{"id":26403,"date":"2016-01-06T00:00:00","date_gmt":"2016-01-06T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/crustaceos-3\/"},"modified":"2026-09-01T18:03:22","modified_gmt":"2026-09-01T18:03:22","slug":"crustaceos-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/crustaceos-3\/","title":{"rendered":"Crust\u00e1ceos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/crustaceos-18.jpg\" alt=\"Crust\u00e1ceos\" title=\"Crust\u00e1ceos\" \/><strong><br \/>\n     Crust\u00e1ceos<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Crust\u00e1ceos<\/strong> est\u00e3o entre o grupo mais generalizada e diversificada      de invertebrados.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>crust\u00e1ceos<\/strong> s\u00e3o um grupo de animais que possuem um exoesqueleto      duro, pernas articuladas e um corpo segmentado que \u00e9 bilateralmente sim\u00e9trico.    <\/p>\n   \n<p>Eles t\u00eam dois pares de antenas sensoriais, um par de mand\u00edbulas (para mastigar      os alimentos), e dois pares de maxilas (para ajudar as mand\u00edbulas no posicionamento      da comida).<\/p>\n   \n<h4>O que s\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>Os <strong>crust\u00e1ceos<\/strong> s\u00e3o artr\u00f3podes da classe Crustacea principalmente      aqu\u00e1tico e incluem as lagostas, caranguejos, camar\u00f5es, Is\u00f3podos, cracas, e      pulgas de \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>O exoesqueleto de crust\u00e1ceos \u00e9 por vezes uma prote\u00e7\u00e3o contra predadores.<\/p>\n   \n<p>Os crust\u00e1ceos maiores (lagosta, caranguejo, camar\u00e3o) s\u00e3o colhidas para consumo      humano em muitas \u00e1reas do mundo.<\/p>\n   \n<p>Os crust\u00e1ceos s\u00e3o animais como lagostas, caranguejos e lagostas. Crust\u00e1ceos      t\u00eam dois pares de antenas, dois pares de maxilas, um par de mand\u00edbulas (que      s\u00e3o como mand\u00edbulas) e pernas.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>Crust\u00e1ceos<\/strong> formam um grupo muito grande de artr\u00f3podes,      geralmente tratado como um subfilo, que inclui tais animais familiares como      caranguejos, lagostas, lagostins, camar\u00f5es, krill e cracas. <\/p>\n   \n<p>A maioria dos crust\u00e1ceos s\u00e3o animais aqu\u00e1ticos, mas alguns s\u00e3o terrestre      (por exemplo os Is\u00f3podos ), alguns s\u00e3o parasitas e alguns s\u00e3o s\u00e9sseis (por      exemplo, as cracas ). <\/p>\n   \n<p>Os<strong> crust\u00e1ceos<\/strong> s\u00e3o organismos invertebrados que tem o esqueleto      do lado de fora do corpo em forma de uma carapa\u00e7a. Existem v\u00e1rias formas diferentes,      cada qual apresentando uma carapa\u00e7a diversa recoberta de antenas e espinhos.<\/p>\n   \n<p>Quando jovens passam por um est\u00e1gio de larva flutuante e fazem parte do plancton,      base da cadeia alimentar dos mares. Existem formas microsc\u00f3picas de crust\u00e1ceos      que alimentam diretamente os maiores seres vivos sobre a face do planeta;      as grandes baleias azuis. Outras formas maiores servem de alimento para os      seres humanos como o siri, o caranguejo, o camar\u00e3o e a lagosta.<\/p>\n   \n<p>Os<strong> crust\u00e1ceos <\/strong>s\u00e3o muito variados n\u00e3o s\u00f3 em tamanho como      tamb\u00e9m em estilo de vida. Alguns andam sobre o fundo (caranguejo) enquanto      outros s\u00e3o capazes at\u00e9 de nadar (camar\u00e3o). Ainda outros passam a vida fixos      no mesmo lugar (cracas) filtrando a \u00e1gua que passa para obter seu alimento.<\/p>\n   \n<h4>Os<strong> crust\u00e1ceos<\/strong><\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/crustaceos-19.jpg\" alt=\"Crust\u00e1ceos\" title=\"Crust\u00e1ceos\" \/><strong><br \/>\n     Crust\u00e1ceos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os <strong>crust\u00e1ceos<\/strong> s\u00e3o artr\u00f3podes , como insetos, mas ao contr\u00e1rio      de seus primos, t\u00eam se adaptado principalmente para a vida nos oceanos. O      termo &#8220;crust\u00e1ceo&#8221; vem da palavra latina crusta significa &#8220;crosta,      casca, ou disco de superf\u00edcie.