{"id":26955,"date":"2016-01-20T00:00:00","date_gmt":"2016-01-20T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-do-azeite-2\/"},"modified":"2026-09-01T18:07:57","modified_gmt":"2026-09-01T18:07:57","slug":"historia-do-azeite-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-do-azeite-2\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria do Azeite"},"content":{"rendered":"\n<p>Entre os s\u00e9culos VII e III a.C. o\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0come\u00e7ou      a ser investigado pelos fil\u00f3sofos, m\u00e9dicos e historiadores da \u00e9poca pelas      suas propriedades ben\u00e9ficas ao ser humano. Sabe-se ainda que, h\u00e1 mais de 6      mil anos, o \u00f3leo era usado pelos povos da mesopot\u00e2mia como um protetor do      frio, quando estes untavam seus corpos com ele.<\/p>\n   \n<p>A longevidade relacionada \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0n\u00e3o      existe por acaso. A ci\u00eancia sempre teve um especial interesse por este \u00f3leo      justamente pela sua marcante presen\u00e7a na hist\u00f3ria. Durante anos de estudos      e investiga\u00e7\u00f5es, ela acabou comprovando os seus efeitos (principalmente nos      estudos realizados na d\u00e9cada de 50) na preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de f\u00edgado e em      outras doen\u00e7as, como, por exemplo, as card\u00edacas.<\/p>\n   \n<p>Hoje, no mundo inteiro, a produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0alcan\u00e7a      2 milh\u00f5es de toneladas. Isto representa 4% da produ\u00e7\u00e3o mundial de \u00f3leos vegetais,      e 2,5% da produ\u00e7\u00e3o mundial de \u00f3leos comest\u00edveis e gorduras.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Seus maiores produtores s\u00e3o:<\/strong>\u00a0Espanha, It\u00e1lia,      Gr\u00e9cia, Tun\u00edsia e Turquia.<\/p>\n   \n<p>Existem diversos tipos de \u00f3leos de oliva espalhados pelo mundo. Cada qual,      conforme a regi\u00e3o de origem, possui uma personalidade identificada pelo seu      aroma e sabor. Somente dentro da It\u00e1lia, in\u00fameras s\u00e3o as regi\u00f5es produtoras.      Isto demonstra a diversidade e a presen\u00e7a marcante do\u00a0<strong>\u00f3leo de      oliva<\/strong>\u00a0no mundo todo.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>cultivo de oliveiras<\/strong>\u00a0para a extra\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      data da S\u00edria Antiga sendo explorado pelos povos eg\u00edpcios e arm\u00eanios.<\/p>\n   \n<p>Na Gr\u00e9cia Antiga, a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0tinha grande import\u00e2ncia,      e, em algumas passagens mitol\u00f3gicas, menciona-se a oliveira e sua cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Um bom exemplo \u00e9 a hist\u00f3ria que conta como o nome da cidade de Atenas foi      escolhido. Os deuses Atenea e Pos\u00eaidon discutiram para saber quem teria a      honra de dar seu nome \u00e0 cidade. Decidiram que quem realizasse o feito mais      \u00fatil aos humanos teria essa honra.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Ent\u00e3o, Pos\u00eaidon golpeou sobre uma rocha e fez surgir um animal      \u00fatil para a guerra:<\/strong>\u00a0o cavalo.<\/p>\n   \n<p>Atenea, impressionada com o feito de Pose\u00eddon, bateu com a ponta de sua lan\u00e7a      na terra e fez crescer uma\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>A pr\u00f3pria Atenea ensinou aos futuros habitantes da cidade o\u00a0<strong>cultivo      das oliveiras<\/strong>\u00a0e a extra\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Passou ent\u00e3o a ser adorada como a deusa da agricultura e emprestou seu nome      \u00e0 nova cidade.<\/p>\n   \n<p>Essa hist\u00f3ria mostra a import\u00e2ncia do\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0para      os gregos antigos que o escolheram como um sinal de paz e consideravam sagrados      os ramos da\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0, que eram tran\u00e7ados como      coroas e usados pelos vencedores dos jogos ol\u00edmpicos.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o se sabe como o\u00a0<strong>cultivo das oliveiras<\/strong>\u00a0chegou      a parte ocidental do Mediterr\u00e2neo, se pelas m\u00e3os dos colonos gregos ou, ainda      anteriormente, pelos fen\u00edcios, mas sabe-se que os romanos estenderam seu cultivo      a todo seu imp\u00e9rio, da \u00c1frica \u00e0 Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica.<\/p>\n   \n<p>Ao longo de toda a sua hist\u00f3ria o\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0foi      ligado, n\u00e3o somente \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, como \u00e0 medicina e \u00e0 religi\u00e3o. Est\u00e1 relacionado      com a paz, a abund\u00e2ncia e o bem estar.<\/p>\n   \n<h3>PRODU\u00c7\u00c3O<\/h3>\n   \n<p>O m\u00e9todo tradicional de produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0\u00e9      esmagar as azeitonas entre duas prensas de pedra com movimentos opostos, at\u00e9      que o fruto fique reduzido a uma pasta.Esta pasta \u00e9 espalhada sobre finas      peneiras, que s\u00e3o colocadas umas sobre as outras e pressionadas com pesos.      H\u00e1 outros m\u00e9todos mais modernos, mas os\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0&#8220;prensados      a frio&#8221; s\u00e3o feitos desta forma.<\/p>\n   \n<p>O calor permite que se extraia maior quantidade de \u00f3leo , mas de pior qualidade.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 graduado numa escala que determina      seu n\u00edvel de acidez.Tamb\u00e9m s\u00e3o considerados outros fatores como a cor , o      sabor e o aroma, mas a qualidade est\u00e1 estreitamente ligada a percentagem de      acidez.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite extra-virgem<\/strong>\u00a0tem apenas 1 grau de acidez      \u00e9 o mais fino.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite virgem<\/strong>\u00a0deve ter no m\u00e1ximo 3 tr\u00eas graus      de acidez.<\/p>\n   \n<h3>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/h3>\n   \n<p>\u00c9 dif\u00edcil apurar exatamente a data do aparecimento das\u00a0<strong>Oliveiras<\/strong>\u00a0,      mas presume-se que tenha aparecido na \u00c1sia Menor e seja cultivada por volta      de 3.000 aC., nos pa\u00edses mediterr\u00e2neos, onde boa parte da colheita de azeitonas      \u00e9 destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Nesse processo, as azeitonas s\u00e3o descaro\u00e7adas e amassadas at\u00e9 tornarem-se      uma polpa espessa. Uma prensa extrai o suco, que \u00e9 centrifugado para separar      a \u00e1gua do \u00f3leo.<\/p>\n   \n<p>A maior parte dessa gordura, por\u00e9m, \u00e9 monoinsaturada, com efeito ben\u00e9fico      sobre os n\u00edveis de colesterol do sangue e de f\u00e1cil digest\u00e3o.<\/p>\n   \n<h3>EFEITOS TERAP\u00caUTICOS<\/h3>\n   \n<p>Quando ingerido, o\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0estimula o      metabolismo, promove a digest\u00e3o e lubrifica as mucosas. Ele tamb\u00e9m pode ser      usado externamente para tratamento de pele seca.<\/p>\n   \n<h3>AJUDA PARA O APARELHO DIGESTIVO<\/h3>\n   \n<p>Tome uma colher de sopa de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0, com o est\u00f4mago      vazio, para estimular a digest\u00e3o e aliviar a indigest\u00e3o, flatul\u00eancia e azia.<\/p>\n   \n<h3>APLICA\u00c7\u00d5ES<\/h3>\n   \n<p>Para baixar os n\u00edveis de colesterol os \u00e1cidos graxos monoinsaturados no\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0ajudam      a baixar os n\u00edveis de colesterol LDL (o mau colesterol) sem afetar os n\u00edveis      de HDL (o bom colesterol) ou de triglic\u00e9rides.<\/p>\n   \n<p>Para reduzir seu colesterol, pelo menos 15% de suas calorias di\u00e1rias devem      provir de \u00e1cidos graxos monoinsaturados. Sempre que puder, use na cozinha\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0no lugar da manteiga ou de outros \u00f3leos vegetais.<\/p>\n   \n<h2>Para tratar o ouvido<\/h2>\n   \n<p>Se deseja desobstruir um ouvido entupido, pingue nele algumas gotas de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0morno.<\/p>\n   \n<p>Deite-se por cinco minutos com a cabe\u00e7a sobre o ouvido que n\u00e3o d\u00f3i e depois      vire-se para deixar o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0escorrer para fora.      (N\u00e3o coloque nenhum l\u00edquido no ouvido se voc\u00ea suspeitar de t\u00edmpano perfurado!)      Para dores de ouvido, embeba um chuma\u00e7o de algod\u00e3o em\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0e      acrescente cinco gotas de \u00f3leo de lavanda. Deixe o algod\u00e3o, sem apertar, no      ouvido externo, at\u00e9 a dor diminuir.<\/p>\n   \n<h2>Para prevenir a queda de cabelo<\/h2>\n   \n<p>Massageie o couro cabeludo com\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0toda noite,      por oito dias.<\/p>\n   \n<p>Deixe o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0agir durante o sono e retire-o,      lavando a cabe\u00e7a pela manh\u00e3. Para hidratar a pele Aplique diariamente em pontos      secos ou estrias.<\/p>\n   \n<h2>Para prevenir o c\u00e2ncer<\/h2>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0pode prevenir o aparecimento      de alguns tipos de c\u00e2ncer de pele.<\/p>\n   \n<p>Um estudo realizado pela Kobe University, no Jap\u00e3o, revelou que a aplica\u00e7\u00e3o      de altas doses do produto depois do banho de sol reduz os riscos de aparecimento      de tumores.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 rico em antioxidantes que      neutralizam os efeitos provocados pela radia\u00e7\u00e3o ultravioleta. Ao diminuir      a produ\u00e7\u00e3o de radicais livres do corpo, os antioxidantes evitam o desenvolvimento      de c\u00e2nceres no organismo.Os pesquisadores utilizaram ratos de laborat\u00f3rio      para provar a efic\u00e1cia do m\u00e9todo. Os ratos eram expostos a sess\u00f5es de bronzeamento      artificial tr\u00eas vezes por semana.<\/p>\n   \n<p>Metade deles recebia um banho com\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0cinco      minutos depois de cada sess\u00e3o. Ao final de 18 semanas, os que n\u00e3o eram banhados      tinham uma s\u00e9rie de tumores em desenvolvimento. Os outros demoraram mais seis      semanas para apresentar algum sinal de c\u00e2ncer.<\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite43.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"60\" height=\"217\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n     \n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" width=\"74%\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">Quantidade<\/th>\n           \n<th>1 colher de sopa<\/th>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00c1gua (%)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Calorias<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">125<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Prote\u00edna (g)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Gordura (g)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">14<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00c1cido Graxo Saturado              (g)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">1,9<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00c1cido Graxo Monoinsaturado              (g)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">10,3<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00c1cido Graxo Poliinsaturado              (g)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">1,2<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Colesterol (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Carboidrato (g)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>C\u00e1lcio (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>F\u00f3sforo (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Ferro (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Pot\u00e1ssio (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>S\u00f3dio (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Vitamina A (UI)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Vitamina A (Retinol              Equivalente)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Tiamina (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Riboflavina (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Niacina (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00c1cido Asc\u00f3rbico (mg)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\">0<\/td>\n         <\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Nova York (Reuters) &#8211; Dieta do mediterr\u00e2neo pode ajudar a proteger as pessoas      do risco de desenvolver a artrite reumat\u00f3ide, publicaram pesquisadores da      Gr\u00e9cia.<\/p>\n   \n<p>A alimenta\u00e7\u00e3o rica de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0e legumes      cozidos pode reduzir o risco de desenvolver a doen\u00e7a, de acordo com a Dra.      Athena Linos e colaboradores, da Escola de Medicina da Universidade de Atenas.      Seus estudos foram publicados do American Journal of Clinical Nutrition.<\/p>\n   \n<p>Na artrite reumat\u00f3ide, o sistema imune reage contra os pr\u00f3prios tecidos do      corpo, causando edema e dor articular, e eventualmente at\u00e9 mesmo a destrui\u00e7\u00e3o      da articula\u00e7\u00e3o. As causas ainda s\u00e3o desconhecidas, mas estudo anteriores sugerem      que fatores alimentares desempenham papel importante na doen\u00e7a.<\/p>\n   \n<p>A equipe de pesquisadores comparam as dietas de 145 pacientes com artrite      reumat\u00f3ide com as dietas de 188 pessoas que n\u00e3o tinham a doen\u00e7a. Todos participantes      do estudo viviam no sul da Gr\u00e9cia, onde a dieta m\u00e9dia consiste mais em legumas      crus ou cozidos, peixe,\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0e menos      carne vermelha, do que a maioria das dietas em pa\u00edses ocidentalizados.<\/p>\n   \n<p>Linos e seus colegas descobriram que as pessoas que mais consumiam\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0tinham muito menos chances de desenvolver artrite reumat\u00f3ide      do que as pessoas que menos consumiam.<\/p>\n   \n<p>Os participantes cujas refei\u00e7\u00f5es consistiam em sua maior parte de legumes      cozidos apresentaram chances 75% menores de desenvolver a artrite reumat\u00f3ide      do que aqueles que disseram comer propor\u00e7\u00f5es menores de legumes, determinou      a equipe. Pessoas com a taxa mais baixa de ingest\u00e3o de legumes cozidos, comiam      menos de uma refei\u00e7\u00e3o com legumes por dia em m\u00e9dia, enquanto as pessoas com      as maiores taxas de ingest\u00e3o de legumes comiam cerca de 2,9 refei\u00e7\u00f5es com      legumes por dia.<\/p>\n   \n<p>Em contraste com outros estudos, que mostraram que a suplementa\u00e7\u00e3o alimentar      com \u00f3leo de peixe melhora os sintomas da artrite reumat\u00f3ide, os pesquisadores      gregos n\u00e3o acharam nenhum efeito protetor das dietas ricas em peixe.<\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite44.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"95\" height=\"158\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>Os autores apontam que as pessoas do Mediterr\u00e2neo normalmente n\u00e3o comem os      tipos de peixe que s\u00e3o ricos em \u00e1cidos graxos protetores &#8211; peixes de \u00e1guas      profundas como o arenque e a cavala. Por outro lado, eles sugerem, o relativamente      alto n\u00edvel de \u00e1cidos graxos insaturados encontrado no\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0pode ajudar a suprimir a inflama\u00e7\u00e3o associada com a      artrite reumat\u00f3ide, da mesma forma que os \u00e1cidos graxos de certos peixes o      fazem.<\/p>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>azeites de olivas<\/strong>\u00a0s\u00e3o definidos pelos catadores,      ou seja, especialistas em an\u00e1lise sensorial ap\u00f3s an\u00e1lise de seu aroma e das      sensa\u00e7\u00f5es que produzem ap\u00f3s serem ingeridos.<\/p>\n   \n<p>Cada\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0tem caracter\u00edsticas pr\u00f3prias, que      s\u00e3o definidas como atributos que posem tanto positivos como negativos.<\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite45.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"117\" height=\"96\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Eis os principais atributos:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>1. Amendoado:<\/strong>\u00a0azeite com gosto que lembra frutos        secos. Sabor que pode-se notar nos azeites extravirgem do Bajo Aragon e        da Catalu\u00f1a.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>2. Malcheiroso:<\/strong>\u00a0atributo negativo que reflete        o aroma e o sabor de uma decanta\u00e7\u00e3o (parte do processo da produ\u00e7\u00e3o do azeite        de oliva) defeituosa. Pode, tamb\u00e9m, ser consequ\u00eancia de um contato longo        (durante o processo) do azeite com a \u00e1gua extra\u00edda da azeitona (\u00e1gua de        vegeta\u00e7\u00e3o).<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>3. Afrutado:<\/strong>\u00a0reflete um conjunto de sensa\u00e7\u00f5es        de aromas do azeite, que \u00e9 diferente para cada variedade da azeitona. Este        atributo positivo procede das azeitonas sadias, frescas, verdes ou maduras        que \u00e9 percebido diretamente pelo aroma do azeite. O aroma afrutado varia        com o grau de maturidade da azeitona. Os frutos maduros produzem aromas        mais suaves e doces.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>4. Amargo:<\/strong>\u00a0sabor mais ou menos intenso percebido        na parte posterior da l\u00edngua e caracter\u00edstico de uma azeitona mais verde.        O sabor amargo do azeite de oliva extravirgem muitas vezes desagrada o consumidor        que desconhece as qualidades de azeite. O sabor amargo \u00e9 um atributo positivo.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>5. Apagado:<\/strong>\u00a0azeite com sabor e aroma pouco        definido.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>6. Fermentado:<\/strong>\u00a0azeite obtido de uma azeitona        que permanece armazenada mais tempo que o necess\u00e1rio antes de ser processada.        Trata-se de um atributo negativo. O azeite pode ser mais ou menos atrojados        (fermentado), dependendo do grau de fermenta\u00e7\u00e3o que as azeitonas foram submetidas.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>7. Avinado:<\/strong>\u00a0azeite com retrogosto de vinho        ou de vinagre. Isso acontece quando se processa azeitonas velhas que se        deterioraram pela a\u00e7\u00e3o de leveduras. O resultado \u00e9 uma elevada presen\u00e7a        de \u00e1cido ac\u00e9tico e metanol. Trata-se de um atributo negativo.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>8. Denso:<\/strong>\u00a0trata-se da viscosidade ou aspereza        presentes em alguns tipos de azeite. Atributo apreciado por alguns consumidores.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>9. Doce:<\/strong>\u00a0trata-se de um azeite que d\u00e1 uma sensa\u00e7\u00e3o        doce na boca, notada na parte anterior da l\u00edngua, contudo n\u00e3o se est\u00e1 falando        de um produto a\u00e7ucarado. O sabor doce mascara o sabor amargo e picante do        azeite.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>10. Ran\u00e7oso:<\/strong>\u00a0trata-se de um azeite com sabor        e aroma de gordura oxidada. Isto significa que o produto ficou exposto ao        ar (presen\u00e7a de oxig\u00eanio) que causou a oxida\u00e7\u00e3o. Trata-se de um atributo        negativo.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>11. Esparto (plantas gram\u00edneas):<\/strong>\u00a0os capachos        (local onde a pasta de azeitona \u00e9 prensada) novos de esparto podem influenciar        a qualidade arom\u00e1tica do azeite de oliva durante o processamento das azeitonas.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>12. Fragante:<\/strong>\u00a0trata-se de um azeite de oliva        virgem que ap\u00f3s a avalia\u00e7\u00e3o sensorial no aspecto olfativo \u00e9 identificado        como limpo, fresco e com riqueza de aroma. A fragr\u00e2ncia do azeite \u00e9 um atributo        positivo e varia de acordo com a variedade da azeitona e com o m\u00e9todo de        processamento.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>13. Gusano:<\/strong>\u00a0\u00e9 o azeite obtido de olivares que        sofreram ataque de moscas. Trata-se de um atributo negativo.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>14. Herb\u00e1ceo:<\/strong>\u00a0azeite com aromas e sabores de        ervas rec\u00e9m cortadas. Um atributo positivo e muito apreciado pelos apreciadores        do azeite.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>15. Folha:<\/strong>\u00a0caracteriza um defeito do azeite        que foram obtidos de azeitonas verdes ou que no processamento havia n\u00e3o        s\u00f3 o fruto como tamb\u00e9m pequenos galhos e folhas de\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0.        Significa um atributo negativo.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>16. Mofado:<\/strong>\u00a0s\u00e3o azeites processados a partir        de azeitonas que durante o seu armazenamento foram atacadas por mofo. O        azeite tem um sabor caracter\u00edstico de mofo. \u00c9 um atributo negativo.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>17. Ma\u00e7\u00e3:<\/strong>\u00a0\u00e9 um atributo positivo que marcam        os azeites com aroma e sabor que lembram ma\u00e7\u00e3.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>18. M\u00e1quina:<\/strong>\u00a0azeite cujo processo de obten\u00e7\u00e3o        ocorreu em m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de higiene. S\u00e3o m\u00e1quinas sujas, com graxas em excesso        ou sem manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>19. Metal:<\/strong>\u00a0significa que o azeite, durante        o processamento, ficou em contato com metais durante muito mais tempo que        o necess\u00e1rio.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>20. Picante:<\/strong>\u00a0azeite que quando ingerido produz        uma sensa\u00e7\u00e3o picante na garganta. \u00c9 um atributo positivo que significa que        a azeitona usada \u00e9 a do come\u00e7o da colheita, principalmente frutas verdes.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>21. Terra:<\/strong>\u00a0azeite com sabor que lembram terra.        Isso significa que a azeitona n\u00e3o foi lavada antes do processamento.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>22. Verde:<\/strong>\u00a0azeite com aroma de ervas rec\u00e9m-cortadas        ou de folhas das oliveiras. S\u00e3o azeites obtidos de azeitonas processadas        com os talos, as folhas e as ramas verdes. O aroma da folha passa para o        azeite.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte: www.emporiovillaborghese.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0faz parte dos h\u00e1bitos mediterr\u00e2nicos      desde que toda esta vasta regi\u00e3o \u00e9 habitada. Sabe-se que os eg\u00edpcios o usavam      j\u00e1 h\u00e1 6000 anos e que, desde o III mil\u00e9nio, a S\u00edria e a Palestina o produziam.      Foram descobertos em Ougarit, em camadas que correspondem ao in\u00edcio da Idade      do Bronze, vest\u00edgios de instala\u00e7\u00f5es que serviam para a produ\u00e7\u00e3o de azeite,      al\u00e9m de in\u00fameros fragmentos de grandes potes destinados a guardar o precioso      l\u00edquido.<\/p>\n   \n<p>&#8220;Zitoun&#8221; e &#8220;Zite&#8221; (oliveira e azeite) s\u00e3o nomes r\u00fasticos      de origem semita, provavelmente fen\u00edcia.<\/p>\n   \n<p>Esta etimologia leva a crer que os povos locais, sob a influ\u00eancia dos fen\u00edcios,      haviam j\u00e1 assimilado as vantagens do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0e,      consequentemente, introduzido a cultura do olival na Tingit\u00e2nia, nos s\u00e9culos      XII e XI a.C.<\/p>\n   \n<p>Segundo a B\u00edblia, o rei Salom\u00e3o enviava\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0a      Hiram I, rei de Tiro, em troca dos materiais e dos artes\u00e3os utilizados na      constru\u00e7\u00e3o do Templo.<\/p>\n   \n<p>Noutra passagem da B\u00edblia, Josu\u00e9 e Zorobabel entregam\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e0s      popula\u00e7\u00f5es fen\u00edcias de S\u00eddon e de Tiro em troca da madeira dos cedros do L\u00edbano.<\/p>\n   \n<p>Sabe-se que as azeitonas que ficavam nos ramos eram deixadas para os indigentes,      enquanto o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0de primeira qualidade era utilizado,      por exemplo, na prepara\u00e7\u00e3o dos bolos das oferendas.<\/p>\n   \n<p>O seu com\u00e9rcio por via mar\u00edtima teve um papel predominante no desenvolvimento      da economia mediterr\u00e2nica.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0ocupava um lugar de destaque nos produtos      comercializados pelos fen\u00edcios e foi mesmo o principal produto de exporta\u00e7\u00e3o      de Creta.<\/p>\n   \n<p>Numerosos documentos testemunham a vitalidade destas rela\u00e7\u00f5es comerciais.      Na Segunda lamenta\u00e7\u00e3o pela queda de Tiro, o profeta Ezequiel fala da florescente      atividade comercial desta cidade, que comprava\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0e      outros produtos a Jud\u00e1. A descoberta em Tiro de \u00e2nforas de transporte do tipo      palestiniano confirma a exist\u00eancia deste tipo de trocas.<\/p>\n   \n<p>Os papiros dos arquivos de Zen\u00e3o, funcion\u00e1rio real de Ptolomeu II, encontrados      em Dar-el-Gerzeh, no Egipto, e datados do s\u00e9culo III a.C., revelam-nos que      Apollonius, ministro, comerciante e propriet\u00e1rio de terrenos, enviava a sua      frota \u00e0 S\u00edria e \u00e0 Fen\u00edcia para ali carregar vinho e\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      cevada, peixe de salmoura, subst\u00e2ncias arom\u00e1ticas, mel, legumes e gado.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\">&#8220;\u00c0 sombra da orgulhosa palmeira cresce a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0,      debaixo da\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0a figueira, debaixo da figueira      a rom\u00e3zeira, debaixo desta a vinha, debaixo da vinha o trigo, depois as leguminosas      e, por fim, as saladas: tudo isso no mesmo ano e todas estas plantas se alimentam      \u00e0 sombra umas das outras&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Assim descreve Pl\u00ednio O Velho, na sua Hist\u00f3ria Natural, a regi\u00e3o de Tacape,      atual Gabes. Depois das palmeiras, as \u00e1rvores de maior porte eram, portanto,      as\u00a0<strong>oliveiras<\/strong>\u00a0, das quais uma variedade era famosa      em \u00c1frica \u0096 as oliveiras &#8220;miliares&#8221;, que devem o seu nome ao      peso do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0que produziam anualmente (cerca      de 327 quilos).<\/p>\n   \n<p>O cartagin\u00eas Mag\u00e3o indica uma s\u00e9rie de regras relacionadas com a maneira      de plantar um olival e com a cultura das\u00a0<strong>oliveiras<\/strong>\u00a0,      que teria sido introduzida no Norte de \u00c1frica pelos fen\u00edcios de Cartago.<\/p>\n   \n<p>Pl\u00ednio O Velho passa tamb\u00e9m em revista os diferentes tipos de azeitonas conhecidas      na sua \u00e9poca e que, provavelmente, j\u00e1 existiam antes dele. Cita em especial      uma esp\u00e9cie muito rara e &#8220;mais doce que as passas de uva&#8221; produzida      em Espanha.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0era tamb\u00e9m muito importante entre os      etruscos, sobretudo do ponto de vista econ\u00f3mico j\u00e1 que era um produto destinado      \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Existem diversos testemunhos sobre o papel das azeitonas na      alimenta\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0nos destro\u00e7os do naufr\u00e1gio do Giglio (em 600 a.C.),      as azeitonas foram conservadas em \u00e2nforas etruscas cheias de salmoura. No      &#8220;t\u00famulo das Azeitonas&#8221; de Cerveteri (575-550 a.C.), encontraram-se      caro\u00e7os de azeitonas, provavelmente uma oferenda ao defunto. Finalmente, Cat\u00e3o      assinala, a prop\u00f3sito dos alimentos destinados aos escravos, que as azeitonas      t\u00eam um elevado teor de prote\u00ednas.