{"id":24582,"date":"2016-01-22T00:00:00","date_gmt":"2016-01-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/graviola\/"},"modified":"2026-09-01T16:06:40","modified_gmt":"2026-09-01T16:06:40","slug":"graviola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/graviola\/","title":{"rendered":"Graviola"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggravio25.jpg\" alt=\"Graviola\" width=\"292\" height=\"216\" title=\"Graviola\" \/><strong><br \/>\n     Graviola<\/strong><\/p>\n   \n<h4>O que \u00e9<\/h4>\n   \n<p>A <strong>graviola<\/strong> \u00e9 uma \u00e1rvore de pequeno porte (atinge de 4 a      6 metros de altura), origin\u00e1ria das Antilhas e encontrada em quase todos os      pa\u00edses tropicais, com folhas verdes brilhantes e flores amareladas, grandes      e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos. <\/p>\n   \n<p>Os frutos tem forma ovalada, casca verde-p\u00e1lida, s\u00e3o grandes, chegando a      pesar entre 750 gramas a 8 quilos e dando o ano todo. Cont\u00e9m muitas sementes,      pretas, envolvidas por uma polpa branca, de sabor agridoce, muito delicado      e semelhante a fruta-do-conde. <\/p>\n   \n<p>D\u00e1 um suco delicioso e presta-se muito bem ao preparo de sorvetes e compotas.    <\/p>\n   \n<p>Quando bem maduros, t\u00eam sabor agrad\u00e1vel, podendo ser consumidos em peda\u00e7os      puros ou polvilhados com a\u00e7\u00facar ou calda. Quando verdes, podem ser cozidos      e consumidos como legume. S\u00e3o muito utilizados na culin\u00e1ria. <\/p>\n   \n<p>A polpa da <strong>graviola<\/strong> \u00e9 bastante fibrosa, parecendo algod\u00e3o,      sendo excelente fonte de vitamina B, al\u00e9m de conter uma boa quantidade de      prote\u00ed\u00adna, gordura, carboidrato, vitamina C, pot\u00e1ssio e f\u00f3sforo.<\/p>\n   \n<p>Com a polpa se fazem \u00f3timos pur\u00eas e chutneys agridoces &#8211; para acompanhar      carne assada ou fil\u00e9 de peixe grelhado. Fazem-se tamb\u00e9m gel\u00e9ias e refrescos.      Seu sabor se acentua quando recebe adi\u00e7\u00e3o de suco c\u00edtricos, resultando em      deliciosos coquet\u00e9is.<\/p>\n   \n<p><strong>No Brasil, produz bem em quase todo o territ\u00f3rio, mas sobretudo na      Amaz\u00f4nia, no Nordeste e no cerrado, sendo conhecida por v\u00e1rios nomes: <\/strong>anona-de-espinho,      jaca-do-par\u00e1, araticum-manso, araticum-grande e cora\u00e7\u00e3o-de-rainha.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 boa fonte de vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo de      prote\u00ednas, carboidratos e gorduras, incrementando o card\u00e1pio com vitaminas      e minerais, bom para a sa\u00fade. \u00c9 ruim para pessoas com caxumba, aftas ou ferimentos      na boca, que devem evitar consum\u00ed-la in natura, pois sua acidez \u00e9 irritativa      e pode provocar dor.<\/p>\n   \n<h4>Como Comprar<\/h4>\n   \n<p>Se n\u00e3o for para consumo imediato, escolha frutas bojudas de colora\u00e7\u00e3o verde-clara      opaca, com sali\u00eancias bem afastadas uma das outras, por\u00e9m firmes. Se quiser      maduras, escolha as que estiverem macias e com as partes dos espinhos pretos.    <\/p>\n   \n<p>Para confirmar se est\u00e3o maduras pela maciez, pressione a casca levemente,      pois se estiverem maduras n\u00e3o resistem e se rompem. Evite as que estiverem      com a casca preta, rachada, mole demais e com sinal de mofo.<\/p>\n   \n<h4>Como Armazenar<\/h4>\n   \n<p>Se as frutas estiverem verdes, deixar em local fresco e protegida da luz      at\u00e9 que fiquem macias. Caso estejam maduras, \u00e9 melhor utiliz\u00e1-las o mais r\u00e1pido      poss\u00edvel ou despolpe-as e congele.<\/p>\n   \n<h4>Como Preparar<\/h4>\n   \n<p>A graviola n\u00e3o \u00e9 fruta apropriada a sobremesas, embora \u00e0s vezes a utilizem      como tal. Por\u00e9m, promove um sabor especial \u00e0s saladas de frutas e \u00e9 muito      servida sob forma de sucos e sorvetes.<\/p>\n   \n<p>A <strong>graviola<\/strong> deve ser consumida quando madura. Nesse est\u00e1gio,      tem sabor agrad\u00e1vel, podendo ser consumida em peda\u00e7os puros ou polvilhados      com a\u00e7\u00facar ou calda. Quando verde, pode ser cozida e consumida como legume.      Com a polpa se faz timos pur\u00eas e chutneys agridoces para acompanhar carne      assada ou fil\u00e9 de peixe grelhado.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Graviola<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p><strong>Nome popular:<\/strong> gravioleira jaca-de-pobre<\/p>\n   \n<p><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong> Anona muricato L.<\/p>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia bot\u00e2nica:<\/strong> Annonaceae<\/p>\n   \n<p><strong>Origem: <\/strong>Am\u00e9rica Central.<\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas da planta<\/h4>\n   \n<p>\u00c1rvore de at\u00e9 6 m de altura com caule reto e copa reduzida formada por folhas      largas. Flores grandes de colora\u00e7\u00e3o amarelo-p\u00e1lida. <\/p>\n   \n<h4>Fruto<\/h4>\n   \n<p>\u00c9 o maior fruto da fam\u00edlia, de forma ov\u00f3ide, ou em forma de cora\u00e7\u00e3o, com      colora\u00e7\u00e3o verde, apresenta falsos espinhos carnosos curtos e moles. Polpa      branca, doce, mas ligeiramente \u00e1cida. Possui muitas sementes escuras. <\/p>\n   \n<h4>Cultivo<\/h4>\n   \n<p>Planta tropical, n\u00e3o \u00e9 exigente quanto ao solo. Prefere solo argiloso e seu      desenvolvimento e mais favor\u00e1vel no Nordeste e Norte brasileiro, embora se      reproduza em clima subtropical. O cultivo pode ser por enxertia, estacas ou      sementes. <\/p>\n   \n<p>Frutifica de janeiro a mar\u00e7o. <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>&#8220;Fruta bonita e grande, s\u00e3o como mel\u00f5es no tamanho e verdes. E por        fora tem assinaladas umas escamascomo a &#8220;pinha&#8217;: E!rufa fria e para        quando faz calor; e ainda que um homem coma uma <strong>graviola<\/strong>        inteira,n\u00e3o lhe far\u00e1 mal. A fruta e o seu manjar por dentro se parecem com        natas ou com o manjar branco.Isso que se come, ou manjar, se desfaz logo        na boca, como \u00e1gua, deixando um bom sabor.&#8221; <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Fern\u00e1ndez de 0viedo (s\u00e9culo XVI)<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Citado por Clara In\u00e9s Olaya<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>graviola<\/strong> pode ser considerada a maior, a mais tropical,      a mais perfumada e a mais importante entre todas frutas genericamente conhecidas      por araticuns ou, melhor ainda, entre todas as frutas da fam\u00edlia das Anon\u00e1ceas.      Tamb\u00e9m como ocorre com a maioria delas, pela semelhan\u00e7a que os diferentes      g\u00eaneros, esp\u00e9cies e variedades guardam entre si, e em virtude de sua grande      dispers\u00e3o por toda a faixa tropical, a <strong>graviola<\/strong> tem v\u00e1rias      denomina\u00e7\u00f5es populares. <\/p>\n   \n<p>Semelhante ao birib\u00e1, no que se refere \u00e0 sua apar\u00eancia externa, caracterizada      pelas sali\u00eancias que tem em suas pontas escamadas &#8211; falsos espinhos, recurvados      e curtos, por\u00e9m moles &#8211; a <strong>graviola<\/strong> tem um formato menos arredondado      e mais comprido do que o primeiro, podendo variar bastante.<\/p>\n   \n<p><strong>A gravioleira n\u00e3o \u00e9 \u00e1rvore de frutifica\u00e7\u00e3o abundante, o que \u00e9 compensado      pelo bom tamanho de cada um de seus frutos:<\/strong> apesar das exce\u00e7\u00f5es &#8211;      contam-se casos de \u00e1rvores que chegam a produzir frutos de quase 10 Kg uma      <strong>graviola<\/strong> pesa, em m\u00e9dia, de 1 a 4 Kg.<\/p>\n   \n<p>A <strong>graviola<\/strong> deve ser colhida antes de amadurecer totalmente,      pois, em virtude de seu peso, ela logo cai, esmagando-se e perdendo-se. Por\u00e9m,      n\u00e3o pode tamb\u00e9m ser colhida verde, sen\u00e3o seu sabor se altera. <\/p>\n   \n<p>Em geral, sua polpa \u00e9 branca, sucosa, de aroma perfumado e agrad\u00e1vel ao paladar;      para Pimentel Gomes, apresenta sabor &#8220;doce mas ligeiramente \u00e1cido&#8221;.      