{"id":22994,"date":"2016-01-20T00:00:00","date_gmt":"2016-01-20T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-dos-talheres\/"},"modified":"2026-09-01T15:51:18","modified_gmt":"2026-09-01T15:51:18","slug":"historia-dos-talheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-dos-talheres\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria dos Talheres"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher1.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"408\" height=\"241\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p>Apesar de sugerir inutilidade para muitas pessoas, a diversidade de\u00a0<strong>talheres      <\/strong>utilizados hoje \u00e9, na verdade, uma secular &#8211; e em alguns casos at\u00e9      milenar &#8211; heran\u00e7a cultural, que foi aperfei\u00e7oada com o passar dos anos. As      facas, por exemplo, acompanham o homem a muito tempo.<\/p>\n   \n<p>A faca que conhecemos hoje provavelmente surgiu na idade do bronze e do ferro,      etapa de transi\u00e7\u00e3o entre a pr\u00e9-hist\u00f3ria e a hist\u00f3ria. Foi nesse per\u00edodo que      ela come\u00e7ou a se diversificar. Assim, surgiram a faca de cozinha e a utilizada      para comer; a apropriada para a ca\u00e7a e a espec\u00edfica para rituais.<\/p>\n   \n<p>As colheres apareceram na mesma \u00e9poca das facas, e ningu\u00e9m se arrisca em      dizer qual das duas surgiu primeiro. Essa aus\u00eancia de informa\u00e7\u00f5es gerou, inclusive,      algumas fantasias, como a narrada no livro In Punta di Forcheta (Idealibri,      Mil\u00e3o, 1998). Nele, os autores Ingeborg Babitsh e Mariosa Schiaffino levam      a origem do talher a Eva (sim, ela mesma, a de Ad\u00e3o). Numa praia deserta,      a personagem abre uma concha de ostra, observa seu desenho e descobre o utens\u00edlio      perfeito para levar \u00e0 boca subst\u00e2ncias l\u00edquidas. Sobre a colher, de concreto,      sabe-se que os romanos inseriram o objeto nas refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>Os garfos, recheados de pol\u00eamicas, vieram bem depois, no s\u00e9culo XI. Os registros      mais antigos s\u00e3o de um candidato a santo cat\u00f3lico, que criticou o h\u00e1bito da      princesa de Constantinopla e mulher do governante de Veneza, o doge Orseolo.      Ela chegou \u00e0 pen\u00ednsula It\u00e1lica com um objeto de duas pontas com o qual fisgava      pequenos peda\u00e7os de alimento. Segundo o cardeal, o instrumento lembrava a      lan\u00e7a com a qual o dem\u00f4nio infernizava os condenados ao fogo eterno. Al\u00e9m      disso, impedia que a pessoa tocasse diretamente o alimento, considerado uma      d\u00e1diva Divina. Coincid\u00eancia ou n\u00e3o, ela faleceu pouco depois. Para muitos,      a morte foi &#8220;castigo de Deus&#8221;.<\/p>\n   \n<p>S\u00e9culos se passaram at\u00e9 a novidade chegar \u00e0 Fran\u00e7a, por volta de 1530. A      florentina Caterina de M\u00e9dici, que mais tarde seria rainha, levou ao pa\u00eds      um enxoval completo, com garfo, faca e colher. Um s\u00e9culo depois, o instrumento      reapareceu nos banquetes do rei franc\u00eas Lu\u00eds XIV, famoso por preconizar muito      das boas maneiras \u00e0 mesa existentes hoje. Foram necess\u00e1rios mais 200 anos      at\u00e9 que, no s\u00e9culo XIX, o &#8220;jogo de cena&#8221; finalmente se popularizou.<\/p>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0seguiram o mesmo ritmo,      e se diferenciaram.<\/p>\n   \n<p>Conhecer normas de etiqueta \u00e0 mesa pode valer uma venda ou um elogio tanto      quanto um traje adequado ou um ingl\u00eas fluente. A seguran\u00e7a em uma refei\u00e7\u00e3o      \u00e9 fundamental para estreitar rela\u00e7\u00f5es pessoais e profissionais. O simples      fato de a pessoa n\u00e3o ficar nervosa por n\u00e3o saber o que fazer j\u00e1 \u00e9 um grande      avan\u00e7o. O racioc\u00ednio e a desenvoltura n\u00e3o ficam bloqueados. A partir da\u00ed,      a discuss\u00e3o ou a simples intera\u00e7\u00e3o social ficam facilitadas.<\/p>\n   \n<p>A regra de ouro \u00e9 come\u00e7ar a praticar em casa, mesmo que a pessoa ache desnecess\u00e1rio      esse treinamento. Alimentar-se com o garfo na m\u00e3o esquerda requer certa pr\u00e1tica      para quem n\u00e3o est\u00e1 acostumado. E o lar \u00e9 o melhor lugar para aperfei\u00e7oar as      boas maneiras, porque n\u00e3o h\u00e1 press\u00f5es externas.<\/p>\n   \n<p>O Mise-en-place, que significa jogo de cena ou arruma\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, nada mais      \u00e9 que a maneira como os objetos s\u00e3o distribu\u00eddos \u00e0 mesa. Ao contr\u00e1rio da confus\u00e3o      que algumas pessoas fazem, o objetivo \u00e9 facilitar a vida de quem serve e de      quem se alimenta. Para quem est\u00e1 comendo, vale a regra de utilizar sempre      o talher que estiver mais para fora.<\/p>\n   \n<p>A diferencia\u00e7\u00e3o dos objetos visa adequar o talher aos v\u00e1rios pratos servidos      numa refei\u00e7\u00e3o completa. A faca para peixe, por exemplo, n\u00e3o tem corte porque      a carne \u00e9 extremamente macia. Al\u00e9m disso, ela ajuda a separar espinhas. O      mesmo vale para as ta\u00e7as. A utilizada para vinho branco \u00e9 menor e a temperatura      da bebida deve ser mais baixa. Na organiza\u00e7\u00e3o, ela fica mais pr\u00f3xima \u00e0 m\u00e3o      direita porque acompanha o primeiro prato. A ta\u00e7a de \u00e1gua \u00e9 maior porque \u00e9      a mais utilizada. E todas devem ser seguradas pela haste para evitar o contato      com as m\u00e3os.<\/p>\n   \n<p>A disposi\u00e7\u00e3o dos objetos \u00e0 mesa \u00e9 tamb\u00e9m reflexo de inten\u00e7\u00f5es subentendidas,      herdadas ao longo dos s\u00e9culos. O ato de virar a faca para dentro, por exemplo,      vem da idade m\u00e9dia. A inten\u00e7\u00e3o do anfitri\u00e3o \u00e9 mostrar que est\u00e1 desarmado,      uma esp\u00e9cie de sinal de paz para o banquete. O fato de o garfo ficar na m\u00e3o      esquerda e a faca na m\u00e3o direita vem dos tempos de Lu\u00eds XIV. A ordem existe      at\u00e9 hoje porque todo o modelo foi concebido para pessoas destras, j\u00e1 que os      canhotos eram discriminados.<\/p>\n   \n<p>O hashi (em japon\u00eas) ou k&#8217;uai-tzu (em chin\u00eas), chamado de &#8220;palitinho&#8221;,      tamb\u00e9m tem vida milenar. Ele \u00e9 utilizado por povos do oriente desde a antiguidade,      por volta do s\u00e9culo IV. Naquela \u00e9poca, o instrumento era dobrado como se fosse      uma pin\u00e7a, representando o bico de um p\u00e1ssaro. A tradu\u00e7\u00e3o do termo nip\u00f4nico      para o portugu\u00eas tamb\u00e9m \u00e9 simb\u00f3lica. Na tradi\u00e7\u00e3o shinto\u00edsta, hashi significa      &#8220;ponte&#8221;, que liga o homem e o alimento.<\/p>\n   \n<p>A maioria dos hashi \u00e9 feita de madeira. Contudo, ossos, dentes de elefante,      marfim, bambu e at\u00e9 metais s\u00e3o utilizados em sua confec\u00e7\u00e3o, que inclui ainda      pinturas e decora\u00e7\u00f5es. O comprimento varia de 21 a 36 cent\u00edmetros.<\/p>\n   \n<p><strong>Em muitos casos, eles acabam se tornando objetos pessoais:<\/strong>\u00a0cada      um tem seu hashi.<\/p>\n   \n<p>Assim como os\u00a0<strong>talheres ocidentais<\/strong>, o hashi tem      diferencia\u00e7\u00f5es funcionais. Existem os espec\u00edficos para comer, cozinhar e apanhar      comida. Mas h\u00e1 tamb\u00e9m diferen\u00e7as est\u00e9ticas, inclusive de um pa\u00eds para outro.      O k&#8217;uai-tzu \u00e9 quadrangular de uma ponta \u00e0 outra. J\u00e1 o hashi diminui em uma      das extremidades. O formato facilita a retirada dos ossos dos peixes.<\/p>\n   \n<p>Apesar da aparente simplicidade do &#8220;talher&#8221; oriental, alguns cuidados      devem ser observados. O mais importante deles poderia inclusive endossar a      desaprova\u00e7\u00e3o do cardeal italiano diante da princesa de Constantinopla. Para      os orientais, espetar o hashi no arroz e deix\u00e1-lo na vertical \u00e9 falta grave.      