{"id":25943,"date":"2015-12-22T00:00:00","date_gmt":"2015-12-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/letras-de-marchinhas-de-carnaval-4\/"},"modified":"2015-12-22T00:00:00","modified_gmt":"2015-12-22T00:00:00","slug":"letras-de-marchinhas-de-carnaval-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/letras-de-marchinhas-de-carnaval-4\/","title":{"rendered":"Letras de Marchinhas de Carnaval"},"content":{"rendered":"\n<strong>A Banca do Guarda<\/strong>\n<blockquote>Um guarda me falou, zum, zum,\nUm guarda me falou, zum, zum,\nUm guarda me falou, zum, zum,\nQue na falta de preso\nPassa a m\u00e3o em qualquer um.\nUm guarda me falou, zum, zum,\nUm guarda me falou, zum, zum,\nUm guarda me falou, zum, zum,\nQue na falta de preso\nPassa a m\u00e3o em qualquer um.\nDeixa isso pra l\u00e1 seu\nGuarda! N\u00e3o fa\u00e7a isso!\nSou do samba rasgado\nE o senhor sabe disso.\nV\u00ea se mora no assunto\nOu ent\u00e3o na jogada,\nQue eu n\u00e3o sou de briga,\nEu sou \u00e9 da batucada.<\/blockquote>\n<strong>A Baratinha<\/strong>\n<blockquote>Chega, chega, minha gente,\nQue o choro vai come\u00e7\u00e1,\nRepara como \u00e9 gostoso,\nEste samba de mat\u00e1.\nA Baratinha,\nA Baratinha,\nA Baratinha, bateu asas e voou.\nA Baratinha, iai\u00e1,\nA Baratinha, ioi\u00f4,\nA Baratinha, bateu asas e voou.\nPerna de porco, \u00e9 presunto,\nM\u00e3o de vaca, \u00e9 mocot\u00f3,\nQuem quiser viver feliz,\nDeve sempre dormir s\u00f3\u2026\nPerna de porco, \u00e9 presunto,\nM\u00e3o de vaca, \u00e9 mocot\u00f3,\nQuem quiser viver feliz,\nDeve sempre dormir s\u00f3\u2026<\/blockquote>\n<strong>A Bolsinha do Waldemar<\/strong>\n<blockquote>A bolsinha do Waldemar\nD\u00e1 pra desconfiar.\nA bolsinha do Waldemar\nD\u00e1 pra desconfiar.\nBolsinha \u00e0 tira-colo (olha a\u00ed!)\nEu acho que essa moda vai pegar.\nTem muito cabeludo se ligando\nNa transa do Waldemar.\nD\u00e1\u2026 D\u00e1 \u2026\nPra desconfiar.\nD\u00e1\u2026 D\u00e1 \u2026\nPra desconfiar.<\/blockquote>\n<strong>A Bruxa Vem A\u00ed<\/strong>\n<blockquote>Ai, a bruxa vem a\u00ed\nE n\u00e3o vem sozinha,\nVem na base do saci.\nPula, pula, pula\nNuma perna s\u00f3.\nVem largando brasa\nNo cachimbo da vov\u00f3.<\/blockquote>\n<strong>A Can\u00f4a Virou<\/strong>\n<blockquote>A canoa virou,\nDeixa virar;\nPor causa da menina,\nQue n\u00e3o soube remar. (bis)\nMenina, larga o remo,\nPula n\u2019\u00e1gua marujada.\nPula n\u2019\u00e1gua, pula n\u2019\u00e1gua, pula n\u2019\u00e1gua,\nPula n\u2019\u00e1gua, pula n\u2019\u00e1gua, pula n\u2019\u00e1gua,\nQue a can\u00f4a t\u00e1 furada.<\/blockquote>\n<strong>A Cara me Cai<\/strong>\n<blockquote>Vai !\u2026\nPor favor, me deixa em paz,\nVai !\u2026\nTeu amor, n\u00e3o quero mais.\nVai !\u2026\nPor favor, me deixa em paz,\nVai !\u2026\nTeu amor, n\u00e3o quero mais.\nVoc\u00ea j\u00e1 manchou meu lar,\nEsta magoa, n\u00e3o me s\u00e1i,\nAi\u2026, ai\u2026,\nJ\u00e1 me fez tanta vergonha, mulher,\nQue at\u00e9 a cara me c\u00e1i\u2026<\/blockquote>\n<strong>A Carta<\/strong>\n<blockquote>A carta que ela mandou,\nFoi pra mim, foi pra mim,\nA senten\u00e7a cruel,\nVer morrer um grande amor,\nNum peda\u00e7o de papel.\nA carta que tem seu telefone,\nTem um trecho em que diz,\nMeu amor vamos terminar,\nO golpe pra mim foi t\u00e3o rude,\nQue evitar eu n\u00e3o pude,\nFui for\u00e7ado a chorar\u2026<\/blockquote>\n<strong>A Casta Suzana<\/strong>\n<blockquote>Ser\u00e1 voc\u00ea a tal Suzana !\nA Casta Suzana\u2026\nDo posto Seis ?\u2026\nCoitada !\nComo est\u00e1 mudada !\u2026\nTeve \u201capendicite\u201d\nE ficou sem \u201cite\u201d\u2026\nQuando conheci Casta Suzana,\nNas areias de Copacabana\u2026\nEra namorada de um \u201cChin\u00eas\u201d\nMas olhava assim pra um \u201cJapon\u00eas\u201d\nTa\u00ed !\nDeu-se a confus\u00e3o :\nEstourou a guerra,\nChina com Jap\u00e3o !<\/blockquote>\n<strong>A Coroa do Rei<\/strong>\n<blockquote>A coroa do Rei,\nN\u00e3o \u00e9 de ouro nem de prata,\nEu tamb\u00e9m j\u00e1 usei,\nE sei que ela \u00e9 de lata.\nN\u00e3o \u00e9 ouro nem nunca foi,\nA coroa que o Rei usou,\n\u00c9 de lata barata,\nE olhe l\u00e1\u2026 borococh\u00f4\nNa cabe\u00e7a do Rei andou,\nE na minha andou tamb\u00e9m,\n\u00c9 por isso que eu digo,\nQue n\u00e3o vale um vint\u00e9m.<\/blockquote>\n<strong>A Dan\u00e7a do Cafun\u00e9<\/strong>\n<blockquote>\u00c9 cafun\u00e9,\n\u00c9 cafun\u00e9,\nNa pontinha da orelha,\nE na s\u00f3linha do p\u00e9.\nSalve a Luanda,\nSalve a Guin\u00e9,\nSalve a Bahia,\nNa dan\u00e7a do cafun\u00e9.\n\u00c9 cafun\u00e9,\n\u00c9 cafun\u00e9,\nNa pontinha da orelha,\nE na s\u00f3linha do p\u00e9.\nSalve a Luanda,\nSalve a Guin\u00e9,\nSalve a Bahia,\nNa dan\u00e7a do cafun\u00e9.\nFui na festa da ribeira,\nNa fazenda Santa F\u00e9,\nSe jogava capoeira,\nE dansava arrasta-p\u00e9,\nTinha rei, tinha rainha,\nDe Luanda e de Guin\u00e9,\nFoi a\u00ed que neste dia,\nEu entrei no cafun\u00e9\u2026.<\/blockquote>\n<strong>A Dan\u00e7a do Funicul\u00ed<\/strong>\n<blockquote>Passei um Carnaval em Veneza,\nCom muitas saudades daqu\u00ed,\nTentei cantar a Tiroleza,\nA Jardineira, mas n\u00e3o consegui.\nO povo de l\u00e1 s\u00f3 cantava,\nA sua can\u00e7\u00e3o popular,\nE eu vendo que nada arranjava,\nEntrei no cord\u00e3o e comecei a cantar ( assim )\nIamo, iamo, iamo, iamo, iamo,\nIamo, iamo, iamo, iamo, i\u00e1,\nFunicul\u00ed, funicul\u00e1\nFunicul\u00ed, funicul\u00e1\nAtacaram a Tarantela,\nE n\u00e3o quiseram mais parar !<\/blockquote>\n<strong>A Dois Mil N\u00e3o Chegar\u00e1<\/strong>\n<blockquote>Deus falou,\nQue a dois mil n\u00e3o chegar\u00e1,\nDeus falou,\nQue a dois mil n\u00e3o chegar\u00e1.\n\n\u00c9 isso mesmo, seu mo\u00e7o,\n\u00c9 pra ningu\u00e9m se entender,\nUm diz que quer ir \u00e0 lua,\nE o outro diz, que faz chover.\nNingu\u00e9m se entende,\nNingu\u00e9m sabe o que quer,\nEst\u00e1 todo mundo louco,\nSeja homem ou mulher.\nAt\u00e9 a minha noiva,\nPro meu maior desejo,\nFugiu com um velho,\nSem sequer me dar um beijo\u2026<\/blockquote>\n<strong>A e i o u<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Noel Rosa\/Lamartine Babo)<\/strong>\n<blockquote>a e i o u, w, w\nNa cartilha do Juj\u00fa\nA juju j\u00e1 sabe ler\nA Juju sabe escrever\nH\u00e1 10 anos na cartilha\nA juju j\u00e1 sabe ler\nA Juju sabe escrever\nEscreve sal com cecidilha<\/blockquote>\n<strong>A Filha de Chiquita Bacana<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Caetano Veloso)<\/strong>\n<blockquote>Eu sou a filha da chiquita bacana\nNunca entro em cana\nPorque sou fam\u00edlia demais\nPuxei \u00e0 mam\u00e3e\nN\u00e3o caio em armadilha\nE distribuo banana com os animais\nNa minha ilha\nYeh yeh yeh\nQue maravilha\nYeh yeh yeh\nEu transo todas\nSem perder o tom\nE a quadrilha toda grita\nYeh yeh yeh\nViva a filha de chiquita\nYeh yeh yeh\nEntre para \u201cwomen\u2019s liberation front<\/blockquote>\n<strong>A Fonte Secou<\/strong>\n<blockquote>Eu n\u00e3o sou \u00e1gua,\nPra me tratares assim,\nS\u00f3 na hora da sede,\n\u00c9 que procuras por mim,\nA fonte secou,\nQuero dizer que entre n\u00f3s,\nTudo acabou.\nSeu ego\u00edsmo me libertou,\nN\u00e3o deves mais me procurar,\nA fonte do nosso amor secou,\nMas os seus olhos,\nNunca mais h\u00e3o de secar.<\/blockquote>\n<strong>A Jardineira<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Benedito Lacerda-Humberto Porto)<\/strong>\n<blockquote>Oh! jardineira porque est\u00e1s t\u00e3o triste?\nMas o que foi que te aconteceu?\nFoi a cam\u00e9lia que caiu do galho,\nDeu dois suspiros e depois morreu.\n\nVem jardineira! Vem meu amor!\nN\u00e3o fiques triste que este mundo \u00e9 todo seu.\nTu \u00e9s muito mais bonita\nQue a cam\u00e9lia que morreu.<\/blockquote>\n<strong>A Lua \u00e9 Camarada<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Armando Cavalcanti e Kl\u00e9cius Caldas)<\/strong>\n<blockquote>A noite \u00e9 linda\nNos bra\u00e7os teus\n\u00c9 cedo ainda\nPra dizer adeus\nVem,\nN\u00e3o deixes pra depois, depois\nVem,\nQue a noite \u00e9 de n\u00f3s dois, n\u00f3s dois\nVem,\nQue a lua \u00e9 camarada\nEm teus bra\u00e7os quero ver\nO sol nascer.<\/blockquote>\n<strong>A Lua \u00e9 Camarada<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Armando Cavalcanti e Kl\u00e9cius Caldas)<\/strong>\n<blockquote>A noite \u00e9 linda\nNos bra\u00e7os teus\n\u00c9 cedo ainda\nPra dizer adeus\nVem,\nN\u00e3o deixes pra depois, depois\nVem,\nQue a noite \u00e9 de n\u00f3s dois, n\u00f3s dois\nVem,\nQue a lua \u00e9 camarada\nEm teus bra\u00e7os quero ver\nO sol nascer.<\/blockquote>\n<strong>A Mulata \u00c9 a Tal<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Braguinha-Ant\u00f4nio Almeida)<\/strong>\n<blockquote>Branca \u00e9 branca preta \u00e9 preta\nMas a mulata \u00e9 a tal, \u00e9 a tal!\n\nQuando ela passa todo mundo grita:\n\u201cEu t\u00f4 a\u00ed nessa marmita!\u201d\nQuando ela bole com os seus quadris\nEu bato palmas e pe\u00e7o bis\n\nAi mulata, cor de canela!\nSalve salve salve salve salve ela!<\/blockquote>\n<strong>Pipa Do Vov\u00f4<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: S\u00edlvio Santos)<\/strong>\n<blockquote>A pipa do vov\u00f4 nao sobe mais!\nA pipa do vov\u00f4 nao sobe mais!\nApesar de fazer muita for\u00e7a,\nO vov\u00f4 foi passado pra tr\u00e1s!\n\nA pipa do vov\u00f4 nao sobe mais!\nA pipa do vov\u00f4 nao sobe mais!\nApesar de fazer muita for\u00e7a,\nO vov\u00f4 foi passado pra tr\u00e1s!\n\nEle tentou mais uma empinadinha,\nMas a pipa n\u00e3o deu nenhuma subidinha.\nEle tentou mais uma empinadinha,\nMas a pipa n\u00e3o deu nenhuma subidinha\n\nA pipa do vov\u00f4 nao sobe mais!\nA pipa do vov\u00f4 nao sobe mais!\nApesar de fazer muita for\u00e7a,\nO vov\u00f4 foi passado pra tr\u00e1s!<\/blockquote>\n<strong>A Pra\u00e7a<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Carlos Imperial)<\/strong>\n<blockquote>Hoje eu acordei com saudades de voc\u00ea,\nBeijei aquela foto que voc\u00ea me ofertou,\nSentei naquele banco da pracinha s\u00f3 porque\nFoi l\u00e1 que come\u00e7ou o nosso amor.\nSenti que os passarinhos todos me reconheceram\nPois eles entenderam toda a minha solid\u00e3o\nFicaram t\u00e3o tristonhos e at\u00e9 emudeceram\nA\u00ed, ent\u00e3o, eu fiz esta can\u00e7\u00e3o\n\nA mesma pra\u00e7a, o mesmo banco, \/ As mesmas flores, o mesmo jardim.\nTudo \u00e9 igual mas estou triste, \/ Porque n\u00e3o tenho voc\u00ea perto de mim.\n\nBeijei aquela \u00e1rvore t\u00e3o linda, onde eu\nCom meu canivete, um cora\u00e7\u00e3o eu desenhei\nEscrevi no cora\u00e7\u00e3o o meu nome junto ao seu\nE meu grande amor ent\u00e3o jurei.\nO guarda ainda \u00e9 o mesmo que um dia me pegou\nRoubando uma rosa amarela pra voc\u00ea\nAinda tem balan\u00e7o, tem gangorra, meu amor\nCrian\u00e7as que n\u00e3o param de correr.\n\nAquele bom velhinho pipoqueiro foi quem viu\nQuando, envergonhado, de amor eu lhe falei\nAinda \u00e9 o mesmo sorveteiro que assistiu\nAo primeiro beijo que lhe dei.\nE a gente vai crescendo, vai crescendo e o tempo passa\nE nunca esquece a felicidade que encontrou.\nSempre eu vou lembrar do nosso banco l\u00e1 na pra\u00e7a\nFoi l\u00e1 que come\u00e7ou no nosso amor !<\/blockquote>\n<strong>A, \u00e9 \u00e9<\/strong>\n<blockquote>O mo\u00e7o ficou t\u00e3o empolgado,\nE popular da Ipiranga at\u00e9 a S\u00e9,\nSaiu da academia de Jud\u00f4,\nEntrou na Escolinha de \u201cBal\u00e9\u201d.\n\nQuando ele passa todo mundo,\nGrita \u00e9, e?\nA, \u00e9 a, \u00e9 a, \u00e9 ?\n\nNo carnaval, se veste de Colombina,\nE usa sapatinho de mulher,\nQuando ele passa todo mundo,\nGrita \u00e9, e ?\nA, \u00e9 a, \u00e9 a, \u00e9 ?\nBis\u2026<\/blockquote>\n<strong>A.B. Surdo<\/strong>\n<blockquote>Nasci na praia do vizinho 86,\nVai fazer um m\u00eas,\nVai fazer um m\u00eas,\nA minha tia me emprestou cinco mil r\u00e9is,\nPra comprar past\u00e9is,\nPra comprar past\u00e9is,\n\n\u00c9 futurismo, menina,\n\u00c9 futurismo, menina,\nPois n\u00e3o \u00e9 marcha,\nNem aqui nem l\u00e1 na China.\n\nDepois mudei-me para a Praia do Caj\u00fa,\nPara descansar,\nPara descansar,\nNo cemit\u00e9rio toda gente p\u2019ra viver,\nTem que falecer,\nTem que falecer.