A polpa da <strong>graviola<\/strong> \u00e9 tamb\u00e9m fibrosa, parecendo algod\u00e3o,      e cont\u00e9m uma boa quantidade de prote\u00ednas, gorduras, carboidratos, vitaminas      C e B, pot\u00e1ssio e f\u00f3sforo. <\/p>\n   \n<p>Uma vez madura ou quando sua casca se rompe, a <strong>graviola<\/strong>      \u00e9 fruta que se decomp\u00f5e com bastante rapidez. Por esse motivo, \u00e9 mais comum      que ela seja comercializada na forma de polpa congelada, que deve ser processada      quase imediatamente ap\u00f3s o seu amadurecimento. <\/p>\n   \n<p>A polpa congelada da <strong>graviola<\/strong>, atualmente, j\u00e1 pode ser encontrada      nos mercados europeus, norte-americanos e nas grandes cidades brasileiras,      sendo muito indicada para o preparo de sucos e de sorvetes, muitas vezes misturada      com sucos de outras frutas &#8211; como lim\u00e3o, laranja, banana, abacaxi, etc &#8211; e      em uma infinidade de mousses, gelatinas e pudins. <\/p>\n   \n<p>No Brasil, a <strong>graviola<\/strong> \u00e9 bastante apreciada e seu cultivo      \u00e9 comum em pomares dom\u00e9sticos de cidades e s\u00edtios das regi\u00f5es Norte e, especialmente,      Nordeste, onde existem tamb\u00e9m \u00e1reas de plantio comercial da fruta. Nessas      regi\u00f5es, a <strong>graviola<\/strong> costuma ser consumida em estado verde      como legume, podendo ser cozida, assada ou frita em fatias. <\/p>\n   \n<p><strong>O nordeste do Brasil \u00e9, seguramente, um dos lugares do mundo onde      mais se comercializa e se consome a graviola:<\/strong> verdadeiro exagero,      na \u00e9poca da frutifica\u00e7\u00e3o a <strong>graviola<\/strong> est\u00e1 em todos os quintais,      em todas as feiras, em todas as bancas, em todas as mesas, em todas as bocas,      para o prazer e para o deleite de todos. <\/p>\n   \n<p>Paulo Cavalcante, afirma que, ao que tudo indica, a <strong>gravioleira<\/strong>      parece existir em estado silvestre na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Os herb\u00e1reos do Museu      Em\u00edlio Goeldi, de Bel\u00e9m do Par\u00e1, guardam diversos exemplares nativos, de classifica\u00e7\u00e3o      muito pr\u00f3xima \u00e0 da <strong>graviola<\/strong>, coletados por v\u00e1rios pesquisadores      em diferentes pontos da regi\u00e3o. No entanto, segundo o mesmo autor e outros      mais, sup\u00f5e-se que a <strong>graviola<\/strong> seja fruta nascida nas terras      ilhadas do Mar do Caribe, tendo sido encontrada em estado selvagem ; nas ilhas      de Cuba, S\u00e3o Domingos, Jamaica e em outras menores. Dali, \u00e9 que a fruta teria      seguido para a Amaz\u00f4nia. <\/p>\n   \n<p>Nas Antilhas, a <strong>graviola<\/strong> \u00e9 conhecida como guan\u00e1bana, palavra      da l\u00edngua ta\u00edna que se falava naquelas ilhas, a mesma l\u00edngua que originou      a palavra ; an\u00f3n, usada para designar a ata, pinha ou fruta-do-conde. Como      informa a escritora Clara In\u00e9s Olaya, foi ali tamb\u00e9m, no in\u00edcio do s\u00e9culo      XVI, que 0 cronista Fern\u00e1ndez de Oviedo encontrou a fruta pela primeira vez      e registrou sua exist\u00eancia. <\/p>\n   \n<p>S\u00e9culos depois, a <strong>graviola<\/strong> encontra-se disseminada por v\u00e1rias      regi\u00f5es tropicais do globo tendo se tornado subespont\u00e2nea em muitas delas.      Em pa\u00edses como o Hava\u00ed, por exemplo, o desenvolvimento de t\u00e9cnicas de plantio      e de industrializa\u00e7\u00e3o da polpa de aroma e sabor ex\u00f3ticos e delicados, transformou      a <strong>graviola<\/strong> e seus derivados em procuradas iguarias ao alcance      de muitos.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.bibvirt.futuro.usp.br<\/p>\n   \n<h6>Graviola<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggravio26.jpg\" alt=\"Graviola\" title=\"Graviola\" \/><strong><br \/>\n     Graviola<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Aspectos Gerais e Agron\u00f4micos<\/h4>\n   \n<p>A <strong>gravioleira<\/strong> \u00e9 origin\u00e1ria das terras baixas da Am\u00e9rica      Tropical e vales peruanos; conhecida como guan\u00e1bano (l\u00edngua espanhola), soursop      (l\u00edngua inglesa) e corossolier (l\u00edngua francesa) \u00e9 fruta tropical importante      nos mercados da Am\u00e9rica Tropical sendo a Venezuela o maior produtor sul-americano.    <\/p>\n   \n<p>A sua import\u00e2ncia comercial no Brasil \u00e9 pequena apesar da demanda crescente      pela polpa do fruto no pa\u00eds, no Oriente M\u00e9dio e na Europa (Alemanha e Espanha).<\/p>\n   \n<p>No Nordeste brasileiro o munic\u00edpio cearense de Trairi mant\u00e9m plantios organizados      dessa fruteira.<\/p>\n   \n<h4>Bot\u00e2nica &#8211; Descri\u00e7\u00e3o &#8211; Variedades<\/h4>\n   \n<p>A <strong>gravioleira<\/strong> \u00e9 conhecida como Anona muricata, L, Dicotiledonea,      Anonaceae. Tem h\u00e1bito de crescimento ereto, pode alcan\u00e7ar 4 a 8m de altura      quando adulta, abundante sistema radicular, caule \u00fanico com ramifica\u00e7\u00e3o assim\u00e9trica.      As flores s\u00e3o perfeitas, hermafroditas, verde-escuras a verde-claras.<\/p>\n   \n<p>O fruto, graviola &#8211; tamb\u00e9m conhecido como jaca-de-pobre, jaca-do-Par\u00e1, cora\u00e7\u00e3o-de-rainha,      araticum manso, \u00e9 uma baga composta (sincarpo) com peso oscilando entre 0,4kg      a 10 kg, comprimento m\u00e9dio em 30cm e formato de cora\u00e7\u00e3o; a casca tem esp\u00edculas      carnosas moles e \u00e9 verde-clara na colheita. A polpa \u00e9 branca sucosa. <\/p>\n   \n<p>A semente com 1 a 2 cm de comprimento, peso 0,59 g (170 sementes\/100 g) \u00e9      preta na sua retirada do fruto passando a marrom dias ap\u00f3s; de ordin\u00e1rio encontra-se      100 sementes por fruto.<\/p>\n               \n<table width=\"228\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr>\n<td align=\"center\" colspan=\"2\" bgcolor=\"#FFFFCC\" height=\"30\">\n<p class=\"imagem\"><strong>100 gramas de polpa do fruto                cont\u00e9m:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" width=\"118\" height=\"30\">60 calorias<\/td>\n           \n<td align=\"center\" width=\"145\" height=\"30\">1 g de prote\u00edna<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"30\">24 mg de c\u00e1lcio<\/td>\n           \n<td align=\"center\" height=\"30\">28 mg de f\u00f3sforo<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"30\">0,5 mg de ferro<\/td>\n           \n<td align=\"center\" height=\"30\">20 mg de vitamina A<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"30\">26 mg de vitamina C<\/td>\n           \n<td align=\"center\" height=\"30\">0,07 mg de vitamina B1;              \n<p>0,05 mg de vitamina B2<\/p>\n<\/td>\n         <\/tr>\n<\/table>\n      \n<p>No Nordeste brasileiro predomina o tipo de graviola nordouestina crioula      (com frutos cordiformes, pesando entre 1,5-3,0 kg, polpa mole, doce a sub-\u00e1cida).      A EMBRAPA\/CPAC (Cerrado) introduziu no pa\u00eds gravioleiras colombianas (1981);      dentre elas, a morada que produz 40 kg de polpa\/planta\/ano, frutos grandes      &#8211; 3 a 10 kg &#8211; redondo a cordiforme, polpa firme, sabor sub-\u00e1cido e \u00e9 tolerante      ao ataque de brocas.<\/p>\n   \n<h4>Usos da Graviola<\/h4>\n   \n<p><strong>Planta: <\/strong>Alcal\u00f3ides, como a anonina e a muricuna, s\u00e3o extra\u00eddos      da casca do tronco, das folhas e das sementes; s\u00e3o destinados produ\u00e7\u00e3o de      inseticidas.<\/p>\n   \n<p><strong>Fruto: <\/strong>A polpa \u00e9 consumida ao natural, com a\u00e7\u00facar ou compondo      refrescos, sucos e sorvetes apesar de ser de dif\u00edcil digest\u00e3o (1,8% de celulose).      Prestando-se bem ao processamento a polpa \u00e9 utilizada na ind\u00fastria para produ\u00e7\u00e3o      de sucos concentrados, polpas congeladas, n\u00e9ctar, gel\u00e9ias, cremes, bebidas      (Cuba), diur\u00e9ticos e xaropes anti-escorb\u00faticos.<\/p>\n   \n<h4>Necessidade da Planta<\/h4>\n   \n<p>Planta origin\u00e1ria de regi\u00f5es de clima tropical a gravioleira tamb\u00e9m desenvolve-se      em regi\u00f5es de clima subtropical e tem boa adaptabilidade ao Nordeste brasileiro.    <\/p>\n   \n<p>Requer temperatura m\u00e9dia anual entre 25\u00baC a 28\u00baC (21-30\u00baC sem quedas abaixo      de 12\u00baC), chuvas acima de 1.000 mm\/ano bem distribu\u00eddos (100 mm\/m\u00eas), com      per\u00edodo seco na frutifica\u00e7\u00e3o, umidade relativa do ar entre 75 e 80%. A regi\u00e3o      quente do semi-\u00e1rido nordestino, com irriga\u00e7\u00e3o artificial, induz boa vegeta\u00e7\u00e3o      e produ\u00e7\u00e3o \u00e0 gravioleira.<\/p>\n   \n<p>A planta adapta-se a diferentes tipos de solos mas prefere aqueles profundos,      bem drenados, ricos em mat\u00e9ria org\u00e2nica, ligeiramente \u00e1cidos &#8211; PH entre 6,0-6,5      &#8211; n\u00e3o sujeitos a encharcamento e argilo-arenosos. Os solos de aluvi\u00e3o, bem      drenados, prestam-se bem \u00e0 graviola.<\/p>\n   \n<h4>Propaga\u00e7\u00e3o\/Formata\u00e7\u00e3o de Mudas<\/h4>\n   \n<p>A propaga\u00e7\u00e3o da gravioleira \u00e9 feita atrav\u00e9s de processos assexuados &#8211; alporquia,      estaquia, cultivo de tecidos e -enxertia (garfagem &#8211; o comercial) &#8211; e processo      sexual via sementes. Para qualquer dos processos a planta matriz &#8211; fornecedora      de ramos de tecidos, de gemas ou de sementes &#8211; deve ser vigorosa, precoce,      sadia, e de boa produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>As sementes devem ser obtidas de frutos maduros e sadios e elas devem ser      \u00edntegras e vigorosas. Para forma\u00e7\u00e3o de pomares comerciais utiliza-se mudas      tipo enxerto que devem ser obtidas de produtores credenciados por organiza\u00e7\u00f5es      oficiais. Para pomares caseiros pode-se preparar mudas (via sementes) na propriedade      rural.