{"id":25326,"date":"2015-11-30T00:00:00","date_gmt":"2015-11-30T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/arquitetura-renascentista-4\/"},"modified":"2026-09-01T17:46:50","modified_gmt":"2026-09-01T17:46:50","slug":"arquitetura-renascentista-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/arte-2\/arquitetura-renascentista-4\/","title":{"rendered":"Arquitetura Renascentista"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n\nA<strong>\u00a0arquitetura renascentista<\/strong>, tamb\u00e9m conhecida como arquitetura do renascimento foi uma escola arquitet\u00f4nica concomitante com o renascimento europeu, nos s\u00e9culos XIV, XV e XVI. Constituiu-se de um movimento importante de ruptura, no qual os arquitetos passaram a buscar ter um estilo individual. Para isso eles recorriam \u00e0 influ\u00eancias do passado, tal qual era feito nas artes pl\u00e1sticas no renascimento, trazendo elementos da antiguidade cl\u00e1ssica.\n<h4>Hist\u00f3ria e desenvolvimento<\/h4>\nO interesse pelo pelo greco-romano \u00e9 uma das balizas principais desse momento hist\u00f3rico em todas as artes, mas n\u00e3o se buscava uma c\u00f3pia integral do que havia no passado, eles faziam interpreta\u00e7\u00f5es do que era para eles esse passado, sendo altamente influenciados pelo Classicismo e as cria\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas dessa \u00e9poca.\n\nNo caso da arquitetura em si foram buscar as formas das antigas constru\u00e7\u00f5es com o intuito de reedit\u00e1-las sob seus pr\u00f3prios pontos de vista e interpreta\u00e7\u00e3o.\n\nA partir dos estudos e medi\u00e7\u00f5es de antigos templos e constru\u00e7\u00f5es compreenderam que para conseguir novas formas tudo que necessitavam era simples geometria euclidiana. Para tal passaram a utilizar um quadrado como moldura para desenvolver seus projetos, o que resultava em novas formas, muito mais harm\u00f4nicas.\n\nEra essencial que de qualquer parte da constru\u00e7\u00e3o fosse poss\u00edvel notar as leis que regiam a constru\u00e7\u00e3o, o que valorizava a racionalidade e as propor\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas da obra.\n<h4>Constru\u00e7\u00f5es renascentistas<\/h4>\nA utiliza\u00e7\u00e3o de tr\u00eas tipos de ordem de colunas gregas (a d\u00f3rica, a j\u00f4nica e a cor\u00edntia) substitua os pilares medievais. Seu uso tamb\u00e9m tinha uma simbologia importante pois representava o homem, sendo a base o p\u00e9, a coluna o corpo e o capitel a cabe\u00e7a.\n\nAssim se reafirmava a import\u00e2ncia do homem sobre as coisas, ap\u00f3s um grande per\u00edodo hist\u00f3rico onde o homem havia sido renegado ao segundo plano.\n\nTanto as igrejas como as constru\u00e7\u00f5es n\u00e3o religiosas eram baseadas no quadrado, sendo considerado a propor\u00e7\u00e3o perfeita para uma constru\u00e7\u00e3o.\n\nAssim sendo, vistos pelo lado de fora pareciam com um grande cubo de acabamento mais r\u00fastico, sendo que os grandes destaques arquitet\u00f4nicos estavas reservados ao lado interior e \u00e0s propor\u00e7\u00f5es das formas.\n\nEm cada andar poderiam ser observadas varia\u00e7\u00f5es nas disposi\u00e7\u00f5es de colunas, sendo que normalmente eram utilizadas na seguinte distribui\u00e7\u00e3o: no t\u00e9rreo as toscanas, no primeiro andar as j\u00f4nicas e no segundo as cor\u00edntias. Sendo os andares divididos por molduras que normalmente s\u00e3o finalizadas por arcos ou tri\u00e2ngulos.\n\n<strong>Bruna Barlach<\/strong>\n\nFonte: www.fontedosaber.com\n<h6>Arquitetura Renascentista<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\n<strong>Renascimento\u00a0<\/strong>\u00e9 o nome que se d\u00e1 ao per\u00edodo da hist\u00f3ria europ\u00e9ia, caracterizado por um renovado interesse pelo passado grego-romano ( cl\u00e1ssico ), que vai do s\u00e9culo XV ao s\u00e9culo XVI.\n\nEste movimento art\u00edstico come\u00e7ou a se manifestar na It\u00e1lia, no s\u00e9culo XIV, mais precisamente em Floren\u00e7a, cidade que a esta altura j\u00e1 tinha se tornado um estado independente e um dos centros comerciais mais importantes do mundo, e difundiu-se por toda a Europa, durante os s\u00e9culos XV e XVI.\n\nPlat\u00e3o, Arist\u00f3teles, Virg\u00edlio, S\u00eaneca e outros autores greco-romanos come\u00e7am a ser traduzidos e rapidamente difundidos. Desse modo, o esp\u00edrito da antiga filosofia cl\u00e1ssica n\u00e3o leva muito tempo para inundar as cortes da nova aristocracia burguesa. O cavalheiro renascentista deve agora ser versado em todas as disciplinas art\u00edsticas e cient\u00edficas.\n\nFoi gra\u00e7as ao reformador Lutero e \u00e0s universidades, por interm\u00e9dio do estudo das ci\u00eancias exatas e da filosofia, que se difundiram as id\u00e9ias de seus pares italianos. Por volta do fim do s\u00e9culo XV, chegava da Espanha a not\u00edcia do descobrimento de um novo continente, a Am\u00e9rica, fato que mudaria a fisionomia do mundo para sempre. O homem se distanciava assim, de modo definitivo, do per\u00edodo medieval para decididamente ingressar na modernidade.\n\nOs arquitetos do renascimento conseguiram, mediante a medi\u00e7\u00e3o e o estudo de antigos templos e ru\u00ednas, assim como pela aplica\u00e7\u00e3o da perspectiva, chegar \u00e0 conclus\u00e3o de que uma obra arquitet\u00f4nica completamente diferente da que se vira at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o era nada mais que pura geometria euclidiana. O m\u00f3dulo de constru\u00e7\u00e3o utilizado era o quadrado, que aplicado ao plano e ao espa\u00e7o deu \u00e0s novas edifica\u00e7\u00f5es propor\u00e7\u00f5es totalmente harm\u00f4nicas.