Isso s\u00f3 \u00e9 feito em momentos de ora\u00e7\u00e3o, de reflex\u00e3o e homenagem a antepassados.      Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 recomend\u00e1vel deix\u00e1-lo sobre qualquer tigela, na horizontal. Para      descansar o hashi, vale a pena improvisar um hashioki (descanso para palitinhos).<\/p>\n   \n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.pratofeito.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria dos Talheres<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p>At\u00e9 o s\u00e9culo XI, quase todo mundo comia com as m\u00e3os. Os mais educados eram      aqueles que usavam apenas tr\u00eas dedos para levar o alimento \u00e0 boca. Naquele      s\u00e9culo, Domenico Salvo, membro da corte de Veneza, casou-se com a princesa      Teodora, de Biz\u00e2ncio. Ela trouxe no enxoval um objeto pontudo, com dois dentes,      que usava para espetar os alimentos.<\/p>\n   \n<p><strong>Esse primeiro garfo foi considerado uma heresia:\u00a0<\/strong>o      alimento, fornecido por Deus era sagrado e tinha de ser comido com as m\u00e3os.      Mas, pouco a pouco, membros da nobreza e do clero foram adotando o talher.<\/p>\n   \n<p><strong>O h\u00e1bito demorou para pegar entre a popula\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0com      mais dentes, o espeto s\u00f3 se tornou popular mesmo no s\u00e9culo XIX.<\/p>\n   \n<p><strong>J\u00e1 a faca \u00e9 o mais antigo dos talheres:<\/strong>\u00a0foi      o Homo erectus, que surgiu na Terra h\u00e1 1,5 milh\u00e3o de anos, quem criou o primeiro      objeto cortante, feito de pedra, para ca\u00e7a e defesa. Desde ent\u00e3o, o homem      sempre carregou uma faca. Na Idade do Bronze, que come\u00e7ou por volta de 3000      a.C., ela passou a ser feita com esse metal e a mesma faca que servia para      matar era usada tamb\u00e9m para descascar frutas.<\/p>\n   \n<p>O primeiro a sugerir que cada homem deveria ter um talher para ser usado      exclusivamente \u00e0 mesa foi o cardeal franc\u00eas Richelieu (1585-1642), um fervoroso      defensor das boas maneiras, por volta de 1630. Ao contr\u00e1rio da faca, a colher      j\u00e1 surgiu com o objetivo de ser usada \u00e0 mesa. H\u00e1 registros arqueol\u00f3gicos de      artefatos parecidos com mais de 20 000 anos, feitos de madeira, pedra e marfim.      Mas, no in\u00edcio, a colher era de uso coletivo e parecia uma concha. &#8220;Quando      surgiu o p\u00e3o, h\u00e1 12 000 anos (veja p\u00e1gina \u00e0 esquerda), j\u00e1 se usava uma colher      para jogar o caldo sobre ele&#8221;, afirma o soci\u00f3logo Gabriel Bollaffi, da      Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n   \n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher2.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"106\" height=\"316\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0super.abril.uol.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria dos Talheres<\/h6>\n   \n<h3><strong>TALHERES E SUAS HIST\u00d3RIAS<\/strong><\/h3>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher3.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"232\" height=\"221\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Historicamente n\u00e3o h\u00e1 um consenso sobre o surgimento do tal instrumento:<\/strong>\u00a0se      antes ou depois dos objetos cortantes, j\u00e1 que o homem primitivo pode ter feito      uso de conchas ou cuias naturais para beber \u00e1gua. Sandro Dias, professor de      Hist\u00f3ria da Gastronomia do Centro Universit\u00e1rio Senac, explica tamb\u00e9m que      \u0093os instrumentos c\u00f4ncavos ou convexos j\u00e1 eram poss\u00edveis nas primeiras      civiliza\u00e7\u00f5es por meio do desenvolvimento da cer\u00e2mica, assim n\u00e3o seria absurdo      pensar em colheres de barro h\u00e1 alguns mil\u00eanios antes da era crist\u00e3\u0094.<\/p>\n   \n<p>Sobre facas e garfos, os dados hist\u00f3ricos s\u00e3o mais comprovados. At\u00e9 a era      Medieval grande parte da comida era cortada em peda\u00e7os ou mo\u00edda em um almofariz      (um tipo de pil\u00e3o), porque n\u00e3o existia garfo ou qualquer outro sistema simples      para que cada um pudesse cortar a carne. O cozinheiro, ent\u00e3o, assumia um importante      papel e ocupava o lugar mais confort\u00e1vel na cozinha, junto \u00e0 chamin\u00e9, al\u00e9m      de ostentar como distintivo uma grande colher de pau usada para provar a sopa      e para castigar os irrequietos ajudantes.<\/p>\n   \n<p>Entre os medievais, a faca torna-se um objeto pessoal do nobre. \u0093O dado      curioso \u00e9 que a mesma faca utilizada nas ca\u00e7as, para matar ou extrair os couros,      tamb\u00e9m era utilizada \u00e0 mesa. Essa pr\u00e1tica pouco higi\u00eanica, de espetar os alimentos      e lev\u00e1-los \u00e0 boca, ainda \u00e9 acompanhada da a\u00e7\u00e3o de pegar a comida com a pr\u00f3pria      m\u00e3o. Os religiosos, por exemplo, viam o uso do garfo com desconfian\u00e7a, pois      o alimento era sagrado e n\u00e3o poderia ser espetado com um instrumento que se      parecia com um estandarte do diabo. Aos poucos, o garfo tamb\u00e9m \u00e9 incorporado      \u00e0 mesa, assim como as facas passam a ter suas pontas arredondadas, o que as      tornam mais simp\u00e1ticas e com ares menos belicistas\u0094, explica o professor.<\/p>\n   \n<p><strong>REGRAS DE ETIQUETA<\/strong><\/p>\n   \n<p>Na corte de Lu\u00eds XIV, o \u0093Rei Sol\u0094 \u0096 que governou a Fran\u00e7a      de 1661 at\u00e9 por volta de 1711 \u0096 desenvolve-se a cultura cortes\u00e3 como      nova religi\u00e3o do Estado. Em vez de missas, o rei realizava festas na corte      com todos os objetos que pudessem marcar a diferen\u00e7a entre o homem cort\u00eas      e a plebe.<\/p>\n   \n<p>Um deles eram os\u00a0<strong>talheres<\/strong>, que atuavam como      um princ\u00edpio de distin\u00e7\u00e3o social. Neste sentido, pouco mudou at\u00e9 os dias de      hoje.<\/p>\n   \n<p>As regras de etiqueta no uso dos\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0revelam      poder, polidez, civilidade e aceita\u00e7\u00e3o entre os mais refinados.<\/p>\n   \n<p>Deixando a Hist\u00f3ria de lado, o fato \u00e9 que cada talher surgiu com o intuito      de facilitar o dia-a-dia e a vida das pessoas, aumentando o prazer em comer.      A colher pode ser encontrada atualmente em diferentes formatos e materiais,      seguindo tend\u00eancias na forma de servir. Um exemplo \u00e9 o servi\u00e7o chamado \u0093finger      food\u0094(comida para pegar com os dedos), febre entre os buf\u00eas, no qual      servem-se pequenas por\u00e7\u00f5es em cumbucas ou em colheres, possibilitando uma      degusta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, simples e tamb\u00e9m refinada. Nos Estados Unidos, existem      estudos para a confec\u00e7\u00e3o da \u0093colher inteligente\u0094 que, conectada      a um computador via wireless, detecta se a quantidade de sal, por exemplo,      na comida est\u00e1 adequada. Independente do modelo, cor ou material, a colher,      assim como os outros\u00a0<strong>talheres<\/strong>, veio para facilitar      a vida e trazer bem-estar. Qualquer semelhan\u00e7a&#8230;<\/p>\n   \n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.colheradacultural.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria dos Talheres<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher4.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"298\" height=\"323\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p>Facas, garfos e colheres utilizam um mecanismo t\u00e3o simples que parecem terem      sido inventados em um passado remoto. E foram.Mas seu uso s\u00f3 popularizou-se      da maneira como utilizamos hoje durante o s\u00e9culo 18. Ou seja, at\u00e9 bem pouco      tempo atr\u00e1s, os participantes de qualquer refei\u00e7\u00e3o (desde os almo\u00e7os triviais      at\u00e9 grandes banquetes) usavam as m\u00e3os para pegar a comida do prato.