<\/p>\n   \n<p><strong>Preparo de mudas via sementes:<\/strong> vinte quatro horas antes      do semeio a semente \u00e9 colocada em \u00e1gua fria para quebra de dorm\u00eancia. Sacos      de polietileno com 35cm de altura x 22cm de largura e 0,2mm de espessura,      recebem 6 a 8 litros de mistura formada de 2 partes de terra areno-argilosa      e uma de esterco de curral bem curtido. Para cada m3 da mistura adicionar      200g de calc\u00e1rio dolom\u00edtico, 1,0kg de cloreto de pot\u00e1ssio e 2,5 kg de superfosfato      simples. <\/p>\n   \n<p>A 2cm de profundidade coloca-se 2 a 3 sementes por saco e irriga-se; entre      20 e 35 dias (at\u00e9 60 dias) d\u00e1-se a germina\u00e7\u00e3o. Os sacos s\u00e3o dispostos em fileiras      duplas distantes de 60cm entre si e cobertos com sombrite ou folha de palmeira      (50% de luz). Plantinhas com 5 a 10cm de altura s\u00e3o desbastadas deixando-se      a mais vigorosa. 4 a 5 meses p\u00f3s semeio, muda com 30 a 40cm de altura estar\u00e1      apta ao plantio definitivo. <\/p>\n   \n<p>Para controle de pragas e doen\u00e7as pode-se utilizar malatiom 50 CE e oxicloreto      de cobre 50 PM, em pulveriza\u00e7\u00f5es de 10 em 10 ou de 15 em 15 dias. A partir      do 3o m\u00eas permitir, paulatinamente, a entrada de mais luz no viveiro. Manter      substrato, no saco, \u00famido sem exagero.<\/p>\n   \n<h4>Instala\u00e7\u00e3o do Pomar<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Preparo do Solo:<\/strong> Passa por derrubada, destoca, encoivaramento        e queima (se \u00e1rea de mata)e controle de cupins e formigas completam. 3 meses        antes do plantio efetuar ara\u00e7\u00e3o (30cm de profundidade) e uma a duas gradagens.        Em caso de corre\u00e7\u00e3o de solo, aplicar calc\u00e1rio antes da ara\u00e7\u00e3o (metade da        dose) e antes da 1o gradagem (outra metade).<strong><br \/>\n       Espa\u00e7amento\/densidade:<\/strong> O espa\u00e7amento varia de 4m x 4m (625 plantas\/ha),        a 8m a 8m (156 plantas\/ha). A varia\u00e7\u00e3o deve-se ao porte da planta, topografia        do terreno, fertilidade, plantio consorciado ou n\u00e3o, definitivo ou tempor\u00e1rio,        condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. Em terreno plano utiliza-se 6m x 6m (quadrado), em        \u00e1rea pouco acidentada 6m x 6m (tri\u00e2ngulo); em solo f\u00e9rtil, rico em mat\u00e9ria        org\u00e2nica 8m x 8m e sob clima tropical \u00famido 6 m x 6m ou 7m x 7m.<strong><br \/>\n       Coveamento\/aduba\u00e7\u00e3o b\u00e1sica:<\/strong> Covas devem ter dimens\u00f5es 60cm x 60cm        e ser abertas 60 dias antes do plantio separando terra dos primeiros 20cm.        No fundo da cova coloca-se mistura de parte da terra separada com 20 litros        de esterco de curral curtido e, 200 g de calc\u00e1rio; enche-se a cova com outra        metade da terra separada mais 600 g de superfosfato triplo, 200 g de cloreto        de pot\u00e1ssio e 200g de calc\u00e1rio dolom\u00edtico (se n\u00e3o houve corre\u00e7\u00e3o no preparo        de solo).<strong><br \/>\n       Plantio:<\/strong> Deve ser feito em terrenos com altitude abaixo de 1.200m,        pr\u00f3ximos a estradas, em \u00e1reas planas a levemente onduladas. No in\u00edcio da        esta\u00e7\u00e3o chuvosa efetua-se o plantio. Retira-se o fundo do saco, leva-se        a muda \u00e0<br \/>\n       cova onde retira-se o resto do saco ao tempo em que se chega terra ao torr\u00e3o        comprimindo-a; a superf\u00edcie do torr\u00e3o deve ficar 2cm acima do solo. Prepara-se        uma bacia com 10cm de altura a 30 cm do caule e cobre-se com 20cm de palha        seca. Irriga-se com 20 litros de \u00e1gua e, em caso de ventos, tutora-se a        muda (estaca enterrada ao lado que amarra a muda).<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Tratos Culturais:<\/strong><\/p>\n   \n<p>Manter cultura livre de ervas invasoras ro\u00e7ando as ruas de plantio e capinando      em coroamento (proje\u00e7\u00e3o da copa da planta).<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Poda de forma\u00e7\u00e3o: <\/strong>cortar broto terminal a 60cm do solo        e selecionar 3-4 brotos bem distribu\u00eddos nos \u00faltimos 20cm de altura do caule        para forma\u00e7\u00e3o da copa (n\u00e3o permitir altura da planta acima de 2,2m).<strong><br \/>\n       Poda de limpeza &#8211;<\/strong> Eliminar ramos indesej\u00e1veis, ramos secos, doentes        ou praguejados.<strong><br \/>\n       Aduba\u00e7\u00e3o em cobertura &#8211;<\/strong> No in\u00edcio das chuvas aplica-se 15 litros        de esterco de curral. A cada 3 meses aplicar 1kg da f\u00f3rmula 10-13-15\/planta,        incorporando a 10cm de profundidade numa \u00e1rea com limites 1\/3 para dentro        at\u00e9 1\/3 para fora do limite da copa. Cr\u00ea-se que a necessidade de \u00e1gua\/dia        da gravioleira est\u00e1 entre 3,5 e 4,0mm.<strong><br \/>\n       Consorcia\u00e7\u00e3o &#8211;<\/strong> Como cultura secund\u00e1ria pode-se consorciar-se mangueira;        como cultura principal, aceitaleguminosas (feij\u00e3o, amendoim, soja) ou milho,        ab\u00f3bora, batatinha.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Pragas e Doen\u00e7as<\/h4>\n   \n<p><strong>Pragas<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Broca-do-Tronco &#8211;<\/strong> Cratosomus sp. Coleoptera, Curculionidae;        O inseto adulto \u00e9 um besouro convexo de cor quase preta; a forma jovem,        lagarta (broca), \u00e9 branca, com cabe\u00e7a escura, sem patas. A f\u00eamea ovip\u00f5e        em orif\u00edcio que faz na casca; a lagarta, saindo do ovo, penetra na madeira        abre galeria no tronco e expele deje\u00e7\u00f5es pelo orif\u00edcio. O sinal do ataque        \u00e9 a presen\u00e7a de excrementos e exsuda\u00e7\u00e3o pegajosa no tronco. <strong>Controle:<\/strong>        inje\u00e7\u00e3o via orif\u00edcio, de inseticida DDVP (10 ml. \/10 litros de \u00e1gua).<strong><br \/>\n       Broca-do-Fruto: <\/strong>Cerconata anonella (Sepp.1830) Lepidoptera, Stenomidae.        &#8211; O adulto \u00e9 mariposa branca-acinzentada com 25mm de envergadura que p\u00f5e        ovos sobre flores e pequenos frutos. O jovem (lagarta), cor de rosa ou verde-pardo,        roe a casca do fruto penetrando para seu centro, destroe a polpa e aloja-se        na semente. Frutos atacados apodrecem e caem. <br \/>\n<strong>Controle: <\/strong>queimar frutos atacados (planta e ch\u00e3o), pulverizar        frutos com inseticida triclorfom 50 SC (Dipterex a 0,2%) ou fentiom 50 CE        (Lebaycid a 0,15%) a cada 10 dias. Ainda usa-se ensacamento do fruto com        saco de papel parafinado.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Como outras pragas, cita-se vespa-da-semente (Bephrateloides), moscas-das-frutas      (Ceratitis, Anastrepha), lagarta-das-flores (Thecla) e tripes-do-fruto (Heliothrips)      que podem ser controlados com paratiom, carbaryl, malatiom e fentiom.<\/p>\n   \n<p><strong>Doen\u00e7as<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Em Viveiro:<\/strong> Tombamento de plantinha &#8211; (fungos Rhizoctonia,        Fusarium) &#8211; Agentes atacam colo e ra\u00edzes das plantinhas tombando-as. Controla-se,        preventivamente, tratando a terra para enchimento dos sacos com brometo        de metila. Como tratamento p\u00f3s germina\u00e7\u00e3o, pulverizar colo das plantinhas        com benomyl 50 PM (Benlate a 0,1%).<strong><br \/>\n       Em Campo: Antracnose:<\/strong> fungo Colletotrichum gloeosporioides Penz.        &#8211; ataca ramos novos, flores e frutos pequenos provocando sua queda (umidade        relativa e temperatura altas). <strong><br \/>\n       Controle:<\/strong> oxicloreto de cobre 50 PM (200g \/ 100 litros de \u00e1gua)        ou benomyl 50 PM (150g \/ 100 litros de \u00e1gua) em pulveriza\u00e7\u00f5es intercaladas        de 10 em 10 dias.<strong><br \/>\n       Podrid\u00e3o Parda:<\/strong> fungo Rhizophus stolonifer Sac. &#8211; ataca flores        e frutos, na colheita e p\u00f3s-colheita, penetrando atrav\u00e9s do ped\u00fanculo causando        podrid\u00e3o da polpa seguindo-se a mumifica\u00e7\u00e3o do fruto.<br \/>\n<strong>Em Viveiro:<\/strong> Tombamento de plantinha &#8211; (fungos Rhizoctonia,        Fusarium) &#8211; Agentes atacam colo e ra\u00edzes das plantinhas tombando-as. Controla-se,        preventivamente, tratando a terra para enchimento dos sacos com brometo        de metila. Como tratamento p\u00f3s germina\u00e7\u00e3o, pulverizar colo das plantinhas        com benomyl 50 PM (Benlate a 0,1%).<strong><br \/>\n       Em Campo: Antracnose: <\/strong>fungo Colletotrichum gloeosporioides Penz.        &#8211; ataca ramos novos, flores e frutos pequenos provocando sua queda (umidade        relativa e temperatura altas). <br \/>\n<strong>Controle:<\/strong> oxicloreto de cobre 50 PM (200g \/ 100 litros        de \u00e1gua) ou benomyl 50 PM (150g \/ 100 litros de \u00e1gua) em pulveriza\u00e7\u00f5es intercaladas        de 10 em 10 dias.