\n\nAs ordens gregas de colunas substitu\u00edram os intermin\u00e1veis pilares medievais e se impuseram no levantamento das paredes e na sustenta\u00e7\u00e3o das ab\u00f3badas e c\u00fapulas. S\u00e3o tr\u00eas as ordens mais utilizadas: a d\u00f3rica, a j\u00f4nica e a cor\u00edntia, originadas do classicismo grego. A aplica\u00e7\u00e3o dessas ordens n\u00e3o \u00e9 arbitr\u00e1ria, elas representam as t\u00e3o almejadas propor\u00e7\u00f5es humanas: a base \u00e9 o p\u00e9, a coluna, o corpo, e o capitel, a cabe\u00e7a.\n\nAs obras da arquitetura profana, os pal\u00e1cios particulares ou comunais, tamb\u00e9m foram constru\u00eddas com base no quadrado.\n\nVistos de fora, esses pal\u00e1cios se apresentam como cubos s\u00f3lidos, de tend\u00eancia horizontal e com n\u00e3o mais de tr\u00eas andares, articulados tanto externa quanto internamente por colunas e pilares. Um p\u00e1tio central, quadrangular, tem a fun\u00e7\u00e3o de fazer chegar a luz \u00e0s janelas internas. A parede externa costuma receber um tratamento r\u00fastico, sendo a almofadilha mais leve nos andares superiores.\n\nA ordem das colunas varia de um andar para outro e costuma ser a seguinte: no andar t\u00e9rreo, a ordem toscana, uma variante da arquitetura romana; no pavimento principal, a j\u00f4nica; e no superior, a cor\u00edntia. A divis\u00e3o entre um n\u00edvel e outro \u00e9 feita por diferentes molduras e uma cornija que se estende por todo o piso de cada andar, exatamente abaixo das janelas. T\u00eam geralmente forma retangular e s\u00e3o coroadas por uma finaliza\u00e7\u00e3o em arco ou tri\u00e2ngulo.\n<h2>BER\u00c7O DO RENASCIMENTO<\/h2>\nO Fiorentino Filippo Brunelleschi (1377-1446) foi quem apresentou a nova concep\u00e7\u00e3o renascentista na arquitetura. Ele assimilara, durante longo tempo, as formas cl\u00e1ssicas e g\u00f3ticas e adaptara-as \u00e0 sua \u00e9poca, edificando as igrejas do Esp\u00edrito Santo, de S\u00e3o Louren\u00e7o e a c\u00fapula da Catedral de Santa Del Fiore, em Floren\u00e7a.\n\nContudo, n\u00e3o foi na \u00e9poca de Brunelleschi que a arquitetura renascentista atingiu seu ponto culminante, foi um pouco mais tarde, na primeira metade do s\u00e9culo XVI. Tamb\u00e9m n\u00e3o foi em Floren\u00e7a, onde nascera, mas em Roma, que atingiu a sua plenitude.\n\nEm Roma, durante toda a primeira metade do s\u00e9culo XVI &#8211; a Alta Renascen\u00e7a -, um arquiteto talentoso como Giuliano de Sangallo (1445-1516) uniu seu g\u00eanio ao do pintor Rafael Sanzio (1483-1520. No norte da It\u00e1lia, Andrea Palladio (1518-1580) realizava um trabalho t\u00e3o importante e original que acabou influenciando a arquitetura inglesa dos s\u00e9culos XVII e XVIII. Todos eles dedicavam-se, sobretudo, \u00e0 edifica\u00e7\u00e3o de constru\u00e7\u00f5es religiosas, das quais a mais ambiciosa \u00e9, sem d\u00favida, a Catedral de S\u00e3o Pedro, em Roma.\n\nFoi iniciada por Bramante em 1506, continuada por Michelangelo, acrescentada por Carlos Maderno (1556-1629) e adornada de colunas externas por Giovanni Em suma, pelo Renascimento adentro, o que preponderou nas constru\u00e7\u00f5es religiosas e leigas da It\u00e1lia foi o estilo renascentista, mas a t\u00e9cnica da constru\u00e7\u00e3o g\u00f3tica foi de grande valia para os feitos dos grandes arquitetos italianos.\n<h2>ARQUITETURA RENASCENTISTA NO RESTO DA EUROPA<\/h2>\nSurgiu na Fran\u00e7a, uma<strong>\u00a0arquitetura renascentista<\/strong>\u00a0inconfund\u00edvel, cujos melhores exemplos s\u00e3o a fachada interna do Museu do Louvre, obra de Pierre Lescot (1510-1578), e o Castelo de Anet, projeto de Philibert Delorme (1515-1570). Os franceses foram resistentes em aceitar as inova\u00e7\u00f5es art\u00edsticas oriundas da It\u00e1lia e, apenas no s\u00e9culo XVI, conseq\u00fc\u00eancia da presen\u00e7a de muitos artistas italianos na corte de Francisco I, \u00e9 que come\u00e7aram a adot\u00e1-las. Exatamente nos castelos franceses &#8211; sobretudo o de Blois e o de Fontainebleau &#8211; a influ\u00eancia cl\u00e1ssica \u00e9 mais relevante.\n<h2>OS PR\u00c9DIOS SECULARES<\/h2>\nDurante a renascen\u00e7a dois tipos de constru\u00e7\u00e3o secular destacaram-se na It\u00e1lia: o palazzo ou pal\u00e1cio, e a villa. Os pal\u00e1cios, nos in\u00edcios do renascimento, constitu\u00edam uma edifica\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria entre a fortaleza e a casa senhorial. Sua estrutura particular era uma conseq\u00fc\u00eancia das cont\u00ednuas lutas pol\u00edticas que se desencadeavam nas cidades: n\u00e3o raro, os membros de um partido atacavam o pal\u00e1cio de um rival. Por isso, os pal\u00e1cios constitu\u00edam verdadeiros blocos de pedra maci\u00e7a.\n\nO p\u00e1tio renascentista conferia ao interior do pal\u00e1cio o aspecto elegante e s\u00f3brio que falta ao exterior da constru\u00e7\u00e3o. Pela beleza do p\u00e1tio interno, pode-se aquilatar a vida luxuosa que levavam os pr\u00edncipes e ricos mercadores do Renascimento.\n\nEm muitas cidades italianas era comum que esses pal\u00e1cios fossem tamb\u00e9m estabelecimentos comerciais. Os grandes mercadores e suas fam\u00edlias habitavam o primeiro andar do edif\u00edcio, enquanto que o t\u00e9rreo era ocupado por lojas e armaz\u00e9ns.\n\nA villa nada mais era sen\u00e3o uma adapta\u00e7\u00e3o da velha domus romana. Com sua loggia (galeria) e seus amplos terra\u00e7os, situa-se no centro de um imenso jardim. O mais caracter\u00edstico exemplo dessa constru\u00e7\u00e3o \u00e9 a Villa Capra, em Veneza, obra do arquiteto Palladio.\n\nFonte: www.fag.edu.br\n<h6>Arquitetura Renascentista<\/h6>\nNa<strong>\u00a0arquitetura renascentista<\/strong>, a ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o pelo edif\u00edcio baseia-se em rela\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas estabelecidas de tal forma que o observador possa compreender a lei que o organiza, de qualquer ponto em que se coloque.