<\/p>\n   \n<p>A falta de\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0influenciava      tamb\u00e9m o card\u00e1pio nas mesas nobres.<\/p>\n   \n<p>\u0093Durante os s\u00e9culos 18 e 19, as pessoas comuns comiam espaguete com      as m\u00e3os.<\/p>\n   \n<p>Quando o garfo foi inventado, massa virou comida para a realeza tamb\u00e9m, porque      agora eles podiam comer sem perder a dignidade\u0094, diz a americana Linda      Stradley, especialista em culin\u00e1ria.<\/p>\n   \n<p>Talvez tenha sido por isso que os italianos se interessaram logo por talhares.<\/p>\n   \n<p>J\u00e1 no s\u00e9culo 16, eles eram os \u00fanicos na Europa que comiam com garfos e facas      individuais.<\/p>\n   \n<p>Na Inglaterra e Fran\u00e7a, as mesas s\u00f3 tinham duas ou tr\u00eas facas.<\/p>\n   \n<p>Todos serviam-se da mesma travessa, usando as m\u00e3os.<\/p>\n   \n<p>As sopas eram colocadas em uma mesma tigela, de onde bebiam duas, tr\u00eas ou      mais pessoas.<\/p>\n   \n<p><strong>Talheres<\/strong>\u00a0eram t\u00e3o raros que apareciam em testamentos      e garfos chegavam a ser malvistos pela Igreja.<\/p>\n   \n<p>\u0093Deus em sua sabedoria deu ao homem garfos naturais \u0096 seus dedos.      Assim, \u00e9 um insulto a Ele substitu\u00ed-los por garfos de metal\u0094, diziam      os padres no s\u00e9culo 18, segundo James Cross Giblin em From Hand to Mouth (Da      M\u00e3o \u00e0 Boca, sem vers\u00e3o em portugu\u00eas).<\/p>\n   \n<p>Apesar de ter aparecido mais cedo, guardanapos tamb\u00e9m estiveram de fora das      refei\u00e7\u00f5es por muitos s\u00e9culos.<\/p>\n   \n<p>At\u00e9 o ano 1400, mais ou menos, homens e mulheres assoavam o nariz ou limpavam      a boca nas pr\u00f3prias m\u00e3os.<\/p>\n   \n<p>As mesmas m\u00e3os que serviam da travessa coletiva.<\/p>\n   \n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0historia.abril.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria dos Talheres<\/h6>\n   \n<h3>Mesa de refei\u00e7\u00f5es: seu aparelhamento e o uso dos talheres<\/h3>\n   \n<p class=\"pagina\">O aparelhamento da mesa de refei\u00e7\u00f5es consiste      em prepar\u00e1-la com um forro protetor, decora\u00e7\u00e3o, e os utens\u00edlios b\u00e1sicos para      o servi\u00e7o das refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<p class=\"pagina\">Estes s\u00e3o basicamente travessas, pratos e\u00a0<strong>talheres<\/strong>,      copos e ta\u00e7as. Al\u00e9m desses outros poder\u00e3o fazer parte do aparelhamento conforme      sejam necess\u00e1rios ao servi\u00e7o e aos pratos a serem servidos e ao modo de servir..      \u00c9 o caso dos galheteiros para \u00f3leo e vinagre, mantegueira, dos saleiros, dos\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0especiais      para moluscos, dos descansos para\u00a0<strong>talheres<\/strong>, tigelinha      de lavanda, etc.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong><i>Toalha<\/i><\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">A toalha que cobre a mesa tem fun\u00e7\u00e3o decorativa      somada \u00e0 de proteger o im\u00f3vel do calor dos pratos, arranh\u00f5es eventualmente      causados por\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0e outros acess\u00f3rios      de mesa. A decora\u00e7\u00e3o floral n\u00e3o pode exalar perfume e deve ser baixa, de modo      a n\u00e3o impedir o contato visual entre os convidados, e disposta de modo a n\u00e3o      dificultar o servi\u00e7o; decora\u00e7\u00e3o com velas acesas somente \u00e0 noite. Toalha limpa      e sem qualquer cheiro.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Uma toalha de fino artesanato \u00e9 usualmente reservada      para refei\u00e7\u00f5es com menor n\u00famero de convidados. Para uma recep\u00e7\u00e3o com v\u00e1rias      mesas, empregam-se toalhas de boa qualidade em damasco ou outro tecido decorado      de f\u00e1brica, principalmente se h\u00e1 que cobrir v\u00e1rias mesas de modo igual. Podem      ser colocados sob a toalha, para melhor proteger o tampo de madeira nobre      da mesa, um forro de pl\u00e1stico ou uma toalha tipo moletom.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong><i>Os pratos<\/i><\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>De um servi\u00e7o completo de jantar, apenas      os pratos constituem pe\u00e7as b\u00e1sicas:<\/strong>\u00a0o prato para o primeiro      curso do servi\u00e7o (a entrada) e o prato pequeno de p\u00e3o.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>Pratos para uma refei\u00e7\u00e3o formal nunca      s\u00e3o inteiramente lisos, e em geral ostentam algum tipo de decora\u00e7\u00e3o, a mais      das vezes colorida, os quais muitas vezes tornaram famosos seus fabricantes      ou o pa\u00eds ou regi\u00e3o de origem:<\/strong>\u00a0lou\u00e7a chinesa, lou\u00e7a da      Bav\u00e1ria, etc. Se o prato \u00e9 decorado com um motivo central que tem topo e base      (Ex.: uma pequena paisagem campestre), esse motivo deve ficar horizontal,      a base voltada para o convidado. Se a decora\u00e7\u00e3o \u00e9 um emblema (Ex.: um bras\u00e3o),      este fica direcionado para o centro da mesa, e se for um motivo apenas decorativo      impresso em uma das bordas (um raminho de flores), fica na posi\u00e7\u00e3o 2 horas.      Deve se deixar um espa\u00e7o m\u00ednimo de 80 cent\u00edmetros entre os pratos.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong><i>Sous-plat<\/i><\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">[Pron. \u0093supl\u00e1&#8221;; \u00ad do franc\u00eas, \u0093debaixo      ou sob o prato\u0094] O prato de servi\u00e7o ou\u00a0<i>sous-plat<\/i>\u00a0      funciona como uma bandeja. \u00c9 um prato raso um pouco maior que o prato comum,      deixado diante do comensal, e sobre ele os pratos da refei\u00e7\u00e3o no<i>servi\u00e7o      \u00e0 francesa<\/i>\u00a0s\u00e3o sucessivamente colocados. \u00c9 tamb\u00e9m chamado      \u0093prato de apresenta\u00e7\u00e3o\u0094 e \u0093prato de servi\u00e7o\u0094. Al\u00e9m de      proteger a mesa e a toalha como um isolante do calor, principalmente no caso      de sopas e caldos quentes, tem tamb\u00e9m uma importante fun\u00e7\u00e3o decorativa. Em      geral utilizado apenas em ocasi\u00f5es formais e nos bons restaurantes, era originalmente      apenas de prata, mas hoje os materiais variam, sem perder sua caracter\u00edstica      de robustez. Sobre ele \u00e9 colocado o prato de sopa e, na sequ\u00eancia, o primeiro      prato e depois o principal. \u00c9 removido junto com este \u00faltimo, antes da sobremesa.      A ta\u00e7a da sobremesa ter\u00e1 seu pr\u00f3prio prato de servi\u00e7o por baixo. Neste caso,      a colher, ao final, \u00e9 deixada sobre esse prato de servi\u00e7o, e n\u00e3o na ta\u00e7a em      que a sobremesa foi servida. Ele \u00e9 retirado junto com o \u00faltimo prato quente      servido, ou com o prato de queijos, se houver.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Al\u00e9m de sua finalidade protetora, tamb\u00e9m \u00e9 decorativo,      por emprestar maior sofistica\u00e7\u00e3o ao arranjo da mesa. Existem fabricados de      in\u00fameros materiais, desde a fin\u00edssima prata, at\u00e9 porcelana colorida, cristais,      vidros e cer\u00e2mica, que podem ser usados em situa\u00e7\u00f5es formais e informais,      e mesmo no dia a dia, em fam\u00edlia, como substituto a certos artesanatos de      palha usados em casa com a mesma finalidade protetora. Normalmente o\u00a0<i>sous-plat\u00a0<\/i>n\u00e3o      faz parte do jogo de jantar, e tem seu pr\u00f3prio motivo decorativo. Pratos ou      ta\u00e7as para sobremesa t\u00eam seu pr\u00f3prio prato de servi\u00e7o, menor que o\u00a0<i>sous-plat<\/i>.      O talher da sobremesa, depois de usado, \u00e9 deixado sobre esse pratinho e n\u00e3o      dentro da ta\u00e7a.