{"id":24134,"date":"2016-01-22T00:00:00","date_gmt":"2016-01-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/banana\/"},"modified":"2026-09-01T16:02:20","modified_gmt":"2026-09-01T16:02:20","slug":"banana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/alimentos-2\/banana\/","title":{"rendered":"Banana"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Banana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/bbanana2.jpg\" alt=\"Banana\" width=\"242\" height=\"269\" \/><strong>\nBanana<\/strong><\/p>\n<strong>Nome popular:<\/strong> bananeira\n\n<strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Musa X paradisiaca L\n\n<strong>Fam\u00edlia bot\u00e2nica:<\/strong> Musaceae\n\n<strong>Origem:<\/strong> \u00c1sia\n<h4>Caracter\u00edsticas da planta<\/h4>\nPlanta com caule suculento e subterr\u00e2neo, cujo &#8220;falso&#8221; tronco \u00e9 formado pelas bases superpostas das folhas. Folhas grandes de colora\u00e7\u00e3o verde-clara e brilhantes. Flores em cachos que surgem em s\u00e9ries a partir do chamado &#8220;cora\u00e7\u00e3o&#8221; da bananeira.\n<h4>Fruto<\/h4>\nAlongado, de casca mole, com a polpa carnosa de colora\u00e7\u00e3o amarelada, vari\u00e1vel de acordo com a variedade.\n<h4>A Banana<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Banana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/bbanana5.jpg\" alt=\"Banana\" width=\"286\" height=\"195\" \/><strong>\nBanana<\/strong><\/p>\nIndicado para crian\u00e7as, de f\u00e1cil digestibilidade, diet\u00e9tica e agrad\u00e1vel. O pur\u00ea de <strong>bananas<\/strong> \u00e9 um alimento rico para lactentes (sete a oito meses).\n\nPossui um pequeno teor de gordura, fonte de pot\u00e1ssio (excesso de pot\u00e1ssio gera catarro &#8211; assim como o excesso de laranja).\n<h4>As esp\u00e9cies<\/h4>\nBanana prata (musa paradis\u00edaca); banana ouro (outra variedade de musa paradis\u00edaca); banana da terra (a mais rica em amido); banana nanica (a mais popular).\n<h4>Indica\u00e7\u00e3o<\/h4>\nReten\u00e7\u00f5es de urina devido a nefrite (inflama\u00e7\u00e3o dos rins), no combate \u00e0s diarr\u00e9ias cr\u00f4nicas e em xarope para a cura de tuberculoses, bronquites e dispepsia.\n\nSoldados do Congo curam feridas com a seiva da bananeira. As flores da bananeira podem ser comidas como legumes, tal qual se faz no Ceil\u00e3o. \u00d3timo alimento para os animais, principalmente os su\u00ednos.\n<h4>Aplica\u00e7\u00e3o<\/h4>\nA banana possui grande efic\u00e1cia antidiarr\u00e9ica, por isso pode curar transtornos agudos digestivos em crian\u00e7as, inflama\u00e7\u00f5es do intestino grosso e at\u00e9 a celiaquia &#8211; uma grave altera\u00e7\u00e3o intestinal e alimentar cr\u00f4nica. No espru, uma doen\u00e7a tropical que ocasionalmente se manifesta entre n\u00f3s. Os doentes de espru ficam curados mediante um regime exclusivo de <strong>bananas<\/strong>. (celiaquia nas crian\u00e7as equivale ao espru nos adultos). A banana faz aumentar as reservas alcalinas necess\u00e1rias no sangue. Possui sacarose e abundante conte\u00fado em vitamina C.\n\nO regime de bananas d\u00e1 mais sa\u00fade e alegria \u00e0s crian\u00e7as. F\u00e1cil absor\u00e7\u00e3o da sacarose, boa digestibilidade. A famosa batida de <strong>banana<\/strong> com leite \u00e9 indicada para doentes graves, febris e subalimentados, para as gr\u00e1vidas e lactentes, para os desportistas, oper\u00e1rios bra\u00e7ais e para pessoas idosas com pouco apetite e forma\u00e7\u00e3o insuficiente de suco g\u00e1strico.\n<h4>Composi\u00e7\u00e3o<\/h4>\nFrutose e glicose (a\u00e7\u00facar invertido) e nenhum amido.\n<h4>Cultivo<\/h4>\nPropaga-se por rizoma, por n\u00e3o possuir sementes. Pode ser plantada em todo o territ\u00f3rio brasileiro durante a esta\u00e7\u00e3o chuvosa, produzindo o ano todo.\n\n<strong>As variedades mais cultivadas s\u00e3o:<\/strong> prata, nanica, ma\u00e7\u00e3, terra e pacova. Cresce em \u00e1reas com muito sol e n\u00e3o suporta solos encharcados. Um cacho fornece de s a 40 kg, dependendo da variedade.\n\nAs <strong>bananas<\/strong> s\u00e3o, provavelmente, oriundas do quente e \u00famido sudeste asi\u00e1tico, de onde prov\u00eam os mais antigos registros de seu cultivo e as mais antigas lendas constru\u00eddas a seu redor. Para muitos, a antig\u00fcidade e a origem asi\u00e1tica da banana s\u00e3o fatos incontest\u00e1veis.\n\nSup\u00f5e-se que, ao longo de sua longa exist\u00eancia, a bananeira foi perdendo a capacidade de se multiplicar por sementes. De acordo com Paulo Cavalcante, este fato \u00e9 ainda outro ind\u00edcio de que o homem aprendeu a cultivar a bananeira h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s, &#8220;desde os tempos primordiais da origem da humanidade&#8221;.\n\nHoje, excetuando-se algumas esp\u00e9cies silvestres, a bananeira s\u00f3 pode se multiplicar por processos vegetativos, ou seja, atrav\u00e9s de rebentos nascidos de outras plantas ou mudas. Se o seu processo de propaga\u00e7\u00e3o n\u00e3o for controlado e houver espa\u00e7o, a bananeira pode dar a impress\u00e3o de que caminha de um lado para outro, uma vez que seus rebentos v\u00e3o se distanciando pouco a pouco da matriz.\n\nAssim, caminhando lentamente, desde tempos imemoriais, a <strong>banana<\/strong> vem se espalhando por todas as regi\u00f5es tropicais e subtropicais do globo, sendo, nessas localidades, a fruta mais conhecida e cultivada.\n\nAntes da chegada dos europeus \u00e0 Am\u00e9rica, ao que tudo indica, existiam algumas esp\u00e9cies de bananeiras nativas. Seus frutos, porem, n\u00e3o eram comidos crus, necessitando de preparo ou de cozimento pr\u00e9vio, n\u00e3o constituindo parte principal da dieta das popula\u00e7\u00f5es aut\u00f3ctones. Presume-se que foi apenas a partir do s\u00e9culo XV, portanto, que a <strong>banana<\/strong>, seu cultivo e seus usos foram introduzidos no continente americano.\n\nAtualmente, no Brasil, encontram-se bananas em qualquer parte, destacando-se as regi\u00f5es Nordeste e Sudeste como as maiores produtoras nacionais da fruta.\n\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9, na verdade, o fruto de uma planta que pode ser descrita como uma &#8220;erva gigante&#8221;, como diz Paulo Cavalcante. Esta \u00e9, ali\u00e1s, uma das principais caracter\u00edsticas de todas as Mus\u00e1ceas.\n\nAs flores da bananeira s\u00e3o ex\u00f3ticas, pequenas e envoltas por uma br\u00e1ctea arroxeada, quando jovem, conhecida como &#8220;cora\u00e7\u00e3o da planta&#8221;. Seus frutos, que podem ser apanhados quando ainda completamente verdes, nascem em grandes cachos, de aspecto e forma caracter\u00edsticos, por uma \u00fanica e abundante vez. E as <strong>bananas<\/strong>, fruto das bananeiras, s\u00e3o o que todo mundo j\u00e1 sabe e j\u00e1 provou.\n\n<strong>Quando n\u00e3o maduras, as bananas s\u00e3o, em geral, de cor verde. Seu sabor \u00e9 adstringente e intrag\u00e1vel:<\/strong> diz-se que quando a banana est\u00e1 verde ela &#8220;pega&#8221; na boca.\n\nIsto porque, antes de sua matura\u00e7\u00e3o, as bananas se comp\u00f5em, basicamente, de amido e \u00e1gua. Tanto \u00e9 assim que, com a maioria das bananas verdes, pode-se produzir uma farinha extremamente nutritiva, que tem in\u00fameras aplica\u00e7\u00f5es na alimenta\u00e7\u00e3o, desde o preparo de mingaus at\u00e9 biscoitos. Em seu processo de amadurecimento, a maior parte desse amido contido nas <strong>bananas<\/strong> transforma-se em a\u00e7\u00facar, glicose e sacarose. E \u00e9 por isso que, de maneira geral, a banana \u00e9 uma das frutas mais doces entre todas as frutas.\n\nBananas, existem muitas. As comest\u00edveis s\u00e3o agrupadas em variedades de acordo com a consist\u00eancia e a colora\u00e7\u00e3o da casca e da polpa. Mas, para cada fun\u00e7\u00e3o ou uso, uma \u00e9 melhor do que a outra, respeitando-se as prefer\u00eancias regionais e pessoais.\n\n<strong>Bananas<\/strong> de mesa s\u00e3o, por exemplo, as variedades ma\u00e7\u00e3, ouro, prata e nanica &#8211; que, na verdade, \u00e9 grande, levando esse nome em virtude da baixa altura da planta em que nasce.\n\n<strong>Bananas<\/strong> para fritar s\u00e3o as variedades de banana da terra e figo; a nanica, deve ser preparada apenas \u00e0 milanesa porque, do contr\u00e1rio, desmancha-se na fritura.\n\nA banana-chips, novidade deliciosa do norte do Brasil, \u00e9 feita com a variedade pacova. Banana para assar \u00e9, tamb\u00e9m, a nanica; no norte do Brasil, a pacova.\n\nBanana para cozinhar \u00e9, especialmente, a variedade da terra; e, tamb\u00e9m no norte, a pacova.\n\n<strong>Banana <\/strong>para preparar a passa \u00e9 a prata. Bananas para compotas s\u00e3o as variedades figo e nanica. Bananas para bananadas, doces de colher e de cortar, s\u00e3o de prefer\u00eancia a prata, mas tamb\u00e9m a nanica. Bananas para farinha s\u00e3o quase todas, quando verdes. Al\u00e9m disso tudo, as bananas entram como ingrediente em uma grande quantidade de pratos salgados t\u00edpicos das culin\u00e1rias regionais brasileras. No Rio de Janeiro e em Pernambuco, o famoso cozido, que entre tantos componentes &#8211; carnes, tub\u00e9rculos, legumes e verduras -inclui as bananas da terra e nanica. Especialidade do sul de Minas Gerais \u00e9 o virado de banana nanica, preparado com farinha de milho e queijo mineiro.\n\n<strong>No litoral norte de S\u00e3o Paulo, o prato principal da culin\u00e1ria cai\u00e7ara chama-se &#8220;azul-marinho&#8221;:<\/strong> postas de peixe cozidas com banana nanica verde sem casca, acompanhado de um pir\u00e3o feito com o caldo do peixe, banana cozida amassada e farinha de mandioca. Na Bahia, embora n\u00e3o levem a banana propriamente, podem ser inclu\u00eddos o abar\u00e1, o aca\u00e7\u00e1 e a moqueca de folha, uma vez que cozidos na folha da bananeira.\n\nDigno de nota \u00e9 tamb\u00e9m a aguardente feita de <strong>banana<\/strong>, um destilado de sabor exclusivo e delicado, especialidade de comunidades cai\u00e7aras.\n\n<strong>A banana est\u00e1, tamb\u00e9m e de forma marcante, presente nas refei\u00e7\u00f5es caseiras e nos &#8220;pratos feitos&#8221; servidos em bares e restaurantes, Brasil afora: <\/strong>alimentando diariamente boa parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira, a banana nanica ou prata &#8211; \u00e9 comumente servida crua para ser misturada ao arroz-e-feij\u00e3o e a tudo mais que houver para comer.\n\n<strong>Considerada, por muitos, a fruta perfeita, a banana \u00e9 fruta de muitas qualidades:<\/strong> amadurece aos poucos, fora do p\u00e9, facilitando a colheita, o transporte e o aproveitamento; \u00e9 f\u00e1cil de mastigar, nem muito dura, nem muito mole; n\u00e3o d\u00e1 trabalho para descascar; \u00e9 f\u00e1cil de comer e n\u00e3o suja as m\u00e3os com sucos e caldos; tem um gosto bom, nem doce demais, nem azada; n\u00e3o \u00e9 enjoativa ou indigesta; \u00e9 altamente nutritiva, bastando umas poucas para matar a fome; \u00e9 totalmente aproveit\u00e1vel e sem caro\u00e7os; n\u00e3o tem espinhos, nem fiapos e nem bichos; nasce em todo tipo de solo e pode ser encontrada durante o ano inteiro.\n\n<strong>O elogio \u00e0 banana n\u00e3o tem fim:<\/strong> Camara Cascudo, por exemplo, afirma que ela tem ainda mais uma utilidade, desta vez para a ci\u00eancia antropol\u00f3gica. Sendo planta cuja propaga\u00e7\u00e3o se d\u00e1, por excel\u00eancia, atrav\u00e9s do cultivo, a exist\u00eancia ou n\u00e3o de bananas na dieta alimentar de um grupo ind\u00edgena ou comunidade seriam, para ele, indicadores seguros de seu grau de isolamento.\n\nE cita como exemplo o viajante ge\u00f3grafo Karl von den Steinen, que, quando esteve na \u00e1rea xinguana no final do s\u00e9culo passado, espantou-se ao descobrir que as popula\u00e7\u00f5es que ali viviam n\u00e3o conheciam uma das melhores e mais lindas frutas do Brasil.\n\n<strong>Dizia ele, sobre a cultura daqueles povos: <\/strong>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 metais, nem c\u00e3es, nem bebidas embriagadoras, nem bananas! Eis a verdadeira idade da pedra&#8230;&#8221;.\n\nFonte: www.bibvirt.futuro.usp.br\n<h6>Banana<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\n\n<h4>Bananas Ma\u00e7\u00e3 e Nanica<\/h4>\nEsta fruta cont\u00e9m consider\u00e1veis quantidades de vitaminas B e C, al\u00e9m de ser alcalina, neutralizando a a\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos no organismo. As vitaminas B1 e B5 ajudam na regulariza\u00e7\u00e3o do sistema nervoso e aparelho digestivo. A vitamina C d\u00e1 resist\u00eancia aos vasos sangu\u00edneos, evita a fragilidade dos ossos e dentes, age contra infec\u00e7\u00f5es e ajuda a cicatrizar ferimentos.\n\nA <strong>banana-ma\u00e7\u00e3<\/strong> \u00e9 eficaz contra enfermidades do est\u00f4mago, infec\u00e7\u00f5es do f\u00edgado, gota, inflama\u00e7\u00f5es dos rins, c\u00e1lculos biliares e tuberculose.\n\nPor ser de f\u00e1cil digest\u00e3o, \u00e9 recomendada \u00e0s crian\u00e7as e aos que sofrem de dist\u00farbios digestivos, porque suaviza o trato intestinal. Como tem a\u00e7\u00e3o reguladora, \u00e9 indicada para combater a diarr\u00e9ia.\n\nEm casos de queimaduras, inflama\u00e7\u00f5es, incha\u00e7o, feridas, chagas e nevralgia, basta usar sua casca fresca e em boas condi\u00e7\u00f5es e aplic\u00e1-las sobre a parte afetada. A casca deve ser presa ao ferimento sem contudo apert\u00e1-lo. A casca da <strong>banana<\/strong> deve ser renovada a cada 2 ou 3 horas.\n\nPara consumo imediato, a banana deve ser amarela, com pequenas manchas marrons, firmes e sem rachaduras ou sinais verdes. Pode ser consumida ao natural, em saladas de fruta, bolos, tortas, vitaminas, sorvetes ou como acompanhamento de pratos como peixes, aves, etc.\n\nNa alimenta\u00e7\u00e3o dos beb\u00eas, fica saborosa quando amassada e misturada com aveia ou biscoito ralados.\n\nEm temperatura ambiente a <strong>banana<\/strong> madura se conserva por 5 dias.\n\nSeu per\u00edodo de safra vai de janeiro a julho.\n\nCem gramas de banana nanica fornecem 87 calorias e a mesma quantidade de banana-ma\u00e7\u00e3, 100 calorias.\n<h4>A banana<\/h4>\nA banana \u00e9 uma das frutas mais consumidas no mundo sendo explorada na maioria dos pa\u00edses tropicais. Em 1994 &#8211; FAO a produ\u00e7\u00e3o mundial &#8211; 52.584.000 toneladas &#8211; distribuiu-se pela \u00c1sia (40,9%); Am\u00e9rica do Sul (27,3%), Am\u00e9rica do Norte \/ Central (15,2%), \u00c1frica e Oceania; atr\u00e1s da \u00cdndia (15% da produ\u00e7\u00e3o mundial) o Brasil situou-se em 2% lugar (11,5%).\n\nEm 1998 o Brasil produziu 6.677.018 t. em \u00e1rea colhida de 519.329 ha. e a Bahia 539910 toneladas em \u00e1rea colhida de 52.261 ha. Os estados da Bahia, S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Santa Catarina e Pernambuco evidenciam-se como os maiores produtores nacionais.\n\nNa Bahia destacam, como maiores produtores de <strong>banana<\/strong>, as regi\u00f5es econ\u00f4micas Litoral Sul, Sudeste e Rec\u00f4ncavo Sul onde sobressaem-se os munic\u00edpios de Uba\u00edra, Jaguaquara, Wenceslau Guimar\u00e3es e Camac\u00e3.\n\nA Am\u00e9rica Latina tem nos pa\u00edses Equador, Costa Rica e Col\u00f4mbia os principais exportadores que concentram 83% das exporta\u00e7\u00f5es mundiais; o Brasil n\u00e3o exporta mais que 1% da sua produ\u00e7\u00e3o.\n<h4>Propriedades da Banana<\/h4>\nPor ser um alimento saboroso e nutritivo, a <strong>banana<\/strong> \u00e9 uma fruta muito popular em todo o pa\u00eds e bastante usada na culin\u00e1ria brasileira, em receitas como feij\u00e3o tropeiro, saladas de frutas, banana split, tortas e biscoitos.\n\nDentre as variedades mais consumidas desta fruta no Brasil est\u00e3o a nanica, a ma\u00e7\u00e3, a prata, da terra e a ouro.\n\n<strong>DICA:<\/strong>\n<blockquote>Na hora de consumir a banana, prefira as bem amarelinhas, com pequenas manchas marrons.\nA fruta deve estar firme, sem rachaduras ou sinais verdes.<\/blockquote>\n<strong>PROPRIEDADES NUTRICIONAIS: <\/strong>A <strong>banana<\/strong> apresenta boas quantidades de vitaminas do complexo B, vitaminas C e \u00e9 \u00f3tima fonte de pot\u00e1ssio.\n\n<strong>VALOR CAL\u00d3RICO: <\/strong>100 gramas de banana prata fornecem 89 calorias.\n\n<strong>PROPRIEDADES MEDICINAIS:<\/strong>\n<blockquote>Por ser rica em pot\u00e1ssio, ajuda a evitar e a regular a hipertens\u00e3o arterial.\nAs bananas maduras s\u00e3o eficientes para controlar a diarr\u00e9ia, ajudam no sono e melhoram o humor.<\/blockquote>\n<h4>Bot\u00e2nica \/ Descri\u00e7\u00e3o \/ Variedades<\/h4>\nA bananeira \u00e9 conhecida como Musa sp., Monocotiledonae, Musaceae.\n\n<strong>Os seguintes sub-grupos e cultivares s\u00e3o importantes: <\/strong>Gros Michel (Gros Michel, Ma\u00e7\u00e3), Cavendish (Nanica, Nanic\u00e3o), Prata (Prata, Pacovan), Terra (Terra, D\u0092Angola) entre outros.\n\nA bananeira \u00e9 uma planta herb\u00e1cea, com porte de 2,0-8,0 m com ra\u00edzes fibrosas e superficiais; o caule verdadeiro \u00e9 subterr\u00e2neo &#8211; rizoma &#8211; as folhas t\u00eam bainhas (os pec\u00edolos) que se justap\u00f5em formando um falso caule &#8211; pseudo caule &#8211; a\u00e9reo. A infloresc\u00eancia tem flores masculinas, femininas e por vezes hermafroditas; os frutos &#8211; <strong>bananas<\/strong> &#8211; s\u00e3o parte- noc\u00e1rpicos (n\u00e3o provem de poliniza\u00e7\u00e3o). N\u00e3o h\u00e1 sementes vi\u00e1veis.