\n<blockquote><em>\u0093J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 o edif\u00edcio que possui o In\u00edcio, mas este que, aprendendo a lei simples do espa\u00e7o, possui o segredo do edif\u00edcio\u0094 (Bruno Zevi, Saber Ver a Arquitetura)<\/em><\/blockquote>\n<h2>Principais caracter\u00edsticas<\/h2>\n<blockquote>&#8211; Ordens Arquitet\u00f4nicas;\n\n&#8211; Arcos de Volta-Perfeita;\n\n&#8211; Simplicidade na constru\u00e7\u00e3o;\n\n&#8211; A escultura e a pintura se desprendem da arquitetura e passam a ser aut\u00f4nomas;\n\n&#8211; Constru\u00e7\u00f5es; pal\u00e1cios, igrejas, vilas (casa de descanso fora da cidade), fortalezas (fun\u00e7\u00f5es militares);<\/blockquote>\n<h2><strong>O principal arquiteto renascentista: Brunelleschi<\/strong><\/h2>\n\u00c9 um exemplo de artista completo renascentista, pois foi pintor, escultor e arquiteto. Al\u00e9m de dominar conhecimentos de Matem\u00e1tica, Geometria e de ser grande conhecedor da poesia de Dante. Foi como construtor, por\u00e9m, que realizou seus mais importantes trabalhos, entre eles a c\u00fapula da catedral de Floren\u00e7a e a Capela Pazzi.\n\nFonte: www.historiadaarte.com.br\n<h6>Arquitetura Renascentista<\/h6>\nO artista pioneiro da<strong>\u00a0arquitetura renascentista<\/strong>\u00a0foi Filipo Brunelleschi (1377 a 1446), estudioso da arquitetura greco-romana e de sua teoria das propor\u00e7\u00f5es.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc1.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"177\" height=\"230\" \/>\n<strong>Vista da C\u00fapula da Catedral de Floren\u00e7a<\/strong><\/p>\nConstrutor da Catedral de Floren\u00e7a e da Capela dos Pazzi, em Floren\u00e7a, valorizou a propor\u00e7\u00e3o e a escala, eliminando progressivamente as influ\u00eancias g\u00f3ticas.\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc2.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"402\" height=\"282\" \/>\nBas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, Vaticano<\/strong><\/p>\nBramante destacou-se como arquiteto a partir da constru\u00e7\u00e3o da Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, no Vaticano.\n\nFonte: www.passeiweb.com\n<h6>Arquitetura Renascentista<\/h6>\n<h2>Hist\u00f3ria da arquitetura do Renascimento<\/h2>\nO Renascimento teve in\u00edcio na It\u00e1lia e se espalhou pela Europa durante os s\u00e9culo XV e XVI.\n\nInteressante observar que a It\u00e1lia oferece grande resist\u00eancia \u00e0 arquitetura g\u00f3tica, embora utilize t\u00e9cnicas g\u00f3ticas de constru\u00e7\u00e3o, como faz o pr\u00f3prio Brunelleschi. \u00c9 a retomada dos valores cl\u00e1ssicos das artes gregas e romanas.\n\nA\u00a0<strong>arquitetura renascentista\u00a0<\/strong>baseia-se na cl\u00e1ssica, mas n\u00e3o a copia. O impulso renascentista faz ressurgir o Tratado de Vitr\u00favio, achado em 1415 em Monte Casino, dele surgem outros tratados como o de Re Aedificatoria (A Arte da Edifica\u00e7\u00e3o) de Leone Battista Alberti.\n\nQuando o arquiteto italiano Filippo Brunelleschi (1377-1446) projetou a catedral de Floren\u00e7a fez uma combina\u00e7\u00e3o de elementos cl\u00e1ssicos com o m\u00e9todo g\u00f3tico de constru\u00e7\u00e3o, dando assim in\u00edcio a um estilo novo e promissor. Ao projetar a capela Pazzi, tamb\u00e9m em Floren\u00e7a, Brunelleschi utiliza a Se\u00e7\u00e3o \u00c1urea, que faz com que todo o conjunto esteja em harmonia.\n\nSucessor de Brunelleschi, Donato Bramante (1444-1514) projetou as dimens\u00f5es gigantescas da bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro em Roma, sua constru\u00e7\u00e3o \u00e9 iniciada em 1506, e quem d\u00e1 prosseguimento a suas obras \u00e9 Miguel \u00c2ngelo (1475-1564), cuja contribui\u00e7\u00e3o vai muito al\u00e9m da arquitetura.\n\nA bas\u00edlica tamb\u00e9m foi trabalhada por Rafael (1483-1520), e posteriormente por Maderno e finalmente por Bernini. Bramante, entre outros projetos, criou um novo tipo de ab\u00f3bada, que pode ser verificada na igreja de Santa Maria das Gra\u00e7as, al\u00e9m de ter sido mestre de Miguel \u00c2ngelo, Bramantino e Alberti entre outros. Leone Battista Alberti (1404-1472), projetou a igreja de Santo Andr\u00e9, em M\u00e2ntua, cuja entrada \u00e9 em forma de arco do triunfo romano.\n\nNo renascimento, os projetos de casas particulares tomam grande import\u00e2ncia como no caso da Villa Rotonda, projetada por Andrea Palladio (1508-1580), que influenciou muitos arquitetos por s\u00e9culos.\n\nNa Fran\u00e7a e na Alemanha o renascimento s\u00f3 aparece no final do s\u00e9culo XVI, ainda conservando tra\u00e7os da arquitetura g\u00f3tica. A parte antiga do Louvre, em Lescot, \u00e9 um exemplo da renascen\u00e7a francesa.\n\nNa renascen\u00e7a alem\u00e3 o destaque fica para os castelos como o Alte Schloss, em Stuttgart.\n\nNa Inglaterra o renascimento \u00e9 introduzido por Inigo Jones (1573-1652), seguidor de Palladio, como se verifica em seu projeto para o Queen\u0092s House em Greenwich, Londres. Podem ser citados como exemplos da renascen\u00e7a inglesa os pr\u00e9dios das universidades de Cambridge e Oxford, embora suas formas sejam claramente g\u00f3ticas.\n\nNa Espanha o renascimento encontra seguidores como Juan de Herrera (1530-1597), que projetou o Escorial, pr\u00f3ximo a Madrid.\n\nO que caracteriza a arquitetura renascentista \u00e9 o fato de basear suas medidas em rela\u00e7\u00e3o ao homem, como na arquitetura grega, o homem \u00e9 a medida de todas as coisas, mas ao contr\u00e1rio da arquitetura romana , que busca a monumentalidade mais do que a escala humana.