{"id":26072,"date":"2015-12-23T00:00:00","date_gmt":"2015-12-23T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/babilonia-4\/"},"modified":"2026-09-01T17:59:01","modified_gmt":"2026-09-01T17:59:01","slug":"babilonia-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/babilonia-4\/","title":{"rendered":"Babil\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n\nDe muitas maneiras, a B\u00edblia \u00e9 &#8220;um conto de duas cidades&#8221;.\n\nDuas grandes cidades dominaram o teatro da revela\u00e7\u00e3o b\u00edblica, Jerusal\u00e9m e Babil\u00f4nia. Ambas as cidades um lugar de destaque nos eventos do final dos tempos.\n\nSua hist\u00f3ria \u00e9 maravilhosamente entrela\u00e7ada nas Escrituras. A ascens\u00e3o de um inevitavelmente significou o decl\u00ednio e queda do outro.\n\nHoje a Babil\u00f4nia \u00e9 um pequeno povoado no Iraque. Tem sido mais not\u00e1vel nos \u00faltimos tempos como a sede de um dos pal\u00e1cios extravagantes de Saddam Hussein.\n\nAs Escrituras t\u00eam muito a dizer sobre esta cidade e compreens\u00e3o do prop\u00f3sito de Deus para a Babil\u00f4nia \u00e9 fundamental para compreender o seu prop\u00f3sito para estes \u00faltimos dias. N\u00e3o \u00e9 um exagero do caso de insistir em que o povo de Deus a viver como deveriam nessa idade, e ter uma vis\u00e3o correta do retorno de Cristo, eles devem ter uma vis\u00e3o correta do que Deus revela sobre Babil\u00f4nia e Babilonianismo.\n<h4>Origens enraizada na Religi\u00e3o<\/h4>\nA origem da cidade de <strong>Babil\u00f4nia<\/strong> \u00e9 revelado em G\u00eanesis 10: 8-10.\n\nInicialmente foi a sede do poder para Nimrod, o bisneto de Noah. Ele \u00e9 conhecido na B\u00edblia como um saqueador, rebelde sanguin\u00e1rio contra Deus ea ordem divina.\n\nAs palavras de G\u00eanesis 10: 9, pelo que se diz &#8230; indicam que a oposi\u00e7\u00e3o de Nimrod de Deus tornou-se proverbial.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Babil\u00f4nia\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/bbabilo10.jpg\" alt=\"Babil\u00f4nia\" \/><strong>\nTorre de Babel<\/strong><\/p>\nO princ\u00edpio do seu reino foi Babel. Assumindo Nimrod ter nascido ao mesmo tempo que seu primo Salah (Gn 11:12), ele teria nascido apenas cerca de 38 anos depois do dil\u00favio.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Babil\u00f4nia\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/bbabilo11.jpg\" alt=\"Babil\u00f4nia\" width=\"399\" height=\"315\" \/><strong>\nTorre de Babel<\/strong><\/p>\nBabel \u00e9 logo revelado como um centro de adora\u00e7\u00e3o falsa-em ess\u00eancia, Antichristianity. G\u00eanesis 11: 1-9 registra a finalidade de homens para construir a torre de Babel como um santu\u00e1rio id\u00f3latra. Deus entra em cena para confundir a linguagem da humanidade e assim suspender essa tentativa concertada para derrubar a ordem de Deus na adora\u00e7\u00e3o, e apostasia recebe um grande retrocesso.\n\nNo entanto, at\u00e9 ao fim da \u00e9poca a genealogia de todas as formas de religi\u00e3o falsa pode ser rastreada para a Babil\u00f4nia!\n\nEssa cidade \u00e9 a m\u00e3e das prostitui\u00e7\u00f5es e abomina\u00e7\u00f5es da terra!\n\nApocalipse 17: 5. <strong>Babil\u00f4nia<\/strong> gerou toda forma de erro espiritual conhecido pelo homem e todas estas falsidades voltar\u00e1 convergem e amalgamar na final da manifesta\u00e7\u00e3o, \u00fanico de Babilonianismo-visto em Apocalipse 17 como a grande prostituta.\n<h4>A era dourada da Babil\u00f4nia<\/h4>\nA <strong>Babil\u00f4nia<\/strong> desaparece da cena b\u00edblica quase inteiramente at\u00e9 os dias de Nabucodonosor 1700 anos posteriores. A terra de Sinar, aparece em G\u00eanesis 14: 1, como sendo o reino de um dos reis que invadiram Cana\u00e3, nos dias de Abra\u00e3o e subjugou as cidades da plan\u00edcie, uma das quais era Sodoma.\n\nH\u00e1 refer\u00eancia comovente \u00e0 sua influ\u00eancia contaminando em Josu\u00e9 07:21. Claramente, as tribos de Cana\u00e3 tinha sido afetada por modas da Babil\u00f4nia e como Achan rendeu ao seu apelo e tomou a capa babil\u00f4nica, ele agarrou o que foi maldito de Deus e trouxe a censura de Deus sobre toda a na\u00e7\u00e3o de Israel.\n\nQuando os caldeus assumiu o status de superpot\u00eancia dos ass\u00edrios e tornou-se a cabe\u00e7a de ouro (Daniel 2:38) Babil\u00f4nia, j\u00e1 tendo sido objeto de cont\u00ednua power-lutas no Oriente M\u00e9dio, se tornou a sede desse poder e formou o centro da nova e maior imp\u00e9rio que o mundo j\u00e1 viu.\n\nA hist\u00f3ria secular nos informa sobre os esplendores que a Babil\u00f4nia realizadas durante este per\u00edodo caldeu de sua hist\u00f3ria.\n\n<strong>Tornou-se a sede de riqueza fabulosa e poder que ostenta uma das maravilhas do mundo antigo<\/strong>: os jardins suspensos.\n\n<strong>Babil\u00f4nia e Jerusal\u00e9m<\/strong> s\u00e3o os primeiros colocados em contacto direto durante o reinado de Ezequias, II Reis 20:12.\n\nNeste ponto, \u00e9 um subserviente crescente poder da Ass\u00edria, mas est\u00e1 prestes a desafiar os ass\u00edrios pela supremacia.\n\nOs diplomatas babil\u00f4nicos cortejada Ezequias por causa de sua recente derrota do ex\u00e9rcito ass\u00edrio e talvez a partir de uma curiosidade astron\u00f4mica para o milagre do sol vai voltar dez graus (2 Reis 20: 9-10). Com a sucess\u00e3o de Nabucodonosor ao trono da Babil\u00f4nia e sua mete\u00f3rica ascens\u00e3o ao status de superpot\u00eancia, Babil\u00f4nia e Jerusal\u00e9m em breve entrar em maior contato e conflito. Esse contato leva ao aumento da subjuga\u00e7\u00e3o de captive-o Jud\u00e1 reino do norte de Samaria tinha sido levado pelos ass\u00edrios e os presos foram &#8220;herdados&#8221; por Nabucodonosor, quando ele derrotou os ass\u00edrios. Contato da Babil\u00f4nia com Jud\u00e1 culmina no cativeiro faseada (Jeremias 52: 28-30) de muitos judeus que passou um total de 70 anos em cativeiro e saque de Jerusal\u00e9m.\n<h4>Gl\u00f3ria de curta dura\u00e7\u00e3o<\/h4>\nA queda da <strong>Babil\u00f4nia<\/strong>, a partir deste pin\u00e1culo da gl\u00f3ria foi predito pelo profeta Jeremias (25:12), falando mesmo antes de ter realizado toda a sua gl\u00f3ria.\n\nTanto Jeremias e Isa\u00edas abordar com alguma profundidade a quest\u00e3o da queda de Babil\u00f4nia. Veja Isa\u00edas 13 e 14, Jeremias 51 e 52 Assim como antes em Babel, Deus interveio e podadas o crescimento da influ\u00eancia da cidade sobre o mundo.\n\nNo entanto, um estudo cuidadoso dessas previs\u00f5es revelar\u00e1 que a queda de Babil\u00f4nia na m\u00e3o dos medos e persas, sob o comando de Ciro (Daniel 5:31) n\u00e3o cumprem totalmente as previs\u00f5es feitas pelos profetas e torna-se claro que n\u00e3o \u00e9, obviamente, um cumprimento dessas profecias que \u00e9 o futuro e, portanto, sup\u00f5e uma ascens\u00e3o para a proemin\u00eancia e gl\u00f3ria novamente para Babil\u00f4nia.