{"id":26322,"date":"2016-01-04T00:00:00","date_gmt":"2016-01-04T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/eros-4\/"},"modified":"2026-09-01T18:02:15","modified_gmt":"2026-09-01T18:02:15","slug":"eros-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/eros-4\/","title":{"rendered":"Eros"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\n<strong>Eros<\/strong> era o deus travesso de amor, um servo e companheiro constante da deusa Afrodite.\n\nNa mitologia grega, <strong>Eros<\/strong> era o deus grego do amor.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Eros\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/eros-h4.jpg\" alt=\"Eros\" width=\"338\" height=\"341\" \/><strong>\nEros &#8211; Deus Grego<\/strong><\/p>\n<strong>Eros<\/strong> era o deus grego do amor, filho de Afrodite e Ares quer ou Hermes.\n\nEm alguns mitos, ele era considerado um deus primordial, uma crian\u00e7a de Chaos, que aben\u00e7oou a uni\u00e3o de Gaia e Urano, ap\u00f3s o que o universo veio \u00e0 exist\u00eancia.\n\nEspecialmente em trabalhos posteriores por poetas sat\u00edricos, ele foi descrito como um homem com os olhos vendados, que, levando seu arco e flecha, poderia ter como alvo qualquer ser humano e faz\u00ea-los cair no amor com a primeira pessoa que iria ver.\n\nUm dos mitos mais comuns na Gr\u00e9cia antiga era a de Eros e Psique; de acordo com ele, Afrodite estava com ci\u00fames da beleza da princesa mortal, Psique e disse ao filho para faz\u00ea-la cair no amor com a criatura mais feia na terra.\n\nNo entanto, <strong>Eros<\/strong> se apaixonou por ela, em vez e levou-a para sua morada divina. No entanto, Psique irm\u00e3s invejosas levou Psique trair Eros, que a abandonou; Psique, vagando pela Terra por seu amor perdido, aproximou-se Afrodite para obter ajuda.\n\nAfrodite criou uma s\u00e9rie de tarefas para Psique que ela passou com sucesso e, portanto, Afrodite decidiram ceder.\n\nDesde ent\u00e3o, tornou-se imortal Psique e unido com o marido. Eles tiveram uma filha, Hedone (que significa bem-aventuran\u00e7a).\n<h4><strong>Eros &#8211; Deus Grego<\/strong><\/h4>\nIgnorado por Homero, <strong>Eros<\/strong> aparece pela primeira vez na Teogonia de Hes\u00edodo, que o descreve como o mais belo dos imortais, capaz de subjugar cora\u00e7\u00f5es e triunfar sobre o bom senso.\n\nDeus grego do amor e do desejo, <strong>Eros<\/strong> encerrava, na mitologia primitiva, significado mais amplo e profundo.\n\nAo faz\u00ea-lo filho do Caos, vazio original do universo, a tradi\u00e7\u00e3o mais antiga apresentava-o como for\u00e7a ordenadora e unificadora.\n\nAssim ele aparece na vers\u00e3o de Hes\u00edodo e em Emp\u00e9docles, pensador pr\u00e9-socr\u00e1tico.\n\nSeu poder unia os elementos para faz\u00ea-los passar do caos ao cosmos, ou seja, ao mundo organizado.\n\nEm tradi\u00e7\u00f5es posteriores era filho de Afrodite e de Zeus, Hermes ou Ares, segundo as diferentes vers\u00f5es.\n\nPlat\u00e3o descreveu-o como filho de Poro (Expediente) e P\u00ednia (Pobreza), da\u00ed que a ess\u00eancia do amor fosse &#8220;sentir falta de&#8221;, busca constante, em perp\u00e9tua insatisfa\u00e7\u00e3o.\n\nSeu irm\u00e3o \u00c2nteros, tamb\u00e9m filho de Afrodite, era o deus do amor m\u00fatuo e, \u00e0s vezes, oponente e moderador de <strong>Eros<\/strong>.\n\nArtistas de v\u00e1rias \u00e9pocas representaram com freq\u00fc\u00eancia o epis\u00f3dio da rela\u00e7\u00e3o de Eros com <strong>Psiqu\u00ea<\/strong>, que simboliza a alma e constitui uma met\u00e1fora sobre a espiritualidade humana.\n\nEm Roma, <strong>Eros<\/strong> foi identificado com Cupido. Inicialmente representavam-no como um belo jovem, \u00e0s vezes alado, que feria os cora\u00e7\u00f5es dos humanos com setas.