\n\nFonte: www.presenteparahomem.com.br\n<h6>Arquitetura Renascentista<\/h6>\nO per\u00edodo do\u00a0<strong>Renascimento\u00a0<\/strong>foi caracterizado sobretudo pela quantidade de g\u00eanios que produziu. Veremos uma transforma\u00e7\u00e3o radical na estrutura\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica na Europa: vit\u00f3ria do com\u00e9rcio, baseado na moeda e no cr\u00e9dito sobre o obsoleto sistema de permutas at\u00e9 ent\u00e3o em uso; um r\u00e1pido aumento de prosperidade na classe m\u00e9dia, propiciando condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis ao fomento das artes e \u00e0 prote\u00e7\u00e3o dos artistas, traduzindo em uma febril constru\u00e7\u00e3o de pal\u00e1cios e, igrejas.\n\nEsta euforia, de \u00edndole econ\u00f4mica foi sentida primeiramente na It\u00e1lia, em Floren\u00e7a. A It\u00e1lia era um legitimo ninho de g\u00eanios em todas as modalidades da arte. Reinos da Europa se transformaram em Estados fortes, profundas transforma\u00e7\u00f5es na religi\u00e3o, nas id\u00e9ias e comportamento.\n\nTemos uma nova consci\u00eancia do pr\u00f3prio homem como centro e medida de todas as coisas. Eles encontraram na literatura grega e romana uma valoriza\u00e7\u00e3o da natureza, do corpo humano e do m\u00e9rito pessoal. Esses escritos antigos n\u00e3o estavam inteiramente perdidos.\n\nDurante s\u00e9culos, as bibliotecas dos mosteiros tinha copiado e guardado os livros de C\u00edcero, Virg\u00edlio e Arist\u00f3teles. Gradualmente, mais e mais manuscritos foram sendo descobertos por estudiosos.\n\nUm dos principais estudiosos do renascimento foi Francesco Petrarca. Ele nasceu em 1304 e estudou direito em Bolonha. Interessava-se em ler e escrever poesias em latim e italiano. A filosofia e os valores dos antigos desvendaram-se aos seus olhos, e sua forma\u00e7\u00e3o crista medieval foi confrontada por uma cultura \u00e3 liberdade.\n\nO amor grego \u00e0 beleza f\u00edsica, \u00e0 natureza, a liberdade e os ideais das cidades-estado gregas apresentavam-se-lhes juntamente com a consci\u00eancia hist\u00f3rica, o poder pol\u00edtico e a determina\u00e7\u00e3o firme dos romanos. C\u00edcero, studia humanitatis &#8211; estudos liberais: estudos considerados essenciais a um homem livre nas \u00e9pocas grega e romana &#8211; gram\u00e1tica, ret\u00f3rica, hist\u00f3ria, poesia e a filosofia moral. Humanista era o nome dado aqueles que recebiam tal educa\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Humanismo:<\/strong> nome dado pelos historiadores ao fen\u00f4meno cultural geral do s\u00e9culo XV. O Renascimento foi o movimento art\u00edstico e intelectual que resultou do humanismo, ressuscitando uma cultura e valores que tinham estado enterrados por s\u00e9culos.\n\nEscritores que tinham estado mudos durante anos poderiam voltar \u00e0 vida. Petrarca se referindo a Homero e Plat\u00e3o.\n\nO amor \u00e0 cultura cl\u00e1ssica e \u00e0 natureza era o seu pecado (segundo o Cardeal Dominici, professor da universidade de P\u00e1dua, referindo-se aos humanistas florentinos). O pr\u00f3prio Petrarca achava dif\u00edcil conciliar o seu amor pela beleza, pelas plantas e flores com o seu profundo cristianismo.\n<h2>Uma nova arquitetura para a sociedade renascentista<\/h2>\nCom base em um afresco de um artista desconhecido intitulado Vista de Floren\u00e7a, 1342, parece quase imposs\u00edvel que os florentinos se preocupassem, desde pelo menos 1299, com a urbaniza\u00e7\u00e3o de sua cidade, com a amplia\u00e7\u00e3o e retifica\u00e7\u00e3o de suas ruas por razoes de beleza e conforto.\n\nEntretanto, a comuna de Floren\u00e7a j\u00e1 havia trabalhado quest\u00f5es urban\u00edsticas como a autoriza\u00e7\u00e3o dada para a expropria\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis fronteiros \u00e0 Igreja Santa Maria Novella para a amplia\u00e7\u00e3o de sua piazza. Em 1327, foi apresentada uma peti\u00e7\u00e3o a comuna descrevendo a \u00e1rea defronte \u00e0 Igreja de Santa Maria de Carmine como um &#8220;lugar imundo, um terreno usado como dep\u00f3sito de lixo&#8221; que envergonhava todo o bairro.\n\nSugeriram a sua convers\u00e3o em uma piazza, &#8220;para aquilo que hoje \u00e9 desgracioso e s\u00f3rdido se torne atraente para o transeunte&#8221;. Mas, na verdade, se repararmos com aten\u00e7\u00e3o ao quadro veremos que os edif\u00edcios s\u00e3o amontoados, im\u00f3veis de v\u00e1rios pisos que se elevam mais que o vizinho, privando-o de luz e ar; aus\u00eancia de um planejamento urbano.\n\nO desejo de mais espa\u00e7o e de constru\u00e7\u00f5es harmoniosas e belas em ambientes adequados era uma ambi\u00e7\u00e3o generalizada entre o povo da Toscana. 1309, em Siena: os respons\u00e1veis pelo governo devem ter aten\u00e7\u00e3o particular ao embelezamento , ingrediente fundamental em uma comunidade civilizada.\n\nA Catedral de Santa Maria del Fiore foi considerada um gigantesco guarda sol no centro de Floren\u00e7a. Iniciada em 1296 por Arnolfo di Cambio, a constru\u00e7\u00e3o continuou sob a dire\u00e7\u00e3o de Giotto, que deu aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0 torre e ao campan\u00e1rio.\n\nUm grande numero de edif\u00edcios foi demolida para que se tivesse uma vista ampla da catedral. Foram alargadas para 21 metros as ruas e edifica\u00e7\u00f5es, &#8220;de modo que esta catedral seja cercada por belas e espa\u00e7osas ruas, que reflitam a honra e o interesse pelos bens p\u00fablicos dos cidad\u00e3os florentinos&#8221;. A largura da nave central e das naves laterais fazia com que um espa\u00e7o extremamente amplo tivesse que ser coberto.