{"id":26954,"date":"2016-01-20T00:00:00","date_gmt":"2016-01-20T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-pizza-2\/"},"modified":"2026-09-01T18:07:56","modified_gmt":"2026-09-01T18:07:56","slug":"historia-da-pizza-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-pizza-2\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da Pizza"},"content":{"rendered":"\nFaz muito tempo que o homem saboreia a pizza. Como todo prato antigo, \u00e9 dif\u00edcil especificar sua origem, ainda mais se pensarmos que ela n\u00e3o \u00e9 nada mais do que uma evolu\u00e7\u00e3o do p\u00e3o.\n\nDesde que foi descoberta a fermenta\u00e7\u00e3o da massa de trigo e o forno, gra\u00e7as ao talento dos eg\u00edpcios, h\u00e1 mais ou menos seis mil anos, come\u00e7ou-se a enriquecer os p\u00e3es de forma achatada com diversos ingredientes, como azeitonas, ervas arom\u00e1ticas e outros.\n\nSegundo anota\u00e7\u00f5es do poeta Virg\u00edlio, os gregos e romanos faziam p\u00e3es semelhantes. Ele mesmo registrou a receita do moretum, uma massa n\u00e3o fermentada, assada, recheada com vinagre a azeite, coberta com fatias de alho e cebola crua. Se essa mesma massa fosse fermentada, Virg\u00edlio teria ent\u00e3o a f\u00f3rmula b\u00e1sica de uma pizza simples.\n\nEm N\u00e1poles, na Idade M\u00e9dia, acreditava-se em duas coisas: no fim do mundo, que seria no ano 1000 DC, e nos valores nutritivos do lagano, massa de espessura muito fina, assada e cortada em tiras, que ao final era cozida com verduras.\n\nEmbora tratasse do antecessor do talharim, parece que as varia\u00e7\u00f5es sobre o lagano originaram o conceito de picea, e n\u00e3o muito tempo depois apareceria, pela primeira vez, na rom\u00e2ntica N\u00e1poles, a palavra pizza. Na verdade, no Sul da It\u00e1lia at\u00e9 hoje a id\u00e9ia de pizza abrange tamb\u00e9m as massas fritas e recheadas.\n\nA verdadeira personalidade da pizza, por\u00e9m, s\u00f3 surgiu depois que a Europa co-nheceu o tomate, levado para l\u00e1 pelos Americanos, descobrindo suas ricas aplica\u00e7\u00f5es na culin\u00e1ria. Finalmente, no s\u00e9culo XVII, N\u00e1poles come\u00e7a a produzir sua pizza, ati\u00e7ando a imagina\u00e7\u00e3o e a criatividade dos padeiros que enriqueciam o prato usando azeite, alho, muzzarela, anchova e os pequenos peixes cicinielli. Alguns &#8220;artistas&#8221; da culin\u00e1ria come\u00e7avam at\u00e9 mesmo a dobrar suas massas recheadas, inventando assim e c\u00e9lebre calzone.\n\nEm 1830 foi aberta a primeira pizzaria Napolitana, chamada Port Alba, que em pouco tempo se transformou no ponto de encontro de pintores, poetas e escritores famosos da \u00e9poca. Um deles foi Alexandre Dumas que chegou mencionar em suas obras as varia\u00e7\u00f5es de pizzas mais populares da segunda metade do s\u00e9culo XIX.\n\nO autor de Os Tr\u00eas Mosqueteiros, chegou mesmo a anotar a receita de uma pizza feita com banha, toucinho derretido, queijo, cicinelli e tomate.\n\nOutro caso curioso acorreu em 1889, quando o Rei Umberto I e a Rainha Margherita passaram o ver\u00e3o em N\u00e1poles no pal\u00e1cio Capodimonte. A rainha j\u00e1 havia ouvido falar muito no prato que se tornara t\u00edpico daquela cidade.\n\nOs coment\u00e1rios na corte eram todos excitantes, mas ela mesma nunca havia provado uma pizza. Foi, ent\u00e3o, chamado ao pal\u00e1cio um conceituado pizzaiolo, Don Raffaelo Esposito.\n\nEle e sua mulher foram apresentados ao casal real, conduzidos \u00e0 cozinha e imediatamente passaram a preparar sua especialidade.\n\nAo final Don Raffaelo ofereceu aos reis v\u00e1rios tipos de pizza, mas a que mais agradou a rainha foi uma que irradiava as tr\u00eas cores nacionais da It\u00e1lia verde, branco e vermelho, ressaltadas pela muzzarela, pelo tomate e pelo basilic\u00e3o.\n\nNegociante esperto, Don Raffaelo batizou-a de Pizza Alla Margherita, o que lhe rendeu muitos lucros em seu restaurante e notoriedade hist\u00f3rica na culin\u00e1ria Italiana..Juntamente com a Pizza Napolitana a Pizza Alla Margherita, fez N\u00e1poles conquistar a It\u00e1lia, e logo, a It\u00e1lia conquistar o mundo, atrav\u00e9s do meio mais agrad\u00e1vel &#8211; o paladar.\n\nJunta-se a isso um vinho sabooroso e uma can\u00e7\u00e3o aveludada para entendermos, afinal, porque a It\u00e1lia ficar\u00e1 para sempre como a terra do prazer e da paix\u00e3o.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" src=\"Hist\u00f32.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" width=\"324\" height=\"241\" \/><\/p>\nFonte: www.geocities.com\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\nO Dia da Pizza \u00e9 comemorado desde 1985. A data foi institu\u00edda pelo ent\u00e3o secret\u00e1rio de turismo, Caio Lu\u00eds de Carvalho, por ocasi\u00e3o de um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, ele escolheu a data de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemora\u00e7\u00e3o.\n\nA pizza, no formato que conhecemos hoje, surgiu no s\u00e9culo XVI, quando os tomates, oriundos da Am\u00e9rica, foram introduzidos na culin\u00e1ria europ\u00e9ia. Considerada alimento dos pobres do sul da It\u00e1lia, era preparada com ingredientes baratos como alho, peixes e queijo. No come\u00e7o do s\u00e9culo XX, imigrantes italianos trouxeram para a Am\u00e9rica o disco mais delicioso das mesas brasileiras. Em 1905, surge a primeira pizzaria nos EUA: a Lombardi&#8221;s. No Brasil, diversos nomes s\u00e3o apontados por historiadores como os primeiros pizzaiolos, dentre eles o napolitano Carmino Corvino, que abriu sua Dom Carmenielo no bairro do Br\u00e1s, em S\u00e3o paulo.\n\nExiste certa pol\u00eamica acerca da origem da pizza. Embora quase todos pensem que o prato \u00e9 inven\u00e7\u00e3o italiana, registros hist\u00f3ricos apontam os eg\u00edpcios como pioneiros ao criarem uma massa \u00e0 base de farinha com \u00e1gua. Babil\u00f4nios, gregos e hebreus tamb\u00e9m assavam massas misturando farinha de trigo e \u00e1gua em fornos r\u00fasticos ou tijolos quentes. No entanto, foram os napolitanos os primeiros a acrescentar temperos como manjeric\u00e3o a um disco de massa assado.\n\nAp\u00f3s aterrissar no Brasil, a pizza, alimento t\u00edpico de cidades industrializadas, acompanhou as transforma\u00e7\u00f5es pelas quais passou o pa\u00eds ao longo das d\u00e9cadas. \u00c0 semelhan\u00e7a da miscigena\u00e7\u00e3o racial que caracteriza este pa\u00eds, as pizzas produzidas por aqui passaram a ser conhecidas pela incr\u00edvel variedade de formatos e sabores que acompanham as caracter\u00edsticas de cada regi\u00e3o brasileira.\n\nAs cidades de Nova Iorque e S\u00e3o Paulo se destacam quando o assunto \u00e9 pizza. Embora a origem desse alimento seja europ\u00e9ia, os verdadeiros devoradores se encontram do outro lado do oceano.\n\n<strong>Qual \u00e9 a origem da t\u00edpica express\u00e3o brasileira &#8220;tudo acabou em pizza&#8221;?<\/strong>\n\nReza a lenda que a origem remonta \u00e0 d\u00e9cada de 50, e envolve os diretores da Sociedade Esportiva Palmeiras, time criado pela col\u00f4nia italiana paulistana. Certo dia, ap\u00f3s calorosa discuss\u00e3o envolvendo os diretores do clube, todos acabaram indo parar em uma pizzaria no Br\u00e1s. Muitos c\u00e1lices de vinho e fatias de pizza depois, os envolvidos na briga acabaram por deixar a confus\u00e3o para tr\u00e1s, sem maiores conseq\u00fc\u00eancias. Prov\u00e9m da\u00ed o significado popular da express\u00e3o &#8220;acabar em pizza&#8221;: algo que parte do nada e n\u00e3o chega a lugar algum.\n\n<strong>Fonte:\u00a0<\/strong>www2.portoalegre.rs.gov.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\nA hist\u00f3ria da pizza come\u00e7a na Roma de C\u00e9sar, antes da Era Crist\u00e3. Conta-se que os nobres desta \u00e9poca comiam o p\u00e3o de Abra\u00e3o, uma massa de farinha, \u00e1gua e sal que vai ao forno bem forte.A ele eram acrescidos ervas e alho. Essa mistura era chamada de Piscea.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" src=\"Hist\u00f33.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" width=\"218\" height=\"272\" \/><\/p>\nA varia\u00e7\u00e3o das coberturas foi se amadurecendo com o passar dos anos, at\u00e9 que o tomate chegou a Europa trazido por Crist\u00f3v\u00e3o Colombo e da\u00ed para frente o pomodoro foi incorporado totalmente \u00e0 receita.\nHouve \u00e9poca em que essa iguaria era comida no caf\u00e9 da manh\u00e3 e vendida por ambulantes.\u00c0 medida que se tornou mais popular, erguiam-se barracas onde era vendida a massa em formatos diferenciados, de acordo com o pedido do cliente.\n\nO primeiro pizzaiolo da hist\u00f3ria foi Don Rafaelle Esp\u00f3sito, propriet\u00e1rio de uma famosa pizzaria de N\u00e1pole, a Pietro il Pizzaiolo.Don Rafaelle ficou famoso a partir do ver\u00e3o de 1889, quando foi cozinhar no pal\u00e1cio Capodimonte para os soberanos rei Humberto I e sua rainha Margherita de Sab\u00f3ia, que estavam em visita \u00e0 Cidade.O pizzaiolo, para prestar uma homenagem \u00e0 rainha, resolver fazer a pizza com as cores da bandeira italiana &#8211; branco, vermelho e verde.A rainha gostou tanto da pizza que Don rafaelle a batizou com o seu nome. Embora a origem da pizza, como hoje \u00e9 conhecida, seja italiana.