u00e3o baixa e porte m\u00e9dio.<\/p>\n   \n<p>O tipo comum ou gigante \u00e9 o mais difundido, apresentando porte mais elevado      e entre 8 e 20 metros de envergadura (di\u00e2metro) da copa.A capacidade produtiva      individual \u00e9 muito vari\u00e1vel, com plantas que produzem abaixo de 1 kg at\u00e9 pr\u00f3ximo      de 180 kg de castanha por safra.<\/p>\n   \n<p>O tipo an\u00e3o (Anacardium occidentale L. var. nanum) caracteriza-se pelo porte      baixo \u0096 altura inferior a 4 metros \u0096, copa homog\u00eanea, di\u00e2metro do      caule e envergadura de copa inferiores ao do tipo comum e precocidade, iniciando      o florescimento entre 6 e 18 meses.<\/p>\n   \n<h4>Cultivo<\/h4>\n   \n<p>A cajucultura, em geral, se caracteriza pela baixa produtividade (m\u00e9dia de      30 a 240 kg\/ha de castanhas e 60 a 450 kg\/ha de ped\u00fanculo), resultante, principalmente,      do modo de forma\u00e7\u00e3o dos pomares e pelo baixo uso de tecnologia nas principais      regi\u00f5es produtoras.<\/p>\n   \n<p>O <strong>cajueiro comum<\/strong> \u00e9 normalmente plantado no sistema de pequenos      aglomerados, onde se pratica o cons\u00f3rcio com outras culturas, ou no sistema      de grandes plantios puros (solteiro) e ordenados. Em ambos os sistemas, o      n\u00edvel tecnol\u00f3gico empregado \u00e9 normalmente muito baixo, desde a escolha da      semente ao tipo de plantio e tratos culturais. O uso de insumos modernos \u0096      defensivos agr\u00edcolas, corretivos de solo e fertilizantes \u0096 \u00e9 restrito      ou ausente.<\/p>\n   \n<p>A recupera\u00e7\u00e3o da atividade no campo ocorre pelo uso de clones da variedade      an\u00e3, os quais permitem n\u00e3o s\u00f3 aumento da produtividade como tamb\u00e9m a melhoria      da qualidade da castanha para a ind\u00fastria e o aproveitamento do ped\u00fanculo,      cultivados dentro das modernas t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Os clones permitem obter, ap\u00f3s o 8\u00ba ano, produtividade m\u00e9dia de 1.200 kg      de castanhas\/ha e 2.200 kg de ped\u00fanculo\/ha em regime de sequeiro, atingindo      at\u00e9 5.000 kg de castanha\/ha e 9.000 kg de ped\u00fanculo\/ha sob irriga\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m      da maior produtividade, apresentam como vantagem o porte baixo, permitindo      a colheita dos ped\u00fanculos diretamente na planta, diferindo do <strong>cajueiro      comum<\/strong>, onde a colheita \u00e9 feita ap\u00f3s a queda dos frutos.<\/p>\n   \n<p>Com os atuais sistemas de cultivo, os produtores de <strong>caju<\/strong>      necessitam de um per\u00edodo relativamente longo para recuperar parte do capital      empregado na instala\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o do pomar. Para reduzir este tempo, a      ado\u00e7\u00e3o do cultivo adensado \u00e9 uma alternativa, que proporciona rendimentos      iniciais elevados e recupera\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida dos investimentos com o pomar.<\/p>\n   \n<p>O <strong>cajueiro-an\u00e3o<\/strong>, devido ao porte baixo, precocidade e alto      potencial produtivo, \u00e9 recomendado para o cultivo adensado.<\/p>\n   \n<h4>Usos<\/h4>\n   \n<p>O ped\u00fanculo \u00e9 composto de sais minerais, carboidratos, \u00e1cidos org\u00e2nicos e      um elevado teor de vitamina C. Por apresentar um excelente valor alimentar      e propriedades medicinais, \u00e9 amplamente recomendado na dieta humana. <\/p>\n   \n<p><strong>V\u00e1rios produtos podem ser obtidos a partir desta mat\u00e9ria-prima, como:<\/strong>      suco, polpa, gel\u00e9ia, cristalizados, doces, glac\u00ea, caju\u00edna, fruto ao xarope,      vinho, fibra (baga\u00e7o ou farinha) dentre outras.<\/p>\n   \n<h4>Mercado<\/h4>\n   \n<p>Apesar das suas propriedades e potencial de aproveitamento, verifica-se nas      principais regi\u00f5es produtoras grande desperd\u00edcio (90%) do ped\u00fanculo (pseudofruto),      pois a maioria se dedica apenas \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do fruto (castanha).<\/p>\n   \n<p>O mercado consumidor para ped\u00fanculo \u0093in natura\u0094 \u00e9 crescente e exigente.      A qualidade do ped\u00fanculo de <strong>caju<\/strong>, para esse mercado, est\u00e1      relacionada, principalmente, com o alto teor de a\u00e7\u00facar, baixa adstring\u00eancia      e a colora\u00e7\u00e3o externa. Embora tenha excelentes caracter\u00edsticas, a aceita\u00e7\u00e3o      do ped\u00fanculo fora do Brasil \u00e9 reduzida em fun\u00e7\u00e3o da elevada adstring\u00eancia,      causada pela presen\u00e7a de tanino. Taninos s\u00e3o grupos de compostos qu\u00edmicos      de origem vegetal, que provocam na pele \u00edntegra a sensa\u00e7\u00e3o de adstring\u00eancia      ou \u0093aperto\u0094. Na literatura, s\u00e3o citados teores de tanino de 0,22;      0,28 e 0,58 g\/100 ml, respectivamente, para sucos doce, \u00e1cido e adstringente.<\/p>\n   \n<p>A caju\u00edna \u00e9 uma bebida n\u00e3o alco\u00f3lica preparada com <strong>caju<\/strong>,      t\u00edpica do Nordeste do Brasil. Em grane parte \u00e9 produzida de forma artesanal      a partir do suco do caju. <\/p>\n   \n<p>O suco \u00e9 filtrado e misturado \u00e0 gelatina, que separa o tanino. Posteriormente      sofre clarifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>O aproveitamento do baga\u00e7o do caju &#8211; produto com maior porcentagem de fibras      do que seus similares \u0096 envolve a fabrica\u00e7\u00e3o de biscoitos, p\u00e3es, snacks      e at\u00e9 bolos com alto teor de fibras. A maioria dos biscoitos e p\u00e3es com fibras      encontrada no mercado \u00e9 produzida com a casca do trigo.<\/p>\n   \n<p>Outra alternativa para o aproveitamento do baga\u00e7o do caju \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o      na composi\u00e7\u00e3o da ra\u00e7\u00e3o para o gado e aves. O baga\u00e7o de caju pode ser utilizado      diretamente na alimenta\u00e7\u00e3o animal ou ser desidratado para uso posterior. No      entanto, \u00e9 necess\u00e1rio cuidado na formula\u00e7\u00e3o, para evitar preju\u00edzos ao animal.    <\/p>\n   \n<p>Conforme estudos, a formula\u00e7\u00e3o da ra\u00e7\u00e3o de ruminantes pode conter at\u00e9 45%      de baga\u00e7o de caju. Testes realizados com galinha caipira mostram que o uso      de at\u00e9 30% de baga\u00e7o na ra\u00e7\u00e3o n\u00e3o compromete a produ\u00e7\u00e3o de carne.<\/p>\n   \n<p><strong>Pierre Vilela<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.sebrae.com.