\n\nEntretanto, cobri-lo com o domo seria imposs\u00edvel com os conhecimentos t\u00e9cnicos da \u00e9poca. Nesse tempo, as ab\u00f3badas eram constru\u00eddas como arcos pelo m\u00e9todo do cimbre: uma viga era colocada de um lado a outro do v\u00e3o no topo das paredes; uma moldura de madeira instalada sobre a viga sustentava os tijolos do arco ate ser conseguida a altura desejada, e a s\u00e9ria final de tijolos sustentava-se a si mesmo gra\u00e7as a inser\u00e7\u00e3o de um \u00faltimo tijolo central, o fecho e ab\u00f3bada ou pedra angular. Assim, o arco se mantinha no lugar gra\u00e7a a press\u00e3o dos tijolos uns contra os outros.\n\nO madeirame de sustenta\u00e7\u00e3o podia ent\u00e3o ser retirado. Construir uma ab\u00f3bada sobre a nave central e as naves laterais de Santa Maria del Fiore teria requerido uma viga suficientemente extensa para ir de um lado ao outro da tribuna octogonal, um v\u00e3o de cerca de 43 metros. Ora, semelhante viga n\u00e3o existia, simplesmente.\n\nBrunelleschi estudou o Pante\u00e3o de Roma e outras abobadas romanas e descobriu um modo de construir um domo assentando no tambor de pedra octogonal uma serie de an\u00e9is conc\u00eantricos ou fieiras horizontais de tijolos e pedras, cada uma suficientemente forte para sustentar a seguinte.\n\nAs pedras formaram, pois, oito pesados espig\u00f5es assentados nas esquinas do oct\u00f3gono. Para fins de isolamento e tamb\u00e9m com vista \u00e0 suntuosidade, Brunelleschi construiu duas ab\u00f3badas, uma interna e outra externa., o que contribuiu para reduzir o peso da ab\u00f3bada exterior.\n\nEntre os espig\u00f5es, a tens\u00e3o el\u00e1stica dos pain\u00e9is intermedi\u00e1rios parece manter o domo aberto, como se estivesse cheio de ar, \u00e0 semelhan\u00e7a de um imenso guarda-sol aberto sobre o cora\u00e7\u00e3o de Floren\u00e7a. O domo de Santa Maria del Fiore serviu para coroar Floren\u00e7a, n\u00e3o s\u00f3 como cidade-estado medieval, mas tamb\u00e9m pelo seu novo papel de capital da Toscana.\n\nO artista Alberti, que entendeu o significado pol\u00edtico mais amplo da obra de Brunelleschi, disse que o domo era &#8220;suficientemente vasto para conter toda a popula\u00e7\u00e3o toscana&#8221;.\n\nA pouca dist\u00e2ncia da Catedral, o maior de todos os cen\u00e1rios estava sendo constru\u00eddo durante esses mesmos anos: a Piazza della Signoria. O Palazzo Vecchio, sede da municipalidade, tinha sido concluido em 1314. A pra\u00e7a a ele fronteira obtida pela demoli\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis foi pavimentada em 1330. Foi palco de discursos, recep\u00e7\u00f5es de autoridades eclesi\u00e1sticas, embaixadores, espet\u00e1culos, cortejos c\u00edvicos, cerimonias governamentais, carnavais, etc.\n\nEstes cen\u00e1rios, ruas e pra\u00e7as, resultado de um longo per\u00edodo de planejamento urbano, tiveram seu efeito sobre os artista do s\u00e9culo XV, que tentavam refleti-los em seus pain\u00e9is e afrescos.\n\nPretendia-se restabelecer a concep\u00e7\u00e3o est\u00e1tica de forma, da arquitetura greco-romana. Hipertrofia da preocupa\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica, a ponto de sobrepor totalmente o car\u00e1ter org\u00e2nico-funcional da arquitetura.\n\n&#8220;A arquitetura sacrifica tudo ao exterior, a magnific\u00eancia do primeiro olhar, n\u00e3o levando em conta as necessidades que deveria satisfazer; ela nada afirma em suas formas exteriores, que possa relacionar-se com as exig\u00eancias materiais da vida.\n\nAs fachadas s\u00e3o por assim dizer, concebidas a priori fora da desatina\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio e em desacordo mais freq\u00fcente com a distribui\u00e7\u00e3o interior.&#8221; Gauthier.\n\nO humanismo libera e individualiza o homem que, elevado e estimulado, se sente mais criador do que nunca. Embora se inspirassem nas formas greco-romanas, os c\u00e2nones cl\u00e1ssicos s\u00e3o substitu\u00eddos por uma a\u00e7\u00e3o de independ\u00eancia e liberdade, que haveria mais tarde de exibir-se em toda a plenitude, na eclos\u00e3o do barroco.\n\nA liberdade ampla de poder pensar e olhar em qualquer dire\u00e7\u00e3o e a liberdade que presidira mais tarde \u00e0s iniciativas pl\u00e1sticas barrocas, n\u00e3o obstante a disciplina r\u00edgida da Contra-Reforma dar\u00e1 resultados que podem ser vistos no sucesso da geometria do espa\u00e7o, empolgando matem\u00e1ticos; o homem tenta se despregar de seu psiquismo, res\u00edduos dos velhos tempos em que se entregava \u00e0s pr\u00e1ticas m\u00e1gicas e aos sanguinolentos rituais megal\u00edticos, que ferreteavam as profundezas do seu inconsciente com a id\u00e9ia de s\u00edmbolo. Ocorre uma aplica\u00e7\u00e3o de novas formas geom\u00e9tricas: elipse, par\u00e1bola e a espiral.\n\n&#8220;Pietro de Cortona introduz e elipse no peristilo de Santa Maria della Pace. Borromini perfila em elipse todo o p\u00e1tio interior da Sapienza, faz alternar em paredes convexas e c\u00f4ncavas a torre de San Andrea della Frate, coroa de uma espiral helicoidal aquela de Sapienza: \u00e9 com a primeira vaga ao estilo barroco, a realiza\u00e7\u00e3o do paralelismo imaginado por Spengler entre as matem\u00e1ticas e a arquitetura de uma \u00e9poca, a invas\u00e3o da cinem\u00e1tica, da astronomia kepleriana, desde a geometria anal\u00edtica no dom\u00ednio da morfologia est\u00e9tica.\n\nMais do que a elipse, a espiral fica especialmente na moda; os arquitetos aqui se adiantam mesmo aos ge\u00f4metras; as abas do Gesu, onde os ramos de cicl\u00f3ide dispostos em curva de queda r\u00e1pida, terminam em volutas de moluscos&#8221;.\n\nMuito dessas formas novas, ainda presas ao barroco, atravessaram o oceano, como por exemplo a elipse, para modelar as plantas das igrejas no Brasil.