\nOs grandes devoradores desse produto ficam do outro lado do oceano.\nOs dois pa\u00edses que mais consomem pizza no mundo s\u00e3o respectivamente: EUA e Brasil, com destaque para as cidades de Nova Iorque e S\u00e3o Paulo.\n\n<strong>Fonte: <\/strong>www.laporcela.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\n<strong>O que \u00e9 Pizza<\/strong>\n\nPizza \u0096 \u00c9 uma prepara\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria que consiste em um disco de massa fermentada de farinha de trigo, regado com molho de tomates e coberto com mussarela e ingredientes variados que normalmente incluem outros tipos de queijo, embutidos, vegetais e ervas, normalmente pulvilhado com or\u00e9gano, tudo assado em forno a lenha e uma por\u00e7\u00e3o generosa de azeitonas pretas.\n\n<strong>A Hist\u00f3ria da Pizza<\/strong>\n\nComo toda hist\u00f3ria, existem varias vers\u00f5es, uma delas diz que come\u00e7ou h\u00e1 seis mil anos, com os eg\u00edpcios; acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com \u00e1gua. Outros j\u00e1 afirmam que os pioneiros s\u00e3o os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou gr\u00e3o-de-bico e as assavam em tijolos quentes; esta novidade da \u00e9poca, foi parar na Etr\u00faria (regi\u00e3o da Italia, onde atualmente \u00e9 a Toscana).\n\nAo contr\u00e1rio do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babil\u00f4nios, hebreus e eg\u00edpcios j\u00e1 misturavam o trigo, amido e a \u00e1gua para assar em fornos r\u00fasticos h\u00e1 mais de 5000 anos. A massa era chamada de &#8220;p\u00e3o-de-abra\u00e3o&#8221;, muito parecida com os p\u00e3es \u00e1rabes atuais, e recebia o nome de piscea, da\u00ed o nome \u0093pizza\u0094.\n\nOs fen\u00edcios, sete s\u00e9culos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao p\u00e3o; os turcos mu\u00e7ulmanos adotaram esse costume durante a Idade M\u00e9dia e por causa das cruzadas essa pr\u00e1tica chegou \u00e0 It\u00e1lia pelo porto de N\u00e1poles, sendo em seguida incrementada dando origem \u00e0 pizza que conhecemos hoje.\n\nNo in\u00edcio de sua exist\u00eancia, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram os ingredientes t\u00edpicos da pizza, comuns no cotidiano da regi\u00e3o. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na Am\u00e9rica e levado a Europa pelos conquistadores espanh\u00f3is. Por\u00e9m, nessa \u00e9poca a pizza ainda n\u00e3o tinha a sua forma caracter\u00edstica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um calzone.\n\nA pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da It\u00e1lia, quando, pr\u00f3ximo do in\u00edcio do primeiro mil\u00eanio, surge o termo &#8220;picea&#8221;, na cidade de N\u00e1poles, considerada o ber\u00e7o da pizza. &#8220;Picea&#8221;, indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava &#8220;matar a fome&#8221; principalmente da parte mais pobre da popula\u00e7\u00e3o. Normalmente a massa de p\u00e3o recebia como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo.\n\nA fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem not\u00edcia, a Port&#8217;Alba, ponto de encontro de artistas famosos da \u00e9poca, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou varia\u00e7\u00f5es de pizzas em suas obras.\n\nA Pizza chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. At\u00e9 os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio \u00e0 col\u00f4nia italiana, tornando-se logo em seguida parte da cultura deste pa\u00eds.\n\nAt\u00e9 os anos de 1960, ainda n\u00e3o se tinha casas especializadas em pizzas ou as pizzarias como conhecemos hoje, normalmente as pizzas eram feitas em bares para serem vendidas como aperitivo ou em cantinas e restaurantes como complemento ao cardapio de massas.\n\nFoi no Br\u00e1s, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas come\u00e7aram a ser comercializadas no Brasil.\n\nAos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de S\u00e3o Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e at\u00e9 mesmo criativas. No princ\u00edpio, seguindo a tradi\u00e7\u00e3o italiana, as de mussarella e Aliche (Anchova em Italiano) eram as mais presentes, mas \u00e0 medida que hortali\u00e7as e embutidos tornavam-se mais acess\u00edveis no pa\u00eds, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.\n\nHoje pode ser considerado um patrimonio nacional e desde 1985, comemora-se o dia da pizza 10 de Julho.\n\n<strong>A variedade de coberturas que se pode colocar sobre uma pizza \u00e9 quase infinita, entretanto, algumas prepara\u00e7\u00f5es s\u00e3o tradicionais e t\u00eam fi\u00e9is seguidores<\/strong>\n\n<strong>Mussarela<\/strong>\n\nMolho de tomate, queijo mussarela, or\u00e9gano e azeitonas pretas;\n\n<strong>Margherita<\/strong>\n\nMolho de tomate, queijo mussarela, or\u00e9gano, folhas de manjeric\u00e3o e azeitonas pretas (nomeada em homenagem \u00e0 princesa-consorte Margarida de Sav\u00f3ia, que adorava pizas);\n\n<strong>Portuguesa<\/strong>\n\nMolho de tomate, presunto, queijo mussarela, cebola, ovos cozidos, ervilhas, or\u00e9gano e azeitonas pretas;\n\n<strong>Calabresa<\/strong>\n\nMolho de tomate, calabresa, cebola, or\u00e9gano e azeitonas pretas;\n\n<strong>Toscana<\/strong>\n\nMolho de tomate, queijo mussarela, calabresa, ervilha, palmito, or\u00e9gano e azeitonas pretas;\n\n<strong>Pepperoni<\/strong>\n\nMolho de tomate, queijo mussarela, rodelas de salame pepperoni, r\u00facula, tomate seco, or\u00e9gano e azeitonas pretas;\n\n<strong>Quatri Formaggio<\/strong>\n\nMolho de tomate, queijos mussarela, provolone, catupiri e gorgonzola, or\u00e9gano e azeitonas pretas;\n\n<strong>Aliche (&#8220;anchova&#8221; em Italiano)<\/strong>\n\nMolho de tomate, Aliche, or\u00e9gano e azeitonas pretas.\n\n<strong>Atum<\/strong>\n\nMolho de tomate, queijo mussarela, atum, cebola e zeitona\n\n<strong>&#8220;A verdadeira pizza napolitana&#8221;<\/strong>\n\nEm 1982 foi fundada, em N\u00e1poles, na It\u00e1lia, por Antonio Pace, a Associa\u00e7\u00e3o da Verdadeira Pizza Napolitana, (Associazione Verace Pizza Napoletana, em italiano) com a miss\u00e3o de promover a culin\u00e1ria e a tradi\u00e7\u00e3o da pizza napolitana, defendendo, at\u00e9 com certo purismo, a sua cultura, resguardando-a contra a &#8220;miscigena\u00e7\u00e3o&#8221; cultural que sofre a sua receita. Com estatuto preciso, normatiza as suas principais caracter\u00edsticas.\n\nA associa\u00e7\u00e3o age fortemente na It\u00e1lia para que a pizza napolitana seja reconhecida pelo governo como &#8220;DOC&#8221; (di origine controllata, Denomina\u00e7\u00e3o de Origem Controlada em portugu\u00eas). Em 2004, um projecto de lei foi enviado ao parlamento, com o intuito de regulamentar por lei as verdadeiras caracter\u00edsticas da pizza napolitana. O &#8220;DOC&#8221; \u00e9 uma designa\u00e7\u00e3o que regulamenta produtos regionais tais como os famosos vinhos portugueses.\n\nSegundo a associa\u00e7\u00e3o, a Verace Pizza Napolitana deve ser confeccionada com: farinha, fermento natural \u00e1gua e sal.\n\nA pizza deve ser ainda trabalhada somente com as m\u00e3os ou por alguns misturadores que n\u00e3o interfiram no resultado final.\n\nDepois de descansar, a massa deve ser esticada com as m\u00e3os, sem o uso de rolo ou equipamento mec\u00e2nico.\n\nNa hora de assar, a pizza deve ser colocada somente em forno a lenha, a 485\u00baC, sendo que sobre a superf\u00edcie do forno n\u00e3o deve ser colocado nenhum outro utens\u00edlio. E este \u00e9 exatamente o processo pelo qual se produz as tradicionais pizzas da Ritorno, portanto tamb\u00e9m chamas de: &#8211; \u0093As Verdairas Napolitanas\u0094.\n\nQuando degustada, a pizza deve apresentar-se macia, bem assada, suave, el\u00e1stica, f\u00e1cil de ser dobrada pela metade.\n\nA pizza deve ser obrigatoriamente redonda.\n\nA espessura no centro do disco, n\u00e3o deve ser maior do que cinco mil\u00edmetros, e a borda n\u00e3o pode ser maior do que dois cent\u00edmetros.\n\n<strong>&#8220;Acabar em pizza&#8221;<\/strong>\n\nEspecialmente no Brasil, que tem uma grande col\u00f4nia italiana, o consumo de pizzas \u00e9 grande e sofisticado, com o ato de reunir-se numa pizzaria sendo freq\u00fcentemente significado de celebra\u00e7\u00e3o e acordo. Deste costume, surgiu a express\u00e3o, comumente usada no pa\u00eds, associando um processo que envolva a\u00e7\u00f5es de \u00e9tica ou legalidade duvidosa a esta celebra\u00e7\u00e3o.\n\nQuando apenas alguns dos envolvidos de menor import\u00e2ncia s\u00e3o penalizados ou exista um movimento de acomoda\u00e7\u00e3o, terminando em mesa de negocia\u00e7\u00e3o, ou &#8220;terminando em pizza&#8221;, como se as partes envolvidas, acusados e acusadores, se sentassem numa pizzaria e, apreciando a saborosa iguaria, celebrassem o acordo durante uma &#8220;rodada de pizza&#8221;.\n\n<strong>Calzone<\/strong>\n\nCalzone \u00e9 um prato da culin\u00e1ria italiana, muitas vezes referido como uma pizza recheada.\n\nConsiste em um disco de massa igual \u00e0 da pizza, redondo, dobrado ao meio formando uma meia-lua e recheado com diversos ingredientes.\n\nA massa \u00e9 selada pela beirada, e tradicionalmente assada em forno \u00e0 lenha.