{"id":26861,"date":"2016-01-15T00:00:00","date_gmt":"2016-01-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/classe-echinoidea-3\/"},"modified":"2026-09-01T18:07:04","modified_gmt":"2026-09-01T18:07:04","slug":"classe-echinoidea-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-echinoidea-3\/","title":{"rendered":"Classe Echinoidea"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-38.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"348\" height=\"229\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><strong><br \/>\n     Ouri\u00e7o do mar<\/strong> <\/p>\n   \n<p>A <strong>Classe Echinoidea <\/strong>abrange os <strong>ouri\u00e7os-do-mar <\/strong>(chamados      de equin\u00f3ides regulares) e as <strong>bolachas-da-praia<\/strong> (chamadas      de equin\u00f3ides irregulares). \u00c9 a \u00faltima classe de equinodermos. <\/p>\n   \n<p>Estes animais s\u00e3o equinodermos, ent\u00e3o eles est\u00e3o relacionados com estrelas      do mar (estrela do mar) e pepinos do mar.<\/p>\n   \n<p>Vivem sobre substratos duros ou na areia ou lodo, podendo at\u00e9 enterrar-se,      cobrir-se com fragmentos de conchas e escavar rochas. <\/p>\n   \n<p>Vivem em profundidades variadas, mas s\u00e3o muito abundantes em \u00e1guas rasas      e at\u00e9 em po\u00e7as de mar\u00e9s. O corpo geralmente \u00e9 arredondado e n\u00e3o apresentam      bra\u00e7os. <\/p>\n   \n<p>Seus espinhos s\u00e3o longos e m\u00f3veis.<\/p>\n   \n<p>Ao redor da carapa\u00e7a existem cinco regi\u00f5es ambulacr\u00e1rias (de onde partem      os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios) que se alternam com cinco regi\u00f5es interambulacr\u00e1rias      (de onde partem os espinhos), sendo que ambas estruturas s\u00e3o utilizadas para      a locomo\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>Alimentam-se de algas e mat\u00e9ria org\u00e2nica morta. Suas ovas servem de alimento      para o homem em v\u00e1rias partes do mundo.<\/p>\n   \n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Reino:<\/strong> Animalia<br \/>\n<strong>Filo:<\/strong> Echinodermata<br \/>\n<strong>Classe: <\/strong>Echinoidea<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Os <strong>Equin\u00f3ides<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Os <strong>Equin\u00f3ides<\/strong>, de que fazem parte os ouri\u00e7os-do-mar, s\u00e3o      equinodermes sem bra\u00e7os e que uma carapa\u00e7a espinhosa (com espinhos m\u00f3veis      e pedicel\u00e1rios), formada por placas esquel\u00e9ticas muito fundidas, em forma      de globo, de disco ou vagamente cil\u00edndricos. <\/p>\n   \n<p>Os ouri\u00e7os-do-mar (equin\u00f3ides regulares, ouri\u00e7os regulares) t\u00eam uma forma      hemisf\u00e9rica, arredondados no topo e planos na superf\u00edcie inferior. <\/p>\n   \n<p>Possuem longos espinhos proeminentes e t\u00eam frequentemente colora\u00e7\u00f5es garridas.    <\/p>\n   \n<p>O globo de um ouri\u00e7o-do-mar \u00e9 dividido em dez segmentos, de p\u00f3lo a p\u00f3lo,      como se fossem os gomos de uma laranja; cinco destes \u0093gomos\u0094 s\u00e3o      chamados ambulacrais, com aberturas para os p\u00e9s-tubo (como os das Asteroidea);      estes ambulacrais s\u00e3o alternados com outros cinco \u0093gomos\u0094 que n\u00e3o      t\u00eam p\u00e9s ambulacr\u00e1rios, chamados interambulacrais. No entanto, quer espinhos      quer pedicel\u00e1rios est\u00e3o presentes sobre toda a superf\u00edcie da carapa\u00e7a. <\/p>\n   \n<p>Os ouri\u00e7os movem-se empurrando-se atrav\u00e9s do substrato com os espinhos e      estendendo os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios na dire\u00e7\u00e3o do movimento. Se forem virados      ao contr\u00e1rio podem endireitar-se atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o