{"id":26867,"date":"2016-01-15T00:00:00","date_gmt":"2016-01-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/estrela-do-mar-3\/"},"modified":"2026-09-01T18:07:09","modified_gmt":"2026-09-01T18:07:09","slug":"estrela-do-mar-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/estrela-do-mar-3\/","title":{"rendered":"Estrela do Mar"},"content":{"rendered":"\nAs <strong>estrelas de mar<\/strong> n\u00e3o s\u00e3o peixes como o seu apelido de &#8220;estrela do mar&#8221;, sugere.\n\nElas pertencem a um grupo de animais chamados equinodermos, que significa &#8220;pele espinhoso.&#8221;\n\nEles est\u00e3o relacionados com estrelas fr\u00e1geis, ouri\u00e7os do mar e pepinos do mar.\n\nAs <strong>estrelas de mar<\/strong> pertencem \u00e0 classe Asteroidea (do grego aster, estrela + eidos, forma + ea, caracterizado por). \u00c9 uma classe de equinodermos que t\u00eam simetria radiada.\n\n<strong>O corpo das estrelas de mar pode ter diversos aspectos: <\/strong>pode ser liso, granuloso ou com espinhos bem evidentes, apresentando um determinado n\u00famero de pontas, denominadas por bra\u00e7os, que formam a sua simetria.\n\nO corpo \u00e9 duro e r\u00edgido, devido ao seu esqueleto interno, mas, no entanto, pode ser quebrado em diversas partes quanto tratado violentamente. Mesmo assim, este animal consegue dobrar-se e deslocar os bra\u00e7os para se mover para passear, ou quando o seu corpo se encontra em espa\u00e7os irregulares entre rochas.\n\nEsta movimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com a ajuda dos seus p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. Os seus tamanhos podem variar imenso \u0096 entre poucos cent\u00edmetro e um metro de di\u00e2metro.\n\nA sua respira\u00e7\u00e3o \u00e9 feita atrav\u00e9s das br\u00e2nquias.\n\nA sua reprodu\u00e7\u00e3o pode ser sexuada, ou assexuada, ou seja, pode envolver g\u00e2metas femininos ou masculinos (sexuada) ou ter origem apenas num ser, sem que haja jun\u00e7\u00e3o de dois tipos de g\u00e2metas (assexuada).\n\nQuando a reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 sexuada, a estrela-do-mar f\u00eamea liberta os ovos na \u00e1gua que ir\u00e3o, posteriormente, ser fecundados pelo g\u00e2meta masculino. \u00c1 medida que o novo ser se vai desenvolvendo, forma-se uma larva que ir\u00e1 dar origem \u00e0 estrela-do-mar.\n\nQuando se trata de reprodu\u00e7\u00e3o assexuada, a estrela-do-mar reproduz-se por um processo designado fragmenta\u00e7\u00e3o. Assim sendo, de cada vez que, espontaneamente ou acidentalmente, um dos bra\u00e7os das estrela-do-mar for cortado, este bra\u00e7o ir\u00e1 desenvolver-se, originando um novo ser.\n\nRelativamente \u00e0 estrela-do-mar que perdeu um dos bra\u00e7os, este mesmo tamb\u00e9m ser\u00e1 regenerado, restituindo \u00e0 estrela-do-mar a sua simetria.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-65.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\n<strong>Fig. 1 \u0096 Reprodu\u00e7\u00e3o assexuada na estrela-do-mar \u0096 fragmenta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\nAo contr\u00e1rio dos ouri\u00e7os-do-mar, as <strong>estrelas de mar<\/strong> n\u00e3o possuem lanterna de Arist\u00f3teles e, como tal, n\u00e3o conseguem mastigar os alimentos. Para se alimentarem, lan\u00e7am o est\u00f4mago fora da boca, que se encontra na sua face oral, localizada na parte inferior.\n\nO seu sistema digestivo \u00e9 completo e o seu orif\u00edcio retal situa-se na parte superior. Pr\u00f3ximo do orif\u00edcio retal, encontramos uma placa madreporica, que atua como filtro de \u00e1gua para o animal.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-66.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\n<strong>Fig. 2 \u0096 Estrela-do-mar a alimentar-se de uma ostra <\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-67.