{"id":25281,"date":"2015-11-26T00:00:00","date_gmt":"2015-11-26T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/reino-protista-4\/"},"modified":"2026-09-01T17:46:11","modified_gmt":"2026-09-01T17:46:11","slug":"reino-protista-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/reino-protista-4\/","title":{"rendered":"Reino Protista"},"content":{"rendered":"\n&nbsp;\n\n<strong>Reino Protista &#8211; O que \u00e9<\/strong>\n\nOs\u00a0<strong>protistas<\/strong>\u00a0s\u00e3o as algas unicelulares e os protozo\u00e1rios. A c\u00e9lula de um protista \u00e9 semelhante \u00e0s c\u00e9lulas de animais e plantas, mas h\u00e1 particularidades.\n\nOs plastos das algas s\u00e3o diferentes dos das plantas quanto \u00e0 sua organiza\u00e7\u00e3o interna de membranas fotossint\u00e9ticas. Ocorrem c\u00edlios e flagelos para a locomo\u00e7\u00e3o.\n\nOs\u00a0<strong>protistas<\/strong>\u00a0habitam quase todo local onde exista \u00e1gua, sendo importantes componentes do pl\u00e2ncton, uma comunidade de organismos que nadam ou vagueiam passivamente junto \u00e1 superf\u00edcie dos lagos e oceanos.\n\nExistem igualmente em meio terrestre, desde que haja umidade suficiente, ou o interior de seres vivos.\n\n<strong>Protistas<\/strong>\u00a0\u00e9 um termo abrangente usado para descrever todos os organismos eucari\u00f3ticos &#8211; ou seja, aqueles que t\u00eam c\u00e9lulas com n\u00facleos &#8211; al\u00e9m de animais, plantas e fungos.\n\nOs exemplos incluem os protozo\u00e1rios semelhantes a animais unicelulares, os fungos viscosos semelhantes a fungos e os prot\u00f3fitos semelhantes a plantas.\n\nEsses organismos eram antes considerados como pertencentes a um reino por direito pr\u00f3prio, como plantas e animais, mas agora \u00e9 conhecido, por meio de an\u00e1lise de DNA, que muitos deles n\u00e3o est\u00e3o intimamente relacionados entre si, e que alguns podem estar mais pr\u00f3ximos organismos dentro de outros reinos do que seus companheiros protistas. O termo deriva do grego protist\u00e3o, significando o &#8220;primeiro de todos&#8221;. Esses organismos s\u00e3o frequentemente microsc\u00f3picos e s\u00e3o unicelulares ou uma massa multicelular indiferenciada.\n\n<strong>Reino Protista &#8211; Classifica\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nAs semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as superficiais entre os protistas podem ser enganosas. \u00c0 medida que mais an\u00e1lises foram realizadas no n\u00edvel molecular, relacionamentos surpreendentes surgiram. Por exemplo, a alga marinha que pode atingir 50 metros de comprimento acaba sendo mais relacionada \u00e0s diatom\u00e1ceas microsc\u00f3picas do que a algumas outras algas marinhas, enquanto as algas verdes est\u00e3o mais intimamente relacionadas aos membros do reino vegetal do que a outros, aparentemente protistas semelhantes, como algas vermelhas.\n\n\u00c9 geralmente reconhecido que algum tipo de reclassifica\u00e7\u00e3o entre esta categoria de formas de vida \u00e9 necess\u00e1ria; isso pode resultar na divis\u00e3o deles em v\u00e1rios reinos, ou em alguns tipos sendo agrupados com outros reinos. A classifica\u00e7\u00e3o de protistas ainda \u00e9 uma \u00e1rea de pesquisa em andamento e pode estar sujeita a revis\u00f5es adicionais \u00e0 medida que mais informa\u00e7\u00f5es surgem, mas, em uma base um pouco menos cient\u00edfica, esses organismos podem ser grosseiramente agrupados em semelhantes a animais, semelhantes a plantas, e os menos numerosos tipos semelhantes a fungos.\n\n<strong>Formas semelhantes a animais<\/strong>\n\nEsses tipos s\u00e3o todos unicelulares e geralmente s\u00e3o capazes de movimentos independentes. A maioria ca\u00e7a ativamente por comida ou s\u00e3o parasitas que infectam outros organismos, embora alguns gerem seus pr\u00f3prios alimentos por fotoss\u00edntese. Eles incluem as formas de vida geralmente conhecidas como protozo\u00e1rios, bem como v\u00e1rios outros organismos.