<strong><br \/>\n       Podrid\u00e3o Parda: <\/strong>fungo Rhizophus stolonifer Sac. &#8211; ataca flores        e frutos, na colheita e p\u00f3s-colheita, penetrando atrav\u00e9s do ped\u00fanculo causando        podrid\u00e3o da polpa seguindo-se a mumifica\u00e7\u00e3o do fruto.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Colheita \/ Rendimento<\/h4>\n   \n<p>Gravioleiras provenientes de sementes iniciam a flora\u00e7\u00e3o no 3\u00ba ou 4\u00ba ano      p\u00f3s-plantio e as enxertadas j\u00e1 no 1\u00ba ano de vida. A produ\u00e7\u00e3o comercial aos      3 e 5 anos; ela permanece produzindo por 10 a 15 anos. <\/p>\n   \n<p>Sugere-se que os frutos sejam colhidos logo que a colora\u00e7\u00e3o da casca passar      do verde escuro para o verde-claro (perda do brilho da casca e polpa levemente      mole se comprimindo o fruto com dedo). <\/p>\n   \n<p>Ap\u00f3s colheita o fruto \u00e9 colocado em prateleiras em ambiente com 22\u00baC de temperatura      e 40-50% de umidade relativa. Seis dias ap\u00f3s o fruto estar\u00e1 comest\u00edvel durando      2-3 dias. Tem sido registradas produ\u00e7\u00f5es de 32 t de frutos\/ha (384 plantas      de 6 anos &#8211; Hava\u00ed), 10 t\/ha (238 plantas de 8 anos) de gravioleiras.<\/p>\n   \n<p><strong>Luiz Epstein<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><\/p>\n   \n<p>FRUTAS tropicais: Graviola. Guia Rural Abril, 1988.<br \/>\n     MANUAL de Entomologia Agr\u00edcola. S\u00e3o Paulo: Agron\u00f4mica Ceres, 1978.<br \/>\n     MELO, G. S., GONZAGA NETO, L., MOURA, R. J. M de. Cultivo da Gravioleira.      Recife: Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecu\u00e1ria, 1983. (Instru\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas      do IPA,13).<br \/>\n     PINTO, A. C. de Q. et al. Graviola para Exporta\u00e7\u00e3o: aspectos t\u00e9cnicos da produ\u00e7\u00e3o.      Bras\u00edlia, DF: Embrapa-SPI, 1994. (S\u00e9rie Publica\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas FRUPEX,7).<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.udr.org.br<\/p>\n   \n<h6>Graviola<\/h6>\n   \n<p>Origin\u00e1ria das Antilhas e Am\u00e9rica Central, a <strong>graviola<\/strong> \u00e9      cultivada no Brasil, principalmente nos estados do Norte e Nordeste. Al\u00e9m      de sua produ\u00e7\u00e3o em grande escala para a ind\u00fastria de suco e sorvete ou para      consumo &#8220;in natura&#8221;, seu uso medicinal \u00e9 bastante intenso. <\/p>\n   \n<p>A planta possui subst\u00e2ncias que reagem contra espasmos, diabetes, v\u00f4mitos,      diarr\u00e9ia e auxiliam no emagrecimento. <\/p>\n   \n<p>Cientistas descobriram, recentemente, a a\u00e7\u00e3o antitumoral da graviola. As      pesquisas demonstraram a efic\u00e1cia na rea\u00e7\u00e3o contra alguns tipos de c\u00e2ncer.      S\u00e3o propriedades anticancer\u00edgenas que detectam c\u00e9lulas mal\u00e9ficas e as combatem      sem produzir efeitos colaterais.<\/p>\n   \n<p>Nutricionalmente, a fruta \u00e9 elevada em hidratos de carbono, particularmente      a fructose. Contem tamb\u00e9m quantidades significativas da vitamina C, da vitamina      B1, e da vitamina B2. A fruta, as sementes, e as folhas t\u00eam alto uso medicinal      entre povos ind\u00edgenas das regi\u00f5es onde a planta \u00e9 comum.<\/p>\n   \n<p>No Caribe, colocar as folhas de sua sopa em uma cama embaixo de uma pessoa      dormindo com febre, far\u00e1 com que esta desapare\u00e7a j\u00e1 pela manh\u00e3 seguinte. <\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m disso, ferver as folhas e beb\u00ea-las como um ch\u00e1 ajudam induzir o sono.    <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggravio29.jpg\" alt=\"Graviola\" width=\"252\" height=\"239\" title=\"Graviola\" \/><strong><br \/>\n     Graviola<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Graviola: uma fruta medicinal <\/h4>\n   \n<p>O <strong>Brasil<\/strong> vem destacando-se mundialmente como um importante      produtor e consumidor de frutas, especialmente as tropicais e subtropicais.      Muitas fruteiras s\u00e3o nativas do Brasil e muitas delas ainda s\u00e3o desconhecidas      ou pouco conhecidas. <\/p>\n   \n<p>Dentre estas, destacam-se as <strong>Anon\u00e1ceas<\/strong>, que no passado n\u00e3o      apresentavam import\u00e2ncia, mas que atualmente se transformaram em cultivos      rent\u00e1veis e geradores de empregos. <\/p>\n   \n<p>Dentro da fam\u00edlia das Anon\u00e1ceas, destacam-se a <strong>Graviola<\/strong>      (Annona muricata), Pinha, Ata ou Fruta-do-Conde (Annona squamosa), Cherim\u00f3lia      (Annona cherimola) e Atem\u00f3ia (h\u00edbrido entre cherim\u00f3lia e pinha). <\/p>\n   \n<p>Dentre as Anon\u00e1ceas, o cultivo da <strong>gravioleira<\/strong> \u00e9 bastante      recente. Com a evolu\u00e7\u00e3o do mercado, muitas \u00e1reas comerciais t\u00eam surgido em      diversos Estados brasileiros, destacando-se Bahia, Cear\u00e1, Pernambuco, Alagoas      e Minas Gerais. <\/p>\n   \n<p>O fruto da graviola era destinado na quase totalidade para agroind\u00fastria      visando obten\u00e7\u00e3o de polpa, suco, n\u00e9ctar, etc. <\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggravio27.jpg\" alt=\"Graviola\" width=\"269\" height=\"228\" title=\"Graviola\" \/><strong><br \/>\n     Graviola<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>graviola<\/strong> \u00e9 uma fruta origin\u00e1ria das Antilhas, prefere      climas \u00famidos, baixa altitude, e n\u00e3o exige muito em rela\u00e7\u00e3o a terrenos. A      graviola \u00e9 uma \u00e1rvore de pequeno porte (atinge de 4 a 6 metros de altura)      e encontrada em quase todos os pa\u00edses tropicais, com folhas verdes brilhantes      e flores amareladas, grandes e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos.    <\/p>\n   \n<p>Os frutos tem forma ovalada, casca verde-p\u00e1lida, s\u00e3o grandes, chegando a      pesar entre 750 gramas a 8 quilos e dando o ano todo. Cont\u00e9m muitas sementes,      pretas, envolvidas por uma polpa branca, de sabor agridoce, muito delicado      e semelhante \u00e0 fruta-do-conde. <\/p>\n   \n<p>A tecnologia adotada nas diversas regi\u00f5es produtoras \u00e9 muito vari\u00e1vel, havendo      produtores que n\u00e3o usam quase nenhuma tecnologia moderna, como irriga\u00e7\u00e3o,      nutri\u00e7\u00e3o adequada, poda, prote\u00e7\u00e3o dos frutos e controle fitossanit\u00e1rio, com      m\u00e9todos org\u00e2nicos, comprometendo a produtividade e qualidade dos frutos produzidos.      Apesar disso, diversos produtores t\u00eam cultivado a <strong>gravioleira<\/strong>      de forma racional, adotando a tecnologia dispon\u00edvel e obtendo produtividades      elevadas e boa rentabilidade.<\/p>\n   \n<p>Esta fruta \u00e9 conhecida n\u00e3o somente por seu delicioso sabor caracter\u00edstico,      levemente azedo, bem como seu riqu\u00edssimo conte\u00fado em nutrientes. Cerca de      100 gramas de <strong>graviola<\/strong> fornecem em m\u00e9dia 60 calorias, 25      mg de c\u00e1lcio, 28 mg de f\u00f3sforo e 26 mg de vitamina C (um ter\u00e7o da Recomenda\u00e7\u00e3o      de Ingest\u00e3o Di\u00e1ria). <\/p>\n   \n<p>Por se tratar de uma fruta com riqu\u00edssima composi\u00e7\u00e3o nutricional, a graviola      apresenta in\u00fameras propriedades terap\u00eauticas, podendo ser utilizada em sua      totalidade. Aproveitam-se as folhas, as flores, os brotos, os frutos verdes      ou maduros. A <strong>graviola<\/strong> pode ser utilizada sob a forma in      natura, sob a forma de ch\u00e1s, preparada como cataplasmas que s\u00e3o sobrepostos      diretamente nas afec\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas e tamb\u00e9m em c\u00e1psulas que cont\u00eam os princ\u00edpios      nutricionais desta maravilha da natureza. <\/p>\n   \n<p>Por\u00e9m, uma das maiores descobertas sobre a graviola foi sua sensacional capacidade      de agir contra as c\u00e9lulas do c\u00e2ncer, mostrando em testes em laborat\u00f3rio um      potencial extraordin\u00e1rio.<\/p>\n   \n<p>Dentre as propriedades terap\u00eauticas da <strong>graviola<\/strong> pode-se      destacar o seu potencial diur\u00e9tico, adstringente, vitaminizante, antiinflamat\u00f3rio,      anti-reum\u00e1tico, bem como sua propriedade antiespasm\u00f3dica, antituss\u00edgena e      anticancer\u00edgena. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 boa fonte de vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo de      prote\u00ednas, carboidratos e gorduras, incrementando o card\u00e1pio com vitaminas      e minerais, bom para a sa\u00fade. \u00c9 ruim para pessoas com caxumba, aftas ou ferimentos      na boca, que devem evitar consumi-la in natura, pois sua acidez \u00e9 irritativa      e pode provocar dor. <\/p>\n   \n<h4>A<strong> graviola<\/strong><\/h4>\n   \n<p>A<strong> graviola<\/strong> \u00e9 uma fruta tropical de origem americana e \u00e9      a mais perfumada e importante entre todas as frutas conhecidas como araticuns.    <\/p>\n   \n<p>Seu cultivo \u00e9 comum em pomares dom\u00e9sticos de cidades e s\u00edtios das regi\u00f5es      norte e nordeste, onde \u00e9, seguramente, mais comercializada e consumida que      em qualquer outro lugar do mundo.