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\n<strong>Fig. 3 \u0096 Esquema da estrutura interna da estrela-do-mar<\/strong><\/p>\nN\u00e3o possuem c\u00e9rebro e o seu sistema nervoso \u00e9 constitu\u00eddo por um anel nervoso peribucal com nervos radiados.\n\n<strong>Asteria rubens \u0096 a esp\u00e9cie da praia da Aguda<\/strong>\n\nUm animal comum na praia da Aguda \u00e9 a <strong>estrela-do-mar.<\/strong>\n\nExistem centenas de esp\u00e9cies diferentes de <strong>estrelas de mar<\/strong>, mas na praia da Aguda, a esp\u00e9cie mais abundante \u00e9 a Asterias rubens, e este nome cient\u00edfico tem a autoria de Linnaeus, em 1758.\n\n<strong>Identifica\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie<\/strong>\n<blockquote><strong>Filo: <\/strong>Echinodermata<strong>\nSub-filo: <\/strong>Asterozoa<strong>\nClasse:<\/strong> Asteroidea<strong>\nOrdem:<\/strong> Forcipulatida<strong>\nFam\u00edlia:<\/strong> Asteriidae<strong>\nG\u00eanero:<\/strong> Asterias<strong>\nEsp\u00e9cie:<\/strong> rubens<\/blockquote>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-70.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\n<strong>Fig. 4 \u0096 Asterias rubens<\/strong><\/p>\nEsta esp\u00e9cie de estrela-do-mar apresenta espinhos curtos, pouco salientes, dispostos irregularmente (excepto os da linha central) sobre a face dorsal do corpo.\n\nA sua cor pode variar.\n\nA maior Asterias rubens conhecida mede 52 cm, no entanto, e por normal, o seu tamanho varia entre 10 a 30 cm de di\u00e2metro.\n\nHabita, principalmente, na zona infralitoral. Normalmente tem 5 bra\u00e7os, apesar de j\u00e1 terem sido encontradas, excepcionalmente, Asterias rubens com um n\u00famero de bra\u00e7os compreendido entre 4 e 8. Vivem entre 5 a 10 anos.\n\nA sua reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 igual \u00e0 de todas as outras <strong>estrelas de mar<\/strong>.\n\nEstima-se que uma f\u00eamea com 14 cm de di\u00e2metro seja capaz de produzir 2,5 milh\u00f5es de ovos.\n\nTal como a maioria das estrelas-do-mar, esta esp\u00e9cie tamb\u00e9m \u00e9 capaz de ser reproduzir pelo mecanismo de fragmenta\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Estrela do Mar<\/strong> ( Echinaster sepositus )\n<blockquote><strong>Filo:<\/strong> Echinodermata<strong>\nClasse: <\/strong>Stelleroidea<strong>\nOrdem:<\/strong> Spinulosida<strong>\nFam\u00edlia: <\/strong>Echinasteridae<strong>\nNome em ingl\u00eas: <\/strong>brick-red<\/blockquote>\n\u00c9 um <strong>equinodermo<\/strong> pent\u00e2mero, com um disco central e bra\u00e7os dispostos radialmente. Locomove-se com os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios.\n\nSe colocada com a regi\u00e3o oral para cima, a <strong>estrela-do-mar<\/strong> dobra os bra\u00e7os at\u00e9 encontrar apoio para os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios e desvira o corpo para que a regi\u00e3o oral fique voltada para baixo.\n\nAlimenta-se de moluscos, crust\u00e1ceos, vermes e outros invertebrados.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-56.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\n<strong>Estrela do Mar Almofadada<\/strong> ( <strong>Oreaster reticulatus<\/strong> )<\/p>\n\u00c9 encontrada no litoral brasileiro. Encontra-se amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o pela captura indiscrimnada, visando ornamenta\u00e7\u00e3o.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-57.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\n<strong>Estrela do Mar Vermelha ( Echinaster sepositus )<\/strong><\/p>\nDi\u00e2metro de at\u00e9 20 cm, corpo em disco pequeno, bra\u00e7os longos e afilados nas pontas, recobertos de papilas bem vis\u00edveis que a permitem distinguir-se de Ophidiaster ophidianus. P\u00e9s ambulacr\u00e1rios com ventosas, cor escarlate. Habita substrato rochoso e m\u00f3vel, entre 1 m e 250 m.