\n\n<strong>Origem<\/strong>\n\nO calzone \u00e9 origin\u00e1rio da regi\u00e3o italiana da Ap\u00falia, na zona do Salento.\n\nA variante original \u00e9 preparada com a mesma massa da pizza normal, sendo tamb\u00e9m chamada panzerotto nas outras regi\u00f5es italianas, para a distinguir dos outros numerosos tipos de calzone.\n\nExistem in\u00fameras variantes do recheio orignal do calzone de Salento. O calzone nasceu nas tradi\u00e7\u00f5es da cozinha dos mais pobres do Salento, quando com as sobras da massa do p\u00e3o se formavam meias-luas, que se coziam com pequenos peda\u00e7os de queijo e tomate. Hoje, \u00e9 poss\u00edvel encontr\u00e1-lo nas montras dos bares e nos menus das pizzarias e dos restaurantes.\n\n<strong>Fonte:\u00a0<\/strong>www.ritornopizzaria.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\n<h2>A Pizza atrav\u00e9s da Hist\u00f3ria<\/h2>\nO uso regular do fogo h\u00e1 500 mil anos modificou a alimenta\u00e7\u00e3o do universo dom\u00e9stico\n\nA palavra \u0093pizza\u0094 vem do grego \u0093picea\u0094; pinheiro usado para aquecer fornos e assar um tipo de massa difundida na Gr\u00e9cia\n\nOs homens desde as origens alimentavam-se com seis tipos de cereais: sorgo, aveia, cevada, trigo e mais tarde o centeio. O milho, ap\u00f3s a chegada de Colombo \u00e0 Am\u00e9rica. A epop\u00e9ia dos cereais dura 15000 anos\n\nOs gr\u00e3os dos cereais eram torrados em pedra aquecida e juntavam \u00e1gua que transformava em um bolo molhado\n\nO trigo surgiu, na forma primitiva, no Egito, nas paisagens dos vales e rios, e posteriormente espalhou-se, sendo a mais importante experi\u00eancia da historia dos cereais, a sua expans\u00e3o por todo mundo constitui um enigma &#8211; talvez nas entranhas de alguma ave migrat\u00f3ria&#8230; ou foi objeto de troca comercial.\n\nCom o surgimento do trigo, todos os cereais foram considerados de segunda ordem\n\nOs eg\u00edpcios criaram o p\u00e3o, podendo por raz\u00f5es t\u00e9cnicas ser considerado a primeira pizza primitiva, por terem acrescentado \u00e1 massa o levedo obtido da fabrica\u00e7\u00e3o da cerveja, havendo assim, o triunfo sobre pastas de cereal ou bolos de farinha sem leveda\u00e7\u00e3o, est\u00e1 ligada \u00e1 civiliza\u00e7\u00e3o ocidental h\u00e1 6000 anos\n\nOs p\u00e3es dos eg\u00edpcios tiveram formas diferentes para as oferendas; nos templos salpicavam com cominho e enriqueciam a massa com gordura de ganso, ovos, mel, \u00f3leo de oliva, figos e t\u00e2maras.\n\nA oliva \u00e9 considerada uma fruta legend\u00e1ria&#8230;\n\nA oliveira foi a primeira \u00e1rvore salva no Dil\u00favio; uma pomba trouxe a No\u00e9, um ramo de oliveira, que simbolizou a calma, serenidade e a paz reencontrada.\n\nSurgiu na \u00c1sia Menor \u0096 se estendia da S\u00edria a Gr\u00e9cia, florescendo e sendo cultivada entre 3 000 a 6 000 anos nesses locais; foram levadas para a bacia do Mediterr\u00e2neo (correspondente atualmente: It\u00e1lia, Fran\u00e7a, Espanha e Marrocos), pelos gregos e fen\u00edcios, juntamente com o trigo e o pr\u00f3prio \u00f3leo, h\u00e1 mais de vinte e cinco s\u00e9culos\n\nInventaram um forno para assar, constru\u00eddo em forma cil\u00edndrica com tijolos de lama do Nilo, fechado em cone, no topo, o interior era dividido horizontalmente com uma laje lisa. Na parte inferior deixavam um buraco para alimentarem o fogo e na parte superior a entrada da massa e para a sa\u00edda das gazes\n\nO forno dos eg\u00edpcios foi considerado o primeiro forno de experimenta\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do mundo, aliado ao aspecto de \u0093praticas m\u00e1gicas\u0094\n\nEntre 5000 e 7000AC, os ca\u00e7adores coalhavam o leite dos animais, enformavam e controlavam a coagula\u00e7\u00e3o.\n\nOs eg\u00edpcios est\u00e3o entre os primeiros pastores que cuidaram do gado e tiveram no queijo importante fonte de sua alimenta\u00e7\u00e3o\n\nO povo de Israel conheceu o p\u00e3o no contato que teve com os eg\u00edpcios, a B\u00edblia menciona o momento que se encontraram: os pastores, camponeses, hebreus e os eg\u00edpcios. Abra\u00e3o, hebreu, e a suas gentes viviam em tendas, tinham farinha, mas n\u00e3o tinham fornos, como os dos eg\u00edpcios com arquitetura s\u00f3lida, havia outros transport\u00e1veis, aos quais os judeus chamavam \u0093tamurim\u0094 e eram pesados, assim para o povo que vivia em tendas, era imposs\u00edvel o seu transporte\n\nPelo relato b\u00edblico, a sa\u00edda dos judeus (\u00caxodos), do Egito foi apressada que n\u00e3o tiveram tempo de confeccionarem o p\u00e3o como dos eg\u00edpcios, amassado antes de ir ao forno, levavam sem levedar, pois n\u00e3o tinham fermento; ent\u00e3o Mois\u00e9s disse ao povo: \u0093Recordai-vos deste dia em que sa\u00edste do Egito, da casa da servid\u00e3o, pois foi com a m\u00e3o forte que o Senhor vos fez sair daqui. N\u00e3o comer\u00e1 p\u00e3o fermentado\u0094\n\nNa Gr\u00e9cia Antiga, demoraram em substitu\u00edrem os gr\u00e3os de cereal torrados ou as papas de farinha, mas depois aprenderam com perfei\u00e7\u00e3o, colocavam por cima azeite, queijos, sementes, am\u00eandoas, nozes, pimenta, folhas de louro etc.\n\nAteneu, autor do Banquete dos Sofistas, (s\u00e9culo II e III d.C ) conta que alguns padeiros obrigavam os ajudantes a usarem luvas e mascaras para que n\u00e3o ca\u00edsse suor na massa e para a respira\u00e7\u00e3o n\u00e3o a estragasse\n\nOs mestres padeiros tinham consci\u00eancia profissional, organizaram-se em associa\u00e7\u00f5es com direitos reconhecidos e garantidos pelo Estado e passavam a condi\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios no Imp\u00e9rio Romano\n\nOs lombardos, chegados do sul da It\u00e1lia depois da queda do Imp\u00e9rio Romano, trouxeram suas b\u00fafalas que encontraram ambiente ideal na regi\u00e3o do Lazio e criaram a Mussarela e com a descoberta da Am\u00e9rica, o tomate que depois das desconfian\u00e7as iniciais \u0096 ingressou triunfalmente na culin\u00e1ria italiana.\n\nEm 1529 ,o criador da Villa d\u00b4Este , em Tivoli \u0096It\u00e1lia o Cardeal Ippolito promoveu um banquete e a pizza constou no card\u00e1pio : \u0093pizza com past\u00e9is folhados ao estilo catal\u00e3o\u0094\n\nO tomate teria conquistado os italianos e espanh\u00f3is nos anos de 1500 a 1600, mas somente foi difundido em 1700; os bot\u00e2nicos alem\u00e3es consideravam planta t\u00f3xica\n\nDesde s\u00e9culos, a tradi\u00e7\u00e3o da pizza \u00e9 firmada na vida napolitana, a vers\u00e3o com uso do tomate, desde meados dos anos de 1700.As pizzarias devem seu impulso aos reis de N\u00e1poles, Ferdinando e Ferdinando II, grandes amantes da pizza. O primeiro percorria as ruas da cidade para satisfazer seus desejos, escondido da sua mulher Maria Carolina, irm\u00e3 da rainha da Fran\u00e7a, que detestava a pizza, seu filho, construiu sua pr\u00f3pria pizzaria no Parque Capodimonte em 1820\n\nAinda existe uma taberna, onde serviam pizza, naquela \u00e9poca, em N\u00e1poles: L`Osteria della Mattonella\n\nPort `Alba foi a primeira pizzaria, no ano de 1830, que se tem registro em N\u00e1poles\n\nEm 11 de junho de 1889, foi criada a pizza Margherita, por Rafael Esp\u00f3sito, utilizando o tomate, mussarela de b\u00fafala e manjeric\u00e3o para a Rainha Margherita, esposa do Rei Humberto, da It\u00e1lia\n\nNa guerra do hamb\u00farguer, no mundo, ele aparece como amea\u00e7a \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es culin\u00e1rias e \u0093apar\u00eancia do diabo\u0094, \u00e9 responsabilizado por todos os tipos de defeitos de ordem nutricional ou simb\u00f3lica, a pizza escapa&#8230;\n\nA pizza estende sobre o planeta e esta se tornando mais importante do que o hamb\u00farguer est\u00e1 dispon\u00edvel em restaurantes, pizzarias, delivery, mercearias, supermercados, vendedores ambulantes, quiosques em pistas de esqui e outros lugares&#8230; \u00e9 disponibilizada em pa\u00edses sem que o imperialismo italiano suscite inquieta\u00e7\u00f5es de identidade ou nutricionais\n\n<strong>Fonte:\u00a0<\/strong>www.senhorpizza.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\nN\u00e3o se sabe bem ao certo quem foi o \u0093criador\u0094 desse irresist\u00edvel prato. Existem algumas hist\u00f3rias sobre a sua origem.\n\nAlguns dizem que foram os gregos os criadores da receita. Misturando farinha de trigo, arroz ou gr\u00e3o de bico, obtinham uma massa que era colocada para assar em tijolos quentes.\n\nOutros afirmam que h\u00e1 mais de seis mil anos, os hebreus e eg\u00edpcios preparavam uma massa parecida com a conhecida hoje, que era chamada de \u0093P\u00e3o de Abrah\u00e3o\u0094.\n\nNo in\u00edcio, no sul da It\u00e1lia, mais precisamente em N\u00e1poles, a pizza era alimento de pobres, mas tamb\u00e9m foi l\u00e1 que a massa se tornou mais elaborada ganhando molho de tomate e or\u00e9gano.\n\nA massa era dobrada ao meio e consumida como sandu\u00edche e alguns o incrementavam com queijo, ling\u00fci\u00e7a ou ovo por cima.\n\nCom o passar do tempo, por volta do s\u00e9culo XVI, a pizza j\u00e1 era apreciada pela corte de N\u00e1poles e logo se espalhou pelo mundo.