{"id":24412,"date":"2016-01-22T00:00:00","date_gmt":"2016-01-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/carqueja\/"},"modified":"2026-09-01T16:05:00","modified_gmt":"2026-09-01T16:05:00","slug":"carqueja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/carqueja\/","title":{"rendered":"Carqueja"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccarque43.jpg\" alt=\"Carqueja\" width=\"248\" height=\"299\" title=\"Carqueja\" \/><\/p>\n   \n<p>Origin\u00e1ria do Brasil, a <strong>carqueja<\/strong>, Baccharis trimera (Less.)      DC. (ASTERACEAE) \u00e9 uma das esp\u00e9cies integrantes do projeto &#8220;Produ\u00e7\u00e3o,      processamento e comercializa\u00e7\u00e3o de ervas medicinais, condimentares e arom\u00e1ticas&#8221;,      coordenado pela Embrapa Transfer\u00eancia de Tecnologia &#8211; Escrit\u00f3rio de Neg\u00f3cios      de Campinas (SP), a qual est\u00e1 sendo cultivada e multiplicada nas unidades      demonstrativas da Embrapa Pantanal (Corumb\u00e1, MS), Embrapa Semi-\u00c1rido (Petrolina,      PE) e nos Escrit\u00f3rios de Neg\u00f3cios de Dourados (MS), Canoinhas (SC) e Petrolina      (PE). Esse projeto contempla tamb\u00e9m o treinamento de t\u00e9cnicos e a qualifica\u00e7\u00e3o      de pequenos agricultores e seus familiares na produ\u00e7\u00e3o e manipula\u00e7\u00e3o de ervas,      fundamentadas em boas pr\u00e1ticas agr\u00edcolas.<\/p>\n   \n<h4>DESCRI\u00c7\u00c3O BOT\u00c2NICA<\/h4>\n   \n<p>Arbusto ereto, ramificado, de altura vari\u00e1vel, podendo atingir at\u00e9 80 cm      de altura; ramossem folhas, trialados, com alas membran\u00e1ceas ou cori\u00e1ceas,      interrompidas alternadamente e de colora\u00e7\u00e3o verde clara; folhas bastante reduzidas      e ovais; flores masculinas e femininas, amarelas e organizadas em cap\u00edtulos      terminais; fruto do tipo aqu\u00eanio, linear e glabro e com papilho.<\/p>\n   \n<h4>COMPOSI\u00c7\u00c3O QU\u00cdMICA<\/h4>\n   \n<p>\u00d3leo essencial com nopineno, <strong>carquejal<\/strong>, acetato de carquejilo      e sesquiterpenos.<\/p>\n   \n<h4>FORMAS DE PROPAGA\u00c7\u00c3O<\/h4>\n   \n<p>Sementes e mudas produzidas por estaquia a partir de ramos.<\/p>\n   \n<h4>CULTIVO<\/h4>\n   \n<p>Espa\u00e7amento de 30 x30 cm entre plantas. Pode ser cultivada em regi\u00f5es com      at\u00e9 800 metros de altitude. Adapta-se bem a v\u00e1rios tipos de solo, crescendo      abundantemente em regi\u00f5es de campos e pastagens em todo o Pa\u00eds. Recomendase      uma aduba\u00e7\u00e3o com esterco de gado bem curtido, esterco de aves e composto org\u00e2nico,      quando necess\u00e1rio.<\/p>\n   \n<h4>COLHEITA E BENEFICIAMENTO<\/h4>\n   \n<p>A colheita dos ramos deve ser realizada antes da flora\u00e7\u00e3o, cortando-se a      10 cm da superf\u00edcie do solo para permitir a rebrota. N\u00e3o se recomenda ramos      com mais de 7 mm de espessura para comercializa\u00e7\u00e3o. Os ramos devem ser picados      para facilitar a secagem.<\/p>\n   \n<p><strong>REQUISITOS B\u00c1SICOS PARA UMA PRODU\u00c7\u00c3O DE SUCESSO:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Utilizar sementes e material propagativo de boa qualidade e de        origem conhecida:<\/strong> com identidade bot\u00e2nica (nome cient\u00edfico) e bom        estado fitossanit\u00e1rio.<br \/>\n       O plantio deve ser realizado em solos livres de contamina\u00e7\u00f5es (metais pesados,        res\u00edduos qu\u00edmicos e coliformes).<br \/>\n       Focar a produ\u00e7\u00e3o em plantas adaptadas ao clima e solo da regi\u00e3o.<br \/>\n       \u00c9 importante dimensionar a \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o segundo a m\u00e3o-de-obra dispon\u00edvel,        uma vez que a atividade requer um trabalho intenso.<br \/>\n<strong>O cultivo deve ser preferencialmente org\u00e2nico:<\/strong> sem aplica\u00e7\u00e3o        de agrot\u00f3xicos, com rota\u00e7\u00e3o de culturas, diversifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies, aduba\u00e7\u00e3o        org\u00e2nica e verde, controle natural de pragas e doen\u00e7as.<br \/>\n       A \u00e1gua de irriga\u00e7\u00e3o deve ser limpa e de boa qualidade.<br \/>\n       A qualidade do produto \u00e9 dependente dos teores das subs t\u00e2ncias de interes        se, sendo fundamentais os cuidados no manejo e colheita das plantas, assim        como no beneficiamento e armazenamento da mat\u00e9ria prima.<br \/>\n       Al\u00e9m dos equipamentos de cultivo usuais, \u00e9 necess\u00e1ria uma unidade de secagem        e armazenamento adequada para o tipo de produ\u00e7\u00e3o.<br \/>\n       O mercado \u00e9 bastante espec\u00edfico, sendo importante a integra\u00e7\u00e3o entre produtor        e comprador, evitando um n\u00famero excessivo de intermedi\u00e1rios, al\u00e9m da comercializa\u00e7\u00e3o        conjunta de v\u00e1rios agricultores, por meio de cooperativas ou grupos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n   \n<p>CORR\u00caA J\u00daNIOR, C.; MING, L. C.; SCHEFFER, M. C. Cultivo de plantas      medicinais, condimentares e arom\u00e1ticas. 2 ed. Jaboticabal, SP: FUNEP,1994,      162p: il.<br \/>\n     FERRI, M. G.; MENEZES, N. L. de; MONTEIRO-SCANAVACCA, W. R. Gloss\u00e1rio Ilustrado      de Bot\u00e2nica. 1 ed. S\u00e3o Paulo, SP: NOBEL, 1981, 197p, il.<br \/>\n     LOW, T.; RODD, T.; BERESFORD, R. Segredos e virtudes das plantas medicinais:      um guia com centenas de plantas nativas e ex\u00f3ticas e seus poderes curativos.      Reader\u00b4s Digest Livros. Rio de janeiro, RJ. 1994, 416p. il.<br \/>\n     PANIZZA, S. Plantas que curam. 28 ed. S\u00e3o Paulo, SP: IBRASA,1997, 279p. il.<br \/>\n     SART\u00d3RIO, M. L.; TRINDADE, C.; RESENDE, P.; MACHADO, J. R. Cultivo de plantas      medicinais. Vi\u00e7osa, MG: Aprenda F\u00e1cil, 2000, 260p: il.