<\/p>\n   \n<p>Nos finais do s\u00e9culo V a.C. surgem em Atenas os cozinheiros especializados,      os quais recorrem a uma grande variedade de ingredientes que se encontram      no local, como \u00e9 o caso do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Os gregos podem escolher entre diversas qualidades:<\/strong>\u00a0o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0onfacino,      feito de azeitonas ainda verdes, o azeite virgem de azeitonas pretas e o azeite      corrente. Sabe-se da exist\u00eancia de lagares, tanto na cidade como no campo,      e foi na cidade de Olinto que se descobriu o triturador de m\u00f3 rotativa mais      antigo, o antepassado do trapetum de Pompeia.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>As 468 receitas de ricos compiladas por Apicius, em Roma, utilizam      10 ingredientes b\u00e1sicos para a prepara\u00e7\u00e3o de um prato:<\/strong>\u00a0por ordem      de frequ\u00eancia, pimenta, garum,\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0, mel, lev\u00edstico,      vinagre, vinho, cominhos, arruda e coentros. Para cozinhar um prato, s\u00e3o necess\u00e1rios      em m\u00e9dia oito ou nove destes ingredientes, os quais, devido ao seu pre\u00e7o,      n\u00e3o figuram na culin\u00e1ria dos pobres.<\/p>\n   \n<p>Em conjunto com o trigo e o vinho, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0integrava      a tr\u00edade agr\u00edcola em que se baseava o modelo alimentar elaborado pelos gregos      e pelos romanos. Este modelo correu o risco de se desintegrar, a partir dos      s\u00e9culos III-IV, sob a a\u00e7\u00e3o das culturas crist\u00e3 e germ\u00e2nica, no entanto, ao      sacralizar estes produtos, o cristianismo vai refor\u00e7ar ainda mais os valores      b\u00e1sicos do modelo alimentar romano e transmiti-los \u00e0 Idade M\u00e9dia nascente,      carregados de uma nova energia.<\/p>\n   \n<p>Com efeito, p\u00e3o, vinho e\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0tornam-se moda      na Europa medieval. Os b\u00e1rbaros renderam-se ao encanto do modelo romano, mesmo      no campo alimentar.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 muito prov\u00e1vel que os primeiros desenvolvimentos da mecaniza\u00e7\u00e3o agr\u00edcola      tenham sido destinados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>E da import\u00e2ncia do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 bem testemunha a      sua sacraliza\u00e7\u00e3o. A primeira colheita era oferecida aos deuses e com ele era      feita a un\u00e7\u00e3o dos reis.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Os nomes vulgares da oliveira nas l\u00ednguas da bacia mediterr\u00e2nica      derivam de duas fontes, a saber:<\/strong>\u00a0as palavras grega &#8220;elaia&#8221;      e hebraica &#8220;zait&#8221;, que deram origem \u00e0 palavra latina &#8220;olea&#8221;      e \u00e0 \u00e1rabe &#8220;zait&#8221;.<\/p>\n   \n<p>O portugu\u00eas assimilou o voc\u00e1bulo \u00e1rabe &#8220;az+zait&#8221;, que significa      sumo de azeitona<\/p>\n          \n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite18.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"159\" height=\"206\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>Fonte: www.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite19.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"149\" height=\"228\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<h3>Hist\u00f3ria e Est\u00f3rias<\/h3>\n   \n<p>A origem da\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0, na sua forma primitiva,      remonta \u00e0 Era Terci\u00e1ria &#8211; antes do nascimento do homem &#8211; e situa-se, segundo      a opini\u00e3o de v\u00e1rios autores, na \u00c1sia Menor, talvez na S\u00edria ou Palestina,      regi\u00e3o onde foram descobertos vest\u00edgios de instala\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0e      fragmentos de vasos datados do in\u00edcio da Idade do Bronze.<\/p>\n   \n<p>O fato \u00e9 que em todo o Mediterr\u00e2neo foram encontradas folhas de\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0fossilizadas,      datadas do Paleol\u00edtico e do Neol\u00edtico.<\/p>\n   \n<p>Atualmente pensa-se que a esp\u00e9cie \u00e0 qual pertence a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0,      a Olea europaea, tem uma origem h\u00edbrida, ou seja, \u00e9 fruto do cruzamento de      v\u00e1rias esp\u00e9cies. Entre os seus progenitores encontram-se a Olea africana,      origin\u00e1ria da Ar\u00e1bia e do Egipto, a Olea ferruginea, procedente da \u00c1sia, e      a Olea laperrini, abundante no Sul de Marrocos e nas Ilhas da Macarron\u00e9sia.<\/p>\n   \n<p>Por volta de 3000 antes de Cristo, a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0era      j\u00e1 cultivada por todo o &#8220;Crescente F\u00e9rtil&#8221;. A dispers\u00e3o desta cultura      pela Europa mediterr\u00e2nica ter-se-\u00e1 ficado a dever aos gregos.<\/p>\n   \n<p>Os gregos e os romanos, grandes entusiastas e produtores de\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0,      eram igualmente pr\u00f3digos a descobrir-lhe aplica\u00e7\u00f5es e, n\u00e3o contentes com as      m\u00faltiplas utiliza\u00e7\u00f5es que lhe davam na cozinha, utilizavam ainda o Azeite      como medicamento, unguento ou b\u00e1lsamo, perfume, combust\u00edvel para ilumina\u00e7\u00e3o,      lubrificante de alfaias e impermeabilizante de tecidos.<\/p>\n   \n<p>Mais tarde, a cultura do olival espalhou-se pela bacia do Mediterr\u00e2neo e,      com as expedi\u00e7\u00f5es mar\u00edtimas dos portugueses e espanh\u00f3is, a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0acabou      por navegar at\u00e9 \u00e0s Am\u00e9ricas. Depois propagou-se um pouco por todo o mundo,      onde as condi\u00e7\u00f5es climat\u00e9ricas lhe foram favor\u00e1veis.<\/p>\n   \n<h3>Mitos, Lendas e Narrativas<\/h3>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite20.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"194\" height=\"132\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>Desde sempre, a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0tem estado associada      a pr\u00e1ticas religiosas, a mitos e tradi\u00e7\u00f5es, a manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e culturais,      a usos medicinais e gastron\u00f4micos.<\/p>\n   \n<p>Na antiga Gr\u00e9cia, as mulheres, quando queriam engravidar passavam longos      per\u00edodos de tempo \u00e0 sombra das\u00a0<strong>oliveiras.<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Da madeira das\u00a0<strong>oliveiras<\/strong>\u00a0faziam-se ceptros reais      e com o\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0ungiam-se monarcas, sacerdotes e      atletas.<\/p>\n   \n<p>Com as folhas faziam-se grinaldas e coroas para os vencedores.<\/p>\n   \n<p>A\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0era considerada s\u00edmbolo de sabedoria,      paz, abund\u00e2ncia e gl\u00f3ria.<\/p>\n   \n<p>Os eg\u00edpcios, h\u00e1 seis mil anos, atribu\u00edam a \u00cdsis, mulher de Os\u00edris, Deus supremo      da sua mitologia, o m\u00e9rito de ensinar a cultivar a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Na lenda grega Palas Atenea, Deusa da paz e sabedoria, filha de Zeus, era      para os Gregos a m\u00e3e da \u00e1rvore sob a qual teriam nascido Remo e R\u00f3mulo, descendentes      dos Deuses e fundadores de Roma, tendo feito brotar a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0de      um golpe e, na sua grande bondade, ensinado o seu cultivo e o seu uso.<\/p>\n   \n<p>Por sua vez Minerva oferece aos romanos este presente divino, asilo tamb\u00e9m      da divindade.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Cantaram a oliveira Homero, \u00c9squilo, S\u00f3focles, Virg\u00edlio, Ov\u00eddo      e Pl\u00ednio:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>&#8220;E com um ramo de oliveira o homem se purifica totalmente.&#8221;<br \/>\n     Virg\u00edlio, Eneida<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\">&#8220;Uma gloriosa \u00e1rvore floresce na nossa terra d\u00f3rica:      Nossa doce, prateada ama de leite, a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0.      Nascida sozinha e imortal, sem temer inimigos, a sua for\u00e7a eterna desafia      velhacos jovens e idosos, pois Zeus e Atena a protegem com olhos insones&#8221;\u00a0<strong>S\u00f3focles,      \u00c9dipo<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Em quase todas as religi\u00f5es se fala da oliveira, \u00e1rvore de      civiliza\u00e7\u00f5es long\u00ednquas, que tem lugar nos textos mais antigos:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>No &#8220;G\u00e9nesis&#8221;:<\/strong>\u00a0a pomba de No\u00e9 traz no      bico um ramo de oliveira para lhe mostrar que o mundo revive.<\/p>\n   \n<p>No &#8220;\u00caxodo&#8221;, Yaveh prescreve a Mois\u00e9s a &#8220;Santa Un\u00e7\u00e3o&#8221;      na qual o Azeite se mistura com perfumes raros.<\/p>\n   \n<p>No horto de Getsemani vivem ainda oito grandes oliveiras que viram rezar,      chorar e morrer Cristo.<\/p>\n   \n<p>Tamb\u00e9m o Cor\u00e3o canta a \u00e1rvore que nasce no monte Sinai e refere-se ao \u00f3leo      que dela se extrai para ser transformado em luz de candeia &#8220;que parece      um astro rutilante&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Foi sempre patrim\u00f3nio dos pa\u00edses mediterr\u00e2neos, mas hoje em dia encontra-se      disseminada um pouco por toda a parte, desde a Argentina, Austr\u00e1lia, Chile,      Estados Unidos da Am\u00e9rica, at\u00e9 ao Jap\u00e3o, M\u00e9xico e Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul,      entre outros.<\/p>\n   \n<h3>O Azeite na Cultura Portuguesa<\/h3>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite21.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"255\" height=\"122\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>O Azeite sempre esteve presente nos recantos da vida di\u00e1ria      dos portugueses:<\/strong>\u00a0na candeia do pobre e no candelabro do rico,      na mesa frugal do campon\u00eas e nos solenes templos de velhos cultos.<\/p>\n   \n<p>M\u00edtico, b\u00edblico, romanesco e hist\u00f3rico, &#8220;o\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0vem      sempre ao de cima&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Enfrentou a nova verdade dos mercados seletivos e deixou de ser simplesmente      o\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0, para adoptar o ber\u00e7o de uma origem e      assumir a identidade de uma marca.<\/p>\n   \n<p>Em Portugal, a cultura da\u00a0<strong>Oliveira<\/strong>\u00a0perde-se nos      mais remotos tempos. Segundo rezam as cr\u00f3nicas, os Visigodos j\u00e1 a deviam ter      herdado dos Romanos e estes, possivelmente, tinham-na encontrado na Pen\u00ednsula      Ib\u00e9rica. Por sua vez, os \u00c1rabes mantiveram a cultura e fizeram-na prosperar,      sendo que a palavra\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0tem origem no voc\u00e1bulo      \u00e1rabe al-zait, que significava &#8220;sumo de azeitona&#8221;.<\/p>\n   \n<p>De fato, as primeiras manifesta\u00e7\u00f5es da import\u00e2ncia da cultura da\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0em      Portugal aparecem nas prov\u00edncias onde a reconquista crist\u00e3 mais tardiamente      se realizou.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 assim que os primeiros forais que se referem \u00e0 produ\u00e7\u00e3o oliv\u00edcola dizem      respeito \u00e0s prov\u00edncias portuguesas da Estremadura e do Alentejo.<\/p>\n   \n<p>At\u00e9 finais de s\u00e9culo XII, em Portugal, n\u00e3o \u00e9 mencionada a cultura da\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0nem      o interesse econ\u00f3mico da sua produ\u00e7\u00e3o. Contudo, no s\u00e9culo XIII, o\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0j\u00e1      ocupa um lugar importante no nosso com\u00e9rcio externo, posi\u00e7\u00e3o que manter\u00e1 posteriormente,      podendo afirmar-se que esta gordura era um produto muito abundante na Idade      M\u00e9dia.<\/p>\n   \n<p>Mais tarde, s\u00e3o as ordens religiosas que, com o seu papel na revitaliza\u00e7\u00e3o      da agricultura, dedicam especial aten\u00e7\u00e3o ao fabrico do\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>O &#8220;\u00f3leo sagrado&#8221; vai ter uma import\u00e2ncia fundamental na economia      do Convento de Santa Cruz de Coimbra, do Mosteiro de Alcoba\u00e7a, da Ordem dos      Freires de Cristo, da Ordem do Templo e da Ordem dos Cavaleiros de Nosso Senhor      Jesus Cristo.<\/p>\n   \n<p>Resistente \u00e0 seca, de f\u00e1cil adapta\u00e7\u00e3o aos terrenos pedregosos, a\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0tornou-se      numa presen\u00e7a constante na agricultura portuguesa.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.casadoazeite.pt<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p>Foram os fen\u00edcios, os s\u00edrios e os arm\u00eanios os primeiros povos que conheceram      a oliveira &#8211; \u00e1rvore produtora da azeitona. E s\u00e3o esses povos que a levaram      para o Mediterr\u00e2neo Oriental. Benditos sejam! S\u00f3 depois de muito tempo que      os gregos, juntamente com os romanos, difundiram o\u00a0<strong>azeite de      oliva<\/strong>\u00a0para a Europa e para o Ocidente.<\/p>\n   \n<p>Na Espanha, os \u00e1rabes disseminaram o cultivo da oliveira e as t\u00e9cnicas da      produ\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Por muitos s\u00e9culos, o cultivo das oliveiras ficou restrito      a poucos pa\u00edses:<\/strong>\u00a0Espanha, Portugal, Gr\u00e9cia, Fran\u00e7a e norte da      \u00c1frica. Foi s\u00f3 no s\u00e9culo XVIII que essa \u00e1rvore passou a ser cultivada nos      Estados Unidos e na Argentina pelos imigrantes espanh\u00f3is. E da\u00ed para o Peru,      M\u00e9xico, Uruguai e Chile foi um passo. Mas h\u00e1 quem diga que \u00e9 imposs\u00edvel ter      oliveiras iguais \u00e0s do Mediterr\u00e2neo, mesmo se contando com os avan\u00e7os da tecnologia      na agricultura.<\/p>\n   \n<p>As palavras\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0e azeitona s\u00e3o derivadas dos      termos \u00e1rabes az-zait e az-zaitun\u00e2, respectivamente.<\/p>\n   \n<p>Existem v\u00e1rias lendas que narram o nascimento da oliveira. Uma relata que      ela \u00e9 o resultado de uma disputa, por um peda\u00e7o de terra, entre os deuses      Pos\u00eaidon (deus do mar) e Atena (deusa da sabedoria). Nessa disputa, Pos\u00eaidon      fez nascer o mar quando usou a for\u00e7a de seu tridente numa rocha. Atena, por      sua vez, fez brotar a oliveira da terra e, por isso mesmo, foi a vencedora      da contenda, segundo Zeus, ganhando a posse da terra. Da\u00ed em diante, os frutos      dessa \u00e1rvore serviriam de alimento e deles seria extra\u00eddo um \u00f3leo sagrado      que alimentaria e fortificaria o homem, aliviando as suas dores e as suas      feridas.<\/p>\n   \n<p>Outra lenda, contada pelos hebreus, narra que a oliveira nasceu no monte      Tabor, no vale de Hebron. Isso aconteceu quando Ad\u00e3o fez 930 anos e, pressentindo      a sua morte, lembrou que o Senhor lhe havia prometido o &#8220;\u00f3leo da miseric\u00f3rdia&#8221;.      Foi ent\u00e3o que um querubim enviou-lhe a semente da oliveira, que germinou na      sua boca ap\u00f3s a sua morte.<\/p>\n   \n<p>E assim \u00e9 a hist\u00f3ria do\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o se sabe com exatid\u00e3o quando o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0foi produzido      pela primeira vez.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Mas uma coisa \u00e9 certa:<\/strong>\u00a0ele est\u00e1 presente em boa      parte da hist\u00f3ria da humanidade.<\/p>\n   \n<p>Os mesopot\u00e2micos, por exemplo, o usavam para untar o corpo na prote\u00e7\u00e3o ao      frio, h\u00e1 mais de 6 mil anos. Entre os s\u00e9culos VII e III a.C., os fil\u00f3sofos,      os m\u00e9dicos e os historiadores perceberam que havia mais de um tipo de\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Data dessa \u00e9poca a sua primeira classifica\u00e7\u00e3o e, \u00e9 ainda nesse mesmo per\u00edodo,      que foram feitas refer\u00eancias \u00e0s propriedades terap\u00eauticas desse alimento.<\/p>\n   \n<p>Hip\u00f3crates usava o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0tanto na alimenta\u00e7\u00e3o      como na medicina e, nesse campo, a sua utiliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 associada ao al\u00edvio      de dores e tratamento de feridas. Era um ingrediente que n\u00e3o podia faltar      nas batalhas. A explica\u00e7\u00e3o para tamanho sucesso e import\u00e2ncia s\u00f3 veio muitos      s\u00e9culos depois, na Idade Contempor\u00e2nea. Foi quando se provou que a azeitona      tem o elemento b\u00e1sico da aspirina &#8211; o \u00e1cido acetilsalic\u00edlico.<\/p>\n   \n<p>Depois disso, os benef\u00edcios e a amplitude do uso medicinal do\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0aumentaram &#8211; muitas vezes sem nenhuma explica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica,      mas tanto os m\u00e9dicos como os pacientes relatavam resultados satisfat\u00f3rios.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Com o decorrer do tempo, o uso do azeite de oliva extrapolou      a \u00e1rea da alimenta\u00e7\u00e3o e da medicina:<\/strong>\u00a0virou emuls\u00e3o para amaciar      a pele e os cabelos e combust\u00edvel para as lamparinas.<\/p>\n   \n<p>Uma das indica\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas do\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0relaciona-se      com a longevidade.<\/p>\n   \n<p>O historiador grego Pl\u00ednio conta em seus relatos que o segredo do seu centen\u00e1rio      \u00e9 que ele o bebia com regularidade. Realmente a ci\u00eancia j\u00e1 comprovou que o\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0aumenta a expectativa de vida.<\/p>\n   \n<p>Em uma regi\u00e3o no interior da Gr\u00e9cia, onde as pessoas vivem em m\u00e9dia mais      de 100 anos, os pesquisadores demonstraram que a ingest\u00e3o di\u00e1ria de um c\u00e1lice      de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0no desjejum \u00e9 a explica\u00e7\u00e3o para      a longa vida daquelas pessoas.<\/p>\n   \n<p>Como se pode observar, tanto a oliveira como o \u00f3leo extra\u00eddo de seu fruto,      a azeitona, sempre estiveram relacionados com momentos marcantes na hist\u00f3ria      da humanidade. N\u00e3o \u00e9 para menos que o\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0ocupa      at\u00e9 hoje um lugar de honra entre os \u00f3leos.<\/p>\n   \n<p>Mas o que n\u00e3o se sabia at\u00e9 bem pouco tempo \u00e9 que, al\u00e9m de sagrado, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9      fundamental para a sa\u00fade, j\u00e1 que previne doen\u00e7as e aumenta a expectativa de      vida.<\/p>\n   \n<h3>S\u00edmbolos relacionados com a oliveira<\/h3>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite22.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"177\" height=\"170\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Vit\u00f3ria:<\/strong>\u00a0os vencedores das Panateneas, festa      em honra a deusa Atena e dos Jogos Ol\u00edmpicos, recebiam coroas com ramas da      oliveira.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Paz:<\/strong>\u00a0o emblema de Jerusal\u00e9m \u00e9 um le\u00e3o, simbolizando      um dos nomes de Jerusal\u00e9m, Ariel &#8211; &#8220;Lion of God&#8221; &#8211; , e ramos de      oliva, como s\u00edmbolo de paz.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Paz:<\/strong>\u00a0o arcanjo Gabriel leva \u00e0 virgem Maria um      ramo de oliva como sinal de paz e da anuncia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Respeito:<\/strong>\u00a0no in\u00edcio da era moderna os mortos      gregos eram cobertos com folhas de oliva. E s\u00f3 as pessoas honestas recebiam      tal honra.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Prosperidade:<\/strong>\u00a0no livro sagrado do cristianismo,      os filhos de Deus s\u00e3o comparados com brotos de olivas, reunidos em torno do      Senhor. E a oliva sempre verde com s\u00edmbolo de prosperidade e de prote\u00e7\u00e3o pac\u00edfica.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Amizade:<\/strong>\u00a0o Imperador Napole\u00e3o oferecia aos embaixadores      estrangeiros, como s\u00edmbolo de amizade e paz, ramos de oliva com diamantes.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Vida:<\/strong>\u00a0\u00e9 relatado na B\u00edblia Sagrada que No\u00e9, ap\u00f3s      o dil\u00favio, soltou uma pomba. E ela retorna com um ramo de oliveira no bico,      indicando que as \u00e1guas haviam baixado e a vida voltava a florescer na Terra.<\/p>\n   \n<h3>Azeite de Oliva<\/h3>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 como um vinho, existem v\u00e1rios      tipos. Cada um deles com sabor, cor e aroma diferentes, que agradam aos mais      variados paladares. Para reconhecer os melhores \u00e9 preciso entender um pouco      de sua manufatura.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Da mesma forma que o vinho, alguns tipos de azeite s\u00e3o mais      nobres que outros, mas uma coisa \u00e9 certa:<\/strong>\u00a0todos s\u00e3o saud\u00e1veis.<\/p>\n   \n<p>As principais diferen\u00e7as entre eles est\u00e3o na variedade da azeitona, nas condi\u00e7\u00f5es      clim\u00e1ticas, no tipo de solo, na maneira de extra\u00e7\u00e3o, no tempo entre a colheita      e a produ\u00e7\u00e3o e na acidez.<\/p>\n   \n<p>A qualidade do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0depende da combina\u00e7\u00e3o de      todos esses itens.<\/p>\n   \n<p>Produzir um bom\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 uma arte e s\u00f3 poucos      artes\u00e3os no mundo o fazem de maneira correta.<\/p>\n   \n<p>Os espanh\u00f3is, provavelmente, s\u00e3o os que melhor dominam a t\u00e9cnica de cultivo      da oliveira e de produ\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Em consequ\u00eancia, muitos especialistas t\u00eam escolhido o Azeite de Oliva Espanhol      como o mais genu\u00edno e de inigual\u00e1vel sabor. Vale a pena conferir!<\/p>\n   \n<p>A produ\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0come\u00e7a com a sele\u00e7\u00e3o      das azeitonas, que devem ser firmes e n\u00e3o ter nenhum machucado.<\/p>\n   \n<p>De nada adianta dominar a t\u00e9cnica de produ\u00e7\u00e3o de um bom\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0quando      a extra\u00e7\u00e3o \u00e9 de frutos imperfeitos, que resulta num produto de qualidade inferior.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 imposs\u00edvel mascarar o sabor de um\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0obtido      de frutos ruins.<\/p>\n   \n<p>Depois de muito bem escolhidas, as azeitonas v\u00e3o para o frantoio &#8211; uma esp\u00e9cie      de tanque. A\u00ed os frutos (polpa e semente) s\u00e3o prensados. A fase seguinte \u00e9      a espadalagem, que nada mais \u00e9 que a lenta mistura das polpas at\u00e9 sua transforma\u00e7\u00e3o      em uma pasta homog\u00eanea, o que facilita a libera\u00e7\u00e3o de maior quantidade de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Por \u00faltimo, a extra\u00e7\u00e3o por prensagem ou centrifuga\u00e7\u00e3o. Esse \u00e9 o modo de produ\u00e7\u00e3o      de um azeite natural sem nenhum processo qu\u00edmico. Tarefa dif\u00edcil, demorada      e pouco rendosa, pois para cada 5 kg de azeitonas se produz apenas 1 litro      de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 comum encontrar\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0de m\u00e1 qualidade,      oriundo de processos nada recomendados.<\/p>\n   \n<p>Existem alguns tipos que s\u00e3o impr\u00f3prios para o consumo.<\/p>\n   \n<p>Para completar, h\u00e1 misturas com outros tipos de \u00f3leos, cujo produto final      nada tem em comum com o genu\u00edno\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>E \u00e9 a\u00ed que o\u00a0<strong>Azeite de Oliva Espanhol<\/strong>\u00a0mostra por      que \u00e9 o melhor.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 um produto natural, extra\u00eddo s\u00f3 por processos mec\u00e2nicos, e os frutos s\u00e3o      de excelente qualidade. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio ser um especialista para saber diferenciar      um\u00a0<strong>azeite espanhol<\/strong>\u00a0dos outros. O sabor e o aroma      s\u00e3o \u00fanicos.<\/p>\n   \n<h3>Principais tipos de azeite de oliva<\/h3>\n   \n<h3>Azeite de oliva virgem<\/h3>\n   \n<p>\u00c9 o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0procedente unicamente do fruto da oliveira,      obtido a partir de procedimentos mec\u00e2nicos ou outros f\u00edsicos em condi\u00e7\u00f5es      t\u00e9rmicas que n\u00e3o ocasionam altera\u00e7\u00f5es do mesmo e que n\u00e3o tenha sofrido outro      tratamento que n\u00e3o seja lavagem, decanta\u00e7\u00e3o, centrifuga\u00e7\u00e3o ou prensagem e      filtragem.<\/p>\n   \n<h3>Azeite de oliva virgem extra<\/h3>\n   \n<p>\u00c9 obtido de acordo com a forma descrita no item anterior mas que apresenta      um aroma e um sabor excepcional e cuja acidez expressa em \u00e1cido ol\u00e9ico seja      inferior a 1\u00ba. Do ponto de vista organol\u00e9ptico, o\u00a0<strong>azeite de oliva      virgem extra<\/strong>\u00a0\u00e9 o de maior qualidade.<\/p>\n   \n<h3>Azeite de oliva<\/h3>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>azeites de oliva<\/strong>\u00a0que n\u00e3o alcan\u00e7am um sabor      perfeito ou que cont\u00e9m um elevado grau de acidez s\u00e3o submetidos a um processo      de refino.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0refinado n\u00e3o se comercializa      como tal, mas sim como uma mescla com azeites de oliva virgens comest\u00edveis      &#8211; em diferentes propor\u00e7\u00f5es segundo as exig\u00eancias do mercado &#8211; para dar origem      ao que se conhece comercialmente como &#8220;azeite de oliva&#8221;.<\/p>\n     \n<table width=\"70%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\" class=\"wikitable\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<th colspan=\"3\">Uso culin\u00e1rio do azeite por acidez<\/th>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\"><b>Tipo<\/b><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><b>Acidez<\/b><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><b>Utiliza\u00e7\u00e3o<\/b><\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Extra Virgem<\/td>\n           \n<td align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\">&lt; 0,8%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Saladas e molhos<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Virgem fino<\/td>\n           \n<td align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1,5%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Saladas e molhos<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Semifino<\/td>\n           \n<td align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\">3,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Saladas e frituras<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Refinado<\/td>\n           \n<td align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\">&gt;3,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Frituras de imers\u00e3o<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Puro<\/td>\n           \n<td align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\">&gt;2,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Frituras, assados e marinados<\/td>\n         <\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Fonte: www.stelamar.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite23.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"203\" height=\"214\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>A oliveira, \u00e1rvore de civiliza\u00e7\u00f5es long\u00ednquas, tem lugar nos      textos mais antigos:<\/strong>\u00a0no &#8220;G\u00e9nesis&#8221;, a pomba de No\u00e9      traz no bico um ramo de oliveira para lhe mostrar que o mundo revive.<\/p>\n   \n<p>No &#8220;\u00c9xodo&#8221;, Yaveh prescreve a Mois\u00e9s a &#8220;Santa Un\u00e7\u00e3o&#8221;      na qual o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0se mistura com prefumes raros.      E a \u00c1rvore B\u00edblica. No horto de Getsemani vivem ainda oito grandes oliveiras      que viram rezar, chorar e morrer Cristo. O Cor\u00e3o canta a \u00e1rvore que nasce      no monte Sinai. Na lenda grega, Palas Atenea, deusa da sabedoria e da paz,      faz brotar a oliveira de um golpe, e, na sua grande bondade, ensina o seu      cultivo e o seu uso. Por sua vez Minerva oferece aos romanos este presente      d\u00edvino, asilo tamb\u00e9m da divindade.