{"id":25826,"date":"2015-12-17T00:00:00","date_gmt":"2015-12-17T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/arte-indigena-4\/"},"modified":"2026-09-01T17:56:07","modified_gmt":"2026-09-01T17:56:07","slug":"arte-indigena-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/","title":{"rendered":"Arte Ind\u00edgena"},"content":{"rendered":"\nAs artes oferecem um vislumbre especial das experi\u00eancias e cren\u00e7as das culturas atuais e passadas.\n\nAs\u00a0<strong>artes dos povos ind\u00edgenas<\/strong>\u00a0variam de obras funcionais, decora\u00e7\u00e3o de itens cerimoniais, ilustra\u00e7\u00f5es de tradi\u00e7\u00e3o e hist\u00f3ria at\u00e9 as reviravoltas modernas de uma linguagem visual enraizada na cultura.\n\n<strong>As artes ind\u00edgenas s\u00e3o a arte criada pelo povo original para habitar uma terra:<\/strong>\u00a0abor\u00edgenes australianos, povo maori da Nova Zel\u00e2ndia, povo da costa noroeste dos Estados Unidos, Am\u00e9rica Central e Meso, Amaz\u00f4nia, \u00c1rtico, \u00c1sia e \u00c1sia-Pac\u00edfico s\u00e3o todos exemplos de locais com tradi\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas.\n\nA\u00a0<strong>arte do povo ind\u00edgena<\/strong>\u00a0\u00e9 importante para os alunos vivenciarem por v\u00e1rios motivos. A arte \u00e9 uma grande parte da identidade cultural e da hist\u00f3ria que pode expor os alunos a outras culturas al\u00e9m da sua. Fazer arte \u00e9 fazer sentido. Compreender como os outros fazem sentido pode construir uma ponte de compreens\u00e3o entre as pessoas \u00e0 medida que apreciamos nossas semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as.\n\nAprender sobre como as culturas se expressaram no passado e comparar isso com hoje pode fornecer um contexto para melhor compreender e valorizar a n\u00f3s mesmos e aos outros.\n\nO estudo das\u00a0<strong>artes ind\u00edgenas<\/strong>\u00a0pode abrir uma porta para novas formas de ver e conversas sobre como interagimos com nossa cultura atual. Ent\u00e3o, conversas sobre como queremos moldar o futuro usando nossas express\u00f5es visuais s\u00e3o poss\u00edveis. Isso cria um senso mais profundo de identidade e ag\u00eancia; dando a cada aluno o poder de se expressar em sua voz.\n\nOs alunos de todas as origens precisam se ver representados na arte que vivenciam. Uma educa\u00e7\u00e3o art\u00edstica historicamente tradicional seria formada principalmente por artistas masculinos euroc\u00eantricos, tornando o resto da popula\u00e7\u00e3o invis\u00edvel. \u00c0 medida que os alunos experimentam ver pessoas como eles trabalhando, criando mudan\u00e7as em seu mundo, eles podem ter uma vis\u00e3o melhor de seu futuro e dos poss\u00edveis impactos.\n\n\u00c0 medida que tomamos conhecimento das artes ind\u00edgenas, precisamos ter certeza de que nossa aprecia\u00e7\u00e3o e admira\u00e7\u00e3o n\u00e3o se tornem apropria\u00e7\u00e3o. Todo estudo de arte \u00e9 usado, com o tempo, para desenvolver uma voz pessoal; nunca copiar o de outra pessoa. Embora possamos amar as cores usadas nas tradi\u00e7\u00f5es da costa noroeste, podemos n\u00e3o ter uma compreens\u00e3o profunda de seu significado. Idealmente, um artista ind\u00edgena faria uma apresenta\u00e7\u00e3o para seus alunos sobre seu trabalho e o trabalho de sua cultura. Quando isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, essas li\u00e7\u00f5es se esfor\u00e7aram para ser sens\u00edveis e precisas.\n\n<strong>Arte Ind\u00edgena &#8211; O que \u00e9<\/strong>\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-158941 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I15.jpg\" alt=\"\" width=\"296\" height=\"300\" \/><\/strong><strong>Arte Ind\u00edgena<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0est\u00e1 presente em cada momento de vida dos\u00a0<strong>povos ind\u00edgenas<\/strong>\u00a0no mundo todo. Em cada objeto, em cada ritual, em cada gesto, a arte surge, express\u00e3o de for\u00e7a e conex\u00e3o com o mundo m\u00edstico e espiritual.