{"id":26402,"date":"2016-01-06T00:00:00","date_gmt":"2016-01-06T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/classe-insecta-3\/"},"modified":"2016-01-06T00:00:00","modified_gmt":"2016-01-06T00:00:00","slug":"classe-insecta-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/","title":{"rendered":"Classe Insecta"},"content":{"rendered":"\n<p>A terra est\u00e1 literalmente rastejando e cheia de <strong>insetos<\/strong>,      tamb\u00e9m conhecido como membros da <strong>classe Insecta<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>Seria dif\u00edcil para passar o dia sem um encontro pr\u00f3ximo com uma esp\u00e9cie de      seis pernas. <\/p>\n   \n<p>Os<strong> insetos<\/strong> s\u00e3o t\u00e3o prol\u00edfico que somados eles superam todas      as outras formas de vida combinadas. Eles s\u00e3o encontrados em terra, no ar,      e no mar. E a diversidade \u00e9 espantosa. <\/p>\n   \n<p>Apesar de suas grandes diferen\u00e7as, todos os insetos t\u00eam certas caracter\u00edsticas      em comum. <\/p>\n   \n<p>Antes tamb\u00e9m conhecida por Hexapoda. Hoje Hexapoda corresponde a um conjunto      de classes, uma superclasse, que inclui aos insetos. <\/p>\n   \n<p><strong>A classe Insecta se caracteriza por: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1. <\/strong>A cabe\u00e7a apresenta um par de antenas (Arthropoda d\u00edcero).<strong><br \/>\n       2.<\/strong> Dois olhos compostos e 1, 2 ou 3 olhos simples (ocelos).<strong><br \/>\n       3. <\/strong>\u00d3rg\u00e3o de Johnston dentro do pedicelo (segundo segmento) da antena.        Este \u00f3rg\u00e3o \u00e9 uma cole\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas sensoriais que detectam o movimento        (para audi\u00e7\u00e3o, por exemplo) do flagelo antenal (demais segmentos da antena).        <strong><br \/>\n       4. O corpo \u00e9 dividido em tr\u00eas regi\u00f5es t\u00edpicas e distintas:<\/strong> cabe\u00e7a,        t\u00f3rax e abdome.<strong><br \/>\n       5.<\/strong> O t\u00f3rax \u00e9 composto por tr\u00eas segmentos, todos com um par de patas,        podendo apresentar ou n\u00e3o asas no segundo e terceiro segmentos.<strong><br \/>\n       6. <\/strong>Tarso subsegmentado.<strong><br \/>\n       7.<\/strong> Mandibulados ectognatos. <strong><br \/>\n       8.<\/strong> As f\u00eameas t\u00eam o ovopositor formado pelos segmentos 8 e 9 do        abdome (gonapophyses).<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>O conjunto destas caracter\u00edsticas excluem as antigas Ordens Collembola, Protura      e Diplura que fazem parte agora da Superclasse Hexapoda.<\/p>\n   \n<p>Os<strong> insetos<\/strong> podem ser diferenciados dos demais artr\u00f3podos      pelo fato de apresentarem tr\u00eas pares de patas tor\u00e1xicas e, geralmente, na      maioria das esp\u00e9cies, dois pares de asas. Em geral, t\u00eam tamanho reduzido,      variando de 2 a 40 mil\u00edmetros de comprimento, embora algumas formas ocasionalmente      possam ser maiores.<\/p>\n   \n<p>A classe dos insetos (do latim insecta= seccionado) \u00e9 formada por baratas,      gafanhotos, besouros, formigas, moscas, piolhos e muitos outros animais semelhantes,      que totalizam cerca de 1 milh\u00e3o de esp\u00e9cies. \u00c9 o maior grupo de animais do      planeta, vivendo em praticamente todos os habitats, com exce\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es      mais profundas no mar. S\u00e3o os \u00fanicos invertebrados capazes de voar, o que      facilita a procura por alimento ou melhores condi\u00e7\u00f5es ambientais; al\u00e9m disso,      o v\u00f4o possibilita o encontro de parceiros para acasalamento e a fuga de predadores.    <\/p>\n   \n<p>Acredita-se que os insetos tenham sido os primeiros animais voadores existentes      na Terra. A import\u00e2ncia ecol\u00f3gica dos insetos \u00e9 not\u00e1vel. Cerca de dois ter\u00e7os      das plantas faner\u00f3gamas, ou seja, plantas que possuem flores, dependem dos      insetos, sobretudo abelhas, vespas, borboletas, mariposas e moscas, para a      sua poliniza\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m s\u00e3o importantes para a esp\u00e9cie humana. Mosquitos,      piolho, pulgas e percevejos, entre outros, s\u00e3o hemat\u00f3fagos e podem parasitar      diretamente o homem. Podem tamb\u00e9m servir como vetores de doen\u00e7as que atingem      o homem e os animais dom\u00e9sticos. <\/p>\n   \n<p><strong>Por exemplo:<\/strong> mal\u00e1ria, elefant\u00edase e febre amarela s\u00e3o transmitidas      por mosquitos; tifo \u00e9 transmitido por piolhos; peste bub\u00f4nica \u00e9 transmitida      por pulgas. Podem ainda ser pragas vegetais, quando se alimentam de partes      variadas das plantas, reduzindo a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e afetando o abastecimento      de popula\u00e7\u00f5es humanas. A Entomologia (do grego entomon= insetos) \u00e9 uma \u00e1rea      especializada da Zoologia que cuida dos estudos dos insetos.<\/p>\n   \n<p><strong>MORFOLOGIA<\/strong><\/p>\n   \n<p>A cabe\u00e7a apresenta um par de antenas articuladas, dois olhos compostos laterais      n\u00e3o-pedunculados e, dependendo dos animal, tr\u00eas ocelos (\u00e1reas com grande concentra\u00e7\u00e3o      de c\u00e9lulas fotossens\u00edveis), que funcionam na percep\u00e7\u00e3o de varia\u00e7\u00f5es luminosas      (n\u00e3o formam imagens). Tamb\u00e9m na cabe\u00e7a ficam situadas as pe\u00e7as bucais, geralmente      dirigidas para baixo e adaptadas a diferentes formas de obten\u00e7\u00e3o de alimento.      Assim, por exemplo, gafanhotos e baratas possuem mand\u00edbulas cortantes que      caracterizam um aparelho bucal do tipo mastigador, adaptado a rasgar, cortar      e moer. <\/p>\n   \n<p>Barbeiros e pernilongos, por outro lado, t\u00eam mand\u00edbulas e maxilas alongadas      e perfurantes, permitindo uma atividade hemat\u00f3faga. O mesmo ocorre em cigarras      e pulg\u00f5es, que sugam seivas de plantas. Em borboletas, existe um canal alongado,      a espirotromba (prob\u00f3scide), usado na suc\u00e7\u00e3o do n\u00e9ctar das flores.<\/p>\n   \n<p>O t\u00f3rax \u00e9 formado por tr\u00eas met\u00e2meros, somitos, ou segmentos, prot\u00f3rax, mesot\u00f3rax      e metat\u00f3rax, cada um apresentando um par de patas articuladas e os dois \u00faltimos,      na maioria das esp\u00e9cies, apresentam um par de asas cada um. Freq\u00fcentemente,      o mesot\u00f3rax \u00e9 o mais desenvolvido, em detrimento dos outros dois. <\/p>\n   \n<p>As patas geralmente est\u00e3o adaptadas para andar ou correr, embora dependendo      do modo de vida do animal, possam estar modificadas para pular, nadar, cavar      e agarrar presas (patas raptoriais do louva-Deus). As asas tamb\u00e9m apresentam      diferentes estruturas. <\/p>\n   \n<p>Na maioria dos insetos, entre os quais as lib\u00e9lulas e as abelhas, s\u00e3o finas      e membranosas. Entretanto, o par anterior de asas dos gafanhotos, por exemplo,      \u00e9 mais espesso e pigmentado e apenas as asas posteriores s\u00e3o membranosas.      J\u00e1 nos besouros, o par anterior \u00e9 de asas r\u00edgidas e pesadas, conhecidas como      \u00e9litros, servindo como placas protetoras.<\/p>\n   \n<p>Apenas o par posterior, de asas membranosas, \u00e9 efetivamente usado no v\u00f4o.      Quando o inseto \u00e9 alado, o par de asas anterior apoia-se no mesot\u00f3rax e o      posterior no metat\u00f3rax (na ordem Diptera, o par posterior \u00e9 atrofiado e chama-se      balancim; tem fun\u00e7\u00e3o de equil\u00edbrio durante o v\u00f4o). As asas s\u00e3o formadas por      v\u00e1rias nervuras de sustenta\u00e7\u00e3o e c\u00e9lulas. O formato e posi\u00e7\u00e3o das nervuras      e c\u00e9lulas s\u00e3o extremamente importantes na classifica\u00e7\u00e3o. Cada pata \u00e9 formada      pelas seguintes partes &#8211; coxa, troc\u00e2nter, f\u00eamur, t\u00edbia, tarsos (tr\u00eas a cinco)      e garras (duas). <\/p>\n   \n<p>O abdome \u00e9 formado pela uni\u00e3o de oito a dez an\u00e9is, sendo que o oitavo e o      nono s\u00e3o adaptados para a fun\u00e7\u00e3o reprodutora; o orif\u00edcio retal abre-se no      \u00faltimo segmento. Freq\u00fcentemente, no macho, os an\u00e9is est\u00e3o adaptados para apreens\u00e3o      da f\u00eamea durante a c\u00f3pula, formando uma genit\u00e1lia complexa; nas f\u00eameas, a      genit\u00e1lia \u00e9 mais simples, representada pelo ovipositor. <\/p>\n   \n<h4>ANATOMIA<\/h4>\n   \n<p>O Sistema digestivo \u00e9 formado pela boca, onde abrem-se as gl\u00e2ndulas salivares,      faringe, es\u00f4fago, papo, proventr\u00edculo, est\u00f4mago, intestino delgado, intestino      grosso e pelo reto. Ao iniciar-se o intestino posterior, notamos os tubos      de Malpighi, que s\u00e3o \u00f3rg\u00e3os excretores.<\/p>\n   \n<p><strong>Sistema respirat\u00f3rio<\/strong><\/p>\n   \n<p>Algumas esp\u00e9cies de insetos respiram atrav\u00e9s da pele, por difus\u00e3o direta.      Todavia, de um modo geral, o sistema respirat\u00f3rio dos animais desta classe      consiste numa rede ramificada de tubos, ou traqu\u00e9ias, que conduzem o ar ao      longo do corpo, de modo a atingir diretamente todos os org\u00e3os, sem interven\u00e7\u00e3o      da circula\u00e7\u00e3o. O oxig\u00eanio difunde-se diretamente da traqu\u00e9ia para os tecidos,      e o di\u00f3xido de carbono segue o trajeto inverso. <\/p>\n   \n<p>A abertura exterior da traqu\u00e9ia designa-se estigma ou espir\u00e1culo. <\/p>\n   \n<p>Os estigmas localizam-se nas partes laterais do inseto, e s\u00e3o, geralmente,      20 (10 pares), encontrando-se 4 no t\u00f3rax e 16 no abd\u00f4men; os espir\u00e1culos localizam-se      na lateral do corpo, come\u00e7ando no mesot\u00f3rax, metat\u00f3rax, e nos primeiros sete      ou oito segmentos do abdome. Assim, o sistema respirat\u00f3rio \u00e9 formado por um      conjunto de tubos e traqu\u00e9ias que se ramificam (traqu\u00e9olas) por todo o inseto.      Esta ramifica\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o intensa de modo a permitir que as trocas gasosas sejam      ao n\u00edvel celular, sem aux\u00edlio da hemolinfa (sangue). <\/p>\n   \n<p>As ramifica\u00e7\u00f5es v\u00e3o se tornando se tornando cada vez mais finas e os \u00faltimos      ramos, as traqu\u00e9olas, atingem os tecidos. <\/p>\n   \n<p>A entrada e sa\u00edda do ar (ventila\u00e7\u00e3o) deve-se a movimentos do corpo, principal      do abdome. Quando este se dilata, as traqu\u00e9ias tamb\u00e9m fazem o mesmo e o ar      entra pelos espir\u00e1culos. No momento em que o abdome se comprime, a traqu\u00e9ia      tamb\u00e9m se comprime, eliminando o ar. Esse movimento tenderia a achatar os      tubos, mas isso n\u00e3o ocorre porque eles possuem um espessamento de quitina      em forma de h\u00e9lice ao longo de seu comprimento.<\/p>\n   \n<p><strong>O sistema respirat\u00f3rio dos insetos \u00e9 altamente eficaz: <\/strong>as      traqu\u00e9ias e suas ramifica\u00e7\u00f5es fornecem oxig\u00eanio diretamente a todas as c\u00e9lulas.    <\/p>\n   \n<p><strong>A respira\u00e7\u00e3o \u00e9 controlada pelo sistema nervoso central; em insetos      ou larvas aqu\u00e1ticas ou que vivem em ambiente \u00famido, al\u00e9m da respira\u00e7\u00e3o traqueal      existem trocas gasosas atrav\u00e9s da cut\u00edcula, que \u00e9 perme\u00e1vel:<\/strong> o oxig\u00eanio      gasoso entra no corpo dos insetos atrav\u00e9s de espir\u00e1culos, passa pelas traqu\u00e9ias      e traqu\u00e9olas at\u00e9 atingir os tecidos, \u00e9 metabolizado e deixa o corpo na forma      de di\u00f3xido de carbono na dire\u00e7\u00e3o oposta \u00e0 que entrou. Esse processo \u00e9 feito      por difus\u00e3o simples. <\/p>\n   \n<p>Alguns insetos, como os Orthoptera, possuem um mecanismo que leva o ar do      t\u00f3rax direto ao abd\u00f4men, aumentando a efici\u00eancia do processo. Ocorrem algumas      adapta\u00e7\u00f5es de acordo com o modo de vida dos insetos, como em insetos aqu\u00e1ticos,      de deserto ou parasitas. <\/p>\n   \n<p>Os insetos aqu\u00e1ticos podem ter br\u00e2nquias nas laterais do abd\u00f4men, no orif\u00edcio      retal, ou nas pernas. S\u00e3o providos com um a grande n\u00famero de traqu\u00e9ias. Outros      podem ter uma cobertura de p\u00ealos que forma uma bolha de ar. Alguns insetos      podem fechar seus espir\u00e1culos evitando a perda de \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p><strong>Sistema circulat\u00f3rio<\/strong><\/p>\n   \n<p>Apresenta um cora\u00e7\u00e3o delicado com ost\u00edolos laterais e uma aorta anterior,      sem capilares ou veias; \u00e9 um cora\u00e7\u00e3o em forma de tubo dorsal, localizado no      abdome, seguido por um tubo dirigido para o t\u00f3rax denominado aorta; o sistema      circulat\u00f3rio \u00e9 aberto (o cora\u00e7\u00e3o apresenta orif\u00edcios), sendo que o &#8220;sangue&#8221;      (hemolinfa) circula do abdome para o t\u00f3rax, atrav\u00e9s do bombeamento card\u00edaco,      banhando todos os \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n   \n<p>O bombeamento card\u00edaco \u00e9 feito pela contra\u00e7\u00e3o de fibrilas musculares que      formam o \u00f3rg\u00e3o puls\u00e1til. A hemolinfa \u00e9 constitu\u00edda de plasma e hem\u00f3citos;      os hem\u00f3citos possuem as fun\u00e7\u00f5es de fagocitose, secre\u00e7\u00e3o (forma\u00e7\u00e3o de tecido      conjuntivo), coagula\u00e7\u00e3o e cicatriza\u00e7\u00e3o; o plasma \u00e9 respons\u00e1vel pelo transporte      de alimentos, armazenamento, dispers\u00e3o de horm\u00f4nios e transporte de res\u00edduos      aos tubos de Malpighi. A hemolinfa n\u00e3o se envolve no processo respirat\u00f3rio      do inseto; como a hemolinfa cont\u00e9m baixos teores de pigmentos respirat\u00f3rios,      possui uma capacidade de transporte de oxig\u00eanio insignificante.