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.campinas.snt.embrapa.br<\/p>\n   \n<h6>Carqueja<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p><strong>Nome Cient\u00edfico: <\/strong>Baccharis trimera Person, Syn Baccharis      trimera Less. <\/p>\n   \n<p><strong>Nome Popular: <\/strong>Carqueja, Cacalia Amara, Caclia doce, Carqueja      Amara, Carqueja amarga, cuchi-cuchi, quinsu \u0096 cucho, tr\u00eas \u0096 espigas,      Bacanta, Bac\u00e1rida, Cacaia \u0096 Amarga, Cac\u00e1lia Amarga, Cac\u00e1lia Amargosa,      Carqueja \u0096 do \u0096 Mato, Carquejinha, Condamina, Quina \u0096 de \u0096      Condomiana, Tiririca \u0096 de \u0096 balaio, Vassoura. <\/p>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Asteraceae <\/p>\n   \n<h4>Aspectos Agron\u00f4micos<\/h4>\n   \n<p>Ocorre espontaneamente em quase todo o pa\u00eds, crescendo abundantemente em      regi\u00f5es de campos e pastagens, beira de estradas, linhas de cercas, terrenos      baldios, terrenos secos e pedregosos, e tamb\u00e9m nos lugares \u00famidos, ribanceira      de rios etc. <\/p>\n   \n<p>A reprodu\u00e7\u00e3o se d\u00e1 por sementes, mas de prefer\u00eancia atrav\u00e9s de estaquia,      retiradas de uma planta adulta. Desenvolve-se melhor em terrenos \u00famidos e      expostos ao sol, sendo por\u00e9m uma planta muito resistente, que se adapta \u00e0      condi\u00e7\u00f5es bem agrestes (terrenos secos e pedregosos) e at\u00e9 a 2800m do n\u00edvel      do mar, no pico de Itatiaia. <\/p>\n   \n<p><strong>Parte Utilizada: <\/strong>Toda a planta, principalmente a pare a\u00e9rea.    <\/p>\n   \n<h4>Constituintes Qu\u00edmicos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Lactonas diterp\u00eanicas, flovon\u00f3ides, resina e pectina, saponina, vitaminas,        ester\u00f3ides e ou\/ triterpenos, polifen\u00f3is, taninos. <br \/>\n<strong>\u00d3leo essencial:<\/strong> acetado de carquejol, carquejol, nopineno,        ? e ? cardineno, calameno, eledol, eudesmol. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Origem<\/h4>\n   \n<p>Origem remota nos Andes Peruanos; Am\u00e9rica do Sul. <\/p>\n   \n<h4>Aspectos Hist\u00f3ricos<\/h4>\n   \n<p>A origem do nome Baccharis vem do grego Bakkharis antigo nome para algumas      plantas arbustivas. Trimera vem do grego trimeres que quer dizer tr\u00edmero,      por causa dos ramos trialados. <\/p>\n   \n<p>O chamado \u0093 grupo trimera\u0094 \u00e9 formado por plantas nativas numa regi\u00e3o      compreendida pelo Uruguai, norte da Argentina, Paraguai, Bol\u00edvia e Brasil      Meridional. Nesse grupo, particularmente Baccharis trimera, \u00e9 muito comum      na regi\u00e3o sul do Brasil. <\/p>\n   \n<p>Ela \u00e9 infestante de pastagens, onde tende a ocupar \u00e1reas sempre maiores,      com touceiras e com isso reduzindo o espa\u00e7o para as plantas forragueiras.      Essas plantas n\u00e3o s\u00e3o comidas pelo gado. (Kissmann; Groth. BASF, 1992). <\/p>\n   \n<p>A <strong>Carqueja<\/strong> \u00e9 uma planta que h\u00e1 muito tempo comp\u00f5e o arsenal      terap\u00eautico, sendo conhecida como carqueja amarga. <\/p>\n   \n<h4>Uso<\/h4>\n   \n<p><strong>Fitoter\u00e1pico<\/strong>: T\u00f4nica, estom\u00e1quica, hep\u00e1tica, anti\u0096diarr\u00e9ica,      febr\u00edfuga, aperiente, eup\u00e9ptica, diur\u00e9tica, depurativa, verm\u00edfuga, sudor\u00edfica,      antidiab\u00e9tica, amarga, antiasm\u00e1tica. <\/p>\n   \n<p><strong>Planta toda: <\/strong>Afec\u00e7\u00f5es g\u00e1stricas, intestinais, dispepsias,      afec\u00e7\u00f5es hep\u00e1ticas e biliares (ict\u00e9r\u00edcia, c\u00e1lculos biliares, etc.), diabetes,      afec\u00e7\u00f5es das vias urin\u00e1rias, verminose, afec\u00e7\u00f5es febris, enfermidades do ba\u00e7o,      hidropisia. <\/p>\n   \n<p>Asma e bronquite asm\u00e1tica, reumatismo, gota, feridas e \u00falceras, doen\u00e7as ven\u00e9reas,      lepra. <\/p>\n   \n<p>Estomatite, gengivite, amigdalite, faringite e afta. <\/p>\n   \n<p>Foi observada a\u00e7\u00e3o hipoglicemiante, moluscocida (contra Biomplalaria glabrata,      hospedeiro intermedi\u00e1rio do verme Schistosoma mansoni, causador da esquistossomose)      e anti \u0096 Trypanosoma cruzi (causador da mol\u00e9stia de Chagas). <\/p>\n   \n<h4>Farmacologia<\/h4>\n   \n<p>Exerce a\u00e7\u00e3o ben\u00e9fica sobre o f\u00b4gado e intestinos, em decorr\u00eancia de seus      princ\u00edpios amargos. Purifica e elimina as toxinas do sangue pela a\u00e7\u00e3o diur\u00e9tica      que exerce. Tem tamb\u00e9m propriedades hipoglicemiantes, muito \u00fatil no caso de      diabetes. Al\u00e9m de proporcionar bom funcionamento dos intestinos. <\/p>\n   \n<p>Experimentos demonstraram baixa toxidade do carquejol. Em outros experimentos      observou-se tamb\u00e9m a redu\u00e7\u00e3o do colesterol em 5 a 10%. <\/p>\n   \n<p>Devido ao seu efeito dissolvente, diur\u00e9tico e depurativo, a <strong>carqueja<\/strong>      presta bons servi\u00e7os tamb\u00e9m em casos de gota, reumatismo, feridas, chagas      ven\u00e9reas e mesmo em casos de lepra. Para estes fins, al\u00e9m de tomar-se o ch\u00e1,      fazem-se tamb\u00e9m ablu\u00e7\u00f5es com decoc\u00e7\u00e3o forte dessa planta, sobre as partes      afetadas. <\/p>\n   \n<p>O gargarejo com decoc\u00e7\u00e3o da planta d\u00e1 bons resultados em anginas e inflama\u00e7\u00f5es      da garganta. <\/p>\n   \n<h4>Uso Interno<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Infuso ou decocto<\/strong> <strong>a 2,5%:<\/strong> 50 a 200mL        ao dia. <br \/>\n<strong>Tintura: <\/strong>5 a 25mL ao dia. <br \/>\n<strong>Extrato Fluido: <\/strong>1 a 5mL <br \/>\n<strong>Dose:<\/strong> 1 a 4g ao dia. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Uso Externo<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Ch\u00e1 por decoc\u00e7\u00e3o forte, 60g em 1 litro de \u00e1gua, sob forma de banhos parciais        ou completos, ou compressas localizadas. <br \/>\n       Ch\u00e1 por decoc\u00e7\u00e3o sob forma de gargarejo ou bochecho. <\/p>\n     \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccarque47.jpg\" alt=\"Carqueja\" width=\"362\" height=\"238\" title=\"Carqueja\" \/><\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Bibliografias<\/strong><\/p>\n   \n<p>Balbach,A. As plantas Que Curam. S\u00e3o Paulo: Vida Plena, 1997, 2\u00aaedi\u00e7\u00e3o, p.83-85.      <br \/>\n     Carib\u00e9,J.; Campos,J.M. Plantas Que Ajudam o Homem. S\u00e3o Paulo: Pensamento,      11\u00aaedi\u00e7\u00e3o, 1999, p.145-146. <br \/>\n     Sanguinetti,E.E. Plantas Que Curam. Porto Alegre: R\u00edgel, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1989,      p. 80. <br \/>\n     C\u00f4rrea,A.D.; Batista,R.S.; Quintas,L.M. Do Cultivo \u00e0 Terap\u00eautica.Plantas Medicinais.      