\n\nAqueles que s\u00e3o capazes de locomo\u00e7\u00e3o usam um dos tr\u00eas m\u00e9todos. Os ciliados, como o conhecido param\u00e9cio, usam min\u00fasculos fios de cabelo em movimento, conhecidos como c\u00edlios, para viajar atrav\u00e9s da \u00e1gua.\n\nOs flagelados usam uma longa estrutura semelhante a um chicote chamada flagelo para se propelirem, enquanto as formas semelhantes \u00e0 ameba t\u00eam uma membrana celular flex\u00edvel e macia e s\u00e3o capazes de se mover sobre as superf\u00edcies ao fluir, produzindo pseud\u00f3podes &#8211; proje\u00e7\u00f5es semelhantes a p\u00e9s.\n\nAlguns tipos podem alternar entre um flagelado e uma forma semelhante \u00e0 ameba, enquanto algumas formas parasit\u00e1rias, como o plasm\u00f3dio, que causa a mal\u00e1ria, e o toxoplasma, que causa a toxoplasmose, s\u00e3o incapazes de movimento independente e muitas vezes t\u00eam ciclos de vida complexos que envolvem mais de um hospedeiro.\n\nOutro grupo interessante s\u00e3o os dinoflagelados. Esses organismos marinhos e de \u00e1gua doce m\u00f3veis se movem usando flagelos, mas, como as plantas e as algas, muitos criam seus pr\u00f3prios alimentos por meio da fotoss\u00edntese. Alguns tipos exibem bioluminesc\u00eancia e, se presentes em grande n\u00famero, podem produzir um brilho vis\u00edvel na \u00e1gua do mar \u00e0 noite.\n\nOutros tipos produzem toxinas poderosas e s\u00e3o respons\u00e1veis pela \u201cmar\u00e9 vermelha\u201d que pode matar peixes e outros organismos &#8211; a cor vermelha vem do pigmento fotossint\u00e9tico que usam.\n\n<strong>Formas semelhantes a plantas<\/strong>\n\nEste grupo consiste principalmente de organismos fotossint\u00e9ticos n\u00e3o m\u00f3veis. As algas vermelhas e verdes s\u00e3o talvez os tipos mais conhecidos, embora a categoria inclua algumas formas de vida de apar\u00eancia muito diferente. Eles variam de organismos unicelulares microsc\u00f3picos a formas multicelulares muito grandes, como algas marinhas.\n\nAs algas vermelhas receberam seu nome de um pigmento vermelho chamado ficoeritrina, que desempenha a mesma fun\u00e7\u00e3o fotossint\u00e9tica da clorofila em algas verdes e plantas, mas absorve a luz azul.\n\nIsso permite que vivam em profundidades maiores do que as algas verdes, j\u00e1 que a luz na faixa azul do espectro penetra mais profundamente na \u00e1gua. As algas vermelhas incluem v\u00e1rios tipos de algas marinhas, algumas das quais comest\u00edveis. Certos tipos produzem uma crosta de carbonato de c\u00e1lcio ao seu redor e s\u00e3o importantes na forma\u00e7\u00e3o de recifes em algumas \u00e1reas.\n\nAs algas verdes se assemelham aos membros do reino vegetal, pois usam as mesmas formas de clorofila. Eles s\u00e3o, de fato, considerados os ancestrais das plantas verdes.\n\nEles variam de tipos unicelulares a multicelulares e podem ser encontrados em uma variedade de ambientes aqu\u00e1ticos ou \u00famidos. Algumas esp\u00e9cies s\u00e3o marinhas e incluem muitas algas marinhas, enquanto outras s\u00e3o encontradas em \u00e1gua doce ou em locais \u00famidos e sombreados. V\u00e1rios tipos formaram uma rela\u00e7\u00e3o simbi\u00f3tica com certos fungos, na forma de l\u00edquenes.\n\nOs chromistas s\u00e3o um grupo extremamente variado de protistas semelhantes a plantas. Eles incluem as enormes algas marinhas que podem formar grandes florestas no fundo do oceano, bem como as diatom\u00e1ceas, que s\u00e3o organismos microsc\u00f3picos unicelulares que se envolvem em revestimentos de s\u00edlica, geralmente com estruturas muito complexas e bonitas. As diatom\u00e1ceas ocorrem na \u00e1gua doce e no mar, onde s\u00e3o uma parte importante do fitopl\u00e2ncton que forma a base da cadeia alimentar marinha.