<\/p>\n   \n<p><strong>Sistema excretor<\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 formado pelos t\u00fabulos de Malpighi. Estes t\u00fabulos variam de um ou dois at\u00e9      mais de uma centena. S\u00e3o muito finos e possuem sua extremidade distal fechada      e a basal aberta, em contato com a parte anterior do intestino, atuando como      reguladores da composi\u00e7\u00e3o da hemolinfa, retirando dela os produtos do metabolismo      intermedi\u00e1rio e devolvendo \u00e1gua e sais. O principal produto de excre\u00e7\u00e3o nitrogenada      dos insetos \u00e9 o \u00e1cido \u00farico(ureot\u00e9licos). <\/p>\n   \n<p>Os t\u00fabulos de Malpighi tamb\u00e9m s\u00e3o importantes no balan\u00e7o h\u00eddrico.<\/p>\n   \n<p><strong>Sistema nervoso<\/strong><\/p>\n   \n<p>Pr\u00f3ximo ao es\u00f4fago existe o g\u00e2nglio supra-esofagiano (c\u00e9rebro), do qual partem      duas cadeias de g\u00e2nglios ventrais e, destes, numerosos filamentos nervosos      que se ramificam por todo o corpo do inseto.<\/p>\n   \n<p><strong>Sistema sensorial <\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 representado pelos olhos (simples e ccompostos), cerdas e antenas t\u00e1cteis;      apresentam tamb\u00e9m \u00f3rg\u00e3os auditivos e quimioreceptores.<\/p>\n   \n<p><strong>Sistema reprodutor<\/strong><\/p>\n   \n<p>Apesar de poder haver hermafroditismoo e partenog\u00eanese, o m\u00e9todo de reprodu\u00e7\u00e3o      usual \u00e9 o cruzamento entre o macho e a f\u00eamea. Os \u00f3rg\u00e3os masculinos s\u00e3o dois      test\u00edculos, ductos eferentes, ves\u00edcula seminal, ducto ejaculat\u00f3rio e edeago      (ou falo). Os \u00f3rg\u00e3os femininos s\u00e3o dois ov\u00e1rios, ovidutos e sistema reprodutor      feminino. Junto desta existe a espermateca, que \u00e9 o reservat\u00f3rio de espermatoz\u00f3ides,      ap\u00f3s a c\u00f3pula. <\/p>\n   \n<h4>Desenvolvimento<\/h4>\n   \n<p>A maioria das esp\u00e9cies \u00e9 ov\u00edpara; algumas poucas s\u00e3o larv\u00edporas. O formato      dos ovos e o local escolhido para a oviposi\u00e7\u00e3o \u00e9 tremendamente vari\u00e1vel, podendo      mesmo dizer-se que em qualquer lugar que procurarmos acharemos ovo ou larva      de algum inseto. Desde ovo at\u00e9 adulto, o inseto sofre v\u00e1rias modifica\u00e7\u00f5es      complexas, reguladas por horm\u00f4nios. <\/p>\n   \n<p><strong>Os tipos de evolu\u00e7\u00e3o s\u00e3o:<\/strong> <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Amet\u00e1bolos: <\/strong>Quando os insetos n\u00e3o apresentam mudan\u00e7as        distintas nas formas entre os est\u00e1gios de ovo at\u00e9 adultos. Isto \u00e9, as formas        jovens s\u00e3o semelhantes aos adultos. S\u00e3o exemplo os Thysanura, as tra\u00e7as        de parede.<strong><br \/>\n       Hemimet\u00e1bolos (do grego hemi= metade): S\u00e3o os insetos com metamorfose incompleta:<\/strong>        o ovo eclode e libera uma **ninfa, que \u00e9 destitu\u00edda da asas e \u00f3rg\u00e3os sexuais        desenvolvidos; \u00e0 medida que as mudas ou ecdises se processam, a ninfa transforma-se        na forma adulta, denominada imago. O gafanhoto \u00e9 o exemplo mais conhecido.<strong><br \/>\n       Holomet\u00e1bolos ou com metamorfose completa:<\/strong><br \/>\n       S\u00e3o os insetos que passam pelas fases de ovo, *larva, pupa e adulto. S\u00e3o        exemplo os Diptera, moscas e mosquitos, e os Siphonaptera, as pulgas. <br \/>\n       As larvas s\u00e3o completamente diferentes do adulto, tanto morfologicamente        como biologicamente (exemplo a lagarta, que \u00e9 a larva de borboleta). <br \/>\n       As ninfas s\u00e3o formas semelhantes ao adulto, mas n\u00e3o possuem \u00f3rg\u00e3os genitais        e as asas, quando presentes, s\u00e3o rudimentares (as ninfas dos barbeiros).        <br \/>\n       Esse desenvolvimento por fases evolutivas e mudas \u00e9 o recurso que os insetos        usam para crescer. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Exemplifiquemos:<\/strong> um barbeiro-f\u00eamea faz a postura dos ovos,      cada um medindo cerca de um mil\u00edmetro. Ao eclodir, nasce uma ninfa mole, incapaz      de se locomover apesar de possuir pernas. Ela \u00e9 mole porque o seu esqueleto      externo (exoesqueleto) \u00e9 de quitina e demorar\u00e1 alguns minutos para enrijecer.      Assim que o fizer, a ninfa pode andar, mas n\u00e3o poder\u00e1 crescer mais, pois o      esqueleto quitinoso que a envolve impede isto. Essa ninfa, dois a cinco dias      ap\u00f3s o nascimento, fica em repouso e, por a\u00e7\u00e3o hormonal, rompe a quitina ao      n\u00edvel do t\u00f3rax e sai por essa fenda. Ao sair, estar\u00e1 mole e muito maior que      a forma anterior. Em alguns minutos ela se tornar\u00e1 r\u00edgida e o processo ser\u00e1      repetido mais cinco vezes at\u00e9 chegar \u00e0 forma adulta. Essa forma n\u00e3o crescer\u00e1      mais. <\/p>\n   \n<p>Chama-se muda ou ecdise ao processo de uma ninfa (ou larva) sair da quitina      anterior e passar para uma forma seguinte maior. O horm\u00f4nio que controla a      ecdise \u00e9 a ecdisona, secretada por certas gl\u00e2ndulas end\u00f3crinas, as gl\u00e2ndulas      protor\u00e1xicas. Chama-se ex\u00favia ao exoesqueleto quitinoso deixado pela ninfa      que sofreu uma ecdise. <\/p>\n   \n<p><strong>SISTEM\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n   \n<p>A Super classe HEXAPODA \u00e9, hoje, subdividida nas classes Collembola, Protura,      Diplura, que possuem 3 pares de patas mas n\u00e3o s\u00e3o insetos, e a classe Insecta.    <\/p>\n   \n<p><strong>Os integrantes da classe Insecta s\u00e3o agrupados da seguinte forma:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>I. Apterygota (Archeognatha e Thysanura): <\/strong>S\u00e3o os insetos        mais primitivos. <strong><br \/>\n       II. Pterygota: <\/strong>S\u00e3o insetos alados ou secundariamente \u00e1pteros. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Entre os insetos alados existem: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>a) Paleoptera: <\/strong>que n\u00e3o dobram as asas sobre o corpo, porque        a articula\u00e7\u00e3o \u00e9 feita por placas axilares que est\u00e3o fundidas. Os Odonata        e Ephemeroptera.<strong><br \/>\n       b) Neoptera:<\/strong> que dobram as asas sobre o corpo, com articula\u00e7\u00e3o        por escleritos m\u00f3veis na base da asa. Todas as demais ordens de insetos        alados fazem parte da divis\u00e3o Neoptera. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Dentro desta divis\u00e3o existem dois grupos:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>b1) Exopterygota: <\/strong>que apresentam metamorfose imcompleta        ou hemimetabolia. S\u00e3o os Hemiptera, Homoptera, Blattodea, Mantodea, Dermaptera,        Isoptera, por exemplo.<strong><br \/>\n       b2)<\/strong> <strong>Endopterygota: <\/strong>que apresentam metamorfose        completa ou holometabolia. S\u00e3o os Lepidoptera, Diptera, Lepidoptera, Coleoptera,        Hymenoptera, por exemplo. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Destacamos as principais ordens de insetos:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>A <strong>Ordem Diptera<\/strong> (di: duas; ptera: asas). As moscas e os        mosquitos. As asas anteriores (mesot\u00f3rax) s\u00e3o funcionais, mas as posteriores        (metat\u00f3rax) s\u00e3o reduzidas, formando os halteres ou balancins. S\u00e3o holomet\u00e1bolos,        sendo muitos adultos vetores de doen\u00e7as, como a mal\u00e1ria e a febre amarela.<br \/>\n       A<strong> Ordem Odonata <\/strong>(odous= dente, gnatha= mand\u00edbula) compreende        os insetos vulgarmente conhecidos como lib\u00e9lulas e engloba cerca de 5.300        esp\u00e9cies em todo o mundo. No Brasil, a riqueza estimada \u00e9 de 670 esp\u00e9cies.        H\u00e1 registros f\u00f3sseis da Era Mesos\u00f3ica, entre os per\u00edodos Cret\u00e1ceo e Jur\u00e1ssico        (cerca de 220 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s). As lib\u00e9lulas apresentam uma fase larval,        aqu\u00e1tica, que pode durar algumas semanas ou v\u00e1rios anos, dependendo da esp\u00e9cie.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Os indiv\u00edduos adultos s\u00e3o bastante caracter\u00edsticos e pouco mudaram      ap\u00f3s milh\u00f5es de anos de evolu\u00e7\u00e3o:<\/strong> t\u00eam olhos compostos bem desenvolvidos,      t\u00f3rax pequeno e abdome fino e comprido e dois pares de asas finas e transparentes.      Uma vez que dependem de c\u00f3rregos e ricahos bem conservados, as lib\u00e9lulas s\u00e3o      boas indicadoras da qualidade ambiental.<\/p>\n   \n<p><strong>A Ordem Isoptera<\/strong> (iso=igual, pteron=asa)<\/p>\n   \n<p>Engloba as esp\u00e9cies de cupins que formam um grupo com uma organiza\u00e7\u00e3o social      bastante complexa. As estimativas mundiais indicam a exist\u00eancia de aproximadamente      2.800 esp\u00e9cies, sendo que no Brasil est\u00e3o descritas 10% desse total (280 esp\u00e9cies).      A estrutura organizacional dos cupins engloba os oper\u00e1rios e soldados (que      s\u00e3o indiv\u00edduos est\u00e9reis). H\u00e1 um par real (um rei e uma rainha) que s\u00e3o os      \u00fanicos reprodutores na col\u00f4nia. <\/p>\n   \n<p>Os <strong>oper\u00e1rios<\/strong> s\u00e3o os indiv\u00edduos mais numerosos na col\u00f4nia      e respons\u00e1veis por todo o trabalho na col\u00f4nia (constru\u00e7\u00e3o, reconstru\u00e7\u00e3o, coleta      de alimentos, cuidados dos ovos, alimenta\u00e7\u00e3o de outros indiv\u00edduos e do par      real). <\/p>\n   \n<p><strong>Os soldados possuem adapta\u00e7\u00f5es especiais para a defesa da col\u00f4nia:<\/strong>      h\u00e1 esp\u00e9cies onde a defesa \u00e9 mec\u00e2nica, sendo os soldados dotados de poderosas      mand\u00edbulas; h\u00e1 esp\u00e9cies onde os soldados expelem jatos de uma subst\u00e2ncia qu\u00edmica      repelente; h\u00e1 tamb\u00e9m esp\u00e9cies que combinam os dois tipos de defesa. Na \u00e9poca      reprodutiva indiv\u00edduos alados (&#8220;aleluias&#8221;) deixam o cupinzeiro para      reproduzirem-se e fundar uma nova col\u00f4nia. <\/p>\n   \n<p>Os cupins possuem um importante papel na reciclagem da mat\u00e9ria org\u00e2nica nos      ecossistemas e tamb\u00e9m na distribui\u00e7\u00e3o espacial de nutrientes do solo pois      realizam grandes movimenta\u00e7\u00f5es de terra. Sob o ponto de vista humano, podem      chegar a causar grandes preju\u00edzos econ\u00f4micos.<\/p>\n   \n<p>A <strong>Ordem Hemiptera<\/strong><\/p>\n   \n<p>Insetos cujas <strong>asas do primeiro par<\/strong>, ou <strong>par anterior<\/strong>,      t\u00eam a metade basal r\u00edgida ou cori\u00e1cea, e a metade distal membranosa, com nervuras,      denominadas hem\u00e9litros. Al\u00e9m dessas, t\u00eam outro par (segundo par ou asas posteriores)      membranosas, sem nenhuma caracter\u00edstica especial (hemi= metade, pteron= asa).    <\/p>\n   \n<p>Engloba as esp\u00e9cies de percevejos e barbeiros. As estimativas mundiais indicam      a exist\u00eancia de aproximadamente 15.800 esp\u00e9cies, sendo que a riqueza conhecida      para o Brasil \u00e9 de 1.300 esp\u00e9cies. Os indiv\u00edduos dessa ordem caracterizam-se      por ter o corpo dividido em tr\u00eas partes (cabe\u00e7a, t\u00f3rax e abdome), sendo que      na cabe\u00e7a, que \u00e9 muito pequena, h\u00e1 um par de antenas segmentadas. <\/p>\n   \n<p><strong>O aparelho bucal \u00e9 do tipo picador-sugador, sendo de tamanho vari\u00e1vel      para cada tipo de esp\u00e9cie:<\/strong> nas esp\u00e9cies fit\u00f3fagas (que se alimentam      da seiva das plantas) ele \u00e9 comprido e geralmente ultrapassa o primeiro par      de patas; nas esp\u00e9cies predadoras (que sugam o l\u00edquido de suas presas) ele      \u00e9 curto e quase do tamanho da cabe\u00e7a. Nas esp\u00e9cies hemat\u00f3fagas, o aparelho      alcan\u00e7a at\u00e9 o primeiro par de patas. Nesse \u00faltimo grupo destaca-se a esp\u00e9cie      Triatoma infestans, que \u00e9 o barbeiro transmissor da doen\u00e7a de Chagas (causada      pelo protozo\u00e1rio Tripanosoma cruzi). Esse protozo\u00e1rio vive normalmente no      intestino do barbeiro.<\/p>\n   \n<p><strong>A Ordem Coleoptera <\/strong>(koleos= estojo, pteron= asa)<\/p>\n   \n<p>Inclui os <strong>besouros<\/strong> e \u00e9 a mais diversificada entre os insetos,      existindo aproximadamente 350.000 esp\u00e9cies em todo o mundo. Esse total equivale      a 40% de todos as esp\u00e9cies da Classe Insecta e 30% de todos os animais. A      principal caracter\u00edstica dos besouros e a exist\u00eancia dos \u00e9litros, que s\u00e3o      asas duras que recobrem e protegem as asas membranosas posteriores. <\/p>\n   \n<p>O <strong>tamanho corporal<\/strong> pode variar de menos de 1 mm at\u00e9 20 cm,      como \u00e9 o caso de um serra-pau da Amaz\u00f4nia (Titanus giganteus). Os cole\u00f3pteros      possuem um importante papel ecol\u00f3gico no controle de pragas, pois atuam como      predadores e na reciclagem de mat\u00e9ria org\u00e2nica. Por outro lado, os besouros      s\u00e3o pragas em potencial e atacam planta\u00e7\u00f5es diversas (feij\u00e3o, algod\u00e3o, caf\u00e9,      arroz, milho) e tamb\u00e9m alimentos armazenados, al\u00e9m de livros, peles, tapetes.      A riqueza dos cole\u00f3pteros no Brasil chega a 30.000 esp\u00e9cies.<\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Hymenoptera<\/strong><\/p>\n   \n<p>As<strong> formigas<\/strong>, <strong>vespas<\/strong> e<strong> abelhas <\/strong>fazem      parte desta ordem que \u00e9 a quarta mais diversificada entre os insetos. Existem      cerca de 115.000 esp\u00e9cies descritas mas as estimativas sugerem que podem existir      at\u00e9 meio milh\u00e3o de esp\u00e9cies.<\/p>\n   \n<p>No Brasil as estimativas indicam a exist\u00eancia de 9.100 esp\u00e9cies. As abelhas      est\u00e3o entre os insetos que prestam servi\u00e7os da maior import\u00e2ncia para a poliniza\u00e7\u00e3o      das plantas, al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o de diversos produtos como mel, cera, pr\u00f3polis      e, mais recentemente, venenos para fins terap\u00eauticos. <\/p>\n   \n<p>Dentro da ordem existem representantes com alta organiza\u00e7\u00e3o social, como      as abelhas, formigas e algumas vespas, e outros de solit\u00e1rios, como as vespas      da fam\u00edlia Sphecidae .<\/p>\n   \n<p>Essas \u00faltimas possuem um curioso sistema de preda\u00e7\u00e3o pois os adultos selecionam      suas v\u00edtimas (aranhas ou borboletas), injetando nelas uma toxina paralisante.    <\/p>\n   \n<p>Em seguida depositam seus ovos, que n\u00e3o s\u00e3o numerosos, para que as larvas      se alimentem da presa capturada. Entre as abelhas tamb\u00e9m existem esp\u00e9cies      solit\u00e1rias, onde cada f\u00eamea constroi e mant\u00e9m seu pr\u00f3prio ninho. <\/p>\n   \n<p><strong>Nas esp\u00e9cies sociais existem, geralmente, dois tipos de indiv\u00edduos:<\/strong>      os que realizam a reprodu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie e aqueles que fazem todo o trabalho      da col\u00f4nia como a manuten\u00e7\u00e3o, coleta de alimento, defesa, cuidados com as      larvas e pupas.<\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Lepidoptera<\/strong> (lepidos= escamas, pteron= asa)<\/p>\n   \n<p>Engloba as borboletas, mariposas e tra\u00e7as de roupas, totalizando aproximadamente      1460.000 esp\u00e9cies. Para o Brasil s\u00e3o reconhecidas 26.016 esp\u00e9cies sendo que      as estimativas dos especialistas indicam que essa riqueza pode ser de aproximadamente      40.000 esp\u00e9cies. As borboletas s\u00e3o importantes polinizadoras, sendo que os      adultos alimentam-se de l\u00edquidos variados. Na fase larval a maioria das esp\u00e9cies      \u00e9 fit\u00f3faga, ou seja, alimentam-se de plantas (especialmente das folhas). <\/p>\n   \n<p>Ap\u00f3s certo per\u00edodo, as larvas das borboletas (lagartas) criam um casulo e      passam para o est\u00e1gio seguinte (pupa) ao processo de metamorfose. As borboletas      s\u00e3o bastante sens\u00edveis \u00e0s altera\u00e7\u00f5es ambientais e tamb\u00e9m s\u00e3o utilizadas como      organismos indicadores da qualidade ambiental.<\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Siphonaptera<\/strong> (siphon= tubo, apteros= sem asa)<\/p>\n   \n<p>Engloba os insetos conhecidos como <strong>pulgas<\/strong>. A riqueza conhecida      no mundo para essa ordem \u00e9 de 3.000 esp\u00e9cies e no Brasil s\u00e3o registradas 59      esp\u00e9cies, mas as estimativas indicam uma exist\u00eancia prov\u00e1vel de 80 esp\u00e9cies.      As pulgas s\u00e3o parasitas externos (ectoparasitas) que se alimentam de sangue      e possuem uma grande import\u00e2ncia sanit\u00e1ria pois podem transmitir algumas viroses,      riquetsioses e doen\u00e7as bacterianas (como a peste bub\u00f4nica), al\u00e9m das a\u00e7\u00f5es      irritativas. Entre as esp\u00e9cies da ordem est\u00e1 Tunga penetrans , conhecida popularmente      como bicho-de-p\u00e9. <\/p>\n   \n<p>Entre os hospedeiros est\u00e3o os mam\u00edferos e as aves, sendo que dentre os primeiros,      a ordem Rodentia (roedores em geral) \u00e9 a mais importante.<\/p>\n   \n<p><strong>Ordem Anoplura<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os <strong>piolhos<\/strong>. S\u00e3o ectoparasitos obrigat\u00f3rios, permanentes,      hemat\u00f3fagos, dos mam\u00edferos. T\u00eam dimens\u00f5es reduzidas (at\u00e9 6 mm) e o corpo achatado      dorsoventralmente. A cabe\u00e7a \u00e9 mais estreita que o t\u00f3rax e a armadura bucal      \u00e9 picadora-sugadora. S\u00e3o \u00e1pteros. Pediculus humanus \u00e9 a popular &#8220;muquirana&#8221;.    <\/p>\n   \n<p>Causadores da pediculose do corpo, encontram-se principalmente nas dobras      do corpo presos \u00e0 roupa; suas picadas causam inflama\u00e7\u00e3o aguda da pele e prurido,      al\u00e9m de serem respons\u00e1veis pela transmiss\u00e3o de v\u00e1rias doen\u00e7as infecciosas      como o tifo, a febre recurrente a a febre das trincheiras. <\/p>\n   \n<p>O <strong>Pediculus<\/strong> capitis \u00e9 o popular &#8220;<strong>piolho da      cabe\u00e7a<\/strong>&#8220;. \u00c9 um inseto sem asas com corpo apresentando divis\u00e3o      clara em cabe\u00e7a, t\u00f3rax e abdome, ao contr\u00e1rio do piolho genital. O seu ovo      fixa-se ao fio de cabelo por uma subst\u00e2ncia pegajosa, assumindo a forma vulgarmente      conhecida como l\u00eandea .<\/p>\n   \n<p>O ciclo \u00e9 autox\u00eanico e inicia-se com a ovipostura. Os ovos necessitam de      4 a 14 dias para completarem a incuba\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s a eclos\u00e3o, surgem as ninfas      que atingem o est\u00e1dio adulto em 2 semanas. A maturidade sexual nos adultos      ocorre em 4 horas, com c\u00f3pula imediata. Sobrevivem de 3 a 4 semanas; ovipostura      de cerca de 90 ovos. Causador da pediculose, encontra-se principalmente nos      cabelos da cabe\u00e7a; \u00e9 muito comum em crian\u00e7as; causam inflama\u00e7\u00e3o do couro cabeludo      em virtude das picadas, rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas e infec\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 a classe que comporta o maior numero de esp\u00e9cie deste filo e dos demais      conhecidos, pois compreende 60% das esp\u00e9cies de animais.Eles se distinguem      de outros artr\u00f3podes por apresentarem 3 pares de extremidades locomotoras      na fase adulta. A maioria tamb\u00e9m tem asas quando adultos; isto n\u00e3o ocorre      em nenhum outro grupo de animal invertebrado. A capacidade de voas explica      seu enorme sucesso como um grupo animal, pois auxilia-os a encontrar alimentos,      parceiros e escapar de inimigos. Habitam todos os lugares, com exce\u00e7\u00e3o do      mar aberto, sendo que alguns vivem em fontes termais onde a temperatura alcan\u00e7a      at\u00e9 49 graus cent\u00edgrados, e outros como larvas de certas moscas vivem em po\u00e7as      de petr\u00f3leo.<\/p>\n   \n<h4>IMPORT\u00c2NCIA DOS INSETOS <\/h4>\n   \n<p>Muitos s\u00e3o extremamente valiosos para o homem, e sem eles a sociedade humana      n\u00e3o poderia existir na sua forma presente. Pelas suas atividades polinizadora,      possibilitam a produ\u00e7\u00e3o de muitas colheitas agr\u00edcolas, incluindo os frutos      de pomares, as plantas forrageiras, muitas verduras, o algod\u00e3o, o maracuj\u00e1,      etc. <\/p>\n   \n<p>Fornecem o mel e cera, seda e outros produtos de valor comercial; servem      como alimento para muitas aves, peixes e outros animais \u00fateis; prestam servi\u00e7os      como predadores; auxiliam a manter animais e plantas nocivas sob controle,      e tem sido \u00fateis na medicina e em pesquisa cient\u00edficas. Alguns insetos s\u00e3o      nocivos e causam anualmente perdas enormes na agricultura e nos produtos armazenados.      Alguns prejudicam a sa\u00fade do homem e dos animais..<\/p>\n   \n<h4>MORFOLOGIA EXTERNA DE UM INSETO<\/h4>\n   \n<p><strong>Um inseto t\u00edpico tem o corpo dividido em tr\u00eas regi\u00f5es distintas:      <\/strong><\/p>\n   \n<p>Na cabe\u00e7a encontramos o centro sensorial devido a presen\u00e7a de antenas e olhos.<\/p>\n   \n<p><strong>Antenas <\/strong><\/p>\n   \n<p>Todos os insetos adultos possuem, da\u00ed serem denominados de D\u00edceros. S\u00e3o ap\u00eandice      moveis que podem funcionar como \u00f3rg\u00e3o olfativo, auditivos, gustativos e t\u00e1teis.<\/p>\n   \n<p><strong>Uma antena t\u00edpica \u00e9 formada por art\u00edculos ou anten\u00f4meros e apresenta      3 regi\u00f5es distintas:<\/strong> escapo, pedicelo e flagelo. <\/p>\n   \n<p><strong>TIPOS DE ANTENAS<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>De acordo com o aspecto dos anten\u00f4meros do flagelos, podem ser reconhecidos      diversos tipos: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>01 &#8211; Filiforme: <\/strong>Todos os anten\u00f4meros s\u00e3o semelhantes,        ligeiramente alongados. Exp. Baratas e esperan\u00e7as.<strong><br \/>\n       02 &#8211; Clavada: <\/strong>O flagelo termina em uma dilata\u00e7\u00e3o semelhante a uma        clava. Exp. Borboletas. <strong><br \/>\n       03 &#8211; Set\u00e1cea: <\/strong>Cada anten\u00f4mero tem o aspecto de um tronco de cone        . Exp. Gafanhoto, serra-pau e odonatas.<strong><br \/>\n       04 &#8211; Lamelada: <\/strong>Apresenta uma dilata\u00e7\u00e3o t\u00edpica nos \u00faltimos segmentos,        que quando se juntam, formam uma esp\u00e9cie de bola. <strong>Ex.<\/strong> Besouro        da fam\u00edlia Scarabaeidae. <strong><br \/>\n       05 &#8211; Aristada: <\/strong>O flagelo apresenta um \u00fanico p\u00ealo. Exp. Mosca dom\u00e9stica.<strong><br \/>\n       06 &#8211; Plumosa: <\/strong>Apresentam p\u00ealos que circundam todos os anten\u00f4meros.        Exp. &#8211; Pernilongos machos. <strong><br \/>\n       07 &#8211; Geniculada: <\/strong>Os anten\u00f4meros do flagelos s\u00e3o dobrados em \u00e2ngulos        com o escapo Exp. Formigas abelhas e gorgulhos.<strong><br \/>\n       08 &#8211; Pectinada: <\/strong>Os anten\u00f4meros apresentam dilata\u00e7\u00f5es semelhantes        a um pente. Exp. Machos de mariposas. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>DIMORFISMO SEXUAL NAS ANTENAS<\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 poss\u00edvel o reconhecimento dos sexos de alguns insetos atrav\u00e9s das antenas,      visto que elas se apresentam diferentes nos machos e nas f\u00eameas. <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Para isso devem ser considerados: <br \/>\n       Tamanho: <\/strong>As antenas dos machos geralmente s\u00e3o mais desenvolvidas        <strong><br \/>\n       Tipo: <\/strong>H\u00e1 casos que o machos e as f\u00eameas possuem antenas de tipo        diferente. <strong>Por exemplo:<\/strong> Nos machos de mosquito (pernilongos)        as antenas s\u00e3o plumosas, enquanto que nas f\u00eameas s\u00e3o filiformes. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>TIPOS DE OLHOS<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Os olhos podem ser de dois tipos<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Olhos simples ou ocelos: <\/strong>S\u00e3o pequenos, variando de 1 a        3. Est\u00e3o presentes especialmente nas larvas, mas tamb\u00e9m ocorrem nos adultos.        S\u00e3o sens\u00edveis \u00e0 luz e sombra.<strong><br \/>\n       Olhos compostos: <\/strong>S\u00e3o em numero de dois por insetos, ocupando a        maior parte da cabe\u00e7a. S\u00e3o formados por unidades chamadas omatideos, que        possui forma hexagonal. S\u00e3o respons\u00e1veis pela forma\u00e7\u00e3o de imagens.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>APARELHO BUCAL<\/strong><\/p>\n   \n<p>Comp\u00f5e-se de um conjunto de pe\u00e7as m\u00f3veis que varia de esp\u00e9cie para esp\u00e9cie,      principalmente em fun\u00e7\u00e3o das adapta\u00e7\u00f5es alimentares. <\/p>\n   \n<p><strong>Em gafanhotos, que possuem aparelho bucal primitivo (tipo mastigador),      \u00e9 constitu\u00eddo das seguintes pe\u00e7as: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>L\u00e1bio inferior ou labium: <\/strong>Um par de maxilas <strong><br \/>\n       L\u00e1bio superior ou labro: <\/strong>Epifarimge <strong><br \/>\n       Um par de mand\u00edbula: <\/strong>Hipofaringe <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>TIPOS DE APARELHOS BUCAL<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Mastigador: <\/strong>\u00c9 o mais primitivo, consistindo de mand\u00edbulas        opostas para mastigar e triturar alimentos s\u00f3lidos. Ocorre na maioria das        ordens dos insetos. Orthoptera, Coleoptera, Himenoptera, Isoptera, Neuroptera,        Mallophaga e muitas formas larvais.<strong><br \/>\n       M. Lambedor: <\/strong>Ocorre em abelhas (ingerem alimentos s\u00f3lidos e l\u00edquidos.        <strong><br \/>\n       Sugador (sifonado): <\/strong>Nesse caso as maxilas s\u00e3o transformadas em        um tubo longo e enrolado (quando em repouso) denominado espirotromba. Exp.        Adulto de lepidopteros. <strong><br \/>\n       Picador Sugador: <\/strong>Apresenta as pe\u00e7as bucais modificadas em estilete.        Exp. Pernilongos, Barbeiros, Cigarras, Pulgas, etc. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Esponjador <\/strong><\/p>\n   \n<p>Ocorre na mosca dom\u00e9stica. Nesse caso o labium \u00e9 expandido na sua forma distal,      para formar l\u00f3bulos grandes e macios chamado LABELLA. Durante a alimenta\u00e7\u00e3o,      a saliva \u00e9 bombeada para baixo, espalhando-se abaixo da labella e dissolvendo      o alimento. Desse modo o inseto bombeia o alimento dissolvido abaixo da labella      at\u00e9 a boca. <\/p>\n   \n<p><strong>T\u00d3RAX <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>\u00c9 o centro de locomo\u00e7\u00e3o dos insetos; formado por 3 segmentos:<\/strong>      prot\u00f3rax, mesotorax e metat\u00f3rax; Todo com um par de pernas, al\u00e9m de apresentarem      ou n\u00e3o asas 2\u00ba e 3\u00ba segmentos.<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1\u00ba &#8211; segmento: prot\u00f3rax &#8211; <\/strong>1\u00ba par de asas.<br \/>\n<strong>2\u00ba &#8211; segmento: mesot\u00f3rax &#8211;<\/strong> 2\u00ba pares de pernas e 1\u00ba par        de asas.<br \/>\n<strong>3\u00ba &#8211; segmento: metat\u00f3rax <\/strong>&#8211; 3\u00ba pares de pernas e 2\u00ba par        de asas. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Quando o inseto possui apenas um par asas, \u00e9 o segundo par que falta. No      caso de d\u00edpteros, apenas o par mesotor\u00e1cico \u00e9 funcional, sendo o par metator\u00e1cico      transformado em balancins ou halteres que funcionam como org\u00e3os de equil\u00edbrio.      H\u00e1 ainda insetos \u00e1pteros, ou seja, os que n\u00e3o apresentam asas. <\/p>\n   \n<p><strong>Constitui\u00e7\u00e3o de um segmento:<\/strong> <strong>cada segmento tor\u00e1cico      \u00e9 composto por 3 grupos de placas de quitina denominados escleritos:<\/strong>      o tergo ou noto dorsalmente, as pleuras lateralmente, e o esterno ventralmente.    <\/p>\n   \n<p>O tergo \u00e9 constitu\u00eddo por 4 pares de tergitos, cada pleura por 2 pleuritos      e o esterno por 2 esternitos. <\/p>\n   \n<p><strong>Ap\u00eandices Tor\u00e1cicos <\/strong><\/p>\n   \n<p>Compreende principalmente as pernas e as asas que s\u00e3o ap\u00eandices m\u00f3veis com      fun\u00e7\u00f5es locomotoras. <\/p>\n   \n<p>Pernas &#8211; no estado adulto os insetos apresentam 3 pares de pernas, e um n\u00famero      vari\u00e1vel de pernas nas larvas Al\u00e9m da locomo\u00e7\u00e3o, as pernas s\u00e3o tamb\u00e9m usadas      para escavar o solo, coletar alimentos, capturar presas, etc. &#8211; no estado      adulto os insetos apresentam 3 pares de pernas, e um n\u00famero vari\u00e1vel de pernas      nas larvas Al\u00e9m da locomo\u00e7\u00e3o, as pernas s\u00e3o tamb\u00e9m usadas para escavar o solo,      coletar alimentos, capturar presas, etc. &#8211; no estado adulto os insetos apresentam      3 pares de pernas, e um n\u00famero vari\u00e1vel de pernas nas larvas Al\u00e9m da locomo\u00e7\u00e3o,      as pernas s\u00e3o tamb\u00e9m usadas para escavar o solo, coletar alimentos, capturar      presas, etc. &#8211; no estado adulto os insetos apresentam 3 pares de pernas, e      um n\u00famero vari\u00e1vel de pernas nas larvas Al\u00e9m da locomo\u00e7\u00e3o, as pernas s\u00e3o tamb\u00e9m      usadas para escavar o solo, coletar alimentos, capturar presas, etc. <\/p>\n   \n<p>Estruturas de uma perna t\u00edpica &#8211; coxa, troc\u00e2nter, f\u00eamur, t\u00edbia, tarso e p\u00f3s      tarso. O tarso \u00e9 uma por\u00e7\u00e3o articulada constituida por art\u00edculos denominados      tars\u00f4meros, que varia de um a cinco. <\/p>\n   \n<p>O p\u00f3s tarso pode ser constitu\u00eddo por garras ou unhas, ou por uma expans\u00e3o      membranosa provida de p\u00ealos, que \u00e9 o ar\u00f3lio. Tem fun\u00e7\u00e3o de auxiliar a fixa\u00e7\u00e3o      quer pelas garras em superf\u00edcies \u00e1speras por meio do ar\u00f3lio que funciona como      ventosas em superf\u00edcies lisa.<\/p>\n   \n<p><strong>TIPO DE PERNAS<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Ambulat\u00f3rias: <\/strong>Sem qualquer modifica\u00e7\u00e3o em quaisquer de        suas parte. S\u00e3o adaptadas para andar ou correr. Exp. Baratas, moscas, formigas        e vespas. <strong><br \/>\n       Escansoriais: <\/strong>A t\u00edbia, o tarso e a garra tarsal apresentam uma        conforma\u00e7\u00e3o t\u00edpica que possibilita ao inseto agarrar ao p\u00ealo do hospedeiro.        Exp. Piolhos hemat\u00f3fagos. <strong><br \/>\n       Prensoras: <\/strong>Possuem o f\u00eamur desenvolvido, provido de um sulco onde        se aloja a t\u00edbia. Serve para prender outros animais entre o f\u00eamur e a t\u00edbia.        Exp. 1\u00ba par da barata d&#8217;\u00e1gua. <strong><br \/>\n       Saltat\u00f3rias: <\/strong>S\u00e3o as pernas posteriores dos gafanhotos, grilos,        esperan\u00e7as e pulgas. Possuem o f\u00eamur e a t\u00edbia bastante desenvolvidos e        alongados. <strong><br \/>\n       Fossoriais: <\/strong>\u00c9 o primeiro par de pernas das paquinhas e dos besouros        escaravelhos. S\u00e3o pernas que servem para escavar o solo. <strong><br \/>\n       Natat\u00f3rias: <\/strong>Apresentam o f\u00eamur, a t\u00edbia e o tarso achatado e geralmente        com as margens providas de p\u00ealos e escorpi\u00f5es. Exp. Baratas d&#8217;\u00e1gua e besouros        aqu\u00e1ticos.<strong><br \/>\n       Coletoras: <\/strong>\u00c9 o terceiro par de pernas das abelhas e mamangabas.        Servem para recolher e transportar gr\u00e3os de p\u00f3len. A superf\u00edcie esterna        da t\u00edbia cont\u00e9m longos p\u00ealos, formando uma esp\u00e9cie de cesto denominado corb\u00edcula,        onde o p\u00f3len \u00e9 transportado.<strong><br \/>\n       Raptat\u00f3rias: <\/strong>Primeiro par de pernas do louva-a-deus. O f\u00eamur e        a t\u00edbia possuem perfeita adapta\u00e7\u00e3o al\u00e9m de numerosos espinhos que auxiliam        na apreens\u00e3o do alimento. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>TIPOS DE ASAS <\/strong><\/p>\n   \n<p>As asas s\u00e3o evagina\u00e7\u00f5es da parede do corpo localizadas dorso lateralmente      entre os ter\u00e7os e as pleuras. <\/p>\n   \n<p><strong>De acordo com as modifica\u00e7\u00f5es estruturais apresentadas, as asas podem      ser agrupadas nos seguintes tipos:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Mebranosas: <\/strong>S\u00e3o asas finas e flex\u00edveis, com as nervuras        bem distintas. A maioria dos insetos possuem o par posterior de asas desse        tipo. Exp. Lepid\u00f3pteros, Himen\u00f3pteros, d\u00edpteros, odonatas, etc. <strong><br \/>\n       T\u00e9gminas: <\/strong>S\u00e3o de aspecto pergaminhosos ou cori\u00e1ceo e normalmente        s\u00e3o estreitas e longadas. Exp. Asas anteriores de gafanhotos e louva-deus,        baratas e bicho pau. <strong><br \/>\n       \u00c9litros: <\/strong>S\u00e3o asas duras, resistentes, que servem de prote\u00e7\u00e3o \u00e0s        asas membranosas. Exp. Asas anteriores de besouros e derm\u00e1pteras. <strong><br \/>\n       Hemi\u00e9litro: <\/strong>S\u00e3o asas que apresentam a parte basal de aspecto cori\u00e1ceo,        e a parte apical membranosa, onde se nota facilmente as nervuras. Exp. Asas        anteriores de percevejos. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Abd\u00f4men <\/strong><\/p>\n   \n<p>Geralmente alongado e cil\u00edndrico, caracterizado pela segmenta\u00e7\u00e3o t\u00edpica e      aus\u00eancia geral de ap\u00eandice locomotores . Constituido de 11 segmentos, sendo      os terminais modificados para copula\u00e7\u00e3o ou postura de ovos. <\/p>\n   \n<p>Ao longo do lado inferior do t\u00f3rax e abdome h\u00e1 pequenas aberturas, os estigmas,      ligados ao sistema respirat\u00f3rio. <\/p>\n   \n<p><strong>Ap\u00eandices abdominais <\/strong><\/p>\n   \n<p>Alguns insetos apresentam em alguns est\u00e1gios de seu desenvolvimento embrion\u00e1rio      ap\u00eandice abdominais. Exp. Em tra\u00e7as existem na extremidade posterior 3 filamentos      caudais, os dois laterais s\u00e3o os cercos e o central \u00e9 o filamento mediano.    <\/p>\n   \n<p>Larvas de Lepid\u00f3pteros apresentam pernas abdominais (falsas pernas); baratas      apresentam cerco que s\u00e3o multisegmentado, nos machos, al\u00e9m dos cercos h\u00e1 dois      ap\u00eandices curtos unisegmentados que recebem o nome de estilos. Derm\u00e1ptera      (tesourinha) tamb\u00e9m apresentam cercos. Em pulg\u00f5es aparecem um par de ap\u00eandices      dorso abdominais denominados sif\u00fanculos ou corn\u00edculos.<\/p>\n   \n<p><strong>TIPOS DE ABDOME (baseados na liga\u00e7\u00e3o com o t\u00f3rax) <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>S\u00e9ssil: <\/strong>Ocorre na maioria dos insetos, o abdome liga-se        ao t\u00f3rax em toda a sua largura. Exp. Gafanhotos, baratas, besouros. <strong><br \/>\n       Livre: <\/strong>Quando aparece na uni\u00e3o do abdome com o t\u00f3rax, uma constric\u00e7\u00e3o        mais ou menos pronunciada. Exp. Borboleta, mosca, abelha. &#8211; quando aparece        na uni\u00e3o do abdome com o t\u00f3rax, uma constric\u00e7\u00e3o mais ou menos pronunciada.        Exp. Borboleta, mosca, abelha. &#8211; quando aparece na uni\u00e3o do abdome com o        t\u00f3rax, uma constric\u00e7\u00e3o mais ou menos pronunciada. Exp. Borboleta, mosca,        abelha. &#8211; quando aparece na uni\u00e3o do abdome com o t\u00f3rax, uma constric\u00e7\u00e3o        mais ou menos pronunciada. Exp. Borboleta, mosca, abelha. <strong><br \/>\n       Pedunculado: <\/strong>A liga\u00e7\u00e3o \u00e9 feita atrav\u00e9s de uma constric\u00e7\u00e3o pronunciada        em forma de pec\u00edolo. Exp. Formigas e vespas. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>MORFOLOGIA INTERNA<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Aparelho Digestivo &#8211; \u00e9 formado por 3 partes distintas: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Intestino Anterior: <\/strong>Formado pela boca, faringe, es\u00f4fago,        papo, proventr\u00edculo (est\u00f4mago mec\u00e2nico) e v\u00e1lvulas card\u00edaca. &#8211; formado pela        boca, faringe, es\u00f4fago, papo, proventr\u00edculo (est\u00f4mago mec\u00e2nico) e v\u00e1lvulas        card\u00edaca. <strong><br \/>\n       Intestino M\u00e9dio: <\/strong>\u00c9 o est\u00f4mago dito, \u00e9 onde se realiza a digest\u00e3o        e absor\u00e7\u00e3o de alimentos. &#8211; \u00e9 o est\u00f4mago dito, \u00e9 onde se realiza a digest\u00e3o        e absor\u00e7\u00e3o de alimentos. &#8211; \u00e9 o est\u00f4mago dito, \u00e9 onde se realiza a digest\u00e3o        e absor\u00e7\u00e3o de alimentos. &#8211; \u00e9 o est\u00f4mago dito, \u00e9 onde se realiza a digest\u00e3o        e absor\u00e7\u00e3o de alimentos. <strong><br \/>\n       Intestino Posterior: Tem forma de um tubo simples diferenciado em duas por\u00e7\u00f5es:<\/strong>        uma anterior denominada ileum, e uma posterior, o c\u00f3lon. Em continua\u00e7\u00e3o        a este encontra-se o reto, que \u00e9 uma por\u00e7\u00e3o dilatada em forma de ampola,        que cont\u00e9m a abertura terminal, o orif\u00edcio retal. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Aparelho Circulat\u00f3rio <\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 formado por um \u00f3rg\u00e3o puls\u00e1til tubuloso, o cora\u00e7\u00e3o, que \u00e9 constitu\u00eddo por      um conjunto de c\u00e2maras dispostas em cadeias de onde sai anteriormente uma      art\u00e9ria aorta respons\u00e1vel pela distribui\u00e7\u00e3o do sangue (hemolinfa) para as      diversas partes do organismo. O sangue penetra no cora\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de pares      de aberturas laterais denominadas ost\u00edolos, e serve principalmente para transportar      alimento e res\u00edduos, pois o sistema respirat\u00f3rio \u00e9 separado. &#8211; \u00e9 formado por      um \u00f3rg\u00e3o puls\u00e1til tubuloso, o cora\u00e7\u00e3o, que \u00e9 constitu\u00eddo por um conjunto de      c\u00e2maras dispostas em cadeias de onde sai anteriormente uma art\u00e9ria aorta respons\u00e1vel      pela distribui\u00e7\u00e3o do sangue (hemolinfa) para as diversas partes do organismo.    <\/p>\n   \n<p>O sangue penetra no cora\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de pares de aberturas laterais denominadas      ost\u00edolos, e serve principalmente para transportar alimento e res\u00edduos, pois      o sistema respirat\u00f3rio \u00e9 separado. &#8211; \u00e9 formado por um \u00f3rg\u00e3o puls\u00e1til tubuloso,      o cora\u00e7\u00e3o, que \u00e9 constitu\u00eddo por um conjunto de c\u00e2maras dispostas em cadeias      de onde sai anteriormente uma art\u00e9ria aorta respons\u00e1vel pela distribui\u00e7\u00e3o      do sangue (hemolinfa) para as diversas partes do organismo. O sangue penetra      no cora\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de pares de aberturas laterais denominadas ost\u00edolos, e      serve principalmente para transportar alimento e res\u00edduos, pois o sistema      respirat\u00f3rio \u00e9 separado. &#8211; \u00e9 formado por um \u00f3rg\u00e3o puls\u00e1til tubuloso, o cora\u00e7\u00e3o,      que \u00e9 constitu\u00eddo por um conjunto de c\u00e2maras dispostas em cadeias de onde      sai anteriormente uma art\u00e9ria aorta respons\u00e1vel pela distribui\u00e7\u00e3o do sangue      (hemolinfa) para as diversas partes do organismo. O sangue penetra no cora\u00e7\u00e3o      atrav\u00e9s de pares de aberturas laterais denominadas ost\u00edolos, e serve principalmente      para transportar alimento e res\u00edduos, pois o sistema respirat\u00f3rio \u00e9 separado.      O sistema circulat\u00f3rio nos insetos \u00e9 aberto, pois n\u00e3o h\u00e1 capilares ou veias.    <\/p>\n   \n<p><strong>Aparelho Respirat\u00f3rio <\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 do tipo traqueal, sendo formado por grande n\u00famero de canais que percorrem      internamente o corpo do animal. Esses canais se encontram em comunica\u00e7\u00e3o com      o meio exterior atrav\u00e9s de orif\u00edcio respirat\u00f3rio ou espir\u00e1culos em n\u00famero      de um par para cada segmento abdominal. Essas traqu\u00e9ias apresentam ramifica\u00e7\u00f5es      dicot\u00f4mica especiais de maneira que haja um aumento da superf\u00edcie a\u00e9rea. Os      canais mais finos ou traqu\u00e9olas transportam o oxig\u00eanio para as c\u00e9lulas dos      tecidos e destes removem o di\u00f3xido de carbono. <\/p>\n   \n<p><strong>Sistema Nervoso <\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 do tipo ganglionar e ventral, apresenta um par de g\u00e2nglios supra esofagiano,      um par de subesofagiano e uma s\u00e9rie de g\u00e2nglios tor\u00e1cico e abdominais. <\/p>\n   \n<p><strong>Sistema Excretor <\/strong><\/p>\n   \n<p>Os principais \u00f3rg\u00e3os de excre\u00e7\u00e3o dos insetos s\u00e3o os t\u00fabulos de Mapighi, que      s\u00e3o ligados \u00e0 extremidade anterior do intestino posterior. Caracterizando-se      por seres longos e finos, fechados na extremidade distal e abertos na basal.    <\/p>\n   \n<p>Extraem do sangue, os produtos de excre\u00e7\u00e3o e os transferem para o canal digestivo,      de onde os catab\u00f3litos s\u00e3o eliminados atrav\u00e9s do orif\u00edcio retal. O principal      excreta nitrogenados dos insetos \u00e9 o \u00e1cido \u00farico, cuja principal propriedades      \u00e9 ser insol\u00favel em \u00e1gua. Economizando assim, esse precioso l\u00edquido que \u00e9 fator      cr\u00edtico para a manuten\u00e7\u00e3o da vida. <\/p>\n   \n<p>O &#8220;CO2&#8221; , produto final do catabolismo de carboidratos e gorduras,      \u00e9 rapidamente eliminado pelos espir\u00e1culos ou por difus\u00e3o gasosa. <\/p>\n   \n<p><strong>Sistema Reprodutor <\/strong><\/p>\n   \n<p>Os <strong>insetos <\/strong>s\u00e3o de sexos separados e apresentam o Sistema      Reprodutor com g\u00f4nodas globosas e condutos para a elimina\u00e7\u00e3o dos gamentas.    <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>S. R. Masculino: <\/strong>\u00e9 formado por dois test\u00edculos, dois canais        deferentes, duas ves\u00edculas seminais, um canal ejaculador, um org\u00e3o genital        e gl\u00e2ndulas acess\u00f3rias. <strong><br \/>\n       S. R. Feminino: <\/strong>se acha constitu\u00eddo por dois ov\u00e1rios, dois ovidutos        que se unem em um or\u00e3o genital feminino, duas gl\u00e2ndulas acess\u00f3rias e um        recept\u00e1culo seminal. Apresenta ainda uma esp\u00e9cie de bolsa denominada espermateca,        que serve para armazenar os espermatoz\u00f3ides, lan\u00e7ados pelo macho durante        a c\u00f3pula.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>O n\u00famero de ovos produzidos por uma s\u00f3 f\u00eamea varia grandemente nas esp\u00e9cies      diferentes, mas pode ser muito alto. Certos insetos podem se reproduzir sem      que os ovos seja fertilizados (pulg\u00f5es por exemplo, tem gera\u00e7\u00e3o sexual alternada).      Estas partenog\u00eanese permite que a reprodu\u00e7\u00e3o ocorra sem a presen\u00e7a do macho.    <\/p>\n   \n<p><strong>Nas abelhas do g\u00eanero Apis podem se distinguir 3 castas (ou classe      sociais):<\/strong> a rainha, as oper\u00e1rias e os zang\u00f5es. <\/p>\n   \n<p>A rainha (f\u00eamea f\u00e9rtil) pode por ovos fecundados ou n\u00e3o. Os ovos n\u00e3o fecundados      originam machos hapl\u00f3ides (zang\u00e3o). Os ovos fecundados produzem f\u00eameas diploides      (oper\u00e1rias e rainhas). O que determina se uma f\u00eamea ser\u00e1 oper\u00e1ria ou rainha      \u00e9 a qualidade da alimenta\u00e7\u00e3o que lhes \u00e9 fornecida na fase de larva; enquanto      larvas de zang\u00f5es e oper\u00e1rias s\u00e3o alimentadas principalmente com mel as larvas      que originar\u00e3o as rainha s\u00e3o alimentadas com uma subst\u00e2ncia produzida pelas      oper\u00e1rias adultas, \u00e1 gel\u00e9ia real. <\/p>\n   \n<p><strong>CICLO DE VIDA DOS INSETOS<\/strong><\/p>\n   \n<p>Na maioria dos casos, ao sair do ovo, os insetos apresentam caracteres morfol\u00f3gicos      e biol\u00f3gicos diferentes do que se observa nos adultos. A fim de atingir esse      est\u00e1gio, passam por profundas modifica\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas denominadas Metamorfose.    <\/p>\n   \n<p><strong>TIPOS DE METAMORFOSE<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Sem metamorfose ou amet\u00e1bolo<\/strong><\/p>\n   \n<p>Saem do ovo com a constitui\u00e7\u00e3o definitiva, n\u00e3o sofrendo modifica\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas      durante sua vida. <strong>Exp.<\/strong> Tra\u00e7as. <\/p>\n   \n<p><strong>Metamorfose Incompleta <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Pauromet\u00e1bolo: <\/strong>Aforma que sai do ovo, assemelha-se ao        adulto morfol\u00f3gicamente e biologicamente. Com o passar do tempo h\u00e1 crescimento        do corpo, asas e ap\u00eandices genitais. Essas modifica\u00e7\u00f5es se d\u00e3o gradativamente,        sendo que as formas imaturas recebem o nome de ninfa. Exp. Percevejos, gafanhotos,        baratas, etc. <strong><br \/>\n       Hemimet\u00e1bolo: <\/strong>As formas jovens s\u00e3o aqu\u00e1ticas, recebendo o nome        de n\u00e1iades. Exp. Lib\u00e9lulas e gafanhoto. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Metamorfose Completa ou Holomet\u00e1bolo <\/strong><\/p>\n   \n<p>Os jovens saem do ovo com uma forma diferente, morfologicamente e biologicamente      do adulto. Saem na forma de larvas, crescem, sofrem mudas (troca de pele)      atingindo o completo desenvolvimento. Passam por profunda metamorfose transformando-se      em pupa, e desta origina-se o adulto. <\/p>\n   \n<p><strong>Exp<\/strong>. Insetos das ordens lepidoptera, coleoptera, himenoptera,      neuroptera, diptera, siphonaptera, etc. <\/p>\n   \n<p><strong>Observa\u00e7\u00e3o: <\/strong>Em lepid\u00f3pteros a pupa recebe o nome de cris\u00e1lida. <\/p>\n   \n<h4>Fases do Desenvolvimento <\/h4>\n   \n<p><strong>LARVAS<\/strong><\/p>\n   \n<p>Caracterizam-se nos<strong> insetos<\/strong>, por ser a fase de intenso crescimento,      tanto em tamanho como em ganho de peso. <\/p>\n   \n<p><strong>De acordo com sua forma podem ser classificados em: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Euriformes: <\/strong>Caracterizam-se por apresentarem o corpo cil\u00edndrico,        cabe\u00e7a desenvolvida e distinta do corpo, pernas tor\u00e1cicas e falsas pernas        abdominais. Exp. larvas de lepid\u00f3pteros<strong><br \/>\n       Vermiformes:<\/strong> Aus\u00eancia total de pernas, cabe\u00e7a n\u00e3o diferenciada        corpo afilado, de colora\u00e7\u00e3o branco leitoso. Exp. Larvas de mosca.<strong><br \/>\n       Campodeiforme:<\/strong> \u00c9 t\u00edpica dos insetos que precisam correr atr\u00e1s de        suas presas. Possuem 3 pares de pernas tor\u00e1cicas \u00e1geis, alongadas e de f\u00e1cil        locomo\u00e7\u00e3o. Ex. Larvas de joaninhas.<strong><br \/>\n       Escabeiformes:<\/strong> Possuem o corpo recurvado em forma de uma &#8220;c&#8221;        com 3 pares de pernas tor\u00e1cicas, sendo que o ultimo segmento abdominal \u00e9        bastante desenvolvido. Ex. Larva de escaravelhos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Audi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>A maioria dos insetos possui um \u00f3rg\u00e3o timp\u00e2nico localizado no 1\u00ba segmento      abdominal, alguns como as esperan\u00e7as, possui o t\u00edmpano localizado na base      de cada t\u00edbia anterior, outros, como machos de mosquitos pertencentes a fam\u00edlia      Culicidade, possuem receptores de som chamados \u00f3rg\u00e3os de Jonhnston, localizados      no segundo segmento antena.