<\/p>\n   \n<p>Para os eg\u00edpcios \u00e9 a deusa Isis, mulher de Osiris, deus supremo; para os      gregos \u00e9 Aristeo, filho de Apolo e da ninfa Cirene e Acropos, fundador de      Atenas, que ensinaram o processo de extra\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0desta      &#8220;\u00e1rvore invenc\u00edvel que renasce de si mesma&#8221;(S\u00f3focles), cujo cultivo      H\u00e9rcules propaga nos rios de Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n   \n<p>Cantaram a oliveira Homero, Esquilo, S\u00f3focles, Virg\u00edlio, Ov\u00eddo, Pl\u00ednio e      Marcial.<\/p>\n   \n<h3>De onde Vem?<\/h3>\n   \n<p>Admite-se com frequ\u00eancia que a S\u00edria e o L\u00edbano sejam os seus lugares de      origem. No terceiro mil\u00e9nio antes de Cristo, a oliveira cultivava-se na Fen\u00edcia,      na S\u00edria, na Palestina, sobre este &#8220;solo de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0e      mel&#8221; onde o rei David o preservava dos ladr\u00f5es por intendentes especiais.<\/p>\n   \n<p>Durante a XIX dinastia eg\u00edpcia encontra-se nos o\u00e1sis l\u00edbios, em Creta, nas      costas do mar Egeu, na \u00c1sia Menor, depois, ao ritmo das conquistas e da expan\u00e7\u00e3o      comercial, na S\u00edcilia, It\u00e1lia, Tunes, Arg\u00e9lia, Marrocos, seguindo sempre de      perto hoplitas e legion\u00e1rios, na Espanha, em Portugal, etc.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 sempre patrim\u00f4mio dos pa\u00edses mediterr\u00e2neos, mas encontra-se tamb\u00e9m, na      Argentina, na Austr\u00e1lia, no Brazil, no Chile, nos Estados Unidos da Am\u00e9rica,      no Jap\u00e3o, no M\u00e9xico, na Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n   \n<h3>Cultivo e prepara\u00e7\u00e3o<\/h3>\n   \n<p>Segundo as diferentes regi\u00f5es do Hemisf\u00e9rio Norte a flora\u00e7\u00e3o tem lugar de      Abril a Junho. A colheita em verde, de finais de Agosto a princ\u00edpios de Novembro      e em madura de Novembro a Mar\u00e7o. Sendo fr\u00e1gil, a azeitona deve manipular-se      com precau\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 que colher os frutos bem maduros preferentemente \u00e1 m\u00e3o, ou na impossibilidade,      com varas, evitando mediante lonas, ou melhor ainda com redes, todo o contato      com o solo. Utilizam-se tamb\u00e9m processos de colheita mecanizada com m\u00e1quinas      sopradoras, sacudidoras ou vibradoras, mas at\u00e9 agora n\u00e3o deram resultados      t\u00e3o plenamente satisfat\u00f3rios como a colheita manual.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Tr\u00eas dias depois de colhidas, com o fim de que nenhuma fermenta\u00e7\u00e3o      provoque um aumento de acidez do azeite, as azeitonas passam \u00e0 extra\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0depois      de lavadas com \u00e1gua, v\u00e3o seguidamente a uns trituradores de m\u00f3s, segundo os      processos cl\u00e1ssicos.<\/p>\n   \n<p>Obtido a frio a partir das azeitonas s\u00e3s, este\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0de      primeira press\u00e3o, puro sumo de fruta, resultado de uma a\u00e7\u00e3o estritamente mec\u00e2nica,      \u00e9 o alimento mais s\u00e3o, mais seguro, mais rico em ologomol\u00e9culas, muito valioso      para as nossas c\u00e9lulas.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Da pasta restante:<\/strong>\u00a0extrair-se-\u00e1\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0que      dever\u00e1 ser refinado(acidez demasiado elevada, excesso de cor, cheiro e sabor      muito forte) e n\u00e3o ter\u00e1 direito \u00e0 denomina\u00e7\u00e3o de &#8221;\u00a0<strong>azeite      virgem<\/strong>\u00a0&#8220;.<\/p>\n   \n<h3>Tipos de azeite<\/h3>\n   \n<p>As disposi\u00e7\u00f5es internacionais nesta mat\u00e9ria s\u00e3o estritas, reservando-se a      denomina\u00e7\u00e3o de &#8221;\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0&#8221; ao procedente      unicamente da azeitona; a sua defini\u00e7\u00e3o exclui desta denomina\u00e7\u00e3o todos os      \u00f3leos obtidos por solventes ou por procedimento de reesterifica\u00e7\u00e3o, assim      como toda a mistura com \u00f3leo de outra natureza.<\/p>\n   \n<h3>Azeite virgem<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>Obtido unicamente por processos mec\u00e2nicos sem haver sofrido      nenhum tratamento qu\u00edmico; este azeite virgem:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Deve ir seguido, quanto \u00e1 denomina\u00e7\u00e3o do qualificativo &#8220;extra&#8221;,      &#8220;fino&#8221;, &#8220;corrente&#8221;, ou &#8220;semi-fino&#8221;, segundo,      entre outras coisas, o grau de acidez expresso em \u00e1cido oleico<\/p>\n   \n<p>Pode ser classificado como &#8220;produto natural&#8221;<\/p>\n   \n<p>Pode ter as suas regi\u00f5es, como os grandes vinhos e ser objeto de denomina\u00e7\u00f5es      de origem.<\/p>\n   \n<h3>Azeite refinado<\/h3>\n   \n<p>Obtido pela refina\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite virgem<\/strong>\u00a0, com algumas      caracter\u00edsticas organol\u00e9pticas ou de outro tipo que devem ser retificadas      ou corrigidas pela refina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h3>Azeite<\/h3>\n   \n<p>Ou\u00a0<strong>azeite puro<\/strong>\u00a0, obtido pela mistura de azeite      virgem e azeite refinado, podendo este azeite constituir tipos(exemplo: tipo      Riviera).<\/p>\n   \n<h3>O azeite e a sa\u00fade<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>Na diet\u00e9ctica e gastroenterologia: azeite<\/strong>\u00a0, o      rei, \u00fanico entre todas as gorduras, \u00e9 um sumo puro de fruta de pleno sol,      rico portanto, em vitaminas.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 a mais digestiv\u00e9l das gorduras. Absorvido ante uma boa refei\u00e7\u00e3o protege      as mucosas do est\u00f4mago e protege-o contra as \u00falceras. Tomado como laxante(1      ou 2 colheres de sopa em jejum, com ou sem lim\u00e3o ou caf\u00e9) n\u00e3o irrita o intestino,      n\u00e3o contrai demasiado profundamente a ves\u00edcula, n\u00e3o cria h\u00e1bito. Atua nas      doen\u00e7as das vias biliares e da ves\u00edcula.<\/p>\n   \n<p>Merc\u00ea do seu \u00e1cido oleico(que se metaboliza facilmente) \u00e9 uma excelente fonte      de energia, inclusiv\u00e9 para um cora\u00e7\u00e3o doente.<\/p>\n   \n<p>Gra\u00e7as ao seu \u00e1cido linoleico, cuja escassa percentagem \u00e9 correspondente      \u00e0s pouco elevadas necessidades do organismo humano, \u00e9 ben\u00e9fico no maioria      dos casos.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Em pediatria:<\/strong>\u00a0Parecido ao leite da mulher pela      sua percentagem de \u00e1cido linoleico, pode humanizar o leite da vaca desnatado      e atende \u00e0s necessidades de um organismo em crescimento. A sua a\u00e7\u00e3o emulsiva      sobre as mucosas, faz dele uma indica\u00e7\u00e3o excelente na gastroenterite infantil.      Limita as defeci\u00eancias em \u00e1cidos essenciais no c\u00e9rebro da crian\u00e7a.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Em gerontologia:<\/strong>\u00a0Atrasa o processo de envelhecimento,      em especial pela sua a\u00e7\u00e3o nas c\u00e9lulas nervosas e do c\u00e9rebro e pelo valor da      sua vitamina E, alfacoterol especialmente ativo uma vez que os tocoferois      t\u00eam atividade precisamente sob a forma alta.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Em cardiologia e setor cerebro-vascular:<\/strong>\u00a0\u00c9 eficaz      como medida preventiva e curativa.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Contrariamente \u00e0s gorduras animais saturadas, reduz o excesso      de colesterol sangu\u00edneo:<\/strong>\u00a0diretamente pela sua associa\u00e7\u00e3o l\u00edpidica      parecida ao fruto, e diretamente pela sua a\u00e7\u00e3o estimulante sobre a secre\u00e7\u00e3o      da b\u00edlis, cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 precisamente destruir as gorduras saponificando-as      e tornar sol\u00faveis os elementos que podem obtruir os filtros capilares.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0tipo(no qual prevalecem os \u00e1cidos gordos      monoinsaturados) necess\u00e1rio na dieta preventiva de doen\u00e7as cardiovasculares      chamada &#8221; de distribui\u00e7\u00e3o por ter\u00e7os&#8221;.<\/p>\n   \n<h3>O azeite e a beleza<\/h3>\n   \n<p>Nutre a pele, protege-a, suaviza-a, conserva a juventude do corpo e da cara.<\/p>\n   \n<p>Desde a antiguidade continua a usar-se em ungentos, banhos, massagens, m\u00e1scaras      de beleza ou champus.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite velho<\/strong>\u00a0recomenda-se para aquecer o corpo,      provocar a transpira\u00e7\u00e3o, disolver os humores e dissipar a letargia. Posto      na boca, conserva a brancura dos dentes e fortifica as gengivas.<\/p>\n   \n<p>A oleoterapia, demasiado esquecida, merece ser defendida, ensinada e praticada.      Acelera a corrente sangu\u00ednea, d\u00e1 dinamismo ao organismo, arma-o contra a toxemia.<\/p>\n   \n<h3>O azeite e a cozinha<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>O azeite suporta muito bem as frituras:<\/strong>\u00a0a sua      temperatura &#8220;cr\u00edtica&#8221; \u00e9 de 210\u00ba a 220\u00ba, o que permite todas as formas      de cozinhamento.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>O ponto de fus\u00e3o do azeite \u00e9 de 5\u00ba a 7\u00ba:<\/strong>\u00a0da\u00ed      a sua boa digestabilidade. As suas virtudes nutritivas, digestivas, gustativas      exaltam-se melhor, evidentemente, em cr\u00fa.<\/p>\n   \n<p>Conservando-o \u00e0 volta dos 18\u00ba ao abrigo da luz. Podem-se juntar diferentes      aromatizantes(alho, cebola, n\u00f3s moscada, tomilho, louro&#8230;) e desta forma      ter \u00e0 m\u00e3o\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0dos mais diversos sabores e diet\u00e9ticos.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.azeol.pt<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite24.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"246\" height=\"300\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<h3>Atributos do azeite de oliva virgem<\/h3>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>azeites de oliva virgens<\/strong>\u00a0, logo ap\u00f3s a sua      produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m das analises qu\u00edmicas, passam pelo crivo dos catadores (especialistas      em an\u00e1lise sensorial).<\/p>\n   \n<p>Esses especialistas desvendam e qualificam atributos sensorial importantes      para a classifica\u00e7\u00e3o da qualidade do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Esse atributos podem ser positivos ou negativos.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeites de oliva virgens<\/strong>\u00a0que apresentam atributos      negativos s\u00e3o destinados ao refino ou descartados, portanto n\u00e3o s\u00e3o oferecidos      aos consumidores.<\/p>\n   \n<h3>Avalia\u00e7\u00e3o sensorial do azeite de oliva virgem<\/h3>\n   \n<p>Uma das etapas mais importantes da determina\u00e7\u00e3o da qualidade do azeite de      oliva \u00e9 a avalia\u00e7\u00e3o sensorial, conhecida como cata. Nessas sess\u00f5es se detectam      e se pontuam os atributos positivos e negativos \u0096 caso haja \u0096 procurando      definir a personalidade do produto. Quando a sess\u00e3o de degusta\u00e7\u00e3o \u00e9 profissional,      uma equipe de seis a oito especialistas (catadores), extensivamente treinados,      d\u00e3o notas ao aroma e ao sabor do produto, atendendo sempre as normas da Uni\u00e3o      Europ\u00e9ia.<\/p>\n   \n<p>Condi\u00e7\u00f5es preliminares para fazer uma cata de\u00a0<strong>azeite de oliva.<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Catar o\u00a0<strong>azeite de oliva extravirgem<\/strong>\u00a0exige muito      cuidado e habilidade. Antes de come\u00e7ar a fazer a degusta\u00e7ao \u00e9 fundamental      que o olfato e o paladar estejam em condi\u00e7\u00f5es adequadas.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>S\u00e3o elas:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>O melhor per\u00edodo do dia para realizar uma degusta\u00e7\u00e3o \u00e9 pela manh\u00e3.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 recomend\u00e1vel que os degustadores estejam pelo menos uma hora de jejum.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 importante n\u00e3o ter fumado cigarro, charuto ou cachimbo no dia.<\/p>\n   \n<p>O ambiente deve estar tranquilo, sem odores nem pessoas fumantes ou que tenham      fumado no recinto.<\/p>\n   \n<p>Os degustadores n\u00e3o devem usar perfumes no dia da cata nem bebido caf\u00e9.<\/p>\n   \n<h3>Copo de degusta\u00e7\u00e3o de azeite<\/h3>\n   \n<p>O recipiente oficial para fazer a cata de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0tem      o formato ovalado de uma ta\u00e7a, mas sem a haste.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 feita com cristal de cor azul, com 60 mm de altura com a superf\u00edcie superior      (50 mm de di\u00e2metro) com um menor di\u00e2metro que \u00e0 parte do meio (70 mm de di\u00e2metro)      e uma base de 35 mm de di\u00e2metro. O formato se justifica pela necessidade de      concentrar os aromas do produto para uma boa avalia\u00e7\u00e3o e a falta de haste      para facilitar o aquecimento que desprende os odores do produto.<\/p>\n   \n<h3>Passo-a-passo de uma avalia\u00e7\u00e3o sensorial do azeite<\/h3>\n   \n<p>Para avaliar uma determinada amostra de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9      necess\u00e1rio colocar 20 ml de produto em copo de degusta\u00e7\u00e3o e realizar um conjunto      de procedimentos com prop\u00f3sitos definidos em uma ordem pr\u00e9-estabelecida.<\/p>\n   \n<p>Entre uma amostra e outra, \u00e9 recomend\u00e1vel comer um peda\u00e7o de ma\u00e7\u00e3 para limpar      a boca e beber \u00e1gua.<\/p>\n   \n<h3>Procedimentos de uma cata<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>1. Olhar. Avalia\u00e7\u00e3o visual da densidade do produto.<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>Ainda que a cor n\u00e3o seja indicativa de qualidade, raz\u00e3o pela qual degustadores        profissionais utilizam os copos de degusta\u00e7\u00e3o azuis \u0096 para manter o        julgamento isento, livre da influ\u00eancia da colora\u00e7\u00e3o do produto -, a verifica\u00e7\u00e3o        visual da densidade do produto \u00e9 importante e d\u00e1 pistas sobre a variedade        da azeitona e tipo de processamento a qual foi submetida. Para avaliar a        densidade \u00e9 preciso dar voltas r\u00e1pidas no copo de degusta\u00e7\u00e3o e observar        como o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0se comporta na parede deste utens\u00edlio.<\/p>\n     \n<p>A avalia\u00e7\u00e3o visual tamb\u00e9m permite verficar possiveis impurezas no azeite        de oliva.<\/p>\n     \n<p>A\u00a0<strong>cor do azeite<\/strong>\u00a0de oliva guarda rela\u00e7\u00e3o com        o grau de maturidade das azeitonas prensadas.<\/p>\n     \n<p>A cor mais verde significa que o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 mais        jovem, obtido de azeitonas mais verdes, ou seja, com uma maior propor\u00e7\u00e3o        de clorofila.<\/p>\n     \n<p>Tal\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0, normalmente, \u00e9 mais frutado, mais        amargo e picante.<\/p>\n     \n<p>Os\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0de cor mais amarelada s\u00e3o obtidos        de azeitonas mais maduras e, por isso, menos amargo e picantes e, as vezes,        mais doces. No entanto, esses atributos ficam mais precisamente definidos        se avaliados pelas etapas seguintes.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>2. Cheirar. Avalia\u00e7\u00e3o da caracter\u00edstica olfativa<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>O primeiro passo para avaliar as qualidades olfativas de um\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9        tampar o copo de degusta\u00e7\u00e3o com uma das m\u00e3os, segur\u00e1-lo por baixo com a        outra e fazer movimentos circulares, para que uma fina pel\u00edcula impregne        as paredes laterais do azeite.<\/p>\n     \n<p>Em seguida, deve-se destampar o copo de cheirar rapidamente o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n     \n<p>Cheirar por muito tempo tende a confundir. Caso n\u00e3o seja poss\u00edvel uma avalia\u00e7\u00e3o        conveniente, \u00e9 melhor repetir todo o processo.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>3. Degustar: Avalia\u00e7\u00e3o do sabor e da performance t\u00e1ctil na        boca.<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>Deve-se aspirar uma pequena quantidade de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0(fazendo        um spray) de forma a distribu\u00ed-lo em toda a cavidade bucal. Na ponta da        l\u00edngua se percebe o sabor doce, na parte posterior o sabor amargo e o atributo        picante nota-se na garganta.<\/p>\n     \n<p>Nesse momento tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel avaliar a textura (fluidez ou viscosidade)        do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>4. Memorizar. Cria\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria sensorial.<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>N\u00e3o se trata exatamente de uma etapa, mas uma atitude que permeia todas        as fases citadas anteriores. No entanto, a mem\u00f3ria sensorial \u00e9 o principal        patrim\u00f4nio do degustador profissional e importante tamb\u00e9m para leigo que        apenas quer escolher um\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0agrad\u00e1vel.<\/p>\n     \n<p>Toda avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo comparativo. No caso, \u00e9 fundamental ter claro,        por exemplo, o que \u00e9 um\u00a0<strong>azeite doce<\/strong>\u00a0, para poder        definir o quanto \u00e9 doce uma determinada amostra e dessa forma assim poder        pontu\u00e1-la adequadamente. Sem mem\u00f3ria gustativa, a cata \u00e9 invi\u00e1vel.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h3>Classifica\u00e7\u00e3o dos azeites de oliva virgem<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>A partir da prensagem de azeitonas maduras obt\u00e9m-se o azeite      de oliva virgem, que \u00e9 tratado exclusivamente por processos f\u00edsicos:<\/strong>\u00a0lavagem,      moagem, prensa fria e centrifuga\u00e7\u00e3o. O resultado \u00e9 um produto n\u00e3o fermentado      de baixa acidez (no m\u00e1ximo 2\u00ba).<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>A Uni\u00e3o Europ\u00e9ia classifica azeites de oliva da seguinte maneira:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o considerados\u00a0<strong>azeites extravirgens<\/strong>\u00a0aqueles      cuja acidez \u00e9 menor do que 0,8 % e que apresentaram atributos positivos suficientes      em testes sensoriais. S\u00e3o produtos de alta qualidade gastron\u00f4mica e no dia-a-dia      s\u00e3o utilizados para finaliza\u00e7\u00e3o de pratos ou saladas. Industrialmente podem      ser misturados com outros tipos de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>azeites de oliva<\/strong>\u00a0com acidez entre 0,8% e 2%      s\u00e3o conhecidos como azeite de oliva virgem. Na sua comercializa\u00e7\u00e3o podem receber      o ep\u00edteto fino.<\/p>\n   \n<p>Seu principal uso \u00e9 o culin\u00e1rio e quando usados industrialmente s\u00e3o mesclados      com outros tipos de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>azeites com acidez<\/strong>\u00a0maior do que 2% denominam-se      azeite de oliva virgem lampante. Destinam exclusivamente para uso industrial      na mistura com outros azeites de Oliva.<\/p>\n   \n<p>Azeites que superam o grau de acidez de 2% ou que por problemas clim\u00e1ticos      ou de processo apresentam defeitos sensoriais s\u00e3o destinado ao refino.<\/p>\n   \n<p>O refino n\u00e3o modifica a estrutura qu\u00edmica do\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0e      elimina os seus defeitos resultando em um produto com acidez n\u00e3o superior      a 0,3%.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite refinado<\/strong>\u00a0n\u00e3o \u00e9 vendido aos consumidores      e destinam-se exclusivamente a utiliza\u00e7\u00e3o industrial, ou seja, s\u00e3o misturados      com outros azeites de oliva.<\/p>\n   \n<p>A mistura de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0refinado com\u00a0<strong>azeites      de oliva vingens<\/strong>\u00a0(extra, fino ou lampante) recebe a denomina\u00e7\u00e3o      gen\u00e9rica azeite de oliva.<\/p>\n   \n<p>O grau de acidez final n\u00e3o pode superar a 1%. Essa limita\u00e7\u00e3o modula a utiliza\u00e7\u00e3o      dos\u00a0<strong>azeites virgens<\/strong>\u00a0na produ\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0. Ou seja, para atende-la, os fabricantes se obrigam      a utilizar mais\u00a0<strong>azeites de oliva extravirgem<\/strong>\u00a0(ou      fino) do que o lampante na elabora\u00e7\u00e3o do azeite de oliva.<\/p>\n   \n<p>A principal utiliza\u00e7\u00e3o do azeite de oliva \u00e9 culin\u00e1ria.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Microcomponentes dos tipos de azeite de oliva<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>O processamento do azeite de oliva influencia na concentra\u00e7\u00e3o de antioxidantes,      subst\u00e2ncias que protegem o organismo contra agentes externos e no desenvolvimento      de doen\u00e7as, principalmente as cardiovasculares e o c\u00e2ncer.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva extravirgem<\/strong>\u00a0cont\u00e9m uma maior      concentra\u00e7\u00e3o de antioxidantes do que os azeites de oliva refinados.<\/p>\n   \n<p>Os principais antioxidantes do\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0s\u00e3o      os derivados fen\u00f3licos (tirosol e hidroxitirosol), ester\u00f3is livres e seus      precursores, o esqualeno.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite refinado<\/strong>\u00a0em fun\u00e7\u00e3o de seu processamento      perde uma parte desses microcomponentes, mas mant\u00e9m a mesma composi\u00e7\u00e3o de      \u00e1cidos graxos dos azeites virgens.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Veja as diferen\u00e7as:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0extravirgem tem 330 mg de vitamina      E\/kg e 400 compostos fen\u00f3licos diferentes.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0refinado cont\u00e9m 220 mg de vitamina      E\/kg e 80 compostos fen\u00f3licos. A menor concentra\u00e7\u00e3o de compostos fen\u00f3licos      e vitamina E do\u00a0<strong>azeite refinado<\/strong>\u00a0diminuem a estabilidade      do produto quando comparado com o virgem.<\/p>\n   \n<p>A composi\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos graxos, respons\u00e1vel por importantes benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade,      \u00e9 semelhante nos dois tipos de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<h3>Mitos e verdades na hora de escolher o azeite de oliva<\/h3>\n   \n<p>A percep\u00e7\u00e3o das possibilidades sensoriais do azeite de oliva tem aumentado      muito rapidamente no Brasil. A exemplo do fen\u00f4meno que ocorre com o vinho,      cada vez mais cuidadosamente degustado pelos brasileiros, os delicados sabores      do\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0, tamb\u00e9m, parecem estar despertando      a aten\u00e7\u00e3o dos consumidores.<\/p>\n   \n<p>Devido a tanto interesse, sobram artigos sobre o tema, mas falta qualidade,      ou pelo menos, precis\u00e3o nas informa\u00e7\u00f5es que transmitem. De um lado, melhora-se      a qualidade das embalagens, incluem-se textos descritivos dos aspectos sensoriais      dos produtos, mas permanecem as velhas confus\u00f5es que pouco ajudam o consumidor      na busca de um produto adequado \u00e0s suas necessidades nas g\u00f4ndolas dos pontos-de-vendas.<\/p>\n   \n<h3>O que voc\u00ea deve esquecer ao escolher um azeite de oliva<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Mito 1: Azeites de oliva de primeira prensagem s\u00e3o melhores<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>Trata-se de uma informa\u00e7\u00e3o que induz ao erro de imaginar que existe uma        segunda prensagem e que a qualidade do\u00a0<strong>azeite de oliva virgem<\/strong>\u00a0vai        piorando a medida que o processo progride. Na verdade, todos os azeites        de oliva virgens, bons ou ruins, nos dias de hoje, resultam de uma primeira        prensagem, portanto n\u00e3o \u00e9 esse um fator que define a qualidade do produto.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Mito 2: Azeites de oliva com baixa acidez baixa s\u00e3o mais        gostosos ou intensos<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>A acidez \u00e9 um fator de classifica\u00e7\u00e3o importante do\u00a0<strong>azeite        de oliva virgem<\/strong>\u00a0, mas n\u00e3o serve para indicar a qualidade sensorial        do produto. \u00c9 imposs\u00edvel fazer a associa\u00e7\u00e3o quanto menor for a acidez, mais        gostoso ser\u00e1 o azeite de oliva. O sabor e o aroma do produto \u00e9 resultado        de um complexo equil\u00edbrio de pelo menos 70 compostos diferentes (cetonas,        \u00e9teres, \u00e1lcoois, entre outros) que s\u00e3o transmitidos em grada\u00e7\u00f5es diversas,        primariamente, pela variedade e pela matura\u00e7\u00e3o dos frutos no momento do        processamento e, secundariamente, pelo microclima e pelo solo em que a \u00e1rvore        est\u00e1 plantada. J\u00e1 a acidez, que ali\u00e1s nada tem a ver com o pH que aprendemos        nas aulas de qu\u00edmica, \u00e9 gustativamente impercept\u00edvel.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>No entanto, esse \u00edndice tem um outro valor:<\/strong>\u00a0a        acidez tende a ser menor quando a coleta e o processamento das azeitonas        \u00e9 bem feito.<\/p>\n     \n<p>Por isso \u00e9 comum que bons\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0tenham acidez        baixa. No entanto \u00e9 poss\u00edvel encontrar um azeite com grau de acidez baixo,        mas com pouca personalidade, pouco aroma e de sabor apagado e, tamb\u00e9m o        contr\u00e1rio, um azeite com acidez um pouco mais alta, mas de presen\u00e7a marcante        na boca.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Mito 3: Azeites de oliva de cor verde s\u00e3o mais fortes<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>A cor \u00e9 outro atributo que tamb\u00e9m n\u00e3o influi na qualidade sensorial do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n     \n<p>A cor verde \u00e9 resultado da quantidade de clorofila (pigmento de cor verde)        presente no produto. A clorofila transmite ao azeite de oliva, al\u00e9m dos        tons esverdeados, notas sensoriais mais amargas.<\/p>\n     \n<p>Todos os demais aspectos sensoriais n\u00e3o podem ser avaliados pela cor do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0de        oliva.<\/p>\n     \n<p>Os mais verdes, normalmente, resultam da prensagem de frutos iniciais da        colheita.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Mito 4: Azeites de Oliva s\u00e3o saud\u00e1veis porque n\u00e3o t\u00eam colesterol<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>As vezes encontra-se inscrito em embalagens de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0a        express\u00e3o \u0093Sem Colesterol\u0094. Trata-se de outro apelo que n\u00e3o vale        muito, pois todo o alimento de origem vegetal n\u00e3o cont\u00e9m colesterol. Isso        vale para a ab\u00f3bora, o\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0ou o \u00f3leo        de soja. N\u00e3o \u00e9 a aus\u00eancia de colesterol que justifica a aquisi\u00e7\u00e3o de azeite        de oliva.<\/p>\n     \n<p>Todas esses mitos n\u00e3o ajudam na escolha de um bom\u00a0<strong>azeite de        oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n     \n<p>Ao contr\u00e1rio, diante de um mundo sensorial complexo, repleto de nuances,        representam meras simplifica\u00e7\u00f5es. Seria de f\u00e1cil compreens\u00e3o que bons azeites        de oliva fossem verdes, ou menos \u00e1cidos ou, ainda, extra\u00eddos de uma primeira        prensagem. No entanto esse par\u00e2metro m\u00e1gico n\u00e3o existe, e estaremos eternamente        ligados a necessidade de degustar um\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0para        avaliar sua qualidade sensorial.