{"id":25385,"date":"2015-12-01T00:00:00","date_gmt":"2015-12-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/arte-romana-4\/"},"modified":"2026-09-01T17:47:48","modified_gmt":"2026-09-01T17:47:48","slug":"arte-romana-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/arte-2\/arte-romana-4\/","title":{"rendered":"Arte Romana"},"content":{"rendered":"\n<h4><strong>Arte Romana &#8211; <\/strong>Origem<\/h4>\n<strong>Arte Romana<\/strong> se refere \u00e0s artes visuais feitas na Roma Antiga e nos territ\u00f3rios do Imp\u00e9rio Romano.\n\n<strong>Arte Romana<\/strong> \u00e9 um tema muito amplo, abrangendo quase 1.000 anos e tr\u00eas continentes, da Europa em \u00c1frica e na \u00c1sia.\n\nA primeira <strong>Arte Romana<\/strong> pode ser datado de 509 aC, com a funda\u00e7\u00e3o lend\u00e1ria da Rep\u00fablica Romana, e durou at\u00e9 330 dC (ou muito mais tempo, se voc\u00ea incluir a arte bizantina).\n\n<strong>Arte Romana<\/strong> tamb\u00e9m abrange um amplo espectro de materiais, incluindo m\u00e1rmore, pintura, mosaico, pedras preciosas, prata e bronze trabalho, e terracotas, s\u00f3 para citar alguns.\n\nA cidade de Roma foi um caldeir\u00e3o, e os romanos n\u00e3o tiveram escr\u00fapulos em adaptar influ\u00eancias art\u00edsticas das outras culturas do Mediterr\u00e2neo que cercaram e precederam. Por esta raz\u00e3o, \u00e9 comum ver influ\u00eancias gregas, etruscas e eg\u00edpcias em toda arte romana. Isso n\u00e3o quer dizer que toda a arte romana \u00e9 derivado, embora, e um dos desafios para os especialistas \u00e9 definir o que \u00e9 &#8220;Romano&#8221; sobre a arte romana.\n<h4><strong>Arte Romana &#8211; <\/strong>Monumento<\/h4>\nRoma \u00e9 um dos centros culturais mais importantes do Ocidente e boa parte de seus monumentos remonta \u00e0 antiguidade. Caius Mecenas, conselheiro do imperador Augustus, que reinou no final do s\u00e9culo I a.C., foi o primeiro dos grandes patronos da arte.\n\nEm sua \u00e9poca surgiram o conhecedor de arte e o turista em busca de tesouros culturais e, pela primeira vez, os artistas obtiveram o mesmo prest\u00edgio que pol\u00edticos e soldados.\n\n<strong>Arte romana<\/strong>\u00a0\u00e9 o conjunto das manifesta\u00e7\u00f5es culturais que floresceram na pen\u00ednsula it\u00e1lica do in\u00edcio do s\u00e9culo VIII a.C. at\u00e9 o s\u00e9culo IV d.C., quando foram substitu\u00eddas pela arte crist\u00e3 primitiva. As cria\u00e7\u00f5es art\u00edsticas dos romanos, sobretudo a\u00a0<strong>arquitetura<\/strong>\u00a0e as artes pl\u00e1sticas, atingiram not\u00e1vel unidade, em conseq\u00fc\u00eancia de um poder pol\u00edtico que se estendia por um vasto imp\u00e9rio.\n\nA civiliza\u00e7\u00e3o romana criou grandes cidades e a estrutura militar favoreceu as constru\u00e7\u00f5es defensivas, como fortalezas e muralhas, e as obras p\u00fablicas (estradas, aquedutos, pontes etc.). O alto grau de organiza\u00e7\u00e3o da sociedade e o utilitarismo do modo de vida romano foram os principais fatores que caracterizaram sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica.\n\n<strong>ARQUITETURA<\/strong>\n\nO conhecimento atual sobre a antiga\u00a0<strong>arquitetura romana\u00a0<\/strong>prov\u00e9m de escava\u00e7\u00f5es arqueol\u00f3gicas por toda a \u00e1rea do imp\u00e9rio e de registros escritos, como livros, dedicat\u00f3rias e inscri\u00e7\u00f5es.\n\n<strong>Seguindo o plano etrusco, os romanos erigiam as cidades em torno de duas avenidas principais<\/strong>: uma no sentido norte-sul, outra de leste a oeste, e uma pra\u00e7a (forum) na intersec\u00e7\u00e3o.\n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r1.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/>\nO Coliseu com 524 m de circunfer\u00eancia ( Detalhe em maquete da antiga Roma )<\/strong><\/p>\nOs edif\u00edcios p\u00fablicos agrupavam-se em geral em torno do foro.\n\nInicialmente dominada pela influ\u00eancia etrusca, a\u00a0<strong>arquitetura romana<\/strong>\u00a0adquiriu um estilo pr\u00f3prio com a descoberta do cimento, no s\u00e9culo II a.C., a constru\u00e7\u00e3o com tijolos e ao aprimoramento do arco.\n\nAs constru\u00e7\u00f5es dos dois \u00faltimos s\u00e9culos do imp\u00e9rio incluem-se entre as manifesta\u00e7\u00f5es mais importantes da\u00a0<strong>arte romana<\/strong>.\n\nDepois do grande inc\u00eandio no reinado de Nero, o aspecto urbano transformou-se com as reconstru\u00e7\u00f5es. Destacam-se os grandes foros imperiais e o mais suntuoso de todos, o de Trajanus, em que predominavam os &#8220;mercados&#8221;, seis andares de lojas ligados por corredores e escadarias, escavados na rocha viva do monte Quirinal.\n\nObra-prima da engenharia e da\u00a0<strong>arquitetura romana\u00a0<\/strong>em sua t\u00e9cnica de origem oriental, o foro de Trajanus era cercado por grande muralha revestida de m\u00e1rmores e possu\u00eda salas de reuni\u00e3o, bibliotecas, um templo consagrado a Trajanus e uma bas\u00edlica.\n\nAs termas s\u00e3o uma cria\u00e7\u00e3o original dos arquitetos romanos. Nas grandes cidades, ocupavam um espa\u00e7o consider\u00e1vel, com banhos, saunas e numerosos estabelecimentos anexos. Os banhos de Agrippa, em Roma, hoje desaparecidos, s\u00e3o o primeiro exemplo da concep\u00e7\u00e3o monumental das termas romanas dos s\u00e9culos II e III, das quais as mais famosas s\u00e3o as do imperador\n\nCaracala, com bibliotecas, salas de leitura e conversa\u00e7\u00e3o, gin\u00e1sios e um teatro; e as de Diocletianus, as maiores de todas, com 140.000m2. Pompeu construiu o primeiro teatro de alvenaria, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 madeira, por volta de 50 a.C. Diferentes dos gregos, os teatros romanos possuem uma c\u00e1vea (espa\u00e7o reservado \u00e0 plat\u00e9ia) semicircular, uma orquestra (local destinado \u00e0s dan\u00e7as, aos m\u00fasicos e aos coros) pequena, \u00e0s vezes ocupada por assentos, e um palco maior com fundo de alvenaria.