dos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios situados      na superf\u00edcie aboral. Dentro da boca encontra-se um elaborado conjunto de      cinco dentes chamado \u0093Lanterna de Arist\u00f3teles\u0094 (mais acerca deste      termo num texto complementar mais abaixo), e esta est\u00e1 no centro da superf\u00edcie      inferior do animal, sendo circundada por uma zona espessada com cinco pares      de p\u00e9s ambulacr\u00e1rios curtos e fortes, e em alguns casos, por cinco pares de      br\u00e2nquias ramificadas. <\/p>\n   \n<p>A Lanterna de Arist\u00f3teles pode ser parcialmente extrusada da boca e \u00e9 capaz      de agarrar e quebrar as partes calc\u00e1rias dos exoesqueletos de plantas de animais.      O orif\u00edcio retal est\u00e1 no centro da superf\u00edcie aboral \u00e9 rodeado por uma \u00e1rea      com a parede muito mais fina, sem placas esquel\u00e9ticas.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>equin\u00f3ides<\/strong> irregulares t\u00eam uma densa cobertura de espinhos      curtos, e s\u00e3o os movimentos destes que atuam em exclusivo na locomo\u00e7\u00e3o do      animal. Estes animais t\u00eam no entanto dois grupos de poros ambulacr\u00e1rios, um      na superf\u00edcie superior, em forma de p\u00e9tala, em que os p\u00e9s que deles saem atuam      como \u00f3rg\u00e3os respirat\u00f3rios, e outro grupo na superf\u00edcie inferior, dispostos      num padr\u00e3o semelhante, especializados na recolha de part\u00edculas de alimento,      que dirigem \u00e0 boca. Em algumas esp\u00e9cies, que s\u00e3o extremamente achatadas e      de forma oval, o orif\u00edcio retal fica na superf\u00edcie oral, noutras que s\u00e3o menos      achatadas e (vagamente) em forma de cora\u00e7\u00e3o, fica na superf\u00edcie aboral.<\/p>\n   \n<h4>Classe Echinoidea &#8211; <strong>Bolacha da Praia<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Re\u00fane esp\u00e9cies apresentando forma hemisf\u00e9rica globosa, representado pelos      ouri\u00e7os-do-mar, e pelas formas disc\u00f3ides achatadas como a <strong>bolacha-do-mar<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p>Distribuem-se desde a regi\u00e3o entremar\u00e9s at\u00e9 cerca de 4.800 m de profundidade.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>ouri\u00e7os<\/strong> regulares vivem especialmente sobre fundos consolidados,      mas ocorrem, tamb\u00e9m, em fundos n\u00e3o consolidados. <\/p>\n   \n<p>J\u00e1 os irregulares s\u00e3o t\u00edpicos de fundos n\u00e3o consolidados, existindo, inclusive,      algumas esp\u00e9cies que vivem enterradas na areia. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-32.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"345\" height=\"240\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Bolacha da Praia<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-33.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"301\" height=\"319\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Bolacha da Praia<\/strong><\/p>\n   \n<p>Nos<strong> ouri\u00e7os do mar<\/strong>, o corpo \u00e9 formado externamente por uma      grande carapa\u00e7a dividida em uma parte central, denominada roseta apical, situada      no dorso do animal, e a corona que compreende o resto da carapa\u00e7a. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-34.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"259\" height=\"255\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Ouri\u00e7o do mar<\/strong> <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-35.