{"id":26367,"date":"2016-01-05T00:00:00","date_gmt":"2016-01-05T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-dos-seis-dias-4\/"},"modified":"2016-01-05T00:00:00","modified_gmt":"2016-01-05T00:00:00","slug":"guerra-dos-seis-dias-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/guerra-dos-seis-dias-4\/","title":{"rendered":"Guerra dos Seis Dias"},"content":{"rendered":"\n<p>A <strong>Guerra dos Seis Dias<\/strong> teve lugar em Junho de 1967. <\/p>\n   \n<p>A <strong>Guerra dos Seis Dias<\/strong> foi travada entre 05 de junho e 10      de junho. <\/p>\n   \n<p>Os israelenses defendeu a guerra como um esfor\u00e7o militar preventivo para      combater o que os israelenses viram como um ataque iminente pelas na\u00e7\u00f5es \u00e1rabes      vizinhas de Israel. A Guerra dos Seis Dias foi iniciada pelo general Moshe      Dayan , o ministro da Defesa do israelense.<\/p>\n   \n<p>A guerra era contra a S\u00edria, Jord\u00e2nia e Egito. Israel acreditava que era      apenas uma quest\u00e3o de tempo antes que os tr\u00eas estados \u00e1rabes coordenado um      ataque maci\u00e7o em Israel. Depois de 1956 Crise do Suez , a Organiza\u00e7\u00e3o das      Na\u00e7\u00f5es Unidas estabeleceu uma presen\u00e7a no M\u00e9dio Oriente , especialmente em      zonas fronteiri\u00e7as sens\u00edveis. A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas estava l\u00e1 apenas      com o acordo das na\u00e7\u00f5es que atuaram como um host para ele. At\u00e9 maio de 1967,      os eg\u00edpcios havia deixado claro que as Na\u00e7\u00f5es Unidas n\u00e3o foi mais queria na      regi\u00e3o de Suez. Gamal Nasser , l\u00edder do Egito, ordenou uma concentra\u00e7\u00e3o de      for\u00e7as militares eg\u00edpcias na zona de Suez sens\u00edvel. Este foi um ato altamente      provocativo e os israelenses apenas visto de um jeito &#8211; que o Egito estava      se preparando para atacar. Os eg\u00edpcios tinham tamb\u00e9m refor\u00e7ado um bloqueio      naval que fechou ao largo do Golfo de Aqaba \u00e0 navega\u00e7\u00e3o israelense.<\/p>\n   \n<p>Em vez de esperar para ser atacado, os israelenses lan\u00e7aram uma campanha      militar de enorme sucesso contra seus inimigos percebidos. As for\u00e7as a\u00e9reas      de Egito, Jord\u00e2nia, S\u00edria e Iraque foram todas destru\u00eddas em 05 de junho.    <\/p>\n   \n<p>Ao 07 de junho, muitos tanques eg\u00edpcios tinham sido destru\u00eddos no deserto      do Sinai e as for\u00e7as israelenses atingiu o Canal de Suez. No mesmo dia, a      toda a margem ocidental do rio Jord\u00e3o havia sido inocentado de for\u00e7as jordanianas.      As Colinas de Gol\u00e3 foram capturadas da S\u00edria e as for\u00e7as israelenses se moveu      30 milhas em si S\u00edria.<\/p>\n   \n<p>A guerra foi um desastre para o mundo \u00e1rabe e enfraquecido temporariamente      o homem que foi visto como o l\u00edder dos \u00e1rabes &#8211; Gamal Abdul Nasser do Egito.      A guerra foi um desastre militar para os \u00e1rabes, mas tamb\u00e9m foi um enorme      golpe para o moral \u00e1rabes. Aqui foram quatro das mais fortes na\u00e7\u00f5es \u00e1rabes      derrotados sistematicamente por apenas uma na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>O sucesso da campanha deve ter surpreendido os israelenses. No entanto, ele      tamb\u00e9m lhes deu um grande problema que era provar um grande problema para      o governo israelense por d\u00e9cadas. <\/p>\n   \n<p>Ao capturar o Sinai, as Colinas de Gol\u00e3 e da Cisjord\u00e2nia do rio Jord\u00e3o, os      israelenses haviam capturado para si \u00e1reas de grande valor estrat\u00e9gico. No      entanto, a Cisjord\u00e2nia tamb\u00e9m continha mais de 600.000 \u00e1rabes que vieram agora      sob administra\u00e7\u00e3o israelense. <\/p>\n   \n<p>Sua situa\u00e7\u00e3o levou muitos jovens \u00e1rabes a se juntar a Organiza\u00e7\u00e3o de Liberta\u00e7\u00e3o      da Palestina (OLP), um grupo que os israelenses considerado uma organiza\u00e7\u00e3o      terrorista. Pol\u00edticas internas de Israel tornou-se muito mais complicado ap\u00f3s      os sucessos militares de junho de 1967. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.historylearningsite.co.uk<\/p>\n   \n<h6>Guerra dos Seis Dias<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p>A <strong>Guerra dos Seis Dias <\/strong>foi uma guerra entre Israel e seus      pa\u00edses vizinhos &#8211; Egito, S\u00edria e Jord\u00e2nia &#8211; que foi realizado a partir de      05 de junho at\u00e9 10 de junho de 1967. <\/p>\n   \n<p>As tens\u00f5es entre Israel e os pa\u00edses \u00e1rabes se intensificou a partir de meados      dos anos 1960 devido a v\u00e1rios ataques terroristas e infiltra\u00e7\u00f5es de terroristas      palestinos da S\u00edria, a Jord\u00e2nia, a Faixa de Gaza e da Pen\u00ednsula do Sinai em      territ\u00f3rio israelense. Essas a\u00e7\u00f5es foram motivadas pelo apoio dos pa\u00edses \u00e1rabes.    <\/p>\n   \n<p>As tens\u00f5es aumentaram em bombardeios s\u00edrios dos assentamentos israelenses      no Vale do Hulah, bem como o planejamento de Israel e da S\u00edria de projetos      para o desvio de fontes de \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>No dia 6 de abril de 1967, um incidente a\u00e9reo entre Israel e S\u00edria teve lugar,      no qual 6 MiGs s\u00edrios foram interceptados. S\u00edria apresentou uma queixa ao      seu aliado Egito por n\u00e3o cumprir seu acordo militar assinado em novembro de      1966 e chegando a assist\u00eancia da S\u00edria. Egito notificado de que n\u00e3o tolerar\u00e1      uma a\u00e7\u00e3o israelense contra a S\u00edria eo estado de seu ex\u00e9rcito de alerta foi      levantado. Vastas quantidades de tanques e unidades de infantaria estavam      estacionados ao longo da fronteira entre Egito e Israel. Seus aliados sovi\u00e9ticos      incentivou essas a\u00e7\u00f5es, enquanto as declara\u00e7\u00f5es feitas por l\u00edderes israelenses      maio foram interpretados pelos russos e \u00e1rabes como amea\u00e7as feitas em rela\u00e7\u00e3o      \u00e0 S\u00edria. Egito exigiu que For\u00e7a de Emerg\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas abandonar      suas esta\u00e7\u00f5es de outro lado da fronteira, a partir do Estreito de Tiran, e      de todos os territ\u00f3rios eg\u00edpcios. As Na\u00e7\u00f5es Unidas se reuniu suas demandas.