\n\nAos poucos, os artistas foram reduzindo sua idade at\u00e9 que, no Per\u00edodo Helen\u00edstico, a imagem de <strong>Eros<\/strong> \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o de um menino, modelo que foi mantido no Renascimento.\n\nFonte: www.greekmythology.com\/www.nomismatike.hpg.ig.com.br\n<h6>Eros<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\nNa mitologia antiga, era representado como uma das for\u00e7as primitivas da natureza, a encarna\u00e7\u00e3o da harmonia e do poder criativo do universo.\n\nLogo, entretanto, passou a ser visto como um rapaz intenso e bonito, assistido por P\u00f3tos (\u00e2nsia), ou H\u00edmero (desejo). <strong>Eros<\/strong> alude \u00e0 c\u00f3pula.\n\nNa verdade, existem v\u00e1rios mitos sobre o seu nascimento.\n\nEm alguns, trata-se de um deus primitivo nascido do Caos; em outros, \u00e9 filho de Afrodite e Ares.\n\nN\u00e3o cabem d\u00favidas de que <strong>Eros<\/strong> \u00e9 anterior a Afrodite, pelo que sua ado\u00e7\u00e3o provavelmente se deveu \u00e0 especializa\u00e7\u00e3o do culto de Afrodite como deusa da paix\u00e3o.\n\nGeralmente <strong>Eros<\/strong> era retratado como um jovem alado, ligeiro e bonito, freq\u00fcentemente com olhos cobertos para simbolizar a cegueira do amor.\n\n\u00c0s vezes ele carregava uma flor, mas mais comumente um arco de prata e flechas, com o qual ele atirava dardos de desejo contra o peito de deuses e homens.\n\nNas lendas e na arte romana, <strong>Eros<\/strong> degenerou numa crian\u00e7a maligna e freq\u00fcentemente era retratado como um beb\u00ea arqueiro.\n<h4>Eros e Psiqu\u00ea<\/h4>\n<h4>Eros<\/h4>\nNas teogonias mais antigas <strong>Eros<\/strong>, o Amor, aparece como uma divindade contempor\u00e2nea de Gaia (a Terra), oriundo do Caos inicial e cultuado sob a forma de uma simples pedra (ou ent\u00e3o nascido do Ovo primordial engendrado por Nix (a Noite)), do qual surgiram Urano (o C\u00e9u) e Gaia (a Terra).\n\nTanto numa vers\u00e3o como noutra <strong>Eros<\/strong> \u00e9 uma for\u00e7a preponderante na ordem do universo, respons\u00e1vel pela perenidade das esp\u00e9cies e pela harmonia do pr\u00f3prio Cosmos.\n\n<strong>Mas, al\u00e9m dessas concep\u00e7\u00f5es mais elevadas, desenvolvidas at\u00e9 por Plat\u00e3o no Banquete (o Amor espiritual e o Amor sensual), atribu\u00edrarn-se a Ersos genealogias mais prosaicas:<\/strong> ele seria filho de \u00cdris, ou de Il\u00edtia, ou de \u00c1rtemis Ct\u00f3nia com Hermes, ou ainda de Afrodite e de Hermes (vv.) &#8211; a vers\u00e3o mais difundida.\n\n<strong>Eros<\/strong> contrapunha-se a Anteros (v.), nascido de Ares (v.) e de Afrodite.\n\n<strong>Mencionava-e outro Eros, filho de Hermes e de \u00c1rtemis &#8211;<\/strong> o Eros alado ou n\u00e3o dos escultores e dos poetas. Seu poder era irresist\u00edvel, e a ele se dobravam n\u00e3o-somente os mortais, mas tamb\u00e9rn os her\u00f3is e os pr\u00f3prios deuses, todos sujeitos \u00e0s suas flechas certeiras.\n\nUma das lendas mais conhecidas em que aparece <strong>Eros<\/strong> \u00e9 a relativa a Psique.\n\nO Cupido dos romanos \u00e9 uma r\u00e9plica de <strong>Eros<\/strong>.\n<h4>Psiqu\u00ea<\/h4>\nUma mo\u00e7a cuja beleza extraordin\u00e1ria provocou o despeito de Afrodite. A deusa ordenou a <strong>Eros<\/strong> (o Amor) que induzisse Psique a apaixonar-se por um monstro, mas o pr\u00f3prio <strong>Eros<\/strong>, vencido pelo encanto da mo\u00e7a, tornou-se seu amante, e depois de proibi-la de tentar ver-lhe o rosto levou-a a um pal\u00e1cio onde somente a visitava na escurid\u00e3o da noite. As irm\u00e3s de Psique, enciumadas com a felicidade dela, disseram-lhe que seu amante n\u00e3o queria ser visto porque era um monstro, que afinal a devoraria. A intriga das irm\u00e3s exacerbou a curiosidade de Psique, e certa noite ela apanhou uma l\u00e2mpada e contemplou <strong>Eros<\/strong> adormecido.