<\/p>\n   \n<p><strong>Org\u00e3os Estridulat\u00f3rios <\/strong><\/p>\n   \n<p>Em Acrididae (gafanhotos), o som \u00e9 produzido pela fric\u00e7\u00e3o das t\u00e9gminas nos      dent\u00edculos dos f\u00eamures posteriores. Em grilos e esperan\u00e7as o som \u00e9 produzido      pela vibra\u00e7\u00e3o dos t\u00edmpanos no lado do 1\u00ba segmento abdominal. <\/p>\n   \n<h4>CLASSIFICA\u00c7\u00c3O DOS INSETOS<\/h4>\n   \n<p><strong>Subclasse Apterygota ou Amet\u00e1bola: <\/strong>compreende insetos que      primitivamente n\u00e3o apresentam asas; Abdome com estilos e cercos, sem evolu\u00e7\u00e3o      por fases intermedi\u00e1rias. <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Ordem Thysanura: <\/strong>Tra\u00e7as de livros<strong><br \/>\n       Ordem Collembola<\/strong>: &#8220;pulgas de jardim&#8221; &#8211; &#8220;pulgas de        jardim&#8221; &#8211; &#8220;pulgas de jardim&#8221; &#8211; &#8220;pulgas de jardim&#8221;        <strong><br \/>\n       Subclasse Pterygota: <\/strong>insetos \u00e1pteros ou alados (com asas), com        evolu\u00e7\u00e3o hemi ou holomet\u00e1bolo. <strong><br \/>\n       Hemimet\u00e1bolo &#8211;<\/strong> insetos com metamorfose simples. <strong><br \/>\n       Orthoptera<\/strong> &#8211; gafanhotos, esperan\u00e7as, grilos, baratas, paquinhas,        louva-a-deus, bicho-pau.<strong><br \/>\n       Odonata &#8211;<\/strong> lib\u00e9lulas (nome popular &#8211; lava-bunda) <strong><br \/>\n       Hemiptera<\/strong> &#8211; percevejos <strong><br \/>\n       Homoptera <\/strong>&#8211; cigarras, pulm\u00f5es e cochonilhas (sugadores de raizes).<strong><br \/>\n       Isoptera<\/strong> &#8211; cupins ou t\u00e9rmicas (atacam madeira). <strong><br \/>\n       Dermaptera<\/strong> &#8211; tesourinhas ou lacraias <strong><br \/>\n       Anoplura &#8211; <\/strong>piolho da p\u00fabis (chato) e piolho da cabe\u00e7a<strong><br \/>\n       Mallophaga <\/strong>&#8211; piolhos mastigadores (piolho de galinha). <strong><br \/>\n       Psocoptera <\/strong>&#8211; corrod\u00eancia (piolho livro) <strong><br \/>\n       Thysanoptera &#8211;<\/strong> lacerdinhas<strong><br \/>\n       Ephemeroptera &#8211;<\/strong> n\u00e1ide = alimento de peixe<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4><strong>Origem dos Insetos<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Os<strong> insetos<\/strong> s\u00e3o animais de grande sucesso evolutivo. H\u00e1 atualmente      mais de 700 mil esp\u00e9cies, cada uma delas representada por um grande n\u00famero      de indiv\u00edduos.<\/p>\n   \n<p>Em fun\u00e7\u00e3o de uma espantosa capacidade adaptativa e reprodutora, eles ocuparam      todos os ambientes, exceto os mares. S\u00e3o ainda os \u00fanicos invertebrados voadores      e, sendo uma das raz\u00f5es para explicar a sua presen\u00e7a nos mais variados habitats.      Esta caracter\u00edstica lhes permite grande vantagem na obten\u00e7\u00e3o de alimento e      uma fuga r\u00e1pida dos predadores.<\/p>\n   \n<p><strong>Habitat dos Insetos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Vivem em todos os ambientes, estando ausentes apenas no mar; s\u00e3o os \u00fanicos      invertebrados capazes de voar. <\/p>\n   \n<p>Os <strong>insetos <\/strong>est\u00e3o adaptados ao ambiente terrestre. Mas h\u00e1      diversas esp\u00e9cies na qual as larvas ou os adultos vivem na \u00e1gua doce. <\/p>\n   \n<p>S\u00e3o invertebrados que t\u00eam a capacidade de adaptar-se aos mais diversos meios      ambientes e que podem, dependendo de seus h\u00e1bitos alimentares, ser \u00fateis ou      prejudiciais ao homem. <\/p>\n   \n<p><strong>Morfologia dos Insetos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Ainda que o aspecto externo dos insetos seja extremamente variada, certas      caracter\u00edsticas de sua anatomia s\u00e3o comuns a toda a classe. <\/p>\n   \n<p><strong>O corpo \u00e9 constitu\u00eddo de tr\u00eas partes: <\/strong>cabe\u00e7a, t\u00f3rax e abdome.      Na cabe\u00e7a h\u00e1 um par de antenas, um par de mand\u00edbulas, um par de mand\u00edbulas      auxiliares ou maxilas e um segundo par de mand\u00edbulas auxiliares. <\/p>\n   \n<p>Todos os<strong> insetos<\/strong> t\u00eam tr\u00eas pares de patas localizadas no      t\u00f3rax.<\/p>\n   \n<p><strong>Este \u00faltimo \u00e9 dividido em:<\/strong> protot\u00f3rax, mesot\u00f3rax e metat\u00f3rax.      Nos insetos alados, as asas (que costumam ser quatro) localizam-se entre o      mesot\u00f3rax e o metat\u00f3rax. <\/p>\n   \n<p>O abdome comumente tem dez ou onze segmentos bem definidos. Nas f\u00eameas o      abdome possui um \u00f3rg\u00e3o destinado \u00e0 coloca\u00e7\u00e3o dos ovos (ovipositor) que pode      estar alterado em forma de ferr\u00e3o, serra ou agulha, para efetuar a postura      nos tecidos internos de plantas ou animais. <\/p>\n   \n<p>Possuem <strong>esqueleto externo (ou exoesqueleto)<\/strong>. Este \u00e9 um tegumento      composto pelo endurecimento da carapa\u00e7a exterior do corpo, devido \u00e0 impregna\u00e7\u00e3o      com pigmentos e \u00e0 polimeriza\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas. <\/p>\n   \n<p><strong>Sistema Respirat\u00f3rio dos Insetos<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>O <strong>sistema respirat\u00f3rio dos insetos<\/strong> \u00e9 do tipo traqueal.<br \/>\n       A partir de aberturas no corpo, chamadas de espir\u00e1culos, existem tubos(tr\u00e2queias)        de refor\u00e7o aspiralado, que se ramificam profusamente, levando oxig\u00eanio do        ar diretamente a todas as c\u00e9lulas corporais.<br \/>\n       \u00c9 tambem pelas tr\u00e2queia que o g\u00e1s carb\u00f4nico \u00e9 eliminadodo corpodo inseto.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Sistema Digest\u00f3rio dos Insetos<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>O<strong> sistema digestivo dos insetos<\/strong> \u00e9 completo. <br \/>\n       A boca situa-se enter as pe\u00e7as bucais, e nelas desembocam gl\u00e2ndulas salivares,        que lubrificam o alimento.O tubo digestivo apresenta partes diferenciadas(faringe,es\u00f4fago,est\u00f4mago        e intestino). Cecos g\u00e1stricos ligados ao tubo intestinal aumentam a superficie        digestiva e facilitam a absor\u00e7\u00e3o do alimento que ocorre extracelularmente.        O alimento absorvido pelas celulas do intestino passa para o sangue(hemolinfa),        que o distribui para as demais celulas do corpo.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o dos Insetos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os<strong> insetos<\/strong> s\u00e3o organismos di\u00f3icos. O macho e a f\u00eamea podem,      geralemnte, ser distinguidos externamente, ou seja, apresentam dimorfismo      sexual. <\/p>\n   \n<p><strong>Basicamente, o sistema reprodutor dos insetos pode ser assim descrito:<\/strong>      o aparelho genital feminino \u00e9 composto por 1 par de ov\u00e1rios de onde saem os      ovidutos, que se abrem no org\u00e3o genital. Ligados ao sistema reprodutor feminino      existem um par de gl\u00e2ndulas acess\u00f3rias e um duto que termina por uma por\u00e7\u00e3o      alargada, a espermateca ou recept\u00e1culo seminal; O aparelho genital masculino      \u00e9 composto por 1 par de test\u00edculos, de onde saem os dutos deferentes, que      se alargam formando as ves\u00edculas seminais. Estas unem-se formando o duto ejaculador,      que termina no \u00f3rg\u00e3o copulador, o falo. Ligado ao duto ejaculador existem      duas gl\u00e2ndulas acess\u00f3rias.<\/p>\n   \n<p>A <strong>reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong> inicia-se com a c\u00f3pula. O macho introduz o      falo no aparelho genital da f\u00eamea e ejacula, isto \u00e9, elimina seus espermatoz\u00f3ides.      Estes v\u00e3o ter \u00e0 espermateca, onde s\u00e3o armazenados temporariamente. Come\u00e7a      ent\u00e3o a produ\u00e7\u00e3o dos \u00f3vulos que s\u00e3o fecundados internamente e eliminados.      Em alguns insetos, a por\u00e7\u00e3o terminal do abd\u00f4men da f\u00eamea forma uma proje\u00e7\u00e3o,      o ovopositor , que serve para perfurar o solo, frutas ou mesmo outros animais      a\u00ed introduzir seus ovos.<\/p>\n   \n<p>O<strong> desenvolvimento dos ovos <\/strong>dos insetos pode seguir diversos      caminhos. Alguns insetos podem eclodir do ovo j\u00e1 com forma semelhante ao adulto.      Ocorrem mudas sucessivas durante seu desenvolvimento, o que \u00e9 necess\u00e1rio para      que possam crescer, desde que seu exoesqueleto quitinoso \u00e9 r\u00edgido. Quando      atingem o est\u00e1gio adulto, as mudas cessam. Insetos desse tipo, em que o jovem      \u00e9 muito semelhante ao adulto s\u00e3o denominados AMET\u00c1BOLOS (a=n\u00e3o met\u00e1bolos=mudan\u00e7a).<\/p>\n   \n<p>Outros insetos podem, durante seu desenvolvimento, passar por mudan\u00e7as graduais      ou incompletas. Assim que saem do ovo, s\u00e3o chamados ninfas, tendo alguma semelhan\u00e7a      com o adulto. Com as sucessivas mudas o jovem vai sofrendo uma metamorfose      incompleta, que culmina com atransforma\u00e7\u00e3o no adulto, chamado imago. Insetos      que sofrem metamorfose incompleta s\u00e3o chamados HEMIMET\u00c1BOLOS (hemi=metade      e met\u00e1bola=mudan\u00e7a).<\/p>\n   \n<p>Em outro insetos, do ovo eclode um pequeno organismo vermiforme, com corpo      segmentado, que pode ou n\u00e3o ter pernas, mas n\u00e3o tem olhos nem asas.<\/p>\n   \n<p>Esta fase vermiforme \u00e9 chamada larva e passa por sucessivas mudas, transformando-se      em uma pupa. A pupa difere da larva por apresentar, geralmente, menor movimenta\u00e7\u00e3o      que a larva. Na pupa ocorrem profundas mudan\u00e7as e, em determinado momento,      dela emerge o adulto (imago) completamente formado e que n\u00e3o sofrer\u00e1 mais      nenhuma muda. A transforma\u00e7\u00e3o da pupa em adulto \u00e9 a metamorfose completa e      os insetos que a possuem s\u00e3o chamados HOLOMET\u00c1BOLOS ou MET\u00c1BOLOS (holo=total      e met\u00e1bolo=mudan\u00e7a).<\/p>\n   \n<h4>INSETOS<\/h4>\n   \n<p>O <strong>grupo dos insetos<\/strong> (do latim insecta = seccionado) \u00e9 formado      por baratas, gafanhotos, besouros, formigas, moscas, piolhos e muitos outros      animais semelhantes, que totalizam mais de 900 mil esp\u00e9cies. \u00c9 o maior grupo      de animais do planeta, vivendo em praticamente todos os h\u00e1bitats, com exce\u00e7\u00e3o      das regi\u00f5es mais profundas no mar. S\u00e3o os \u00fanicos invertebrados capazes de      voar, o que facilita a procura por alimento ou melhores condi\u00e7\u00f5es ambientais;      al\u00e9m disso, o v\u00f4o possibilita o encontro de parceiros para acasalamento e      a fuga de predadores. Acredita-se que os insetos tenham sido os primeiros      animais voadores existentes na Terra.<\/p>\n   \n<p>A import\u00e2ncia ecol\u00f3gica dos insetos \u00e9 not\u00e1vel. Cerca de dois ter\u00e7os das plantas      faner\u00f3gamas, ou seja, plantas que possuem flores, dependem dos insetos, sobretudo      abelhas, vespas, borboletas, mariposas e moscas, para a sua poliniza\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m      s\u00e3o importantes para a esp\u00e9cie humana. Mosquitos, piolho, pulgas e percevejos,      entre outros, s\u00e3o hemat\u00f3fagos e podem parasitar diretamente o homem. Podem      tamb\u00e9m servir como vetores de doen\u00e7as que atingem o homem e os animais dom\u00e9sticos.<\/p>\n   \n<p><strong>Por exemplo:<\/strong> mal\u00e1ria, elefant\u00edase e febre amarela s\u00e3o transmitidas      por mosquitos; tifo \u00e9 transmitido por piolhos; peste bub\u00f4nica \u00e9 transmitida      por pulgas. Podem ainda ser pragas vegetais, quando se alimentam de partes      variadas das plantas, reduzindo a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e afetando o abastecimento      de popula\u00e7\u00f5es humanas. A Entomologia (do grego entomon = insetos) \u00e9 uma \u00e1rea      especializada da Zoologia que cuida dos estudos dos insetos.<\/p>\n   \n<p>Os insetos podem ser diferenciados dos demais artr\u00f3podes pelo fato de apresentarem      tr\u00eas pares de patas e, geralmente, dois pares de asas. <\/p>\n   \n<p><strong>Possuem um \u00fanico par de antenas na cabe\u00e7a e seu corpo divide-se em      tr\u00eas partes:<\/strong> cabe\u00e7a, t\u00f3rax e abdome. Em geral, t\u00eam tamanho reduzido,      variando de 2 a 40 mil\u00edmetros de comprimento, embora algumas formas ocasionalmente      possam ser maiores.