<\/p>\n   \n<h4>Propriedades<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>A graviola n\u00e3o \u00e9, como muitos pensam, um fruto t\u00edpico do Brasil. Ele \u00e9        origin\u00e1rio da regi\u00e3o das Antilhas.<br \/>\n       A \u00e1rvore da graviola possui um porte pequeno, atingindo, aproximadamente,        5 metros de altura.<br \/>\n       No Brasil \u00e9 produzida, principalmente, na regi\u00e3o Nordeste.<br \/>\n       Necessita de clima \u00famido para se desenvolver adequadamente.<br \/>\n       As \u00e1rvores produzem o fruto durante todo o ano, portanto n\u00e3o existe \u00e9poca        definida como \u00e9 o caso de outros frutos.<br \/>\n       Possui um formato oval, sendo que a casca apresenta cor verde. A casca n\u00e3o        \u00e9 lisa, pois apresenta pequenas eleva\u00e7\u00f5es (&#8220;espinhos&#8221;) de cor        escura. No aspecto de sabor assemelha-se muito com a fruta do conde.<br \/>\n       A parte interna \u00e9 formada por uma polpa branca de sabor suavemente adocicado.        Apresenta tamb\u00e9m, em sua parte interna, uma grande quantidade de semente        na cor preta.<br \/>\n       Em m\u00e9dia, uma graviola pode atingir de 1 a 2 quilos. Por\u00e9m, h\u00e1 casos de        frutos que chegam a 6 quilos.<br \/>\n       Por ser uma fruta tropical \u00e9 muito utilizada na fabrica\u00e7\u00e3o de sucos.<br \/>\n       Por se tratar de uma fruta com riqu\u00edssima composi\u00e7\u00e3o nutricional, a graviola        apresenta in\u00fameras propriedades terap\u00eauticas, podendo ser utilizada em sua        totalidade. Aproveitam-se as folhas, as flores, os brotos, os frutos verdes        ou maduros.<br \/>\n       A graviola pode ser utilizada sob a forma in natura, sob a forma de ch\u00e1s,        preparada como cataplasmas que s\u00e3o sobrepostos diretamente nas afec\u00e7\u00f5es        cut\u00e2neas e tamb\u00e9m em c\u00e1psulas que cont\u00eam os princ\u00edpios nutricionais desta        maravilha da natureza.<br \/>\n       Por\u00e9m, uma das maiores descobertas sobre a graviola foi sua sensacional        capacidade de agir contra as c\u00e9lulas do c\u00e2ncer, mostrando em testes em laborat\u00f3rio        um potencial extraordin\u00e1rio.<br \/>\n       Dentre as propriedades terap\u00eauticas da graviola pode-se destacar o seu potencial        diur\u00e9tico, adstringente, vitaminizante, antiinflamat\u00f3rio, anti-reum\u00e1tico,        bem como sua propriedade antiespasm\u00f3dica, antituss\u00edgena e anticancer\u00edgena.<br \/>\n       \u00c9 boa fonte de vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo de        prote\u00ednas, carboidratos e gorduras, incrementando o card\u00e1pio com vitaminas        e minerais, bom para a sa\u00fade.<br \/>\n       \u00c9 ruim para pessoas com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, que devem        evitar consumi-la in natura, pois sua acidez \u00e9 irritativa e pode provocar        dor. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Aplica\u00e7\u00f5es<\/h4>\n   \n<p>A polpa congelada \u00e9 empregada no preparo de sucos e sorvetes. Quando misturada      com sucos de outras frutas \u00e9 utilizado em uma infinidade de mousses, gelatinas      e pudins.<\/p>\n   \n<p><strong>Colheita:<\/strong> De janeiro a mar\u00e7o.<\/p>\n   \n<h4 id=\"page-title\"><strong>Graviola      crua<\/strong><\/h4>\n   \n<p><strong>TACO &#8211; Tabela Brasileira de Composi\u00e7\u00e3o de Alimentos<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Tabela de valor Nutricional<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Por\u00e7\u00e3o de 100 gramas <\/strong><\/p>\n      \n<table width=\"279\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\" id=\"customers\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<th colspan=\"2\">\u00a0<\/th>\n       \n<th class=\"centro\">% VD*<\/th>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Valor energ\u00e9tico<\/strong><\/td>\n       \n<td>61.6kcal = 259kj<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">3%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Carboidratos<\/strong><\/td>\n       \n<td>15,8g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">5%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Prote\u00ednas<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,9g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">1%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Gorduras monoinsaturadas<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,1g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">&#8211; <\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Fibra alimentar<\/strong><\/td>\n       \n<td>1,9g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">8%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Fibras sol\u00faveis<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,0g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">&#8211; <\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>C\u00e1lcio<\/strong><\/td>\n       \n<td>40,1mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">4%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Vitamina C<\/strong><\/td>\n       \n<td>19,1mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">42%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Piridoxina B6<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,0mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">0%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>F\u00f3sforo<\/strong><\/td>\n       \n<td>19,2mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">3%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Mangan\u00eas<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,1mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">4%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Magn\u00e9sio<\/strong><\/td>\n       \n<td>23,5mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">9%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Lip\u00eddios<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,2g<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">&#8211; <\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Ferro<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,2mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">1%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Pot\u00e1ssio<\/strong><\/td>\n       \n<td>249,7mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">&#8211; <\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Cobre<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,0ug<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">0%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Zinco<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,1mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">1%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td>Tiamina B1 <\/td>\n       \n<td>0,2mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">14%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Riboflavina B2<\/strong><\/td>\n       \n<td>0,1mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">8%<\/td>\n     <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>S\u00f3dio<\/strong><\/td>\n       \n<td>4,2mg<\/td>\n       \n<td class=\"centro\">0%<\/td>\n     <\/tr>\n<\/table>\n   \n<p><strong>* % <\/strong>Valores di\u00e1rios com base em uma dieta de 2.000 Kcal      ou 8.400kj. Seus valores di\u00e1rios podem ser maiores ou menores dependendo de      suas necessidades.<\/p>\n   \n<p><strong>Fonte:<\/strong> www.planetaorganico.com.br\/www.amazon.com.br<\/p>\n   \n<h6>Graviola<\/h6>\n   \n<h4>O que \u00e9<\/h4>\n   \n<p>A <strong>graviola<\/strong> \u00e9 um fruto de \u00e1rvore proveniente      da Amaz\u00f4nia. <\/p>\n   \n<p>No Brasil \u00e9 bastante apreciada e seu cultivo \u00e9 comum em pomares dom\u00e9sticos      de cidades e s\u00edtios das regi\u00f5es Norte e, especialmente, Nordeste, onde existem      \u00e1reas de plantio e mais se comercializa e se consome a graviola.<\/p>\n   \n<p>Maior fruto da fam\u00edlia das Anon\u00e1ceas, em forma de ovo , ou em forma de cora\u00e7\u00e3o,      com colora\u00e7\u00e3o verde, apresenta falsos espinhos carnosos curtos e moles.<\/p>\n   \n<p>Polpa branca, doce, mas ligeiramente \u00e1cida. Possui muitas sementes escuras.    <\/p>\n   \n<p>A graviola deve ser colhida antes de amadurecer totalmente, pois, em virtude      de seu peso, ela logo cai, esmagando-se e perdendo-se. <\/p>\n   \n<p>Se colhida verde, seu sabor se altera. Madura, ao se tocar em seus espinhos,      consegue-se perceber que ela est\u00e1 mole e seu ped\u00fanculo fico um pouco mais      escuro.<\/p>\n   \n<p>Deve-se tomar cuidado pois a fruta madura ou com casca rompida se decomp\u00f5es      rapidamente. <\/p>\n   \n<p>Consumida in-natura, como suco, gelatinas, pudins, sendo ainda consumida      no Norte e Nordeste ainda verde como legume (cozida, frita, assada).