&#8221; \u00c0 semelhan\u00e7a de outros artr\u00f3podes, crust\u00e1ceos      t\u00eam uma casca dura, muitas vezes mais espessa do que seus primos de insetos,      e mand\u00edbulas usadas para manipular e consumir alimentos. Os crust\u00e1ceos s\u00e3o      distintos de outros artr\u00f3podes por ser um grupo monofil\u00e9tico (descendente      de um ancestral comum) e possuindo (ramifica\u00e7\u00e3o) membros biramous.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>crust\u00e1ceos<\/strong> incluem muitos animais familiares &#8211; lagostas,      camar\u00f5es, cracas, caranguejos e lagostas.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m crust\u00e1ceos terrestres, como os caranguejos terrestres, is\u00f3podos      e terrestres eremita caranguejos. <\/p>\n   \n<p>H\u00e1 bilh\u00f5es de is\u00f3podos em uma floresta t\u00edpica, e algumas ilhas do Pac\u00edfico      est\u00e3o literalmente fervilhando de caranguejos terrestres. Alguns, como o caranguejo      de coco, s\u00e3o enormes, com uma extens\u00e3o de perna de 2 m (6 p\u00e9s) e um peso de      at\u00e9 4 kg (9 libras). O caranguejo de coco \u00e9 o maior artr\u00f3pode terrestre, capaz      de esmagar cocos com um movimento de martelar \u00fanico de suas garras. Ele ainda      consome ratos ocasionalmente, e ir\u00e1 atacar um ser humano se amea\u00e7ado, embora      nenhuma morte tenha sido relatada.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 alguns crust\u00e1ceos menos familiares. Um deles \u00e9 ois\u00f3pode gigante, Bathynomus      giganteus, que lentamente cruzam o fundo dos oceanos, comem detritos. <\/p>\n   \n<p>Is\u00f3podes gigantes, acostumados com o ambiente relativamente des\u00e9rtica nos      pisos profundos do oceano, s\u00e3o capazes de ficarem at\u00e9 dois meses inteiros      sem comida. <\/p>\n   \n<p>Estes animais foram descobertos pela primeira vez pelo zo\u00f3logo franc\u00eas Alphonse      Milne-Edwards em 1879, depois de ter pescado um exemplar do Golfo do M\u00e9xico.    <\/p>\n   \n<p>Na \u00e9poca, a descoberta foi elogiado por ambos os cientistas eo p\u00fablico, e      isso ajudou a provar que o fundo dos oceanos n\u00e3o eram inteiramente desprovido      de vida. No entanto, at\u00e9 hoje, h\u00e1 muitas pessoas que nunca ouviram falar do      is\u00f3pode gigante. <\/p>\n   \n<p>Outra classe de crust\u00e1ceos desconhecidas s\u00e3o piolhos crust\u00e1ceo, que infectam      a cada criatura que se possa imaginar no oceano. O piolho de baleia hediondo,      que \u00e9 encontrado nas les\u00f5es de pele, dobras genitais, narinas e olhos de baleias,      pode chegar a at\u00e9 um cent\u00edmetro de tamanho.<\/p>\n   \n<h4>Origem dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>Os primeiros artr\u00f3podes j\u00e1 viviam enterrando- se na lama do fundo dos mares      h\u00e1 600 milh\u00f5es de anos. Eram os trilobitas. H\u00e1 aproximadamente 350 milh\u00f5es      de anos, os mares eram habitados tamb\u00e9m pelos euripter\u00eddeos. <\/p>\n   \n<p><strong>Alguns euripter\u00eddeos invadiram a \u00e1gua doce e provavelmente deram      origem a dois grupos: <\/strong>os aracn\u00eddeos e os crust\u00e1ceos (mais recentes      que os primeiros). <\/p>\n   \n<h4>Localiza\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>Inclui animais tipicamente aqu\u00e1ticos, sendo a maioria marinhos, outros vivem      em \u00e1gua doce e poucos, como os tatuzinhos de quintal (jardim) s\u00e3o encontrados      em lugares \u00famidos porem em terra. <\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas Gerais dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>T\u00eam o corpo normalmente dividido em cefalot\u00f3rax e abdome.<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o dotados de n\u00famero vari\u00e1vel de pernas, geralmente cinco pares, e dois      pares de antena.<\/p>\n   \n<p>Algumas esp\u00e9cies s\u00e3o filtradoras, alimentando-se de microorganismos e de      detritos org\u00e2nicos diversos que se encontram em suspens\u00e3o na \u00e1gua; outras      s\u00e3o carn\u00edvoras e se nutrem de animais que capturam ou mesmo de cad\u00e1veres em      decomposi\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<h4>Morfologia Externa dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/crustaceos-16.jpg\" alt=\"Crust\u00e1ceos\" title=\"Crust\u00e1ceos\" \/><br \/>\n<strong>Morfologia Externa dos Crust\u00e1ceos<\/strong> <\/p>\n   \n<p>Possuem exoesqueleto, este composto por subst\u00e2ncias calc\u00e1rias que o torna      r\u00edgido e a quitina, uma das fun\u00e7\u00f5es da quitina \u00e9 impedir que o animal perca      \u00e1gua, o que poderia desidrat\u00e1- lo.