\n\nO Coliseu \u00e9 o anfiteatro mais famoso da segunda fase do imp\u00e9rio, a partir do s\u00e9culo I. Deve seu nome a uma colossal est\u00e1tua de Nero, depois desaparecida. Tem forma el\u00edptica, com 524m de circunfer\u00eancia, e podia receber cerca de cem mil espectadores. As necr\u00f3poles situavam-se \u00e0 margem das estradas. Havia tumbas coletivas, com nichos funer\u00e1rios, e particulares.\n\nO mausol\u00e9u, esp\u00e9cie de t\u00famulo e templo, prevaleceu a partir do reinado de Augustus. Dos templos mais antigos, restam apenas vest\u00edgios, como os de J\u00fapiter Capitolino, Saturno e Ceres, todos em Roma. A partir do s\u00e9culo I acentuou-se a influ\u00eancia s\u00edria, com grande riqueza de elementos decorativos.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r2.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/>\n<strong>As Termas de Diocletianus com 140.000 m2, ( Detalhe em maquete da antiga Roma )<\/strong><\/p>\n<strong>ESCULTURA<\/strong>\n\nOs poucos vest\u00edgios remanescentes da escultura romana at\u00e9 o s\u00e9culo II a.C. evidenciam a influ\u00eancia etrusca. Predominou a seguir o estilo hel\u00eanico, trazido por meio de pilhagens aos santu\u00e1rios gregos do sul da It\u00e1lia, da Anat\u00f3lia e da Gr\u00e9cia.\n\nMais tarde, artistas gregos, instalados em Roma, fizeram r\u00e9plicas e imita\u00e7\u00f5es das obras gregas mais apreciadas. Simultaneamente, a\u00a0<strong>escultura<\/strong>\u00a0romana come\u00e7ou a desenvolver um estilo pr\u00f3prio. O nome dos artistas n\u00e3o \u00e9 conhecido e mesmo obras importantes como a &#8220;Ara pacis Augustae&#8221; (&#8220;Altar da paz de Augustus&#8221;) permaneceram an\u00f4nimas.\n\nA avers\u00e3o dos romanos \u00e0 nudez atl\u00e9tica da\u00a0<strong>escultura grega\u00a0<\/strong>explica, em parte, a aus\u00eancia de estudos de anatomia nessa arte.\n\nO rosto \u00e9 a parte mais importante das pe\u00e7as e s\u00e3o desenvolvidas ao m\u00e1ximo as tend\u00eancias realistas e psicol\u00f3gicas da \u00e9poca Helen\u00edstica. Os primeiros retratos escult\u00f3ricos, do s\u00e9culo II a.C., denotam a fus\u00e3o dos estilos etrusco, it\u00e1lico e grego. Nos retratos do reinado de Augustus prevalece a influ\u00eancia grega, patente na idealiza\u00e7\u00e3o das figuras e na boa t\u00e9cnica do bronze.\n\nA tend\u00eancia \u00e0 idealiza\u00e7\u00e3o, para demonstrar a majestade impass\u00edvel dos caesares, continuou em retratos imperiais como os de Claudius e Nero, enquanto em outros, como o de Caracala, transparece a personalidade atormentada do retratado.\n\nA\u00a0<strong>escultura<\/strong>\u00a0floresceu nos s\u00e9culos I e II, especialmente no reinado de Hadrianus, sob forte influ\u00eancia grega. Um segundo per\u00edodo \u00e1ureo iniciou-se no ano 193, com Septimius Severus.\n\nEntretanto, as condi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas a partir do s\u00e9culo III e a mediocridade dos artistas trouxeram a decad\u00eancia de todas as artes e da<strong>escultura<\/strong>\u00a0em particular. Entre os objetos dom\u00e9sticos (l\u00e2mpadas, ferramentas, armas etc.), executados predominantemente em bronze, existem verdadeiras obras de arte.\n\n<strong>PINTURA<\/strong>\n\nAs casas de Pomp\u00e9ia, de Herculanus e da capital atestam a grande difus\u00e3o da pintura mural na antiga Roma. As mais antigas pinturas romanas conhecidas s\u00e3o os afrescos descobertos numa tumba do monte Esquilino e datam aproximadamente do s\u00e9culo III a.C.\n\nAssim como a\u00a0<strong>escultura<\/strong>, a pintura em sua primeira fase reflete a influ\u00eancia etrusca e, em seguida, it\u00e1lica e hel\u00eanica.\n\nOs quatro estilos das pinturas murais de Pomp\u00e9ia encontram correspondentes no resto da It\u00e1lia. O primeiro estilo, de incrusta\u00e7\u00e3o, imita obras da Anat\u00f3lia e da ilha de Delos e reproduz revestimentos de m\u00e1rmore multicolorido.\n\nEntre 70 a.C. e o ano 20 da era crist\u00e3, o segundo estilo, dito arquitet\u00f4nico &#8211; da casa de Cle\u00f3patra, constru\u00edda por Julius Caesar, e da casa de Augustus, em Roma &#8211; apresenta t\u00e9cnica aprimorada e baseia-se em originais gregos. Os pain\u00e9is parecem abrir-se para paisagens e pal\u00e1cios povoados por personagens da Mitologia Grega. O terceiro estilo, ornamental, aparece em Pomp\u00e9ia no fim do s\u00e9culo I a.C.\n\nO realismo d\u00e1 lugar \u00e0 idealiza\u00e7\u00e3o e os personagens m\u00edticos dominam completamente as paisagens. O quarto estilo, fant\u00e1stico, corresponde ao reinado de Nero, entre os anos 54 e 68. Os motivos arquitet\u00f4nicos derivam-se do teatro e emolduram com arabescos composi\u00e7\u00f5es mitol\u00f3gicas, como na casa dos Vetii, em Pomp\u00e9ia, e na casa do Tocador de C\u00edtara, em Herculanus. Seguiu-se uma expans\u00e3o da arte religiosa a servi\u00e7o dos imperadores divinizados. Os temas referem-se sobretudo \u00e0 imortalidade da alma e \u00e0 vida depois da morte. Na arte mural, destacam-se tamb\u00e9m os mosaicos, de forte influ\u00eancia oriental.\n\n<strong>M\u00daSICA E DAN\u00c7A<\/strong>\n\nA cultura musical do leste do Mediterr\u00e2neo, sobretudo da Gr\u00e9cia, trazida pelas legi\u00f5es romanas em seu retorno, foi modificada e simplificada. Mesmo assim, suas teorias musicais e ac\u00fasticas, princ\u00edpios de constru\u00e7\u00e3o de instrumentos, sistema de nota\u00e7\u00e3o e acervo de melodias predominaram e formaram a base de toda a m\u00fasica ocidental posterior.