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n   \n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n   \n<p>A hist\u00f3ria do <strong>caju<\/strong> no Brasil inicia-se com publica\u00e7\u00f5es de      um monge naturalista franc\u00eas chamado, Andr\u00e9 Thevet, em 1558. <\/p>\n   \n<p>Ele relatou fatos no seu livro \u0093Singularidades da Fran\u00e7a Ant\u00e1rtica\u0094,      a que outros chamam de \u0093Am\u00e9rica\u0094, sobre a primeira domina\u00e7\u00e3o francesa      no Brasil. O monge naturalista fez a primeira ilustra\u00e7\u00e3o da planta e seu fruto.    <\/p>\n   \n<p>Outro monge gaul\u00eas esteve no Brasil em 1557, Jean de L\u00e9ry, referindo-se tamb\u00e9m      ao caju em seu livro \u0093Viagem a terra do Brasil \u0093. <\/p>\n   \n<p>O primeiro escritor portugu\u00eas a descrever o<strong> cajueiro<\/strong> foi      Pedro Magalh\u00e3es Gandavo em 1576, comparou a castanha do <strong>caju<\/strong>      com a mais saborosa das am\u00eandoas. Outro pesquisador, Fern\u00e3o Cardim, em 1548,      descreveu que as castanhas podem ser comidas assadas, cruas e deitadas em      \u00e1gua como am\u00eandoas piladas, podendo-se ainda fazer doces. <\/p>\n   \n<p>Em 1587, o pesquisador, Gabriel Soares de Sousa, escreveu em seu livro \u0093Tratado      descritivo do Brasil em 1587 \u0093, sobre o uso da castanha e o valor medicinal      do suco, chamando a aten\u00e7\u00e3o para o \u00f3leo da casca da castanha. <\/p>\n   \n<p><strong>O cajueiro ficou cada vez mais conhecido:<\/strong> Mauricio de Nassau      protegeu os cajueiros, atrav\u00e9s da resolu\u00e7\u00e3o que fixou a multa de cem florins      por cajueiro derrubado, visto que a fruta tinha uma import\u00e2ncia de sustento      para os \u00edndios e para a exporta\u00e7\u00e3o de doces cristalizados para a Holanda.    <\/p>\n   \n<p>A origem brasileira do <strong>cajueiro<\/strong> \u00e9 aceita por quase todos      os autores modernos, o centro de origem e de dispers\u00e3o \u00e9 sem d\u00favidas o litoral      Nordestino. Quando os colonizadores aqui chegaram, encontraram o cajueiro      no litoral brasileiro. N\u00e3o existem registros sobre a fruta, durante o dom\u00ednio      espanhol nas ilhas do caribe e parte da Am\u00e9rica Central e do Sul.<\/p>\n   \n<p>O nome caju, vem do nome original tupi da planta, \u0093ac\u00e1-iu\u0094, ou      fruto amarelo, que aportuguesado ficou caju, foi adotado em quase todos os      idiomas, em algumas localidades em Portugal, chama-se noz portuguesa ou fruto      de Portugal, isto indica que foram os lusitanos que para c\u00e1 trouxeram o <strong>cajueiro<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p>O <strong>cajueiro<\/strong> foi aos poucos se espalhando em todo o territ\u00f3rio      nacional. Posteriormente os portugueses levaram o cajueiro para as \u00cdndias,      iniciando-se sua dissemina\u00e7\u00e3o pelo mundo, inclusive para a \u00c1frica, espalhou-se      pelas costas leste e oeste deste continente e l\u00e1 encontrou condi\u00e7\u00f5es muito      favor\u00e1veis para seu desenvolvimento. Pode-se afirmar que nos dias atuais a      \u00e1rea de ocorr\u00eancia dos <strong>cajueiros<\/strong> esta compreendida entre      as latitudes de 30o norte e 31o sul, vegetando em estado natural ou sob cultivo      em diversos pa\u00edses. <\/p>\n   \n<p>O <strong>cajueiro <\/strong>permite o uso de diversas partes da planta, a      raiz do cajueiro pode ser usada como purgante, ou mesmo como suporte para      facilitar o transporte de mercadorias pelos trabalhadores. A folha serve como      curtume, tem um alto teor de tanino, pode tamb\u00e9m ser usado em redes de pesca,      devido sua alta resist\u00eancia. A folha tamb\u00e9m pode ser usada como medicinal      na terap\u00eautica das avitaminoses. As cascas, tamb\u00e9m ricas em tanino, podem      ser usadas para fazer ch\u00e1s, contra hemorragias, diarr\u00e9ia e \u00falceras. Quando      cozidas, as cascas liberam uma subst\u00e2ncia tintorial avermelhada-escura, muito      utilizada pelos pescadores para tingir suas roupas, redes e linhas de pesca,      com isto adquirem maior durabilidade. <\/p>\n   \n<p>O <strong>caju<\/strong> \u00e9, entre as frutas comest\u00edveis cultivadas, uma das      que apresentam maior teor de vitamina C ( acido asc\u00f3rbico ), a castanha pode      ser consumida de diversas formas, seu sabor e valor nutricional s\u00e3o reconhecidos.      Al\u00e9m disto o caju possui teores de a\u00e7ucares, taninos e minerais, entre eles      o ferro, c\u00e1lcio e f\u00f3sforo. Segundo Ventura e Lima, em 1959, o <strong>caju<\/strong>      possui ainda 14 tipos de amino\u00e1cidos, com maior presen\u00e7a da alanina, valina      e leucina, segue-se ainda a prolina, triptofano e o \u00e1cido glut\u00e2mico. O caju      tem, portanto, uma import\u00e2ncia medicinal, principalmente do sistema nervoso,      \u00e9 um t\u00f4nico de primeira qualidade e ainda antient\u00e9rico, diur\u00e9tico e levemente      depurador.<\/p>\n   \n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o do <strong>caju<\/strong> pode ser de diversas formas, como alimento      \u0093in natura \u0093, inteiro, cortado em rodelas, acompanhando pratos como      a feijoada e as peixadas, como tira gosto para aperitivo, como suco, com leite,      cozido, doces, refrigerante, etc. <\/p>\n   \n<p><strong>O cajueiro ocupa lugar de destaque entre as plantas frut\u00edferas tropicais,      em face a crescente comercializa\u00e7\u00e3o de seus produtos principais:<\/strong>      castanha, \u00f3leo e a polpa da fruta. O cajueiro \u00e9 uma planta adaptada a condi\u00e7\u00f5es      adversas, sempre foi cultivado de forma natural, permite uma conviv\u00eancia com      diversas outras esp\u00e9cies vegetais e animais, enfim \u00e9 uma planta com enorme      potencial de desenvolvimento em sistemas agroecologicos com base na sustentabilidade      ambiental. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.planetaorganico.com.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h29.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"292\" height=\"197\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p>De apar\u00eancia ex\u00f3tica, aroma agrad\u00e1vel e sabor singular, o <strong>caju<\/strong>      \u00e9 uma fruta perfeita para colorir, perfumar, enriquecer e diversificar pratos      da culin\u00e1ria tropical.<\/p>\n   \n<p>A refer\u00eancia sensorial e nutricional da <strong>am\u00eandoa<\/strong> e da polpa      suculenta faz desta uma das frutas nativas de maior potencial para a explora\u00e7\u00e3o      sustentada no territ\u00f3rio brasileiro. <\/p>\n   \n<p>O ped\u00fanculo ou pseudofruto do <strong>cajueiro<\/strong> \u00e9 consumido pelo      sabor especial e pelo alto valor nutritivo, relacionado, principalmente, ao      elevado teor de vitamina C.<\/p>\n   \n<p>O nome <strong>caju<\/strong> \u00e9 oriundo da palavra ind\u00edgena \u0093acaiu\u0094,      que, em tupi, quer dizer \u0093noz que se produz\u0094.