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A beleza est\u00e1 presente como atributo divino.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Cada povo tem sua habilidade e forma de materializar em objetos de arte as necessidades do dia a dia ou dos rituais. A arte plum\u00e1ria ainda \u00e9 a mais conhecida e admirada por sua exuber\u00e2ncia e riqueza.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A cer\u00e2mica, a cestaria, os instrumentos musicais, os pequenos adornos, a arquitetura, toda a cultura material dos povos nativos est\u00e1 carregada de princ\u00edpios e objetivos, de valores est\u00e9ticos e sociais.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O talento dos artistas est\u00e1 a servi\u00e7o da manuten\u00e7\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o do povo, da continuidade de sua identidade.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Todas as tribos t\u00eam em comum alguns costumes:<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>1 \u2013 PINTURA CORPORAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A pintura corporal serve para distinguir as classes em que se subdivide a sociedade ind\u00edgena.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Utilizam o vermelho, o azul e o preto.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Muitos \u00edndios pintam no rosto delicados desenhos geom\u00e9tricos (grafismo ind\u00edgena).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>2 \u2013 ARTE PLUM\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">As penas s\u00e3o usadas pelo \u00edndio na ornamenta\u00e7\u00e3o do corpo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>Podem servir para:<\/strong><\/p>\n<strong>Desenhos corporais \u2013<\/strong>\u00a0penas coladas sobre uma camada de resina, cobrindo o corpo, do tronco at\u00e9 os joelhos.<strong>\nArtefatos \u2013 confeccionados com penas:<\/strong>\u00a0colares, cocares e tamb\u00e9m na decora\u00e7\u00e3o dos armamentos.\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>3 \u2013 ARTE EM MADEIRA<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Os \u00edndios esculpem m\u00e1scaras, animais e figuras humanas na madeira.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong>4 &#8211; CER\u00c2MICA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-158943 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I17.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"265\" \/><strong>Arte Ind\u00edgena &#8211; Cer\u00e2mica<\/strong><\/p>\nOs \u00edndios fazem do barro, cuias, vasos, chocalhos, etc.\n\nUtilizam para isto a argila, dando-lhe polimento com a folha de uma \u00e1rvore.\n\nOs \u00edndios Caraj\u00e1s fabricam bonecas (licoc\u00f3s) para as crian\u00e7as.\n\n<strong>5 &#8211; TRAN\u00c7ADOS E CESTARIAS<\/strong>\n\nOs \u00edndios fazem cestos de palha, tran\u00e7ados em espiral ou teia.\n\nMistura palha clara e palha tingida.\n\nAs esteiras de palha s\u00e3o utilizadas como leito para recobrir as cabanas ou proteger os alimentos.\n\n<strong>6 &#8211; M\u00daSICA<\/strong>\n\nA m\u00fasica \u00e9 parte do vasto universo cultural dos v\u00e1rios povos ind\u00edgenas que habitaram e habitam o Brasil. Sendo uma das atividades culturais mais importantes na socializa\u00e7\u00e3o das tribos.\n\n<strong>7 &#8211; DAN\u00c7A<\/strong>\n\nA dan\u00e7a pode ser realizada por um \u00fanico individuo ou por grupos. O estilo de dan\u00e7a varia de acordo com a tribo e com os deuses representados pelos fen\u00f4menos naturais.\n\nA dan\u00e7a marca o ritual e \u00e9 feita de passos fortes e bem marcados, feita em c\u00edrculo, pois o c\u00edrculo, n\u00e3o tem cima nem baixo, ou seja, todos s\u00e3o iguais na dan\u00e7a.