<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o dotados de patas e prolongamentos, estes chamados ap\u00eandices. O corpo      \u00e9 dividido em cefalot\u00f3rax e abdome. O cefalot\u00f3rax \u00e9 formado pela fus\u00e3o da      cabe\u00e7a com o t\u00f3rax, \u00e9 coberto pelo prolongamento do exoesqueleto, a carapa\u00e7a,      a extremidade dela \u00e9 chamada rostro. Na cabe\u00e7a h\u00e1 um par de olhos, dois pares      de antenas sensoriais e um par de mand\u00edbulas para mastiga\u00e7\u00e3o, a boca localiza-      se entre elas e dois pares de maxilas. <\/p>\n   \n<p>Durante a vida do animal ocorre periodicamente a muda. Um novo exoesqueleto      se desenvolve embaixo do antigo e depois se solta dele, exoesqueleto antigo      se rompe e o animal sai do revestimento. O exoesqueleto que se formou permite      o crescimento do crust\u00e1ceo por um per\u00edodo devido a sua flexibilidade. Depois      o exoesqueleto endurece, interrompendo o crescimento.<\/p>\n   \n<p><strong>Cefalot\u00f3rax<\/strong><\/p>\n   \n<p>Apresenta-se como uma r\u00edgida estrutura, n\u00e3o articulada, resultante da fus\u00e3o      da cabe\u00e7a e t\u00f3rax, sendo que a regi\u00e3o cef\u00e1lica \u00e9 constitu\u00edda de 5 ou 6 segmentos      e a regi\u00e3o tor\u00e1cica de 8.<\/p>\n   \n<p>Na regi\u00e3o da cabe\u00e7a um par de olhos penduculados e m\u00f3veis, dois pares de      antenas, o par mais curto \u00e9 chamado de ant\u00eanulas birremes e o longo de antenas;      ambos s\u00e3o receptores de est\u00edmulos do meio ambiente. Ocorre tamb\u00e9m um par de      mand\u00edbulas para mastiga\u00e7\u00e3o e dois pares de maxilas.<\/p>\n   \n<p>Na regi\u00e3o tor\u00e1cica encontramos cinco pares de ap\u00eandices (pernas tor\u00e1cicas),      denominados PERI\u00d3PODOS, s\u00e3o usados para andar sobre o fundo. <\/p>\n   \n<p><strong>ABDOME<\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 formado por diversos segmentos distintos e articulados. Seus ap\u00eandices      (pernas abdominais) s\u00e3o denominado PLE\u00d3PODOS, ajudam na respira\u00e7\u00e3o e carregam      os ovos das f\u00eameas. Os \u00faltimos segmentos s\u00e3o estruturas achatadas; os dois      laterais s\u00e3o denominados ur\u00f3podos e o central, telso. Em conjunto eles formam      um remo para nata\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p><strong>Obs &#8211; cada segmento do corpo \u00e9 formado como nos insetos por 4 pe\u00e7as:      <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Um tergo <br \/>\n       Um esterno <br \/>\n       Duas pleuras <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Morfologia Interna do Crust\u00e1ceo<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Aparelho digestivo <br \/>\n       Aparelho circulat\u00f3rio <br \/>\n       Aparelho excretor <br \/>\n       Aparelho respirat\u00f3rio <br \/>\n       Aparelho nervoso <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/crustaceos-17.jpg\" alt=\"Crust\u00e1ceos\" title=\"Crust\u00e1ceos\" \/><br \/>\n     Morfologia Interna do Crust\u00e1ceo<\/strong><\/p>\n   \n<h4>\u00d3rg\u00e3os sensitivos<\/h4>\n   \n<p>S\u00e3o estruturas que colocam o animal em contato com o meio ambiente, s\u00e3o sens\u00edveis      ao tato, gosto, olfato e vis\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>A vis\u00e3o e dada pelos olhos compostos que s\u00e3o pedunculados e m\u00f3veis. O tato      \u00e9 percebido pelos p\u00ealos t\u00e1cteis que se distribuem pelo corpo. O sentido qu\u00edmico,      gosto mais olfato, reside em p\u00ealos localizados nas extremidade das antenas,      pe\u00e7as bucais e extremidade daquelas. <\/p>\n   \n<p>Equil\u00edbrio e orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 gravidade \u00e9 dado pelo estatocisto que \u00e9 uma estrutura      em forma de saco que se abre dorsalmente sob p\u00ealos finos, no art\u00edculo basal      de cada ant\u00eanula. <\/p>\n   \n<p><strong>Muda <\/strong><\/p>\n   \n<p>Como o esqueleto \u00e9 r\u00edgido, deve ser mudado periodicamente para permitir o      crescimento do tamanho do corpo. <\/p>\n   \n<p>\u00d3rg\u00e3o X, uma pequena gl\u00e2ndula, produz horm\u00f4nios que inibe a muda, enquanto      que os horm\u00f4nios do \u00f3rg\u00e3o Y induz a muda. <\/p>\n   \n<p>Antes da muda um novo esqueleto mole cresce embaixo e separe-se do mais velho,      m\u00fasculo e outras estruturas dentro das extremidades amolecem e diminuem de      volume. A velha cut\u00edcula ent\u00e3o abre-se dorsalmente, e o animal lentamente      se retira deixando o revestimento aumentando o volume do corpo e distendendo      a nova cut\u00edcula. <\/p>\n   \n<p>Em camar\u00e3o por exemplo, ocorre v\u00e1rias mudas que determina est\u00e1gios larvais,      onde os jovens s\u00e3o muito diferente dos animais adultos. <\/p>\n   \n<p><strong>Est\u00e1gios larvais do camar\u00e3o:<\/strong> Nauplius, Protozoea, Zoea,      Mysis e Adulto. <\/p>\n   \n<p><strong>Regenera\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n   \n<p>Os crust\u00e1ceos como os artr\u00f3podes em geral tem boa capacidade de regenerar      partes perdidas. Quando perde-se uma parte ela come\u00e7a a ser regenerada na      muda seguinte e cresce a cada muda, at\u00e9 ficar completa. <\/p>\n   \n<p>Se arrancarmos o ped\u00fanculo todo do olho, a regenera\u00e7\u00e3o pode ser defeituosa      e n\u00e3o originar um novo olho, e sim um ap\u00eandice em forma de antena. Regenera\u00e7\u00e3o      de uma parte diferente daquela que foi removida \u00e9 chamada heteromorfose. A      regenera\u00e7\u00e3o \u00e9 tanto maior quanto mais jovem for o animal. <\/p>\n   \n<h4>Classifica\u00e7\u00e3o dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p><strong>Subclasse Branchiopoda <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Cladocera (Daphnia pulex)<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Cladocera <\/strong><\/p>\n   \n<p>S\u00e3o conhecidos como pulgas d&#8217;\u00e1gua, devido a semelhan\u00e7a com aqueles insetos.      Locomovem-se atrav\u00e9s das antenas transformadas em vigorosos \u00f3rg\u00e3os de propuls\u00e3o.    <\/p>\n   \n<p>Podemos encontra-las em concentra\u00e7\u00f5es que variam de 100 a 100.000 por metros      c\u00fabicos de \u00e1gua. S\u00e3o de suma import\u00e2ncia sob o aspecto ecol\u00f3gico, uma vez      que representam a dieta principal dos peixes de \u00e1gua doce. <strong>Ex:<\/strong>      Daphinia pulex.<\/p>\n   \n<p><strong>Subclasse Ostr\u00e1coda ( Strandesia ) <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Pequenos crust\u00e1ceos<\/strong> muito comum na \u00e1gua doce e do mar, possui      o corpo n\u00e3o segmentado, completamente protegido por uma cocha, constitu\u00edda      por duas valvas. <strong>Ex:<\/strong> Strandesia<\/p>\n   \n<p><strong>Subclasse Cirrip\u00e9dia <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Thoracica<\/strong><\/p>\n   \n<p>S\u00e3o animais s\u00e9sseis que se apresentam bem diferentes de outros crust\u00e1ceos,      sendo dificilmente reconhecidos como tais. Eles fixam-se pela regi\u00e3o pr\u00e9-oral,      e tem seu corpo protegido por uma carapa\u00e7a constitu\u00edda por v\u00e1rias placas \u00e0s      vezes fundidas umas \u00e0s outras.<\/p>\n   \n<p><strong>Dois tipos s\u00e3o encontrados nas \u00e1guas litor\u00e2neas:<\/strong> as que      possuem pend\u00faculo, conhecidas como Lepas, e as que n\u00e3o possuem conhecidas      como Balanus (cracas).s\u00e3o viv\u00edparas. <\/p>\n   \n<p><strong>Subclasse Cop\u00e9poda<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Cyclopoidea (Cyclops)<\/strong><\/p>\n   \n<p>Pequenos crust\u00e1ceos encontrados com freq\u00fc\u00eancia nos lagos, riachos ou mares      onde servem alimentos para outros animais. As f\u00eameas s\u00e3o reconhecidas facilmente      quando est\u00e3o com os sacos ov\u00edgero. Alguns podem ser vistos a olho nu reconhecidos      pela maneira de locomo\u00e7\u00e3o que efetua por pequenos saltos. <strong>Ex: <\/strong>Cyclops.<\/p>\n   \n<p><strong>Subclasse Malac\u00f3straca<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Is\u00f3podas<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os is\u00f3podes s\u00e3o crust\u00e1ceos que possuem numerosas patas, todas semelhantes.      