\n\nNa dan\u00e7a, ao contr\u00e1rio do que ocorreu em outras artes, o Imp\u00e9rio Romano n\u00e3o seguiu os passos da cultura etrusca, que evidenciou, na abundante decora\u00e7\u00e3o funer\u00e1ria, o importante papel que concedia a essa arte. Aparentemente, as mulheres etruscas desempenhavam um importante papel nas dan\u00e7as em pares, realizadas sem m\u00e1scaras em locais p\u00fablicos.\n\nA cultura romana, em seu s\u00f3brio racionalismo, era avessa \u00e0 dan\u00e7a, que, at\u00e9 o in\u00edcio do s\u00e9culo III, restringia-se a formas processionais, ligadas a ritos de guerra e agr\u00edcolas. Mais tarde, a influ\u00eancia etrusca e grega se disseminou, mas as pessoas que dan\u00e7avam eram consideradas suspeitas, efeminadas e mesmo perigosas pela aristocracia romana.\n\nC\u00edcero afirmou que a dan\u00e7a era um sinal de insanidade. O culto grego a Dioniso inclu\u00eda a indu\u00e7\u00e3o ao \u00eaxtase por meio de uma dan\u00e7a convulsiva e cat\u00e1rtica. No Imp\u00e9rio Romano, transformaram-se nas festas orgi\u00e1sticas de Baco, a princ\u00edpio s\u00f3 para mulheres e realizadas durante tr\u00eas dias no ano.\n\nEmbora secretos, tais cultos se disseminaram, passaram a incluir tamb\u00e9m os homens e chegaram a uma freq\u00fc\u00eancia de cinco por m\u00eas. No ano 186 a.C., sob a alega\u00e7\u00e3o de obscenidade, foram proibidos e seus praticantes sofreram implac\u00e1vel persegui\u00e7\u00e3o, s\u00f3 compar\u00e1vel \u00e0 movida contra os crist\u00e3os. Na verdade, seu car\u00e1ter de sociedade secreta era amea\u00e7ador para o estado.\n\n<strong>Por volta do ano 150 a.C., foi ordenado tamb\u00e9m o fechamento de todas as escolas de dan\u00e7a, o que n\u00e3o erradicou a pr\u00e1tica<\/strong>: dan\u00e7arinos e professores eram trazidos, em n\u00famero cada vez maior, de outros pa\u00edses.\n\n<strong>TEATRO<\/strong>\n\nO teatro romano era inteiramente calcado na tradi\u00e7\u00e3o grega. Seu decl\u00ednio, que causou um v\u00e1cuo de quatro s\u00e9culos na produ\u00e7\u00e3o teatral, parece ter sido mais significativo para a hist\u00f3ria da cultura ocidental do que sua pr\u00f3pria exist\u00eancia. Uma incipiente tradi\u00e7\u00e3o teatral, de influ\u00eancia etrusca, j\u00e1 existia na pen\u00ednsula it\u00e1lica.\n\nNo ano 240 a.C. foi apresentada pela primeira vez uma pe\u00e7a traduzida do grego durante os jogos romanos.\n\nO primeiro autor teatral romano a produzir uma obra de qualidade, que estreou em 235 a.C., foi Cneu Nevius.\n\nO teatro hist\u00f3rico foi a primeira cria\u00e7\u00e3o original desse autor, que incorporou a suas pe\u00e7as, mordazes e francas, cr\u00edticas \u00e0 aristocracia romana, pelo que parece ter sido preso ou exilado. Talvez em vista dessas circunst\u00e2ncias, seu sucessor, o grande poeta Quintus Enius, tenha adaptado seu talento \u00e0s exig\u00eancias do momento e se dedicou \u00e0 tradu\u00e7\u00e3o das trag\u00e9dias gregas.\n\nA verdadeira com\u00e9dia latina surgiu apenas no final do s\u00e9culo II a.C. As representa\u00e7\u00f5es teatrais eram parte do entretenimento gratuito oferecido nos festivais p\u00fablicos.\n\nDesde o in\u00edcio, no entanto, o teatro romano dependeu do gosto popular, de uma forma que nunca havia ocorrido na Gr\u00e9cia. Caso uma pe\u00e7a n\u00e3o agradasse ao p\u00fablico, o promotor do festival era obrigado a devolver parte do subs\u00eddio que recebera. Por isso, mesmo durante a rep\u00fablica, havia certa ansiedade em oferecer \u00e0 plat\u00e9ia algo que a agradasse, o que logo se comprovou ser o sensacional, o espetacular e o grosseiro.\n\nOs imperadores romanos fizeram um uso c\u00ednico desse fato, provendo &#8220;p\u00e3o e circo&#8221;, segundo a famosa frase do satirista Juvenal, para que o povo se distra\u00edsse de suas miser\u00e1veis condi\u00e7\u00f5es de vida. O grandioso Coliseu e outros anfiteatros espalhados por todo o imp\u00e9rio atestam o poder e a grandeza de Roma, mas n\u00e3o sua energia art\u00edstica.\n\nN\u00e3o h\u00e1 raz\u00f5es para crer que tais constru\u00e7\u00f5es se destinavam a outra coisa que n\u00e3o espet\u00e1culos banais e degradantes. As arenas foram ent\u00e3o totalmente ocupadas por gladiadores em combates mortais, feras espica\u00e7adas at\u00e9 se fazerem em peda\u00e7os, crist\u00e3os cobertos de piche e usados como tochas humanas. N\u00e3o \u00e9 de se admirar que tanto os escritores como o p\u00fablico de outra \u00edndole passassem a considerar o teatro como manifesta\u00e7\u00e3o indigna e aviltante.\n\nDurante o per\u00edodo imperial, surgiram as trag\u00e9dias para pequenos recintos privados ou para declama\u00e7\u00e3o sem encena\u00e7\u00e3o. S\u00e3o desse tipo as obras de S\u00eaneca, fil\u00f3sofo est\u00f3ico e principal conselheiro de Nero, as quais exerceram enorme influ\u00eancia durante o Renascimento, sobretudo na Inglaterra. Ainda durante a Rep\u00fablica, a m\u00edmica e a pantomima tornaram-se as formas teatrais mais populares.\n\nBaseadas nas improvisa\u00e7\u00f5es e agilidade f\u00edsica dos atores, ofereciam ampla oportunidade para a audaciosa apresenta\u00e7\u00e3o de cenas imorais e pornogr\u00e1ficas. No tempo da persegui\u00e7\u00e3o aos crist\u00e3os, sob Nero e Domitianus, a f\u00e9 crist\u00e3 era ridicularizada. Depois do triunfo do cristianismo, as apresenta\u00e7\u00f5es teatrais foram proibidas.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r3.