\n\n<strong>Formas semelhantes a fungos<\/strong>\n\nEstes consistem em v\u00e1rios tipos de bolor limoso; no entanto, embora se assemelhem a fungos em sua apar\u00eancia externa e j\u00e1 tenham sido classificados como tal, na verdade s\u00e3o completamente independentes.\n\nEles consistem em organismos unicelulares m\u00f3veis que se movem em col\u00f4nias, alimentando-se de microorganismos, como bact\u00e9rias. As c\u00e9lulas podem se fundir em um determinado est\u00e1gio, \u00e0s vezes formando o que \u00e9, na verdade, uma enorme c\u00e9lula com muitos n\u00facleos. Eles podem se reproduzir formando estruturas contendo esporos, que s\u00e3o liberados para formar novos fungos viscosos quando pousam em um ambiente favor\u00e1vel.\n\nOs fungos viscosos podem ser encontrados no solo, cascas de \u00e1rvores e mat\u00e9ria org\u00e2nica em decomposi\u00e7\u00e3o, como madeira apodrecida.\n\n<strong>Reino Protista &#8211; Organismos<\/strong>\n\nOs organismos unicelulares eucariontes, representados pelos protozo\u00e1rios \u2013 como amebas e param\u00e9cios \u2013 e certas algas unicelulares \u2013 como euglenaf\u00edceas, pirrof\u00edceas e crisof\u00edceas -, constituem o\u00a0<strong>reino Protista<\/strong>.\n\nSendo eucarionte, os protista s\u00e3o portados de n\u00facleo individualizado \u2013 delimitado por membrana nuclear denominada carioteca e de organelas citoplasm\u00e1ticas bem definidas.\n\nEssas caracter\u00edsticas permitem a distin\u00e7\u00e3o entre protista e moneras.\n\n<strong>Protozo\u00e1rios (filo Protozoa)<\/strong>\n\nOs\u00a0<strong>protozo\u00e1rios<\/strong>\u00a0s\u00e3o eucariontes unicelular desprovidos de clorofila, que vivem isolados ou formando col\u00f4nias, nos mais variados tipos de h\u00e1bitat.\n\nPodem ser aer\u00f3bicos ou anaer\u00f3bicos e exibir vida livre ou associar-se a outros organismos. Neste \u00faltimo caso, alguns se comportam como simples comensais, isto \u00e9, sem causar danos se alojam no organismo hospedeiro, nutrindo-se de seus restos alimentares. \u00c9 o caso da Entamoeba coli, protozo\u00e1rio comensal que pode ser encontrado no intestino humano.\n\nOutros se comportam como mutual\u00edsticos, isto \u00e9, estabelecem com o hospedeiro uma rela\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios m\u00fatuos; \u00e9 o caso do Trichonympha collaris, que vive no intestino de cupins, onde promove a digest\u00e3o da celulose, auxiliando assim a nutri\u00e7\u00e3o desses animais; em troca, o protozo\u00e1rio encontra no inseto alimento e h\u00e1bitat adequado para sua sobreviv\u00eancia.\n\nAlguns atuam como parasitas do homem e de outros seres vivos.\n\nOs protozo\u00e1rios s\u00e3o microsc\u00f3picos, mas existem exce\u00e7\u00f5es que podem ser visualizadas a olho nu, como o Spirostomum, que mede cerca de 5 mil\u00edmetros de comprimento.\n\n<strong>Classifica\u00e7\u00e3o dos protozo\u00e1rios<\/strong>\n\nOs protozo\u00e1rios podem ser fixos ou se deslocar atrav\u00e9s de c\u00edlios, flagelos ou pseudopodes.\n\n<strong>De acordo com o tipo e a presen\u00e7a ou n\u00e3o dessas organelas locomotoras, os protozo\u00e1rios classificam-se em:<\/strong>\n<blockquote><strong>Riz\u00f3podes ou sarcod\u00edneos \u2013<\/strong>\u00a0locomovem-se atrav\u00e9s de pseud\u00f3podes<strong>\nFlagelados ou mastig\u00f3foros<\/strong>\u00a0\u2013 locomovem-se de flagelos<strong>\nCiliados\u00a0<\/strong>\u2013 locomovem-se atrav\u00e9s de c\u00edlios<strong>\nEsporozo\u00e1rios\u00a0<\/strong>\u2013 desprovidos de organelas locomotoras.<\/blockquote>\n<strong>Riz\u00f3podes ou sarcod\u00edneos<\/strong>\n\nAs amebas s\u00e3o os principais representantes dos riz\u00f3podes, protozo\u00e1rios que se deslocam e se alimentam atrav\u00e9s de pseud\u00f3podes. A maioria \u00e9 de vida livre, podendo ser marinhas ou dulc\u00edcolas (de \u00e1gua doce, como rios, represas, po\u00e7as, tanques, lodo e mesmo terra \u00famida).