O exemplo mais conhecido \u00e9 um is\u00f3podes encontrado em toda a costa litor\u00e2nea      do Brasil, conhecido por Tatu\u00ed, tatu\u00edra ou tatuzinho de de praia. A barata-      da- praia, encontrada nas pedras e rochedos marinhos, e o tatuzinho de jardim,      que vive em lugares \u00famidos, sob pedras e madeiras podres.<\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Dec\u00e1podes<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os <strong>dec\u00e1podes<\/strong> possuem pares de pernas diferenciadas. Os dec\u00e1podes      s\u00e3o crust\u00e1ceos de dez patas. Alimentam- se de animais mortos, algas e plantas      aqu\u00e1ticas; alguns, como as lagostas, s\u00e3o predadores. Os representantes desse      grupo s\u00e3o o siri, o caranguejo, o camar\u00e3o, a lagosta e o pitu.<\/p>\n   \n<h4>Reprodu\u00e7\u00e3o dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>A maioria dos crust\u00e1ceos \u00e9 di\u00f3ica. Os machos possuem ap\u00eandices especializados      que transferem os gametas para os recept\u00e1culos seminais da f\u00eamea, onde ficam      armazenados. Os \u00f3vulos s\u00e3o eliminados para fora do corpo e ficam pregados      no abdome por uma esp\u00e9cie de cola. A fecunda\u00e7\u00e3o \u00e9 externa. Em algumas esp\u00e9cies      o desenvolvimento pode ser direto ou indireto, este \u00faltimo pode ter v\u00e1rias      fases larvais.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Circulat\u00f3rio dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>Os crust\u00e1ceos possuem um sistema circulat\u00f3rio aberto ou lacunar. H\u00e1 um cora\u00e7\u00e3o      no dorso, que bombeia o sangue (hemolinfa) que pode ser de cor branca, amarela      ou azul, atrav\u00e9s de seis art\u00e9rias que se distribuem pelo corpo e retorna ao      cora\u00e7\u00e3o pelos ost\u00edolos. A hemolinfa transporta nutrientes e excre\u00e7\u00f5es celulares.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Respirat\u00f3rio dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>A respira\u00e7\u00e3o \u00e9 do tipo branquial. As br\u00e2nquias s\u00e3o estruturas filamentosas      e irrigadas pelo sangue, que se projetam da superf\u00edcie de certas regi\u00f5es do      corpo. A circula\u00e7\u00e3o da \u00e1gua entre as br\u00e2nquias permite que o oxig\u00eanio da \u00e1gua      difunda- se para o sangue. O g\u00e1s carb\u00f4nico presente no sangue difunde- se      para a \u00e1gua ao redor.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Digestivo dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p><strong>O sistema digestivo &#8211; \u00e9 formado pela boca, es\u00f4fago, est\u00f4mago dividido      em duas partes:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1\u00ba- <\/strong>anterior, denominada c\u00e2mara card\u00edaca e a <strong><br \/>\n       2\u00ba-<\/strong> posterior chamada de c\u00e2mara pil\u00f3rica; Intestino m\u00e9dio, intestino        tubular e orif\u00edcio retal. Na c\u00e2mara card\u00edaca existem dentes calcificados        formando um moinho g\u00e1strico que ajuda na tritura\u00e7\u00e3o dos alimentos. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>O sistema digestivo \u00e9 completo. A digest\u00e3o \u00e9 extracelular. O est\u00f4mago \u00e9 formado      por uma c\u00e2mara card\u00edaca e uma c\u00e2mara pil\u00f3rica. H\u00e1 tamb\u00e9m gl\u00e2ndula anexa que      auxilia na digest\u00e3o, o hepatop\u00e2ncreas, que lan\u00e7a enzimas no tubo digestivo.<\/p>\n   \n<h4>Aparelho excretor dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>Formado por um par de gl\u00e2ndulas verdes, situadas na face ventral da cabe\u00e7a,      que se abre no meio exterior de um orif\u00edcio pr\u00f3ximo a base das antenas. As      gl\u00e2ndulas retiram restos org\u00e2nicos e sais da hemolinfa. S\u00e3o os \u00fanicos \u00f3rg\u00e3os      excretores dos crust\u00e1ceos. Invertebrados aqu\u00e1ticos eliminam o nitrog\u00eanio como      am\u00f4nia, composto este altamente t\u00f3xico, por\u00e9m rapidamente eliminado porque      h\u00e1 sempre excesso de \u00e1gua. <\/p>\n   \n<h4>Sistema nervoso dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>O sistema nervoso \u00e9 formado de g\u00e2nglios supraesof\u00e1gico (c\u00e9rebro, g\u00e2nglio      subesof\u00e1gico e cord\u00e3o nervoso ventral duplo. O g\u00e2nglio subesof\u00e1gico \u00e9 resultante      de