<\/p>\n   \n<p>A cabe\u00e7a cont\u00e9m um par de antenas articuladas, dois olhos compostos laterais      n\u00e3o-pedunculados e, dependendo dos animal, tr\u00eas ocelos (\u00e1reas com grande concentra\u00e7\u00e3o      de c\u00e9lulas fotossens\u00edveis), que funcionam na percep\u00e7\u00e3o de varia\u00e7\u00f5es luminosas      (n\u00e3o formam imagens). Tamb\u00e9m na cabe\u00e7a ficam situadas as pe\u00e7as bucais, geralmente      dirigidas para baixo e adaptadas a diferentes formas de obten\u00e7\u00e3o de alimento.      Assim, por exemplo, gafanhotos e baratas possuem mand\u00edbulas cortantes que      caracterizam um aparelho bucal do tipo mastigador, adaptado a rasgar, cortar      e moer. Barbeiros e pernilongos, por outro lado, t\u00eam mand\u00edbulas e maxilas      alongadas e perfurantes, permitindo uma atividade hemat\u00f3faga. O mesmo ocorre      em cigarras e pulg\u00f5es, que sugam seivas de plantas. Em borboletas, existe      um canal alongado, a espirotromba (prob\u00f3scide), usado na suc\u00e7\u00e3o do n\u00e9ctar      das flores. <\/p>\n   \n<p>O t\u00f3rax apresenta tr\u00eas segmentos; cada um cont\u00e9m um par de patas articuladas      e os dois \u00faltimos, na maioria das esp\u00e9cies, apresentam um par de asas cada      um. <\/p>\n   \n<p>As patas geralmente est\u00e3o adaptadas para andar ou correr, embora, dependendo      do modo de vida do animal, possam estar modificadas para pular, nadar, cavar      e agarrar presas. As asas tamb\u00e9m apresentam diferentes estruturas. Na maioria      dos insetos, entre os quais as lib\u00e9lulas e as abelhas, s\u00e3o finas e membranosas.    <\/p>\n   \n<p>Entretanto, o par anterior de asas dos gafanhotos, por exemplo, \u00e9 mais espesso      e pigmentado e apenas as asas posteriores s\u00e3o membranosas. J\u00e1 nos besouros,      o par anterior \u00e9 de asas r\u00edgidas e pesadas, conhecidas como \u00e9litros, servindo      como placas protetoras. Apenas o par posterior, de asas membranosas, \u00e9 efetivamente      usado no v\u00f4o.<\/p>\n   \n<p>No abdome, geralmente, encontram-se os estigmas, por onde o ar penetra no      sistema traqueal. Gafanhotos apresentam, no primeiro segmento abdominal, um      par de t\u00edmpanos, membranas que captam vibra\u00e7\u00f5es sonoras e as transmitem a      fibras sensitivas situadas dentro do corpo. Em alguns animais, os \u00f3rg\u00e3os t\u00edmpanos      ficam situados nas patas. Nas f\u00eameas de muitas esp\u00e9cies existe o ovipositor,      estrutura terminal utilizada na postura de ovos. Os \u00fanicos ap\u00eandices abdominais      s\u00e3o os cercos sensoriais existentes no ultimo segmento.<\/p>\n   \n<p>As asas representam uma caracter\u00edstica marcante dos insetos. A grande maioria      tem dois pares, sendo chamados de tetr\u00e1pteros, mas existem tamb\u00e9m d\u00edpteros,      como moscas e mosquitos, e ainda os \u00e1pteros, como as tra\u00e7as-de-livros e certos      parasitas, entre os quais piolhos e pulgas. Nos d\u00edpteros, existe apenas o      par anterior de asas, estando o par posterior transformado em halteres ou      balancins, que servem como &#8220;lemes&#8221;, estabilizando e direcionando      o v\u00f4o. Entre as formigas e os cupins, apenas os indiv\u00edduos reprodutores apresentam      asas, enquanto os demais n\u00e3o as possuem. <\/p>\n   \n<p>Nos insetos, as asas s\u00e3o proje\u00e7\u00f5es do revestimento corporal, diferentemente      do que ocorre em aves e morcegos, nos quais s\u00e3o membros modificados. S\u00e3o formadas      pela cut\u00edcula, espessa em muitos pontos, constituindo as nervuras. Estas,      al\u00e9m de formarem um suporte esquel\u00e9tico para a asa, abrem-se no corpo e cont\u00eam      hemolinfa. As nervuras maiores cont\u00eam tamb\u00e9m traqu\u00e9ias e ramifica\u00e7\u00f5es nervosas.      O arranjo das nervuras em uma asa varia de um tipo de inseto para o outro      e \u00e9 frequentemente utilizado na classifica\u00e7\u00e3o. Inicialmente, os insetos apresentavam      asas distendidas, como as lib\u00e9lulas atuais. Um evento importante na evolu\u00e7\u00e3o      da classe foi a capacidade de colocar as asas sobre o abdome quando fora de      uso. Em gafanhotos, besouros e muitos outros, o par posterior de asas membranosas      \u00e9 mais longo e fica dobrado sobre o par anterior de asas espessas, sendo distendido      apenas quando o animal voa.<\/p>\n   \n<p><strong>O exoesqueleto dos insetos \u00e9 constitu\u00eddo de placas, arranjadas da      seguinte forma:<\/strong> um tergo dorsal, um esterno ventral e duas pleuras      laterais. As asas ficam presas entre o tergo e as pleuras. <\/p>\n   \n<p><strong>Os movimentos s\u00e3o feitos para cima e para baixo, por a\u00e7\u00e3o de m\u00fasculos      situados dentro do corpo:<\/strong> os m\u00fasculos longitudinais e os m\u00fasculos      transversais, de a\u00e7\u00e3o antag\u00f4nica. Quando os m\u00fasculos transversais se contraem      e os longitudinais se distendem, o tergo baixa e as asas levantam; quando      ocorre o oposto, ou seja, os m\u00fasculos transversais se distendem e os longitudinais      se contraem, o tergo levanta e as asas baixam. Nos movimentos para frente      e para tr\u00e1s, as asas s\u00e3o mantidas em diferentes \u00e2ngulos, propiciando eleva\u00e7\u00e3o      e impulso frontal. <\/p>\n   \n<p><strong>A velocidade do v\u00f4o varia de acordo com a esp\u00e9cie:<\/strong> por exemplo,      insetos lentos, como as borboletas, batem as asas de 4 a 20 vezes por segundo,      enquanto insetos r\u00e1pidos, como os mosquitos, executam at\u00e9 1000 batimentos      por segundo. Alguns insetos podem pairar no ar e, repentinamente, disparar      velozmente. <\/p>\n   \n<p>Poucos s\u00e3o capazes de planar. <\/p>\n   \n<p>Os insetos s\u00e3o os \u00fanicos animais voadores pecilot\u00e9rmicos, ou seja, sua temperatura      corporal varia de acordo com a temperatura do ambiente. Dessa forma, quando      em temperatura baixa e, consequentemente, com taxa metab\u00f3lica reduzida, os      insetos t\u00eam a mobilidade limitada. \u00c9 interessante observar que, em dias frios,      certas borboletas realizam uma esp\u00e9cie de aquecimento, permanecendo sobre      uma superf\u00edcie e agitando as asas at\u00e9 que seja atingida uma temperatura corporal      suficiente para permitir a quantidade de batimentos necess\u00e1ria ao v\u00f4o.<\/p>\n   \n<p>Aproximadamente metade das esp\u00e9cies conhecidas de insetos \u00e9 fit\u00f3faga, alimentando-se      de tecidos ou seivas de plantas. Cupins vivem \u00e0s custas de madeira e dependem      de enzimas fornecidas por protozo\u00e1rios existentes em seu tubo digestivo para      realizarem a digest\u00e3o. Formigas se alimentam de fungos que cultivam em c\u00e2maras      especiais dos formigueiros. Muitos besouros e larvas de moscas s\u00e3o sapr\u00f3fagos,      alimentando-se de animais mortos. Existem ainda predadores que capturam e      devoram outros animais, incluindo outros insetos. <\/p>\n   \n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o, os insetos sempre apresentam fecunda\u00e7\u00e3o interna.      O falo do macho \u00e9 extens\u00edvel ou evers\u00edvel, dependendo da esp\u00e9cie, e introduz      espermat\u00f3foros na abertura genital feminina. Em cada acasalamento, uma grande      quantidade de espermatoz\u00f3ides \u00e9 transferida para a f\u00eamea, fertilizando muitos      \u00f3vulos. Muitos insetos acasalam-se uma \u00fanica vez durante a vida e, na maioria      das formas, o n\u00famero de acasalamentos \u00e9 pequeno. A maioria das esp\u00e9cies \u00e9      ov\u00edpara. Os ovos s\u00e3o depositados por um ovipositor abdominal em locais que      depender\u00e3o do modo de vida do adulto. Algumas vespas e moscas p\u00f5em os ovos      em tecidos de plantas, levando a um intumescimento do vegetal conhecido como      galha, que protege os ovos em desenvolvimento e cujos tecidos servem de alimento      para as larvas.<\/p>\n   \n<p>Partenog\u00eanese, ou seja, desenvolvimento dos \u00f3vulos sem fecunda\u00e7\u00e3o, ocorre      em abelhas, vespas, formigas e pulg\u00f5es. Pedog\u00eanese, ou partenog\u00eanese larval,      ocorre em certos tipos de moscas. Poliembrionia, formando simultaneamente      v\u00e1rios indiv\u00edduos iguais, acontece em certas vespas parasitas. Litomastix,      por exemplo, \u00e9 uma delicada vespa que deposita alguns ovos no corpo de uma      lagarta grande de outra esp\u00e9cie. De cada ovo surgem, por poliembrionia, varias      larvas, totalizando milhares, que se desenvolver\u00e3o, devorando completamente      o corpo da lagarta.<\/p>\n   \n<p><strong>Quanto ao desenvolvimento, os insetos dividem-se em tr\u00eas grupos:<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Os amet\u00e1bolos s\u00e3o os que t\u00eam desenvolvimento direto, ou seja, sem      metamorfose:<\/strong> do ovo eclode um jovem que, atrav\u00e9s de mudas, atingir\u00e1      a fase adulta. <\/p>\n   \n<p>Este \u00e9 o caso das tra\u00e7as-de-livros.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>hemimet\u00e1bolos <\/strong>t\u00eam desenvolvimento indireto e realizam      metamorfose parcial ou incompleta. Neste caso, eclode do ovo uma pequena ninfa,      semelhante, em linhas gerais, ao adulto. Durante as mudas, a ninfa sofrera      algumas altera\u00e7\u00f5es estruturais, desenvolvendo as asas e mudando de colora\u00e7\u00e3o,      at\u00e9 atingir a forma adulta ou imago. Isso ocorre com baratas, gafanhotos,      cupins, entre outros. <\/p>\n   \n<p>Os <strong>holomet\u00e1bolos<\/strong> t\u00eam desenvolvimento indireto e metamorfose      total ou completa. S\u00e3o exemplos as moscas, as borboletas, as abelhas e os      besouros. Do ovo, eclode uma pequena larva vermiforme, segmentada, sem asas      ou olhos. \u00c9 uma est\u00e1gio em que a alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 priorit\u00e1ria, embora o alimento      e as pe\u00e7as bucais da larva possam ser bem diferentes do adulto. Em borboletas,      por exemplo, a lagarta tem pe\u00e7as bucais mastigadoras e o adulto tem pe\u00e7as      bucais sugadoras. <\/p>\n   \n<p>Algumas mudan\u00e7as ocorrem durante o crescimento. No final do per\u00edodo larval,      o animal cessa sua atividade e n\u00e3o se alimenta. \u00c9 o est\u00e1gio de pupa, no qual      o inseto vive em locais protetores, como no ch\u00e3o, num casulo ou em tecidos      vegetais. Mudan\u00e7as radicais ocorrem neste est\u00e1gio, de forma que poucas estruturas      larvais permanecem. Da fase pupal, emerge o adulto ou imago. <\/p>\n   \n<p>A organiza\u00e7\u00e3o social \u00e9 um aspecto da vida dos insetos que merece destaque,      pois \u00e9 um grupo em que a maioria das formas \u00e9 solit\u00e1ria. Ocorre em cupins,      formigas, vespas e abelhas. Nas sociedades, muitos indiv\u00edduos de ambos os      sexos vivem em uma complexa organiza\u00e7\u00e3o, com definida divis\u00e3o de trabalho.    <\/p>\n   \n<p>Nenhum indiv\u00edduo vive fora do grupo nem pode fazer parte de outro grupo que      n\u00e3o seja aquele em que nasceu. O polimorfismo \u00e9 freq\u00fcente e os diferentes      tipos de indiv\u00edduos s\u00e3o denominados castas, diferenciando-se morfologicamente      de acordo com o trabalho que realizam. As principais castas s\u00e3o os machos,      as f\u00eameas ou rainhas e as oper\u00e1rias. A rainha p\u00f5e os ovos, os machos realizam      sua insemina\u00e7\u00e3o e as oper\u00e1rias fornecem alimento e asseguram a manuten\u00e7\u00e3o      da sociedade. Os cupins vivem em galerias constru\u00eddas na madeira ou no solo.      Os oper\u00e1rios s\u00e3o indiv\u00edduos est\u00e9reis, de ambos os sexos; e os machos f\u00e9rteis      s\u00e3o membros permanentes do grupo. Alguns oper\u00e1rios atuam como soldados, sendo      dotados de mand\u00edbulas grandes e realizam a defesa da sociedade. As asas est\u00e3o      presentes apenas nos machos e rainhas durante o v\u00f4o nupcial, em que ocorrem      os acasalamentos e a dispers\u00e3o. Os ninhos de cupins podem apresentar sistemas      de ventila\u00e7\u00e3o, c\u00e2mara real, onde fica a rainha, e jardim de fungos, cultivados      e usados como alimento, nas esp\u00e9cies que n\u00e3o utilizam a celulose da madeira.    <\/p>\n   \n<p>Os formigueiros t\u00eam organiza\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 dos cupinzeiros, formando sistemas      de galerias no solo, em madeira ou sob pedras. As oper\u00e1rias s\u00e3o sempre f\u00eameas      est\u00e9reis, os soldados podem existir, e as asas s\u00f3 ocorrem nas rainhas e machos      em \u00e9poca reprodutiva. Ap\u00f3s a copula\u00e7\u00e3o, o macho deixa de ser um membro funcional      do grupo.