\n\nPerturbada diante da vis\u00e3o da beleza do amante, Psique deixou cair sobre <strong>Eros<\/strong> uma gota do \u00f3leo da l\u00e2mpada, despertando-o.\n\nEm face dessa desobedi\u00eancia o deus abandonou Psique e ela, movida pela saudade, passou a procurar o amante por todo o mundo. Afrodite, ainda despeitada, imp\u00f4s-!he v\u00e1rias tarefas sobrehumanas.\n\nA primeira delas foi separar na escurid\u00e3o da noite os gr\u00e3os de v\u00e1rias esp\u00e9cies de cereais de um monte enorme, por\u00e9m as formigas apiedaram-se de Psique e acorreram em n\u00famero incont\u00e1vel para realizar a tarefa por ela.\n\nAssim, por um meio ou por outro, todas as tarefas foram executadas. Na \u00faltima, que consistia em trazer do inferno o escr\u00ednio de beleza usado por Pers\u00e9fone, Psiqu\u00ea i\u00e1 havia praticamente realizado a proeza, quando, vencida novamente pela curiosidade, abriu o escr\u00ednio; este continha n\u00e3o a beleza, e sim um sono irresist\u00edvel que a dominou.\n\nZeus, entretanto, instado por <strong>Eros<\/strong>, consentiu finalmente em seu casamento com o amante divino. Psique saiu do sono em que ca\u00edra e subiu ao c\u00e9u com <strong>Eros<\/strong>.\n<h4><strong>Eros &#8211; Deus Grego<\/strong><\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Eros\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/eros-h5.jpg\" alt=\"Eros\" width=\"285\" height=\"369\" \/><strong>\nA c\u00f3pia romana de Eros Amarrando seu arco<\/strong><\/p>\n<strong>Eros<\/strong> \u00e9 o deus grego do amor, tamb\u00e9m conhecido como Cupido (Amor, em latim).\n\nApesar de sua excepcional beleza ser altamente valorizada pelos gregos, seu culto tinha modesta import\u00e2ncia.\n\nNa Be\u00f3cia, um dos seus poucos locais de culto, ele era venerado na forma de uma pedra comum, indicando sua conex\u00e3o com a origem do mundo. Depois, uma est\u00e1tua esculpida por Praxiteles tomou o lugar desta pedra.\n\nAs primeiras representa\u00e7\u00f5es art\u00edsticas de <strong>Eros<\/strong> o mostram como um belo jovem alado, com tra\u00e7os de menino, normalmente despido, e portando arco e flecha.\n\nEventualmente ele aparece nos mitos como um simples garoto bstatus entre os deuses.\n\nrincalh\u00e3o, lan\u00e7ando suas flechas em deuses e humanos, enquanto gradualmente vai perdendo seu Na Teogonia, de Hes\u00edodo, <strong>Eros<\/strong> era uma das quatro divindades nomeadas como originais. As outras tr\u00eas eram o Caos, Gaia (a m\u00e3e-terra) e o T\u00e1rtaro (o po\u00e7o negro sob a terra).\n<blockquote>&#8220;Aquele que \u00e9 o amor, o mais belo entre os imortais, que tira a for\u00e7a dos membros: aquele que, em todos os deuses, em todos os seres mortais, sobrepuja a intelig\u00eancia em seus peitos e todo os seus planos retalhados.&#8221;<\/blockquote>\nHes\u00edodo nada mais fala desse deus, e tampouco ele aparece em Homero. Posteriormente, foi associado firmemente \u00e0 Afrodite, como seu filho, tendo como pai o deus Ares, aparecendo em diversas alegorias mitol\u00f3gicas.\n\nCom o tempo ocorreu um favorecimento de sua representa\u00e7\u00e3o na forma plural dos Erotes (Eros, Pothos e Himeros) em lugar da sua forma \u00fanica, enquanto ele passava do ambiente mitol\u00f3gico para a esfera das artes.\n\nEntre os gregos Himeros era a personifica\u00e7\u00e3o divina do desejo, enquanto Pothos representava a saudade. Como companheiros de Eros (o Amor), aparecem frequentemente no s\u00e9quito de Afrodite.