<\/p>\n   \n<p>O presidente eg\u00edpcio Gamal Abdel Nasser bloquearam o Estreito de Tiran em      21 de maio e 22 a toda a navega\u00e7\u00e3o de e para Eilat; a \u00e1rea era aberta aos      navios israelenses, sob a supervis\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas desde 1957, e Israel      repetidamente afirmado que tal bloqueio ser\u00e1 considerado como casus belli      (justificativa para atos de guerra). Os Estados Unidos e v\u00e1rios outros pa\u00edses      declararam que o Estreito de Tiran s\u00e3o uma passagem internacional e que deve      permanecer livre para a passagem segura de todos os navios. N\u00e3o h\u00e1 passos      reais foram tomadas com base nessas observa\u00e7\u00f5es, e Egito proclamou que qualquer      tentativa de quebrar seu bloqueio sobre o Estreito seria considerado um ato      de guerra.<\/p>\n   \n<p>Nasser, em uma provoca\u00e7\u00e3o intencional, pediu a Israel para abrir em guerra,      declarou que o Egito \u00e9 forte o suficiente para ser vitorioso, e amea\u00e7ou destruir      Israel. Outros l\u00edderes \u00e1rabes fizeram discursos agressivos semelhantes bem      e pactos militares foram assinados entre o Egito e Jord\u00e2nia (a 30 de Maio)      e entre o Egito e no Iraque (em 04 de junho). O fornecimento de armamento      sovi\u00e9tico para os estados \u00e1rabes tamb\u00e9m foi aumentada.<\/p>\n   \n<p>No in\u00edcio da manh\u00e3 de 5 de junho de 1967, a guerra estourou. <\/p>\n   \n<p><strong>Israel fez um ataque preventivo contra a For\u00e7a A\u00e9rea eg\u00edpcia: <\/strong>A      For\u00e7a A\u00e9rea atacou todos os aeroportos militares no Egito e na Pen\u00ednsula do      Sinai, destruindo centenas de avi\u00f5es e neutralizar a for\u00e7a a\u00e9rea eg\u00edpcia.      No mesmo dia, as for\u00e7as jordanianas come\u00e7aram a bombardear e atacar a partir      do ar do outro lado das fronteiras estabelecidas nos acordos do cessar-fogo      (de 1949). Israel advertiu Rei Hussein que se abstenha de luta, mas ele cedeu      e os militares Jordanian conquistou a sede da ONU (antiga resid\u00eancia do Alto      Comissariado Brit\u00e2nico). A For\u00e7a A\u00e9rea israelense tamb\u00e9m agiu contra a For\u00e7a      A\u00e9rea da Jord\u00e2nia. Durante essas horas, a S\u00edria continuou a desembolsar os      assentamentos israelenses; Aeroportos s\u00edrios foram atacados e na maioria das      aeronaves s\u00edrias foram destru\u00eddos. No primeiro dia de combates, Israel obteve      o controle a\u00e9reo absoluta; No entanto, esta informa\u00e7\u00e3o permaneceu quase totalmente      desconhecida do p\u00fablico na \u00e9poca.<\/p>\n   \n<p>Simultaneamente, as for\u00e7as da IDF progrediu dentro da Pen\u00ednsula do Sinai      em dire\u00e7\u00e3o Rafah e El-Arish, no norte, Abu Ageila e Bir Gafgafa no centro,      e el-Qusseima no sul. Depois de correr em dificuldades na regi\u00e3o de Abu Ageila,      a \u00e1rea foi conquistada por uma for\u00e7a combinada da Brigada P\u00e1ra-quedistas e      do corpo de infantaria, for\u00e7as blindadas e uma for\u00e7a de engenharia de combate,      assistida pela For\u00e7a A\u00e9rea. Bitter combates ocorreram nos arredores de Gaza,      na noite entre os dias 5 e 6 de junho. As for\u00e7as blindadas israelenses invadiram      a frente, acompanhado de um apoio a\u00e9reo. <\/p>\n   \n<p><strong>A retirada do Egito virou na v\u00e9spera do 06 de junho para uma derrota      real:<\/strong> Sharm el-Sheikh, a partir do qual o ex\u00e9rcito eg\u00edpcio operado      o bloqueio sobre o Estreito de Tiran, foi conquistada a partir do mar.<\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m dos ataques contra as For\u00e7as A\u00e9reas da Jord\u00e2nia, Israel enviou refor\u00e7o      militar para Jerusal\u00e9m, recuperando em 5 de junho o controle sobre a sede      da ONU e ter sucesso para se conectar com o Monte Scopus, no norte da cidade,      que era um enclave israelense dentro Jord\u00e2nia desde 1949. ordens espec\u00edficas      foram dadas a fim de minimizar os danos f\u00edsicos que possam ser causados aos      lugares santos na Cidade Velha. Finalmente, ap\u00f3s 36 horas de combate, Israel      conseguiu assumir o controle sobre os caminhos que levam \u00e0 Cidade Velha e      em Jerusal\u00e9m Oriental. A conquista da Cidade Velha foi conclu\u00edda em 07 de      junho, e as for\u00e7as da IDF foram capazes de chegar ao Muro das Lamenta\u00e7\u00f5es      e levantar a bandeira de Israel nas suas instala\u00e7\u00f5es. Intensos combates ocorreu      em Jenin, norte da Samaria e Qalqilyah e seus arredores, a partir do qual      artilharia de longo alcance foi disparado contra Tel Aviv.<\/p>\n   \n<p>At\u00e9 ao final do terceiro dia de combates, as for\u00e7as israelenses completaram      a conquista da Pen\u00ednsula do Sinai at\u00e9 o Canal de Suez e mais da Cisjord\u00e2nia.      Neste momento, ap\u00f3s v\u00e1rios dias de negocia\u00e7\u00e3o, o Conselho de Seguran\u00e7a da      ONU pediu um cessar-fogo, para que Israel foi o primeiro a concordar. No dia      8 de junho, o L\u00edbano se juntou oficialmente a guerra, mas n\u00e3o tomou parte      ativa que n\u00e3o seja o envio de um par de avi\u00f5es. S\u00edria continuou seu bombardeio      sobre os assentamentos israelenses e fez uma tentativa fracassada de conquistar      Kibbutz Dan. Na sequ\u00eancia da demiss\u00e3o s\u00edrio de um cessar-fogo, as for\u00e7as concentradas      IDF para atacar postos da S\u00edria em rota as Colinas de Gol\u00e3. Uma grande faixa      das Colinas de Gol\u00e3, incluindo Mount Hermona ea cidade de Quneitra, foi conquistada      ap\u00f3s 20 horas de luta feroz perto Kibbutz Dan. Um cessar-fogo na fronteira      com a S\u00edria foi fundada em 10 de junho.<\/p>\n   \n<p>A guerra terminou com uma vit\u00f3ria israelense evidente. Mais de 4.000 aeronaves      \u00e1rabes foram destru\u00eddas, 60 interceptado enquanto estiver no ar; mais de 500      tanques foram destru\u00eddos ou saqueados; cerca de 70% da maquinaria pesada usada      pelo Egito, S\u00edria e Jord\u00e2nia &#8211; em um valor total de mais de um bilh\u00e3o de d\u00f3lares,      foram postos fora de uso. Mais de 15.000 eg\u00edpcios foram mortos durante a guerra      e 5.600 foram levados como prisioneiros. Jordan, de acordo com o rei Hussein,      teve 6.000 v\u00edtimas (outras fontes d\u00e3o v\u00e1rios n\u00fameros menores). S\u00edria sofreu      algumas perdas 1.000. Israel tinha mais de 700 mortes e 2.500 feridos.