\n\nFonte: www.standstillawhile.net\n<h6>Babil\u00f4nia<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\n\n<h4>Origens da Babil\u00f4nia<\/h4>\n<strong>G\u00eanesis 10:10 &#8211;<\/strong> E o in\u00edcio de seu reino foi Babel &#8230;\n<h4>A Torre de Babel &#8211; o in\u00edcio deste Sistema<\/h4>\nA hist\u00f3ria da Babil\u00f4nia \u00e9 monumental e de grande significado hist\u00f3rico, mas, considerando-se as circunst\u00e2ncias do mundo de hoje, foi rebaixado para, provavelmente, um dos eventos mais obscuras e insignificantes em nossa hist\u00f3ria.\n\nEsta hist\u00f3ria muito importante raramente \u00e9 mencionado em textos de hist\u00f3ria moderna, quase intencionalmente esquecido.\n\nQuando ouvimos o nome de Nimrod, tendemos a pensar de uma pessoa desastrada de pouca intelig\u00eancia. Na realidade, o Nimrod de idade foi um poderoso l\u00edder, o fundador do primeiro grande imp\u00e9rio da civiliza\u00e7\u00e3o p\u00f3s-dil\u00favio &#8211; o reino de Babil\u00f4nia.\n\nO dil\u00favio de No\u00e9 devastou o mundo No\u00e9 viveu. Depois da \u00e1guas baixaram e No\u00e9 e sua fam\u00edlia deixaram a arca, Deus ordenou a sobreviventes para &#8220;espalhar-se, e enchei a terra&#8221; (G\u00eanesis 9: 7 KJV).\n\nInfelizmente, as pessoas da \u00e9poca optou por n\u00e3o obedecer a Deus. Quase dois cem anos al\u00e9m do dil\u00favio, os descendentes de No\u00e9 come\u00e7ou a multiplicam-se, em grande n\u00famero. Parentes pr\u00f3ximos de No\u00e9 se tornaram os patriarcas um n\u00famero de fam\u00edlias que se uniram em na\u00e7\u00f5es. Isso iria definir o palco para o Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico e babil\u00f4nico Religi\u00e3o.\n\nO neto de No\u00e9 Cush era um desses antigos patriarcas, aquele que se tornou o l\u00edder de muitos. Ele n\u00e3o seguir o mandamento de Deus para &#8220;preencher o terra &#8220;, mas fez muito pelo contr\u00e1rio -. ele trouxe o povo Ele come\u00e7aram a unir todos em uma s\u00f3 na\u00e7\u00e3o, come\u00e7ando assim a unifica\u00e7\u00e3o movimento centrado na Torre de Babel.\n\nA B\u00edblia d\u00e1-se pouca informa\u00e7\u00e3o sobre Cush, Nimrod e da Torre si. Lemos em G\u00eanesis 10: 8 que Cush era o pai de Nimrod &#8211; per\u00edodo. Embora a B\u00edblia n\u00e3o nos d\u00e1 muito mais, aprendemos com outros textos antigos que Cush e Nimrod ambos se tornaram lend\u00e1rios em todo o mundo secular \/ Gentile.\n\n<strong>A B\u00edblia, no entanto, dizer-nos sobre o in\u00edcio da apostasia no Torre de Babel &#8211; uma grande rebeli\u00e3o contra Deus e os Seus mandamentos:<\/strong>\n<blockquote>E era toda a terra de uma mesma l\u00edngua e de uma mesma fala &#8230; encontraram um vale na terra de Sinar, e habitaram ali &#8230;. <strong>E eles disseram:<\/strong> V\u00e1 para, vamos construir para n\u00f3s uma cidade e uma torre cujo cume toque nos c\u00e9us; e fa\u00e7amo-nos um nome; para que n\u00e3o sejamos espalhados sobre a face de toda a terra &#8230;<\/blockquote>\n<h4>G\u00eanesis 11: 1-4 (KJV)<\/h4>\nComo vamos descobrir no Giants das Escrituras , as pessoas da era p\u00f3s-enchentes come\u00e7ou a perseguir o que seus antepassados desejado antes do dil\u00favio &#8211; qualquer forma de &#8220;Fazer um nome para si mesmo!&#8221; Depois do dil\u00favio, mais uma vez, eles intencionalmente desobedeceu as maneiras que Deus queria que eles vivessem. Por qu\u00ea? Por que eles se tornam t\u00e3o rebelde t\u00e3o rapidamente? Um dos motivos foi que muitos pessoas ainda lembrou as hist\u00f3rias de como seus ancestrais se rebelaram contra Deus antes do dil\u00favio, e pensei muito de seus esfor\u00e7os. Muitas dessas pessoas se preocupava mais com os seus antepassados do que eles fizeram sobre Deus. Eles tamb\u00e9m parecia estar mais preocupado para o seu pr\u00f3prio animada capuz.\n\nOs l\u00edderes desse movimento queria ter certeza de que, se Deus jamais iria tornar-se zangado com eles, Ele nunca seria capaz de arrebat\u00e1-los por um ! dil\u00favio.\n\nEsta foi uma das principais raz\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o desta torre &#8211; rebeli\u00e3o pura. De acordo com uma variedade de textos antigos, o povo de Babel, sob a autoridade de Cush, estavam tentando construir uma estrutura t\u00e3o alto que seria n\u00e3o precisa se preocupar com qualquer julgamento que Deus tinha reservado para eles.\n\nEles queriam ser capaz de subir ao c\u00e9u, marcha-se a Deus, e destru\u00ed-lo com suas pr\u00f3prias espadas.\n\nO seu poder, pelo menos, na sua mente, estava em sua pr\u00f3pria unidade. Seu desejo era t\u00e3o forte que nada, pelo menos em suas mentes, ia parar a sua vontade de &#8220;liberdade&#8221;. \u00c9 por isso dif\u00edcil entender por que essas pessoas iriam desviar de Deus justo maneiras t\u00e3o rapidamente, mas o mais entendemos como eles viviam mais ele pode come\u00e7ar a fazer sentido.\n\n<strong>Como sempre, Deus tinha um plano perfeito para frustrar seus caminhos rebeldes:<\/strong>\n<blockquote>E o Senhor desceu para ver a cidade ea torre que os filhos dos homens edificavam. <strong>E disse o Senhor:<\/strong> <strong>Eis que o povo \u00e9 um, e todos eles t\u00eam uma mesma l\u00edngua; e isso eles come\u00e7aram a fazer: e<\/strong> agora n\u00e3o haver\u00e1 restri\u00e7\u00e3o para tudo o que eles haviam imaginado fazer. V\u00e1 para, des\u00e7amos e confundamos ali a sua l\u00edngua, para que n\u00e3o pode entenda um a l\u00edngua do outro. Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra, e cessaram de edificar a cidade. Portanto, o nome dele foi chamado Babel; porque o SENHOR fez ali confundiu a linguagem de toda a terra, e dali fez o Senhor espalh\u00e1-los no exterior sobre a face de toda a terra.<\/blockquote>\n<h4>G\u00eanesis 11: 5-9 (KJV)<\/h4>\nIsto \u00e9, tanto quanto a B\u00edblia vai para ele, mas o que aconteceu em torno deste tempo que preparou o terreno para a cria\u00e7\u00e3o de um dos mais influentes estabelecimentos de poder e controle na hist\u00f3ria.\n\nDepois que Deus confundiu as l\u00ednguas destes povos, ningu\u00e9m podia compreender mais ningu\u00e9m ao seu redor. A constru\u00e7\u00e3o chegou a uma moagem impasse.\n\nCush, seu ex-l\u00edder, foi for\u00e7ado a desistir de sua constru\u00e7\u00e3o torre projeto. Ele abaixou a cabe\u00e7a em desgra\u00e7a. Os grupos de fam\u00edlias \/ na\u00e7\u00f5es uma vez unidos neste projeto agora come\u00e7ou a se dispersar no exterior, de acordo com sua pr\u00f3prias l\u00ednguas &#8211; assim como Deus pretendia. Mesmo que eles tinham separadas, as pessoas ainda queriam manter seus modos rebeldes.