{"id":26953,"date":"2016-01-20T00:00:00","date_gmt":"2016-01-20T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-paella-2\/"},"modified":"2026-09-01T18:07:55","modified_gmt":"2026-09-01T18:07:55","slug":"historia-da-paella-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da Paella"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella30.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"274\" height=\"202\" \/><\/p>\nA Terra Natal deste prato \u00e9 a regi\u00e3o de\u00a0<strong>Val\u00eancia<\/strong>\u00a0, na costa leste da Espanha.\n\n<strong>Ela surgiu como alimento dos camponeses, nos s\u00e9culos XV e XVI, quando sa\u00edam para o trabalho rural, levando arroz, \u00f3leo de oliva e sal, al\u00e9m do recipiente para cozinhar:<\/strong>\u00a0uma panela redonda com al\u00e7as, ampla e rasa chamada de &#8220;Paella&#8221;.\n\nEsse formato facilitava o mexido do arroz e seus componentes durante o preparo, proporcionando um cozimento por igual.\n\nComo a origem desta verdadeira del\u00edcia est\u00e1 fortemente relacionada ao campo, incorporavam \u00e0 receita do prato os ingredientes que encontravam, tais como, carne de ca\u00e7a, sobretudo de lebre e de pato, legumes da esta\u00e7\u00e3o e a\u00e7afr\u00e3o (nobre especiaria) retirada das flores, dando o colorido amarelado ao arroz.\n\nPassado algum tempo, a\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0difundiu-se e alcan\u00e7ou o litoral.\n\n<strong>A\u00ed acrescentou-se os frutos do mar:<\/strong>\u00a0camar\u00f5es, lulas, v\u00f4ngoles, mexilh\u00f5es, lagostins e polvo, tornando-o um prato mixto (terra e mar).\n\nA origem da\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0vem do latim &#8220;Patella&#8221;, bandeja usada na antiga Roma destinada \u00e0s oferendas aos Deuses, nos rituais de fecunda\u00e7\u00e3o da terra.\n\nDizem tamb\u00e9m os historiadores que a palavra &#8220;Paella&#8221; surgiu quando os trabalhadores rurais voltavam para seus lares nos finais de semana e em homenagem \u00e0s suas esposas preparavam essa deliciosa iguaria &#8220;Para Ellas&#8221; dando origem ao nome.\n\n<strong>A Paella \u00e9 um prato festivo que os Espanh\u00f3is saboreiam em datas marcantes como:<\/strong>\u00a0casamentos, anivers\u00e1rios, batizados, feriados religiosos e finais de semana.\n\nFonte: www.nicolaurosa.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\nO arroz \u00e9 uma heran\u00e7a gastron\u00f4mica deixada pelo longo per\u00edodo de domina\u00e7\u00e3o \u00e1rabe na regi\u00e3o. Hoje, mais que um mero h\u00e1bito de consumo, pode-se mesmo definir como sendo devo\u00e7\u00e3o que o espanhol dedica ao cereal, considerando as incont\u00e1veis maneiras de prepar\u00e1-lo por l\u00e1.\n\nRegistros hist\u00f3ricos d\u00e3o conta que o gr\u00e3o desembarcou na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica por volta do s\u00e9culo VI, pelas m\u00e3os dos bizantinos. Seu cultivo e consumo mais intensivos e sua consequente populariza\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, s\u00f3 se consolidou dois s\u00e9culos depois, com os \u00e1rabes.\n\nA primeira grande planta\u00e7\u00e3o de arroz, na Espanha, surgiu nas proximidades da cidade de Val\u00eancia, numa lagoa de \u00e1gua doce chamada La Albufera &#8211; &#8220;Pequeno mar&#8221;, em \u00e1rabe -, que tem v\u00e1rios pontos de contato com o Mediterr\u00e2neo, e \u00e9 cercada por terras baixas e pantanosas, ideais para o seu cultivo. Mais tarde, se espalhou rumo a outras \u00e1reas costeiras e o interior, especialmente o delta do rio Ebro e a cidade de M\u00farcia.\n\nA origem da\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0vem do latim &#8220;Patella&#8221;.\n\n<strong>A Paella \u00e9 um prato festivo, mais famoso e tradicional da culin\u00e1ria espanhola, que os Espanh\u00f3is saboreiam em datas marcantes como:<\/strong>\u00a0casamentos, anivers\u00e1rios, batizados, feriados religiosos e finais de semana. Seu preparo segue todo um ritual, pouco alterado desde a sua cria\u00e7\u00e3o.\n\nSurgiram a &#8220;paella marinera&#8221;, feita com peixe e frutos do mar; a &#8220;paella mista&#8221;, \u00e0 base de peixe, frutos do mar e carnes e a &#8220;negra&#8221;, com tinta de lula. Al\u00e9m disso, apareceram &#8220;paellas&#8221; apenas com verdura, alcachofra, f\u00edgado ou morcela. Existe tamb\u00e9m uma variante da &#8220;paella&#8221; com massa, a &#8220;fideu\u00e0&#8221;. O nome vem de &#8220;fideo&#8221;, que em espanhol significa aletria, macarr\u00e3o.\n\nConta-se que a &#8220;fideu\u00e0&#8221; surgiu acidentalmente. Os pescadores que criaram o prato usaram massa porque n\u00e3o tinham arroz para juntar aos ingredientes. Hoje, elas somam mais de 1.000 receitas em toda a Espanha, relatam algumas enciclop\u00e9dias gastron\u00f4micas.\n\nA &#8220;paella&#8221; \u00e9 feita de prefer\u00eancia ao ar livre, em fogo a lenha, longe da cozinha.\n\nAli, sem perigo de arranhar sua virilidade, o homem elabora um prato complicado e barroco, generoso e rico. Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, apenas aos filhos homens deve ser transmitido o conhecimento sobre este prato. Antigamente, o fogo era exclusivamente a lenha.\n\nNo caso da &#8220;paella&#8221;, a falta de lenha obrigava os camponeses a fazerem fogo com ramos e lascas de \u00e1rvores frut\u00edferas, sobretudo de laranjeiras, cultivadas h\u00e1 s\u00e9culos na regi\u00e3o de Val\u00eancia, na Espanha. As laranjeiras produziam brasas mi\u00fadas, uniformes, de calor intenso. Al\u00e9m disso, seu perfume agrad\u00e1vel impregnava e temperava suavemente a comida.\n\nA tecnologia moderna trouxe o fogo a g\u00e1s e a prepara\u00e7\u00e3o da &#8220;paella&#8221; teve que ser adaptada. O prato perdeu um pouco da magia original, mas continuou a ter import\u00e2ncia social. O sucesso da &#8220;paella&#8221; depende de in\u00fameros fatores. Usa-se exclusivamente a panela tradicional, hoje chamada de &#8220;paellera&#8221;, porque ela possui muita base e pouco fundo. \u00c9 a \u00fanica capaz de cozinhar o arroz em extens\u00e3o e n\u00e3o em altura, como manda a receita. Sua superf\u00edcie ampla garante a perfeita evapora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua.\n\nO gr\u00e3o do arroz deve ser m\u00e9dio, com 5,2 a 6 mil\u00edmetros de comprimento. Esse \u00e9 o tipo de arroz que melhor absorve os sabores do cozimento, sejam carnes, peixes, frutos do mar, verduras ou legumes. Ele funciona quase como uma pequena esponja.\n\nO ponto de cozimento tamb\u00e9m \u00e9 importante. Ao contr\u00e1rio do risotto italiano, o arroz precisa ficar inteiro, seco e solto. Se passar, os gr\u00e3os se rompem, o sabor diminui e a textura fica pastosa. Como o arroz n\u00e3o pode ser mexido durante o cozimento, h\u00e1 quem diga que a parte mais deliciosa fique no fundo e nas laterais.\n\n\u00c9 o &#8220;socarrat&#8221;, ou seja, os gr\u00e3os que pegam na &#8220;paella&#8221;, adquirindo cor marrom e queimadinho crocante. A quantidade de azeite tamb\u00e9m deve ser bem dosada, pois a &#8220;paella&#8221; n\u00e3o pode ser gordurosa. Finalmente, tamb\u00e9m \u00e9 importante ao volume de \u00e1gua. Se excessivo, atrapalha todo cozimento.