\n\nSeu Dromed\u00e1rio \u00e9 um po\u00e9ta de ju\u00edzo,\n\u00c9 uma coisa louca,\n\u00c9 uma coisa louca,\nPois s\u00f3 faz versos quando a lua vem saindo,\nL\u00e1 do c\u00e9u da boca,\nL\u00e1 do c\u00e9u da boca\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Abre Alas<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Chiquinha Gonzaga)<\/strong>\n<blockquote>\u00d3 abre alas que eu quero passar\n\u00d3 abre alas que eu quero passar\nEu sou da lira n\u00e3o posso negar\nEu sou da lira n\u00e3o posso negar\n\n\u00d3 abre alas que eu quero passar\n\u00d3 abre alas que eu quero passar\nRosa de ouro \u00e9 que vai ganhar\nRosa de ouro \u00e9 que vai ganhar<\/blockquote>\n<strong>Acende a Vela<\/strong>\n<blockquote>Acende a vela Iai\u00e1,\nAcende a vela,\nQue a Ligth cortou a luz,\nNo escuro eu n\u00e3o vejo aquela,\nCarinha que me seduz.\n\nAcende a vela Iai\u00e1,\nAcende a vela,\nQue a Ligth cortou a luz,\nNo escuro eu n\u00e3o vejo aquela,\nCarinha que me seduz.\n\n\u00d3 seu Ingl\u00eas da Ligth,\nA coisa n\u00e3o vai All Rigth,\nSe com Whisky n\u00e3o vai n\u00e3o,\nBota cacha\u00e7a no ribeir\u00e3o\u2026<\/blockquote>\n<strong>Acho-te Uma Gra\u00e7a<\/strong>\n<blockquote>Chora palha\u00e7o,\nChora que passa,\nPimenta nos olhos dos outros, \u00e9 refresco,\nAcho-te uma gra\u00e7a.(bis)\n\nQuerias fazer eu sofrer,\nE at\u00e9 ver a minha desgra\u00e7a,\nMas \u00e9 que eu n\u00e3o durmo com os olhos dos outros,\nAcho-te uma gra\u00e7a !<\/blockquote>\n<strong>Acorda Estela<\/strong>\n<blockquote>Acorda, abre a janela Estela,\nVem ouvir o teu cantor,\nQue batendo, o tamborim,\nVai assim,\nImplorando o teu amor,\n(abre a janela)\n\nAcorda, abre a janela Estela,\nVem ouvir o teu cantor,\nQue batendo, o tamborim,\nVai assim,\nImplorando o teu amor,\n(abre a janela)<\/blockquote>\n<strong>Acorda, Escola de Samba<\/strong>\n<blockquote>Acorda escola de samba, acorda,\nAcorda que vem rompendo o dia,\nAcorda escola de samba, acorda,\nSalve as pastoras e a bateria.\n(bis)\n\nNo morro quando vem rompendo o dia,\nNa escola, tamb\u00e9m vem raiando o samba,\nA pastora amanhece cantando,\nE a turma desperta, entoando,\nUm hino de harmonia.<\/blockquote>\n<strong>Acorda, Maria Bonita<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Ant\u00f4nio dos Santos)<\/strong>\n<blockquote>Acorda, Maria Bonita\nLevanta, vai fazer o caf\u00e9\nQue o dia j\u00e1 vem raiando\nE a pol\u00edcia j\u00e1 est\u00e1 de p\u00e9\n\nAcorda, Maria Bonita\nLevanta, vai fazer o caf\u00e9\nQue o dia j\u00e1 vem raiando\nE a pol\u00edcia j\u00e1 est\u00e1 de p\u00e9\n\nSe eu soubesse que chorando\nEmpato a tua viagem\nMeus olhos eram dois rios\nQue n\u00e3o te davam passagem\n\nCabelos pretos anelados\nOlhos castanhos delicados\nQuem n\u00e3o ama a cor morena\nMorre cego e n\u00e3o v\u00ea nada\n\nAcorda, Maria Bonita\nLevanta, vai fazer o caf\u00e9\nQue o dia j\u00e1 vem raiando\nE a pol\u00edcia j\u00e1 est\u00e1 de p\u00e9\n\nAcorda, Maria Bonita\nLevanta, vai fazer o caf\u00e9\nQue o dia j\u00e1 vem raiando\nE a pol\u00edcia j\u00e1 est\u00e1 de p\u00e9<\/blockquote>\n<strong>Adeus Helena<\/strong>\n<blockquote>Adeus Helena,\nHelena que me faz chorar,\nAdeus Helena,\nNoutros bra\u00e7os eu vou me acabar.\n\nVoc\u00ea n\u00e3o teve pena,\nPorque, criatura, porque ?\nEu vou acabar os meus dias,\nNeste inferno que achei em voc\u00ea ?\nPorque ?\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Adeus, Adeus<\/strong>\n<blockquote>Depois,\nDe destruir o teu pr\u00f3prio lar,\nDepois de me fazer tanto chorar,\nVoltas a me procurar.\n\nDepois,\nDe destruir o teu pr\u00f3prio lar,\nDepois de me fazer tanto chorar,\nVoltas a me procurar.\n\nN\u00e3o quero reviver,\nOs sofrimentos meus,\nPra sempre dizer adeus\u2026\n\nN\u00e3o quero reviver,\nOs sofrimentos meus,\nPra sempre dizer adeus\u2026<\/blockquote>\n<strong>Adeus, Vou me Embora<\/strong>\n<blockquote>Adeus, vou me embora,\nVou ver agora, se gostas de mim,\nPorque, se chorares,\nOs teus pesares vir\u00e3o de ti.\nBis\n\nQuando a gente est\u00e1 muito juntinho,\nO melhor carinho, perde o seu valor,\nQuando a gente est\u00e1 muito distante,\nBasta a saudade que \u00e9 maior que o nosso amor.\nBis\u2026<\/blockquote>\n<strong>Agora \u00e9 Cinza<\/strong>\n<blockquote>Voc\u00ea partiu,\nSaudades me deixou,\nEu chorei,\nO nosso amor, foi uma chama,\nO sopro do passado desfaz,\nAgora \u00e9 cinza,\nTudo acabado e nada mais !\u2026\n\nVoc\u00ea,\nPartiu de madrugada,\nE n\u00e3o me disse nada,\nIsso n\u00e3o se faz,\nMe deixou cheio de saudade,\nE paix\u00e3o,\nN\u00e3o me conformo,\nCom a sua ingratid\u00e3o.\n( Chorei porque )\n\nAgora desfeito o nosso amor,\nEu vou chorar de dor,\nN\u00e3o posso esquecer,\nVou viver distante dos teus olhos,\nHo ! Querida,\nN\u00e3o me deu,\nUm adeus, por despedida !\n( Chorei porque )<\/blockquote>\n<strong>\u00c1gua Lava Tudo<\/strong>\n<blockquote>Voc\u00ea notou,\nQue eu estou t\u00e3o diferente,\nVoc\u00ea notou,\nQue eu estou t\u00e3o diferente.\n\nA \u00e1gua lava lava lava tudo,\nA \u00e1gua s\u00f3 n\u00e3o lava,\nA l\u00edngua dessa gente.\n\nJ\u00e1 vieram me contar,\nQue lhe viram por a\u00ed,\nEm lugar t\u00e3o diferente,\n\nA \u00e1gua lava lava lava tudo,\nA \u00e1gua s\u00f3 n\u00e3o lava,\nA l\u00edngua dessa gente.<\/blockquote>\n<strong>\u00c1gua na Boca<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Agildo Mendes (Mendes)<\/strong>\n<blockquote>Nesse Carnaval,\nN\u00e3o quero mais saber,\nDe brigar com voc\u00ea,\nNesse Carnaval,\nN\u00e3o quero mais saber,\nDe brigar com voc\u00ea.\n\nVamos brincar juntinhos,\n\u00c1gua na boca, pra quem ficar sozinho.\nAs nossas brigas n\u00e3o podem continuar,\nPorque nosso amor, n\u00e3o pode se acabar.\n\nLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la, ei !!!\nLa, la, la, la, la, la, la, la, la, la, ei !!!<\/blockquote>\n<strong>Ai Morena<\/strong>\n<blockquote>Ai morena,\nSeria o meu maior prazer,\nPassar o carnaval contigo,\nBeijar a tua boca e depois morrer.\n\nMorena nem queira saber,\nSe um dia isso acontecer,\nSer\u00e1s uma rainha, mais rainha do que \u00e9s,\nE o Rei Momo beijar\u00e1 teus p\u00e9s !<\/blockquote>\n<strong>Ali-Bab\u00e1<\/strong>\n<blockquote>Ali, Ali, Ali, Ali-Bab\u00e1,\nAli, Ali, Ali, vem pra c\u00e1,\nVoc\u00ea matou quarenta ladr\u00f5es,\nMas aqui, tem as milh\u00f5es !\n\nVenha ver Ali,\nMinha vida aqui,\nTrabalho, trabalho e vivo mal,\nCom voc\u00ea Ali,\nVai melhorar aqui,\nVai ser maior, o nosso carnaval !<\/blockquote>\n<strong>Allah-La \u00d4<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Haroldo Lobo\/N\u00e1ssara)<\/strong>\n<blockquote>Allah-l\u00e1-\u00f4, \u00f4 \u00f4 \u00f4 \u00f4 \u00f4 \u00f4\n\nMas que calor, \u00f4 \u00f4 \u00f4 \u00f4 \u00f4 \u00f4\nAtravessamos o deserto do Saara\nO sol estava quente\nQueimou a nossa cara\n\nViemos do Egito\nE muitas vezes\nN\u00f3s tivemos que rezar\nAllah! allah! allah, meu bom allah!\nMande \u00e1gua pra ioi\u00f4\nMande \u00e1gua pra iai\u00e1\nAllah! meu bom allah<\/blockquote>\n<strong>Al\u00f4 Fevereiro<\/strong>\n<blockquote>Tamborim avisou, cuidado,\nViol\u00e3o respondeu, me espera,\nCavaquinho atacou, dobrado,\nQuando o apito chegou, j\u00e1 era.\n\nVeio o surdo e bateu, t\u00e3o forte,\nQue a cu\u00edca gemeu, de medo,\nE o pandeiro dan\u00e7ou, que sorte,\nFazer samba n\u00e3o \u00e9 brinquedo,\nTodo m\u00eas de fevereiro, morena,\nCarnaval te espera.\n\nQuerem te botar feiti\u00e7o, morena,\nMas tamb\u00e9m pudera,\nSe ele pega no teu corpo,\nVai ter gente enlouquecida,\nQuerendo entender a tua dan\u00e7a,\nQuerendo saber da tua vida\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Amar a Uma s\u00f3 Mulher<\/strong>\n<blockquote>Amar a uma s\u00f3 mulher,\nDeixando as outras todas sempre em v\u00e3o,\nPois a uma s\u00f3, a gente quer,\nCom todo o fervor do cora\u00e7\u00e3o.\n(bis)\n\nQuem pintou o amor foi um ceguinho,\nMas n\u00e3o disse a cor que ele tem,\nPenso que, s\u00f3 Deus dizer-nos vem,\nEnsinando com carinho,\nA pura cor, do quer bem.<\/blockquote>\n<strong>Amei<\/strong>\n<blockquote>Amei ? Afinal eu n\u00e3o sei,\nPra que foi que eu amei ?\nOutra vez, eu n\u00e3o sei,\nHoje minha vida \u00e9 um tormento,\nCom uma nocora\u00e7\u00e3o e a outra, no pensamento.\n\nAmei ? Afinal eu n\u00e3o sei,\nPra que foi que eu amei ?\nOutra vez, eu n\u00e3o sei,\nHoje minha vida \u00e9 um tormento,\nCom uma no cora\u00e7\u00e3o e a outra, no pensamento.\n\nEu sei, eu sei que sou pecador,\nOntem a vida te jogou nos bra\u00e7os meus,\nHoje, eu quero e n\u00e3o posso,\nTe dizer adeus\u2026<\/blockquote>\n<strong>Amei Demais<\/strong>\n<blockquote>Voc\u00ea matou,\nMinha ilus\u00e3o,\nE apunhalou,\nMeu cora\u00e7\u00e3o.\n\nVoc\u00ea matou,\nMinha ilus\u00e3o,\nE apunhalou,\nMeu cora\u00e7\u00e3o.\n\nN\u00e3o, n\u00e3o vou chorar,\nPor um amor,\nQue n\u00e3o me soube amar,\nN\u00e3o, n\u00e3o fui feliz,\nEu amei, amei demais,\nQuem n\u00e3o me quis\u2026<\/blockquote>\n<strong>Amor de Palha\u00e7o<\/strong>\n<blockquote>Um palha\u00e7o abra\u00e7ado,\nNum lampi\u00e3o apagado,\nBeijava a serpentina,\nQue lhe atirou a Colombina.\n\nUm palha\u00e7o abra\u00e7ado,\nNum lampi\u00e3o apagado,\nBeijava a serpentina,\nQue lhe atirou a Colombina.\nPalha\u00e7o, Palha\u00e7o\u2026\nA Colombina, j\u00e1 n\u00e3o volta mais,\n\nPalha\u00e7o, Palha\u00e7o\u2026\nO Arlequim te passou pra traz\u2026<\/blockquote>\n<strong>Amor de Rica<\/strong>\n<blockquote>Eu s\u00f3 me caso,\nCom mulher rica,\nAmor de rica,\nSempre fica.\n\nA rica quando morre,\nDeixa sempre hum milh\u00e3o,\nRadio, geladeira,\nDeixa at\u00e9 televis\u00e3o.\n\nA pobre quando morre,\nMinha gente, \u00e9 de amargar,\n\u00c9 a despesa do enterro,\nE presta\u00e7\u00e3o pra se pagar\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Andorinha<\/strong>\n<blockquote>Mulher casada,\nQue fica sozinha,\n\u00c9 andorinha,\n\u00c9 andorinha.\n(bis)\n\n\u00c9 andorinha,\nQue fica sozinha,\nFaz ver\u00e3o,\nAndorinha, cuidado,\nHomem casado,\nSozinho, \u00e9 gavi\u00e3o<\/blockquote>\n<strong>Apaga a Vela<\/strong>\n<blockquote>Bela, bela\nJ\u00e1 n\u00e3o posso resistir\nApaga a vela, \u00f3 bela\nApaga que eu quero dormir\n\nApaga tamb\u00e9m os teus olhos\nTeus olhos enormes de brilho azulado\nN\u00e3o passes a noite falando\nQue eu ando com o sonho atrasado<\/blockquote>\n<strong>Apareceu a Margarida<\/strong>\n<blockquote>Apareceu a Margarida,\nOl\u00e9, ol\u00e9, ol\u00e1,\nNo festival,\nVeio pra se desfolhar,\nNeste carnaval.\n( bis )\n\nCarolina,\nT\u00e3o formosa,\nDengosa ao chegar,\nDestrui-se,\nE n\u00e3o viu Margarida passar.\n\nCarolina,\nCompreenda,\nQue o mundo,\n\u00c9 uma escola.\n\nA noite era de Carolina,\nMais foi Margarida,\nQuem entrou de sola,\nOle, ole, ol\u00e1.\n( bis)<\/blockquote>\n<strong>Aquele Amor<\/strong>\n<blockquote>Aquele amor,\nMeu grande amor,\nMatou os sonhos meus,\nAquele amor,\nMeu grande amor,\nDeixou os bra\u00e7os meus.\n\nLevou consigo,\nO veneno da saudade,\nSaudade de mim !\nEu tenho muita pena,\nDo seu novo amor,\nEm cada beijo\u2026\nSentir\u00e1 meu calor !<\/blockquote>\n<strong>Aqui Geralda<\/strong>\n<blockquote>Geralda,\nSaiu de casa,\nOnde ser\u00e1 que Geralda foi parar ?\nAqui Geralda,\nAqui Geralda,\nO Charutinho est\u00e1 cansado de chorar.\n( bis )\n\nChora negr\u00e3o, na rampa,\nChora que eu tamb\u00e9m j\u00e1 chorei,\nVoc\u00ea fugiu, com um soldado da bombarda,\nAqui Geralda,\nAqui Geralda.\n\nChora negr\u00e3o, na rampa,\nChora que eu tamb\u00e9m j\u00e1 chorei,\nFoi voc\u00ea, que abandonou minha mansarda\nAqui Geralda,\nAqui Geralda.<\/blockquote>\n<strong>Arca de No\u00e9<\/strong>\n<blockquote>L\u00e1 vem o seu No\u00e9,\nComandando o batalh\u00e3o,\nMacaco vem sentado na corcunda do Le\u00e3o.\n\nE o gato faz miau, miau, miau,\nE o cachorro Lul\u00fa, uau, uau, uau, uau,\nO peru faz gl\u00fa, gl\u00fa,\nE o carneiro faz m\u00e9,\nE o galo garnis\u00e9, qu\u00e9, qu\u00e9, qu\u00e9, qu\u00e9, qu\u00e9, quer\u00e9.\n\nL\u00e1 vem o seu No\u00e9,\nComandando o batalh\u00e3o,\nMacaco vem sentado na corcunda do Le\u00e3o.