<\/p>\n   \n<p>Israel foi triplicada em seu tamanho ap\u00f3s a guerra e ganhou a soberania sobre      uma popula\u00e7\u00e3o \u00e1rabe de cerca de um milh\u00e3o de cidad\u00e3os (al\u00e9m de 300.000 \u00e1rabes      israelenses que vivem em Israel na \u00e9poca). <\/p>\n   \n<p>O p\u00fablico estava de \u00f3timo humor e tinha uma sensa\u00e7\u00e3o de poder, causada pela      r\u00e1pida vit\u00f3ria e a captura da Cidade Velha. Isso foi em grande contraste com      a ansiedade e confus\u00e3o sentida durante as semanas anteriores \u00e0 guerra.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.knesset.gov.il<\/p>\n   \n<h6>Guerra dos Seis Dias<\/h6>\n   \n<p><strong>Guerra dos Seis Dias<\/strong>, tamb\u00e9m chamada Guerra de junho ou      Terceira Guerra \u00c1rabe-Israelense foi uma breve guerra que teve lugar 05-10      junho de 1967, por Israel e os estados vizinhos do Egito (conhecido na \u00e9poca      como a Rep\u00fablica \u00c1rabe Unida ), Jordan, e S\u00edria .<\/p>\n   \n<p>A <strong>Guerra dos Seis Dias<\/strong> foi mais um desdobramento dos conflitos      entre \u00e1rabes e judeus. <\/p>\n   \n<p>Ela recebeu esta denomina\u00e7\u00e3o devido ao efetivo contra-ataque israelense \u00e0      ofensiva \u00e1rabe, promovido pelo Egito. <\/p>\n   \n<p><strong>O presidente Nasser, buscando fortalecer o mundo \u00e1rabe, tomou medidas      importantes:<\/strong> deslocou for\u00e7as \u00e1rabes para a fronteira com Israel,      exigiu a retirada de representantes militares da ONU, mantidos na regi\u00e3o desde      1956, e amea\u00e7ou fechar a navegabilidade do Estreito de Tiran aos israelenses.<\/p>\n   \n<p><strong>No entanto, a rea\u00e7\u00e3o israelense a essas medidas foi r\u00e1pida e decisiva:<\/strong>      atacou o Egito, a Jord\u00e2nia e a S\u00edria, encerrando o conflito num curto espa\u00e7o      de tempo, 5 a 10 de junho (6 dias) de 1967. Israel dominava as for\u00e7as \u00e1ereas      e, por terra, contava com for\u00e7as blindadas comandadas pelo general israelense      Mosh\u00e9 Dayan. <\/p>\n   \n<p><strong>O resultado da guerra aumentou consideravelmente o estado de Israel:<\/strong>      foram conquistadas \u00e1reas do Egito, Faixa de Gaza, Pen\u00ednsula de Sinai, regi\u00e3o      da Jord\u00e2nia, a Cisjord\u00e2nia, o setor oriental de Jerusal\u00e9m, partes pertencentes      \u00e0 S\u00edria e \u00e0s Col\u00f4nias de Golan.<\/p>\n   \n<p>A <strong>Guerra dos Seis Dias<\/strong> fortaleceu o Estado de Israel e agravou      o n\u00edvel de tens\u00e3o entre os pa\u00edses beligerantes. <\/p>\n   \n<h4>A <strong>Guerra dos Seis Dias<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Conflito armado que ocorre em 1967 entre Israel e a frente \u00e1rabe, formada      por Egito, Jord\u00e2nia e S\u00edria e apoiada por Iraque, Kuweit, Ar\u00e1bia Saudita,      Arg\u00e9lia e Sud\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>Em meados de 1967, o crescimento das tens\u00f5es \u00e1rabe-israelenses leva ambos      os lados a mobilizar suas tropas. <\/p>\n   \n<p>Os israelenses, fortemente armados pelos EUA, tomam a iniciativa do ataque.      No dia 5 de junho investem contra nove campos de pouso e aniquilam a For\u00e7a      A\u00e9rea eg\u00edpcia ainda no solo, fora de a\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>O pretexto \u00e9 a intensifica\u00e7\u00e3o do terrorismo palestino no pa\u00eds e o bloqueio      do golfo de \u00c1caba pelo Egito &#8211; passagem vital para os navios de Israel. <\/p>\n   \n<p>Ao mesmo tempo, for\u00e7as blindadas israelenses atacam a Faixa de Gaza e o norte      do Sinai. A Jord\u00e2nia abre fogo em Jerusal\u00e9m e a S\u00edria interv\u00e9m no conflito.    <\/p>\n   \n<p>Mas, no terceiro dia de luta, o Sinai inteiro j\u00e1 est\u00e1 sob o controle de Israel.      Os israelenses imp\u00f5em uma derrota devastadora aos advers\u00e1rios, controlando      tamb\u00e9m a Cisjord\u00e2nia, o setor oriental de Jerusal\u00e9m e as Colinas de Gol\u00e3,      na S\u00edria.<\/p>\n   \n<p>A resolu\u00e7\u00e3o da ONU de devolver os territ\u00f3rios ocupados \u00e9 rejeitada por Israel.      Como resultado da guerra, aumenta o n\u00famero de refugiados palestinos na Jord\u00e2nia      e no Egito. S\u00edria e Egito estreitam as rela\u00e7\u00f5es com a URSS e conseguem a instala\u00e7\u00e3o      de novos m\u00edsseis perto do Canal de Suez.<\/p>\n   \n<p>Esta guerra envolveu Israel contra o Egito, a Jord\u00e2nia e a S\u00edria. A partir      de 1959, com a cria\u00e7\u00e3o do Al Fatah, cresceram os ataques terroristas palestinos      \u00e0s instala\u00e7\u00f5es judaicas. Cada ataque era respondido com uma retalia\u00e7\u00e3o israelense,      muitas vezes maior que a investida sofrida e nem sempre dirigida especificamente      contra os atacantes. <\/p>\n   \n<h4>A <strong>Guerra dos Seis Dias<\/strong><\/h4>\n   \n<p>A tens\u00e3o na regi\u00e3o atingiu n\u00edveis cr\u00edticos em 1966, quando a S\u00edria passou      a dar apoio aos guerrilheiros palestinos. Em abril de 1967, a For\u00e7a A\u00e9rea      israelense atacou a Jord\u00e2nia e, no m\u00eas seguinte, o Egito colocou suas For\u00e7as      Armadas em alerta.<\/p>\n   \n<p>O presidente Nasser ordenou a retirada das tropas da ONU do Egito e as substituiu      por divis\u00f5es eg\u00edpcias, ocupando o golfo de \u00c1caba e bloqueando o porto israelense      de Eilat, que recebia suprimentos petrol\u00edferos do Ir\u00e3.<\/p>\n   \n<p>No final de maio, Jord\u00e2nia e S\u00edria firmaram o Acordo de Defesa M\u00fatua com      o Egito. Em julho, Israel atacou sem declara\u00e7\u00e3o de guerra, dizimando a For\u00e7a      A\u00e9rea eg\u00edpcia em terra. O ex\u00e9rcito eg\u00edpcio foi derrotado, juntamente com o      da Jord\u00e2nia e o da S\u00edria. Como resultado, Israel conquistou a pen\u00ednsula do      Sinai (devolvida ao Egito em 1982), a Faixa de Gaza, a Cisjord\u00e2nia e as colinas      de Gol\u00e3, aumentando sua \u00e1rea para 89.489 km2. <\/p>\n   \n<p>O cessar-fogo, decretado pela ONU, foi atendido pelos \u00e1rabes, mas Israel      n\u00e3o retirou suas tropas dos territ\u00f3rios ocupados.