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-58.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\n<strong>Estrela do mar veludo ( Ophidiaster ophidiorif\u00edcio retal )<\/strong><\/p>\nDi\u00e2metro de at\u00e9 20cm, corpo em forma de disco com bra\u00e7os muito longos. Bra\u00e7os de se\u00e7\u00e3o cil\u00edndrica e n\u00e3o afiados nas pontas. P\u00e9s ambulacr\u00e1rios com ventosas, ladeados por pequenos espinhos. Colora\u00e7\u00e3o vermelho-p\u00farpura. Habitam substrato rochoso, desde 1 m at\u00e9 maiores profundidades.\n\n<strong>Caracter\u00edsticas <\/strong>\n\nAs <strong>estrelas-do-mar <\/strong>constituem um grupo particular de animais marinhos, que compreende cerca de 1500 esp\u00e9cies presentes em quase todas as latitudes. \u00c9 um equinodermo pent\u00e2mero, com um disco central e bra\u00e7os dispostos radialmente.\n\nA sua superf\u00edcie aboral ou superior \u00e9 geralmente coberta de espinhos calc\u00e1rios, os quais s\u00e3o partes do esqueleto, dando um aspecto rijo e \u00e1spero se eretos, ou suave e liso quando achatados. Locomove-se com os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. Se colocada com a regi\u00e3o oral para cima, a estrela-do-mar dobra os bra\u00e7os at\u00e9 encontrar apoio para os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios e desvira o corpo para que a regi\u00e3o oral fique voltada para baixo. A boca encontra-se no centro da superf\u00edcie oral, virada diretamente para o substrato, rodeada por cinco mand\u00edbulas triangulares de placas m\u00faltiplas.\n\nN\u00e3o possuem dentes e a boca est\u00e1 geralmente protegida por uma esp\u00e9cie de armadura formada pelos espinhos mais internos dos sulcos ambulacr\u00e1rios. Um sulco ambulacr\u00e1rio mediano, orlado de espinhos, estende-se ao longo da superf\u00edcie oral de cada bra\u00e7o e dele se projetam muitos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios, dispostos em duas ou quatro s\u00e9ries. Pequenas br\u00e2nquias d\u00e9rmicas (p\u00e1pulas ou papilas) projetam-se da cavidade do corpo entre os espinhos para a respira\u00e7\u00e3o e excre\u00e7\u00e3o.\n\nAo redor dos espinhos e p\u00e1pulas h\u00e1 diminutos pedicel\u00e1rios em forma de pin\u00e7a, que t\u00eam como fun\u00e7\u00e3o manter a superf\u00edcie do corpo livre de detritos e de pequenos organismos, podendo auxiliar ainda na captura de alimento. Na extremidade de cada bra\u00e7o h\u00e1 um tent\u00e1culo mole, t\u00e1til e uma mancha ocelar, sens\u00edvel \u00e0 luz. O orif\u00edcio retal \u00e9 uma abertura diminuta pr\u00f3xima ao centro da superf\u00edcie aboral e nas proximidades da placa madrep\u00f3rita.\n\n<strong>Reprodu\u00e7\u00e3o <\/strong>\n\nSexuada com liberta\u00e7\u00e3o dos gametas na \u00e1gua e posterior fertiliza\u00e7\u00e3o externa. O ovo fecundado geralmente desenvolve-se numa larva livre-natante de simetria bilateral que sofrer\u00e1 no decurso do seu desenvolvimento a metamorfose mais complicada para se transformar num adulto de simetria radial.\n\nEste n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico m\u00e9todo de reprodu\u00e7\u00e3o entre as estrelas-do-mar, algumas delas t\u00eam a capacidade de se reproduzirem assexuadamente por fiss\u00e3o, um processo de divis\u00e3o do corpo que resulta em novos indiv\u00edduos completos e funcionais geneticamente semelhantes \u00e0 \u0093estrela-m\u00e3e\u0094.\n\nEsta reprodu\u00e7\u00e3o assexuada ocorre quando uma estrela se fragmenta, voluntariamente ou n\u00e3o, perdendo um dos seus bra\u00e7os com cerca de 1\/5 do disco central, a <strong>estrela-do-mar<\/strong> \u0093m\u00e3e\u0094 tem a capacidade de regenerar o bra\u00e7o perdido, e o bra\u00e7o perdido tem a capacidade de originar uma nova estrela-do-mar.