<\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"recuado\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher5.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"278\" height=\"259\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"recuado\"><strong>Fig. 1<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong><i>Copos<\/i><\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">S\u00e3o colocados adiante do prato, ou um pouco para      a direita, no caso de se desejar deixar espa\u00e7o para os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0de      sobremesa. S\u00e3o no m\u00ednimo dois copos-de-p\u00e9, um maior para \u00e1gua e, \u00e0 direita      deste, outro menor para vinho.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>No caso de serem servidos vinhos, branco      e tinto, os copos estar\u00e3o dispostos em escala decrescente de altura e capacidade,      da esquerda para a direita:<\/strong>\u00a0o maior para \u00e1gua, seguido      do copo para vinho tinto (que tem tamanho m\u00e9dio) e do copo destinado ao vinho      branco (menor).<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>O copo de vinho tinto pode variar de      formato:<\/strong>\u00a0o menos bojudo \u00e9 chamado\u00a0<i>bordal\u00eas<\/i>,      e o mais recurvado \u00e9 o tipo<i>borgonh\u00eas\u00a0<\/i>(Fig. 1). Pode ser      acrescentada \u00e0 direita uma ta\u00e7a para champanhe, mas se \u00e9 do tipo \u0093flauta\u0094,      ser\u00e1 colocada fora da linha, um pouco para tr\u00e1s. Na ordem indicada os copos      podem ser servidos com mais facilidade pelo gar\u00e7om, pela direita do comensal,      sem que, ao servir o primeiro, o corpo da garrafa atinja a borda do copo visinho.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong><i>Guardanapo<\/i><\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">No aparelhamento da mesa, o guardanapo \u00e9 colocado      ao lado esquerdo do prato, junto aos garfos, ou no pratinho de p\u00e3o se este      estiver sobre o sous-plat, ou diretamente sobre o\u00a0<i>sous-plat<\/i>.      \u00c9 dobrado em mitra, em tri\u00e2ngulo ou ret\u00e2ngulo (em formas simples, e n\u00e3o com      exageros de criatividade, como se fosse um\u00a0<i>origami<\/i>.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Em uma recep\u00e7\u00e3o para almo\u00e7o, ch\u00e1 ou jantar sentado,      guardanapos de pano como damasco ou linho s\u00e3o a regra, mas o guardanapo de      papel que imita esses tecidos, comumente os substituem em ocasi\u00f5es informais,      e principalmente em coquet\u00e9is<b>.<\/b><\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"recuado\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher6.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"174\" height=\"184\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><b>Talheres<\/b><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Pe\u00e7as (seguir o Aur\u00e9lio).\u00a0Os      talheres variam em tamanho e forma segundo suas finalidades,\u00a0no      material de que s\u00e3o feitos e quanto ao\u00a0<i>design<\/i>\u00a0das      pe\u00e7as entre um e outro fabricante. Modernamente predominam o a\u00e7o tanto o inoxid\u00e1vel      como o recoberto com a prata. Sua variedade de forma compreende tr\u00eas categorias      fundamentais, cujo desenho obedece a certas finalidades espec\u00edficas de espetar      e carregar s\u00f3lidos \u0096 o garfo; de carregar l\u00edquidos e cremes\u00a0?\u00a0a      colher; e de cortar\u00a0?\u00a0a      faca. A mesa,\u00a0s\u00e3o dispostos numa certa ordem, junto      ao prato da refei\u00e7\u00e3o (Fig. 2). A ordem \u00e9 simples, apesar de que s\u00e3o dois sistemas.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><b>Duas formas de uso do talher e de servir<\/b><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">O manuseio do talher tem duas orienta\u00e7\u00f5es vigentes      na hotelaria, decorrentes de certos aspectos hist\u00f3ricos que se prendem ao      s\u00e9culo XVIII e se definiram na Inglaterra e na Fran\u00e7a, correlacionados com      modos de servir a refei\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m diferia na ilha e no continente. O servi\u00e7o      \u00e0 inglesa pode n\u00e3o requerer mais que uma faca e um garfo, pois toda a comida      est\u00e1 resumida a um \u00fanico curso. No modo franc\u00eas s\u00e3o utilizados talheres variados,      porque a refei\u00e7\u00e3o tem mais de um curso, podendo compreender tr\u00eas ou mais pratos.      A principal diferen\u00e7a est\u00e1 no modo de segurar e em qual \u00e9 a m\u00e3o que empunha      o talher ao comer.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>A diferen\u00e7a entre a disposi\u00e7\u00e3o francesa      dos talheres e a posi\u00e7\u00e3o inglesa, e no modo de utiliz\u00e1-los ao comer \u00e9 explicada      por v\u00e1rios autores como a diferen\u00e7a ao exibir as armas da fam\u00edlia:<\/strong>\u00a0os      franceses faziam a grava\u00e7\u00e3o nas costas do garfo, enquanto os ingleses as imprimiam      no lado oposto.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><b>Aparelhamento e uso \u00e0 francesa<\/b><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Os europeus da Europa Continental, ao aparelharem      a mesa, colocam sobre a toalha os garfos com os dentes voltados para baixo,      e as colheres emborcadas com sua concavidade tamb\u00e9m voltada para baixo. \u00c8      nessa posi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m eles estar\u00e3o em descanso sobre o prato, e ser\u00e3o deixados      ao final da refei\u00e7\u00e3o. Este modo de dispor os talheres \u00e9 conhecido como\u00a0<i>modo      franc\u00eas<\/i>.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Para comer, o garfo \u00e9 usado todo o tempo na m\u00e3o      esquerda e a faca na m\u00e3o direita, n\u00e3o apenas quando se corta a carne ou outro      alimento, mas igualmente para levar o alimento \u00e0 boca. Um montinho da comida      \u00e9 moldado nas costas do garfo \u0096 lado convexo \u0096 com o aux\u00edlio da      faca, segura pela m\u00e3o direita e assim levada \u00e0 boca, com a m\u00e3o esquerda.\u00a0<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>Portanto, para imitar os franceses, n\u00e3o basta comer      com a m\u00e3o esquerda:<\/strong>\u00a0\u00e9 preciso tamb\u00e9m saber utilizar o      garfo com o lado convexo para cima.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Ao contr\u00e1rio do modo ingl\u00eas, n\u00e3o s\u00e3o colocados      lou\u00e7a e talheres nas cabeceiras da mesa.\u00a0O modo      franc\u00eas tem a vantagem da rapidez, muito importante quando se come apressadamente,      em tempo para ouvir discursos e participar de brindes sem ter que deixar a      refei\u00e7\u00e3o inacabada.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><b>Aparelhamento \u00e0 inglesa<\/b><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Os ingleses colocam sobre a toalha os garfos      e as colheres com a sua concavidade voltada para cima, e nessa mesma posi\u00e7\u00e3o      tamb\u00e9m eles estar\u00e3o em descanso sobre o prato, e ser\u00e3o deixados ao final da      refei\u00e7\u00e3o. As facas ficam \u00e0 direita do prato e os garfos \u00e0 esquerda, como ao      modo franc\u00eas. S\u00e3o colocados lou\u00e7a e talheres para assentos nas cabeceiras      da mesa, ao contr\u00e1rio do modo franc\u00eas.<\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"recuado\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher7.