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.libanoshow.com<\/p>\n   \n<h6>Guerra dos Seis Dias<\/h6>\n   \n<p><strong>Per\u00edodo: <\/strong>1967 <\/p>\n   \n<p><strong>\u00c1rea do conflito:<\/strong> Oriente M\u00e9dio <\/p>\n   \n<p><strong>Protagonistas: <\/strong>Israel, Egito, S\u00edria e Jord\u00e2nia. Em menor      escala, Ar\u00e1bia Saudita, Iraque e Arg\u00e9lia. <\/p>\n   \n<h4>Hist\u00f3ria <\/h4>\n   \n<p>Ap\u00f3s a retirada das tropas da FENU (For\u00e7a de Emerg\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas),      que garantiam o cessar fogo, dez anos depois do conflito \u00e1rabe-israelense      de 1956, o Egito voltou a ocupar o deserto do Sinai. O l\u00edder eg\u00edpcio Nasser      ordenou, em maio de 1967, o fechamento do estreito de Tiran, vital para Israel,      aumentando sua popularidade no mundo \u00e1rabe, fazendo com que a S\u00edria e a Jord\u00e2nia      mobilizassem suas tropas para apoi\u00e1-lo em caso de um revide israelense.<\/p>\n   \n<p>O pano de fundo era a quest\u00e3o palestina e os ataques da OLP (Organiza\u00e7\u00e3o      pela Liberta\u00e7\u00e3o da Palestina) aos judeus. Coerente com sua doutrina militar      de &#8220;ataques preventivos&#8221;, Israel j\u00e1 havia mobilizado suas for\u00e7as      armadas no in\u00edcio de junho e o Alto-Comando tentava convencer o primeiro-ministro      da necessidade de atacar logo as for\u00e7as que amea\u00e7avam as fronteiras do pa\u00eds.    <\/p>\n   \n<p>Assim, ao amanhecer do dia 5 de junho, a For\u00e7a A\u00e9rea Israelense(FAI), efetuou      um ataque coordenado \u00e0s principais bases a\u00e9reas do Egito, destruindo praticamente      todos os seus avi\u00f5es no solo ( 240 aeronaves de um total de 254 eliminados      em todo o conflito) e inutilizando as pistas, marcando o in\u00edcio da Guerra      dos Seis Dias. <\/p>\n   \n<p>Bases jordanianas e s\u00edrias ( 45 de seus 142 avi\u00f5es destru\u00eddos) tamb\u00e9m foram      bombardeadas. <\/p>\n   \n<p><strong>Durante a guerra, a vantagem da FAI era patente:<\/strong> destru\u00edra      350 avi\u00f5es \u00e1rabes e perdera apenas 31. No Sinai, o ex\u00e9rcito eg\u00edpcio possui      sete divis\u00f5es e cerca de 950 carros de combate, distribu\u00eddos em posi\u00e7\u00f5es defensivas.      Por outro lado, o Ex\u00e9rcito israelense montara a Opera\u00e7\u00e3o Len\u00e7ol Vermelho,      seguindo o padr\u00e3o cl\u00e1ssico da guerra-rel\u00e2mpago, com cerca de 680 tanques e      suas guarni\u00e7\u00f5es bem treinadas, infantaria e p\u00e1ra-quedistas avan\u00e7ando maci\u00e7amente      sobre as posi\u00e7\u00f5es inimigas, eliminando-as e atingindo o canal de Suez. <\/p>\n   \n<p>A opera\u00e7\u00e3o foi lan\u00e7ada junto com o ataque da FAI, descrito acima, em 5 de      junho. A 7a.Brig.Blindada e os p\u00e1ra-quedistas capturaram as cidades de Rafia      e Khan Yunis. Mais ao sul, no entroncamento rodovi\u00e1rio de Bir Lahfan, os Centurion      israelenses emboscaram uma coluna de T-55 e uma brigada de infantaria mecanizada,      destruindo 14 tanques e diversos caminh\u00f5es de muni\u00e7\u00e3o e combust\u00edvel. <\/p>\n   \n<p>A divis\u00e3o blindada do Gen.Ariel Sharon (atual primeiro-ministro de Israel)      capturara a fortaleza de Abu Aweigila, no deserto, ap\u00f3s intensos bombardeios      e a ajuda de um batalh\u00e3o de p\u00e1ra-quedistas desembarcados de helic\u00f3ptero dentro      do forte. Em 6 de junho, devido \u00e0 exaust\u00e3o das tropas israelenses, as opera\u00e7\u00f5es      foram modestas. <\/p>\n   \n<p>No dia seguinte, por\u00e9m, os combates recrudesceram. Na entrada do desfiladeiro      de Mitla, contando com apenas nove Centurion, o Ex\u00e9rcito israelense recha\u00e7ou      repetidas ofensivas das tropas inimigas, com alguns confrontos a uma dist\u00e2ncia      de 100 metros, deixando no local 157 carros de combate eg\u00edpcios destru\u00eddos      ou abandonados. Neste mesmo desfiladeiro, em 8 de junho, os israelenses emboscaram      a 3a.Div.Inf., a 6a.Div.Mecanizada e parte da 4a.Div.Blindada do Egito, aniquilando      60 tanques, 100 canh\u00f5es e 300 ve\u00edculos. Para reabrir o estreito de Tiran,      foi enviado um grupo de combate para o sul da pen\u00ednsula, a fim de encontrar-se      com uma for\u00e7a de p\u00e1ra-quedistas que saltara em Sharm-el-Sheikh, mas n\u00e3o houve      luta pois a guarni\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia havia batido em retirada. <\/p>\n   \n<p><strong>Raramente na hist\u00f3ria militar uma vit\u00f3ria t\u00e3o ampla foi conquistada      em t\u00e3o breve espa\u00e7o de tempo:<\/strong> bastaram quatro dias para desbaratar      um ex\u00e9rcito de sete divis\u00f5es. <\/p>\n   \n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Jord\u00e2nia, que tinha o mais adestrado e poderoso ex\u00e9rcito dos      que enfrentaram os judeus nessa guerra, a FAI eliminou a Real For\u00e7a A\u00e9rea      jordaniana e bombardeou posi\u00e7\u00f5es da Legi\u00e3o \u00c1rabe, eliminando a possibilidade      de uma ofensiva inimiga em dire\u00e7\u00e3o ao mar Mediterr\u00e2neo, o que isolaria a Galil\u00e9ia      do resto do pa\u00eds, deixando-a vulner\u00e1vel a um ataque da S\u00edria. <\/p>\n   \n<p><strong>Nesta frente, a luta por Jerusal\u00e9m merece registro:<\/strong> entre      5 e 7 de junho, for\u00e7as israelenses, entre elas a 55a.Brigada P\u00e1ra-quedista,      enfrentaram uma luta encarni\u00e7ada e exaustiva , de rua em rua, contra os membros      da Legi\u00e3o \u00c1rabe e seus blindados, num confronto de 57 horas, ap\u00f3s o qual Israel      eliminou as amea\u00e7as \u00e0 margem oeste e expandiu suas fronteiras at\u00e9 o rio Jord\u00e3o.    <\/p>\n   \n<p><strong>Mas o custo foi alto: <\/strong>os jordanianos inflingiram aos israelenses      suas mais pesadas baixas sofridas durante a guerra dos Seis Dias, com 550      mortos e 2.500 feridos. <\/p>\n   \n<p>A S\u00edria, ap\u00f3s o fracasso de seus aliados no Sinai e na margem do Jord\u00e3o,      adotou uma estrat\u00e9gia de defesa passiva. O Ex\u00e9rcito s\u00edrio bombardeava o territ\u00f3rio      israelense de suas posi\u00e7\u00f5es fortificadas nas colinas de Golan, s\u00f3 vulner\u00e1veis      a for\u00e7as terrestres. Uma ofensiva foi lan\u00e7ada em 9 de junho, pela Brigada      Golani com apoio de uma brigada blindada e ataques a\u00e9reos da FAI, para reconquistar      as colinas. <\/p>\n   \n<p>A luta se desenvolveu na \u00e1rea de Tel Azzaziat e Tel Faher, ao norte, apinhadas      de casamatas, trincheiras, campos minados e ninhos de metralhadoras, onde      estas posi\u00e7\u00f5es foram dominadas depois de combates intensos. <\/p>\n   \n<p>Ao sul, um ataque de infantaria atrav\u00e9s do rio Jord\u00e3o tomou as eleva\u00e7\u00f5es      perto de Bnot Yaaqov e os p\u00e1ra-quedistas lan\u00e7ados de helic\u00f3ptero conquistaram      Butmiye. Dominando Quneitra, a meio caminho da capital s\u00edria Damasco, os israelenses      obrigaram o inimigo a pedir ajuda da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e da ONU por um cessar-fogo,      obtido na noite de 10 de junho. <\/p>\n   \n<p><strong>For\u00e7as envolvidas Egito:<\/strong> 100.000 homens (sete divis\u00f5es de      infantaria); 950 carros de combate (T-34\/85, T-55, Sherman e SU-100); 450      avi\u00f5es de combate. <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Perdas humanas: <\/strong>10.000 mortos, 20.000 feridos e 5.500        capturados. <\/p>\n     \n<p><strong>Perdas materiais: <\/strong>500 tanques destru\u00eddos, 300 capturados        e 10.000 ve\u00edculos diversos apresados; 254 avi\u00f5es eliminados.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Jord\u00e2nia: <\/strong>Legi\u00e3o \u00c1rabe e brigadas blindadas. <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Perdas humanas:<\/strong> 6.000 mortos e um n\u00famero n\u00e3o revelado        de feridos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>S\u00edria: <\/strong>Brigadas de Infantaria, 450 tanques (mais 200 na      reserva), 142 avi\u00f5es de combate e poderosa artilharia. <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Perdas humanas:<\/strong> 2.500 mortos e 5.000 feridos. <\/p>\n     \n<p><strong>Perdas materiais: <\/strong>100 tanques, 200 pe\u00e7as de artilharia        e 45 avi\u00f5es.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Israel: <\/strong>Diversas brigadas de infantaria, 55a.Brigada de      Inf.P\u00e1ra-quedista, 200 avi\u00f5es de combate, 680 tanques (Centurion, M-48, Sherman      e AMX13). <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Perdas:<\/strong> 550 mortos e 2.500 feridos (frente jordaniana);        115 mortos e 306 feridos (frente s\u00edria); 31 avi\u00f5es abatidos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Principais batalhas <\/h4>\n   \n<p>Ataque-rel\u00e2mpago da FAI \u00e0s bases a\u00e9reas do Egito, Jord\u00e2nia e S\u00edria, combate      no desfiladeiro de Mitla, conquista do complexo de Abu Aweigila, ocupa\u00e7\u00e3o      da faixa de Gaza, luta pela cidade de Jerusal\u00e9m, conquista das colinas de      Golan.<\/p>\n   \n<p><strong>Resultado final<\/strong><\/p>\n   \n<p>Ocupa\u00e7\u00e3o, por parte de Israel, da pen\u00ednsula do Sinai, da faixa de Gaza, da      cidade de Jerusal\u00e9m e das colinas de Golan.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.militarypower.com.br<\/p>\n   \n<h6>Guerra dos Seis Dias<\/h6>\n   \n<p>Em 5 de junho de 1967, tem in\u00edcio a <strong>Guerra dos Seis Dias<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p>Os israelenses, com o aux\u00edlio log\u00edstico dos EUA, atacaram de surpresa o Egito,      a S\u00edria e a Jord\u00e2nia, que preparavam uma ofensiva conjunta contra Israel.      Ap\u00f3s a vit\u00f3ria, os israelenses anexaram a pen\u00ednsula do Sinai, a Faixa de Gaza,      a Cisjord\u00e2nia e as Colinas do Gol\u00e3. Fatos Hist\u00f3ricos &#8211; Terra <\/p>\n   \n<p>Ap\u00f3s a retirada das tropas da FENU (For\u00e7a de Emerg\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas),      que garantiam o cessar fogo, dez anos depois do conflito \u00e1rabe-israelense      de 1956, o Egito voltou a ocupar o deserto do Sinai. O l\u00edder eg\u00edpcio Nasser      ordenou, em maio de 1967, o fechamento do estreito de Tiran, vital para Israel,      aumentando sua popularidade no mundo \u00e1rabe, fazendo com que a S\u00edria e a Jord\u00e2nia      mobilizassem suas tropas para apoi\u00e1-lo em caso de um revide israelense. <\/p>\n   \n<p>O pano de fundo era a quest\u00e3o palestina e os ataques da OLP (Organiza\u00e7\u00e3o      pela Liberta\u00e7\u00e3o da Palestina) aos judeus. Coerente com sua doutrina militar      de &#8220;ataques preventivos&#8221;, Israel j\u00e1 havia mobilizado suas for\u00e7as      armadas no in\u00edcio de junho e o Alto-Comando tentava convencer o primeiro-ministro      da necessidade de atacar logo as for\u00e7as que amea\u00e7avam as fronteiras do pa\u00eds.    <\/p>\n   \n<p>Assim, ao amanhecer do dia 5 de junho, a For\u00e7a A\u00e9rea Israelense (FAI), efetuou      um ataque coordenado \u00e0s principais bases a\u00e9reas do Egito, destruindo praticamente      todos os seus avi\u00f5es no solo (240 aeronaves de um total de 254 eliminados      em todo o conflito) e inutilizando as pistas, marcando o in\u00edcio da Guerra      dos Seis Dias. Bases jordanianas e s\u00edrias (45 de seus 142 avi\u00f5es destru\u00eddos)      tamb\u00e9m foram bombardeadas.<\/p>\n   \n<p><strong>Durante a guerra, a vantagem da FAI era patente<\/strong>: destru\u00edra      350 avi\u00f5es \u00e1rabes e perdera apenas 31. No Sinai, o ex\u00e9rcito eg\u00edpcio possu\u00eda      sete divis\u00f5es e cerca de 950 carros de combate, distribu\u00eddos em posi\u00e7\u00f5es defensivas.      Por outro lado, o Ex\u00e9rcito israelense montara a Opera\u00e7\u00e3o Len\u00e7ol Vermelho,      seguindo o padr\u00e3o cl\u00e1ssico da guerra-rel\u00e2mpago, com cerca de 680 tanques e      suas guarni\u00e7\u00f5es bem treinadas, infantaria e p\u00e1ra-quedistas avan\u00e7ando maci\u00e7amente      sobre as posi\u00e7\u00f5es inimigas, eliminando-as e atingindo o canal de Suez. <\/p>\n   \n<p>A opera\u00e7\u00e3o foi lan\u00e7ada junto com o ataque da FAI, descrito acima, em 5 de      junho. A 7a Brigada Blindada e os p\u00e1ra-quedistas capturaram as cidades de      Rafia e Khan Yunis. Mais ao sul, no entroncamento rodovi\u00e1rio de Bir Lahfan,      os Centurion israelenses emboscaram uma coluna de T-55 e uma brigada de infantaria      mecanizada, destruindo 14 tanques e diversos caminh\u00f5es de muni\u00e7\u00e3o e combust\u00edvel.    <\/p>\n   \n<p>A divis\u00e3o blindada do Gen. Ariel Sharon capturara a fortaleza de Abu Aweigila,      no deserto, ap\u00f3s intensos bombardeios e a ajuda de um batalh\u00e3o de p\u00e1ra-quedistas      desembarcados de helic\u00f3ptero dentro do forte. <\/p>\n   \n<p>Em 6 de junho, devido \u00e0 exaust\u00e3o das tropas israelenses, as opera\u00e7\u00f5es foram      modestas. No dia seguinte, por\u00e9m, os combates recrudesceram. Na entrada do      desfiladeiro de Mitla, contando com apenas nove Centurion, o Ex\u00e9rcito israelense      recha\u00e7ou repetidas ofensivas das tropas inimigas, com alguns confrontos a      uma dist\u00e2ncia de 100 metros, deixando no local 157 carros de combate eg\u00edpcios      destru\u00eddos ou abandonados. <\/p>\n   \n<p>Neste mesmo desfiladeiro, em 8 de junho, os israelenses emboscaram a 3a.Div.Inf.,      a 6a Div.Mecanizada e parte da 4a Div.Blindada do Egito, aniquilando 60 tanques,      100 canh\u00f5es e 300 ve\u00edculos. Para reabrir o estreito de Tiran, foi enviado      um grupo de combate para o sul da pen\u00ednsula, a fim de encontrar-se com uma      for\u00e7a de p\u00e1ra-quedistas que saltara em Sharm-el-Sheikh, mas n\u00e3o houve luta      pois a guarni\u00e7\u00e3o eg\u00edpcia havia batido em retirada. <\/p>\n   \n<p><strong>Raramente na hist\u00f3ria militar uma vit\u00f3ria t\u00e3o ampla foi conquistada      em t\u00e3o breve espa\u00e7o de tempo:<\/strong> bastaram quatro dias para desbaratar      um ex\u00e9rcito de sete divis\u00f5es. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Jord\u00e2nia, que tinha o mais adestrado      e poderoso ex\u00e9rcito dos que enfrentaram os judeus nessa guerra, a FAI eliminou      a Real For\u00e7a A\u00e9rea jordaniana e bombardeou posi\u00e7\u00f5es da Legi\u00e3o \u00c1rabe, eliminando      a possibilidade de uma ofensiva inimiga em dire\u00e7\u00e3o ao mar Mediterr\u00e2neo, o      que isolaria a Galil\u00e9ia do resto do pa\u00eds, deixando-a vulner\u00e1vel a um ataque      da S\u00edria. <\/p>\n   \n<p><strong>Nesta frente, a luta por Jerusal\u00e9m merece registro<\/strong>: entre      5 e 7 de junho, for\u00e7as israelenses, entre elas a 55a.Brigada P\u00e1ra-quedista,      enfrentaram uma luta encarni\u00e7ada e exaustiva , de rua em rua, contra os membros      da Legi\u00e3o \u00c1rabe e seus blindados, num confronto de 57 horas, ap\u00f3s o qual Israel      eliminou as amea\u00e7as \u00e0 margem oeste e expandiu suas fronteiras at\u00e9 o rio Jord\u00e3o.    <\/p>\n   \n<p><strong>Mas o custo foi alto:<\/strong> os jordanianos inflingiram aos israelenses      suas mais pesadas baixas sofridas durante a guerra dos Seis Dias, com 550      mortos e 2.500 feridos. <\/p>\n   \n<p>A S\u00edria, ap\u00f3s o fracasso de seus aliados no Sinai e na margem do Jord\u00e3o,      adotou uma estrat\u00e9gia de defesa passiva. O Ex\u00e9rcito s\u00edrio bombardeava o territ\u00f3rio      israelense de suas posi\u00e7\u00f5es fortificadas nas colinas de Golan, s\u00f3 vulner\u00e1veis      a for\u00e7as terrestres. Uma ofensiva foi lan\u00e7ada em 9 de junho, pela Brigada      Golani com apoio de uma brigada blindada e ataques a\u00e9reos da FAI, para reconquistar      as colinas. A luta se desenvolveu na \u00e1rea de Tel Azzaziat e Tel Faher, ao      norte, apinhadas de casamatas, trincheiras, campos minados e ninhos de metralhadoras,      onde estas posi\u00e7\u00f5es foram dominadas depois de combates intensos. Ao sul, um      ataque de infantaria atrav\u00e9s do rio Jord\u00e3o tomou as eleva\u00e7\u00f5es perto de Bnot      Yaaqov e os p\u00e1ra-quedistas lan\u00e7ados de helic\u00f3ptero conquistaram Butmiye. <\/p>\n   \n<p>Dominando Quneitra, a meio caminho da capital s\u00edria Damasco, os israelenses      obrigaram o inimigo a pedir ajuda da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e da ONU por um cessar-fogo,      obtido na noite de 10 de junho.<\/p>\n   \n<p>Como resultado da guerra, aumenta o n\u00famero de refugiados palestinos na Jord\u00e2nia      e no Egito. S\u00edria e Egito estreitam as rela\u00e7\u00f5es com a URSS e conseguem a instala\u00e7\u00e3o      de novos m\u00edsseis perto do Canal de Suez.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.unificado.com.br<\/p>\n   \n<h6>Guerra dos Seis Dias<\/h6>\n   \n<p>A <strong>Guerra dos Seis Dias<\/strong> foi um conflito armado entre Israel      e a frente \u00e1rabe, formada por Egito, Jord\u00e2nia e S\u00edria, apoiados pelo Iraque,      Kuweit, Ar\u00e1bia Saudita, Arg\u00e9lia e Sud\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>O crescimento das tens\u00f5es \u00e1rabe-israelenses, em meados de 1967, levou ambos      os lados a mobilizarem suas tropas. Antecipando um ataque iminente do Egipto      e da Jord\u00e2nia, Israel lan\u00e7ou um ataque preventivo \u00e0 for\u00e7a a\u00e9rea eg\u00edpcia.<\/p>\n   \n<p>Esquema da conquista da pen\u00ednsula do Sinai durante a Guerra dos Seis DiasO      plano tra\u00e7ado pelo Estado-Maior israelense, chefiado pelo general Moshe Dayan      (1915-1981), come\u00e7ou a ser posto em pr\u00e1tica \u00e0s 8 horas da manh\u00e3 do dia 5 de      junho de 1967, quando os ca\u00e7as israelenses atacaram nove campos de pouso e      aniquilaram a for\u00e7a a\u00e9rea eg\u00edpcia antes que esta sa\u00edsse do ch\u00e3o. Ao mesmo      tempo, for\u00e7as blindadas israelenses investiam contra a Faixa de Gaza e o norte      do Sinai. A Jord\u00e2nia abriu fogo em Jerusal\u00e9m e a S\u00edria interveio no conflito.<\/p>\n   \n<p>Mas, no terceiro dia de luta, todo o Sinai j\u00e1 estava sob o controle de Israel.      Nas 72 horas seguintes, os israelenses impuseram uma derrota devastadora aos      advers\u00e1rios, controlando tamb\u00e9m a Cisjord\u00e2nia, o setor oriental de Jerusal\u00e9m      e as Colinas de Gol\u00e3, na S\u00edria. A resolu\u00e7\u00e3o da ONU de devolver os territ\u00f3rios      ocupados foi rejeitada por Israel. Como resultado da guerra, aumentou o n\u00famero      de refugiados palestinos na Jord\u00e2nia e no Egito. S\u00edria e Egito estreitaram      ainda mais as rela\u00e7\u00f5es com a URSS, renovaram seu arsenal de blindados e avi\u00f5es,      e conseguiram a instala\u00e7\u00e3o de novos m\u00edsseis mais pr\u00f3ximos ao Canal de Suez.