\n\n<strong>Alimenta\u00e7\u00e3o <\/strong>\n\nMoluscos, crust\u00e1ceos, vermes e outros invertebrados.\n\nAs<strong> estrelas-do-mar<\/strong> s\u00e3o conhecidas quer pelo seu apetite quer pelas suas estrat\u00e9gias de alimenta\u00e7\u00e3o. As esp\u00e9cies carn\u00edvoras predam sobre esponjas, bivalves, caranguejos, corais, poliquetas e outros equinodermes.\n\nAlgumas s\u00e3o necr\u00f3fagas, alimentando-se de peixes e invertebrados mortos, outras ainda s\u00e3o detr\u00edticas alimentando-se da mat\u00e9ria org\u00e2nica e organismos microsc\u00f3picos presentes no sedimento, ou ainda suspens\u00edvoras alimentando-se de part\u00edculas em suspens\u00e3o.\n\n<strong>A evers\u00e3o ou desenvagina\u00e7\u00e3o do est\u00f4mago durante o processo de alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 caracter\u00edstico das estrelas-do-mar carn\u00edvoras: <\/strong>no caso dos bivalves, a estrela-do-mar coloca-se sobre a presa e com a for\u00e7a dos seus bra\u00e7os e dos seus p\u00e9s ambulacr\u00e1rios exerce uma press\u00e3o crescente (pode atingir 1,3 kg) sobre as valvas do bivalve cujo m\u00fasculo adutor ao fim de algum tempo se cansa e relaxa.\n\nCom uma abertura m\u00ednima 0,1 mm) a estrela everte o seu est\u00f4mago para o espa\u00e7o criado pela abertura das valvas, que ent\u00e3o envolve as partes moles do corpo do bivalve e inicia a digest\u00e3o propriamente dita. Ap\u00f3s a alimenta\u00e7\u00e3o o est\u00f4mago \u00e9 recolhido por contra\u00e7\u00e3o e relaxamento dos m\u00fasculos do corpo.\n\n<strong>A import\u00e2ncia ecol\u00f3gica das estrelas-do-mar, nomeadamente das esp\u00e9cies mais abundantes, \u00e9 bastante consider\u00e1vel devido ao seu papel de \u0093predador do topo da cadeia alimentar\u0094:<\/strong> podem alterar a composi\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies de uma zona intertidal ou de qualquer nicho ecol\u00f3gico, podem provocar s\u00e9rios danos em recifes de coral.\n\nA import\u00e2ncia econ\u00f4mica das estrelas-do-mar \u00e9 consider\u00e1vel, principalmente pelos preju\u00edzos provocados pela voracidade destes animais, que s\u00e3o consideradas pragas na ostricultura e nas culturas de outros bivalves, sendo necess\u00e1rio proceder \u00e0 sua remo\u00e7\u00e3o manual para evitar preju\u00edzos elevados. Em determinados pa\u00edses, por exemplo na Dinamarca, faz-se o aproveitamento das estrelas assim removidas para ra\u00e7\u00e3o animal, nomeadamente de aves.\n\n<strong>Amea\u00e7as<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-59.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\n<strong>Estrela do mar cometa ( Linckia Guildingii )<\/strong>\n<strong>(amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o) <\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-60.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\n<strong>Estrela do mar ( Narcissia trigonaria )<\/strong>\n<strong>(amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o)<\/strong><\/p>\nOutro aspecto econ\u00f4mico das estrelas \u00e9 a sua comercializa\u00e7\u00e3o como adornos ou como material biol\u00f3gico para institui\u00e7\u00f5es de ensino. Esta pr\u00e1tica resultou num dr\u00e1stico decl\u00ednio de algumas esp\u00e9cies.\n\nEm in\u00fameros pa\u00edses existem muitas esp\u00e9cies de estrelas-do-mar amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o devido \u00e0 sobre-explora\u00e7\u00e3o dos estoques, principalmente devido \u00e0 apanha para o mercado de adornos ou para o mercado da aquariofilia.