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"452\" height=\"382\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Ouri\u00e7o do mar<\/strong> <\/p>\n   \n<p>A roseta apical \u00e9 formada por numerosas placas organizadas, distinguindo-se      uma central onde se abre o orif\u00edcio retal do animal, e cinco placas genitais      onde se abre o orif\u00edcio externo de cada g\u00f4nada. Uma dessas placas \u00e9 mais desenvolvida      constituindo a placa madrep\u00f3rica que corresponde \u00e0 abertura externa do sistema      ambulacr\u00e1rio. <\/p>\n   \n<p>Por entre as placas genitais, existem 5 pequenas placas intergenitais. De      cada placa da roseta apical, parte perfeitamente delimitada que caminhando      pela corona, vai terminar na face ventral, junto \u00e0 boca. <\/p>\n   \n<p><strong>Essas \u00e1reas s\u00e3o divididas em dois tipos de zonas: <\/strong>temos      5 zonas ambulacrais, cada partindo de uma placa intergenital; nessas zonas      se localizam os chamados p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. De cada placa genital parte uma      zona inter-ambulacraia, onde se acham localizados os espinhos do animal. <\/p>\n   \n<p>A boca dos equin\u00f3ides est\u00e1 situada na superf\u00edcie ventral e \u00e9 circundada por      dentes de v\u00e9rtices voltados para baixo. Estes dentes s\u00e3o suportados por uma      estrutura muscular complexa de cinco lados dentro da carapa\u00e7a, que \u00e9 conhecida      como &#8220;Lanterna de Arist\u00f3teles&#8221;. <\/p>\n   \n<p>Os ouri\u00e7os vivem em rochas, cavando-as atrav\u00e9s de um desgaste provocado por      um cont\u00ednuo movimento rotat\u00f3rio dos espinhos. <\/p>\n   \n<p>Podem ainda ser encontrados no lado das praias e no fundo do mar, alimentando-se      de plantas marinhas, mat\u00e9ria animal morta e mat\u00e9ria org\u00e2nica contida na areia.    <\/p>\n   \n<p>Os <strong>ouri\u00e7os<\/strong> fornecem o material preferido para experi\u00eancias      embriol\u00f3gicas, pois o desenvolvimento desses animais podem ser facilmente      acompanhados desde a forma do ovo at\u00e9 a fase de larva. <\/p>\n   \n<h4>Ouri\u00e7os-do-mar e Bolachas-da-praia<\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-36.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"282\" height=\"278\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Bolacha da praia<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os membros desta classe t\u00eam o corpo arredondado (<strong>forma<\/strong>:      hemisf\u00e9rica ou ov\u00f3ide, nos <strong>ouri\u00e7os-do-mar<\/strong>; disciforme, nas      <strong>bolachas-do-mar<\/strong>) sem bra\u00e7os ou raios livres, mas possuem      espinhos delgados e m\u00f3veis. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-37.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"272\" height=\"303\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Ouri\u00e7o do mar<\/strong> <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-39.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"307\" height=\"246\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><strong><br \/>\n     Ouri\u00e7o do mar<\/strong><\/p>\n   \n<p>Em um <strong>ouri\u00e7o-do-mar <\/strong>comum as v\u00edsceras est\u00e3o encerradas em      uma carapa\u00e7a. Cinco \u00e1reas (ambulacros), correspondem aos bra\u00e7os da estrela-do-mar,      s\u00e3o perfuradas para uma s\u00e9rie dupla de p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. <\/p>\n   \n<p>Nas placas h\u00e1 tub\u00e9rculos baixos, arredondados, nos quais os espinhos se articulam.    <\/p>\n   \n<p>Entre os espinhos h\u00e1 pedicel\u00e1rias, as quais mant\u00eam o corpo limpo e capturam      pequenas presas. Boca e orif\u00edcio retal s\u00e3o centrais, mas em p\u00f3los opostos.    <\/p>\n   \n<p><strong>Ouri\u00e7os <\/strong>alimentam-se de plantas marinhas, mat\u00e9ria animal      morta e pequenos organismos. <\/p>\n   \n<p><strong>Bolachas-da-praia<\/strong> alimentam-se de part\u00edculas org\u00e2nicas da      areia ou do lodo atrav\u00e9s de ingest\u00e3o direta ou por meio de rede de muco. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.ucmp.berkeley.edu\/www.vivaterra.org.br\/educar.sc.usp.br\/dive.nautilusdive.com.br<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-38.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"348\" height=\"229\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><strong><br \/>\n Ouri\u00e7o do mar<\/strong> <\/p>\n  \n<p>A <strong>Classe Echinoidea <\/strong>abrange os <strong>ouri\u00e7os-do-mar <\/strong>(chamados de equin\u00f3ides regulares) e as <strong>bolachas-da-praia<\/strong> (chamadas de equin\u00f3ides irregulares). \u00c9 a \u00faltima classe de equinodermos. <\/p>\n  \n<p>Estes animais s\u00e3o equinodermos, ent\u00e3o eles est\u00e3o relacionados com estrelas do mar (estrela do mar) e pepinos do mar.<\/p>\n  \n<p>Vivem sobre substratos duros ou na areia ou lodo, podendo at\u00e9 enterrar-se, cobrir-se com fragmentos de conchas e escavar rochas. <\/p>\n  \n<p>Vivem em profundidades variadas, mas s\u00e3o muito abundantes em \u00e1guas rasas e at\u00e9 em po\u00e7as de mar\u00e9s. O corpo geralmente \u00e9 arredondado e n\u00e3o apresentam bra\u00e7os. <\/p>\n  \n<p>Seus espinhos s\u00e3o longos e m\u00f3veis.<\/p>\n  \n<p>Ao redor da carapa\u00e7a existem cinco regi\u00f5es ambulacr\u00e1rias (de onde partem os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios) que se alternam com cinco regi\u00f5es interambulacr\u00e1rias (de onde partem os espinhos), sendo que ambas estruturas s\u00e3o utilizadas para a locomo\u00e7\u00e3o. <\/p>\n  \n<p>Alimentam-se de algas e mat\u00e9ria org\u00e2nica morta. Suas ovas servem de alimento para o homem em v\u00e1rias partes do mundo.<\/p>\n  \n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n  \n<blockquote>     \n<p><strong>Reino:<\/strong> Animalia<br \/>\n<strong>Filo:<\/strong> Echinodermata<br \/>\n<strong>Classe: <\/strong>Echinoidea<\/p>\n <\/blockquote>\n  \n<h4>Os <strong>Equin\u00f3ides<\/strong><\/h4>\n  \n<p>Os <strong>Equin\u00f3ides<\/strong>, de que fazem parte os ouri\u00e7os-do-mar, s\u00e3o equinodermes sem bra\u00e7os e que uma carapa\u00e7a espinhosa (com espinhos m\u00f3veis e pedicel\u00e1rios), formada por placas esquel\u00e9ticas muito fundidas, em forma de globo, de disco ou vagamente cil\u00edndricos. <\/p>\n  \n<p>Os ouri\u00e7os-do-mar (equin\u00f3ides regulares, ouri\u00e7os regulares) t\u00eam uma forma hemisf\u00e9rica, arredondados no topo e planos na superf\u00edcie inferior. <\/p>\n  \n<p>Possuem longos espinhos proeminentes e t\u00eam frequentemente colora\u00e7\u00f5es garridas. <\/p>\n  \n<p>O globo de um ouri\u00e7o-do-mar \u00e9 dividido em dez segmentos, de p\u00f3lo a p\u00f3lo, como se fossem os gomos de uma laranja; cinco destes \u0093gomos\u0094 s\u00e3o chamados ambulacrais, com aberturas para os p\u00e9s-tubo (como os das Asteroidea); estes ambulacrais s\u00e3o alternados com outros cinco \u0093gomos\u0094 que n\u00e3o t\u00eam p\u00e9s ambulacr\u00e1rios, chamados interambulacrais. No entanto, quer espinhos quer pedicel\u00e1rios est\u00e3o presentes sobre toda a superf\u00edcie da carapa\u00e7a. <\/p>\n  \n<p>Os ouri\u00e7os movem-se empurrando-se atrav\u00e9s do substrato com os espinhos e estendendo os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios na dire\u00e7\u00e3o do movimento. Se forem virados ao contr\u00e1rio podem endireitar-se atrav\u00e9s da a\u00e7\u00e3o dos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios situados na superf\u00edcie aboral. Dentro da boca encontra-se um elaborado conjunto de cinco dentes chamado \u0093Lanterna de Arist\u00f3teles\u0094 (mais acerca deste termo num texto complementar mais abaixo), e esta est\u00e1 no centro da superf\u00edcie inferior do animal, sendo circundada por uma zona espessada com cinco pares de p\u00e9s ambulacr\u00e1rios curtos e fortes, e em alguns casos, por cinco pares de br\u00e2nquias ramificadas. <\/p>\n  \n<p>A Lanterna de Arist\u00f3teles pode ser parcialmente extrusada da boca e \u00e9 capaz de agarrar e quebrar as partes calc\u00e1rias dos exoesqueletos de plantas de animais. O orif\u00edcio retal est\u00e1 no centro da superf\u00edcie aboral \u00e9 rodeado por uma \u00e1rea com a parede muito mais fina, sem placas esquel\u00e9ticas.