Petr\u00f3polis: Vozes, 1998, p.101-102. <br \/>\n     J\u00fanior,C.C.; Ming,L.C.; Scheffer,M.C. Cultivo de Plantas Medicinais, Condimentares      e Arom\u00e1ticas. Jaboticabal: Unesp\/Funep, 2\u00aaedi\u00e7\u00e3o, 1994, p.90. <br \/>\n     Tesk,M.; Trenttini, A.M.M. Comp\u00eandio de Fitoterapia. Paran\u00e1: Herbarium, 3\u00aaedi\u00e7\u00e3o,      1997, p. 85-86. <br \/>\n     Kissmann,K.G.; Groth,D. Plantas Infestantes e Nocivas. S\u00e3o Paulo: BASF, 1\u00aaedi\u00e7\u00e3o,      1992, p.186-189.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.unilavras.edu.br<\/p>\n   \n<h6>Carqueja<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccarque44.jpg\" alt=\"Carqueja\" width=\"339\" height=\"224\" title=\"Carqueja\" \/><\/p>\n   \n<p><strong>Baccharis trimera, Baccharis genistelloides, cacalia amara, carqueja      amarga<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Digestivo<br \/>\n       Antidiarreico<br \/>\n       Hipoglicemiante<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>A <strong>carqueja<\/strong> \u00e9 uma planta medicinal amplamente utilizada no      Brasil, que exerce a\u00e7\u00e3o ben\u00e9fica sobre o f\u00edgado e intestinos, auxiliando no      tratamento de doen\u00e7as digestivas em geral (gastrite e m\u00e1 digest\u00e3o, dist\u00farbios      do f\u00edgado, verm\u00edfuga, antidiarreica, t\u00f4nica, depurativa e hepatoprotetora);      al\u00e9m disso, a carqueja exerce a\u00e7\u00e3o diur\u00e9tica, purificando e eliminando toxinas      (utilizada em dist\u00farbios dos rins e bexiga e no combate \u00e0 gota e ao reumatismo)      e hipoglicemiante (muito \u00fatil em casos de diabetes). <\/p>\n   \n<p>Experimentos pr\u00e9-cl\u00ednicos em camundongos demonstraram que o carquejol, um      dos principios ativos da <strong>carqueja<\/strong>, apreseta baixa toxicidade.<\/p>\n   \n<p>A continuidade desses estudos realizada com c\u00e3es tem demonstrado uma redu\u00e7\u00e3o      da press\u00e3o sangu\u00ednea (os flavon\u00f3ides que lhe conferem a\u00e7\u00e3o diur\u00e9tica podem      gerar um quadro de hipotens\u00e3o arterial) e da amplitude do ritmo respirat\u00f3rio,      observando-se inclusive uma redu\u00e7\u00e3o de 5 a 10% no colesterol.<\/p>\n   \n<p>A administra\u00e7\u00e3o do extrato de <strong>carqueja<\/strong> em ratas exerce a\u00e7\u00e3o      abortiva, pelo que se recomenda n\u00e3o utilizar esse produto em mulheres gr\u00e1vidas.<\/p>\n   \n<h4>INDICA\u00c7\u00d5ES<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Gastrite, azia, e m\u00e1 digest\u00e3o<br \/>\n       C\u00e1lculos biliares<br \/>\n       Constipa\u00e7\u00e3o (pris\u00e3o de ventre)<br \/>\n       Diabetes<br \/>\n       Afec\u00e7\u00f5es g\u00e1stricas e intestinais<br \/>\n       Afec\u00e7\u00f5es hep\u00e1ticas e biliares (icter\u00edcea, c\u00e1lculos biliares)<br \/>\n       Afec\u00e7\u00f5es das vias urin\u00e1rias<br \/>\n       Enfermidades do ba\u00e7o<br \/>\n       Verminose<br \/>\n       Coadjuvante em regimes de emagrecimento.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>CONTRA-INDICA\u00c7\u00d5ES e PRECAU\u00c7\u00d5ES<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Gr\u00e1vidas, lactantes e crian\u00e7as n\u00e3o devem fazer uso do produto sem orienta\u00e7\u00e3o        m\u00e9dica.<br \/>\n       Contra-indicado em pacientes com hipotens\u00e3o arterial ou hipoglicemia<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>DOSAGEM USUAL<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Carqueja Amarga P\u00f3: <\/strong>1.000 a 4.000mg por dia (ou a crit\u00e9rio      m\u00e9dico)<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.pharmaspecial.com.br<\/p>\n   \n<h6>Carqueja<\/h6>\n   \n<p><strong>Nome popular: <\/strong>Carqueja, Carqueja-do-mato, bacanta.<\/p>\n   \n<p><strong>Nome cient\u00edfico:<\/strong> Baccharis trimera (Less.) DC.<\/p>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Compositae (Asteraceae)<\/p>\n   \n<p><strong>Origem:<\/strong> Sul e sudeste do Brasil.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/carqueja9.jpg\" alt=\"Carqueja\" width=\"350\" height=\"262\" title=\"Carqueja\" \/><\/p>\n   \n<h4>Propriedades<\/h4>\n   \n<p>Hepatoprotetoras, digestivas, anti-\u00falcera, anti\u00e1cida, analg\u00e9sica, e antiinflamat\u00f3ria,      hipoglic\u00eamico (reduz glicose no sangue).<\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas<\/h4>\n   \n<p>Subarbusto perene, de 50 a 80 cm de altura. Com os mesmos nomes populares      e com caracter\u00edsticas e propriedades similares s\u00e3o conhecidas as esp\u00e9cies      B. articulata e B. uncinella.<\/p>\n   \n<p>A planta \u00e9 amplamente utilizada na medicina caseira brasileira, sendo utilizada      pelos ind\u00edgenas h\u00e1 s\u00e9culos para o tratamento de v\u00e1rias doen\u00e7as.<\/p>\n   \n<p>As diferentes propriedades atribu\u00eddas a esta planta na medicina tradicional      vem sendo estudadas e algumas j\u00e1 validadas pelos resultados positivos obtidos.<\/p>\n   \n<p><strong>Parte usada:<\/strong> Folhas e hastes.<\/p>\n   \n<h4>Usos<\/h4>\n   \n<p>Tem sido empregada principalmente a problemas hep\u00e1ticos (removendo obstru\u00e7\u00f5es      da ves\u00edcula e f\u00edgado) e contra disfun\u00e7\u00f5es estomacais (melhorando a digest\u00e3o)      e intestinais (como verm\u00edfugo). Algumas publica\u00e7\u00f5es populares a recomendam      ainda para o tratamento de \u00falcera, diabetes, mal\u00e1ria, anginas, anemia, diarr\u00e9ias,      infla,a\u00e7\u00f5es da garganta, vermes, etc. <\/p>\n   \n<p>Estudos comprovaram sua efic\u00e1cia em suas propriedades hepatoprotetoras, digestivas,      anti-\u00falcera, anti-\u00e1cida, analg\u00e9sica, antiinflamat\u00f3ria, e hipoglic\u00eamico (reduzindo      o teor de a\u00e7\u00facares no sangue). <\/p>\n   \n<h4>Forma de uso \/ dosagem indicada<\/h4>\n   \n<p>\u00c9 recomendada para afec\u00e7\u00f5es estomacais, hep\u00e1ticas e intestinais, na forma      de infus\u00e3o, preparado adicionando-se \u00e1gua fervente a uma x\u00edcara (de ch\u00e1) contendo      1 colher (de sopa) de suas hastes e folhas picadas, na dose de 1 x\u00edcara (ch\u00e1)      3 vezes ao dia, 30 minutos antes das refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<h4>A <strong>Carqueja<\/strong><\/h4>\n   \n<p><strong>Carqueja<\/strong> \u00e9 uma planta perene(vive mais de 2 anos) nativa      da Amaz\u00f4nia, sendo encontrada em regi\u00f5es tropicais Brasil, Peru, Col\u00f4mbia      e tamb\u00e9m na Argentina, Paraguai e Uruguai. Pode atingir at\u00e9 2 metros de altura,      possui ped\u00fanculos achatados que produzem flores diminutas e abundantes no      topo, de colora\u00e7\u00e3o branca ou amarelada.