{"id":26149,"date":"2015-12-29T00:00:00","date_gmt":"2015-12-29T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/conquista-da-asia-e-africa-4\/"},"modified":"2015-12-29T00:00:00","modified_gmt":"2015-12-29T00:00:00","slug":"conquista-da-asia-e-africa-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/conquista-da-asia-e-africa-4\/","title":{"rendered":"Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n\nA conquista e a ocupa\u00e7\u00e3o da <strong>\u00c1sia e da \u00c1frica <\/strong>ocorreram atrav\u00e9s da for\u00e7a militar e da viol\u00eancia.\n\nAventureiros, traficantes, homens ambiciosos fizeram parte das expedi\u00e7\u00f5es que usaram de todos os meios como saques, destrui\u00e7\u00e3o de aldeias, escraviza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, requisi\u00e7\u00e3o for\u00e7ada de alimentos para o dom\u00ednio da regi\u00e3o desejada.\n\nOs imperialistas defendiam a necessidade de se fornecer prote\u00e7\u00e3o aos comerciantes, mission\u00e1rios ou aventureiros que se encontravam longe da p\u00e1tria. 0 ataque a cidad\u00e3os europeus, principalmente religiosos, fornecia o pretexto para a interven\u00e7\u00e3o armada na \u00c1sia e na \u00c1frica.\n\n<strong>0 dramaturgo Bernard Shaw assim se expressava sobre os m\u00e9todos de conquista empregados pelos ingleses: <\/strong>\n<blockquote>&#8220;0 ingl\u00eas nasce com um certo poder milagroso que o torna senhor do mundo. Quando deseja alguma coisa, ele nunca diz a si pr\u00f3prio que a deseja. Espera pacientemente at\u00e9 que lhe venha \u00e0 cabe\u00e7a, ningu\u00e9m sabe como, a insopit\u00e1vel convic\u00e7\u00e3o de que \u00e9 seu dever moral e religioso conquistar aqueles que t\u00eam a coisa que ele deseja possuir. Torna-se, ent\u00e3o, irresist\u00edvel Como grande campe\u00e3o da liberdade e da independ\u00eancia, conquista a metade do mundo e chama a isso de Coloniza\u00e7\u00e3o. Quando deseja um novo mercado para seus produtos adulterados de Manchester, envia um mission\u00e1rio para ensinar aos nativos o evangelho da paz. Os nativos matam o mission\u00e1rio; ele recorre \u00e0s armas em defesa da Cristandade; luta por ela, conquista por ela; e toma o mercado como uma recompensa do c\u00e9u&#8230;&#8221; (&#8220;The Man of Destiny&#8221;, citado por LINHARES, M. Yedda. A luta contra a metr\u00f3pole. S\u00e3o Paulo, Brasiliense, 1983, P. 36).<\/blockquote>\nNa corrida imperialista pela posse de col\u00f4nias na <strong>\u00c1sia e na \u00c1frica<\/strong>, pa\u00edses de civiliza\u00e7\u00e3o tradicional e densamente habitado, como a \u00cdndia, a China, a Arg\u00e9lia, foram dominados devido \u00e0 superioridade tecnol\u00f3gica e b\u00e9lica dos europeus. 0 uso de fuzis com carregamento pela culatra, de navios de guerra movidos a vapor equipados com canh\u00f5es de longo alcance, etc, eliminavam qualquer resist\u00eancia \u00e0 conquista europ\u00e9ia. Apesar disso, as popula\u00e7\u00f5es locais reagiam e os europeus tiveram que enfrentar guerras em v\u00e1rias regi\u00f5es, como a Revolta dos Sipaios, na \u00cdndia (1857\/59) e a Revolu\u00e7\u00e3o dos Taipings (1851\/64), na China.