\n\nEm rela\u00e7\u00e3o aos sabores, uma curiosa hist\u00f3ria conta que a pizza marguerita surgiu no ano de 1889 quando o pizzaiolo Rafaelle Esposito para homenagear a rainha Marguerita de Sab\u00f3ia durante uma visita \u00e0 cidade de N\u00e1poles preparou a iguaria para ela. Ele usou as cores da bandeira da It\u00e1lia: branco representado pelo queijo, verde pelo manjeric\u00e3o e vermelho pelo tomate.\n\nHoje a pizza se tornou um dos pratos mais apreciados e consumidos em todo o mundo. A cada dia surgem novos recheios inovando esta prepara\u00e7\u00e3o que ganha mais e mais apreciadores a todo o momento, j\u00e1 que a sua variedade de sabores agrada a todos.\n\nE j\u00e1 que a pizza \u00e9 um alimento t\u00e3o apreciado e consumido em todo o mundo, quem sabe um dia n\u00e3o inventam o Dia Mundial da Pizza&#8230;\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.etur.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\nTalvez ela evoque algumas sensa\u00e7\u00f5es que podem vir de muito tempo, pois re\u00fane dois dos ingredientes fundamentais das culin\u00e1rias das culturas mediterr\u00e2neas, o p\u00e3o e o azeite.\n\nTalvez seja sua versatilidade, uma vez que pode ser feita com quase tudo que se come: vegetais, carnes, frutos do mar, conservas., embutidos, queijos (principalmente mussarela) e ervas (notadamente manjeric\u00e3o). Talvez seja o clima de cordialidade que ela favorece, pois n\u00e3o \u00e9 prato para comer sozinho, fica melhor quando compartilhado com as pessoas de quem se gosta.\n\nOu talvez o que atraia tanta gente seja apenas a imagem e a recorda\u00e7\u00e3o do aroma de uma &#8220;redonda&#8221; saindo do forno, quentinha, com o queijo derretido contido pelas bordas altas da massa (cornicioni).\n\nA pizza assumiu sua forma atual em N\u00e1poles e de l\u00e1 conquistou o mundo, adotando ingredientes e paladares dos lugares onde \u00e9 preparada e se adaptando \u00e0s prefer\u00eancias locais. S\u00e3o muitas as varia\u00e7\u00f5es sobre o mesmo tema, mas a pizza com tomate e mussarela pode ser considerada universal. Estamos falando da pizza tradicional Napolitana, porque essa palavra, como assinala a Grande Enciclop\u00e9dia Ilustrada da Gastronomia, designa em v\u00e1rios tipos por cima, e que pode ser doce ou salgado, algumas vezes se aproximando de uma torta.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" src=\"Hist\u00f34.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" width=\"269\" height=\"188\" \/><\/p>\nRos\u00e1rio Buonassisi, em seu excelente livro La Pizza &#8211; il piato, la legenda, arrisca uma defini\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica: uma base fina de massa fermentada, obtida quando se mistura intimamente farinha de trigo, fermento, sal, azeite de oliva e \u00e1gua. Sobre essa base, que deve ter preferencialmente a forma de um disco com as bordas mais espessas, podem ser dispostos os ingredientes da cobertura, e tudo deve ser assado no forno.\n\nOs ingredientes utilizados d\u00e3o nome aos diversos tipos de pizza. Simples, n\u00e3o \u00e9 mesmo? A hist\u00f3ria da pizza se confunde com a da humanidade e do p\u00e3o. Em rigor, a pizza come\u00e7a a nascer com os prim\u00f3rdios da sociedade humana, na chamada revolu\u00e7\u00e3o neol\u00edtica, quando o homem deixa de ser ca\u00e7ador para cultivar os cereais. Nessa \u00e9poca, nossos ancestrais j\u00e1 dominavam o fogo e a cer\u00e2mica, premissas b\u00e1sicas para o aparecimento de uma cozinha.\n\nJ\u00e1 que os cereais eram duros, veio a id\u00e9ia de mo\u00ea-los e, em seguida, a de mistur\u00e1-los com \u00e1gua e assar essa papa, um tipo primitivo de polenta, em pedras aquecidas.\n\nO resultado era mais digestivo, durava bom tempo e foi provavelmente a maior express\u00e3o da gastronomia neol\u00edtica. Nascia o antepassado do p\u00e3o e, conseq\u00fcentemente, da pizza, e ele podia ser feito com v\u00e1rios cereais. Mas o p\u00e3o tal qual o conhecemos hoje, e cuja massa \u00e9 usada na pizza, apareceu por acaso h\u00e1 uns 5 mil ou 6 mil anos, no Egito antigo.\n\nOs padeiros da \u00e9poca verificaram que algumas por\u00e7\u00f5es de massa come\u00e7avam a inchar e crescer. No in\u00edcio, isso foi encarado como problema, mas depois se notou que a massa fermentada dava um p\u00e3o macio e muito mais gostoso.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" src=\"Hist\u00f35.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" width=\"276\" height=\"184\" \/><\/p>\nDo Egito \u00e0 Gr\u00e9cia Cl\u00e1ssica, at\u00e9 Roma e Pomp\u00e9ia, estiveram presentes alimentos que nos fazem recordar o preparo e o cozimento de nossa atual pizza. No antigo Egito, era costume celebrar o anivers\u00e1rio do Fara\u00f3, comendo uma massa achatada e condimentada com ervas arom\u00e1ticas.\n\nTamb\u00e9m, t\u00eam-se registro de relatos de algumas receitas Babilonesas e, no s\u00e9culo VII a.C, um poeta soldado, em seus versos, nos informa que possu\u00eda uma massa achatada junto \u00e0 sua lan\u00e7a &#8211; base principal da alimenta\u00e7\u00e3o de um soldado naqueles tempos. Muitos consideram a pizza atual como uma inven\u00e7\u00e3o da culin\u00e1ria italiana, que come\u00e7ou na sulina cidade de N\u00e1poles.\n\nDe fato, a pizza \u00e9 vista com aten\u00e7\u00e3o especial pelos napolitanos como o seu tesouro culin\u00e1rio, uma reflex\u00e3o da Hist\u00f3ria popular: os Lombardos, chegados no sul da It\u00e1lia depois da queda do Imp\u00e9rio Romano, trouxeram suas b\u00fafalas que, encontrando ambiente ideal na regi\u00e3o do L\u00e1zio, abasteceram-se de leite para a cria\u00e7\u00e3o da &#8220;mozzarella&#8221; e posteriormente, com a descoberta do Novo Mundo, chegaria \u00e0 Europa o elemento fundamental para a pizza, sem o qual esta jamais poderia existir: o TOMATE.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" src=\"Hist\u00f36.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" width=\"290\" height=\"239\" \/><\/p>\nDepois de algumas desconfian\u00e7as iniciais, o tomate acaba por ingressar triunfalmente na culin\u00e1ria napolitana e a pizza se beneficiar\u00e1 disto, aproximando-se ainda mais do formato com a qual \u00e9 conhecida na atualidade.\n\nPor volta de 1.700 e 1.800 a pizza se consolida como um dos pratos da culin\u00e1ria napolitana mais tradicionais e preferidos pelo p\u00fablico. A ent\u00e3o Rainha da It\u00e1lia e Sav\u00f3ia, Margherita (origin\u00e1ria da \u00c1ustria), esposa de Umberto I, elevou a pizza de suas origens humildes, quando um pizzaiolo, fez tr\u00eas pizzas diferentes para a Rainha. Ela gostou de uma coberta com tomates, mussarela e manjeric\u00e3o. Foi quando a &#8220;Pizza Margherita&#8221; ganhou o seu nome.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" src=\"Hist\u00f37.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" width=\"244\" height=\"251\" \/><\/p>\n\n<h2>Tipos de Pizza:<\/h2>\n<h2>PIZZA VEGETARIANA<\/h2>\n<strong>Alcaparra<\/strong>\n\nMussarela\/Alcaparras\/Azeitona Verde Fatiada\n\n<strong>Fiorentina<\/strong>\n\nMussarela\/Beringela\/Alho\/Parmes\u00e3o\n\n<strong>Maiorca<\/strong>\n\nGorgonzola\/Mussarela\/Tomate\n\n<strong>Natureza<\/strong>\n\nMussarela\/Palmito\/Ervilha\/Ovos\/Cebola\n\n<strong>R\u00facula<\/strong>\n\nMussarela\/Tomate S\u00eaco\/R\u00facula\n\n<strong>San Remo<\/strong>\n\nQueijo Minas\/Ricota\/Mussarela\/Parmes\u00e3o\/Salsa Picada\n\n<strong>Siciliana<\/strong>\n\nMussarela\/Champignon\/Palmito\/Tomate Picado\n\n<strong>Shiitake<\/strong>\n\nMussarela, Shiitake temperado no molho shoyu\n<h2>LINHA LIGHT OU DIET<\/h2>\n<strong>Atum light<\/strong>\n\nMussarela, atum, tomate e cebola\n\n<strong>Ascoli<\/strong>\n\nFrango desfiado, mussarela e champignon\n\n<strong>Atum Especial<\/strong>\n\nCatupiry, mussarela, atum, tomate e cebola\n\n<strong>Blanquet<\/strong>\n\nBlanquet, mussarela e palmito\n\n<strong>Br\u00f3colis<\/strong>\n\nMussarela e br\u00f3colis\n\n<strong>Chester<\/strong>\n\nChester, catupiry e cebola\n\n<strong>Dois Queijos<\/strong>\n\nCatupiry e mussarela\n\n<strong>Diplomata<\/strong>\n\nFrango desfiado, catupiry e milho verde\n\n<strong>Di Forno<\/strong>\n\nFrango desfiado, catupiry e mussarela\n\n<strong>Mista<\/strong>\n\nPresunto desfiado, catupiry e mussarela\n\n<strong>Nostra<\/strong>\n\nPresunto de frango, catupiry, cebola e tomate picado\n\n<strong>Palestra<\/strong>\n\nMussarela, presunto de frango, ervilha, palmito e tomate\n\nFonte: www.emporiovillaborghese.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\n<strong>Pizza \u00e9 pizza\u00a0<\/strong>em qualquer lugar do mundo, inclusive seu nome \u00e9 pronunciado como na It\u00e1lia.\n<h2>Origens pr\u00e9-hist\u00f3ricas<\/h2>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" src=\"Hist\u00f38.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" width=\"222\" height=\"170\" \/><\/p>\nPrimeiro o homem descobriu que se a farinha resultante dos gr\u00e3os de cereais que ele moia com duas pedras fosse misturada com \u00e1gua e, depois, a massa resultante assada sobre uma pedra quente, ele obteria um alimento capaz de saciar sua fome e lhe dar muita energia. Assim, nasceu o p\u00e3o. Acredita-se que tudo isso aconteceu na Mesopot\u00e2mia, atual Iraque, no Per\u00edodo Neol\u00edtico, por volta de 10 mil anos atr\u00e1s, quando o homem j\u00e1 dominava o fogo e a cer\u00e2mica, deixava de ser ca\u00e7ador para explorar uma nova atividade, cultivando cereais,\n\nDepois, n\u00e3o se sabe bem ao certo em que tempo isso aconteceu, mas quando se descobriu que cobrindo a massa com alguma coisa e assando junto o resultado seria uma del\u00edcia, nasceu a pizza. Claro que n\u00e3o exatamente como a temos hoje: massa fina, molho de tomate, queijo derretido, recheio e uma pitada de or\u00e9gano por cima &#8211; pois essa s\u00f3 apareceu mesmo no in\u00edcio do s\u00e9culo 19.