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h3>O que voc\u00ea deve lembrar ao escolher um azeite de oliva<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Verdade 1: Azeites s\u00e3o melhores quando jovens<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>O primeiro fator de qualidade sensorial \u00e9 bastante simples:<\/strong>\u00a0a        data de fabrica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n     \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0, ao contr\u00e1rio de alguns vinhos,        \u00e9 tanto melhor quanto mais jovem. Apesar de n\u00e3o ser correto afirmar que        qualquer\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0, por ser jovem, \u00e9 automaticamente        melhor do que outro mais antigo, um determinado azeite ser\u00e1 sempre melhor        no come\u00e7o de sua vida do que no fim dela.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Verdade 2: a degusta\u00e7\u00e3o \u00e9 o \u00fanico caminho de avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>Bons\u00a0<strong>azeites de oliva<\/strong>\u00a0s\u00e3o aqueles que t\u00eam uma        hist\u00f3ria sensorial para contar, s\u00e3o complexos, apresentam corpo, evoluem        em transi\u00e7\u00f5es sensoriais diversas e permanecem com seu retrogosto. O conjunto        desses atributos manifesta uma personalidade. Por isso, degustar \u00e9 a melhor        maneira de estabelecer prefer\u00eancias. Dessa forma \u00e9 um bom h\u00e1bito provar        uma pequena por\u00e7\u00e3o do produto puro logo depois da compra. Com o tempo, o        seu paladar se converter\u00e1 em sua b\u00fassola e deixar\u00e1 claro qual \u00e9 a sua prefer\u00eancia.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Passo-a-passo de uma degusta\u00e7\u00e3o correta de azeite de oliva        virgem<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<p>Coloque cerca de 20 mililitros do\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0a        ser degustado em um copo pequeno, de prefer\u00eancia opaco \u0097 assim a cor        do produto n\u00e3o ir\u00e1 afetar seu julgamento.<\/p>\n     \n<p>Tampe com uma das m\u00e3os a superf\u00edcie superior do copo e coloque a outra        m\u00e3o por baixo do copo visando aquec\u00ea-lo. Permane\u00e7a assim por cerca de 30        segundos. Esse procedimento ir\u00e1 concentrar os aromas do azeite de oliva        e o ajudar\u00e3o a identific\u00e1-los. Em seguida, aspire os aromas do copo e procure        identificar a natureza dos aromas. Dependendo da variedade, podem lembrar,        ervas rec\u00e9m cortadas, ma\u00e7\u00e3s verdes, frutos secos, abacate, notas c\u00edtricas        assim por diante.<\/p>\n     \n<p>Em seguida, sorva vigorosamente um pouco do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u0097        o barulho \u00e9 desagrad\u00e1vel, mas ajuda a perceber melhor todos os sabores do\u00a0<strong>azeite        de oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Voc\u00ea vai sentir, em graus diferentes, uma sensa\u00e7\u00e3o doce na ponta da l\u00edngua,      outra amarga na parte superior da l\u00edngua e uma sensa\u00e7\u00e3o picante na base da      l\u00edngua, perto da garganta. Dependendo da intensidade de cada uma dessas sensa\u00e7\u00f5es      e de suas transi\u00e7\u00f5es, uma hist\u00f3ria sensorial ser\u00e1 contada. Pode agradar ou      n\u00e3o, mas um\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0que proporciona essas      sensa\u00e7\u00f5es tem algo a dizer e merece respeito.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.azeite.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite de Oliva rico em um tipo de gordura saud\u00e1vel!<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>O uso do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 milenar, entretanto n\u00e3o se sabe      com exatid\u00e3o a sua origem. Ao lado da Videira, a Oliveira foi uma das primeiras      arvores a ser cultivada h\u00e1 mais de 5.000 anos no Mediterr\u00e2neo Oriental e \u00c1sia      Menor.A palavra\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0prov\u00e9m do voc\u00e1bulo \u00e1rabe      \u0093Az-zait\u0094 que significa sumo de azeitona.<\/p>\n   \n<p>Os fen\u00edcios, s\u00edrios e arm\u00eanios foram os primeiros povos a consumi-lo, cabendo      aos gregos e romanos lev\u00e1-lo para a Europa e o Ocidente, permanecendo por      s\u00e9culos restrito aos povos do mediterr\u00e2neo. No s\u00e9culo XVI os espanh\u00f3is introduziram      o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0no Peru, Chile e M\u00e9xico e no s\u00e9culo XVIII      nos EUA.<\/p>\n   \n<p>Sua import\u00e2ncia, ao longo dos tempos, resultou das m\u00faltiplas utiliza\u00e7\u00f5es      que lhe foram dadas na alimenta\u00e7\u00e3o, medicina, higiene e beleza.<\/p>\n   \n<p>Os Mesopot\u00e2micos untavam o corpo para se proteger do frio h\u00e1 mais de 5000      anos. A primeira classifica\u00e7\u00e3o formal data do s\u00e9c VII AC e era utilizado para      o al\u00edvio da dor e cura de feridas, sendo muito utilizado nas guerras.<\/p>\n   \n<p>Durante o Imp\u00e9rio Romano foi muito usado para amaciar a pele e os cabelos.      Foi ainda combust\u00edvel para ilumina\u00e7\u00e3o, lubrificante para as ferramentas e      alfaias agr\u00edcolas, impermeabilizante para fibras t\u00eaxteis e elemento essencial      em ritos religiosos. Por\u00e9m o grande destaque da utiliza\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      al\u00e9m da alimenta\u00e7\u00e3o, foi na medicina. Na Gr\u00e9cia antiga, atletas j\u00e1 utilizavam      o azeite como base para melhorar sua performance.<\/p>\n   \n<p>Na \u00e9poca dos grandes descobrimentos, por volta do s\u00e9culo XVI, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0era      obrigat\u00f3rio nos navios, utilizado como base para o preparo de diversos medicamentos.<\/p>\n   \n<p>Atualmente, diversas pesquisas comprovam os grandes benef\u00edcios que o\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0pode oferecer \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n   \n<h3>O que \u00e9 Azeite<\/h3>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/historia-do-azeite-28.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"200\" height=\"242\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 um tipo de \u00f3leo produzido      \u00fanica e exclusivamente a partir de azeitonas, fruto de uma \u00e1rvore chamada      oliveira.<\/p>\n   \n<p>O nome &#8221;\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0&#8221; n\u00e3o pode      ser utilizado nas misturas de azeite com outros \u00f3leos (esses s\u00e3o chamados      de \u00f3leos compostos).<\/p>\n   \n<h3>Tipos de Azeite<\/h3>\n   \n<p>Existem cerca de\u00a0<strong>270 tipos de azeitonas<\/strong>\u00a0e somente\u00a0<strong>24      s\u00e3o regularmente utilizadas<\/strong>\u00a0na produ\u00e7\u00e3o de azeites.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Cada pa\u00eds tem seu tipo caracter\u00edstico:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Espanha<\/strong>\u00a0(Picual)<br \/>\n       \u00a0<strong>Portugal<\/strong>\u00a0(Galega)<br \/>\n       \u00a0<strong>Argentina<\/strong>\u00a0(Arauco)<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite de Oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 classificado com base nas suas      caracter\u00edsticas organol\u00e9pticas (sabor e aroma), anal\u00edticas (acidez e outros      dados qu\u00edmicos) e pelo processo extrativo e dividido, basicamente,\u00a0<strong>em      3 tipos:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>AZEITE EXTRA VIRGEM<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Obtido atrav\u00e9s da extra\u00e7\u00e3o por processo de prensagem mec\u00e2nica das azeitonas.<\/p>\n   \n<p>Com aroma e sabor impec\u00e1vel, apresenta menos de 1% de acidez.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>AZEITE VIRGEM<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Obtido atrav\u00e9s da extra\u00e7\u00e3o por processo de prensagem mec\u00e2nica das azeitonas.<\/p>\n   \n<p>Sabor e aroma marcantes com acidez abaixo de 2%.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>AZEITE PURO<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Composto por\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0refinado e\u00a0<strong>azeite      virgem<\/strong>\u00a0, apresentando menos de 1,5% de acidez.<\/p>\n   \n<p>As fra\u00e7\u00f5es obtidas atrav\u00e9s da extra\u00e7\u00e3o por processo de prensagem mec\u00e2nica      das azeitonas, que possuem acidez acima de 3,3% de acidez s\u00e3o refinadas para      elimina\u00e7\u00e3o de defeitos, como acidez elevada e sabor e aroma desagrad\u00e1veis.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite refinado<\/strong>\u00a0\u00e9 ent\u00e3o utilizado para formar      o Azeite de Oliva.<\/p>\n   \n<h3>Produ\u00e7\u00e3o de Azeite<\/h3>\n   \n<p>O per\u00edodo de maturidade e plena produ\u00e7\u00e3o da oliveira situa-se entre os 35      e os 150 anos, conhecendo-se esp\u00e9cimes com 2000 anos. Em m\u00e9dia, uma oliveira      d\u00e1 20 Kg de azeitonas, sendo necess\u00e1rias cerca de 5 a 6 Kg para produzir 1      litro de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>A produ\u00e7\u00e3o tem in\u00edcio com a colheita das azeitonas nos olivais (planta\u00e7\u00e3o      de oliveiras) onde as azeitonas, ainda frescas, s\u00e3o levadas ao lagar (lugar      pr\u00f3prio para extra\u00e7\u00e3o do azeite), quando s\u00e3o lavadas e mo\u00eddas. Com essa moagem      obt\u00e9m-se, ent\u00e3o, uma pasta que \u00e9 prensada.<\/p>\n   \n<p>O produto desse processo, exclusivamente mec\u00e2nico, \u00e9 o\u00a0<strong>azeite      virgem<\/strong>\u00a0, que ap\u00f3s filtragem est\u00e1 pronto para consumo imediato.<\/p>\n   \n<h3>Dados de Mercado<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>PRODU\u00c7\u00c3O<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>A produ\u00e7\u00e3o mundial de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 de aproximadamente      2,765 milh\u00f5es de toneladas (produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia das safras 2000\/01 a 2002\/03),      sem apresentar crescimento em seus n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o desde 1996, alternando      momentos de aumento e queda de volume de produ\u00e7\u00e3o em suas safras. Os pa\u00edses      da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia representam 81% da produ\u00e7\u00e3o mundial, sendo a Espanha o maior      produtor mundial com 1,083 milh\u00f5es de toneladas (39% da produ\u00e7\u00e3o mundial),      seguido pela It\u00e1lia, com 585 mil toneladas (21%) e a Gr\u00e9cia, com 388 mil toneladas      (14%). S\u00edria, Turquia, Tun\u00edsia e Marrocos produzem conjuntamente 399 mil toneladas      (15%).<\/p>\n   \n<p>O Brasil n\u00e3o tem produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>CONSUMO<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>O consumo mundial de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0vem apresentando      desde 1995, uma taxa de crescimento m\u00e9dio anual de 6%, com 2,768 milh\u00f5es de      toneladas (consumo m\u00e9dio dos per\u00edodos 2000\/01 a 2002\/03) .<\/p>\n   \n<p>Os pa\u00edses da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia representam 71,5% do consumo mundial, com a It\u00e1lia      como o maior mercado consumidor com 740 mil tons anos, seguido pela Espanha      com 610 mil tons e Gr\u00e9cia com 270 mil tons.<\/p>\n   \n<p>Os Estados Unidos vem apresentando altas taxas de crescimento no consumo      de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0, totalizando mais de 220 mil      toneladas em 2002\/03.<\/p>\n   \n<p>O mercado de\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0no Brasil apresenta vendas      de aproximadamente 32.000 t, similar ao Jap\u00e3o e superior \u00e0 Austr\u00e1lia e Canad\u00e1.      O Brasil est\u00e1 posicionado entre os 10 pa\u00edses de maior consumo no mundo, com      taxas anuais de crescimento satisfat\u00f3rias.<\/p>\n   \n<p>O aumento cont\u00ednuo desse mercado demonstra que, cada vez mais, o brasileiro      aprecia as caracter\u00edsticas \u00fanicas e o prazer que um bom\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0pode      proporcionar aos seus pratos. Variedade \u00e9 o que n\u00e3o falta para o consumidor      brasileiro.<\/p>\n   \n<p>Diversos tipos de\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0, provenientes principalmente      de Portugal, It\u00e1lia, Espanha e Argentina, satisfazem os paladares mais exigentes      e acompanham praticamente todos os tipos de pratos. Inicialmente utilizado      na cozinha mediterr\u00e2nea, o produto foi, aos poucos, conquistando os principais      chefs e todos os tipos de cozinha. Entretanto, ainda h\u00e1 um grande potencial      de crescimento para o\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0em nosso      pa\u00eds, pois o nosso consumo percapita ainda \u00e9 muito baixo (170 gramas\/ano),      comparativamente aos gregos que consomem 25kg\/ano, os italianos e espanh\u00f3is      com 12kg\/ano.<\/p>\n   \n<p>Em termos de tipo de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0consumido,      a participa\u00e7\u00e3o de mercado de azeite extra virgem representa 37% do consumo      no Brasil e Austr\u00e1lia, 50% no Jap\u00e3o, 54% nos EUA e 61% no Canad\u00e1, 78% na It\u00e1lia      e 85% na Gr\u00e9cia. Na Espanha, apenas 20% do azeite consumido \u00e9 extra virgem.<\/p>\n   \n<h3>Azeite e Sa\u00fade<\/h3>\n   \n<p>A grande diferencia\u00e7\u00e3o e os benef\u00edcios de saudabilidade associados ao consumo      do\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0est\u00e1 diretamente relacionado      a sua composi\u00e7\u00e3o que \u00e9 rica em \u00e1cidos graxos monoinsaturados, como o \u00e1cido      ol\u00e9ico, e baixo em saturados o que favorece o controle do colesterol, pois      pode ajudar a reduzir o colesterol &#8220;ruim&#8221; (LDL) no sangue, mantendo      o n\u00edvel de colesterol &#8220;bom&#8221; (HDL). Desse modo permitindo um equil\u00edbrio      saud\u00e1vel entre os dois tipos de colesterol.<\/p>\n   \n<p>A presen\u00e7a de hidrocarbonetos (esqualeno) no\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0favorecem      a excre\u00e7\u00e3o de toxinas, ajuda na sa\u00fade celular e tem efeitos anticarcinog\u00eanicos.      Possui ester\u00f3is (\u00df-sitosterol) favorecendo a redu\u00e7\u00e3o do colesterol e ajuda      na preven\u00e7\u00e3o e combate ao c\u00e2ncer (pr\u00f3stata, colon, mama), compostos fen\u00f3licos      que inibem oxida\u00e7\u00e3o, reagem com radicais livres, inibindo a agrega\u00e7\u00e3o plaquet\u00e1ria      e previnem a oxida\u00e7\u00e3o do LDL e Cont\u00e9m vitamina E, um poderoso antioxidante.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>O azeite de oliva, pela sua composi\u00e7\u00e3o, tem uma contribui\u00e7\u00e3o      fundamental na preven\u00e7\u00e3o e tratamento de in\u00fameras doen\u00e7as:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Arteriosclerose<br \/>\n       Trombose<br \/>\n       Diabetes mellitus<br \/>\n       Doen\u00e7a biliar<br \/>\n       Pele (efeito protetor e tonificante)<br \/>\n       Cataratas e doen\u00e7as oculares<br \/>\n       Mineraliza\u00e7\u00e3o \u00f3ssea &#8211; Hipertens\u00e3o<br \/>\n       C\u00e2ncer (mama, pr\u00f3stata, trato digestivo)<br \/>\n       Aumenta a expectativa de vida (fortalece o sistema imunol\u00f3gico)<br \/>\n       Tem efeito positivo sobre a depress\u00e3o<br \/>\n       Confere prote\u00e7\u00e3o contra a deteriora\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o cognitiva (perda de mem\u00f3ria)<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte: www.oliva.org.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<h3>Oliveira<\/h3>\n   \n<p>Consagrada \u00e0 deusa Atena, da qual seria uma d\u00e1diva, a oliveira simbolizava      a liberdade e a pureza para os gregos, que com suas folhas tran\u00e7avam coroas      para ornar os atletas vencedores dos jogos periodicamente disputados entre      os diversos povos da H\u00e9lade.<\/p>\n   \n<p>Tipicamente mediterr\u00e2nea, a oliveira (Olea europaea) \u00e9 uma \u00e1rvore de folhas      perenes da fam\u00edlia das ole\u00e1ceas, a mesma do jasmim-verdadeiro e do lil\u00e1s.      Em geral mede de quatro a cinco metros de altura, mas pode chegar a mais de      dez. O tronco \u00e9 curto, com sucessivas curvaturas e nodosidades que lhe conferem      peculiar apar\u00eancia tortuosa.<\/p>\n   \n<p>As folhas, verde-escuras por cima e acinzentadas por baixo, s\u00e3o estreitas,      lanceoladas, cori\u00e1ceas e de bordas inteiras. As flores, pequenas e brancas,      nascem em cachos nas axilas das folhas e desabrocham na primavera. O fruto      ov\u00f3ide, a oliva ou azeitona, a princ\u00edpio verde, torna-se arroxeado ou preto      ao madurar. A polpa carnosa cont\u00e9m quarenta por cento de mat\u00e9ria graxa e endocarpo      lenhoso que encerra a semente. Mesmo maduro, o fruto tem sabor amargo e s\u00f3      depois de tratado com hidr\u00f3xido de s\u00f3dio e deixado cerca de seis meses em      solu\u00e7\u00e3o salina adquire o sabor com que chega \u00e0 mesa. \u00c9 mantido em conserva.<\/p>\n   \n<p>Parte expressiva da produ\u00e7\u00e3o de frutos destina-se \u00e0 obten\u00e7\u00e3o do \u00f3leo ou\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0, contido nas c\u00e9lulas da polpa e extra\u00eddo por press\u00e3o      nos lagares.<\/p>\n   \n<p>Digestivo e tradicional em suas m\u00faltiplas aplica\u00e7\u00f5es culin\u00e1rias, o\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0foi tamb\u00e9m empregado na terapia informal, por suas      virtudes purgativas.<\/p>\n   \n<p>O cultivo da oliveira \u00e9 feito principalmente na regi\u00e3o mediterr\u00e2nea.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>A It\u00e1lia e a Espanha s\u00e3o os principais produtores, seguidos      de Portugal, Gr\u00e9cia, Turquia e Tun\u00edsia, mas h\u00e1 olivais em outras partes do      mundo:<\/strong>\u00a0Estados Unidos (Calif\u00f3rnia), Austr\u00e1lia e pa\u00edses sul-americanos,      como Argentina e Chile.<\/p>\n   \n<p>\u00c1rvore r\u00fastica, adapta-se a uma ampla diversidade de solos, mas depende de      um grau m\u00ednimo de umidade. \u00c9 t\u00edpica de climas temperados e requer o preparo      do terreno, com ara\u00e7\u00f5es superficiais, bem como aduba\u00e7\u00f5es e podas. Multiplica-se      por estaquia (plantio de galhos), enxertia e mergulhia (plantio de galhos      flex\u00edveis, vergados \u00e0 terra e seccionados da planta-m\u00e3e depois de enraizarem).      As mudas obtidas por sementes geralmente d\u00e3o frutos de qualidade inferior,      e por isso s\u00e3o utilizadas apenas como porta-enxertos de variedades mais apuradas.<\/p>\n   \n<p>Famosa pela longevidade, a oliveira \u00e9 capaz de viver at\u00e9 mil anos, segundo      se depreende de an\u00e1lises feitas em esp\u00e9cimes plantados no Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n   \n<p>No Brasil, pode ser cultivada nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina,      Paran\u00e1, S\u00e3o Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Esp\u00edrito Santo, ou em locais      de temperatura m\u00e9dia entre 15o e 20o C.<\/p>\n   \n<h3>Azeite de Oliva<\/h3>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite25.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"229\" height=\"176\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><br \/>\n     \u00a0<strong>Oliveira de 1000 anos de idade com uma copa de 6 metros de di\u00e2metro<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p class=\"imgsemtarja\">Um outro\u00a0<strong>&#8220;cachorro engarrafado&#8221;<\/strong>\u00a0o      verdadeiro\u00a0<strong>&#8220;melhor amigo do homem&#8221;<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Quem n\u00e3o se lembra da divertida defini\u00e7\u00e3o sobre um et\u00edlico como o melhor      amigo do homem, do poeta Vin\u00edcius de Moraes, em declara\u00e7\u00e3o de amor e fidelidade      a bebida. \u0093Whisky \u00e9 o cachorro engarrafado\u0094, dizia. Por\u00e9m em mat\u00e9ria      de sa\u00fade, outro engarrafado \u0096 mas nada alco\u00f3lico \u0096 o\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0, \u00e9 que mereceria com toda adequa\u00e7\u00e3o a homenagem.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0sempre foi um produto de grande import\u00e2ncia.      E isso desde os fen\u00edcios, como tamb\u00e9m para os etruscos, especialmente do ponto      de vista econ\u00f4mico, pois entre aquelas civiliza\u00e7\u00f5es j\u00e1 era um produto destinado      \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o. E nesse \u00e2mbito, parece que pouca coisa mudou at\u00e9 nossos dias.      Toda a diversificada regi\u00e3o ao redor do mar Mediterr\u00e2neo, em raz\u00e3o do micro-clima,      sempre foi aben\u00e7oada e especializada no assunto. O resto do mundo teve que      se contentar com a importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Pl\u00ednio, o Velho, nos tempos de Pomp\u00e9ia, relata os diferentes tipos de azeitonas      conhecidas na sua \u00e9poca. Salienta, em especial, uma variedade muito rara e      &#8220;mais doce que as passas de uva\u0094, encontrada somente na Espanha.      Logo, n\u00e3o deve ser a toa que este pa\u00eds, em pleno s\u00e9culo 21 d.c., det\u00e9m a maior      produ\u00e7\u00e3o mundial em \u00f3leos de oliva e tornou-se o maior exportador do produto.      J\u00e1 Cat\u00e3o recomendava uma dieta a base de azeitonas, especialmente para a massa      de m\u00e3o de obra escrava, pelo seu alto \u00edndice cal\u00f3rico e de prote\u00ednas.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Por\u00e9m, um bom azeite parece jamais ter sido um pit\u00e9u para plebeus.      \u0093As 468 Receitas de Ricos\u0094 compiladas por Apicius, na Roma Antiga,      comprovam a tese, onde citavam 10 ingredientes b\u00e1sicos para a prepara\u00e7\u00e3o de      um \u0093prato de rico\u0094, e por ordem de import\u00e2ncia:<\/strong>\u00a0pimenta,      garum, azeite, mel, lev\u00edstico, vinagre, vinho, cominhos, arruda e coentro.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Apicius ainda insistia:<\/strong>\u00a0\u0093Para cozinhar um      prato, s\u00e3o necess\u00e1rios em m\u00e9dia oito ou nove destes ingredientes, os quais,      devido ao seu pre\u00e7o, n\u00e3o figuram na culin\u00e1ria dos pobres\u0094&#8230;<\/p>\n   \n<p>Felizmente as coisas mudaram neste aspecto e o atual modelo econ\u00f4mico contribuiu      com certa democratiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e0 mesa&#8230; Afinal desembolsar em m\u00e9dia de R$      12 a R$ 20 por um produto importado, e ainda em se falando de meio litro de      bom\u00a0<strong>azeite virgem de olivas<\/strong>\u00a0, n\u00e3o vai deixar ningu\u00e9m      na ru\u00edna \u0096 considerando que tal volume ir\u00e1 render muitos pratos e arremates      culin\u00e1rios que justificar\u00e3o o investimento.<\/p>\n   \n<p>Mas, especialmente, considerando os aspectos \u0093medicinais\u0094 e preventivos      que o famoso\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0promove (e que todo      o moderno conceito de alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada apregoa). Ele garante longevidade,      baixa do colesterol, combate aos radicais livres, pele luminosa, f\u00e1cil digest\u00e3o,      inibe a enxaqueca, ajuda na manuten\u00e7\u00e3o estrutural das membranas dos neur\u00f4nios,      previne certos c\u00e2nceres, arteriosclerose, enfartos, derrames, artrites, etc.      etc. \u0096 atributos que as outras gorduras comest\u00edveis n\u00e3o garantem, convenhamos.<\/p>\n   \n<p>Em raz\u00e3o de tamanhas vantagens, e como \u0093alimento funcional\u0094 \u0096      que previne doen\u00e7as \u0096 o consumo mundial aumentou expressivamente. O Brasil      acompanha atento a escalada. Segundo estimativa da Oliva (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira      de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira), no primeiro      bimestre de 2007 foi registrado um crescimento de 32,7% nas importa\u00e7\u00f5es de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0em      rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, o que correspondente a mais de 5.200 toneladas vendidas      contra 3.900, do ano anterior. Estima-se superar, at\u00e9 dezembro, a marca de      31.500 toneladas \u0096 por\u00e9m, lembrando que o Brasil utiliza modesto 1% do\u00a0<strong>\u00f3leo      de oliva<\/strong>\u00a0produzido no mundo.<\/p>\n   \n<p>O diretor da Mr. Man, empresa que comercializa os\u00a0<strong>azeites espanh\u00f3is<\/strong>\u00a0da      marca Ybarra no Brasil, Diego Man, acredita no boom dos azeites, em raz\u00e3o      do crescimento da informa\u00e7\u00e3o, especialmente no item sa\u00fade \u0096 mesmo que      at\u00e9 agora os azeites da Espanha tenham ficado com 22% da fatia do mercado      brasileiro, o que significou um movimento de US$ 30 milh\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Por tudo isso, a Mr. Man acaba de diversificar a oferta colocando      tr\u00eas novos produtos da Ybarra na classe Extra Virgem (o tipo mais puro, que      dispensa refino), no mercado nacional:<\/strong>\u00a0Azeite Arom\u00e1tico, produzido      100% da azeitona Hojiblanca, com aroma de ervas frescas, ligeiramente amargo      e picante com colora\u00e7\u00e3o verde amarelada; Azeite Intenso, um Extra Virgem das      variedades de azeitonas Hojiblanca e Picual; Azeite Gran Selecci\u00f3n Extra Virgem,      um sofisticado blended das variedades Hojiblancas e Arbequinas, que \u00e9 caracterizada      por render um azeite suave, doce e com aroma de frutas maduras. A meta \u00e9 atingir      todo o varejo nacional, com pre\u00e7os entre R$17 e R21, em embalagem de meio      litro. \u0093O consumidor brasileiro j\u00e1 est\u00e1 apto a escolher variedades mais      elaboradas e o mercado para o extra-virgem s\u00f3 tende a aumentar\u0094, avalia      o empres\u00e1rio.<\/p>\n   \n<p>O sumo extra\u00eddo das olivas, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0, est\u00e1 intrinsecamente      vinculado aos h\u00e1bitos das culturas mediterr\u00e2neas desde sempre.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Mas \u00e9 somente a partir do Imp\u00e9rio Romano que as olivas passam      a ter cultivo sistem\u00e1tico e import\u00e2ncia alimentar, figurando como um dos pilares      da hoje famosa e saud\u00e1vel \u0093Dieta Mediterr\u00e2nea\u0094 \u0096 que, trocando      em mi\u00fados, quer dizer:<\/strong>\u00a0trigo, azeite e vinho (complementando:      verduras, frutas, l\u00e1cteos e pouqu\u00edssima carne vermelha).<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>&#8220;Zitoun&#8221; e &#8220;Zite&#8221; (oliveira e azeite) \u00e9      etimologia de origem semita, provavelmente fen\u00edcia. No idioma portugu\u00eas, a      palavra foi emprestada do \u00e1rabe:<\/strong>\u00a0\u0093az-zayt\u0094, literalmente      suco de azeitona; j\u00e1 os italianos mantiveram o voc\u00e1bulo latino \u0093olio\u0094      \u0096 relativo \u00e0 oliva. Seja como for, o melhor de todos continua sendo o      tipo \u0093extra virgem\u0094, prensado a frio. Aqui o termo se refere a acidez.      Segundo o COI (Conselho Internacional da Olivicultura), ficou estabelecido      que um extra virgem n\u00e3o pode ultrapassar a 0,8% em acidez.<\/p>\n   \n<p>Da\u00ed at\u00e9 1,5% o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0deve ser classificado como      simplesmente virgem. Acima desse \u00edndice estamos diante de um azeite comum,      necessitando de um processo de refino.<\/p>\n   \n<p>Por raz\u00f5es culturais e hist\u00f3ricas, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0portugu\u00eas      segue sendo o mais consumido e o predileto entre os brasileiros. Mas quem      lidera a produ\u00e7\u00e3o do mundo \u00e9 a Espanha, englobando 40% de todo o mercado mundial.      O segundo maior produtor \u00e9 a It\u00e1lia, com 21%, seguida pela Gr\u00e9cia, respons\u00e1vel      por 14%. Outros produtores, como S\u00edria, Turquia e Marrocos, respondem por      15% da produ\u00e7\u00e3o. Temos aqui que incluir os \u0093azeites do Novo Mundo\u0094,      como os argentinos e chilenos \u0096 o primeiro, um fornecedor tradicional      para o vizinho mercado brasileiro e os chilenos (que h\u00e1 muito se especializaram      no agro-neg\u00f3cio de alto n\u00edvel) est\u00e3o abrindo fronteiras lentamente.