<\/p>\n   \n<h4>Indica\u00e7\u00f5es<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>A <strong>Carqueja <\/strong>\u00e9 indicada para problemas do f\u00edgado e ves\u00edcula        biliar como c\u00e1lculos(pedras).<br \/>\n       Para problemas digestivos, \u00falcera, gastrite, m\u00e1-digest\u00e3o. <br \/>\n       A <strong>Carqueja<\/strong> purifica e desintoxica o sangue e f\u00edgado. Alguns        estudos indicam que a Carqueja pode ser eficaz para diabetes, agindo na        diminui\u00e7\u00e3o dos a\u00e7\u00facares. <br \/>\n       Na medicina popular brasileira, tamb\u00e9m \u00e9 usada nos casos de gripe, resfriados,        diarr\u00e9ias, garganta inflamada, entre outras.<br \/>\n       Tamb\u00e9m \u00e9 considerada como eficaz para diminuir a press\u00e3o.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/p>\n   \n<p>Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.<br \/>\n     Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.cultivando.com.br\/www.fitoterapicos.info<\/p>\n   \n<h6>Carqueja<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccarque48.jpg\" alt=\"Carqueja\" width=\"301\" height=\"229\" title=\"Carqueja\" \/><\/p>\n   \n<p><strong>Nome Popular:<\/strong> Carqueja, Carquija<\/p>\n   \n<p><strong>Principais Subst\u00e2ncias: <\/strong>Carquejol<\/p>\n   \n<p><strong>Nome Cientifico: <\/strong>Baccharis (tem diversos tipos)<\/p>\n   \n<h4>Utilidades<\/h4>\n   \n<p>A <strong>carqueja<\/strong> \u00e9 um t\u00f4nico amargo que exerce a\u00e7\u00e3o ben\u00e9fica no      f\u00edgado e intestinos. O amargor \u00e9 respons\u00e1vel pelo est\u00edmulo de gl\u00e2ndulas salivares      e hep\u00e1ticas. \u00c9 usado no tratamento de reumatismo, gota, inflama\u00e7\u00f5es das vias      urin\u00e1rias. <\/p>\n   \n<p>Gastrite, azia, e m\u00e1 digest\u00e3o, C\u00e1lculos biliares, Constipa\u00e7\u00e3o (pris\u00e3o de      ventre), Diabetes, disturbios hep\u00e1ticos e biliares, icter\u00edcea, ba\u00e7o, vermes,      obesidade, rins.<\/p>\n   \n<p><strong>Forma de Uso: <\/strong>Ch\u00e1s, Banhos.<\/p>\n   \n<h4>Carqueja &#8211; Baccharis triptera<\/h4>\n   \n<h4>USO MEDICINAL<\/h4>\n   \n<p>\u00c9 \u00f3tima para afec\u00e7\u00f5es hep\u00e1ticas, reumatismo , diarr\u00e9ias , c\u00e1lculos biliares      , inflama\u00e7\u00f5es das vias urin\u00e1rias , m\u00e1 digest\u00e3o, para promover o equil\u00edbrio      e o funcionamento de f\u00edgado, p\u00e2ncreas e ba\u00e7o. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 tamb\u00e9m boa para diabetes, \u00e9 emagrecedora, promove a r\u00e1pida desintoxica\u00e7\u00e3o      do f\u00edgado no caso de ingest\u00e3o demasiada de bebidas alc\u00f3olicas.<\/p>\n   \n<p>Combate a anemia, e a inapet\u00eancia em convalescentes.<\/p>\n   \n<h4>USO ENERG\u00c9TICO<\/h4>\n   \n<p>A <strong>Carqueja<\/strong> pode ser usada com sucesso pelo &#8220;engulidor      de sapos&#8221;. Promove a volta de um pouco de agressividade que \u00e9 necess\u00e1ria      a nossa vida. Traz de volta nossas defesas, e nossa vontade de n\u00e3o sermos      passados para traz nem ofendidos e magoados injustamente.<\/p>\n   \n<p>Desperta as metas e a vontade de trabalhar e construir coisas.<\/p>\n   \n<p>Atua nos muito carentes, que sempre precisam de um suporte dos outros para      realizar coisas para si pr\u00f3prios.<\/p>\n   \n<p>A <strong>Carqueja<\/strong> pode ser usada em Tintura m\u00e3e, que ameniza muito      o seu sabor amargo.<\/p>\n   \n<p>Caso se queira usar como ch\u00e1, vai aqui a lembran\u00e7a que ch\u00e1s medicinais n\u00e3o      devem ser tomados como gua o dia todo. N\u00e3o fazem efeito.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.useplanta.com.br\/www.aleph.com.br<\/p>\n   \n<h6>Carqueja<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccarque46.jpg\" alt=\"Carqueja\" width=\"253\" height=\"183\" title=\"Carqueja\" \/><\/p>\n   \n<p>\u00c9 um excelente t\u00f4nico amargo utilizado para v\u00e1rias finalidades. Combate prontamente      as indigest\u00f5es. <\/p>\n   \n<p>Aconselhado contra fraqueza org\u00e2nica (inapet\u00eancia), m\u00e1 disposi\u00e7\u00e3o, falta      de capacidade f\u00edsica e racioc\u00ednio lento. Re vigorante das fun\u00e7\u00f5es genitais.<\/p>\n   \n<p>A <strong>carqueja<\/strong> \u00e9 muito utilizada por seus efeitos diur\u00e9ticos      e depurativos. Nas anginas e inflama\u00e7\u00f5es da garganta pode-se fazer gargarejos      com ch\u00e1 de carqueja, obtendo-se bons resultados no al\u00edvio da dor. Promove      a\u00e7\u00e3o muito ben\u00e9fica no diabete com uso prolongado. Coadjuvante nas dietas      para emagrecimento.<\/p>\n   \n<p>Seu uso cont\u00ednuo \u00e9 igualmente recomendado no reumatismo e gota.<\/p>\n   \n<p>Contra a anemia, enfermidades da bexiga, f\u00edgado e rins, v\u00f4mitos, diarr\u00e9ias,      fraqueza intestinal, m\u00e1 digest\u00e3o, m\u00e1 circula\u00e7\u00e3o do sangue, hemorragias e diabetes      (perda de a\u00e7\u00facar).<\/p>\n   \n<p>Suas folhas, em infus\u00e3o, t\u00eam excelente resultado nos casos de fraqueza org\u00e2nica,      f\u00edgado, indigest\u00e3o, diarr\u00e9ia, falta de apetite, diabetes, reumatismo, gota,      dietas para emagrecimento.<\/p>\n   \n<p><strong>O que usar: <\/strong>tintura e planta.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.bam-international.com<\/p>\n   \n<h6>Carqueja<\/h6>\n   \n<p><strong>Nomes Populares:<\/strong> Carqueja Amarga, tiririca de babado, Bacanta,      cacaia amarga, vassoura.<\/p>\n   \n<p><strong>Nome Cient\u00edfico:<\/strong> Baccharis trimera De Candolle \/ Fam\u00edlia      das Compostas<\/p>\n   \n<p><strong>Origem:<\/strong> Sua origem remonta aos Andes peruanos.