\n\nA Renascen\u00e7a nada produziu em mat\u00e9ria de processos construtivos novos, onde o g\u00f3tico havia explorado ao m\u00e1ximo todas as combina\u00e7\u00f5es est\u00e1ticas poss\u00edveis na esfera da arquitetura. Al\u00e9m do mais a pr\u00f3pria unilateralidade de sua \u00edndole eminentemente pl\u00e1stica, repeliria qualquer movimento disciplinador mesmo que se apoiasse em um poss\u00edvel organicismo formal.\n\nNo entanto \u00e9 ainda um elemento visceralmente est\u00e1tico: a c\u00fapula &#8211; marca o in\u00edcio e o t\u00e9rmino deste per\u00edodo de ouro. A arquitetura Renascentista come\u00e7a com o levantamento da c\u00fapula da Catedral de Floren\u00e7a, mais conhecida como Igreja Santa Maria del Fiore, para terminar com a constru\u00e7\u00e3o da c\u00fapula romana da bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro no Vaticano.\n\nO primeiro per\u00edodo renascentista na It\u00e1lia, abrange todo o s\u00e9culo XV, tendo Floren\u00e7a e Veneza como principais centros de irradia\u00e7\u00e3o. O segundo compreende toda a metade posterior do s\u00e9culo XVI e o terceiro alcan\u00e7a os fins deste mesmo s\u00e9culo e \u00e9 marcado pelos dois maiores g\u00eanios da \u00e9poca: Michelangelo e Paladio.\n\nDentre alguns personagens podemos citar: Brunelleschi: construiu a c\u00fapula da Bas\u00edlica de Santa Maria del Fiore. A c\u00fapula atinge oitenta e quatro metros de altura por quarenta de di\u00e2metro. Tinha um grande vigor e poliformia in\u00e9dita, profundo humanista; Alberti, florentino (poeta e m\u00fasico), Fra Giocondo, arquiteto dominicano, constr\u00f3i o Conselho de Verona, m\u00e1rmore colorido e belas propor\u00e7\u00f5es; Bramante &#8211; nascido em Urbino (assim como Rafael), d\u00e1 in\u00edcio \u00e0 bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro com 70 anos de idade; San Gallo (engenheiro militar), Peruzzi (pintor) e Rafael (arquiteto e pintor)- constru\u00e7\u00e3o de pal\u00e1cios; Leonardo da Vince ( mec\u00e2nico, qu\u00edmico, pintor, escultor e m\u00fasico); Sansovino (escultor); Michelangelo &#8211; dominou integralmente todas as artes.\n\nA Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro foi constru\u00edda nos alvores do cristianismo, e foi amea\u00e7ada em fins do s\u00e9culo XV pelo Papa Nicolas V e por Alberti que pretendiam transforma-la em moderno monumento renascentista. O Papa J\u00falio II institui um concurso privado para a remodela\u00e7\u00e3o da bas\u00edlica. Bramante sai vitorioso com suas id\u00e9ias gigantescas.\n\nFoi substitu\u00eddo por Rafael depois de morto e ainda por Michelangelo. Outro vulto da arquitetura, j\u00e1 no final do renascimento foi Vignola, que elaborou a planta do Ges\u00fa, Igreja da Companhia de Jesus, que estava talhada a ser o balizamento inicial da arquitetura dita dos jesu\u00edtas que mais tarde viria ao Brasil.\n\nNa Fran\u00e7a, a arquitetura renascentista adquire seu car\u00e1ter genu\u00edno com Francisco I, de 1515 a 1547, continuando at\u00e9 1590 com Henrique II. O primeiro per\u00edodo se caracteriza pela constru\u00e7\u00e3o de castelos como os de Loire e em \u00cdle de France, escola de Fontenebleau. Fora os castelos, seguem-se o p\u00e1tio do Louvre, o jardim de Luxemburgo e as Tulleries. Chegado o s\u00e9culo XVII, surge uma rea\u00e7\u00e3o contra o academismo renascentista, rea\u00e7\u00e3o que floresce com um novo esp\u00edrito: o Barroco.\n\nFonte: www.territorios.org\n<h6>Arquitetura Renascentista<\/h6>\n<strong>Arquitetura renascentista<\/strong>\u00a0no resto da Europa Pela mesma \u00e9poca (do s\u00e9culo XV ao XVI) desenvolveu-se, fora da It\u00e1lia, um estilo arquitet\u00f4nico misto, combina\u00e7\u00e3o do renascentista e g\u00f3tico.\n\nOs primeiros elementos renascentistas introduzidos nas constru\u00e7\u00f5es dos pa\u00edses europeus, principalmente nos da Europa setentrional, foram os motivos de decora\u00e7\u00e3o. Mais tarde, por volta de 1540, a arquitetura nesses lugares passou a inspirar-se diretamente nas fontes cl\u00e1ssicas.Surgiu ent\u00e3o, na Fran\u00e7a, uma arquitetura renascentista inconfund\u00edvel, cujos melhores exemplos s\u00e3o a fachada interna do Museu do Louvre, obra de Pierre Lescot (1510-1578), e o Castelo de Anet, projeto de Philibert Delorme (1515-1570).\n\nOs franceses foram resistentes em aceitar as inova\u00e7\u00f5es art\u00edsticas oriundas da It\u00e1lia e, apenas no s\u00e9culo XVI, consequ\u00eancia da presen\u00e7a de muitos artistas italianos na corte de Francisco I, \u00e9 que come\u00e7aram a adot\u00e1-las.\n\nExatamente nos castelos franceses &#8211; sobretudo o de Blois e o de Fontainebleau &#8211; a influ\u00eancia cl\u00e1ssica \u00e9 mais relevante. Na Inglaterra, \u00e0s constru\u00e7\u00f5es indubitavelmente G\u00f3ticas, como as Universidade de Oxford e Cambridge e a Biblioteca de Samuel Pepys, foram acrescentadas edifica\u00e7\u00f5es novas, de clara inspira\u00e7\u00e3o rom\u00e2nica. Na Alemanha, a influ\u00eancia renascentista italiana introduziu-se lentamente.\n\nA constru\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 mantinha-se fiel \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o G\u00f3tica, mas ainda assim os edif\u00edcios da primeira metade do s\u00e9culo XVI apresentam uma rica superestrutura ornamental, com motivos decorativos renascentistas. Apesar da arquitetura alem\u00e3 manter-se vinculada ao passado g\u00f3tico, v\u00e1rios de seus artistas foram capazes de afundir a heran\u00e7a medieval com a nova est\u00e9tica.