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"263\" height=\"276\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><br \/>\n<strong>Fig. 3<\/strong><\/p>\n   \n<p>Garfos e facas ficam nos lados correspondentes \u00e0s m\u00e3os que v\u00e3o utiliz\u00e1-los      para cortar, n\u00e3o para comer. O garfo, seguro na m\u00e3o esquerda, ret\u00e9m a pe\u00e7a      que \u00e9 cortada com a faca segura na m\u00e3o direita. Utilizada a faca, ela \u00e9 deixada      descansando sobre a borda superior direita do prato (fig. 3) e o garfo volta      para a m\u00e3o direita, para levar o alimento \u00e0 boca.Quando for cortar novamente      uma por\u00e7\u00e3o, a pessoa volta o garfo para a m\u00e3o esquerda e utiliza a faca com      a m\u00e3o direita.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">O talher usado nunca \u00e9 deixado sobre o forro      da mesa nem sobre o\u00a0<i>sous-plat<\/i>. . Nos intervalos em que      n\u00e3o est\u00e1 a ser usada, a faca \u00e9 deixada obliquamente em dois pontos de apoio      sobre a borda do prato em uso, na posi\u00e7\u00e3o da corda de um arco, a ponta para      o lado mais afastado do prato e o cabo na borda direita.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Se o comensal descansa ambos os talheres por algum motivo,      como para usar o guardanapo, partir o p\u00e3o, etc., o garfo \u00e9 colocado fazendo      um tri\u00e2ngulo com a faca, esta na posi\u00e7\u00e3o obl\u00edqua j\u00e1 descrita da corda de um      arco de flecha, e o garfo direcionado para a frente, com o cabo voltado para      voc\u00ea (Fig. 4-A). &gt; 10<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">O modo franc\u00eas que usa a m\u00e3o esquerda para comer tem apenas      seu fundamento hist\u00f3rico, enquanto o modo ingl\u00eas me parece mais racional,      uma vez que a grande maioria das pessoas faz o manuseio dos objetos predominantemente      com a m\u00e3o direita. \u00c9 um modo mais lento e elegante de comer e traduz bem a      proverbial fleuma dos ingleses (Fig.3).<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher8.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"469\" height=\"169\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><br \/>\n<strong>Fig. 4<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><b>A refei\u00e7\u00e3o completa<\/b><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Os franceses criaram a refei\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios cursos      ou etapas, em que os pratos s\u00e3o servidos em uma sequ\u00eancia orientada, dos considerados      mais leves e preparat\u00f3rios da digest\u00e3o, aos pratos de carne, considerados      mais pesados e servidos ao final, seguidos de um prato de queijos.\u00a0 O      h\u00e1bito franc\u00eas dos v\u00e1rios cursos de pratos e da sua ordena\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica      espalhou-se por todos os pa\u00edses mais adiantados. O tipo e o n\u00famero de talheres      obedecem ao plano da refei\u00e7\u00e3o e esta \u00e9 a raz\u00e3o de tantos talheres, e porque      eles variarem de forma e tamanho, como mostra a Fig. 5.<\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"recuado\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher9.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"285\" height=\"228\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><br \/>\n<strong>Fig. 5<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Ao ver o grande n\u00famero de talheres colocados      na mesa junto ao prato, o comensal pode recear se confundir. Mas h\u00e1 uma regra      geral bem simples. O talher a ser usado \u00e9 o que est\u00e1 mais afastado do prato.      Alguns talheres poder\u00e3o ser retirados pelo gar\u00e7om ou substitu\u00eddos por outro      diferente, e isto depender\u00e1 do prato escolhido para a refei\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m ele      os colocar\u00e1 na mesma ordem.\u00a0<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>Na figura 5 est\u00e3o dispostos os talheres      para um almo\u00e7o ou jantar informal de quatro pratos:<\/strong>\u00a0a      ostra como aperitivo, uma sopa ou caldo como entrada, o primeiro prato e o      prato principal. Os copos s\u00e3o para \u00e1gua e duas qualidades de vinho.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>A ordem dos talheres e dos copos \u00e9 a      mesma em que os pratos ser\u00e3o servidos:<\/strong>\u00a0os primeiros talheres      a serem usados s\u00e3o os mais afastados do prato. O pequeno garfo de tr\u00eas dentes      (1) \u00e9 o usado para comer ostras; a colher (2), para a sopa; a faca e o garfo      mais externos (3 e 4) ser\u00e3o para o primeiro prato, geralmente uma carne branca      como peixe ou frango. Se for peixe, esse jogo de talheres ser\u00e1 trocado pelo      que \u00e9 pr\u00f3prio para comer peixe. A faca e o garfo mais pr\u00f3ximos do prato (5      e 6) s\u00e3o para o prato principal. Os demais talheres e utens\u00edlios s\u00e3o a faca      de manteiga (7); o guardanapo (8); o\u00a0<i>sous-plat<\/i>\u00a0ou      prato de servi\u00e7o (9); o prato de p\u00e3o (10); e os copos, o de p\u00e9 maior (11),      para \u00e1gua;. o copo m\u00e9dio (12) para o vinho tinto que acompanha o prato principal;.      e o copo de p\u00e9 menor (13), para o vinho branco que acompanha o primeiro prato.      Os talheres de sobremesa s\u00e3o trazidos \u00e0 mesa junto com o prato de sobremesa.      Mas podem tamb\u00e9m ser deixados sobre a toalha desde o in\u00edcio da refei\u00e7\u00e3o, colocados      logo acima do prato de servi\u00e7o, linearmente entre o pratinho de p\u00e3o (ou de      manteiga) e os copos. Os cabos da colher e da faquinha de sobremesa s\u00e3o voltados      para a direita e o cabo do garfo para a esquerda. A ta\u00e7a da sobremesa ter\u00e1      por baixo seu pr\u00f3prio prato de servi\u00e7o. Neste caso, a colher utilizada \u00e9 deixada,      ao final, sobre esse prato de servi\u00e7o, e n\u00e3o na ta\u00e7a em que a sobremesa foi      servida.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>Descanso<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Durante uma troca de pratos, ou se a pessoa estende      o prato para facilitar ser servida, ou se vai ao buf\u00ea servir-se uma segunda      vez, os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0usados n\u00e3o devem      ser deixados sobre a toalha da mesa. \u00c9\u00a0 igualmente ruim sujar o\u00a0<i>sous      plat<\/i>ou prato de servi\u00e7o com alguma part\u00edcula ou gordura dos\u00a0<strong>talheres<\/strong>.\u00a0<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Existem v\u00e1rios tipos de descansos para\u00a0<strong>talheres<\/strong>,      em metal e mesmo esculpidos em \u00e1gata, para serem usados nesses momentos (fig.      4-B. Se n\u00e3o houver descansos para\u00a0<strong>talheres<\/strong>, a      pessoa deve ret\u00ea-los consigo, segurando-os juntos, na m\u00e3o esquerda., em posi\u00e7\u00e3o      horizontal ao n\u00edvel da mesa, e n\u00e3o na vertical.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">O que nesse caso se aplica aos\u00a0<strong>talheres<\/strong>,      aplica-se tamb\u00e9m aos pauzinhos, na comida japonesa. Por\u00e9m, como os pauzinhos      s\u00e3o redondos, o descanso \u00e9 c\u00f4ncavo, na forma de lua crescente; para os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0ele      pode ser horizontal, mas o modelo arqueado \u00e9 mais seguro para evitar que as      pe\u00e7as caiam sobre a toalha.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Quando o conviva abandona os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0para      usar o guardanapo, partir o p\u00e3o, etc., ele n\u00e3o usa o descanso para<strong>talheres<\/strong>.