<\/p>\n   \n<h4>Lendas e Mitos<\/h4>\n   \n<p>Na Argentina a popula\u00e7\u00e3o rural credita-lhe a capacidade de combater a impot\u00eancia      masculina e a esterilidade feminina. Outra cren\u00e7a diz que a infus\u00e3o dessa      planta faz as cabras conceberem mais rapidamente.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccarque49.jpg\" alt=\"Carqueja\" width=\"175\" height=\"228\" title=\"Carqueja\" \/><\/p>\n   \n<p>A <strong>carqueja<\/strong> \u00e9 uma planta medicinal origin\u00e1ria do Brasil.      \u00c9 composta por um arbusto ereto que atinge entre 80 cm e 1,2m de altura. <\/p>\n   \n<p>As folhas s\u00e3o s\u00e3o compostas por listras aladas, como membranas verdes, que      acompanham as hastes em toda a sua extens\u00e3o vertical. <\/p>\n   \n<p>As flores amarelas nascem agrupadas em cap\u00edtulos, formando pequenas bolas.<\/p>\n   \n<p>Utilize as folhas da planta por meio de infus\u00e3o para a Inflama\u00e7\u00e3o das vias      urin\u00e1rias, m\u00e1 digest\u00e3o, m\u00e1 circula\u00e7\u00e3o do sangue, icter\u00edcia, diabete, febre,      anemia, c\u00e1lculos biliares, diarr\u00e9ia, gota, intestino e f\u00edgado, reumatismo,      afta, faringite. Para resolver infec\u00e7\u00f5es da garganta deve usar a infus\u00e3o s\u00f3      para garguejar.<\/p>\n   \n<h4>Propriedade Medicinal do Carqueja<\/h4>\n   \n<p>T\u00f4nico amargo, combate diabetes, bom para dist\u00farbios do f\u00edgado, est\u00f4mago,      ves\u00edcula, intestino solto, pois age como estimulante de secre\u00e7\u00e3o g\u00e1strica.    <\/p>\n   \n<p>Coadjuvante de regimes de emagrecimento, e cura de chagas ulceradas de pele.<\/p>\n   \n<h4>Utiliza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Uso caseiro<br \/>\n       Uso culin\u00e1rio:<\/strong> Substitui o l\u00fapulo na cervejaria caseira, serve        tamb\u00e9m para aromatizar licores e refrigerantes. \u00d3timas para &#8216;gua do chimarr\u00e3o.<strong><br \/>\n       Uso m\u00e1gico <\/strong><\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas e Cultivo<\/h4>\n   \n<p>Subarbusto ruderal, perene, de at\u00e9 80 cm de altura, hastes ramificadas, eretas,      lenhosas na base. Ramos trialados, folhas nulas, alas membran\u00e1ceas, seccionadas,      glabras e verdes, flores amarelas nascem agrupadas, formando bolas<\/p>\n   \n<p><strong>Outras esp\u00e9cies:<\/strong> Baccharis genistelloides Pers.<\/p>\n   \n<p><strong>Fonte:<\/strong> www.cotianet.com.br<\/p>\n   \n<h6>Carqueja<\/h6>\n   \n<h4>Carqueja &#8211; Baccharis Genistelloides Person<\/h4>\n   \n<p>A <strong>carqueja<\/strong> teve a sua hist\u00f3ria intimamente ligada \u00e0 do homem      da Palestina e do Egito e se voltarmos as vistas para o nosso continente,      encontramos tamb\u00e9m as &#8220;Carquejas&#8221;, as &#8220;Arnicas&#8221;, as &#8220;Candeias&#8221;,      e outras plantas medicinais como o &#8220;Cora\u00e7\u00e3o de Jesus&#8221;, sempre benquistas      e usadas nas terap\u00eauticas e nas pr\u00e1ticas religiosas do homem pr\u00e9-colombiano.<\/p>\n   \n<p>Digamos ainda que as compostas s\u00e3o cosmopolitas em grande parte, porque inventaram      o p\u00e1ra-quedas e as aeronaves antes do b\u00edpede humano. As suas sementes, na      maioria das esp\u00e9cies, s\u00e3o providas de papos filamentosos que funcionam como      p\u00e1ra-quedas e aparelhos de transporte a\u00e9reo.<\/p>\n   \n<p><strong>A carqueja possui in\u00fameros sin\u00f4nimos dentro dos quais destacam-se:<\/strong>      carqueja-amarga, bacanta, carqueja-amargosa, bac\u00f3rida, carque, cac\u00e1lia-amarga,      quina-de-condamine, vassoura, vassoura-de-bot\u00e3o, tiririca-de-babado.<\/p>\n   \n<p>A carqueja \u00e9 uma planta que h\u00e1 muito tempo comp\u00f5e o arsenal terap\u00eautico,      sendo conhecida como carqueja amarga. \u00c9 origin\u00e1ria da Am\u00e9rica do Sul, possivelmente      do Brasil e cresce em terras secas, pedregosas \u00e0 beira de estradas, tamb\u00e9m      em lugares nos lugares \u00famidos, ribanceira de rios e regi\u00f5es de campos.<\/p>\n   \n<p>Todas elas s\u00e3o arbustos de altura vari\u00e1vel por volta de uma metro, caule      lenhoso, e quase sem folhas. Apresentam flores amarelas ou brancas. Brota      espontaneamente nos pastos. Para que se mantenha perene, cortam-se apenas      as hastes, deixando as ra\u00edzes intactas \u0096 para desta forma ela rebrotar      com facilidade. \u00c9 tamb\u00e9m chamada de carqueja &#8211; amarga e vassoura.<\/p>\n   \n<p>Cresce da Bahia ao Rio grande do Sul.<\/p>\n   \n<p><strong>Possui in\u00fameras propriedades terap\u00eauticas tais como:<\/strong> verm\u00edfuga,      antiasm\u00e1tica, antidiarr\u00e9ica, t\u00f4nica, febr\u00edfuga, depurativa, diur\u00e9tica, sudor\u00edfica,      hepatoprotetora.<\/p>\n   \n<p>Entre os habitantes do campo e das cidades n\u00e3o h\u00e1 quem a dispense para debelar      um desarranjo do est\u00f4mago ou qualquer perturba\u00e7\u00e3o para a qual seja indicada.<\/p>\n   \n<p>Apesar de ser uma planta de uso popular bastante disseminado em toda Am\u00e9rica      do Sul, n\u00e3o existem refer\u00eancias ao seu emprego pelas popula\u00e7\u00f5es nativas.<\/p>\n   \n<p>Segundo Barros (1999), seu uso m\u00e1gico est\u00e1 relacionado aos orix\u00e1s Oxossi      e Oxogui\u00e3 (Oxal\u00e1 jovem), de natureza masculina e pertencendo ao elemento ar.    <\/p>\n   \n<p>Relata que \u00e9 considerada planta de \u0093grande poder\u0094. Suas raras folhas      s\u00e3o utilizadas em banhos, especialmente para melhorar a \u0093sorte\u0094.<\/p>\n   \n<p>Braecharis articulata Pers, tamb\u00e9m comum no Brasil meridional, que \u00e9 uma      daquelas que o povo chama &#8220;Carqueja&#8221; e que se caracterizam pela      aus\u00eancia de folhas, apenas caules com estipulas decorrentes por eles. A esp\u00e9cie      referida \u00e9 uma das que t\u00eam aspecto mais seco. Ela \u00e9 muito ramificada, e recebe      aqui e na Argentina, o mesmo nome vulgar.