\n\nA presen\u00e7a europ\u00e9ia a partir de meados do s\u00e9culo XIX, resultou no retrocesso e no empobrecimento das sociedades asi\u00e1ticas e no acirramento das rivalidades entre elas (mu\u00e7ulmanos contra hindu, na \u00cdndia; malaios contra chineses, etc.)\n\n<strong>No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, em conseq\u00fc\u00eancia do processo de conquista e de ocupa\u00e7\u00e3o, a \u00c1sia encontrava-se assim repartida: <\/strong>\n<blockquote>A Inglaterra dominou a \u00cdndia (1845\/48), a Birm\u00e2nia e a Mal\u00e1sia;\n\nA a Fran\u00e7a conquistou, nos anos 1860, a Indochina (hoje Vietnam, Laos e Camboja), dedicando-se \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de seus recursos naturais como mi nerais, carv\u00e3o, seda e arroz;\n\nA a Holanda ocupou o Arquip\u00e9lago de Sonda ou \u00cdndias Neerlandesas (hoje Indon\u00e9sia), formado pelas ilhas de Sumatra, Java, Born\u00e9u, Celebes e parte da Nova Guine; as terras mais f\u00e9rteis foram utilizadas para a agricultura de exporta\u00e7ao;\n\nPortugal manteve as antigas feitorias de Diu e de Goa, na \u00cdndia; de Macau na China e uma parte de Timor, no Arquip\u00e9lago de Sonda;\n\nO territ\u00f3rio da China foi dividido em \u00e1reas de influ\u00eancia submetidas ao controle de ingleses, franceses, alem\u00e3es, italianos, japoneses e russos.<\/blockquote>\nOs europeus iniciaram a explora\u00e7\u00e3o da \u00c1frica no decorrer do s\u00e9culo XIX, visto que at\u00e9 1800 apenas o litoral era conhecido.\n\nA princ\u00edpio, expedi\u00e7\u00f5es religiosas e cient\u00edficas, como as comandadas pelos ingleses Livingstone, Stanley, Burton, pelos franceses Caill\u00e9 e Brazza, pelo alem\u00e3o Barth, pelo portugu\u00eas Serpa Pinto, atravessaram os desertos de Saara e de Kallaari, subiram os rios Nilo e Congo em busca de suas nascentes, descobriram os lagos Niasa, Tanganica, Vit\u00f3ria, Tchad e cortaram o continente, de S\u00e3o Paulo de Luanda a Mo\u00e7ambique.\n\nDe fornecedora de escravos, a \u00c1frica passou a produzir os bens necess\u00e1rios \u00e0 Europa, tais como caf\u00e9, amendoim, cacau, sisal, borracha, cobre, ouro. 0 interesse cient\u00edfico aos poucos transformou-se em interesse econ\u00f4mico e pol\u00edtico e, a partir de 1870, a competi\u00e7\u00e3o imperialista na \u00c1frica tornou-se acirrad\u00edssima.\n\nEm fun\u00e7\u00e3o dessa disputa, em 1885, o chanceler alem\u00e3o Bismarck convocou a Confer\u00eancia de Berlim, com o objetivo de disciplinar e definir a reparti\u00e7\u00e3o &#8220;amig\u00e1vel&#8221; continente africano, tendo em vista a import\u00e2ncia da &#8220;miss\u00e3o civilizadora&#8221; do homem branco. A Confer\u00eancia de terminou que qualquer anexa\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rio africano deveria ser comunicada imediatamente \u00e0s outras pot\u00eancias e ser seguida de ocupa\u00e7\u00e3o efetiva para garantir a posse; finalizou com o compromisso de submeter os conflitos coloniais entre as pot\u00eancias, \u00e0 arbitragem internacional.