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/>\n<strong>Ilha Tiberina com o teatro de Macelus \u00e0 direita, com capacidade para 20.000 espectadores &#8211; detalhe em maquete da antiga Roma<\/strong><\/p>\n\n<h4 class=\"imagem\">A\u00a0<strong>arte romana<\/strong><\/h4>\nA\u00a0<strong>arte romana<\/strong>\u00a0recebeu influ\u00eancia da arte etrusca, que era popular e retratava a realidade, e da grega, que dava uma grande import\u00e2ncia beleza. Como tinham grande admira\u00e7\u00e3o pela arte grega, os romanos basearam toda a sua cria\u00e7\u00e3o nas fontes gregas.\n\nMuitos de seus artistas eram de origem grega e apesar de copiarem muitas coisas, tinham uma tem\u00e1tica diferente, aproximavam-se mais da realidade e davam muito valor ao tra\u00e7o fision\u00f4mico das pessoas. Decoraram vilas e pal\u00e1cios, faziam\u00a0<strong>pintura<\/strong>\u00a0de mural e reproduziam efeitos de profundidade. Destacaram-se na arquitetura.\n\n<strong>PINTURA<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r4.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/><\/p>\nOs artistas romanos sofreram grande influ\u00eancia dos gregos. Os pintores romanos davam \u00e0s figuras de suas obras a mesma apar\u00eancia natural encontrada na\u00a0<strong>escultura<\/strong>\u00a0cl\u00e1ssica grega e romana.\n\nOs artistas romanos acentuavam o realismo de seus trabalhos pintando convincentes ilus\u00f5es de profundidade, sombreamento e luz refletida. Criar a ilus\u00e3o de profundidade \u00e9 chamado desenhar em perspectiva. Os romanos foram dos primeiros a desenvolver essa importante t\u00e9cnica.\n\nAlguns dos melhores exemplos de\u00a0<strong>pintura romana\u00a0<\/strong>foram encontrados nas ru\u00ednas de Pomp\u00e9ia. A casa de dois irm\u00e3os chamados Vettius cont\u00e9m afrescos pintados meticulosamente, que retratam hist\u00f3rias acerca de \u00cdxion, her\u00f3i m\u00edtico.\n\n<strong>ESCULTURA<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>escultura romana\u00a0<\/strong>primitiva foi influenciada pelos etruscos e pelos gregos. Quando os romanos conquistaram a Gr\u00e9cia e os reinos helen\u00edsticos, trouxeram muitas est\u00e1tuas gregas para Roma e encorajavam os artistas gregos a trabalharem para os romanos.\n\nOs retratos foram muito importantes na\u00a0<strong>escultura romana<\/strong>, como se encontram em bustos e personalidades; eram mais realistas que os gregos, principalmente nas formas do rosto. Os escultores romanos faziam uma cabe\u00e7a e aproveitavam o corpo de um deus esculpido por um grego, copiavam escultoras gregas e faziam suas modifica\u00e7\u00f5es.\n\nOs romanos eram muito religiosos e muitos de relevos feitos em altares mostram cerim\u00f4nias e hist\u00f3rias simb\u00f3licas. Eles tamb\u00e9m se interessavam muito em mostrar acontecimentos hist\u00f3ricos, como se nota em suas colunas. As decora\u00e7\u00f5es nos ata\u00fades tinham muito do estilo grego, mas suas id\u00e9ias sobre a morte eram romanas e mais tarde crist\u00e3s.\n\nA arquitetura romana traduz diversas caracter\u00edsticas marcantes. As constru\u00e7\u00f5es eram de extrema grandeza material e realismo. Identificamos essas caracter\u00edsticas atrav\u00e9s das fun\u00e7\u00f5es para as quais foram constru\u00eddas.\n\n<strong>ARQUITETURA<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r5.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/><\/p>\n<strong>1) Religi\u00e3o: <\/strong>Templos\n<blockquote>Local constru\u00eddo para reuni\u00e3o do povo e a pr\u00e1tica dos cultos. N\u00e3o se sabe muito sobre os templos romanos e o mais conhecido foi chamado de Pante\u00e3o, em Roma.<\/blockquote>\n<strong>2) Com\u00e9rcio e civismo: <\/strong>Bas\u00edlica\n<blockquote>Local constru\u00eddo para as opera\u00e7\u00f5es comerciais e jur\u00eddicas. Sua planta era grande e retangular, dividida por colunas. Com o advento do Cristianismo, passou a designar uma igreja com certos privil\u00e9gios. A mais conhecida chamava-se Bas\u00edlica Julia (iniciada no governo de Julio Cesar).<\/blockquote>\n<strong>3) Higiene: <\/strong>Termas\n<blockquote>As termas eram compostas por piscina, jardins, gin\u00e1sio. Al\u00e9m de serem casa de banho, funcionavam como um centro de reuni\u00f5es sociais e esportivas de Roma. A mais famosa chamava-se Caracala.<\/blockquote>\n<strong>4) Divertimentos: <\/strong>Circos, Teatros, Anfiteatros, Gin\u00e1sios\n<blockquote>Sofreram forte influ\u00eancia grega e objetivavam a realiza\u00e7\u00e3o de diversos eventos. O mais importante era o circo, realizando corridas de cavalos, lutas, torneios.\n\nPodemos visitar as escava\u00e7\u00f5es e ru\u00ednas do mais importante circo de Roma, chamado Circus Maximus.\n\nOs teatros ocupavam um espa\u00e7o de destaque na arquitetura romana com cen\u00e1rios vers\u00e1teis, girat\u00f3rios e substitu\u00edveis. O mais c\u00e9lebre chamou-se Marcellus. Os anfiteatros abrigavam o povo romano para assistir \u00e0s lutas de gladiadores, um espet\u00e1culo que podia ser apreciado de qualquer \u00e2ngulo devido ao estilo da constru\u00e7\u00e3o.\n\nO mais belo anfiteatro romano chamou-se Coliseu e podemos conferir suas ru\u00ednas no centro de Roma. Uma constru\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios andares, com capacidade para 40.000 pessoas sentadas e 5000 em p\u00e9, toda ornamentada com\u00a0<strong>esculturas<\/strong>\u00a0e colunas d\u00f3ricas, j\u00f4nicas e cor\u00edntias.<\/blockquote>\n<strong>5) Monumentos Decorativos: <\/strong>Arco de Triunfo e Coluna Triunfal\n<blockquote>Ressaltamos tamb\u00e9m na arquitetura romana os monumentos decorativos como o Arco de Triunfo, em homenagem aos imperadores e generais vitoriosos e Coluna Triunfal, narrando e comemorando feitos hist\u00f3ricos. O mais famoso \u00e9 o Arco de Tito, todo constru\u00eddo em m\u00e1rmore, no F\u00f3rum Romano e a mais importante \u00e9 a Coluna de Trajano, com friso em espiral e narrativas em baixo-relevo.