\n\nAo ser considerado pronta, a &#8220;paella&#8221; torna-se o centro da refei\u00e7\u00e3o. O ideal \u00e9 que os presentes se sirvam \u00e0 vontade, pois o clima que envolve gula e sociabilidade \u00e9 o charme desse prato. No passado, o cerimonial era ainda mais comunit\u00e1rio. O autor dividia a &#8220;paella&#8221; em partes iguais, desenhando no arroz tri\u00e2ngulos exatos, a partir do centro, conforme a quantidade de convidados. Cada um ficava com uma por\u00e7\u00e3o e respeitava as que cabiam aos demais.\n\nNo caso do fogo de lenha, este deve ficar a uma dist\u00e2ncia prudente da &#8220;paella&#8221;, para que as chamas sejam distribu\u00eddas igualmente sob ela. A \u00e1gua deve cozinhar por no m\u00ednimo 25 minutos, para pegar o sabor dos ingredientes.\n\n<strong>O di\u00e2metro da &#8220;paella&#8221; varia de acordo com a quantidade dos convidados:<\/strong>\u00a025 cm para 2 a 3 pessoas, 30 cm para 3 a 4, 35 cm para 5 a 6, 40 cm para 6 a 8 e assim por diante.\n\nFonte: www.vinhoegastronomiabyajs.com\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella31.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"274\" height=\"224\" \/><\/p>\n\u00a0<strong>A maior Paella do mundo foi feita em Espanha e est\u00e1 registrada no &#8220;Guiness Book&#8221;<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella32.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"352\" height=\"264\" \/><\/p>\n\u00a0<strong>O imponente saco de arroz levantado por uma GRUA<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella33.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"356\" height=\"262\" \/><\/p>\n\u00a0<strong>A frigideira parece mais uma piscina, mas \u00e9 real.<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella34.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"354\" height=\"266\" \/><\/p>\nFonte: www.saboresdaeuropa.page.tl\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\nA\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0surgiu na Espanha, nos s\u00e9culos XV e XVI, na regi\u00e3o de Val\u00eancia, situada na costa leste. Os camponeses saiam para trabalhar no campo levando apenas arroz, \u00f3leo de oliva e sal. Usavam para cozinhar uma panela redonda, raza, com 2 al\u00e7as, a qual chamavam de &#8220;Paella&#8221;.\n\nO formato facilitava o cozimento do arroz e dos ingredientes, por ficarem distribuidos por igual. Atualmente esta panela tamb\u00e9m \u00e9 conhecida como &#8220;paellera&#8221;, principalmente para diferenciar o utens\u00edlio do prato.\n\nAl\u00e9m do arroz eram adicionados ingredientes t\u00edpicos do campo, tais como carne de ca\u00e7a, principalmente lebre e coelho, vagem e ervilhas. O ingrediente que mais caracteriza a\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0\u00e9 o a\u00e7afr\u00e3o &#8211; especiaria retirada de uma flor, que d\u00e1 ao arroz o colorido amarelado.\n\nPassado o tempo foram acrescidos outros ingredientes, principalmente os frutos do mar. Hoje, h\u00e1 uma diversidade de receitas e a Paella Valenciana passou a ser um prato misto, composto de carnes e frutos do mar.\n\nEm qualquer das suas formas a\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0\u00e9 um prato requintado, trabalhoso na sua confec\u00e7\u00e3o, e elaborado nos detalhes do seu preparo.\n\n<strong>A Paella \u00e9 um prato especial, de dar \u00e1gua na boca pelo seu visual e sabor, pr\u00f3prio para ser apreciado em dias significativos, tais como:<\/strong>\u00a0anivers\u00e1rios, batizados, casamentos, feriados e outras comemora\u00e7\u00f5es.\n\nDizem que o nome\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0surgiu do h\u00e1bito dos camponezes, que ap\u00f3s longos per\u00edodos no campo, ao chegarem saudosos das suas esposas preparavam esse delicioso prato &#8220;Para ella&#8221;.\n\nEste prato de visual incr\u00edvel e elaborada t\u00e9cnica de preparo, feito ao ar livre, assim que iniciado toma conta da festa. Todos querem saber os segredos dos ingredientes e temperos, assistir ao preparo, ver como \u00e9 que se faz. Dai o nome Paella Fiesta!\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella35.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"268\" height=\"198\" \/><\/p>\nFonte: www.paellafiesta.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\n&nbsp;\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella36.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"270\" height=\"280\" \/><\/p>\nQuando sa\u00edam de madrugada para o trabalho, nos s\u00e9culos XVI e XVII, os camponeses da regi\u00e3o de Val\u00eancia, na Espanha, levavam os ingredientes para preparar sua refei\u00e7\u00e3o. Ainda de manh\u00e3, capturavam um coelho ou pato selvagem, carac\u00f3is nativos e colhiam legumes da esta\u00e7\u00e3o.\n\nAo meio dia, reuniam-se em torno do fogo e iniciavam o ritual do almo\u00e7o. Era um momento de sociabilidade e congratula\u00e7\u00e3o. Utilizavam a \u0093paella\u0094 &#8211; uma panela redonda, ampla e rasa, com al\u00e7as &#8211; derivado de \u0093patella\u0094, a bandeja usada pelos romanos nos rituais de fecunda\u00e7\u00e3o da terra, onde eram colocados azeite, carnes, vagens, \u00e1gua, favas, sal, carac\u00f3is, a\u00e7afr\u00e3o e arroz. S\u00f3 mais tarde acrescentaram o tomate, ingrediente origin\u00e1rio da Am\u00e9rica, que chegou \u00e0 Espanha ap\u00f3s a viagem de Crist\u00f3v\u00e3o Colombo, e o frango, nobre e caro demais para os padr\u00f5es rurais da \u00e9poca.\n\nAo migrar para outras regi\u00f5es, a receita sofreu interessantes acultura\u00e7\u00f5es. Surgiram a \u0093paella marinera\u0094, feita com peixe e frutos do mar; a \u0093paella mista\u0094, \u00e0 base de peixe, frutos do mar e carnes e a \u0093negra\u0094, com tinta de lula.\n<h3>Ingredientes<\/h3>\n<strong>Ingredientes da Paella Valenciana com Frutos do Mar<\/strong>\n<table border=\"0\" width=\"300\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFCC\" height=\"27\">\u00a0<strong>Ingrediente<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Qtd para\u00a0<strong>8,5<\/strong>\u00a0lt<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFCC\">Qtde para\u00a0<strong>12,5<\/strong>\u00a0lt<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"188\" height=\"306\">Frango (sobre-coxa desossada)\n\nLingui\u00e7aCostelinha de porco (desossada)\n\nLula (opcional)\n\nPolvo (opcional)\n\nMarisco\n\nCamar\u00e3o\n\nPiment\u00e3o\n\nCebola\n\nErvilha\n\nMilho Verde\n\nAlho\n\nA\u00e7afr\u00e3o (Paellero)\n\nAzeite<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"154\">1kg rende 750g.700g\n\n1,6kg rende 1,3kg\n\n1kg\n\n800g\n\n600g\n\n2kg m\u00e9dio + 700g grande\n\n1 verde + 1 vermelho\n\n1 grande\n\n2 latas\n\n1 lata\n\n1 pote alho picado\n\n1 envelope\n\n700ml<\/td>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"196\">1,5kg rende 1,0kg1,0kg\n\n2,5kg rende 1,9kg\n\n1,4kg\n\n1,1kg\n\n1kg\n\n3kg m\u00e9dio + 1kg do grande\n\n2 verdes + 1 vermelho\n\n2 grandes\n\n3 latas\n\n1 lata\n\n1 pote alho picado\n\n2 envelopes\n\n1lt<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\nTudo \u00e9 preparado na v\u00e9spera e acondicionado em recipientes para o cozimento no local.\n\nO vinho vai sendo degustado enquanto preparamos os ingredientes.\n<h3>Preparando Paellera<\/h3>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella38.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"209\" height=\"153\" \/><\/p>\nExistem de diversos tamanhos, escolhidos de forma a que possibilitem o preparo para o n\u00ba esperado de participantes.\n\nTemos utilizado mais frequentemente paelleras com capacidade para 16, 22 e 34 pessoas. A quantidade produzida \u00e9 farta e possibilita que todos repitam, alguns mais de 2 vezes.