\n\nComo alguns desses estados estabelecidos formar em imp\u00e9rios, as pessoas continuou as influ\u00eancias e conhecimentos adquiridos a partir de Cush e Nimrod em suas pr\u00f3prias formas de vida!\n\n<strong>Embora a maioria das pessoas deu-se na Torre de Babel projeto, alguns continuou com outra empreitada:<\/strong> a conclus\u00e3o de uma cidade no local. N\u00e3o j\u00e1 fez eles se concentram sobre a Torre de Babel.\n\n<strong>A cidade &#8220;sairam fora para construir &#8220;(em G\u00eanesis 11: 8) teve um novo nome:<\/strong> a Babil\u00f4nia.\n\n<strong>A palavra Babil\u00f4nia significa simplesmente confus\u00e3o: <\/strong>a confus\u00e3o que resultou de Deus mudar os idiomas das pessoas que l\u00e1 viviam. Mesmo embora Cush foi desonrado, ele acabou sendo olhado com alta estima, por seus descendentes, por causa de sua posi\u00e7\u00e3o outrora poderoso.\n\nDe Cush filho Nimrod, no entanto, assumiu as r\u00e9deas depois de seu pai queda. Nimrod continuou com a constru\u00e7\u00e3o de Babil\u00f4nia, e seria em breve trazer de volta a dignidade eo respeito que ele pensou que seu pai era devido.\n\nEle tamb\u00e9m levou a rebeli\u00e3o de Cush um passo adiante.\n\n<strong>Somente a B\u00edblia menciona-o em um par de versos:<\/strong>\n<blockquote>&#8220;E Cuxe gerou a Ninrode, que come\u00e7ou a ser poderoso na terra Ele. era um poderoso ca\u00e7ador diante do Senhor &#8230; E o in\u00edcio de sua reino foi Babel, e Erech, e Acade, e Caln\u00e9, na terra de Sinar &#8220;.<\/blockquote>\n<h4>G\u00eanesis 10: 8-10 (KJV) (tamb\u00e9m Miqu\u00e9ias 5: 1)<\/h4>\nNimrod foi o primeiro &#8220;Poderoso&#8221; do mundo p\u00f3s-dil\u00favio. Tamb\u00e9m conhecido como O Dominador dos leopardos, ele ganhou fama atrav\u00e9s da conquista de grandes, animais selvagens.\n\n<strong>Ele era muito forte:<\/strong> um gigante em nome e estatura. Eventualmente, depois de conquistar todos os animais perigosos na \u00e1rea, ele virou sua mira para as pessoas ao seu redor.\n\nEle finalmente come\u00e7ou o primeiro imp\u00e9rio do mundo p\u00f3s-dil\u00favio &#8211; a Ass\u00edria \/ Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico. Nimrod trouxe o esplendor original do projeto de constru\u00e7\u00e3o da torre de seu pr\u00f3prio imp\u00e9rio. Em \u00faltima an\u00e1lise, ele trouxe-o em um religi\u00e3o deste mesmo fundamento. A partir da\u00ed, seu controle e manipula\u00e7\u00e3o das pessoas estavam prestes a tomar posse -. em grande escala.\n\nCush e Nimrod eram conhecidos por sua &#8220;canaliza\u00e7\u00e3o&#8221; &#8211; comunica\u00e7\u00e3o com os do mundo espiritual. Estes foram realidade os esp\u00edritos dos mortos de sua antepassados antediluvianos. Apartir deles, os dois adquiriram uma grande quantidade de conhecimento oculto, permitindo-lhes a capacidade de realizar grandes feitos de constru\u00e7\u00e3o, tais como a constru\u00e7\u00e3o da Torre. Assim como seus ancestrais antes do dil\u00favio, Nimrod e Cush &#8220;fez um nome para si&#8221; depois. Em verdade, seus descendentes admirava tanto que come\u00e7ou a reverenciar-los como &#8220;deuses&#8221;.\n\nOs nomes Cush e Nimrod tornou-se incorporado as culturas e mitologias de muitos imp\u00e9rios desde a torre. Por exemplo, Cush tamb\u00e9m ficou conhecido como os deuses Thoth, Hermes e Merc\u00fario; Nimrod como J\u00fapiter, Os\u00edris, e Marte.\n\nA B\u00edblia mesmo referencia-los como deuses Baal e Merodach (Ju\u00edzes 6: 25-8, Jeremias 50: 2). Em consequ\u00eancia, o pensei de haver um s\u00f3 Deus &#8211; um e somente um &#8211; estava prestes a ser desafiado.\n\nMais uma vez, Deus tinha um plano para o Upstart suas cren\u00e7as ap\u00f3statas.\n\nFonte: mystery-babylon.org\n<h6>Babil\u00f4nia<\/h6>\n<strong>Babil\u00f4nia <\/strong>(em babil\u00f4nio: Bab-ilu, &#8220;porta de Deus&#8221; persa antigo, abirush), antigo reino da Mesopot\u00e2mia, conhecido originalmente como Sumer e depois como Sumer e Acad, entre os rios Tigre e Eufrates, ao sul da atual Bagd\u00e1, Iraque.\n\nA <strong>civiliza\u00e7\u00e3o babil\u00f4nica<\/strong>, que existiu do s\u00e9culo XVIII ao VI a.C., era, como a Sum\u00e9ria que a precedeu, de car\u00e1ter urbano, embora baseada mais na agricultura do que na ind\u00fastria. O pa\u00eds compunha-se de 12 cidades, rodeadas de povoados e aldeias. No alto da estrutura pol\u00edtica estava o rei, monarca absoluto que exercia o poder Legislativo, Judicial e Executivo. Abaixo dele havia um grupo de governadores e administradores selecionados.\n\nOs prefeitos e conselhos de anci\u00e3os da cidade eram encarregados da administra\u00e7\u00e3o local. Os babil\u00f4nios modificaram e transformaram sua heran\u00e7a sum\u00e9ria para adequ\u00e1-la a sua pr\u00f3pria cultura e maneira de ser e influenciaram os pa\u00edses vizinhos, especialmente o reino da Ass\u00edria, que adotou praticamente por completo a cultura babil\u00f4nica. Mais de 1.200 anos se passaram desde o glorioso reinado de Hamurabi at\u00e9 a conquista da Babil\u00f4nia pelos Persas. Durante esse longo per\u00edodo, a Estrutura Social e a Organiza\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica, a Arte e a Arquitetura, a Ci\u00eancia e a Literatura, o Sistema Judicial e as Cren\u00e7as Religiosas babil\u00f4nicas, sofreram consider\u00e1vel mudan\u00e7a.\n\nBaseados na cultura do Sumer, os feitos culturais da Babil\u00f4nia deixaram uma profunda impress\u00e3o no mundo antigo e particularmente nos Hebreus e Gregos.\n\nA influ\u00eancia babil\u00f4nica \u00e9 evidente nas obras de poetas gregos como Homero e Hes\u00edodo, na Geometria do matem\u00e1tico grego Euclides, na Astronomia, Astrologia, Her\u00e1ldica e na B\u00edblia. Babil\u00f4nia se rendeu a Alexandre o Grande em 331 a.C., que depois de reconstruir alguns de seus monumentos, morreu no pal\u00e1cio de Nabucodonosor, quando voltava da \u00cdndia em 323 a.C.\n\nO S\u00e1trapa persa Mazaios foi designado o governador da Babil\u00f4nia pelo conquistador maced\u00f4nio e foi inaugurada uma distinta s\u00e9rie de moedas, os Tetradrachmas de Attica que continuou sendo emitidos at\u00e9 a metade do pr\u00f3ximo s\u00e9culo. Uma s\u00e9rie contempor\u00e2nea, baseada nas &#8220;Corujas&#8221; atenienses e nos velhos tipos de &#8220;Aquem\u00eanida&#8221;, dinastia persa, tamb\u00e9m foram produzidos. Babil\u00f4nia foi eclipsada em \u00faltima inst\u00e2ncia por Sel\u00eaucia no Tigre, fundada em 312 a.C. pelo primeiro dos monarcas dos Sel\u00eaucidas, e durante o per\u00edodo Helen\u00edstico declinou gradualmente.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Babil\u00f4nia\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/bbabilo12.jpg\" alt=\"Babil\u00f4nia\" \/><\/p>\nDidrachma prateado (23,0 mm\/8,60 gr) , cunhado em 331\/328 a.C. na Babil\u00f4nia, sob o dom\u00ednio de Alexandre o Grande, tendo como governador o s\u00e1trapa persa Mazaios.