\n\nA emiss\u00e3o de pseud\u00f3podes permite a locomo\u00e7\u00e3o e a captura de alimento por parte das amebas. Ao detectarem a presen\u00e7a de um alimento qualquer, como algas ou protozo\u00e1rios menores, as amebas deslocam-se at\u00e9 ele englobando-o com seus pseud\u00f3podes, fen\u00f4meno conhecido por fagocitose.\n\nNas amebas dulc\u00edcolas, al\u00e9m das organelas comuns de uma c\u00e9lula t\u00edpica, constata-se a presen\u00e7a de um vac\u00faolo denominado contr\u00e1til ou puls\u00e1til. Considerando a Amoeba proteus, uma ameba comum de \u00e1gua doce, verifica-se que seu flu\u00eddo citoplasm\u00e1tico \u00e9 hipert\u00f4nico em rela\u00e7\u00e3o ao meio onde viva. Isso determina um fluxo de \u00e1gua, por osmose, do meio ambiente para p interior da c\u00e9lula. Esse fluxo, sem d\u00favida, acabaria por promover a ruptura celular, n\u00e3o fosse a atividade reguladora do vac\u00faolo puls\u00e1til. De fato, esse vac\u00faolo recolhe o excesso de \u00e1gua que penetrou na c\u00e9lula e, atrav\u00e9s de movimentos de pulsa\u00e7\u00e3o, elimina essa \u00e1gua para o meio externo. Nas amebas marinhas \u2013 cujo habitat n\u00e3o apresenta esse tipo de problema, j\u00e1 que a concentra\u00e7\u00e3o salina da \u00e1gua \u00e9 semelhante \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o do flu\u00eddo citoplasm\u00e1tico desses protozo\u00e1rios \u2013 o vac\u00faolo puls\u00e1til seria funcionalmente inativo, o que justifica a aus\u00eancia dessa organela em tais protozo\u00e1rios.\n\nA Entamoeba histolytica vive no intestino humano, onde atua como parasita. Essa ameba pode ser adquirida atrav\u00e9s da ingest\u00e3o de cistos, formas resistentes que surgem condi\u00e7\u00f5es ambientais inadequadas, presentes em \u00e1gua e alimentos contaminados. No intestino grosso, o cisto \u00e9 dissolvido atrav\u00e9s de enzimas, e a Entamoeba histolytica prende-se ent\u00e3o \u00e0 parede intestinal atingindo capilares sang\u00fc\u00edneos, fagocitando gl\u00f3bulos vermelhos (hem\u00e1cias) para nutrir-se. Surgem ulcera\u00e7\u00f5es intestinais e diarr\u00e9ias, quadro clinica b\u00e1sico da disenteria amebiana. Caso a ameba consiga atravessar a parede intestinal, pode, atrav\u00e9s da corrente sang\u00fc\u00ednea, alojar-se em \u00f3rg\u00e3os como pulm\u00f5es, f\u00edgado e c\u00e9rebro, provocando graves les\u00f5es que identificam o quadro cl\u00ednico da ameb\u00edase.\n\nA profilaxia da ameb\u00edase \u00e9 de dif\u00edcil execu\u00e7\u00e3o, pois n\u00e3o depende apenas do tratamento da mat\u00e9ria fecal e do lixo, mas tamb\u00e9m da prote\u00e7\u00e3o da \u00e1gua pot\u00e1vel e dos alimentos, da higiene pessoal e principalmente da educa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria. Mesmo em pa\u00edses ricos e de higiene p\u00fablica adequada, como os Estados Unidos, aparece grande n\u00famero de pessoas contaminadas.Portanto em pa\u00edses do Terceiro Mundo, como o Brasil, Peru e Col\u00f4mbia, as dificuldades para uma profilaxia s\u00e3o ainda maiores. Nos grandes centros urbanos, a ameb\u00edase, um grave problema sanit\u00e1rio, agrava-se e deve ser combatida principalmente com a distribui\u00e7\u00e3o da rede de esgoto para toda a cidade e com o tratamento do lixo.\n\n\u00c9 sempre fundamental o uso de instala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias adequados, tratamento de \u00e1gua, higiene pessoal e lavagem cuidadosa dos alimentos, sobretudo frutas e verduras, e uma grande campanha de educa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria que atinja toda a popula\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Ciliados<\/strong>\n\nS\u00e3o protozo\u00e1rios portadores de c\u00edlios que se prestam \u00e0 locomo\u00e7\u00e3o e captura de alimentos.