<\/p>\n   \n<p>O Dr Adolpho Doering, publicou estudos sob o t\u00edtulo &#8220;Apuntes sobre la      Composicion Qu\u00edmica de algunas Plantas T\u00f3xicas&#8221;, no ano de 1915, no &#8220;Boletin      de la Acad. Nac. de Ciencias de C\u00f3rdoba&#8221; Vol xx p\u00e1gs, 295-350. <\/p>\n   \n<p><strong>Ele indicou como componentes qu\u00edmicos<\/strong>: &#8220;\u00c1cidos Crisof\u00e2nico&#8221;,      &#8220;Saponina&#8221;, e &#8220;Absintina&#8221;. Ao lado do primeiro refere      a &#8220;Crisosaponina&#8221; e ao lado da segunda a &#8220;Glauco-saponina&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Considerando que a nossa flora ind\u00edgena tem maior n\u00famero de esp\u00e9cies de Baccharis      do que qualquer outro pa\u00eds, pois cabem-lhe, das 300 referidas, para todo o      mundo mais do que 50%, e sendo aqui comuns, especialmente, as esp\u00e9cies afins      da B.articulata Pers. citada supra, isto \u00e9 as conhecidas como &#8220;Carqueja&#8221;,      \u00e9 de se esperar que haja muitas t\u00f3xicas entre elas.<\/p>\n   \n<p>Erva amargo resinoso arom\u00e1tica, que bem substituem a losna. Deve-se administrar      o extrato na dispepsia, debilidade intestinal ou geral, anemia depois da perda      de sangue; o modo de administra\u00e7\u00e3o \u00e9 em p\u00edlulas com o amarelo da casca de      laranja.<\/p>\n   \n<p>&#8220;Esta planta amarga pode substituir muitas drogas deste g\u00eanero, vindas      da Europa. Nasce em terras est\u00e9reis, e tem grande fama como t\u00f4nico e anti-febril,      tamb\u00e9m contra a debilidade do est\u00f4mago, diarr\u00e9ia e afec\u00e7\u00f5es do f\u00edgado; recomendamos      aos m\u00e9dicos o extrato de tintura, que \u00e9 sol\u00favel em \u00e1gua. O extrato d\u00e1-se na      dose de 2 a 4 gramas. <\/p>\n   \n<h4>Mecanismo de a\u00e7\u00e3o da carqueja<\/h4>\n   \n<p><strong>Princ\u00edpios Ativos:<\/strong> \u00f3leo essencial, flavon\u00f3ides, saponinas      e resinas.<\/p>\n   \n<p>As v\u00e1rias esp\u00e9cies de carqueja s\u00e3o utilizadas no Brasil inteiro como t\u00f4nicos      \u0096 para fraqueza, anemia, inapet\u00eancia -, no tratamento das doen\u00e7as digestivas      em geral \u0096 gastrite e m\u00e1 digest\u00e3o, dist\u00farbios do f\u00edgado e da ves\u00edcula      biliar, verminoses, diarr\u00e9ias -; como depurativa e diur\u00e9tica, \u00e9 empregada      nos dist\u00farbios dos rins e da bexiga, assim como no combate \u00e0 gota &#8211; doen\u00e7a      causada pelo ac\u00famulo de \u00e1cido \u00farico no organismo, principalmente nas articula\u00e7\u00f5es      &#8211; , ao reumatismo e \u00e0s doen\u00e7as ven\u00e9reas em geral. Na Amaz\u00f4nia, Martins (1989)      relata o seu uso no tratamento da esterelidade feminina e da impot\u00eancia masculina.<\/p>\n   \n<p><strong>Alonso (1998) cita que foram encontradas nas diferentes esp\u00e9cies      de carqueja subst\u00e2ncias apresentando as seguintes atividades:<\/strong> antiulcerosa,      antibacteriana, hepatoprotetora, hipoglicememiante, diur\u00e9tica, al\u00e9m de inibir      o crescimento dos microorganismos respons\u00e1veis pela doen\u00e7a de Chagas e pela      esquistossomose. <\/p>\n   \n<p>Encontra-se em estudo para o tratamento da leucemia, pois possui tamb\u00e9m atividade      antineopl\u00e1sica.<\/p>\n   \n<p>De um modo geral a carqueja atua como t\u00f4nico, eup\u00e9ptico e diur\u00e9tico. Exerce      uma a\u00e7\u00e3o ben\u00e9fica sobre o f\u00edgado e intestinos, em decorr\u00eancia de seus princ\u00edpios      amargos. Purifica e elimina as toxinas do sangue pela a\u00e7\u00e3o diur\u00e9tica que exerce.      Al\u00e9m de ter uma propriedade hipoglicemiante, muito \u00fatil em casos de diabetes.      Proporciona um bom funcionamento do intestino.<\/p>\n   \n<p>No mercado farmac\u00eautico, encontram-se prepara\u00e7\u00f5es in natura ou sob a forma      de Extratos. <\/p>\n   \n<p><strong>Com a finalidade de estabelecer par\u00e2metros de controle de qualidade      para a produ\u00e7\u00e3o de Extratos de Carqueja, foram testados os seguintes m\u00e9todos:      <\/strong>Res\u00edduo seco, \u00cdndice de Amargor, \u00cdndice de Espuma. <\/p>\n   \n<p><strong>Para a caracteriza\u00e7\u00e3o do Extrato Refer\u00eancia (Turbolizado) foram empregados:<\/strong>      Cromatografia em Camada delgada, PH, Teor Alco\u00f3lico, Teste de Saponifica\u00e7\u00e3o.    <\/p>\n   \n<p><strong>Para a compara\u00e7\u00e3o entre a extra\u00e7\u00e3o por Turboliza\u00e7\u00e3o e por Decoc\u00e7\u00e3o      foram empregados:<\/strong> \u00cdndice de Amargor, Res\u00edduo Seco, \u00cdndice de Espuma.      A Turboliza\u00e7\u00e3o demonstrou ser mais eficaz do que a Decoc\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h4>Indica\u00e7\u00f5es do uso da Carqueja<\/h4>\n   \n<p>\u00c9 indicada em casos de gastrite, m\u00e1 digest\u00e3o, azia, c\u00e1lculos biliares e constipa\u00e7\u00e3o      (pris\u00e3o de ventre). Afec\u00e7\u00f5es g\u00e1stricas e intestinais, dispepsias, afec\u00e7\u00f5es      hep\u00e1ticas e biliares (icter\u00edcea, c\u00e1lculos biliares), diabetes, afec\u00e7\u00f5es das      vias urin\u00e1rias, verminose, afec\u00e7\u00f5es febris, enfermidades do ba\u00e7o. <\/p>\n   \n<h4>Composi\u00e7\u00e3o f\u00edsico-qu\u00edmico da Carqueja<\/h4>\n         \n<table width=\"273\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr>\n<td align=\"center\" width=\"77%\" bgcolor=\"#FFFFCC\" height=\"35\"><strong>1000 g de folhas secas<\/strong><\/td>\n         \n<td align=\"center\" width=\"23%\" bgcolor=\"#FFFFCC\" height=\"35\">\n<p align=\"right\"><strong>g<\/strong><\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Mat\u00e9ria cer\u00e1cea<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">7,000<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Clorofila e subs. gordurosa<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">23,900<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Resina mole<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">32,000<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Resina de cor escura e rea\u00e7\u00f5es \u00e1cidas<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">20,000<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Carquejina ou baccharina (subst.            