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>E por falar em azeite portugu\u00eas, a empresa que det\u00e9m a marca      Gallo est\u00e1 festejando um \u00edndice nada desprez\u00edvel:<\/strong>\u00a0o azeite mais      vendido no Brasil, em 2006!<\/p>\n   \n<p>A tradicional marca portuguesa de azeites Gallo bateu recorde de vendas com      a comercializa\u00e7\u00e3o de 2,5 milh\u00f5es de litros, o que representa um crescimento      de 40% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. A Gallo fechou o ano com um market share      de 21,7% (A\/C Nielsen 2006) no mercado brasileiro e consolidou a lideran\u00e7a      absoluta em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n   \n<p>&#8220;Este aumento \u00e9 bastante expressivo e pode ser creditado a confian\u00e7a      conquistada entre o consumidor brasileiro, pois Gallo \u00e9 uma refer\u00eancia que      est\u00e1 presente na hist\u00f3ria das fam\u00edlias brasileiras, desde a d\u00e9cada de 30&#8221;,      afirma Rita Bassi, diretora-geral da Gallo Brasil. A diretora se apressa em      esclarecer que, a despeito do tradicionalismo, a marca preferida dos brasileiros      se empenha em agregar uma imagem moderna e atual ao produto.<\/p>\n   \n<p>Est\u00e1 ai como prova, a s\u00e9rie de campanhas promocionais, entre cursos, concursos,      confer\u00eancias na \u00e1rea da sa\u00fade e degusta\u00e7\u00f5es dirigidas que a marca vem promovendo      nos grandes centros. Da\u00ed que, mesmo sendo a l\u00edder de vendas em mercados n\u00e3o      t\u00e3o ilustrados e abastados, como o Nordeste brasileiro (onde as embalagens      de 250ml. estouram em vendas), a Gallo n\u00e3o ousa em diversificar em produtos      muito diferentes, em tipos de azeitonas ou\u00a0<strong>azeites aromatizados<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>\u0093Daria um n\u00f3 na cabe\u00e7a do consumidor\u0094, alega Rita, que aponta a      demanda crescente dos azeites, como \u0093o novo sonho de consumo, at\u00e9 mesmo      nas classes C\u0094. A empresa Gallo, diante da tranquila lideran\u00e7a no Brasil,      acaba de lan\u00e7ar o Azeite Novo Extra Virgem \u0096 azeitonas novas e de acidez      abaixo de 0,3% &#8211; destinado a esse emergente e melhor informado mercado que      ela ajudou a formar.<\/p>\n   \n<p>\u0093Uma parcela do consumidor brasileiro come\u00e7a a conhecer e se interessar      pelo assunto\u0094, argumenta Rita Bassi, aludindo que paralelamente ao com\u00e9rcio      \u00e9 necess\u00e1rio criar uma \u0093\u00a0<strong>cultura do azeite<\/strong>\u00a0\u0094,      assim como tem sido feito em outros setores, a exemplo do vinho. Sim, porque      azeite \u00e9 um universo t\u00e3o ou mais complexo que seu \u0093irm\u00e3o de sangue\u0094      mediterr\u00e2neo. Assim como as vinhas, as azeitonas variam de cepas, aromas,      qualidades, sabores.<\/p>\n   \n<p>Garrafas de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m s\u00e3o datadas e sofrem      os efeitos do tempo, da luz; um azeite virgem, tal como o vinho branco, deve      ser consumido em no m\u00e1ximo 2 a 3 anos. E uma vez abertos, se oxidam, alterando-se      as caracter\u00edsticas.<\/p>\n   \n<p>Embora o Brasil venha respondendo por apenas 1% do consumo mundial de\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0(a      parcim\u00f4nia de 30 milh\u00f5es de litros\/ano), que atinge 3 milh\u00f5es de toneladas      anuais, j\u00e1 se registram sinais de \u0093vida inteligente\u0094 nesse lado      do planeta. Seja pelo vi\u00e9s da sa\u00fade, seja pelo \u00e2ngulo da sofistica\u00e7\u00e3o da gastronomia,      o fato \u00e9 que lojas especializadas, como a Aza\u00eft, em S\u00e3o Paulo, est\u00e3o encontrando      um p\u00fablico \u00e1vido por novidades (\u00e0 parte a variedade respeit\u00e1vel j\u00e1 presente      nas g\u00f4ndolas de bons supermercados).<\/p>\n   \n<p>O empres\u00e1rio Isaac Azar, que come\u00e7ou como importador e hoje trabalha com      in\u00fameras marcas encontr\u00e1veis na AZa\u00eft, apostou todas as fichas no azeite extra      virgem. S\u00e3o mais de 70 variedades nessa linha, procedentes das mais qualificadas      zonas produtoras do mundo.<\/p>\n   \n<p>O cliente da Az\u00eft pode degustar de uma variada amostra antes de se decidir      por um extra virgem italiano, ou grego, ou da Andaluzia, do L\u00edbano, ou um      azeite da Provence francesa. Aromatizados com ervas, trufas negras ou brancas,      com pimentas ou de azeitonas mais suaves, para pratos a base de pescados,      tudo pode ser encontrado nessa boutique de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      que tamb\u00e9m vem promovendo cursos de degusta\u00e7\u00e3o para maior conhecimento do      assunto.<\/p>\n   \n<p>Os vidros de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0mais procurados s\u00e3o os espanh\u00f3is      e os italianos, informa a gerente da casa, Marta Abdalla. \u0093A maioria      de nossa clientela \u00e9 composta de m\u00e9dicos, talvez porque eles j\u00e1 sabem de cor      o que \u00e9 bom para a sa\u00fade\u0094, avalia.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>E aqui vai um resumo dos t\u00f3picos definidos por uma confer\u00eancia      mundial de sa\u00fade, sobre os benef\u00edcios do azeite, veiculado pela Associa\u00e7\u00e3o      Espanhola dos Exportadores de Azeite de Oliva (ASOLIVA):<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva virgem<\/strong>\u00a0\u00e9 uma fonte saud\u00e1vel      de \u00e1cidos graxos e de centenas de micronutrientes, especialmente antioxidantes,      como os compostos fen\u00f3licos, vitamina E e caroten\u00f3ides.<\/p>\n   \n<p>Na teoria dos radicais livres, o envelhecimento \u00e9 o resultado de danos oxidativos      as c\u00e9lulas. Alguns desses danos convertem-se em disfun\u00e7\u00f5es celulares. Um baixo      n\u00edvel de \u00e1cido graxo monoinsaturado (do acido ol\u00e9ico) ir\u00e1 diminuir o estresse      oxidativo celular.<\/p>\n   \n<p>A efetividade de uma dieta com\u00a0<strong>azeite de oliva virgem<\/strong>\u00a0no      fortalecimento de membranas, por aumentar a resist\u00eancia as modifica\u00e7\u00f5es induzidas      pelos radicais livres, j\u00e1 foi relatado.<\/p>\n   \n<p>Foi tamb\u00e9m demonstrado que modifica\u00e7\u00f5es oxidativas produzidas pela ingest\u00e3o      de gorduras fritas possam ser neutralizados quando usado o\u00a0<strong>azeite      de oliva.<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>O melhor aproveitamento dos teores graxos monoinsaturados (HDL) presentes      nos\u00a0<strong>azeites virgens<\/strong>\u00a0se d\u00e1 no consumo in natura      \u0096 sem aquecimento.<\/p>\n   \n<p>Para cozinhar, o\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m \u00e9 o mais      indicado, pois \u00e9 a gordura que melhor suporta altas temperaturas sem causar      danos e oxidar, como outros \u00f3leos.<\/p>\n   \n<p>Mas no caso, basta um\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0comum, pois o extra      virgem perde suas caracter\u00edsticas se aquecido acima de 40\u00ba.<\/p>\n   \n<p>Fonte: correiogourmand.com.b<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite27.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"243\" height=\"249\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>\u00c9 dif\u00edcil apurar a data de aparecimento das oliveiras. No entanto, h\u00e1 ind\u00edcios      de que estas \u00e1rvores existiriam na \u00e9poca do Paleol\u00edtico Superior e presume-se      que tenham aparecido na regi\u00e3o da \u00c1sia Menor. Por volta de 3.000 a.c., a oliveira      era cultivada por todo o \u0093Crescente F\u00e9rtil\u0094.<\/p>\n   \n<p>A sua dispers\u00e3o pela Europa ter-se-\u00e1 ficado a dever aos Gregos. Os Gregos      e os Romanos, verdadeiros apreciadores e produtores de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      eram pr\u00f3digos a descobrir-lhe aplica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>Para al\u00e9m da sua utiliza\u00e7\u00e3o na cozinha, aplicavam o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0como      medicamento, unguento ou b\u00e1lsamo, perfume, combust\u00edvel para ilumina\u00e7\u00e3o e impermeabilizante      de tecidos. Mais tarde, a cultura do olival foi-se espalhando pela bacia do      Mediterr\u00e2neo e, atrav\u00e9s das expedi\u00e7\u00f5es mar\u00edtimas dos Portugueses, acabou por      chegar \u00e0s Am\u00e9ricas. Acabou por se espalhar um pouco por todo o mundo, onde      as condi\u00e7\u00f5es climat\u00e9ricas lhe fossem favor\u00e1veis.<\/p>\n   \n<h3>A Oliveira e a Azeitona<\/h3>\n   \n<p>Esta \u00e1rvore de porte m\u00e9dio, raramente atinge os 6 metros de altura, gosta      de sol e de clima seco (dificilmente resiste a temperaturas inferiores a 12\u00baC).      Sendo muito resistente, ganhou a reputa\u00e7\u00e3o de ser imortal.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>No entanto, precisa de cuidados:<\/strong>\u00a0prote\u00e7\u00e3o de      pragas, podas de 2 em 2 anos para permitir a entrada de sol nas copas, fertiliza\u00e7\u00e3o      da terra e regas nos meses de Abril\/Maio e Setembro\/Outubro. A apanha da azeitona      realiza-se no Natal, entre Novembro e Janeiro.<\/p>\n   \n<p>O seu crescimento \u00e9 lento. Nas condi\u00e7\u00f5es mais favor\u00e1veis d\u00e1 frutos ao fim      de 5 anos ap\u00f3s a sua planta\u00e7\u00e3o e s\u00f3 atinge o seu pleno desenvolvimento aos      20 anos. Dos 35 aos 150 anos atravessa a sua maturidade e encontra-se em plena      produ\u00e7\u00e3o. Depois dos 150 anos envelhece e o seu rendimento torna-se irregular.<\/p>\n   \n<p>A palavra\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0vem do \u00e1rabe Az + zait e quer      dizer sumo de azeitona.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 o sumo decantado e purificado da azeitona.      A sua qualidade depende da combina\u00e7\u00e3o de fatores ambientais (clima e solo),      gen\u00e9ticos (variedade da azeitona) e agron\u00f3micos (t\u00e9cnicas de cultivo) e continua      com todas as opera\u00e7\u00f5es at\u00e9 ao seu envasilhamento.<\/p>\n   \n<p>A colheita do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0era feita \u00e0 m\u00e3o. Estendiam-se      mantas no ch\u00e3o, os homens subiam \u00e0s \u00e1rvores e soltavam as azeitonas que as      mulheres apanhavam para cestos. Outro m\u00e9todo era o uso de varas que acabava      por danificar a oliveira e os seus frutos. Recentemente apareceu um gancho      que ajudava a puxar as azeitonas mas a revolu\u00e7\u00e3o deu-se com o aparecimento      de m\u00e1quinas que fazem vibrar as \u00e1rvores libertando-as das azeitonas.<\/p>\n   \n<p>A sele\u00e7\u00e3o das azeitonas, a separa\u00e7\u00e3o de ramos e impurezas s\u00e3o tarefas importantes.      \u00c9 necess\u00e1rio transportar as azeitonas em caixas r\u00edgidas para o lagar. Os moinhos      de pedra de outrora passaram a moinhos met\u00e1licos ajudados por prensas hidr\u00e1ulicas,      centrifugadoras e m\u00e1quinas que separam o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0por      percola\u00e7\u00e3o ou filtra\u00e7\u00e3o seletiva.<\/p>\n   \n<p>Para se produzir um litro de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0s\u00e3o precisos      6 quilos de azeitonas. As azeitonas chegam ao lagar onde s\u00e3o limpas e lavadas.      \u00c9 recolhida uma amostra para o laborat\u00f3rio e faz-se a pesagem. O ideal \u00e9 que      a moenda seja feita nas 24 horas seguintes \u00e0 chegada ao lagar.<\/p>\n   \n<p>As azeitonas s\u00e3o mo\u00eddas e transformadas numa massa, passando depois \u00e0 fase      da termobatedura &#8211; batimento lento e cont\u00ednuo da massa, seguido de aquecimento      que ajuda as got\u00edculas de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0a unirem-se em      gotas de maiores dimens\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>O azeite \u00e9 extra\u00eddo:<\/strong>\u00a0separa-se a fase s\u00f3lida      (o baga\u00e7o) da fase l\u00edquida (azeite e \u00e1guas ru\u00e7as). Esta opera\u00e7\u00e3o pode ser      feita por prensagem (m\u00e9todo tradicional) ou por centrifuga\u00e7\u00e3o (m\u00e9todo moderno).      Depois o azeite deve ser filtrado, analisado e classificado por tipos antes      de ser embalado. Todo o processo de armazenamento, transporte, engarrafamento      e rotulagem \u00e9 rigorosamente controlado.<\/p>\n   \n<p>O grau de acidez do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0refere-se a um par\u00e2metro      qu\u00edmico que mede a propor\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos gordos livres (\u00e1cido oleico).<\/p>\n   \n<h3>O azeite na cultura portuguesa<\/h3>\n   \n<p>A oliveira, como \u00e1rvore resistente \u00e0 seca e de f\u00e1cil adapta\u00e7\u00e3o aos terrenos      pedregosos, \u00e9 uma \u00e1rvore padr\u00e3o da agricultura portuguesa.<\/p>\n   \n<p>No s\u00e9culo XIII as exporta\u00e7\u00f5es de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0assumiam      bastante import\u00e2ncia.<\/p>\n   \n<p>As regi\u00f5es da Estremadura e do Alentejo s\u00e3o as primeiras a serem referidas      nos forais no que respeita \u00e0 produ\u00e7\u00e3o oliv\u00edcula. No final da Idade M\u00e9dia,      as zonas com maior produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o Coimbra e \u00c9vora. Foi em \u00c9vora, em 1392, que      se lavrou a primeira regulamenta\u00e7\u00e3o do of\u00edcio do lagareiro e s\u00f3 no s\u00e9culo      XVI Coimbra e Lisboa lhe seguiram o exemplo.<br \/>\n     Durante os s\u00e9culos XV e XVI, o cultivo do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0generalizou-se      por todo o pa\u00eds.<\/p>\n   \n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o com a qualidade do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0era not\u00f3ria,      exigindo-se compet\u00eancia profissional dos executantes. Era uma produto essencial      \u00e0 subsist\u00eancia e economia dos povos que o produziam e consumiam.<\/p>\n   \n<p>Entre 1580 e 1650, a recess\u00e3o econ\u00f3mica afetou a produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0e      criaram-se obst\u00e1culos \u00e0 sua exporta\u00e7\u00e3o para que este n\u00e3o faltasse. O desequil\u00edbrio      entre a oferta e a procura agrava-se com o r\u00e1pido crescimento da cidade de      Lisboa dando origem aos primeiros especuladores do ramo. S\u00e3o publicadas as      primeiras leis que lhe tentam fixar o pre\u00e7o.<\/p>\n   \n<p>Os problemas de produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      n\u00e3o tendo desaparecido, atenuaram-se com o desenvolvimento da agricultura      e com o aperfei\u00e7oamento dos canais de distribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>A\u00a0<strong>oliveira<\/strong>\u00a0e o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0continuam      a ocupar uma posi\u00e7\u00e3o privilegiada na cultura do povo portugu\u00eas.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0d\u00e1 trabalho a cerca de 400.000 portugueses.      O esfor\u00e7o traduz-se atualmente numa produ\u00e7\u00e3o da ordem das 40.000 toneladas      anuais.<\/p>\n   \n<p>A cultura do olival ocupa mais de 340 mil hectares de norte a sul do pa\u00eds      e s\u00f3 no Alentejo existe cerca de 155 mil hectares de terra dedicada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o      de azeitona. Tr\u00e1s-os-Montes, Beiras e Ribatejo tamb\u00e9m s\u00e3o regi\u00f5es que possuem      \u00e1reas menores de cultivo. Cada regi\u00e3o tem as suas caracter\u00edsticas pr\u00f3prias      de solo e clima, variando tamb\u00e9m as esp\u00e9cies de oliveira plantada e os m\u00e9todos      de produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Para preservar estas diferen\u00e7as foram criadas normas que regulamentam a forma      de produ\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0nas \u00e1reas protegidas.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Aparece o azeite DOP, azeite com Denomina\u00e7\u00e3o de Origem Protegida,      sendo 5 as regi\u00f5es protegidas:<\/strong>\u00a0Tr\u00e1s-os-Montes, Ribatejo, Norte      Alentejano, Moura e Beira Interior. Para merecer esta designa\u00e7\u00e3o o azeite      tem de respeitar a variedade de azeitonas e o processo de fabrico t\u00edpico da      sua regi\u00e3o.<\/p>\n   \n<h3>Na Sa\u00fade e na Gastronomia<\/h3>\n   \n<p>\u00c9 importante seleccionar um azeite de qualidade. Quando \u00e9 virgem e de baixa      acidez, os seus benef\u00edcios para a sa\u00fade s\u00e3o imensos, sendo a melhor de todas      as outras gorduras.<br \/>\n     Rico em vitamina<\/p>\n   \n<p>E e \u00e1cidos gordos monoinsaturados, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0favorece      a mineraliza\u00e7\u00e3o \u00f3ssea, combate o envelhecimento dos tecidos e \u00f3rg\u00e3os em geral,      contribui para o bom funcionamento da ves\u00edcula biliar e restante aparelho      digestivo e ajuda a prevenir doen\u00e7as cardiovasculares, alguns tipos de cancros      e diabetes.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Resumindo, os efeitos ben\u00e9ficos do azeite sobre o organismo      s\u00e3o:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Aparelho circulat\u00f3rio:<\/strong>\u00a0ajuda a prevenir a arteriosclerose        e os seus riscos<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Aparelho digestivo:<\/strong>\u00a0melhora o funcionamento        do est\u00f4mago e do p\u00e2ncreas, o n\u00edvel hepato-biliar e o n\u00edvel intestinal<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Pele:<\/strong>\u00a0efeito protetor e t\u00f3nico da epiderme<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Sistema end\u00f3crino:<\/strong>\u00a0melhora as fun\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Sistema \u00f3sseo:<\/strong>\u00a0estimula o crescimento e favorece        a absor\u00e7\u00e3o do c\u00e1lcio<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>\u00a0<strong>O povo diz:<\/strong>\u00a0<em>\u0093A melhor cozinheira \u00e9 a      azeiteira\u0094<\/em>e os livros de receitas tradicionais portuguesas comprovam-no.<\/p>\n   \n<p>O azeite aparece em quase todas. Pode ser utilizado em cru &#8211; como tempero,      em cozinhados &#8211; como ingrediente, bem quente &#8211; como meio de cozedura ou a      frio &#8211; como agente conservador de enchidos e queijos.<\/p>\n   \n<p>O azeite marca definitivamente a cozinha regional. A sua aplica\u00e7\u00e3o d\u00e1 sabor,      aroma e cor, melhora a textura, transmite o calor, integra os alimentos e      personaliza e identifica um prato.<\/p>\n   \n<p>A dieta mediterr\u00e2nica \u00e9 um dos padr\u00f5es alimentares mais saud\u00e1veis do mundo,      na qual abundam alimentos de origem vegetal (cereais, legumes e frutos), a      carne \u00e9 comida moderadamente, preferindo-se o peixe e ovos, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9      utilizado regularmente e o queijo e iogurtes s\u00e3o consumidos diariamente.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.olivaisshoppingcenter.pt<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite28.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"181\" height=\"303\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>Os Hebreus, Gregos e Romanos dentre os povos mais antigos eram grandes apreciadores      e produtores do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Utilizavam na cozinha, aplicavam o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0como      medicamento, ungento ou b\u00e1lsamo, perfume, combust\u00edvel para ilumina\u00e7\u00e3o, e impermeabilidade      de tecidos.<\/p>\n   \n<p>Hoje, no mundo inteiro, a produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0alcan\u00e7a      2 milh\u00f5es de toneladas. Isto representa 4% da produ\u00e7\u00e3o mundial de \u00f3leos vegetais,      e 2,5% da produ\u00e7\u00e3o mundial de \u00f3leos comest\u00edveis e gorduras.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Seus maiores produtores s\u00e3o:<\/strong>\u00a0Espanha, It\u00e1lia,      Gr\u00e9cia, Tun\u00edsia e Turquia (Paganini, 2005). Em outras palavras, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0de      oliva foi e continua sendo uma fonte de inspira\u00e7\u00e3o no card\u00e1pio de boa parte      da popula\u00e7\u00e3o mundial.<\/p>\n   \n<p>A palavra\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0vem do \u00e1rabe Az + zait e quer      dizer sumo de azeitona.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 o sumo decantado e purificado da azeitona.      A sua qualidade depende da combina\u00e7\u00e3o de fatores ambientais (clima e solo),      gen\u00e9ticos (variedade da azeitona) e agron\u00f4micos (t\u00e9cnicas de cultivo) e continua      com todas as opera\u00e7\u00f5es at\u00e9 ao seu envasamento.<\/p>\n   \n<p>Para se produzir um litro de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0s\u00e3o necess\u00e1rios      6 quilos de azeitonas.<\/p>\n   \n<p>As azeitonas chegam ao galp\u00e3o onde s\u00e3o limpas e lavadas. \u00c9 recolhida uma      amostra para o laborat\u00f3rio e faz-se a pesagem. O ideal \u00e9 que a moenda seja      feita nas 24 horas seguintes \u00e0 chegada ao galp\u00e3o de processamento. As azeitonas      s\u00e3o mo\u00eddas e transformadas numa massa, passando depois para fase de batimento      lento e cont\u00ednuo da massa, seguido de aquecimento que ajuda as got\u00edculas de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0a      unirem-se em gotas de maiores dimens\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>O azeite \u00e9 extra\u00eddo:<\/strong>\u00a0separa-se a fase s\u00f3lida      (o baga\u00e7o) da fase l\u00edquida (azeite e \u00e1guas residuais). Esta opera\u00e7\u00e3o pode      ser feita por prensagem (m\u00e9todo tradicional) ou por centrifuga\u00e7\u00e3o (m\u00e9todo      moderno). Depois o azeite deve ser filtrado, analisado e classificado por      tipos antes de ser embalado.<\/p>\n   \n<p>O grau de acidez do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0refere-se a um par\u00e2metro      qu\u00edmico que mede a propor\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos graxos livres (\u00e1cido oleico) (Olivais      shopping center, 2005).<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0conserva todas as propriedades      de seu fruto. Pertence ao grupo de gorduras ou lip\u00eddios, que s\u00e3o os nutrientes      indispens\u00e1veis para o organismo e as maiores fontes de energia. Al\u00e9m disso,      os lip\u00eddios permitem a absor\u00e7\u00e3o de algumas vitaminas (A,D,E,K).<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Os lip\u00eddios s\u00e3o constitu\u00eddos por \u00e1cidos gordurosos e no azeite      de oliva s\u00e3o encontrados dois tipos destes \u00e1cidos fundamentais para a vida:<\/strong>\u00a0o      \u00e1cido oleico e o \u00e1cido linoleico. O \u00e1cido oleico aumenta o chamado colesterol      bom (HDL) que exerce um papel protetor ao transportar o colesteirol mau das      art\u00e9rias at\u00e9 o f\u00edgado para sua elimina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>No que diz respeito \u00e1s propriedades nutricionais, para aproveita-las \u00e9 necess\u00e1rio      selecionar um\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0de qualidade.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Quando \u00e9 virgem e de baixa acidez, os seus benef\u00edcios para      a sa\u00fade s\u00e3o imensos:<\/strong>\u00a0rico em vitamina E e \u00e1cidos graxos monoinsaturados,      o azeite favorece a mineraliza\u00e7\u00e3o \u00f3ssea, combate o envelhecimento dos tecidos      e \u00f3rg\u00e3os em geral, contribui para o bom funcionamento da ves\u00edcula biliar e      do aparelho digestivo, al\u00e9m de ajudar a prevenir doen\u00e7as cardiovasculares.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 evid\u00eancia cient\u00edfica de que a dieta de estilo mediterr\u00e2neo, da qual o\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 a principal fonte de gordura, contribui com a preven\u00e7\u00e3o      dos fatores de risco cardiovascular. Vale ressaltar que os benef\u00edcios se d\u00e3o      pelo consumo dos diversos tipos de alimentos que comp\u00f5em esta dieta e n\u00e3o      apenas do azeite, que participa do preparo das refei\u00e7\u00f5es como um condimento.      A dieta mediterr\u00e2nea inclui o consumo abundante de cereais e seus derivados,      legumes, frutas, frutos secos, verduras, e hortali\u00e7as com quantidades menores      de peixe, aves, ovos, l\u00e1cteos e ainda por\u00e7\u00f5es menores de carnes. Tamb\u00e9m inclui      o consumo de quantidades moderadas de vinho(Travelandlivingbrasil; 2005).<\/p>\n   \n<p>Para os brasileiros a boa not\u00edcia \u00e9 que j\u00e1 existe no pa\u00eds uma planta\u00e7\u00e3o experimental      para a cultura da oliva h\u00e1 12 anos na fazenda da Epamig &#8211; Empresa de Pesquisa      Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais, em Maria da F\u00e9, sul de Minas. S\u00e3o 400 \u00e1rvores      que cobrem dois hectares daquele peda\u00e7o da Serra da Mantiqueira.<\/p>\n   \n<p>Segundo o agr\u00f4nomo da institui\u00e7\u00e3o, Luiz Eug\u00eanio Santana de Mattos, o pa\u00eds      t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de solo e clima para implanta\u00e7\u00e3o de oliveiras, basta apenas      que se realizem mais pesquisas, que haja financiamento p\u00fablico para viabilizar      o cultivo comercial como ocorreu com a cultura da ma\u00e7\u00e3, por exemplo.<\/p>\n   \n<p>O doutor em fitotecnia, Adelson Francisco, respons\u00e1vel pela implanta\u00e7\u00e3o do      projeto acrescenta: se a Argentina, o Chile e o Peru produzem, porque n\u00e3o      aqui, onde existem, no Sul e nas regi\u00f5es serranas de Minas, Bahia S\u00e3o Paulo      e Rio microclimas semelhantes? Basta um pouco mais de investimento(Gon\u00e7alves,      2003).<\/p>\n   \n<h3>Como \u00e9 feita a classifica\u00e7\u00e3o dos azeites<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>A partir da prensagem de azeitonas maduras obt\u00e9m-se o azeite      de oliva virgem, que \u00e9 tratado exclusivamente por processos f\u00edsicos:<\/strong>\u00a0lavagem,      moagem, prensa fria e centrifuga\u00e7\u00e3o. O resultado \u00e9 um produto n\u00e3o fermentado      de baixa acidez (no m\u00e1ximo 2\u00ba).<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>A Uni\u00e3o Europ\u00e9ia classifica os azeites nos seguintes tipos:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Azeites extravirgens<\/strong>\u00a0: Aqueles cuja acidez        \u00e9 menor do que 0,8 % e que apresentaram atributos positivos suficientes        em testes sensoriais. S\u00e3o produtos de alta qualidade gastron\u00f4mica e no dia-a-dia        s\u00e3o utilizados para finaliza\u00e7\u00e3o de pratos ou saladas. Industrialmente podem        ser misturados com outros tipos de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Azeite de oliva virgem<\/strong>\u00a0: Aqueles com acidez        entre 0,8% e 2%. Na sua comercializa\u00e7\u00e3o podem receber o ep\u00edteto fino. Seu        principal uso \u00e9 o culin\u00e1rio e quando usados industrialmente s\u00e3o mesclados        com outros tipos de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Azeite de oliva virgem lampante<\/strong>\u00a0: Os que possuem        acidez maior do que 2% . Destinam exclusivamente para uso industrial na        mistura com outros azeites de Oliva.<\/p>\n     \n<p>A mistura de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0refinado com\u00a0<strong>azeites        de oliva virgens<\/strong>\u00a0(extra, fino ou lampante) recebe a denomina\u00e7\u00e3o        gen\u00e9rica\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n     \n<p>O grau de acidez final n\u00e3o pode superam a 1%. Essa limita\u00e7\u00e3o modula a utiliza\u00e7\u00e3o        dos\u00a0<strong>azeites virgens<\/strong>\u00a0na produ\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite        de oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n     \n<p>Ou seja, para atender essa limita\u00e7\u00e3o imposta por lei, os fabricantes se        obrigam a utilizar mais\u00a0<strong>azeites de oliva extra<\/strong>\u00a0ou        fino do que o lampante na elabora\u00e7\u00e3o do azeite de oliva. A principal utiliza\u00e7\u00e3o        do azeite de oliva \u00e9 culin\u00e1ria (Informativo da Casa do Azeite Espanhol:        SESI\/ RS; 2005).<\/p>\n     \n<p>Fica claro, portanto que a acidez \u00e9 um fator de classifica\u00e7\u00e3o importante        para o azeite de oliva virgem, contudo n\u00e3o serve para indicar a qualidade        sensorial do produto.