\n\n<strong>Anverso:<\/strong> Deus Baal sentado no trono, \u00e0 esquerda, segurando um cetro vertical com a m\u00e3o direita.\n\n<strong>Inscri\u00e7\u00e3o:<\/strong> BALL TARZ (em aramaico).\n\n<strong>Reverso: <\/strong>Le\u00e3o sagrado da Babil\u00f4nia andando, \u00e0 esquerda.\n\n<strong>Inscri\u00e7\u00e3o:<\/strong> MAZDAI (em aramaico).\n\nFonte: www.nomismatike.hpg.ig.com.br\n<h6>Babil\u00f4nia<\/h6>\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\nBabil\u00f4nia se refere \u00e0 capital da antiga Sum\u00e9ria e Acad, na Mesopot\u00e2mia.\n\nNo moderno Iraque, localiza-se a aproximadamente 80 km ao Sul de Bagd\u00e1d. O nome vem do grego Babel, que significa &#8220;confus\u00e3o&#8221;. Essa palavra sem\u00edtica \u00e9 uma tradu\u00e7\u00e3o do sum\u00e9rio Kadmirra.\n\nFoi provavelmente fundada por volta de 3800 a.C. Teve um papel significativo na hist\u00f3ria da Mesopot\u00e2mia. Iniciou sua era de imp\u00e9rio sob o amorita Hamurabi, por volta de 1730 a.C., e manteve-se assim por pouco mais de mil anos.\n\nOs Arameus, ass\u00edrios e os Caldeus lutaram durante s\u00e9culos pelo controle da Babil\u00f4nia. O rei ass\u00edrio Assurbanipal venceu a luta em 648 a.C., e foi sucedido por Nabucodonosor II.\n\nLiderados por Nabucodonosor (que tamb\u00e9m construiu os Jardins Suspensos da Babil\u00f4nia, uma das sete maravilhas do mundo antigo), os babil\u00f4nios destru\u00edram Jerusal\u00e9m em 587 A.C., levando os judeus ao ex\u00edlio babil\u00f4nico. O rei persa Ciro, o Grande, derrotou os babil\u00f4nicos em 539 A.C., e libertou os judeus de seu ex\u00edlio.\n\nNa cultura hebraica, a Babil\u00f4nia se tornou um inimigo arqu\u00e9tipo do povo de Deus. V\u00e1rias refer\u00eancias \u00e0 Babil\u00f4nia ocorrem na B\u00edblia. No Novo Testamento, especialmente no livro Apocalipse, refer\u00eancias \u00e0 Babil\u00f4nia s\u00e3o comumente interpretadas por algumas religi\u00f5es cristas como refer\u00eancias a Roma, como met\u00e1fora do poder do Imp\u00e9rio Romano. Outras denomina\u00e7\u00f5es crist\u00e3s, fazem outras leituras.\n\n&#8216;A grande torre dos homens&#8217; (retirado do livro &#8220;Meu livro de hist\u00f3rias biblicas&#8221;\n\nTodos, naquele tempo, falavam apenas uma l\u00edngua. Ninrode quis que todos ficassem juntos, para que pudesse govern\u00e1-los. Ele mandou que constru\u00edssem uma cidade, com uma grande torre. Jeov\u00e1 Deus n\u00e3o se agradou desta constru\u00e7\u00e3o. Deus queria que as pessoas se espalhassem e vivessem em toda a Terra.\n\n<strong>Mas eles disseram: <\/strong>Vamos! Fa\u00e7amos uma cidade e uma torre t\u00e3o alta, que tocar\u00e1 nos c\u00e9us. Assim ficaremos famosos!&#8221; Por isso, Deus impediu que constru\u00edssem a torre.\n\nEle fez com que todos, de repente, falassem l\u00ednguas diferentes, e n\u00e3o apenas uma. Os construtores n\u00e3o se entendiam mais. Por isso, o nome da cidade ficou sendo Babel, ou Babil\u00f4nia, que significa &#8220;Confus\u00e3o&#8221;. Aquele povo come\u00e7ou ent\u00e3o a afastar-se de Babel. Grupos de pessoas que falavam a mesma l\u00edngua passaram a viver juntos em outras partes da Terra.\n<h4>Babil\u00f4nia &#8211; A capital da Mesopot\u00e2mia<\/h4>\nA capital da Mesopot\u00e2mia foi famosa por seu poderio e esplendor cultural e por seus belos edif\u00edcios e constru\u00e7\u00f5es monumentais, entre elas os jardins suspensos, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Fundada pelos acadianos (ou ac\u00e1dios) fora da zona de poderio sum\u00e9rio, a Babil\u00f4nia ficava \u00e0s margens do Eufrates, ao sul da futura Bagd\u00e1. Na origem, foi uma col\u00f4nia comercial dentro do \u00e2mbito econ\u00f4mico sum\u00e9rio; mas, gra\u00e7as ao intenso tr\u00e1fico mercantil e a sua estrat\u00e9gica posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, transformou-se, depois da queda da Sum\u00e9ria, em cidade independente e pr\u00f3spera, capaz de impor seu poder sobre o resto da Mesopot\u00e2mia, antes da era crist\u00e3. No come\u00e7o do segundo mil\u00eanio a.C., v\u00e1rios povos de origem semita, procedentes do oeste, estabeleceram-se na Babil\u00f4nia. Um desses povos foi o amorreu (ou amorrita, amorreano), que levou a Babil\u00f4nia a seu m\u00e1ximo poder imperial, compar\u00e1vel apenas ao que conseguiu posteriormente com os caldeus.\n\nO nome Babil\u00f4nia parece proceder do ac\u00e1dico Bab-ilu, que significa &#8220;porta de Deus&#8221;. A cidade sagrada, descrita pelo historiador grego Her\u00f3doto no s\u00e9culo V a.C., foi descoberta por arque\u00f3logos alem\u00e3es no fim do s\u00e9culo XIX da era crist\u00e3. Espalhava-se em torno do Eufrates e era protegida por altas muralhas, nas quais se abriam diversas portas de acesso. Dessas portas s\u00f3 se conservaram sete, entre as quais se destaca a de Ishtar.\n\nA cidade possu\u00eda numerosos pal\u00e1cios e templos, constru\u00eddos sobre terra\u00e7os de terra batida ou de adobe. Os pal\u00e1cios eram grandes edif\u00edcios com muitos aposentos, dispostos em torno de um p\u00e1tio central e adornados com jardins, entre os quais se destacavam os chamados jardins suspensos, constru\u00eddos em terra\u00e7os sobre salas com tetos de pedra.\n\nEm meio aos edif\u00edcios dessa monumental cidade, os de car\u00e1ter religioso sobressa\u00edam pela impon\u00eancia e elevado n\u00famero. O principal era o grande templo dedicado a Marduk, Esagila (&#8220;casa de teto alto&#8221;), decorado com ouro e pedras preciosas. Ao norte desse ficava o Etemenanki (&#8220;templo dos alicerces do c\u00e9u e da terra&#8221;), templo escalonado que possivelmente seria a torre de Babel citada na B\u00edblia.\n<h4>Dinastia amorrita<\/h4>\nO fundador da dinastia real amorrita foi Sumu-abum, que governou de 1894 a 1881 a.C. Seus sucessores ampliaram os dom\u00ednios da Babil\u00f4nia mediante uma pol\u00edtica de pactos e alian\u00e7as com as cidades mais poderosas e ricas do territ\u00f3rio.\n\nNa primeira metade do s\u00e9culo XVIII a.C., Hamurabi empreendeu a conquista da Mesopot\u00e2mia e criou o primeiro imp\u00e9rio babil\u00f4nico. O car\u00e1ter desse rei, conforme documentos que chegaram at\u00e9 n\u00f3s, mostra tra\u00e7os de um homem astuto, prudente, diplom\u00e1tico, alheio a impulsos passionais e, fundamentalmente, grande conhecedor de sua \u00e9poca. Pol\u00edtico h\u00e1bil, Hamurabi conseguiu consolidar seu estado, alternando conquistas militares com reformas legislativas internas.