\n\n<strong>Cada dan\u00e7a tem um significado e uma inten\u00e7\u00e3o, entre eles:\u00a0<\/strong>dan\u00e7a da chuva, dan\u00e7a pra chamar os bons esp\u00edritos e levar os ruins da aldeia, dan\u00e7a em homenagem aos seus ancestrais, etc.\n\n<strong>ARQUITETURA IND\u00cdGENA<\/strong>\n\n<strong>Conhecendo uma Oca ou Maloca<\/strong>\n\nOca \u00e9 uma habita\u00e7\u00e3o t\u00edpica dos povos ind\u00edgenas. As ocas s\u00e3o constru\u00eddas coletivamente, com a participa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios integrantes da tribo. S\u00e3o grandes, podendo chegar at\u00e9 40 metros de comprimento.\n\nV\u00e1rias fam\u00edlias de \u00edndios habitam a mesma oca. Este tipo de habita\u00e7\u00e3o n\u00e3o possui divis\u00f5es, na parte interna da oca existem diversas redes, que os \u00edndios usam para dormir.\n\nElas s\u00e3o constru\u00eddas com a utiliza\u00e7\u00e3o de taquaras e troncos de \u00e1rvores. A cobertura \u00e9 feita de folhas de palmeiras ou palha. Uma oca pode durar mais de 20 anos.\n\nAs ocas n\u00e3o possuem janelas, por\u00e9m, a ventila\u00e7\u00e3o ocorre atrav\u00e9s das portas e dos frisos entra as taquaras da parede. Costumam apresentar de uma a tr\u00eas portas apenas.\n\nTaba ou Aldeia \u00e9 a reuni\u00e3o de 4 a 10 ocas, em cada oca vivem v\u00e1rias fam\u00edlias, geralmente entre 300 a 400 pessoas. No centro da aldeia fica a ocara, a pra\u00e7a. Ali se re\u00fanem os conselheiros, as mulheres preparam as bebidas rituais e t\u00eam lugar as grandes festas. Eles vivem de modo harmonioso.\n\n<strong>ARTE PLUM\u00c1RIA<\/strong>\n\n<strong>A aldeia cabe no cocar<\/strong>\n\nA disposi\u00e7\u00e3o e as cores das penas do cocar n\u00e3o s\u00e3o aleat\u00f3rias. Al\u00e9m de bonito, ele indica a posi\u00e7\u00e3o de chefe dentro do grupo e simboliza a pr\u00f3pria ordena\u00e7\u00e3o da vida em uma aldeia Kayap\u00f3. Em forma de arco, uma grande roda a girar entre o presente e o passado. A aldeia tamb\u00e9m \u00e9 disposta assim. L\u00e1, cada um tem seu lugar e sua fun\u00e7\u00e3o determinados.\n\n<strong>OS HOMENS<\/strong>\n\nA cor mais forte (vermelho) representa a casa dos homens, que fica bem no cora\u00e7\u00e3o da aldeia. \u00c9 a \u201cprefeitura\u201d Kayap\u00f3, presidida apenas por homens. A\u00ed eles se re\u00fanem diariamente para discutir ca\u00e7adas, guerras, rituais e confeccionar adornos, como colares e pulseiras.\n\n<strong>A FLORESTA<\/strong>\n\nO verde representa as matas, que protegem as aldeias e ao mesmo tempo s\u00e3o a morada dos mortos e dos seres sobrenaturais. S\u00e3o consideradas um lugar perigoso, j\u00e1 que fogem ao controle dos Kayap\u00f3.\n\n<strong>AS MULHERES<\/strong>\n\nO amarelo refere-se \u00e0s casas e \u00e0s ro\u00e7as, \u00e1reas dominadas pelas mulheres. Nesses espa\u00e7os, elas pintam os corpos dos maridos e dos filhos, plantam, colhem e preparam os alimentos.\n\nTodas as cho\u00e7as t\u00eam a mesma dist\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 casa dos homens.\n\n<strong>ARTE DOS TRAN\u00c7ADOS (CESTARIAS) E ARTE DAS CER\u00c2MICAS<\/strong>\n\n<strong>Tran\u00e7ados e cestarias<\/strong>\n\nA cestaria \u00e9 o conjunto de objetos feitos quando se tran\u00e7am fibras vegetais. Com as fibras, os \u00edndios produzem cestos para transportar coisas e armazen\u00e1-las, al\u00e9m de tran\u00e7ar pulseiras, cintos, colares, fazer armadilhas de pesca e muito mais.\n\nCada povo ind\u00edgena tem um tipo de cestaria; e cada cesto tem um formato diverso, de acordo com sua fun\u00e7\u00e3o. Eles s\u00e3o comuns em todas as tribos.\n\nAtualmente, as tribos ind\u00edgenas que t\u00eam contato com os centros urbanos produzem seus tran\u00e7ados com a finalidade de com\u00e9rcio.