<\/p>\n  \n<p>Os <strong>equin\u00f3ides<\/strong> irregulares t\u00eam uma densa cobertura de espinhos curtos, e s\u00e3o os movimentos destes que atuam em exclusivo na locomo\u00e7\u00e3o do animal. Estes animais t\u00eam no entanto dois grupos de poros ambulacr\u00e1rios, um na superf\u00edcie superior, em forma de p\u00e9tala, em que os p\u00e9s que deles saem atuam como \u00f3rg\u00e3os respirat\u00f3rios, e outro grupo na superf\u00edcie inferior, dispostos num padr\u00e3o semelhante, especializados na recolha de part\u00edculas de alimento, que dirigem \u00e0 boca. Em algumas esp\u00e9cies, que s\u00e3o extremamente achatadas e de forma oval, o orif\u00edcio retal fica na superf\u00edcie oral, noutras que s\u00e3o menos achatadas e (vagamente) em forma de cora\u00e7\u00e3o, fica na superf\u00edcie aboral.<\/p>\n  \n<h4>Classe Echinoidea &#8211; <strong>Bolacha da Praia<\/strong><\/h4>\n  \n<p>Re\u00fane esp\u00e9cies apresentando forma hemisf\u00e9rica globosa, representado pelos ouri\u00e7os-do-mar, e pelas formas disc\u00f3ides achatadas como a <strong>bolacha-do-mar<\/strong>. <\/p>\n  \n<p>Distribuem-se desde a regi\u00e3o entremar\u00e9s at\u00e9 cerca de 4.800 m de profundidade.<\/p>\n  \n<p>Os <strong>ouri\u00e7os<\/strong> regulares vivem especialmente sobre fundos consolidados, mas ocorrem, tamb\u00e9m, em fundos n\u00e3o consolidados. <\/p>\n  \n<p>J\u00e1 os irregulares s\u00e3o t\u00edpicos de fundos n\u00e3o consolidados, existindo, inclusive, algumas esp\u00e9cies que vivem enterradas na areia. <\/p>\n  \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-32.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"345\" height=\"240\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Bolacha da Praia<\/strong><\/p>\n  \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-33.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"301\" height=\"319\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Bolacha da Praia<\/strong><\/p>\n  \n<p>Nos<strong> ouri\u00e7os do mar<\/strong>, o corpo \u00e9 formado externamente por uma grande carapa\u00e7a dividida em uma parte central, denominada roseta apical, situada no dorso do animal, e a corona que compreende o resto da carapa\u00e7a. <\/p>\n  \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-34.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"259\" height=\"255\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Ouri\u00e7o do mar<\/strong> <\/p>\n  \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-35.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"452\" height=\"382\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Ouri\u00e7o do mar<\/strong> <\/p>\n  \n<p>A roseta apical \u00e9 formada por numerosas placas organizadas, distinguindo-se uma central onde se abre o orif\u00edcio retal do animal, e cinco placas genitais onde se abre o orif\u00edcio externo de cada g\u00f4nada. Uma dessas placas \u00e9 mais desenvolvida constituindo a placa madrep\u00f3rica que corresponde \u00e0 abertura externa do sistema ambulacr\u00e1rio. <\/p>\n  \n<p>Por entre as placas genitais, existem 5 pequenas placas intergenitais. De cada placa da roseta apical, parte perfeitamente delimitada que caminhando pela corona, vai terminar