\n\nQuando Hamurabi subiu ao trono, o reino babil\u00f4nico limitava-se a noroeste com a Ass\u00edria, ao norte com a regi\u00e3o de Eshnuna e a leste e sudeste com os dom\u00ednios de Larsa. O monarca tornou a Babil\u00f4nia pot\u00eancia hegem\u00f4nica da Mesopot\u00e2mia. Aproveitando a morte de seu inimigo ass\u00edrio Shamsi Adad I, enfrentou e venceu o rei de Larsa, Rim-Sin, arrebatando seus dom\u00ednios. Depois combateu encarni\u00e7adamente e derrotou uma coaliz\u00e3o de povos e cidades (elamitas, ass\u00edrios, gutis). Dessa forma a Mesopot\u00e2mia tornou-se submissa ao poder babil\u00f4nico e Hamurabi reuniu sob sua autoridade toda a regi\u00e3o compreendida entre o golfo P\u00e9rsico e o rio Habur. Estadista inteligente e civilizado, n\u00e3o se imp\u00f4s de modo arbitr\u00e1rio ou violento, conservando os monarcas derrotados, na qualidade de vassalos, em seus respectivos tronos.\n\nHamurabi foi o primeiro legislador conhecido da hist\u00f3ria. Deu impulso \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o judicial e ao trabalho legislativo. O famoso C\u00f3digo de Hamurabi, baseado na lei de tali\u00e3o, indica a preocupa\u00e7\u00e3o do monarca em estender o direito sum\u00e9rio a todos os povos que habitavam os territ\u00f3rios do imp\u00e9rio.\n\nCom a morte de Hamurabi, a unidade mesopot\u00e2mica desapareceu. Seu filho Samsu-iluna combateu as subleva\u00e7\u00f5es de Elam, Sum\u00e9ria e Assur e enfrentou as invas\u00f5es de povos como os hurrianos e os cassitas. Estes \u00faltimos, repelidos depois de uma primeira tentativa de coloniza\u00e7\u00e3o, penetraram depois lentamente em territ\u00f3rio babil\u00f4nico.\n\nApesar dos denodados esfor\u00e7os de Samsu-iluna para manter o imp\u00e9rio do pai, a unidade pol\u00edtica se desintegrou. Alguns de seus descendentes, como Ammiditana e Amisaduqa, conseguiram espor\u00e1dicas vit\u00f3rias sobre as cidades rivais, mas com Samsuditana o poderio babil\u00f4nico decaiu por completo. Apesar disso, a cidade continuou sendo um centro cultural, art\u00edstico e comercial de primeira ordem, para onde acorriam viajantes e peregrinos de todo o Oriente M\u00e9dio.\n\nEm 1595, o rei hitita Mursilis I atacou a Babil\u00f4nia. A cidade foi arrasada e incendiada e seu rei, o \u00faltimo da dinastia amorrita, morreu na luta.\n<h4>Dinastia cassita<\/h4>\nNo in\u00edcio do s\u00e9culo XVI a.C., os cassitas, procedentes dos montes Zagros, ocuparam a Babil\u00f4nia e introduziram o cavalo e o carro como armas de guerra. N\u00e3o conheciam a escrita mas aceitaram e assimilaram a superior cultura babil\u00f4nica. Agum II soergueu o estado. Conquistou Eshnuna, dominou Assur, submeteu os gutis e estendeu seu poder do Eufrates \u00e0 cordilheira dos Zagros. Seus descendentes consolidaram o reino no terreno econ\u00f4mico, gra\u00e7as ao com\u00e9rcio, embora no aspecto pol\u00edtico a Babil\u00f4nia se tenha conservado apenas como mais um estado dentro do universo mesopot\u00e2mico.\n\nA partir da segunda metade do s\u00e9culo XIV a.C., os ass\u00edrios come\u00e7aram a intervir na pol\u00edtica interna da Babil\u00f4nia, atra\u00eddos por sua prosperidade. Depois do reinado de Burnaburiash II, que conseguiu manter a estabilidade pol\u00edtica na cidade, as rela\u00e7\u00f5es com a Ass\u00edria come\u00e7aram a deteriorar-se. O rei ass\u00edrio Salmanasar I iniciou uma pol\u00edtica expansionista e, ao norte da Babil\u00f4nia, os hititas tamb\u00e9m pretenderam imiscuir-se nos assuntos internos do imp\u00e9rio. Sob o reinado de Kashtiliash, a paz, que j\u00e1 durava tr\u00eas s\u00e9culos, foi interrompida pela invas\u00e3o de Tukulti Ninurta I, em 1234 a.C., que arrasou a pr\u00f3spera cidade, destruiu seus templos e pal\u00e1cios e prendeu seu rei.\n\nCrises no imp\u00e9rio ass\u00edrio (assassinato de Tukulti Ninurta I), e no reino hitita (agress\u00f5es externas) deram ao rei babil\u00f4nico Adad-shun-natsir a oportunidade para reconstruir seu maltratado imp\u00e9rio e submeter o estado ass\u00edrio. Depois de um per\u00edodo de paz, em que Meli-Shipak devolveu a prosperidade \u00e0 Babil\u00f4nia, os elamitas invadiram e saquearam a cidade, em 1153 a.C, levando para Susa a famosa pedra do C\u00f3digo de Hamurabi.\n<h4>O novo imp\u00e9rio babil\u00f4nico<\/h4>\nO fim do per\u00edodo cassita anunciou uma \u00e9poca obscura para a Babil\u00f4nia, dominada sucessivamente por elamitas e ass\u00edrios at\u00e9 o s\u00e9culo VII a.C., quando os caldeus ascenderam ao poder. O fundador da dinastia cald\u00e9ia foi Nabopolassar (reinou de 626 a 605), que, inspirado pelos deuses locais, Marduk e Nabu, empreendeu uma pol\u00edtica expansionista orientada para a recupera\u00e7\u00e3o do antigo poderio da Babil\u00f4nia. Nabopolassar, auxiliado pelo rei meda Ciaxares, moveu uma campanha contra Assur, que pretendia dominar o territ\u00f3rio mesopot\u00e2mico. Depois da vit\u00f3ria, os dois monarcas partilharam as terras conquistadas, e a Babil\u00f4nia p\u00f4de reconstruir seu antigo imp\u00e9rio. Em seguida, Nabopolassar ordenou a conquista da S\u00edria a seu filho Nabucodonosor, que, depois de cruzar rapidamente o Eufrates, destruiu Carchemish, conseguindo para a Babil\u00f4nia a maior parte da S\u00edria e da Palestina, anteriormente em poder dos eg\u00edpcios.\n\nAp\u00f3s a morte do pai (605 a.C.), Nabucodonosor II assumiu o trono. Durante seu reinado (604-562), empreendeu v\u00e1rias campanhas militares que lhe renderam avultados butins e gl\u00f3ria pessoal. Uma subleva\u00e7\u00e3o do reino de Jud\u00e1 obrigou-o a manter uma guerra cruenta que durou de 598 a 587 a.C., ano em que destruiu Jerusal\u00e9m e deportou milhares de judeus (o &#8220;cativeiro da Babil\u00f4nia&#8221; mencionado no Antigo Testamento).\n\nNos anos seguintes, Nabucodonosor promoveu um intenso trabalho de reconstru\u00e7\u00e3o, reparando as cidades devastadas pela guerra. Com sua morte (562), sucederam-se as lutas internas pelo trono. Nabonido conseguiu o poder em 555 e governou at\u00e9 539, mas, como n\u00e3o era de estirpe real, encontrou f\u00e9rrea oposi\u00e7\u00e3o entre os sacerdotes de Marduk e alguns comerciantes ricos, que lideraram uma subleva\u00e7\u00e3o, com o apoio do rei persa Ciro II. Derrotado e prisioneiro dos persas, Nabonido foi, no entanto, tratado com modera\u00e7\u00e3o por Ciro, que lhe concedeu o cargo de governador de uma regi\u00e3o da P\u00e9rsia.\n<h4>Decad\u00eancia<\/h4>\nA queda da Babil\u00f4nia em 539 a.C. e sua incorpora\u00e7\u00e3o ao imp\u00e9rio persa acarretou o fim da Mesopot\u00e2mia como regi\u00e3o hist\u00f3rica independente.\n\nSob o dom\u00ednio dos persas aquem\u00eanidas, a cidade manteve seu esplendor. Em 522 a.C., Dario I sufocou uma revolta popular; mais tarde, Xerxes reprimiu outra insurrei\u00e7\u00e3o e ordenou a destrui\u00e7\u00e3o da est\u00e1tua de Marduk, s\u00edmbolo religioso da Babil\u00f4nia. Alexandre o Grande a conquistou em 331 a.C. e, depois de reconstruir alguns de seus monumentos, morreu no pal\u00e1cio de Nabucodonosor, quando voltava da \u00cdndia. Durante a \u00e9poca sel\u00eaucida, a cidade decaiu rapidamente, at\u00e9 desaparecer.