<\/p>\n   \n<p>Nos anos seguintes \u00e0 crise de Suez, a tens\u00e3o entre \u00e1rabes e israelenses foi      se elevando perigosamente. <\/p>\n   \n<p><strong>Contribu\u00edram para isso v\u00e1rios fatores, entre os quais:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1.<\/strong> A instala\u00e7\u00e3o de governos de car\u00e1cter progressista em        pa\u00edses \u00e1rabes (S\u00edria e Iraque) em substitui\u00e7\u00e3o aos regimes conservadores        neles exist\u00eantes at\u00e9 ent\u00e3o. Esses novos governos se mostravam favor\u00e1veis        a uma a\u00e7\u00e3o militar contra Israel e pressionavam o governo egipcio &#8211; o mais        forte e populoso do mundo \u00e1rabe &#8211; a se encaminhar nessa dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n     \n<p><strong>2.<\/strong> A forma\u00e7\u00e3o de movimentos territoristas palestinos que        passaram a cometer atentados cada vez mais freq\u00fcentes ao territ\u00f3rio de Israel.        a cont\u00ednua repeti\u00e7\u00e3o desses incidentes, que ocorriam principalmente ao longo        da fronteira de Israel com seus vizinhos, e as press\u00f5es dos pa\u00edses \u00e1rabes        para uma tomada de posi\u00e7\u00e3o mais firme por parte do Egito levaram este \u00faltimo        a formalizar pactos militares de defesa m\u00fatua com a S\u00edria, a Jord\u00e2nia e        o Iraque&#8221;<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>A guerra dos 6 dias &#8211; Descricao dos acontecimentos<\/h4>\n   \n<p>Em Maio de 1967 ex\u00e9rcitos \u00e1rabes come\u00e7aram a juntar for\u00e7as ao longo das fronteiras      de Israel. Ao mesmo tempo o General Gamal Abdel Nasser ordenou um bloqueio      no Golfo de Aqaba. O primeiro passo para o desencadear da guerra deu-se a      7 de Abril de 1967 quando Israel lan\u00e7ou um ataque posi\u00e7\u00f5es da artilharia e      bases terroristas e Montes Gol\u00e3. Durante a opera\u00e7\u00e3o seis avi\u00f5es sirios Mig      foram abatidos pelos ca\u00e7as israelenses que voavam em voo baixo sobre a capital      da S\u00edria ,Damasco. Esta provoca\u00e7\u00e3o inflamou as tens\u00f5es entre \u00c1rabes e Israelenses.      A Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica passou atrav\u00e9s dos seus servi\u00e7os secretos informa\u00e7\u00f5es ao      governo s\u00edrio. Essas informa\u00e7\u00f5es avisavam para uma invas\u00e3o em massa do ex\u00e9rcito      de Israel e que estavam a preparar para atacar. N\u00e3o existem provas sobre isto      mas a informa\u00e7\u00e3o estava correta, e ajudou a empurrar a S\u00edria e o Egipto para      a guerra. Por causa da sensa\u00e7\u00e3o de amea\u00e7a \u00e0 S\u00edria, o Egipto trouxe para a      crise um Pacto de Defesa em 1966. Contudo Nasser n\u00e3o foi perspicaz sobre uma      guerra com Israel, ele tomou decis\u00f5es que levavam a uma guerra fechada. A      meio de Maio ele enviou tropas para o Deserto do Sinai e ordenou aos Capacetes      Azuis da ONU para partirem.<\/p>\n   \n<p>Em resposta a esta a\u00e7\u00e3o e ao apoio sov\u00e9tico, o ex\u00e9rcito isrealita foi mobilizado      e o Egipto, S\u00edria e Jord\u00e2nia declararam o Estado de Emerg\u00eancia. <\/p>\n   \n<p>Em 22 de Maio Nasser fechou o Estreito de Tiran aos barcos de Israel, isolando      a cidade potu\u00e1ria de Eliat. Esta mesma a\u00e7\u00e3o foi a causa da Guerra do Canal      do Suez em 1956. <\/p>\n   \n<p>Tr\u00eas dias mais tarde os ex\u00e9rcitos do Egipto, Ar\u00e1bia Saudita, Iraque moveram-se      para as fronteiras com Israel. Em 30 de Maio a Jord\u00e2nia juntou-se ao Pacto      Egipto-S\u00edria, formando o Pacto de Defesa \u00c1rabe. <\/p>\n   \n<p>Durante este per\u00edodo a imprensa \u00e1rabe jogou um papel vital para a abertura      das hostilidades. Jornais e R\u00e1dios passavam constantemente propaganda contra      Israel. Isto tornou imposs\u00edvel aos l\u00edderes \u00e1rabes a considerar o caminho da      negocia\u00e7\u00e3o e convenceu os israelenses das suas reais inten\u00e7\u00f5es. <\/p>\n   \n<p>Em 4 de Junho de 1967 Israel estava cercado por for\u00e7as \u00e1rabes que eram muito      mais numerosas do que as suas. <\/p>\n   \n<h4>A Guerra estava iminente<\/h4>\n   \n<p>Confrontados com um ataque \u00e1rabe iminente, os l\u00edderes militares de Israel      e governo implementaram uma estrat\u00e9gia fant\u00e1stica. Logo depois das 8:45 am      do dia 5 de Junho lan\u00e7aram um ataque a\u00e9reo preventivo contra as for\u00e7as \u00e1rabes.      Este ataque a\u00e9reo, com o nome de c\u00f3digo &#8216;Moked&#8217; foi desenhado para destruir      a For\u00e7a A\u00e9rea do Egipto enquanto esta estava no solo. Em tr\u00eas horas a maioria      dos avi\u00f5es e bases estavam destru\u00eddas. Os ca\u00e7as israelenses operavam continuamente      apenas voltando para reabastecer de combust\u00edvel e armamento em apenas sete      minutos. No primeiro dia os \u00e1rabes perderam mais de 400 avi\u00f5es; Israel perdeu      19. Esses ataques a\u00e9reos deram aos israelenses a superioridade a\u00e9rea no resto      da guerra.<\/p>\n   \n<p>De seguida, as for\u00e7as terrestres de Israel deslocaram-se para a Pen\u00ednsula      do Sinai e Faixa de Gaza onde cercaram as unidades egipcias.<\/p>\n   \n<p>A Guerra n\u00e3o era longe da frente leste de Israel. Israel enviou uma mensagem      ao Rei Hussein da Jord\u00e2nia para que ficasse fora do conflito. Mas na manh\u00e3      do 5\u00ba dia, Nasser telefonou a Hussein encoranjando-o a lutar. Ele disse a      Hussein que o Egipto tinha sa\u00eddo vitorioso no combate da manh\u00e3 &#8211; uma ilus\u00e3o      que o p\u00fablico egipcio acreditava durante v\u00e1rios dias. \u00c1s 11:00 de 5 de Junho      tropas da Jord\u00e2nia atacaram Israel a partir de Jerus\u00e1lem com morteiros e artilharia.      Com o controlo total dosc\u00e9us, os ca\u00e7as israelenses estavam livres para apoiar      os tanques e tropas no terreno. Por causa disto os refor\u00e7os \u00e1rabes que enviados      foram retardados o que permitiu em apenas 24 horas que os israelenses tomassem      grande parte da cidade aos jordanos. No terceiro dia da guerra, 7 de Junho,      as for\u00e7as jordanas foram empurradas para o West Bank atravessando o Rio Jord\u00e3o.      