na face ventral, junto \u00e0 boca. <\/p>\n  \n<p><strong>Essas \u00e1reas s\u00e3o divididas em dois tipos de zonas: <\/strong>temos 5 zonas ambulacrais, cada partindo de uma placa intergenital; nessas zonas se localizam os chamados p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. De cada placa genital parte uma zona inter-ambulacraia, onde se acham localizados os espinhos do animal. <\/p>\n  \n<p>A boca dos equin\u00f3ides est\u00e1 situada na superf\u00edcie ventral e \u00e9 circundada por dentes de v\u00e9rtices voltados para baixo. Estes dentes s\u00e3o suportados por uma estrutura muscular complexa de cinco lados dentro da carapa\u00e7a, que \u00e9 conhecida como &#8220;Lanterna de Arist\u00f3teles&#8221;. <\/p>\n  \n<p>Os ouri\u00e7os vivem em rochas, cavando-as atrav\u00e9s de um desgaste provocado por um cont\u00ednuo movimento rotat\u00f3rio dos espinhos. <\/p>\n  \n<p>Podem ainda ser encontrados no lado das praias e no fundo do mar, alimentando-se de plantas marinhas, mat\u00e9ria animal morta e mat\u00e9ria org\u00e2nica contida na areia. <\/p>\n  \n<p>Os <strong>ouri\u00e7os<\/strong> fornecem o material preferido para experi\u00eancias embriol\u00f3gicas, pois o desenvolvimento desses animais podem ser facilmente acompanhados desde a forma do ovo at\u00e9 a fase de larva. <\/p>\n  \n<h4>Ouri\u00e7os-do-mar e Bolachas-da-praia<\/h4>\n  \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-36.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"282\" height=\"278\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Bolacha da praia<\/strong><\/p>\n  \n<p>Os membros desta classe t\u00eam o corpo arredondado (<strong>forma<\/strong>: hemisf\u00e9rica ou ov\u00f3ide, nos <strong>ouri\u00e7os-do-mar<\/strong>; disciforme, nas <strong>bolachas-do-mar<\/strong>) sem bra\u00e7os ou raios livres, mas possuem espinhos delgados e m\u00f3veis. <\/p>\n  \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-37.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"272\" height=\"303\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><br \/>\n<strong>Ouri\u00e7o do mar<\/strong> <\/p>\n  \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-echinoidea-39.jpg\" alt=\"Classe Echinoidea\" width=\"307\" height=\"246\" title=\"Classe Echinoidea\" \/><strong><br \/>\n Ouri\u00e7o do mar<\/strong><\/p>\n  \n<p>Em um <strong>ouri\u00e7o-do-mar <\/strong>comum as v\u00edsceras est\u00e3o encerradas em uma carapa\u00e7a. Cinco \u00e1reas (ambulacros), correspondem aos bra\u00e7os da estrela-do-mar, s\u00e3o perfuradas para uma s\u00e9rie dupla de p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. <\/p>\n  \n<p>Nas placas h\u00e1 tub\u00e9rculos baixos, arredondados, nos quais os espinhos se articulam. <\/p>\n  \n<p>Entre os espinhos h\u00e1 pedicel\u00e1rias, as quais mant\u00eam o corpo limpo e capturam pequenas presas. Boca e orif\u00edcio retal s\u00e3o centrais, mas em p\u00f3los opostos. <\/p>\n  \n<p><strong>Ouri\u00e7os <\/strong>alimentam-se de plantas marinhas, mat\u00e9ria animal morta e pequenos organismos. <\/p>\n  \n<p><strong>Bolachas-da-praia<\/strong> alimentam-se de part\u00edculas org\u00e2nicas da areia ou do lodo atrav\u00e9s de ingest\u00e3o direta ou por meio de rede de muco. <\/p>\n  \n<p>Fonte:  www.ucmp.berkeley.edu\/www.vivaterra.org.br\/educar.sc.usp.br\/dive.nautilusdive.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Classe Echinoidea, Animais, Ouri\u00e7os do Mar, Equinodermos, Bolacha, Praia, Reino, Corpo, Vivem, Forma, Movimento, Classifica\u00e7\u00e3o, Classe Echinoidea<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18145,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-26861","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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