<\/blockquote>\n<strong>6) Moradia: <\/strong>Casa\n<blockquote>As casas romanas eram constru\u00eddas ao redor de um p\u00e1tio chamado Atrio.<\/blockquote>\n<h4><strong>Arte Romana &#8211; Influ\u00eancias<\/strong><\/h4>\n<strong>A\u00a0arte romana\u00a0sofreu duas grandes influ\u00eancias:<\/strong> a da arte etrusca, popular e voltada para a express\u00e3o da realidade vivida, e a da grego-helen\u00edstica, orientada para a express\u00e3o de um ideal de beleza. mesmo com toda influ\u00eancia e admira\u00e7\u00e3o nas concep\u00e7\u00f5es helen\u00edsticas a respeito da arte, os romanos n\u00e3o abdicaram de um interesse muito pr\u00f3prio: retratar os tra\u00e7os particulares de uma pessoa. O que acabou ocorrendo foi uma acomoda\u00e7\u00e3o entre a concep\u00e7\u00e3o art\u00edstica romana e a grega.\n\n<strong>A arte dos romanos revela-nos um povo possuidor de um grande esp\u00edrito pr\u00e1tico<\/strong>: por toda parte em que estiveram, estabeleceram col\u00f4nias, constru\u00edram casas, templos, termas, aquedutos, mercados e edif\u00edcios governamentais.\n\nEmbora n\u00e3o haja d\u00favida de que as obras arquitet\u00f4nicas romanas tenham resultado da aplica\u00e7\u00e3o das propor\u00e7\u00f5es gregas \u00e0\u00a0<strong>arquitetura<\/strong>de ab\u00f3badas dos etruscos, tamb\u00e9m \u00e9 certo que lhes falta um car\u00e1ter totalmente pr\u00f3prio, um selo que as distinga. Para come\u00e7ar, a partir do s\u00e9culo II a.C., os arquitetos da antiga Roma dispunham de dois novos materiais de constru\u00e7\u00e3o.\n\nUm deles, o opus cementicium &#8211; uma esp\u00e9cie de concreto armado &#8211; era um material praticamente indestrut\u00edvel.Do outro lado estava o opus latericium, o ladrilho, que permitia uma grande versatilidade. Combinado com o primeiro material, ele oferecia a possibilidade de se constru\u00edrem ab\u00f3badas de enormes dimens\u00f5es e, apesar disso, muito leves.\n\n<strong>Os romanos tamb\u00e9m modificaram a linguagem arquitet\u00f4nica que haviam recebido dos gregos, uma vez que acrescentaram aos estilos herdados (d\u00f3rico, j\u00f4nico e cor\u00edntio) duas novas formas de constru\u00e7\u00e3o<\/strong>: os estilos toscano e composto.\n\n<strong>A evolu\u00e7\u00e3o da\u00a0arquitetura romana\u00a0reflete-se fundamentalmente em dois \u00e2mbitos principais<\/strong>: o das escolas p\u00fablicas e o das obras particulares. As primeiras (por exemplo, templos, bas\u00edlicas, anfiteatros, arcos de triunfo, colunas comemorativas, termas e edif\u00edcios administrativos) eram obras que apresentavam dimens\u00f5es monumentais e quase sempre formavam um conglomerado desordenado em torno do f\u00f3rum &#8211; ou pra\u00e7a p\u00fablica &#8211; das cidades.\n\nPor outro lado, as segundas, como os pal\u00e1cios urbanos e as vilas de veraneio da classe patr\u00edcia, se desenvolveram em regi\u00f5es privilegiadas das cidades e em seus arredores, com uma decora\u00e7\u00e3o faustosa e distribu\u00eddas em torno de um jardim.\n\nA plebe, ao inv\u00e9s disso, vivia em constru\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios pavimentos chamados de insulae, muito parecidos com nossos atuais edif\u00edcios, com portas que davam acesso a sacadas e terra\u00e7os, mas sem divis\u00f5es de ambiente nesses recintos. Seus caracter\u00edsticos tetos de telha de\n\nbarro cozido ainda subsistem em pleno s\u00e9culo XX. A engenharia civil merece um par\u00e1grafo \u00e0 parte. Al\u00e9m de construir caminhos que ligavam todo o imp\u00e9rio, os romanos edificaram aquedutos que levavam \u00e1gua limpa at\u00e9 as cidades e tamb\u00e9m desenvolveram complexos sistemas de esgoto para dar vaz\u00e3o \u00e0 \u00e1gua servida e aos dejetos das casas. O conceito de grande urbe que tinham os romanos definitivamente era muito semelhante ao que existe em nossos dias.\n\nA pintura romana sempre esteve estreitamente ligada \u00e0\u00a0<strong>arquitetura<\/strong>, e sua finalidade era quase exclusivamente decorativa. J\u00e1 no s\u00e9culo II a.C., na \u00e9poca da rep\u00fablica, disseminou-se entre as fam\u00edlias patr\u00edcias, empenhadas em exibir sua riqueza, o peculiar costume de mandar que se fizessem imita\u00e7\u00f5es da opulenta decora\u00e7\u00e3o de templos e pal\u00e1cios, tanto na casa em que viviam quanto naquela em que passavam o ver\u00e3o.\n\nGra\u00e7as a um bem-sucedido efeito \u00f3tico, chegavam a simular nas paredes portas entreabertas que davam acesso a aposentos inexistentes.Com o tempo, aproximadamente na metade do imp\u00e9rio, esse costume deixou de ser moda e foi se atenuando, at\u00e9 que as grandes pinturas murais acabaram tendo reduzidas suas dimens\u00f5es, para transformarem-se finalmente em pequenas imagens destinadas a obter efeitos decorativos. o mosaico foi o outro grande favorito na decora\u00e7\u00e3o de interiores romana.\n\nOs temas prediletos para a aplica\u00e7\u00e3o dessa complicada e minuciosa t\u00e9cnica foram, por um lado, o retrato, que podia ser bem pessoal ou apresentar um car\u00e1ter familiar, e, por outro, as onipresentes cenas mitol\u00f3gicas, al\u00e9m das paisagens rurais ou das marinhas, com sua fauna e flora.\n\nOs romanos costumavam dedicar especial apre\u00e7o pelas obras totalmente naturalistas, din\u00e2micas e proporcionadas da estatu\u00e1ria grega. Diante da impossibilidade de transportar as obras mais valiosas de F\u00eddias, Policleto ou Prax\u00edtenes, eles tomavam provid\u00eancias no sentido de que seus pr\u00f3prios escultores as copiassem. Isso fez com que surgissem importantes escolas de copistas. Pode-se dizer que quase todas elas logo atingiram um excelente n\u00edvel de realiza\u00e7\u00e3o. Desse modo, a arte estatu\u00e1ria do Imp\u00e9rio compensou com quantidade sua falta de originalidade.