\n<h3>Fogareiro<\/h3>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella39.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"210\" height=\"156\" \/><\/p>\nDepois da paellera, o fogareiro \u00e9 a pe\u00e7a mais importante. Embora a\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0possa ser feita na brasa, o fogareiro propicia meios de controlar a intensidade do calor, al\u00e9m de uma distribui\u00e7\u00e3o uniforme. Na figura vemos um fogareiro a gaz, para uso com paelleras de at\u00e9 60 cm de di\u00e2metro. Existem v\u00e1rios modelos, sendo que os mais requintados t\u00eam de 2 a 4 c\u00edrculos de bicos, com controles individuais, permitindo desta forma a utiliza\u00e7\u00e3o de paelleras de v\u00e1rios di\u00e2metros.\n<h3>Tira-gosto<\/h3>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella40.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"208\" height=\"171\" \/><\/p>\nPara aguardar a chegada dos retardat\u00e1rios, os convidados pontuais s\u00e3o brindados com um tira-gosto de camar\u00e3o frito no azeite e no alho.\n\nTamb\u00e9m podemos servir um refogado de carne de caranguejo, que com farofa ou farinha d&#8217;\u00e1gua \u00e9 uma excelente pedida.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella41.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"205\" height=\"151\" \/><\/p>\nO tira-gosto tamb\u00e9m ajuda a distrair os convivas, para que n\u00e3o vejam a fritura dos camar\u00f5es que enfeitar\u00e3o a\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0. A surpresa contribui para o efeito final.\n<h3>Come\u00e7a a Paella Show<\/h3>\nDizemos Paella Show, porque ao come\u00e7ar a ser preparada ela vira o centro das aten\u00e7\u00f5es.\n\nPor isso, deve ser feita em local vis\u00edvel, e n\u00e3o na cozinha, escondida de todos.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella42.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"207\" height=\"161\" \/><\/p>\nAcendidas as chamas, coloca-se azeite generosamente. O primeiro ingrediente \u00e9 o frango, que vai ser dourado no azeite.\n\nEm seguida s\u00e3o adicionados a lingui\u00e7a e a costelinha de porco. Os ingredientes v\u00e3o sendo misturados sem parar.\n\nO pr\u00f3ximo passo \u00e9 acrescentar a cebola e o piment\u00e3o, refogando-os em uma parte da paellera.\n<h3>Mas que cheirinho gostoso!<\/h3>\nAgora chegou a vez do arroz. A propor\u00e7\u00e3o \u00e9 de cerca de 45 a 50g por pessoa.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella43.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"212\" height=\"159\" \/><\/p>\nMisturar bem, para distribuir na paellera. Acrescentar a lata de milho verde.\n\nA \u00e1gua do arroz \u00e9 preparada com as cascas do camar\u00e3o e o tempero de a\u00e7afr\u00e3o.\n\nTampa-se a paellera e ap\u00f3s 10 minutos acrescentamos as ervilhas e os camar\u00f5es descascados, espalhando por igual na superf\u00edcie da mistura.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella44.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"208\" height=\"162\" \/><\/p>\nColocamos por cima o piment\u00e3o amarelo (ou vermelho), em tiras, para enfeitar.\n\nTampamos a paellera e aguardamos cerca de mais 30 minutos.\n\nQuando estiver pronto, espalha-se na superf\u00edcie o camar\u00e3o grande que foi frito anteriormente.\n<h3>Saboreando a Paella<\/h3>\n\u00c9 hora de aproveitar e deliciar-se.\n\nPodemos personalizar com legumes variados. Na foto ao lado, foi usado Br\u00f3colis..\n\n<strong>Uma ocasi\u00e3o especial, merece uma comemora\u00e7\u00e3o especial.<\/strong>\n\nFonte: www.dbi2.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella45.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"270\" height=\"271\" \/><\/p>\nUm prato perfeito para o feriado. A\u00a0<strong>receita da paella<\/strong>\u00a0\u00e9 rica e alegre e pode ser preparada de diversas formas. Por isso, o famoso prato espanhol \u00e9 o assunto do Caderno Gourmet desta v\u00e9spera de feriado.\n\nFoi com a ideia de poupar trabalho que, no s\u00e9culo XV, os camponeses da regi\u00e3o de\u00a0<strong>Val\u00eancia<\/strong>\u00a0, na costa leste da Espanha sa\u00edam para o trabalho rural, levando arroz, \u00f3leo de oliva, sal e uma panela redonda com al\u00e7as, ampla e rasa chamada de \u0093Paella\u0094, utilizada para cozinhar.\n\nCom esse formato, era mais f\u00e1cil mexer o arroz e seus componentes, proporcionando um cozimento por igual. Por estarem no campo, era natural incorporar \u00e0 receita os ingredientes que encontravam como, por exemplo, carne de ca\u00e7a, sobretudo de lebre e de pato, legumes da esta\u00e7\u00e3o e a\u00e7afr\u00e3o retirado das flores, dando o colorido amarelado ao arroz.\n\nCom a difus\u00e3o da receita, o prato chegou ao litoral.\n\n<strong>E l\u00e1, foi acrescido de frutos do mar:<\/strong>\u00a0camar\u00f5es, lulas, v\u00f4ngoles, mexilh\u00f5es, lagostins e polvo, tornando-o um prato misto.\n\n<strong>A Paella \u00e9 um prato festivo que os espanh\u00f3is saboreiam em datas marcantes como<\/strong>\u00a0: casamentos, anivers\u00e1rios, batizados, feriados religiosos e finais de semana.\n\nHoje existe uma grande varia\u00e7\u00e3o das receitas de\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0, conforme a regi\u00e3o em que \u00e9 feita. Mas em qualquer das suas formas \u00e9 um prato requintado, trabalhoso na sua confec\u00e7\u00e3o e elaborado nos detalhes do seu preparo.\n\n<strong>Curiosidade:<\/strong>\nAtualmente a panela especifica para o preparo da\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m \u00e9 conhecida como \u0093paellera\u0094, principalmente para diferenciar o utens\u00edlio do prato.\n\nFonte: www.cadernogourmet.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\n<h3>PAELLA VALENCIANA (Para 10 pessoas)<\/h3>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella46.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"283\" height=\"235\" \/><\/p>\n\n<h3>\u00a0<strong>PAELLA VALENCIANA (Para 10 pessoas)<\/strong><\/h3>\n<strong>INGREDIENTES<\/strong>\n<blockquote>500 g de Sassami (Fil\u00e9zinho do Peito de Frango)\n\n500 g de Lombo de Porco em cubos\n\n40 Camar\u00f5es (de m\u00e9dio para grandes)\n\n500 g de Ca\u00e7\u00e3o (gosto de Ca\u00e7\u00e3o para preparos demorados com peixes) em cubos\n\n500 g de Polvo em peda\u00e7os\n\n500 g de Lulas em an\u00e9is\n\n300 g de Mariscos limpos\n\n750 ml de Vinho Tinto seco\n\n200 ml de Azeite de Oliva Extravirgem\n\n300 g de Ervilhas frescas\n\n100 ml de Vinho tinto (usar o do cozimento das Lulas e Polvo, como explicado adiante)\n\n2 Piment\u00f5es verdes\n\n1 Piment\u00e3o vermelho\n\n600 g de Arroz\n\n1 Cebola picada\n\n1 colher (sobremesa) de P\u00e1prica picante\n\n1 Litro de caldo de Frango caseiro\n\n2 Litros de caldo de Peixe (usei Hondashi)\n\n1 pitada generosa de A\u00e7afr\u00e3o em pistilos\n\n1 ma\u00e7o de Salsa\n\n4 Tomates Concass\u00e8 (sem casca e sem sementes, cortado em cubinhos)\n\n2 Lingui\u00e7as Calabresas em rodelas\n\n100 g de Azeitona Preta sem caro\u00e7o<\/blockquote>\n<strong>PREPARO<\/strong>\n<blockquote>\u00a0<strong>1 \u0096<\/strong>\u00a0Cozinhe as Lulas e o Polvo em Vinho tinto e 3 dentes de alho na press\u00e3o, por 10 minutos contando do momento de abrir press\u00e3o;\n\n<strong>2 \u0096<\/strong>\u00a0Salteie o Frango e o Lombo;\n\n<strong>3 \u0096<\/strong>\u00a0Salteie os camar\u00f5es e flambe;\n\n<strong>4 \u0096<\/strong>\u00a0Corte todos os temperos. Para os piment\u00f5es, fa\u00e7a cubinhos e um pouco de tiras (para a decora\u00e7\u00e3o);\n\n<strong>5 \u0096<\/strong>\u00a0Leve a Paellera ao fogo, aque\u00e7a e coloque o Azeite;\n\n<strong>6 \u0096<\/strong>\u00a0Frite a Cebola, o Piment\u00e3o em cubos, a Calabresa e o Tomate Concass\u00e8;\n\n<strong>7 \u0096<\/strong>\u00a0Adicione os frutos do mar, a P\u00e1prica e a Salsa picada;\n\n<strong>8 \u0096<\/strong>\u00a0Junte o arroz, o vinho e o Caldo de Frango. Deixe por 10 minutos, mexendo bem;\n\n<strong>9 \u0096<\/strong>\u00a0Coloque o Caldo de Peixe, decore com as Ervilhas, as Azeitonas e as tiras de Piment\u00e3o.