\n\nEssa mescla &#8211; planta G\u00f3tica, ornatos renascentistas &#8211; verifica-se principalmente nas constru\u00e7\u00f5es seculares, de modo mais harmonioso nos magn\u00edficos castelos de Heidelberg e Trogau. Nas igrejas, mant\u00eam-se as linhas G\u00f3ticas tradicionais.Em Portugal, o g\u00f3tico aliou-se a elementos mouros, preludiando o estilo portugu\u00eas renascentista conhecido como manuelino, nome derivado do soberano Manuel, o Venturoso.\n\nOs arquitetos espanh\u00f3is interpretaram o renascimento \u00e0 sua maneira: desprezaram a simplicidade e a harmonia de equil\u00edbrio dos edif\u00edcios italianos, e, ao lado de enfeites renascentistas, empregavam com profus\u00e3o e fantasia motivos \u00e1rabes, sobretudo na ornamenta\u00e7\u00e3o de igrejas e pal\u00e1cios.\n\nComo seu trabalho era semelhante \u00e0s obras de um ourives (platero, em espanhol), esse estilo recebeu o nome de plateresco. Seus exemplos mais t\u00edpicos encontram-se em Toledo (Hospital de Santa Cruz), em v\u00e1rios pal\u00e1cios de Castela e na c\u00e9lebre Universidade de Salamanca.Ao sul da Espanha, na Andaluzia, a arquitetura foi mais s\u00f3bria, com uma estrutura harmoniosa e uma decora\u00e7\u00e3o em estilo cor\u00edntio.\n\nComprovam essa fidelidade aos c\u00e2nones cl\u00e1ssicos as catedrais de M\u00e1laga, Ja\u00e9n e Granada. E n\u00e3o s\u00f3 na Europa ocidental o n\u00facleo art\u00edstico florentino deixou marcas profundas: alguns edif\u00edcios que comp\u00f5em o Kremlin, em Moscou, s\u00e3o obra de arquitetos florentinos.Pr\u00e9dios seculares da arquitetura renascentista.\n\nDurante a renascen\u00e7a dois tipos de constru\u00e7\u00e3o secular destacaram-se na It\u00e1lia: o palazzo ou pal\u00e1cio, e a villa. Os pal\u00e1cios, nos in\u00edcios do renascimento, constitu\u00edam uma edifica\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria entre a fortaleza e a casa senhorial.\n\nSua estrutura particular era uma consequ\u00eancia das cont\u00ednuas lutas pol\u00edticas que se desencadeavam nas cidades: n\u00e3o raro, os membros de um partido atacavam o pal\u00e1cio de um rival. Por isso, os pal\u00e1cios constitu\u00edam verdadeiros blocos de pedra maci\u00e7a.\n\nO p\u00e1tio renascentista conferia ao interior do pal\u00e1cio o aspecto elegante e s\u00f3brio que falta ao exterior da constru\u00e7\u00e3o. Pela beleza do p\u00e1tio interno, pode-se aquilatar a vida luxuosa que levavam os principes e ricos mercadores do Renascimento.Em muitas cidades italianas era comum que esses pal\u00e1cios fossem tamb\u00e9m estabelecimentos comerciais.\n\nOs grandes mercadores e suas fam\u00edlias habitavam o primeiro andar do edif\u00edcio, enquanto que o t\u00e9rreo era ocupado por lojas e armaz\u00e9ns. A villa nada mais era sen\u00e3o uma adapta\u00e7\u00e3o da velha domus romana. Com sua loggia (galeria) e seus amplos terra\u00e7os, situa-se no centro de um imenso jardim. O mais caracter\u00edstico exemplo dessa constru\u00e7\u00e3o \u00e9 a Villa Capra, em Veneza, obra do arquiteto Palladio.\n\nFonte: www.casaprojetoeconstrucao.com.br\n<h6>Arquitetura Renascentista<\/h6>\n<h4>O que \u00e9<\/h4>\nRefere-se ao per\u00edodo da hist\u00f3ria compreendido entre 1400d.C A 1600d.C;\n<blockquote>&#8211; A palavra RENASCIMENTO significa nascer de novo, ressurgir;\n\n-A partir do s\u00e9c. XIV houve na Europa o interesse por reviver os ideais da cultura grecoromanas;\n\n-O ideal de humanismo tornou-se o esp\u00edrito do RENASCIMENTO\n\n-O RENASCIMENTO foi um momento de prosperidade em v\u00e1rias \u00e1reas (ci\u00eancia, artes e literatura)\n\n-Sua principal caracter\u00edstica foi a valoriza\u00e7\u00e3o do homem em oposi\u00e7\u00e3o ao divino e ao sobrenatural;\n\n-O primeiro a utilizar este termo foi Jules Michelet em 1855;<\/blockquote>\nRenascimento cultural manifestou-se, primeiro, nas cidades italianas, de onde se difundiu para todos os pa\u00edses da Europa Ocidental. Por\u00e9m, o movimento apresentou maior express\u00e3o na It\u00e1lia.\n\nCostuma-se dividir o Renascimento em tr\u00eas grandes fases, correspondentes aos s\u00e9culos XIV ao XVI\n\nO Trecento (em refer\u00eancia ao s\u00e9culo XIV) manifesta-se predominantemente na It\u00e1lia, mais especificamente na cidade de Floren\u00e7a, p\u00f3lo pol\u00edtico, econ\u00f4mico e cultural da regi\u00e3o.\n\nDurante o Quattrocento (s\u00e9culo XV), o Renascimento espalha-se pela pen\u00ednsula it\u00e1lica\n\nNo Cinquecentto, o Renascimento torna-se, no s\u00e9culo XVI, um movimento universal europeu, tendo, no entanto, iniciado sua decad\u00eancia. Ocorrem as primeiras manifesta\u00e7\u00f5es maneiristas e a Contra Reforma instaura o Barroco como estilo oficial da Igreja Cat\u00f3lica.\n\n<strong>A posi\u00e7\u00e3o profissional do artista ( e arquiteto) se modifica:<\/strong>\n\nS\u00e3o especialistas de alto n\u00edvel, independentes da corpora\u00e7\u00f5es medievais, ligados aos comitentes por uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a pessoal, aptos a trabalhar em qual quer comunidade.\n<h4>1. Arquitetura<\/h4>\n<strong>Um novo m\u00e9todo de trabalho \u00e9 introduzido por Felipppo Brunelleschi (1377-1446)<\/strong>\n\nA tarefa primeira do arquiteto \u00e9 definir de antem\u00e3o com desenhos modelos etc. a forma exata da obra a construir, todas as decis\u00f5es necess\u00e1rias devem ser tomadas em conjunto antes de iniciar as opera\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00e3o.\n\nO arquiteto faz o projeto n\u00e3o se confunde com os oper\u00e1rio e suas organiza\u00e7\u00f5es\n\n<strong>Ao fazer o projeto \u00e9 preciso consideras os caracteres que contribuem para a forma da obra nesta ordem l\u00f3gica:<\/strong>\n<blockquote><strong>a)<\/strong>\u00a0Os caracateres proporcionais, ou seja as rela\u00e7\u00f5es e as conforma\u00e7\u00f5es dos detalhes do conjunto independente das medidas.