org\u00e2nica cristalizada e amarga)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">8,280<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Mat. extrativa amarga<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">12,370<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Mat. extrativa ins\u00edpida<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">6,690<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Mat. extrativa sacarina<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">29,000<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Tanino<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">15,000<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">\u00c1cido tart\u00e1rico<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">0,500<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Malato de cal e sais inorg\u00e2nicos<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">20,500<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Albumina, dextrina, etc&#8230;<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">47,660<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" height=\"35\">Mat. lenhosa, parenquimatosa e \u00e1gua<\/td>\n         \n<td align=\"center\" height=\"35\"> \n<p align=\"right\">777,100<\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<\/table>\n   \n<h4>Contra-indica\u00e7\u00f5es<\/h4>\n   \n<p>N\u00e3o h\u00e1 refer\u00eancia de contra-indica\u00e7\u00f5es na literatura pesquisada. Em rela\u00e7\u00e3o      a gesta\u00e7\u00e3o e lacta\u00e7\u00e3o apesar de n\u00e3o existirem contra-indica\u00e7\u00f5es na literatura,      n\u00e3o se aconselha seu uso sem orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.ednatureza.com.br<\/p>\n   \n<h6>Carqueja<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/ccarque50.jpg\" alt=\"Carqueja\" width=\"215\" height=\"290\" title=\"Carqueja\" \/><\/p>\n   \n<p><strong>Nome Cient\u00edfico:<\/strong> Baccharis trimera<\/p>\n   \n<p><strong>Sinon\u00edmia: <\/strong>Baccharis genisteiloides var trimera, Molina      trimera<\/p>\n   \n<p><strong>Nome Popular:<\/strong> Carqueja, bacanta, bac\u00e1rida, cac\u00e1lia, cac\u00e1lia-amarga,      vassoura<\/p>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia:<\/strong> Asteraceae<\/p>\n   \n<p><strong>Divis\u00e3o:<\/strong> Angiospermae<\/p>\n   \n<p><strong>Origem: <\/strong>Am\u00e9rica do Sul<\/p>\n   \n<p><strong>Ciclo de Vida: <\/strong>Perene<\/p>\n   \n<p>A <strong>carqueja<\/strong> \u00e9 uma erva espont\u00e2nea em terrenos baldios e pastos,      sendo por muitas vezes considerada daninha. Ela n\u00e3o possui folhas verdadeiras      e suas hastes s\u00e3o ramificadas e apresentam asas membran\u00e1ceas, descont\u00ednuas      e verdes, respons\u00e1veis pela fotoss\u00edntese da planta. <\/p>\n   \n<p>As flores s\u00e3o branco-amareladas e surgem em pequenos tufos na primavera e      ver\u00e3o. N\u00e3o deve ser confundida com a carqueja de Portugal, a Pterospartum      tridentatum, de utiliza\u00e7\u00f5es medicinais tamb\u00e9m, al\u00e9m de culin\u00e1rias.<\/p>\n   \n<p>A carqueja \u00e9 muito r\u00fastica e de f\u00e1cil cultivo, al\u00e9m de interessante no paisagismo      pelo seu aspecto diferente. Pode ser plantada em vasos e jardineiras, assim      como em canteiros adubados, onde forma pequenas moitas arredondadas e compactas.      \u00c9 muito utilizada em ch\u00e1s emagrecedores e no chimarr\u00e3o ga\u00facho. Presta-se tamb\u00e9m      a aromatiza\u00e7\u00e3o de licores e vinhos e \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o de vassouras r\u00fasticas.<\/p>\n   \n<p>Deve ser cultivada a pleno sol, em solo f\u00e9rtil, enriquecido com mat\u00e9ria org\u00e2nica      e regada a intervalos peri\u00f3dicos. Multiplica-se pela divis\u00e3o das touceiras,      sementes ou estacas.<\/p>\n   \n<h4>Propriedade Medicinal<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Indica\u00e7\u00f5es:<\/strong> Diabetes, obesidade e sobrepeso, altera\u00e7\u00f5es        hep\u00e1ticas e da ves\u00edcula biliar, afec\u00e7\u00f5es da pele, anemias.<br \/>\n<strong>Propriedades:<\/strong> Colagogas, digestivas, diur\u00e9ticas, hepatoestimulantes,        antipir\u00e9ticas, hipoglic\u00eamicas, laxantes, emagrecedoras, verm\u00edfugas.<br \/>\n<strong>Partes usadas: <\/strong>Hastes.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Raquel Patro<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.jardineiro.net<\/p>\n   \n<h6>Carqueja<\/h6>\n   \n<h4>Carqueja &#8211; Baccharis trimera<\/h4>\n   \n<p><strong>Fam\u00edlia:<\/strong> Asteraceae (Composta)<\/p>\n   \n<p><strong>Nomes comuns: <\/strong>carqueja, bacanta, carqueja-amargosa, carquejinha<\/p>\n   \n<p><strong>Parte utilizada: <\/strong>partes a\u00e9reas<\/p>\n   \n<h4><strong>Descri\u00e7\u00e3o e habitat<\/strong><\/h4>\n   \n<p>A carqueja \u00e9 uma erva de um verde vivo que cresce quase at\u00e9 1m de altura      e produz flores amarelo-esbranqui\u00e7adas no topo da planta. Os caules, verde-claro,      chatos, t\u00eam uma consist\u00eancia carnuda e suculenta e as bordas \u0093aladas\u0094      substituem as folhas. O g\u00e9nero Baccharis \u00e9 composto de mais de 400 esp\u00e9cies      nativas da Am\u00e9rica tropical e subtropical. <\/p>\n   \n<p>Esta esp\u00e9cie de carqueja \u00e9 nativa dos campos e bordas dos bosques do sul      do Brasil, da Bol\u00edvia, do Paraguai, do Uruguai e do norte da Argentina.<\/p>\n   \n<h4><strong>Utiliza\u00e7\u00f5es tradicionais<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Os povos aut\u00f3ctones utilizaram essa planta durante s\u00e9culos para tratar as      afec\u00e7\u00f5es comuns. Sua utiliza\u00e7\u00e3o em fitoterapia foi registada pela primeira      vez em 1931 por Pio Correa, que descreveu a carqueja como possuindo propriedades      terap\u00eauticas de um t\u00f3nico, amargo, febr\u00edfugo e estom\u00e1quico, citando- o para      casos de dispepsia, gastroenterite, desordens do f\u00edgado e diarreias. <\/p>\n   \n<p>A carqueja \u00e9 empregada popularmente no Brasil para mitigar as afec\u00e7\u00f5es hep\u00e1ticas,      fortalecer o est\u00f4mago e as fun\u00e7\u00f5es intestinais, eliminar as obstru\u00e7\u00f5es ao      n\u00edvel do f\u00edgado e da ves\u00edcula biliar. Al\u00e9m das a\u00e7\u00f5es hep\u00e1ticas e como mostra      efic\u00e1cia na purifica\u00e7\u00e3o do sangue e febr\u00edfuga, quase todos os livros publicados      no Brasil sobre medicina com plantas incluem a carqueja.