fus\u00e3o de 5 ou 6 pares de g\u00e2nglios. <\/p>\n   \n<h4>Import\u00e2ncia Econ\u00f4mica dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>Nos ambientes aqu\u00e1ticos, a vasta popula\u00e7\u00e3o dos microcrust\u00e1ceos, como os cop\u00e9podes      e o krill, tem papel fundamental nas teias alimentares. <\/p>\n   \n<p>Formam o chamado zoopl\u00e2ncton, e s\u00e3o consumidores prim\u00e1rios. Alimentam-se      do fitopl\u00e2ncton constitu\u00eddo por algas unicelulares, e servem de alimento para      outros animais. Correspondem, nos ambientes aqu\u00e1ticos, aos herb\u00edvoros terrestres      pois, enquanto as plantas s\u00e3o os principais organismos fotossintetizantes      dos ambientes terrestres, as algas ocupam essa posi\u00e7\u00e3o, nos ambientes aqu\u00e1ticos.    <\/p>\n   \n<p>Os <strong>crust\u00e1ceos<\/strong> microsc\u00f3picos, os cop\u00e9podes, fazem parte do      pl\u00e2cton marinho. <\/p>\n   \n<p><strong>O plact\u00f4n \u00e9 uma comunidade de pequenos seres flutuantes que dividem-      se em:<\/strong> fitopl\u00e2ncton, seres aut\u00f3trofos, principalmente algas, que      tem um papel importante como produtores de alimentos, pois realizam fotoss\u00edntese;      e zoopl\u00e2ncton, seres heter\u00f3trofos como as \u00e1guas vivas, os cop\u00e9podes, os krills,      os protozo\u00e1rios e as larvas. <\/p>\n   \n<p>As lagostas, os camar\u00f5es e siris s\u00e3o alimentos muito apreciado pelo homem,      atingindo elevados pre\u00e7os no mercado.<\/p>\n   \n<h4>Curiosidades sobre os Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>Diz-se que o camar\u00e3o &#8220;limpa&#8221; o mar, porque ele se alimenta de animais      mortos e outros detritos org\u00e2nicos. <\/p>\n   \n<p><strong>Como \u00e9 a vida do caranguejo-dos-coqueiros? <\/strong><\/p>\n   \n<p>No in\u00edcio de sua vida, o caranguejo-dos-coqueiros esconde o seu abdome mole      em conchas abandonadas de moluscos. Na fase adulta, n\u00e3o disp\u00f5e de conchas      de tamanho suficiente para o seu corpo. A partir desse momento, ele enrola      o abdome embaixo do cefalot\u00f3rax e passa a viver no ambiente terrestre. <\/p>\n   \n<p>Em terra, encontrando um coqueiro, sobe pelo caule e usa as pin\u00e7as para derrubar      os cocos verdes, de cuja polpa ele depois de alimentar\u00e1.<\/p>\n   \n<p>O caranguejo-dos-coqueiros respira atrav\u00e9s de uma estrutura forrada de tecido      \u00famido, que absorve oxig\u00eanio do ar. Na \u00e9poca de reprodu\u00e7\u00e3o, retorna ao mar      onde deposita os seus ovos.<\/p>\n   \n<p>Os crust\u00e1ceos s\u00e3o excelentes alimentos. Camar\u00e3o e lagosta s\u00e3o pratos que      disputam a prefer\u00eancia da pessoas. <\/p>\n   \n<p>O camar\u00e3o pode ser encontrado naturalmente nas peixarias, nas feiras e nos      supermercados. Pode-se adquiri-lo tamb\u00e9m descascado, congelado e embalado      em caixas. <\/p>\n   \n<p><strong>Nos restaurantes, entra no preparo de pratos diferentes:<\/strong>      ensopado (cozido e servido com pir\u00e3o), moqueca (cozido com azeite-de-dend\u00ea      e leite de coco), risoto (cozido misturado com arroz) e outros.<\/p>\n   \n<p>Com o siri e o caranguejo tamb\u00e9m se fazem bons pratos.<\/p>\n   \n<p>Geralmente, \u00e9 feito o &#8220;catado&#8221; de suas carnes antes de preparar      os pratos, que t\u00eam receitas variadas. Em beira de praia, costuma-se fazer      um tira-gosto com o caranguejo inteiro, que \u00e9 quebrado com paus especiais      e &#8220;catado&#8221; na hora.<\/p>\n   \n<p>O maior camar\u00e3o de \u00e1gua doce &#8211; vive na Amaz\u00f4nia. Tamb\u00e9m encontrado em alguns      rios do Nordeste, chega a medir 48 cent\u00edmetros da cauda \u00e0 ponta das garras.    <\/p>\n   \n<h4>Crust\u00e1ceos &#8211; Esp\u00e9cies<\/h4>\n   \n<p>Em geral, s\u00e3o <strong>aqu\u00e1ticos <\/strong>(camar\u00e3o, siri, caranguejo, lagosta      e craca); algumas esp\u00e9cies s\u00e3o terrestres, como a do tatuzinho-de-jardim.      O exoesqueleto \u00e9 refor\u00e7ado por sais de c\u00e1lcio e o corpo est\u00e1 dividido em cefalot\u00f3rax      e abdome.