\n\nE o gato faz miau, miau, miau,\nE o cachorro Lul\u00fa, uau, uau, uau, uau,\nO peru faz gl\u00fa, gl\u00fa,\nE o carneiro faz m\u00e9,\nE o galo garnis\u00e9, qu\u00e9, qu\u00e9, qu\u00e9, qu\u00e9, qu\u00e9, quer\u00e9\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Arrependida<\/strong>\n<blockquote>Arrependida por ter me tra\u00eddo,\nE causado tanta dor,\nHoje ela passa por mim,\nSem meu carinho, sem meu amor,\nChorando me pede pra voltar,\nMas o meu perd\u00e3o,\nNunca mais eu hei de dar.\n\nArrependida por ter me tra\u00eddo,\nE causado tanta dor,\nHoje ela passa por mim,\nSem meu carinho, sem meu amor,\nChorando me pede pra voltar,\nMas o meu perd\u00e3o,\nNunca mais eu hei de dar.\n\nEla foi embora, me deixou na solid\u00e3o,\nAgora volta implorando o meu perd\u00e3o,\nArrependida, me pede pra voltar,\nMas o meu perd\u00e3o, nunca mais eu hei de dar\u2026<\/blockquote>\nAs \u00c1guas V\u00e3o Rolar\n<blockquote>As \u00e1guas v\u00e3o rolar:\nGarrafa cheia eu n\u00e3o quero ver sobrar.\nEu passo a m\u00e3o na saca, saca, saca-rolha\nE bebo at\u00e9 me afogar. Deixa as \u00e1guas rolar!\n\nAs \u00e1guas v\u00e3o rolar:\nGarrafa cheia eu n\u00e3o quero ver sobrar,\nEu passo a m\u00e3o na saca, saca, saca-rolha.\nE bebo at\u00e9 me afogar.\n\nSe a pol\u00edcia por isso me prender\nE na \u00faltima hora me soltar,\nEu pego a saca, saca, saca-rolha\nE bebo at\u00e9 me afogar. Deixa as \u00e1guas rolar!<\/blockquote>\n<strong>As Cadeiras me Doem<\/strong>\n<blockquote>As cadeiras me doem doem\u2026 Doem,\nDe tanto sambar\u2026\nMais o samba est\u00e1 bom, ta\u2026\nE eu n\u00e3o posso parar\u2026\n(bis)\n\nMeu amor n\u00e3o se incomoda,\nGosta de me ver sambar\u2026\nQuando estou dentro da \u201croda\u201d\nPede at\u00e9 pra eu ficar\u2026\n(bis)\n\n( falado)\nAs cadeiras, as cadeiras\u2026\nMeu sapato est\u00e1 furado,\nMinha roupa est\u00e1 suada\u2026\nTenho o corpo j\u00e1 cansado,\nMas n\u00e3o deixo a batucada\u2026\nAs cadeiras, as cadeiras\u2026\n( bis)<\/blockquote>\n<strong>At\u00e9 Amanh\u00e3<\/strong>\n<blockquote>At\u00e9 amanh\u00e3,\nSe Deus quiser,\nSe n\u00e3o chover,\nEu volto pra te ver,\nHo ! Mulher,\nDe ti, gosto mais que outra qualquer,\nN\u00e3o \u00e9 por gosto,\n\u00c9 o destino quem quer.\nAt\u00e9 Amanh\u00e3\u2026\n\nAt\u00e9 amanh\u00e3,\nSe Deus quiser,\nSe n\u00e3o chover,\nEu volto pra te ver,\nHo ! Mulher,\nDe ti, gosto mais que outra qualquer,\nN\u00e3o \u00e9 por gosto,\n\u00c9 o destino quem quer.\nAt\u00e9 Amanh\u00e3\u2026\n\nAdeus, \u00e9 pra quem deixa a vida,\n\u00c9 sempre na certa em que eu jogo,\nTr\u00eas palavras, vou gritar por despedida,\nAt\u00e9 amanh\u00e3, at\u00e9 j\u00e1, at\u00e9 logo.\n\nO mundo \u00e9 um samba em que eu dan\u00e7o,\nSem nunca sair do meu trilho,\nVou cantando o teu nome, sem descanso,\nPois do meu samba, tu \u00e9s o estribilho\u2026<\/blockquote>\n<strong>At\u00e9 Quarta Feira<\/strong>\n<blockquote>L\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, la, l\u00e1,\nL\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, la, l\u00e1,\nL\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, la, l\u00e1, \u00e1, la, l\u00e1.\n(bis)\n\nEste n\u00e3o ano vai ser\nIgual aquele que passou:\nEu n\u00e3o brinquei,\nVoc\u00ea tamb\u00e9m n\u00e3o brinco.\nAquela fantasia que eu comprei\nFicou guardada e a sua tamb\u00e9m\nFicou pendurada,\nMas este ano est\u00e1 combinado:\nN\u00f3s vamos brincar separados!\n(bis)\n\nSe acaso meu bloco\nEncontrar o seu,\nN\u00e3o tem problema,\nNingu\u00e9m morreu.\nS\u00e3o tr\u00eas dias de folia e brincadeira,\nVoc\u00ea pra l\u00e1 e eu pra c\u00e1,\nAt\u00e9 quarta feira.\n\nL\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, la, l\u00e1,\nL\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, la, l\u00e1,\nL\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, la, l\u00e1, l\u00e1, la, l\u00e1.<\/blockquote>\n<strong>Atire a Primeira Pedra<\/strong>\n<blockquote>Covarde eu sei que me podem chamar,\nPorque n\u00e3o calo no peito esta dor,\nAtire a primeira pedra , ai, ai, ai,\nAquele que n\u00e3o sofreu por amor. ( covarde n\u00e3o sou )\n(bis)\n\nEu sei que v\u00e3o censurar, o meu proceder,\nEu sei mulher, que voc\u00ea mesma vai dizer,\nQue eu voltei pra me humilhar,\nMas n\u00e3o faz mal,\nVoc\u00ea pode at\u00e9 sorrir,\nPerd\u00e3o, foi feito pra gente pedir.<\/blockquote>\n<strong>Atr\u00e1s da Banda<\/strong>\n<blockquote>Atr\u00e1s da banda, atr\u00e1s da banda,\nEu vou, eu vou, eu vou,\nToca, toca a bandinha,\nAtr\u00e1s da banda,\nEu to na minha.\n\n\u00c9, pois \u00e9,\nCada um faz o que quer,\n\u00c9, pois \u00e9,\nTem at\u00e9 homem,\nFantasiado de mulher\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Atr\u00e1s do trio el\u00e9trico<\/strong>\n<blockquote>Atr\u00e1s do trio el\u00e9trico\ns\u00f3 n\u00e3o vai quem j\u00e1 morreu\nquem j\u00e1 botou pra rachar\naprendeu, que \u00e9 do outro lado\ndo lado de l\u00e1 do lado\nque \u00e9 l\u00e1 do lado de l\u00e1\n\nO sol \u00e9 seu\no som \u00e9 meu\nquero morrer\nquero morrer j\u00e1\n\nO som \u00e9 seu\no sol \u00e9 meu\nquero viver\nquero viver l\u00e1\n\nNem quero saber se o diabo\nnasceu, foi na bahi \u2026\nfoi na Bahia\no trio el\u00e9trico\no sol rompeu\nno meio-dia\nno meio-dia.<\/blockquote>\n<strong>Aud\u00e1cia do Bofe<\/strong>\n<blockquote>Me pediu pra ver as horas,\nFalei, s\u00e3o dez,\nS\u00e3o dez e l\u00e1 vai fuma\u00e7a,\nAchou gra\u00e7a e quis ver,\nNo meu Roscofe,\nAud\u00e1cia, do Bofe.\n\nAud\u00e1cia, do bofe,\nO meu Roscofe,\n\u00c9 t\u00e3o legal,\nDei azeite, pra ele,\nPois eu n\u00e3o sou esses bofes da Central.\nBis\u2026<\/blockquote>\n<strong>Aurora<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: M\u00e1rio Lago-Roberto Roberti)<\/strong>\n<blockquote>Se voc\u00ea fosse sincera\n\u00d4 \u00f4 \u00f4 \u00f4 Aurora\nVeja s\u00f3 que bom que era\n\u00d4 \u00f4 \u00f4 \u00f4 Aurora\n\nUm lindo apartamento\nCom porteiro e elevador\nE ar refrigerado\nPara os dias de calor\nMadame antes do nome\nVoc\u00ea teria agora\n\u00d4 \u00f4 \u00f4 \u00f4 Aurora<\/blockquote>\n<strong>Avenida Iluminada<\/strong>\n<blockquote>Eu vinha pela madrugada,\nPela avenida toda iluminada,\nAmanh\u00e3, os ranchos v\u00e3o passar,\nE o meu amor, vai desfilar,\nJ\u00e1 vejo o meu amor sorrindo,\nGanhando aplausos, da multid\u00e3o,\nSem saber que est\u00e3o rolando,\nAs l\u00e1grimas, do meu cora\u00e7\u00e3o,\nSem saber que est\u00e3o rolando,\nAs l\u00e1grimas, do meu cora\u00e7\u00e3o.\n\nEu vinha pela madrugada,\nPela avenida toda iluminada,\nAmanh\u00e3, os ranchos v\u00e3o passar,\nE o meu amor, vai desfilar,\nJ\u00e1 vejo o meu amor sorrindo,\nGanhando aplausos, da multid\u00e3o,\nSem saber que est\u00e3o rolando,\nAs l\u00e1grimas, do meu cora\u00e7\u00e3o,\nSem saber que est\u00e3o rolando,\nAs l\u00e1grimas, do meu cora\u00e7\u00e3o\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Ba-Babando<\/strong>\n<blockquote>Ba, ba, ba, babando,\nCom tanta mulher bonita,\nBa, ba, ba, babando,\nA boca da gente grita,\nMulheres ! Sou boa pra\u00e7a,\nMas tenho que usar morda\u00e7a.\n\nBa, ba, ba, babando,\nCom tanta mulher bonita,\nBa, ba, ba, babando,\nA boca da gente grita,\nMulheres ! Sou boa pra\u00e7a,\nMas tenho que usar morda\u00e7a.\n\nJ\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 tatu que ag\u00fcente,\nO decote da fulana,\nNuma blusa transparente,\nCora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e n\u00e3o se engana.\n\nJ\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 tatu que ag\u00fcente,\nO decote da fulana,\nNuma blusa transparente,\nCora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e n\u00e3o se engana\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Baile do Municipal<\/strong>\n<blockquote>O que \u00e9 que eu vou fazer ?\nSem voc\u00ea, no imenso carnaval,\nO que \u00e9 que eu vou fazer ?\nSem voc\u00ea, no municipal,\nComo \u00e9 que eu vou sorrir ?\nSe estou chorando, com \u00f3dio de voc\u00ea,\nO que \u00e9 que eu vou fazer ?\nSe por acaso, voc\u00ea aparecer.\n\nEu vou pular, eu vou cantar de alegria ! Ei !\nEu vou beber, pra afastar a nostalgia, Ei !\nEu vou mostrar a todo mundo que lhe adoro, Ei !\nEu vou\u2026 Eu vou\u2026 O que \u00e9 que eu vou ?\nSe voc\u00ea n\u00e3o aparecer.\n\nEu vou pular, eu vou cantar de alegria ! Ei !\nEu vou beber, pra afastar a nostalgia, Ei !\nEu vou mostrar a todo mundo que lhe adoro, Ei !\nEu vou\u2026 Eu vou\u2026 O que \u00e9 que eu vou ?\nSe voc\u00ea n\u00e3o aparecer\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Balanc\u00ea<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Braguinha-Alberto Ribeiro)<\/strong>\n<blockquote>\u00d4 balanc\u00ea balanc\u00ea\nQuero dan\u00e7ar com voc\u00ea\nEntra na roda morena pra ver\n\u00d4 balanc\u00ea balanc\u00ea\n\nQuando por mim voc\u00ea passa\nFingindo que n\u00e3o me v\u00ea\nMeu cora\u00e7\u00e3o quase se despeda\u00e7a\nNo balanc\u00ea balanc\u00ea\n\nVoc\u00ea foi minha cartilha\nVoc\u00ea foi meu ABC\nE por isso eu sou a maior maravilha\nNo balanc\u00ea balanc\u00ea\n\nEu levo a vida pensando\nPensando s\u00f3 em voc\u00ea\nE o tempo passa e eu vou me acabando\nNo balanc\u00ea balanc\u00ea<\/blockquote>\n<strong>Balzaqueana<\/strong>\n<blockquote>N\u00e3o quero broto, n\u00e3o quero,\nN\u00e3o quero n\u00e3o,\nN\u00e3o sou garoto\nPra viver mais de ilus\u00e3o,\nSete dias da semana,\nEu preciso ver,\nMinha balzaqueana.\n(bis)\n\nO Franc\u00eas, sabe escolher,\nPor isso ele n\u00e3o quer,\nQualquer mulher,\nPapai Balzac, j\u00e1 dizia,\nParis inteira repetia,\nBalzac acertou na pinta,\nMulher s\u00f3 depois dos trinta.<\/blockquote>\n<strong>Bananeira n\u00e3o d\u00e1 Laranja<\/strong>\n<blockquote>Bananeira n\u00e3o d\u00e1 laranja,\nCoqueiro n\u00e3o d\u00e1 caj\u00fa,\nA menina que \u00e9 direita n\u00e3o d\u00e1 canja,\nE voc\u00ea, d\u00e1 muita sopa, Maril\u00fa.\n\nBananeira n\u00e3o d\u00e1 laranja,\nCoqueiro n\u00e3o d\u00e1 caj\u00fa,\nA menina que \u00e9 direita n\u00e3o d\u00e1 canja,\nE voc\u00ea, d\u00e1 muita sopa, Maril\u00fa.\n\nVoc\u00ea quer mudar de vida,\n\u00c9 dif\u00edcil pra chuchu,\nNingu\u00e9m muda assim de vida,\nVai levando, vai levando Maril\u00fa\u2026<\/blockquote>\n<strong>Bandeira Branca<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Max Nunes\/La\u00e9rcio Alves)<\/strong>\n<blockquote>Bandeira branca, amor\nN\u00e3o posso mais.\nPela saudade\nQue me invade eu pe\u00e7o paz.\nBandeira branca, amor\nN\u00e3o posso mais.\nPela saudade\nQue me invade eu pe\u00e7o paz.\nSaudade, mal de amor, de amor\u2026\nSaudade, dor que doi demais\u2026\nVem, meu amor!\nBandeira branca eu pe\u00e7o paz.\nBandeira branca, amor\nN\u00e3o posso mais.\nPela saudade\nQue me invade eu pe\u00e7o paz.\nBandeira branca, amor\nN\u00e3o posso mais.\nPela saudade\nQue me invade eu pe\u00e7o paz.<\/blockquote>\n<strong>Barbeiro de Sevilha<\/strong>\n<blockquote>Eu conhe\u00e7o um barbeiro,\nE Sevilha,\nDe t\u00e3o p\u00e3o duro,\nN\u00e3o come h\u00e1 mais de um m\u00eas,\nFaz a barba sem agua e sem sab\u00e3o,\nMolha p pincel na lingua do fregues.\n\nO tal barbeiro,\nDe quando em vez,\nTira um bife pra comer,\nDa cara do fregues,\nSeu Garcez\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Barra Limpa<\/strong>\n<blockquote>\u00c9 barra, barra limpa,\nO que o homem quer,\nBarra, barra limpa,\n\u00c9 um estouro de mulher.\n\nMarinheiro que anda na proa,\nOlha a barra pra ver como vai,\nQuando a barra est\u00e1 limpa ele entra,\nMas se a barra \u00e9 pesada, ele sai\u2026<\/blockquote>\n<strong>Barrac\u00e3o<\/strong>\n<blockquote>Ai ! Barrac\u00e3o,\nPendurado no morro,\nQue pedindo socorro,\nA cidade a teus p\u00e9s.\n\nAi ! Barrac\u00e3o,\nTua voz eu escuto,\nN\u00e3o te esque\u00e7o um minuto,\nPor que sei quem tu \u00e9s.\n\nBarrac\u00e3o de zinco,\nTradi\u00e7\u00e3o do meu pais,\nBarrac\u00e3o de zinco,\nPobret\u00e3o, infeliz.\n( Ai! barrac\u00e3o\u2026)<\/blockquote>\n<strong>Basti\u00e3o<\/strong>\n<blockquote>Valente na picareta,\nE um covarde, quando pega na caneta,\nQue tempo enorme, ele consome,\nQuando tem que assinar o nome.\n\nValente na picareta,\nE um covarde, quando pega na caneta,\nQue tempo enorme, ele consome,\nQuando tem que assinar o nome.