\n\n<strong>10 \u0096<\/strong>\u00a0Cubra com papel alum\u00ednio e deixe cozinhar!<\/blockquote>\nFonte: www.brasilcultura.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\n&nbsp;\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella47.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"177\" height=\"266\" \/><\/p>\nA\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0e a Tortilla da Patatas, s\u00e3o provavelmente os pratos mais conhecidos e populares da rica gastronomia espanhola.\n\nA\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0por seu sabor instigante, complexo e cheio de surpresas, e a Tortilla de Patatas por sua simplicidade, sua rusticidade e sua versatilidade.\n\nA\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0(pronunciar &#8220;paelha&#8221; como os espanh\u00f3is e n\u00e3o &#8220;paeja&#8221; como os argentinos!) tem sua origem, como o arroz, no extremo oriente. Na \u00cdndia, China, Indon\u00e9sia tem v\u00e1rios pratos que misturam carnes, verduras e frutos do mar com arroz.\n\nA genialidade da\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0est\u00e1 na acertada combina\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias carnes e verduras temperadas com azeite de oliva e a\u00e7afr\u00e3o.\n\nA\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0, como \u00e9 hoje conhecida no mundo, tem sua origem na zona de Val\u00eancia, mais especificamente na regi\u00e3o de Albufera onde al\u00e9m dos grandes arrozais existe uma grande produ\u00e7\u00e3o de verduras frescas. Era s\u00f3 um passo para misturar as carnes dispon\u00edveis (frango, coelho, porco) com as verduras (cebolas, tomates, alcachofras, ervilhas, vagens, etc.), refogar-las em azeite de oliva, temperar-las com a\u00e7afr\u00e3o e adicionar um punhado de arroz. S\u00f3 faltava uma coisa mais, o recipiente para cozinh\u00e1-las. Esse recipiente n\u00e3o \u00e9 outro que a Paella propiamente dita!\n\nNa l\u00edngua Valenciana, a frigideira \u00e9 chamada\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0e \u00e9 da\u00ed que vem o nome do mais famoso prato da cozinha espanhola. A paella, no mais, \u00e9 uma frigideira na qual se eliminou o cabo e se colocou no seu lugar duas asas para suportar o peso do manjar.\n\nUm erro muito comum \u00e9 chamar o utens\u00edlio de &#8220;Paellera&#8221;. A paellera na realidade \u00e9 a mulher que prepara a\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0.\n<h3>Tipos de Paellas<\/h3>\n<blockquote>\u00a0<strong>Paella Valenciana<\/strong>\n\nEsta \u00e9 a paella original e, ontrariamente ao que se pensa no Brasil, n\u00e3o comporta peixes nem frutos do mar. \u00c9 feita com frango, coelho, \u00e0s vezes escargots, e muitas verduras como alcachofras, ervilhas, vagens, tomates, piment\u00f5es, azeite extra-virgem de oliva e a\u00e7afr\u00e3o.\n\n<strong>Paella de frutos do mar<\/strong>\n\nFoi desenvolvida muito mais tarde e comporta camar\u00f5es, lulas, mexilh\u00f5es, vongoles sempre com a\u00e7afr\u00e3o e azeite de oliva.\n\n<strong>Paella mista<\/strong>\n\n\u00c9 muito popular na Costa Brava (Catalunha) e se faz com frango, porco, lulas, camar\u00f5es, vongoles, mexilh\u00f5es, ervilhas ou vagens, piment\u00f5es com azeite de oliva e a\u00e7afr\u00e3o.<\/blockquote>\nAl\u00e9m desses 3 tipos b\u00e1sicos, toda regi\u00e3o e todo cozinheiro tem sua pr\u00f3pria receita de acordo com os produtos dispon\u00edveis no local.\n<h3>O que faz uma boa Paella?<\/h3>\nSem d\u00favida, a qualidade de todos os ingredientes! Arroz, carnes, verduras, e sobre tudo o uso de a\u00e7afr\u00e3o e do azeite de oliva (se poss\u00edvel extra virgem). Sem esses dois produtos, n\u00e3o se pode obter uma boa\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0!\n\n<strong>A\u00e7afr\u00e3o:<\/strong>\u00a0O a\u00e7afr\u00e3o verdadeiro em pistilo (n\u00e3o confundir com o c\u00farcuma ou a\u00e7afr\u00e3o da terra como \u00e9 chamado no Brasil) \u00e9 essencial para o sabor e cor de uma boa\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0.\n\nO A\u00e7afr\u00e3o em pistilo \u00e9 a especiaria mais cara do mundo. \u00c9 o estigma ou pistilo da flor do Crotus Sativus L. \u00c9 preciso coletar manualmente os 3 estimas de cada uma das mais de 100.000 flores para obter 1kg de a\u00e7afr\u00e3o.\n\nDevido ao alto pre\u00e7o do a\u00e7afr\u00e3o muitos lugares inclusive na Espanha usam corantes e a\u00e7afr\u00e3o em p\u00f3 (feito com os refugos) para reduzir o custo do prato.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella48.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"212\" height=\"189\" \/><\/p>\n\n<h3>Onde encontrar uma boa Paella?<\/h3>\nTem v\u00e1rios lugares em S\u00e3o Paulo onde se pode encontrar umas boas Paellas.\n\nN\u00e3o deixe de experimentar a Paella Mista Costa Brava da Paola di Verona, feita com a\u00e7afr\u00e3o e azeite de oliva, frango caipira, costelas de porco, lulas, camar\u00f5es, vongoles, mexilh\u00f5es, ervilhas, tomates e piment\u00f5es.\n<p class=\"fonte\">\u00a0<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0 www.paoladiverona.com.br<\/p>\n\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\nA\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0\u00e9 um prato de origem popular, que se adaptou \u00e0 disponibilidade de alimentos e caracter\u00edsticas de cada regi\u00e3o da Espanha.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella49.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"130\" height=\"82\" \/><\/p>\nEm Val\u00eancia, onde haviam muitos arrozais, planta\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m o costume de se criar galinhas e coelhos, provavelmente se originou a \u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0que leva Arroz, Frango, Coelho, Carac\u00f3is, Jud\u00edas Verdes, Garrof\u00f3, Azeite e A\u00e7afr\u00e3o.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella50.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"129\" height=\"127\" \/><\/p>\nEm outras regi\u00f5es, mais pr\u00f3ximas do mar, as que levam peixes e frutos do mar.\n\nAl\u00e9m destas, que s\u00e3o consideradas cl\u00e1ssicas, h\u00e1 outras varia\u00e7\u00f5es, n\u00e3o consideradas pelos mais puristas, que misturam carnes, peixes, frutos do mar e camar\u00f5es.\n\nT\u00edpicos da Espanha, garraf\u00f3 \u00e9 um gr\u00e3o, que lembra um feij\u00e3o branco e jud\u00edas verdes lembram a nossa conhecida vagem.\n<h3>Ingredientes<\/h3>\n<blockquote>2 x\u00edcaras de arroz sem lavar\n\n800 g de frango (peito, coxa e sobrecoxa)\n\n400 g de carne de coelho (peito, coxa e sobrecoxa)\n\n4 tomates picados\n\n100 g de ervilhas naturais\n\n200 g de vagem\n\n1 piment\u00e3o vermelho em tiras\n\n\u00bd colher de sopa de a\u00e7afr\u00e3o\n\n\u00bd colher de sopa de p\u00e1prica doce\n\n7 colheres de sopa de azeite de oliva\n\n1 colher de sopa de sal\n\n2 x\u00edcaras de \u00e1gua<\/blockquote>\n<h3>Modo de Preparar<\/h3>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella51.