\n<h2>Antiguidade<\/h2>\nO fato \u00e9 que desde que foi descoberta a fermenta\u00e7\u00e3o da massa e o forno &#8211; gra\u00e7as ao talento dos eg\u00edpcios, h\u00e1 mais ou menos seis mil anos &#8211; os p\u00e3es passaram a ser enriquecidos com diversos ingredientes, como azeitonas, ervas arom\u00e1ticas etc. Babil\u00f4nios, fen\u00edcios, persas, hebreus e eg\u00edpcios j\u00e1 misturavam farinha de cereais de v\u00e1rios tipos e a \u00e1gua para assar, em fornos r\u00fasticos, uns discos finos de massa ao qual chamavam de &#8220;P\u00e3o de Abra\u00e3o&#8221;, algo muito parecido com os p\u00e3es \u00e1rabes atuais. Acredita-se que essa seja a base que deu origem \u00e0\u00a0<strong>pizza<\/strong>.\n<h2>CRONOLOGIA DA PIZZA<\/h2>\n<strong>S\u00e9culo 6 a.C<\/strong>\n\nNo imp\u00e9rio Persa, dizia-se que os soldados de Dario , o Grande (521-486 a.C.), acostumados com longas marchas, assavam no forno, sobre seus escudos, um tipo de p\u00e3o fino que cobriam com queijo.\n\n<strong>S\u00e9culo 4 a. C<\/strong>\n\nO historiador grego Her\u00f3doto, fala em receitas babil\u00f4nicas sobre uns produtos parecidos com o que hoje conhecemos como\u00a0<strong>pizza<\/strong>.\n\n<strong>S\u00e9culo 3 a. C<\/strong>\n\nMarcus Porcius Cato escreve a primeira Hist\u00f3ria de Roma, em que mencionava uma massa redonda decorada com azeite de oliva, ervas e mel, e assada sobre pedras.\n\n<strong>S\u00e9culo 1 a. C<\/strong>\n\nNa Eneida de Virgilio se descreve a legend\u00e1ria origem do povo romano e se fala de uns biscoitos, ou c\u00edrculos de p\u00e3o. \u00d3 pr\u00f3prio Virg\u00edlio registrou a receita do &#8220;moretum&#8221;, uma massa n\u00e3o fermentada, assada, recheada com vinagre e azeite, coberta com fatias de alho e cebola crua.\n\n<strong>S\u00e9culo 1 a. C<\/strong>\n\nNosso conhecimento da arte culin\u00e1ria romana deriva das escava\u00e7\u00f5es de Pomp\u00e9ia e do livro de Marcus Gavius Apicius &#8220;De Re Coquinaria&#8221;. Este livro cont\u00e9m, entre outras, receitas que nos contam a coloca\u00e7\u00e3o de uma variedade de ingredientes sobre uma base de p\u00e3o (carne de frango, alho, pimenta, azeite&#8230;) todos eles ingredientes da\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0atual.\n\n<strong>Ano 79 a. C<\/strong>\n\nPomp\u00e9ia \u00e9 soterrada pelas lavas do vulc\u00e3o Ves\u00favio. Nas escava\u00e7\u00f5es realizadas no s\u00e9culo 16, que encontraram a cidade quase intacta, foram achadas evid\u00eancias de um biscoito de farinha que era cozido e amplamente consumido nessa \u00e9poca em Pomp\u00e9ia e Neopolis, atual N\u00e1poles. Tamb\u00e9m foram encontradas lojas com blocos de m\u00e1rmores e outros equipamentos para o com\u00e9rcio que se parecem com as<strong>pizzarias atuais<\/strong>. O Museu Nacional de N\u00e1poles exibe uma est\u00e1tua de Pomp\u00e9ia que por sua particular postura \u00e9 chamada &#8220;Il\u00a0<strong>pizzaiolo<\/strong>&#8220;.\n\n<strong>S\u00e9culo 6 d. C<\/strong>\n\nOs Lombardos, invadem a It\u00e1lia ap\u00f3s a queda do Imp\u00e9rio Romano e introduzem o b\u00fafalo no Sul da pen\u00ednsula italiana, mais precisamente entre o Lazio e a Campania. Estava lan\u00e7ada a base do futuro queijo mozarela, originalmente elaborado com leite de b\u00fafala.\n\n<strong>Ano 1522<\/strong>\n\nO tomate \u00e9 trazido da Am\u00e9rica para a Europa pelos espanh\u00f3is. Inicialmente, era tido como venenoso pelos europeus e cultivado apenas para efeitos ornamentais, supostamente por causa de sua conex\u00e3o com as mandr\u00e1goras, variedades de Solan\u00e1ceas usadas em feiti\u00e7aria. Acredita-se que tenha sido um cozinheiro napolitano, Vincenzo Corrado, quem, em meados do s\u00e9culo 18, pela primeira vez ousou cozinhar e comer o tomate.Os primeiros relatos do seu usos culin\u00e1rio datam do final desse s\u00e9culo. Somente no s\u00e9culo 19, entretanto, \u00e9 que ele passou a ser consumido e cultivado em escala cada vez maior, inicialmente na It\u00e1lia, depois na Fran\u00e7a e na Espanha.\n\n<strong>S\u00e9culo 17 d. C.<\/strong>\n\nA pizza tinha conseguido uma popularidade t\u00e3o grande que os visitantes se arriscavam pelas \u00e1reas mais pobres da cidade para provar este prato t\u00edpico de N\u00e1poles, feito por homens chamados de &#8220;<strong>pizzaioli<\/strong>&#8220;.\n<h2>S\u00e9culo 18 d. C.<\/h2>\nNo in\u00edcio do s\u00e9culo 18, \u00e9 introduzida na Europa, procedente da \u00cdndia, o queijo mozarela, elaborado com leite de b\u00fafala\n\nA rainha Mar\u00eda Carolina de Habsburgo (1752-1814), esposa do rei de N\u00e1poles, Fernando IV (1751-1821), manda construir um forno especial em seu pal\u00e1cio de ver\u00e3o de Capodimonte, perto de seu bosque, de maneira que o seu chef de cozinha possa servir-lhes\u00a0<strong>pizzas<\/strong>e \u00e0 seus convidados. .\n\n<strong>Ano 1889: <\/strong>Em homenagem \u00e0 rainha da It\u00e1lia, o &#8220;pizzaiolo&#8221;, Raffaele Esposito, cria a\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0com molho de tomates, mozarela de b\u00fafala e manjeric\u00e3o que \u00e9 batizada com o nome da soberana, Margherita, e dali ganha o mundo.\n\n<strong>Ano 1905: <\/strong>Gennaro Lombardi abre a primeira pizzaria nos Estados Unidos, na cidade de Nova Iorque.\n\n<strong>Ano 1910: <\/strong>O napolitano Carmino Corvino inaugura a primeira\u00a0<strong>pizzaria do Brasil<\/strong>, no bairro do Br\u00e1s, reduto de imigrantes italianos na cidade de S\u00e3o Paulo.\n\n<strong>Ano 1957: <\/strong>As pizzas congeladas s\u00e3o introduzidas no com\u00e9rcio americano pelos Celentano Brothers, convertendo-se no alimento congelado mais popular do pa\u00eds.\n\n<strong>Ano 1985: <\/strong>\u00c9 inaugurado primeiro restaurante\u00a0<strong>Pizza Hut<\/strong>, em Wichita, Kansas, pelos irmaos Franck y Dan Carney. Com o passar dos anos, a Pizza Hut transformou-se na maior cadeia de pizzarias a n\u00edvel mundial, com mais de 12 mil estabelecimentos em 87 pa\u00edses diferentes.\n\nOs Gregos a chamavam de &#8220;maza&#8221;. Em Roma e na civiliza\u00e7\u00e3o Latina chamavam-na de &#8220;placenta&#8221; ou &#8220;offa&#8221;.\n\nOs eg\u00edpcios tinham o costume de celebrar o anivers\u00e1rio do Fara\u00f3 com um disco de massa guarnecido com diferentes ervas.\n\nNa Roma dos C\u00e9sares, os nobres pol\u00edticos se deliciavam com uma comida feita \u00e0 base de massa de farinha, \u00e1gua e sal, assada ao forno e coberta com ervas e alho.\n\nTr\u00eas s\u00e9culos antes de Cristo, os fen\u00edcios costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao p\u00e3o em forma de disco. Os turcos mu\u00e7ulmanos tamb\u00e9m adotaram este costume durante a Idade M\u00e9dia. Acredita-se, que com o advento das Cruzadas (s\u00e9culo 11 ao s\u00e9culo 14), essa pr\u00e1tica de acrescentar cobertura ao p\u00e3o, tenha chegado \u00e0 It\u00e1lia pelo porto de N\u00e1poles, cidade conhecida como &#8220;a princesa do Mediterr\u00e2neo&#8221;.\n<h2>Iguaria Napolitana<\/h2>\nRealmente, uns c\u00edrculos de massa recobertos com ervas e especiarias eram um alimento muito popular entre os pobres do sul da It\u00e1lia quando. pr\u00f3ximo do in\u00edcio do primeiro mil\u00eanio. surge o termo &#8220;picea&#8221;, na cidade de N\u00e1poles, considerada o ber\u00e7o da pizza. &#8220;Picea&#8221;, indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. N\u00e3o muito tempo depois aparecia, pela primeira vez, na rom\u00e2ntica N\u00e1poles, a palavra\u00a0<strong>pizza<\/strong>.\n\nAcredita-se que a &#8220;picea&#8221; derive de &#8220;pinsa&#8221; (partic\u00edpio passado do verbo latino Pinsere &#8211; pisar sobre, esmagar, moer, reduzir a p\u00f3), e que da\u00ed se derive a palavra &#8220;<strong>pizza<\/strong>&#8220;, que j\u00e1 era conhecida na Alta Idade M\u00e9dia. Durante os s\u00e9culos seguintes, surgem v\u00e1rias formas locais da palavra, indicando varia\u00e7\u00f5es culin\u00e1rias sobre o tema &#8211; do doce ao salgado, com diferentes m\u00e9todos de cozedura. Na verdade, no Sul da It\u00e1lia, at\u00e9 hoje, a id\u00e9ia de pizza abrange tamb\u00e9m as massas fritas e recheadas.\n\nMas h\u00e1, tamb\u00e9m, quem afirme que\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0vem do grego &#8220;pitta&#8221;, que significa p\u00e3o achatado. Outros, ainda, afirmam que pizza poderia vir da palavra alem\u00e3 antiga &#8220;bizzopizzo&#8221; (hoje seria &#8220;bissen&#8221;) que significava &#8220;peda\u00e7o de p\u00e3o&#8221;. Imposs\u00edvel saber ao certo. Mas, uma coisa ningu\u00e9m nega, a pizza, como a conhecemos hoje, \u00e9 napolitana.