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h36.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"323\" height=\"266\" title=\"Caju\" \/><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p>O <strong>caju<\/strong> \u00e9 considerado muitas vezes como o fruto      do cajueiro, embora seja um pseudofruto.<\/p>\n   \n<p><strong>\u00c9 constitu\u00eddo de duas partes: <\/strong>a parte carnosa      do caju, que \u00e9 um pseudofruto formado pelo ped\u00fanculo e a castanha (fruto).    <\/p>\n   \n<p>A parte carnosa do caju \u00e9 muito apreciada e consumida in natura      ou na forma de suco; sorvete; refrigerante; doces em calda; al\u00e9m de possuir      elevado teor de vitamina C. <\/p>\n   \n<p>J\u00e1 a castanha tornou-se uma especiaria de luxo, indispens\u00e1vel na      culin\u00e1ria nordestina. O tamanho varia de 3 a 5 cm e apresenta colora\u00e7\u00e3o escura.<\/p>\n   \n<p>O cajueiro \u00e9 uma \u00e1rvore de m\u00e9dio porte, podendo alcan\u00e7ar at\u00e9 20 m de altura.      Suas folhas s\u00e3o eficazes na cicatriza\u00e7\u00e3o de feridas. A colheita ocorre de      julho a dezembro, podendo em alguns casos estender-se at\u00e9 maio. Quando maduro,      o caju apresenta cor amarela, vermelha ou roxo-amarelada.<\/p>\n   \n<p>O <strong>caju <\/strong>al\u00e9m de ser riqu\u00edssimo em vitamina C, \u00e9 tamb\u00e9m fonte      de betacaroteno (provitamina A), vitamina do complexo B e dos minerais c\u00e1lcio,      magn\u00e9sio, mangan\u00eas, pot\u00e1ssio, f\u00f3sforo e ferro. Al\u00e9m disso, fornece carboidratos      e sua castanha \u00e9 uma boa fonte de prote\u00ednas e gorduras. Auxilia tamb\u00e9m na      contra\u00e7\u00e3o muscular, pelo seu conte\u00fado em minerais. Das folhas novas do cajueiro      pode se extrair um suco muito utilizado contra aftas e c\u00f3licas intestinais.      A raiz pode ser utilizada na medicina como laxante.<\/p>\n   \n<p>O caju bom para o consumo deve estar bem fresco. A casca deve ter cor firme      (segundo a variedade), sem manchas ou machucados. Como \u00e9 uma fruta muito f\u00e1cil      de estragar, deve ser consumido no mesmo dia da compra. Se estiver bem firme,      pode ficar guardado na geladeira por dois dias, no m\u00e1ximo. <\/p>\n   \n<h4>O <strong>cajueiro <\/strong><\/h4>\n   \n<p>O <strong>cajueiro <\/strong>\u00e9 uma planta r\u00fastica, t\u00edpica de regi\u00f5es de clima      tropical. Na amaz\u00f4nia tropical, as \u00e1rvores apresentam porte bastante elevado;      nos estados do Nordeste brasileiro, a principal esp\u00e9cie de ocorr\u00eancia \u00e9 o      Anacardium occidentale L., cujas \u00e1rvores apresentam pequeno e m\u00e9dio porte.    <\/p>\n   \n<p>Nas regi\u00f5es de cerrado do Brasil Central as esp\u00e9cies nativas podem apresentar      porte m\u00e9dio, como o cajueiro-arb\u00f3reo-do-cerrado (A. othonianum), por te arbustivo,      como o <strong>cajueiro-do-campo<\/strong> (A. humile) ou at\u00e9 porte rasteiro      (A. nanum e A. corymbosum). <\/p>\n   \n<p>As esp\u00e9cies do cerrado produzem pseudofrutos arom\u00e1ticos conhecidos como caju\u00ed,      caju-docampo, cajuzinho-do-campo, caju-do-cerrado, caju-rasteiro, caju-de-\u00e1r      vore-do-cerrado, que possuem sabor muito agrad\u00e1vel e tamanho bem menor do      que o caju produzido no Nordeste.<\/p>\n   \n<p>O A. occidentale L. \u00e9 a \u00fanica esp\u00e9cie do g\u00eanero que \u00e9 cultivada com finalidade      comercial. As demais esp\u00e9cies s\u00e3o exploradas apenas por extrativismo. <\/p>\n   \n<p>O <strong>caju\u00ed<\/strong> nativo no cerrado brasileiro \u00e9 largamente consumido      ao natural ou mesmo sob a forma de sucos, doces e gel\u00e9ias. O pequeno tamanho      destes ped\u00fanculos favorece a produ\u00e7\u00e3o das famosas compotas e desidratados,      tamb\u00e9m conhecidos como \u0093passas\u0094 de caju. Por fermenta\u00e7\u00e3o fornece      uma esp\u00e9cie de vinho ou aguardente, conhecido por comunidades ind\u00edgenas como      \u0093cauim\u0094.<\/p>\n   \n<p>Conforme os trabalhos de pesquisa desenvolvidos pela Embrapa e por outras      institui\u00e7\u00f5es de pesquisa, o ped\u00fanculo de <strong>caju<\/strong> \u00e9 rico em vitamina      C, fibras e compostos fen\u00f3licos. Al\u00e9m do potencial vitam\u00ednico, estes compostos      conferem potencial antioxidante \u00e0 polpa do caju. Esta propriedade biol\u00f3gica      est\u00e1 associada \u00e0 preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as cr\u00f4nicodegenerativas, como problemas      cardiovasculares, c\u00e2ncer e diabetes, que avan\u00e7am a cada ano, superando estat\u00edsticas      e preocupando as lideran\u00e7as governamentais da \u00e1rea de sa\u00fade. <\/p>\n   \n<p>O aumento das doen\u00e7as cr\u00f4nicodegenerativas est\u00e1 associado ao aumento da expectativa      de vida da popula\u00e7\u00e3o e \u00e0s caracter\u00edsticas da vida moderna, como mudan\u00e7as de      h\u00e1bitos alimentares, sedentarismo e polui\u00e7\u00e3o. A necessidade de aumento do      consumo de frutas tem sido uma recomenda\u00e7\u00e3o crescente da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial      da Sa\u00fade, visando \u00e0 preven\u00e7\u00e3o do desenvolvimento das doen\u00e7as cr\u00f4nico-degenerativas.      De acordo com resultados de pesquisas realizadas no Brasil, pela Embrapa,      e fora do Brasil, o <strong>caju<\/strong> \u00e9 um forte candidato para acrescentar      sa\u00fade, sabor e beleza na mesa tropical.<\/p>\n   \n<p>Assim como acontece no Nordeste do Brasil, na regi\u00e3o Centro-Oeste a castanha      de <strong>caju\u00ed<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 aproveitada para a produ\u00e7\u00e3o da am\u00eandoa,      depois de descascada e torrada. As am\u00eandoas de caju s\u00e3o ricas em prote\u00ednas      e lip\u00eddeos. Na fra\u00e7\u00e3o oleosa, predominam os \u00e1cidos graxos ol\u00e9ico (60,3%) e      linol\u00e9ico (21,5%), que s\u00e3o gorduras insaturadas e apresentam boa estabilidade,      o que \u00e9 uma caracter\u00edstica desej\u00e1vel, tanto para a sa\u00fade humana quanto par      tecnologia de alimentos. Segundo a Tabela de Composi\u00e7\u00e3o de Alimentos apresentada      por Franco (1992), as am\u00eandoas ainda s\u00e3o ricas em vitamina B1 (1000 micrograma\/100g);      vitamina B2 (560 micrograma\/100g); vitamina PP ou niacina (4,5 mg\/100g); f\u00f3sforo      (575 mg\/100g) e ferro (5,6 mg\/ 100g).