<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggravio28.jpg\" alt=\"Graviola\" width=\"307\" height=\"212\" title=\"Graviola\" \/><strong><br \/>\n     Graviola<\/strong><\/p>\n   \n<p>A Graviola (Annona Moricata) \u00e9 fruto de uma \u00e1rvore com altura      de 5 a 6 metros, proveniente em sua maioria de reservas ind\u00edgenas das \u00e1reas      tropicais ao Sul e Norte das Am\u00e9ricas, inclusive da Amaz\u00f4nia. Possui folhas      lustrosas, de verde intenso, e produz um fruto comest\u00edvel com formato semelhante      a um grande cora\u00e7\u00e3o, de colora\u00e7\u00e3o verde amarelada, apresentando falsos espinhos      carnosos, curtos e moles. Seu peso varia entre 1 e 6 quilos, sendo 65% polpa,      e por esta raz\u00e3o \u00e9 muito utilizada para sucos e sorvetes.<\/p>\n   \n<p><strong>Todas as partes da \u00e1rvore da Graviola s\u00e3o usadas em medicamentos      naturais nos tr\u00f3picos:<\/strong> casca, folhas, ra\u00edzes, frutos e sementes.      S\u00e3o atribu\u00eddas diferentes propriedades e usos \u00e0s diversas partes da \u00e1rvore.      Geralmente se utiliza a fruta e o suco para tratar vermes, parasitas e febres,      para aumentar o leite no per\u00edodo de lacta\u00e7\u00e3o e como um adstringente para diarr\u00e9ia      e disenteria.<\/p>\n   \n<p>As sementes esmagadas s\u00e3o usadas como verm\u00edfugo contra parasitas internos,      externos e vermes. A casca, as folhas e a polpa s\u00e3o consideradas sedativas,      antiespasm\u00f3dicas, hipotensivas e relaxantes. Utiliza-se tamb\u00e9m como ch\u00e1 para      tratar v\u00e1rias desordens org\u00e2nicas. Os \u00edndios ocidentais usam as folhas por      suas propriedades sedativas e os brotos jovens ou as folhas s\u00e3o considerados      rem\u00e9dios para problemas hep\u00e1ticos, tosse, catarro, diarr\u00e9ia, disenteria e      indigest\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>No Equador, as folhas s\u00e3o utilizadas como analg\u00e9sico e antiespasm\u00f3dico. As      folhas frescas trituradas s\u00e3o usadas em forma de cataplasma para aliviar reumatismo,      eczema e outras afec\u00e7\u00f5es de pele. A seiva das folhas novas \u00e9 utilizada em      erup\u00e7\u00f5es de pele.<\/p>\n   \n<p>A Graviola tem uma hist\u00f3ria longa e rica de uso como &#8220;medicamento&#8221;      herb\u00e1rio, sendo utilizada por ind\u00edgenas ao longo dos anos. Nos Andes Peruanos      usa-se um ch\u00e1 das folhas para tratar catarro e a semente esmagada para eliminar      parasitas. Na Amaz\u00f4nia Peruana a raiz profunda e as folhas s\u00e3o usadas para      diabetes, e como um sedativo e antiespasm\u00f3dico. Tribos ind\u00edgenas da Guiana      fazem uso da folha e da raiz em forma de ch\u00e1 como sedativo e t\u00f4nico para o      cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Na Amaz\u00f4nia Brasileira, usa-se um ch\u00e1 das folhas para problemas do f\u00edgado      e o \u00f3leo das folhas e da fruta verde \u00e9 misturado com \u00f3leo de azeitona e usado      externamente para nevralgia, reumatismo e dores de artrites. Na Jamaica, Haiti      e \u00cdndia ocidental, o suco da fruta \u00e9 usado para febres, parasitas e diarr\u00e9ia.      A raiz e as folhas s\u00e3o usadas como antiespasm\u00f3dico, como sedativo, para o      fortalecimento muscular do sistema card\u00edaco, tosses, gripes, asma, hipertens\u00e3o      e parasitas.<\/p>\n   \n<p>Desde 1940, cientistas j\u00e1 haviam descoberto diversos compostos bioativos      e fitoqu\u00edmicos nas v\u00e1rias partes da Graviola. Seus muitos usos como medicamento      natural foram validados por esta pesquisa cient\u00edfica e os estudos mais recentes      foram feitos entre 1941 e 1962. V\u00e1rios estudos realizados por diferentes pesquisadores      demonstraram que a raiz e tamb\u00e9m as folhas possuem a\u00e7\u00e3o hipotensiva, antiespasm\u00f3dica,      vasodilatadora, relaxante do m\u00fasculo liso e em atividades de cardiodepress\u00e3o      em animais.<\/p>\n   \n<p>Pesquisas confirmaram as propriedades hipotensivas das folhas da Graviola      novamente em meados de 1991.<\/p>\n   \n<p>V\u00e1rios estudos demonstraram que as folhas, polpa, raiz, talo e sementes extra\u00eddas      da Graviola possuem a\u00e7\u00e3o antibacteriana contra numerosas patogenias e que      a raiz tem propriedades antifungicidas. As sementes da graviola demonstraram      propriedades de a\u00e7\u00e3o antiparasita em um estudo feito em 1991, e um extrato      de folhas mostrou ser ativo contra mal\u00e1ria em dois outros estudos em 1990      e 1993.<\/p>\n   \n<p>As folhas, ra\u00edzes e sementes da Graviola demonstraram propriedades de a\u00e7\u00e3o      antiss\u00e9ptica ativa em um estudo feito em 1940. Em 1997, num estudo cl\u00ednico      mais recente, foram encontrados alcal\u00f3ides no fruto da Graviola com efeitos      anti-depressivos em animais.<\/p>\n   \n<p>Em 1976, um programa de blindagem da planta realizado pelo Instituto Nacional      do C\u00e2ncer, constatou que as folhas e o talo da Graviola possuem ativos citot\u00f3xicos      que agem contra c\u00e9lulas do c\u00e2ncer. Muitas pesquisas com a Graviola focalizam      um conjunto moderno de ativos fitoqu\u00edmicos chamado ACETOGENINA. Este potente      antitumor, pesticida e suas informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e propriedades cient\u00edficas      foram cadastradas e patenteadas.<\/p>\n   \n<p>A Graviola produz combina\u00e7\u00f5es naturais de folhas, ra\u00edzes e ramos que t\u00eam      sido documentadas por possu\u00edrem potente a\u00e7\u00e3o e propriedades de a\u00e7\u00e3o pesticida.    <\/p>\n   \n<p>Estudos realizados em tr\u00eas laborat\u00f3rios determinaram recentemente que o ativo      fitoqu\u00edmico ACETOGENINA \u00e9 um soberbo inibidor do Complexo I nas mitocondrias      e no transporte de el\u00e9trons nos sistemas de v\u00e1rios organismos, inclusive com      tumores .<\/p>\n   \n<p>Pesquisas em v\u00e1rias esp\u00e9cies de plantas Annona encontraram muitos fitoqu\u00edmicos      ACETOGENINA extremamente potentes. Muitos deles t\u00eam citotoxicidade com valores      ED50 t\u00e3o baixos quanto 10-9 ug\/ml. Combina\u00e7\u00f5es de componentes ativos da Graviola      e outras plantas da fam\u00edlia Annona foram submetidos \u00e0 tela NIH anti-AIDS pela      Universidade de Purdue e seus trabalhos continuam com v\u00e1rias outras esp\u00e9cies      de plantas ativas da fam\u00edlia de plantas Annona.<\/p>\n   \n<p>Assim, a Universidade de Purdue e seus pesquisadores registraram nove pesquisas,      adquirindo patentes americanas e\/ou internacionais dos estudos e conclus\u00f5es      sobre os efeitos antitumor e inseticida com o uso destas ACETOGENINAS. Tr\u00eas      diferentes grupos de pesquisa isolaram novas combina\u00e7\u00f5es nas sementes e folhas      da Graviola que demonstraram ter efeito antitumor significante, al\u00e9m de anticancer\u00edgeno      e com toxicidade seletiva contra v\u00e1rios tipos de c\u00e9lula de c\u00e2ncer e publicaram      oito estudos cl\u00ednicos de suas descobertas .<\/p>\n   \n<p>Um estudo demonstrou que uma ACETOGENINA na Graviola era citot\u00f3xica em c\u00e9lulas      retiradas do adenocarcinoma de c\u00f3lon (c\u00e2ncer do c\u00f3lon), devido a uma a\u00e7\u00e3o      quimioter\u00e1pica 10.000 vezes mais potente que drogas quimioter\u00e1picas, geralmente      usadas nestes casos. Pesquisas sobre o C\u00e2ncer s\u00e3o cont\u00ednuas com a Graviola,      e em 1998 foram publicados quatro novos estudos que tinham estreita rela\u00e7\u00e3o      com este fitoqu\u00edmico espec\u00edfico, demonstrando a\u00e7\u00e3o anticancer\u00edgena mais forte      e propriedades antivirais.<\/p>\n   \n<p>Diferente da quimioterapia, a Graviola n\u00e3o destr\u00f3i c\u00e9lulas saud\u00e1veis, por      possuir a\u00e7\u00e3o seletiva contra c\u00e9lulas cancer\u00edgenas, podendo ser combinada com      Vitaminas A, C, E e Sel\u00eanio para esta finalidade.<\/p>\n   \n<p>As Acetogeninas de Annonaceous s\u00f3 s\u00e3o encontradas na fam\u00edlia Annonaceae.      Em geral, foram registradas v\u00e1rias Acetogeninas com a\u00e7\u00e3o antitumor, antiparasita,      pesticida, antiprotozo\u00e1ria, anti-bulimia, antelminico e atividades de a\u00e7\u00e3o      antimicrobiana. Houve muito interesse nas subst\u00e2ncias qu\u00edmicas que demonstraram      potentes propriedades antitumor e v\u00e1rios grupos de pesquisa est\u00e3o tentando      sintetizar estas subst\u00e2ncias qu\u00edmicas.<\/p>\n   \n<p><strong>No jornal &#8220;O Di\u00e1rio de Produtos Naturais&#8221; em 1999 eles      relataram:<\/strong> &#8220;As Acetogeninas de Annonaceuos prometem ser os mais      novos agentes antitumor e pesticida que s\u00f3 s\u00e3o encontrados nas plantas da      fam\u00edlia Annonaceae. Quimicamente, eles s\u00e3o derivados de longa cadeia de \u00e1cidos      gordurosos. Biologicamente eles exibem seus potentes bioativos por deple\u00e7\u00e3o      de n\u00edveis de ATP por inibir o complexo I das mitoc\u00f4ndrias e inibindo a oxida\u00e7\u00e3o      de NADH de membranas de protoplasma de c\u00e9lulas tumorais. Assim, eles contrariam      os mecanismos de defesa dos ATP &#8220;dirigidos&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Outra revis\u00e3o no Relat\u00f3rio Cient\u00edfico Skaggs, de 1997-1998, demonstrou que      as Acetogeninas de Annonaceous, particularmente aquelas com esfera adjacente      bis-tetrahydrofurano(thp), possu\u00edam not\u00e1vel citotoxidade, a\u00e7\u00e3o antitumor,      antimal\u00e1ria e pesticida, eliminando a debilidade imunol\u00f3gica e a bulimia.      