\n\nBasti\u00e3o,\nFoi criado na cal\u00e7ada,\nN\u00e3o viu cartilha,\nNem tabuada,\nBasti\u00e3o,\nSempre toma o bonde errado,\nN\u00e3o sabe ler\u2026\nNem \u201cBilhete Premiado\u201d\u2026<\/blockquote>\n<strong>Beb\u00ea de Proveta<\/strong>\n<blockquote>Beb\u00ea de proveta,\nBeb\u00ea de mutreta,\nO seu inventor,\nQue cara car\u00eata.\n\nPorque n\u00e3o sacou,\nDa sua veneta,\nQue a gente prefere,\nBeb\u00ea de chupeta.\n\nRomeu, Romeu,\nO que h\u00e1 com a sua Julieta ?\nTrocou voc\u00ea, por um tubo de proveta.\nBis\u2026<\/blockquote>\n<strong>Bebo Pra Esquecer<\/strong>\n<blockquote>Tenho que beber,\nPra esquecer,\nUm grande amor.\n( bis )Com os olhos,\nRasos d\u2019agua,\nEu vou cantando,\nPra esquecer a minha m\u00e1goa.<\/blockquote>\n<strong>Bicho Bom<\/strong>\n<blockquote>Lai\u00e1, lai\u00e1 l\u00e1,\nLai\u00e1, lai\u00e1 l\u00e1,\nLai\u00e1, lai\u00e1 l\u00e1,\nBicho bom \u00e9 a mulher.\n\nO bicho bom o bicho bom,\n\u00c9 a mulher,\nTem homem que n\u00e3o gosta,\nTem homem que n\u00e3o quer.\n\nOba, que legal t\u00e1 bom assim,\nNesse carnaval, vai sobrar mulher pra mim,\nOba, que legal t\u00e1 bom assim,\nNesse carnaval, vai sobrar mulher pra mim.\nBis\u2026<\/blockquote>\n<strong>Bigorrilho<\/strong>\n<blockquote>L\u00e1 em casa tem um bigorrilho,\nBigorrilho fazia mingau,\nBigorrilho foi quem me ensinou,\nA tirar o cavaco do pau,\nTrepa Antonio, siri t\u00e1 pau,\nEu tamb\u00e9m sei tirar,\nO cavaco do pau.\n(bis)\n\nDona Dad\u00e1, Dona Didi,\nSeu marido entrou al\u00ed,\nEle tem que sair,\nEle tem que sair,\nEle tem que sair,\nEle tem que sair.<\/blockquote>\n<strong>Big\u00fa<\/strong>\n<blockquote>Meu amor me chamou,\nPra fazer um big\u00fa\u2026 \u00d4, \u00d4,\nMeu amor me chamou,\nPra fazer um big\u00fa\u2026 \u00d4, \u00d4.\n\nBem juntinho no trem,\nA viagem ia bem,\nMas o guarda chegou,\nE a viagem acabou,\nS\u00e1 Mariquinha o neg\u00f3cio \u00e9 descer,\nS\u00e1 Mariquinha o neg\u00f3cio \u00e9 descer\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Bloco Bicho de P\u00e9<\/strong>\n<blockquote>Eu peguei no mato\nn\u00e3o \u00e9 carrapato\no que ser\u00e1 que \u00e9?\n\nLarga do meu p\u00e9\nLarga do meu p\u00e9\n\nMas esse tal de bicho co\u00e7a\nco\u00e7a e como co\u00e7a, seu Z\u00e9\n\nN\u00e3o vem que n\u00e3o tem\nn\u00e3o vem\nBicho de p\u00e9 de Catu\u00e7aba\ne a galera gostou\ne a galera co\u00e7ou, co\u00e7ou, co\u00e7ou\nBICHO DE P\u00c9 DE CATU\u00c7ABA<\/blockquote>\n<strong>Bloco Bico do Corvo<\/strong>\n<blockquote>Mas o que \u00e9 que v\u00e3o dizer l\u00e1 em casa?\nQue eu t\u00f4 no bico do corvo\nQue eu t\u00f4 no bico do corvo\n\nNo bico da cegonha eu vim\ndormino num sono profundo\nno bico do corvo agora eu vou\ndireto pro outro mundo\n\nAt\u00e9 no al\u00e9m\ncarrego voc\u00ea comigo\nat\u00e9 no al\u00e9m\ncarrego voc\u00ea comigo<\/blockquote>\n<strong>BLOCO CRUZ-CREDO<\/strong>\n<blockquote>Cruz-credo\nsartei de banda\nvirou feiti\u00e7o\nnunca vi coisa igual\n\neu quase ca\u00ed da cama\nlevei um susto\ne gritei no carnaval\n\n\u00ca \u00ca \u00ca \u00d4\nO BLOCO DO CRUZ-CREDO CHEGOU\n\nNa madrugada\neu vou sair, vou por a\u00ed\nvou me encantar\nse eu travar na encruzilhada\nna reza braba e no cruz-credo\neu chego l\u00e1<\/blockquote>\n<strong>Bloco da Maricota<\/strong>\n<blockquote>\u00c9 a Maricota com a direita\n\u00e9 a Maricota com a canhota\n\u00e9 a Maricota com a direita\n\u00e9 a Maricota com a canhota\nEmbodocou a minha vara, Maricota\nVeja que tamanho que t\u00e1\nEmbodocou a minha vara, Maricota\nVeja que tamanho que t\u00e1\n\nPr\u2019essa lagoa eu vou correndo pra pescar\nPr\u2019essa lagoa eu vou correndo pra pescar\nVou dar um banho na minhoca\nEu n\u00e3o sei que peixe d\u00e1\nEmbodocou a minha vara, Maricota\nVeja que tamanho t\u00e1\nEmbodocou a minha vara, Maricota\nVeja que tamanho t\u00e1<\/blockquote>\n<strong>Bloco da Pipoca<\/strong>\n<blockquote>Quero ver voc\u00ea\nPu-pu-pu-pu-pu-pu pular\nQuero ver voc\u00ea\nPu-pu-pu-pu-pu-pu pular\nFeito pipoca que n\u00e3o p\u00e1ra piru\u00e1\n\nQuero ver tamb\u00e9m\nBotar o sal pr\u00e1 temperar\nE rodar, e rodar\u2026\nN\u00e3o parar mais de pular<\/blockquote>\n<strong>Bloco da Solid\u00e3o<\/strong>\n<blockquote>Ang\u00fastia, solid\u00e3o,\nUm triste adeus em cada m\u00e3o,\nL\u00e1 vai meu bloco, vai,\nS\u00f3 desse jeito \u00e9 que ele sai,\nNa frente sigo eu,\nLevo o estandarte de um amor,\nO amor que se perdeu no carnaval,\nL\u00e1 vai meu bloco,\nL\u00e1 vou eu tamb\u00e9m,\nMais uma vez sem ter ningu\u00e9m,\nNo S\u00e1bado e Domingo,\nsegunda e ter\u00e7a-feira,\nE quarta-feira vem,\nO ano inteiro,\n\u00c9 todo assim,\nPor isso quando eu passar,\nBatam palmas pra mim.\n\nAplaudam quem sorrir,\nTrazendo l\u00e1grimas no olhar,\nMerece uma homenagem,\nQuem tem for\u00e7as pra cantar,\nT\u00e3o grande \u00e9 a minha dor,\nPede passagem quando sai,\nComigo s\u00f3,\nL\u00e1 vai meu bloco, vai\u2026<\/blockquote>\n<strong>Bloco do Balacobaco<\/strong>\n<blockquote>Ningu\u00e9m \u00e9 de ningu\u00e9m\nMas todo mundo\n\u00c9 de todo mundo\nNo carnaval eh\nDO BALACOBACO\nBACO\nBACO\nBACO\nBACO\nBACO\nBACO\nBACO\nBACO\nBACO\nDO BALACO BACO<\/blockquote>\n<strong>Bloco do Barbosa<\/strong>\n\n<strong>(UAN TCHU TRI F\u00d3R)<\/strong>\n<blockquote>\u00d4 \u00d4 Barbosa\nEssa curva \u00e9 perigosa\nSiga em frente nessa linha\nQue eu vou contar pra Tia Rosa\n\n\u00d4 \u00d4 Barbosa\nAi que dor no cora\u00e7\u00e3o\n\u00d4 \u00d4 Barbosa\nMete o p\u00e9 neste bond\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Bloco do Curupira<\/strong>\n<blockquote>Estamos preocupados com a floresta\nEstamos preocupados com todos animais\nPor isso chegou a nossa hora\n(tchan-tchan-tchan)\nQuem \u00e9 voc\u00ea\nQue p\u00f5e fogo no mato\nE n\u00e3o pensa no amanh\u00e3 ?\nQuem \u00e9 voc\u00ea\nQue suja nosso rio\nE n\u00e3o pensa no amanh\u00e3 ?\n(um, dois, tr\u00eas\u2026)\nBLOCO CURUPIRA<\/blockquote>\n<strong>Bloco do Deixa<\/strong>\n<blockquote>Deixa falar quem quiser,\nDeixa quem quiser falar,\nMas deixar de sair do deixa,\nEu n\u00e3o posso deixar.\nNo deixa eu quero brincar,\nNo deixa eu quero sorrir,\nS\u00f3 deixo de sair do deixa,\nNo dia que o deixa, deixar de existir.\n\nDeixa falar quem quiser,\nDeixa quem quiser falar,\nMas deixar de sair do deixa,\nEu n\u00e3o posso deixar.\nNo deixa eu quero brincar,\nNo deixa eu quero sorrir,\nS\u00f3 deixo de sair do deixa,\nNo dia que o deixa, deixar de existir.\n\nDo deixa eu n\u00e3o vou sair,\nS\u00f3 deixo de sair do deixa,\nNo dia que o deixa falir,\nAgora eu deixo,\nE vou falar a verdade,\nCom o deixa simpatizei,\nCom o deixa, eu deixo a minha amizade\u2026<\/blockquote>\n<strong>Bloco do Juca Teles<\/strong>\n<blockquote>Respeit\u00e1vel p\u00fablico\nDo sert\u00e3o das cotias!\nHoje estamos aqui para convid\u00e1-los\na participarem das festividades de Momo.\nComo viver sentindo a passagem do tempo?\nDo c\u00e9u, do purgat\u00f3rio\ne do inferno, ningu\u00e9m escapa.\nSabem porqu\u00ea?\n\nTEM QUE GRITAR (\u00d4 \u00d4)\nTEM QUE MOSTRAR (\u00d4 \u00d4)\nTEM QUE CANTAR (\u00d4 \u00d4)\nTEM QUE CANTAR\n\nJUCA TELES\nAMORA EM FLOR\nBOCA DO POVO\nS\u00c3O PALAVRAS DE AMOR\n\nChegaram as cotias do sert\u00e3o\ntrazendo not\u00edcias, confus\u00e3o\nlan\u00e7ando dardos\ntanto quanto o carnaval\ne que ningu\u00e9m se lixe\ne nem se\u2026\nnem nos leve a mal (\u00f4 \u00f4 \u00f4 \u00f4 \u00f4)\ne nem nos leve a mal<\/blockquote>\n<strong>Bloco do Sujo<\/strong>\n<blockquote>Olha o bloco de sujo,\nQue n\u00e3o tem fantasia,\nMas que traz alegria,\nPara o povo sambar,\n\nOlha o bloco de sujo,\nVai batendo na lata,\nAlegria barata,\nCarnaval \u00e9 pular.\nOlha o bloco de sujo,\nQue n\u00e3o tem fantasia,\nMas que traz alegria,\nPara o povo sambar,\nOlha o bloco de sujo,\nVai batendo na lata,\nAlegria barata,\nCarnaval \u00e9 pular.\n\nPl\u00e1c, plac, plac,\nBate a lata,\nPlac, plac, plac,\nBate a lata,\nPlac, plac, plac,\nSe n\u00e3o tem tamborim,\nPlac, plac, plac,\nBate a lata,\nPlac, plac, plac,\nBate a lata,\nPlac, plac, plac,\nCarnaval \u00e9 assim !\u2026<\/blockquote>\n<strong>Bloco P\u00e9 Na Cova<\/strong>\n<blockquote>Entre nesse bloco amigo\nVem pular junto comigo\nVem que o neg\u00f3cio \u00e9 s\u00e9rio\n\u00c9 transa de cemit\u00e9rio\n\nEntre nessa onda\nEssa moda \u00e9 nova\nA mo\u00e7ada toda\nSubmete a prova\nFeito alucinado\nCom o p\u00e9 na cova\nPuxa, puxa, puxa\nQue puxando estica\n\nPuxa, puxa, puxa\nQue puxando estica\nEssa gente boa veio do benfica<\/blockquote>\n<strong>Bo\u00eamio de Ra\u00e7a<\/strong>\n<blockquote>S\u00f3 vou dormir,\nDepois da quarta feira,\nS\u00f3 vou dormir,\nDepois da quarta feira,\nN\u00e3o quero \u00e1gua,\nSou bo\u00eamio e tenho ra\u00e7a,\nO que eu quero \u00e9 movimento,\nMuita mulher e cacha\u00e7a.\nS\u00f3 vou dormir,\nDepois da quarta feira,\n\nS\u00f3 vou dormir,\nDepois da quarta feira,\nN\u00e3o quero \u00e1gua,\nSou bo\u00eamio e tenho ra\u00e7a,\nO que eu quero \u00e9 movimento,\nMuita mulher e cacha\u00e7a.\n\nJ\u00e1 dormi muito nesta vida,\nAgora vou me divertir,\nDepois da quarta feira,\nTenho tanto, tanto tempo pra dormir,\nVou descontar,\nO tempo que eu perdi antigamente,\nBasta o sono,\nQue vir\u00e1 eternamente\u2026<\/blockquote>\n<strong>Boi da Cara Preta<\/strong>\n<blockquote>Boi, boi, boi,\nBoi da cara preta\npega essa crian\u00e7a\nque tem medo de careta.\n\nBoi, boi, boi,\nBoi da cara preta\npega essa crian\u00e7a\nque tem medo de careta.<\/blockquote>\n<strong>Bonequinha I\u00ea, I\u00ea, I\u00ea<\/strong>\n<blockquote>Bonequinha i\u00ea, i\u00ea, i\u00ea,\nVou dar corda em voc\u00ea,\nVai e vem,\nC\u00e1i nos meus bra\u00e7os nen\u00e9m.\n(bis)\n\nQuerem acabar,\nCom seu i\u00ea, i\u00ea, i\u00ea,\nEu n\u00e3o vou deixar,\nEles tem inveja de voc\u00ea !<\/blockquote>\n<strong>Bota Camisinha<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Chacrinha)<\/strong>\n<blockquote>Bota camisinha\nBota meu amor\nQue hoje t\u00e1 chovendo\nN\u00e3o vai fazer calor\n\nBota a camisinha no pesco\u00e7o\nBota geral\nN\u00e3o quero ver ningu\u00e9m\nSem camisinha\nPr\u00e1 n\u00e3o se machucar\nNo Carnaval\u2026<\/blockquote>\n<strong>Bot\u00e3o de Rosa<\/strong>\n<blockquote>Roubaram um bot\u00e3o de rosa,\nDa\u00ed, deu-se a confus\u00e3o,\nA rosa, toda chorosa,\nAcusa o cravo de roubar o seu bot\u00e3o.\n\nRoubaram um bot\u00e3o de rosa,\nDa\u00ed, deu-se a confus\u00e3o,\nA rosa, toda chorosa,\nAcusa o cravo de roubar o seu bot\u00e3o.\n\nHouve briga,\nHouve briga entre as flores,\nHouve briga entre as flores, do jardim,\nMas o cravo, nesse caso, com as dores,\nJogou a culpa toda no jasmim,\nE o jardineiro perguntou, na confus\u00e3o,\nPra que tanto barulho, s\u00f3 por causa de um bot\u00e3o ?\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Break, Break<\/strong>\n<blockquote>Break, break, break, legal,\nBreak, break, break,\nPra pular no carnaval,\nBreak, break, break, legal,\nBreak, break, break,\nPra pular no carnaval.\n\nVem c\u00e1, neguinho,\nMostra como \u00e9 que \u00e9,\nQue a gente se enrosca todo,\nDa cabe\u00e7a at\u00e9 o p\u00e9.\nBis\u2026<\/blockquote>\n<strong>Brigas de Amor<\/strong>\n<blockquote>Voc\u00ea foi chegando,\nVoc\u00ea foi entrando,\nSem pedir licen\u00e7a,\nO seu amor ingrato,\nFez gato sapato,\nDo meu cora\u00e7\u00e3o,\nQuando percebi o perigo que havia,\nNa sua presen\u00e7a,\nEu resistir, eu quis gritar, quis fugir,\nMas n\u00e3o pude mais n\u00e3o,\nMil vezes brigamos, mil juras trocamos,\nNos reconciliamos,\nE agora nem Cristo,\nSeria capaz de acabar com isto\u2026<\/blockquote>\n<strong>Cabeleira Do Zez\u00e9<\/strong>\n<blockquote>Olha a cabeleira do zez\u00e9!\nSer\u00e1 que ele \u00e9?!\nSer\u00e1 que ele \u00e9?!\nSer\u00e1 que ele \u00e9 bossa nova?\nSer\u00e1 que ele \u00e9 maom\u00e9?\nParece que \u00e9 transviado,\nMas isso eu n\u00e3o sei se ele \u00e9.\nCorta o cabelo dele!\nCorta o cabelo dele!<\/blockquote>\n<strong>Cacha\u00e7a<\/strong>\n<blockquote>Voc\u00ea pensa que cacha\u00e7a \u00e9 \u00e1gua\nCacha\u00e7a n\u00e3o \u00e9 \u00e1gua n\u00e3o\nCacha\u00e7a vem do alambique\nE \u00e1gua vem do ribeir\u00e3o\nPode me faltar tudo na vida\nArroz feij\u00e3o e p\u00e3o\n\nPode me faltar manteiga\nE tudo mais n\u00e3o faz falta n\u00e3o\nPode me faltar o amor\nH\u00e1, h\u00e1, h\u00e1, h\u00e1!