\n\nApesar dos compromissos assumidos na Confer\u00eancia de Berlim, corrida imperialista na \u00c1frica afetou as rela\u00e7\u00f5es internacionais, contribuindo para intensificar as rivalidades entre os pa\u00edses europeus.\n\n<strong>Entre os principais pontos de atrito, podemos citar: <\/strong>\n<blockquote>a) o confronto entre ingleses e franceses no interior da \u00c1frica, devido \u00e0 tentativa dos franceses em estabelecer a uniao entre Dakar e Djibuti;\nb) o confronto entre holandeses e ingleses na regi\u00e3o da \u00c1frica do Sul (guerra dos B\u00f4ers\nc) a disputa entre Fran\u00e7a e It\u00e1lia pela posse da Tun\u00edsia, vencida pela Fran\u00e7a;\nd) a disputa entre Fran\u00e7a e Alemanha, no Marrocos, vencida tamb\u00e9m pela Fran\u00e7a.<\/blockquote>\nA resist\u00eancia das popula\u00e7\u00f5es africanas \u00e0 conquista foi tenaz. Os franceses enfrentaram prolongada luta no Marrocos e na Tun\u00edsia. Os italianos foram vencidos pelos et\u00edopes, em 1887 e 1896. Os ingleses sofreram derrotas no Sud\u00e3o. Os alem\u00e3es lutaram muito para subjugar o povo herero, no Sudoeste Africano. Os zulus, os ashantis, os matabeles e outras tribos ofereceram grande resist\u00eancia. Entretanto, essas popula\u00e7\u00f5es n\u00e3o conseguiram suportar as demoradas campanhas empreendidas pelos europeus e acabaram submetidas, ap\u00f3s viol\u00eancias e atrocidades de toda sorte.\n\nOs relatos das expedi\u00e7\u00f5es de conquista trazem descri\u00e7\u00f5es como essa, sobre a ocupa\u00e7\u00e3o do Chade: &#8220;Dundah\u00e9 e Maraua foram as principais etapas antes da Birni N&#8217;Koni. Aqui pudemos ler no solo e entre as ruinas da pequena cidade as diversas fases do assalto, do inc\u00eandio e da matan\u00e7a&#8230; Em torno da grande aldeia de Tibery, os cad\u00e1veres de dezenas de mulheres pendiam das \u00e1rvores pr\u00f3ximas&#8230; Em quase todas as aldeias por que passamos, os po\u00e7os estavam fechados ou contaminados por mont\u00f5es de cad\u00e1veres que apenas se podia distinguir se pertenciam a animais ou a homens.&#8221; (GAL, Meynier. L\u00e9s conqu\u00e9rants du Tchad, cit. Por FALCON F. &amp; MOURA, G. A forma\u00e7\u00e3o do mundo contempor\u00e2neo. Rio de Janeiro, Ed. Campus Ltda., 1985, p. 88.)\n\n<strong>Em 1914, apenas a Eti\u00f3pia e a Lib\u00e9ria conseguiam manter-se independentes e a \u00c1frica estava assim dividida: <\/strong>\n<blockquote>A Fran\u00e7a ocupou a \u00c1frica do Norte (Arg\u00e9lia, Tun\u00edsia e Marrocos), a regi\u00e3o do Saara (dividida para fins administrativos em \u00c1frica Equa torial Francesa e \u00c1frica Ocidental Francesa) e a ilha de Madag\u00e1scar;\n\nA Inglaterra incorporou o Egito, o Sud\u00e3o Anglo-Eg\u00edpcio, o Qu\u00eania, Uganda, Somalia, Costa do Ouro e Nig\u00e9ria; ao sul, os ingleses anexaram o interior da Col\u00f4nia do Cabo e atrav\u00e9s de Cecil Rhodes, surgindo assim as Rod\u00e9sias; em 1902, numa guerra contra os Boers, antigos colonos holandeses, os brit\u00e2nicos conquistaram o Transvaal e Orange;\n\nA B\u00e9lgica apoderou-se do Congo Belga (Zaire);\n\nA Alemanha assenhorou-se do Togo, dos Camar\u00f5es, da \u00c1frica Oriental e do Sudoeste Africano; &#8211; a It\u00e1lia tomou a Eritr\u00e9ia, a Som\u00e1lia e a Tripolit\u00e2nia (L\u00edbia); &#8211; Portugal conservou Angola, Mo\u00e7ambique, Guine e o arquip\u00e9lago de Cabo Verde; &#8211; e a Espanha manteve o Saara Ocidental (Rio do Ouro).