\n\nOs\u00a0<strong>ciliados<\/strong>\u00a0s\u00e3o considerados os protozo\u00e1rios mais especializados pois apresentam muitas organelas, que garantem a realiza\u00e7\u00e3o dos mais diversos vitais. Abundantes em \u00e1gua doce e salgada, exibem vida ou associada a outros seres vivos.\n\nOs ciliados s\u00e3o muito utilizados em experimentos diversos, uma vez que apresentam porte relativamente grande e sua cria\u00e7\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Os mais conhecidos pertencem ao g\u00eanero Paramecium, em que se destacam as esp\u00e9cies Paramecium aurelia e Paramecium caudatum.\n\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Reino Protista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/rreino-201.jpg\" alt=\"Reino Protista\" width=\"464\" height=\"432\" \/>\n\nPara descri\u00e7\u00e3o do grupo, utilizaremos os ciliados do g\u00eanero Paramecium. Enquanto as amebas obt\u00eam seu alimento por fagocitose, atrav\u00e9s de qualquer parte da superf\u00edcie celular, os ciliados alimentam-se por meio de uma depress\u00e3o da superf\u00edcie, denominada sulco oral. No final do sulco oral existe uma estrutura chamada cit\u00f3stoma (\u201cboca\u201d da c\u00e9lula).\n\nO movimento dos cujos provoca turbilhonamento na \u00e1gua, que facilita a penetra\u00e7\u00e3o de uma eventual part\u00edcula alimentar no sulco oral; o alimento atravessa ent\u00e3o o cit\u00f3stoma e penetra numa regi\u00e3o denominada citofaringe. No final da citofaringe o alimento \u00e9 definitivamente adquirido pelo param\u00e9cio formando um vac\u00faolo digestivo.\n\nAp\u00f3s a digest\u00e3o e absor\u00e7\u00e3o do nutrientes, os digestivos s\u00e3o eliminados para o atrav\u00e9s de um poro denominado citop\u00edgeo ou citoprocto. H\u00e1 ainda um vac\u00faolo puls\u00e1til, que elimina o excesso de \u00e1gua.\n\nO Balantidium coli, outro tipo de ciliado, \u00e9 o maior protozo\u00e1rio que parasita o homem, sendo causador de disenteria. Embora n\u00e3o ocasione les\u00f5es graves no organismo hospedeiro, muitos casos podem apresentar sintomas t\u00e3o semelhantes ao da disenteria amebiana que o diagnostico apenas se torna claro pela identifica\u00e7\u00e3o do balant\u00eddio nas fezes do indiv\u00edduo infectado.\n\nSeus hospedeiro naturais s\u00e3o o porco, o cavalo, o macaco e o rato selvagem, sendo que no porco n\u00e3o aparecem o sintomas de infec\u00e7\u00e3o.\n\nPois com este animal o balant\u00eddio desenvolve exclusivamente uma rela\u00e7\u00e3o de comensalismo, alimentado-se apenas do conte\u00fado intestinal, rico em subst\u00e2ncias amil\u00e1ceas (que contem amido).\n\nA transmiss\u00e3o ao homem se d\u00e1 principalmente pela ingest\u00e3o de cistos do protozo\u00e1rio, atrav\u00e9s de alimento ou \u00e1gua contaminada tanto por portadores da infec\u00e7\u00e3o como por fezes de animais com balant\u00eddio.\n\nA preven\u00e7\u00e3o \u00e9 basicamente a mesma indicada para a Entamoeba histolytica.\n\n<strong>Esporozo\u00e1rios<\/strong>\n\nOs\u00a0<strong>esporozo\u00e1rios<\/strong>\u00a0s\u00e3o protozo\u00e1rios parasitas desprovidos de organelas de locomo\u00e7\u00e3o e vac\u00faolos puls\u00e1teis. Entre as doen\u00e7as causadas por esses microorganismos, citamos a mal\u00e1ria humana e a coccidiose em aves e coelhos.\n\nA mal\u00e1ria \u00e9 causada por esporozo\u00e1rios do g\u00eanero Plasmodium, que s\u00e3o inoculados no homem atrav\u00e9s da picada das f\u00eameas do g\u00eanero Anopheles, infectadas.\n\nQuando o mosquito (transmissor ou vetor) pica um indiv\u00edduo, injeta-lhe um pouco de saliva que contem subst\u00e2ncias anticoagulares. Caso o mosquito esteja infectado, juntamente com a saliva s\u00e3o injetados esporos infestantes dos plasm\u00f3dios. Esses esporos alcan\u00e7am a corrente sang\u00fc\u00ednea do homem e se instalam em \u00f3rg\u00e3os diversos, como o f\u00edgado e o ba\u00e7o, onde ficam inoculados por v\u00e1rios dias. Ap\u00f3s o per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o, os esporos retornam \u00e0 corrente sang\u00fc\u00ednea e penetram nas hem\u00e1cias, onde se reproduzem assexuadamente.