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Coloca o garfo direcionado para a frente, com      o cabo voltado para o comensal, fazendo um tri\u00e2ngulo com a faca\u00a0que esta      obliquamente na borda do prato. \u00c9 deixado nessa posi\u00e7\u00e3o com a concavidade      para cima, se o manuseio \u00e9 \u00e0 inglesa, e com a concavidade voltada para baixo,      se est\u00e1 sendo usado \u00e0 francesa. O descanso<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">Ao final da refei\u00e7\u00e3o o garfo e a faca s\u00e3o deixados      sobre o prato unidos em paralelo, com os cabos apoiados na borda do lado direito      (juntos, a faca \u00e0 direita do garfo), ambos na posi\u00e7\u00e3o que se convencionou      chamar \u0093dos ponteiros do rel\u00f3gio \u00e0s quatro e vinte\u0094.O      lado cortante da faca esteja voltado para o interior do prato\u00a0.Aqui      tamb\u00e9m observa-se voltar a concavidade para cima ou para baixo de acordo com      o modo ingl\u00eas ou franc\u00eas.\u00a0\u00c9 considerado reprov\u00e1vel      deixar os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0inclinados, do      lado de fora e de cada lado do prato, com as pontas apoiadas nas bordas, como      as asas abertas de uma ave.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><b>No Brasil<\/b><\/p>\n   \n<p class=\"recuado\">O procedimento acima descrito, dito \u0093ingl\u00eas\u0094      \u00e9 pr\u00f3prio do nosso pa\u00eds desde a \u00e9poca colonial,\u00a0pois      era usado em Portugal, que teve profunda liga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica com a Inglaterra,      \u00e0 qual apoiava em suas guerras contra a Fran\u00e7a.\u00a0O      uso no Brasil do garfo na m\u00e3o direita,\u00a0embora tenha      sido renegado ao final do Imp\u00e9rio devido ao neo-colonialismo franc\u00eas de nossas      elites, \u00e9 um\u00a0tra\u00e7o original da cultura brasileira\u00a0que      ainda predomina e, pelo seu fundamento hist\u00f3rico importante, deveria \u0096      por que n\u00e3o? \u0096 ser\u00a0preservado por todo bom brasileiro      \u0096 inclusive pelos que se enamoraram incondicionalmente da Fran\u00e7a \u0096      como um valor cultural aut\u00eantico e correto de brasilidade.<\/p>\n   \n<p class=\"recuado\"><strong>Rubem Queiroz Cobra<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Fonte<\/strong>:www.cobra.pages.nom.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria dos Talheres<\/h6>\n   \n<p>\u00a0<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher10.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"223\" height=\"226\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p><strong>Hoje existem talheres para v\u00e1rios tipos de pratos:<\/strong>\u00a0garfo      de peixe, garfo de carne, colher de sobremesa, colher de ch\u00e1 e at\u00e9 um talher      especial para comer &#8220;lesma&#8221; (o famoso e superchique escargot!).      Mas voc\u00ea sabia que, at\u00e9 o s\u00e9culo 11, as pessoas costumavam comer com as m\u00e3os?      Naquela \u00e9poca, os mais educadinhos eram aqueles que se alimentavam usando      apenas tr\u00eas dedos!<\/p>\n   \n<p><strong>Mas as coisas come\u00e7aram a mudar quando um nobre de Veneza chamado      Domenico Salvo casou-se com Teodora de Biz\u00e2ncio, ainda no s\u00e9culo 11:<\/strong>\u00a0essa      princesa &#8220;novidadeira&#8221; costumava usar um objeto pontudo, com dois      dentes, para espetar os alimentos.<\/p>\n   \n<p>Este primeiro garfo da hist\u00f3ria causou o maior &#8220;bafaf\u00e1&#8221;, pois as      pessoas achavam que o alimento doado por Deus era considerado sagrado e, portanto,      deveria ser comido com as pr\u00f3prias m\u00e3os!<\/p>\n   \n<p>Aos poucos, nobres e membros do clero (Igreja) foram se acostumando \u00e0 id\u00e9ia      de utilizar um talher nas refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<p><strong>Mas esse h\u00e1bito demorou a convencer a popula\u00e7\u00e3o em geral:<\/strong>\u00a0somente      por volta de 1620 \u00e9 que o espeto com dois dentes chegou \u00e0 mesa do povo! No      in\u00edcio do s\u00e9culo 19 a moda era o garfo de tr\u00eas dentes. E s\u00f3 em 1880 \u00e9 que      o espeto de quatro dentes come\u00e7ou a dar suas garfadas!<\/p>\n   \n<p><strong>Facas e colheres<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Garfo sem faca \u00e9 como rel\u00f3gio sem ponteiro: um n\u00e3o funciona sem o      outro, n\u00e9?<\/strong><\/p>\n   \n<p>A faca \u00e9 o talher mais antigo da nossa hist\u00f3ria! H\u00e1 1,5 milh\u00e3o de anos o      Homo Erectus criou esse objeto cortante, que era feito de pedra e servia para      a ca\u00e7a e a defesa. Depois do machado, a faca \u00e9 o utens\u00edlio mais antigo de      que se tem not\u00edcia!<\/p>\n   \n<p>Em um per\u00edodo chamado Idade do Bronze (ele teve in\u00edcio por volta de 3000      antes de Cristo), a faca come\u00e7ou a ser feita com&#8230; bronze, \u00e9 claro! A partir      da\u00ed, elas passaram a ser usadas tamb\u00e9m para descascar frutas. As primeiras      l\u00e2minas de a\u00e7o foram produzidas pelos romanos.<\/p>\n   \n<p><strong>J\u00e1 a colher tem um passado meio misterioso:<\/strong>\u00a0existem      registros arqueol\u00f3gicos de objetos semelhantes \u00e0 nossa colher com mais de      20 mil anos! Provavelmente eram feitas de madeira, pedra ou marfim.<\/p>\n   \n<p>O que se sabe de verdade \u00e9 que os antigos gregos costumavam usar uma colher      de madeira para comer ovos. Em geral, os povos utilizavam esse talher para      preparar e depois servir a comida. S\u00f3 no s\u00e9culo 17 \u00e9 que esse talher finalmente      se juntou \u00e0 faca e ao garfo durante as refei\u00e7\u00f5es!<\/p>\n   \n<p><strong>Curiosidades<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Quem ser\u00e1 que teve a id\u00e9ia de usar talheres?<\/strong><\/p>\n   \n<p>O cardeal franc\u00eas Richelieu foi o primeiro grande defensor das boas maneiras      \u00e0 mesa. Richelieu viveu de 1585 a 1642 e come\u00e7ou a defender a tal &#8220;etiqueta&#8221;      a partir de 1630.<\/p>\n   \n<p><strong>Escova el\u00e9trica voc\u00ea j\u00e1 deve ter visto, mas garfo el\u00e9trico?<\/strong><\/p>\n   \n<p>Pois \u00e9, o americano Israel Robert Smuts, louco por uma macarronada, criou      um garfo el\u00e9trico para facilitar seu trabalho na hora de enrolar seu t\u00e3o querido      espaguete!<\/p>\n   \n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0www.canalkids.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria dos Talheres<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher11.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"209\" height=\"220\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p>O uso dos\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0e do guardanapo,      um gesto t\u00e3o banal hoje em dia percorreu uma longa trajet\u00f3ria a seguir. Por      exemplo, no caso das facas, as primeiras foram utilizadas como ferramentas      e armas h\u00e1 mais de 25 mil anos e s\u00e3o, depois do machado, o utens\u00edlio mais      antigo que se conhece feito pelo homem. Nas Idades do Bronze e do Ferro os      homens fizeram facas de metal e, pela primeira vez, colocaram cabos nas extremidades      das l\u00e2minas, que resistiam ao uso nos campos de batalha. Os romanos fizeram      as primeiras l\u00e2minas de a\u00e7o. Como utens\u00edlio dom\u00e9stico as facas come\u00e7aram a      ser utilizadas na prepara\u00e7\u00e3o dos alimentos.<\/p>\n   \n<p>No s\u00e9culo XIV era comum cortar a carne e espet\u00e1-la com facas pontiagudas      durante as refei\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>Finalmente, em 1921, os EUA colocaram no mercado os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0de      a\u00e7o inoxid\u00e1vel, sendo relativamente recente a industrializa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o      de facas.