\n\n<strong>Cer\u00e2micas<\/strong>\n\nAs cer\u00e2micas t\u00eam caracter\u00edsticas pr\u00f3prias em cada regi\u00e3o aonde \u00e9 realizada. At\u00e9 hoje ela \u00e9 realizada pelas varias tribos ind\u00edgenas como utilit\u00e1rias. As cer\u00e2micas s\u00e3o utilizadas na fabrica\u00e7\u00e3o de bonecas, panela, vasos e outros recipientes. Geralmente s\u00e3o confeccionadas pelas mulheres, sendo utilizada como mat\u00e9ria prima a argila (barro).\n\nCada povo tem sua habilidade e forma de materializar em objetos de arte as necessidades do dia a dia ou dos rituais.\n\nAtualmente os \u00edndios j\u00e1 utilizam tintas e instrumentos industrializados para produzirem suas cer\u00e2micas.\n\n<strong>PINTURA CORPORAL<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-158944 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I18.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"161\" \/><strong>Arte Ind\u00edgena &#8211; Pintura<\/strong><\/p>\nOs \u00edndios pintam seus corpos no dia a dia e em ocasi\u00f5es especiais (festa, luto, guerra, etc).\n\nEles pintam o corpo para enfeit\u00e1-lo e tamb\u00e9m para defend\u00ea-lo contra o sol, os insetos e os esp\u00edritos maus.\n\nAs cores mais usadas pelos \u00edndios para pintar seus corpos s\u00e3o o vermelho muito vivo do urucum que representa a casa do homem, o negro esverdeado que representa a floresta, da tintura do suco do jenipapo e o branco da tabatinga. A escolha dessas cores \u00e9 importante, porque o gosto pela pintura corporal est\u00e1 associado ao esfor\u00e7o de transmitir ao corpo a alegria contida nas cores vivas e intensas.\n\nOs desenhos dos s\u00e3o geom\u00e9tricos, complexos e revelam um equil\u00edbrio e uma beleza que impressionam o observador. Al\u00e9m do corpo, que \u00e9 o suporte pr\u00f3prio da pintura, os desenhos aparecem tamb\u00e9m em couros, esteiras e abanos, o que faz com que os objetos dom\u00e9sticos sejam inconfund\u00edveis. Cada povo ind\u00edgena tem a sua maneira de se pintar, por isso \u00e9 complicado definir de forma totalmente geral a fun\u00e7\u00e3o da pintura corporal e o tipo de desenho.\n\n<strong>Arte Ind\u00edgena &#8211; Materiais<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-158942 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I16.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"186\" \/><strong>Arte Ind\u00edgena<\/strong><\/p>\nCada\u00a0<strong>povo ind\u00edgena<\/strong>\u00a0tem uma maneira pr\u00f3pria de expressar suas obras, por isto dizemos que n\u00e3o existe arte ind\u00edgena e sim artes ind\u00edgenas.\n\nAs artes ind\u00edgenas diferem-se muito das demais produzidas em diferentes localidades do globo, uma vez que manuseiam pigmentos, madeiras, fibras, plumas, vegetais e outros materiais de maneira muito singular.\n\nNos relacionamentos entre diferentes povos, inclusive com o branco os artefatos produzidos s\u00e3o objetos de troca, sendo at\u00e9 utilizados como uma alternativa de renda. Muitas tribos enfatizam a produ\u00e7\u00e3o de cer\u00e2mica, outras esculturas em madeira, o que vale ressaltar \u00e9 que estes aspectos variam de uma tribo para outra.\n\nEntre muitas tribos a pintura corporal \u00e9 utilizada como uma forma de distinguir a divis\u00e3o interna dentro de uma determinada sociedade ind\u00edgena, como uma forma de indicar os grupos sociais nela existentes, embora exista tribos que utilizam a pintura corporal segundo suas preferencias.\n\nOs materiais utilizados normalmente s\u00e3o tintas como o urucu que produz o vermelho, o jenipapo da qual se adquire uma colora\u00e7\u00e3o azul marinho quase preto, o p\u00f3 de carv\u00e3o que \u00e9 utilizado no corpo sobre uma camada de suco de pau-de-leite, e o calc\u00e1rio da qual se extrai a cor branca.\n\n<strong>Arte Ind\u00edgena &#8211; O Urucu<\/strong>\n\nSeu nome popular tem origem na palavra tupi \u201curu-ku\u201d, que significa \u201cvermelho\u201d.