\n<h4>Cultura e sociedade<\/h4>\nOs babil\u00f4nios estenderam seus conhecimentos a todos os ramos do saber, mas se destacaram principalmente pelas grandes descobertas matem\u00e1ticas e astron\u00f4micas. Tamb\u00e9m cultivaram as artes e as letras com singular mestria. A epop\u00e9ia de Gilgamesh, obra-prima da literatura babil\u00f4nica, \u00e9 um poema cujas primeiras compila\u00e7\u00f5es remontam a 2500 a.C.; misto de epop\u00e9ia e alegoria, seus personagens principais s\u00e3o Enkidu e Gilgamesh. O primeiro representa a passagem do estado natural ao civilizado, enquanto Gilgamesh simboliza o her\u00f3i que busca a imortalidade. O dil\u00favio universal tamb\u00e9m aparece mencionado nesse poema, quando Gilgamesh encontra Utnapishtim, o No\u00e9 babil\u00f4nico, que lhe descreve a t\u00e9cnica de fabrica\u00e7\u00e3o da nave que, a conselho de Ea, construiu para salvar-se do cataclismo. Outro poema \u00e9pico conhecido \u00e9 o Enuma elish (Quando no alto&#8230;), que trata da origem do mundo.\n\nA religi\u00e3o babil\u00f4nica compreendia um grande n\u00famero de deuses que, venerados nos templos, em muitos casos se assemelhavam aos homens. Para os babil\u00f4nios, o homem foi criado por Marduk, a sua imagem, com barro e seu pr\u00f3prio sangue. O templo era a morada da divindade, enquanto o zigurate (torre) era o lugar destinado ao culto. Cada templo era administrado pelo sumo sacerdote, que, ajudado por sacerdotes menores, magos, adivinhos e cantores, devia prestar contas ao rei, representante do deus Marduk.\n\nA sociedade babil\u00f4nica tinha estrutura piramidal, com o rei, vic\u00e1rio (substituto) da divindade, no topo. O poder e as riquezas do soberano tornavam-no um homem respeitado e temido. Os funcion\u00e1rios reais, os sacerdotes e os grandes propriet\u00e1rios constitu\u00edam o suporte do monarca e formavam a categoria superior dos homens livres. Os escravos eram adquiridos por compra ou como resultado de butim de guerra. Numa terceira categoria social estavam os cidad\u00e3os humildes, cuja falta de recursos lhes impedia o acesso \u00e0s categorias superiores, embora fossem livres.\n\nO homem livre podia possuir bens, terras ou dedicar-se \u00e0 ind\u00fastria ou ao com\u00e9rcio. Sua condi\u00e7\u00e3o lhe permitia pertencer ao conselho da cidade, embora pudesse cair na escravid\u00e3o se n\u00e3o pagasse no prazo devido as d\u00edvidas contra\u00eddas.\n\nA fam\u00edlia era monog\u00e2mica e a institui\u00e7\u00e3o matrimonial se regia por um contrato, realizado pelo marido diante de testemunhas, no qual se estabeleciam os direitos e obriga\u00e7\u00f5es da esposa. O chefe de fam\u00edlia exercia a autoridade e dispunha de total independ\u00eancia no manejo dos bens. Todas essas normas, contidas no c\u00f3digo legislativo de Hamurabi, consolidaram a sociedade de forma est\u00e1vel e duradoura.\n\nCom o fim da pr\u00f3spera civiliza\u00e7\u00e3o babil\u00f4nica, a Mesopot\u00e2mia deixou de ser terra de grandes imp\u00e9rios e converteu-se em objeto de conquistas das novas pot\u00eancias do mundo antigo. Sua cultura exemplar e sua organiza\u00e7\u00e3o legal s\u00e3o compar\u00e1veis ao brilho mais tarde alcan\u00e7ado por Atenas e Roma.\n\nFonte: civilizacoes.ahistoria.com\n<h6>Babil\u00f4nia<\/h6>\n<h4>Antiga Babil\u00f4nia<\/h4>\n&#8220;O Fato da multiplicidade de interpreta\u00e7\u00f5es dos caracteres babil\u00f4nicos e ass\u00edrios n\u00e3o pode ser explicado por si mesmo.Tal sistema mostra os sinais de um desenvolvimento demorado.Podia somente tratar-se de um produto de segunda m\u00e3o&#8230;&#8221; (C.W.Ceram) .\n\nAfinal, como podemos realmente compreender a hist\u00f3ria da antiga Babil\u00f4nia ? Qual a chave para essa compreens\u00e3o ?\n\nFicamos maravilhados com a cultura, a tecnologia, os templos e pal\u00e1cios encontrados nessa civiliza\u00e7\u00e3o, sem no entanto entender como foi poss\u00edvel a constru\u00e7\u00e3o de toda aquela estrutura h\u00e1 milhares de anos.\n\nNa verdade, o grande problema que surge quando tentamos compreender a hist\u00f3ria dos povos antigos como a Babil\u00f4nia, \u00e9 a nossa superficialidade na pesquisa.\n\nComo assim? O problema \u00e9 que procuramos entender a civiliza\u00e7\u00e3o em quest\u00e3o sem nos aprofundarmos seriamente nas origens desse povo.\n\nNos sentimos, tamb\u00e9m, impossibilitados de prosseguir com esse maior aprofundamento. Os dados s\u00e3o escassos e no meio de tantas teses e suposi\u00e7\u00f5es nos vemos como que paralisados diante de tantas perguntas que surgem em nossa mente. Parece-nos imposs\u00edvel decifrar os segredos e mist\u00e9rios dessas civiliza\u00e7\u00f5es.\n<h4>Qual a origem da Babil\u00f4nia?<\/h4>\nApesar de todos os obst\u00e1culos encontrados no estudo sobre a origem da antiga Babil\u00f4nia , podemos destacar aqui algumas pesquisas e livros que podem nos ajudar a compreender o que realmente aconteceu h\u00e1 milhares de anos na regi\u00e3o da Mesopot\u00e2mia.\n\nAt\u00e9 o s\u00e9culo XIX nada havia de materialmente certo a respeito do imp\u00e9rio babil\u00f4nico. Depois de muito trabalho, correndo perigos e lutando com enormes dificuldades, exploradores franceses e ingleses se certificaram de que sob os mont\u00edculos que existem naquela regi\u00e3o jaziam sepultados restos da vida da antiguidade , por tanto tempo julgados perdidos.\n\nAt\u00e9 aquele momento, o conhecimento sobre a Babil\u00f4nia era baseado em not\u00edcias provenientes das lendas transmitidas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, aos supostos feitos dos reis do pa\u00eds , estreitamente relacionados com a hist\u00f3ria dos judeus, e tamb\u00e9m aos escritos de autores gregos , tais como Her\u00f3doto, que visitaram a \u00c1sia Ocidental em \u00e9pocas diferentes.\n\nAssim, com as sucessivas escava\u00e7\u00f5es e pesquisas , a hist\u00f3ria daquela civiliza\u00e7\u00e3o veio a ser melhor compreendida pela humanidade .\n<h4>AS DESCOBERTAS<\/h4>\nCom as intensas pesquisas feitas na regi\u00e3o, foram descobertos v\u00e1rios vest\u00edgios e inscri\u00e7\u00f5es que levaram os pesquisadores a conclu\u00edrem que uma cultura at\u00e9 mesmo mais antiga que a eg\u00edpcia tinha se desenvolvido naquela parte da Terra.\n\nFoi a partir dessas descobertas que se descobriu a hist\u00f3ria dos Sumerianos, o &#8220;povo misterioso&#8221; que antecedeu os ass\u00edrios e babil\u00f4nios.\n\nO descobrimento de um mundo anterior foi de t\u00e3o grande import\u00e2ncia para a compreens\u00e3o da Babil\u00f4nia, quanto foi o descobrimento da cultura de Creta e Tr\u00f3ia para se compreender a antiguidade grega .