{"id":22871,"date":"2016-01-20T00:00:00","date_gmt":"2016-01-20T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-do-sorvete\/"},"modified":"2026-09-01T15:50:24","modified_gmt":"2026-09-01T15:50:24","slug":"historia-do-sorvete","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/historia-do-sorvete\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria do Sorvete"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet1.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"396\" height=\"400\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<h2>Origem<\/h2>\n   \n<p>A origem do sorvete causa pol\u00eamica, mas ele \u00e9 unanimidade na hora em que      a temperatura sobe,a primavera est\u00e1 apenas no come\u00e7o e os term\u00f4metros j\u00e1 dizem      que \u00e9 tempo de vestir o menor n\u00famero de roupas poss\u00edvel e de se refrescar      quantas vezes por dia voc\u00ea puder.<\/p>\n   \n<p>E \u00e9 quando a temperatura beira absurdos 40 graus que um dos melhores companheiros      da caminhada \u00e9 o sorvete. De massa, no palito ou daqueles feitos em casa,      \u00e9 dif\u00edcil achar algu\u00e9m que n\u00e3o aprecie esta del\u00edcia.<\/p>\n   \n<h2>Hist\u00f3ria<\/h2>\n   \n<p>Muita gente desconhece a origem do sorvete. Existem v\u00e1rias teorias sobre      o surgimento desta iguaria.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet2.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"270\" height=\"191\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n     O sorvete teve origem no Oriente<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>As mais interessantes s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<p>O primeiro relato sobre o sorvete data de mais de 3 mil anos atr\u00e1s, e tem      sua origem no Oriente. Os chineses costumavam preparar uma pasta de leite      de arroz misturado \u00e0 neve, algo parecido com a atual raspadinha.<\/p>\n   \n<p>O Imperador Nero, h\u00e1 cerca de mil e novecentos anos atr\u00e1s, mandava seus escravos      \u00e0s montanhas buscarem neve, que era utilizada para o congelamento do mel,      polpa de frutas ou sucos.<\/p>\n   \n<p>No s\u00e9culo 14, o veneziano Marco Polo voltou de sua famosa viagem ao Oriente.      Al\u00e9m de introduzir o macarr\u00e3o na Europa, Polo trouxe uma receita para fazer      sorvetes de \u00e1gua, muito parecidos com os atuais.<\/p>\n   \n<p>No s\u00e9culo 17, quando o monarca Francisco I esteve em campanha na It\u00e1lia,      decidiu levar para seu filho, o Duque de Orleans, uma noiva, Catarina de M\u00e9dicis.      A ela atribui-se a introdu\u00e7\u00e3o do sorvete na Fran\u00e7a. Neste mesmo pa\u00eds, em 1660,      Procopio Coltelli inaugurou, em Paris, a primeira sorveteria do mundo.<\/p>\n   \n<p>A neta de Catarina de M\u00e9dicis casou-se em 1630 com Carlos I da Inglaterra      e, segundo a tradi\u00e7\u00e3o da av\u00f3, tamb\u00e9m introduziu o sorvete entre os ingleses.      Os colonizadores brit\u00e2nicos levaram o sorvete para os Estados Unidos.<\/p>\n   \n<p>Em 1851 os Estados Unidos viveram um dos momentos mais importantes da hist\u00f3ria      do sorvete: o leiteiro Jacob Fussel abriu em Baltimore a primeira f\u00e1brica      de sorvetes, produzindo em grande escala e sendo copiado por outros em Washington,      Boston e Nova York.<\/p>\n   \n<p>Em 1879, tamb\u00e9m nos Estados Unidos, \u00e9 inventado o &#8220;Ice Cream Soda&#8221;.      O aparecimento da casquinha possui duas vers\u00f5es: uma de que teria surgido      em 1896 na It\u00e1lia, e outra que diz que ela foi inventada em 1904 nos EUA.      O picol\u00e9 apareceu na It\u00e1lia no in\u00edcio do s\u00e9culo 20.<\/p>\n   \n<h2>O sorvete no Brasil<\/h2>\n   \n<p>A primeira sorveteria brasileira nasceu em 1835, quando um navio americano      aportou no Rio de Janeiro com 270 toneladas de gelo. Dois comerciantes compraram      o carregamento e passaram a vender sorvetes de frutas. Na \u00e9poca, n\u00e3o havia      como conservar o sorvete gelado, por isso ele tinha que ser consumido logo      ap\u00f3s o preparo. As sorveterias anunciavam a hora certa de tom\u00e1-lo.<\/p>\n   \n<p>No Brasil, o sorvete chegou a ser considerado o precursor do movimento de      libera\u00e7\u00e3o feminina. Para sabore\u00e1-lo, a mulher praticou um de seus primeiros      atos de rebeldia contra a estrutura social vigente, invadindo bares e confeitarias,      lugares ocupados at\u00e9 ent\u00e3o quase que exclusivamente pelos homens.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet3.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"305\" height=\"203\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n<strong>A primeira sorveteria do Brasil nasceu em 1835<\/strong><\/p>\n   \n<p>Evoluindo a passos curtos, esta guloseima s\u00f3 teve distribui\u00e7\u00e3o no pa\u00eds em      escala industrial em 1941, quando foi fundada na cidade do Rio de Janeiro      a U.S. Harkson do Brasil, nos galp\u00f5es alugados da falida f\u00e1brica de sorvetes      Gato Preto.<\/p>\n   \n<p>Seu primeiro lan\u00e7amento, j\u00e1 com o selo Kibon, foi o Eski-bon. Desde ent\u00e3o,      a popula\u00e7\u00e3o foi se tornando cada vez mais adepta: dados recentes apontam que      o pa\u00eds consome cerca de 200 mil toneladas de sorvete por ano.<\/p>\n   \n<h2>Onde apreciar o Sorvete<\/h2>\n   \n<p>Quem diria que aquela pasta misturada com frutas e leite se transformaria      num dos produtos mais consumidos no mundo todo? A variedade de sabores, cores      e formatos \u00e9 proporcional \u00e0 rea\u00e7\u00e3o das pessoas que a comem.<\/p>\n   \n<p>Dos simples picol\u00e9s \u00e0s bananas-splits e sundaes, passando pelos fritos (os      tempur\u00e1s de sorvete, envolvidos por uma casquinha crocante, frito em \u00f3leo      muito quente por poucos segundos e servido em restaurantes japoneses), o sorvete      \u00e9 sucesso em qualquer esta\u00e7\u00e3o. Veja no final da mat\u00e9ria algumas dicas de sorveterias      onde o pecado \u00e9 n\u00e3o sair com algumas graminhas a mais.<\/p>\n   \n<p>Mas se a pregui\u00e7a falar mais alto e a vontade for \u00e9 ficar o dia inteiro jogado      no sof\u00e1, voc\u00ea ainda pode tomar sorvete em casa. Calma! N\u00e3o \u00e9 preciso ser nenhuma      autoridade em culin\u00e1ria. A receita \u00e9 muito f\u00e1cil de se fazer.<\/p>\n   \n<h2>Curiosidades sobre o Sorvete<\/h2>\n   \n<p>A ta\u00e7a de sorvete &#8220;sundae&#8221; surgiu no in\u00edcio do s\u00e9culo 20, nos Estados      Unidos, e era servida aos domingos (&#8220;Sunday&#8221;, em ingl\u00eas, significa      domingo). O invento recebeu uma grafia diferente porque este era considerado      um dia sagrado.<\/p>\n   \n<p>Em 1846, a norte-americana Nancy Johnson inventou um congelador que funcionava      com uma manivela que, quando girada manualmente, agitava uma mistura de v\u00e1rios      ingredientes. Na parte de baixo, havia uma camada de sal e gelo, que a congelava.      Era a precursora das primeiras m\u00e1quinas industriais de sorvete.<\/p>\n   \n<p>No in\u00edcio, no Rio de Janeiro, o gelo era envolto em serragem e enterrado      em grandes covas para que n\u00e3o derretesse. Ele chegava a durar cinco meses,      tempo suficiente para que os sorveteiros mantivessem na popula\u00e7\u00e3o carioca      o gosto pelo sorvete.<\/p>\n   \n<p>Nos EUA, maior consumidor de sorvete no mundo, foi institu\u00eddo o Dia Nacional      do Sorvete. \u00c9 o dia 14 de julho, m\u00eas que tamb\u00e9m \u00e9 considerado o M\u00eas Nacional      do Sorvete.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet4.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"206\" height=\"190\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n<strong>O &#8220;Sundae&#8221; surgiu no in\u00edcio do s\u00e9culo 20 nos Estados Unidos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Podemos dizer que um sorvete est\u00e1 ligado a uma lei f\u00edsica que diz:<br \/>\n     \u0093Quanto mais r\u00e1pido for o batimento e maior for a cadeia de frio; menor      ser\u00e3o os seus cristais.\u0094<\/p>\n   \n<p>Para se obter um produto de boa qualidade, costuma-se dizer que \u00e9 mais importante      a \u0093quantidade\u0094 utilizada do que propriamente a qualidade da mat\u00e9ria      prima (n\u00e3o que isso seja desnecess\u00e1rio) claro que se obtiver-mos qualidade      e quantidade sempre \u0093corretas\u0094 teremos um excelente produto final.<\/p>\n   \n<p>O importante \u00e9 que voc\u00ea tenha um bom balanceamento de suas misturas, para      que se tenha sempre um padr\u00e3o constante em seu sorvete.<\/p>\n   \n<p>O correto de se balancear uma mistura \u00e9 fazer o que chamamos engenharia reversa      ou seja, partimos dos produtos agregado para se obter a base:<\/p>\n   \n<p>Ex: Quando fabricamos uma calda base e com ela iremos produzir sorvetes de      creme, morango e chocolate, ent\u00e3o teremos:<\/p>\n   \n<p>Calda base + baunilha = Teores da calda base apenas.<\/p>\n   \n<p>Calda base + morango = Teores da calda base + fruta morango com 85% de \u00e1gua      que a mesma possue teremos um teor de gordura menor que o sorvete de creme.<\/p>\n   \n<p>Calda base + chocolate em p\u00f3 e Cacau = Teores da calda base + os agregados      e teremos um teor de gordura maior que o sorvete de creme.<\/p>\n   \n<h2>CONCLUS\u00c3O<\/h2>\n   \n<p>Teremos 3 tipos de sorvete com teores diferentes, n\u00e3o se obtendo portanto      o \u0093Padr\u00e3o\u0094 ao qual tanto queremos, ou seja nunca poderemos ser padr\u00e3o,      e n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil de se conseguir, haja vista que o \u0093Mc Donald\u00b4s\u0094      consegue ter padr\u00e3o ao redor do mundo, ou seja em mais de 97 pa\u00edses.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet5.