Muitos destes derivados de \u00e1cidos gordurosos t\u00eam esqueletos de carbono semelhantes.      Sua diversidade not\u00e1vel se origina principalmente da configura\u00e7\u00e3o relativa      e absoluta das v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es do oxig\u00eanio de seus Estereog\u00eanicos.<\/p>\n   \n<p>A Universidade de Purdue administrou pesquisas em Acetogeninas de Annonaceas      que foram orientadas pelo Instituto Nacional de Sa\u00fade. <\/p>\n   \n<p><strong>Em uma de suas revis\u00f5es, intitularam Avan\u00e7os Recentes em Acetogeninas      Annonaceous, declarando:<\/strong> As Acetogeninas de Annonaceous s\u00e3o subst\u00e2ncias      enceradas que consistem em longa cadeia C32 ou C34 de \u00e1cidos gordurosos que      foram combinados com uma unidade 2-propanol a C2, para formar um lactone.      Eles s\u00f3 s\u00e3o encontrados em g\u00eaneros espec\u00edficos da fam\u00edlia da planta Annonaceae.<\/p>\n   \n<p>Suas diversas bioatividades, tais como antitumor, imuno-restaurador, pesticida,      antiprotozo\u00e1ria, anti-bulimia, antelminica, e os agentes de a\u00e7\u00e3o antimicrobiana      atraem cada vez mais o interesse mundial.<\/p>\n   \n<p>Recentemente relatou-se que a Acetogenina de Annonaceas pode inibir seletivamente      o crescimento de c\u00e9lulas cancerosas e tamb\u00e9m inibir o crescimento da resist\u00eancia      ao rem\u00e9dio alopata adriamicina contra as c\u00e9lulas cancerosas. Como foram administradas      mais Acetogeninas em ensaios isolados de citotoxidade, notamos que embora      a maioria das Acetogeninas sejam potentes entre v\u00e1rios tipos de c\u00e9lulas humanas      de tumores, alguns dos derivados de tipos diferentes de estruturas e algumas      posi\u00e7\u00f5es equivalentes, mostraram not\u00e1vel express\u00e3o entre certas amostras de      c\u00e9lulas, contra c\u00e2ncer de pr\u00f3stata (PC3) por exemplo.<\/p>\n   \n<p>N\u00f3s agora entendemos os modos prim\u00e1rios de a\u00e7\u00e3o para a Acetogenina. <\/p>\n   \n<p><strong>Elas s\u00e3o inibidoras potentes de NADH:<\/strong> oxido-redutora de      Ubiquinona, que est\u00e1 em uma enzima essencial no Complexo I, que conduz a fosforila\u00e7\u00e3o      oxidativa na mitoc\u00f4ndria.<\/p>\n   \n<p>Um relat\u00f3rio recente mostrou que agem diretamente na estrutura Ubiquinona-catal\u00edtica      dentro do Complexo I e nas dehidrogenases de glicose microbiano. Elas tamb\u00e9m      inibem a oxida\u00e7\u00e3o da NADH Ubiquinona-unido, que \u00e9 peculiar \u00e0s membranas de      protoplasma de c\u00e9lulas cancerosas.<\/p>\n   \n<p><strong>Em 1997, o Informativo da Universidade de Purdue publicou not\u00edcias      promissoras sobre as Acetogeninas de Annonaceas<\/strong>: N\u00e3o s\u00e3o efetivas      apenas em tumores mortais, que provaram resist\u00eancia a agentes anti-c\u00e2ncer,      mas tamb\u00e9m parecem ter uma afinidade especial por tais c\u00e9lulas resistentes.      Em v\u00e1rias entrevistas depois que esta informa\u00e7\u00e3o foi publicada, o farmac\u00f3logo      chefe da pesquisa de Purdue explicou que as c\u00e9lulas de c\u00e2ncer que sobrevivem      \u00e0 quimioterapia podem desenvolver resist\u00eancia ao agente originalmente usado      contra elas como tamb\u00e9m para outro, at\u00e9 mesmo drogas sem correla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Ao fen\u00f4meno de resist\u00eancia a multi-drogas usa-se o termo MDR. Ele explica      que tal resist\u00eancia ocorre em uma porcentagem pequena de c\u00e9lulas de c\u00e2ncer      quando elas desenvolvem uma &#8220;transfer\u00eancia de fluido Pglycoprotein m\u00e9dia&#8221;,      capaz de empurrar os agentes de anti-c\u00e2ncer para fora da c\u00e9lula, antes que      eles possam mat\u00e1-la. C\u00e9lulas normais raramente desenvolvem tal transfer\u00eancia      de flu\u00eddo.<\/p>\n   \n<p>&#8220;Se houvesse esta transfer\u00eancia de forma t\u00e3o facilitada, todas as c\u00e9lulas      a fariam&#8221;. <\/p>\n   \n<p><strong>Mas nem todas as c\u00e9lulas o fazem, afirma o pesquisador de Purdue:<\/strong>      &#8220;Talvez em uma determinada popula\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas de c\u00e2ncer em uma pessoa,      s\u00f3 2% das c\u00e9lulas de c\u00e2ncer possuam esta &#8220;bomba&#8221; de transfer\u00eancia.      Mas s\u00e3o estes 2% de c\u00e9lulas de c\u00e2ncer que eventualmente crescem e se expandem      para criar tumores resistentes a drogas.<\/p>\n   \n<p>Eles voltam a afirmar que alguns estudos tentaram evitar estas transfer\u00eancias,      mantendo as c\u00e9lulas ocupadas com volumosas doses de outras drogas, como o      agente de press\u00e3o sangu\u00ednea verapamil. Deste modo, esperou-se que algumas      das drogas anti-c\u00e2ncer entrassem na c\u00e9lula e destru\u00edssem isto. Mas isto s\u00f3      causou, potencialmente, efeitos colaterais fatais como perda de press\u00e3o sangu\u00ednea&#8221;.<\/p>\n   \n<p>No jornal do C\u00e2ncer, os pesquisadores de Purdue informaram que a Acetogenina      de Annonaceas, bullatacin, multi-drogas matou c\u00e9lulas de c\u00e2ncer resistentes      porque bloqueou a produ\u00e7\u00e3o de adenosina triphosphate-ATP &#8211; o componente principal      de transporte de energia do corpo.&#8221;Uma c\u00e9lula, para resistir \u00e0 a\u00e7\u00e3o de      multi-drogas, requer uma tremenda quantidade de energia para transferir flu\u00eddo      e expulsar coisas para fora da c\u00e9lula&#8221;.<\/p>\n   \n<p><strong>O Farmacologista respons\u00e1vel pela Universidade de Purdue disse:<\/strong>      &#8221; Inibindo a produ\u00e7\u00e3o de ATP, n\u00f3s estamos puxando a tomada essencialmente      da sua fonte de energia&#8221;. Mas que efeitos sobre os ATP sofrem as c\u00e9lulas      normais? &#8220;C\u00e9lulas de c\u00e2ncer padr\u00e3o podem minimizar o efeito desta combina\u00e7\u00e3o      porque eles n\u00e3o requerem quantias vastas de energia exigidas pelas c\u00e9lulas      de transfer\u00eancia de flu\u00eddo&#8221;, completa o pesquisador. A c\u00e9lula resistente      est\u00e1 usando sua energia extra para esta transfer\u00eancia e tamb\u00e9m para crescer,      assim realmente \u00e9 agrupada sua energia. Quando n\u00f3s desarrumamos esta energia      provinda da c\u00e9lula, n\u00f3s a matamos&#8221;.<\/p>\n   \n<p>No Jornal de Qu\u00edmica Medicinal, os pesquisadores de Purdue descreveram um      estudo de 14 combina\u00e7\u00f5es de Annona que parecem ser potentes bloqueadores de      ATP, incluindo v\u00e1rios que s\u00f3 s\u00e3o encontrados na Graviola&#8221;. Este estudo      nos mostra como maximizar esta atividade, assim temos uma id\u00e9ia satisfat\u00f3ria      do que comp\u00f5e o que gostar\u00edamos de testar em animais com tumores resistentes      a multidrogas,&#8221; concluem. As pesquisas sobre o c\u00e2ncer ser\u00e3o obviamente      cont\u00ednuas, onde plantas importantes e subst\u00e2ncias qu\u00edmicas de plantas sofrer\u00e3o      cont\u00ednuos testes, feitos por companhias farmac\u00eauticas e universidades. Estas      pesquisas e testes levam a novas pesquisas que tentam sintetizar estas subst\u00e2ncias      qu\u00edmicas em novas drogas de quimioterapia.<\/p>\n   \n<p><strong>PA\u00cdSES QUE FAZEM USO DA GRAVIOLA:<\/strong> ESTADOS UNIDOS, CANAD\u00c1      e M\u00c9XICO<\/p>\n   \n<p><strong>USOS ETINOBOT\u00c2NICOS:<\/strong> Antiespasm\u00f3dico, Adstringente, Desodorizador      Corporal, Diarr\u00e9ia, Feridas, \u00dalceras, Mal\u00e1ria (Doen\u00e7as Tropicais em Geral),      Tranq\u00fcilizante, Expectorante, Pr\u00f3stata, Fun\u00e7\u00e3o Pancre\u00e1tica, Diabetes I e II,      Depress\u00e3o, Sistema Nervoso Central, Alcoolismo, Fun\u00e7\u00f5es Digestivas e Intestinais,      Depurativo Sang\u00fc\u00edneo, Terrenos Cancer\u00edgenos e HIV (AIDS), Epilepsia, Parkinson,      Escleroses, Artrite e Artrose, Lupos e Leucemia.<\/p>\n   \n<p><strong>OUTROS USOS:<\/strong> H\u00e1 cerca de um ano a Comunidade Europ\u00e9ia, principalmente      a Alemanha, est\u00e1 utilizando a Graviola com muito sucesso, seguindo aplica\u00e7\u00e3o      similar aos Estados Unidos.<\/p>\n   \n<p><strong>Fonte:<\/strong> www.ceagesp.gov.br\/www.maxway.com.br<\/p>\n   \n<h6>Graviola<\/h6>\n   \n<p>A <strong>gravioleira <\/strong>(Annona muricata) \u00e9 origin\u00e1ria da Am\u00e9rica      Central, sendo cultivada no Brasil, Col\u00f4mbia, M\u00e9xico, Hava\u00ed e algumas regi\u00f5es      da \u00c1frica e \u00c1sia. <\/p>\n   \n<p>O peso da <strong>graviola<\/strong> varia entre 1,2 a 6,0 kg; composta de      65% de polpa, ela \u00e9 utilizada na fabrica\u00e7\u00e3o de sucos, sorvetes, cremes e doces.