\nIsto at\u00e9 acho gra\u00e7a\nS\u00f3 n\u00e3o quero que me falte\nA danada da cacha\u00e7a<\/blockquote>\n<strong>Cacha\u00e7a n\u00e3o \u00e9 \u00e1gua<\/strong>\n<blockquote>Voc\u00ea pensa que cacha\u00e7a \u00e9 \u00e1gua?\nCacha\u00e7a n\u00e3o \u00e9 \u00e1gua n\u00e3o.\nCacha\u00e7a vem do alambique\nE \u00e1gua vem do ribeir\u00e3o.\n\nPode me faltar tudo na vida:\nArroz, feij\u00e3o e p\u00e3o.\nPode me faltar manteiga\nE tudo mais n\u00e3o faz falta n\u00e3o.\n\nPode me faltar o amor\n(Isso que acho gra\u00e7a).\nS\u00f3 n\u00e3o quero que me falte\nA danada da cacha\u00e7a.<\/blockquote>\n<strong>Caiu Na Rede<\/strong>\n<blockquote>Caiu na rede \u00e9 peixe,\nLe-le-\u00e1!\u2026\nEu n\u00e3o posso bobear.\n\nA mar\u00e9 t\u00e1 cheia\nt\u00e1-t\u00e1-t\u00e1-t\u00e1-t\u00e1-t\u00e1!\n\nCheia de sereia\nNo anzol\nQuerendo se enfiar.<\/blockquote>\n<strong>Can Can<\/strong>\n<blockquote>Tem francesinha no sal\u00e3o\nTem francesinha no cord\u00e3o\nEla \u00e9 um sonho de mulher\nVem do folies berg\u00e8res\nUh l\u00e1 l\u00e1 tr\u00e9s bien!\nMaestro ataca o can can!<\/blockquote>\n<strong>Chik Chik Bum<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Ant\u00f4nio Almeida)<\/strong>\n<blockquote>Chik chik chik chik chik bum!\nChik chik chik chik chik bum!\nPare o bonde, pare o bonde\nQue inda vai entrar mais um\n\nQuando eu pego o bonde errado\nVou at\u00e9 o fim da linha\nE pra desfar\u00e7ar as m\u00e1goas\nVou tocando a campainha\nOutro dia eu distra\u00ed\nPasseando com meu bem\nPeguei o estrada de ferro\nPensando que fosse um trem<\/blockquote>\n<strong>Chiquita Bacana<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Braguinha-Alberto Ribeiro)<\/strong>\n<blockquote>Chiquita Bacana l\u00e1 da Martinica\nSe veste com uma\nCasca de banana nanica.\n\nN\u00e3o usa vestido, n\u00e3o usa cal\u00e7\u00e3o;\nInverno pra ela \u00e9 pleno ver\u00e3o.\nExistencialista (com toda raz\u00e3o!),\nS\u00f3 faz o que manda o seu cora\u00e7\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Chuva, Suor e Cerveja<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Caetano Veloso)<\/strong>\n<blockquote>N\u00e3o se perca de mim\nN\u00e3o se esque\u00e7a de mim\nN\u00e3o desapare\u00e7a\nQue a chuva t\u00e1 caindo\nE quando a chuva come\u00e7a\nEu acabo perdendo a cabe\u00e7a\nN\u00e3o saia do meu lado\nSegure o meu pierrot molhado\nE vamos embolar ladeira abaixo\nAcho que a chuva ajuda a gente a se ver\nVenha veja deixa beija seja\nO que deus quiser\nA gente se embala se embola se embola\nS\u00f3 p\u00e1ra na porta da igreja\nA gente se olha se beija se molha\nDe chuva suor e cerveja<\/blockquote>\n<strong>Coitadinho do Papai<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: H. de Almeida e M. Garcez)<\/strong>\n<blockquote>Mam\u00e3e quer saber\nonde \u00e9 que o velho vai\nPode at\u00e9 chover\nque toda noite o velho sai\n\nPapai diz que vai\nl\u00e1 pr\u00e1 companhia\nQue tem reuni\u00e3o de diretoria\nMam\u00e3e desconfia\nmas, n\u00e3o sabe onde ele vai\nSe um dia ela descobre\ncoitadinho do papai !<\/blockquote>\n<strong>Colombina I\u00ea I\u00ea I\u00ea<\/strong>\n<blockquote>Colombina onde vai voc\u00ea\nEu vou dan\u00e7ar o i\u00ea i\u00ea i\u00ea\n\nA gangue s\u00f3 me chama de palha\u00e7o (\u00e9 a m\u00e3e!)\nPalha\u00e7o (\u00e9 a m\u00e3e!)\nPalha\u00e7o (\u00e9 a m\u00e3e!)\nE a minha colombina que \u00e9 voc\u00ea\nS\u00f3 quer saber de i\u00ea i\u00ea i\u00ea<\/blockquote>\n<strong>Com que roupa?<\/strong>\n<blockquote>Agora vou mudar minha conduta\nEu vou pra luta\nPois eu quero me aprumar\nVou tratar voc\u00ea com for\u00e7a bruta\nPra poder me reabilitar\nPois esta vida n\u00e3o est\u00e1 sopa\nE eu pergunto com que roupa?\n\nCom que roupa que eu vou?\nPro samba que voc\u00ea me convidou\nCom que roupa eu vou?\nPro samba que voc\u00ea me convidou\n\nAgora eu n\u00e3o ando mais fagueiro\nPois o dinheiro\nN\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de ganhar\nMesmo eu sendo um cabra trapaceiro\nN\u00e3o consigo ter nem pra gastar\nEu j\u00e1 corri de vento em popa\nMas agora com que roupa?\n\nEu hoje estou pulando como sapo\nPra ver se escapo\nDesta praga de urubu\nJ\u00e1 estou coberto de farrapo\nEu vou acabar ficando nu\nMeu palet\u00f3 virou estopa\nEu nem sei mais com que roupa?\n\nSeu portugu\u00eas agora foi-se embora\nJ\u00e1 deu o fora\nE levou seu capital\nEsqueceu quem tanto amava outrora\nFoi no Adamastor pra Portugal\nPra se casar com uma cachopa\nE agora com que roupa?<\/blockquote>\n<strong>Compensou<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Jota Jr.\/Vicente Longo)<\/strong>\n<blockquote>Passei a semana inteirinha\nEsperando voc\u00ea\nAquele domingo que vinha\ntrazendo voc\u00ea\n\nMas compensou, mas compensou\nMas compensou, mas compensou\n\nEu vou mostrar pra voc\u00ea\ncomo se mata a saudade\nQue coisa danada, que d\u00f3i de verdade\nAi, ui, ai, ui, ui\nAi, ui, ai, ui, ui<\/blockquote>\n<em>Confete<\/em>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: David Nasser e Jota J\u00fanior)<\/strong>\n<blockquote>Confete\nPedacinho colorido de saudade\nAi, ai, ai, ai,\nAo te ver na fantasia que usei\n\nConfete\nConfesso que chorei\nChorei porque lembrei\nDo carnaval que passou\nDaquela Colombina que comigo brincou\n\nAi, ai, confete\nSaudade do amor que se acabou<\/blockquote>\n<strong>Cora\u00e7\u00e3o Corinthiano<\/strong>\n<blockquote>Doutor, eu n\u00e3o me engano,\nMeu cora\u00e7\u00e3o \u00e9 corinthiano\nDoutor, eu n\u00e3o me engano,\nMeu cora\u00e7\u00e3o \u00e9 corinthiano\nEu n\u00e3o sabia mais o que fazer\nTroquei um cora\u00e7\u00e3o cansado de sofrer!\nAh! Doutor, eu n\u00e3o me engano,\nBotaram Outro Cora\u00e7\u00e3o Corinthiano!<\/blockquote>\n<strong>Dama das Cam\u00e9lias<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o de Barro e Alcyr P. Vermelho)<\/strong>\n<blockquote>A sorrir voc\u00ea me apareceu \/ E as flores que voc\u00ea me deu\nGuardei no cofre da recorda\u00e7\u00e3o \/ Por\u00e9m depois voc\u00ea partiu\nPr\u00e1 muito longe e n\u00e3o voltou \/ E a saudade que ficou\nN\u00e3o quis abandonar meu cora\u00e7\u00e3o \/ A minha vida se resume\nOh! Dama das Cam\u00e9lias \/ Em duas flores sem perfume\nOh! Dama das Cam\u00e9lias.<\/blockquote>\n<strong>Daqui N\u00e3o Saio<\/strong>\n<blockquote>Daqui n\u00e3o saio!\nDaqui ningu\u00e9m me tira!\nOnde \u00e9 que eu vou morar?\nO senhor tem paci\u00eancia de esperar!\n\u2018inda mais com quatro filhos,\nOnde \u00e9 que vou parar?!\u2026\n\nSei que o senhor\nTem raz\u00e3o de querer\nA casa pra morar,\nMas onde eu vou ficar?!\nNesse mundo ningu\u00e9m\nPede por esperar,\nMas j\u00e1 dizem por a\u00ed\nQue a vida vai melhorar.<\/blockquote>\n<strong>Dig dim dim<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Vicente Longo e Waldemar Camargo)<\/strong>\n<blockquote>\u00c9 hoje que eu vou pra farra\nNingu\u00e9m me agarra\nEu vou me espalhar\n\nMaestro manda aquela brasa\nSa\u00ed de casa pra v\u00ea bumbo furar\n\nMas se bumbo furar\nDeixa a cisa pra mim\nEu vou de garrafa batendo assim\n\nDig dim, dig dim, dim\nDig dim, dig dim, dim<\/blockquote>\n<strong>Disco voador<\/strong>\n<blockquote>Voc\u00ea Ja viu, um disco voador,\nn\u00e3o, n\u00e3o n\u00e3o senhor\nO disco Vai, vai,\nO disco vem, vem\nDesaparece no al\u00e9m\nEssa historia de disco voador\n\u00e9 S\u00e3o Pedro brincando de I\u00d4I\u00d4<\/blockquote>\n<strong>Enfeite de Carnaval<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Walter Pimenta)<\/strong>\n<blockquote>O meu amor cortou o la\u00e7o da amizade\nBrigou comigo sem motivo e compaix\u00e3o\nS\u00f3 porque passei tr\u00eas dias na cidade\nExpulsou-me do meu quarto e fui pro ch\u00e3o\nAi, ai, ai, que triste sina\nOh que luta desigual\nS\u00f3 porque a Colombina enfeitou meu carnaval\nAi, ai, ai, que triste sina\nOh que luta desigual\nS\u00f3 porque a Colombina enfeitou meu carnaval<\/blockquote>\n<strong>Espanhola<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Benedicto Lacerda\/Haroldo Lobo)<\/strong>\n<blockquote>Espanhola\nEu quero\nQuero, quero\nVer voc\u00ea sambar\n\nJoga fora a castanhola\nQue eu lhe dou um pandeiro\nPra brincar\n\nN\u00e3o sou toureiro,\nN\u00e3o pego touro \u00e0 unha,\nN\u00e3o fui a Catalunha,\nMas j\u00e1 ouvi voc\u00ea cantar.\nEspanhola voc\u00ea canta muito bem,\nMas eu quero,\nquero ver voc\u00ea sambar.\n\nEspanhola,\nEu quero, quero\nVer voc\u00ea sambar.\nJoga fora a castanhola,\nQue eu lhe dou o pandeiro\nPra brincar!!!\u2026<\/blockquote>\n<strong>Est\u00e1 Chegando a Hora<\/strong>\n<blockquote>Quem parte leva saudades de algu\u00e9m que fica chorando de dor\nPor isso eu n\u00e3o quero lembrar quando partiu meu grande amor\nAi, ai, ai ai, ai ai ai,est\u00e1 chegando a hora\nO dia j\u00e1 vem raiando, meu bem, eu tenho que ir embora<\/blockquote>\n<strong>Est\u00e3o Voltando as Flores<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Paulo Soledade)<\/strong>\n<blockquote>V\u00ea, est\u00e3o voltando as flo\u2026.res\nV\u00ea, nessa manh\u00e3 t\u00e3o lin\u2026.da\nV\u00ea, como \u00e9 bonita a vi\u2026..da\nV\u00ea, h\u00e1 esperan\u00e7a ain\u2026\u2026da\nV\u00ea, as nuvens v\u00e3o passan\u2026\u2026do\nV\u00ea, um novo c\u00e9u se abrin\u2026\u2026do\nV\u00ea, o sol iluminan\u2026..do\nPor onde n\u00f3s vamos indo\nPor onde n\u00f3s vamos indo.<\/blockquote>\n<strong>Estrela do Mar<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Marino Pinto e Paulo Soledade)<\/strong>\n<blockquote>Um pequenino gr\u00e3o de areia \/ Era um eterno sonhador\n\nOlhando o c\u00e9u viu uma estrela \/ Imaginou coisas de amor\n\nPassaram anos muitos anos \/ Ela no c\u00e9u ele no mar\n\nDizem que nunca o pobrezinho \/ P\u00f4de com ela se encontrar\n\nSe houve ou se n\u00e3o houve \/ Alguma coisa entre eles dois\n\nNingu\u00e9m pode at\u00e9 hoje afirmar \/ O certo \u00e9 que depois\n\nMuito depois \/ Apareceu a estrela do mar<\/blockquote>\n<strong>Eu, Voc\u00ea e o Luar<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Hil\u00e1rio Washington e Celso Garcia)<\/strong>\n<blockquote>Passeando \u00e0 beira mar\nEu voc\u00ea e o luar\nTinha um vento que soprava forte\nTinha a onda que quebrava\nNum convite para amar\nE o amor voc\u00ea jurou\nQuando o cora\u00e7\u00e3o bateu\nTantos beijos e abra\u00e7os\nDe vergonha a lua se escondeu<\/blockquote>\n<strong>Evoca\u00e7\u00e3o N\u00ba 1<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Nelson Ferreira)<\/strong>\n<blockquote>Felinto, Pedro Salgado, Guilherme, Fenelon\nCad\u00ea teus blocos famosos\nBloco das Flores, Andaluzas, Pirilampos, Ap\u00f4s-Fum\nDos carnavais saudosos\n\nNa alta madrugada\nO coro entoava\nDo bloco a marcha-regresso\nE era o sucesso dos tempos ideais\nDo velho Raul Moraes\nAdeus adeus minha gente\nQue j\u00e1 cantamos bastante\nE Recife adormecia\nFicava a sonhar\nAo som da triste melodia<\/blockquote>\n<strong>Flor Tropical<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Ary Barroso)<\/strong>\n<blockquote>Foram l\u00e1 fora buscar\nComo atra\u00e7\u00e3o singular\nDona Chiquita da Martinica\nE a espanhola de xale e castanhola\nMas morena trigueira\nQue tem diploma e cartaz\nP\u00f4s a Chiquita e a espanhola\nNo chinelo pra nunca mais\n\n\u00d3 morena moreninha\nFlor do jardim tropical\n\u00c9s de direito e de fato\nA rainha do meu carnaval<\/blockquote>\n<strong>Foi ela!<\/strong>\n<blockquote>Quem quebrou meu viol\u00e3o\nDe estima\u00e7\u00e3o?\nFoi ela!\nQuem fez do meu cora\u00e7\u00e3o\nSeu barrac\u00e3o?\nFoi ela!\n\nE depois me abandonou, \u00f4, \u00f4\nMinha casa se despovoou\nQuem me fez t\u00e3o infeliz\nS\u00f3 porque quis?\nFoi ela!\n\nFoi um sonho que findou, \u00f4, \u00f4\nUm romance que acabou, \u00f4, \u00f4\nQuem fingiu gostar de mim\nAt\u00e9 o fim?\nFoi ela!<\/blockquote>\n<strong>Gelinho<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Manoel Ferreira e Ruth Amaral)<\/strong>\n<blockquote>Me d\u00e1 um gelinho a\u00ed\nEu t\u00f4 a cem por hora\nSe n\u00e3o parar o calor\nEu jogo a roupa fora!