\n\nForam os sumerianos que melhoraram as condi\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o, construindo um grande sistema de canais e fazendo o saneamento e o cultivo do terreno. Constru\u00edram tamb\u00e9m muitos templos, como atestam os tijolos, p\u00f3rticos e colunas encontrados nas ru\u00ednas das cidades de Ur, Shirpurla, Erech e outras.\n\nN\u00e3o esque\u00e7amos, tamb\u00e9m, que foi esse povo que criou a t\u00e3o conhecida Escrita Cuneiforme , que se constituiu na primeira escrita de que a humanidade teve conhecimento .\n\nAlguns estudiosos chegaram a dizer que quase tudo que tinha sido apresentado pela Babil\u00f4nia remontava ao trabalho dos sumerianos.\n\nConsideramos importante destacar aqui um trecho bastante interessante do livro &#8220;Deuses,T\u00famulos e S\u00e1bios &#8220;do historiador C.W.\n\n<strong>Ceram , mostrando as conclus\u00f5es dos pesquisadores sobre a origem da Babil\u00f4nia e os sumerianos:<\/strong>\n<blockquote>&#8220;Juntaram-se centenas de pesquisas isoladas , convergindo na afirma\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o podiam ser nem os babil\u00f4nios sem\u00edticos, nem os ass\u00edrios, os inventores da escrita cuneiforme , mas um outro povo , n\u00e3o semita, cuja exist\u00eancia , ali\u00e1s, ainda n\u00e3o p\u00f4de ser provada por um \u00fanico achado sequer. Tal hip\u00f3tese n\u00e3o deixava nada a desejar em ousadia.Contudo, os pesquisadores tornaram-se t\u00e3o seguros, no decorrer dos anos, que, apesar de apenas afirmar a exist\u00eancia de tal povo, deram-lhe um nome. O franco-alem\u00e3o Jules Oppert falou em sumerianos. \u00c9 deduzido do t\u00edtulo dos mais antigos soberanos da parte mais austral do pa\u00eds dos Dois Rios, os reis de Sumer e Akkad. N\u00e3o demorou muito e descobriu-se que quase tudo que tinha sido apresentado por Babil\u00f4nia e N\u00ednive remontava ao trabalho preparat\u00f3rio do misterioso povo sumeriano.&#8221;<\/blockquote>\n<h4>OS QUATRO ANIMAIS-HUMANOS E OS JARDINS SUSPENSOS<\/h4>\n\u00c9 dif\u00edcil n\u00e3o citar os chamados &#8220;animais-humanos&#8221; e os Jardins Suspensos quando se est\u00e1 falando da hist\u00f3ria da antiga Babil\u00f4nia .\n\nOs animais-humanos s\u00e3o os t\u00e3o conhecidos &#8220;quatro g\u00eanios&#8221; que s\u00e3o bastante citados na B\u00edblia.\n\nS\u00e3o chamados de animais-humanos, pois, segundo as antigas escrituras, s\u00e3o seres que possuem express\u00f5es humanas e corpos de animais.\n\nPodemos aqui citar algumas passagens da B\u00edblia que falam dos &#8220;quatro g\u00eanios&#8221;.\n\n<strong>Citemos alguns trechos da mensagem do profeta Ezequiel: <\/strong>\n<blockquote>&#8220;E do meio dela sa\u00eda a semelhan\u00e7a de quatro seres viventes. <strong>E esta era a sua apar\u00eancia:<\/strong> tinham a semelhan\u00e7a de homem&#8230;&#8221;\n\n&#8220;(&#8230;) cada um tinha quatro rostos, como tamb\u00e9m cada um deles quatro asas&#8221;\n\n&#8220;(&#8230;) e a semelhan\u00e7a dos seus rostos era como o rosto de homem; e \u00e0 m\u00e3o direita todos os quatro tinham o rosto de le\u00e3o, e \u00e0 m\u00e3o esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e tamb\u00e9m tinham todos os quatro o rosto de \u00e1guia&#8221;\n\n&#8220;<strong>E cada um tinha quatro rostos:<\/strong> o primeiro rosto era rosto de querubim, o segundo era rosto de homem, o terceiro era rosto de le\u00e3o, e o quarto era rosto de \u00e1guia.&#8221;<\/blockquote>\n<strong>Podemos tamb\u00e9m mostrar alguns trechos do Apocalipse de Jo\u00e3o: <\/strong>\n<blockquote>&#8220;(&#8230;) tamb\u00e9m havia diante do trono como que um mar de vidro, semelhante ao cristal; e ao redor do trono, um ao meio de cada lado, quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detr\u00e1s&#8221;\n\n&#8220;Os quatro seres viventes tinham, cada um, seis asas, e ao redor e por dentro estavam cheios de olhos&#8230;&#8221;\n\n&#8220;Um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete ta\u00e7as de ouro, cheias da ira do Deus que vive pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos. &#8220;<\/blockquote>\nFoi com grande espanto e admira\u00e7\u00e3o que os pesquisadores encontraram os restos dessas gigantescas figuras que foram constru\u00eddas na regi\u00e3o da Babil\u00f4nia h\u00e1 milhares de anos. Quando o explorador Henry Layard,explorando aquela regi\u00e3o, p\u00f4s a descoberto uma das est\u00e1tuas, foram necess\u00e1rios mais de trezentos homens para tir\u00e1-la do enorme carro em que havia sido colocada.\n\n\u00c9 bastante interessante observar essa rela\u00e7\u00e3o entre as escrituras antigas e os achados. Isso mostra que as obras de arte encontradas tinham um grande significado, n\u00e3o sendo apenas produtos da fantasia desses povos antigos.\n\nExiste tamb\u00e9m uma certa pol\u00eamica que diz respeito aos construtores dos animais-humanos e ao significado dessas obras. Alguns falam que esses seres eram &#8220;deuses austrais&#8221; dos ass\u00edrios, protetores dos pal\u00e1cios dos reis. Outros estudiosos falam que as obras s\u00e3o bem mais antigas e provavelmente tenham sido constru\u00eddas pelo antigo povo Sumeriano. Neste \u00faltimo caso, as constru\u00e7\u00f5es teriam um significado totalmente diferente, espiritual .\n\nRecomendamos, no final deste texto, alguns livros, para que as pessoas interessadas em se aprofundar neste assunto, possam tirar suas pr\u00f3prias conclus\u00f5es .\n<h4>OS JARDINS SUSPENSOS<\/h4>\nOs famosos &#8220;Jardins Suspensos da Babil\u00f4nia&#8221; se constitui em uma das sete maravilhas do mundo antigo.\n\nExistem muitas hip\u00f3teses e pol\u00eamicas sobre os Jardins Suspensos. N\u00e3o se sabe ao certo quem foi o respons\u00e1vel por sua constru\u00e7\u00e3o e nem porque foram constru\u00eddos.\n\nMuitos estudiosos disseram que os Jardins foram constru\u00eddos em 600 a.C. por ordem do poderoso Nabucodonosor II, para &#8220;agradar e consolar sua esposa preferida, Amitis, que sentia saudade das montanhas e do verde de sua terra natal&#8221;, a M\u00e9dia.\n\nNa verdade, nenhum vest\u00edgio concreto dos jardins permanece. Mas, enquanto as mais detalhadas descri\u00e7\u00f5es dos Jardins v\u00eam dos historiadores Gregos como Berossus e Diodorus, escrituras babil\u00f4nicas n\u00e3o falam nada sobre o assunto. Nos documentos do tempo de Nabucodonosor n\u00e3o h\u00e1 uma simples refer\u00eancia aos Jardins Suspensos, embora descri\u00e7\u00f5es dos pal\u00e1cios, da cidade da Babil\u00f4nia e das muralhas s\u00e3o encontradas. Mesmo os historiadores que deram descri\u00e7\u00f5es detalhadas dos Jardins Suspensos nunca os viram. Historiadores modernos argumentam que quando os soldados de Alexandre, o Grande, conquistaram a f\u00e9rtil terra da Mesopot\u00e2mia e viram a Babil\u00f4nia, eles ficaram impressionados. Mais tarde, quando eles retornaram para terra natal deles, contavam hist\u00f3ria sobre fant\u00e1sticos jardins e palmeiras da Mesopot\u00e2mia&#8230; sobre o pal\u00e1cio de Nabucodonosor&#8230; sobre a Torre de Babel e os zigurates (esp\u00e9cie de templo).