<\/p>\n   \n<h4>Variedades<\/h4>\n   \n<p>Grande parte dos pomares comerciais de gravioleira do Brasil s\u00e3o formados      a partir de sementes, entretanto maior produtividade e melhor qualidade s\u00e3o      obtidas utilizando-se plantas enxertadas a partir de matrizes selecionadas,      principalmente da cultivar Morada. <\/p>\n   \n<h4>Clima e solo<\/h4>\n   \n<p>A gravioleira desenvolve-se bem em regi\u00f5es de clima tropical e subtropical,      em altitudes inferiores a 1200 m, com precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica acima de      1200 m, com pouca ou m\u00e1 distribui\u00e7\u00e3o de chuvas, recomenda-se utilizar irriga\u00e7\u00e3o.      Os solos para o cultivo da gravioleira devem ser profundos, bem drenados e      com acidez entre 5,5 e 6,5.<\/p>\n   \n<h4>Preparo do terreno<\/h4>\n   \n<p><strong>Depois de limpar a \u00e1rea o preparo do solo resume-se em:<\/strong>      ara\u00e7\u00e3o, gradagem (\u00e1reas mecaniz\u00e1veis), corre\u00e7\u00e3o da acidez, controle de formigas,      balizamento e abertura de covas. A calagem, de acordo com a an\u00e1lise do solo,      deve ser efetuada, preferencialmente, 60 dias antes do plantio para corrigir      a acidez e suprir o solo com c\u00e1lcio e magn\u00e9sio.<\/p>\n   \n<p>A gravioleira desenvolve-se melhor em solos com pH entre 5,5 a 6,6. No terreno      deve ser levada em considera\u00e7\u00e3o a implanta\u00e7\u00e3o de cultivos de ciclo curto ou      de ciclo m\u00e9dio que possam gerar renda durante o per\u00edodo improdutivo da graviola.      O balizamento deve ser feito obedecendo o espa\u00e7amento de 5 x 5 m ou 6 x 5      m (plantio mecanizado). As covas de 40x40x40 cm devem ser abertas e adubadas      com anteced\u00eancia de 30 dias do plantio.<\/p>\n   \n<h4>Plantio<\/h4>\n   \n<p>O plantio fica condicionado \u00e0 disponibilidade de \u00e1gua no solo (chuva ou irriga\u00e7\u00e3o).      Por ocasi\u00e3o do plantio as mudas devem apresentar cerca de 30 cm de altura,      bom estado nutricional e fitossanit\u00e1rio.<\/p>\n   \n<h4>Tratos culturais<\/h4>\n   \n<p><strong>Al\u00e9m das aduba\u00e7\u00f5es (de acordo com a an\u00e1lise do solo) \u00e9 da manuten\u00e7\u00e3o      da limpeza na cultura da graviola, efetuam-se duas podas:<\/strong> poda de      forma\u00e7\u00e3o e poda de limpeza.<\/p>\n   \n<p>A poda de forma\u00e7\u00e3o \u00e9 efetuada quando a planta no campo tiver com 60 a 80      cm de altura, para provocar a emiss\u00e3o de ramos laterais. Devem ser deixados      3 a 4 galhos visando o equil\u00edbrio da planta e, posteriormente, novas podas      s\u00e3o efetuadas para. quebrar a predomin\u00e2ncia dos ramos apicais. A planta deve      ficar com uma altura m\u00e1xima de 3 m, sendo que o ramo predominante deve ser      cortado com 2 m de altura. A poda de limpeza consiste na elimina\u00e7\u00e3o do ramos      secos, doentes ou atacados por pragas. Nessa ocasi\u00e3o devem ser eliminados      os ramos com brota\u00e7\u00f5es indesej\u00e1veis.<\/p>\n   \n<h4>Manejo integrado das pragas<\/h4>\n   \n<p>As pragas, principalmente as brocas, constituem-se nos principais problemas      da gravioleira.<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Broca-do-fruto (Cerconota anonefla) &#8211;<\/strong> Os estragos s\u00e3o        causados por lagartas que se alimentam das partes internas dos frutos. Os        danos causados pela broca-do-fruto s\u00e3o facilmente vis\u00edveis devido \u00e0 serragem        que vai sendo expelida para o exterior do fruto e pela cor escura que forma        ao redor dos locais atacados.<strong><br \/>\n       Broca-da-semente (Bephratelloides pomorum) &#8211;<\/strong> As brocas-das-sementes        causam diversos furos no fruto, favorecendo o aparecimento de doen\u00e7as e        a entrada de outros insetos. Ocorre tamb\u00e9m queda de frutos jovens quando        perfurados.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Como medidas de controle recomenda-se:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Eliminar plantas da fam\u00edlia das anon\u00e1ceas sem valor comercial para evitar        a entrada das mariposas no futuro plantio.<br \/>\n       Ensacar os frutos utilizando sacos pl\u00e1sticos transl\u00facidos perfurados no        fundo. O ensacamento ser\u00e1 efetuado quando os frutos tiverem de 3 a 5 cm.        <br \/>\n       Antes do ensacamento o fruto dever\u00e1 ser emergido em solu\u00e7\u00e3o inseticida e        fungicida com o objetivo de eliminar as pragas e os focos de doen\u00e7as.Inspecionar        semanalmente o pomar, a partir da flora\u00e7\u00e3o, para coleta e enterrio de todos        os frutos atacados por broca encontrados na planta ou no ch\u00e3o.<br \/>\n       Pulverizar, de forma direcionada, as infloresc\u00eancias e fretino, com inseticidas        \u00e0 base de trichiorfon a 0,10% ou fenthion a 0,075% ou monocrotophos a 0,05%        ou endosulfan a 0,08% a cada 15 ou 20 dias, observando-se os per\u00edodos de        car\u00eancia dos defensivos. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Broca-do-tronco (Cratosomus sp.) &#8211;<\/strong> os danos causados pelas      larvas que se alimentam dos tecidos internos do tronco e ramos da gravioleira,      predispondo a planta ao ataque de fungos, os quais aceleram a morte da planta      ou comprometem a produtividade. Os sintomas do ataque s\u00e3o facilmente reconhec\u00edveis      devido a um l\u00edquido de cor preta que vai se formando no tronco e\/ou nos ramos      da planta. Quando o ataque \u00e9 na base, a planta pode morrer devido a intercepta\u00e7\u00e3o      da seiva.<\/p>\n   \n<p><strong>C\u00e9lio Kersul do Sacramento<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.ceplac.gov.br<\/p>\n   \n<h6>Graviola<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ggravio30.jpg\" alt=\"Graviola\" width=\"257\" height=\"281\" title=\"Graviola\" \/><strong><br \/>\n     Graviola<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fruto de uma \u00e1rvore proveniente da Amaz\u00f4nia, a <strong>Graviola<\/strong>      \u00e9 considerada uma grande aliada no combate a mais de 12 tipos diferentes de      c\u00e2ncer; seio, pulm\u00e3o, pr\u00f3stata entre outros. <\/p>\n   \n<p>Proporciona uma satisfat\u00f3ria melhora durante o tratamento em at\u00e9 dez mil      vezes mais, do que com a quimioterapia. s<\/p>\n   \n<p>Desde de 1996 o Health Sciences Institute &#8211; Instituto de Ci\u00eancias e sa\u00fade      dos Estados Unidos &#8211; procura e estuda dados para o tratamento do c\u00e2ncer, com      o uso deste tipo de fruto. Foram divulgados resultados surpreendentes, em      que a <strong>Graviola<\/strong> ajudaria realmente no combate ao c\u00e2ncer. Estudos      &#8220;In vitro&#8221; com a Graviola foram realizados em mais de 20 laborat\u00f3rios,      para fim de comprovar sua real efic\u00e1cia no combate as c\u00e9lulas cancer\u00edgenas.    <\/p>\n   \n<p>A partir de extratos extra\u00eddos desta poderosa \u00e1rvore ser\u00e1 poss\u00edvel combater      o c\u00e2ncer com uma terapia completamente natural, que n\u00e3o cause efeitos secund\u00e1rios      severos como n\u00e1useas e perda de cabelo, provenientes da quimioterapia. <\/p>\n   \n<p>Proteger o sistema imunol\u00f3gico e evitar poss\u00edveis infec\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m ser\u00e1 poss\u00edvel      com o uso da <strong>Graviola<\/strong>. Diferente da quimioterapia a Graviola      n\u00e3o destr\u00f3i c\u00e9lulas saud\u00e1veis, possuindo a\u00e7\u00e3o seletiva. <\/p>\n   \n<p>Algumas partes da \u00e1rvore como, a casca, raiz e o fruto s\u00e3o usados a centenas      de anos pela popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena do Sul da Am\u00e9rica para o tratamento de doen\u00e7as      card\u00edacas, asma, problemas no f\u00edgado e artrite. <\/p>\n   \n<p>A <strong>graviola<\/strong> promete proporcionar um tratamento diferenciado      no combate ao c\u00e2ncer. Um tratamento natural na maioria das vezes d\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o      de for\u00e7a e vitalidade, al\u00e9m de melhorar a perspectiva de vida. <\/p>\n   \n<p>Usada em dosagens de 600mg na forma de c\u00e1psulas, podendo ser combinada com      Vitaminas A, E, C e Sel\u00eanio esse tratamento pode se tornar uma das poucas      alternativas para combater o c\u00e2ncer.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.plantaservas.hpg.ig.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Graviola, Fruta, Planta, Usos, Brasil, Tipo, Variedade, Valor, Composi\u00e7\u00e3o, Aplica\u00e7\u00f5es, Cultivo, Caracter\u00edsticas, Origem, O que \u00e9, Graviola<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24583,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[64],"tags":[],"class_list":["post-24582","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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