\n<h4>Import\u00e2ncia \/ Uso da Bananeira<\/h4>\nDevido ao conte\u00fado de vitaminas e sais minerais, ao seu valor calor\u00edfico, energ\u00e9tico e custo relativamente baixo a <strong>banana<\/strong> \u00e9 parte integrante da alimenta\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es de baixa renda. \u00c9 cultura importante para fixa\u00e7\u00e3o da m\u00e3o-de-obra rural.\n\nAo natural, a banana \u00e9 consumida fresca, assada, frita ou cozida; processada em casa comp\u00f5e doces em rodelas, doce para corte, banana-passa (seca) e aguardente.\n\nIndustrialmente obt\u00eam-se farinha da banana, cremes, passa, n\u00e9ctar, geleia, doce (bananada), rapadura, balas, vinagre, vinho, licor, compotas.\n\nDa planta &#8211; pseudocaule e folhas &#8211; retira-se fibras para confec\u00e7\u00e3o de sacos para cereais, chap\u00e9us, rendas, cortinas, tapetes. Em regi\u00f5es pobres as folhas servem para cobrir casas. As cascas frescas do fruto maduro podem ser fornecidas, como alimento,a animais bovinos.\n\nA polpa do fruto \u00e9 rica em a\u00e7\u00facar, c\u00e1lcio, f\u00f3sforo, ferro, vitamina B; tem alto teor de pot\u00e1ssio e de vitamina C.\n<h4>Tipos de Banana<\/h4>\nS\u00edmbolo dos pa\u00edses tropicais e muito conhecida no mundo todo, a banana, fruto da bananeira, \u00e9 a fruta mais popular do Brasil. Embora n\u00e3o seja nativa do continente americano (\u00e9 origin\u00e1ria do Sul da \u00c1sia e da Indon\u00e9sia), adaptou-se muito bem ao nosso solo e clima e transformou-se num dos principais produtos de exporta\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.\n\nA bananeira \u00e9 uma planta de caule subterr\u00e2neo, que se desenvolve em sentido horizontal, e do qual surgem as folhas que crescem para fora da terra, formando o falso tronco. Apenas uma vez na sua vida, cada caule falso d\u00e1 um ramo de flores, que, aos poucos vai, se transformando num cacho de <strong>bananas<\/strong>, formado por pencas que, ao todo, podem chegar a somar at\u00e9 duzentas bananas. Depois de ter produzido o cacho, outro p\u00e9 come\u00e7a a crescer do rizoma subterr\u00e2neo e dele nascer\u00e1 o pr\u00f3ximo cacho.\n\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 uma fruta de alto valor nutritivo, muito rica em a\u00e7\u00facar e sais minerais, principalmente c\u00e1lcio, f\u00f3sforo e ferro, e vitaminas A, B1, B2 e C. F\u00e1cil de digerir, pode ser dada \u00e0s crian\u00e7as a partir dos 6 meses de idade. Como quase n\u00e3o tem gordura, \u00e9 indicada nas dietas baixas em colesterol.\n\n<strong>Pode ser consumida ao natural, como sobremesa, ou ser usada nos mais variados tipos de prato:<\/strong> salada de frutas, bolos, tortas, vitaminas, sorvetes, mingaus, recheios de aves e carnes, farofas, musses e sandu\u00edches.\n\n<strong>Existem cerca de cem tipos de banana cultivadas no mundo todo, por\u00e9m os mais conhecidos no Brasil s\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>Banana-nanica:<\/strong> Conhecida tamb\u00e9m como<strong> banana-d&#8217;\u00e1gua<\/strong>, <strong>banana-da-china<\/strong>, <strong>banana-an\u00e3 <\/strong>ou <strong>banana-chorona<\/strong> &#8211; tem casca fina e amarelo-esverdeada (mesmo na fruta madura) e polpa doce, macia e de aroma agrad\u00e1vel. Cada cacho tem por volta de duzentas bananas.<strong>\nBanana-prata:<\/strong> Ou banana~an\u00e3-grande &#8211; tem fruto reto, de at\u00e9 15 cm de comprimento, casca amarelo-esverdeada, de cinco facetas, polpa menos doce que a da <strong>banana-nanica,<\/strong> mais consistente e indicada para fritar.<strong>\nBanana-da-terra: <\/strong>Banana-chifre-de-boi, banana-comprida ou pacovan &#8211; s\u00e3o as maiores bananas conhecidas, chegando a pesar 500 g cada fruta e a ter comprimento de 30 cm. \u00c9 achatada num dos lados, tem casca amarelo-escura, com grandes manchas pretas quando maduras, e polpa bem consistente, de cor rosada e textura macia e compacta, sendo mais rica em amido do que a\u00e7\u00facar, o que a torna ideal para cozinhar, assar ou fritar.<strong>\nBanana-ma\u00e7\u00e3:<\/strong> Ou <strong>banana-branca<\/strong> &#8211; de tamanho variado, pode atingir, no m\u00e1ximo, 15 cm e pesar 160 g. \u00c9 ligeiramente curva, tem casca fina, amarelo-clara, e polpa branca, bem arom\u00e1tica, de sabor muito apreciado. Recomendada como alimento para beb\u00eas, fica muito gostosa amassada e misturada com aveia, biscoito ralado ou farinhas enriquecidas.<strong>\nBanana-de-s\u00e3o-tom\u00e9:<\/strong> Banana-curta ou banana-do-para\u00edso &#8211; existem dois tipos, que se diferenciam apenas na cor da casca &#8211; roxa ou amarela. S\u00e3o pouco apreciadas, devido \u00e0 polpa amarela e ao cheiro muito forte. Recomenda-se consum\u00ed-las cozidas, fritas ou assadas.<strong>\nBanana-ouro:<\/strong> Inaj\u00e1, banana-dedo-de-mo\u00e7a, banana-mosquito ou banana-imperador &#8211; \u00e9 a menor de todas as bananas, medindo no m\u00e1ximo 10 cm. Tem forma cil\u00edndrica, casca fina de cor amarelo-ouro, polpa doce, de sabor e cheiro agrad\u00e1veis. \u00c9 muito usada para fazer croquetes.<strong>\nBanana-sapo<\/strong>: Fruto curto, grosso e anguloso, com casca espessa e dura, e polpa pouco delicada, mais usada como alimento de animais dom\u00e9sticos.<\/blockquote>\nEmbora a <strong>banana<\/strong> possa ser encontrada o ano todo, durante os meses de maio e junho s\u00e3o comercializadas as melhores safras. A fruta deve ser colhida ainda verde e deixada \u00e0 sombra e em temperatura ambiente para que possa amadurecer. Isso garante que n\u00e3o sofra altera\u00e7\u00f5es que prejudicam sua qualidade e seu valor nutritivo. Se a banana amadurecer no p\u00e9, fica muito seca e farinhenta.\n\nPara consumo imediato, compre a banana com casca bem amarela e pequenas manchas marrons, de aspecto firme, sem partes moles ou machucadas e que n\u00e3o tenha as pontas verdes. Se n\u00e3o for para consumo imediato, d\u00ea prefer\u00eancia \u00e0s que est\u00e3o ligeiramente verdes. Para acelerar o amadurecimento da fruta, embrulhe em folhas de jornal. Para retardar o amadurecimento, compre a <strong>banana<\/strong> em pencas, pois as destacadas ficam maduras mais depressa.\n\nA banana deve ser conservada em lugar fresco e seco, n\u00e3o sendo aconselh\u00e1vel guardar na geladeira, pois ela perde o sabor e se deteriora com maior facilidade.\n\nPara guardar bananas j\u00e1 descascadas, coloque-as dentro de um recipiente que possa ser bem fechado e mantenha em lugar seco e, para evitar que fique escura, pingue algumas gotas de lim\u00e3o.\n<h4>Necessidades da Planta<\/h4>\n<blockquote><strong>Clima: <\/strong>Temperatura em 26\u00baC (15 e 35\u00baC), umidade relativa do ar abaixo de 80%, luminosidade em torno de pouco mais de 2.000 horas\/ano, vento com velocidade abaixo de 40 Km\/hora, e chuvas com m\u00ednimo de 100 mm. mensais (1.200 mm anuais).<strong>\nTerreno: <\/strong>N\u00e3o sujeito a inunda\u00e7\u00e3o, plano a levemente ondulado at\u00e9 encosta, altitude entre 0 e 300 m. (m\u00e1ximo).<strong>\nPlantio: <\/strong>Areno-argilosos ricos em humus, profundos, drenados, pH 6,0-6,5.<\/blockquote>\n<h4>Propaga\u00e7\u00e3o\/ Mudas<\/h4>\nA propaga\u00e7\u00e3o da bananeira, para fins comerciais, d\u00e1-se pela utiliza\u00e7\u00e3o do rizoma (peda\u00e7os de rizoma e rizoma com gemas em diferentes est\u00e1gios de crescimento).\n\nO ideal \u00e9 conseguir-se mudas origin\u00e1rias de viveiros pr\u00f3ximos ao local da futura planta\u00e7\u00e3o.\n\nUma muda ideal para plantio deve passar pelas etapas de sele\u00e7\u00e3o, preparo, tratamento sanit\u00e1rio.\n\n<strong>Sele\u00e7\u00e3o: Bananal<\/strong> selecionado n\u00e3o deve ter nem mistura de variedades nem erva de dif\u00edcil erradica\u00e7\u00e3o (tiririca), nem pragas e doen\u00e7as. <strong>Escolhe-se mudas vigorosas, com formato c\u00f4nico com 60 a 150 cm de altura, com folhas estreitas (chamadas chifre e chifr\u00e3o) ou com folhas largas (adulta):<\/strong> a muda com filho aderido serve para reforma de bananais.\n\n<strong>Preparo: <\/strong>Ainda no local da sele\u00e7\u00e3o retira-se partes necrosadas (escuras, podres), ra\u00edzes e solo aderidos \u00e0 muda. Ap\u00f3s o preparo a muda chifrinho deve pesar de 1 Kg e a Chifr\u00e3o 3 Kg e a muda adulta 3-5 Kg.\n\n<strong>Tratamento Sanit\u00e1rio:<\/strong> \u00c9 a desinfec\u00e7\u00e3o da muda e consiste em mergulhar, por 10 minutos, em calda inseticida\/fungicida\/nematicida as mudas e depois coloca-las em p\u00e9 na sombra. Em local sombreado e pouco \u00famido a muda pode ser armazenada por 8 dias, at\u00e9 o plantio.\n<h4>Plantio<\/h4>\n<strong>Variedades para o plantio: <\/strong>para mercado interno Prata e Ma\u00e7\u00e3, para mercado interno e exporta\u00e7\u00e3o, Nanica (<strong>banana d&#8217;\u00e1gua<\/strong>) e Nanic\u00e3o (<strong>banana casca verde<\/strong>).\n\nAs variedades para consumo no desjejum s\u00e3o Maranh\u00e3o, Terra e D\u0092Angola.\n\nA melhor \u00e9poca para o plantio \u00e9 o in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o chuvosa podendo prolongar-se ao longo dela se houver umidade no solo. Em locais onde as chuvas s\u00e3o peri\u00f3dicas e abundantes (sem encharcamento do solo) ou sob regime de irriga\u00e7\u00e3o planta-se em qualquer \u00e9poca do ano.\n\nSe determinada por recomenda\u00e7\u00f5es de an\u00e1lise de solos, a calagem deve ser efetuada aplicando-se metade da dose antes da ara\u00e7\u00e3o do terreno e a outra antes da 1\u00aa gradagem.\n\n<strong>Espa\u00e7amentos convencionais:<\/strong> para bananeiras com porte alto (Terra, Pacovan, Maranh\u00e3o), usa-se 3m x 3m (1.111 plantas\/hectare); para bananeiras de porte semi-alto (Ma\u00e7\u00e3, D\u0092Angola, Mysore), usa-se 3m x 2m (1.666 plantas\/hectare) e bananeiras de porte baixo ( Nanica, Nanic\u00e3o ), usa-se 2m x 2m ou 2,5m x 2m)2500 e 2000 plantas\/hectare). Em fileiras duplas (Prata) indica-se 4m x 2m x 2m (1.657 plantas\/hectare).\n\nSegundo o tamanho da muda e tipo de terreno as covas devem ter dimens\u00f5es de 30cm x 30cm (mudas com 0,5-1,0 Kg) e 40cm x 40cm (mudas com 1,0 a 1,5 Kg). Se o terreno permitir o sulcamento deve ser feito com 30cm de profundidade. Na abertura da cova separar a terra dos primeiros 10 a 15cm.\n\nA terra de superf\u00edcie deve ser misturada a 10 litros de esterco de curral curtido (5 litros esterco galinha) + 25g de ur\u00e9ia + 400g de superfosfato simples e 70 g de cloreto de pot\u00e1ssio; a mistura \u00e9 colocada no fundo da cova e coberta com 3 dedos de terra aos 30 dias antes do plantio.\n\nNo plantio as mudas chifrinho e chifr\u00e3o devem receber terra at\u00e9 cobrir o rizoma; mudas rizoma ou peda\u00e7o de rizoma ficam com 5cm dele fora da terra. Mudas do mesmo tipo (chifrinho) devem ser plantadas em seq\u00fc\u00eancia depois mudas tipo chifre. Logo ap\u00f3s plantio podar folhas abertas.\n\nO replantio ou substitui\u00e7\u00e3o de mudas mortas ou doentes devem ser feito 30 a 45 dias p\u00f3s-plantio com mudas tipo chifr\u00e3o.\n<h4>Irriga\u00e7\u00e3o<\/h4>\nPara as condi\u00e7\u00f5es do Brasil devem ser aplicados 1.200 a 1.800 mm\/ano (100 a 150 mm\/m\u00eas). O intervalo entre irriga\u00e7\u00f5es (turno de rega) n\u00e3o deve ser maior que 10 dias. Os m\u00e9todos de irriga\u00e7\u00e3o mais comumente usados s\u00e3o por faixas, por sulcos, aspers\u00e3o, micro-aspers\u00e3o, gotejamento. Deve-se observar, tamb\u00e9m, a drenagem do terreno.\n<h4>Tratos Culturais<\/h4>\nEliminar ervas daninhas com capinas ou ro\u00e7agens ou com a\u00e7\u00e3o de herbicidas notadamente nos per\u00edodos de escassez de chuvas; nos 3 primeiros meses, em cultivos superficiais, a grade de discos executa bom trabalho (elimina ervas e quebra crosta no solo). As capinas s\u00e3o realizadas no in\u00edcio e fim das chuvas.\n\nDeve-se eliminar folhas velhas, mortas ou quebradas para aumentar luminosidade, incorporar mat\u00e9ria org\u00e2nica ao solo, prevenir ferimentos nos frutos e efetuar a limpeza da planta.\n\n\u00c9 de bom alvitre eliminar restos florais do cacho ou &#8220;cora\u00e7\u00e3o&#8221; (ap\u00f3s emiss\u00e3o da \u00faltima penca de frutos) a 10-15cm desta. Nas bananeiras de alto porte usar escadas.\n\nEfetuar o desbaste (elimina\u00e7\u00e3o de excesso de &#8220;filhos&#8221;) quando filhos ainda estiverem novos; corta-se o pseudo caule rente ao solo (fac\u00e3o), extrai-se a gema apical com aparelho &#8220;Lurdinha&#8221;. A escolha do filho faz-se aos 6 meses p\u00f3s plantio e outro aos 8 meses.\n\n<strong>A aduba\u00e7\u00e3o em cobertura \u00e9 feita:<\/strong> planta m\u00e3e recebe 75g de ur\u00e9ia e 55g de cloreto de pot\u00e1ssio por vez, planta no in\u00edcio, meio e fim da esta\u00e7\u00e3o chuvosa; os filhotes recebem 90g de ur\u00e9ia, 110g de superfosfato simples e 65g de cloreto de pot\u00e1ssio, por planta\/ vez, no in\u00edcio, meio e fim da esta\u00e7\u00e3o chuvosa.\n<h4>Pragas<\/h4>\n<strong>BROCA-DA-BANANEIRA ou moleque: <\/strong>Cosmopolites sordidus (Cremar, 1824) Cole\u00f3ptera, Curculionidae.\n\nO ataque desse inseto causa queda de produ\u00e7\u00e3o entre 30% e 80%. O adulto e besouro preto com 9 a 14mm de comprimento, com rostro (bico) longo e recurvado; f\u00eameas p\u00f5em ovos em cavidades feitas com aparelho bucal na inser\u00e7\u00e3o da bainha das folhas (base da planta). Lagartas brancas, sem patas, penetram nos rizomas e passam a alimentar-se abrindo galerias. Os sintomas s\u00e3o amarelecimento com secamento de folhas e morte do broto.\n<h4>Controle<\/h4>\nSele\u00e7\u00e3o, preparo, tratamento de mudas, aplica\u00e7\u00e3o de inseticida granulado na cova de plantio, utiliza\u00e7\u00e3o de iscas atrativas envenenadas (pseudocaule e rizoma) tipo &#8220;telha&#8221; ou tipo &#8220;queijo&#8221;, controle biol\u00f3gico (fungos).\n\n<strong>TRA\u00c7A DA BANANEIRA:<\/strong> Opogona sacchari (Bojer, 1856) Lepidoptera, Lyonetidae; ataca todas as partes da bananeira \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de ra\u00edzes e folhas, concentra-se nos frutos. O adulto, pequena mariposa, coloca ovos nas flores, lagartas atacam laterais do fruto, enga\u00e7o, almofadas das pencas, pseudocaule; abrem galerias na polpa dos frutos.\n\n<strong>Controle:<\/strong> Aplica\u00e7\u00e3o de inseticida carbaryl 85M (2 Kg\/ha) de forma preventiva, antes das flores secarem (cachos) com frutos ainda verdes. Pulg\u00e3o, abelha irapu\u00e1, tripes, lagartas desfolhadoras atacam a bananeira.\n<h4>Doen\u00e7as<\/h4>\n<blockquote><strong>SIGATOKA AMARELA:<\/strong> Micosphaerella musicola, Leach. Tamb\u00e9m chamada cercosporiose \u00e9 a doen\u00e7a mais grave da bananeira no pa\u00eds. \u00c9 importante economicamente em regi\u00f5es onde chuvas s\u00e3o freq\u00fcentes e temperatura est\u00e1 em 25\u00baC. Os preju\u00edzos s\u00e3o morte precoce das folhas (enfraquecimento da planta, diminui\u00e7\u00e3o do n.\u00ba de pencas e tamanho dos frutos, matura\u00e7\u00e3o precoce). Os sintomas come\u00e7am com leve descolora\u00e7\u00e3o em forma de ponto entre as nervuras da 2\u00aa e 4\u00aa folha a partir da vela; a descolora\u00e7\u00e3o aumenta formando estria amarela que cresce e forma manchas necr\u00f3ticas el\u00edpticas e alongadas paralelas as nervuras secund\u00e1rias da folha.<strong>\nControle:<\/strong> Variedades resistentes, drenagem do terreno, elimina\u00e7\u00e3o de ervas daninhas, elimina\u00e7\u00e3o de folhas atacadas, aplica\u00e7\u00e3o de calda fungicida (propiconazol ou benomil ou thiabendazol).<\/blockquote>\n<blockquote><strong>MAL-DE-PANAM\u00c1: <\/strong>Fusarium oxysporum f. sp. cubense ou mancha de Fusarium; a doen\u00e7a inclui-se entre problemas sanit\u00e1rios mais s\u00e9rios da bananicultura no mundo. As plantas afetadas exibem externamente, amarelecimento progressivo das folhas mais velhas para as mais novas. O amarelecimento come\u00e7a das bordas foliares at\u00e9 a nervura principal; em seguida as folhas murcham, secam e quebram junto ao pseudocaule. A planta toma forma de guarda-chuva fechado. Internamente (corte transversal do pseudocaule) h\u00e1 descolora\u00e7\u00e3o pardo-avermelhada.<strong>\nControle: <\/strong>Evitar plantio em \u00e1reas com hist\u00f3rico de alta incid\u00eancia da doen\u00e7a, utilizar mudas sadias livres de nemat\u00f3ides, corrigir pH do solo colocando-o perto da neutralidade, preferir solos com bom n\u00edvel de mat\u00e9ria org\u00e2nica, manter boa rela\u00e7\u00e3o entre c\u00e1lcio, magn\u00e9sio e pot\u00e1ssio, na nutri\u00e7\u00e3o da planta. Moko, Sigatoka-negra, nemat\u00f3ides, doen\u00e7as a v\u00edrus s\u00e3o outras mol\u00e9stias da bananeira.