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"115\" height=\"73\" \/><\/p>\n\u00a0<strong>1.<\/strong>\u00a0Numa panela grande e rasa, pr\u00f3pria para preparar\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0, coloque o azeite e o sal. Misture e deixe aquecer um pouco para mesclar os sabores.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella52.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"120\" height=\"74\" \/><\/p>\n\u00a0<strong>2.<\/strong>\u00a0Adicione o frango e o coelho cortados em peda\u00e7os e frite por 20 minutos at\u00e9 ficar bem dourado. Mexa de vez em quando para dourarem por igual.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella53.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"117\" height=\"110\" \/><\/p>\n\u00a0<strong>3.<\/strong>\u00a0Puxe as carnes para os cantos da panela, adicione a vagem cortada em peda\u00e7os, as ervilhas naturais e o piment\u00e3o e doure por 4 minutos. Misture e abra novamente um espa\u00e7o. Junte os tomates e 2 x\u00edcaras de \u00e1gua morna. Misture e cozinhe em fogo alto por 20 minutos.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella54.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"115\" height=\"74\" \/><\/p>\n\u00a0<strong>4.<\/strong>\u00a0Adicione o a\u00e7afr\u00e3o e a p\u00e1prica. Verifique o sal. Misture delicadamente.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella55.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"120\" height=\"81\" \/><\/p>\n\u00a0<strong>5.<\/strong>\u00a0Acrescente o arroz em cruz sobre o cozido e misture delicadamente. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por 20 minutos, sem mexer, at\u00e9 que o arroz fique solto e macio. (caso o arroz seque antes de ficar macio, adicione um pouco de \u00e1gua morna). Desligue e deixe a\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0tampada, descansando por 5 minutos antes de servir.\n\n<strong>Dicas do Chef Yoel:<\/strong>\u00a0para fazer a melhor\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0\u00e9 preciso muita paci\u00eancia e amor. Fa\u00e7a a mesan place total antes.\n\nFonte: www.gastronomiabrasil.com\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\nA culin\u00e1ria espanhola \u00e9 composta de diferentes tipos de pratos devido \u00e0 sua grande variedade geogr\u00e1fica, cultural e clim\u00e1tica.\n\nA comida espanhola \u00e9 fortemente influenciada pela variadade de frutos do mar dispon\u00edveis nas \u00e1guas em volta do pa\u00eds, sendo a Espanha o segundo maior (depois do Jap\u00e3o) consumidor de peixes.\n\nA \u0093<b>paella<\/b>\u0094 \u00e9 talvez o prato mais conhecido da gastronomia espanhola. Surgiu na regi\u00e3o de Val\u00eancia, na costa leste.\n\nSurgiu como alimento dos camponeses, nos s\u00e9culos XV e XVI, quando sa\u00edam para o trabalho rural.\n\nA origem da palavra Paella vem do latim \u0093Patella\u0094, bandeja usada na antiga Roma destinada \u00e0s oferendas aos Deuses.\n\nDizem tamb\u00e9m os historiadores que a palavra \u0093<b>Paella<\/b>\u0094 surgiu quando os trabalhadores voltavam para casa nos finais de semana e em homenagem \u00e0s suas esposas preparavam o prato. A origem do nome seria \u0093Para Ellas\u0094.\n<h3>\u00a0<strong><b>Paella<\/b><\/strong><\/h3>\n<strong>Valor cal\u00f3rico total:<\/strong>\u00a011070 Kcal.\n\n<strong>Rendimento:<\/strong>\u00a010 pessoas\n\n<strong>Ingredientes<\/strong>\n<blockquote>500g de Camar\u00e3o limpo\n500g de lula\n500g de polvo\n500g peixe (ca\u00e7\u00e3o ou anjo)\n500g mexilh\u00f5es\n1Kg de arroz parboilizado\n\u00bd envelope de a\u00e7afr\u00e3o\n\u00bd vidro de Azeite de oliva\n3 \u00bd dentes de Alho\n1 \u00bd Cebolas m\u00e9dias\n\u00bd piment\u00e3o vermelho\n\u00bd piment\u00e3o amarelo\n\u00bd piment\u00e3o verde<\/blockquote>\n<strong>Modo de preparo<\/strong>\n\nCubra o fundo da paelleira com azeite, coloque o alho para dourar. Depois, mexendo sempre, adiciona a cebola, e a seguir os piment\u00f5es, ap\u00f3s coloque os frutos do mar um a um, os \u00faltimos ser\u00e3o os mexil\u00f5es. Acrescente uma x\u00edcara (ch\u00e1) de \u00e1gua e deixe ferver por aproximadamente 15 minutos. Depois acrescente o arroz, que deve ser o parboilizado para n\u00e3o empapar, e o a\u00e7afr\u00e3o. Deixe no fogo baixo por cerca de 20 minutos.\n\nFonte: www.arazao.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\n<h3>Paella \u00e9 t\u00e3o a cara da Espanha que cada espanhol tem sua f\u00f3rmula. E ningu\u00e9m \u00e9 dono.<\/h3>\n<strong>J\u00e1 experimentou perguntar a um espanhol qual \u00e9 a receita original de paella?<\/strong>\n\nA resposta vai ser a da regi\u00e3o, da cidade, e talvez at\u00e9 a da abuela do interlocutor &#8211; que vem sendo transmitida h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es. \u0093Todo espanhol faz sua\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0e a dele \u00e9 sempre a melhor\u0094, avisa Jos\u00e9 Maria Rios, dono do Don Curro, em S\u00e3o Paulo, especializado no prato. Os espanh\u00f3is se referem a ela como a la muy nuestra paella &#8211; pronunciando pa\u00ealha e n\u00e3o paeja, a contragosto de nossos hermanos argentinos.\n\nSua mais famosa, cobi\u00e7ada e copiada cria\u00e7\u00e3o gastron\u00f4mica tem a cara da Espanha e as cores da bandeira do pa\u00eds &#8211; o amarelo do a\u00e7afr\u00e3o, que tinge o arroz, o vermelho do piment\u00e3o, do tomate, das lagostas e camar\u00f5es que dividem espa\u00e7o com frutos do mar, ervilhas e carnes.\n\nPaella \u00e9 nome do prato e da panela de ferro, redonda, larga e rasa, em que \u00e9 preparado. Tem como base o arroz &#8211; senia ou bomba s\u00e3o as variedades mais comuns. \u0093O arroz tem de ter um gr\u00e3o arredondado e inteiro\u0094, explica o chef espanhol Javier Torres, do DosCielos, em Barcelona e do E\u00f1e em S\u00e3o Paulo.\n\nApesar da diversidade de receitas, \u00e9 padr\u00e3o cozinhar a carne primeiro. Depois, as verduras, o arroz, e, por fim, os frutos do mar &#8211; que levam menos tempo para ficar prontos. O cozimento \u00e9 feito em fogo baixo e \u00e9 preciso mexer o m\u00ednimo poss\u00edvel para n\u00e3o amassar o arroz.\n\n\u0093O tempo todo voc\u00ea precisa ficar despejando o caldo, que pode ser de v\u00f4ngole, camar\u00e3o ou peixe, bem denso\u0094, diz Maria del Pilar Gutierrez, do Paellas Pepe. Ela diz que o caldo deve ser salgado, porque os frutos do mar s\u00e3o cozidos sem tempero.\n\nDe sabor vibrante, que combina elementos de terra e mar a\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0\u00e9 a evolu\u00e7\u00e3o de um prato preparado por camponeses &#8211; embora a vers\u00e3o mais rom\u00e2ntica para sua origem \u00e9 a de que tenha sido inventado por um homem apaixonado e que seu nome seria uma jun\u00e7\u00e3o da preposi\u00e7\u00e3o \u0093para\u0094 com o pronome \u0093ella\u0094, em espanhol. Mas h\u00e1 registros de que nas imedia\u00e7\u00f5es do lago de Albufera, na regi\u00e3o de Val\u00eancia, entre o s\u00e9culo 15 e 16, os camponeses preparavam em fogo brando uma mistura de arroz, feij\u00e3o verde, frango, coelho e piment\u00e3o. Com o tempo, o prato migrou para a cidade, se popularizou e ganhou tantas reinterpreta\u00e7\u00f5es quanto a imagina\u00e7\u00e3o \u00e9 capaz de abarcar.