\n\nEncontrando na\u00a0<strong>escultura<\/strong>\u00a0a maneira ideal de perpetuar a hist\u00f3ria e seus protagonistas, proliferaram no \u00e2mbito dessa\u00a0<strong>arte romana<\/strong>\u00a0os bustos, retratos de corpo inteiro e est\u00e1tuas eq\u00fcestres de imperadores e patr\u00edcios, os quais passaram desse modo \u00e0 posteridade, al\u00e7ados praticamente categoria de deuses.\n\nCl\u00e1udio, por exemplo, fez-se esculpir com os atributos de J\u00fapiter, e Augusto se fez retratar com seus gal\u00f5es militares, afundado numa armadura que deixava entrever os m\u00fasculos do Dor\u00edforo de Policleto.\n\nOs imperadores romanos come\u00e7aram a enfrentar tanto lutas internas pelo poder quanto a press\u00e3o dos povos b\u00e1rbaros que, cada vez mais, investiam contra as fronteiras do imp\u00e9rio. Era o come\u00e7o da decad\u00eancia do Imp\u00e9rio romano que, no s\u00e9culo V, perde o dom\u00ednio do seu territ\u00f3rio do Ocidente para os germ\u00e2nicos.\n<h4>Arte Romana &#8211; <strong>Manisfesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas<\/strong><\/h4>\n\u00c9 errado afirmar que os romanso foram mais engenheiros que artistas. Num princ\u00edpio usava-se a silharia, mas depois requerem maior import\u00e2ncia a alvenaria, ladrilho e estruturas de concreto. Empregam-se sistem\u00e1ticamente o arco e a ab\u00f3boda, assim como a sobreposi\u00e7\u00e3o de ordens j\u00e1 aparecidas no helen\u00edstico.\n\nO d\u00f3rico grego converte-se em toscano. Utiliza-se o j\u00f4nico, mas prefere-se o cor\u00edntio; ambas ordens se fusionam, criando o estil composto, muito mais suntuosa.\n\nS\u00e3o simultaneados arco e dinte, fazendo este a forma de poderosa linha de imposta sobre as arcaturas; assim ocorre no Tabularium (78 a.C.) e no Teatro Marcelo (13 a.C.). As ab\u00f3bodas, de concreto, s\u00e3o de canh\u00e3o, de aresta ou semi-esf\u00e9ricas, estas \u00faltimas verdadeiras c\u00fapulas amci\u00e7as e n\u00e3o totalmente trasdosadas.\n\nAs odens, lavradas em m\u00e1rmore e pedra, encobririam as estruturas. A partir do s\u00e9culo III a.C. o grego substituiria pouco a pouco ao etrusco.\n\n<strong>O ornamental recupera decisiva import\u00e2ncia<\/strong>: suntuos\u00edssimas s\u00e3o as decora\u00e7\u00f5es em m\u00e1rmore, estuque e\u00a0<strong>pintura<\/strong>; h\u00e1 uma decidida tend\u00eancia a barroquizar fortes efeitos de claro-escuro mediante o realce dos volumes.\n\nNo extenso per\u00edodo de tempo no amplo horizonte que ocupou o Imp\u00e9rio, a\u00a0<strong>arte romana<\/strong>\u00a0foi recebendo distintas influ\u00eancias. Nas suas origens, etruscas e, posteriormente hel\u00eanicas. Apesar disso, constituiu-se um estilo com plena identidade e de uma grande beleza.\n<table border=\"0\" width=\"526\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Localiza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td>\n<td colspan=\"4\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Manisfesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Cronologia<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>\u00c1rea Geogr\u00e1fica<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Arquitetura<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Escultura<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Pintura<\/strong><\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Artes Decorativas<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">S. VI a.C. &#8211;\nS. IV d.C.<\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Territ\u00f3rios que\nformaram parte do\nImp\u00e9rio Romano.<\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Caracter\u00edsticas:<\/strong>&#8211; Utiliza\u00e7\u00e3o do arco e\nda ab\u00f3bada (infu\u00eancia\netrusca).\n&#8211; Novos materiais de\nobra.\n\n<strong>Constru\u00e7\u00f5es:<\/strong>\n\n&#8211; <strong>Templos:<\/strong> Panteon,\nem Roma.\n&#8211; <strong>Monumentos\ncomemorativos<\/strong>: arcos\nde triunfo (Arco de\nTito), colunas\n(Coluna Trajana).\n&#8211; Teatros, anfiteatros,\ncircos.\n&#8211; <strong>Obras de engenharia<\/strong>:\naquedutos, pontes.\n&#8211; Foros, termas.<\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">O retrato em Roma \u00e9\no g\u00eanero com maior\naceita\u00e7\u00e3o, e que mais\nse desenvolver\u00e1.\nEmbora se dinivize a\nfigura do imperador\ns vezes, s\u00e3o\nfrequentes as imagens\nmarcadas por um\ngrande realismo\n(crian\u00e7as, anci\u00e3os).\nOs revelos s\u00e3o\ntamb\u00e9m muito\nnumerosos e decoram\narcos de triunfo,\ncolunas, sarc\u00f3fagos,\netc.<\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Estilos pompeanos\nda pintura<\/strong>:\n&#8211; De incrusta\u00e7\u00e3o\n&#8211; Arquitet\u00f4nico\n&#8211; Ornamental\n&#8211; Intricado.<\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">O mosaico, de\nproced\u00eancia\nhelen\u00edstica, utiliza-se\ncomo decora\u00e7\u00e3o,\nprincipalmente, de\npavimentos.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4><strong>Arte Romana &#8211; <\/strong>Povo Romano<\/h4>\nA forma\u00e7\u00e3o cultural do povo romano deveu-se principalmente aos gregos e etruscos que ocuparam diferentes regi\u00f5es da It\u00e1lia entre os s\u00e9culos XII e XI a. C.