<\/blockquote>\n<h4>Colheita<\/h4>\nPara atender ao mercado local colher a fruta &#8220;de vez ou gorda&#8221; (fruto sem quinas); para mercado interno colher quando o fruto atinge estagio &#8220;3\/4 gorda&#8221; (quinas desaparecendo). Para exporta\u00e7\u00e3o quando fruto estiver &#8220;3\/4 magra&#8221; (quinas bem salientes). Nas variedades de porte m\u00e9dio e baixo um oper\u00e1rio segura pela raquis e corta o enga\u00e7o com fac\u00e3o; na variedade de porte alto 2 oper\u00e1rios trabalham cortando parcialmente o pseudocaule e usam forquilha para amortecer queda do cacho. O enga\u00e7o \u00e9 cortado a 30 cm da primeira penca e 10-15 cm da \u00faltima penca. O cacho \u00e9 transportado para galp\u00e3o aberto, ch\u00e3o forrado com folhas da bananeira, procede-se ao despencamento (com esp\u00e1tula de pintor n.\u00ba 10) com l\u00e2mina em U aberto.\n\nPencas s\u00e3o imersas em \u00e1gua + detergente (1.000 l\/ 2l. ) para eliminar a cica (evitar mancha no fruto); nessa opera\u00e7\u00e3o classifica-se as pencas.\n\nEm caixas apropriadas, pencas colocadas verticalmente, com ferida do corte para baixo, transporta-se a <strong>banana<\/strong>. O transporte pode ser feito com bananas empilhadas em caminh\u00e3o (sobre espuma de 2 cm de espessura), em &#8220;ca\u00e7o\u00e1s&#8221; (lombo de animais).\n<h4>Comercializa\u00e7\u00e3o \/ Rendimento<\/h4>\nQualidade \u00e9 fundamental, classifica\u00e7\u00e3o por tamanho \u00e9 importante (facilita a opera\u00e7\u00e3o e valoriza o produto). A matura\u00e7\u00e3o comercial, feita sob condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, deprecia o produto.\n\nVariedades Prata e Ma\u00e7\u00e3 agradam ao gosto do consumidor local; Nanic\u00e3o \u00e9 destinada a exporta\u00e7\u00e3o. A <strong>banana<\/strong> \u00e9 comercializada em feiras livres, em CEASAS, na fonte de produ\u00e7\u00e3o e exportada para outros Estados e para o exterior.\n\nNanica e Nanic\u00e3o rendem 2.000 cachos\/hectare (30 a 40 toneladas) e at\u00e9 60 toneladas\/hectare (sob irriga\u00e7\u00e3o).\n\nPrata e Ma\u00e7\u00e3 podem render 10-15 toneladas\/hectare.\n\n<strong>BIBLIOGRAFIA CONSULTADA<\/strong>\n\nREVISTA SINDIFRUTA &#8211; Ano 2, set\/96 A Cultura da Banana.\nEMBRAPA &#8211; Circular T\u00e9cnica n.\u00ba 6, fev\/86 Bras\u00edlia Instru\u00e7\u00f5es Pr\u00e1ticas para o Cultivo da Banana;\nEDI\u00c7\u00d5ES MELHORAMENTOS Manual de Fruticultura &#8211; 1971 Salim Sim\u00e3o &#8211; S\u00e3o Paulo\nEPABA &#8211; Circular T\u00e9cnica n.\u00ba 9, maio &#8211; 1984 Instru\u00e7\u00f5es Pr\u00e1ticas para o Cultivo de Frutas Tropicais.\nEMBRAPA &#8211; SPI Frupex &#8211; 1997 Banana Para Exporta\u00e7\u00e3o &#8211; Aspectos T\u00e9cnicos da Produ\u00e7\u00e3o Bras\u00edlia &#8211; DF\n\nFonte: www.seagri.ba.gov.br\n<h6>Banana<\/h6>\n<strong>Nome cient\u00edfico: <\/strong>Musa Spp.\n\n<strong>Fam\u00edlia:<\/strong> Musaceae\n\n<strong>Origem: <\/strong>\u00c1sia\n<h4>Caracter\u00edsticas da planta<\/h4>\nPlanta com caule subterr\u00e2neo, horizontal e rico em reservas. A superposi\u00e7\u00e3o da bainha das folhas forma o pseudocaule, cuja colora\u00e7\u00e3o varia de verde-claro a bronzeado a dourado e preto, dependendo da esp\u00e9cie e da forma de cultivar.\n\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 o resultado do desenvolvimento partenoc\u00e1rpico do ov\u00e1rio da flor feminina da infloresc\u00eancia.\n\nSeus frutos s\u00e3o bagas alongadas, com polpa carnosa de colora\u00e7\u00e3o amarelada, vari\u00e1vel de acordo com a variedade.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Banana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/bbanana4.jpg\" alt=\"Banana\" width=\"230\" height=\"202\" \/><strong>\nBanana<\/strong><\/p>\n\n<h4>Caracter\u00edsticas da flor<\/h4>\nAs flores das bananas comest\u00edveis s\u00e3o sempre hermafroditas, verificando-se em algumas a atrofia das anteras (flor feminina) e, em outras, dos ov\u00e1rios (flores masculinas).\n\nEst\u00e3o reunidas em pencas isoladas e protegidas por uma br\u00e1ctea, que \u00e9 sempre caduca. Estas pencas surgem em s\u00e9rie do chamado &#8220;cora\u00e7\u00e3o&#8221; da bananeira; s\u00e3o inicialmente voltadas para baixo e invertendo posteriormente a posi\u00e7\u00e3o. A colora\u00e7\u00e3o das flores identifica o grupo a que pertence a esp\u00e9cie.\n<h4>Melhores variedades<\/h4>\n<strong>Mercado interno:<\/strong> Nanic\u00e3o, nanica, grande &#8211; naine, ma\u00e7\u00e3, prata, branca, ouro, da &#8211; terra, figo vermelho, cinza e s\u00e3o-domingos\n\n<strong>Mercado externo:<\/strong> Nanic\u00e3o.\n\n<strong>\u00c9poca de plantio:<\/strong> Per\u00edodo chuvoso.\n\n<strong>Espa\u00e7amento:<\/strong>\n<blockquote>Nanic\u00e3o, nanica e grande <strong>\nNaine: <\/strong>2 x 2m ou 2 x 2,5m.<strong>\nMudas necess\u00e1rias: <\/strong>2.000 a 2.500\/hectare para nanic\u00e3o, e 1.000 a 1.200, para as outras.<strong>\nCovas:<\/strong> ter\u00e3o 30 x 30 x 30cm ou ent\u00e3o ser\u00e3o feitas com sulcador na profundidade de 30cm.<\/blockquote>\n<strong>Plantio:<\/strong> Colocar pouca terra sobre a muda. Por ocasi\u00e3o da primeira capina, completar o fechada cova ou do sulco.\n\n<strong>Combate \u00e0 eros\u00e3o:<\/strong> Em terreno acidentado, plantar em curvas de n\u00edvel.\n\n<strong>Culturas intercalares:<\/strong> Feij\u00e3o-de-mesa s\u00f3 na forma\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>B\u00e1sica (10 &#8211; 5 &#8211; 20): Aplicar 1kg\/p\u00e9\/ano, em tr\u00eas doses:<\/strong> agosto, dezembro e abril; em solos arenosos: empregar 10 1itros de esterco de curral\/p\u00e9\/ano;\n\n<strong>Calagem:<\/strong> Manter os n\u00edveis de Ca e Mg pr\u00f3ximos de 5meq\/100ml de T.F.S.A.\n\n<strong>Tratos culturais:<\/strong> Ro\u00e7adas, capinas superficiais, herbicidas (misturar 1.000cm3 de Gramoxone com 2kg de Diuron em 1.000 litros de \u00e1gua; por hectare mais espalhante adesivo), elimina\u00e7\u00e3o de folhas velhas, desbastes e drenagem.\n\n<strong>Irriga\u00e7\u00e3o: <\/strong>Por aspers\u00e3o, nas estiagens.\n<h4>Combate \u00e0 mol\u00e9stias e pragas<\/h4>\n<blockquote><strong>Broca: <\/strong>Aplicar sobre a muda, antes do fechamento da cova, 10g de Terracur 5% G; repetir ap\u00f3s seis meses. No <strong>banana<\/strong>l em produ\u00e7\u00e3o, rebaixar o pseudocaule a 20-30cm de altura, logo ap\u00f3s a colheita, e aplicar sobre a superf\u00edcie aparada 5g de Terracur 5% G e cobrir em seguida com restos do pseudocaule.\n\n<strong>Mal-de-sigatoca:<\/strong> Atomizar de outubro a maio &#8220;spray oil&#8221; (6 litros por hectare) com Cercobim ou Benlate (300 gramas por hectare) emulsionados em \u00e1gua (6 litros por hectare) mensalmente.<\/blockquote>\n<strong>\u00c9poca de colheita: <\/strong>O ano todo.\n\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o normal:<\/strong> Nanic\u00e3o &#8211; 1.800 cachos de 25kg cada um\/hectare\/ano.\n\n<strong>Observa\u00e7\u00f5es<\/strong>\n<blockquote>Preferir solos bem drenados, pouco acidentados, livres de geadas, ventos fortes enchentes.\nEvitar culturas intercalares e cultivadores nos <strong>bananais<\/strong> em produ\u00e7\u00e3o. Efetuar reformas peri\u00f3dicas do bananal.<\/blockquote>\nFonte: www.agrov.com\n<h6>Banana<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Banana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/bbanana6.jpg\" alt=\"Banana\" width=\"237\" height=\"191\" \/><strong>\nBanana<\/strong><\/p>\nOrigin\u00e1ria da \u00cdndia, a <strong>banana<\/strong> \u00e9 uma das frutas h\u00e1 mais tempo consumidas pelo homem. Tamb\u00e9m \u00e9 a mais popular de todas, sendo consumida no mundo inteiro.\n\nRica em a\u00e7\u00facares e vitamina C, foi chamada &#8220;o alimento dos s\u00e1bios&#8221;. Suas virtudes nutritivas e terap\u00eauticas s\u00e3o in\u00fameras. A banana tamb\u00e9m favorece a secre\u00e7\u00e3o dos neurotransmissores, sendo um alimento completo e de baixa caloria.\n\nA <strong>banana<\/strong> chegou ao Ocidente trazida por comerciantes \u00e1rabes, que a transportavam como um valioso alimento para ser consumido durante as viagens de suas caravanas, logo depois come\u00e7aram a plant\u00e1-las nas costas do Atl\u00e2ntico.\n\n<strong>Seu cultivo, por\u00e9m, teve in\u00edcio em sua pr\u00f3pria terra de origem:<\/strong> as \u00famidas selvas da \u00cdndia e a pen\u00ednsula da Indochina.\n\n<strong>Foram os \u00e1rabes que lhe deram o nome pelo qual \u00e9 conhecida em quase todos os idiomas:<\/strong> banan significa &#8220;dedo&#8221; em \u00e1rabe. Foram tamb\u00e9m os \u00e1rabes, como agricultores, na \u00e9poca em que ocupavam as Ilhas Can\u00e1rias, que iniciaram as grandes planta\u00e7\u00f5es que fornecem a fruta para grande parte da Europa. Entretanto, esta planta bastante \u00fatil s\u00f3 conquistou o planeta quando o mission\u00e1rio Tom\u00e1s de Berlanga, no in\u00edcio do s\u00e9culo XVI, decidiu levar alguns rizomas da Can\u00e1rias para o Novo Mundo. A partir de ent\u00e3o, extensos <strong>bananais<\/strong> come\u00e7aram a avan\u00e7ar sobre as selvas do Caribe e das regi\u00f5es tropicais da Am\u00e9rica, dando origem a enormes fortunas e criando acirradas disputas entre os comerciantes dessas &#8220;rep\u00fablicas das Bananas&#8221;.\n\nAl\u00e9m de ser uma das frutas mais saborosas, \u00e9 tamb\u00e9m um alimento dos mais completos. J\u00e1 em sua Hist\u00f3ria Nacional, escrita no primeiro s\u00e9culo de nossa era, o romano Pl\u00ednio, o Velho (23 a 79 a.C.), chama-a de &#8220;fruta dos s\u00e1bios&#8221;. Para Pl\u00ednio, contudo, a <strong>banana<\/strong> ainda era um produto ex\u00f3tico, proveniente do Oriente. O naturalista romano desconhecia sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, mais havia observado o efeito ben\u00e9fico que a fruta produzia sobre a atividade mental. Sup\u00f5e-se que, ao longo de sua longa exist\u00eancia, a bananeira foi perdendo a capacidade de se multiplicar por sementes. De acordo com Paulo Cavalcante, este fato \u00e9 ainda outro ind\u00edcio de que o homem aprendeu a cultivar a bananeira h\u00e1 muito tempo atr\u00e1s, &#8220;desde os tempos primordiais da origem da humanidade&#8221;.\n\nHoje, excetuando-se algumas esp\u00e9cies silvestres, a bananeira s\u00f3 pode se multiplicar por processos vegetativos, ou seja, atrav\u00e9s de rebentos nascidos de outras plantas ou mudas. Se o seu processo de propaga\u00e7\u00e3o n\u00e3o for controlado e houver espa\u00e7o, a bananeira pode dar a impress\u00e3o de que caminha de um lado para outro, uma vez que seus rebentos v\u00e3o se distanciando pouco a pouco da matriz.\n\nAssim, caminhando lentamente, desde tempos imemoriais, a <strong>banana<\/strong> vem se espalhando por todas as regi\u00f5es tropicais e subtropicais do globo, sendo, nessas localidades, a fruta mais conhecida e cultivada.\n\nAntes da chegada dos europeus \u00e0 Am\u00e9rica, ao que tudo indica, existiam algumas esp\u00e9cies de bananeiras nativas. Seus frutos, porem, n\u00e3o eram comidos crus, necessitando de preparo ou de cozimento pr\u00e9vio, n\u00e3o constituindo parte principal da dieta das popula\u00e7\u00f5es aut\u00f3ctones. Presume-se que foi apenas a partir do s\u00e9culo XV, portanto, que a <strong>banana<\/strong>, seu cultivo e seus usos foram introduzidos no continente americano.\n\nAtualmente, no Brasil, encontram-se bananas em qualquer parte, destacando-se as regi\u00f5es Nordeste e Sudeste como as maiores produtoras nacionais da fruta.\n\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9, na verdade, o fruto de uma planta que pode ser descrita como uma &#8220;erva gigante&#8221;, como diz Paulo Cavalcante. Esta \u00e9, ali\u00e1s, uma das principais caracter\u00edsticas de todas as Mus\u00e1ceas.\n\nAs flores da bananeira s\u00e3o ex\u00f3ticas, pequenas e envoltas por uma br\u00e1ctea arroxeada, quando jovem, conhecida como &#8220;cora\u00e7\u00e3o da planta&#8221;. Seus frutos, que podem ser apanhados quando ainda completamente verdes, nascem em grandes cachos, de aspecto e forma caracter\u00edsticos, por uma \u00fanica e abundante vez. E as <strong>bananas<\/strong>, fruto das bananeiras, s\u00e3o o que todo mundo j\u00e1 sabe e j\u00e1 provou.\n\nQuando n\u00e3o maduras, as bananas s\u00e3o, em geral, de cor verde.\n\n<strong>Seu sabor \u00e9 adstringente e intrag\u00e1vel:<\/strong> diz-se que quando a banana est\u00e1 verde ela &#8220;pega&#8221; na boca.\n\nIsto porque, antes de sua matura\u00e7\u00e3o, as <strong>bananas <\/strong>se comp\u00f5em, basicamente, de amido e \u00e1gua. Tanto \u00e9 assim que, com a maioria das bananas verdes, pode-se produzir uma farinha extremamente nutritiva, que tem in\u00fameras aplica\u00e7\u00f5es na alimenta\u00e7\u00e3o, desde o preparo de mingaus at\u00e9 biscoitos. Em seu processo de amadurecimento, a maior parte desse amido contido nas bananas transforma-se em a\u00e7\u00facar, glicose e sacarose. E \u00e9 por isso que, de maneira geral, a banana \u00e9 uma das frutas mais doces entre todas as frutas.\n\nBananas, existem muitas. As comest\u00edveis s\u00e3o agrupadas em variedades de acordo com a consist\u00eancia e a colora\u00e7\u00e3o da casca e da polpa. Mas, para cada fun\u00e7\u00e3o ou uso, uma \u00e9 melhor do que a outra, respeitando-se as prefer\u00eancias regionais e pessoais.\n\n<strong>Bananas <\/strong>de mesa s\u00e3o, por exemplo, as variedades ma\u00e7\u00e3, ouro, prata e nanica &#8211; que, na verdade, \u00e9 grande, levando esse nome em virtude da baixa altura da planta em que nasce. Bananas para fritar s\u00e3o as variedades de banana da terra e figo; a nanica, deve ser preparada apenas \u00e0 milanesa porque, do contr\u00e1rio, desmancha-se na fritura. A banana-chips, novidade deliciosa do norte do Brasil, \u00e9 feita com a variedade pacova. Banana para assar \u00e9, tamb\u00e9m, a nanica; no norte do Brasil, a pacova. Banana para cozinhar \u00e9, especialmente, a variedade da terra; e, tamb\u00e9m no norte, a pacova.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Banana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/bbanana7.jpg\" alt=\"Banana\" width=\"251\" height=\"194\" \/><strong>\nBanana<\/strong><\/p>\n<strong>Banana<\/strong> para preparar a passa \u00e9 a prata. <strong>Bananas<\/strong> para compotas s\u00e3o as variedades figo e nanica. Bananas para bananadas, doces de colher e de cortar, s\u00e3o de prefer\u00eancia a prata, mas tamb\u00e9m a nanica. Bananas para farinha s\u00e3o quase todas, quando verdes. Al\u00e9m disso tudo, as bananas entram como ingrediente em uma grande quantidade de pratos salgados t\u00edpicos das culin\u00e1rias regionais brasileras. No Rio de Janeiro e em Pernambuco, o famoso cozido, que entre tantos componentes &#8211; carnes, tub\u00e9rculos, legumes e verduras -inclui as bananas da terra e nanica. Especialidade do sul de Minas Gerais \u00e9 o virado de banana nanica, preparado com farinha de milho e queijo mineiro.\n\n<strong>No litoral norte de S\u00e3o Paulo, o prato principal da culin\u00e1ria cai\u00e7ara chama-se &#8220;azul-marinho&#8221;: <\/strong>postas de peixe cozidas com banana nanica verde sem casca, acompanhado de um pir\u00e3o feito com o caldo do peixe, banana cozida amassada e farinha de mandioca. Na Bahia, embora n\u00e3o levem a banana propriamente, podem ser inclu\u00eddos o abar\u00e1, o aca\u00e7\u00e1 e a moqueca de folha, uma vez que cozidos na folha da bananeira.\n\nDigno de nota \u00e9 tamb\u00e9m a aguardente feita de <strong>banana<\/strong>, um destilado de sabor exclusivo e delicado, especialidade de comunidades cai\u00e7aras.\n\n<strong>A banana est\u00e1, tamb\u00e9m e de forma marcante, presente nas refei\u00e7\u00f5es caseiras e nos &#8220;pratos feitos&#8221; servidos em bares e restaurantes, Brasil afora:<\/strong> alimentando diariamente boa parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira, a banana nanica ou prata &#8211; \u00e9 comumente servida crua para ser misturada ao arroz-e-feij\u00e3o e a tudo mais que houver para comer.\n\n<strong>Considerada, por muitos, a fruta perfeita, a banana \u00e9 fruta de muitas qualidades:<\/strong> amadurece aos poucos, fora do p\u00e9, facilitando a colheita, o transporte e o aproveitamento; \u00e9 f\u00e1cil de mastigar, nem muito dura, nem muito mole; n\u00e3o d\u00e1 trabalho para descascar; \u00e9 f\u00e1cil de comer e n\u00e3o suja as m\u00e3os com sucos e caldos; tem um gosto bom, nem doce demais, nem azada; n\u00e3o \u00e9 enjoativa ou indigesta; \u00e9 altamente nutritiva, bastando umas poucas para matar a fome; \u00e9 totalmente aproveit\u00e1vel e sem caro\u00e7os; n\u00e3o tem espinhos, nem fiapos e nem bichos; nasce em todo tipo de solo e pode ser encontrada durante o ano inteiro.\n\n<strong>O elogio \u00e0 banana n\u00e3o tem fim: <\/strong>Camara Cascudo, por exemplo, afirma que ela tem ainda mais uma utilidade, desta vez para a ci\u00eancia antropol\u00f3gica. Sendo planta cuja propaga\u00e7\u00e3o se d\u00e1, por excel\u00eancia, atrav\u00e9s do cultivo, a exist\u00eancia ou n\u00e3o de bananas na dieta alimentar de um grupo ind\u00edgena ou comunidade seriam, para ele, indicadores seguros de seu grau de isolamento. E cita como exemplo o viajante ge\u00f3grafo Karl von den Steinen, que, quando esteve na \u00e1rea xinguana no final do s\u00e9culo passado, espantou-se ao descobrir que as popula\u00e7\u00f5es que ali viviam n\u00e3o conheciam uma das melhores e mais lindas frutas do Brasil.