\n(Bis)\n\n\u00c9 agora, \u00e9 agora\u2026\nQue eu jogo a roupa fora!\n(Bis)<\/blockquote>\n<strong>Grau Dez<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Ary Barroso\/Lamartine Babo)<\/strong>\n<blockquote>Yo te quiero\n\nA vit\u00f3ria h\u00e1 de ser tua, tua, tua\nMorenininha prosa\nL\u00e1 no c\u00e9u a pr\u00f3pria lua, lua, lua\nN\u00e3o \u00e9 mais formosa\nRainha da cabe\u00e7a aos p\u00e9s\nMorena eu te dou grau dez!\n\nO ingl\u00eas diz \u201cyes, my baby\u201d\nO alem\u00e3o diz \u201ci\u00e1, corra\u00e7\u00e3o\u201d\nO Franc\u00eas diz \u201cbonjour, mon amour\u201d\nTr\u00e8s bien! Tr\u00e8s bien! Tr\u00e8s bien!\n\nO argentino ao te ver t\u00e3o bonita\nToca um tango e s\u00f3 diz \u201cMilonguita\u201d\nO chin\u00eas diz que diz, mas n\u00e3o diz\nPede bis! Pede bis! Pede bis!\n\nYo te quiero<\/blockquote>\n<strong>Hino do 1\u00ba Carnaguari<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Luiz Bezerra\/Participa\u00e7\u00e3o do bloco olh\u00e3o)<\/strong>\n<blockquote>Isto \u00e9 Carnaguari\n\u00c9 festa do cora\u00e7\u00e3o\nViemos pra fazer rir\nCom o nosso bloco \u201cOlh\u00e3o\u201d\n\nEu quero gritar,\nEu quero pular,\nEu quero sambar at\u00e9 cair,\nE agora que eu estou aqui,\nEu vou me banhar no Rio Aguari!<\/blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>Hino do Carnaval Brasileiro<\/strong><\/p>\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Lamartine Babo)<\/strong>\n<blockquote>Salve a morena\n\nA cor morena do Brasil fagueiro\nSalve o pandeiro\n\nQue desce do morro pr\u00e1 fazer a marca\u00e7\u00e3o\nS\u00e3o, s\u00e3o, s\u00e3o\nS\u00e3o quinhentas mil morenas\nLoiras, cor de laranja, cem mil\nSalve, salve\n\nTeu carnaval, Brasil\nSalve a loirinha\n\nDos olhos verdes cor das nossas matas<\/blockquote>\n<strong>Salve a mulata<\/strong>\n<blockquote>Cor de canela, nossa grande produ\u00e7\u00e3o\nS\u00e3o, s\u00e3o, s\u00e3o\nS\u00e3o quinhentas mil morenas\n\nLoiras, cor de laranja, cem mil\nSalve, salve\nTeu carnaval, Brasil<\/blockquote>\n<strong>Iai\u00e1 Boneca<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Ary Barroso)<\/strong>\n<blockquote>Depois da jardineira que chorando sumiu\nNum dia do outro carnaval\nDepois da tirolesa que cantando fugiu\nDeixando todo mundo mal\nChegou a vez de dominar\nImperar como rainha de encantos sem par\nIai\u00e1 Boneca a brasileirinha emo\u00e7\u00e3o\n\nDona do meu cora\u00e7\u00e3o\nAi ai como \u00e9 bonita\nAi ai como \u00e9 formosa\nAi ai Iai\u00e1 boneca \u00e9 um bot\u00e3o de rosa\nIai\u00e1 me d\u00e1 uma esmolinha\nDos beijos teus pelo amor de deus\nIai\u00e1 me d\u00e1 uma esmolinha\nDos beijos teus pelo amor de deus<\/blockquote>\n<strong>\u00cdndio Quer Apito<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Haroldo Lobo-Milton de Oliveira)<\/strong>\n<blockquote>\u00ca, \u00ea, \u00ea, \u00ea, \u00ea, \u00cdndio quer apito,\nSe n\u00e3o der pau vai comer!\n\nL\u00e1 no bananal mulher de branco\nLevou pra pra \u00edndio colar esquisito.\n\u00cdndio viu presente mais bonito.\nEu n\u00e3o quer colar! \u00cdndio quer apito!<\/blockquote>\n<strong>Jardineira<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Benedito Lacerda e Humberto Porto)<\/strong>\n<blockquote>Oh! jardineira, por que est\u00e1s t\u00e3o triste?\nMas o que foi que te aconteceu?\n\u2013 Foi a cam\u00e9lia que caiu do galho,\nDeu dois suspiros e depois morreu.\n\nVem jardineira! Vem meu amor!\nN\u00e3o fique triste que este mundo \u00e9 todo teu.\nTu \u00e9s muito mais bonita\nQue a cam\u00e9lia que morreu \u2026\u2026<\/blockquote>\n<strong>JouJoux e Balangand\u00e3s<\/strong>\n<blockquote>Joujoux, joujoux? Que \u00e9 meu balagand\u00e3?\nAqui estou eu A\u00ed est\u00e1s tu\nMinha joujoux Meu balagand\u00e3\nN\u00f3s dois Depois\nO sol do amor que manh\u00e3s\nDe bra\u00e7os dados Dois namorados\nJ\u00e1 sei Joujoux Balagand\u00e3s\n\nSeja em Paris Ou nos Brasis\nMesmo distantes Somos constantes\nTudo nos une Que coisa rara\nNo amor nada nos separa<\/blockquote>\n<strong>Jura<\/strong>\n<blockquote>Jura, jura, jura pelo Senhor!\nJura pela imagem\nDa Santa Cruz do Redentor\nPra ter valor a tua\u2026\n\nJura, jura, jura de cora\u00e7\u00e3o,\nPara que um dia\nEu possa dar-te o amor\nSem mais pensar na ilus\u00e3o.\n\nDa\u00ed, ent\u00e3o, dar-te eu irei\nO beijo puro da catedral do amor\nDos sonhos meus,\nBem junto aos teus\nPara fugirmos das afli\u00e7\u00f5es da dor.<\/blockquote>\n<strong>Lancha Nova<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o de Barro e Antonio Almeida)<\/strong>\n<blockquote>\u00d4! \u00d4! \u00d4! \u00d4!\nLancha nova no cais apitou\nE a danada da saudade\nNo meu peito j\u00e1 chegou\nAdeus oh! Linda morena\nN\u00e3o chores mais por favor\nPartindo eu morro de pena\nFicando eu morro de amor.<\/blockquote>\n<strong>Lata D\u2019\u00c1gua<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Luis Ant\u00f4nio \u2013 Jota Jr)<\/strong>\n<blockquote>Lata d\u2019\u00e1gua na cabe\u00e7a,\nL\u00e1 vai Maria. L\u00e1 vai Maria:\nSobe o morro e n\u00e3o se cansa.\nPela m\u00e3o leva a crian\u00e7a.\nL\u00e1 vai Maria.\n\nMaria, lava roupa l\u00e1 no alto\nLutando pelo p\u00e3o de cada dia,\nSonhando com a vida do asfalto\nQue acaba onde o morro principia.<\/blockquote>\n<strong>Linda Lourinha<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Braguinha)<\/strong>\n<blockquote>Lourinha, lourinha\nDos olhos claros de cristal\nDesta vez em vez da moreninha\nSer\u00e1s a rainha do meu carnaval\n\nLoura boneca\nQue vens de outra terra\nQue vens da Inglaterra\nOu que vens de Paris\nQuero te dar\nO meu amor mais quente\nDo que o sol ardente\nDeste meu pa\u00eds\n\nLinda loirinha\nTens o olhar t\u00e3o claro\nDeste azul t\u00e3o raro\nComo um c\u00e9u de anil\nMas as tuas faces\nV\u00e3o ficar morenas\nComo as das pequenas\nDeste meu Brasil<\/blockquote>\n<strong>Linda Morena<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Lamartine Babo)<\/strong>\n<blockquote>Linda morena, morena\nMorena que me faz penar\nA lua cheia que tanto brilha\nN\u00e3o brilha tanto quanto o teu olhar\n\nTu \u00e9s morena uma \u00f3tima pequena\nN\u00e3o h\u00e1 branco que n\u00e3o perca at\u00e9 o ju\u00edzo\nOnde tu passas\nSai \u00e0s vezes bofet\u00e3o\nToda gente faz quest\u00e3o\nDo teu sorriso\n\nTeu cora\u00e7\u00e3o \u00e9 uma esp\u00e9cie de pens\u00e3o\nDe pens\u00e3o familiar \u00e0 beira-mar\nOh! Moreninha, n\u00e3o alugues tudo n\u00e3o\nDeixe ao menos o por\u00e3o pra eu morar\n\nPor tua causa j\u00e1 se faz revolu\u00e7\u00e3o\nVai haver transforma\u00e7\u00e3o na cor da lua\nAntigamente a mulata era a rainha\nDesta vez, \u00f3 moreninha, a ta\u00e7a \u00e9 tua<\/blockquote>\n<strong>Madeira Que Cupim N\u00e3o R\u00f3i<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Capiba)<\/strong>\n<blockquote>Madeira do Rosarinho\nVem \u00e0 cidade sua fama mostrar\nE traz com seu pessoal\nSeu estandarte t\u00e3o original\nN\u00e3o vem pra fazer barulho\n\u00c9 s\u00f3 dizer e com satisfa\u00e7\u00e3o\nQueiram ou n\u00e3o queiram os ju\u00edzes\nO nosso bloco \u00e9 de fato campe\u00e3o\n\nE se aqui estamos cantando essa can\u00e7\u00e3o\nViemos defender a nossa tradi\u00e7\u00e3o\nE dizer bem alto que a injusti\u00e7a d\u00f3i\nN\u00f3s somos madeira de lei que cupim n\u00e3o r\u00f3i<\/blockquote>\n<strong>Mal-Me-Quer<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Crist\u00f3v\u00e3o de Alencar e Newton Teixeira)<\/strong>\n<blockquote>Eu perguntei a um mal-me-quer \/ Se meu bem ainda me quer\n\nEla ent\u00e3o me respondeu que n\u00e3o \/ Chorei, mas depois\n\nEu me lembrei \/ Que a flor tamb\u00e9m \u00e9 uma mulher\n\nQue nunca teve cora\u00e7\u00e3o\u2026\u2026\u2026..\n\nA flor mulher iludiu meu cora\u00e7\u00e3o \/ Mas, meu amor\n\n\u00c9 uma flor ainda em bot\u00e3o \/ O seu olhar\n\nDiz que ela me quer bem \/ O seu amor \/ \u00c9 s\u00f3 meu\n\nDe mais ningu\u00e9m\u2026.<\/blockquote>\n<strong>Mam\u00e3e Eu Quero<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Marcha De Jararaca E V. Paiva)<\/strong>\n<blockquote>Mam\u00e3e eu quero, mam\u00e3e eu quero,\nMam\u00e3e eu quero mamar!\nD\u00e1 a chupeta! D\u00e1 a chupeta! Ai! D\u00e1 a chupeta\nD\u00e1 a chupeta pro beb\u00ea n\u00e3o chorar!\n\nDorme filhinho do meu cora\u00e7\u00e3o!\nPega a mamadeira e entra no meu cord\u00e3o.\nEu tenho uma irm\u00e3 que se chama Ana:\nDe piscar o olho j\u00e1 ficou sem a pestana.\n\nEu olho as pequenas, mas daquele jeito\nE tenho muita pena n\u00e3o ser crian\u00e7a de peito!\u2026\nEu tenho uma irm\u00e3 que \u00e9 fenomenal:\nEla \u00e9 da bossa e o marido \u00e9 um bo\u00e7al!<\/blockquote>\n<strong>Marcha da Cueca<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Carlos Mendes\/Livardo Alves\/Sardinho)<\/strong>\n<blockquote>Eu mato Eu mato\nQuem robou minha cueca\nPra fazer pano de prato\n\nMinha cueca\nTava lavada\nFoi um presente\nQue ganhei da namorada<\/blockquote>\n<strong>Marcha do Cachorro<\/strong>\n<blockquote>Socorro, Socorro\nAi, ai, eu morro\nChegou a vez do osso\nMorder o cachorro. Bis\n\nT\u00e1, t\u00e1, t\u00e1\nO mundo t\u00e1 no fim,\nTanta mulher\nCorrendo atr\u00e1s de mim. Bis<\/blockquote>\n<strong>Marcha Do Caracol<\/strong>\n<blockquote>H\u00e1 tanto tempo que n\u00e3o tenho onde morar\nSe \u00e9 chuva,apanho chuva\nSe \u00e9 sol,apanho sol\nFrancamente pra viver nessa agonia\nEu preferia ter nascido caracol\n\nLevava minha casa nas costas muito bem\nN\u00e3o pagava aluguel nem luvas a ningu\u00e9m\nMorava um dia aqui, o outro dia l\u00e1\nLeblon, Copacabana, Madureira e Iraj\u00e1<\/blockquote>\n<strong>Marcha Do Cord\u00e3o Do Bola Preta<\/strong>\n<blockquote>Quem n\u00e3o chora n\u00e3o mama!\nSegura, meu bem, a chupeta.\nLugar quente \u00e9 na cama\nOu ent\u00e3o no Bola Preta.\n\nVem pro Bola, meu bem,\nCom alegria infernal!\nTodos s\u00e3o de cora\u00e7\u00e3o!\nTodos s\u00e3o de cora\u00e7\u00e3o\n(Foli\u00f5es do carnaval).\n(Sensacional!)<\/blockquote>\n<strong>Marcha do Gago<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Armando Cavalcanti e Kl\u00e9cius Caldas)<\/strong>\n<blockquote>\u00c9 ou n\u00e3o \u00e9 \/ Piada de sal\u00e3o\n\nSe acham que n\u00e3o \u00e9 \/ Ent\u00e3o n\u00e3o conto n\u00e3o\n\nUm sujeito que era gago \/ Procurou um botequim\n\nChegou perto do gerente \/ Outro gago bem ruim\n\nE disse assim \/ Eu estou t\u00f4, t\u00f4, t\u00f4, t\u00f4\n\nAonde que est\u00e1, t\u00e1, t\u00e1 \/ Mas o outro gaguejou\n\nChi! Tr\u00e1, r\u00e1, r\u00e1, r\u00e1, r\u00e1, r\u00e1, r\u00e1<\/blockquote>\n<strong>Marcha do Remador<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Ant\u00f4nio Almeida)<\/strong>\n<blockquote>Se a canoa n\u00e3o virar,\nOl\u00ea! Ol\u00ea! Ol\u00e1!\nEu chego l\u00e1!\n\nRema, rema, rema, remador;\nQuero ver depressa o meu amor.\nSe eu chegar depois do sol raiar\nEla bota outro em meu lugar!<\/blockquote>\n<strong>Marcha do Tambor<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Jurandi Prates \u2013 Hianto de Almeida \u2013 Ewaldo Ruy)<\/strong>\n<blockquote>Z\u00e9 Pequeno era um soldado de morte\nBatia na mulher e no tambor\nEra pequeno, mas sempre deu sorte\ncom mulher de qualquer cor\n\nDesfilando em parada\npequenino enganador\ntodo mundo se espantava\ncom o tamanho do tambor\n\nT\u00e3o pequenino com um tambor t\u00e3o grande !<\/blockquote>\n<strong>Maria Candel\u00e1ria<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Armando Cavalcanti e Kl\u00e9cius Caldas)<\/strong>\n<blockquote>Maria Candel\u00e1ria \/ \u00c9 alta funcion\u00e1ria\n\nSaltou de p\u00e1raquedas \/ Caiu na letra \u201cO\u201d, oh, oh, oh, oh\n\nCome\u00e7a ao meio-dia \/ Coita da Maria\n\nTrabalha, trabalha, trabalha de fazer d\u00f3 oh, oh, oh, oh\n\nA uma vai ao dentista \/ As duas vai ao caf\u00e9 \/ \u00c0s tr\u00eas vai \u00e0 modista\n\n\u00c0s quatro assina o ponto e d\u00e1 no p\u00e9 \/ Que grande vigarista que ela \u00e9.