\n\nAs hem\u00e1cias ent\u00e3o se rompem e liberam para o sangue novos plasm\u00f3dios, que passam a infectar novas hem\u00e1cias sadias, repetindo-se o processo.\n\nO ataque de frio e febre observado nas pessoas doentes coincide com a libera\u00e7\u00e3o dos plasm\u00f3dios infestantes e parece da a\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias t\u00f3xicas no sangue, liberadas por ocasi\u00e3o da ruptura das hem\u00e1cias infestadas.\n\nDepois de algumas gera\u00e7\u00f5es, certos plasm\u00f3dios transformaram-se em formas sexuadas denominadas gamet\u00f3citos. Essas formas poder\u00e3o ser adquiridas pelo mosquito, ao sugar o sangue de um novo indiv\u00edduo doente.\n\nNo interior do tubo digestivo do inseto, os gamet\u00f3citos completam seu desenvolvimento e se transformam em gametas, que originam zigotos. Cada zigoto produz muitos plasm\u00f3dios, que acabam se instalando nas gl\u00e2ndulas salivares do Anopheles e podem ser transmitidos a outras pessoas sadias, recome\u00e7ando o ciclo.\n\n<strong>O ciclo evolutivo do Plasmodium compreende, portanto, duas fases:<\/strong>\n<blockquote><strong>Fase assexuada:\u00a0<\/strong>Ocorre no interior das hem\u00e1cias; por alojar a fase assexuada, o homem \u00e9 considerado hospedeiro intermedi\u00e1rio<strong>\nFase sexuada:\u00a0<\/strong>Ocorre no tubo digestivo do mosquito, que \u00e9 ent\u00e3o considerado hospedeiro definitivo.<\/blockquote>\n<strong>Reino Protista &#8211; Tipos<\/strong>\n\n<strong>Este reino \u00e9 formado por seres dos mais diversos tipos:<\/strong>\u00a0unicelulares, pluricelulares e coloniais, sendo conhecidas dezenas de milhares de esp\u00e9cies.\n\nTodos s\u00e3o eucariontes, isto \u00e9, apresentam carioteca (membrana nuclear).\n\nA nutri\u00e7\u00e3o ocorre geralmente por absor\u00e7\u00e3o, fotoss\u00edntese ou ingest\u00e3o por fagocitose ou pinocitose. A reprodu\u00e7\u00e3o pode ocorrer envolvendo processos sexuados e assexuados (fragmenta\u00e7\u00e3o e biparti\u00e7\u00e3o).\n\nEsse reino \u00e9 constitu\u00eddo por algas eucari\u00f3ticas e protozo\u00e1rios. Alguns bi\u00f3logos incluem os mixomicetos nesse grupo pelas suas caracter\u00edsticas ameb\u00f3ides (s\u00e3o unicelulares e n\u00e3o possuem forma fixa).\n\nAs algas pluricelulares n\u00e3o apresentam tecidos ou \u00f3rg\u00e3os bem definidos. Esse car\u00e1ter de simplicidade fez com que esses seres vivos fossem classificados como protitas.\n\nO grupo das algas possui grande diversidade, diferentes colora\u00e7\u00f5es, formas e tamanhos. A tend\u00eancia atual \u00e9 dividir esse grupo em filos.\n\n<strong>S\u00e3o eles:<\/strong>\n\n<strong>Filo Euglen\u00f3fitas<\/strong>\n\nO nome deriva do g\u00eanero Euglena viridis, a principal categoria representante. S\u00e3o algas unicelulares com paramilo como subst\u00e2ncia de reserva e presen\u00e7a de pigmentos do tipo clorofila a e b, carotenos e xantofilas; sem paredes celulares, apresentam uma membrana el\u00e1stica com dois flagelos e, em alguns representantes, vac\u00faolo puls\u00e1til. Existem centenas de esp\u00e9cies de euglen\u00f3ides. A reprodu\u00e7\u00e3o se d\u00e1 por cissiparidade (assexuadamente). A nutri\u00e7\u00e3o ocorre por fotoss\u00edntese, mas tamb\u00e9m por fagocitose. S\u00e3o encontradas principalmente em \u00e1gua doce.\n\n<strong>Filo Pirr\u00f3fitas<\/strong>\n\nS\u00e3o algas unicelulares, com aproximadamente mil esp\u00e9cies. O nome deriva do grego pyro, fogo, pela cor avermelhada da maioria de seus representantes.\n\nApresentam como pigmentos a clorofila a e c, carotenos e xantofilas; sua subst\u00e2ncia de reserva \u00e9 o amido. Os representantes do filo s\u00e3o tamb\u00e9m conhecidos como dinoflagelados pela presen\u00e7a de dois flagelos.