<\/blockquote>\nFonte: www.hystoria.hpg.ig.com.br\n<h6>Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\n\n<h4>CIVILIZA\u00c7\u00d5ES DA \u00c1SIA ORIENTAL<\/h4>\n<strong>1. A Antiga civiliza\u00e7\u00e3o chinesa<\/strong>\n<blockquote>Desenvolve-se em torno dos rios Hong-Ho (Rio Amarelo) e Iang-Tse-Iang (Rio Azul)\nProdu\u00e7\u00e3o de sedas e cer\u00e2micas, Grande Muralha, Alto grau de civiliza\u00e7\u00e3o e cultura (Celeste Imp\u00e9rio)\nAristocracia feudal de sacerdotes, funcion\u00e1rios e guerreiros\nFil\u00f3sofo mais famoso: Conf\u00facio, que pregava a venera\u00e7\u00e3o aos antepassados e o respeito \u00e0s antigas tradi\u00e7\u00f5es. Organiza\u00e7\u00e3o social deveria basear-se na disciplina familiar. Direito de rebeli\u00e3o era de origem divina<\/blockquote>\n<strong>2. China na Idade M\u00e9dia<\/strong>\n<blockquote>21 Estados independentes travavam guerras entre si num regime feudal\nFim do s\u00e9culo VI: Gao Tsu, chefe militar, unifica o pa\u00eds, ent\u00e3o denominado Tang e se proclama imperador\nImp\u00e9rio Tang tinha prest\u00edgio e refinamentos, tendo recebido visitas de embaixadores \u00e1rabes e persas\nImperadores eram considerados enviados dos deuses e usavam o t\u00edtulo de \u0093filho do c\u00e9u\u0094\nEconomia dominada por funcion\u00e1rios instru\u00eddos e mercadores ricos\nInsurrei\u00e7\u00f5es de camponeses e movimentos de independ\u00eancia liderados pelos governadores das prov\u00edncias provocam a desintegra\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio\nS\u00e9culo X: nova unifica\u00e7\u00e3o, iniciando-se dinastia Sung<\/blockquote>\n<strong>3. Mong\u00f3is<\/strong>\n<blockquote>Cavaleiros n\u00f4mades da \u00e1sia Central. Vivem em tendas e ocupam-se do pastoreio e da guerra.\n<strong>1200: <\/strong>in\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio Mong\u00f3lico. China \u00e9 invadida por G\u00eangis-C\u00e3, que toma Pequim, al\u00e9m do Turquest\u00e3o, P\u00e9rsia, norte da \u00cdndia e C\u00e1ucaso.\nMong\u00f3is devastam as terras chinesas, mas depois desenvolveram o com\u00e9rcio e as atividades artesanais\nCublai-C\u00e3 (1259-1294) tenta entendimento entre seu imp\u00e9rio e a cristandade oriental. J\u00e1 havia contato com Ocidente pelas viagens de Marco P\u00f3lo e conquista de terras da Europa Oriental.\nDominam o sul da Pr\u00fassia e amea\u00e7am o Sacro Imp\u00e9rio Germ\u00e2nico. Ap\u00f3s Cublai-C\u00e3 Imp\u00e9rio Mong\u00f3lico declina.<\/blockquote>\n<strong>4. Dinastia Ming<\/strong>\n<blockquote><strong>1348:<\/strong> no sul da China inicia-se revolu\u00e7\u00e3o contra os mong\u00f3is\nDestaca-se o l\u00edder campon\u00eas Tchu-Ieng-Tchan, que ocupa a cidade de Nanquim e declara-se Imperador da China Meridional (Imp\u00e9rio Ming). Posteriormente chega a Pequim e conquista todo o pa\u00eds.