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"304\" height=\"223\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n<strong>Os americanos s\u00e3o os mairoes consumidores de sorvete no mundo<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Processo de fabrica\u00e7\u00e3o de sorvetes<\/strong><\/p>\n   \n<p>1-Mistura<br \/>\n     2-Pasteuriza\u00e7\u00e3o<br \/>\n     3-Homogeneiza\u00e7\u00e3o<br \/>\n     4-Resfriamento<br \/>\n     5-Matura\u00e7\u00e3o<br \/>\n     6-Batimiento e Congelamento\u00a0<br \/>\n     7-Alimentador Autom\u00e1tico\u00a0<br \/>\n     8-Acondicionamento<br \/>\n     9-Congelamento Final\u00a0<br \/>\n     10-Estocagem<br \/>\n     11-Distribui\u00e7\u00e3o<\/p>\n   \n<h2>Mistura<\/h2>\n   \n<p>O in\u00edcio do preparo da calda consiste em um processo de mistura em tanques      providos de agitadores cuja velocidade varia de acordo com o equipamento.      Alguns t\u00eam agitadores que s\u00e3o chamados de \u0093emulsores\u0094, deixando-se      claro por\u00e9m que uma emuls\u00e3o verdadeira s\u00f3 se obt\u00e9m com o uso de homogeneizadores.<\/p>\n   \n<p>O equipamento utilizado para preparar a mistura deve ser de a\u00e7o inox de boa      qualidade, se poss\u00edvel no m\u00ednimo 3 16L, possuir duplo sistema de agita\u00e7\u00e3o      e ainda estar provido de camisa de \u00e1gua quente para permitir aquecimento.<\/p>\n   \n<h2>Antes de iniciar<\/h2>\n   \n<p>Pesar ou medir o volume dos ingredientes a serem utilizados na formula\u00e7\u00e3o.      No caso de se utilizar medidas volum\u00e9tricas, cuidado com a convers\u00e3o de peso      para volume e com a temperatura! (levar em conta a densidade do produto e      lembrar que esta varia com a temperatura)<\/p>\n   \n<p>Inspecionar todo sistema para verificar se as condi\u00e7\u00f5es higi\u00eanicas e sanit\u00e1rias      s\u00e3o aceit\u00e1veis, caso contr\u00e1rio deve-se primeiramente realizar rigorosa limpeza      e desinfec\u00e7\u00e3o dos equipamentos<\/p>\n   \n<p>Observar que a ordem de adi\u00e7\u00e3o deve ser sistematizada, j\u00e1 que os ingredientes      utilizados t\u00eam caracter\u00edsticas diferentes em estado f\u00edsico, tamanho de part\u00edculas      e grau de solubilidade (abaixo \u00e9 dada uma ordem de adi\u00e7\u00e3o que costuma dar      bons resultados)<\/p>\n   \n<p>Fazer uma pr\u00e9-mistura dos estabilizantes e emulsificantes s\u00f3lidos com a\u00e7\u00facar      para facilidade de dissolu\u00e7\u00e3o<\/p>\n   \n<h2>Como fazer a mistura<\/h2>\n   \n<p>Com o sistema de aquecimento desligado, ligar a agita\u00e7\u00e3o lenta e iniciar      a adi\u00e7\u00e3o de ingredientes l\u00edquidos como \u00e1gua, leite, creme de leite, leite      de coco ou outros<\/p>\n   \n<p>Iniciar o aquecimento da mistura<\/p>\n   \n<p>Adicionar os ingredientes l\u00e1cteos em p\u00f3 como o leite desnatado ou integral      em p\u00f3. Estas adi\u00e7\u00f5es, bem como gema de ovo e cacau em p\u00f3 devem ser feitas      antes que a temperatura atinja 50\u00b0C<\/p>\n   \n<p>Adicionar o a\u00e7\u00facar<\/p>\n   \n<p>Adicionar outros ingredientes s\u00f3lidos como gordura vegetal hidrogenada, manteiga,      licor de cacau. O blocos devem ser reduzidos a peda\u00e7os pequenos antes da adi\u00e7\u00e3o      no tanque de mistura<\/p>\n   \n<p>Adicionar ingredientes l\u00edquidos viscosos como xarope de glicose ou extrato      de malte, e emulsificantes viscosos como a lecitina<\/p>\n   \n<p>A seguir ligar a agita\u00e7\u00e3o r\u00e1pida. Aglomerados ou pelotas de material que      n\u00e3o se dissolveu totalmente na agita\u00e7\u00e3o lenta vai acabar se \u0093dissolvendo\u0094      agora<\/p>\n   \n<p>Adicionar aos poucos e lentamente a pr\u00e9 mistura de estabilizantes, espessantes      e a\u00e7\u00facar. Esta adi\u00e7\u00e3o deve ser feita diretamente no v\u00f3rtice formado pela h\u00e9lice      do agitador de alta rota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p><strong>Ap\u00f3s a adi\u00e7\u00e3o dos ingredientes:<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet6.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"250\" height=\"216\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n<strong>14 de julho \u00e9 o Dia Nacional do sorvete nos EUA<\/strong><\/p>\n   \n<p>No caso de se utilizar sistema de pasteuriza\u00e7\u00e3o por placas, deve-se aumentar      a temperatura da calda gradualmente at\u00e9 68 a 70\u00b0C, bombeando-se a calda para      o homogeneizador assim que for atingida esta temperatura.<\/p>\n   \n<p>No caso de sistema de pasteuriza\u00e7\u00e3o por batelada (ou \u0093batch\u0094)\u0094,      feita no pr\u00f3prio tanque da calda, deve-se manter a temperatura por no m\u00ednimo      70\u00b0C por 30 minutos.<\/p>\n   \n<p><strong>OBS.:\u00a0<\/strong>no caso de pasteuriza\u00e7\u00e3o cont\u00ednua tipo      HTST &#8211; (High Temperature X Short Time), a homogeneiza\u00e7\u00e3o da calda deve ser      anterior \u00e0 pasteuriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h2>Cuidados com o sorvete<\/h2>\n   \n<p><strong>1.\u00a0<\/strong>Manter o sorvete \u00e0 uma temperatura para estocagem      inferior a &#8211; 25C na c\u00e2mara fria.<\/p>\n   \n<p><strong>2.<\/strong>\u00a0Todo (sorvete) em freezer para venda      ao consumidor dever\u00e1 manter uma temperatura entre 12 e 14C.<\/p>\n   \n<p><strong>3.\u00a0<\/strong>Manter o sorvete afastado de peixes, carnes,      frutas e enlatados, pois o mesmo funciona como a um \u00edm\u00e3, no que se refere      ao odor.<\/p>\n   \n<p><strong>4.\u00a0<\/strong>Nunca colocar em freezer, garrafas de bebidas      ou outro produto qualquer, \u00e0 temperatura ambiente, pois esse produto ir\u00e1 roubar      de imediato o FRIO do sorvete, n\u00e3o deixando que a m\u00e1quina (freezer) trabalhe      tempo suficiente para gelar o produto e contribuindo assim para o derretimento      do mesmo. Lembre-se que as garrafas trazem em sua parte externa focos de poeira,      m\u00f4fo e sujidades impercept\u00edveis aos olhos, mas que acarretam s\u00e9rios riscos      de contamina\u00e7\u00e3o para o produto, pois as mesmas passam de m\u00e3os em m\u00e3os antes      de chegar a voc\u00ea.<\/p>\n   \n<p><strong>5.\u00a0<\/strong>Retirar rapidamente os baldes fora do freezer,      para fazer manuten\u00e7\u00e3o e limpeza.<\/p>\n   \n<p><strong>6.<\/strong>\u00a0N\u00e3o apertar com a esp\u00e1tula o sorvete,      pois ir\u00e1 prejudic\u00e1-lo na textura. (Cremosidade).<\/p>\n   \n<p><strong>7.\u00a0<\/strong>N\u00e3o servir o sorvete fazendo buracos para      retirar o produto. O correto \u00e9 rasp\u00e1-lo de maneira uniforme, assim sendo a      parte superior do sorvete sempre ter\u00e1 uma apar\u00eancia impec\u00e1vel e correta.<\/p>\n   \n<p><strong>8.\u00a0<\/strong>Quando existir o famoso buraco nos baldes,      voc\u00ea poder\u00e1 observar que no fundo do balde ir\u00e1 existir um mela\u00e7o; decorrente      da decanta\u00e7\u00e3o dos a\u00e7ucares, e nas paredes da parte superior do sorvete o mesmo      ir\u00e1 ficar seco e quebradi\u00e7o, decorrente da falta de umidade. (Mela\u00e7o)<\/p>\n   \n<p><strong>9.\u00a0<\/strong>Sorvetes como crocante, ameixa ou seja aqueles      que apresentam ser mais moles que os outros, mant\u00ea-los na posi\u00e7\u00e3o de contato      com os 2 \u00e2ngulos laterais no freezer, pois s\u00e3o nessas 4 extremidades em que      o freezer produz mais frio.<\/p>\n   \n<p><strong>10.<\/strong>\u00a0Manter os freezers raspados (sem      o g\u00ealo nas laterais), pois como se sabe o frio do equipamento chega atrav\u00e9s      de g\u00e1s emanado pelas placas ou serpentinas, e o g\u00ealo se constitue em bloqueio      para o mesmo.<\/p>\n   \n<h2>101 sabores de sorvete<\/h2>\n   \n<p><strong>1-<\/strong>ABACATE<br \/>\n<strong>2<\/strong>-ABACAXI<br \/>\n<strong>3<\/strong>-ACEROLA<br \/>\n<strong>4<\/strong>-AFRICANO<br \/>\n<strong>5<\/strong>-ALPINO<br \/>\n<strong>6-<\/strong>AMBROSIA<br \/>\n<strong>7<\/strong>-AMEIXA<br \/>\n<strong>8<\/strong>-AMORA<br \/>\n<strong>9<\/strong>-ARROZ DOCE<br \/>\n<strong>10<\/strong>-AVEL\u00c3<br \/>\n<strong>11<\/strong>-BANANA CARAMELIZADA<br \/>\n<strong>12-<\/strong>BANANA PASSA<br \/>\n<strong>13<\/strong>-BEIJINHO<br \/>\n<strong>14<\/strong>-BOMBOM<br \/>\n<strong>15<\/strong>-BRIGADEIRO<br \/>\n<strong>16<\/strong>-CAF\u00c9<br \/>\n<strong>17<\/strong>-CAJ\u00da<br \/>\n<strong>18<\/strong>-CANELA<br \/>\n<strong>19<\/strong>-CAPUCCINO<br \/>\n<strong>20<\/strong>-CAQUI<br \/>\n<strong>21<\/strong>-CARAMBOLA<br \/>\n<strong>22-<\/strong>CARIOCA(tipo)<br \/>\n<strong>23-<\/strong>CASTANHA<br \/>\n<strong>24<\/strong>-CEREJA<br \/>\n<strong>25-<\/strong>CHOCOLATE<br \/>\n<strong>26<\/strong>-CHOCOLATE C\/ AM\u00caNDOA<br \/>\n<strong>27-<\/strong>CHOCOLATE C\/ LARANJA<br \/>\n<strong>28-<\/strong>CHOCOLATE C\/ CAF\u00c9<br \/>\n<strong>29<\/strong>-CHOCOLATE C\/ CANELA<br \/>\n<strong>30<\/strong>-CHOCOLATE C\/ CASTANHA<br \/>\n<strong>31-<\/strong>CHOCOLATE C\/ CEREJA<br \/>\n<strong>32-<\/strong>CHOCOLATE C\/ CROCANTE<br \/>\n<strong>33<\/strong>-CHOCOLATE C\/ DOCE DE LEITE<br \/>\n<strong>34<\/strong>-CHOCOLATE C\/ MACAD\u00c2MIA<br \/>\n<strong>35-<\/strong>CHOCOLATE C\/ NOZES<br \/>\n<strong>36<\/strong>-CHOCOLATE C\/ PED. AVEL\u00c3<br \/>\n<strong>37-<\/strong>CHOCOLATE CRISPIS<br \/>\n<strong>38<\/strong>-CHOCOMENTA<br \/>\n<strong>39<\/strong>-COCO<br \/>\n<strong>40<\/strong>-COCO QUEIMADO<br \/>\n<strong>41<\/strong>-CREME<br \/>\n<strong>42<\/strong>-CREME PORTUGU\u00caS<br \/>\n<strong>43<\/strong>-CREME RUSSO<br \/>\n<strong>44<\/strong>-CROCANTE<br \/>\n<strong>45<\/strong>-CUPUA\u00c7U<br \/>\n<strong>46<\/strong>-DAMASCO<br \/>\n<strong>47-<\/strong>DIAMANTE NEGRO<br \/>\n<strong>48-<\/strong>DOCE DE LEITE<br \/>\n<strong>49<\/strong>-ERVA DOCE<br \/>\n<strong>50-<\/strong>FIGO<br \/>\n<strong>51-<\/strong>FLOCOS 52-FLORESTA NEGRA<br \/>\n<strong>53<\/strong>-FRAMBOESA<br \/>\n<strong>54-<\/strong>FRUSTAS VERMELHAS<br \/>\n<strong>55<\/strong>-GIANDUIA<br \/>\n<strong>56<\/strong>-GOIABA<br \/>\n<strong>57<\/strong>-GRAVIOLA<br \/>\n<strong>58-<\/strong>HORTEL\u00c3<br \/>\n<strong>59<\/strong>-JABUTICABA<br \/>\n<strong>60<\/strong>-JACA<br \/>\n<strong>61<\/strong>-KIWI<br \/>\n<strong>62<\/strong>-LAKA<br \/>\n<strong>63<\/strong>-LEITE CONDENSADO<br \/>\n<strong>64-<\/strong>LIM\u00c3O<br \/>\n<strong>65<\/strong>-MANGA<br \/>\n<strong>66-<\/strong>MANJAR BRANCO<br \/>\n<strong>67<\/strong>-MARACUJ\u00c1<br \/>\n<strong>68<\/strong>-MARROM GLAC\u00ca<br \/>\n<strong>69<\/strong>-MEL<br \/>\n<strong>70<\/strong>-MEL\u00c3O<br \/>\n<strong>71<\/strong>-MENTA<br \/>\n<strong>72-<\/strong>MILHO VERDE<br \/>\n<strong>73-<\/strong>MORANGO<br \/>\n<strong>74-<\/strong>NAPOLITANO<br \/>\n<strong>75-<\/strong>NATA<br \/>\n<strong>76<\/strong>-NATA C\/ BANANA<br \/>\n<strong>77<\/strong>-NATA C\/ GOIABADA<br \/>\n<strong>78<\/strong>-NESCAU<br \/>\n<strong>79<\/strong>-NOUGAT<br \/>\n<strong>80<\/strong>-NOZES<br \/>\n<strong>81-<\/strong>OURO BRANCO<br \/>\n<strong>82<\/strong>-PASSAS AO RUM<br \/>\n<strong>83-<\/strong>PAV\u00ca<br \/>\n<strong>84<\/strong>-PERA<br \/>\n<strong>85<\/strong>-P\u00caSSEGO<br \/>\n<strong>86-<\/strong>PIN\u00c3 COLADA<br \/>\n<strong>87<\/strong>-PISTACHE<br \/>\n<strong>88<\/strong>-PITANGA<br \/>\n<strong>89<\/strong>-PRALIN\u00c9E<br \/>\n<strong>90<\/strong>-PREST\u00cdGIO (tipo)<br \/>\n<strong>91-<\/strong>PUDIM DE LEITE<br \/>\n<strong>92-<\/strong>QUIMDIM<br \/>\n<strong>93-<\/strong>SENSA\u00c7\u00c3O (tipo)<br \/>\n<strong>94<\/strong>-SONHO DE VALSA (tipo)<br \/>\n<strong>95-<\/strong>T\u00c2MARA<br \/>\n<strong>96<\/strong>-TANGERINA<br \/>\n<strong>97<\/strong>-TOBLERONE (tipo)<br \/>\n<strong>98<\/strong>-TRUFA<br \/>\n<strong>99-<\/strong>TUTTI-FRUTTI<br \/>\n<strong>100<\/strong>-UVA<br \/>\n<strong>101<\/strong>-ZABAGLIONE<\/p>\n   \n<h2>Sorvete: Uma tenta\u00e7\u00e3o que alimenta<\/h2>\n   \n<p>Longe de ser s\u00f3 uma \u0093goloseima que refresca\u0094, o sorvete, al\u00e9m de      agradar tanto crian\u00e7as como adultos, \u00e9 um alimento com alto valor nutritivo.