\n\nS\u00e3o encontradas principalmente nos mares. A reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em sua grande maioria por cisiparidade.\n\nEssas algas apresentam placas celul\u00f3sicas formando coura\u00e7as denominadas lorica. Alguns representantes, como o g\u00eanero noctiluca, s\u00e3o bioluminescentes; o g\u00eanero gonyaulax \u00e9 respons\u00e1vel pelas mar\u00e9s vermelhas e v\u00e1rios outros g\u00eaneros produzem saxitonina, uma subst\u00e2ncia que, agindo no sistema nervoso, causa paralisia.\n\nAlgumas pirr\u00f3fitas s\u00e3o conhecidas como algas coral\u00edneas, pois absorvem carbonato de c\u00e1lcio.\n\n<strong>Filo Clor\u00f3fitas:\u00a0<\/strong>S\u00e3o algas uni ou pluricelulares com milhares de esp\u00e9cies. O nome do filo deriva do grego khloros (verde) + phyton (planta). Apresentam como pigmentos a clorofila a e b, caroteno e xantofilas; sua subst\u00e2ncia de reserva \u00e9 o amido. As clor\u00f3fitas vivem principalmente em \u00e1gua doce e sua reprodu\u00e7\u00e3o pode ocorrer por cissiparidade ou forma\u00e7\u00e3o de zo\u00f3sporo.\n\n<strong>Filo Fe\u00f3fitas<\/strong>\n\nS\u00e3o algas pluricelulares, com aproximadamente duas mil esp\u00e9cies. O nome do filo deriva do grego phaios (marron) + phyton (planta), pela cor marron de seus representantes.\n\nApresentam como pigmento a clorofila a e c, caroteno e fucoxantina; sua subst\u00e2ncia de reserva \u00e9 a laminarina. A parede celular dessas algas apresenta celulose e \u00e1cido alg\u00ednico.\n\nAs fe\u00f3fitas s\u00e3o quase exclusivamente marinhas.\n\n<strong>Filo Rod\u00f3fitas<\/strong>\n\nS\u00e3o algas na grande maioria pluricelulares, com aproximadamente quatro mil esp\u00e9cies distribu\u00eddas pelos mares tropicais, \u00e1gua doce, superf\u00edcies \u00famidas e florestas.\n\nComo pigmento apresentam clorofila a e b, ficocianina e ficoeritrina; sua subst\u00e2ncia de reserva \u00e9 o amido das flor\u00eddeas. A reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 variada, podendo ser tanto sexuada como assexuada.\n\nNa reprodu\u00e7\u00e3o sexuada os gametas n\u00e3o s\u00e3o m\u00f3veis, sendo transportados pela \u00e1gua.\n\n<strong>Filo Cris\u00f3fitas<\/strong>\n\nAs cris\u00f3fitas, tamb\u00e9m conhecidas por algas douradas s\u00e3o unicelulares, clorofiladas e vivem na \u00e1gua doce ou salgada. Em sua maioria, s\u00e3o representadas pelas diatom\u00e1ceas, algas que tem o corpo protegido por uma carapa\u00e7a formada de s\u00edlica.\n\n<strong>Observa\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>As algas pertencem ao\u00a0<strong>Reino Protista<\/strong>, n\u00e3o confundir as cianobact\u00e9rias com algas (apesar de terem sido consagradas como \u201calgas azuis\u201d), elas s\u00e3o fotossintetizantes mas procariontes, pertencendo ao Reino Monera.\n\n<strong>Protozo\u00e1rios e algas unicelulares eucariontes<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Reino Protista\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/rreino-191.jpg\" alt=\"Reino Protista\" width=\"372\" height=\"260\" \/><\/p>\nOs\u00a0<strong>protistas<\/strong>\u00a0s\u00e3o seres vivos unicelulares cuja c\u00e9lula possui n\u00facleo organizado, ou seja, est\u00e1 separado do citoplasma pela membrana nuclear.\n\nS\u00e3o, portanto, organismos eucariontes.\n\nNa antiga classifica\u00e7\u00e3o, os protozo\u00e1rios eram animais unicelulares e as algas unicelulares eucariontes pertenciam ao grupo dos vegetais.\n\nOs\u00a0<strong>protistas<\/strong>\u00a0s\u00e3o representados pelos protozo\u00e1rios e pelas algas unicelulares eucariontes.\n\n<strong>Os protozo\u00e1rios<\/strong>\n\nOs\u00a0<strong>protozo\u00e1rios<\/strong>\u00a0s\u00e3o seres vivos unicelulares,eucariontes e desprovidos de clorofila. Podem viver como parasitas ou ter vida livre, habitando os mais variados tipos de ambiente.