\n\nTem\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0de marisco, pato, coelho, com crosta de ovo e at\u00e9 uma receita que leva massa em vez de arroz, o fideu\u00e1. Entre todas elas, a paella marinera, com frutos do mar, t\u00edpica de Val\u00eancia, \u00e9 a mais popular.\n\nUma vers\u00e3o do prato em propor\u00e7\u00f5es gigantescas figura no Guiness Book, o livro dos recordes. \u00c9 uma paella de 21 metros de di\u00e2metro com a qual 110 mil pessoas se esbaldaram &#8211; empreitada dos irm\u00e3os Galbi, donos de um restaurante tradicional de Val\u00eancia.Cozinheiros tradicionalistas, ou de vanguarda, os espanh\u00f3is n\u00e3o escondem o fasc\u00ednio pelo prato.\n\n<strong>No in\u00edcio dos anos 2000, Ferran Adri\u00e0 fez uma vers\u00e3o de paella que oferecia como aperitivo no seu El Bulli:<\/strong>\u00a0era um salgadinho de arroz, cor de a\u00e7afr\u00e3o, servido num saquinho de celofane sem qualquer apresenta\u00e7\u00e3o. A pessoa colocava os gr\u00e3ozinhos de arroz na boca e ia come\u00e7ando a sentir. Piment\u00e3o. Camar\u00e3o. Tomate. A\u00e7afr\u00e3o&#8230;e a\u00ed se dava conta: \u00e9 uma paella.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella56.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"285\" height=\"192\" \/><\/p>\n\u00a0<strong>Giovanna Tucci<\/strong>\n\nFonte: www.memoriaviva.org.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\nMuitos falam que a\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0nasceu na Espanha, mas pelo que estudei \u00e1 existia uma receita apreciada aos tempos dos Romanos, o mesmo nome paella &#8211; uma panela redonda, ampla e rasa, com al\u00e7as &#8211; deriva de \u0093patella\u0094, a bandeja usada pelos romanos nos rituais de fecunda\u00e7\u00e3o da terra, onde eram colocados azeite, carnes, vagens, \u00e1gua, favas, sal e farro (antigo trigo romano).\n\nPrefiro deixar a paella valenciana ou \u0093paelha\u0094 (Os tradicionalistas espanh\u00f3is dizem que, chamada de \u0093paeja\u0094 a receita perde a autenticidade) com os espanh\u00f3is e fazer uma receita que aprendi na Sardenha com algumas mudan\u00e7as do chefe, a patella sarda.\n<h3>Paella Sarda<\/h3>\n<strong>Ingredientes<\/strong>\n<blockquote>0,5 litros de caldo de galinha morno\n300 ml de azeite italiano\n6 dentes de alho socados\n4\/6 pitadas de a\u00e7afr\u00e3o\n5 cebolas grandes, descascada e picada\n500 g de peito de galinha, cortada em cubos\n5 piment\u00f5es vermelhos, 2 amarelos e um verde cortado em tiras finas\n1,5 kg de arroz de gr\u00e3o longo (italiano)\n3 latas de ervilhas\n4 d\u00fazias de mexilh\u00f5es grandes, nas conchas, limpos e escorridos\n8 tomates descascados, sem sementes e cortados em oito\n6 tomates pelados italianos esmagados\n5 colheres (sopa) de salsinha, picada fininho\n1 kg de camar\u00f5es m\u00e9dios ou grandes, limpos\n24 lagostinhas e 12 rabos de lagostas, limpos, mas com casca\n7 lim\u00f5es sicilianos (amarelos) grandes cortados em quatro partes\nSal \u00e0 gosto\nPimenta \u00e0 gosto<\/blockquote>\n<strong>Modo de preparo<\/strong>\n\nDeixe o a\u00e7afr\u00e3o de molho no caldo morno. Aque\u00e7a o azeite em uma frigideira grande e pesada (patella). Coloque o alho e a cebola no azeite quente, mexendo bem. Acrescente a galinha. Refogue em fogo brando at\u00e9 a cebola ficar transparente. A parte refogue o camar\u00e3o, as lagostinhas e os rabos de lagosta e guarde o caldo deles em uma bacia. Adicione as tiras de piment\u00e3o e o arroz e mexa at\u00e9 ficarem cobertos com o azeite.\n\nRefogue por mais 1 minuto e adicione o caldo de galinha com o a\u00e7afr\u00e3o. Misture bem e deixe cozinhando em fogo baixo por 15 minutos. Adicione as ervilhas e deixe cozinhando por 5 minutos. Acrescente os mexilh\u00f5es e os tomates. Cozinhe para mais 5 minutos e acrescente o caldo dos camar\u00f5es, lagostinha e rabo de lagosta. Continue a cozinhar em fogo brando at\u00e9 todos os mexilh\u00f5es abrirem (descarte os que n\u00e3o abrirem). Acrescente a salsinha e os camar\u00f5es e deixe no fogo por mais uns 3 minutos, ou at\u00e9 os camar\u00f5es ficarem cozidos. Coloque as lagostinhas e os rabos de lagostas, espalhe decore com o lim\u00e3o siciliano. Tempere a gosto e sirva imediatamente.\n\nFonte: www.italia.org.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\nA\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0\u00e9 um prato t\u00edpico espanhol, oriundo da regi\u00e3o de Valencia, onde cozinhavam em grandes tachos chamados de Paelleiras ,\u00a0 por\u00e9m a hist\u00f3ria verdadeira \u00e9 que os homens, quando voltavam de suas pescarias, cozinhavam em homenagem a suas esposas. Da\u00ed veio o nome de Paella, ou seja, os homens cozinhavam para elas (\u00a0<strong>PAELLA<\/strong>\u00a0).\n<h3>Marinera<\/h3>\nA Paella Marinera \u00e9 composta de camar\u00f5es, lulas, polvos,\u00a0 mexilh\u00f5es, v\u00f4ngoles, postas de peixe e lagostin .\nSempre com a\u00e7afr\u00e3o, piment\u00e3o e azeite de oliva\n<h3>Valenciana<\/h3>\nA Paella Valenciana \u00e9 composta de carnes diversas ou seja, frango, porco, coelho e camar\u00e3o.\nSempre com a\u00e7afr\u00e3o, piment\u00e3o, ervilha e azeite de oliva\n<h3>Caipira<\/h3>\nA Paella Caipira \u00e9 uma receita adaptada para pessoas que que n\u00e3o gostam ( ou s\u00e3o al\u00e9rgicas) a frutos do mar e \u00e9 composta de bacon, filet mignon de porco, cortes de frango, lingui\u00e7a calabresa, lingui\u00e7a portuguesa, paio e outras especiarias.\nSempre com a\u00e7afr\u00e3o, piment\u00e3o, ervilha e azeite de oliva\n<h3>Vegetariana<\/h3>\nA Paella Vegetariana foi desenvolvida por nosso chef , e \u00e9 composta de abobrinha, beringela, cenoura, vagem, br\u00f3colis, champignon e carne de soja.\nSempre com a\u00e7afr\u00e3o, piment\u00e3o, ervilha e azeite de oliva\n\nFonte: www.gandolfoeventos.com\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\nPaella Valenciana \u00e0 moda Brasileira\n\n<strong>Ingredientes<\/strong>\n\n<strong>Caldo de peixe para cozinhar o arroz:<\/strong>\n<blockquote>1 \u00bd litro de \u00e1gua\n1 colher (ch\u00e1) de a\u00e7afr\u00e3o\n4 camar\u00f5es grandes inteiros\n04 lagostins\n2 cabe\u00e7as de pescada com a carca\u00e7a (casca ou cabe\u00e7a de camar\u00e3o)<\/blockquote>\n<strong>Para a paella:<\/strong>\n<blockquote>300 g de pernil de porco (cortado em cubos) refogada com 1 colher (ch\u00e1) de p\u00e1prica doce\n300 g de carne de frango (cortada em cubos) refogada\n\u00bd x\u00edcara (ch\u00e1) de azeite\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de lingui\u00e7a defumada (cortada em rodelas)\n1 cebola picada\n3 dentes de alho picados\n\u00bd talo de alho por\u00f3 cortado em rodelas n\u00e3o muito finas\n1 piment\u00e3o verde m\u00e9dio em tiras finas\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de vagem picada\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de ervilha fresca\n\u00bd pimenta dedo-de-mo\u00e7a picada\n2 tomates picados sem pele e sem sementes\nSal a gosto\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de peixe cortado em cubos (badejo, pescada, robalo, peixes de carne mais firme)\n2 x\u00edcaras (ch\u00e1) de arroz\nCaldo de peixe (1 litro mais ou menos)\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de lula cortada em rodelas (150 g)\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de camar\u00e3o m\u00e9dio sem casca (150 g)\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de vieiras (150 g)\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de mariscos (150 g)\n2 colheres (sobremesa) de a\u00e7afr\u00e3o dissolvido no caldo de peixe\n1 colher (ch\u00e1) de p\u00e1prica doce dissolvida no caldo de peixe<\/blockquote>\n<strong>Para a montagem:<\/strong>\n<blockquote>tiras de piment\u00e3o vermelho (de mais ou menos 3 cm) refogado no azeite e alho amassado\n4 unidades de mariscos na concha\n4 camar\u00f5es cozidos\n4 lagostins\nSalsinha picada a gosto\nErvilhas frescas para decorar<\/blockquote>\n<strong>Modo de preparo<\/strong>\n<blockquote>Caldo de peixe para cozinhar o arroz:\nNum caldeir\u00e3o com a \u00e1gua e o a\u00e7afr\u00e3o, coloque os camar\u00f5es, os lagostins, a cabe\u00e7a e a carca\u00e7a do peixe.