<\/p>\n   \n<p>No Brasil, durante os meses de outubro a fevereiro s\u00e3o consumidos cerca de      70% de toda a produ\u00e7\u00e3o anual de sorvetes. A cren\u00e7a, entre n\u00f3s, \u00e9 de que os      gelados provocam resfriados, dores de garganta, gripes e outros dist\u00farbios      do g\u00eanero. Mas para o otorrinolaringologista Ant\u00f4nio Celso Nunes Nassif Filho,      chefe do Departamento de Otorrinolaringologia da PUC-PR, o sorvete s\u00f3 faz      mal para crian\u00e7as cronicamente afetadas por algum tipo de obstru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h2>Sorvete: Complemento Alimentar<\/h2>\n   \n<p>Nos hospitais, o sorvete, vem sendo utilizado, especialmente por crian\u00e7as      submetidas \u00e0 quimioterapia para combater o c\u00e2ncer, que tem dificuldade de      se alimentar. Al\u00e9m do valor nutritivo, por ser gelado, o sorvete \u00e9 um \u00f3timo      analg\u00e9sico e ajuda a evitar as n\u00e1useas causadas pelo tratamento nas crian\u00e7as,      explica a oncologista Flora Watanave, chefe do setor de Hematologia do hospital      Pequeno Pr\u00edncipe, de Curitiba-PR.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.emporiovillaborghese.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<h2>A trajet\u00f3ria<\/h2>\n   \n<p>Entre fatos e lendas, alguns historiadores acreditam que possa ter sido Alexandre      o Grande (356-323 a.C.), rei da Maced\u00f4nia, o introdutor do sorvete na Europa.      Outra corrente de pesquisadores atribui o feito aos \u00e1rabes, que teriam aperfei\u00e7oado      a receita chinesa, ensinando aos europeus como ligar a neve aos demais ingredientes.<\/p>\n   \n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 relatos de que Nero, o temido imperador de Roma (54-68 d.C.), era      um grande apreciador do sorvete. Dizem que ele enviava escravos corredores      at\u00e9 as montanhas em busca de gelo para seus aperitivos de frutas e mel e quem      n\u00e3o conseguisse fazer o percurso sem que a neve derretesse era executado!      Mas as receitas do imperador nunca foram encontradas. Se a hist\u00f3ria \u00e9 verdadeira?      Vai saber&#8230;<\/p>\n   \n<p>No s\u00e9culo XI, os \u00e1rabes j\u00e1 haviam dedicado uma se\u00e7\u00e3o inteira ao sorvete em      um de seus fabulosos livros de culin\u00e1ria, escrito por Wusla Hila al Habib.      A palavra sorvete tamb\u00e9m \u00e9 de origem \u00e1rabe, vem de xarab, que depois os turcos      mudaram para xorbet.<\/p>\n   \n<h2>Folclore<\/h2>\n   \n<p>Fazendo uma r\u00e1pida busca na Internet ou mesmo em livros, voc\u00ea encontra v\u00e1rias      hist\u00f3rias fascinantes sobre a trajet\u00f3ria do sorvete ao longo do tempo. A maioria,      no entanto, n\u00e3o passa de folclore.<\/p>\n   \n<p>De acordo com contos populares, o explorador Marco P\u00f3lo (1254-1324) teria      conhecido o sorvete em sua viagem \u00e0 China e o levado para a It\u00e1lia. Tempos      depois, cozinheiros italianos de Catarina de M\u00e9dici teriam levado o maravilhoso      prato para a Fran\u00e7a, quando, em 1533, ela se casou com Duque de Orl\u00e9ans, que      mais tarde se tornaria o rei Henrique II. A neta de Catarina de M\u00e9dici teria      levado a receita para a Inglaterra ao se casar com o rei Carlos I, que pagava      uma pens\u00e3o vital\u00edcia ao seu cozinheiro, para que este n\u00e3o divulgasse a tal      receita secreta.<\/p>\n   \n<p>Mas, segundo o livro Ices: The Definitive Guide (Sorvetes: o Guia Definitivo),      de Caroline Liddell e Robin Weir, o mais prov\u00e1vel \u00e9 que essas hist\u00f3rias tenham      sido inventadas por mentes criativas (e p\u00f5e criatividade nisso!) de produtores      e vendedores de sorvete do s\u00e9culo XIX. A desconfian\u00e7a ocorre, porque elas      n\u00e3o s\u00e3o mencionadas em nenhum documento anterior a essa data.<\/p>\n   \n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet7.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"285\" height=\"230\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<h2>Da Europa aos Estados Unidos<\/h2>\n   \n<p>Por muito tempo, a produ\u00e7\u00e3o de sorvete foi um luxo reservado a poucas pessoas,      porque dependia do gelo formado na natureza e de trabalhosos m\u00e9todos para      colet\u00e1-lo e armazen\u00e1-lo. Durante todo o s\u00e9culo XVII, as receitas foram cuidadosamente      guardadas, e saborear essa guloseima gelada ainda era privil\u00e9gio dos que frequentavam      os pal\u00e1cios reais.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet8.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"302\" height=\"225\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>A partir do s\u00e9culo XVIII, no entanto, o consumo de sorvete come\u00e7ou a se espalhar      pela Europa. Em 1768 foi publicado, na Fran\u00e7a, o primeiro livro do Ocidente      a revelar receitas de sorvete, A Arte de Fazer Sobremesas Geladas, que tamb\u00e9m      continha explica\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas e filos\u00f3ficas para o congelamento da \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>Em 1770, o sorvete cruzou o Atl\u00e2ntico at\u00e9 os Estados Unidos, levado pelo      italiano Giovanni Bosio. No in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, Filad\u00e9lfia passou a ser      conhecida como a capital do sorvete do pa\u00eds, devido \u00e0 grande quantidade produzida      e \u00e0s famosas casas p\u00fablicas de sorvete da cidade. Atualmente, os Estados Unidos      s\u00e3o o maior produtor e consumidor de sorvete do mundo!<\/p>\n   \n<p>Em 1843, a norte-americana Nancy Johnson inventou uma m\u00e1quina de fazer sorvete      que simplificava bastante o processo de produ\u00e7\u00e3o, permitindo que qualquer      pessoa fizesse sorvete de qualidade em sua pr\u00f3pria casa. A m\u00e1quina funcionava      com uma manivela, girada manualmente para a mistura dos ingredientes, que      ficavam em uma esp\u00e9cie de balde, com uma mistura de gelo e sal no fundo (n\u00e3o      se esque\u00e7a que o congelador ainda n\u00e3o tinha sido inventado).<\/p>\n   \n<p>A partir de 1850, o sorvete come\u00e7ou a se popularizar e passou a ser vendido      a pessoas comuns. Em 1851, o leiteiro Jacob Fussell, procurando aproveitar      o excedente da sua produ\u00e7\u00e3o de leite, abriu em Baltimore, nos Estados Unidos,      a primeira f\u00e1brica de sorvetes do mundo, vendendo em grande escala e a menos      da metade do pre\u00e7o cobrado por outros vendedores!<\/p>\n   \n<p>Em 1865, depois da Guerra Civil nos Estados Unidos, um grande n\u00famero de vendedores      de sorvete de rua, chamados Homens Hokey-Pokey surgiu nas grandes cidades.      Ningu\u00e9m sabe ao certo o que quer dizer Hokey Pokey, mas sup\u00f5e-se que a express\u00e3o      seja derivada de algum jarg\u00e3o usado por vendedores de sorvete italianos. Que      coisa, n\u00e3o?<\/p>\n   \n<p>Em 1899, o franc\u00eas August Gaulin inventou um homogeneizador que quebrava      os gl\u00f3bulos de gordura e dava uma textura muito mais suave ao sorvete. Foi      durante o s\u00e9culo XIX, tamb\u00e9m, que desenvolveram-se t\u00e9cnicas que abriram caminho      para a cria\u00e7\u00e3o do primeiro aparelho de refrigera\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica. Com o surgimento      de geladeiras e congeladores no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, aumentou a produ\u00e7\u00e3o e      o consumo de sorvete, levando ao aparecimento de novas ind\u00fastrias.<\/p>\n   \n<p>Durante a Segunda Guerra Mundial (1941-1945), o sorvete j\u00e1 era t\u00e3o popular,      que fazia parte da lista de itens essenciais para manter o \u00e2nimo das tropas      americanas, como cigarros, refrigerantes e chicletes. A fabrica\u00e7\u00e3o de sorvete      para civis tinha sido reduzida, com o intuito de economizar leite e a\u00e7\u00facar.<\/p>\n   \n<h2>O sorvete chega ao Brasil<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet9.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"308\" height=\"263\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>No Brasil, os cariocas foram os primeiros a experimentar a del\u00edcia gelada      que vinha ganhando o mundo. Em 1834, o navio americano Madagascar, vindo de      Boston, aportou na cidade do Rio de Janeiro com cerca de 200 toneladas de      gelo em blocos. O objetivo: fazer sorvete, claro! Os blocos de gelo foram      armazenados com serragem em dep\u00f3sitos subterr\u00e2neos e conservados por aproximadamente      cinco meses.<\/p>\n   \n<p>Como naquela \u00e9poca n\u00e3o havia como conservar o sorvete depois de pronto, as      sorveterias anunciavam a hora certa de tom\u00e1-lo, causando alvoro\u00e7o na cidade.      