\n\nO<strong>\u00a0urucu<\/strong>\u00a0\u00e9 utilizado tradicionalmente pelos \u00edndios brasileiros como fonte de mat\u00e9ria prima para tinturas vermelhas, usadas para os mais diversos fins, entre eles, protetor da pele contra o sol, contra picadas de insetos e para fins est\u00e9ticos; h\u00e1 tamb\u00e9m o simbolismo de agradecimento aos deuses pelas colheitas, pesca ou sa\u00fade do povo.\n\nA tintura corporal vermelha acompanhava os \u00edndios nos momentos de guerra ou de forte vibra\u00e7\u00e3o, por ocasi\u00e3o das comemora\u00e7\u00f5es coletivas.\n\nNo Brasil, a tintura de urucu em p\u00f3 \u00e9 conhecida como colorau, e usada na culin\u00e1ria para real\u00e7ar a cor dos alimentos.\n\nEsta esp\u00e9cie vegetal ainda \u00e9 cultivada por suas belas flores e frutos atrativos.\n\n<strong>Arte Ind\u00edgena &#8211; O Jenipapo<\/strong>\n\n<strong>Jenipapo<\/strong>, em tupi-guarani, significa \u201cfruta que serve para pintar\u201d. Os \u00edndios usavam o suco da fruta para pintar o corpo. A pintura permanecia v\u00e1rios dias e ainda protegia contra os insetos.\n\nQuando o fruto ainda est\u00e1 verde, de cor cinzenta e pele \u00e1spera, fornece um suco de cor azulada muito utilizado como corante para tintura em tecidos, artefatos de cer\u00e2mica e tatuagem.\n\nPara extrair o corante do jenipapo, corte o fruto ao meio, retire as sementes, esprema a polpa como se fosse um lim\u00e3o e coe. O l\u00edquido no princ\u00edpio transparente, ao contato com o ar, oxida-se e ganha uma colora\u00e7\u00e3o entre azul-escura e preta. A tinta prov\u00e9m do sumo do fruto verde \u2013 a subst\u00e2ncia corante, chamada genipina, perde o efeito corante com o amadurecimento do fruto. Assim, quanto mais verde o jenipapo, mais forte a cor vai ficar.\n\nUm fruto m\u00e9dio rende, em m\u00e9dia, meio copo de corante que logo depois da extra\u00e7\u00e3o \u00e9 levemente esverdeado, mas reage em contato com o ar e se torna azul ou verde. Aplicada sobre o papel, a cor azul perde intensidade e adquire tons esverdeados ou marrons.\n\nO corante do\u00a0<strong>jenipapo<\/strong>\u00a0tem a consist\u00eancia do nanquim e, para ficar mais concentrado, coloque-o em um vidro sem tampa, o que facilita a evapora\u00e7\u00e3o.\n\nNo corpo, em contato com a pele, pode deixar manchas, mas n\u00e3o se desespere, a mancha some e desaparece depois de uma semana ou mais, espontaneamente.\n\n<strong>O mito da lagarta Kurup\u00eaak\u00ea<\/strong>\n\n\u201cHavia um tempo em que Wayana n\u00e3o se pintava. Certo dia, uma jovem ao se banhar viu boiando n?\u00e1gua v\u00e1rios frutos de jenipapo recobertos de figuras.\n\n\u2013 Ah! Para eu me pintar ? exclamou.\n\nNessa mesma noite, um rapaz procurou-a na aldeia at\u00e9 a encontrar. Tornaram-se amantes, dormindo juntos noite ap\u00f3s noite. Entretanto, ao alvorecer, o jovem sempre desaparecia. Uma noite, contudo, o pai da mo\u00e7a rogou-lhe que permanecesse. E ele ficou. Quando clareou perceberam que seu corpo era inteiramente decorado com meandros negros. Como o acharam belo, pintou a todos, ensinando-lhes esta arte.\n\nUm dia o jenipapo terminou. O jovem desconhecido chamou a amante e foram a sua procura. Pr\u00f3ximo ao jenipapeiro, pediu-lhe que o aguardasse, enquanto colhia os frutos. Ela n\u00e3o obedeceu, foi v\u00ea-lo subir na \u00e1rvore.\n\nO que viu, entretanto, n\u00e3o foi o amante, mas uma imensa lagarta, toda pintada com os mesmos motivos.\n\nEnfurecida, disse-lhe para nunca mais voltar a sua aldeia, pois seus irm\u00e3os iriam mat\u00e1-lo. Arrecadou os frutos que estavam ca\u00eddos no ch\u00e3o e regressou, sozinha.