\n\n<strong>Dizia ele, sobre a cultura daqueles povos:<\/strong> &#8220;N\u00e3o h\u00e1 metais, nem c\u00e3es, nem bebidas embriagadoras, nem bananas! Eis a verdadeira idade da pedra&#8230;&#8221;\n<h4>Quando e como se deve consumir a banana ?<\/h4>\n<strong>ESVERDEADAS: <\/strong>As bananas, ainda esverdeadas, s\u00e3o as melhores para cozinhar e flambar.\n\n<strong>AMARELADAS:<\/strong> Quando est\u00e3o completamente amarelas s\u00e3o ideais para comer &#8220;in natura&#8221;, em fatias com cereais frios ou ainda em salada de frutas;\n\n<strong>PINTAS MARRONS: <\/strong>As pintas marrons indicam que elas est\u00e3o com o m\u00e1ximo de do\u00e7ura. S\u00e3o primorosas tamb\u00e9m para bolos, tortas e doces.\n<h4>Como controlar o amadurecimento da banana ?<\/h4>\n<strong>Amadurecimento R\u00e1pido<\/strong>\n\nSe voc\u00ea quiser que as bananas tenham um amadurecimento mais r\u00e1pido, coloque-as num saco de papel pardo junto com uma ma\u00e7\u00e3 ou um tomate, durante toda a noite.\n\nAs duas frutas trabalhar\u00e3o conjuntamente apresando o amadurecimento uma da outra.\n\n<strong>Suspens\u00e3o do Amadurecimento: <\/strong>\n\nQuando suas bananas j\u00e1 estiverem com a cor que voc\u00ea deseja para consumo, mas n\u00e3o deseja us\u00e1-las imediatamente, armazene-as em seu refrigerador. A pele ficar\u00e1 mais escura, mas a <strong>banana<\/strong>, no seu interior, permanecer\u00e1 fresca por duas semanas.\n\n<strong>Em Fase de Consumo:<\/strong>\n\nArmazene as <strong>bananas<\/strong> na temperatura ambiente, onde possam estar a m\u00e3o para serem consumidas como uma refei\u00e7\u00e3o leve.\n\nPela sua riqueza em pot\u00e1ssio \u00e9 recomend\u00e1vel comer no m\u00ednimo duas <strong>bananas<\/strong> &#8220;in natura&#8221; por dia. Trata-se de um alimento fundamental para o desenvolvimento muscular do organismo humano.\n\n<strong>Voc\u00ea sabia que&#8230; <\/strong>\n\nA<strong> banana<\/strong> \u00e9 um excelente &#8220;combust\u00edvel&#8221; para os esportistas. Isto deve-se ao fato de essa fonte natural de energia (ao contr\u00e1rio do a\u00e7\u00facar refinado, outra contribui\u00e7\u00e3o dos \u00e1rabes para a dieta ocidental) conter, em propor\u00e7\u00f5es quase ideais, diversos carboidratos cuja combina\u00e7\u00e3o tem a propriedade de produzir gradualmente seus efeitos ben\u00e9ficos.\n\nPrimeiramente a glicose passa quase que imediatamente a corrente sang\u00fc\u00ednea para em seguida ser queimada. Por sua vez, a frutose s\u00f3 se decomp\u00f5e duas horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o. E, por \u00faltimo, o amido \u00e9 absorvido pelo organismo de forma mais lenta, o que explica a sensa\u00e7\u00e3o da saciedade prolongada que a <strong>banana<\/strong> produz.\n\n<strong>Por outro lado, trata-se de um alimento de baixa caloria:<\/strong> cem gramas dessa fruta somente 96 calorias. Sua porcentagem de gordura n\u00e3o ultrapassa 0,2% (a carne bovina tem 2,87%). Das centenas de variedades cultivadas nos tr\u00f3picos, os pa\u00edses produtores s\u00f3 exportam as que podem ser ingeridas em seu estado natural. Al\u00e9m dessas, h\u00e1 bananas de outros tipos, consumidas apenas nas regi\u00f5es de plantio.\n\nA banana \u00e9 uma forma ideal para se levar \u00e0s regi\u00f5es mais frias e temperadas a energia e as vitaminas dos tr\u00f3picos. As frutas s\u00e3o colhidas verdes e transportadas em navios ou avi\u00f5es frigor\u00edficos, o que adia a sua matura\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s o desembarque, a matura\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em c\u00e2maras especiais, de acordo com o pr\u00f3prio consumo local. Como em suas regi\u00f5es de origem, a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 feita durante todo o ano, sem o inconveniente de vegetais e frutas sazonais, s\u00f3 dispon\u00edveis em determinadas \u00e9pocas do ano.\n\nA fruta verde cont\u00e9m uma f\u00e9cula dura, s\u00f3 diger\u00edvel com o cozimento. Contudo com o oxig\u00eanio e a temperatura das c\u00e2maras de matura\u00e7\u00e3o, essa f\u00e9cula transforma-se em a\u00e7\u00facar, a polpa se torna macia e a casca adquire sua caracter\u00edstica cor dourada.\n\nA <strong>banana<\/strong> n\u00e3o cont\u00e9m somente uma grande porcentagem de vitamina E, o seu componente mais conhecido. A presen\u00e7a da vitamina C tamb\u00e9m \u00e9 elevada.\n\nDestaca-se ainda, por conter vitaminas energ\u00e9ticas e as vitaminas do grupo B, cujo consumo \u00e9 importante principalmente para o sistema nervoso. Junto com elas, atua o \u00e1cido f\u00f3lico, subst\u00e2ncia vital metabolismo e a forma\u00e7\u00e3o de gl\u00f3bulos vermelhos. Al\u00e9m disso, o \u00e1cido f\u00f3lico serve de agente protetor contra o c\u00e2ncer uterino.\n\nAs mulheres gr\u00e1vidas e, principalmente as mulheres que utilizam regularmente subst\u00e2ncias contraceptivas costumam apresentar d\u00e9ficit na taxa de \u00e1cido f\u00f3lico, sendo, portanto, aconselh\u00e1vel o consumo habitual de bananas.\n\nA <strong>banana<\/strong> al\u00e9m de oferecer uma consider\u00e1vel cota de energia e vitaminas, tamb\u00e9m \u00e9 rica em minerais (ferro, cobre, fl\u00faor, c\u00e1lcio, f\u00f3sforo), \u00fateis para complementar as mon\u00f3tonas dietas compostas praticamente de prote\u00ednas e carboidratos. Seu equil\u00edbrio energ\u00e9tico, vitam\u00ednico e mineral permite recomendar seu consumo imediatamente ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o de qualquer esfor\u00e7o f\u00edsico intenso.\n\nO pot\u00e1ssio, elemento abundante na <strong>banana<\/strong>, cumpre o papel de manter o equil\u00edbrio hidroel\u00e9trico do organismo. Al\u00e9m disso, fixa os \u00e1cidos estomacais e atua como protetor contra o estresse do est\u00f4mago. O magn\u00e9sio, tamb\u00e9m presente em elevadas porcentagens, \u00e9 parte essencial da mol\u00e9cula de diversos reguladores metab\u00f3licos, mais conhecidos como enzimas. Quando ao desempenhar esfor\u00e7os intensos, os m\u00fasculos sofrem falta de magn\u00e9sio, surgem c\u00e3ibras paralisantes. Para evit\u00e1-las os esportistas recorrem \u00e0 banana.\n<h4>Informa\u00e7\u00e3o Nutricional<\/h4>\n<table border=\"0\" width=\"40%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"img\" colspan=\"2\" align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>1 banana de 130 gr<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Calorias<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">120 Kcal<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Carboidratos<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">28 gr<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Prote\u00ednas<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1 gr<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Gordura<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1 gr<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Pot\u00e1ssio<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">370 mg<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Vitamina C<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">20 mg<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Ferro<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1,6 mg<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>S\u00f3dio<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0 mg<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4>Banana nanica crua<\/h4>\n<strong>TACO &#8211; Tabela Brasileira de Composi\u00e7\u00e3o de Alimentos<\/strong>\n<table id=\"customers\" border=\"0\" width=\"228\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<th colspan=\"2\"><\/th>\n<th class=\"centro\">% VD*<\/th>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Valor energ\u00e9tico<\/strong><\/td>\n<td>91.5kcal = 384kj<\/td>\n<td class=\"centro\">5%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Carboidratos<\/strong><\/td>\n<td>23,9g<\/td>\n<td class=\"centro\">8%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Prote\u00ednas<\/strong><\/td>\n<td>1,4g<\/td>\n<td class=\"centro\">2%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Fibra alimentar<\/strong><\/td>\n<td>2,0g<\/td>\n<td class=\"centro\">8%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Fibras sol\u00faveis<\/strong><\/td>\n<td>0,1g<\/td>\n<td class=\"centro\">&#8211;<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>C\u00e1lcio<\/strong><\/td>\n<td>3,4mg<\/td>\n<td class=\"centro\">0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Vitamina C<\/strong><\/td>\n<td>5,9mg<\/td>\n<td class=\"centro\">13%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Piridoxina B6<\/strong><\/td>\n<td>0,1mg<\/td>\n<td class=\"centro\">8%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>F\u00f3sforo<\/strong><\/td>\n<td>26,7mg<\/td>\n<td class=\"centro\">4%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Mangan\u00eas<\/strong><\/td>\n<td>0,1mg<\/td>\n<td class=\"centro\">4%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Magn\u00e9sio<\/strong><\/td>\n<td>27,8mg<\/td>\n<td class=\"centro\">11%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Lip\u00eddios<\/strong><\/td>\n<td>0,1g<\/td>\n<td class=\"centro\">&#8211;<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Ferro<\/strong><\/td>\n<td>0,4mg<\/td>\n<td class=\"centro\">3%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Pot\u00e1ssio<\/strong><\/td>\n<td>376,5mg<\/td>\n<td class=\"centro\">&#8211;<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Cobre<\/strong><\/td>\n<td>0,1ug<\/td>\n<td class=\"centro\">0%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Zinco<\/strong><\/td>\n<td>0,2mg<\/td>\n<td class=\"centro\">3%<\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td><strong>Riboflavina B2<\/strong><\/td>\n<td>0,0mg<\/td>\n<td class=\"centro\">0%<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\nFonte: www.favaecia.com.br\n<h6>Banana<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Banana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/bbanana1.jpg\" alt=\"Banana\" width=\"260\" height=\"215\" \/><strong>\nBanana<\/strong><\/p>\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 fruta de consumo universal, comercializada por d\u00fazia, por quilo e at\u00e9 mesmo por unidade. \u00c9 rica em carboidratos e pot\u00e1ssio, m\u00e9dio teor em a\u00e7\u00facares e vitamina A, e baixo em prote\u00ednas e vitaminas B e C.\n\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 apreciada por pessoas de todas as classes e de qualquer idade, que a consomem in natura, frita, assada, cozida, em calda, em passas, doces caseiros ou em produtos industrializados.\n\nA fruta verde \u00e9 usada in natura com grande sucesso na desidrata\u00e7\u00e3o infantil, depois de bem homogeneizada no liquidificador; seu tanino, revestindo as paredes intestinais e do tubo digestivo, evita, por a\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, que as c\u00e9lulas do \u00f3rg\u00e3o continuem se desidratando.\n\nNo meio rural \u00e9 utilizada, ainda verde, como alimento de animais, depois de cozida, para eliminar o efeito do tanino nos intestinos.\n\nDentre os processos industriais de aproveitamento industrial da <strong>banana<\/strong>, a produ\u00e7\u00e3o de banana passa \u00e9 um dos mais indicados, uma vez que requer um baixo investimento inicial, com perspectiva de lucratividade compat\u00edvel com o investimento e, com um mercado que permite a absor\u00e7\u00e3o de um volume muito maior do produto, em rela\u00e7\u00e3o da oferta.\n\nEmbora haja potencial para a sua expans\u00e3o gradual, o mercado interno de <strong>banana<\/strong>-passa tem-se mantido quase inalterado nos \u00faltimos anos (em torno de 500ton\/ano) enquanto o mercado de exporta\u00e7\u00e3o permanece praticamente inexplorado pelo Brasil.\n<h4>Origem da banana<\/h4>\nA palavra <strong>banana<\/strong> \u00e9 origin\u00e1ria das l\u00ednguas serra-leonesa e liberiana (costa ocidental da \u00c1frica), a qual foi simplesmente incorporada pelos portugueses \u00e0 sua l\u00edngua.\n\nN\u00e3o se pode indicar com exatid\u00e3o a origem da bananeira, pois ela se perde na mitologia grega e indiana. Atualmente admite-se que seja oriunda do Oriente, do sul da China ou da Indochina. H\u00e1 refer\u00eancias da sua presen\u00e7a na \u00cdndia, na Mal\u00e1sia e nas Filipinas, onde tem sido cultivada h\u00e1 mais de 4.000 anos. A hist\u00f3ria registra a antig\u00fcidade da cultura.\n\nAs sementes das bananeiras primitivas, que eram f\u00e9rteis, teriam tido 2 cm. Atualmente, em geral s\u00e3o est\u00e9reis e se apresentam como pequenos pontos escuros localizados no eixo central da fruta.\n\nSegundo Moreira (1999), as bananeiras existem no Brasil desde antes do seu descobrimento. Quando Cabral aqui chegou, encontrou os ind\u00edgenas comendo in natura <strong>bananas<\/strong> de um cultivar muito digestivo que se sup\u00f5e tratar-se do \u0091Branca\u0092 e outro, rico em amido, que precisava ser cozido antes do consumo, chamado de \u0091Pacoba\u0092 que deve ser o cultivar Pacova. A palavra pacoba, em guarani, significa banana. Com o decorrer do tempo, verificou-se que o \u0091Branca\u0092 predominava na regi\u00e3o litor\u00e2nea e o \u0091Pacova\u0092, na Amaz\u00f4nica.\n<h4>Caracter\u00edsticas Bot\u00e2nicas<\/h4>\n<strong>As bananeiras produtoras de frutos comest\u00edveis foram classificadas, pela primeira vez, por Linneu, que as agrupou no g\u00eanero Musa com as esp\u00e9cies:<\/strong> Musa cavendishii, Musa sapientum, Musa paradisiaca e Musa corniculata.\n\nEssa classifica\u00e7\u00e3o foi abandonada porque, dado seu empirismo, n\u00e3o seria poss\u00edvel incluir todos os cultivares hoje conhecidos, sem provocar grandes conflitos dentro da mesma esp\u00e9cie.\n\n<strong>Atualmente, segundo Simmonds (1973), as bananeiras produtoras de frutos comest\u00edveis s\u00e3o classificadas como plantas da:<\/strong>\n<blockquote><strong>Classe: <\/strong>Monocotyledonea<strong>\nOrdem:<\/strong> Scitaminea<strong>\nFam\u00edlia:<\/strong> Musaceae<strong>\nSubfam\u00edlia:<\/strong> Musoideae<strong>\nG\u00eanero:<\/strong> Musa<strong>\nSubg\u00eanero (ou se\u00e7\u00e3o): <\/strong>Eumusa<strong>\nEsp\u00e9cies comest\u00edveis: <\/strong>Musa acuminata Colla e Musa balbisiana Colla<\/blockquote>\n<h4>Descri\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica<\/h4>\nA <strong>bananeira<\/strong>, planta t\u00edpica das regi\u00f5es tropicais \u00famidas, \u00e9 um vegetal herb\u00e1ceo completo, pois apresenta raiz, tronco, folhas, flores, frutos e sementes. O tronco \u00e9 representado pelo rizoma e o conjunto de bainhas das folhas de pseudocaule. Entretanto, no linguajar popular este \u00e9 chamado de tronco da bananeira.\n\nA multiplica\u00e7\u00e3o da bananeira se processa, naturalmente no campo, por via vegetativa, pela emiss\u00e3o de novos rebentos. Entretanto, o seu plantio tamb\u00e9m pode ser feito por meio de sementes, processo este usado mais freq\u00fcentemente quando se pretende fazer a cria\u00e7\u00e3o de novas variedades ou h\u00edbridos.\n\nSegundo Alves (1999), a bananeira, como todas as plantas, tem um ciclo de vida definido. Sua fase de gesta\u00e7\u00e3o come\u00e7a com a gera\u00e7\u00e3o de um broto-rebento em outra bananeira, mas como nos animais, o in\u00edcio da contagem de sua vida somente se faz com seu aparecimento ao n\u00edvel do solo. Com seu crescimento, h\u00e1 a forma\u00e7\u00e3o de uma bananeira que ir\u00e1 produzir um cacho, cujas frutas se desenvolvem, amadurecem e caem, verificando-se em seguida o secamento de todas as suas folhas, quando se diz que a planta morreu.\n\nComo esse processo \u00e9 cont\u00ednuo e extremamente din\u00e2mico, uma bananeira adulta apresenta sempre ao seu redor, em condi\u00e7\u00f5es naturais, outras bananeiras em diversos est\u00e1dios de desenvolvimento. Esse conjunto de bananeiras interligadas, com diferentes idades, oriundas de uma \u00fanica planta e crescendo desordenadamente, denomina-se touceira.\n\nBotanicamente, as touceiras de bananeiras s\u00e3o formadas por rebentos que constituem a primeira, segunda, terceira, etc., gera\u00e7\u00f5es da muda original e que popularmente recebem as denomina\u00e7\u00f5es de &#8220;m\u00e3e&#8221;, &#8220;filho&#8221;, &#8220;neto&#8221;, etc.\n\n<strong>M\u00e3e: <\/strong>\u00c9 a planta mais velha da touceira, que pode estar na fase vegetativa ou ter lan\u00e7ado sua infloresc\u00eancia ou j\u00e1 estar ou n\u00e3o com o cacho completamente formado, o qual poder\u00e1 estar ou n\u00e3o no ponto de colheita. Ela perde a denomina\u00e7\u00e3o de &#8220;m\u00e3e&#8221; ap\u00f3s a colheita. A &#8220;m\u00e3e&#8221; \u00e9 sempre uma s\u00f3, salvo no caso da ocorr\u00eancia da dicotomia.\n\n<strong>Filho: <\/strong>\u00c9 todo e qualquer rebento origin\u00e1rio do intumescimento de uma gema vegetativa seguido de seu posterior desenvolvimento (gema lateral de brota\u00e7\u00e3o, que ser\u00e1 uma &#8220;olhadura&#8221;), localizada no rizoma da planta &#8220;m\u00e3e&#8221;.