\n<h2>Tempos Modernos<\/h2>\nCom o descobrimento da Am\u00e9rica, no final do s\u00e9culo 15, os espanh\u00f3is trazem para a Europa um alimento, at\u00e9 ent\u00e3o, desconhecido e que, muitos anos depois, viria a dar o toque final \u00e0 definitiva receita da\u00a0<strong>pizza<\/strong>: o tomate. Por v\u00e1rios s\u00e9culos, predominaram as chamadas pizzas brancas. Foi s\u00f3 na primeira metade do s\u00e9culo 19 que a pizza incorporou o tomate e, diriam alguns, atingiu a perfei\u00e7\u00e3o.\n\nNo princ\u00edpio, usado apenas como planta ornamental, porque se acreditava que seus frutos fossem venenosos, chegou \u00e0 It\u00e1lia em 1554, justamente pelo porto de N\u00e1poles, lugar onde viria a perder o estigma de veneno e a partir do qual se tornaria muito popular na It\u00e1lia (ao contr\u00e1rio da Fran\u00e7a onde era alimento da elite), transformando-se num dos principais ingredientes da culin\u00e1ria mediterr\u00e2nea.\n\nEntre a Idade M\u00e9dia e Renascen\u00e7a, a\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0come\u00e7a definir seu car\u00e1ter democr\u00e1tico, oscilando entre o uso popular e o gosto aristocr\u00e1tico; entre os banquetes reais e as cantinas dos pobres.\n\n\u00c0 medida que se tornava mais popular, erguiam-se barracas de rua onde eram vendidas, assim como nas padarias. Eram consumidas dobradas ao meio, como se fossem um sandu\u00edche, inclusive no caf\u00e9 da manh\u00e3. Normalmente, a massa de p\u00e3o recebia ingredientes baratos como alho, toucinho, peixes fritos e queijo. Quem tinha um pouco mais de dinheiro colocava queijos mais nobres, peda\u00e7os de ling\u00fci\u00e7a ou ovos por cima.\n\nPor volta do s\u00e9culo 16, os p\u00e3es redondos j\u00e1 eram muito parecidos com as pizzas, exceto pelo fato de n\u00e3o se utilizarem tomates. O manjeric\u00e3o j\u00e1 despontava como tempero predileto e a novidade j\u00e1 era apreciada na corte de N\u00e1poles\n\nDurante o s\u00e9culo 18, as\u00a0<strong>pizzas\u00a0<\/strong>eram cozidas em fornos a lenha (constru\u00eddos de tijolos ou pedras vulc\u00e2nicas) e, durante o dia, vendidas nas ruas e vielas de N\u00e1poles por meninos que traziam na cabe\u00e7a pequenas estufas de estanho para mant\u00ea-las aquecidas e atra\u00edam a clientela com seus gritos caracter\u00edsticos. Este inc\u00f4modo m\u00e9todo de vendas fez, entretanto, ainda mais popular o novo prato.\n\n\u00c9 sobretudo entre os s\u00e9culos 18 e 19 que a pizza imp\u00f5em-se como o prato preferido do povo napolitano, tornando-se parte integrante da tradi\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria e s\u00edmbolo da cidade de N\u00e1poles. Tamb\u00e9m, nesse per\u00edodo, o h\u00e1bito de degustar a\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0no lugar onde ela \u00e9 feita e n\u00e3o apenas em casa ou nas ruas, come\u00e7a a se firmar, abrindo caminho para o surgimento primeiras das pizzarias, que j\u00e1 nasceram com as caracter\u00edsticas f\u00edsicas que conhecemos hoje.\n<h2>As pizzarias da \u00e9poca<\/h2>\nO forno \u00e0 lenha, o balc\u00e3o de m\u00e1rmore onde a\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0\u00e9 trabalhada, a estante que exp\u00f5e os ingredientes que servem para compor os diferentes tipos de pizzas a vista de todos para que os interessados pudessem escolher aqueles que queriam em sua pizzas, as mesas onde os clientes degustam a iguaria, o balc\u00e3o externo onde as pizzas s\u00e3o vendidas aos transeuntes: todos os elementos que ainda hoje s\u00e3o encontrados nas pizzarias napolitanas e, tamb\u00e9m, em boa parte das pizzarias do mundo.\n<h2>A primeira pizzaria<\/h2>\nNo ano de 1780, Pietro Colicchio inaugura, em Salita S. Anna di Palazzo, nas cercanias do pal\u00e1cio real de N\u00e1poles, a primeira\u00a0<strong>pizzaria do mundo<\/strong>, mais conhecida como &#8220;Pietro&#8230; e basta cosi&#8221;. Suas pizzas, que j\u00e1 naquela \u00e9poca eram um alimento muito apreciado pelos napolitanos, rapidamente se tornaram conhecidas e apreciadas em toda a cidade.\n\nPietro Colicchio n\u00e3o tinha filhos e, anos depois, a pizzaria acabou nas m\u00e3os de Enrico Brandi.\n<h2>De comida popular \u00e0 prato de rainha<\/h2>\nDurante todo o s\u00e9culo 19 os\u00a0<strong>pizzaiolos<\/strong>, continuam a oferecer aos cidad\u00e3os novos tipos de pizzas, a todos os pre\u00e7os. Ela havia se convertido num produto t\u00e3o popular, t\u00e3o conhecido, que at\u00e9 a aristocracia queria consumi-la.\n\nEm junho de 1889, Raffaele Esposito (marido da filha de Enrico Brandi), considerado o melhor\u00a0<strong>pizzaiolo\u00a0<\/strong>daquele tempo, foi convidado ao pal\u00e1cio real de Capodimonte para preparar sua especialidade para os reis da It\u00e1lia Umberto I de Sab\u00f3ia e sua esposa, a rainha Margherita, que estavam de visita a N\u00e1poles.\n\nConta-se, que a rainha Margherita era especialmente exigente com a comida e n\u00e3o lhe agradavam paladares muito fortes. Por isso, Esposito, junto com Maria Giovanna, sua mulher, preparou 3\u00a0<strong>pizzas\u00a0<\/strong>diferentes: uma com carne de porco, queijo e manjeric\u00e3o; outra com alho, azeite de oliva e tomates, e &#8211; especialmente para a rainha e para dar um toque patri\u00f3tico ao prato &#8211; outra com as cores da bandeira italiana (vermelho, verde e branco), isto \u00e9, molho de tomate, mozarela e manjeric\u00e3o.\n\nA rainha gostou tanto desse \u00faltimo sabor de pizza que, atrav\u00e9s de seu mordomo chefe, enviou uma carta a Raffaele agradecendo. Em sua homenagem, o\u00a0<strong>pizzaiolo\u00a0<\/strong>batizou a receita como Pizza Margherita, nome sob o qual se tornou universalmente conhecida.\n\nCom orgulho, a &#8220;Pietro&#8230; e basta cosi&#8221; (que ainda existe, no mesmo local, com o nome de Antica Pizzeria Brandi) ostenta, at\u00e9 hoje, uma carta com a assinatura de &#8220;D\u00e9vot Galli Camillo, Chefe dos Servi\u00e7os de Mesa da Casa Real&#8221;, em que este agradece \u00e0 Raffaele Esposito, pelas\u00a0<strong>pizzas<\/strong>\u00a0preparadas para suas altezas reais.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" src=\"Hist\u00f39.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Pizza\" width=\"210\" height=\"145\" \/><\/p>\n\n<h2>De N\u00e1poles para mundo<\/h2>\nA hist\u00f3ria virou not\u00edcia e se espalhou, junto com a receita, por toda a It\u00e1lia. Da\u00ed para o mundo, foi um piscar de olhos. Levada pelas m\u00e3os dos imigrantes, que partiam pra todas as partes do mundo, o s\u00e9culo 20 viu a\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0conquistar os pal\u00e1cios da Europa, as Am\u00e9ricas, o Jap\u00e3o e, enfim, tornar-se um patrim\u00f4nio gastron\u00f4mico de toda a humanidade.\n\nEmbora a origem da\u00a0<strong>pizza<\/strong>, como hoje \u00e9 conhecida, seja italiana. Os grandes devoradores desse produto ficam do outro lado do oceano. Os dois pa\u00edses que mais consomem pizza no mundo s\u00e3o respectivamente: EUA e Brasil, com destaque para as cidades de Nova Iorque e S\u00e3o Paulo.\n<h2>Estados Unidos<\/h2>\nNo in\u00edcio dos s\u00e9culo 20, a\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0chega com for\u00e7a aos Estados Unidos pelas m\u00e3os dos imigrantes. Elas podem ser encontradas em pequenas padarias e pequenos caf\u00e9s, de bairros em cidades com grande popula\u00e7\u00f5es de italianos como New York e Chicago.\n\nFoi Genaro Lombardi, em 1905, o primeiro italiano a abrir uma\u00a0<strong>pizzaria\u00a0<\/strong>nos Estados Unidos, na cidade de Nova Iorque. Lombardi \u00e9 conhecido na Am\u00e9rica como &#8220;Patriaca dela\u00a0<strong>Pizza<\/strong>&#8220;.\n\nEm 1930, ele agregou mesas e cadeiras aos seus estabelecimentos e come\u00e7ou a servir espaguete tamb\u00e9m. E assim, durante os 25 anos seguintes,\u00a0<strong>pizzarias\u00a0<\/strong>seriam abertas em todo o pa\u00eds, sobretudo em Boston, convertendo-se algumas delas em significativas e conhecidas griffes nacionais e internacionais.\n\nMas foi s\u00f3 depois da Segunda Guerra Mundial que a\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0virou moda nos Estados Unidos, pois os soldados americanos voltaram da guerra alardeando maravilhas sobre a iguaria que consumiram na It\u00e1lia.\n<h5>O MERCADO DA PIZZA NOS EUA:<\/h5>\n94% DA POPULA\u00c7\u00c3O AMERICANA COME PIZZA\n\nS\u00e3o CONSUMIDAS 3 BILH\u00d5ES DE PIZZAS POR ANO\n\nA M\u00c9DIA DE CONSUMO POR PESSOA ANO \u00c9 DE 46 FATIAS\n\nAS CRIAN\u00c7AS ELEGEM PIZZA COMO PREFERIDA, ENTRE 3 ALIMENTOS OFERECIDOS, PARA O LANCHE E JANTAR.\n\nO MERCADO DE PIZZAS EM EUA \u00c9 DE 22 BILH\u00d5ES DE D\u00d3LARES.\n\nHoje, 350 peda\u00e7os de pizza s\u00e3o consumidos por segundo nos EUA, onde h\u00e1 cerca de 61.200 pizzarias.\n<h2>Brasil<\/h2>\nA\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0chegou ao Brasil por S\u00e3o Paulo, tamb\u00e9m pelas m\u00e3os dos primeiros imigrantes italianos que, no final do s\u00e9culo 19,desembarcaram no porto de Santos. Chegou e ficou.\n\nO bairro paulistano do Braz foi o ber\u00e7o das primeiras\u00a0<strong>pizzarias do Brasil<\/strong>.\n\nAcredita-se que o primeiro\u00a0<strong>pizzaiolo\u00a0<\/strong>estabelecido na cidade de S\u00e3o Paulo tenha sido o napolitano Carmino Corvino, o Dom Carmeni\u00e9lo, dono da j\u00e1 extinta Cantina Santa Genoveva, instalada na esquina da Avenida Rangel Pestana com a Rua Monsenhor Anacleto, inaugurada em 1910.