<\/p>\n   \n<p>Quanto a colher, no in\u00edcio ela era substitu\u00edda por conchas de moluscos e      os gregos antigos usavam colheres de madeira para comer ovos. A colher era      usada quase exclusivamente para mexer os alimentos durante a sua prepara\u00e7\u00e3o      de depois para servi-los. Na metade do s\u00e9culo XVII ela se juntou a faca e      ao garfo durante as refei\u00e7\u00f5es. Segundo alguns historiadores, o garfo foi utilizado      pela primeira vez no s\u00e9culo XI nas casas italianas, para comer frutas. At\u00e9      ent\u00e3o as pessoas desconheciam este objeto e comiam com a m\u00e3o ou com a ajuda      de uma faca. No final do s\u00e9culo XV os garfos come\u00e7aram a substituir as facas      de ponta agu\u00e7ada, com as quais se retirava a carne dos pratos. No entanto,      apenas em 1620 \u00e9 que os garfos passaram a ser utilizados na maioria mesas      europ\u00e9ias. Nessa \u00e9poca ele tinha apenas dois dentes. No in\u00edcio do s\u00e9culo XIX      passou a ser moda usar os garfos de tr\u00eas dentes e depois os de quatro dentes      em 1880. Com rela\u00e7\u00e3o ao guardanapo, j\u00e1 houve \u00e9poca em que eram substitu\u00eddos      por coelhos vivos amarrados nas cadeiras. Nos primeiros tempos, al\u00e9m de servir      para limpar a boca durante as refei\u00e7\u00f5es, o guardanapo tamb\u00e9m servia para proteger      a roupa enquanto se comia. Os romanos dispunham de um sudarium para limpar      a testa e o rosto, enquanto os escravos circulavam com bacias para que seus      senhores pudessem lavar as m\u00e3os e a boca. No come\u00e7o da Idade M\u00e9dia o uso do      guardanapo ainda n\u00e3o era comum, mas j\u00e1 existia a toalha de mesa que servia      para limpar m\u00e3os e boca. No s\u00e9culo XIII surgiram as touailles, que eram peda\u00e7os      de panos que ficam pendurados nas paredes e que serviam tanto para fazer a      higiene quanto para cobrir os restos de comida ap\u00f3s as refei\u00e7\u00f5es. Em seguida      vieram as toalhas individuais bordados, de linho ou de algod\u00e3o que eram carregadas      sobre o ombro ou bra\u00e7o esquerdo. Na \u00e9poca de Henrique III, com a moda de comer      morangos, adquiriu-se o costume de prender a toalha no pesco\u00e7o. Enfim, estes      s\u00e3o alguns dos primeiros passos da etiqueta e dos bons modos \u00e0 mesa que hoje      em dia parecem inerentes ao homem, mas n\u00e3o \u00e9 bem assim.<\/p>\n   \n<p><strong>Fonte<\/strong>:\u00a0blig.ig.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria dos Talheres<\/h6>\n   \n<h3><b>ETIQUETA A MESA<\/b><\/h3>\n   \n<p><strong>Os pratos e os talheres<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0variam em tamanho e      forma segundo suas finalidades, e s\u00e3o dispostos numa certa ordem sobre a mesa,      junto ao prato da refei\u00e7\u00e3o (fig. 1). A ordem \u00e9 simples, apesar de que s\u00e3o      dois sistemas.<\/p>\n   \n<p><strong>No Brasil:<\/strong>\u00a0garfos e facas ficam nos lados correspondentes      \u00e0s m\u00e3os que v\u00e3o utiliz\u00e1-los para cortar, n\u00e3o para comer. O garfo, seguro na      m\u00e3o esquerda, ret\u00e9m a pe\u00e7a que \u00e9 cortada com a faca segura na m\u00e3o direita.      Utilizada a faca, ela \u00e9 passada levemente na borda do garfo, para que fique      limpa, e deixada descansando sobre a borda superior direita do prato (fig.      3) e o garfo volta para a m\u00e3o direita, para levar o alimento \u00e0 boca. Quando      for cortar novamente uma por\u00e7\u00e3o, a pessoa volta o garfo para a m\u00e3o esquerda      e utiliza a faca com a m\u00e3o direita.<br \/>\n<br \/>\n     O procedimento acima descrito, dito ingl\u00eas, \u00e9 pr\u00f3prio do nosso pa\u00eds desde      a \u00e9poca colonial, pois era usado em Portugal, que teve profunda liga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica      com a Inglaterra, \u00e0 qual apoiava em suas guerras contra a Fran\u00e7a.<\/p>\n   \n<p><strong>Nos pa\u00edses de cultura francesa, por\u00e9m e na pr\u00f3pria Fran\u00e7a, o garfo      \u00e9 usado na m\u00e3o esquerda n\u00e3o apenas quando se corta a carne ou outro alimento,      mas igualmente para comer, e com uma particularidade a mais:<\/strong>\u00a0mostrando      grande habilidade, os franceses conseguem equilibrara comida sobre o que,      para n\u00f3s, \u00e9 o lado contr\u00e1rio do garfo. Para levar a comida \u00e0 boca, ajeitam      um montinho dela nas costas do garfo seguro pela m\u00e3o esquerda, com o aux\u00edlio      da faca, segura pela m\u00e3o direita.<\/p>\n   \n<p><strong>Portanto, para imitar os franceses, n\u00e3o basta comer com a m\u00e3o esquerda:<\/strong>\u00a0\u00e9      preciso tamb\u00e9m saber utilizar o garfo com o lado convexo para cima. Ao prepararem      a mesa, os franceses colocam sobre a toalha o garfo com os dentes voltados      para baixo, e nessa posi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ele \u00e9 deixado sobre o prato, ao final da      refei\u00e7\u00e3o. Em nosso sistema, os dentes s\u00e3o voltados para cima.<\/p>\n   \n<p><strong>A diferen\u00e7a \u00e9 explicada por v\u00e1rios autores como modo de exibir as      armas da fam\u00edlia:<\/strong>\u00a0os franceses faziam a grava\u00e7\u00e3o nas      costas do garfo, enquanto os ingleses as imprimiam no lado oposto.<br \/>\n<br \/>\n     O uso no Brasil do garfo na m\u00e3o direita, embora tenha sido renegado ao final      do Imp\u00e9rio pelo neo-colonialismo franc\u00eas de nossas elites , \u00e9 um tra\u00e7o original      da cultura brasileira que ainda predomina, tem fundamento hist\u00f3rico importante,      e deveria ser por que n\u00e3o? Adotado por todo bom brasileiro como um valor cultural      aut\u00eantico e correto de brasilidade.<br \/>\n<br \/>\n     A disposi\u00e7\u00e3o dos\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0junto ao      prato, e a posi\u00e7\u00e3o dos copos e do pratinho de p\u00e3o seguem o esquema da figura.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher12.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"282\" height=\"144\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher13.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"114\" height=\"100\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p>O talher usado nunca \u00e9 deixado sobre o forro da mesa. Nos intervalos em que      n\u00e3o est\u00e1 a ser usada, a faca \u00e9 deixada obliquamente em dois pontos de apoio      sobre a borda do prato em uso, na posi\u00e7\u00e3o da corda de um arco, a ponta para      o lado mais afastado do prato e o cabo na borda direita.<br \/>\n<br \/>\n     Se voc\u00ea descansa ambos os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0por      algum motivo, como para usar o guardanapo, partir o p\u00e3o, etc., o garfo \u00e9 colocado      fazendo um tri\u00e2ngulo com a faca, esta na posi\u00e7\u00e3o obl\u00edqua j\u00e1 descrita da corda      de um arco de flecha, e o garfo direcionado para a frente, com o cabo voltado      para voc\u00ea.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher14.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"106\" height=\"64\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher15.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"96\" height=\"97\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p>Ao terminar uma refei\u00e7\u00e3o, a pessoa deixa o garfo e a faca unidos em paralelo,      dentro do prato, com os cabos apoiados na borda do lado direito, aproximadamente      na dire\u00e7\u00e3o 4:20 horas. A etiqueta recomenda que o lado cortante da faca esteja      voltado para o interior do prato e o garfo com os dentes para cima (Fig. 4).      \u00c9 considerado reprov\u00e1vel deixar os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0inclinados,      com as pontas apoiadas nas bordas, do lado de fora e de cada lado do prato,      como as asas abertas de uma ave.<br \/>\n<br \/>\n     Os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0de sobremesa s\u00e3o trazidos      \u00e0 mesa junto com o prato de sobremesa. Mas podem tamb\u00e9m ser deixados sobre      a toalha desde o in\u00edcio da refei\u00e7\u00e3o, colocados logo acima do prato de servi\u00e7o,      linearmente entre o pratinho de p\u00e3o (ou de manteiga) e os copos. Os cabos      da colher e da faquinha de sobremesa s\u00e3o voltados para a direita e o cabo      do garfo para a esquerda.