<\/p>\n   \n<p>O l\u00edquido da casca da castanha de <strong>caju<\/strong> (LCC) \u00e9 muito empregado      na ind\u00fastria qu\u00edmica para a produ\u00e7\u00e3o de pol\u00edmeros que s\u00e3o utilizados na produ\u00e7\u00e3o      de mat\u00e9rias pl\u00e1sticas, isolantes e vernizes. <\/p>\n   \n<p>Este \u00f3leo \u00e9 constitu\u00eddo principalmente por compostos fen\u00f3licos, como os \u00e1cidos      anac\u00e1rdicos. As propriedades biol\u00f3gicas dos \u00e1cidos anac\u00e1rdicos t\u00eam merecido      aten\u00e7\u00e3o especial nos \u00faltimos anos, por se apresentarem como inibidores de      enzimas medicinalmente importantes, al\u00e9m de compreenderem propriedades antimicrobianas,      anticoagulante e antitumor.<\/p>\n   \n<p>Estes compostos fen\u00f3licos, que est\u00e3o presentes nos ped\u00fanculos e nas am\u00eandoas,      em pequenas quantidades, representam at\u00e9 25% do peso da casca da castanha      de <strong>caju<\/strong>, de onde s\u00e3o extra\u00eddos para o aproveitamento industrial.    <\/p>\n   \n<p>O incentivo ao uso e \u00e0 explora\u00e7\u00e3o sustentada do caju e do caju\u00ed apresenta-se      como uma importante solu\u00e7\u00e3o para a melhoria da qualidade de vida do homem      do campo, especialmente nas regi\u00f5es Nordeste e Centro-Oeste do Brasil.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.jornalentreposto.com.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h22.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"297\" height=\"210\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Potente antiss\u00e9ptico<\/h4>\n   \n<p>Do ponto de vista nutritivo, \u00e9 uma fruta muito rica. Seu teor de vitamina      C \u00e9 bem maior que o da laranja. <\/p>\n   \n<p>O <strong>caj\u00fa <\/strong>tem ainda quantidades razo\u00e1veis de Niacina, uma das      vitaminas do Complexo B, e Ferro. A vitamina C age contra infec\u00e7\u00f5es, a Niacina      combate problemas de pele, e o Ferro contribui para a forma\u00e7\u00e3o do sangue.<\/p>\n   \n<p>Por ser rico em fibras, o caj\u00fa \u00e9 indicado para aumentar a movimenta\u00e7\u00e3o intestinal.    <\/p>\n   \n<p>Em bom estado, a fruta n\u00e3o deve ser verde, nem ter marcas de picadas de insetos.<\/p>\n   \n<p>O caj\u00fa ao natural \u00e9 excelente no combate ao reumatismo e eczemas de pele.      E o \u00f3leo de castanha de caj\u00fa \u00e9 considerado potente antiss\u00e9ptico, limpando      feridas e ajudando na sua cicatriza\u00e7\u00e3o. Esse \u00f3leo \u00e9 tamb\u00e9m indicado no combate      a vermes intestinais.<\/p>\n   \n<p>As folhas novas do <strong>cajueiro<\/strong>, quando cozidas e colocadas      sobre feridas promovem sua cicatriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Seu per\u00edodo de safra vai de janeiro a fevereiro. Cem gramas de caj\u00fa fornecem      46 calorias.<\/p>\n   \n<p><strong>O caj\u00fa, fruto do cajueiro, tem duas partes:<\/strong> o fruto propriamente      dito, que \u00e9 a castanha, e o pseudofruto, chamado cientificamente ped\u00fanculo      floral, que \u00e9 a parte comumente vendida como a fruta. S\u00e3o conhecidas cerca      de vinte variedades de caj\u00fa, classificadas segundo a consist\u00eancia da polpa,      o formato, o paladar e a cor da fruta (amarela, vermelha ou roxo-amarelada,      dependendo da variedade). Quando ainda verde, o caj\u00fa \u00e9 chamado de maturi e      \u00e9 muito usado na cozinha do Nordeste no preparo de picadinhos e refogados.      \u00c9 muito rico em vitamina C e cont\u00e9m ainda, em quantidades menores, vitaminas      A e do complexo B. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h23.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"222\" height=\"230\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m de ser consumido ao natural, o caj\u00fa pode ser preparado em forma de suco      simples (cajuada) ou de sorvetes, doces em calda ou pasta, licores, vinhos,      xaropes e vinagres. Combinado com cacha\u00e7a ou gim, vira o conhecido &#8220;caj\u00fa-amigo&#8221;,servido      como aperitivo. Depois de extra\u00eddo o suco, sobra o baga\u00e7o do caj\u00fa, muito rico      em celulose, que pode ser usado na cozinha como nas famosas &#8220;frigideiras&#8221;      nordestinas &#8211; uma varia\u00e7\u00e3o de fritada.<\/p>\n   \n<p>O caj\u00fa bom para o consumo deve estar bem fresco. A casca deve ter cor firme      (segundo a variedade), sem manchas ou machucados. Como \u00e9 uma fruta muito f\u00e1cil      de estragar, deve ser consumido no mesmo dia da compra. Se estiver bem firme,      pode ficar guardado na geladeira por dois dias, no m\u00e1ximo. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.senado.gov.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n   \n<p><strong>Nome Cient\u00edfico: <\/strong>Anacardium occidentale L.<\/p>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia:<\/strong> Anacardiaceae <\/p>\n   \n<p><strong>Nomes Populares: <\/strong>Cajueiro, acaja\u00edba, acaju, acaju\u00edba, caju-manso,      caju-banana, caju-manteiga, caju-da-praia, caju-de-casa <\/p>\n   \n<p>Nome oriundo da palavra ind\u00edgena acaiu, que em tupi quer dizer &#8220;noz      que se produz&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Teve origem na Am\u00e9rica tropical e \u00e9 facilmente encontrado no norte e nordeste      do Brasil. A parte carnosa do <strong>caju<\/strong> (que \u00e9 um pseudofruto      formado pelo ped\u00fanculo) \u00e9 muito apreciada na forma de bebidas, al\u00e9m de possuir      elevado teor de vitamina C. J\u00e1 a castanha (fruto), por sua vez, tornou-se      especiaria de luxo, indispens\u00e1vel na culin\u00e1ria nordestina e muito difundida      em todo o mundo.<\/p>\n   \n<p>O <strong>caju<\/strong> \u00e9 uma fruta t\u00edpica da Am\u00e9rica do Sul e muito comum      no litoral nordestino do Brasil. A polpa do caju \u00e9 extremamente rica em vitamina      C e pode ser consumida pura em sucos, sorvetes, doces e bebidas.<\/p>\n   \n<p>Assim, o suco de caju tem efeitos diur\u00e9tico, depurativo e sudor\u00edfero. <\/p>\n   \n<p>Alguns m\u00e9dicos naturalistas recomendam a polpa ou o suco nos tratamentos      de diabete, eczema e reumatismo e no combate a gripes e resfriados.<\/p>\n   \n<p>Popularmente considerada como um afrodis\u00edaco, a castanha-de-caju provavelmente      adquiriu esta fama devido \u00e0 sua grande quantidade de calorias. <\/p>\n   \n<p>Calcula-se que 100g de castanhas-de-caju contenham aproxiadamente 600 calorias,      o que lhes confere um poderoso efeito energ\u00e9tico. <\/p>\n   \n<h4>Aplica\u00e7\u00f5es<\/h4>\n   \n<p>A polpa pode ser utilizada na prepara\u00e7\u00e3o de sucos, sorvetes, vinhos, licores      ou doces.<\/p>\n   \n<h4>Colheita<\/h4>\n   \n<p>De agosto a janeiro.