\nAp\u00f3s 5 min de fervura, retire os camar\u00f5es e os lagostins.\nDeixe o caldo peixe em fogo baixo.<\/blockquote>\n<strong>Para a paella:<\/strong>\n<blockquote>Refogue o pernil de porco com a p\u00e1prica por 10 min.\nReserve.\nEm seguida, refogue o frango por uns 10 min.\nReserve.\nColoque os ingredientes, um a um, come\u00e7ando pela parte central da paellera, ou seja, a parte mais quente da panela e distribuindo pelas laterais.\nColoque o azeite e, em seguida, os ingredientes: refogue a lingui\u00e7a, junte o frango, o lombo, a cebola, o alho, o alho por\u00f3, o piment\u00e3o verde, a vagem, a ervilha, os tomates, o peixe, o arroz e o caldo.\nDeixe por cerca de 5 min.\nAdicione a lula, o camar\u00e3o, as vieiras e o marisco.\nDespeje o a\u00e7afr\u00e3o e a p\u00e1prica doce dissolvidos.\nCom o arroz quase cozido, pare de mexer e decore com os camar\u00f5es, os lagostins, o piment\u00e3o vermelho refogado, os mariscos, a salsinha e as ervilhas.\nAbafe (com tapa ou papel-alum\u00ednio)e espere terminar o cozimento do arroz.<\/blockquote>\n<strong>Obs.:<\/strong>\u00a0O arroz deve estar &#8220;al dente&#8221;.\n<h3>Segredos do cheff<\/h3>\n<blockquote>A pron\u00fancia mais correta \u00e9 a espanhola, algo pr\u00f3ximo de \u0093paelha\u0094. Os tradicionalistas dizem que, chamada de \u0093paeja\u0094, a receita perde a autenticidade\n\nO arroz nunca deve ser lavado\n\nAs carnes devem ser bem refogadas, at\u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de um fundo na panela\n\nNo caso do o fogo de lenha, este deve ficar a uma dist\u00e2ncia prudente da \u0093paella\u0094, para que as chamas sejam distribu\u00eddas igualmente sob ela\n\nA \u00e1gua deve cozinhar por no m\u00ednimo 25 minutos, para pegar o sabor dos ingredientes;\n\nO di\u00e2metro da \u0093paella\u0094 varia de acordo com a quantidade dos convidados: 25 cm para 2 a 3 pessoas, 30 cm para 3 a 4, 35 cm para 5 a 6, 40 cm para 6 a 8 e assim por diante.<\/blockquote>\nA Paella e a Tortilla da Patatas, s\u00e3o provavelmente os pratos mais conhecidos e populares da rica gastronomia espanhola. A Paella por seu sabor instigante, complexo e cheio de surpresas, e a Tortilla de Patatas por sua simplicidade, sua rusticidade e sua versatilidade.\n\nA Paella (pronunciar &#8220;paelha&#8221; como os espanh\u00f3is e n\u00e3o &#8220;paeja&#8221; como os argentinos!) tem sua origem, como o arroz, no extremo oriente. Na \u00cdndia, China, Indon\u00e9sia tem v\u00e1rios pratos que misturam carnes, verduras e frutos do mar com arroz.\n\nA genialidade da\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0est\u00e1 na acertada combina\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias carnes e verduras temperadas com azeite de oliva e a\u00e7afr\u00e3o.\n\nA\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0, como \u00e9 hoje conhecida no mundo, tem sua origem na zona de Val\u00eancia, mais especificamente na regi\u00e3o de Albufera onde al\u00e9m dos grandes arrozais existe uma grande produ\u00e7\u00e3o de verduras frescas. Era s\u00f3 um passo para misturar as carnes dispon\u00edveis (frango, coelho, porco) com as verduras (cebolas, tomates, alcachofras, ervilhas, vagens, etc.), refogar-las em azeite de oliva, temperar-las com a\u00e7afr\u00e3o e adicionar um punhado de arroz. S\u00f3 faltava uma coisa mais, o recipiente para cozinh\u00e1-las. Esse recipiente n\u00e3o \u00e9 outro que a Paella propiamente dita!\n\nNa l\u00edngua Valenciana, a frigideira \u00e9 chamada\u00a0<strong>paella<\/strong>\u00a0e \u00e9 da\u00ed que vem o nome do mais famoso prato da cozinha espanhola. A paella, no mais, \u00e9 uma frigideira na qual se eliminou o cabo e se colocou no seu lugar duas asas para suportar o peso do manjar.\n\nUm erro muito comum \u00e9 chamar o utens\u00edlio de &#8220;Paellera&#8221;. A paellera na realidade \u00e9 a mulher que prepara a\u00a0<strong>Paella<\/strong>\u00a0.\n\nFonte: www.posto7.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\n&nbsp;\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/historia-da-paella-040.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\">\u00a0<strong>Val\u00eancia<\/strong><\/p>\nA hist\u00f3ria deste tradicional prato espanhol teve in\u00edcio quando os camponeses da regi\u00e3o de Val\u00eancia, na Espanha, sa\u00edam de madrugada para o trabalho, nos s\u00e9culos 16 e 17, e levavam azeite, arroz, sal e uma panela redonda, ampla e rasa, com al\u00e7as, a que davam o nome de \u0093paella\u0094 \u0096 e n\u00e3o \u0093paellera\u0094, como dizem alguns atualmente. Ainda de manh\u00e3, capturavam um coelho ou pato selvagem, carac\u00f3is nativos e colhiam legumes da esta\u00e7\u00e3o.\n\nAo meio-dia, reuniam-se em torno do fogo e iniciavam o ritual do almo\u00e7o. Era um momento de sociabilidade e congratula\u00e7\u00e3o.\n\nNa \u0093paella\u0094, utens\u00edlio derivado de \u0093patella\u0094, a bandeja usada pelos romanos nos rituais de fecunda\u00e7\u00e3o da terra, colocavam azeite, carnes, vagens, \u00e1guas, favas, sal, carac\u00f3is, a\u00e7afr\u00e3o e arroz. S\u00f3 mais tarde acrescentou o tomate, ingrediente origin\u00e1rio da Am\u00e9rica, que chegou \u00e0 Espanha ap\u00f3s a viagem pioneira de Crist\u00f3v\u00e3o Colombo, e o frango, nobre a caro demais para os padr\u00f5es rurais da \u00e9poca.\n\nEssa \u00e9 a hist\u00f3ria oficial da \u0093paella\u0094, o prato de origem espanhola mais preparado no mundo. Ao migrar para ouras regi\u00f5es, a receita valenciana sofreu interessantes acultura\u00e7\u00f5es.\n\nSurgiram a \u0093paella marinera\u0094, feita com peixes e frutos do mar; a \u0093mista\u0094, \u00e0 base de peixe, frutos do mar e carnes; a \u0093negra\u0094, com tinta de lula. Al\u00e9m disso, apareceram \u0093paellas\u0094 apenas com verdura, alcachofra, f\u00edgado ou morcela. Mas existe uma variante da \u0093paella\u0094 com massa, a \u0093fideu\u00e0\u0094. O nome vem de \u0093fideo\u0094, que em espanhol significa aletria, macarr\u00e3o. No poro de Gandia, em Val\u00eancia, conta-se que a \u0093fideu\u00e0\u0094 surgiu acidentalmente. Os pescadores usaram massa porque n\u00e3o tinha arroz para juntar aos ingredientes.\n\nA \u0093paella\u0094 \u00e9 sobretudo um prato festivo, que os espanh\u00f3is saboreiam em batizados, casamentos, feriados religiosos e fins de semana. Como o churrasco brasileiro, sua prepara\u00e7\u00e3o compete ao homem, geralmente ao chefe da casa. \u00c9 feita de prefer\u00eancia ao ar livre, em fogo a lenha, longe da cozinha e da conota\u00e7\u00e3o feminina que ela possui. Ali, sem perigo de arranhar sua virilidade, o homem elabora um prato complicado e barroco, generoso e rico, recebe elogios e ocasionais aplausos.