At\u00e9 as mulheres, que ent\u00e3o eram proibidas de entrar em bares, caf\u00e9s e confeitarias,      resolveram quebrar o protocolo e fizeram fila para experimentar a novidade.<\/p>\n   \n<p>O sorvete come\u00e7ou a ser distribu\u00eddo em escala industrial no pa\u00eds em 1941,      quando nos galp\u00f5es alugadas da falida f\u00e1brica de sorvetes Gato Preto, no Rio      de Janeiro, instalou-se a U.S. Harkson do Brasil, a primeira ind\u00fastria brasileira      de sorvete. Seu primeiro lan\u00e7amento em 1942 foi o Eski-bon, seguido pelo Chicabon.      Dezoito anos depois, a Harkson mudou o seu nome para Kibon.<\/p>\n   \n<p>Os anos se passaram e o sorvete caiu mesmo no gosto do brasileiro. Segundo      a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Ind\u00fastrias de Sorvete (ABIS), em 2006 tivemos um      consumo de 507 milh\u00f5es de litros. Mas, apesar do aumento do consumo, a taxa      em torno de 2,7 litros por pessoa ao ano ainda \u00e9 baixa, se comparada com outros      pa\u00edses de clima frio ou com a Nova Zel\u00e2ndia, campe\u00e3 da lista. Por l\u00e1 a m\u00e9dia      ultrapassa 26 litros por habitante!<\/p>\n   \n<p>Para incentivar o consumo de sorvete o ano todo e n\u00e3o apenas no ver\u00e3o, a      ABIS instituiu o dia 23 de setembro como o Dia Nacional de Sorvete. Se voc\u00ea      \u00e9 f\u00e3 da guloseima, delicie-se, mas com modera\u00e7\u00e3o. Afinal, a maioria dos sorvetes      cont\u00e9m alto \u00edndice de gordura saturada e hidrogenada. D\u00ea prefer\u00eancia aos picol\u00e9s      de fruta ou a outros sorvetes sem gordura, que s\u00e3o muito mais saud\u00e1veis<\/p>\n   \n<h2>Quem veio primeiro: o sorvete ou a geladeira?<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet10.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"277\" height=\"287\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Voc\u00ea sabia que o sorvete foi inventado muito antes da geladeira e do freezer?      Isso mesmo! Embora a origem dessa del\u00edcia refrescante tenha se perdido no      tempo, \u00e9 prov\u00e1vel que o sorvete tenha surgido na China h\u00e1 cerca de 3.000 anos.      No in\u00edcio, ele era mais parecido com a atual raspadinha, n\u00e3o levava leite      e geralmente era feito com neve, suco de frutas e mel.<\/p>\n   \n<p>Apesar de estar cercada de lendas e muitas controv\u00e9rsias, sabe-se que a hist\u00f3ria      do sorvete tem uma forte liga\u00e7\u00e3o com a evolu\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas de refrigera\u00e7\u00e3o.      Em 1100 a.C., os chineses j\u00e1 sabiam como conservar o gelo formado naturalmente      no inverno para us\u00e1-lo durante o ver\u00e3o. Afinal, ningu\u00e9m ia querer ficar tomando      sorvete num frio de lascar, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n   \n<p>At\u00e9 a cria\u00e7\u00e3o do refrigerador mec\u00e2nico, no final do s\u00e9culo XIX, um cozinheiro,      para servir sorvetes ou outras sobremesas e bebidas geladinhas em dias de      calor, dependia de suprimentos naturais de gelo, retirados de lagos e rios      durante o inverno ou do alto das montanhas.<\/p>\n   \n<p>Para que fosse conservado, esse gelo era armazenado em dep\u00f3sitos subterr\u00e2neos      revestidos com materiais isolantes, como madeira, e coberto com serragem.      Desde que houvesse um sistema adequado para o escoamento da \u00e1gua, o gelo podia      ser guardado dessa forma por meses ou at\u00e9 anos!<\/p>\n   \n<p>Por volta do s\u00e9culo XIII, uma outra descoberta importante sobre a refrigera\u00e7\u00e3o      permitiu o aperfei\u00e7oamento da produ\u00e7\u00e3o de sorvete: a de que adi\u00e7\u00e3o de sal      ao gelo provocava uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que baixava a temperatura da mistura      para menos de 0\u00baC. A partir de ent\u00e3o, era s\u00f3 p\u00f4r os ingredientes j\u00e1 batidos      num recipiente de metal e coloc\u00e1-lo dentro de um outro recipiente maior, de      madeira, com a mistura de sal e gelo, que o sorvete congelava bem mais r\u00e1pido!<\/p>\n   \n<p>Nessa \u00e9poca, no entanto, ele ainda estava longe de ter aquela textura suave      que conhecemos hoje e tamb\u00e9m n\u00e3o levava leite nem ovos. S\u00f3 em meados do s\u00e9culo      XVII, provavelmente na It\u00e1lia, os novos ingredientes foram incorporados \u00e0      receita. \u00d4pa, mas espere a\u00ed. Estamos indo r\u00e1pido demais.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.invivo.fiocruz.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h6>\n   \n<h2 align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet11.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"234\" height=\"157\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/h2>\n   \n<h2>Que del\u00edcia! \u00c9 tempo de sorvete!<\/h2>\n   \n<p>Ver\u00e3o \u00e9 tempo de muitas coisas boas, como f\u00e9rias, viagens, brincadeiras e,      claro, sorvete! Ele alimenta, refresca e \u00e9 uma del\u00edcia! Mas voc\u00ea j\u00e1 pensou      de onde vem o sorvete? Como ele foi inventado? E principalmente: como se faz      um sorvete?<\/p>\n   \n<h2>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h2>\n   \n<p>A hist\u00f3ria do sorvete \u00e9 cheia de curiosidades. Pesquisas mostram que ele      foi inventado h\u00e1 cerca de 3 mil anos pelos chineses! No in\u00edcio, o &#8220;sorvete&#8221;      era feito com neve, suco de fruta e mel.<\/p>\n   \n<p>Outras pesquisas apontam o l\u00edder Alexandre, o Grande como o introdutor do      sorvete na Europa e a sua &#8220;receitinha&#8221; era um pouco diferente da      usada pelos chineses: uma mistura de salada de frutas embebida em mel e resfriada      em potes de barro guardados na neve.<\/p>\n   \n<p>Mas foi em 1292 que o sorvete come\u00e7ou a tomar a forma daquele que conhecemos      hoje, quando o famoso viajante italiano Marcopolo voltou ao seu Pa\u00eds de uma      viagem \u00e0 China cheio de &#8220;novidades&#8221;: o arroz, o macarr\u00e3o e o sorvete      feito com leite!<\/p>\n   \n<p>A partir da\u00ed, o sorvete come\u00e7ou a ser muito consumido em toda a It\u00e1lia e      at\u00e9 hoje o sorvete italiano \u00e9 reconhecido como um dos melhores do mundo. Por      l\u00e1, em qualquer lugar pode-se encontrar uma gelateria, ou seja, uma sorveteria.      Em italiano, sorvete se fala gelato.<\/p>\n   \n<p>Sa It\u00e1lia, o consumo do sorvete espalhou-se por toda a Europa, at\u00e9 que os      ingleses o levaram para os Estados Unidos. L\u00e1, a hist\u00f3ria dos sorvetes ganhou      importantes cap\u00edtulos&#8230;<\/p>\n   \n<p>Nos EUA, pa\u00eds que mais faz e mais consome sorvetes no mundo, dois fatos importantes      ocorreram para tornar este alimento ainda mais popular: em 1851, Jacob Fussel      abre a primeira f\u00e1brica de sorvetes do mundo! Pela primeira vez, os ice creams      s\u00e3o produzidos em muita quantidade.<\/p>\n   \n<p>O segundo fato que mudou a hist\u00f3ria do sorvete foi a inven\u00e7\u00e3o da refrigera\u00e7\u00e3o      mec\u00e2nica, ou seja, das geladeira. Ainda bem, porque se n\u00e3o fosse essa grande      inven\u00e7\u00e3o, pessoas que moram em lugares quentes, como os brasileiros, teriam      que viajar para longe se quisessem apreciar um sorvetinho!<\/p>\n   \n<h2>Hist\u00f3ria do sorvete no Brasil<\/h2>\n   \n<p>Vem do Rio de Janeiro a not\u00edcia do primeiro sorvete vendido no Brasil. Um      navio americano chamado Madagascar aportou na cidade em agosto de 1834 com      217 toneladas de gelo.<\/p>\n   \n<p>Dois comerciantes cariocas compraram a carga e em 23 de agosto come\u00e7aram      a vender sorvetes de frutas aos cariocas. Naquela \u00e9poca, os sorvetes ainda      eram chamados de &#8220;gelados&#8221; no Brasil.<\/p>\n   \n<p>Para que o gela n\u00e3o derretesse, ele era envolvido em serragem e enterrado      em grandes covas. Assim, ele podia ser mantido por 4 a 5 meses!<\/p>\n   \n<p>Antes do sorvete, as mulheres eram proibidas de entrarem em bares, caf\u00e9s,      docerias, confeitarias&#8230; Mas quando o sorvete chegou ao nosso Pa\u00eds, as mulheres      n\u00e3o se conformaram mais com essa conven\u00e7\u00e3o e passaram a invadir estes lugares      para saborearem os gelados.<\/p>\n   \n<p>Em S\u00e3o P\u00e0ulo, a primeira not\u00edcia de sorvete que se tem registro \u00e9 de um an\u00fancio      no jornal A Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo de 04 de janeiro de 1978, que dizia: &#8220;Sorvetes      &#8211; todos os dias \u00e0s 15 horas, na Rua direita n\u00ba 14.&#8221;<\/p>\n   \n<p>A primeira f\u00e1brica de sorvetes do Brasil foi a U.S. Markson do Brasil, fundada      emm 1941 no Rio de Janeiro.<\/p>\n   \n<h2>Confira as curiosidades divertidas sobre o sorvete<\/h2>\n   \n<p>No interior do Brasil, durante muito tempo, o sorvete foi ignorado. O sertanejo      se recusava a tom\u00e1-lo por ser frio demais, suspeitando que desequilibrava      o calor interno.<\/p>\n   \n<p>O imperador do Brasil D. Pedro II era louco por sorvete de pitanga.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o demorou muito para os sorvetes brasileiros ganharem um toque tropical,      misturados a carambola, pitanga, jabuticaba, manga, caju e coco.<\/p>\n   \n<p>At\u00e9 o s\u00e9culo XIX, o sorvete era considerado alimento de gente rica. As damas      da nobreza chegavam a brigar entre si (puxar o cabelo e sair na unha), porque      uma roubava da outra o mestre sorveteiro.<\/p>\n   \n<p>O inventor da m\u00e1quina de sorvetes foi o florentino Proc\u00f3pio Coltelli, que      abriu em 1660 a primeira sorveteria de Paris (o Caf\u00e9 Procope), ainda hoje      o estabelecimento mais antigo da cidade.<\/p>\n   \n<p>Diz a lenda que Carlos I, da Inglaterra (marido da neta de Catarina), pagava      uma pens\u00e3o vital\u00edcia a seu sorveteiro exclusivo, com a condi\u00e7\u00e3o de que ele      n\u00e3o revelasse a receita para ningu\u00e9m. Seus sorvetes, em forma de ovo, tinham      a casca de baunilha e a gema de framboesa.