\n\nNesses pa\u00edses, como por exemplo no Brasil, a apanha dessas esp\u00e9cies \u00e9 atualmente proibida. A polui\u00e7\u00e3o e destrui\u00e7\u00e3o dos habitats tamb\u00e9m contribuem para a dizima\u00e7\u00e3o de algumas esp\u00e9cies.\n\n<strong>Classe Asteroidea (estrelas-do-mar)<\/strong>\n\n<strong>Asteroidea<\/strong> (do grego aster, estrela + eidos, forma + ea, caracterizado por) \u00e9 uma classe de equinodermos conhecidos por estrelas-do-mar ou aster\u00f3ides.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-62.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/><strong>\nEstrela do mar<\/strong><\/p>\nAs estrelas-do-mar abundam em quase todas as costas marinhas, especialmente em praias rochosas e ao redor de pilares de portos. V\u00e1rias esp\u00e9cies vivem desde as linhas de mar\u00e9 at\u00e9 profundidades consider\u00e1veis na areia e no lodo.\n\nO corpo de uma estrela-do-mar consiste de um disco central e cinco raios ou bra\u00e7os afilados. Na superf\u00edcie aboral ou superior h\u00e1 espinhos calc\u00e1rios, os quais s\u00e3o partes do esqueleto. Br\u00e2nquias d\u00e9rmicas (p\u00e1pulas) pequenas e moles projetam-se da cavidade do corpo entre os espinhos para a respira\u00e7\u00e3o e excre\u00e7\u00e3o. Ao redor dos espinhos e p\u00e1pulas h\u00e1 pedicel\u00e1rias diminutas em forma de pin\u00e7a, que mant\u00e9m a superf\u00edcie do corpo limpa e tamb\u00e9m auxiliam na captura de alimento.\n\nO orif\u00edcio retal \u00e9 uma abertura diminuta pr\u00f3xima ao centro da superf\u00edcie aboral e nas proximidades do madreporito. A boca est\u00e1 no centro da superf\u00edcie oral, ou inferior.\n\nUm sulco ambulacr\u00e1rio mediano, orlado de espinhos, estende-se ao longo da superf\u00edcie oral de cada bra\u00e7o e dele protaem muitos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. Na ponta de cada bra\u00e7o h\u00e1 um tent\u00e1culo t\u00e1ctil e uma mancha ocelar, sens\u00edvel a luz.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-63.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/><strong>\nEstrela do mar<\/strong><\/p>\nAs estrelas-do-mar alimentam-se de moluscos, crust\u00e1ceos e vermes tub\u00edcolas. Algumas alimentam-se de mat\u00e9ria org\u00e2nica em suspens\u00e3o.\n\nAnimais pequenos e ativos, mesmo peixes, ocasionalmente podem ser capturados pelos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios e pedicel\u00e1rias e levados \u00e0 boca. Quanto \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o, \u00f3vulos e espermatoz\u00f3ides s\u00e3o postos na \u00e1gua do mar, onde ocorre a fecunda\u00e7\u00e3o.\n\nA clivagem \u00e9 r\u00e1pida, total, igual e indeterminada. A larva originada possui simetria bilateral e passa por diferentes fases. Estrelas-do-mar sofrem acidentes na natureza e podem soltar um bra\u00e7o (autotomia) quando manuseadas rudemente, mas os bra\u00e7os regeneram-se prontamente.\n\n<strong>Algumas estrelas-do-mar:<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-68.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/><strong>\nEstrela do mar<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-69.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/><strong>\nEstrela do mar<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-61.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/><strong>\nEstrela do Mar <\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" title=\"Estrela do Mar\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/estrela-do-mar-64.jpg\" alt=\"Estrela do Mar\" \/>\nEstrela do Mar <\/strong><\/p>\nFonte: www.edc.uri.edu\/educar.sc.usp.br\/www.vivaterra.org.br\/oficina.cienciaviva.pt\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As estrelas de mar n\u00e3o s\u00e3o peixes como o seu apelido de &#8220;estrela do mar&#8221;, sugere. 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