\nA Dinastia Ming (1368-1664) deu grande prest\u00edgio cultural e pol\u00edtico para a China, com imperadores cultos, mantendo-se at\u00e9 que os manchus ocupam o pa\u00eds.\nOcupa\u00e7\u00e3o manchu tem ajuda da nobreza feudal chinesa, alarmada por uma grande revolu\u00e7\u00e3o popular que ocupa Pequim e leva \u00e0 fuga do \u00faltimo imperador Ming.\nManchus mant\u00eam-se no poder at\u00e9 1912, com a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica.<\/blockquote>\n<strong>5. Jap\u00e3o<\/strong>\n<blockquote>Viviam de ca\u00e7a, pesca e agricultura rudimentar.\nDom\u00ednios feudais tinham influ\u00eancia dos samurais, casta militar semelhante \u00e0 cavalaria medieval europ\u00e9ia\nBudismo \u00e9 trazido pela imperatriz Suiko, possibilitando unidade de cren\u00e7a e at\u00e9 mesmo pol\u00edtica.\nShotoku Taishi (593-621), sobrinho de Suiko, governa como regente e estabelece a superioridade do budismo sobre o culto \u0093xinto\u0094, que cultuava os antepassados. Nessa \u00e9poca, tradi\u00e7\u00f5es japonesas s\u00e3o influenciadas pela cultura chinesa.\nA partir de 886, governo era efetivamente exercido pelo kwanbaku, sendo o imperador (tenshi ou teno) apenas figurativo. Assim, surgem lutas entre os nobres na disputa pelo cargo, havendo tentativas de independ\u00eancia.\nEm 1185 o poder central \u00e9 restabelecido pela fam\u00edlia Minamoto com uma nova forma de governo, o xogunato. \u0093Mant\u00e9m-se\u0094 a autoridade do imperador, sendo subordinado a um x\u00f3gum, chefe militar todo-poderoso, que atrav\u00e9s de governadores militares nas prov\u00edncias domina o pa\u00eds. Regime feudal n\u00e3o desaparece, mas condi\u00e7\u00f5es de vida dos camponeses melhora e com\u00e9rcio desenvolve-se.\nAo fim da Idade M\u00e9dia, xogunato era o regime em vigor no Jap\u00e3o.<\/blockquote>\n<h4>A RESOLU\u00c7\u00c3O DE AFRICA E \u00c1SIA<\/h4>\n<strong>Coloniza\u00e7\u00e3o da \u00c1frica<\/strong>\n\nNa segunda metade do s\u00e9culo XIX, os exploradores e mission\u00e1rios europeus visitaram a \u00c1frica, a fim de trazer a cultura europeia para o continente. Depois de 1870 a Gr\u00e3-Bretanha ea Fran\u00e7a est\u00e3o a conquistar.\n\nO objetivo era dominar a Gr\u00e3-Bretanha a fachada oriental do continente Africano, em seus esfor\u00e7os para obter algumas das melhores \u00e1reas, \u00e1reas ricas em produtos minerais como o ouro ou os diamantes.\n\nFran\u00e7a, por sua vez, dominava a regi\u00e3o norte (Marrocos, Tun\u00edsia e Arg\u00e9lia) e estendeu a regra para o Sud\u00e3o, onde terminou em frente para os brit\u00e2nicos.\n\nEsta a\u00e7\u00e3o do rei Leopoldo II da B\u00e9lgica, que come\u00e7ou a explorar a \u00e1rea juntou Congo. Alemanha tamb\u00e9m se estabeleceram na \u00c1frica Central.\n\nEm 1885, o chanceler alem\u00e3o Bismarck chamou uma confer\u00eancia internacional com a participa\u00e7\u00e3o de 14 pa\u00edses europeus. Na Confer\u00eancia um relat\u00f3rio que forneceu algumas condi\u00e7\u00f5es para a expans\u00e3o colonial na \u00c1frica foi desenvolvido: a livre circula\u00e7\u00e3o dos rios N\u00edger e Congo garantidos e princ\u00edpios foram estabelecidos para preencher os territ\u00f3rios africanos.