<\/p>\n   \n<p>Outra lenda famosa \u00e9 a do imperador Nero de Roma, que, de t\u00e3o louco pela      iguaria, mandava um ex\u00e9rcito de escravos escalar at\u00e9 o alto das montanhas      para colher neve e depois mistur\u00e1-la com mel e frutas.<\/p>\n   \n<h2>Aprenda a falar &#8220;sorvete&#8221; em outras l\u00ednguas<\/h2>\n   \n<p><strong>Portugu\u00eas:<\/strong>\u00a0sorvete<\/p>\n   \n<p><strong>Ingl\u00eas:\u00a0<\/strong>ice cream<\/p>\n   \n<p><strong>Espanhol:<\/strong>\u00a0helado<\/p>\n   \n<p><strong>Franc\u00eas:\u00a0<\/strong>cr\u00eame glac\u00e9e<\/p>\n   \n<p><strong>Italiano:<\/strong>\u00a0gelato<\/p>\n   \n<p><strong>Alem\u00e3o:\u00a0<\/strong>eiscreme<\/p>\n   \n<h2>As maiores inven\u00e7\u00f5es com sorvete!<\/h2>\n   \n<h2><strong>Picol\u00e9<\/strong><\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet12.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"151\" height=\"154\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Foi inventado em 1905 por um menino de 11 anos chamado Frank Epperson, que      esqueceu no quintal um copo de refresco com uma colher dentro durante uma      noite de inverno. De manh\u00e3, ele notou que a bebida e a colher haviam congelado      juntas&#8230;<\/p>\n   \n<h2><strong>Casquinha de Sorvete<\/strong><\/h2>\n   \n<p>A casquinha foi inventada por um vendedor de waffles de origem S\u00edria, E.      A. Hamwi, que, em 1904, teve a id\u00e9ia de enrolar waffles em forma de cone.      Mas por qu\u00ea? Simples: o vendedor de sorvetes que dividia o carrinho com Hamwi      cansou-se de ver seus copos e pratinhos sendo roubados pelos clientes.<\/p>\n   \n<h2><strong>Sabores tropicais<\/strong><\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet13.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"212\" height=\"152\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n     Os brasileiros criaram sorvetes de sabores tropicais como carambola, pitanga,      jabuticaba, manga, caju e coco.<\/p>\n   \n<h2><strong>Sundae e Banana Split<\/strong><\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet14.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"188\" height=\"124\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n     Inventados nos Estados Unidos, em 1890.<\/p>\n   \n<h2><strong>Ice Cream Soda<\/strong><\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet15.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"147\" height=\"269\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n     Inventado em 1879, nos Estados Unidos, por Fred Sanders.<\/p>\n   \n<h2>Aprenda a fazer sorvetes!<\/h2>\n   \n<p><strong>Veja abaixo receitas para adultos fazerem e voc\u00ea ajudar e ir aprendendo!<\/strong><\/p>\n   \n<h2>Sopa Doce com Sorvete de Maracuj\u00e1<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet16.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"165\" height=\"136\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Em uma panela, junte 2 x\u00edcaras (ch\u00e1) de leite, 1 colher (sopa) de maisena,      2 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar e 1 gema. Misture bem e leve ao fogo brando, mexendo      sempre at\u00e9 come\u00e7ar a encorpar.<\/p>\n   \n<p>Retire do fogo, junte meia colher (ch\u00e1) de ess\u00eancia de baunilha e espere      esfriar.<\/p>\n   \n<p>Num prato fundo sirva 2 conchas pequenas da sopa e 1 bola de sorvete de Maracuj\u00e1.<\/p>\n   \n<h2>Sorvete Galak com Kiwi<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet17.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"188\" height=\"117\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<h5>Ingredientes<\/h5>\n   \n<p>1 kiwi pequeno descascado e picado (60g)<br \/>\n     1 bola de Sorvete Galak Nestl\u00e9 (60g)<br \/>\n     fatias de kiwi para decorar (15g)<\/p>\n   \n<h5>Modo de Preparo<\/h5>\n   \n<p>Em um recipiente amasse o kiwi, com aux\u00edlio de um garfo, at\u00e9 formar um pur\u00ea.      Reserve. Coloque o Sorvete em uma ta\u00e7a e por cima distribua o pur\u00ea reservado.      Decore com as fatias de kiwi e sirva a seguir.<\/p>\n   \n<h5>Rendimento<\/h5>\n   \n<p>1 por\u00e7\u00e3o<\/p>\n   \n<h2>Tartelletes de Marzip\u00e3 Recheadas de Sorvete de Morango regadas com Calda      de Chocolate<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet18.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"188\" height=\"107\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p><strong>Marzip\u00e3:<\/strong><\/p>\n   \n<p>Triture 2 x\u00edcaras (ch\u00e1) de am\u00eandoas cruas sem pele (300g) at\u00e9 obter uma farofa      fina. Numa tigela, junte a farofa de am\u00eandoas, \u00be x\u00edcara (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar de      confeiteiro (110g), 1 clara ligeiramente batida e cerca de 1 colher (ch\u00e1)      de ess\u00eancia de am\u00eandoas. Amasse bem at\u00e9 obter uma massa homog\u00eanea. Deixe a      massa descansar por 30 minutos.<\/p>\n   \n<p>Com o aux\u00edlio de um rolo, abra a massa bem fina e forre o fundo e as laterais      de forminhas de fundo remov\u00edvel (com cerca de 10cm de di\u00e2metro por 3 cm de      altura cada).<\/p>\n   \n<p>Leve ao forno m\u00e9dio (180\u00baC), preaquecido por cerca de 25 minutos ou at\u00e9 a      massa ficar dourada. Retire do forno e deixe esfriar.<\/p>\n   \n<h5>Calda<\/h5>\n   \n<p>Numa panela, misture 6 colheres (sopa) de \u00e1gua e meia x\u00edcara (ch\u00e1) de creme      de leite fresco. Junte 2 colheres (sopa) de manteiga sem sal (40g), meia x\u00edcara      (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar e 3 colheres (sopa) de chocolate em p\u00f3. Misture bem.<\/p>\n   \n<p>Leve ao fogo brando e cozinhe at\u00e9 obter uma calda homog\u00eanea.<\/p>\n   \n<h5>Recheio<\/h5>\n   \n<p>Recheie cada tartellete com 1 bola de Sorvete de Morango da Kibon. Regue      com a calda quente e sirva em seguida.<br \/>\n     Rendimento: 8 por\u00e7\u00f5es<\/p>\n   \n<h2>Sorvete Prest\u00edgio com Abacaxi<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet19.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"172\" height=\"131\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<h5>Ingredientes<\/h5>\n   \n<p>1 fatia de abacaxi (130 g)<br \/>\n     1 bola de Sorvete Prest\u00edgio Nestl\u00e9 (60 g)<br \/>\n     folhinha de hortel\u00e3 para decorar<\/p>\n   \n<h5>Modo de Preparo<\/h5>\n   \n<p>Coloque a rodela de abacaxi em um prato de sobremesa e sobre ela o Sorvete.      Decore com a hortel\u00e3 e sirva a seguir<\/p>\n   \n<h2>Sorvete Negresco com Iogurte e Suco de Uva<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet20.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"139\" height=\"208\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<h5>Ingredientes<\/h5>\n   \n<p>2 colheres (sopa) de Iogurte Natural Light Molico (30g)<br \/>\n     2 colheres (sopa) de suco de uva concentrado (30g)<br \/>\n     meia colher (sopa) de ado\u00e7ante granular<br \/>\n     1 bola de Sorvete Negresco (60g)<\/p>\n   \n<h5>Modo de Preparo<\/h5>\n   \n<p>Em um recipiente misture o Iogurte, o suco e o ado\u00e7ante at\u00e9 que esteja homog\u00eaneo.      Coloque o Sorvete em uma ta\u00e7a e por cima distribua a mistura de Iogurte. Sirva      a seguir.<\/p>\n   \n<h5>Rendimento<\/h5>\n   \n<p>1 por\u00e7\u00e3o<\/p>\n   \n<h2>Sorvete Carioca ao Creme Andaluz<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet21.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"197\" height=\"146\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Em uma panela, junte 1 e meia x\u00edcara (ch\u00e1) de leite, 4 cravos da \u00cdndia e      1 pau de canela. Cozinhe at\u00e9 ferver.<\/p>\n   \n<p>Retire do fogo, acrescente 1 colher (caf\u00e9) de ess\u00eancia de baunilha, coe e      deixe esfriar.<\/p>\n   \n<p>Bata na batedeira 4 gemas e meia x\u00edcara (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar at\u00e9 obter um creme      claro e fofo. Junte o leite frio e 1 embalagem de creme de leite (375g).<\/p>\n   \n<p>Distribua o creme em tigelas refrat\u00e1rias, rasas, redondas com cerca de 10      cm de di\u00e2metro.<\/p>\n   \n<p>Coloque as tigelinhas numa assadeira em banho-maria e leve para assar em      forno m\u00e9dio (180\u00b0C) por cerca de 1 hora ou at\u00e9 a superf\u00edcie do creme ficar      firme.<\/p>\n   \n<p>Sirva 1 bola de sorvete sobre cada tigelinha de creme morno ou frio.<\/p>\n   \n<h5>Rendimento<\/h5>\n   \n<p>6 a 8 unidades<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.terra.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h6>\n   \n<p>Um dos alimentos mais consumidos no planeta, o sorvete, por incr\u00edvel que      pare\u00e7a, surgiu muito antes da primeira geladeira. Sua origem \u00e9 cheia de controv\u00e9rsias      e lendas, mas a vers\u00e3o mais aceita atribui sua autoria aos chineses, por volta      de 1000 a.C, quando, talvez, algum cozinheiro criativo experimentou usar flocos      de neve para produzir uma iguaria diferente. Animados com o resultado, ao      longo dos s\u00e9culos, foram experimentando&#8230; Um outro resolveu colocar uma pasta      de leite de arroz e especiarias na neve para que solidificasse, e por a\u00ed foi.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet22.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"186\" height=\"136\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Alguns pesquisadores afirmam que foi Alexandre, o Grande (356-323 a.C.),      rei da Maced\u00f4nia, o introdutor do sorvete na Europa, trazendo do Oriente uma      mistura de salada de frutas embebida em mel que era guardada em potes de barro      enterrados no ch\u00e3o e mantidos frios com a neve do inverno. Outra corrente      de pesquisadores atribui esse feito aos \u00e1rabes, que teriam aperfei\u00e7oado a      receita chinesa com o desenvolvimento da t\u00e9cnica de incorporar a neve ao suco      de frutas e ao mel. At\u00e9 ent\u00e3o, a receita primitiva apenas acrescentava os      ingredientes \u00e0 neve, produzindo algo muito semelhante \u00e0s atuais &#8220;raspadinhas&#8221;.      Turcos e \u00e1rabes garantem que &#8220;sorvete&#8221; \u00e9 uma palavra de origem \u00e1rabe,      procedente de sharbat, que significa &#8220;bebida fresca&#8221;.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet23.