\n\nAt\u00e9 hoje, arqueologistas ainda est\u00e3o trabalhando para juntar evid\u00eancias suficientes antes de alcan\u00e7ar as conclus\u00f5es finais sobre a localiza\u00e7\u00e3o dos Jardins, seu sistema de irriga\u00e7\u00e3o e sua verdadeira apar\u00eancia.\n\nAlguns pesquisadores consideram tamb\u00e9m que a data de constru\u00e7\u00e3o dos Jardins \u00e9 mais antiga que a data hoje aceita ( 600 a.C.). Talvez tivessem sido, tamb\u00e9m, os pr\u00f3prios sumerianos os construtores dessa maravilha do mundo antigo.\n\nFonte: www.socultura.com\n<h6>Babil\u00f4nia<\/h6>\n<h4>Primeiro Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico<\/h4>\nNo decorrer do s\u00e9culo XX, as descobertas arqueol\u00f3gicas no Oriente Pr\u00f3ximo, ampliaram a possibilidade de estudos acerca das sociedades antigas.\n\nEntre novas abordagens, figuram maiores revela\u00e7\u00f5es sobre as civiliza\u00e7\u00f5es da Mesopot\u00e2mia. Esses povos apareceram no vale mesopot\u00e2mico por volta do quinto mil\u00eanio antes de Cristo, provavelmente vindos de uma regi\u00e3o montanhosa ao norte do Mar C\u00e1spio.\n\nOs sum\u00e9rios foram a primeira civiliza\u00e7\u00e3o a se estabelecer na Baixa Mesopot\u00e2mia, atrav\u00e9s da cidade de Susa, \u00e0 leste do vale, e desenvolveram uma civiliza\u00e7\u00e3o grandiosa em feitos e descobertas que serviram de base para outros povos da Antig\u00fcidade.\n\nDesde a chegada dos sum\u00e9rios at\u00e9 a forma\u00e7\u00e3o do primeiro Imp\u00e9rio Babil\u00f4nico (em 2003 a.C.), uma s\u00e9rie de outros povos ocuparam a regi\u00e3o e contribu\u00edram para a composi\u00e7\u00e3o do que hoje conhecemos da hist\u00f3ria mesopot\u00e2mica.\n<h4>Enuma Elish: o poema de cria\u00e7\u00e3o Babil\u00f4nico<\/h4>\nOs babil\u00f4nios consideravam o in\u00edcio da cria\u00e7\u00e3o do universo a partir de dois deuses primordiais &#8211; Apsu, que representava as \u00e1guas primordiais abaixo da terra, e Tiamat, a personifica\u00e7\u00e3o do mar.\n\n<strong>Esses deuses estavam confundidos em um s\u00f3 e originaram quatro gera\u00e7\u00f5es de outros deuses<\/strong>: Lahmu, Lahamu, Anshar e Kishar. Estes \u00faltimos conceberam Anu, o deus do c\u00e9u, e Ea. Contudo, esses deuses se tornaram muito barulhentos e perturbadores, revoltando Apsu que tenta mat\u00e1-los. Por\u00e9m, Ea (deus da sabedoria) acaba intervindo e mata Apsu.\n\n<strong>Essa a\u00e7\u00e3o perturba Tiamat que, enraivecida, cria uma tropa de monstros assustadores:<\/strong>\n<blockquote>\n<p class=\"imagem\">Ela criou uma serpente com chifres, um drag\u00e3o mushussu e um her\u00f3i lamu,<\/p>\n<p class=\"imagem\">Um dem\u00f4nio ugalu, um c\u00e3o furioso e um homem-escorpi\u00e3o,<\/p>\n<p class=\"imagem\">Dem\u00f4nios umu agressivos, um homem-peixe e um homem-louro.<\/p>\n<\/blockquote>\nO principal entre os seus monstros \u00e9 Quingu, a quem ela confere a lideran\u00e7a de seu ex\u00e9rcito. A deusa o coloca em um trono e lhe entrega a T\u00e1bua dos Destinos.\n\nEm assembl\u00e9ia, os deuses est\u00e3o discutindo como poder\u00e3o derrotar Tiamat e sua legi\u00e3o de monstros. Esse \u00e9 o momento da entrada de Marduk, o qual promete vencer a deusa, desde que lhe seja conferido assumir como deus supremo. Os deuses da assembl\u00e9ia acataram a condi\u00e7\u00e3o de Marduk e prepararam-no para a guerra. Marduk parte \u00e0 procura de Tiamat mas, ao encontr\u00e1-la, seus seguidores hesitam e ele n\u00e3o consegue decidir o que fazer.\n\n<strong>Nessa parte do poema, \u00e9 poss\u00edvel identificar um dispositivo m\u00edtico comum para aumentar a tens\u00e3o (tamb\u00e9m usado na Epop\u00e9ia de Gilgamesh):<\/strong> colocar a vit\u00f3ria inevit\u00e1vel, temporariamente em risco. Tiamat ri com desprezo e a coragem de Marduk retorna. Desafia, ent\u00e3o, Tiamat para um combate entre os dois.\n\n<strong>Aqui acontece o cl\u00edmax do mito: a grande cena da batalha para a qual se voltavam todos os fatos:<\/strong>\n<blockquote>Face a face eles vieram, Tiamat e Marduk, com a prud\u00eancia dos deuses.\n<p class=\"imagem\">Entraram em combate, se aproximando para a batalha.<\/p>\n<p class=\"imagem\">O Senhor lan\u00e7ou a sua rede e conseguiu prend\u00ea-la,<\/p>\n<p class=\"imagem\">Para a sua face despachou o vento Imhulu para que ela n\u00e3o conseguisse fechar seus l\u00e1bios.\nOs ventos ferozes distenderam sua barriga;<\/p>\n<p class=\"imagem\">Suas entranhas estavam revoltas e ela acabou abrindo por inteiro sua boca.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Marduk atirou uma flecha que perfurou a barriga de Tiamat,<\/p>\n<p class=\"imagem\">Dividiu-a ao meio e tamb\u00e9m fendeu seu cora\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p class=\"imagem\">Derrotando-a e extinguindo sua vida.<\/p>\n<p class=\"imagem\">Atirou o corpo de Tiamat por terra e postou-se sobre seu corpo.<\/p>\n<\/blockquote>\nOs deuses que formavam parte do terr\u00edvel ex\u00e9rcito de Tiamat entraram em p\u00e2nico e tentaram fugir, mas foram capturado por Marduk e colocados na sua rede, onde curvaram-se de vergonha. Quingu [Kingu] \u00e9 deposto e a T\u00e1bua dos Destinos \u00e9 tirada de seu poder. Em seguida, Marduk cortou Tiamat na metade &#8220;como um peixe que seria posto para secar&#8221;; com metade de Tiamat, Marduk criou o firmamento do c\u00e9u e com a outra metade, construiu a terra que mant\u00e9m afastadas as \u00e1guas subterr\u00e2neas inferiores. Sobre essa terra construiu o grande templo de Esharra, onde fundou centros de culto para Anu, Enlil e Ea.\n\n<strong>A seguir, Marduk continua a organiza\u00e7\u00e3o de todo o universo: <\/strong>dando nomes aos meses do ano, dedicando a cada um deles tr\u00eas estrelas, montando locais para os grandes deuses, fazendo aparecer a lua crescente e a designando como a &#8220;j\u00f3ia da noite para marcar o final dos dias&#8221;. Da saliva de Tiamat, fez nuvens, ventos e a chuva, de seu veneno, criou um nevoeiro encapelado e com os seus olhos, abriu os rios Tigre e Eufrates.\n\nFonte: www.galeon.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Babil\u00f4nia, Capital, Cidade, Antiga, Hist\u00f3ria, Mesopot\u00e2mia, Dinastia, Cultura, Sociedade, Imp\u00e9rio, Civiliza\u00e7\u00e3o, Origem, Babil\u00f4nia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10498,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-26072","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Babil\u00f4nia - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Babil\u00f4nia - 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