\n\n<strong>Neto:<\/strong> \u00c9 todo e qualquer rebento origin\u00e1rio de um &#8220;filho&#8221;.\n\n<strong>Irm\u00e3o: <\/strong>\u00c9 todo rebento que se forma devido ao desenvolvimento de outra &#8220;olhadura&#8221; de um mesmo rizoma. Isso quase sempre ocorre mais de uma vez, o que d\u00e1 origem a uma irmandade, cujo n\u00famero \u00e9 bastante vari\u00e1vel.\n\n<strong>Fam\u00edlia<\/strong>\n\n\u00c9 um conjunto de rizomas interligados e descendentes, representados pela &#8220;m\u00e3e&#8221;, um &#8220;filho&#8221; e um &#8220;neto&#8221;, onde todos os demais rebentos (&#8220;filhos&#8221; e &#8220;netos&#8221;) foram eliminados.\n\nA &#8220;m\u00e3e&#8221; pode ter v\u00e1rios &#8220;filhos&#8221;, que ser\u00e3o &#8220;irm\u00e3os&#8221; entre si e cada um destes, por sua vez, pode tamb\u00e9m emitir seus &#8220;filhos&#8221;, os quais ser\u00e3o os &#8220;netos&#8221; da &#8220;m\u00e3e&#8221; original. Na touceira que se forma naturalmente portanto, sem que se tenha feito nenhum desbaste, \u00e9 poss\u00edvel com o tempo, individualizar-se duas, tr\u00eas, quatro ou mais fam\u00edlias, desenvolvendo-se ao mesmo tempo\n\nAp\u00f3s a colheita da planta &#8220;m\u00e3e&#8221;, a planta &#8220;filho&#8221; assume a posi\u00e7\u00e3o desta e a planta &#8220;neto&#8221;, por sua vez, assume a posi\u00e7\u00e3o de planta &#8220;filho&#8221;, e assim sucessivamente.\n<h4>Classifica\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 Utiliza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<strong>Segundo o destino que a banana vai ter, pode-se classificar as bananeiras mais cultivadas em cinco grupos:<\/strong>\n<blockquote><strong>A. Banana destinada \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o e mercado interno: <\/strong>\u0091Ba\u00e9\u0092, \u0091Bout-round\u0092, \u0091Caturr\u00e3o\u0092, \u0091Grande Naine\u0092, \u0091Gros Michel\u0092, \u0091Jangada\u0092, \u0091Johnson\u0092, \u0091Lacatan\u0092, \u0091Monte Cristo\u0092, \u0091Nanica\u0092, \u0091Nanic\u00e3o\u0092, \u0091Pseudocaule roxo\u0092, \u0091Piru\u00e1\u0092, \u0091Robusta\u0092, \u0091Valery\u0092 e \u0091Williams\u0092.<strong>\nB. Banana de mesa para consumo interno: <\/strong>\u0091Ba\u00e9\u0092, \u0091Bout-round\u0092, \u0091Branca\u0092, \u0091Canela\u0092, \u0091Caru roxa\u0092, \u0091Caru verde\u0092, \u0091Caturr\u00e3o\u0092, \u0091Colatina ouro\u0092, \u0091Congo\u0092, \u0091Enxerto\u0092, \u0091Figo cinza\u0092, \u0091Figo cinza escura\u0092, \u0091Figo vermelha\u0092, \u0091Figo vermelha rachada\u0092, \u0091Giant Fig\u0092, \u0091Grande Naine\u0092, \u0091Jangada\u0092, \u0091Johnson\u0092, \u0091Lacatan\u0092, \u0091Leite\u0092, \u0091Ma\u00e7\u00e3\u0092, \u0091Miomba\u0092, \u0091Monte Cristo\u0092, \u0091Mysore\u0092, \u0091Nanica\u0092, \u0091N\u00f3brega\u0092, \u0091Ouro\u0092, \u0091Ouro da mata\u0092, \u0091Ouro mel\u0092, \u0091Pach\u00e1 naadan\u0092, \u0091Pacovan\u0092, \u0091Padath\u0092, \u0091P\u00e3o\u0092, \u0091Piru\u00e1\u0092, \u0091Platina\u0092, \u0091Prata\u0092, \u0091Prata ponta aparada\u0092, \u0091Prata Santa Maria\u0092, \u0091Prata e Zul\u00fa\u0092. <strong>\nC. Banana para fritar, conhecidas como banana da terra e na l\u00edngua espanhola como &#8220;pl\u00e1tano&#8221;: <\/strong>\u0091Angola\u0092, \u0091Carnaval\u0092, \u0091D&#8217;Angola\u0092, \u0091Figo cinza\u0092, \u0091Figo cinza-escura\u0092, \u0091Figo vermelha rachada\u0092, \u0091Maranh\u00e3o branca\u0092, \u0091Maranh\u00e3o caturra\u0092, \u0091Maranh\u00e3o vermelha\u0092, \u0091Mongol\u00f4\u0092, \u0091Mucoc\u00f4\u0092, \u0091Ouro\u0092 (quando verde), \u0091P\u00e3o\u0092, \u0091Pacova\u0092, \u0091Pacov\u00ed\u0092, \u0091Pacova\u00e7u\u0092, \u0091Sambur\u00e1\u0092, \u0091Terra\u0092, \u0091Terra caturra\u0092 e \u0091Terrinha\u0092.<strong>\nD. Banana para compota: <\/strong>\u0091Nanica\u0092 e todos os cultivares do subgrupo Cavendish, \u0091Ouro\u0092, \u0091Pacovan\u0092, \u0091Prata Zul\u00fa\u0092, \u0091S\u00e3o Domingos\u0092, \u0091Terra\u0092 e todos os cultivares do subgrupo Plantain.<strong>\nE. Banana para passas: <\/strong>\u0091Branca\u0092, \u0091Enxerto\u0092, \u0091Nanica\u0092 e todos os cultivares do subgrupo Cavendish.<\/blockquote>\n<h4>Utiliza\u00e7\u00e3o da Banana<\/h4>\nA <strong>banana<\/strong> tem sido tradicionalmente consumida como fruta fresca em mesas das mais diferentes classes sociais, quer como sobremesa ou mesmo como complemento da alimenta\u00e7\u00e3o.\n\nO tanino que ela possui quando ainda verde, possibilita seu uso sem restri\u00e7\u00f5es, como controlador das diarr\u00e9ias em crian\u00e7as ou adultos, principalmente quando se utiliza o cultivar Ma\u00e7\u00e3, quando ainda &#8220;verdolengas&#8221;.\n\nNo meio rural, a cica da <strong>banana<\/strong> tem sido aplicada como anti-s\u00e9ptico, nos ferimentos feitos a faca, dada a sua capacidade de estancar hemorragias. Na farmacologia caseira, seu uso \u00e9 citado constantemente como auxiliar no tratamento das vias respirat\u00f3rias, principalmente contra asma, tuberculose, pneumonia e tamb\u00e9m, hepatite.\n\n<strong>A banana permite a elabora\u00e7\u00e3o de alguns produtos industrializados ou na culin\u00e1ria dom\u00e9stica, tais como:<\/strong>\n<blockquote><strong>a) pur\u00ea: <\/strong>Concentrado de polpa de <strong>banana<\/strong>, que pode ser apresentado para consumo sob as formas congelada, acidificada ou enlatada assepticamente\n\n<strong>ALIMENTO INFANTIL \u00c0 BASE DE MA\u00c7\u00c3 E BANANA<\/strong>\n\nAlimentos infantis \u00e0 base de frutas, tamb\u00e9m denominados pur\u00ea de frutas ou sobremesa de frutas, caracterizam-se por serem alimentos preparados comercialmente para beb\u00eas, apresentando, acima de tudo, elevado aporte nutricional de sais minerais e vitaminas e grande aceita\u00e7\u00e3o no mercado varejista.\n\nAl\u00e9m disso, comercialmente, os alimentos infantis apresentam intensa tend\u00eancia \u00e0 expans\u00e3o, visto a grande praticidade de utiliza\u00e7\u00e3o do mesmo, bem como, a possibilidade de inser\u00e7\u00e3o de alimentos, na dieta do beb\u00ea, que, na maioria das vezes, s\u00e3o rejeitados quando in natura, complementando suas necessidades nutricionais e garantindo, assim, taxas de crescimento adequadas, reposi\u00e7\u00e3o de energia gasta em atividades, necessidades metab\u00f3licas basais e intera\u00e7\u00e3o dos nutrientes consumidos.\n\nO conte\u00fado dessa p\u00e1gina refere-se a alimento infantil a base de ma\u00e7\u00e3 e <strong>banana<\/strong>.\n\nContinue conosco e descubra um pouco mais desse importante alimento t\u00e3o difundido na dieta alimentar de nossas crian\u00e7as.\n\n<strong>b)<\/strong> flocos de banana verde (banana ships)<strong>\nc) <\/strong>banana em p\u00f3 liofilizada<strong>\nd)<\/strong> banana desidratada (passa)\n\n<strong>Banana-Passa<\/strong>\n\nPara a produ\u00e7\u00e3o de <strong>banana-passa<\/strong>, normalmente empregam-se os cultivares de banana conhecidos como nanica, nanic\u00e3o, ouro e prata. A prefer\u00eancia por esses cultivares pode ser atribu\u00edda a fatores relacionados \u00e0 qualidade da mat\u00e9ria-prima em rela\u00e7\u00e3o ao produto final e a fatores econ\u00f4micos. Essas cultivares apresentam maiores teores de a\u00e7\u00facares, s\u00e3o mais arom\u00e1ticas e quando processadas no est\u00e1gio de matura\u00e7\u00e3o correto, n\u00e3o conferem sabor adstringente ao produto final.\n\nAs <strong>bananas<\/strong> que possuem variedades apropriadas para a fabrica\u00e7\u00e3o do produto banana-passa devem ser colhidas em per\u00edodo de matura\u00e7\u00e3o adequado, despencadas, lavadas com \u00e1gua clorada, descascadas e selecionadas para descartar os frutos amassados ou manchados. Em seguida, s\u00e3o submetidas a tratamentos pr\u00e9-lavagem utilizando-se para isso anidrido sulfuroso (SO2) de maneira a preservar sua cor natural. Ent\u00e3o, ela passa por um processo de secagem em secador dotado de circula\u00e7\u00e3o for\u00e7ada de ar quente, ap\u00f3s elas s\u00e3o acondicionadas por um per\u00edodo de 10 a 15 dias para posteriormente serem embaladas.\n\nPor ser um produto natural, a <strong>banana-passa <\/strong>desperta um grande interesse pelos consumidores. \u00c9 um produto comercializado h\u00e1 anos no mercado internacional e em quantidades que podem ser consideradas limitadas. Alguns dos fatores que t\u00eam dificultado a expans\u00e3o do mercado interno pode-se citar a falta de h\u00e1bito de consumo, mercado indefinido quanto \u00e0s exig\u00eancias do consumidor, falta de uniformidade e padr\u00e3o de qualidade para os produtos hoje comercializados e, pouca diversifica\u00e7\u00e3o do produto visando sua utiliza\u00e7\u00e3o industrial, como ingrediente, na fabrica\u00e7\u00e3o de outros produtos aliment\u00edcios.\n\n<strong>e)<\/strong> bananada<strong>\nf) <\/strong>banana em calda<strong>\ng)<\/strong> gel\u00e9ias<strong>\nh) <\/strong>bananas com merengue<strong>\ni) <\/strong>sufl\u00ea de banana<strong>\nj) <\/strong>bolo de banana<strong>\nk) <\/strong>torta de banana<strong>\nl)<\/strong> sorvete de banana ao rum<\/blockquote>\nAs bananas do subgrupo Prata n\u00e3o t\u00eam sido utilizadas para a produ\u00e7\u00e3o de <strong>banana<\/strong> desidratada e tamb\u00e9m para o pur\u00ea devido seu elevado teor de \u00e1gua.\n\nEntretanto, a banana \u0091Branca\u0092 \u00e9 muito usada junto com as do subgrupo Cavendish, para melhorar a textura e tamb\u00e9m o ponto de corte das bananadas.\n\n<strong>Da bananeira, dos restos do cacho e da casca da banana podem ser obtidos os seguintes produtos:<\/strong>\n<blockquote><strong>a) <\/strong>&#8220;palmito&#8221; em salmoura<strong>\nb) <\/strong>torta doce de casca de banana<strong>\nc) <\/strong>torta doce de enga\u00e7o<strong>\nd)<\/strong> torta doce do &#8220;cora\u00e7\u00e3o&#8221;<\/blockquote>\nOs restos das <strong>bananas<\/strong> e dos cachos descartados t\u00eam sido usados na alimenta\u00e7\u00e3o de bovinos, eq\u00fcinos, su\u00ednos, etc., com excelentes resultados.Em algumas regi\u00f5es do Nordeste, as folhas mais velhas das bananeiras, por\u00e9m, ainda vivas, s\u00e3o cortadas e dadas aos animais.\n\nOs restos de pseudocaule, ainda verdes, t\u00eam sido usados como cama, para produ\u00e7\u00e3o de esterco animal ou ainda, como complemento de ra\u00e7\u00e3o para os ruminantes.\n<h4>Composi\u00e7\u00e3o centesimal<\/h4>\n<strong>A composi\u00e7\u00e3o centesimal da banana, com rela\u00e7\u00e3o aos seus principais constituintes, encontra-se na tabela nutricional a seguir:<\/strong>\n<table border=\"0\" width=\"60%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"33%\"><strong>Constituinte<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"33%\"><strong>M\u00e9dia (g\/100g)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"34%\"><strong>Varia\u00e7\u00e3o (g\/100g)<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">Umidade<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">73,90<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"34%\">70,70 &#8211; 76,50<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">Prote\u00edna<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">1,15<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"34%\">1,05 &#8211; 1,30<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">Lip\u00eddio<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">0,18<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"34%\">0,10 &#8211; 0,38<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">Carboidrato<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">18,80<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"34%\">&#8211;<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">Fibra alimentar<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">2,00<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"34%\">1,50 &#8211; 2,50<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">Minerais<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">0,83<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"34%\">0,68 &#8211; 0,95<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">Vitamina C<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">12,00<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"34%\">7,00 &#8211; 21,00<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"33%\">Valor cal\u00f3rico<\/td>\n<td colspan=\"2\" align=\"right\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"67%\">\n<p class=\"imagem\">81 kcal\/100g<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"imagem\"><strong>Fonte: Souci; Fachmann; Kraut (1986).<\/strong><\/p>\n<strong>Bibliografia<\/strong>\n\nMOREIRA, R. S, Banana Teoria e Pr\u00e1tica de Cultivo. 2\u00aa Edi\u00e7\u00e3o, Funda\u00e7\u00e3o Cargill, S\u00e3o Paulo, 1999, 299p.\nSIMMONDS, N. W. &amp; SHEPHARD, K. The taxonomy and origin of the cultivated bananas. The journal of the Linnean Soc. Botany, London, v.55(359): 302-303, 1973.\nSOUCI, S.W.; FACHMANN, W.; KRAUT, H. Food composition and nutrition tables 1986\/87. 3rd. rev. compl. ed. Stuttgart: Wissenschaftliche verlagsgesellschaft, 1986. p.833-834.\nALVES, E. J., org. A cultura da banana: Aspectos t\u00e9cnicos, s\u00f3cio-econ\u00f4micos e agro-industriais. Bras\u00edlia: EMBRAPA-SPI\/Cruz das Almas, 2\u00ba edi\u00e7\u00e3o &#8211; 1999. 585p.\nAnu\u00e1rio Estat\u00edstico. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica.IBGE, Produ\u00e7\u00e3o de Bananas no Brasil. 1997.\n\nFonte: www.ufrgs.br\n<h6>Banana<\/h6>\n<h4>As Variedades mais conhecidas de Banana<\/h4>\n<blockquote><strong>Banana-ouro: <\/strong>A menor de todas, \u00e9 muito doce e tem casca bem amarela, cheia de pintinhas marrons. No Amazonas \u00e9 chamada de inaj\u00e1.<strong>\nBanana-nanica:<\/strong> A mais cultivada e comercializada. De nanica ela nada tem, mas as bananeiras que lhe d\u00e3o origem s\u00e3o de pequeno porte, ao contr\u00e1rio da fruta que chega a medir de 15 a 24 cent\u00edmetros.<strong>\nBanana-da-terra: <\/strong>Com mais de 25 centr\u00edmetros de comprimento, tem casca amarela e polpa ligeiramente rosada. Depois de madura, sua casca fica quase preta e a polpa trava a mastiga\u00e7\u00e3o. Por isso, \u00e9 frita ou assada e degusta com a\u00e7\u00facar e canela.<strong>\nBanana-s\u00e3o-tom\u00e9:<\/strong> Cada vez naus rara de ser encontrada, ela tem sabor delicioso e \u00e9 ideal para ser cozida e depois amassada com garfo. O que iviabiliza sua comercializa\u00e7\u00e3o \u00e9 o fato de amadurecer e rachar.<strong>\nBanana-ma\u00e7\u00e3: <\/strong>Casca fina e amarela, sua principal caracter\u00edstica est\u00e1 no sabor que lembra o da ma\u00e7\u00e3. Uma das variedades mais cultivadas no pa\u00eds, \u00e9 excelente para consumo ao natural ou em vitaminas. Uso culin\u00e1rio restrito.<strong>\nBanana-prata: <\/strong>\u00c9 o tipo que tem a casca mais lisa e sem manchas. A polpa \u00e9 bem clara e doce e entra no preparo de bananas e bolos.<strong>\nBanana-Pacov\u00e3:<\/strong> Comprida, mais de 35 cent\u00edmetros, tem polpa rosada, mais firme e pouco doce. \u00c9 largamente cultivada na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. \u00d3tima para assar ou cozer.<\/blockquote>\nFonte: www.activeboard.com\n<h6>Banana<\/h6>\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Banana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/bbanana3.jpg\" alt=\"Banana\" width=\"306\" height=\"174\" \/><strong>\nBanana<\/strong><\/p>\n\n<h4>Origem<\/h4>\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 origin\u00e1ria do Sul da \u00c1sia, \u00cdndia e Indon\u00e9sia.\n\nS\u00edmbolo dos pa\u00edses tropicais e muito conhecida no mundo todo, a <strong>banana<\/strong>, fruto da bananeira, \u00e9 a fruta mais popular do Brasil. Embora n\u00e3o seja nativa do continente americano, adaptou-se muito bem ao nosso solo e clima e transformou-se num dos principais produtos de exporta\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.\n\nA bananeira \u00e9 uma planta de caule subterr\u00e2neo, que se desenvolve em sentido horizontal, e do qual surgem as folhas que crescem para fora da terra, formando o falso tronco.\n\nApenas uma vez na sua vida, cada caule falso d\u00e1 um ramo de flores, que, aos poucos vai, se transformando num cacho de bananas, formado por pencas que, ao todo, podem chegar a somar at\u00e9 duzentas bananas. Depois de ter produzido o cacho, outro p\u00e9 come\u00e7a a crescer do rizoma subterr\u00e2neo e dele nascer\u00e1 o pr\u00f3ximo cacho.\n\nConsiderada como a fruta mais antiga de que se tem not\u00edcia, \u00e9 citada em textos budistas de at\u00e9 500 anos Antes de Cristo. Ingrediente usado na culin\u00e1ria de todo o mundo, tanto em pratos doces como salgados.\n\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 um dos alimentos mais antigos do mundo. Os primeiros habitantes do Brasil j\u00e1 a conheciam, bem como os antigos gregos e indianos, que a sitam em seus relatos mitol\u00f3gicos.\n\nA banana \u00e9 uma fruta de alto valor nutritivo, muito rica em a\u00e7\u00facar, pot\u00e1ssio e sais minerais, principalmente c\u00e1lcio, f\u00f3sforo e ferro, e vitaminas A, B, B1, B2 , C e H. F\u00e1cil de digerir, pode ser dada \u00e0s crian\u00e7as a partir dos 6 meses de idade. Como quase n\u00e3o tem gordura, \u00e9 indicada nas dietas baixas em colesterol.