\n\n<strong>Os romanos conquistaram um vasto imp\u00e9rio, desde a Europa at\u00e9 a \u00c1sia e assimilaram a cultura dos povos conquistados:<\/strong> dos etruscos (da Etr\u00faria, arte voltada para a express\u00e3o da realidade) e principalmente da cultura grega-helen\u00edstica (arte voltada para express\u00e3o de um ideal de beleza), mas com o passar do tempo adaptaram essas culturas ao seu pr\u00f3prio modo de vida e necessidade adotando seus elementos e reelaborando-os, criando assim uma linguagem original.\n\n<strong>Helenismo: <\/strong>de H\u00e9lade ou Gr\u00e9cia Antiga; conjunto de id\u00e9ias ou costumes da cultura grega; consiste no per\u00edodo a partir da conquista do Oriente por Alexandre (depois de sua morte, seu Imp\u00e9rio fragmentou-se em v\u00e1rios reinos, chamados helen\u00edsticos) at\u00e9 a conquista da Gr\u00e9cia pelos romanos.\n\nA funda\u00e7\u00e3o lend\u00e1ria de Roma data de 753 a.C.\n\n<strong>Escultura<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r12.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/><strong>\nEscultura Romana<\/strong><\/p>\nOs artistas romanos por serem realistas e pr\u00e1ticos retratavam as pessoas com muita fidelidade (mostrando sempre os sentimentos, os tra\u00e7os particulares, o car\u00e1ter), ao contr\u00e1rio dos gregos, que retratavam um ideal de beleza.\n\nDestacam-se tamb\u00e9m os relevos que especificam nitidamente o acontecimento e as pessoas, opondo-se aos gregos que representavam fatos mitol\u00f3gicos e intemporais.\n\n<strong>Pintura<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r6.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/><strong>\nPintura Romana<\/strong><\/p>\nDestacam-se os pain\u00e9is que sugeriam planos distintos (sali\u00eancia e profundidade) e barrados que formavam uma grande\u00a0<strong>pintura<\/strong>\u00a0mural.\n\nA tem\u00e1tica era de cenas da vida cotidiana \u00e0 cen\u00e1rios teatrais, misturando realismo e imagina\u00e7\u00e3o.\n\nA\u00a0<strong>pintura<\/strong>\u00a0ocupava grandes espa\u00e7os nas constru\u00e7\u00f5es complementando ricamente a arquitetura.\n\n<strong>Arquitetura<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r7.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/><strong>\nArquitetura Romana<\/strong><\/p>\nA popula\u00e7\u00e3o da cidade de Roma era muito grande e consequentemente havia a necessidade de se construir pr\u00e9dios p\u00fablicos, de grandes propor\u00e7\u00f5es para abrigar o maior n\u00famero de pessoas. Como admiradores das colunas gregas (que serviam de sustenta\u00e7\u00e3o para a cobertura), desenvolveram uma forma de constru\u00e7\u00e3o em que as colunas passam a ser apenas decorativas.\n\nUtilizaram o arco e a ab\u00f3boda (desconhecidos do gregos e dos eg\u00edpcios), mas transmitidos aos romanos pelos etruscos. A utiliza\u00e7\u00e3o destes recursos arquitet\u00f4nicos proporcionou \u00e0s constru\u00e7\u00f5es amplos espa\u00e7os internos, livres de colunas. Eram constru\u00eddos com blocos de pedras e fez uso do bet\u00e3o (pedras ou ladrilhos misturadas a uma massa l\u00edquida de cal e areia rica em sil\u00edcio).\n\nA solidez do bet\u00e3o romano, seu baixo pre\u00e7o, sua leveza e relativa facilidade de se trabalhar \u00e9 um dos aspectos inovadores e caracter\u00edsticos da arquitetura romana e que permitiu generalizar o uso do arco, da ab\u00f3boda e da c\u00fapula. As cidades compunham-se de edif\u00edcios para espet\u00e1culos, conjuntos forences, banhos, est\u00e1tuas, santu\u00e1rios, arte em relevo e as necr\u00f3poles.\n\nA arquitetura cl\u00e1ssica est\u00e1 dominada por uma concep\u00e7\u00e3o fortemente &#8220;escult\u00f3rica&#8221;, ou seja, pela predomin\u00e2ncia do espa\u00e7o interior, podendo somente ser tocado ou contemplado como os templos, o edif\u00edcio mais representativo da arquitetura romana.\n\n<strong>Como herdeira da arquitetura grega utiliza abundantemente as s\u00e9ries de colunas, por\u00e9m superpondo-as<\/strong>: d\u00f3rica no andar inferior, j\u00f4nica no centro e cor\u00edntia no superior, formando a chamada ordem comp\u00f3sita. Destaca-se o &#8220;P\u00e2ntheion&#8221; (nome grego que consagra todos os deuses) considerado como fonte de inspira\u00e7\u00e3o \u00e0 numerosos edif\u00edcios.\n\n<strong>Circo M\u00e1ximo<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r8.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/><strong>\nCirco Massimo &#8211; Roma<\/strong><\/p>\n<strong>Elaborou novos tipos de edif\u00edcios abertos como o anfiteatros ou o circo que apesar de serem inspirados em modelos gregos possuem um desenvolvimento original com maior autonomia em rela\u00e7\u00e3o aos ambientes<\/strong>: o circo era composto de um edif\u00edcio e uma planta retangular no qual circulavam os carros, tamb\u00e9m chamada de arena, podendo medir at\u00e9 100 m de largura por 600 m de comprimento e com capacidade para 200 mil espectadores ou mais; os anfiteatros juntos com os circenses eram os preferidos do p\u00fablico\u00a0<strong>romano\u00a0<\/strong>onde eram celebrados os festejos religiosos e espet\u00e1culos.\n\nA arena estava protegida por rede e separada por degraus para proteger os espectadores quando havia apresenta\u00e7\u00e3o de ca\u00e7adores e animais. Fora isso, os combates de gladiadores n\u00e3o ofereciam perigo ao p\u00fablico.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r9.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/><strong>\nColiseu &#8211; em Roma<\/strong><\/p>\nDestaca-se o Anfiteatro Fl\u00e1vio ou Coliseu que possui 50m de altura, 188m de comprimento e 156m de largura. Foi constru\u00eddo sobre uma lagoa previamente seca, cimentada em toda a superf\u00edcie, com mais de 12m de bet\u00e3o. A fachada exterior do Coliseu possui tr\u00eas ordens gregas como fun\u00e7\u00e3o meramente ornamental, muitos corredores, elevadores, depend\u00eancias subterr\u00e2neas, cen\u00e1rios e um complicado sistema de inunda\u00e7\u00e3o e evacua\u00e7\u00e3o de \u00e1guas.