\n\n<strong>b)<\/strong>\u00a0Os caracteres m\u00e9tricos, ou seja as medidas efetivas.\n\n<strong>c)\u00a0<\/strong>Os caracteres f\u00edsicos isto \u00e9 os materiais com suas qualidades, granulosidade, cor, dureza, resist\u00eancia etc.<\/blockquote>\nDiferentes elementos do edif\u00edcio- coluna, entablamentos, arcos, pilares,portas, janelas, etc. devem ter uma forma t\u00edpica correspondentes a estabelecida na antiguidade cl\u00e1ssica e extra\u00edda dos modelos antigos (modelos romanos). Esta forma t\u00edpica pode ser levemente modificada, mas \u00e9 preciso reconhec\u00ea-la \u0096 isto \u00e9 apreciar com ju\u00edzo r\u00e1pido que se baseie num conhecimento anterior.\n\nA principal caracter\u00edstica da arquitetura do renascimento foi a busca de uma ordem e de uma disciplina que superasse um ideal de infinitude do espa\u00e7o;\n\nO edif\u00edcio baseia-se em rela\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas pr\u00e9-estabelecidas de tal forma que o observador possa compreender facilmente a obra.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc3.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"342\" height=\"635\" \/>\n<strong>\u0093O HOMEM \u00c9 A MEDIDA DE TODAS AS COISAS\u0094\nPROT\u00c1GORAS DE ABDERA (480 a.C.- 410 a.C.)<\/strong><\/p>\n\n<h4>Felippo Bruneleschi (1377-1446)<\/h4>\nCome\u00e7ou a sua carreira como escultor tendo como mestre Donatello. Com ele estudou monumentos de arquitetura antiga e foi o primeiro a medi-los com rigor e a procurar um m\u00e9todo preciso de transpor as medidas para o papel.\n\nDesenvolveu a perspectiva linear durante a 1\u00aa metade do s\u00e9culo XIV, no ambiente cultural da Floren\u00e7a Renascentista.Sua primeira e mais importante obra foi a constru\u00e7\u00e3o da ab\u00f3bada, a Duomo Chapel, da catedral de Santa Maria del Fiore, em Floren\u00e7a (1404- 1420),\n\nSanta Maria del Fiore foi uma catedral executada em estilo tardorom\u00e2nico cuja constru\u00e7\u00e3o consumiu diversas gera\u00e7\u00f5es (foi iniciada por Arnolfo di Cambio em 1296 e interrompida com sua morte em 1302, retomada por Francesco Talenti em 1337 estendendo-se at\u00e9 as primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XV.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc4.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"296\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc5.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"339\" height=\"260\" \/>\nPlanta e corte Catedral de Sta Maria del Fiore, Floren\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc6.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"296\" height=\"183\" \/>\nEsquema construtivo -Catedral de Sta Maria del Fiore, Floren\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc7.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"367\" height=\"275\" \/>\nInterior da c\u00fapula, com afresco de Giorgio Vasari\ne Frederico Zuccari -representando o Juizo Final<\/strong><\/p>\n\n<h4>Capela Pazzi<\/h4>\nFoi constru\u00edda no jardim da igreja franciscana de Santa Croce, inicia-se em 1429. Composta de uma planta em cruz grega, com uma c\u00fapula central.\n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc8.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"429\" height=\"289\" \/>\nCapela Pazzi, Floren\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc9.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"236\" height=\"240\" \/><\/p>\n\n<h4>Bas\u00edlica de S\u00e3o Louren\u00e7o<\/h4>\nAs obras foram iniciadas em 1419, com o patroc\u00ednio de Cosme, o Velho, M\u00e9dici, e foram terminadas em 1460 por Antonio Manetti, que respeitou fielmente o plano inicial.\n\nPlanta em cruz latina, dividida em tr\u00eas naves, separadas por colunas. A decora\u00e7\u00e3o foi de Michelangelo Buonarroti, tamb\u00e9m o respons\u00e1vel pela Sacristia Nova. Na cabeceira da nave central est\u00e3o depositados dois p\u00falpitos de bronze do escultor Donatello (1460\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc10.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"365\" height=\"271\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc11.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"224\" height=\"383\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc12.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"372\" height=\"372\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Arquitetura Renascentista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/renasc13.jpg\" alt=\"Arquitetura Renascentista\" width=\"440\" height=\"283\" \/>\n<strong>P\u00e1tio do Pal\u00e1cio Pitti, de Bartolommeo Ammanati, Floren\u00e7a, s\u00e9culo XVI<\/strong><\/p>\n\n<h4>Hospital dos Inocentes<\/h4>\nProjetado em 1419 e constru\u00eddo Em 1427 Foi concebido para abrigar crian\u00e7as, considerado a primeira manifesta\u00e7\u00e3o de uma nova arquitetura, clara e organizada de uma forma racional. caracterizado pela sua propor\u00e7\u00e3o e pela repeti\u00e7\u00e3o de colunas, as quais constitu\u00edam o elemento estrutural\n\nFonte: pessoal.utfpr.edu.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Arquitetura Renascentista, Arte, Renascimento, Escola Arquitet\u00f4nica, Hist\u00f3ria, Constru\u00e7\u00f5es Renascentistas, Artista, Filipo Brunelleschi, Arquitetura Renascentista<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4488,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[],"class_list":["post-25326","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arte-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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