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>O sabor e o aroma de um\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 resultado de      um complexo equil\u00edbrio de compostos diferentes transmitidos primariamente,      pela variedade e pela matura\u00e7\u00e3o dos frutos no momento do processamento e,      secundariamente, pelo microclima e pelo solo em que a \u00e1rvore est\u00e1 plantada.      J\u00e1 a acidez tende a ser menor quando a coleta e o processamento das azeitonas      \u00e9 bem feito.<\/p>\n   \n<p>Por isso \u00e9 comum que bons\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0tenham acidez      baixa.<\/p>\n   \n<p>No entanto \u00e9 poss\u00edvel encontrar um\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0com      grau de acidez baixo, mas com pouco aroma e de sabor apagado e, tamb\u00e9m o contr\u00e1rio,      um azeite com acidez um pouco mais alta, mas de presen\u00e7a marcante na boca      (Informativo da Casa do Azeite Espanhol: SESI\/ RS; 2005).<\/p>\n   \n<p>Vale ressaltar que na produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, todo o processo de produ\u00e7\u00e3o no campo,      armazenamento, transporte, engarrafamento e rotulagem \u00e9 rigorosamente controlado.      O per\u00edodo m\u00ednimo \u00e9 de 04 anos de cultivo consecutivos para a obten\u00e7\u00e3o da denomina\u00e7\u00e3o      \u0093org\u00e2nico\u0094. At\u00e9 o cumprimento desse prazo a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada      em \u0093estado de transi\u00e7\u00e3o\u0094, lembrando que \u00e9 a propriedade como um      todo que deve se adequar \u00e1s normas para os org\u00e2nicos e n\u00e3o apenas a cultura      comercial que se pretende vender.<\/p>\n   \n<p>Em outras palavras, um\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0org\u00e2nico deve trazer      no r\u00f3tulo a logomarca da entidade certificadora e o n\u00famero do processo de      certifica\u00e7\u00e3o, para que n\u00e3o apenas os consumidores finais, mas os \u00f3rg\u00e3os oficiais      de controle sanit\u00e1rio e de qualidade de alimentos possam rastrear a origem      do azeite (aonde foram plantadas as oliveiras) caso ocorram problemas, ou      suspeitas de adultera\u00e7\u00e3o ou falsifica\u00e7\u00e3o do produto ou das embalagens, por      exemplo.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.sitiodomoinho.com<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite29.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"246\" height=\"242\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<h3>Origem do Azeite de Oliva<\/h3>\n   \n<p>As \u00e1rvores de oliva foram cultivadas pela primeira vez h\u00e1 mais de 5000 anos      na S\u00edria, L\u00edbano e Israel.<\/p>\n   \n<p>Naquela \u00e9poca o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0de ajonjol\u00ed era a principal      fonte de graxa para cozinhar e o\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0era      utilizado para como cosm\u00e9tico e como unguento.<\/p>\n   \n<p>Desde a S\u00edria o cultivo dos campos de oliva se estendiam por todo o Mediterr\u00e2neo      e com o decorrer dos tempos os gregos foram os primeiros a exportar o\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Tanto o seu consumo como o seu cultivo foram se tornando populares      e hoje em dia existem importantes produtores de azeite de oliva em todo o      mundo, dentre os quais se destacam:<\/strong>\u00a0Argentina, Arg\u00e9lia, Espanha,      It\u00e1lia, L\u00edbia, Marrocos, Portugal, Tun\u00edsia, Turquia, Fran\u00e7a e Gr\u00e9cia.<\/p>\n   \n<p>Estima-se que 89% dos azeites de oliva que importam os Estados Unidos vem      da It\u00e1lia e Espanha.<\/p>\n   \n<p>Em 1995 a It\u00e1lia exportou para os Estados Unidos um total de 69.932 Toneladas      de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0dos quais 21.000 Toneladas eram      de azeite de oliva extra virgem. Este \u00e9 um mercado que apresenta um importante      potencial j\u00e1 que anualmente consome-se somente 5 ounces per capita, uma quantidade      m\u00ednima se comparada com os quase 2 gal\u00f5es per capita que consomem os franceses,      3 gal\u00f5es na Espanha, a mesma quantidade na Espanha e 5 gal\u00f5es na Gr\u00e9cia.<\/p>\n   \n<p>O Norte da It\u00e1lia \u00e9 uma zona aonde se produzem azeitonas da melhor qualidade      do mundo. L\u00e1 se encontram os &#8220;frantoios&#8221; (o nome em italiano para      as planta\u00e7\u00f5es e processos do azeite de oliva), entrando em contato com todo      tipo de processadores desde os menores e artesanais at\u00e9 os completamente automatizados,      mas todos eles unidos por um denominador comum, a terr\u00edvel geada que sofreram      na regi\u00e3o de Toscana em Janeiro de 1985, considerada como a pior do \u00faltimo      mil\u00eanio. Alguns sozinhos come\u00e7aram a se recuperar agora, j\u00e1 que tiveram que      arrancar as \u00e1rvores e semear de novo, que s\u00f3 come\u00e7aram a dar sua primeira      colheita agora na safra passada.<\/p>\n   \n<h3>Caracter\u00edsticas Gerais<\/h3>\n   \n<p>\u00c9 vital entender que o\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 o \u00fanico      azeite que \u00e9 extra\u00eddo de uma fruta, os demais azeites s\u00e3o extra\u00eddos de um      gr\u00e3o, uma semente ou noz.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 aqueles que acreditam que o\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0deveria      ser catalogado como um &#8220;vinho de azeitonas&#8221;, no lugar de ser considerado      um azeite e estar agrupado com os azeites procedentes de sementes.<\/p>\n   \n<p>Na It\u00e1lia pode-se comprovar que a variedade de climas s\u00e3o fatores determinantes      para um bom\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0e por estes os italianos      afirmam que &#8220;dove il y ha uno buono vino ha uno buono aceite&#8221;. Estima-se      que existam ao redor de 60 tipos de azeitonas, mas o sabor e as caracter\u00edsticas      das azeitonas s\u00e3o as mais variadas devido \u00e0 variedade dos climas e est\u00e3o em      todo o mundo.<\/p>\n   \n<p>Quase todos os\u00a0<strong>azeites de oliva<\/strong>\u00a0de melhor qualidade      s\u00e3o elaborados n\u00e3o t\u00e3o somente de variedades especiais de azeitonas em diferentes      etapas de madura\u00e7\u00e3o. A colheita se efetua em t\u00e9rmino de poucas semanas, geralmente      ao final de Novembro e nunca depois do Ano Novo. Necessita-se por volta de      1.300 \u00e0 2.000 azeitonas para elaborar um quarto de\u00a0<strong>azeite de      oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>As azeitonas devem ser recolhidas cuidadosamente \u00e0 m\u00e3o. As que caem das \u00e1rvores      s\u00e3o muito mais \u00e1cidas e o azeite sofre uma decomposi\u00e7\u00e3o de rancidez mais cedo.      O cuidado com o qual se colhe as azeitonas resultar\u00e1 na qualidade do produto      final, ainda mais o cuidado dos diferentes passos dos processos.<\/p>\n   \n<h3>Como se elabora o Azeite de Oliva<\/h3>\n   \n<p>Em muitos casos as azeitonas s\u00e3o processadas aonde se encontram as planta\u00e7\u00f5es.      Mas em muitos outros casos, existem cooperativas com milhares de pequenos      associados que levam as azeitonas que foram cuidadosamente recolhidas, (o      mesmo dia em que se recolheram para que n\u00e3o se apresente nenhuma fermenta\u00e7\u00e3o      antes da prensa), na planta no processo.<\/p>\n   \n<p>Sejam nos processos cont\u00ednuos como nos artesanais, uma vez que chegam as      azeitonas na planta, procede-se a lavagem das azeitonas para eliminar areia,      pedras, galhos, etc.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o importa o tipo de processo, as azeitonas devem ser prensadas \u00e0 frio,      o calor \u00e9 o pior inimigo da qualidade final do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>No processo cont\u00ednuo, para a extra\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>azeite as azeitonas<\/strong>\u00a0s\u00e3o      trituradas em um moinho que divide o fruto em peda\u00e7os, gerando-se assim uma      massa composta principalmente por peda\u00e7os de osso, \u00e1gua de vegeta\u00e7\u00e3o, parte      exterior da azeitona, peda\u00e7os de polpa com grande conte\u00fado de azeite e um      pouco de azeite livre.<\/p>\n   \n<p>A massa obtida no moinho tem uma apreci\u00e1vel quantidade de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0n\u00e3o      liberando ainda um dos peda\u00e7os do fruto. Para que este azeite saia livre e,      como \u00fanica forma que se possa separar fisicamente em fases posteriores, passa-se      a massa em uma batedora. Nela, mediante uma cont\u00ednua agita\u00e7\u00e3o \u0096 produzida      por v\u00e1rios agitadores e rotores \u0096 consegue-se que os peda\u00e7os de ossos      v\u00e3o-se rompendo, gra\u00e7as a sua dureza e forma irregular, os tecidos que formam      parte da massa.<\/p>\n   \n<p>Da batedeira sai uma massa com os mesmos peda\u00e7os de osso que na entrada,      mas com mais \u00e1gua de vegeta\u00e7\u00e3o (liberada, como o azeite, dos tecidos) e com      mais\u00a0<strong>azeite livre<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>A massa que sai da batedeira \u00e9 bombeada para uma prensa (se      trata do processo prensado ou a um decantador se o processo \u00e9 cont\u00ednuo), essa      est\u00e1 composta de um rotor que gira a uma velocidade de 3.000 e 4.000 rpm e      que, por for\u00e7a centr\u00edfuga, se separa da massa em tr\u00eas fases:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>A externa que cont\u00e9m os peda\u00e7os de osso<\/p>\n     \n<p>A fase intermedi\u00e1ria, que \u00e9 est\u00e1 formada principalmente pela \u00e1gua de vegeta\u00e7\u00e3o        muito dilu\u00edda, devido a que, para diluir a massa para um melhor tratamento,        agrega-se \u00e1gua antes de sua entrada no decantador<\/p>\n     \n<p>A terceira fase, que por ser mais ligeira, \u00e9 a mais perto do centro de        centrifuga\u00e7\u00e3o, \u00e9 precisamente o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h3>Tipos de Azeite de Oliva<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite de Oliva<\/strong>\u00a0possui v\u00e1rios tipos de qualidade.      Azeite de Oliva Extra Virgem, o qual \u00e9 considerado um \u00f3leo de gourmet, e o\u00a0<strong>Azeite      de Oliva Virgem<\/strong>\u00a0s\u00e3o os de maior pre\u00e7o. As outras qualidades      tem sabores inferiores, e s\u00e3o utilizados como Azeite para saladas ou para      prop\u00f3sitos de culin\u00e1ria em geral.<\/p>\n   \n<p>No presente momento, mais de 50% do\u00a0<strong>Azeite de Oliva<\/strong>\u00a0produzido      nos pa\u00edses do Mediterr\u00e2neo tem uma acidez elevada e caracter\u00edsticas organol\u00e9pticas      pobres e \u00e9 desapropriado para consumo humano a menos que seja refinado. Azeite      de Oliva Extra Virgem em muitos dos pa\u00edses produtores representa por meros      10% da produ\u00e7\u00e3o de Azeite de Oliva.<\/p>\n   \n<p>As v\u00e1rias designa\u00e7\u00f5es encontradas no mercado de\u00a0<strong>Azeite de Oliva<\/strong>\u00a0foram      propostas pelo Conselho Internacional De Azeite de Oliva (CIAO). Esta Organiza\u00e7\u00e3o,      sediada em Madri, foi criada pelos pa\u00edses produtores para elevar a produtividade      e melhorar a qualidade.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Os objetivos espec\u00edficos da CIAZ s\u00e3o:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Encorajar a pesquisa e o desenvolvimento para modernizar a ind\u00fastria de Azeite      de Oliva atrav\u00e9s de planejamentos t\u00e9cnicos e cient\u00edficos.<\/p>\n   \n<p>Para criar consensos comuns, por exemplo regras volunt\u00e1rias que podem ser      tomadas como refer\u00eancia para a produ\u00e7\u00e3o de produtos de qualidade (Boa Pr\u00e1tica      de Manufatura).<\/p>\n   \n<p>Para desenvolver m\u00e9todos de trabalho aceit\u00e1veis internacionalmente, adaptados      \u00e0s an\u00e1lises de produtos quimicamente, as quais v\u00e3o garantir controle do\u00a0<strong>Azeite      de Oliva<\/strong>\u00a0e enfatizar pre\u00e7os justos.<\/p>\n   \n<p>Espalhar o conhecimento adquirido das propriedades biol\u00f3gicas e nutricionais      do\u00a0<strong>Azeite de Oliva<\/strong>\u00a0no presente e para os consumidores      futuros.<\/p>\n   \n<h3>Especifica\u00e7\u00f5es<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>Qualidade do Azeite Puro de Oliva Virgem<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p class=\"texto_definir\">(Extra\u00eddo por processo mec\u00e2nico)<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Acidez M\u00e1xima (expressa em \u00e1cido oleico):<\/strong>\u00a01.5%<\/p>\n     \n<table width=\"70%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Densidade Relativa a 25\/4\u00ba C<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.9113<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00cdndice de Refra\u00e7\u00e3o a 25\u00baC<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.4675<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00cdndice de Iodo (Wijs)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">84.3<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00cdndice de Saponifica\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">191.4<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00cdndice de Bellier modificado<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">15\u00ba8C<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>\u00cdndice de Per\u00f3xido em Meq\/02<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">6.5<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Azidez (expr. Em \u00e1cido oleico)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.69 gr\/%<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Mat\u00e9ria insaponificada<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.91 gr\/%<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Materiais Insol\u00faveis em \u00e9ter de Petr\u00f3leo<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.01 gr\/%<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Perdido no Aquecimento<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.01 gr\/%<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Rea\u00e7\u00e3o de Vizert et Guillot (Az. Semisec)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">NEGATIVO<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Rea\u00e7\u00e3o de Halpnen (azeite de algod\u00e3o)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">NEGATIVO<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Sedimenta\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">N\u00e3o cont\u00e9m<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Sab\u00f5es<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">N\u00e3o cont\u00e9m<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Aspecto a 25\u00baC<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">L\u00edmpido<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Absor\u00e7\u00e3o Espec\u00edfica a 232 nm (K 232)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">7.25<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Absor\u00e7\u00e3o Espec\u00edfica a 270 nm (K 270)<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.05<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Rela\u00e7\u00e3o entre Absor\u00e7\u00f5es Espec\u00edficas<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">9.6<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"292\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\u00a0<strong>Varia\u00e7\u00e3o da Absor\u00e7\u00e3o Espec\u00edfica<\/strong>\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"103\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0.02(K x 10)<\/td>\n         <\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Se seguidas as especifica\u00e7\u00f5es acima descritas, pode-se considerar este azeite      como; &#8221;\u00a0<strong>AZEITE PURO DE OLIVA VIRGEM \u0096 QUALIDADE FINA<\/strong>\u00a0&#8221;      e corresponde as especifica\u00e7\u00f5es da Norma I.R.A.M. 5523.<\/p>\n   \n<h3>Composi\u00e7\u00e3o<\/h3>\n   \n<p>No quadro seguinte aparecem as composi\u00e7\u00f5es de \u00e1cidos graxos em comprova\u00e7\u00f5es      efetuadas por diferentes autores sobre o azeite de oliva, na Calif\u00f3rnia, It\u00e1lia      e Espanha (Jamieson), Argentina (Cattaneo) e outras regi\u00f5es (JAOCS).<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite de Oliva (Composi\u00e7\u00e3o Percentual de \u00c1cidos Graxos)<\/strong>\u00a0<\/p>\n     \n<table width=\"70%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<th valign=\"top\" width=\"37%\">\u00c1cidos Graxos \/ Autores<\/th>\n           \n<th valign=\"top\" width=\"22%\"> \n<p class=\"imagem\">Jamieson (a)<\/p>\n<\/th>\n           \n<th valign=\"top\" width=\"18%\"> \n<p class=\"imagem\">Jaocs (b)<\/p>\n<\/th>\n           \n<th valign=\"top\" width=\"22%\"> \n<p class=\"imagem\">Cattaneo (c)<\/p>\n<\/th>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"37%\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><b>Saturados<br \/>\n<\/b>14:0 Mir\u00edstico<br \/>\n             16:0 Palm\u00edtico<br \/>\n             18:0 Este\u00e1rico<br \/>\n             20:0 Araqu\u00eddico              \n<p><b>Mono-insaturados<br \/>\n<\/b>16:1 Palmitol\u00e9ico<br \/>\n               18:1 Ol\u00e9ico<\/p>\n             \n<p><b>Poli-insaturados<br \/>\n<\/b>18:2 Linol\u00e9ico<br \/>\n               18:3 Linol\u00eanico<\/p>\n             \n<p><b>Composi\u00e7\u00e3o M\u00e9dia<br \/>\n<\/b>Saturados<br \/>\n               Mono-insaturados<br \/>\n               Poli-insaturados<br \/>\n               Total Insaturados<br \/>\n               Rela\u00e7\u00e3o Sat.\/Insat.<br \/>\n               Rela\u00e7\u00e3o Ol\u00e9ico\/Linol.<\/p>\n<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"22%\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               Vest.<br \/>\n               8.5<br \/>\n               1.9<br \/>\n               0.16<br \/>\n<\/p>\n             \n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               vest.<br \/>\n               82.6<\/p>\n             \n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               5.1<br \/>\n               vest.<\/p>\n             \n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               10.56<br \/>\n               82.6<br \/>\n               5.1<br \/>\n               87.7<br \/>\n               1\/8.3<br \/>\n               16.1\/1<\/p>\n<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"18%\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               0.002<br \/>\n               12.1<br \/>\n               2.7<br \/>\n               0.5<\/p>\n             \n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               0.9<br \/>\n               71.8<\/p>\n             \n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               10.2<br \/>\n               0.7<\/p>\n             \n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               15.3<br \/>\n               72.7<br \/>\n               10.9<br \/>\n               83.6<br \/>\n               1\/5.46<br \/>\n               7\/1<\/p>\n<\/td>\n           \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"22%\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               0.8<br \/>\n               15.2<br \/>\n               1.3<br \/>\n               0.8<\/p>\n             \n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               2.2<br \/>\n               63.8<\/p>\n             \n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               13.6<br \/>\n               vest.<\/p>\n             \n<p class=\"imagem\"><br \/>\n               18.1<br \/>\n               66.0<br \/>\n               13.6<br \/>\n               79.6<br \/>\n               \u00bc.4<br \/>\n               4.69\/1<\/p>\n<\/td>\n         <\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3>Aplica\u00e7\u00e3o<\/h3>\n   \n<p>Origin\u00e1ria da \u00c1sia, a oliveira \u00e9 cultivada h\u00e1 mais de 3 mil anos nos pa\u00edses      mediterr\u00e2neos, onde boa parte da colheita de azeitonas \u00e9 destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o      de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Em pa\u00edses como a Gr\u00e9cia, It\u00e1lia e Espanha, onde o\u00a0<strong>azeite de      oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 consumido extensivamente, h\u00e1 uma incid\u00eancia menor de      doen\u00e7as cardiovasculares.<\/p>\n   \n<p>A mucilagem suave do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0protege o aparelho      digestivo. Antigas civiliza\u00e7\u00f5es usavam o produto para ajudar a curar ferimentos.      Hoje, o azeite \u00e9 considerado um \u00f3timo rem\u00e9dio para problemas de pele e um      hidratante eficaz.<\/p>\n   \n<h3>Dica extra<\/h3>\n   \n<p>Para fortalecer as unhas e amaciar as cut\u00edculas, mergulhe as toda noite em      uma mistura de 3 partes de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0morno      com uma parte de suco de lim\u00e3o (espremido na hora). Coloque luvas de pano      e deixe o \u00f3leo penetrar durante a noite. Gradualmente, suas unhas ficar\u00e3o      mais resistentes a quebras e rachaduras.<\/p>\n   \n<p>O azeite \u00e9 um grande auxiliar no tratamento de doen\u00e7as cardiovasculares,      excesso de colesterol no sangue, dores de ouvido e estrias na pele.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Obs:<\/strong>\u00a0<em>Essas dicas t\u00eam como objetivo complementar      a orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, n\u00e3o substitu\u00ed-la. Antes de seguir qualquer recomenda\u00e7\u00e3o      procure consultar um profissional de sa\u00fade, que \u00e9 a pessoa mais gabaritada      para avaliar seus sintomas e recomendar tratamentos.<\/em><\/p>\n   \n<p>Fonte: www.aboissa.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite30.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"282\" height=\"253\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<h3>Azeite e Sa\u00fade<\/h3>\n   \n<p>O seu valor cal\u00f3rico \u00e9 de 9 calorias por grama, a mesma propor\u00e7\u00e3o de qualquer      outra gordura animal ou vegetal.<\/p>\n   \n<p>As gorduras (ou l\u00edpidos) s\u00e3o nutrientes indispens\u00e1veis ao organismo, sendo      que, a sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 predominantemente energ\u00e9tica.<\/p>\n   \n<p>Fornecem ao homem a energia que lhe permite desenvolver atividades f\u00edsicas      e intelectuais e s\u00e3o ainda uma fonte de calor.<\/p>\n   \n<p>Para al\u00e9m de tornar a comida mais apetitosa, possuem um evidente valor biol\u00f3gico,      dado que os tecidos necessitam dos l\u00edpidos para desenvolver a sua atividade.<\/p>\n   \n<p>Por outro lado, como algumas vitaminas (A, D, E, K) s\u00f3 s\u00e3o sol\u00faveis nas gorduras,      dependem necessariamente dos l\u00edpidos para serem absorvidas.<\/p>\n   \n<p>O colesterol \u00e9 uma subst\u00e2ncia gorda existente nos organismos animais, que      desempanha um importante papel das fun\u00e7\u00f5es vitais. Muitas hormonas do organismo,      indispens\u00e1veis \u00e0 vida, s\u00e3o elaboradas no corpo humano a partir do colesterol.<\/p>\n   \n<p>As gorduras e o colesterol, para serem transportadas pelo sangue, associam-se      com prote\u00ednas, formando associa\u00e7\u00f5es moleculares chamadas lipo-prote\u00ednas.<\/p>\n   \n<p>O colesterol mau (LDL) deposita-se nas paredes internas das art\u00e9rias (em      forma de placas de ateroma), estreitando-as e \u00e9 considerado como fator causador      de arteriosclerose, que \u00e9 uma forma de esclerose e tem uma influ\u00eancia direta      nas doen\u00e7as cardio-vasculares.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0, pela quantidade de \u00e1cido oleico que      cont\u00e9m, \u00e9 considerado a gordura ideal. O \u00e1cido oleico aumenta o colesterol      bom HDL \u0096 que exerce um papel protetor \u0096 dado que transporta o colesterol      mau depositado nas art\u00e9rias at\u00e9 ao figado, que o elimina tendo como efeito      a redu\u00e7\u00e3o dos riscos de trombose arterial e de enfarte.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Resumindo, os efeitos ben\u00e9ficos do Azeite sobre o organismo      s\u00e3o:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Aparelho Circulat\u00f3rio:<\/strong>\u00a0ajuda a prevenir a arteriosclerose        e os seus riscos<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Aparelho Digestivo:<\/strong>\u00a0melhora o funcionamento        do est\u00f4mago e do p\u00e2ncreas, o n\u00edvel hepatobiliar e o n\u00edvel intestinal<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Pele:<\/strong>\u00a0efeito protetor e t\u00f3nico da epiderme<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Sistema End\u00f3crino:<\/strong>\u00a0melhora as fun\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Sistema \u00d3sseo:<\/strong>\u00a0estimula o crescimento e favorece        a absor\u00e7\u00e3o do c\u00e1lcio.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Pelo seu conte\u00fado em vitamina E e pelo efeito antioxidante desta sobre a      membrana celular, \u00e9 especialmente recomendado para a inf\u00e2ncia e terceira idade.<\/p>\n   \n<h3>Tipos de Azeite<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>Os diferentes tipos de Azeites Virgens existentes, tendo em      conta que a legisla\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria n\u00e3o permite o embalamento para consumo      de Azeites Virgens com acidez superior a 2\u00ba, s\u00e3o os seguintes:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<h3>Azeite virgem corrente<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>Acidez igual ou inferior a 3,3\u00ba.<\/p>\n     \n<p>N\u00e3o est\u00e1 apto para consumo direto.<\/p>\n     \n<p>Utiliza-se para lotear com outros azeites ou refina-se.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h3>Azeite virgem lampante<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>Acidez superior a 3,3\u00ba.<\/p>\n     \n<p>N\u00e3o est\u00e1 apto para consumo direto.<\/p>\n     \n<p>Refina-se sempre.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h3>Azeite virgem extra<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>Azeites irrepreens\u00edveis com sabor e cheiro intensos a azeitona s\u00e3.<\/p>\n     \n<p>Acidez igual ou inferior a 1\u00ba.<\/p>\n     \n<p>Apto para consumo direto.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h3>Azeite virgem (fino)<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>Azeite de boa qualidade com sabor e cheiro a azeitona s\u00e3.<\/p>\n     \n<p>Acidez igual ou inferior a 2\u00ba.<\/p>\n     \n<p>Apto para consumo direto.<br \/>\n       Acidez superior a 3,3\u00ba.<\/p>\n     \n<p>N\u00e3o est\u00e1 apto para consumo direto.<\/p>\n     \n<p>Refina-se sempre.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Ainda que a c\u00f4r n\u00e3o se avalie pela an\u00e1lise sensorial, as tonalidades do\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0abrangem      uma ampla gama de transpar\u00eancias.<\/p>\n   \n<p>Geralmente, os tons amarelo -dourados correspondem a Azeites doces, extra\u00eddos      de azeitonas maduras, de colheita tardia.<\/p>\n   \n<p>Os tons amarelo-esverdeado e esverdeado s\u00e3o pr\u00f3prios de\u00a0<strong>Azeites<\/strong>\u00a0frutados,      um pouco amargos que prov\u00eam das azeitonas que ainda n\u00e3o atingiram o seu amadurecimento      pleno.<\/p>\n   \n<h3>A Oliveira e o Azeite<\/h3>\n   \n<p>O crescimento da oliveira \u00e9 lento<\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite31.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"217\" height=\"147\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>Em toda a bacia Mediterr\u00e2nica, a oliveira \u00e9 uma \u00e1rvore comum, dado que requer      um clima caracterizado por Invernos amenos, Primaveras ou Outonos chuvosos,      Estios secos e quentes e, al\u00e9m disso, grande luminosidade. Os seus frutos      s\u00f3 amadurecem ap\u00f3s os meses quentes e, a sua colheita verifica-se no Outono-Inverno.<\/p>\n   \n<p>O processo de matura\u00e7\u00e3o da azeitona verifica-se na mudan\u00e7a gradual da colora\u00e7\u00e3o,      do verde ao viol\u00e1ceo e, finalmente, do roxo-escuro ao negro. Durante este      processo, o\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0vai-se formando na polpa da      azeitona.<\/p>\n   \n<p>O grau de maturidade do fruto condiciona o seu sabor e assim, conforme a      variedade e a zona, destina-se para conserva ou\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      desde que colhida na altura adequada.