\n\n<strong>Pode ser consumida ao natural, cozida, seca em doces ou como sobremesa, ou ser usada nos mais variados tipos de prato: <\/strong>salada de frutas, bolos, tortas, vitaminas, sorvetes, mingaus, recheios de aves e carnes, farofas, musses, sandu\u00edches e acompanhando feijoadas.\n\n<strong>Existem cerca de cem tipos de banana cultivadas no mundo todo, por\u00e9m os mais conhecidos no Brasil s\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>Banana-nanica (conhecida tamb\u00e9m como banana-d&#8217;\u00e1gua, banana-da-china, banana-an\u00e3 ou banana-chorona): <\/strong>Tem casca fina e amarelo-esverdeada (mesmo na fruta madura) e polpa doce, macia e de aroma agrad\u00e1vel. Cada cacho tem por volta de duzentas bananas.<strong>\nBanana-prata (ou banana-an\u00e3-grande):<\/strong> Tem fruto reto, de at\u00e9 15 cm de comprimento, casca amarelo-esverdeada, de cinco facetas, polpa menos doce que a da banana-nanica, mais consistente e indicada para fritar.<strong>\nBanana-da-terra (banana-chifre-de-boi, banana-comprida ou pacovan): <\/strong>S\u00e3o as maiores bananas conhecidas, chegando a pesar 500 g cada fruta e a ter comprimento de 30 cm. \u00c9 achatada num dos lados, tem casca amarelo-escura, com grandes manchas pretas quando maduras, e polpa bem consistente, de cor rosada e textura macia e compacta, sendo mais rica em amido do que a\u00e7\u00facar, o que a torna ideal para cozinhar, assar ou fritar.<strong>\nBanana-ma\u00e7\u00e3 (ou banana-branca):<\/strong> De tamanho variado, pode atingir, no m\u00e1ximo, 15 cm e pesar 160 g. \u00c9 ligeiramente curva, tem casca fina, amarelo-clara, e polpa branca, bem arom\u00e1tica, de sabor muito apreciado. Recomendada como alimento para beb\u00eas, fica muito gostosa amassada e misturada com aveia, biscoito ralado ou farinhas enriquecidas.<strong>\nBanana-de-s\u00e3o-tom\u00e9 (banana-curta ou banana-do-para\u00edso):<\/strong> Existem dois tipos, que se diferenciam apenas na cor da casca &#8211; roxa ou amarela. S\u00e3o pouco apreciadas, devido \u00e0 polpa amarela e ao cheiro muito forte. Recomenda-se consum\u00ed-las cozidas, fritas ou assadas.<strong>\nBanana-ouro (inaj\u00e1, banana-dedo-de-mo\u00e7a, banana-mosquito ou banana-imperador):<\/strong> \u00c9 a menor de todas as bananas, medindo no m\u00e1ximo 10 cm. Tem forma cil\u00edndrica, casca fina de cor amarelo-ouro, polpa doce, de sabor e cheiro agrad\u00e1veis. \u00c9 muito usada para fazer croquetes.<strong>\nBanana-sapo: <\/strong>Fruto curto, grosso e anguloso, com casca espessa e dura, e polpa pouco delicada, mais usada como alimento de animais dom\u00e9sticos.<\/blockquote>\nEmbora a banana possa ser encontrada o ano todo, durante os meses de maio e junho s\u00e3o comercializadas as melhores safras. A fruta deve ser colhida ainda verde e deixada \u00e0 sombra e em temperatura ambiente para que possa amadurecer. Isso garante que n\u00e3o sofra altera\u00e7\u00f5es que prejudicam sua qualidade e seu valor nutritivo. Se a <strong>banana<\/strong> amadurecer no p\u00e9, fica muito seca e farinhenta.\n\nPara consumo imediato, compre a banana com casca bem amarela e pequenas manchas marrons, de aspecto firme, sem partes moles ou machucadas e que n\u00e3o tenha as pontas verdes. Se n\u00e3o for para consumo imediato, d\u00ea prefer\u00eancia \u00e0s que est\u00e3o ligeiramente verdes. Para acelerar o amadurecimento da fruta, embrulhe em folhas de jornal. Para retardar o amadurecimento, compre a <strong>banana<\/strong> em pencas, pois as destacadas ficam maduras mais depressa.\n\nA banana deve ser conservada em lugar fresco e seco, n\u00e3o sendo aconselh\u00e1vel guardar na geladeira, pois ela perde o sabor e se deteriora com maior facilidade. Para guardar <strong>bananas<\/strong> j\u00e1 descascadas, coloque-as dentro de um recipiente que possa ser bem fechado e mantenha em lugar seco e, para evitar que fique escura, pingue algumas gotas de lim\u00e3o.\n<h4>Indica\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<blockquote>Numa dieta variada, equilibrada em quantidades e qualidade, podemos ingerir at\u00e9 duas bananas pequenas por dia.\nA melhor forma de comer a banana \u00e9 ao natural, madura ou verde cozida.\nDescascar e saborear, assim ela est\u00e1 com seu total potencial nutritivo.\nFruta apropriada para lanches fora de casa e como sobremesa.\nPor ser uma fruta rica em a\u00e7\u00facares, as pessoas diab\u00e9ticas devem seguir as orienta\u00e7\u00f5es do servi\u00e7o de sa\u00fade mais pr\u00f3ximo de casa.<\/blockquote>\n<h4>Virtudes nutricionais<\/h4>\n\u00c9 uma fruta praticamente completa. Seu valor nutritivo supera a maioria das demais frutas frescas. Indicada como alimento apropriado desde os 6 meses de vida at\u00e9 as idades mais avan\u00e7adas do ser humano, pelas suas propriedades nutritivas, por ter f\u00e1cil digestibilidade, por seu sabor brando, por sua consist\u00eancia macia, por n\u00e3o ter sementes grandes, nem fiapos duros e pela facilidade ao descascar.\n\nRica em pot\u00e1ssio (K) e pobre em s\u00f3dio (Na), combina\u00e7\u00e3o mineral que atua na contra\u00e7\u00e3o muscular e equil\u00edbrio dos l\u00edquidos no nosso corpo. Ajuda a reduzir os riscos relacionados \u00e0 press\u00e3o sang\u00fc\u00ednea elevada, derrame e acidente vascular cerebral (AVC). Est\u00e1 sendo recomendada por especialistas, depois que estudos mostraram a import\u00e2ncia do Pot\u00e1ssio para a fun\u00e7\u00e3o muscular adequada, inclusive do cora\u00e7\u00e3o e no combate \u00e0s c\u00e3ibras.\n\nPossui sacarose, frutos e amido, que s\u00e3o boas fontes de energia.\n\nPor essas raz\u00f5es, a <strong>banana<\/strong> \u00e9 um dos alimentos favoritos dos atletas, que a consideram um anabolizante natural, al\u00e9m de combater \u00e0s c\u00e3ibras.\n\nReveste os tecidos por onde passa, por possuir uma consist\u00eancia viscosa. Dessa forma, \u00e9 indicada para os casos de gastrite e \u00falceras. \u00c9 conhecida como calmante intestinal e estimulante das fun\u00e7\u00f5es digestivas gra\u00e7as a uma subst\u00e2ncia oleosa presente em sua composi\u00e7\u00e3o, de efeito adstringente, que suaviza o intestino delgado, grosso e reto, sendo aplicada em casos de diarr\u00e9ia aguda ou cr\u00f4nica.\n\n<strong>Dicas culin\u00e1rias<\/strong>\n<blockquote>Tome cuidado ao preparar seus alimentos. Evite o desperd\u00edcio e aproveite ao m\u00e1ximo o seu valor nutritivo.\nProcure sempre preservar as propriedades nutritivas dos alimentos ao prepar\u00e1-los, cuidando para descascar e picar na hora do cozimento. N\u00e3o cozinhar demais, usar fogo brando e panela sempre coberta.\n<strong>Quanto mais voc\u00ea pica, cozinha, adiciona outros ingredientes, mais modifica as caracter\u00edsticas naturais do alimento:<\/strong> perde em valor nutritivo, aumenta somente as calorias vazias e diminui sua digestibilidade.\nPara conseguir dar uma cor rosada \u00e0 <strong>banana<\/strong> em calda, acrescente uma casca de banana ao xarope do cozimento.\nAo fazer banana em calda, v\u00e1 retirando toda a espuma que se forma. Assim a calda fica mais transparente.\nPara que o doce de banana n\u00e3o grude no fundo da panela, quando for misturar as <strong>bananas<\/strong> e o a\u00e7\u00facar acrescente uma colherinha de chocolate em p\u00f3.\nAntes de fritar a banana, passe-a em farinha de trigo. Assim,ela n\u00e3o fica encharcada de gordura.\nPara que uma penca de banana amadure\u00e7a mais depressa, coloque junto outra banana que j\u00e1 esteja bem madura.\nSe a banana estiver muito mole, mas n\u00e3o estragada, aproveite-a em bolos, vitaminas ou doces.\nPara que a banana n\u00e3o desmanche ao fritar passe-a primeiro em maisena.\nO doce de banana fica brilhante e avermelhado se voc\u00ea pingar umas gotas de lim\u00e3o antes de retir\u00e1-lo do fogo.\nQuando for usar banana numa torta, mergulhe-a em suco de lim\u00e3o ou de laranja para evitar que fique escura.\nA banana assada \u00e9 um \u00f3timo antidiarr\u00e9ico.\nA folha da bananeira serve para embrulhar postas ou fil\u00e9s de peixe que v\u00e3o ser preparados na grelha.<\/blockquote>\n<strong>Curiosidades<\/strong>\n<blockquote>Segundo uma crendice popular, quem enfiar uma faca no tronco da bananeira, em noite de S\u00e3o Jo\u00e3o, ver\u00e1 a letra inicial do nome do futuro noivo ou noiva escrito na l\u00e2mina da faca.\nExiste outra supersti\u00e7\u00e3o, segundo a qual, quando a bananeira vai dar o cacho, geme como uma mulher com dores de parto.\nPara algumas pessoas, a banana era a a fruta proibida do Para\u00edso.\nA bananeira \u00e9 considerada a \u00e1rvore dos s\u00e1bios. Por isso seu nome cient\u00edfico \u00e9 Musa sapientum.\nO maior produtor brasileiro de banana \u00e9 o munic\u00edpio de Santos, no Estado de S\u00e3o Paulo.<\/blockquote>\n<strong>Partes utilizadas: <\/strong>Polpa\n<h4>Propriedades medicinais da banana<\/h4>\nOrigin\u00e1ria da \u00c1sia Meridional, de onde se difundiu para a \u00c1frica e Am\u00e9rica. \u00c9 uma fruta deliciosa, nutritiva e medicinal.\n\n\u00c9 ligeiramente diur\u00e9tica e laxativa. \u00c9 um fator terap\u00eautico em certas enterites, sendo tamb\u00e9m aconselh\u00e1vel aos convalescentes em geral.\n\nEntre todas as frutas, nenhuma se compara \u00e0 <strong>banana<\/strong> em v\u00e1rios aspectos. Nenhuma outra \u00e9 t\u00e3o apreciada pelo homem e, principalmente, pela crian\u00e7a. Os petizes preferem bananas a qualquer outra fruta.\n\n\u00c9 uma fruta para todas as idades, para todas as mesas, para todas as classes sociais. Crian\u00e7as e velhos, s\u00e3os e enfermos, ricos e pobres, todos podem usufruir a paradis\u00edaca. \u00c9 a fruta das frutas.\n\nCrua, assada, cozida, seca ao sol ou passada no melado, em doces, caldos ou compotas, a <strong>banana<\/strong> \u00e9 um alimento de primeira grandeza. Deve-se, por\u00e9m, preferi-la sempre crua. Transformada em farinha, d\u00e1 um alimento especial, muito nutritivo, recomendado, em mingaus, \u00e0s crian\u00e7as pequenas e debilitadas.\n<h4>Valor Aliment\u00edcio<\/h4>\n<strong>No Brasil s\u00e3o conhecidas mais de 30 variedades de bananas, sendo as mais comuns:<\/strong> nanica, prata, ouro, ma\u00e7\u00e3, d&#8217;\u00e1gua, s\u00e3o-tom\u00e9, figo, da-terra, cacau, ab\u00f3bora, chocolate, manteiga, etc.\n\nO valor aliment\u00edcio da banana reside principalmente no seu teor em hidratos de carbono, que vai de 20,80% na banana s\u00e3o-tom\u00e9 a 36,80% na <strong>banana-ouro<\/strong>.\n\nEntre os sais minerais contidos na banana destacam-se o pot\u00e1ssio, o f\u00f3sforo, o cloro, o magn\u00e9sio, o enxofre, o sil\u00edcio e o ferro. A banana cont\u00e9m as vitaminas A, B1, B2, PP (Niacina) e C.\n\nA banana deve ser comida ao natural ou misturada, em saladas, com outras frutas. Podemos usar, tamb\u00e9m, com vantagem, os doces de banana, que devem ser preparados sem a\u00e7\u00facar, pois a pr\u00f3pria fruta j\u00e1 \u00e9 consideravelmente doce, as <strong>bananas<\/strong> dessecadas e a farinha de banana, que s\u00e3o alimentos principalmente energ\u00e9ticos.\n\nA banana-prata madura pode ser inclu\u00edda na dieta infantil desde os 6 meses de idade. Passada no liquidificador, \u00e9 inclu\u00edda na mamadeira com leite, sem a\u00e7\u00facar. O pr\u00f3prio adocicado da <strong>banana<\/strong> \u00e9 suficiente para ado\u00e7ar.\n\nAs frutas, saud\u00e1veis, devem substituir as nocivas guloseimas, devoradas avidamente pelas crian\u00e7as. A banana ao natural \u00e9 exemplo de excelente substituto para qualquer guloseima.\n<h4>Utilidades Medicinais<\/h4>\n<blockquote><strong>Anemia: <\/strong>A banana n\u00e3o \u00e9 relativamente, muito rica em ferro, mas tendo em vista sua boa aceita\u00e7\u00e3o, que facilita um consumo liberal, 3 a 5 unidades podem contribuir aproximadamente com 20 a 30% da quantidade de ferro requerida para um dia.<strong>\nAsma: <\/strong>Assar a muda pequena da bananeira ma\u00e7\u00e3, com raiz e tudo, cortada em rodelas. Depois espremer para obter o caldo, misturar com mel de abelha e tomar diariamente um c\u00e1lice.<strong>\nColite:<\/strong> Fazer algumas refei\u00e7\u00f5es de <strong>banana-prata madura<\/strong>, sem misturar com outro alimento. Pode-se, eventualmente, usar banana com iogurte natural, em refei\u00e7\u00e3o exclusiva. <strong>\nConstipa\u00e7\u00e3o Intestinal:<\/strong> Recomenda-se a banana-nanica (ou banana d\u0092\u00e1gua ou banana caturra). Fazer, em jejum, uma refei\u00e7\u00e3o, com esta banana, crua, sem misturar com outros alimentos. Pode-se fazer a &#8220;cura de banana&#8221;.<strong>\nDesnutri\u00e7\u00e3o: <\/strong>A banana pode ser inclu\u00edda no programa alimentar de convalescentes de desnutri\u00e7\u00e3o, haja visto que \u00e9 alimento rico em calorias e vitaminas. Seria vantajoso inclu\u00ed-la na merenda escolar.<strong>\nObesidade:<\/strong> Os obesos n\u00e3o devem abusar da banana. \u00c9 preciso us\u00e1-la com regra. Algumas refei\u00e7\u00f5es espor\u00e1dicas exclusivas de banana prata.( 1 ou 2 unidades pequenas s\u00e3o indic\u00e1veis).<strong>\nParalisia:<\/strong> As doen\u00e7as neurol\u00f3gicas que levam a paralisias s\u00e3o \u00e0s vezes trat\u00e1veis com vitaminas do complexo B. A banana, como fonte dessas vitaminas \u00e9 adequada nesses casos como elemento diet\u00e9tico.<\/blockquote>\nFonte: www.frutas.radar-rs.com.br\n<h6>Banana<\/h6>\n<h4>Valores Nutricionais<\/h4>\n<table border=\"0\" width=\"38%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\" width=\"100%\"><strong>Quantidade<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"100%\"><strong>1 banana<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>\u00c1gua (%) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">74<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Calorias <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">105<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Prote\u00edna (g) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Gordura (g) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>\u00c1cido Graxo Saturado (g) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>\u00c1cido Graxo Monoinsaturado (g) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Tra\u00e7os<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>\u00c1cido Graxo Poliinsaturado (g) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Colesterol (mg) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Carboidrato (g) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">27<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>C\u00e1lcio (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>F\u00f3sforo (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">23<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Ferro (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Pot\u00e1ssio (mg) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">451<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>S\u00f3dio (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Vitamina A (UI) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">90<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Vitamina A (Retinol Equivalente)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Tiamina (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0,05<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Riboflavina (mg) <\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0,11<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Niacina (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>\u00c1cido Asc\u00f3rbico (mg)<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">10<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\nSua poss\u00edvel origem \u00e9 asi\u00e1tica, e trata-se do fruto da bananeira.\n\n<strong>Em fun\u00e7\u00e3o do clima tropical ser predominante no terret\u00f3rio brasileiro, clima adequado para a cultura da banana, pode-se encontrar aqui mais de trinta tipos da fruta, sendo as mais conhecidas<\/strong>: banana &#8211; nanica, banana &#8211; ma\u00e7\u00e3 , banana &#8211; prata, banana &#8211; ouro, banana &#8211; d&#8217;\u00e1gua ou caturra, banana caiana, banana-pacam\u00e3, banana-s\u00e3o-tom\u00e9, banana-figo, banana-pacoba e banana-da-terra. As duas primeiras citadas s\u00e3o, preferencialmente, consumidas &#8220;in natura&#8221;, pois apresentam sabor mais doce.\n\nJ\u00e1 as outras, por apresentarem sabor menos adocicado e serem mais firmes, s\u00e3o frequentemente utilizadas para prepara\u00e7\u00f5es, tais como doce, milanesa, bolos, past\u00e9is, entre outras.\n\nAs bananas, entre as frutas, ocupam o segundo lugar na quantidade de Pot\u00e1ssio em sua composi\u00e7\u00e3o, 396 mg\/100 g, sendo o Abacate o primeiro da lista, 599 mg\/100 g.\n\nO pot\u00e1ssio contribui para a fun\u00e7\u00e3o muscular ocorrer de forma adequada. Geralmente, pessoas que apresentam hipertens\u00e3o consomem medicamentos diur\u00e9ticos, consequentemente, t\u00eam uma perda maior do que o normal deste mineral. Desta forma, recomenda-se a ingest\u00e3o de duas a tr\u00eas unidades da fruta para repor as perdas provenientes do medicamento.