<\/p>\n   \n<p>As outras utiliza\u00e7\u00f5es populares da carqueja incluem o tratamento da mal\u00e1ria,      das diabetes, das \u00falceras de est\u00f4mago, inflama\u00e7\u00e3o da garganta e amigdalite,      as anginas, as anemias, as indigest\u00f5es, a hidropsia, inflama\u00e7\u00f5es urin\u00e1rias,      desordens renais, a lepra e a m\u00e1 circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea.<\/p>\n   \n<h4><strong>Utiliza\u00e7\u00e3o atual e princ\u00edpios ativos<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Ela \u00e9 utilizada como um t\u00f3nico amargo para as desordens do f\u00edgado, do est\u00f4mago,      da ves\u00edcula biliar e do intestino. Ela acompanha tamb\u00e9m os regimes para emagrecer      e ajudar a combater a anemia e a inapet\u00eancia dos convalescentes.<\/p>\n   \n<p>A carqueja \u00e9 uma fonte importante de flavonoides. Ela cont\u00e9m quase 20% de      flavonoides, quercetina, luteolina, nepetina, apigenina e hispidulina. <\/p>\n   \n<p>Os flavonoides s\u00e3o considerados os principais constituintes ativos da carqueja.      Numerosos compostos qu\u00edmicos originais foram identificados e denominados clerodane      diterpenoides e em 1994 os cientistas demonstraram que seus compostos t\u00eam      um forte efeito contra os vermes. Isto pode explicar a longa hist\u00f3ria da utiliza\u00e7\u00e3o      da carqueja para expulsar os vermes intestinais. As utiliza\u00e7\u00f5es tradicionais      da carqueja foram estudadas e validadas pelas pesquisas. <\/p>\n   \n<p>Suas propriedades anti\u00e1cidas, anti-\u00falceras e hipotensivas est\u00e3o documentadas.      Os estudos conclu\u00edram que a carqueja \u0093deve aliviar as desordens gastrointestinais      resultantes das secre\u00e7\u00f5es \u00e1cidas e hiperatividade gastrointestinal\u0094.      Outros pesquisadores revelaram que a carqueja tem uma atividade que tende      a aliviar a dor.<\/p>\n   \n<p>Finalmente, a utiliza\u00e7\u00e3o tradicional da carqueja nos casos de resfriados,      gripes e v\u00edrus do est\u00f4mago foram tamb\u00e9m verificadas pelos pesquisadores. Algumas      das mais recentes pesquisas est\u00e3o centradas sobre as propriedades anti-virais.      Num estudo cl\u00ednico em 1999, os pesquisadores espanh\u00f3is reportam que um extrato      aquoso da carqueja demonstrou, in vitro, uma a\u00e7\u00e3o antiviral contra a herpes      simples e sobre os v\u00edrus da estomatite vesicular.<\/p>\n   \n<p>A carqueja \u00e9 considerada sem perigo e n\u00e3o t\u00f3xica.<\/p>\n   \n<p><strong>Composi\u00e7\u00e3o:<\/strong> acido 3,5-dicaffeoylquinico, alfa-felandreno,      alfa-terpineno, alfa-ilangeno, beta-cariofileno, beta-felandreno, beta-pineno,      calacoreno, camfeno, carquejol, cirsimaritin, clerodane, diterpenoides, elemol,      eriodictiol, \u00f3leos ess\u00eancias, eudesmol, eugenol, eupatorine, eupatrino, farneseno,      farnesol, flavonoides, genkwanin, germacrene D, glicos\u00eddos, hispidium, espiguinha,      ledol, limoneno, linalol, luteolina, muroleno, mirceno, neptina, nerolidol,      palustrol, pentadecanol, quercetina, resinas, sabineno, saponinas, spatulenol,      spatulenol, squaleno, terpinoleno, viridifloreno e viridiflorol.<\/p>\n   \n<p><strong>Prepara\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>12g em 500ml de \u00e1gua fria, deixar entrar em ebuli\u00e7\u00e3o, apagar o fogo e deixar        em infus\u00e3o por 10 mim. Este rem\u00e9dio tradicional \u00e9 habitualmente tomado duas        ou tr\u00eas vezes por dia, com as refei\u00e7\u00f5es, para ajudar a digest\u00e3o.<br \/>\n       Ou ainda, 2g em c\u00e1psula ou em comprimido, ou 2-4ml de tintura tomados em        cada refei\u00e7\u00e3o como auxiliar da digest\u00e3o ou rem\u00e9dio para o f\u00edgado.<br \/>\n       Para utiliza\u00e7\u00e3o externa local (dor e inflama\u00e7\u00e3o), uma decoc\u00e7\u00e3o \u00e9 feita a        partir de 60g da erva em 1L de \u00e1gua e aplicada sobre a \u00e1rea afetada.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4><strong>Contra-indica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h4>\n   \n<p>A <strong>carqueja<\/strong> n\u00e3o deve ser usada durante a gravidez pois ela      parece agir como um estimulante uterino.<\/p>\n   \n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o desta planta \u00e9 contra indicada por pessoas que sofram de hipotens\u00e3o      pois ela possui propriedades hipotensivas. Da mesma forma, pessoas que sofram      do cora\u00e7\u00e3o e\/ou sob medica\u00e7\u00e3o para esse efeito, devem falar com um m\u00e9dico      antes de usar esta planta.<\/p>\n   \n<p>A carqueja \u00e9 reconhecida cientificamente por baixar o n\u00edvel de glicose do      sangue. Por isso, sua utiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 contra-indicada por pessoas que sofram      de hipoglicemia e os diab\u00e9ticos devem consultar o m\u00e9dico antes de utilizar      esta planta e depois fazer criterioso controlo dos n\u00edveis de a\u00e7\u00facar do sangue.<\/p>\n   \n<p><strong>Intera\u00e7\u00e3o medicamentosa<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>carqueja<\/strong> pode refor\u00e7ar os efeitos dos medicamentos contra      a hipertens\u00e3o, as diabetes e insulina.<\/p>\n   \n<p>A carqueja poder\u00e1 tamb\u00e9m acelerar a elimina\u00e7\u00e3o de alguns medicamentos metabolizados      no f\u00edgado reduzindo, dessa forma, os efeitos farmacol\u00f3gicos e\/ou os efeitos      secund\u00e1rios das drogas que s\u00e3o metabolizadas no f\u00edgado.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.emnomedaterra.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carqueja, Planta, Ch\u00e1, Uso, Origem, Propriedades, Composi\u00e7\u00e3o, Indica\u00e7\u00f5es, Cultivo, Regime, Esp\u00e9cies, Arbustos, Caracter\u00edsticas, Carqueja<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24413,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[64],"tags":[],"class_list":["post-24412","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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