<\/p>\n   \n<p>A apanha da azeitona \u00e9 um processo que quase n\u00e3o mudou com os s\u00e9culos. \u00c9      um trabalho artesanal duro, ao ar livre, normalmente numa \u00e9poca fria.<\/p>\n   \n<p>Os frutos s\u00e3o apanhados \u00e0 m\u00e3o ou por varejamento. Batendo na \u00e1rvore com umas      varas compridas e flex\u00edveis as azeitonas caiem sobre as lonas colocadas, para      o efeito, junto das \u00e1rvores.<\/p>\n   \n<p>Existe ainda um sistema mec\u00e2nico de apanha por vibra\u00e7\u00e3o, adapt\u00e1vel \u00e0s caracter\u00edsticas      da \u00e1rvore e do terreno.<\/p>\n   \n<h3>Como se obt\u00e9m o Azeite<\/h3>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite32.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"215\" height=\"137\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>Uma vez colhida, a azeitona \u00e9 levada para o lagar onde \u00e9 peneirada; depois      os frutos s\u00e3o lavados com \u00e1gua fria para eliminar folhas, raminhos e qualquer      corpo estranho.<br \/>\n     Depois de lavados passam para a moenda. A moenda da azeitona consiste na prensagem      do fruto \u0096 sem o caro\u00e7o ser tirado previamente \u0096 efetuado por meios      mec\u00e2nicos.<br \/>\n     Para se obterem\u00a0<strong>Azeites<\/strong>\u00a0de qualidade, a azeitona      deve ser trabalhada nas 24 horas seguintes \u00e0 sua colheita.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Atualmente, e na extra\u00e7\u00e3o propriamente dita, existem tr\u00eas sistemas      para a obten\u00e7\u00e3o do Azeite:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>As\u00a0<strong>prensas hidr\u00e1ulicas<\/strong>\u00a0(com tend\u00eancia a desaparecer)<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>sistema cont\u00ednuo de tr\u00eas fase<\/strong>\u00a0s ou sa\u00eddas<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>sistema cont\u00ednuo de duas fases<\/strong>\u00a0(ecol\u00f3gico) e      sem produ\u00e7\u00e3o de \u00e1guas ru\u00e7as (alpechim)<\/p>\n   \n<p>Para se obter um litro de\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0de primeira extra\u00e7\u00e3o,      s\u00e3o necess\u00e1rios, aproximadamente 5 quilos de azeitonas. Para se conseguir      um litro na extra\u00e7\u00e3o parcial, s\u00e3o necess\u00e1rios cerca de 11 quilos de azeitonas.<\/p>\n   \n<p>Tanto o processo tradicional de prensagem, seguido de decanta\u00e7\u00e3o, como o      habitual de centrifuga\u00e7\u00e3o, t\u00eam como finalidade a extra\u00e7\u00e3o do\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0,      ficando como res\u00edduo um l\u00edquido aquoso chamado \u0093\u00e1guas ru\u00e7as\u0094 e uma      pasta chamada \u0093baga\u00e7o\u0094.<\/p>\n   \n<p>Nestes processamentos porque passa a azeitona no lagar os\u00a0<strong>Azeites<\/strong>\u00a0obtidos      pelos m\u00e9todos habituais anteriormente descritos e nas condi\u00e7\u00f5es t\u00e9rmicas adequadas,      que n\u00e3o influenciem a sua altera\u00e7\u00e3o, denominam-se Virgens e passam por diversos      controlos para determinar a sua qualidade.<\/p>\n   \n<h3>Qualidade do Azeite<\/h3>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite33.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"202\" height=\"109\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>A qualidade de um produto pode definir-se como o conjunto de caracter\u00edsticas      pr\u00f3prias que possui e que permitem consider\u00e1-lo como melhor, igual ou pior      do que os restantes da sua esp\u00e9cie.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Os crit\u00e9rios de qualidade que se aplicam normalmente ao Azeite      Virgem s\u00e3o definidos por:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite34.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"231\" height=\"140\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>Par\u00e2metros qu\u00edmicos, tais como grau de acidez, estado de oxida\u00e7\u00e3o, componentes      anormais, etc.<\/p>\n   \n<p>An\u00e1lise sensorial das suas caracter\u00edsticas organol\u00e9pticas (cheiro, sabor)      que s\u00e3o definidas por peritos, atrav\u00e9s de uma prova.<\/p>\n   \n<p>Relativamente \u00e0 acidez, \u00e9 importante saber que o grau de acidez n\u00e3o se refere      ao que a palavra \u00e1cido significa normalmente. Como par\u00e2metro qu\u00edmico, a acidez      refere-se \u00e0 propor\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos gordos livres que o\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0cont\u00e9m,      expresso em graus.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Estes graus n\u00e3o t\u00eam rela\u00e7\u00e3o com a intensidade do sabor.<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Um\u00a0<strong>Azeite Virgem Extra<\/strong>\u00a0de baixa acidez n\u00e3o \u00e9 um      Azeite com pouco sabor.<\/p>\n   \n<p>Trata-se da garantia de um produto s\u00e3o, elaborado em \u00f3ptimas condi\u00e7\u00f5es em      todo o seu processo.<\/p>\n   \n<p>Fique claro pois, que os graus do\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0s\u00e3o uma      pauta para o classificar, mas n\u00e3o t\u00eam nenhuma rela\u00e7\u00e3o com o sabor.<\/p>\n   \n<p>As caracter\u00edsticas organol\u00e9pticas do\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0(sabor,      cheiro e cor) dependem substancialmente dos componentes presentes na polpa      do fruto e que s\u00e3o extra\u00eddos como pr\u00f3prio Azeite.<\/p>\n   \n<p>A qualidade de um\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0nasce no campo, pela      combina\u00e7\u00e3o de fatores ambientais (clima e solo), gen\u00e9ticos (variedade da azeitona)      e agron\u00f3micos (t\u00e9cnicas de cultivo) e continua com as opera\u00e7\u00f5es que se seguem      \u00e0 colheita at\u00e9 ao seu embalamento.<\/p>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>Azeites Virgens<\/strong>\u00a0, conforme a sua categoria,      destinam-se ao consumo direto, ao loteamento de outros azeites ou a um processo      de refina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.nektar.pt<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite35.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"141\" height=\"218\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 muito citado na hist\u00f3ria da humanidade,      contam os gregos que na disputa pelas terras do que \u00e9 hoje a cidade de Atenas,      o deus Poss\u00eaidon fez brotar, com um golpe de seu tridente, um belo e forte      cavalo e que a deusa Palas Atenas trouxe uma oliveira capaz de produzir \u00f3leo      para iluminar a noite, suavizar a dor dos feridos e capaz de ser alimento      precioso, rico em sabor e energia. J\u00e1 os italianos contam que R\u00f4mulo e Remo,      descendentes dos deuses e fundadores da cidade de Roma, viram a luz do dia      pela primeira vez debaixo dos galhos da oliveira.<\/p>\n   \n<p>O fato \u00e9 que o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0esta incorporado na alimenta\u00e7\u00e3o      do homem h\u00e1 muito tempo. Segundo conta a hist\u00f3ria, a oliveira tem origem entre      o sul do C\u00e1ucaso, nos altos planos do Ir\u00e3 e no litoral mediterr\u00e2neo da S\u00edria      e Palestina. Mais tarde, expandiu-se para o todo o mediterr\u00e2neo<\/p>\n   \n<p>Vest\u00edgios das oliveiras s\u00e3o encontrados em restos fossilizados na It\u00e1lia,      no Norte da \u00c1frica, pinturas em rocha nas montanhas do Saara Central, com      origem entre quinto e segundo mil\u00eanio a.C, em relevos e rel\u00edquias da \u00e9poca      min\u00f3ica em Creta (3.500 a.C), al\u00e9m das granalhas tran\u00e7adas de oliveira vestidas      por m\u00famias da XX Dinastia do Egito.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0n\u00e3o era usado somente como alimento pelos      povos antigos, mas tamb\u00e9m para iluminar.<\/p>\n   \n<p>Lamparinas eram abastecidas com\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0para iluminar      os edif\u00edcios de muitos povos da antiguidade.<\/p>\n   \n<h3>Produ\u00e7\u00e3o e classifica\u00e7\u00e3o do azeite<\/h3>\n   \n<p>Na\u00a0<strong>produ\u00e7\u00e3o do azeite de oliva,<\/strong>\u00a0s\u00e3o necess\u00e1rias      de 1300 a 2000 azeitonas para a produ\u00e7\u00e3o de 250 ml de azeite e as t\u00e9cnicas      da agricultura familiar do passado, cedem hoje lugar aos processos industriais      do agroneg\u00f3cio.<\/p>\n   \n<p>J\u00e1 o m\u00e9todo tradicional de prensagem \u00e0 frio, praticamente inexiste na atualidade,      foi modificado por processos modernos de extra\u00e7\u00e3o com uso de press\u00e3o e temperatura.<\/p>\n   \n<p>A oliveira \u00e9 uma \u00e1rvore robusta e a poda deve ser adaptada \u00e0 idade da \u00e1rvore,      sendo este um do principais aspectos da cultura das oliveiras. A hora mais      indicada para a colheita \u00e9 quando n\u00e3o existem mais azeitonas verdes na \u00e1rvore      e os processos v\u00e3o desde o manual ao mecanizado. O bom\u00a0<strong>azeite      de oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 obtido a partir da sele\u00e7\u00e3o de azeitonas saud\u00e1veis      e inteiras no instante da colheita.<\/p>\n   \n<p>Quanto mais cedo as frutas forem para a prensagem, melhor ser\u00e1 a qualidade      do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0, pois as olivas fermentam rapidamente.<\/p>\n   \n<p>As azeitonas s\u00e3o batidas para produzir uma massa, que passa por um processo      de centrifuga\u00e7\u00e3o, o que deixa o azeite limpo para armazenagem e, logo ap\u00f3s,      o produto \u00e9 filtrado antes do acondicionamento.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0\u00e9 produzido somente a partir      de azeitonas, n\u00e3o podendo ser usada essa denomina\u00e7\u00e3o para \u00f3leos extra\u00eddos      por solventes ou re-esterifica\u00e7\u00e3o ou misturas com outros tipos de \u00f3leos.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Os principais tipos de azeite de oliva usados na alimenta\u00e7\u00e3o      s\u00e3o:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<h3>Azeite de oliva virgem<\/h3>\n   \n<p>Obtido atrav\u00e9s de processos mec\u00e2nicos. Dependendo de suas caracter\u00edsticas      e da acidez, pode ser classificado como extra, virgem ou comum.<\/p>\n   \n<h3>Azeite de oliva refinado<\/h3>\n   \n<p>Obtido pela refina\u00e7\u00e3o de azeite virgem que apresenta alto \u00edndice de acidez      ou defeitos que ser\u00e3o eliminados no processo de refina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Normalmente \u00e9 misturado com\u00a0<strong>azeite de oliva virgem<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<h3>Azeite de oliva<\/h3>\n   \n<p>\u00c9 uma mistura de\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0refinado com      o virgem.<\/p>\n   \n<p>Existe ainda o azeite do baga\u00e7o de oliva, constitu\u00eddo de uma mistura de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0extra\u00eddo      do baga\u00e7o da azeitona por solventes e, posteriormente refinado e misturado      com o\u00a0<strong>azeite virgem<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0possui alta participa\u00e7\u00e3o de      gordura monoinsaturada na sua composi\u00e7\u00e3o e, mant\u00e9m ainda, a presen\u00e7a de importantes      antioxidantes naturais.<\/p>\n     \n<table width=\"300\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">TIPO<\/th>\n           \n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">ACIDEZ<\/th>\n           \n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">UTILIZA\u00c7\u00c3O<\/th>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Extra virgem<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">&lt; 1,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Saladas e molhos<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Virgem fino<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1,5%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Idem<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Semifino<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">3,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Saladas e frituras<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Refinado<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">&gt;3,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Frituras de imers\u00e3o<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Puro<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">&lt;2,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Frituras, assados e marinados<\/td>\n         <\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3>O azeite relacionado a sa\u00fade<\/h3>\n   \n<p>Na atualidade o tema alimentos funcionais esta presente de forma incisiva      na m\u00eddia., Alguns alimento funcionais s\u00e3o desenvolvidos ou incrementados na      sua fun\u00e7\u00e3o nutrac\u00eautica, gra\u00e7as \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o da engenharia de alimentos. ,<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0talvez seja o mais antigo produto      que atende naturalmente aos requisitos dos funcionais, revelando-se hoje,      \u00e0 luz da ci\u00eancia, um ingrediente bastante saud\u00e1vel e indispens\u00e1vel em dietas      que contribuem para evitar as doen\u00e7as mais comuns do mundo moderno.<\/p>\n   \n<p>Estudos comparativos realizados em povos mediterr\u00e2neos, que utilizam fartamente      o\u00a0<strong>azeite de oliva<\/strong>\u00a0em suas dietas, revelaram um      \u00edndice claramente menor de mortalidade por doen\u00e7a cardiovascular em rela\u00e7\u00e3o      \u00e0 popula\u00e7\u00e3o do norte da Europa e Am\u00e9rica do Norte.<\/p>\n   \n<p>Comprovou-se que essa prote\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 ligada \u00e0 diversidade gen\u00e9tica, j\u00e1      que italianos e gregos que emigraram para a Am\u00e9rica do Norte e se adaptaram      aos novos h\u00e1bitos alimentares, acabaram por perder essa prote\u00e7\u00e3o e ficaram      expostos \u00e0s doen\u00e7as cardiovasculares na mesma propor\u00e7\u00e3o que os americanos.<\/p>\n   \n<p>A ingest\u00e3o de frutas e hortali\u00e7as, como br\u00f3colis, vegetais verdes e tomates,      associada ao uso do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0podem evitar o desenvolvimento      de tumores malignos.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Os trabalhos cient\u00edficos que estudam os benef\u00edcios da Dieta      Mediterr\u00e2nea, considerada como uma das mais saud\u00e1veis atualmente, afirmam      que a ades\u00e3o a esse tipo de alimenta\u00e7\u00e3o pode reduzir a incid\u00eancia de tr\u00eas      tipos de c\u00e2ncer:<\/strong>\u00a0o coloretal em at\u00e9 25%, o de mama em cerca      de 15% e o de pr\u00f3stata, em torno de 10%.<\/p>\n   \n<h3>O azeite no mercado e sua rela\u00e7\u00e3o com a saudabilidade<\/h3>\n   \n<p>Os benef\u00edcios do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0j\u00e1 s\u00e3o reconhecidos mundialmente,      tanto que o rigoroso FDA (Food and Drug Administration, ag\u00eancia que regula      produtos farmac\u00eauticos e aliment\u00edcios nos EUA) autorizou os fabricantes de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0a      fazerem refer\u00eancia nas embalagens sobre os efeitos ben\u00e9ficos para a sa\u00fade      e, principalmente, para o sistema cardiovascular.<\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite Extra Virgem<\/strong>\u00a0, apresenta\u00e7\u00e3o do azeite      mais relacionado com a preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, est\u00e1 virando vedete na mesa do      brasileiro.<\/p>\n   \n<p>O produto, al\u00e9m do reconhecimento pelo FDA como um alimento com caracter\u00edsticas      funcionais e que possui pela presen\u00e7a de antioxidantes podendo atuar na preven\u00e7\u00e3o      de doen\u00e7as card\u00edacas, c\u00e2ncer e tamb\u00e9m fortalecer o sistema imunol\u00f3gico, registrou      um aumento de consumo da ordem de 8% no mercado nacional em 2004.<\/p>\n   \n<p>Enquanto os outros \u00f3leos s\u00e3o produzidos a partir das sementes, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9      o \u00fanico \u00f3leo extra\u00eddo da fruta (azeitona), que possui gordura monoinsaturada      vitaminas e minerais, al\u00e9m de ser fonte de vitamina E e de v\u00e1rios compostos      que s\u00e3o antioxidantes. Ao consumir o azeite estamos ingerindo 77% de gordura      monoinsaturadas, 14% de saturadas e 9% de polinsaturadas, o que torna o \u00f3leo      mais saud\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o aos outros<\/p>\n   \n<p>O consumo de azeite tamb\u00e9m pode ajudar no tratamento e preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer,      pois seus componentes reduzem de forma significativa os n\u00edveis de gene da      doen\u00e7a chamado Her-2\/neu. No caso de diabetes, a substitui\u00e7\u00e3o de gordura saturada      pelo\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0melhora a resist\u00eancia \u00e0 insulina e      consequentemente diminui a glicose do diab\u00e9tico.<\/p>\n   \n<p>O azeite extra virgem tem suas caracter\u00edsticas fortalecidas a partir de seu      preparo. No processo de fabrica\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio que a oliva seja prensada      em uma temperatura baixa, ou seja, a frio para n\u00e3o destruir suas propriedades.      Classificado como o melhor da categoria, o Extra Virgem, al\u00e9m do alto teor      de antioxidantes, tem acidez de at\u00e9 1%, o que significa que quanto mais baixo      for o teor melhor ser\u00e1 a qualidade do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\">\u0093Vale ressaltar que o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9      uma gordura, por\u00e9m mais saud\u00e1vel que as demais, e sua qualidade, principalmente      do Extra Virgem, independe de sua cor.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\">O consumidor deve ficar atento ao r\u00f3tulo, \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o do produtor      e \u00e0s especifica\u00e7\u00f5es do fabricante\u0094.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.nutricaoclinica.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite36.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"213\" height=\"275\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<h3>A origem da oliveira<\/h3>\n   \n<p>A origem da oliveira, na sua forma primitiva, remonta \u00e0 Era Terci\u00e1ria &#8211; antes      do nascimento do homem &#8211; e situa-se na \u00c1sia Menor, talvez na S\u00edria ou Palestina      tendo sido encontrados em todo o Mediterr\u00e2neo folhas de oliveira fossilizadas,      datadas do Paleol\u00edtico e do Neol\u00edtico. Pensa-se que a Olea Europaea resultou      de um cruzamento de v\u00e1rias esp\u00e9cies. tr\u00eas mil anos antes de Cristo j\u00e1 a oliveira      era cultivada em todo o \u0093crescente f\u00e9rtil\u0094. Ter\u00e3o sido os Gregos      os respons\u00e1veis pela sua dispers\u00e3o na Europa mediterr\u00e2nica. Mais tarde, nas      expedi\u00e7\u00f5es mar\u00edtimas, os portugueses e os espanh\u00f3is transportaram a oliveira      para a Am\u00e9rica.<\/p>\n   \n<h3>Caracter\u00edsticas da oliveira<\/h3>\n   \n<p>A Oliveira \u00e9 uma \u00e1rvore de porte m\u00e9dio, muito resistente, com ra\u00edzes que      atingem os 6 metros, sendo conhecidas cerca de 400 esp\u00e9cies. Tem crescimento      lento e normalmente s\u00f3 entra em produ\u00e7\u00e3o a partir do quinto ano<\/p>\n   \n<h3>O azeite e a atualidade<\/h3>\n   \n<p>Utilizado desde tempos imemoriais como ingrediente culin\u00e1rio, o\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0foi      atualmente &#8220;redescoberto&#8221;, tendo-se convertido num dos pilares da      cozinha moderna e saud\u00e1vel.<\/p>\n   \n<h3>O azeite em Portugal<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>O Azeite sempre esteve presente nos recantos da vida di\u00e1ria      dos portugueses:<\/strong>\u00a0na candeia do pobre e no candelabro do rico,      na mesa frugal do campon\u00eas e nos solenes templos de velhos cultos.<\/p>\n   \n<h3>Azeite<\/h3>\n   \n<p>Dieta mediterr\u00e2nica<\/p>\n   \n<h3>O que \u00e9 o azeite?<\/h3>\n   \n<p>O\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0\u00e9 uma gordura essencialmente monoinsaturada,      rica em vitamina E e outros antioxidantes naturais, sintetizada naturalmente      nas azeitonas como subst\u00e2ncia de reserva, contribuindo para assegurar a multiplica\u00e7\u00e3o      da esp\u00e9cie. \u00c9 extra\u00eddo da azeitona unicamente por processos mec\u00e2nicos e f\u00edsicos      que em condi\u00e7\u00f5es, essencialmente t\u00e9rmicas, que n\u00e3o produzem a sua altera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h3>Como se produz o azeite?<\/h3>\n   \n<p>O m\u00e9todo de fabrico do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0inclui uma s\u00e9rie      de etapas que v\u00e3o desde a apanha das azeitonas ate ao seu armazenamento, passando      por uma s\u00e9rie de processos que permitem a sua obten\u00e7\u00e3o e asseguram a sua qualidade.<\/p>\n   \n<h3>A qualidade do azeite<\/h3>\n   \n<p>A Qualidade do\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0vai ser determinada pela      regi\u00e3o, a variedade e o grau de matura\u00e7\u00e3o das azeitonas, o estado sanit\u00e1rio      dos frutos, o processo de extra\u00e7\u00e3o, o modo de conserva\u00e7\u00e3o e a idade do azeite.<\/p>\n   \n<h3>Classifica\u00e7\u00e3o dos azeites<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>Consoante as caracter\u00edsticas apresentadas pelo azeite (pontua\u00e7\u00e3o      organol\u00e9ptica, acidez livre e aplica\u00e7\u00e3o), pode ser classificado em diversos      tipos de azeite:<\/strong>\u00a0azeite virgem extra que pode ser classificado      em azeite virgem, azeite corrente e azeite lampante; e ainda azeite refinado      e apenas e s\u00f3 azeite, quando refinado e enriquecido com\u00a0<strong>azeite      virgem<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<h3>O azeite e a sa\u00fade<\/h3>\n   \n<p>Para al\u00e9m dos seus benef\u00edcios na \u00e1rea da beleza, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0possui      caracter\u00edsticas que ajudam diminuir o risco de enfarte do m\u00fasculo card\u00edaco,      ajuda a combater os diabetes, auxilia a digest\u00e3o, evita a forma\u00e7\u00e3o de c\u00e1lculos      (pedras) e tem efeito preventivo nalguns tipos de cancro.<\/p>\n   \n<h3>O azeite na cozinha<\/h3>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0d\u00e1 sabor, aroma e cor, integra os alimentos,      personaliza e identifica um prato. Suporta muito bem temperaturas elevadas,      n\u00e3o se alterando ao contrario de outras gorduras, o que permite todas as formas      de cozinhar. Forma uma crosta na superf\u00edcie dos alimentos fritos, impedindo      a penetra\u00e7\u00e3o do azeite no interior dos mesmos. Com azeite obt\u00eam-se fritos      mais secos e apetec\u00edveis.<\/p>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>azeites virgem<\/strong>\u00a0extra t\u00eam sabor mais suave e      por isso s\u00e3o ideais para temperar, usar em do\u00e7arias e sobremesas.<\/p>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0de sabor intenso s\u00e3o mais apropriados      para intensificar o sabor dos pratos de bacalhau, caldeiradas, escabeches,      a\u00e7ordas, etc,\u0085<\/p>\n   \n<h3>O azeite biol\u00f3gico<\/h3>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0pode tamb\u00e9m ser produzido por processos      biol\u00f3gicos, embora em menores quantidades e a pre\u00e7os mais elevados.<\/p>\n   \n<h3>Como conservar o azeite<\/h3>\n   \n<p>O\u00a0<strong>Azeite<\/strong>\u00a0deve guardar-se em recipientes de vidro,      de prefer\u00eancia escuros, ou em recipientes de folha de flandres ou de a\u00e7o inox.      Deve manter-se em local fresco, sem luz e longe de produtos com cheiros intensos      para evitar que os absorva.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Conserve bem o seu azeite!<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.cienciaviva.pt<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite37.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"282\" height=\"247\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<h3>Azeite<\/h3>\n   \n<p>Origin\u00e1rio do voc\u00e1bulo \u00e1rabe az-zayt, que significa suco da azeitona, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0teve      sua produ\u00e7\u00e3o iniciada no Imp\u00e9rio Romano. Foi este povo que passou a aproveitar      a grande quantidade de oliveiras que tinha em seu territ\u00f3rio, organizando      e expandindo seu uso.<\/p>\n   \n<p>Com clima bem definido e solo seco, o Mediterr\u00e2neo \u00e9 uma \u00f3tima regi\u00e3o para      produ\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0. \u00c9 l\u00e1 que se encontram os seus      principais produtores. \u0093Quanto maior a escassez de \u00e1gua na regi\u00e3o, melhor      ser\u00e1 a qualidade do azeite\u0094, diz o especialista em azeites Isaac Azar,      dono da boutique e restaurante Aza\u00eft.<\/p>\n   \n<p>Apesar de o azeite portugu\u00eas ser o mais conhecido e mais consumido pelos      brasileiros, quem se destaca na produ\u00e7\u00e3o mundial \u00e9 a Espanha, representando      39% do mercado. O segundo maior produtor \u00e9 a It\u00e1lia, com 21%, seguida pela      Gr\u00e9cia, que produz 14% do total mundial. Outros importantes produtores s\u00e3o      S\u00edria, Turquia, Tun\u00edsia e Marrocos, que juntos correspondem a 15% da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h3>Azeite e acidez<\/h3>\n   \n<p>O Conselho de Olivicultura Internacional (COI) registra atualmente 300 variedades      de azeitonas e mais de mil \u00f3leos de oliva, resultados de diferentes blends      (misturas), que podem ser classificados como extra virgem, virgem ou comum.      O que determinar\u00e1 essa denomina\u00e7\u00e3o ser\u00e1 a quantidade de \u00e1cidos graxos na composi\u00e7\u00e3o,      ou seja, a acidez do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0. Quanto menor a acidez,      mais leve e digestivo ele ser\u00e1.<\/p>\n   \n<p>O extra virgem \u00e9 o que possui menor taxa, at\u00e9 0,8%. Sua utiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 aconselhada      em finaliza\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que seu aroma e sabor s\u00e3o extremamente agu\u00e7ados, valorizando      o prato. Por isso s\u00e3o os mais caros.<\/p>\n   \n<p>J\u00e1 o\u00a0<strong>azeite virgem<\/strong>\u00a0tem uma acidez entre 0,8% e      1,5% e tamb\u00e9m pode ser utilizado para finaliza\u00e7\u00f5es. S\u00f3 n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o leve quanto      o extra virgem. \u0093\u00c9 complicado dizer qual dos azeites \u00e9 o melhor, pois      essa quest\u00e3o varia de acordo com sua utiliza\u00e7\u00e3o, seja em etapas de preparo,      seja na receita em si\u0094, afirma Azar.<\/p>\n   \n<p>Acidez superior a 1,5% pode representar riscos \u00e0 sa\u00fade. Para se ter id\u00e9ia,      antigamente\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0com acidez em torno de 3% era      usado em lamparinas. Esse \u00e9 o motivo pelo qual eles n\u00e3o podem ser comercializados      e consumidos diretamente. A COI obriga que o azeite seja enviado para uma      refinaria, para que diminua sua acidez. Geralmente, os refinados voltam como      neutros (sem gosto e cheiro) e s\u00e3o misturados aos virgens e extra virgens      dando origem ao azeite de oliva comum, que s\u00e3o indicados para prepara\u00e7\u00e3o de      pratos (antes de levados ao fogo) e para frituras.<\/p>\n   \n<p>Azar explica que o azeite \u00e9 o melhor dos \u00f3leos para ser usado numa cozinha,      pois \u00e9 dono de uma grande resist\u00eancia a altas temperaturas. \u00d3leos como de      soja ou milho suportam at\u00e9 180\u00baC, depois se tornam prejudiciais, enquanto      o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0permanece utiliz\u00e1vel at\u00e9 230\u00baC.<\/p>\n   \n<p>No entanto, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio usar um extra virgem para realizar fritura,      j\u00e1 que as caracter\u00edsticas sens\u00f3rias se perdem a partir dos 40\u00baC. Pode-se economizar      utilizando\u00a0<strong>azeites de oliva<\/strong>\u00a0comuns, que ter\u00e3o a      mesma resist\u00eancia e s\u00e3o mais baratos.<\/p>\n   \n<h3>Dicas na compra do Azeite<\/h3>\n   \n<p>Um\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0pode incrementar um prato ou fazer com      que o cliente do restaurante perca o apetite. Por isso \u00e9 preciso ter cuidado      tanto com o que est\u00e1 exposto na mesa, diretamente ao cliente, quanto o que      est\u00e1 na cozinha.