\n\nFonte: www.geocities.com\/mitologia.tripod.com\n<h6>Eros<\/h6>\n<h4>Eros e Psiqu\u00ea<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Eros\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/eros-h6.jpg\" alt=\"Eros\" width=\"321\" height=\"258\" \/><strong>\nEros &#8211; Deus Grego<\/strong><\/p>\nPsiqu\u00ea era a mais nova de tr\u00eas filhas de um rei e era extremamente bela. Sua beleza atraia muitos admiradores que rendiam-lhe homenagens. Ofendida e enciumada,\n\nAfrodite enviou seu filho <strong>Eros<\/strong> para faz\u00ea-la apaixonar por algu\u00e9m, assim todas as homenagens seriam apenas para ela.\n\nPor\u00e9m, ao ver sua beleza, <strong>Eros<\/strong> apaixonou-se profundamente por Psiqu\u00ea.\n\nO pai de Psiqu\u00ea foi consultar o or\u00e1culo de Delfos foi pois suas outras filhas haviam encontrado maridos e Psiqu\u00ea permanecia sozinha. Manipulado por <strong>Eros<\/strong>, o or\u00e1culo aconselhou que Psiqu\u00ea deveria ser deixada numa solit\u00e1ria montanha onde seria desposada por um terr\u00edvel monstro. A jovem aterrorizada foi levada ao p\u00e9 do monte e abandonada por seu pesarosos parentes e amigos.\n\nConformada com seu destino, Psiqu\u00ea foi tomada por um profundo sono e conduzida pela brisa gentil de Z\u00e9firo a um lindo vale. Quando acordou, caminhou por um jardim at\u00e9 chegar a magn\u00edfico castelo. Parecia que l\u00e1 morava um deus, tal a perfei\u00e7\u00e3o em cada detalhe. Tomando coragem, entrou no deslumbrante pal\u00e1cio onde todos os seus desejos foram atendidos por ajudantes invis\u00edveis.\n\n\u00c0 noite Psiqu\u00ea foi conduzida a um quarto escuro onde pensava que encontraria seu terr\u00edvel esposo. Quando sentiu que algu\u00e9m entrava no quarto, Psiqu\u00ea tremeu de medo mas logo uma voz acalmou-a e sentiu os carinhos de algu\u00e9m. O amante misterioso embalou-a em seus bra\u00e7os. Quando Psiqu\u00ea acordou, j\u00e1 havia amanhecido e seu misterioso amante havia desaparecido. Isso se repetiu por v\u00e1rias noites.\n\nAs irm\u00e3s de Psiqu\u00ea queriam saber seu destino mas o amante misterioso alertou-a para n\u00e3o responder aos seus chamados. Por\u00e9m Psiqu\u00ea sentindo-se solit\u00e1ria em seu castelo-pris\u00e3o, implorou ao amante para deix\u00e1-la ver as irm\u00e3s. Finalmente ele atendeu ao pedido, mas imp\u00f4s a condi\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o importasse o que falassem as irm\u00e3s, ela nunca deveria tentar conhecer sua identidade, caso isso ocorresse, ela nunca mais o veria novamente. Psiqu\u00ea estava gr\u00e1vida e ela deveria guardar segredo para que seu filho fosse um deus, por\u00e9m se ela revelasse a algu\u00e9m, ele se tornaria um mortal.\n\nQuando suas irm\u00e3s entraram no castelo e viram tanta abund\u00e2ncia de beleza e maravilhas, foram tomadas de inveja. Notando que o esposo de Psiqu\u00ea nunca aparecia, perguntaram maliciosamente sobre sua identidade. Embora advertida por seu esposo, Psiqu\u00ea viu a d\u00favida e a curiosidade tomarem conta de seu ser, agu\u00e7adas pelos coment\u00e1rios de suas irm\u00e3s.\n\nAo receber novamente suas irm\u00e3s, Psiqu\u00ea contou-lhes que estava gr\u00e1vida e que sua crian\u00e7a seria de origem divina. Suas irm\u00e3s ficaram ainda mais enciumadas com sua situa\u00e7\u00e3o, pois al\u00e9m de todas aquelas riquezas, ela era a esposa de um lindo deus. Assim, elas convenceram Psiqu\u00ea a descobrir a identidade do esposo, pois se ele estava escondendo seu rosto poderia ser um horr\u00edvel monstro.\n\nAssustada com o que havia dito suas irm\u00e3s, Psiqu\u00ea levou uma lamparina para o quarto decidida a conhecer a identidade do marido. Esquecendo os avisos do seu amante, enquanto <strong>Eros<\/strong> descansava \u00e0 noite a seu lado, Psiqu\u00ea aproximou a lamparina para ver o rosto do seu amante. Para sua surpresa, ela viu um jovem de extrema beleza e admirada n\u00e3o percebeu a inclina\u00e7\u00e3o da lamparina que deixou uma gota de \u00f3leo quente cair sobre o ombro de <strong>Eros<\/strong>.