Israel tinha anexado todo o West Bank e Jerusalem, abrindo a velha cidade      aos Judeus pela primeira vez em 2000 anos. <\/p>\n   \n<p>A ONU conseguiu um acordo de cessar-fogo entre Israel e a Jord\u00e2nia que entrou      em vigor nessa tarde. Apos o cessar-fogo, o grande esfor\u00e7o das tropas de Israel      e tanques foi dirigido contra as for\u00e7as do Egipto no Deserto do Sinai e Faixa      de Gaza. O IDF ( For\u00e7a de Defesa de Israel) atacaram essas for\u00e7as com tr\u00eas      divis\u00f5es de tanques, p\u00e1ra-quedistas e infantaria. Conscientes do fato que      a guerra somente podia durar poucos dias e que era essencial uma vict\u00f3ria      r\u00e1pida, os israelenses concentraram todo o seu poder atrav\u00e9s das linhas egipcias      no Deserto do Sinai. Em 8 de Junho, os israelenses come\u00e7aram o seu ataque      no Deserto do Sinai. Sob a lideran\u00e7a do exc\u00eantrico General Ariel Sharon (ex-Primeiro      Ministro de Israel), empurraram os egipcios para o Canal do Suez. No final      do dia, as for\u00e7as israelenses alcan\u00e7aram o Canal do Suez e a sua artilharia      continou a batalha ao longo da linha da frente enquanto a for\u00e7a a\u00e9rea atacava      as for\u00e7as egipcias em retirada que tentavam recuar utilizando as poucas estradas      n\u00e3o controladas. No final do dia os israelenses controlavam toda a Pen\u00ednsula      do Sinai e de seguida o Egito aceitou um cessar-fogo com Israel. \u00c0s primeiras      horas do dia 8 de Junho os israelenses tropedearam acidentalmente o navio      de guerra americano USS Liberty ao largo da costa de Israel. <\/p>\n   \n<p>Foi confundido como sendo um barco de tropas \u00e1rabes, 34 americanos morreram.      Com o Sinai sob controlo de Israel, Israel come\u00e7ou o seu assalto \u00e1s posi\u00e7\u00f5es      s\u00edrias nos Montes Gol\u00e3 no dia 9 de Junho. Foi uma ofensiva dif\u00edcil devido      \u00e1s bem entrincheiradas for\u00e7as s\u00edrias e o terreno acidentado. Israel enviou      uma brigada blindada para as linhas da frente enquanto a infantaria atacava      as posi\u00e7\u00f5es s\u00edrias. Depois de uma s\u00e9rie de epis\u00f3dios, Israel ganhou o controlo      dos Montes Gol\u00e3. <\/p>\n   \n<p>\u00c1s 6:30pm do dia 10 de Junho a S\u00edria retirou-se, e foi assinado o armist\u00edcio.      Era o fim da guerra nos campos de batalha. Mas alguns resultados se estenderam      por anos posteriores&#8230; A Guerra dos Seis Dias foi uma grande derrota para      os Estados \u00c1rabes. Eles perderam mais de metade do seu equipamento militar,      e a For\u00e7a A\u00e9rea da Jord\u00e2nia foi completamente destru\u00edda. Os \u00c1rabes sofreram      18.000 baixas. Em contraste os israelenses perderam 766 soldados.<\/p>\n   \n<p>No dia seguinte \u00e1 conquista da Pen\u00ednsula do Sinai, o Presidente Nasser do      Egipto resignou em desgra\u00e7a e outros l\u00edderes \u00e1rabes perderam popularidade.      Contudo, esta derrota n\u00e3o mudou a atitude dos Estados \u00c1rabes em rela\u00e7\u00e3o a      Israel. <\/p>\n   \n<p><strong>Em Agosto de 1967 l\u00edderes \u00e1rabes reuniram-se em Kartum e anunciaram      uma mensagem de compromisso para o mundo:<\/strong> N\u00e3o a negocia\u00e7\u00f5es de paz      e reconhecimento do Estado de Israel.<\/p>\n   \n<p>Os ganhos de Israel nesta guerra foram consider\u00e1veis. As suas fronteiras      eram agora mais seguras e tinham ocupado os Montes Gol\u00e3, a Cisjord\u00e2nia (&#8220;West      Bank&#8221;) e a Pen\u00ednsula do Sinai. O controle de Jerusal\u00e9m foi de consider\u00e1vel      import\u00e2ncia para o povo judeu por causa do valor hist\u00f3rico e religioso. Por      acusa da guerra os \u00c1rabes Palestianos ficaram com um pesado fardo. O conflito      criou 350.000 refugiados. A maioria partiu para a Jord\u00e2nia, mas mais de 1.300      dos palestinos que ficaram na Cisjord\u00e2nia e Faixa de Gaza permaceram sob o      controle de Israel.<\/p>\n   \n<p>A guerra fez explodir o nacionalismo Palestiano. Organiza\u00e7\u00f5es de guerrilheiros      como a Al Fatah e partes da OLP realizam ataques contra alvos em Israel. Em      Novembro de 1967 as Na\u00e7\u00f5es Unidas aprovam a Resolu\u00e7\u00e3o 242. Que ordena a retirada      de Israel dos territ\u00f3rios ocupados e a resolu\u00e7\u00e3o do problema dos refugiados.<\/p>\n   \n<p>Israel n\u00e3o cumpriu a resolu\u00e7\u00e3o para se retirar dos territ\u00f3rios ocupados e      os l\u00edderes \u00e1rabes em Kartum dizem que a Resolu\u00e7\u00e3o 242 n\u00e3o \u00e9 mais do que uma      lista de desejos internacionais.<\/p>\n   \n<p>A guerra n\u00e3o resolveu muitos dos assuntos que come\u00e7aram precisamente com      ela, e em alguns casos aumentou o conflito Israel-\u00c1rabe. No entanto, alguns      progressos nas negocia\u00e7\u00f5es entre palestinos e o governo de Israel foram alcan\u00e7ados.      Como parte dos Acordo de Paz de Oslo (1993), a Organiza\u00e7\u00e3o para a Liberta\u00e7\u00e3o      da Palestina (a partir de ent\u00e3o, Autoridade Palestina) assumiu o controle      da Faixa de Gaza e da cidade de Jeric\u00f3 em 1994; em 1995, de outras cidades      na Cisjord\u00e2nia tamb\u00e9m passaram para o controle da Autoridade Palestina.<\/p>\n   \n<p>De todo o modo, o conflito n\u00e3o foi solucionado. Os palestinos continuam reivindicando      os territ\u00f3rios ocupados por Israel e a cria\u00e7\u00e3o de um Estado palestino. Grupos      palestinos armados continuaram a empreeender atentados contra alvos militares      e civis em Israel. Por sua vez, o governo israelense adotou uma a\u00e7\u00e3o militar      de &#8220;ataques seletivos&#8221;, matando l\u00edderes de grupos palestinos acusados      de atos terroristas.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.conhecimentosgerais.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guerra dos Seis Dias, Conflito, Israel, Junho, \u00c1rabe-Israelense, Batalha, Causa, Per\u00edodo, Hist\u00f3ria, Guerra dos Seis Dias<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-26367","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Guerra dos Seis Dias - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Guerra dos Seis Dias - 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