<\/p>\n   \n<p>Em vespas e abelhas n\u00e3o h\u00e1 soldados e as oper\u00e1rias, sempre f\u00eameas, s\u00e3o aladas.      As colm\u00e9ias s\u00e3o os agrupamentos sociais de in\u00fameras abelhas, como Apis mellifera.      Os machos, conhecidos como zang\u00f5es, morrem ap\u00f3s copularem com a rainha em      um v\u00f4o nupcial, devido ao rompimento de seus \u00f3rg\u00e3os reprodutores e conseq\u00fcente      extravasamento de hemolinfa. Os machos surgem partenogeneticamente, ou seja,      a partir de \u00f3vulos n\u00e3o fecundados. O tipo de f\u00eamea, rainha ou oper\u00e1ria, \u00e9      determinado pelo alimento recebido durante a fase larval.<\/p>\n   \n<p>A comunica\u00e7\u00e3o entre os insetos envolve diferentes tipos de sinais. Muito      eficiente, principalmente entre os insetos sociais, \u00e9 a secre\u00e7\u00e3o de ferom\u00f4nios,      substancias qu\u00edmicas que identificam os indiv\u00edduos do grupo, marcam trilhas      para que os outros sigam, avisam sobre ataques e aumentam a atividade. Entre      as abelhas, as oper\u00e1rias coletoras de alimento informam \u00e0s demais sua localiza\u00e7\u00e3o      atrav\u00e9s de uma &#8220;dan\u00e7a&#8221;, onde o tipo de movimento, sua dire\u00e7\u00e3o e      freq\u00fc\u00eancia, indicam exatamente sua posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 colmeia. A produ\u00e7\u00e3o      de som \u00e9 evento comum em muitos artr\u00f3podes. Gafanhotos esfregam o par posterior      de patas contra nervuras das asas, fazendo com que vibrem. Grilos esfregam      a margem dianteira da asa anterior contra as nervuras da pr\u00f3pria asa, sendo      os cantos utilizados, por exemplo, na atra\u00e7\u00e3o sexual. Em mosquitos, besouros      e abelhas, o som est\u00e1 relacionado com a maneira de voar. O som das cigarras      \u00e9 produzido por vibra\u00e7\u00f5es de membranas quitinosas abdominais e serve para      agregar indiv\u00edduos. Entre os sinais visuais, destacam-se os lampejos de luz      dos vaga-lumes, que tem fun\u00e7\u00e3o na atra\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n   \n<p><strong>A forma do corpo est\u00e1 relacionada com o modo de vida de cada inseto:<\/strong>      \u00e9 hidrodin\u00e2mica em besouros aqu\u00e1ticos; levemente achatada em baratas, que      rastejam em fendas; e comprimida lateralmente em pulgas, que se movem entre      p\u00ealos e penas dos hospedeiros. Mariposas apresentam um cobertura peluda que      protege do frio. Um aspecto que chama aten\u00e7\u00e3o em muitos artr\u00f3podes \u00e9 sua colora\u00e7\u00e3o,      que pode ser produzida por pigmentos depositados na cut\u00edcula ou na epiderme.    <\/p>\n   \n<p>As cores brilhantes de certos besouros e borboletas s\u00e3o produzidas por incid\u00eancia      diferencial da luz sobre finas arestas e placas da cut\u00edcula. Muitas vezes      a forte colora\u00e7\u00e3o serve para indicar predadores de que o inseto \u00e9 venenoso.    <\/p>\n   \n<p>Os insetos podem ser divididos em 32 diferentes ordens, mas nem todas elas      s\u00e3o do mesmo tamanho; a menor tem 20 esp\u00e9cies, enquanto a maior tem cerca      de 350.000 esp\u00e9cies. Algumas das ordens ser\u00e3o descritas resumidamente, at\u00e9      para que se tenha id\u00e9ia da enorme diversidade desta classe. <\/p>\n   \n<p><strong>As principais ordens s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>a) Ordem Thysanura:<\/strong> tra\u00e7as-de-livros<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>N\u00e3o apresentam asas, mas s\u00e3o capazes de realizar movimentos r\u00e1pidos. Vivem        em folhas mortas e ao redor de pedras. Algumas esp\u00e9cies, encontradas em        casas, comem livros e roupas. S\u00e3o amet\u00e1bolos.<strong><br \/>\n       Thysanura:<\/strong> tra\u00e7a-de-livros <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>b) Ordem Odonata: <\/strong>lib\u00e9lulas<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Insetos predadores, dotados de asas longas, olhos grandes, pe\u00e7as bucais        mastigadoras e patas adaptadas para capturar outros insetos no v\u00f4o. O corpo        geralmente tem um colorido brilhante. S\u00e3o hemimet\u00e1bolos e suas ninfas s\u00e3o        aqu\u00e1ticas.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>c) Ordem Orthoptera: <\/strong>gafanhotos, grilos<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Possuem a cabe\u00e7a grande com fortes pe\u00e7as bucais mastigadoras. Apresentam        o par posterior de patas adaptado ao salto. As formas aladas t\u00eam asas posteriores        membranosas em forma de leque, dobradas sobre as asas anteriores mais r\u00edgidas.        Sendo principalmente herb\u00edvoros, podem causar danos severos \u00e0 agricultura.        S\u00e3o hemimet\u00e1bolos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>d) Ordem Isoptera: <\/strong>cupins<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Insetos sociais de corpo mole, com formas aladas e n\u00e3o-aladas. As asas        anteriores e posteriores t\u00eam o mesmo tamanho e s\u00e3o mantidas horizontalmente        sobre o abdome. S\u00e3o hemimet\u00e1bolos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>e) Ordem Anoplura: <\/strong>piolhos e chatos<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Ectoparasitas de aves e mam\u00edferos, incluindo o homem e os animais dom\u00e9sticos.        Possuem as pe\u00e7as bucais adaptadas para sugar. Alguns s\u00e3o vetores de doen\u00e7as,        como a febre tif\u00f3ide. S\u00e3o hemimet\u00e1bolos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>f) Ordem Hemiptera: <\/strong>percevejos e barbeiros<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Dotados de pe\u00e7as bucais com o formato de uma &#8220;tromba&#8221; sugadora.        Podem ser herb\u00edvoros, predadores e parasitas. As asas anteriores apresentam        a base espessada e a extremidade membranosa. S\u00e3o hemimet\u00e1bolos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>g) Ordem Homoptera: <\/strong>cigarras e pulg\u00f5es<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Insetos herb\u00edvoros, sugadores de seiva, sendo tamb\u00e9m dotados de uma &#8220;tromba&#8221;.        As asas membranosas s\u00e3o mantidas sobre o corpo, formando uma esp\u00e9cie de        tenda. S\u00e3o hemimet\u00e1bolos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>h) Ordem Lepidoptera: <\/strong>mariposas e borboletas<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Dotadas de corpo mole, com asas, corpo e ap\u00eandices cobertos por &#8220;escamas&#8221;        pigmentadas. As pe\u00e7as bucais do adulto est\u00e3o numa esp\u00e9cie de prob\u00f3scide        enrolada, a espirotromba, que \u00e9 usada para sugar n\u00e9ctar das flores. S\u00e3o        holomet\u00e1bolos, sendo as larvas conhecidas como lagartas e alimentam-se de        plantas.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>i) Ordem Diptera: <\/strong>moscas e mosquitos<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>As asas anteriores s\u00e3o funcionais, mas as posteriores s\u00e3o reduzidas, formando        os halteres. S\u00e3o holomet\u00e1bolos, sendo muitos adultos vetores de doen\u00e7as,        como a mal\u00e1ria e a febre amarela. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>j) Ordem Siphonaptera:<\/strong> pulgas<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>N\u00e3o possuem asas e t\u00eam o corpo lateralmente achatado, al\u00e9m de patas adaptadas        para saltar. As pe\u00e7as bucais s\u00e3o picadoras. Muitos se alimentam do sangue        de mam\u00edferos e aves. S\u00e3o vetores da peste bub\u00f4nica e holomet\u00e1bolos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>l) Ordem Coleoptera: <\/strong>besouros e brocas<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Esta \u00e9 a maior ordem dos insetos, com mais de 350 mil esp\u00e9cies. O corpo        \u00e9 duro, dotado de pe\u00e7as bucais mastigadoras. As asas anteriores formam pesadas        estruturas de prote\u00e7\u00e3o chamadas \u00e9litros. Embora existam esp\u00e9cies predadoras,        a maioria das formas \u00e9 herb\u00edvora. H\u00e1 alguns representantes aqu\u00e1ticos. S\u00e3o        holomet\u00e1bolos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>m) Ordem Hymenoptera: <\/strong>abelhas, vespas e formigas<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Muito diversificada, com indiv\u00edduos dotados de pe\u00e7as bucais mastigadoras,        sugadoras ou lambedoras. Asas transparentes, ausentes em algumas formas.        S\u00e3o holomet\u00e1bolos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>n) Ordem Blattaria: <\/strong>baratas<\/p>\n   \n<p><strong>o) Ordem Dermaptera: <\/strong>tesourinhas<\/p>\n   \n<p><strong>p) Ordem Trichoptera: <\/strong>tric\u00f3pteros<\/p>\n   \n<p>Fonte:  bugguide.net\/www.consulteme.com.br\/br.geocities.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Classe Insecta, Insetos, Classifica\u00e7\u00e3o, Caracter\u00edsticas, Tipos, Anatomia, Sistema, Reprodu\u00e7\u00e3o, Morfologia, Desenvolvimento, Import\u00e2ncia, Classe Insecta<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-26402","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Classe Insecta - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Classe Insecta - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Classe Insecta, Insetos, Classifica\u00e7\u00e3o, Caracter\u00edsticas, Tipos, Anatomia, Sistema, Reprodu\u00e7\u00e3o, Morfologia, Desenvolvimento, Import\u00e2ncia, Classe Insecta\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-01-06T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"59 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/biologia-2\\\/classe-insecta-3\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/biologia-2\\\/classe-insecta-3\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Classe Insecta\",\"datePublished\":\"2016-01-06T00:00:00+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/biologia-2\\\/classe-insecta-3\\\/\"},\"wordCount\":11876,\"commentCount\":0,\"articleSection\":[\"Biologia\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/biologia-2\\\/classe-insecta-3\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/biologia-2\\\/classe-insecta-3\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/biologia-2\\\/classe-insecta-3\\\/\",\"name\":\"Classe Insecta - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2016-01-06T00:00:00+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/biologia-2\\\/classe-insecta-3\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/biologia-2\\\/classe-insecta-3\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/biologia-2\\\/classe-insecta-3\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Classe Insecta\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Classe Insecta - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Classe Insecta - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Classe Insecta, Insetos, Classifica\u00e7\u00e3o, Caracter\u00edsticas, Tipos, Anatomia, Sistema, Reprodu\u00e7\u00e3o, Morfologia, Desenvolvimento, Import\u00e2ncia, Classe Insecta","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2016-01-06T00:00:00+00:00","author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"59 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Classe Insecta","datePublished":"2016-01-06T00:00:00+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/"},"wordCount":11876,"commentCount":0,"articleSection":["Biologia"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/","name":"Classe Insecta - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"datePublished":"2016-01-06T00:00:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-insecta-3\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Classe Insecta"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26402","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26402"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26402\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26402"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26402"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26402"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}