\n\n<strong>Eros acordou assustado e voou pela janela do quarto dizendo:<\/strong>\n<blockquote>\u0093Tola Psiqu\u00ea, \u00e9 assim que retribui meu amor? Depois de haver desobedecido as ordens de minha m\u00e3e e tornado-a minha esposa, tu me julgavas um monstro?<\/blockquote>\nV\u00e1, volte para junto de suas irm\u00e3s, cujos conselhos preferiste ouvir. N\u00e3o lhe imponho outro castigo, sen\u00e3o de deix\u00e1-la para sempre. O amor n\u00e3o pode conviver com a suspeita.\u0094 No mesmo instante o castelo, as belezas e os jardins desapareceram.\n\nInconsol\u00e1vel Psiqu\u00ea passou a perambular pelos bosques tentando encontrar <strong>Eros<\/strong> novamente. As irm\u00e3s fingiram pesar mas elas tamb\u00e9m pensavam em conquistar <strong>Eros<\/strong>.\n\nMas o deus vento Z\u00e9firo, assistindo aquele fingimento, as lan\u00e7ou em um despenhadeiro. Resolvida a reconquistar o amor de <strong>Eros<\/strong>, Psiqu\u00ea chegou ao templo de Afrodite. Por\u00e9m a deusa imp\u00f4s que ela cumprisse muitas tarefas antes de se encontrar com <strong>Eros<\/strong>.\n\nPrimeiro ela deveria separar os milhares de gr\u00e3os de trigo, cevada, feij\u00f5es e lentilhas que estavam misturados, um servi\u00e7o que iria demorar toda vida para terminar. Psique ficou assustada diante de tanto trabalho, por\u00e9m as formigas ajudaram psiqu\u00ea e ela finalizou r\u00e1pido a tarefa.\n\nNa 2\u00aa tarefa, Afrodite pediu l\u00e3 dourada dos ferozes carneiros. Psiqu\u00ea foi at\u00e9 as margens de um rio onde carneiros de l\u00e3 dourada pastavam e estava disposta a cruzar o rio, quando um junco ajudou-a e disse-lhe para esperar que os carneiros dormissem, assim n\u00e3o seria atacada por eles. Psiqu\u00ea esperou, depois atravessou o rio e retirou a l\u00e3 dourada.\n\nNa 3\u00aa tarefa, Afrodite pediu \u00e1gua que jorrava de uma fonte da montanha. Por\u00e9m ali havia um drag\u00e3o que guardava a fonte, mas ela foi ajudada por uma \u00e1guia, que voou baixo pr\u00f3ximo a fonte e encheu a jarra. Vendo que Psiqu\u00ea conseguia completar as tarefas, Afrodite imp\u00f4s que ela descesse ao mundo inferior e pedisse um pouco da beleza de Pers\u00e9fone e guardasse em uma caixa.\n\nPsiqu\u00ea n\u00e3o sabia como entrar no mundo de Hades estando viva e pensou em atirar-se de uma torre.\n\n<strong>Mas a torre murmurou instru\u00e7\u00f5es, ensinou-lhe como driblar os diversos perigos da jornada, como passar pelo c\u00e3o C\u00e9rbero e deu-lhe uma moeda para pagar a Caronte pela travessia do rio Estige, advertindo-a: <\/strong>\n<blockquote>\u0093Quando Pers\u00e9fone lhe der a caixa com sua beleza, n\u00e3o olhe dentro da caixa, pois a beleza dos deuses n\u00e3o cabe aos olhos mortais\u0094.<\/blockquote>\nSeguindo as instru\u00e7\u00f5es, Psiqu\u00ea conseguiu o precioso tesouro. Por\u00e9m, tomada pela curiosidade, abriu a caixa para olhar. Ao inv\u00e9s de beleza havia apenas um sono terr\u00edvel que dela se apossou. <strong>Eros<\/strong> voou ao socorro de Psiqu\u00ea e conseguiu colocar o sono novamente na caixa, salvando-a.\n\nLembrando-lhe que a extrema curiosidade pode ser fatal, <strong>Eros<\/strong> conseguiu que Afrodite concordasse com o seu casamento com Psiqu\u00ea.\n\nEm pouco tempo, <strong>Eros<\/strong> e Psiqu\u00ea tiveram um filho, Voluptas, que se tornou o deus do prazer.\n\nFonte: www.tumblr.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eros, Deus, Grego, Amor, Hist\u00f3ria, Psique, Mitologia, Cupido, Desejo, Gr\u00e9cia, Mitos, Gaia, Origem, Eros<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12279,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-26322","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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