\n\nAtletas, principalmente, consomem a banana para garantir melhores desempenhos musculares. Al\u00e9m do pot\u00e1ssio, os atletas consomem a <strong>banana<\/strong> por conter uma boa quantidade de carboidratos de f\u00e1cil digest\u00e3o, podendo recuperar as reservas energ\u00e9ticas durante o exerc\u00edcio.\n\nEste fato foi comprovado por Mitchell, et al, utilizando 10 indiv\u00edduos treinados, que ap\u00f3s o exerc\u00edcio f\u00edsico consumiram quantidades pr\u00e9-estabelecidas de bananas e recuperaram suas reservas.\n\nEntretanto, sabemos que uma das raz\u00f5es principais da c\u00e3imbra \u00e9 tamb\u00e9m a perda de s\u00f3dio atrav\u00e9s do suor, portanto recomenda-se o uso de isot\u00f4nicos ou sal + \u00e1gua quando a realiza\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcios f\u00edsicos \u00e9 feita em locais quentes.\n\nA utiliza\u00e7\u00e3o de banana durante atividade f\u00edsica promove o aumento dos n\u00edveis de glicose sang\u00fc\u00ednea, sendo uma forma alternativa de oferecer energia para o atleta.\n\nA banana tamb\u00e9m \u00e9 fonte de vitamina B6, cuja principal fun\u00e7\u00e3o \u00e9 garantir um bom funcionamento do sistema nervoso e imunol\u00f3gico, bem como a produ\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas vermelhas do sangue.\n\nAproximadamente, cada <strong>banana<\/strong> fornece 100 kcal, e tem na sua composi\u00e7\u00e3o a maior parte composta de carboidratos. Boa sugest\u00e3o para serem inclu\u00eddas nos lanches da manh\u00e3 ou da tarde, principalmente na alimenta\u00e7\u00e3o do beb\u00ea, por apresentar baixo \u00edndice de alergenicidade.\n\nFonte: www.rgnutri.com.br\n<h6>Banana<\/h6>\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 o fruto (ou melhor: uma pseudobaga) da bananeira, uma planta herb\u00e1cea vivaz acaule (e n\u00e3o uma &#8220;\u00e1rvore&#8221;, apesar do seu porte) da fam\u00edlia Musaceae (g\u00e9nero Musa &#8211; al\u00e9m do g\u00e9nero Ensete, que produz as chamadas &#8220;falsas bananas&#8221;).\n\nAs bananas constituem o quarto produto alimentar mais produzido no mundo, a seguir ao arroz, trigo e milho. S\u00e3o cultivadas em 130 pa\u00edses.\n\nS\u00e3o origin\u00e1rias do sudeste da \u00c1sia, sendo atualmente cultivadas em praticamente todas as regi\u00f5es tropicais do planeta. Vulgarmente, inclusive para efeitos comerciais, o termo &#8220;banana&#8221; refere-se \u00e0s frutas de polpa macia e doce que podem ser consumidas cruas.\n\nContudo, existem variedades cultivares, de polpa mais rija e de casca mais firme e verde, geralmente designadas por pl\u00e1tanos, banana-p\u00e3o ou plantains, que s\u00e3o consumidas cozinhadas (fritas, cozidas ou assadas), constituindo o alimento base de muitas popula\u00e7\u00f5es de regi\u00f5es tropicais.\n\nA maioria das bananas para exporta\u00e7\u00e3o s\u00e3o do primeiro tipo, ainda que apenas 10 a 15% da produ\u00e7\u00e3o mundial seja para exporta\u00e7\u00e3o, sendo os Estados Unidos da Am\u00e9rica e a Uni\u00e3o Europeia as principais pot\u00eancias importadoras.\n\nAs bananas formam-se em cachos na parte superior dos &#8220;pseudocaules&#8221; que nascem de um verdadeiro caule subterr\u00e2neo (rizoma ou cormo) que chega a ter uma longevidade de 15 anos ou mais. Depois da matura\u00e7\u00e3o e colheita do cacho de <strong>bananas<\/strong>, o pseudocaule morre (ou \u00e9 cortado), dando origem, posteriormente, a um novo pseudocaule.\n\nAs pseudobagas formam-se em conjuntos (clusters) que se agrupam at\u00e9 cerca de vinte <strong>bananas<\/strong> em &#8220;pencas&#8221;. Os cachos de bananas, pendentes na extremidade do falso caule da bananeira, podem ter 5 a 20 pencas e podem pesar de 30 a 50 kg. Cada banana pesa, em m\u00e9dia, 125g, com uma composi\u00e7\u00e3o de 75% de \u00e1gua e 25% de mat\u00e9ria seca. S\u00e3o uma fonte apreci\u00e1vel de vitamina A, vitamina C, fibras e pot\u00e1ssio.\n\nAinda que as esp\u00e9cies selvagens apresentem numerosas sementes, grandes e duras, praticamente todas as variedades utilizadas na alimenta\u00e7\u00e3o humana n\u00e3o apresentam sementes, como fruto partenoc\u00e1rpico que \u00e9.\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\nO cultivo de <strong>bananas<\/strong> pelo Homem teve in\u00edcio no sudeste da \u00c1sia. Existem ainda muitas esp\u00e9cies de banana selvagem na Nova Guin\u00e9, na Mal\u00e1sia, Indon\u00e9sia e Filipinas. Ind\u00edcios arqueol\u00f3gicos e paleoambientais recentemente revelados em Kuk Swamp na prov\u00edncia das Terras Altas Ocidentais da Nova Guin\u00e9 sugerem que esta actividade remonta pelo menos at\u00e9 5000 a.C., ou mesmo at\u00e9 8000 a.C.. Tais dados tornam este local no ber\u00e7o do cultivo de bananas. \u00c9 prov\u00e1vel, contudo, que outras esp\u00e9cies de banana selvagem tenham sido objecto de cultivo posteriormente, noutros locais do sudeste asi\u00e1tico.\n\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 mencionada em documentos escritos, pela primeira vez na hist\u00f3ria, em textos budistas de cerca de 600 a.C.. Sabe-se que Alexandre, o Grande comeu bananas nos vales da \u00cdndia em 327 a.C.. S\u00f3 encontramos, por\u00e9m, planta\u00e7\u00f5es de banana organizadas a partir do s\u00e9culo III d.C. na China. Em 650, os conquistadores Isl\u00e2micos trouxeram a banana para a Palestina. Foram, provavelmente, os mercadores \u00e1rabes quem divulgou a banana por grande parte de \u00c1frica, provavelmente at\u00e9 \u00e0 G\u00e2mbia. A palavra banana teve origem na \u00c1frica Ocidental e, adoptada pelos portugueses e espanh\u00f3is passou tamb\u00e9m a ser usada, por exemplo, na l\u00edngua inglesa.\n\nNos s\u00e9culos XV e XVI, colonizadores portugueses come\u00e7aram a planta\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica de <strong>bananais<\/strong> nas ilhas atl\u00e2nticas, no Brasil e na costa ocidental africana. Mas as bananas mantiveram-se, durante muito tempo, desconhecidas da maior parte da popula\u00e7\u00e3o europeia. Por exemplo, note-se que J\u00falio Verne, na obra &#8220;A volta ao mundo em oitenta dias&#8221; (1872), descreve o fruto detalhadamente porque sabe que grande parte dos seus leitores o desconhece.\n\nAlgumas fontes referem que j\u00e1 existiam esp\u00e9cies nativas de bananeira na Am\u00e9rica pr\u00e9-colombiana, que se designaria como pacoba, mas, em termos gerais, n\u00e3o \u00e9 dado cr\u00e9dito a tal informa\u00e7\u00e3o.\n<h4>Usos e variedades<\/h4>\n<strong>Existem quatro padr\u00f5es ou tipos principais de variedades de banana:<\/strong> a banana prata; a banana ma\u00e7\u00e3 (de tamanho pequeno e mais arredondada), a Cavendish (tamb\u00e9m conhecida como banana-d&#8217;\u00e1gua ou caturra) e a banana-terra.\n\nEntre as <strong>bananas<\/strong> de mesa contamos as variedades ma\u00e7\u00e3, ouro, prata e nanica (an\u00e3, Dwarf Cavendish ou ba\u00e9). Esta \u00faltima deve o seu nome ao porte da bananeira sendo, na verdade, uma banana de grande dimens\u00e3o. Outras variedades incluem a banana das Can\u00e1rias, a banana da Madeira, a Gros Michael, a Latacan, a Nanican e a Grande An\u00e3. A variedade Cambuta, como \u00e9 designada em Cabo Verde, \u00e9 resistente em climas mais frios, sendo a mais utilizada em zonas subtropicais e temperadas\/quentes. A cultivar Valery, introduzida pelos portugueses em S\u00e3o Tom\u00e9, em 1965 e depois em Angola, onde foi respons\u00e1vel por um surto na produ\u00e7\u00e3o de <strong>bananas<\/strong> neste pa\u00eds at\u00e9 1974.\n\nA <strong>banana<\/strong>, enquanto est\u00e1 verde, \u00e9 constitu\u00edda essencialmente por \u00e1gua e amido, e \u00e9 por essa raz\u00e3o que o seu sabor \u00e9 adstringente. No entanto, por essa raz\u00e3o, pode ser utilizada como fonte de hidratos de carbono em diversos pratos. Pode ser produzida farinha a partir de <strong>bananas verdes<\/strong>. \u00c0 medida que v\u00e3o amadurecendo, o amido transforma-se em a\u00e7\u00facares mais simples, como a glicose e a sacarose, que lhe d\u00e3o o sabor doce.\n\nAl\u00e9m de consumida fresca, a banana \u00e9 utilizada para diversos fins. Em sobremesas de colher, podemos citar o Banana split, ou mesmo as bananadas, feitas com banana-an\u00e3 e banana-prata. \u00c9 ingrediente indispens\u00e1vel na salada de fruta (ainda que oxide facilmente), podendo, ainda, ser utilizada na confec\u00e7\u00e3o de sangria.\n\nMas a <strong>banana-p\u00e3o<\/strong> (como a pacova, muito utilizada no norte do Brasil) \u00e9 muito utilizada para outros fins culin\u00e1rios, como na confec\u00e7\u00e3o de Banana chips &#8211; aperitivo feito com rodelas de banana desidratada ou frita, ou como acompanhamento de diversos pratos tradicionais. As banana-an\u00e3 e prata s\u00e3o frequentemente servidas cruas, misturadas com arroz e feij\u00e3o ou outros acompanhamentos. Em alguns locais do Brasil, como em Antonina e cercanias, serve-se banana-terra cozida acompanhando o prato t\u00edpico da regi\u00e3o &#8211; o barreado &#8211; bem como na forma de &#8220;bala de banana&#8221;. No Rio de Janeiro e em Pernambuco, o cozido \u00e9 composto por carnes, tub\u00e9rculos e legumes, al\u00e9m de bananas-da-terra e nanica. No sul de Minas Gerais \u00e9 famoso o virado de banana nanica, que conta tamb\u00e9m com farinha de milho e queijo mineiro. No litoral norte de S\u00e3o Paulo, o prato principal da culin\u00e1ria cai\u00e7ara chama-se &#8220;azul-marinho&#8221; e \u00e9 constitu\u00eddo por postas de peixe cozidas com banana nanica verde sem casca, acompanhadas de um pir\u00e3o feito com o caldo do peixe, banana cozida amassada e farinha de mandioca. Esta comunidades tamb\u00e9m produzem, tradicionalmente, aguardente de banana.\n\nA banana-terra e a banana-figo s\u00e3o utilizadas fritas, tal como a <strong>banana<\/strong> an\u00e3, que deve, contudo, ser preparada \u00e0 milanesa &#8211; isto \u00e9, passada por ovo batido e, depois, por farinha de trigo e farinha de rosca antes de ser frita, caso contr\u00e1rio, desmancha-se durante a fritura. A banana an\u00e3 \u00e9 ainda utilizada para assar.\n\nA <strong>banana-ma\u00e7\u00e3<\/strong> \u00e9 indicada para problemas intestinais, ao aumentar facilmente o volume da massa fecal, ainda que possa causar obstipa\u00e7\u00e3o.\n\nA produ\u00e7\u00e3o de sumo a partir de banana \u00e9 dificultada pelo facto de se produzir apenas polpa quando o fruto \u00e9 esmagado. Assim, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel obter &#8220;verdadeiro&#8221; sumo de banana, ainda que a sua polpa possa ser misturada ao sumo de outros frutos. Existem, contudo, sumos fermentados feitos a partir da polpa.\n\nEsta pode ainda ser utilizada na confec\u00e7\u00e3o de diversas compotas (especialmente com <strong>banana-figo<\/strong> e <strong>banana-an\u00e3<\/strong>).\n\nExistem relatos de que seria usada, esmagada com mel, como rem\u00e9dio contra a icter\u00edcia em determinadas regi\u00f5es asi\u00e1ticas (onde o rizoma da bananeira \u00e9 utilizado para o mesmo fim).\n\n\u00c9 tamb\u00e9m muito utilizada na alimenta\u00e7\u00e3o de animais. \u00c9 proverbial o seu uso na alimenta\u00e7\u00e3o dos macacos, contudo \u00e9 importante salientar que a <strong>banana<\/strong> jamais deve ser utilizada como \u00fanica fonte de alimenta\u00e7\u00e3o de macacos, pois cont\u00e9m pouco c\u00e1lcio e muito f\u00f3sforo[1], provocando um desequil\u00edbrio alimentar bastante comum, que prejudica a forma\u00e7\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o da estrutura \u00f3ssea dos animais.\n<h4>Transporte e comercializa\u00e7\u00e3o<\/h4>\nApesar de consumo pr\u00e1tico, o transporte de bananas cria alguns problemas &#8211; amadurece rapidamente quando retirada de seu cacho e amassa com facilidade por ter uma casca n\u00e3o muito resistente. Al\u00e9m disso, como \u00e9 uma fruta muito arom\u00e1tica, transfere o seu odor para objetos que com ela entrem em contato. A maior parte da produ\u00e7\u00e3o para o mercado interno \u00e9 constitu\u00edda por <strong>bananas verdes <\/strong>para cozinhar ou banana-p\u00e3o &#8211; as variedades utilizadas como fruta s\u00e3o facilmente danificadas durante o seu transporte, mesmo quando transportadas apenas no seu pa\u00eds de origem.\n\nAs cultivares comerciais de sobremesa mais consumidas nas regi\u00f5es temperadas (esp\u00e9cies Musa acuminata ou o h\u00edbrido cult\u00edgeno Musa X paradisiaca) s\u00e3o importadas em larga escala dos tr\u00f3picos. S\u00e3o muito populares tamb\u00e9m devido ao facto de constitu\u00edrem uma fruta n\u00e3o sazonal, que pode ser consumida fresca durante todo o ano. No com\u00e9rcio global, a variedade cultivar de maior import\u00e2ncia econ\u00f3mica \u00e9, de longe, a <strong>banana<\/strong> Cavendish que ganhou em popularidade, durante a d\u00e9cada de 1950 \u00e0 cultivar Gros Michel, depois de esta ter sido dizimada pelo mal-do-panam\u00e1, um fungo que atacava as ra\u00edzes das bananeiras.\n\nTal como acontece com outros tipos de fruta, \u00e9 comum que o mercado internacional seja monopolizado por pouco mais que uma cultivar.\n\n<strong>Isso n\u00e3o se deve, contudo, ao sabor, mas \u00e0s facilidades de transporte e de dura\u00e7\u00e3o em armazenamento: <\/strong>de facto, as cultivares mais comercializadas raramente s\u00e3o mais saborosas que outras cultivares menos cultivadas por raz\u00f5es econ\u00f3micas. As infrutesc\u00eancias (cachos) s\u00e3o colhidas quando est\u00e3o plenamente desenvolvidas, se se destinarem ao mercado interno. Se forem para exporta\u00e7\u00e3o, s\u00e3o colhidas ainda verdes e com cerca de 3\/4 do tamanho que poderiam atingir, amadurecendo em armaz\u00e9ns destinados para esse efeito no pa\u00eds onde ser\u00e3o consumidas.\n\nO momento da colheita exige grandes cuidados de modo a n\u00e3o machucar as <strong>bananas<\/strong> que perdem atractividade e qualidade se apresentarem manchas provocadas pelos choques. Os cachos s\u00e3o, ent\u00e3o, despencados, ou seja, separados nas pencas que os constituem, rejeitando-se as pencas das extremidades (cerca de 25% da produ\u00e7\u00e3o), por serem mais sujeitas aos choques durante o seu transporte, bem como pela sua forma e tamanho pouco adequado para a comercializa\u00e7\u00e3o e para um eficaz acondicionamento. Estes excedentes podem ser utilizados pela ind\u00fastria transformadora de alimentos, na produ\u00e7\u00e3o de &#8220;pur\u00e9s&#8221;, polpas para a confec\u00e7\u00e3o de sumos (fermentados ou n\u00e3o) ou na alimenta\u00e7\u00e3o de animais. Em muitos casos, os excedentes s\u00e3o, simplesmente, deitados fora.\n\nAs pencas s\u00e3o postas, ent\u00e3o, em repouso para que exsudem a seiva em excesso, sendo depois lavadas e mergulhadas numa solu\u00e7\u00e3o fungicida que evitar\u00e1 o apodrecimento a partir dos cortes.\n\nAs pencas podem ainda ser cortadas em grupos mais pequenos (clusters) de modo a aumentar a quantidade de fruta embalada por unidade de volume, geralmente em caixas de cart\u00e3o que podem ser envolvidas por sacos de polietileno e que s\u00e3o embarcadas, salvo raras excep\u00e7\u00f5es, nos chamados &#8220;barcos fruteiros&#8221;. Para retardar o amadurecimento, \u00e9 necess\u00e1rio renovar o ar no local de transporte, para retirar o etileno, hormona produzida pelo metalismo das bananas e que acelera a sua matura\u00e7\u00e3o.\n\nPara induzir o amadurecimento das bananas, o ar do armaz\u00e9m pode ser rarefeito e preenchido por etileno. Contudo, se o fruto for comercializado verde, permitindo a matura\u00e7\u00e3o mais lenta, o sabor tornar-se-\u00e1 mais agrad\u00e1vel, com polpa firme, ainda que a casca possa ficar manchada e amarelo escura ou castanha.\n\nO sabor e a textura das <strong>bananas<\/strong> s\u00e3o, assim afectados pela temperatura a que amadurecem. Durante o transporte, s\u00e3o expostas a uma temperatura de cerca de 12\u00b0C e a uma humidade relativa pr\u00f3xima da satura\u00e7\u00e3o. A temperaturas mais baixas, contudo, a matura\u00e7\u00e3o \u00e9 definitivamente travada e as bananas tornam-se cinzentas.\n\nFonte: www.abanorte.com.br\n<h6>Banana<\/h6>\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 uma fruta que, apesar de n\u00e3o ser nativa do Brasil, caiu no gosto popular dos brasileiros. Podendo ser encontrada em todas as \u00e9pocas do ano por um baixo custo, ela \u00e9 um alimento constante na nossa dieta. De clima tipicamente tropical ( constitu\u00eddo por temperaturas entre 20 e 24\u00b0 C), ela apresenta um sabor agrad\u00e1vel, pois \u00e9 doce e macia.\n\nEssa fruta \u00e9 formada na bananeira, planta de adapta\u00e7\u00e3o f\u00e1cil a diversos tipos de solos e que \u00e9 bem distribu\u00edda no territ\u00f3rio brasileiro, o que sem duvida facilita seu custo e consumo.\n\nA <strong>banana<\/strong> \u00e9 um fruto de alto valor nutritivo, rico em minerais, vitaminas e fibras que auxiliam o bom funcionamento do organismo e na preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as.