<\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas Morfol\u00f3gicas<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Altura de 5-10m, com tronco tortuoso de 25-40cm de di\u00e2metro; em solos argilosos        de boa fertilidade pode atingir at\u00e9 20m de altura. <br \/>\n       Folhas glabras, de cor r\u00f3sea quando jovens, de 8-14cm de comprimento por        6-8cm de largura. <br \/>\n       O ped\u00fanculo super desenvolvido e suculento \u00e9 geralmente confundido com o        fruto, quando na verdade a castanha afixada \u00e0quele, \u00e9 o verdadeiro fruto.      <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Ocorr\u00eancia:<\/strong> Campos e dunas da costa norte do pa\u00eds, principalmente      nos estados do Piau\u00ed e Maranh\u00e3o. <\/p>\n   \n<p><strong>Madeira:<\/strong> Madeira leve (densidade 0,42 g\/cm3), forte de de      longa durabilidade. <\/p>\n   \n<p><strong>Fenologia:<\/strong> Floresce a partir do m\u00eas de junho, prolongando-se      at\u00e9 novembro. Os frutos amadurecem nos meses de setembro at\u00e9 janeiro. <\/p>\n   \n<h4>Utilidade<\/h4>\n   \n<p>A madeira \u00e9 apropriada para constru\u00e7\u00e3o civil, servi\u00e7os de torno, capintaria      e marcenaria, confec\u00e7\u00e3o de cabos de ferramentas agr\u00edcolas, cepas de tamanco      e caixotaria. <\/p>\n   \n<p>A \u00e1rvore \u00e9 muito cultivada em quase todo o pa\u00eds e no exterior para a obten\u00e7\u00e3o      de seu pseudofruto (<strong>caju<\/strong>) e de sua castanha; os frutos s\u00e3o      muito consumidos em todo pa\u00eds, e a castanha \u00e9 bastante popular e exportada      para quase todo o mundo.<\/p>\n   \n<p>Os frutos ou ped\u00fanculos pedem ser consumidos in natura, na forma de suco      e de doces caseiros. <\/p>\n   \n<p>O suco de seu fruto \u00e9 industrializado e altamente apreciado em todo o pa\u00eds.      A casca da castanha fornece um \u00f3leo industrial. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 planta indispens\u00e1vel nos pomares caseiros da costa litor\u00e2nea. As flores      s\u00e3o mel\u00edferas.<\/p>\n   \n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o (100g)<\/strong><\/p>\n      \n<table width=\"27%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Calorias<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">56kcal <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Umidade<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">87.10g <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Prote\u00ednas<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.80g <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Fibra<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.50g <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>C\u00e1lcio <\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4.00mg <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>F\u00f3sforo<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">18.00mg <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Ferro<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.00mg<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Vitam. B1<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.03mg <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Vitam. B2<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.03mg <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Niacina<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.40mg <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Vitam. C<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">219.00mg<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>pH<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4.10<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Brix<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">11.63% <\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Acidez <\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.74% <\/td>\n     <\/tr>\n<\/table>\n   \n<p>Fonte:  www.clubedasemente.org.br\/www.amazon.com.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n   \n<h4>Cajueiro &#8211; Anacardium occidentale<\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h27.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"234\" height=\"256\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Cajueiro <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Ocorr\u00eancia: <\/strong>Costa norte do pa\u00eds, principalmente nos estados      do Piau\u00ed e Maranh\u00e3o, \u00e9 naturalizado em todo o Brasil tropical, principalmente      na costa litor\u00e2nea. <\/p>\n   \n<p><strong>Outros nomes: <\/strong>Acaja\u00edba, acaju, caju manso, caju banana,      caju manteiga, caju da praia, caju de casa.<\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas<\/h4>\n   \n<p>\u00c1rvore de 5 a 10 m de altura por 25 a 40 cm de di\u00e2metro, dotada de tronco      curto, geralmente tortuoso, revestido por casca um pouco \u00e1spera e partida      que descama em pequenas placas de formas irregulares. <\/p>\n   \n<p>Planta perenif\u00f3lia, ou seja, que n\u00e3o perde totalmente as folhas durante o      ano, adaptada ao crescimento a pleno sol, com n\u00edtida prefer\u00eancia por solos      arenosos e bem drenados. Possui copa baixa, arredondada e ampla, com ampla      ramifica\u00e7\u00e3o que chega a tocar o solo.<\/p>\n   \n<p>Em terrenos muito pobres seu porte n\u00e3o ultrapassa a de um arbusto. <\/p>\n   \n<p>Em algumas situa\u00e7\u00f5es, quando muito velho, o tronco torna-se inclinado e tortuoso      com ramos que chegam a rastejar sobre o solo, vindo a ocupar grandes \u00e1reas.    <\/p>\n   \n<p>A prop\u00f3sito, existe um exemplar no Rio Grande do norte que at\u00e9 ficou famoso      e virou atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 o celebre \u0093<strong>cajueiro de Pirangi<\/strong>\u0094 que ocupa sozinho      uma \u00e1rea de mais de 7 mil2.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h28.