<\/blockquote>\n<strong>Maria Sapat\u00e3o<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Chacrinha)<\/strong>\n<blockquote>Maria Sapat\u00e3o\nSapat\u00e3o, Sapat\u00e3o\nDe dia \u00e9 Maria\nDe noite \u00e9 Jo\u00e3o\n\nO sapat\u00e3o est\u00e1 na moda\nO mundo aplaudiu\n\u00c9 um barato\n\u00c9 um sucesso\nDentro e fora do Brasil<\/blockquote>\n<strong>M\u00e1scara Negra<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Z\u00e9 Keti-Pereira Mattos)<\/strong>\n<blockquote>Quanto riso! Oh! quanta alegria!\nMais de mil palha\u00e7os no sal\u00e3o.\nArlequim est\u00e1 chorando\nPelo amor da Colombina\nNo meio da multid\u00e3o.\n\nFoi bom te ver outra vez,\nEst\u00e1 fazendo um ano,\nFoi no carnaval que passou.\nEu sou aquele Pierr\u00f4\nQue te abra\u00e7ou e te beijou meu amor.\nNa mesma m\u00e1scara negra\nQue esconde o teu rosto\nEu quero matar a saudade.\nVou beijar-te agora,\nN\u00e3o me leve a mal:\nHoje \u00e9 carnaval.<\/blockquote>\n<strong>Me D\u00e1 Um Dinheiro Ai<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira)<\/strong>\n<blockquote>Ei, voc\u00ea a\u00ed!\nMe d\u00e1 um dinheiro a\u00ed!\nMe d\u00e1 um dinheiro a\u00ed!\n\nN\u00e3o vai dar?\nN\u00e3o vai dar n\u00e3o?\nVoc\u00ea vai ver a grande confus\u00e3o\nQue eu vou fazer bebendo at\u00e9 cair\nMe d\u00e1 me d\u00e1 me d\u00e1, \u00f4!\nMe d\u00e1 um dinheiro a\u00ed!<\/blockquote>\n<strong>Meu Brotinho<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira)<\/strong>\n<blockquote>Ai, ai, brotinho \/ N\u00e3o cres\u00e7a meu brotinho\n\nE nem murche como a flor \/ Ai, ai, brotinho\n\nEu sou um galho velho mas, \/ Quero seu amor.\n\nMeu brotinho, por favor, n\u00e3o cres\u00e7a\n\nPor favor, n\u00e3o cres\u00e7a \/ J\u00e1 \u00e9 grande o cipoal\n\nT\u00e1 sobrando galharia seca \/ T\u00e1 pegando fogo no meu carnaval.<\/blockquote>\n<strong>Mulata Bossa Nova<\/strong>\n<blockquote>Mulata bossa nova\nCaiu no Hully Gully\nE s\u00f3 d\u00e1 ela.\n\u00ca! \u00ca! \u00ca! \u00ca! \u00ca! \u00ca! \u00ca! \u00ca!\nNa passarela.\n\nA boneca est\u00e1\nCheia de fiufiu,\nEsnobando as louras\nE as morenas do Brasil.<\/blockquote>\n<strong>Mulata I\u00ea I\u00ea I\u00ea<\/strong>\n<blockquote>Mulata bossa nova\nCaiu no hully gully\nE s\u00f3 d\u00e1 ela\n\u00ca \u00ea \u00ea \u00ea \u00ea \u00ea \u00ea \u00ea\nNa passarela\n\nA boneca est\u00e1\nCheia de fiufiu\nEsnobando as louras\nE as morenas do Brasil<\/blockquote>\n<strong>Nega Maluca<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Fernando Lobo\/Evaldo Ruy)<\/strong>\n<blockquote>Tava jogando sinuca\nUma nega maluca\nMe apareceu\nVinha com um filho no colo\n\nE dizia pro povo\nQue o filho era meu, n\u00e3o senhor\nTome que o filho \u00e9 seu, n\u00e3o senhor\nPegue o que Deus lhe deu, n\u00e3o senhor<\/blockquote>\n<strong>N\u00f3s, Os Carecas<\/strong>\n<blockquote>N\u00f3s, n\u00f3s os carecas\nCom as mulheres somos maiorais\nPois na hora do aperto\n\u00c9 dos carecas que elas gostam mais\n\nN\u00e3o precisa ter vergonha\nPode tirar seu chap\u00e9u\nPra que cabelo? Pra que seu Queiroz?\nAgora a coisa est\u00e1 pra n\u00f3s, n\u00f3s n\u00f3s\u2026<\/blockquote>\n<strong>\u00d3 abre alas<\/strong>\n<blockquote>\u00d3 abre alas\nQue eu quero passar\n\u00d3 abre alas\nQue eu quero passar\n\nEu sou da Lira\nN\u00e3o posso negar\nEu sou da Lira\nN\u00e3o posso negar\n\n\u00d3 abre alas\nQue eu quero passar\n\u00d3 abre alas\nQue eu quero passar\n\nRosa de Ouro\n\u00c9 que vai ganhar\nRosa de Ouro\n\u00c9 que vai ganhar.<\/blockquote>\n<strong>O Cord\u00e3o dos Puxa-Saco<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Roberto Martins e Fraz\u00e3o)<\/strong>\n<blockquote>L\u00e1 vem \/ O cord\u00e3o dos puxa-saco\n\nDando viva aos seus maiorais (bis)\n\nQuem est\u00e1 na frente \u00e9 passado para tr\u00e1s\n\nE o cord\u00e3o dos puxa-saco \/ Cada vez aumenta mais (bis)\n\nVossa Excel\u00eancia \/ Vossa Emin\u00eancia\n\nQuanta refer\u00eancia nos cord\u00f5es eleitorais !\n\nMas se o Doutor cai do galho e vai pro ch\u00e3o\n\nA turma logo evolui de opini\u00e3o\n\nE o cord\u00e3o dos puxa-saco cada vez aumenta mais.<\/blockquote>\n<strong>O Teu Cabelo N\u00e3o Nega<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Lamartine Babo-Irm\u00e3os Valen\u00e7a)<\/strong>\n<blockquote>O teu cabelo n\u00e3o nega, mulata,\nPorque \u00e9s mulata na cor,\nMas como a cor n\u00e3o pega, mulata,\nMulata eu quero o teu amor.\n\nTens um sabor bem do Brasil;\nTens a alma cor de anil;\nMulata, mulatinha, meu amor,\nFui nomeado teu tenente interventor.\n\nQuem te inventou, meu pancad\u00e3o\nTeve uma consagra\u00e7\u00e3o.\nA lua te invejando faz careta,\nPorque, mulata tu n\u00e3o \u00e9s deste planeta.\n\nQuando, meu bem, vieste \u00e0 Terra,\nPortugal declarou guerra.\nA concorr\u00eancia ent\u00e3o foi colossal:\nVasco da Gama contra o batalh\u00e3o naval.<\/blockquote>\n<strong>O Trovador<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Jair Amorim e Evaldo Gouveia)<\/strong>\n<blockquote>Sonhei que eu era um dia um trovador\nDos velhos tempos que n\u00e3o voltam mais\nCantava assim a toda hora\nAs mais lindas modinhas\nDe meu tempo de outrora\nSinh\u00e1 mocinha de olhar fugaz\nSe encantava com meus versos de rapaz\nQual seresteiro ou menestrel do amor\nA suspirar sob os balc\u00f5es em flor\nNa noite antiga do meu Rio\nPelas ruas do Rio\nEu passava a cantar novas trovas\nEm provas de amor ao luar\nE via ent\u00e3o de um lampi\u00e3o de g\u00e1s\nNa janela a flor mais bela em tristes ais<\/blockquote>\n<strong>Pastorinhas<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Noel Rosa-Braguinha)<\/strong>\n<blockquote>A estrela d\u2019alva no c\u00e9u desponta\nE a lua anda tonta com tamanho esplendor.\nE as pastorinhas, pra consolo da lua,\nV\u00e3o cantando na rua lindos versos de amor.\n\nLinda pastora, morena da cor de Madalena,\nTu n\u00e3o tens pena de mim\nQue vivo tonto com o teu olhar.\nLinda crian\u00e7a, tu n\u00e3o me sais da lembran\u00e7a.\nMeu cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o se cansa\nDe sempre, sempre te amar.<\/blockquote>\n<strong>P\u00e9 De Anjo<\/strong>\n<blockquote>Eu tenho uma tesourinha\nQue corta ouro e marfim\nServe tamb\u00e9m pra cortar\nL\u00ednguas que falam de mim\n\nO p\u00e9 de anjo, o p\u00e9 de anjo\n\u00c9s rezador, \u00e9s rezador\nTens o p\u00e9 t\u00e3o grande\nQue \u00e9s capaz de pisar nosso senhor\n\nA mulher e a galinha\nS\u00e3o dois bichos interesseiros\nA galinha pelo milho\nE a mulher pelo dinheiro<\/blockquote>\n<strong>Pegando Fogo<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: J.M. Abreu e Francisco Mattoso)<\/strong>\n<blockquote>Meu cora\u00e7\u00e3o amanheceu pegando\nfogo, fogo, fogo\nFoi uma morena que passou perto de mim\nE que me deixou as\u2026\u2026sim \u2013 BIS\nMorena boa que passa \/ Com sua gra\u00e7a infernal\nMexendo com nossa ra\u00e7a \/ Deixando a gente at\u00e9 mal\nMande chamar o bombeiro \/ Para esse fogo apagar\nE se ele n\u00e3o vem ligeiro \/ Nem cinzas vai encontrar<\/blockquote>\n<strong>Pierr\u00f4 Apaixonado<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Noel Rosa-Heitor dos Prazeres)<\/strong>\n<blockquote>Um Pierr\u00f4 apaixonado,\nQue vivia s\u00f3 cantando,\nPor causa de uma Colombina\nAcabou chorando\u2026 Acabou chorando\u2026\n\nA Colombina entrou num butiquim,\nBebeu, bebeu, saiu assim, assim\nDizendo: \u201cPierr\u00f4, cacete!\nVai tomar sorvete com o Arlequim!\u201d\n\nUm grande amor tem sempre um triste fim.\nCom o Pierr\u00f4 aconteceu assim.\nLevando esse grande chute,\nFoi tomar vermute com amendoim.<\/blockquote>\n<strong>Pirata Da Perna De Pau<\/strong>\n<blockquote>Eu sou o pirata da perna de pau\nDo olho de vidro da cara de mau\n\nMinha galera\nDos verdes mares n\u00e3o teme o tuf\u00e3o\nMinha galera\nS\u00f3 tem garotas na guarni\u00e7\u00e3o\nPor isso se outro pirata\nTenta a abordagem eu pego o fac\u00e3o\nE grito do alto da popa:\nOpa! homem n\u00e3o!<\/blockquote>\n<strong>Pirulito<\/strong>\n<blockquote>Ioi\u00f4 d\u00e1 o bra\u00e7o pra Iai\u00e1\nIai\u00e1 d\u00e1 o bra\u00e7o pra Ioi\u00f4\nO tempo de crian\u00e7a j\u00e1 passou, \u00f4!\n\nPirulito que bate bate\nPirulito que j\u00e1 bateu\nQuem gosta de mim \u00e9 ela\nQuem gosta dela sou eu, hei!\n\nAgora \u00e9 melhor\nA gente dan\u00e7ar\nJuntinhos assim\nSe tem mais prazer\nQuem n\u00e3o dan\u00e7a o Pirulito\nQue alegria pode ter?<\/blockquote>\n<strong>P\u00f3 De Mico<\/strong>\n<blockquote>V\u00e9m c\u00e1, seu guarda,\nBota pra fora esse mo\u00e7o\nQue est\u00e1 no sal\u00e3o brincando\nCom p\u00f3-de-mico no bolso! (Bis)\n\nFoi ele! Foi ele sim!\nFoi ele quem jogou\nO p\u00f3 em mim!<\/blockquote>\n<strong>Quem Sabe, Sabe<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Jota Sandoval-Carvalhinho)<\/strong>\n<blockquote>Quem sabe, sabe\nConhece bem\nComo \u00e9 gostoso\nGostar de algu\u00e9m\n\nAi morena deixa eu gostar de voc\u00ea\nBo\u00eamio sabe beber\nbo\u00eamio tamb\u00e9m tem querer<\/blockquote>\n<strong>Saca-Rolha<\/strong>\n<blockquote>As \u00e1guas v\u00e3o rolar\nGarrafa cheia eu n\u00e3o quero ver sobrar\nEu passo m\u00e3o na saca saca saca rolha\nE bebo at\u00e9 me afogar\nDeixa as \u00e1guas rolar\n\nSe a pol\u00edcia por isso me prender\nMas na \u00faltima hora me soltar\nEu pego o saca saca saca rolha\nNingu\u00e9m me agarra ningu\u00e9m me agarra<\/blockquote>\n<strong>O Teu Cabelo N\u00e3o Nega<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Lamartine Babo-Irm\u00e3os Valen\u00e7a)<\/strong>\n<blockquote>O teu cabelo n\u00e3o nega, mulata,\nPorque \u00e9s mulata na cor,\nMas como a cor n\u00e3o pega, mulata,\nMulata eu quero o teu amor.\n\nTens um sabor bem do Brasil;\nTens a alma cor de anil;\nMulata, mulatinha, meu amor,\nFui nomeado teu tenente interventor.\n\nQuem te inventou, meu pancad\u00e3o\nTeve uma consagra\u00e7\u00e3o.\nA lua te invejando faz careta,\nPorque, mulata tu n\u00e3o \u00e9s deste planeta.\n\nQuando, meu bem, vieste \u00e0 Terra,\nPortugal declarou guerra.\nA concorr\u00eancia ent\u00e3o foi colossal:\nVasco da Gama contra o batalh\u00e3o naval.<\/blockquote>\n<strong>O Trovador<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Jair Amorim e Evaldo Gouveia)<\/strong>\n<blockquote>Sonhei que eu era um dia um trovador\nDos velhos tempos que n\u00e3o voltam mais\nCantava assim a toda hora\nAs mais lindas modinhas\nDe meu tempo de outrora\nSinh\u00e1 mocinha de olhar fugaz\nSe encantava com meus versos de rapaz\nQual seresteiro ou menestrel do amor\nA suspirar sob os balc\u00f5es em flor\nNa noite antiga do meu Rio\nPelas ruas do Rio\nEu passava a cantar novas trovas\nEm provas de amor ao luar\nE via ent\u00e3o de um lampi\u00e3o de g\u00e1s\nNa janela a flor mais bela em tristes ais<\/blockquote>\n<strong>Pastorinhas<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Noel Rosa-Braguinha)<\/strong>\n<blockquote>A estrela d\u2019alva no c\u00e9u desponta\nE a lua anda tonta com tamanho esplendor.\nE as pastorinhas, pra consolo da lua,\nV\u00e3o cantando na rua lindos versos de amor.\n\nLinda pastora, morena da cor de Madalena,\nTu n\u00e3o tens pena de mim\nQue vivo tonto com o teu olhar.\nLinda crian\u00e7a, tu n\u00e3o me sais da lembran\u00e7a.\nMeu cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o se cansa\nDe sempre, sempre te amar.<\/blockquote>\n<strong>P\u00e9 De Anjo<\/strong>\n<blockquote>Eu tenho uma tesourinha\nQue corta ouro e marfim\nServe tamb\u00e9m pra cortar\nL\u00ednguas que falam de mim\n\nO p\u00e9 de anjo, o p\u00e9 de anjo\n\u00c9s rezador, \u00e9s rezador\nTens o p\u00e9 t\u00e3o grande\nQue \u00e9s capaz de pisar nosso senhor\n\nA mulher e a galinha\nS\u00e3o dois bichos interesseiros\nA galinha pelo milho\nE a mulher pelo dinheiro<\/blockquote>\n<strong>Pegando Fogo<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: J.M. Abreu e Francisco Mattoso)<\/strong>\n<blockquote>Meu cora\u00e7\u00e3o amanheceu pegando\n\nfogo, fogo, fogo\n\nFoi uma morena que passou perto de mim\n\nE que me deixou as\u2026\u2026sim \u2013 BIS\n\nMorena boa que passa \/ Com sua gra\u00e7a infernal\n\nMexendo com nossa ra\u00e7a \/ Deixando a gente at\u00e9 mal\n\nMande chamar o bombeiro \/ Para esse fogo apagar\n\nE se ele n\u00e3o vem ligeiro \/ Nem cinzas vai encontrar<\/blockquote>\n<strong>Pierr\u00f4 Apaixonado<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Noel Rosa-Heitor dos Prazeres)<\/strong>\n<blockquote>Um Pierr\u00f4 apaixonado,\nQue vivia s\u00f3 cantando,\nPor causa de uma Colombina\nAcabou chorando\u2026 Acabou chorando\u2026\n\nA Colombina entrou num butiquim,\nBebeu, bebeu, saiu assim, assim\nDizendo: \u201cPierr\u00f4, cacete!