\n\nMas antes mesmo da exist\u00eancia das\u00a0<strong>pizzarias\u00a0<\/strong>por aqui, a pizza j\u00e1 era consumida pelas ruas, como um lanche, a qualquer hora do dia. Eram vendidas, como na It\u00e1lia, por garotos que carregavam pequenas estufas de cobre, como tambores, cheios de\u00a0<strong>pizzas<\/strong>\u00a0pr\u00e9-preparadas que eram mantidas quentes por brasas de carv\u00e3o\n\nApesar de ter chegado por aqui no s\u00e9culo 19, atrav\u00e9s dos imigrantes italianos, a\u00a0<strong>pizza<\/strong>\u00a0assim como a cidade, aceitou influ\u00eancia de outras ra\u00e7as. Nos anos 20, surgiram os primeiros pizzaiolos de origem n\u00e3o-italiana que inclu\u00edram o tempero de seus pa\u00edses ou regi\u00f5es ao prato.\n\nEm outra esquina da regi\u00e3o do Br\u00e1s &#8211; na da Celso Garcia com a Bresser -, o habilidoso confeiteiro espanhol Valentim Ruiz fez fama na padaria Santa Cruz como\u00a0<strong>pizzaiolo\u00a0<\/strong>e como mestre de futuros profissionais. Giovanni Tussato, o lend\u00e1rio Babbo, que hoje d\u00e1 nome a algumas casas da cidade, foi um deles,\n\nHoje, 80% dos\u00a0<strong>pizzaiolos\u00a0<\/strong>da cidade s\u00e3o nordestinos.\n\nA mais antiga pizzaria ainda em funcionamento, a Castel\u00f5es, foi fundada em 1924 e mant\u00e9m em seu card\u00e1pio, at\u00e9 hoje, as mesmas<strong>pizzas<\/strong>\u00a0com borda alta e massa grossa.\n\nA partir dos anos 50, as\u00a0<strong>pizzarias\u00a0<\/strong>se disseminaram por todo o Brasil, e a pizza \u00e9 hoje consumida de Norte a Sul do pa\u00eds, j\u00e1 fazendo parte do card\u00e1pio tradicional dos paulistanos, paulistas e da maioria dos brasileiros.\n\nDe acordo com o Sindicato de Hot\u00e9is, Restaurantes, Bares e Similares de S\u00e3o Paulo, atualmente, s\u00e3o consumidas cerca de 43 milh\u00f5es de<strong>pizzas<\/strong>\u00a0por m\u00eas na Grande S\u00e3o Paulo &#8211; incluindo a\u00ed as entregues em casa. Existem hoje, em S\u00e3o Paulo, cerca de 6 mil pizzarias, lanchonetes e padarias onde o paulistano pode saborear uma redonda.\n\n<strong>Fonte: <\/strong>www.correiogourmand.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\n<strong>No in\u00edcio foi o gr\u00e3o.<\/strong>\n\nA primeira recompensa recebida pelo o homem ao come\u00e7ar sua primeira atividade sobre a terra, a agricultura. Com o gr\u00e3o ele exercitou a criatividade para elaborar um alimento mais substancioso e saboroso, dieta composta de ervas e ra\u00edzes.\n\nConta-nos a Hist\u00f3ria, que data do VII mil\u00eanio antes de Cristo, que os primeiros p\u00e3es foram assados sobre pedras quentes ou sob cinzas.\n\nDesde a fermenta\u00e7\u00e3o da massa do trigo e da inven\u00e7\u00e3o do forno, feita pelos eg\u00edpcios, o p\u00e3o era o alimento b\u00e1sico.\n\nSegundo Her\u00f3doto o p\u00e3o era amassado com os p\u00e9s, feito de cevada ou espelta (trigo inferior) .\n\nEste \u00faltimo era destinado aos pobres. Para os ricos era feito de puro trigo.\n\nCom o p\u00e3o no Egito, pagava-se o dia de trabalho, que valia tr\u00eas p\u00e3es e dois c\u00e2ntaros de cerveja.\n\nSegundo Virg\u00edlio, os gregos e romanos tamb\u00e9m faziam p\u00e3es semelhantes aos eg\u00edpcios.\n\nOs judeus tamb\u00e9m faziam p\u00e3es, por\u00e9m sem fermento.\n\nO Lagano (massa fina assada e cortada em tiras que ao final era cozida com verduras) deu origem \u00e0 pizza.\n\nPela primeira vez, na rom\u00e2ntica N\u00e1poles, no s\u00e9c. XVII surgiu a verdadeira pizza.\n\nEm 1830 foi aberta a primeira pizzaria napolitana chamada Port Alba, que se transformou no ponto de encontro de intelectuais, artistas, m\u00fasicos, poetas e escritores, entre eles Alexandre Dumas, autor de &#8220;Os Tr\u00eas Mosqueteiros&#8221;.\n\nDumas anotou em suas obras as varia\u00e7\u00f5es de pizzas mais populares da segunda metade do s\u00e9ulo XIX.\n\nA hist\u00f3ria tamb\u00e9m conta que em 1889, o Rei Humberto I e a Rainha Marguerita, passavam o ver\u00e3o em N\u00e1poles no Pal\u00e1cio Capodimonte.\n\nComo j\u00e1 conheciam o prato t\u00edpico local, mandaram chamar o melhor pizzaiolo da cidade, Dom Raffaello Esp\u00f3sito, que ofereceu ao casal variadas pizzas.\n\nMas o que mais chamou a aten\u00e7\u00e3o da rainha foi uma com bastante muzzarela, tomate, e basilic\u00e3o, que irradiava as tr\u00eas cores da It\u00e1lia rec\u00e9m unificada: branca, vermelha e verde.\n\nA partir de ent\u00e3o passou a chamar-se Alla Marguerita.\n\nPortanto, a pizza napolitana conquistou a corte romana. Em seguinda, tornou-se popular em toda It\u00e1lia e hoje \u00e9 conhecida no mundo inteiro. In\u00fameras pizzarias se espalharam pelo planeta terra.\n\n<strong>Fonte:\u00a0<\/strong>www.pirenopolis.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\n<strong>O \u00e1rabe&#8230;<\/strong>\n\nSegundo Bollaffi (2008), a teoria mais importante sobre a origem da pizza, diz que os fen\u00edcios, tr\u00eas s\u00e9culos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao p\u00e3o em forma de disco (p\u00e3o s\u00edrio). Os turcos mu\u00e7ulmanos tamb\u00e9m adotaram este costume durante a Idade M\u00e9dia.\n\n<strong>O italiano&#8230;<\/strong>\n\nCom o advento das cruzadas esta pr\u00e1tica de acrescentar cobertura ao p\u00e3o s\u00edrio, chegou \u00e0 It\u00e1lia pelo porto de N\u00e1poles. L\u00e1 os italianos incrementaram o p\u00e3o com diversos tipos de cobertura como o queijo e, mais tarde, ap\u00f3s a descoberta das Am\u00e9ricas, o tomate, desta maneira originando a pizza.\n\n<strong>O peruano&#8230;<\/strong>\n\nA maioria dos bot\u00e2nicos atribui a origem do cultivo e consumo do tomate \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o inca do antigo Peru. A dedu\u00e7\u00e3o vem do fato de ainda persistir naquela regi\u00e3o uma grande variedade de tomates selvagens e algumas esp\u00e9cies domesticadas.\n\nEsta vertente acredita que o tomate da variedade Lycopersicum cerasiforme, que parece ser o ancestral da maioria das esp\u00e9cies comerciais atuais, tenha sido levado do Peru e introduzido pelos povos antigos na Am\u00e9rica Central, dado que este foi encontrado amplamente cultivado no M\u00e9xico.\n\nOutros acreditam que o tomate seja origin\u00e1rio do atual M\u00e9xico, n\u00e3o apenas pelo nome pertencer tipicamente \u00e0 maioria das l\u00ednguas locais (N\u00e1uatles), mas porque as cer\u00e2micas incas n\u00e3o registraram o uso do tomate nos utens\u00edlios dom\u00e9sticos, como era costume.\n\nO tomateiro \u00e9 a segunda hortali\u00e7a cultivada no mundo, sendo superada apenas pela batata. A produ\u00e7\u00e3o mundial de tomate em 2005 foi de 125 milh\u00f5es de toneladas.\n\nO Brasil \u00e9 o nono produtor, com uma safra de 3,3 milh\u00f5es de toneladas em 2006, conforme informa\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Agricultura e a Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO).\n\nO Estado de S\u00e3o Paulo \u00e9 o segundo maior produtor brasileiro, com um volume estimado em 700 mil toneladas, do qual 60% \u00e9 destinado para o consumo in natura (Jornal UNICAMP,2008).\n\n<strong>O japon\u00eas&#8230;<\/strong>\n\nHiroshi Nagai foi aos Andes peruanos procurar mudas de tomate selvagem para suas pesquisas no Instituto Agron\u00f4mico de Campinas. Suas pesquisas resultaram no cruzamento do Santa Cruz com o tomate selvagem do Peru, na d\u00e9cada de 60 dando origem ao tomate \u00c2ngela, assim chamado em homenagem a sua filha.\n\nO tomate \u00c2ngela, respons\u00e1vel por 80% da produ\u00e7\u00e3o de tomate estaqueado do pa\u00eds, foi cruzado com o grandalh\u00e3o Duque, americano, e deu origem ao Santa Clara, que h\u00e1 pouco mais de um ano come\u00e7ou a ser cultivado comercialmente pelos tomaticultores brasileiros.\n\nSegundo Saito (2008), em 1926, o consumo di\u00e1rio de tomate na cidade de S\u00e3o Paulo era de cem caixas, aumentando, em 1935, para mil caixas\/dia. Cinco anos ap\u00f3s, ou seja, em 1940, o total chegava a 5 mil caixas\/dia.\n\nEsses n\u00fameros apontam mudan\u00e7as no h\u00e1bito alimentar paulistano, mas tamb\u00e9m testemunham a demanda por legumes e frutas.\n\nEste aumento no consumo deve-se tamb\u00e9m ao aumento da produ\u00e7\u00e3o de tomate pelos imigrantes japoneses, desta forma com maior oferta, diminui o pre\u00e7o, consequentemente melhora o poder de compra e favorece o consumo do tomate.\n\n<strong>O brasileiro\/nordestino&#8230;<\/strong>\n\nA pizza chegou ao Brasil por S\u00e3o Paulo, com os primeiros imigrantes italianos no final do S\u00e9c.IXX.\n\nO bairro do Braz foi o ber\u00e7o das primeiras pizzarias do Brasil. Acredita-se que o primeiro pizzaiolo estabelecido na cidade de S\u00e3o Paulo tenha sido o napolitano Carmino Corvino, o Dom Carmeni\u00e9lo, dono da j\u00e1 extinta Cantina Santa Genoveva, inaugurada em 1910.\n\nAtualmente, 80% dos pizzaiolos da cidade de S\u00e3o Paulo s\u00e3o nordestinos. A partir dos anos 50, as pizzarias se disseminaram por todo o Brasil.\n\n<strong>E o \u00edndio nesta hist\u00f3ria?<\/strong>\n\nOs colonizadores encontraram os \u00edndios brasileiros dominando o cultivo e a manufatura da mandioca, que lhes fornecia o p\u00e3o redondo di\u00e1rio, o beiju.