\n\nApenas aos filhos homens transmite os truques herdados dos ancestrais ou que descobriu na exibi\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria. Com essa conota\u00e7\u00e3o machista, a \u0093paella\u0094 se espalhou pela Espanha e chegou ao Brasil, no final do s\u00e9culo 20.\n\nAntigamente, o fogo era exclusivamente a lenha. O dom\u00ednio da chama, com seus significados ambivalentes \u0096 simboliza purifica\u00e7\u00e3o e castigo, superioridade e transforma\u00e7\u00e3o \u0096 engrandecia a exibi\u00e7\u00e3o viril. Localizado junto ao Mediterr\u00e2neo, o territ\u00f3rio de Val\u00eancia possui raros bosques naturais. A falta de lenha obrigava os camponeses a fazerem fogo com ramos e lascas de arvores frut\u00edferas, sobretudo com laranjeiras, cultivadas h\u00e1 s\u00e9culos na regi\u00e3o. Esse material, de composi\u00e7\u00e3o \u00e1cida, produzia brasas mi\u00fadas, uniformes, de calor intenso. Por outro lado,\nseu perfume agrad\u00e1vel impregnava e temperava suavemente a comida. A tecnologia moderna criou o fogo a g\u00e1s e a \u0093paella\u0094 o incorporou. O prato nacional da Espanha perdeu um pouco da magia original, mas continuou a ter import\u00e2ncia social. N\u00e3o nos referimos aqui \u00e0 \u0093paella\u0094 feita no dia a dia, no fog \u00e3o de casa. Tem express\u00e3o cultural de natureza diversa.\n\nO sucesso da \u0093paella\u0094 depende de in\u00fameros fatores. Usa-se exclusivamente a panela tradicional porque ela possui muita base e pouco fundo. \u00c9 a \u00fanica capaz de cozinhar o arroz em extens\u00e3o e n\u00e3o em altura, como manda a receita.\n\nSua superf\u00edcie ampla garante a perfeita evapora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua. O gr\u00e3o do arroz deve ser m\u00e9dio, com 5,2 a 6 mil\u00edmetros de comprimento. \u00c9 o que absorve melhor o sabor do cozimento, sejam carnes, peixes, frutos do mar, verduras ou legumes. Na pr\u00e1tica, funciona como uma pequena esponja. O ponto de cozimento tamb\u00e9m \u00e9 importante.\n\nO arroz precisa ficar inteiro, seco e solto. Se passar, rompe o gr\u00e3o e desperdi\u00e7a o amido. O sabor diminui e a textura se trona pastosa.\n\nComo o arroz n\u00e3o pode ser mexido durante o cozimento, h\u00e1 quem diga que a parte mais deliciosa fique no fundo e nas laterais. \u00c9 o \u0093socarrat\u0094, ou seja, os gr\u00e3os que pegam na \u0093paella\u0094, adquirindo cor marrom e queimadinho crocante.\n\nA quantidade de azeite deve ser bem dosada, pois a \u0093paella\u0094 n\u00e3o pode ser gordurosa. Finalmente, tamb\u00e9m se d\u00e1 muita import\u00e2ncia ao volume de \u00e1gua. Se excessivo, atrapalha todo o cozimento.\n\nMuitos valencianos acreditam que a verdadeira \u0093paella\u0094 \u00e9 feita com \u00e1gua de sua terra natal. Na Espanha, esse zelo regional d\u00e1 origem a piadas. Mesmo assim, sempre que v\u00e3o preparar a receita longe da casa, alguns continuam a carregar \u00e1gua valenciana.\n\nFonte: www.paelladochicao.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da Paella<\/h6>\n<h3>Fotos da Paella<\/h3>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da Paella\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella57.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da Paella\" width=\"184\" height=\"577\" \/><\/p>\nFonte: www.pirika.com.br\n\n&nbsp;\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria da Paella, Como Preparar, Tipos, Receitas, Origem, Tradicional, Espanha, Panela, Segredos, Frutos do Mar, Camponeses, Hist\u00f3ria da Paella<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22694,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-26953","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culinaria-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Hist\u00f3ria da Paella - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Hist\u00f3ria da Paella - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Hist\u00f3ria da Paella, Como Preparar, Tipos, Receitas, Origem, Tradicional, Espanha, Panela, Segredos, Frutos do Mar, Camponeses, Hist\u00f3ria da Paella\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-01-20T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-09-01T18:07:55+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella30.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"274\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"202\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"36 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Hist\u00f3ria da Paella\",\"datePublished\":\"2016-01-20T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T18:07:55+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/\"},\"wordCount\":7121,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/09\\\/paella30.jpg\",\"articleSection\":[\"Culin\u00e1ria\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/\",\"name\":\"Hist\u00f3ria da Paella - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/09\\\/paella30.jpg\",\"datePublished\":\"2016-01-20T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T18:07:55+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/09\\\/paella30.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/09\\\/paella30.jpg\",\"width\":274,\"height\":202},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/culinaria-2\\\/historia-da-paella-2\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Hist\u00f3ria da Paella\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Hist\u00f3ria da Paella - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Hist\u00f3ria da Paella - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Hist\u00f3ria da Paella, Como Preparar, Tipos, Receitas, Origem, Tradicional, Espanha, Panela, Segredos, Frutos do Mar, Camponeses, Hist\u00f3ria da Paella","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2016-01-20T00:00:00+00:00","article_modified_time":"2026-09-01T18:07:55+00:00","og_image":[{"width":274,"height":202,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella30.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"36 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Hist\u00f3ria da Paella","datePublished":"2016-01-20T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T18:07:55+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/"},"wordCount":7121,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella30.jpg","articleSection":["Culin\u00e1ria"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/","name":"Hist\u00f3ria da Paella - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella30.jpg","datePublished":"2016-01-20T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T18:07:55+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella30.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/paella30.jpg","width":274,"height":202},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-da-paella-2\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Hist\u00f3ria da Paella"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26953","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26953"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26953\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22694"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26953"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26953"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26953"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}