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"183\" height=\"130\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n<strong>Alexandre<\/strong><\/p>\n   \n<p>O fato \u00e9 que diversos registros comprovam o consumo do sorvete na Antiguidade.      Babil\u00f4nios, eg\u00edpcios, gregos e romanos deliciaram-se com esta guloseima fria      cuja prepara\u00e7\u00e3o, entretanto, era muito complicada e cara, o que fazia do sorvete      um prazer para poucos, s\u00f3 desfrutado por reis e pessoas privilegiadas da \u00e9poca.      Exigia que se trouxesse neve do alto das montanhas, que ela fosse armazenada      em buracos na terra revestidos de madeira onde o gelo era comprimido e coberto      com palha para que se conservasse.<\/p>\n   \n<h2>Marco P\u00f3lo tamb\u00e9m trouxe sorvete da China<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet24.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"144\" height=\"227\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n<strong>Marco Polo<\/strong><\/p>\n   \n<p>Com a decad\u00eancia da cultura antiga, entretanto, o consumo do sorvete se perdeu      no tempo, at\u00e9 o final da Idade M\u00e9dia, \u00e9poca em que volta \u00e0 cena por obra,      dizem alguns historiadores, do mercador veneziano Marco P\u00f3lo que, em 1295,      teria trazido da China, junto com o macarr\u00e3o e o arroz, algumas receitas de      sorvete a base de \u00e1gua, muito parecido com os atuais.<\/p>\n   \n<p>Outros autores acreditam que o sorvete tenha chegado \u00e0 It\u00e1lia pela Sic\u00edlia,      ao sul, trazida pelos \u00e1rabes que dominaram a ilha no s\u00e9culo IX. Provavelmente,      tenha acontecido das duas formas.<\/p>\n   \n<p>O que conta mesmo \u00e9 que o sucesso foi total. Difundiu-se por toda a It\u00e1lia,      entre a realeza e a aristocracia italianas que logo adotaram os gelados de      fruta como um prato de luxo, cujo preparo era considerado uma sofisticada      arte. Atrav\u00e9s dos mestres sorveteiros italianos, que guardavam com extraordin\u00e1rio      cuidado suas receitas, o conhecimento dos gelados difundiu-se lentamente pelas      cortes europ\u00e9ias, mantendo-se um privil\u00e9gio exclusivo dos poderosos.<\/p>\n   \n<p>Chegou \u00e0 Fran\u00e7a em 1533, com Catarina de M\u00e9dici que, ao se casar com o rei      franc\u00eas Henrique II, levou em sua bagagem receitas e chefes de cozinha que      lhe serviam, diariamente, sorvetes dos mais diversos sabores de frutas. A      neta de Catarina de M\u00e9dicis casou-se em 1630 com Carlos I da Inglaterra e,      segundo a tradi\u00e7\u00e3o da av\u00f3, tamb\u00e9m introduziu o sorvete entre os ingleses.      Em Portugal, o sorvete chegou durante o per\u00edodo de domina\u00e7\u00e3o espanhola (1580-1640)      e faziam sucesso as bebidas nevadas, embora fosse dif\u00edcil e caro trazer neve      da Serra da Estrela para a corte em Lisboa. Por volta de 1715, no reinado      de D. Jo\u00e3o V, havia in\u00fameros fabricantes de sorvete na capital portuguesa.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet25.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"110\" height=\"150\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n<strong>Sorveteira do s\u00e9culo 18, que seguiu o mesmo<br \/>\n     princ\u00edpio dos equipamentos do s\u00e9culo 16.<\/strong><\/p>\n   \n<p>Em 1550, Blasius Villafranca, f\u00edsico espanhol radicado na It\u00e1lia descobriu      ser mais f\u00e1cil congelar a mistura de suco de frutas e especiarias juntando      azotato de pot\u00e1ssio (salitre) \u00e0 neve (t\u00e9cnica j\u00e1 conhecida dos chineses desde      o s\u00e9culo 12). Essa descoberta deu origem ao que poderia ser chamada de primeira      sorveteira da Hist\u00f3ria: dois recipientes de madeira e estanho &#8211; um maior,      dentro do qual se colocava a mistura de neve, sal e salitre, e outro menor,      que recebia os ingredientes que, depois de batidos, virariam sorvete. Com      este rudimentar equipamento e utilizando um m\u00e9todo dif\u00edcil, os florentinos      come\u00e7aram a produzir os primeiros sorvetes completamente solidificados da      Hist\u00f3ria e, ampliaram a produ\u00e7\u00e3o, democratizando um pouco o consumo do produto.<\/p>\n   \n<h2>O leite entra na receita<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet26.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"118\" height=\"112\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n<strong>Carlos II<\/strong><\/p>\n   \n<p>Segundo a Grande Enciclopedia Illustrata della Gastronomia (Selezione dal      Reader&#8217;s Digest, Mil\u00e3o, 2000), at\u00e9 meados do s\u00e9culo 16, o sorvete continuava      a ser preparado com \u00e1gua, ou seja, sem leite ou ovos. S\u00f3 um s\u00e9culo mais tarde,      em 1671, na Inglaterra, o leite ou seu creme, ovos e aromatizantes foram incorporados      ao sorvete pelo franc\u00eas DeMirco, p\u00e2tissier do rei Carlos II que, diante de      uma novidade t\u00e3o espetacular, tornou ilegal o consumo da iguaria fora da corte      real e, dizem, para se garantir, at\u00e9 morrer, em 1685, pagou royalties ao chef      pela cria\u00e7\u00e3o, para que esta fosse exclusividade da sua mesa.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o se sabe ao certo se o chef DeMirco cumpriu sua palavra, mas, morto o      rei, o segredo n\u00e3o durou muito. Um ano depois, 1686, o siciliano Francesco      Proc\u00f3pio dei Coltelli inaugurava, em Paris, o Caf\u00e9 Le Procope, a primeira      cafeteria e sorveteria da cidade (que funciona at\u00e9 hoje), tornando o sorvete      uma del\u00edcia acess\u00edvel a todos que quisessem e pudessem pagar por ela. A casa      oferecia 80 variedades, produzidas com uma m\u00e1quina inventada por Proc\u00f3pio,      que homogeneizava os ingredientes gerando um sorvete muito similar ao que      conhecemos hoje.<\/p>\n   \n<p>A primeira sorveteria da Inglaterra foi aberta em 1757, na Berkeley Square,      Londres, pelo chef-p\u00e2tissier italiano Domenico Negri, com o nome de Pot &amp;      Pine Apple.<\/p>\n   \n<p>Em 1768, \u00e9 publicada na Fran\u00e7a &#8220;A Arte de se Fazer Sobremesas Geladas&#8221;,      (L\u00b4art de bien faire les glaces d\u00b4office) . Primeira publica\u00e7\u00e3o no Ocidente      que revelava receitas e explica\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas e filos\u00f3ficas para o fen\u00f4meno      do congelamento da \u00e1gua e fabrica\u00e7\u00e3o de sorvetes. Os \u00e1rabes num de seus tratados      antol\u00f3gicos de cozinha, escrito no s\u00e9culo XI, por Wusla Hila al Habib, j\u00e1      dedicava uma se\u00e7\u00e3o inteira ao sorvete.<\/p>\n   \n<h2>A del\u00edcia gelada cruza o Atl\u00e2ntico<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet27.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"143\" height=\"193\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>O sorvete chegou aos Estados Unidos em 1770, levado pelo italiano Giovanni      Bosio, e conquistou o paladar dos norte-americanos rapidamente. L\u00e1, a hist\u00f3ria      dos sorvetes ganhou importantes cap\u00edtulos e o pa\u00eds se transformou no principal      produtor e maior consumidor desta iguaria no mundo.<\/p>\n   \n<p>Em1846, a norte-americana Nancy Johnson inventou um congelador que funcionava      com uma manivela que, quando girada manualmente, agitava uma mistura de v\u00e1rios      ingredientes. Na parte de baixo, havia uma camada de sal e gelo, que a congelava.      Era a precursora das primeiras m\u00e1quinas industriais de sorvete.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet28.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"132\" height=\"178\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Dois momentos marcaram o desenvolvimento do sorvete nos Estados Unidos e,      consequentemente, no mundo: o primeiro em 1851, quando o leiteiro chamado      Jacob Fussel, para aproveitar o excedente de sua produ\u00e7\u00e3o de leite, abre em      Baltimore a primeira f\u00e1brica de sorvetes, produzindo em maior escala e sendo      tamb\u00e9m seguido p\u00f4r outros em Washington, Boston e New York; e o segundo com      a inven\u00e7\u00e3o, entre 1870 e 1900, da refrigera\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, permitindo a produ\u00e7\u00e3o      de gelo independente do processo natural. \u00c9 nesse momento que o sorvete ganha      mais espa\u00e7o na sociedade, passando de um alimento proibido a uma sobremesa      comum, presente em nosso cotidiano.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet29.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"117\" height=\"213\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Foram sorveteiros norte-americanos que, no fim do s\u00e9culo 19, criaram tr\u00eas      receitas, o sundae, a banana split e o ice cream soda, que fazem sucesso at\u00e9      hoje e s\u00e3o \u00edcones da cultura do pa\u00eds. Em 1904, durante a Feira Mundial de      St. Louis, outro acontecimento inusitado resultou na inven\u00e7\u00e3o da casquinha.      Um sorveteiro, vendo esgotar-se o estoque de pratos, resolveu servir seu produto      nos waffles do estande vizinho.<\/p>\n   \n<p>J\u00e1 o picol\u00e9 foi inventado em 1905, na It\u00e1lia, por um menino de 11 anos chamado      Frank Epperson, que esqueceu no quintal um copo de refresco com uma colher      dentro durante uma noite de inverno. De manh\u00e3, ele notou que a bebida e a      colher haviam congelado juntas. Em 1920, um fabricante de Ohio, Harry Burt,      p\u00f4s a venda o primeiro picol\u00e9 dos Estados Unidos. No mesmo ano, Christian      Kent Nelson lan\u00e7a o Eskimo Pie, o primeiro picol\u00e9 recoberto de chocolate norte-americano.<\/p>\n   \n<p>Em1938, J. F. McCullough e seu filho Alex McCullough inventaram um tipo de      sorvete mais leve. Eles descobriram que misturando os ingredientes antes do      congelamento, o sorvete ficaria muito mais leve e saboroso.