\n\nA goma de mandioca \u00e9 um produto da mandioca comercializado \u00famido e que a partir dele se produz a tapioca, um p\u00e3o redondo muito apreciado, que casa bem com v\u00e1rios recheios, desde a simples manteiga da terra ,ao mais refinado queijo.Tem tapioca com doces,bananas,coco ralado, molhada no leite de coco, salgada, com queijos variados, com carne de sol, de charque, de bode, de frango, com peixe frito, enfim o que sua imagina\u00e7\u00e3o permitir&#8230;e a este p\u00e3o redondo ind\u00edgena acrescentou-se: queijo mussarela,molho de tomate,calabresa cortada em finas fatias, azeitonas, polvilhada de or\u00e9gano&#8230;\n\nSob o ponto de vista nutricional, a pizza \u00e9 um prato\/prepara\u00e7\u00e3o rico em carboidratos, prote\u00ednas, lip\u00eddeos e dependendo do recheio ou cobertura, vitaminas, minerais e fibras.\n\nPoder\u00edamos dizer que \u00e9 uma refei\u00e7\u00e3o completa, com todos os ingredientes que necessitamos diariamente. No entanto o equil\u00edbrio nutricional est\u00e1 condicionado a quantidade, a qualidade e a variedade dos ingredientes que participam da prepara\u00e7\u00e3o.\nComo a base s\u00e3o os carboidratos da massa e queijo rico em gorduras (lip\u00eddeos), a pizza \u00e9 hipercal\u00f3rica, variando uma fatia padr\u00e3o de 280 a 480 kcal , em m\u00e9dia.\n\nEm rela\u00e7\u00e3o aos alimentos funcionais: o tomate \u00e9 rico em licopeno, que segundo pesquisadores atua na preven\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata; o or\u00e9gano \u00e9 tido com anti-envelhecimento, as fibras presentes nas frutas e hortali\u00e7as, auxiliam no combate as dislipedemias.\n\nDesta forma o equil\u00edbrio nutricional vai ser determinado pela quantidade e qualidade da pizza de sua prefer\u00eancia.\n\n<strong>Fonte:\u00a0<\/strong>www.cienciasmedicas.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\n<h2>Compare as pizzas de mussarela e calabresa<\/h2>\n<strong>Peso pesado<\/strong>\n\nA calabresa dispara no item calorias, mas a mussarela tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 l\u00e1 nenhuma aliada de quem est\u00e1 de dieta. Vale investir em vers\u00f5es light, que j\u00e1 existem no mercado.\n\nCalabresa 296 calorias\nMussarela 223 calorias\n\n<strong>2. Peito em perigo<\/strong>\n\nA pizza de calabresa \u00e9 a maior fornecedora de colesterol. Por isso a dica \u00e9 economizar nas fatias.\n\nCalabresa 26 miligramas\nMussarela 19 miligramas\n\n<strong>3. Onde tem farinha&#8230;<\/strong>\n\n&#8230;sobra carboidrato, o nutriente que garante energia e, \u00e0s vezes, quilos a mais. A cobertura de mussarela ainda fornece doses extras.\n\nMussarela 32 gramas\nCalabresa 28 gramas\n\n<strong>4. Gordura de mont\u00e3o<\/strong>\n\nOutra vez a calabresa se sagra campe\u00e3. Mas agora \u00e9 a quantidade de gordura que est\u00e1 em quest\u00e3o. Confira.\n\nCalabresa 15 gramas\nMussarela 5 gramas\n\n<strong>5. For\u00e7a para os ossos<\/strong>\n\nA pizza de mussarela oferece mais c\u00e1lcio e nem poderia ser diferente. Afinal, sua mat\u00e9ria-prima \u00e9 o queijo, um derivado do leite. Precisamos de 1 mil miligramas por dia desse mineral.\n\nMussarela 185 miligramas\nCalabresa 151 miligramas\n\n<strong>6. Cuidado com a press\u00e3o<\/strong>\n\nHipertensos devem passar longe de ambas pela concentra\u00e7\u00e3o de s\u00f3dio. Aten\u00e7\u00e3o redobrada nas fatias de calabresa, j\u00e1 que ela tem mais.\n\nCalabresa 671 miligramas\nMussarela 578 miligramas\n\n<strong>7. A mais vitaminada<\/strong>\n\nA pizza de mussarela fornece o dobro de \u00e1cido f\u00f3lico, um nutriente que protege contra tumores. A recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 de 400 microgramas di\u00e1rios.\n\nMussarela 93 microgramas\nCalabresa 47 microgramas\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0saude.abril.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\n<h2>Hist\u00f3ria e Curiosidades sobre pizza<\/h2>\n<strong>A origem<\/strong>\n\nA pizza tem mais de seis mil anos. De acordo com o livro Guia dos Curiosos acredita-se que os eg\u00edpcios foram os primeiros a misturar farinha com \u00e1gua \u0096 receita que mais tarde deu origem \u00e0 massa da pizza.\n\nMas h\u00e1 controv\u00e9rsias. Alguns historiadores d\u00e3o o cr\u00e9dito dos inventores da pizza aos gregos, que faziam massas com farinha de trigo, arroz ou gr\u00e3o-de-bico e as assavam em tijolos quentes.\n\nMas quem leva os cr\u00e9ditos oficiais s\u00e3o os italianos. Os napolitanos passaram a acrescentar molho de tomate e or\u00e9gano \u00e0 massa, que era dobrada ao meio e devorada como um sandu\u00edche.\n\nEra um alimento de pessoas pobres, mas quem tinha um pouco mais de dinheiro incrementava a receita com peda\u00e7os de queijo, ling\u00fci\u00e7a ou ovos.\n\nApenas em 1889 que a pizza ganhou sua forma redonda. Ela foi criada por Rafaelle Esp\u00f3sito para ser servida \u00e0 rainha Margherita, da It\u00e1lia. O pizzaiolo real enfeitou a pizza com ingredientes que possu\u00edam as cores da bandeira italiana: queijo (branco), tomate (vermelho) e manjeric\u00e3o (verde).\n\nE criou pizza de margherita! Os reis devem ter adorado. Atualmente, mais de um s\u00e9culo depois, este sabor \u00e9 um cl\u00e1ssico no card\u00e1pio das pizzarias de todo o Brasil.\n\n<strong>Tudo acaba em pizza&#8230;<\/strong>\n\nQuando algu\u00e9m quer dizer que algo \u0093n\u00e3o vai dar em nada\u0094, muitas vezes se utiliza a express\u00e3o \u0093acabar em pizza\u0094. Mas o que a comida tem a ver com isso? Segundo o livro Guia dos Curiosos, a express\u00e3o surgiu na d\u00e9cada de 50, no clube Palmeiras.\n\nAp\u00f3s grande discuss\u00e3o durante uma reuni\u00e3o, os diretores decidiram deixar a confus\u00e3o de lado e foram juntos a uma pizzaria. Ser\u00e1 que eles conversaram sobre futebol entre uma garfada e outra?\n\n<strong>Como surgiu o Dia da Pizza<\/strong>\n\nO dia 10 de julho \u00e9 reconhecido como a data oficial da comemora\u00e7\u00e3o da pizza desde 1985. Naquele ano, o ent\u00e3o secret\u00e1rio de turismo, Caio Lu\u00eds de Carvalho, organizou um concurso estadual para eleger as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. O evento foi um sucesso e ele escolheu a data do encerramento como o Dia da Pizza.\n\n<strong>Fonte:\u00a0<\/strong>manequim.abril.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\nA origem da pizza vem de muito tempo.\n\nNa \u00e9poca romana temos not\u00edcia de um tipo de prato parecido com o nome de &#8220;picca&#8221;.\n\nDepois de muitas transforma\u00e7\u00f5es reaparece na Idade M\u00e9dia com o nome de &#8220;piza&#8221;, e depois &#8220;pizella&#8221; e se tornou muito popular por volta de 1600.\n\nEm 1700, a pizza adquire um formato mais pr\u00f3ximo do que conhecemos hoje, assim ela se espalha pelo reino das duas Sicilias.O sucesso obtido junto a popula\u00e7\u00e3o, chama a aten\u00e7\u00e3o dos nobres da Europa, ent\u00e3o a Rainha Carolina imp\u00f5e, de uma vez por todas a constru\u00e7\u00e3o de um forno pessoal onde poderia degustar o prato que mais gostava.\n\nNo final de 1800 a pizza retorna com o nome dos soberanos da \u00e9poca.\n\nHoje em dia, o nome pizza \u00e9 conhecido universalmente e \u00e9 o s\u00edmbolo m\u00e1ximo da tradi\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria italiana.\n\nFonte: conhecaitalia.vilabol.uol.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Pizza<\/h6>\n<h2>QUAL A ORIGEM DA PIZZA?<\/h2>\nSeus criadores foram mesmo os italianos.Mas existem v\u00e1rias hip\u00f3teses para explicar a chegada do ancestral da pizza \u00e0 It\u00e1lia.A principal delas conta que, tr\u00eas s\u00e9culos antes de Cristo, os fen\u00edcios costumavam acrescentar ao p\u00e3o coberturas de carne e cebola.S\u00f3 que o p\u00e3o deles era parecido com o p\u00e3o s\u00edrio, redondo e chato como um disco.\n\nA mistura tamb\u00e9m foi adotada pelos turcos, que preferiam cobertura \u00e0 base de carne de carneiro e iogurte fresco. &#8220;Durante as Cruzadas, no s\u00e9culo XI, o p\u00e3o turco foi levado para o porto italiano de N\u00e1poles&#8221;, conta o soci\u00f3logo Gabriel Bollaffi, da USP.\n\nOs napolitanos tomaram gosto pelo petisco e foram aperfei\u00e7oando-o com trigo de boa qualidade para a massa e coberturas variadas, especialmente queijo.\n\nNascia, ent\u00e3o, a pizza quase como a conhecemos hoje.Faltava s\u00f3 o tomate, introduzido na It\u00e1lia no s\u00e9culo XVI, vindo da Am\u00e9rica, e incorporado como ingrediente t\u00e3o b\u00e1sico quanto o queijo.\nA mais antiga pizzaria que se conhece est\u00e1 em N\u00e1poles e foi fundada em 1830.\n\nA pizza Margherita tamb\u00e9m surgiu nessa cidade, em 1889, feita de encomenda para o rei Umberto I e a rainha Margherita.\n\nFonte: super.abril.uol.com.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria da Pizza, Origem, Culin\u00e1ria, Preparo, Tipos, Ingredientes, Tradi\u00e7\u00e3o, Alimento, It\u00e1lia, Variedade, Iguaria, Hist\u00f3ria da Pizza<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22725,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-26954","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culinaria-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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