\n<h4>Nutrientes presentas na banana<\/h4>\n<strong>A banana \u00e9 uma excelente fonte de v\u00e1rias vitaminas, sais minerais e outras subst\u00e2ncias, dentre eles:<\/strong>\n<blockquote>Pot\u00e1ssio\nVitamina A\nVitamina B6\nVitamina C\nVitamina K\nFibras alimentares<\/blockquote>\n<strong>Benef\u00edcios associados ao consumo da banana:<\/strong>\n<blockquote>Evita a ins\u00f4nia, irritabilidade e a fraqueza\nCont\u00e9m nutrientes que auxiliam no crescimento dos beb\u00eas\nConverte seus nutrientes em energia para o corpo\nPor conter muita fibra, ela rapidamente provoca sensa\u00e7\u00e3o de saciedade, contribuindo dessa forma para a perda de peso<\/blockquote>\n<strong>Fonte de pot\u00e1ssio:<\/strong> Combate a depress\u00e3o, por meio do equil\u00edbrio da concentra\u00e7\u00e3o de serotonina no c\u00e9rebro, uma subst\u00e2ncia que ajuda a melhorar o humor das pessoas\n\n<strong>Energia para atletas<\/strong>\n\nComo fonte de pot\u00e1ssio a <strong>banana<\/strong> pode contribuir para a preven\u00e7\u00e3o da osteoporose, atrav\u00e9s da redu\u00e7\u00e3o da perda de c\u00e1lcio pelo organismo; contribui tamb\u00e9m para o controle da press\u00e3o arterial onde o excesso de s\u00f3dio, deve ser balanceado com a adi\u00e7\u00e3o do pot\u00e1ssio, para que haja a manuten\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio entre os dois minerais. Al\u00e9m disso, por ser um mineral que participa da contra\u00e7\u00e3o muscular ele colabora com a aus\u00eancia de contra\u00e7\u00f5es involunt\u00e1rias nos m\u00fasculos que s\u00e3o conhecidas como c\u00e3ibras.\n\nO amido da banana que \u00e9 disponibilizado aos poucos ao organismo, libera energia durante a pr\u00e1tica de exerc\u00edcios f\u00edsicos. Al\u00e9m disso, o pot\u00e1ssio presente nessa fruta tamb\u00e9m evita a retra\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos que pode ser causada pela atividade f\u00edsica intensa, os benef\u00edcios da <strong>banana<\/strong> torna esse alimento indispens\u00e1vel na dieta de atletas.\n\nAlgumas pessoas acreditam que a banana \u00e9 uma fruta que engorda, e por isso a excluem de suas dietas. \u00c9 importante esclarecer que a <strong>banana<\/strong> at\u00e9 pode ser uma fruto cal\u00f3rico quando comparada a outros frutos; no entanto o alto valor nutritivo dessa fruta e a sensa\u00e7\u00e3o de saciedade que ela provoca, permite que ela esteja presente na alimenta\u00e7\u00e3o sem contribuir para um suposto ganho de peso em fun\u00e7\u00e3o do seu consumo.\n\nOs benef\u00edcios associados ao consumo da banana podem ser desfrutados por muitos brasileiros. Ela \u00e9 uma fruta muito consumida em nosso pa\u00eds e que deve permanecer dessa forma na nossa dieta contribuindo para uma vida saud\u00e1vel que inclui uma alimenta\u00e7\u00e3o rica em frutas.\n\nO Food and Nutrition Research Institute (FNRI) das Filipinas empreendera uma investiga\u00e7\u00e3o sobre as propriedades nutricionais da <strong>banana<\/strong>, inclusive denominando-a como um \u0093anti-depressivo natural\u0094, al\u00e9m de recomendar o consumo de at\u00e9 2 ou 3 bananas por dia e, uma vez que a mesma n\u00e3o produz colesterol nem leva \u00e0 obesidade e ainda ajuda a reduzir o risco de enfarte do mioc\u00e1rdio e a refor\u00e7ar a massa muscular e a energia, seu consumo \u00e9 recomendado para todos, desde crian\u00e7as a adultos.\n\n<strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong>\n\nSA\u00daDE EM MOVIMENTO, Banana, alimento para os m\u00fasculos, inclusive cora\u00e7\u00e3o\nEMEDIX, Alimentos ricos em pot\u00e1ssio podem ajudar na preven\u00e7\u00e3o da osteoporose\nALIMENTA\u00c7\u00c3O SAUD\u00c1VEL, Pot\u00e1ssio\nAS NOVIDADES, Benef\u00edcios da banana na alimenta\u00e7\u00e3o\n\nFonte: www.nutricaoemfoco.com\n<h6>Banana<\/h6>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Banana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/bbanana8.jpg\" alt=\"Banana\" width=\"297\" height=\"218\" \/><strong>\nBanana<\/strong><\/p>\nEsta fruta \u00e9 conhecida popularmente como Bananeira, cujo o nome cient\u00edfico \u00e9 Musa X paradis\u00edaca L e \u00e9 pertencente \u00e0 fam\u00edlia Mus\u00e1cea.\n\nOrigin\u00e1ria das regi\u00f5es tropicais da \u00cdndia e da Malaia, a banana j\u00e1 era conhecida e cultivada h\u00e1 mais de 4000 anos.\n\nA banana chegou ao nosso conhecimento trazida pelos \u00e1rabes nas suas embarca\u00e7\u00f5es como uma fruta muito valiosa. O nome \u0093 banan\u0094 tamb\u00e9m foram os \u00e1rabes que deram e tem o significado de dedo.\n\nE assim come\u00e7aram a cultivar a fruta e exportar para a Europa, mas a banana s\u00f3 conquistou o mundo quando Tom\u00e1s Berlonga, um mission\u00e1rio resolveu levar a fruta ao conhecimento de novos povos e outros agricultores . O cultivo da fruta se expandiu pelo Caribe e pela Am\u00e9rica do Sul dando aumento a economia.\n\nA hist\u00f3ria da banana foi escrita no 1\u00ba s\u00e9culo de nossa era pelo romano Pl\u00ednio, (23 \u00e0 79 a.C.) que chama a <strong>banana<\/strong> de fruta dos s\u00e1bios. Para ele, a banana \u00e9 ex\u00f3tica e observando seus efeitos, viu que produzia benef\u00edcios sobre a atividade mental.\n\nSeu cultivo se propaga por rizoma, por n\u00e3o possuir sementes. Pode ser plantada em todo o territ\u00f3rio brasileiro durante a esta\u00e7\u00e3o chuvosa, produzindo o ano todo.\n\n<strong>As variedades mais cultivadas s\u00e3o:<\/strong> prata, nanica, ma\u00e7\u00e3, terra e pacova. Cresce em \u00e1reas com muito sol e n\u00e3o suporta solos encharcados. Um cacho fornece de 5 a 40 Kg, dependendo da variedade.\n\nO principal produtor de <strong>banana<\/strong> \u00e9 o Brasil, estando concentrado at\u00e9 1960 em S\u00e3o Paulo, e depois se expandindo aos estados do Sul e Nordeste.\n\nConsequentemente \u00e9 tamb\u00e9m o maior exportador da fruta, exportando para os pa\u00edses europeus e principalmente para os Estados Unidos.\n\nO grau nutritivo da banana \u00e9 encontrado principalmente no seu teor em hidratos de carbono.\n\n<strong>Entre os sais minerais destacam-se:<\/strong> o pot\u00e1ssio, o s\u00f3dio, o f\u00f3sforo, o cloro, o magn\u00e9sio, o enxofre, o sil\u00edcio, o c\u00e1lcio.\n\nA <strong>banana<\/strong> cont\u00e9m as vitaminas A, B1, B2, B5 e C, al\u00e9m de algumas outras que n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o importantes para o nosso organismo.\n\nEla \u00e9 recomendada para todas as idades, e condi\u00e7\u00f5es financeiras, sendo considerada um alimento saboroso, saud\u00e1vel, substancial e nutritivo.\n\n\u00c9 largamente utilizada na culin\u00e1ria brasileira. No exterior a <strong>banana<\/strong> \u00e9 vista como uma fruta fina, que \u00e9 obrigatoriamente servida como sobremesa nos hot\u00e9is e \u00e9 inserida na alimenta\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as desde muito cedo, passada no liq\u00fcidificador e inclu\u00edda na mamadeira.\n\nFonte: www.coresesaborestropicais.hpg.ig.com.br\n<h6>Banana<\/h6>\n<h4>Banana da terra<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Banana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/bbanana9.jpg\" alt=\"Banana\" width=\"267\" height=\"201\" \/><strong>\nBanana<\/strong><\/p>\n<strong>Nome Cient\u00edfico: <\/strong>Musa sapientum, Linneo\n\n<strong>Nome Popular: <\/strong>Bananeira da terra, <strong>Banana<\/strong> comum, Banana comprida e Pacoba\n\n<strong>Habitat: <\/strong>Em diversas tribos ind\u00edgenas \u00e9 chamada de banala ou banar\u00e1, de onde os portugueses tiraram a denomina\u00e7\u00e3o vulgar.\n<h4>Descri\u00e7\u00e3o da Planta<\/h4>\nA sua haste \u00e9 mais vigorosa e n\u00e3o t\u00e3o elevada como a banana prata, as suas folhas s\u00e3o muito maiores, de cor verde clara e o cacho \u00e9 bem desenvolvido. Os frutos s\u00e3o de 25cm de comprimento sobre 4 de di\u00e2metro, geralmente um tanto recurvados, com os \u00e2ngulos salientes, a extremidade delgada e a casca de 3 a 6 mm de grossura, forte, de cor amarela quando maduros, muitas vezes manchados de preto, com a parte carnosa compacta, um pouco dura, de cor branca amarelada, de sabor fraco adocicado e n\u00e3o muito suculenta. Desta esp\u00e9cie derivam muitas variedades.\n\nAs ra\u00edzes tuberosas chamadas inhame de bananeira ou soca s\u00e3o alongadas ou arredondadas, carnosas e cheias de ra\u00edzes fibrosas um pouco suculentas. Costumam pesar entre 7 e 15kg;\n\n<strong>Partes Usadas: <\/strong>frutos, ra\u00edzes tuberosas, caule e flor\n<h4>Hist\u00f3ria Qu\u00edmica<\/h4>\nO fruto da bananeira ou vulgarmente a <strong>banana<\/strong>, completamente desenvolvido e n\u00e3o maduro, privado da casca, consta de uma massa s\u00f3lida, de sabor fortemente adstringente, desagrad\u00e1vel, contendo 70% de umidade, \u00e1cido tanico, amido, gluco-tanino, sacarose, subst\u00e2ncias gordurosas, albuminoides, \u00e1cido tart\u00e1rico, malico etc. que pelo amadurecimento do fruto passam por v\u00e1rias transforma\u00e7\u00f5es. Isto \u00e9 no fruto maduro desaparece o amido, \u00e1cido tanico, gluco tanino, e aumenta a glicose, a sacarose e as subst\u00e2ncias proteicas, os \u00e1cidos org\u00e2nicos.\n\nO qu\u00edmico L. Ricciardi, procurou verificar quais as causa que davam lugar a estas transforma\u00e7\u00f5es e fez a sua verifica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da porcentagem de a\u00e7\u00facar nos frutos verdes, nos amadurecidos na planta e nos que foram amadurecidos depois de colhidos.\n\nOs resultados obtidos com os frutos amadurecidos no p\u00e9, o a\u00e7\u00facar encontrado acha-se em sua quase totalidade no estado de sacarose, e nos que amadurecem depois de colhidos o a\u00e7\u00facar existe somente no estado de glicose.\n\nA banana da terra contem 3,208% de subst\u00e2ncia azotada, a ma\u00e7a 2,607%, a ouro 2,517%, a prata 2,443% e a S. Thom\u00e9 2,191%; de onde se deduz quimicamente que apesar da <strong>banana<\/strong> da terra ser a mais nutritiva, a ma\u00e7\u00e3 e a ouro contem menos subst\u00e2ncia azotada, especialmente a ma\u00e7\u00e3, s\u00e3o as mais saborosas, n\u00e3o pela quantidade de sacarina que encerram, mas pela pouca porcentagem de \u00e1cidos org\u00e2nicos, vindo em seguida a banana prata e a de S. Thom\u00e9, sendo ambas pouco nutritivas, principalmente a \u00faltima, que contem muita \u00e1gua.\n\nAs cascas de banana prata tem 6,59% de subst\u00e2ncias assimil\u00e1veis, e as cinzas 7,6% de \u00e1cido silicico, 47,98% de carbonato e sulfato de potassa; 5,66% de fosfato de potassa, de s\u00f3dio e cloruteto de s\u00f3dio; 7,1% de fosfato de cal; 6,58% de carbonato de soda e 25,18% de clorureto de potassa.\n\nO tronco da bananeira (prata) ou pseudo colmo contem um suco aquoso, transparente, levemente azulado ou amarelado, de sabor adstringente, sem aroma, de rea\u00e7\u00e3o \u00e1cida, e quando em contato com o ar forma-se na sua superf\u00edcie uma camada preta azulada e o l\u00edquido cora-se em castanho claro e torna-se mais ou menos opalescente.\n\nAs ra\u00edzes cortadas ao meio apresentam superf\u00edcie branca, cheia de poros, por onde sai um suco leitoso, viscoso, que em contato com o ar cora-se em amarelo, que passa a pardacento e depois ao castanho roxeado.\n\nO princ\u00edpio que denominamos Musaina \u00e9 um glicoside que cristaliza em prismas transparentes incolores, de sabor fracamente salino, sol\u00favel na \u00e1gua, pouco no \u00e9ter e no \u00e1lcool, insol\u00favel no clorof\u00f4rmio, no \u00e9ter de petr\u00f3leo e na benzina.\n\nA solu\u00e7\u00e3o aquosa deste princ\u00edpio d\u00e1 com o biclorureto de platina um precipitado amarelo, e com alguns reativos dos alcal\u00f3ides tamb\u00e9m precipita.\n\n<strong>O \u00e1cido Musainico cristaliza em agulhas finas, incolores e semi transparentes de sabor \u00e1cido stiptico:<\/strong> na platina incandescente volat\u00edsa-se completamente: \u00e9 sol\u00favel na \u00e1gua, no \u00e1lcool e no \u00e9ter a quente; a solu\u00e7\u00e3o aquosa tem rea\u00e7\u00e3o fortemente \u00e1cida, tratada pelo perclorureto de ferro n\u00e3o d\u00e1 rea\u00e7\u00e3o, neutralizada\n\nPela amonea cora-se em roxo, passando ao avermelhado.\n\n<strong>Estes princ\u00edpios podem ser obtidos da seguinte maneira: <\/strong>\n\nEsgota-se as ra\u00edzes pelo \u00e1lcool, reune-se os l\u00edquidos, destila-se, esgota-se o res\u00edduo a quente pela \u00e1gua distilada, filtra-se, trata-se a solu\u00e7\u00e3o pelo acetato de chumbo l\u00edquido at\u00e9 n\u00e3o precipitar mais; separa-se o precipitado, lava-se bem e decomp\u00f5em-se pelo g\u00e1s \u00e1cido sulfidrico, filtra-se novamente, evapora-se o l\u00edquido filtrado e esgota-se o res\u00edduo pelo \u00e1lcool fervendo, que evaporado no v\u00e1cuo d\u00e1 o \u00c1cido Musainico que \u00e9 purificado por solu\u00e7\u00f5es repetidas e cristaliza\u00e7\u00f5es no \u00e1lcool.\n\nDo l\u00edquido separado do precipitado de chumbo, isola-se a Musaina pelo mesmo processo com ligeiras modifica\u00e7\u00f5es.\n\nA resina amarela \u00e9 semi l\u00edquida, sol\u00favel no \u00e9ter sulfurico e no \u00e1lcool absoluto; exposta ao ar cora-se em pardacento, passando ao preto, e \u00e9 a ela que a raiz deve a propriedade de escurecer quando cortada e exposta ao ar livre.\n\nO \u00e1cido resinoso forma um p\u00f3 de cor castanho clara, inodoro e sem sabor, dissolve-se no \u00e1lcool de diversas concentra\u00e7\u00f5es e nos alcalis c\u00e1usticos, a sua solu\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica d\u00e1 com os sais met\u00e1licos precipitados caracter\u00edsticos.\n\nA gluco tanino \u00e9 uma subst\u00e2ncia particular que se assemelha a glicose e ao tanino, isto \u00e9, d\u00e1 rea\u00e7\u00f5es deste e daquele, que encontramos em quase todas as ra\u00edzes tuberosas das nossas Araceas, nas de algumas Scitamineas, nos frutos de v\u00e1rias Myrtaceas e Rubiaceas, nas Dioscoriaceas, etc. \u00c9 um p\u00f3 amarelo, de sabor fracamente adstringente, sol\u00favel na \u00e1gua e no \u00e1lcool a 24C, na platina incandescente arde, intumescendo-se e dado um carv\u00e3o muito leve e volumoso; a solu\u00e7\u00e3o aquosa tratada pelo perclorureto de ferro l\u00edquido cora-se em preto esverdeado pelo reativo de Fehling d\u00e1 a rea\u00e7\u00e3o de glicose; com o iodo combina-se dando um corpo incolor; esta subst\u00e2ncia acha-se nos frutos verdes ou incompletamente maduros e provavelmente preenche importante papel, nos diversos fen\u00f4menos que passam-se durante o estado verde maduro, transformando o a\u00e7\u00facar cristalizado e o amido em glicose.\n\nAs cinzas dos pseudo colmos s\u00e3o usadas para fabricar soda por conterem cerca de 33% desta subst\u00e2ncia, e a sua explora\u00e7\u00e3o seria de muita vantagem na ind\u00fastria de saboaria.\n\n<strong>Propriedades Medicinais:<\/strong> Esta seiva ou suco \u00e9 usado como adstringente e tamb\u00e9m contra certas mol\u00e9stias das vias urin\u00e1rias; internamente d\u00e1-se nas afec\u00e7\u00f5es dos rins e no catarro da bexiga e em clisteres nas hemorragia, e misturado em partes iguais de \u00e1gua serve para curar aftas. Nas leucorr\u00e9ias e gonorr\u00e9ias usam o suco em banhos 4 vezes ao dia e internamente o xarope na dose de 3 colheres.\n\nNa queda de cabelo. Assim como na alopecia usam o suco em lo\u00e7\u00e3o todos os dias sobre o couro cabeludo, outros friccionam a cabe\u00e7a com pequenos peda\u00e7os de talo para os mesmos fins.\n\nNas diarr\u00e9ias e disenterias cr\u00f4nicas e rebeldes \u00e9 o suco feito xarope, considerado rem\u00e9dio milagroso,\n\n<strong>Preparando o xarope: <\/strong>Preparado na pr\u00f3pria planta. Corta-se a haste, faz-se um buraco, tira o miolo e enche com a\u00e7\u00facar refinado; tampa-se com uma l\u00e2mina de vidro e no dia seguinte retira-se o xarope transparente, que \u00e9 usado em 4 colheres de sopa ao dia. Dizem que este xarope \u00e9 muito \u00fatil na t\u00edsica, tuberculose.\n\nTamb\u00e9m se faz xarope das flores da bananeira\n\nO cozimento das folhas \u00e9 usado em lo\u00e7\u00e3o na urtic\u00e1ria, em banhos nas inflama\u00e7\u00f5es dos test\u00edculos e na erisipela.\n\nAs folhas verdes untadas com \u00f3leo de amendoim aquecido s\u00e3o usadas para resolver tumores, assim como curativo de feridas cr\u00f4nicas.\n\nA tintura \u00e9 feita com a haste contusa e \u00e1lcool de 40C em partes iguais e aromatizada com ess\u00eancia de lima \u00e9 usada como t\u00f4nico para os cabelos.\n\nO suco do tronco misturado com \u00e1gua e mel serve como curativo as aftas e das inflama\u00e7\u00f5es de laringe; misturando com o dobro de \u00e1gua \u00e9 muito usado pelo povo contra hemorragias uterinas, e como adstringente nas afe\u00e7\u00f5es das vias urin\u00e1rias.\n\nFonte: www.tomdaservas.com.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Banana, Fruta, Propriedade, Tipo, Hist\u00f3ria, Benef\u00edcio, Planta, Indica\u00e7\u00e3o, Composi\u00e7\u00e3o, Valor, Variedade, Utiliza\u00e7\u00e3o, Origem, Banana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24135,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[64],"tags":[],"class_list":["post-24134","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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