<br \/>\n<br \/>\n     A ta\u00e7a da sobremesa ter\u00e1 por baixo seu pr\u00f3prio prato de servi\u00e7o. Neste caso,      a colher utilizada \u00e9 deixada, ao final, sobre esse prato de servi\u00e7o, e n\u00e3o      na ta\u00e7a em que a sobremesa foi servida. Escolher e utilizar corretamente os\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0\u00e9      fundamental para as boas-maneiras \u00e0 mesa.<\/p>\n   \n<p><strong>Como colocar uma mesa formal<\/strong><\/p>\n   \n<p>A primeira regra \u00e9 colocar tudo geometricamente espa\u00e7ado. O centro exatamente      no centro; os locais \u00e0 mesa espa\u00e7ados nas mesmas dist\u00e2ncias; e os utens\u00edlios      harmoniosamente colocados. Depois de tudo colocado, pode-se sempre ser um      pouco criativo com o tipo de flores a usar nos arranjos florais ou no tipo      de decora\u00e7\u00e3o a fazer na mesa.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher16.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" width=\"349\" height=\"234\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p>A coloca\u00e7\u00e3o dos utens\u00edlios \u00e9 feita de \u0093fora para dentro\u0094.<\/p>\n   \n<p><strong>Para a imagem apresentada o menu considerado foi:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Entrada:\u00a0<\/strong>marisco<br \/>\n<br \/>\n<strong>Primeiro prato:<\/strong>\u00a0Sopa<br \/>\n<br \/>\n       Prato de peixe<br \/>\n<br \/>\n       Prato de carne<br \/>\n<br \/>\n       Salada<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>a. Prato de Servi\u00e7o (base):<\/strong>\u00a0Este prato maior,      tamb\u00e9m denominado de base, serve de base para colocar o primeiro prato, que      ser\u00e1 trazido empratado para a mesa. Quando se terminar o primeiro prato ,      o prato de servi\u00e7o continua na mesa at\u00e9 ao prato de carne ser servido; nesta      altura os dois pratos \u0096 o de servi\u00e7o e o da carne deve ser substitu\u00eddo.      O prato maior serve de base de v\u00e1rios pratos que precedem a carne.<br \/>\n<br \/>\n<strong>b.<\/strong>\u00a0<strong>Prato da manteiga:<\/strong>\u00a0o      pequeno pato da manteiga \u00e9 colocado acima dos garfos, e ao lado esquerdo da      disposi\u00e7\u00e3o dos pratos.<br \/>\n<br \/>\n<strong>c. Garfo de jantar:<\/strong>\u00a0\u00e9 o maior dos garfos, tamb\u00e9m      chamado garfo de carne, \u00e9 colocado ao lado esquerdo do prato. Outros garfos      mais pequenos para outros pratos s\u00e3o colocados \u00e0 esquerda ou \u00e0 direita do      garfo de jantar, de acordo com a altura em que ser\u00e3o usados.<br \/>\n<br \/>\n<strong>d. Garfo de peixe:<\/strong>\u00a0Se existe um prato de peixe      no menu, este garfo \u00e9 colocado ao lado esquerdo do garfo de jantar , porque      ser\u00e1 o primeiro garfo a ser usado.<br \/>\n<br \/>\n<strong>e.<\/strong>\u00a0<strong>Garfo de salada:<\/strong>\u00a0Se      for servida salada depois do prato de carne, o pequeno garfo da salada \u00e9 colocado      ao lado direito do garfo de jantar, pr\u00f3ximo do prato. Se a salada for servida      primeiro, seguida do prato de peixe, ent\u00e3o os garfos ter\u00e3o de ser colocados(      da esquerda para a direita): garfo de salada, garfo de peixe, garfo de jantar.      Neste caso n\u00e3o existe uma faca de salada ao lado direito do prato, mas poderia      ser colocada uma para acompanhar este garfo.<br \/>\n<br \/>\n<strong>f.<\/strong>\u00a0<strong>Faca de jantar<\/strong>: A faca maior      \u00e9 a faca de jantar, ou a faca de carne, que deve ser colocada ao lado direito      do prato de servi\u00e7o.<br \/>\n<br \/>\n<strong>g.<\/strong>\u00a0<strong>Faca de peixe<\/strong>: esta faca      de formato especial coloca-se ao lado direito da faca de jantar.<br \/>\n<br \/>\n<strong>i.<\/strong>\u00a0<strong>Colher da sopa :<\/strong>\u00a0Se      como primeiro prato for servida sopa ou fruta, ent\u00e3o a colher respectiva ser\u00e1      colocada ao lado direito das facas.<br \/>\n<br \/>\n<strong>j. Garfo de ostras:<\/strong>\u00a0Se existir marisco no menu,      o garfo de ostra ser\u00e1 colocado ao lado direito das colheres.\u00a0<strong>Nota:\u00a0<\/strong>\u00e9      o \u00fanico garfo a poder ser colocado ao lado direito do prato.<br \/>\n<br \/>\n<strong>k.<\/strong>\u00a0<strong>Faca da manteiga:<\/strong>\u00a0Este      pequeno utens\u00edlio de barrar a manteiga, deve ser colocado diagonalmente, no      topo do prato da manteiga (para que se possa pegar com a m\u00e3o direita), e com      a l\u00e2mina voltada para baixo.<br \/>\n<br \/>\n<strong>l. Copos:<\/strong>\u00a0Estes podem ser at\u00e9 cinco, e s\u00e3o colocados      de maneira a que os mais pequenos estejam \u00e0 frente. O copo da \u00e1gua(la) \u00e9 colocado      diretamente acima das facas. Logo ao lado coloca-se o copo de champanhe, o      fl\u00fbte(lb); em frente a este s\u00e3o colocado(s) o copo de vinho tinto(lc) e\/ou      de vinho branco(ld) e um copo de porto.<\/p>\n   \n<p><strong>m. Guardanapo:<\/strong>\u00a0O guardanapo \u00e9 colocado nem cima      do prato base (se este for usado), ou no espa\u00e7o reservado ao prato.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o mais de tr\u00eas pares de\u00a0<strong>talheres<\/strong>\u00a0devem      ser colocados na mesa, exceto se for colocado o gafo de ostra, ao lado dos      outros tr\u00eas garfos. Se forem servidos mais de tr\u00eas partos antes da sobremesa,      ent\u00e3o os utens\u00edlios para um quarto prato ser\u00e3o trazidos com a comida; da mesma      maneira que o garfo e faca da salada poder\u00e3o s\u00f3 ser colocados na mesa, na      altura em que o prato da salada tamb\u00e9m for servido.<\/p>\n   \n<p>As colheres e os garfos de sobremesa s\u00e3o trazidos dentro do prato da sobremesa,      logo antes da sobremesa ser servida.<\/p>\n   \n<p><strong>Sequ\u00eancia alimentar<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Entrada (salada, carpaccio, sopa&#8230;)<br \/>\n<br \/>\n       Massa<br \/>\n<br \/>\n       Peixes, Crust<br \/>\n<br \/>\n       Carne<br \/>\n<br \/>\n       Aves\/Ca\u00e7a<br \/>\n<br \/>\n       Sobremesa<br \/>\n<br \/>\n       Caf\u00e9<br \/>\n<br \/>\n       Licor\/Chocolate<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Fonte<\/strong>: www.lucianabarbosa.net<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria dos Talheres<\/h6>\n   \n<p>Nos banquetes medievais usava-se o punhal, sendo que cada um levava o seu.      No lugar dos atuais pratos eram p\u00e3es, depois passaram a ser utilizadas pranchas      de madeira, s\u00f3 mais tarde surgiram pratos de cobre, mas n\u00e3o havia troca, eram      os mesmos durante toda a refei\u00e7\u00e3o. Os anfitri\u00f5es ofereciam colher. Apesar      de muitos pratos servidos comia-se o que estava ao alcance.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o se sabe ao certo quem introduziu o uso do garfo, se Catarina de M\u00e9dices,      a italiana que tornou-se rainha da fran\u00e7a em 1533, ou Teodora, filha do imperador      Bizantino no s\u00e9culo XI, em Veneza.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/talher17.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" title=\"Hist\u00f3ria dos Talheres\" \/><\/p>\n   \n<p>O garfo, inicialmente tinha dois dentes, passou a tr\u00eas no s\u00e9culo XVIII e      no s\u00e9culo XIX chegou a quatro.<\/p>\n   \n<p><strong>Fonte<\/strong>: www.derosebahia.org<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria dos Talheres, Como Surgiram, Faca, Garfo, Colher, Copo, Prato, Tipos, Mesa, Origem, Hist\u00f3ria dos Talheres<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22995,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-22994","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culinaria-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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