<\/p>\n   \n<h2>Hist\u00f3ria do Sorvete no Brasil<\/h2>\n   \n<p>Foram os cariocas os primeiros brasileiros a experimentar a del\u00edcia gelada      que j\u00e1 fazia sucesso em boa parte do mundo. No dia 23 de agosto de 1834, Louren\u00e7o      Fallas inaugurava na Corte dois estabelecimentos &#8211; um no Largo do Pa\u00e7o e outro      na Rua do Ouvidor &#8211; especialmente destinados \u00e0 venda de gelados e sorvetes.      Para isso, importou de Boston (EUA), pelo navio americano Madagascar, 217      toneladas de gelo, que aqui foi conservado envolto em serragem e enterrado      em grandes covas, mantendo-se por 4 a 5 meses. N\u00e3o demorou muito para os sorvetes      brasileiros ganharem um toque tropical, misturados a carambola, pitanga, jabuticaba,      manga, caju e coco.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet30.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"146\" height=\"103\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Na \u00e9poca, n\u00e3o havia como conservar o sorvete gelado, por isso ele tinha que      ser consumido logo ap\u00f3s o preparo. Por isso, as sorveterias anunciavam a hora      certa de tom\u00e1-lo.<\/p>\n   \n<p>Em S\u00e3o Paulo, a primeira not\u00edcia de sorvete que se tem registro \u00e9 de um an\u00fancio      no jornal A Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo, de 4 de janeiro de 1878, que dizia: &#8220;Sorvetes      &#8211; todos os dias \u00e0s 15 horas, na Rua direita n\u00ba 14&#8221;.<\/p>\n   \n<p>No Brasil, antes do sorvete, as mulheres eram proibidas de entrar em bares,      caf\u00e9s, docerias, confeitarias&#8230; Para sabore\u00e1-lo, entretanto, a mulher praticou      um de seus primeiros atos de rebeldia contra a estrutura social vigente, invadindo      bares e confeitarias, lugares ocupados at\u00e9 ent\u00e3o quase que exclusivamente      pelos homens. Por isso, entre n\u00f3s, o sorvete chegou a ser considerado o precursor      do movimento de libera\u00e7\u00e3o feminina.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet31.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"131\" height=\"108\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>A evolu\u00e7\u00e3o do sorvete no pa\u00eds deu-se a passos curtos, de forma artesanal      e com uma produ\u00e7\u00e3o em pequena escala e em poucos locais. A distribui\u00e7\u00e3o em      escala industrial no pa\u00eds s\u00f3 aconteceu a partir de julho de 1941 quando, nos      galp\u00f5es alugados da falida f\u00e1brica de sorvetes Gato Preto, na cidade do Rio      de Janeiro, foi fundada a U.S. Harkson do Brasil, a primeira ind\u00fastria brasileira      de sorvete. Contava com com 50 carrinhos, quatro conservadoras e sete funcion\u00e1rios.      Seu primeiro lan\u00e7amento, em 1942, foi o Eski-bon, seguido pelo Chicabon. Seus      formatos e embalagens s\u00e3o revolucion\u00e1rios para a \u00e9poca. Dezoito anos mais      tarde, a Harkson mudou seu nome para Kibon.<\/p>\n   \n<p>Desde ent\u00e3o, a popula\u00e7\u00e3o foi se tornando cada vez mais adepta: dados da Associa\u00e7\u00e3o      Brasileira das Ind\u00fastrias de Sorvetes (ABIS) apontam que cerca de 470 milh\u00f5es      de litros de sorvete foram sido produzidos no Brasil at\u00e9 o final de 2005.      Mesmo assim, apesar do clima tropical t\u00e3o prop\u00edcio ao consumo do sorvete,      a taxa nacional per capita \u00e9 de 3,5 litros\/ano, baixo se comparado aos pa\u00edses      n\u00f3rdicos, de clima frio, onde se chupa sorvete o ano inteiro e o consumo gira      em torno de 20 litros por pessoa.Para incentivar o consumo do sorvete no Brasil      durante todo o ano, e n\u00e3o s\u00f3 no ver\u00e3o como \u00e9 h\u00e1bito no pa\u00eds, a ABIS instituiu,      desde 2003, o dia 23 de setembro como o Dia nacional do Sorvete.<\/p>\n   \n<p>Quem n\u00e3o gosta de sorvete? Acho que ningu\u00e9m. Com suas in\u00fameras op\u00e7\u00f5es de      sabores, texturas e formas de ser consumido, o sorvete \u00e9, praticamente, uma      deliciosa e refrescante unanimidade, ainda mais nos dias de calor.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet32.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"242\" height=\"244\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Ele fica mais gostoso ainda quando lembramos que, do ponto de vista nutricional,      o sorvete \u00e9 um alimento completo, pois cont\u00e9m prote\u00ednas, a\u00e7\u00facares, gordura      vegetal e\/ou animal, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, K, c\u00e1lcio, f\u00f3sforo e outros      minerais essenciais numa nutri\u00e7\u00e3o balanceada.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 um complemento alimentar de alto valor nutritivo, sem ser excessivamente      cal\u00f3rico. Para se ter uma id\u00e9ia, 100g de sorvete de creme t\u00eam 208 calorias,      enquanto a mesma quantidade de p\u00e3o franc\u00eas tem 269 e de ovo frito, 216. Mas      \u00e9 bom n\u00e3o abusar. Estes dados podem variar, dependendo dos ingredientes usados      na elabora\u00e7\u00e3o de cada sorvete.<\/p>\n   \n<p>Se produzido com ovos ou leite fornecer\u00e1 uma maior quantidade de prote\u00edna      e gordura que os a base de \u00e1gua. Por isso, quem vive de olho na balan\u00e7a e      n\u00e3o quiser apelar para alguma op\u00e7\u00e3o diet ou light (j\u00e1 existem algumas no mercado)      deve optar por um picol\u00e9 de fruta, no lugar de um de sorvete de massa. O recomend\u00e1vel,      portanto, \u00e9 observar as calorias indicadas na embalagem e consumir moderadamente.<\/p>\n   \n<p>Conhe\u00e7a algumas receitas de sorvete ou a base dele ou, ainda, para servir      acompanhada de sorvete. S\u00e3o todas simples e f\u00e1ceis de voc\u00ea fazer em casa.<\/p>\n   \n<p><strong>Confira e delicie-se com essa iguaria gourmand t\u00e3o especial:<\/strong><\/p>\n   \n<h2>OMELETTE NORVEGIENE<\/h2>\n   \n<h5>BAKED ALASKA<br \/>\n     (Bolo de sorvete flambado)<\/h5>\n   \n<h5 align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet33.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"222\" height=\"141\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><br \/>\n<\/h5>\n   \n<p><strong>Categoria:<\/strong>\u00a0Sobremesa<br \/>\n<strong>Tipo de Cozinha:\u00a0<\/strong>Francesa<br \/>\n<strong>Rendimento:\u00a0<\/strong>4 por\u00e7\u00f5es<br \/>\n<strong>Tempo de Preparo:<\/strong>\u00a024 horas<br \/>\n<strong>Grau de Dificuldade:\u00a0<\/strong>F\u00e1cil<\/p>\n   \n<h5>Ingredientes<\/h5>\n   \n<p>8 biscoitos champagne.<\/p>\n   \n<p>250g de sorvete de chocolate (ou outro)<\/p>\n   \n<p>250g de sorvete de creme<\/p>\n   \n<p>1 dose de licor Cura\u00e7au (triple s\u00e9c) ou Cointreau<\/p>\n   \n<p>4 claras de ovo<\/p>\n   \n<p>1\/2 x\u00edcara de a\u00e7\u00facar<\/p>\n   \n<p>1 pitada de sal<\/p>\n   \n<h5>Modo de Fazer<\/h5>\n   \n<p>Embebedar os biscoitos em metade do licor cura\u00e7au com um pouco de \u00e1gua (dos      dois lados)<\/p>\n   \n<p>Colocar 4 biscoitos no prato de inox, o sorvete de creme e o de chocolate      em cima, por fim coloque o resto dos biscoitos e leve ao freezer por, no m\u00ednimo      12 horas (\u00e9 necess\u00e1rio que fique bem firme).<\/p>\n   \n<p>Um pouco antes de servir, bata as claras em neve com uma pitada de sal. Quando      as claras estiverem bem firmes, acrescente o a\u00e7\u00facar e misture. Coloque tudo      no saco de confeiteiro e cubra o bolo rec\u00e9m tirado do freezer.<\/p>\n   \n<p>Na hora de servir, coloque no forno quente e deixe dourar.<\/p>\n   \n<p>Tire do forno, coloque o restante do licor sobre o bolo e flambe.<\/p>\n   \n<p><strong>Agora \u00e9 s\u00f3 servir.<\/strong><\/p>\n   \n<p><em>* Flambar \u00e9 regar o alimento com alguma bebida alco\u00f3lica e incendi\u00e1-lo      para que o \u00e1lcool evapore e fique apenas o aroma da bebida.<\/em><\/p>\n   \n<h2>Sorvete de Coco F\u00e1cil &#8211; Picol\u00e9<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet34.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"204\" height=\"199\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p><strong>Categoria:<\/strong>\u00a0Lanche\/Sobremesa<br \/>\n<strong>Tipo de Cozinha:\u00a0<\/strong>sem bandeira<br \/>\n<strong>Rendimento:\u00a0<\/strong>20 por\u00e7\u00f5es<br \/>\n<strong>Tempo de Preparo:\u00a0<\/strong>5 horas (total)<br \/>\n<strong>Grau de Dificuldade:\u00a0<\/strong>F\u00e1cil<\/p>\n   \n<h5>Ingredientes<\/h5>\n   \n<p>1 lata de leite condensado<\/p>\n   \n<p>1 x\u00edcara (ch\u00e1) de achocolatado em p\u00f3<\/p>\n   \n<p>1 garrafinha (200ml) de leite de coco<\/p>\n   \n<p>2 medidas (da lata) de leite<\/p>\n   \n<p>50g de coco queimado<\/p>\n   \n<h5>Modo de Fazer<\/h5>\n   \n<p>Bata o leite condensado, o achocolatado em p\u00f3, o leite de coco e o leite      no liquidificador.<\/p>\n   \n<p>Distribua em forminhas de picol\u00e9 ou em copinhos descart\u00e1veis e leve ao freezer      ou congelador por no m\u00ednimo 4 horas.<\/p>\n   \n<p>Coloque o coco queimado em um prato, desenforme os picol\u00e9s, passe o coco      e sirva.<\/p>\n   \n<p><strong>Dica:\u00a0<\/strong><em>Se quiser acentuar o gosto do chocolate,      substitua o achocolatado por cacau em p\u00f3.<\/em><\/p>\n   \n<h2>Cassata di Ricotta<\/h2>\n   \n<h5>Pugliese<\/h5>\n   \n<p>Na Bell\u00b4Italia existem duas tradicionais receitas originais de Cassata, muito      parecidas, por\u00e9m, com algumas diferen\u00e7as de regi\u00e3o: a Pugliese e a Siciliana      &#8211; as \u00fanicas realmente &#8220;veras&#8221;. No resto na It\u00e1lia mesmo existem      outras vers\u00f5es, como a de Abruzo, por exemplo, tamb\u00e9m antiga, e in\u00fameras outras      tanto l\u00e1 quanto em outros pa\u00edses do mundo, mas n\u00e3o s\u00e3o preparadas da maneira      original..<\/p>\n   \n<p>Aprendi com as bisnnonnas do s\u00e9culo 19 e as nonnas do 20 e, durante alguns      Natais da minha vida no Brasil, era &#8220;obrigada&#8221; a oferec\u00ea-la aos      glut\u00f5es natalinos mesmo que n\u00e3o quisesse, tamanho o sucesso. Era feita com      uns 3 dias de anteced\u00eancia, o que \u00e9 o ideal. Claro que eu a fa\u00e7o de maneira      artesanal, assim aprendida. Espero que voc\u00eas gostem e tenham um &#8220;buon      Natale&#8221;.<\/p>\n   \n<p>A Puglia \u00e9 a maior produtora de am\u00eandoas do mundo, por isso seu uso nas receitas      puglieses \u00e9 muito comum.