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"245\" height=\"229\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Habitat <\/strong>&#8211; campos e dunas <br \/>\n<strong>Propaga\u00e7\u00e3o<\/strong> \u0096 sementes<br \/>\n<strong>Madeira <\/strong>\u0096 leve, forte e de longa durabilidade <\/p>\n   \n<h4>Utilidade<\/h4>\n   \n<p>Planta de m\u00faltiplos usos localmente, tanto alimentar como medicinal. Por      isso \u00e9 tamb\u00e9m chamado de \u0093boi vegetal\u0094. Al\u00e9m disso, \u00e9 amplamente      cultivada para aproveitamento industrial de suas castanhas e frutos. <\/p>\n   \n<p>A parte denominada popularmente \u0093fruto\u0094 \u00e9 na verdade um \u0093pseudofruto\u0094      resultante do super desenvolvimento do ped\u00fanculo floral da planta, que quando      maduro torna-se de cor amarela ou vermelha dependendo da variedade. <\/p>\n   \n<p>A \u0093<strong>castanha<\/strong>\u0094 \u00e9 o verdadeiro fruto, botanicamente      falando. <\/p>\n   \n<p>O pseudofruto pode ser consumido in natura ou na forma de gel\u00e9ias, doces,      sucos, passas, etc. <\/p>\n   \n<p>J\u00e1 a <strong>castanha<\/strong> s\u00f3 pode ser consumida torrada devido ao alto      conte\u00fado de \u00e1cidos que queima a mucosa bucal. <\/p>\n   \n<p>A sua extra\u00e7\u00e3o e industrializa\u00e7\u00e3o \u00e9 de grande import\u00e2ncia econ\u00f4mica para      o nordeste do pa\u00eds, sendo tamb\u00e9m importante fonte de divisas para o pa\u00eds que      a exporta para todo o mundo. <\/p>\n   \n<p>A transforma\u00e7\u00e3o industrial dos pseudofrutos, principalmente na forma de sucos,      \u00e9 igualmente importante para a economia do Nordeste. <\/p>\n   \n<p>Da casca da <strong>castanha<\/strong> \u00e9 obtido um \u00f3leo resinoso conhecido      como cardol de amplo uso na fabrica\u00e7\u00e3o de vernizes, isolantes, inseticidas,      etc. <\/p>\n   \n<p>A exuda\u00e7\u00e3o da casca fornece uma goma resinosa totalmente inatacada por insetos      e a pr\u00f3pria casca \u00e9 rica em tanino. <\/p>\n   \n<p>A madeira \u00e9 de inferior qualidade, sendo aproveitada apenas para caixotaria      e lenha. Suas flores s\u00e3o mel\u00edferas. <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Florescimento <\/strong>\u0096 junho a setembro <br \/>\n<strong>Frutifica\u00e7\u00e3o<\/strong> \u0096 novembro a janeiro <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.vivaterra.org.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h31.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"264\" height=\"179\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p>O <strong>Caj\u00fa<\/strong> tem um sabor e aroma agrad\u00e1vel, o caju \u00e9 uma fruta      perfeita para colorir, perfumar, enriquecer e diversificar pratos da culin\u00e1ria      tropical. A refer\u00eancia sensorial e nutricional da am\u00eandoa e da polpa suculenta      faz desta uma das frutas nativas de maior potencial para a explora\u00e7\u00e3o sustentada      no territ\u00f3rio brasileiro. O ped\u00fanculo ou pseudofruto do cajueiro \u00e9 consumido      pelo sabor especial e pelo alto valor nutritivo, relacionado, principalmente,      ao elevado teor de vitamina C.<\/p>\n   \n<p>O nome caju \u00e9 oriundo da palavra ind\u00edgena &#8220;acaiu&#8221;, que, em tupi,      quer dizer &#8220;noz que se produz&#8221;.<\/p>\n   \n<p>O <strong>cajueiro<\/strong> \u00e9 uma planta r\u00fastica, t\u00edpica de regi\u00f5es de clima      tropical. Na amaz\u00f4nia tropical, as \u00e1rvores apresentam porte bastante elevado;      nos estados do Nordeste brasileiro, a principal esp\u00e9cie de ocorr\u00eancia \u00e9 o      Anacardium occidentale L., cujas \u00e1rvores apresentam pequeno e m\u00e9dio porte.<\/p>\n   \n<p>Nas regi\u00f5es de cerrado do Brasil Central as esp\u00e9cies nativas podem apresentar      porte m\u00e9dio, como o cajueiro-arb\u00f3reo-do-cerrado (A. othonianum), porte arbustivo,      como o cajueiro-do-campo (A. humile) ou at\u00e9 porte rasteiro (A. nanum e A.      corymbosum).<\/p>\n   \n<p>As esp\u00e9cies do cerrado produzem pseudofrutos arom\u00e1ticos conhecidos como <strong>caju\u00ed,      caju-do-campo<\/strong>, <strong>cajuzinho-do-campo<\/strong>, <strong>caju-do-cerrado<\/strong>,      <strong>caju-rasteiro, caju-de-\u00e1rvore-do-cerrado<\/strong>, que possuem sabor      muito agrad\u00e1vel e tamanho bem menor do que o caju produzido no Nordeste.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h30.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"193\" height=\"168\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p>Conforme os trabalhos de pesquisa desenvolvidos pela Embrapa e por outras      institui\u00e7\u00f5es de pesquisa, o ped\u00fanculo de caju \u00e9 rico em vitamina C, fibras      e compostos fen\u00f3licos. Al\u00e9m do potencial vitam\u00ednico, estes compostos conferem      potencial antioxidante \u00e0 polpa do <strong>caju<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>Esta propriedade biol\u00f3gica est\u00e1 associada \u00e0 preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as cr\u00f4nico-degenerativas,      como problemas cardiovasculares, c\u00e2ncer e diabetes, que avan\u00e7am a cada ano,      superando estat\u00edsticas e preocupando as lideran\u00e7as governamentais da \u00e1rea      de sa\u00fade. O aumento das doen\u00e7as cr\u00f4nico- degenerativas est\u00e1 associado ao aumento      da expectativa de vida da popula\u00e7\u00e3o e \u00e0s caracter\u00edsticas da vida moderna,      como mudan\u00e7as de h\u00e1bitos alimentares, sedentarismo e polui\u00e7\u00e3o. A necessidade      de aumento do consumo de frutas tem sido uma recomenda\u00e7\u00e3o crescente da Organiza\u00e7\u00e3o      Mundial da Sa\u00fade, visando \u00e0 preven\u00e7\u00e3o do desenvolvimento das doen\u00e7as cr\u00f4nico-degenerativas.      De acordo com resultados de pesquisas realizadas no Brasil, pela Embrapa,      e fora do Brasil, o <strong>caju<\/strong> \u00e9 um forte candidato para acrescentar      sa\u00fade, sabor e beleza na mesa tropical.<\/p>\n   \n<p>Assim como acontece no Nordeste do Brasil, na regi\u00e3o Centro-Oeste a <strong>castanha<\/strong>      de caju\u00ed tamb\u00e9m \u00e9 aproveitada para a produ\u00e7\u00e3o da am\u00eandoa, depois de descascada      e torrada.<\/p>\n   \n<p>As <strong>am\u00eandoas<\/strong> de <strong>caju<\/strong> s\u00e3o ricas em prote\u00ednas      e lip\u00eddeos. Na fra\u00e7\u00e3o oleosa, predominam os \u00e1cidos graxos ol\u00e9ico (60,3%) e      linol\u00e9ico (21,5%), que s\u00e3o gorduras insaturadas e apresentam boa estabilidade,      o que \u00e9 uma caracter\u00edstica desej\u00e1vel, tanto para a sa\u00fade humana quanto para      a tecnologia de alimentos.<\/p>\n   \n<p>Segundo a Tabela de Composi\u00e7\u00e3o de Alimentos apresentada por Franco (1992),      as am\u00eandoas ainda s\u00e3o ricas em vitamina B1 (1000 micrograma\/100g); vitamina      B2 (560 micrograma\/100g); vitamina PP ou niacina (4,5 mg\/100g); f\u00f3sforo (575      mg\/100g) e ferro (5,6 mg\/100g).<\/p>\n   \n<p>O l\u00edquido da casca da castanha de caju (LCC) \u00e9 muito empregado na ind\u00fastria      qu\u00edmica para a produ\u00e7\u00e3o de pol\u00edmeros que s\u00e3o utilizados na produ\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias      pl\u00e1sticas, isolantes e vernizes. Este \u00f3leo \u00e9 constitu\u00eddo principalmente por      compostos fen\u00f3licos, como os \u00e1cidos anac\u00e1rdicos. <\/p>\n   \n<p>As propriedades biol\u00f3gicas dos \u00e1cidos anac\u00e1rdicos t\u00eam merecido aten\u00e7\u00e3o especial      nos \u00faltimos anos, por se apresentarem como inibidores de enzimas medicinalmente      importantes, al\u00e9m de compreenderem propriedades antimicrobianas, anticoagulante      e antitumor.