<\/p>\n   \n<p>O primeiro passo a ser seguido na compra de um bom\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0\u00e9      verificar se ele possui o selo de Denomina\u00e7\u00e3o de Origem Protegida (DOP). Isso      \u00e9 a garantia de que o produto passou por todas as analises (qu\u00edmicas e sensoriais)      necess\u00e1rias a sua comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Verificar a data de fabrica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 importante, pois quanto mais jovem      o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0, melhor ele ser\u00e1.<\/p>\n   \n<p>Um bom\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0tem durabilidade m\u00e1xima de dois      anos. A partir da\u00ed ele come\u00e7a a perder suas virtudes sensoriais e entrar em      processo de oxida\u00e7\u00e3o. Quando aberto, recomenda-se consumir num prazo m\u00e1ximo      de dois meses, pois o contato com o ar tamb\u00e9m far\u00e1 com que ele oxide.<\/p>\n   \n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s embalagens, costuma-se indicar os que estejam em vidros escuros,      j\u00e1 que a luminosidade e a temperatura s\u00e3o inimigas do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      n\u00e3o sendo favor\u00e1vel o uso de latas e vidros claros.<\/p>\n   \n<p>Um mito que deve ser esquecido \u00e9 de se considerar a cor do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Muitos acham que o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0mais esverdeado \u00e9 melhor,      mas isso n\u00e3o \u00e9 uma verdade.<\/p>\n   \n<p>Tanto que em degusta\u00e7\u00f5es de\u00a0<strong>azeites<\/strong>\u00a0, os copos      utilizados s\u00e3o opacos ou azuis, para que a cor n\u00e3o influencie na decis\u00e3o.      O importante \u00e9 verificar a transpar\u00eancia do liquido, n\u00e3o sua colora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Por fim, para uma boa escolha \u00e9 indicado degustar o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Em um copo pequeno e opaco ponha um pouco do liquido e, com as m\u00e3os nas laterais      do copo, gire devagar de um lado para o outro para que ele se aque\u00e7a.<\/p>\n   \n<p>Ap\u00f3s alguns segundos, sinta o aroma do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      que poder\u00e1 lembrar ervas, frutos ou ent\u00e3o um cheiro desagrad\u00e1vel (caso o azeite      n\u00e3o esteja bom). Em seguida, experimente-o.<\/p>\n   \n<p>\u0093Um bom\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0criar\u00e1 sensa\u00e7\u00e3o adocicada      na ponta da l\u00edngua, amarga na parte superior, e picante pr\u00f3xima \u00e0 garganta\u0094,      ensina Azar.<\/p>\n   \n<h3>Nutrientes do Azeite<\/h3>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite38.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"262\" height=\"174\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>O\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0tem fortes rela\u00e7\u00f5es ben\u00e9ficas com a sa\u00fade.<\/p>\n   \n<p>Apesar de ser altamente cal\u00f3rico, ele ajuda a diminuir o colesterol ruim      (LDL), mantendo o bom colesterol (HDL) gra\u00e7as ao elevado teor de \u00e1cidos monoinsaturados.<\/p>\n   \n<p>Destaque tamb\u00e9m para vitamina E, que tem fun\u00e7\u00e3o antioxidante e faz com que      os radicais livres n\u00e3o se depositem nas art\u00e9rias. \u0093Dessa forma, o\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0ajuda      a prevenir o desenvolvimento de doen\u00e7as cardiovasculares como arteriosclerose,      trombose, enfarte card\u00edaco e acidentes vasculares cerebrais\u0094, afirma      a nutricionista e professora da Unifesp Anita Sachs.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Composi\u00e7\u00e3o Nutricional (a cada 100 gramas):<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Valor Cal\u00f3rico<\/strong>\u00a0\u0096 900 kcal<br \/>\n       \u00a0<strong>Lip\u00eddeos<\/strong>\u00a0\u0096 100 g<br \/>\n       \u00a0<strong>Gordura saturada<\/strong>\u00a0\u0096 14,9 g<br \/>\n       \u00a0<strong>Gordura monoinsaturada<\/strong>\u00a0\u0096 75,5 g<br \/>\n       \u00a0<strong>Gordura polinsaturados<\/strong>\u00a0\u0096 9,5 g<br \/>\n       \u00a0<strong>Colesterol<\/strong>\u00a0\u0096 0 mg<br \/>\n       \u00a0<strong>Vitamina E<\/strong>\u00a0\u0096 5,1 mg<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h3>\u00a0<strong>Variedades de azeitonas e azeites de diferentes paises<\/strong>\u00a0<\/h3>\n   \n<h3>Picual<\/h3>\n   \n<p>Azeitona t\u00edpica da regi\u00e3o de Andaluzia, localizada no sul da Espanha e maior      produtora de\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0do pa\u00eds.<\/p>\n   \n<p>Mesmo com um toque doce, possui um sabor mais para o picante. Segundo Yann      Calder\u00f3n, chef do Aza\u00eft, seu azeite combina com peixes e pratos t\u00edpicos espanh\u00f3is,      como a paella.<\/p>\n   \n<h3>Arbequina<\/h3>\n   \n<p>Azeitona t\u00edpica do norte da Espanha, como a Catalunha, d\u00e1 origem a um\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0suave,      quase adocicado. Calder\u00f3n indica ser utilizado em risottos, pois d\u00e1 cremosidade      ao prato.<\/p>\n   \n<h3>Azeite franc\u00eas<\/h3>\n   \n<p>Geralmente s\u00e3o blends rebuscados de ampla combina\u00e7\u00e3o, como saladas, massas      e risottos.<\/p>\n   \n<h3>Azeite argentino<\/h3>\n   \n<p>Os argentinos t\u00eam uma cultura relacionada ao defeito do\u00a0<strong>azeite<\/strong>\u00a0,      apresentando um sabor mais ran\u00e7oso. O que \u00e9 considerado um defeito no Mediterr\u00e2neo      \u00e9 tido como tradicional na Argentina.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeites gregos<\/strong>\u00a0e do\u00a0<strong>Oriente M\u00e9dio<\/strong>\u00a0,      em geral, s\u00e3o mais amargos.<\/p>\n   \n<p>Fonte: gastronomiaenegocios.uol.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p>O cultivo de oliveiras para a extra\u00e7\u00e3o do azeite, data da S\u00edria Antiga sendo      explorado pelos povos eg\u00edpcios e arm\u00eanios. Na Gr\u00e9cia Antiga, a oliveira tinha      grande import\u00e2ncia, e, em algumas passagens mitol\u00f3gicas, menciona-se a oliveira      e sua cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h3>Azeites Temperados<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite com pimenta vermelha<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Basta acrescentar as pimentas com os cabinhos e uma pitada de sal. Deixe      alguns dias, para pegar gosto. Se desejar, junte um dente e alho levemente,      amassado.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite com tomate seco e or\u00e9gano<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>\u00c9 uma excelente mistura para regar uma fatia de p\u00e3o italiano ou mesmo sobre      uma pizza.<\/p>\n   \n<p>Pode-se neste caso aquecer um pouco o azeite.<\/p>\n   \n<p>Coloque numa molheira pr\u00f3pria e leve ao forno de microondas por 1 minuto      pot\u00eancia alta.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite com pimenta calabresa seca<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>\u00c9 s\u00f3 misturar. O resultado \u00e9 um excelente. Fica um azeite O resultado \u00e9 um      excelente. Fica um azeite picante.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite com alecrim<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Ponha ramos de alecrim no azeite, com um dente de alho. E s\u00f3 saboreie depois      de uma semana.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite com tomilho<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Misture tomilho, cebola cozida e pimenta do reino.<\/p>\n   \n<p>A mistura \u00e9 \u00f3tima para temperar carnes.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Azeite com ervas secas variadas<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Alecrim, or\u00e9gano, tomilho, coentro em gr\u00e3o, pimenta do reino e vermelha.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Fonte<\/strong>\u00a0: www.pizzariaitalia.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<h3>Oliveiras que d\u00e3o vida ao melhor dos azeites<\/h3>\n   \n<h3>Hist\u00f3ria do Azeite de Oliva<\/h3>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite39.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"135\" height=\"198\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>A origem do azeite remonta a Atenas.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Diz a lenda que Zeus prometeu conceder o territ\u00f3rio, a quem      trouxesse o presente mais \u00fatil para a humanidade:<\/strong>\u00a0Poseidon levou      um cavalo, animal resistente e capaz de aliviar o trabalho dos homens.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Atena apareceu com um pequeno galho retorcido nas m\u00e3os, de      sutis folhas na cor verde-prata<\/strong>\u00a0: uma planta forte, capaz de      viver longos anos e de produzir frutos apetitosos e saborosos, dos quais os      homens podiam extrair um l\u00edquido ideal para temperar alimentos, dar for\u00e7a      ao organismo, curar feridas e tamb\u00e9m iluminar a noite.<\/p>\n   \n<h3>O Azeite de Oliva, na gastronomia atual<\/h3>\n   \n<p>Alimento essencial na dieta mediterr\u00e2nica, \u00e9 o azeite de oliva por excel\u00eancia,      que destaca as caracter\u00edsticas e os sabores dos alimentos. \u00c9 considerado o      melhor dos \u00f3leos para fritar os alimentos porque pode atingir temperaturas      elevadas com baixa altera\u00e7\u00e3o de suas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<h3>O azeite de oliva, segredo de beleza<\/h3>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite40.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"204\" height=\"136\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>O chamado ouro l\u00edquido agora \u00e9 usado em muitos cremes, g\u00e9is, m\u00e1scaras, fluidos      e todos os tipos de derivativos de beleza, que formam uma poderosa ind\u00fastria      a n\u00edvel mundial . As marcas e firmas de maior prest\u00edgio no mercado t\u00eam esse      arsenal de est\u00e9tica a base de \u00f3leos, com efeitos miraculosos na pele e no      organismo.<\/p>\n   \n<h3>O azeite de oliva, medicina natural<\/h3>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite41.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"187\" height=\"140\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>O azeite possui extraordin\u00e1rias propriedades curativas e salutares e \u00e9 usado      para esses fins desde a antiguidade. Atualmente, \u00e9 o modelo de alimenta\u00e7\u00e3o      saud\u00e1vel e equilibrada.<br \/>\n     O azeite de oliva exerce grande influ\u00eancia sobre o organismo, nos sistemas      digestivo e cardiovascular e tamb\u00e9m nos processos oxidativos.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Fonte: <\/strong>\u00a0www.alconesolive.com<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\">\u00a0<strong>\u0093Os Benef\u00edcios do Consumo de Azeite de      Oliva para a Sa\u00fade\u0094<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/azeite42.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"329\" height=\"186\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/>\u00a0<\/p>\n   \n<h3>1- Origem e Produ\u00e7\u00e3o Mundial de Azeites de Oliva<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>No s\u00e9culo XII a.C. no Egito, foi encontrada a mais antiga refer\u00eancia      \u00e0 oliveira que se tem not\u00edcia. Num papiro, o fara\u00f3 Rams\u00e9s III oferta ao Deus-Sol      Ra:<\/strong>\u00a0\u0093destas \u00e1rvores pode ser extra\u00eddo o \u00f3leo mais puro      para manter acesas as l\u00e2mpadas de teu santu\u00e1rio\u0094.<\/p>\n   \n<p>Segundo v\u00e1rios estudos, como variedade silvestre, as oliveiras surgiram na      \u00c1sia menor, numa regi\u00e3o extensa, desde a S\u00edria at\u00e9 a Gr\u00e9cia. A B\u00edblia cont\u00e9m      100 cita\u00e7\u00f5es referentes \u00e0s oliveiras e mais de 140 sobre o\u00a0<strong>\u00f3leo      de oliva<\/strong>\u00a0.<\/p>\n   \n<p>Gregos e fen\u00edcios atravessavam o Mar Mediterr\u00e2neo com as oliveiras, com o      pr\u00f3prio\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0e com trigo, comercializando,      principalmente, com a It\u00e1lia, Fran\u00e7a, Espanha e norte da \u00c1frica.<\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m do uso culin\u00e1rio, e de combust\u00edvel de lamparinas, o\u00a0<strong>\u00f3leo      de oliva<\/strong>\u00a0era usado na medicina e como t\u00f4nico para pele e para      o cabelo.<\/p>\n   \n<p>A Espanha \u00e9 o maior produtor e exportador de azeite de oliva para o mundo,      incluindo mais de 100 pa\u00edses nos cinco continentes.<\/p>\n   \n<p>A It\u00e1lia \u00e9 o segundo maior produtor mundial. Toscana, \u00dambria e Lig\u00faria s\u00e3o      os maiores regi\u00f5es produtoras.<\/p>\n   \n<p>A Gr\u00e9cia, embora sendo o terceiro maior produtor mundial, \u00e9 o campe\u00e3o mundial      de consumo \u0096 m\u00e9dia de 23 litros\/pessoa\/ano.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Outro dado importante \u00e9 a qualidade:<\/strong>\u00a070% da produ\u00e7\u00e3o      s\u00e3o extra virgem.<\/p>\n   \n<p>Portugal \u00e9 tamb\u00e9m um importante produtor e consumidor, mas n\u00e3o exportador.      Por tradi\u00e7\u00e3o, por\u00e9m \u00e9 maior exportador para o Brasil. As melhores regi\u00f5es      s\u00e3o o Porto e Tr\u00e1s-os-Montes.<\/p>\n   \n<p>A Fran\u00e7a \u00e9 pequeno produtor, mas de excelente qualidade. Do Vale do Rhone      at\u00e9 Valance e em Nyons. A Austr\u00e1lia tamb\u00e9m vem se destacando.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>O consumo de azeite de oliva no Brasil =<\/strong>\u00a00,2      litros\/pessoa\/ano (baix\u00edssimo).<\/p>\n   \n<h3>2-Fabrica\u00e7\u00e3o e Classifica\u00e7\u00e3o dos Azeites<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Lavagem &#8211; Moagem \u0096<\/strong>\u00a0Prensagem do fruto        inteiro &#8211; Centrifuga\u00e7\u00e3o\u00a0<strong>Rendimento do processo:<\/strong>\u00a04        a 6 kg de olivas = 1 litro azeite<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>\u00a0<strong>Segundo a Uni\u00e3o Europ\u00e9ia, hoje:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Azeite de oliva extra virgem \u0096<\/strong>\u00a0acidez        menor que 0,8%\u00a0<strong>Azeite de oliva virgem \u0096<\/strong>\u00a0acidez        entre 0,8 e 2,0%<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Azeites de oliva que superam os 2,0% de acidez, ou com outros defeitos, tem      que ser refinados para depois serem misturados com os virgens ou extra virgens,      para a produ\u00e7\u00e3o do Azeite de Oliva, pr\u00f3prio para o consumo.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>A Composi\u00e7\u00e3o dos Azeites de Oliva \u00e9 a seguinte:<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>Rico em \u00e1cido graxo ol\u00e9ico \u0096<\/strong>\u00a0monoinsaturado.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Vitaminas<\/strong>\u00a0D, E e A.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>Bons teores de C\u00e1lcio e F\u00f3sforo \u0096<\/strong>\u00a0para        um \u00f3leo.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h3>3- Benef\u00edcios para a Sa\u00fade<\/h3>\n   \n<p>\u00a0<strong>Doen\u00e7as Cardiovasculares<\/strong>\u00a0\u00a0<strong>Numerosos      estudos em todo o mundo comprovaram:<\/strong>\u00a0\u00c1cido ol\u00e9ico \u0096 prote\u00e7\u00e3o      ao sistema cardiovascular. Redu\u00e7\u00e3o do LDL e do Colesterol total.<\/p>\n   \n<p>Vitaminas E, D e A \u0096 antioxidantes.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Hipertens\u00e3o<\/strong>\u00a0Pesquisa na Espanha \u0096 mulheres      entre 50 e 60 anos \u0096 consumiram por um m\u00eas dietas \u00e0 base de azeite. Redu\u00e7\u00e3o      da press\u00e3o arterial.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Digest\u00e3o<\/strong>\u00a0O azeite promove a contra\u00e7\u00e3o da ves\u00edcula      biliar, liberando mais b\u00edlis e ajudando na digest\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Melhora o tr\u00e2nsito intestinal.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Diabetes<\/strong>\u00a0Azeite reduz muito a taxa de glicemia      em jejum \u0096 maior controle da hiperglicemia.<\/p>\n   \n<p>Recomenda-se aos diab\u00e9ticos substituir a maior parte das gorduras, ao inv\u00e9s      de consumir uma dieta pobre em carboidratos.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>C\u00e2ncer de Mama e de Pr\u00f3stata<\/strong>\u00a0V\u00e1rios estudos na      Espanha, It\u00e1lia, Su\u00e9cia e Gr\u00e9cia comprovaram que h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o entre 25 e      45% da incid\u00eancia destes c\u00e2nceres com o consumo de azeite, no lugar de margarinas,      por exemplo.<\/p>\n   \n<p>Tomate e alho s\u00e3o outros alimentos funcionais que atuam nesta preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Longevidade e Mem\u00f3ria<\/strong>\u00a0V\u00e1rios estudos na It\u00e1lia      e na Gr\u00e9cia Prote\u00e7\u00e3o contra o decl\u00ednio de fun\u00e7\u00f5es cognitivas relativas \u00e0 idade      e \u00e1 doen\u00e7a de Alzheimer.<\/p>\n   \n<p>Dieta baseada em azeite de oliva virgem proporciona um envelhecimento saud\u00e1vel      e uma maior longevidade.<\/p>\n   \n<p>Vitamina E \u0096 antioxidante de radicais livres \u00c1cido ol\u00e9ico \u0096 prote\u00e7\u00e3o      nas membranas que ligam os neur\u00f4nios.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Osteoporose<\/strong>\u00a0A vitamina D fortalece a estrutura      dos ossos. O \u00e1cido ol\u00e9ico favorece a absor\u00e7\u00e3o intestinal do c\u00e1lcio, do f\u00f3sforo      e da Vitamina D, prevenindo a desmineraliza\u00e7\u00e3o dos ossos.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<strong>Doen\u00e7as Reum\u00e1ticas<\/strong>\u00a0Estudo realizado na Gr\u00e9cia      mostra que o consumo de azeite e legumes cozidos, reduz em 25% o risco de      ocorr\u00eancia de doen\u00e7as reum\u00e1ticas. Devido ao \u00e1cido ol\u00e9ico, que previne inflama\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<h3>4- Outras Curiosidades sobre o Azeite de Oliva<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>1- Primeira prensagem a frio:<\/strong>\u00a0s\u00f3 existe uma        prensagem e ela n\u00e3o pode passar dos 35 C\u00a0<strong>2-<\/strong>\u00a0Azeites        com acidez baixa podem ser fracos de aromas e sabores. E viceversa.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>3-<\/strong>\u00a0Azeites com uma colora\u00e7\u00e3o verde mais forte        indicam que o \u00f3leo prov\u00e9m de uma oliva verde quase madura, produzindo um        sabor muito intenso e frescor. Uma colora\u00e7\u00e3o verde mais intensa pode trazer        certo amargor, que \u00e9 do excesso de clorofila presente nos frutos muito verdes.        Azeites muito amarelos, frutos colhidos tardiamente.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>4-<\/strong>\u00a0Azeite n\u00e3o cont\u00e9m colesterol, assim como        qualquer azeite ou \u00f3leo vegetal.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>5- Prazo de validade \u0096<\/strong>\u00a0quanto mais jovem        o azeite, melhor.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>6-<\/strong>\u00a0Degustar \u00e9 o melhor caminho para identificar        a qualidade do azeite.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>7-<\/strong>\u00a0Ler bem as embalagens para ver se n\u00e3o est\u00e3o        comprando \u00f3leo composto com soja e oliva. E tem tamb\u00e9m as fraudes.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>\u00a0<strong>Silnei Nunes Martins<\/strong>\u00a0<\/p>\n   \n<p>Fonte: 2009.campinas.sp.gov.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Azeite<\/h6>\n   \n<p>O<b> azeite <\/b>\u00e9 um produto alimentar, usado como tempero, produzido a partir      da azeitona, fruto das oliveiras. Trata-se de um alimento antigo, cl\u00e1ssico      da culin\u00e1ria moderna e est\u00e1 presente na maioria das cozinhas do mundo. Al\u00e9m      dos benef\u00edcios para a sa\u00fade o azeite adiciona \u00e0 comida um sabor e aroma diferentes      dos \u00f3leos comuns.<\/p>\n   \n<p>A regi\u00e3o mediterr\u00e2nea, atualmente, \u00e9 respons\u00e1vel por 95% da produ\u00e7\u00e3o mundial      de azeite, favorecida pelas suas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, prop\u00edcias ao cultivo      das oliveiras, com bastante sol e clima seco.<\/p>\n   \n<h3>Hist\u00f3ria do azeite<\/h3>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/historia-do-azeite-14.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"224\" height=\"200\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n   \n<p>A propaga\u00e7\u00e3o da cultura do azeite pelas demais regi\u00f5es provavelmente deve      ter ocorrido por meio dos fen\u00edcios e dos gregos. Assim, j\u00e1 na Gr\u00e9cia antiga      se cultivava a oliveira, bem como a vinha. E, desde o s\u00e9culo VII a.C. o\u00a0<strong>\u00f3leo      de oliva<\/strong>\u00a0come\u00e7ou a ser investigado por fil\u00f3sofos, m\u00e9icos e historiadores      da \u00e9poca em raz\u00e3o de suas propriedades ben\u00e9ficas ao ser humano.<\/p>\n   \n<h3>No Brasil<\/h3>\n   \n<p>O Brasil \u00e9 o s\u00e9timo maior importador mundial de azeite de oliva e o segundo      de azeitonas. A principal causa \u00e9 que o pa\u00eds n\u00e3o planta oliveiras, e por isso      mesmo, n\u00e3o produz azeitonas e muito menos, o azeite. No dia 29 de Fevereiro      de 2008, foi realizada com sucesso a primeira extra\u00e7\u00e3o de azeite de oliva      em terras brasileiras, e na an\u00e1lise de laborat\u00f3rio, o \u00f3leo extra\u00eddo foi classificado      como extra-virgem, compar\u00e1vel aos melhores do mundo, com \u00edndices de acidez      entre 0,3 a 0,7.<\/p>\n   \n<h3>Produ\u00e7\u00e3o do azeite<\/h3>\n   \n<p>S\u00e3o necess\u00e1rias de 1.300 a 2000 azeitonas para produzir 250 mililitros de      azeite. O azeite da oliveira deve ser produzido somente a partir de azeitonas      e n\u00e3o podem ser denominados desta forma \u00f3leos extra\u00eddos por solvente ou re-esterifica\u00e7\u00e3o,      nem misturas com outros tipos de \u00f3leo.<\/p>\n   \n<h3>ATEN\u00c7\u00c3O PARA AS DICAS!<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>Verifique a acidez ideal para cada tipo de prato a ser preparado \u00c9 indicado        o consumo do azeite em at\u00e9 12 meses Prefira embalagens mais escuras dos        azeites, elas protegem da oxida\u00e7\u00e3o precoce do produto e prefira os de embalagens        de vidro Luz e calor prejudicam o sabor do azeite, armaz\u00eane-o em lugares        sem incid\u00eancia de luz A cor do azeite algumas vezes pode indicar nuances        em seu sabor. Normalmente os azeites mais verdes tem aromas e sabores mais        frutados. O aroma do azeite n\u00e3o deve indicar a presen\u00e7a de defeitos como        ran\u00e7o ou mofo.<\/p>\n     \n<p>O seu gosto deve ser frutado e pode conter outros aromas como o de ervas,        plantas ou pasta de azeitona, pode ainda conter alguns tra\u00e7os importantes,        tais como gosto amargo ou levemente picante. Elementos como sabor met\u00e1lico,        avinagrados ou acidez percept\u00edvel s\u00e3o fatores negativos ao paladar e indicam        um azeite de baixa qualidade. Normalmente, os azeites mais leves e doces        s\u00e3o mais pr\u00f3prios a serem usados em saladas, legumes e carnes brancas. Os        mais acentuados s\u00e3o melhor aproveitados se usados em carnes vermelhas e        cozidos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/historia-do-azeite-65.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" width=\"567\" height=\"406\" title=\"Hist\u00f3ria do Azeite\" \/><\/p>\n     \n<table border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td colspan=\"3\" align=\"center\"><b>USO CULIN\u00c1RIO DO AZEITE POR N\u00cdVEL              DE ACIDEZ<\/b><\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\"><b>Tipo<\/b><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><b>Acidez<\/b><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><b>Utiliza\u00e7\u00e3o<\/b><\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\">Extra Virgem<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Menor que 0,8%<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Saladas e molhos<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\">Virgem fino<\/td>\n           \n<td align=\"center\">1,5%<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Saladas e molhos<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\">Semifino<\/td>\n           \n<td align=\"center\">3,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Saladas e frituras<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\">Refinado<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Maior que 3,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Frituras de imers\u00e3o<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\">Puro<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Maior que 2,0%<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Frituras, assados e marinados<\/td>\n         <\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3>CLASSIFICA\u00c7\u00c3O DO AZEITE<\/h3>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00a0<strong>AZEITE DE OLIVEIRA VIRGEM:<\/strong>\u00a0\u00e9 obtido por processos        mec\u00e2nicos. Dependendo da acidez do produto obtido, este azeite pode ser        classificado como sendo do tipo extra, virgem ou comum. O azeite virgem        apresenta acidez m\u00e1xima de 2%.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>AZEITE DE OLIVA REFINADO:<\/strong>\u00a0produzido pela refina\u00e7\u00e3o        do azeite virgem, que apresenta alta acidez e incid\u00eancia de defeitos a serem        eliminados na refina\u00e7\u00e3o. Pode ser misturado com o azeite virgem.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>AZEITE EXTRA-VIRGEM:<\/strong>\u00a0o azeite n\u00e3o pode passar        de 0,8% de acidez (em\u00e1cido o\u00e9lico) e nem apresentar defeitos. O \u00f3rg\u00e3o que        os regulamenta e define quais defeitos s\u00e3o catalogados \u00e9 o Conselho Ole\u00edcola        Internacional.<\/p>\n     \n<p>\u00a0<strong>AZEITE DE OLIVA COMUM:<\/strong>\u00a0\u00e9 obtido da mistura        do azeite lampante (inadequado ao consumo), reciclado por meio de processos        f\u00edsico-qu\u00edmicos e sua mistura com azeite virgem e extra-virgem. O azeite        de oliva comum n\u00e3o possui regulamenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h3>Benef\u00edcios do azeite para a sa\u00fade<\/h3>\n   \n<p>O\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0possui v\u00e1rias substancias ben\u00e9ficas      \u00e0 sa\u00fade. Ele pode reduzir a quantidade de LDL (mau colesterol) do organismo,      devido a sua grande quantidade de gordura monoinsaturada, o fator importante      \u00e9 que essa gordura n\u00e3o se transforma em colesterol. Esse fator reduz o risco      de infarto ou AVC, uma vez que o consumo regular do\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0reduz      a forma\u00e7\u00e3o de placas de gordura nas paredes dos vasos sangu\u00edneos.<\/p>\n   \n<p>Outro fator importante para a sa\u00fade \u00e9 que o\u00a0<strong>\u00f3leo de oliva<\/strong>\u00a0previne      oxida\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas porque \u00e9 rico em polifen\u00f3is, que reduzem a forma\u00e7\u00e3o de      radicais livres.<\/p>\n   \n<p>Os radicais livres s\u00e3o muito nocivos \u00e0 sa\u00fade pois s\u00e3o respons\u00e1veis pelo envelhecimento,      e doen\u00e7as degenerativas, como o c\u00e2ncer por exemplo. Cientistas observaram      que os povos das regi\u00f5es do mediterr\u00e2neo tem vida mais saud\u00e1vel com baixo      n\u00edvel de infarto e c\u00e2ncer, por esses povos serem os maiores consumidores do\u00a0<strong>\u00f3leo      de oliva<\/strong>\u00a0, e outras subst\u00e2ncias de uma dieta saud\u00e1vel, como      peixe e verduras.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.chaim.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria do Azeite, Oliva, \u00d3leo, Virgem, Tipos, Caracter\u00edsticas, Composi\u00e7\u00e3o, Classifica\u00e7\u00e3o, Acidez, Produ\u00e7\u00e3o, Origem, Hist\u00f3ria do Azeite<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22735,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-26955","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culinaria-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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