\n\nNos anos posteriores, outros Estados europeus entraram \u00c1frica. Foram adicionados os interesses franceses e brit\u00e2nicos alem\u00e3es estabelecidos na \u00c1frica negra, e os Portugu\u00eas, que ocuparam Angola, Mo\u00e7ambique e Guin\u00e9-Bissau. It\u00e1lia e Espanha tamb\u00e9m pressionou por territ\u00f3rios muito pequenos.\n\nO choque de interesses era inevit\u00e1vel, e logo come\u00e7aram a lutar entre os diferentes pa\u00edses.\n\n<strong>RESOLU\u00c7\u00c3O DE ASIA<\/strong>\n\nInicialmente, as pot\u00eancias ocidentais vieram \u00e0 \u00c1sia para o com\u00e9rcio. Mas logo eles exigiram concess\u00f5es governos asi\u00e1ticos como territ\u00f3rios para a cria\u00e7\u00e3o de bases militares, que iria proteger o seu com\u00e9rcio. Em 1914, 60% das terras do continente e 65% da popula\u00e7\u00e3o mundial foram os pa\u00edses dependentes dos colonizadores europeus.\n\n<strong>As col\u00f4nias foram explorados economicamente:<\/strong>\n<blockquote>colonizadores apropriadas e exploradas suas terras, para uso com a monocultura.\nMinera\u00e7\u00e3o foi realizada pelos \u00edndios como eles eram mais baratos do trabalho e do trabalho explorado.\nUm sistema aduaneiro \u00e9 criado para alcan\u00e7ar um monop\u00f3lio nas col\u00f4nias (indo pela Aduna aumentar os pre\u00e7os de produtos estrangeiros).\nN\u00e3o h\u00e1 ind\u00fastrias se estabelecem nas col\u00f4nias, mas todos os produtos manufaturados exportados de seu pa\u00eds e vend\u00ea-los para os \u00edndios.\nconstruir ferrovias, portos e estradas para facilitar a explora\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias-primas.<\/blockquote>\n<strong>Para conseguir isso, eles tiveram de control\u00e1-los:<\/strong>\n<blockquote>Mantendo as autoridades ind\u00edgenas controlar o relacionamento com outros pa\u00edses.\nPopula\u00e7\u00e3o se instala a partir da metr\u00f3pole, criando autonomia &#8216;dom\u00ednios&#8217; e governo interno pr\u00f3prio e parlamento.\nNas col\u00f4nias usados para extrair recursos naturais consistem na estrutura de poder: Governador, altos funcion\u00e1rios civis e militares (colonos) Taxas mais baixas e as tropas (indiano).<\/blockquote>\n<strong>O fim do colonialismo asi\u00e1tica<\/strong>\n\nO fim do equil\u00edbrio de poder na Europa e as duas guerras mundiais do s\u00e9culo XX marcou o fim do colonialismo moderno.\n\nO desenvolvimento da consci\u00eancia nacional nas col\u00f4nias, o decl\u00ednio da influ\u00eancia pol\u00edtica e militar do velho continente e exaust\u00e3o da justifica\u00e7\u00e3o moral dos imp\u00e9rios contribu\u00edram para a descoloniza\u00e7\u00e3o r\u00e1pida a partir de 1945, os imp\u00e9rios coloniais criados ao longo s\u00e9culos foram desmantelados quase inteiramente em tr\u00eas d\u00e9cadas.\n\nFonte: www.geocities.com\n<h6>Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica<\/h6>\n<h4><strong>Imperialismo na \u00c1frica<\/strong><\/h4>\nCorrida imperialista realizada por pa\u00edses europeus se inicia com a Fran\u00e7a nos territ\u00f3rios: Arg\u00e9lia, Tun\u00edsia e Marrocos.