\n\nComo parasitas do homem e de outros seres vivos, podem causar muitas doen\u00e7as.\n\nA maioria dos protozo\u00e1rios apresenta reprodu\u00e7\u00e3o assexuada. Algumas esp\u00e9cies podem se reproduzir sexuadamente. Primeiramente, o n\u00facleo duplica-se. A seguir, a c\u00e9lula estreita-se na parte central e, finalmente, divide-se em duas, dando origem a duas novas amebas.\n\nOs protozo\u00e1rios foram classificados segundo o tipo e a presen\u00e7a ou n\u00e3o de elementos especiais de locomo\u00e7\u00e3o. Dessa forma, s protozo\u00e1rios s\u00e3o divididos em flagelados, riz\u00f3podes, ciliados e esporozo\u00e1rios.\n\nOs flagelados apresentam um ou mais de um flagelo. Os flagelos s\u00e3o longos filamentos que este tipo de protozo\u00e1rio utiliza para se locomover, vibrando-os num l\u00edquido. Muitos flagelados tem vida livre, outros s\u00e3o parasitas e ocasionam doen\u00e7as no homem. O tripanossomo, a Leishmania e a gi\u00e1rdia s\u00e3o exemplos de flagelados parasitas.\n\nProtozo\u00e1rios flagelados do g\u00eanero Trichonympha vivem no intestino de cupins, participando da digest\u00e3o da celulose da madeira. Se o cupim n\u00e3o contasse com a \u201cajuda\u201d do protozo\u00e1rio, ele n\u00e3o conseguiria aproveitar a celulose como alimento e morreria. J\u00e1 o protozo\u00e1rio encontra alimento farto e f\u00e1cil no intestino do cupim.\n\nEssa rela\u00e7\u00e3o entre duas esp\u00e9cies diferentes, em que h\u00e1 benef\u00edcio para ambas as partes \u00e9 chamada mutualismo.\n\nOs riz\u00f3podes se locomovem e obt\u00eam alimentos atrav\u00e9s de prolongamentos do citoplasma chamados pseud\u00f3podes (falsos p\u00e9s). As amebas s\u00e3o os principais representantes dos riz\u00f3podes.\n\nAlgumas s\u00e3o parasitas e outras tem vida livre.\n\nUm grupo especial de riz\u00f3podes s\u00e3o os foramin\u00edferos. Esses protozo\u00e1rios vivem na \u00e1gua salgada e s\u00e3o protegidos por carapa\u00e7as muito bonitas, ricas em c\u00e1lcio e sil\u00edcio.\n\nH\u00e1 milh\u00f5es de anos existia grande quantidade desses seres no fundo dos mares. Seus restos foram sofrendo transforma\u00e7\u00f5es durante milh\u00f5es de anos e contribu\u00edram para a forma\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo.\n\nAtualmente, a descoberta de suas carapa\u00e7as \u00e9 muito importante, pois indica que pode haver petr\u00f3leo no local. H\u00e1 t\u00e9cnicos em geologia \u2013 pessoas que estudam a origem e as transforma\u00e7\u00f5es do globo terrestre -, que procuram descobrir, na terra ou no mar, os locais onde se encontram carapa\u00e7as f\u00f3sseis desses protozo\u00e1rios.\n\nOs ciliados apresentam pequenos filamentos em volta do corpo chamados c\u00edlios, com os quais se movimentam e capturam alimentos. Um exemplo desse grupo \u00e9 o balant\u00eddeo, um parasita que vive habitualmente no organismo do porco. Outro exemplo de ciliado \u00e9 o param\u00e9cio, que vive na \u00e1gua doce.\n\nOs esporozo\u00e1rios s\u00e3o parasitas e n\u00e3o se locomovem. Um dos mais conhecidos \u00e9 o plasm\u00f3dio, protozo\u00e1rio que provoca nos seres humanos a doen\u00e7a conhecida como mal\u00e1ria ou maleita.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.roxportal.com\/www.geocities.com\/www.marcobueno.net\/www.bionetonline.org\/www.anbio.org\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reino Protista, Protozo\u00e1rios, Classifica\u00e7\u00e3o, Caracter\u00edsticas, Filo, Algas, Doen\u00e7as, Organismos, Grupo, Reprodu\u00e7\u00e3o, Divis\u00e3o, Origem, Reino Protista<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3941,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-25281","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Reino Protista - 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