<\/p>\n   \n<p>No<strong> cefalot\u00f3rax <\/strong>h\u00e1 dois pares de antenas (com fun\u00e7\u00e3o olfativa      e t\u00e1til), um par de mand\u00edbulas (entre as quais se abre a boca), dois pares      de maxilas (usadas para mastigar o alimento) e tr\u00eas pares de maxil\u00edped\u00eas,      pernas usadas para manipular o alimento e lev\u00e1lo \u00e0 boca. Os grupos mais conhecidos      possuem cinco pares de pernas, chamadas de perei\u00f3podes e usadas na locomo\u00e7\u00e3o      sobre o fundo. O primeiro par pode estar transformado em quela, pin\u00e7a forte      usada na apreens\u00e3o do alimento e na defesa.<\/p>\n   \n<p>O <strong>abdome <\/strong>apresenta, frequentemente, ap\u00eandices nadadores,      chamados de plei\u00f3podes. O \u00faltimo par, os ur\u00f3podes (uros = cauda), forma o      telso (borda, em grego), esp\u00e9cie de cauda usada como remo. A digest\u00e3o mec\u00e2nica      \u00e9 realizada pelo est\u00f4mago e a qu\u00edmica ocorre no intestino com enzimas produzidas      pelo hepatop\u00e2ncreas. A respira\u00e7\u00e3o \u00e9 feita por ramifica\u00e7\u00f5es laterais situadas      na base das patas (br\u00e2nquias). A circula\u00e7\u00e3o \u00e9 semelhante \u00e0 dos insetos, mas      no sangue h\u00e1 pigmentos respirat\u00f3rios, como a hemocianina e, menos frequentemente,      a hemoglobina.<\/p>\n   \n<p>A <strong>excre\u00e7\u00e3o<\/strong> depende das gl\u00e2ndulas verdes ou antenares, situadas      na cabe\u00e7a, que retiram excretas do sangue e as eliminam por poros na base      das antenas. H\u00e1 \u00f3rg\u00e3os t\u00e1teis e olfativos nas antenas e na regi\u00e3o bucal, olhos      compostos, que podem localizar-se na extremidade de ped\u00fanculos m\u00f3veis, e estatocistos,      que servem como \u00f3rg\u00e3os de equil\u00edbrio. Na maioria dos casos os sexos s\u00e3o separados      e o desenvolvimento \u00e9 geralmente indireto (com larvas).<\/p>\n   \n<h4>CRUST\u00c1CEOS<\/h4>\n   \n<p>A maioria dos<strong> crust\u00e1ceos<\/strong> \u00e9 marinha, por\u00e9m muitos ocorrem      em \u00e1gua-doce e uns poucos vivem em lugares \u00famidos na terra, como o tatuzinho      de jardim. Os crust\u00e1ceos s\u00e3o animais de vida livre, com exce\u00e7\u00e3o de algumas      formas que s\u00e3o s\u00e9sseis ou parasitas, <\/p>\n   \n<p>O<strong> corpo<\/strong> \u00e9 formado por um exoesqueleto de quitina, um polissacar\u00eddeo      nitrogenado carbonato de c\u00e1lcio transforma o exoesqueloto numa carapa\u00e7a r\u00edgida.    <\/p>\n   \n<p>Apresenta um cefalot\u00f3rax (cabe\u00e7a e t\u00f3rax) r\u00edgido e abd\u00f4men anterior segmentado.      No cefalot\u00f3rax, a cabe\u00e7a apresenta 5 segmentos e o t\u00f3rax 8. O abd\u00f4men est\u00e1      dividido em 6 segmentos. Em cada segmento existe um par de extremidades articuladas.    <\/p>\n   \n<p>O <strong>aparelho digestivo<\/strong> \u00e9 formado pela boca, que se abre acima      das mand\u00edbulas, um es\u00f4fago curto e tubular, um est\u00f4mago de parede fina, dividido      em uma c\u00e2mara card\u00edaca anterior e dilatada e uma c\u00e2mara pil\u00f3rica posterior,      um intestino m\u00e9dio e um intestino tubular que se estende dorsalmente at\u00e9 o      orif\u00edcio retal. <\/p>\n   \n<p>Abaixo do est\u00f4mago existem duas gl\u00e2ndulas digestivas, o hepatop\u00e2ncreas (&#8220;f\u00edgado&#8221;).    <\/p>\n   \n<p>O alimento que \u00e9 trazido para a boca pelo segundo e terceiro pares de pernas      vai para o es\u00f4fago e da\u00ed para a c\u00e2mara card\u00edaca, onde \u00e9 triturado pelo moinho      g\u00e1strico, uma estrutura formada por dentes calcificados. <\/p>\n   \n<p>Na c\u00e2mara pil\u00f3rica o alimento recebe as enzimas digestivas, eliminadas pelo      hepatop\u00e2ncreas que, juntamente com o intestino m\u00e9dio, fazem a absor\u00e7\u00e3o do      alimento. A mat\u00e9ria que n\u00e3o foi digerida e part\u00edculas mais duras, \u00e9 transformada      em fezes que ser\u00e3o eliminadas pelo orif\u00edcio retal. <\/p>\n   \n<p>O <strong>sistema circulat\u00f3rio dos crust\u00e1ceos<\/strong> \u00e9 um sistema aberto      ou lacunar onde o sangue preenche espa\u00e7os abertos ou seios, que est\u00e3o distribu\u00eddos      em diversas partes do corpo. <\/p>\n   \n<p>O cora\u00e7\u00e3o dos crust\u00e1ceos se encontra dentro do seio peric\u00e1rdio. O sangue      que preenche este seio, passa para o cora\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de tr\u00eas pares de v\u00e1lvulas.    <\/p>\n   \n<p>Do cora\u00e7\u00e3o ele \u00e9 bombeado para seis art\u00e9rias que o distribuem para todo o      corpo. O sangue, ent\u00e3o, corre para os espa\u00e7os abertos (seios), que est\u00e3o entre      os \u00f3rg\u00e3os. Da\u00ed ele \u00e9 coletado em um grande seio externo, no assoalho do t\u00f3rax,      passando para os canais aferentes e ent\u00e3o para as br\u00e2nquias, onde ocorre a      oxigena\u00e7\u00e3o. Das br\u00e2nquias o sangue volta para o seio peric\u00e1rdico e cora\u00e7\u00e3o.      O sangue, neste grupo, geralmente cont\u00e9m um pigmento respirat\u00f3rio chamado      hemocianina. <\/p>\n   \n<p>A <strong>respira\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 realizada por br\u00e2nquias, proje\u00e7\u00f5es plumosas      da parede do corpo, irrigadas com vasos sang\u00fc\u00edneos e que est\u00e3o localizadas      ao longo de cada lado do t\u00f3rax. <\/p>\n   \n<p>Na maioria dos <strong>crust\u00e1ceos<\/strong> os sexos s\u00e3o separados, ocorrendo      dimorfismo sexual. A fecunda\u00e7\u00e3o \u00e9 interna. Nos crust\u00e1ceos os indiv\u00edduos jovens,      principalmente, podem sofrer regenera\u00e7\u00e3o quando da perda de extremidades pares      e olhos. Tal perda \u00e9 reposta na muda, onde a estrutura \u00e9 parcialmente formada.    <\/p>\n   \n<p><strong>Os crust\u00e1ceos s\u00e3o divididos em dois grupos:<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Dec\u00e1podes<\/strong><\/p>\n   \n<p>S\u00e3o crust\u00e1ceos que possuem dez patas. Geralmente, as duas patas dianteiras      s\u00e3o modificadas e bem desenvolvidas para captura de alimentos.<\/p>\n   \n<p>Os principais representantes dessa classe s\u00e3o os camar\u00f5es, caranguejos, lagostas      e siris.<\/p>\n   \n<p><strong>Is\u00f3podes<\/strong><\/p>\n   \n<p>Apresentam numerosas patas e todas semelhantes. <\/p>\n   \n<p>O principal representante desse grupo \u00e9 o Tatu\u00ed.<\/p>\n   \n<p>Tamb\u00e9m pertencentes \u00e0 classe dos artr\u00f3podes os crust\u00e1ceos fazem parte desta      classifica\u00e7\u00e3o por serem possuidores de pernas articuladas, mas sem espinha      dorsal. Como exemplo desta classe poderemos citar o camar\u00e3o, a craca, a lagosta,      o pitu, o siri e o caranguejo entre outros.<\/p>\n   \n<p>Podem encontrar-se crust\u00e1ceos em praticamente todos os ambientes do mundo,      desde as fossas abissais dos oceanos, at\u00e9 glaciares e lagoas tempor\u00e1rias dos      desertos.<\/p>\n   \n<p>O nome da classe vem do fato de terem um exoesqueleto de quitina endurecido      pelo ac\u00famulo de carbonato de c\u00e1lcio, (do latim, crusta = carapa\u00e7a dura).<\/p>\n   \n<p>A maior parte destes animais vivem no mar, mas existem alguns caranguejos      que s\u00e3o capazes de viver tamb\u00e9m na terra. O tatuzinho, encontrado nos jardins      \u00e9 tamb\u00e9m pertence a esta classe e diferenciam-se dos demais artr\u00f3podes mandibulados      por possu\u00edrem dois pares de antenas.<\/p>\n   \n<p>Quando adultos muitos se mostram completamente diferentes de quando nascem,      pois nesta fase cobre-se com uma casca grossa . Na sua fase larval, os crust\u00e1ceos      menores servem de alimento para muitos peixes.<\/p>\n   \n<p>O menor crust\u00e1ceo existente \u00e9 a pulga-d\u0092\u00e1gua, \u00e9 t\u00e3o pequena que mal      pode ser vista a olho nu; j\u00e1 o maior deles \u00e9 o caranguejo.<\/p>\n   \n<p>De uma maneira geral, os crust\u00e1ceos s\u00e3o carn\u00edvoros ou on\u00edvoros. Eles alimentam-se      de carne, peixe, mexilh\u00e3o, as carnes magras s\u00e3o muito apreciadas em sua dieta.    <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.mesa.edu.au\/br.geocities.com\/www.vivaterra.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crust\u00e1ceos, Animais, Classe, O que s\u00e3o, Artr\u00f3podes, Origem, Localiza\u00e7\u00e3o, Sistema, Corpo, Classifica\u00e7\u00e3o, Import\u00e2ncia, Caracter\u00edsticas, Crust\u00e1ceos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":15928,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-26403","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Crust\u00e1ceos - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Crust\u00e1ceos - 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