\nVai tomar sorvete com o Arlequim!\u201d\n\nUm grande amor tem sempre um triste fim.\nCom o Pierr\u00f4 aconteceu assim.\nLevando esse grande chute,\nFoi tomar vermute com amendoim.<\/blockquote>\n<strong>Pirata Da Perna De Pau<\/strong>\n<blockquote>Eu sou o pirata da perna de pau\nDo olho de vidro da cara de mau\n\nMinha galera\nDos verdes mares n\u00e3o teme o tuf\u00e3o\nMinha galera\nS\u00f3 tem garotas na guarni\u00e7\u00e3o\nPor isso se outro pirata\nTenta a abordagem eu pego o fac\u00e3o\nE grito do alto da popa:\nOpa! homem n\u00e3o!<\/blockquote>\n<strong>Pirulito<\/strong>\n<blockquote>Ioi\u00f4 d\u00e1 o bra\u00e7o pra Iai\u00e1\nIai\u00e1 d\u00e1 o bra\u00e7o pra Ioi\u00f4\nO tempo de crian\u00e7a j\u00e1 passou, \u00f4!\n\nPirulito que bate bate\nPirulito que j\u00e1 bateu\nQuem gosta de mim \u00e9 ela\nQuem gosta dela sou eu, hei!\n\nAgora \u00e9 melhor\nA gente dan\u00e7ar\nJuntinhos assim\nSe tem mais prazer\nQuem n\u00e3o dan\u00e7a o Pirulito\nQue alegria pode ter?<\/blockquote>\n<strong>P\u00f3 De Mico<\/strong>\n<blockquote>V\u00e9m c\u00e1, seu guarda,\nBota pra fora esse mo\u00e7o\nQue est\u00e1 no sal\u00e3o brincando\nCom p\u00f3-de-mico no bolso! (Bis)\n\nFoi ele! Foi ele sim!\nFoi ele quem jogou\nO p\u00f3 em mim!<\/blockquote>\n<strong>Quem Sabe, Sabe<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Jota Sandoval-Carvalhinho)<\/strong>\n<blockquote>Quem sabe, sabe\nConhece bem\nComo \u00e9 gostoso\nGostar de algu\u00e9m\n\nAi morena deixa eu gostar de voc\u00ea\nBo\u00eamio sabe beber\nbo\u00eamio tamb\u00e9m tem querer<\/blockquote>\n<strong>Saca-Rolha<\/strong>\n<blockquote>As \u00e1guas v\u00e3o rolar\nGarrafa cheia eu n\u00e3o quero ver sobrar\nEu passo m\u00e3o na saca saca saca rolha\nE bebo at\u00e9 me afogar\nDeixa as \u00e1guas rolar\n\nSe a pol\u00edcia por isso me prender\nMas na \u00faltima hora me soltar\nEu pego o saca saca saca rolha\nNingu\u00e9m me agarra ningu\u00e9m me agarra<\/blockquote>\n<strong>Sassaricando<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Luiz Ant\u00f4nio, Z\u00e9 M\u00e1rio e Oldemar Magalh\u00e3es)<\/strong>\n<blockquote>Sassassaricando\nTodo mundo leva a vida no arame\nSassassaricando\nA vi\u00fava o brotinho e a madame\nO velho na porta da Colombo\n\u00c9 um assombro\nSassaricando\n\nQuem n\u00e3o tem seu sassarico\nSassarica mesmo s\u00f3\nPorque sem sassaricar\nEssa vida \u00e9 um n\u00f3<\/blockquote>\n<strong>Ta-H\u00ed<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Joubert de Carvalho)<\/strong>\n<blockquote>Ta\u00ed, eu fiz tudo pra voc\u00ea gostar de mim.\nAi meu bem, n\u00e3o faz assim comigo n\u00e3o!\nVoc\u00ea tem, voc\u00ea tem que me dar seu cora\u00e7\u00e3o!\n\nMeu amor, n\u00e3o posso esquecer,\nSe d\u00e1 alegria faz tamb\u00e9m sofrer.\nA minha vida foi sempre assim:\nS\u00f3 chorando as m\u00e1goas que n\u00e3o t\u00eam fim.\n\nEssa hist\u00f3ria de gostar de algu\u00e9m\nJ\u00e1 \u00e9 mania que as pessoas t\u00eam.\nSe me ajudasse Nosso Senhor,\nEu n\u00e3o pensaria mais no amor.<\/blockquote>\n<strong>Tem N\u00eago B\u00eabo A\u00ed<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Mirabeau\/Airton Amorim)<\/strong>\n<blockquote>Foi numa casca de banana que pisei, pisei\nEscorreguei, quase ca\u00ed\nMas a turma l\u00e1 de tr\u00e1s gritou, chi \u2026\nTem n\u00eago b\u00eabo a\u00ed, tem n\u00eago b\u00eabo a\u00ed (bis)\nSe a gente est\u00e1 no bonde \/ Ou mesmo no lota\u00e7\u00e3o\nFalando um pouco alto \/ \u00c9 falta de educa\u00e7\u00e3o\nSe entra no boteco \/ Para tomar um parati, chi \u2026\nTem n\u00eago b\u00eabo a\u00ed, tem n\u00eago b\u00eabo a\u00ed \u2026.<\/blockquote>\n<strong>Tomara Que Chova<\/strong>\n<blockquote>Tomara que chova,\nTr\u00eas dias sem parar,\nTomara que chova,\nTr\u00eas dias sem parar.\n\nA minha grande m\u00e1goa,\n\u00c9 l\u00e1 em casa\nN\u00e3o ter \u00e1gua,\nEu preciso me lavar.\n\nDe promessa eu ando cheio,\nQuando eu conto,\nA minha vida,\nNingu\u00e9m quer acreditar,\nTrabalho n\u00e3o me cansa,\nO que cansa \u00e9 pensar,\nQue l\u00e1 em casa n\u00e3o tem \u00e1gua,\nNem pra cozinhar.<\/blockquote>\n<strong>Touradas em Madri<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Braguinha-Alberto Ribeiro)<\/strong>\n<blockquote>Eu fui \u00e0s touradas em Madri\nE quase n\u00e3o volto mais aqui\nPra ver Peri beijar Ceci.\nEu conheci uma espanhola\nNatural da Catalunha;\nQueria que eu tocasse castanhola\nE pegasse touro \u00e0 unha.\nCaramba! Caracoles! Sou do samba,\nN\u00e3o me amoles.\nPro Brasil eu vou fugir!\nIsto \u00e9 conversa mole para boi dormir!<\/blockquote>\n<strong>Tristeza<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Haroldo Lobo e Niltinho)<\/strong>\n<blockquote>Tristeza\nPor favor vai embora\nA minha alma que chora\nEst\u00e1 vendo o meu fim\n\nFez do meu cora\u00e7\u00e3o\nA sua moradia\nJ\u00e1 \u00e9 demais o meu penar\n\nQuero voltar aquela\nVida de alegria\nQuero de novo cantar\n\nla ra rara, la ra rara\nla ra rara, rara\nQuero de novo cantar<\/blockquote>\n<strong>Turbilh\u00e3o<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Moacyr Franco)<\/strong>\n<blockquote>A nossa vida \u00e9 um carnaval\nA gente brinca escondendo a dor\nE a fantasia do meu ideal\n\u00c9 voc\u00ea, meu amor\n\nSopraram cinzas no meu cora\u00e7\u00e3o\nTocou sil\u00eancio em todos clarins\nCaiu a m\u00e1scara da ilus\u00e3o\nDos Pierrots e Arlequins\n\nV\u00ea colombinas azuis a sorrir lai\u00e1\nV\u00ea serpentinas na luz reluzir\nV\u00ea os confetes do pranto no olhar\nDesses palha\u00e7os dan\u00e7ando no ar\n\nV\u00ea multid\u00e3o colorida a gritar lar\u00e1\nV\u00ea turbilh\u00e3o dessa vida passar\nV\u00ea os del\u00edrios dos gritos de amor\nNessa orgia de som e de dor\n\nLa lalaia lalaia lalaia<\/blockquote>\n<strong>Turma do Funil<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Mirabeau\/M de Oliveira\/Urgel de Castro)<\/strong>\n<blockquote>Chegou a turma do funil\nTodo mundo bebe\nMas ningu\u00e9m dorme no ponto\nA\u00ed, a\u00ed, ningu\u00e9m dorme no ponto\nN\u00f3s \u00e9 que bebemos e eles que ficam tontos\n\nEu bebo, sem compromisso,\ncom meu dinheiro, ningu\u00e9m tem nada com isso\nAonde houver garrafa, aonde houver barril\nPresente est\u00e1 a turma do funil<\/blockquote>\n<strong>Twist no Carnaval<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o de Barro (Braguinha) e Jota Jr)<\/strong>\n<blockquote>Twist, twist,\ntu fostes ao Municipal\nTwist, twist,\ntwist no carnaval\n\nTodo mundo no twist\n\u00e9 vapt, vupt, vapt\nA mo\u00e7ada n\u00e3o resiste\n\u00e9 vapt, vupt, vapt\nque rififi, que futebol\nquem se remexe\n\u00e9 minhoca no anzol.<\/blockquote>\n<strong>Roubaram a Mulher do Ruy (Jos\u00e9 Messias)<\/strong>\n\n<strong>Grav. Marlene<\/strong>\n<blockquote>Ui, ui, ui,\nroubaram a mulher do Ruy\nC\u00ea pensa que fui eu\neu juro, que n\u00e3o fui\n\nTelefona pr\u00e1 r\u00e1dio patrulha\npega, pega ladr\u00e3o\nt\u00e3o roubando mulher\nno meio do sal\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Upa Upa<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Ary Barroso)<\/strong>\n<blockquote>L\u00e1 vai o meu trolinho\nVai rodando de mansinho\nPela estrada al\u00e9m\n\nVai levando pro seu ninho\nMeu amor, o meu carinho\nQue eu n\u00e3o troco por ningu\u00e9m\n\nUpa, upa, upa\nCavalinho alaz\u00e3o\n\u00ea \u00ea \u00ea\nN\u00e3o erre de caminho n\u00e3o<\/blockquote>\n<strong>Vaca Amarela<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Lamartine Babo, Carlos Neto)<\/strong>\n<blockquote>A vaca amarela pulou a janela\nMexeu, tanto mexeu\nQue at\u00e9 quebrou a tal tigela\n\nA minha casa tem quintal pro morro\nCom um bangal\u00f4 que eu fiz pro meu cachorro\nDo lado esquerdo tem uma cancela\nToda escangalhada pela tal vaca amarela\n\nDizem que a vaca veio da montanha\nVeio de Minas, l\u00e1 do Mar de Espanha\nVaca espanhola natural de Minas\nQue na Catalunha cata boi com serpentina.<\/blockquote>\n<strong>Vai Com Jeito<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Braguinha)<\/strong>\n<blockquote>Vai com jeito vai\nSe n\u00e3o um dia a casa cai (menina)\n\nSe algu\u00e9m te convidar\nPra tomar banho em Paquet\u00e1\nPra piquenique na Barra da Tijuca\nOu pra fazer um programa no Jo\u00e1\nMenina\u2026<\/blockquote>\n<strong>Vamos Pra Caminha<\/strong>\n<blockquote>Me d\u00e1 um beijinho\nDe boa noite\nMe d\u00e1, me d\u00e1, me d\u00e1\n\nS\u00f3 um beijinho\nDe boa noite\nT\u00e1 na hora de nanar\n\nT\u00e1 na hora de fazer naninha\nVamos pra caminha, vamos pra caminha\nT\u00e1 na hora de voc\u00ea entrar na minha\nVamos pra caminha, vamos pra caminha<\/blockquote>\n<strong>Videogame Coreano<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Henrique Danilo)<\/strong>\n<blockquote>Doutor, eu n\u00e3o me engano\nO videogame \u00e9 coreano\nDoutor, eu n\u00e3o me engano\nO videogame \u00e9 coreano\n\nEu fui no paraguai\nCansado de sofrer\nComprei um Polystation\nDepois tentei vender\nAaaaaai, doutor eu n\u00e3o me engano\nMe deram outro videogame coreano<\/blockquote>\n<strong>Vila Esperan\u00e7a<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Adoniran Barbosa e Marcos C\u00e9sar n\u00e3o sei)<\/strong>\n<blockquote>Vila Esperan\u00e7a, foi l\u00e1 que eu passei\nO meu primeiro carnaval\nVila Esperan\u00e7a, foi l\u00e1 que eu conheci\nMaria Rosa, meu primeiro amor\nComo fui feliz, naquele fevereiro\nPois tudo para mim era primeiro\nPrimeira rosa, primeira esperan\u00e7a\nPrimeiro carnaval, primeiro amor crian\u00e7a\nNuma volta no sal\u00e3o ela me olhou\nEu envolvi seu corpo em serpentina\nE tive a alegria que tem todo Pierrot\nAo ver que descobriu sua Colombina\nO carnaval passou, levou a minha rosa\nLevou minha esperan\u00e7a, levou o amor crian\u00e7a\nLevou minha Maria, levou minha alegria\nLevou a fantasia, s\u00f3 deixou uma lembran\u00e7a.<\/blockquote>\n<strong>V\u00edrgula<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: (Alberto Ribeiro-Erast\u00f3tenes Fraz\u00e3o)<\/strong>\n<blockquote>Teu amor \u00e9 fatal \u2013 v\u00edrgula\nQual mulher sensacional \u2013 ponto e v\u00edrgula\nQueres dar teu cora\u00e7\u00e3o \u2013 interroga\u00e7\u00e3o\nQue pecado original \u2013 exclama\u00e7\u00e3o\n\nTeu amor \u00e9 fatal \u2013 v\u00edrgula\nQual mulher sensacional \u2013 ponto e v\u00edrgula\nQueres dar teu cora\u00e7\u00e3o mas comigo n\u00e3o\nPonto final\n\nTeu amor entre aspas\nJ\u00e1 consegui descrever\nRetic\u00eancias retic\u00eancias\nAgora adivinhe o que eu quero dizer<\/blockquote>\n<strong>Yes, N\u00f3s temos Bananas<\/strong>\n\n<strong>(Composi\u00e7\u00e3o: Braguinha-Alberto Ribeiro)<\/strong>\n<blockquote>Yes, n\u00f3s temos bananas\nBananas pra dar e vender\nBanana menina tem vitamina\nBanana engorda e faz crescer\n\nVai para a Fran\u00e7a o caf\u00e9, pois \u00e9\nPara o Jap\u00e3o o algod\u00e3o, pois n\u00e3o\nPro mundo inteiro, homem ou mulher\nBananas para quem quiser\n\nMate para o Paraguai\nOuro do bolso da gente n\u00e3o sai\nSomos da crise, se ela vier\nBananas para quem quiser<\/blockquote>\n<strong>Z\u00e9 Marmita<\/strong>\n<blockquote>Quatro horas da manh\u00e3\nSa\u00ed de casa o Z\u00e9 Marmita\nPendurado na porta do trem\nZ\u00e9 marmita vai e vem\n\nNuma lata Z\u00e9 Marmita traz a b\u00f3ia\nque ainda sobrou do jantar\nMeio-dia, Z\u00e9 marmita faz o fogo\npara a comida esquentar\ne Z\u00e9 marmita, barriga cheia\nesquece a vida, num bate-bola de meia.<\/blockquote>\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0Col\u00e9gio S\u00e3o Francisco\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Letras Marchinhas Carnaval, M\u00fasica, Compositores, Poemas, Dan\u00e7as, Festa, Agremia\u00e7\u00f5es, Clubes, Carnavalesco, Popular, Rua, Letras Marchinhas 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