\n\n<strong>Pa\u00edses europeus partilharam o continente africano entre si e disputaram as col\u00f4nias com o interesse de:<\/strong>\n<blockquote><strong>Riquezas naturais: <\/strong>ouro, cobre e diamantes.\nRegi\u00f5es localizadas pr\u00f3ximas ao Mar Mediterr\u00e2neo (ex: Egito) para garantir o acesso a navega\u00e7\u00e3o e ao com\u00e9rcio mar\u00edtimo.<\/blockquote>\nA corrida imperialista tem in\u00edcio com a ocupa\u00e7\u00e3o da Arg\u00e9lia, Tun\u00edsia e Marrocos pela Fran\u00e7a. A Inglaterra imediatamente iniciou tamb\u00e9m seu avan\u00e7o. Com a unifica\u00e7\u00e3o da It\u00e1lia e Alemanha tamb\u00e9m entraram na corrida imperialista.\n\nCom o prop\u00f3sito de oficializar a partilha das col\u00f4nias africanas entre os pa\u00edses colonizadores foi realizada a Confer\u00eancia de Berlim. O primeiro-ministro alem\u00e3o Bismarck reuniu em Berlin representantes das principais na\u00e7\u00f5es europ\u00e9ias para discutir a ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio africano.\n\nFicou estabelecido que o territ\u00f3rio pretendido deveria ser ocupado pelo colonizador e as demais na\u00e7\u00f5es deveriam ser notificadas para se evitar conflitos.\n\n<strong>O resultado da coloniza\u00e7\u00e3o para os africanos foi que os pa\u00edses europeus praticamente arruinaram com as estruturas que existiam na \u00c1frica antes da coloniza\u00e7\u00e3o, como:<\/strong>\n<blockquote>A economia agr\u00edcola que era auto-suficiente, voltada ao consumo da popula\u00e7\u00e3o, passou a servir aos interesses dos colonizadores;\nTerras cultiv\u00e1veis foram apropriadas pelos investidores europeus, os latif\u00fandios (grandes propriedades) passaram a produzir um \u00fanico produto (monocultura) que interessava ao mercado externo;\nProdutos de consumo da popula\u00e7\u00e3o local foram substitu\u00eddos por aqueles que davam lucro ao mercado internacional;\nExplora\u00e7\u00e3o dos produtos tropicais era realizada com finalidade de obter lucro;\nM\u00e3o-de-obra era abundante e barata para os colonizadores;\nPot\u00eancias europ\u00e9ias encontraram no Continente africano uma enorme fonte de riquezas.<\/blockquote>\nAtrav\u00e9s dessa compara\u00e7\u00e3o podemos perceber que esses pa\u00edses exploraram territ\u00f3rios muito maiores que seus pr\u00f3prios pa\u00edses. O Sud\u00e3o, foi explorado durante todo s\u00e9culo XIX, somente em 1956 ele consegue sua independ\u00eancia do dom\u00ednio ingl\u00eas.\n\n<strong>Conseq\u00fc\u00eancias do dom\u00ednio ingl\u00eas no Sud\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>Desigualdades sociais;\nPobreza;\nDificuldades de desenvolvimento econ\u00f4mico e social, etc.<\/blockquote>\n<h4>Imperialismo na \u00c1sia<\/h4>\nDestaque: domina\u00e7\u00e3o inglesa na \u00cdndia atrav\u00e9s da Companhia das \u00cdndias Orientais, uma empresa inglesa que controlava o com\u00e9rcio de produtos indianos como algod\u00e3o, ch\u00e1 e \u00f3pio (subst\u00e2ncia entorpecente, extra\u00eddo de resina da papoula).\n\n<strong>Revoltas para conter o imperialismo ingl\u00eas na \u00cdndia<\/strong>\n<blockquote><strong>Guerra dos Cipaios:<\/strong> Cipaios era o nome dado aos soldados indianos que serviam aos ingleses militarmente. Os soldados protestavam contra o imperialismo ingl\u00eas e questionavam os maus tratos que recebiam dos oficiais ingleses.