\n\nO conjunto demorou 10 anos para ser edificado e podia abrigar quase 70 mil espectadores. As festas de inaugura\u00e7\u00e3o oferecidas por Tito ( 80 d.C.) duraram 100 dias e foram mortos mais de 9 mil animais entre muitos combates de gladiadores e ap\u00f3s a inunda\u00e7\u00e3o da arena, se travou uma batalha naval.\n\n<strong>Inventores de alguns monumentos como o arco do triunfo<\/strong>: a princ\u00edpio uma porta monumental separada da muralha, de origem prov\u00e1vel para o embelezamento das portas das cidades para receber os generais triunfantes que entravam em\u00a0<strong>Roma<\/strong>\u00a0para celebrarem a antiga cerim\u00f4nia do triunfo. Depois, generalizaram e perderam o seu significado militar, tornando-se monumentos comemorativos ou para cumprirem uma finalidade monumental que podia ser erguido junto ao foro ou a uma estrada.\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r11.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/><strong>\nArte Romana<\/strong><\/p>\n<strong>Criaram novos tipos de edif\u00edcios concebidos mais para serem contemplados por dentro e providos pela primeira vez de grandes espa\u00e7os fechados como as bas\u00edlicas e as termas:<\/strong>\n<blockquote><strong>Bas\u00edlica: <\/strong>uma grande sala retangular ou em forma de abside com colunas interiores, costumava dispor de um lugar elevado ou tribuna onde se podia presidir audi\u00eancias, julgamentos e outros atos sociais, e tamb\u00e9m era utilizada pelos crist\u00e3os como lugar de culto; Termas<\/blockquote>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Arte Romana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/arte-r10.jpg\" alt=\"Arte Romana\" \/><strong>\nTermas de Caracala &#8211; Roma<\/strong><\/p>\n<strong>Termas<\/strong>\n\nEm sua vers\u00e3o cl\u00e1ssica (haviam mais simples), eram edif\u00edcios destinados a higiene corporal, ao exerc\u00edcio e espairecimento, e tamb\u00e9m um lugar de encontro para neg\u00f3cios e conversas. H\u00e1 muitas variantes, desde as que possuem um espa\u00e7o para exerc\u00edcio f\u00edsico, a banhos de \u00e1gua fria, de \u00e1gua quente e salas com piscina de \u00e1gua quente formando uma sauna. A \u00e1gua era aquecida em caldeiras e a calefa\u00e7\u00e3o fazia-se atrav\u00e9s de condutos de ar que passavam embaixo do ch\u00e3o.\n\nGrande destaque em obras p\u00fablicas, como aquedutos, pontes e na funda\u00e7\u00e3o de col\u00f4nias como instrumento de controle dos territ\u00f3rios conquistados. Os aquedutos s\u00e3o constru\u00e7\u00f5es de grandes pilares de bet\u00e3o revestidos de pedra e ladrilho, com arcadas sobrepostas que garantiam o abastecimento de \u00e1gua, uma condi\u00e7\u00e3o b\u00e1sica do estilo de vida reinante do Imp\u00e9rio. A condu\u00e7\u00e3o de \u00e1gua at\u00e9 as cidades era feita atrav\u00e9s de condutos de cer\u00e2mica e canos de chumbo, por\u00e9m era preciso que a nascente se situa-se num plano mais alto da cidade, onde passava por um processo de decanta\u00e7\u00e3o para posterior distribui\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Roma<\/strong>\u00a0era abastecida por pelo menos 11 aquedutos (o mais comprido media quase 90km).\n\n<strong>Os mercados<\/strong>\n\nEsp\u00e9cie de bairro comercial com caracter\u00edsticas inovadoras, constru\u00eddos em bet\u00e3o e ladrilho. O conjunto contava com ruas interiores, lugares fechados e fachadas com muitas janelas viradas para a pra\u00e7a do foro.\n\n<strong>Sepultura<\/strong>\n\nOs\u00a0<strong>romanos<\/strong>, como os gregos, acreditavam que n\u00e3o existia nenhum para\u00edso ap\u00f3s a morte, ent\u00e3o, desejavam ser lembrados, seja pela fama, seja por guerra, por meios art\u00edsticos ou c\u00edvicos, e a maioria comum (por\u00e9m com posses), tinha a oportunidade de serem lembrados gravando os seus nomes em epit\u00e1fios, para assim serem lidos. Os s\u00edtios funer\u00e1rios junto aos monumentos funer\u00e1rios concorriam para chamar a aten\u00e7\u00e3o dos viajantes e atra\u00ed-los para o seu epit\u00e1fio.\n\n<strong>Foro<\/strong>\n\nO foro era um edif\u00edcio situado na pra\u00e7a central, perto da intersec\u00e7\u00e3o das ruas principais ou afastado do espa\u00e7o urbano (o mesmo que f\u00f3rum). As moradias consistiam essencialmente em um espa\u00e7o interno que se abria para as diversas salas (n\u00e3o havia destaque para a cozinha).\n\nAs cidades quando situadas numa plan\u00edcie, tendiam a adotar um tra\u00e7ado baseado em duas ruas perpendiculares (tamb\u00e9m por influ\u00eancia grega) por\u00e9m, reestruturando e imprimindo-lhe uma marca pr\u00f3pria. Qualquer cidade que se prezasse devia dispor de boas vias de comunica\u00e7\u00e3o, abastecimento regular de \u00e1gua, muralhas, ruas, fontes, banhos p\u00fablicos e edif\u00edcios do governo, de espet\u00e1culos e celebra\u00e7\u00f5es. Por tudo isso, Roma era um modelo a ser seguido.\n\nFonte: \u00a0www.nomismatike.hpg.ig.com.br\/www.arteducacao.pro.br\/br.geocities.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Arte Romana, Per\u00edodo, Cultura, Origem, Antiga, Teatro, Civiliza\u00e7\u00e3o, Imp\u00e9rio, Pintura, Escultura, Arquitetura, Hist\u00f3ria, Arte Romana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4927,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[],"class_list":["post-25385","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arte-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Arte Romana - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Arte Romana - 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