\u201d\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0docs.google.com\/www.arara.fr\/isfdn.org\/www.recycledmats.com.au\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Arte Ind\u00edgena, \u00cdndios, Cultura, Tipo, Hist\u00f3ria, Brasileiro, Cultura, Sociedade, Territ\u00f3rio, Tribos, L\u00edngua, Arte, Caracter\u00edsticas, Arte Ind\u00edgena<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8752,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-25826","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-do-brasil"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Arte Ind\u00edgena - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Arte Ind\u00edgena - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Arte Ind\u00edgena, \u00cdndios, Cultura, Tipo, Hist\u00f3ria, Brasileiro, Cultura, Sociedade, Territ\u00f3rio, Tribos, L\u00edngua, Arte, Caracter\u00edsticas, Arte Ind\u00edgena\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-12-17T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-09-01T17:56:07+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I9.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"335\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"307\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"13 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Arte Ind\u00edgena\",\"datePublished\":\"2015-12-17T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T17:56:07+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/\"},\"wordCount\":2559,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Arte-I9.jpg\",\"articleSection\":[\"Hist\u00f3ria do Brasil\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/\",\"name\":\"Arte Ind\u00edgena - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Arte-I9.jpg\",\"datePublished\":\"2015-12-17T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T17:56:07+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Arte-I9.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Arte-I9.jpg\",\"width\":335,\"height\":307},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/historia-do-brasil\\\/arte-indigena-4\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Arte Ind\u00edgena\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Arte Ind\u00edgena - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Arte Ind\u00edgena - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Arte Ind\u00edgena, \u00cdndios, Cultura, Tipo, Hist\u00f3ria, Brasileiro, Cultura, Sociedade, Territ\u00f3rio, Tribos, L\u00edngua, Arte, Caracter\u00edsticas, Arte Ind\u00edgena","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2015-12-17T00:00:00+00:00","article_modified_time":"2026-09-01T17:56:07+00:00","og_image":[{"width":335,"height":307,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I9.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"13 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Arte Ind\u00edgena","datePublished":"2015-12-17T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T17:56:07+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/"},"wordCount":2559,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I9.jpg","articleSection":["Hist\u00f3ria do Brasil"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/","name":"Arte Ind\u00edgena - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I9.jpg","datePublished":"2015-12-17T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T17:56:07+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I9.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Arte-I9.jpg","width":335,"height":307},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/arte-indigena-4\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Arte Ind\u00edgena"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25826","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25826"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25826\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8752"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25826"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25826"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25826"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}