\n<strong>Causa imediata da rebeli\u00e3o:<\/strong> desconfian\u00e7a dos soldados de que os cartuchos que eles utilizavam eram engordurados com sebo de vaca ou porco. Para esses soldados feria a cren\u00e7a religiosa (hindu-hinduistas e isl\u00e2micos), para os isl\u00e2micos o porco era considerado um animal impuro e para os hindu\u00edstas a vaca era um animal sagrado.\n<strong>Resultado das rebeli\u00f5es:<\/strong> ingleses se aproximaram da elite indiana, oferecendo cargos na administra\u00e7\u00e3o da Col\u00f4nia, com isso evitaram focos de rebeli\u00e3o e fundamentaram sua explora\u00e7\u00e3o sobre a \u00cdndia, que se tornou a principal col\u00f4nia inglesa.\n<strong>Rea\u00e7\u00e3o antiimperialista na China:<\/strong> Enquanto a \u00cdndia foi explorada quase que exclusivamente pela Inglaterra, a China sofreu uma invas\u00e3o estrangeira: EUA, Jap\u00e3o, R\u00fassia, Alemanha, Fran\u00e7a e Inglaterra.<\/blockquote>\n<strong>Rebeli\u00f5es contra o Imperialismo<\/strong>\n<blockquote><strong>1. Guerra dos Boxers &#8211;<\/strong> Principal caracter\u00edstica: o nacionalismo \u0093destruir os estrangeiros\u0094, para enfrentar o dom\u00ednio estrangeiro se dedicavam ao treinamento de lutas marciais.Seus movimentos eram semelhantes a uma luta de boxe, da\u00ed o nome guerra dos Boxers.<strong>\nResultado:<\/strong> Os colonizadores venceram, colocando fim em mais uma tentativa de p\u00f4r fim ao imperialismo ocidental na \u00c1sia.\n\n<strong>2. Guerra do \u00d3pio: <\/strong>Uma droga produzida pelos ingleses na \u00cdndia e comercializada na China. Por ser uma droga que causa a depend\u00eancia qu\u00edmica e amea\u00e7ava a economia do pa\u00eds, seu com\u00e9rcio passou a ser combatido pelo governo chin\u00eas. Os chineses proibiram a entrada do \u00f3pio na China e queimaram 20 mil caixas da droga, desencadeando a Guerra do \u00d3pio.<strong>\nResultado:<\/strong> A China foi vencida pelos ingleses, o que garantiu o com\u00e9rcio do \u00f3pio na China e o controle ingl\u00eas sobre a cidade de Hong Kong.<\/blockquote>\nO imperialismo n\u00e3o foi apenas uma domina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e econ\u00f4mica de uma na\u00e7\u00e3o mais rica sobre uma regi\u00e3o ou na\u00e7\u00e3o mais pobre.\n\nO imperialismo cultural \u00e9 a imposi\u00e7\u00e3o de valores, h\u00e1bitos de consumo e influ\u00eancias culturais que s\u00e3o impostas pela na\u00e7\u00e3o dominante \u00e0 na\u00e7\u00e3o dominada. Dessa forma ocorrem mudan\u00e7as na maneira de se comportar, de vestir, costumes, etc.\n\nFonte: br.answers.yahoo.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica, Ocupa\u00e7\u00e3o, Civiliza\u00e7\u00f5es, Col\u00f4nias, Explora\u00e7\u00e3o, Produtos, Popula\u00e7\u00e3o, Imperialismo, Processo, Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-26149","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Conquista da \u00c1sia e \u00c1frica - 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