<\/p>\n   \n<p>Estes compostos fen\u00f3licos, que est\u00e3o presentes nos ped\u00fanculos e nas am\u00eandoas,      em pequenas quantidades, representam at\u00e9 25% do peso da casca da castanha      de <strong>caju<\/strong>, de onde s\u00e3o extra\u00eddos para o aproveitamento industrial.    <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.sitecurupira.com.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h35.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"171\" height=\"283\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p>O <strong>caju<\/strong> \u00e9 uma fruta que merece nossa melhor acolhida \u00e0 mesa.      Pertence \u00e0 fam\u00edlia das anacardi\u00e1ceas, em que se incluem tamb\u00e9m a manga, a      aroeira, o imbu, a ciriguela e o caj\u00e1-manga.<\/p>\n   \n<p>O Caju possui diversas propriedades terap\u00eauticas, antidiab\u00e9tica, adstringente,      antidiarr\u00e9ica, depurativa, t\u00f4nica, antiasm\u00e1tica, anti-s\u00e9ptica, antiinflamat\u00f3ria,      vitaminizante, depurativa, expectorante, verm\u00edfuga, diur\u00e9tica. O fruto do      Caju \u00e9 duro e oleaginoso, mais conhecido como castanha-de-caju, consumido      assado e salgado.<\/p>\n   \n<p>Do ponto de vista nutritivo, \u00e9 uma fruta muito rica. Seu teor de vitamina      C \u00e9 bem maior que o da laranja. O caj\u00fa tem ainda quantidades razo\u00e1veis de      Niacina, uma das vitaminas do Complexo B, e Ferro. A vitamina C age contra      infec\u00e7\u00f5es, a Niacina combate problemas de pele, e o Ferro contribui para a      forma\u00e7\u00e3o do sangue. <\/p>\n   \n<p>Por ser rico em fibras, o caj\u00fa \u00e9 indicado para aumentar a movimenta\u00e7\u00e3o intestinal.    <\/p>\n   \n<p>Em bom estado, a fruta n\u00e3o deve ser verde, nem ter marcas de picadas de insetos.    <\/p>\n   \n<p>O caj\u00fa ao natural \u00e9 excelente no combate ao reumatismo e eczemas de pele.      E o \u00f3leo de castanha de caj\u00fa \u00e9 considerado potente antiss\u00e9ptico, limpando      feridas e ajudando na sua cicatriza\u00e7\u00e3o. Esse \u00f3leo \u00e9 tamb\u00e9m indicado no combate      a vermes intestinais. <\/p>\n   \n<p>As folhas novas do <strong>cajueiro<\/strong>, quando cozidas e colocadas      sobre feridas promovem sua cicatriza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>Seu per\u00edodo de safra vai de janeiro a fevereiro. <\/p>\n   \n<p>Cem gramas de caj\u00fa fornecem 46 calorias. <\/p>\n   \n<h4>Uso Medicinal<\/h4>\n   \n<p>A casca da castanha de <strong>caju<\/strong> encerra um \u00f3leo de cheiro forte,      acre e c\u00e1ustico, conhecido como cardol ou resina de <strong>caju<\/strong>,      da qual se extrai o \u00e1cido anac\u00e1rdico.<\/p>\n   \n<p>O \u00f3leo de caju tem servido para cauterizar excrec\u00eancias, avivar dartos, modificar      \u00falceras, acalmar a dor de dente e, no tratamento da lepra, foi usado como      c\u00e1ustico para os lepromas.<\/p>\n   \n<h4>Valor Aliment\u00edcio<\/h4>\n   \n<p>O <strong>caju<\/strong> amarelo \u00e9 o mais rico de todos; cont\u00e9m mais alto      teor de vitamina C (220 miligramas) do que o vermelho (212 miligramas). Pouco      maduro, cont\u00e9m menor teor; mas excessivamente maduro, tamb\u00e9m perde parte do      seu conte\u00fado em vitamina C. <\/p>\n   \n<p>A polpa do <strong>caju<\/strong> cont\u00e9m carboidratos, um pouco de prote\u00ednas,      gorduras e \u00e1gua. Apenas 30 a 40 gr. de caju, por dia, fornecem toda a quota      di\u00e1ria de vitamina C necess\u00e1ria ao homem adulto. <\/p>\n   \n<p>No preparo de doces de <strong>caju<\/strong>, perde-se mais da metade do      seu teor vitam\u00ednico, mas, ainda assim, resta boa por\u00e7\u00e3o, uma vez que os doces      s\u00e3o feitos em casa. <\/p>\n   \n<p>A castanha do <strong>caju<\/strong> \u00e9 um alimento em que, ao requintado sabor,      se acham aliadas altas qualidades nutritivas. Deve ser usada torrada. \u00c9 rica      em vitaminas do complexo H, como tiamina, riboflavina e niacina. Salienta-se      o teor de riboflavina ou vitamina H2 (500 mcg%), mais elevado que no pr\u00f3prio      leite (190 mcg%). <\/p>\n   \n<p>\u00c9, como se v\u00ea, um alimento que deve ser inclu\u00eddo em nossa dieta, se bem que      moderadamente, sobretudo pelo seu elevado teor prot\u00e9ico. <\/p>\n   \n<p>Fruta de sabor agrad\u00e1vel, o <strong>caju<\/strong> merece a melhor acolhida      \u00e0s nossas mesas, n\u00e3o s\u00f3 como refresco, mas principalmente na qualidade de      fruta. <\/p>\n   \n<h4 id=\"page-title\">Caju suco concentrado      envasado<\/h4>\n   \n<p><strong>TACO &#8211; Tabela Brasileira de Composi\u00e7\u00e3o de Alimentos<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Tabela de valor Nutricional<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Por\u00e7\u00e3o de 10 gramas<\/strong><\/p>\n        \n<table width=\"255\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\" id=\"customers\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<th colspan=\"2\">\u00a0<\/th>\n       \n<th class=\"centro\">% VD*<\/th>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Valor energ\u00e9tico<\/strong><\/td>\n       \n<td>45.1kcal = 189kj<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">2%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Carboidratos<\/strong><\/td>\n       \n<td>10,7g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">4%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Prote\u00ednas<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,4g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">1%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Fibra alimentar<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,6g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">2%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>C\u00e1lcio<\/strong><\/td>\n       \n<td>1,0mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">0%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Vitamina C<\/strong><\/td>\n       \n<td>138,7mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">308%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>F\u00f3sforo<\/strong><\/td>\n       \n<td>11,4mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">2%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Mangan\u00eas<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,1mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">4%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Magn\u00e9sio<\/strong><\/td>\n       \n<td>8,5mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">3%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Lip\u00eddios<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,2g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">&#8211; <\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Ferro<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,2mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">1%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Pot\u00e1ssio<\/strong><\/td>\n       \n<td>107,0mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">&#8211; <\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Cobre<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,0ug<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">0%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Zinco<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,1mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">1%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Riboflavina B2<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,0mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">0%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>S\u00f3dio<\/strong><\/td>\n       \n<td>45,0mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">2%<\/td>\n     <\/tr>\n<\/table>\n   \n<p><strong>* % <\/strong>Valores di\u00e1rios com base em uma dieta de 2.000 Kcal      ou 8.400kj. Seus valores di\u00e1rios podem ser maiores ou menores dependendo de      suas necessidades<\/p>\n   \n<h4>Resumo das Utilidades Medicinais<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Afta: <\/strong>Aplicar no local o suco dos brotos do <strong>cajueiro<\/strong>.        <strong><br \/>\n       Anti-s\u00e9ptico: <\/strong>Proceder como indicado em feridas. <strong><br \/>\n       Calo: <\/strong>Aplicar topicamente, na forma de cataplasma, o suco das castanhas        frescas, v\u00e1rias vezes ao dia. <strong><br \/>\n       Catarros cr\u00f4nicos:<\/strong> Indica-se a &#8220;cura de caju&#8221;, conforme        explicado em eczema. <strong><br \/>\n       Dor de dente: <\/strong>Aplicar no local &#8220;\u00f3leo de caju&#8221;. Ler observa\u00e7\u00e3o        feita em \u00falceras em geral. <strong><br \/>\n       Eczema: Recomenda-se a &#8220;cura de caju&#8221;: <\/strong>Permanecer dois        ou tr\u00eas dias por semana em completo repouso, alimentando-se exclusivamente        de cajus maduros. Para evitar o fastio, podem-se fazer refei\u00e7\u00f5es de ma\u00e7\u00e3s        e laranjas, mas usar uma fruta em cada refei\u00e7\u00e3o; jamais mistur\u00e1-las durante        as &#8220;curas de frutas&#8221;. <strong><br \/>\n       Escorbuto: <\/strong>Devido \u00e0 sua riqueza em vitamina C, o consumo de cr        poderoso ant\u00eddoto contra esta desordem carencial. <strong><br \/>\n       Gripe: <\/strong>Tomar suco de <strong>caju<\/strong>.<strong><br \/>\n       Icter\u00edcia: <\/strong>Indica-se a \u0093cura de caju\u0094, conforme explicado        em eczema.<strong><br \/>\n       Lepra: <\/strong>Mesmo m\u00e9todo indicado em \u00falceras em geral. O \u0093\u00f3leo        de caju\u0094 age como c\u00e1ustico dos lepromas. Sua utiliza\u00e7\u00e3o deve ser acompanhada        por especialista.<strong><br \/>\n       Psor\u00edase: <\/strong>Ler observa\u00e7\u00f5es feitas em \u00falceras em geral. Pode-se proceder        \u00e0 \u0093cura de caju\u0094, conforme explicado em eczema.<strong><br \/>\n       Reumatismo: <\/strong>Proceder \u00e0 \u0093cura de caju\u0094, conforme indicado        em eczema.<strong><br \/>\n       S\u00edfilis: <\/strong>Proceder \u00e0 \u0093cura de caju\u0094, conforme indicado        em eczema.<strong><br \/>\n       \u00dalceras em geral: <\/strong>Recomenda-se, como modificador de \u00falceras, \u0093\u00f3leo        de caju\u0094. Infelizmente n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de encontrar \u00e0 venda. Este \u00f3leo        \u00e9 extra\u00eddo da casca da castanha de caju, e cont\u00e9m o \u00e1cido anac\u00e1rdico. Sua        utiliza\u00e7\u00e3o requer acompanhamento de terapeuta experimentado.<strong><br \/>\n       Verrugas: <\/strong>O mesmo procedimento orientado em calo.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.portalnatural.com.br\/www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br<\/p>\n   \n<h6>Caju<\/h6>\n   \n<h4>Caju (Anacardium occidentale L.)<\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h37.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"266\" height=\"175\" title=\"Caju\" \/><strong><br \/>\n     Caju<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccaju-h38.jpg\" alt=\"Caju\" width=\"323\" height=\"241\" title=\"Caju\" \/><br \/>\n     Cajueiro<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong>Castanhas <\/strong>s\u00e3o os verdadeiros      frutos do <strong>caju<\/strong>; suco \u00e9 feito a partir do suporte da fruta.    <\/p>\n   \n<p><strong>Falso fruto do cajueiro<\/strong>, cujo fruto verdadeiro \u00e9 a<strong>      castanha<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>O caju \u00e9 o ped\u00fanculo (suporte) da castanha. <\/p>\n   \n<p><strong>Caju<\/strong> \u00e9 tamb\u00e9m uma das denomina\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio cajueiro,      \u00e1rvore origin\u00e1ria da Am\u00e9rica Tropical e que foi levada a todos os pa\u00edses quentes.    <\/p>\n   \n<p>Ela pode atingir at\u00e9 20 m, mas geralmente \u00e9 baixa e tortuosa, com ramos retorcidos      e folhas grandes e duras, que apresentam nervuras dos dois lados. As flores      s\u00e3o m\u00ednimas e agrupadas. O caju chega a atingir 9 cm de comprimento e possui      bastante vitamina C. <\/p>\n   \n<h4>Aproveitamento Econ\u00f4mico<\/h4>\n   \n<p>A \u00e1rvore fornece madeira cor-de-rosa, resistente, que \u00e9 utilizada na constru\u00e7\u00e3o      civil, marcenaria e cabos de ferramentas. Da casca brota uma resina sol\u00favel      na \u00e1gua, que se aproveita como cola. Quanto ao falso fruto, o sumo \u00e9 engarrafado      industrialmente. Os estados de Pernambuco e Cear\u00e1 contribuem com a maior parte      da produ\u00e7\u00e3o brasileira da fruta. A castanha de caju \u00e9 oleaginosa, com alto      teor de calorias, e \u00e9 consumida geralmente torrada e salgada.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.clickeducacao.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caju, Fruto, Cajueiro, Castanha, Brasil, Origem, Planta, Valor, Tipo, Uso, \u00c1rvore, Suco, Composi\u00e7\u00e3o, Utiliza\u00e7\u00e3o, Hist\u00f3ria, Caju<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24300,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[64],"tags":[],"class_list":["post-27075","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Caju - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Caju - 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