<\/p>\n   \n<p><strong>Categoria:\u00a0<\/strong>Sobremesa<br \/>\n<strong>Tipo de Cozinha:<\/strong>\u00a0Italiana<br \/>\n<strong>Rendimento:<\/strong>\u00a08 por\u00e7\u00f5es<br \/>\n<strong>Tempo de Preparo:\u00a0<\/strong>3 dias<br \/>\n<strong>Grau de Dificuldade:\u00a0<\/strong>Dif\u00edcil<\/p>\n   \n<h5>Ingredientes<\/h5>\n   \n<p>400g de ricota<\/p>\n   \n<p>250g de am\u00eandoas peladas<\/p>\n   \n<p>250g de a\u00e7\u00facar<\/p>\n   \n<p>100g de frutas cristalizadas de molho em licor ou vinho branco algumas horas,      a seguir escorridas e picadas (coloque a maior variedade)<\/p>\n   \n<p>100g de chocolate amargo em barra<\/p>\n   \n<p>Licor de Alchermes &#8211; inexistente no Brasil, assim substitua por um bem doce      ao seu gosto (Amaretto, Cereja, frutas mas n\u00e3o c\u00edtricos ou muito alco\u00f3lico)<\/p>\n   \n<p>1 tabuleiro de p\u00e3o de l\u00f3 &#8220;Pan di Spagna&#8221; (use sua receita habitual)<\/p>\n   \n<p>Canela em p\u00f3<\/p>\n   \n<p>Pasta de am\u00eandoas (receita ao lado)<\/p>\n   \n<p>1 lim\u00e3o<\/p>\n   \n<h5>Modo de Fazer<\/h5>\n   \n<p>Bata bem as gemas coadas at\u00e9 ficarem cremosas.<\/p>\n   \n<p>Unte forminhas para empadas.<\/p>\n   \n<p>Leve ao forno na temperatura de 180\u00ba por 25 minutos. Desenforme quente e      fure com um palito na parte de baixo para absorver melhor a calda.<\/p>\n   \n<p>Enquanto estiver assando, prepare a calda levando ao fogo a \u00e1gua com o a\u00e7\u00facar.      Deixe a calda em ponto de fio.<\/p>\n   \n<p>Ponha os papos na calda e deixe levantar fervura. Escorra em uma peneira      e sirva a gosto.<\/p>\n   \n<p>Triturar as am\u00eandoas peladas num pil\u00e3o ou mixer.<\/p>\n   \n<p>Fazer um caramelo leve com o a\u00e7\u00facar e um pouco de \u00e1gua mineral (2 colheres).<\/p>\n   \n<p>Forrar uma forma redonda (25\/30cm) com papel alum\u00ednio.<\/p>\n   \n<p>Forrar ent\u00e3o, sobre o papel alum\u00ednio, com o p\u00e3o de l\u00f3 (ir cortando peda\u00e7os      e forrando as laterais e o fundo).<\/p>\n   \n<p>Encharcar a massa com o licor.<\/p>\n   \n<p>Colocar a ricota fresqu\u00edssima num recipiente, acrescentar as am\u00eandoas trituradas,      as frutas cristalizadas, o a\u00e7\u00facar caramelado, a canela em p\u00f3 e a casca do      lim\u00e3o ralada e o chocolate cortado em pedacinhos.<\/p>\n   \n<p>Misturar levemente de modo que a ricota fique o mais clara poss\u00edvel.<\/p>\n   \n<p>Rechear a forma com essa mistura, cobrir com um filme pl\u00e1stico e colocar      na geladeira por no m\u00ednimo 12 horas (quanto mais melhor).<\/p>\n   \n<p>Retirar a forma da geladeira e desenformar a cassata no recipiente em que      ser\u00e1 servida.<\/p>\n   \n<p>Cobrir a cassata com a pasta de am\u00eandoas e decor\u00e1-la com frutas cristalizadas      ou com alguma outra &#8220;imagina\u00e7\u00e3o comest\u00edvel&#8221;.<\/p>\n   \n<h2>Pasta de Am\u00eandoas<\/h2>\n   \n<h5>Ingredientes<\/h5>\n   \n<p>450g de a\u00e7\u00facar<\/p>\n   \n<p>200g de am\u00eandoas peladas<\/p>\n   \n<p>40g de glicose\u00e1gua<\/p>\n   \n<h5>Modo de Fazer<\/h5>\n   \n<p><strong>1 &#8211;<\/strong>\u00a0Triturar as am\u00eandoas num pil\u00e3o ou      mixer transformando-as quase numa farinha.<\/p>\n   \n<p><strong>2 &#8211;<\/strong>\u00a0Peneirar muito bem em peneira fina,      os restos triturar novamente e peneirar, e repetir o processo at\u00e9 que tudo      passe pela peneira (este \u00e9 o processo original pois nonna alguma permitia      o desperd\u00edcio).<\/p>\n   \n<p><strong>3 &#8211;<\/strong>\u00a0Levar ao fogo uma panela com o a\u00e7\u00facar      e um copo de \u00e1gua e deixar formar uma calda de caramelo claro (n\u00e3o \u00e9 prar      caramelizar o a\u00e7\u00facar como para um pudim)<\/p>\n   \n<p><strong>4 &#8211;<\/strong>\u00a0Misturar a glicose e a farinha de      am\u00eandoas, mexer para unir muit\u00edssimo bem tudo, at\u00e9 conseguir uma pasta seca      e consistente.<br \/>\n<strong>5 &#8211;<\/strong>\u00a0Colocar a pasta sobre um m\u00e1rmore ou      uma mesa, e trabalh\u00e1-la igual a uma massa para pastel.<\/p>\n   \n<p><strong>6\u00a0<\/strong>&#8211; fazer uma bola com a massa e embrulh\u00e1-la      em um pano (se poss\u00edvel de linho) e deix\u00e1-la repousando em lugar fresco (n\u00e3o      pode ser na geladeira) por 24 horas.<\/p>\n   \n<p><strong>7 &#8211;\u00a0<\/strong>Na hora de usar, pulverizar o m\u00e1rmore ou      a mesa com a\u00e7\u00facar refinado e estender a massa com um rolo de acordo com o      tamanho necess\u00e1rio e cobrir a cassata.<\/p>\n   \n<p>Sem esta pasta (hoje na It\u00e1lia se compra pronta) a Cassata Pugliese n\u00e3o \u00e9      a verdadeira. Essa \u00e9 uma receita artesanal da pasta, portanto seu resultado      \u00e9 bem r\u00fastico, ao contr\u00e1rio do que se costuma ver nas confeitarias, que se      valem de processos mais sofisticados para produzi-la.<\/p>\n   \n<p><strong>Deixar na geladeira at\u00e9 a hora de servir<\/strong><\/p>\n   \n<h2>Pequeno Gloss\u00e1rio do Sorvete<\/h2>\n   \n<p><strong>Sorvete:\u00a0<\/strong>sobremesa gelada feita a partir do      resfriamento de misturas com sabores diversos. O resfriamento \u00e9 feito em m\u00e1quinas      espec\u00edficas compostas por tanques frios e p\u00e1s para que a mistura gele e bata      simultaneamente.<\/p>\n   \n<p><strong>Sorbet:\u00a0<\/strong>tipo de sorvete feito \u00e0 base de \u00e1gua,      mais macio e granuloso que os sorvetes tradicionais, n\u00e3o cont\u00e9m gordura nem      gemas.<\/p>\n   \n<p><strong>Semifredo:<\/strong>\u00a0mousse congelada, tem textura      mais leve e menos gordura que os sorvetes, mais inst\u00e1vel e leve tamb\u00e9m. Pode      ser feito de diversos sabores, sempre respeitando uma f\u00f3rmula b\u00e1sica: merengue      italiano + creme confeiteiro + creme chantilly + aroma (chocolate derretido,      pur\u00ea de frutas, etc).<\/p>\n   \n<p><strong>Granit\u00e9:\u00a0<\/strong>tipo italiano de sorbet, \u00e9 uma prepara\u00e7\u00e3o      &#8220;meio-congelada&#8221; com textura muito granular feita com um xarope      a\u00e7ucarado aromatizado com caf\u00e9 ou algum outro licor.<\/p>\n   \n<h2>Petit g\u00e2teau<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet35.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"192\" height=\"137\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p><strong>Categoria:\u00a0<\/strong>Sobremesa\/Lanche<br \/>\n<strong>Tipo de Cozinha:\u00a0<\/strong>Francesa<br \/>\n<strong>Rendimento:\u00a0<\/strong>4 unidades<br \/>\n<strong>Tempo de Preparo:\u00a0<\/strong>40 minutos (mais pelo menos      120 minutos de geladeira antes de assar)<br \/>\n<strong>Grau de Dificuldade:\u00a0<\/strong>F\u00e1cil<\/p>\n   \n<p>Petit g\u00e2teau (no plural petits g\u00e2teaux) \u00e9 um pequeno bolo de chocolate com      casca crocante e recheio cremoso, que se serve quente, geralmente acompanhado      de sorvete de creme. Uma verdadeira tenta\u00e7\u00e3o irresist\u00edvel&#8230;<\/p>\n   \n<p>Embora tenha ganho o mundo com esse nome, na Fran\u00e7a, pa\u00eds onde nasceu a receita,      n\u00e3o se sabe bem quando ou em que lugar, petit g\u00e2teau \u00e9 todo e qualquer bolo      pequeno, qualquer bolinho. Para conseguir comer essa del\u00edcia que descrevemos      acima, voc\u00ea precisa pedir um &#8220;Moelleux au Chocolat&#8221;, ou mais familiarmente      ainda, um &#8220;Mi-cuit&#8221; ou &#8220;Jusque Cuit&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Dizem que foi em Nova York, na d\u00e9cada de 90, que o &#8220;Moelleux&#8221; virou      &#8220;Peti G\u00e2teau&#8221;. Dali propagou-se, chegando, tamb\u00e9m, ao Brasil, onde      foi recebido de bra\u00e7os, ou melhor, de bocas abertas e foi conquistando lugar      cativo e de destaque no card\u00e1pio dos restaurantes de todo o pa\u00eds.<\/p>\n   \n<p>Sobre sua Hist\u00f3ria, pouco se sabe na verdade. Mas, como o chantilly, o peti      g\u00e2teau, ou o moelleux, como se prefira, leva todo o jeito de ter se originado      de um erro. Algu\u00e9m, provavelmente, tirou os bolinhos do forno antes do tempo      e, surpresa magn\u00edfica, deu no que deu. Um daqueles raros e aben\u00e7oados erros      que d\u00e3o certo.<\/p>\n   \n<p>Bem mais simples e mais f\u00e1cil de ser feito do que se imagina, o petit g\u00e2teau      tem, entretanto, dois pequenos segredos. O primeiro \u00e9 bater bem a massa &#8211;      bem mesmo, quanto mais bater, melhor fica. O segundo segredo \u00e9 ass\u00e1-lo em      forno bem quente, pelo tempo suficiente para tornar consistente as laterais      da massa e deixar o miolo cremoso. Isso gira em torno de 8 a 10 minutos, dependendo      do forno e do tamanho da forminha. At\u00e9 que voc\u00ea se acostume e saiba exatamente      de quantos minutos o petit g\u00e2teau precisa parar assar no seu forno, fique      atento \u00e0 massa enquanto ela est\u00e1 assando. O ponto ideal \u00e9 quando as bordas      j\u00e1 est\u00e3o assadas e o miolo ainda n\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Voc\u00ea saber\u00e1, pois al\u00e9m da massa estar mais alta nas bordas, haver\u00e1 uma pequena      depress\u00e3o no meio, de cor mais escura que a das bordas. Se quiser arriscar      menos, voc\u00ea pode testar uma forminha antes de assar todas.<\/p>\n   \n<p>O petit g\u00e2teau deve ser assado em pequenas formas individuais. O tamanho      pode variar de 7 a 9cm de di\u00e2metro, com uma profundidade m\u00ednima 5cm. Normalmente,      s\u00e3o usadas formas refrat\u00e1rias de vidro, porcelana ou cer\u00e2mica. \u00c9 poss\u00edvel,      ainda, ass\u00e1-lo em formas de metal. Existem, tamb\u00e9m, formas descart\u00e1veis em      lojas especializadas.<\/p>\n   \n<p>Estando atento a todos os detalhes, dificilmente o petit g\u00e2teau d\u00e1 errado.      Caso aconte\u00e7a, n\u00e3o desista, pois vale a pena e, mesmo passado do ponto o petit      g\u00e2teau \u00e9 uma del\u00edcia. Confira a receita abaixo sem receios e deguste com orgulho      essa iguaria deliciosa.<\/p>\n   \n<p><strong>Ingredientes<\/strong><\/p>\n   \n<p>100g de chocolate em barra meio amargo ou amargo picado (de prefer\u00eancia com      70% de cacau, se achar)<\/p>\n   \n<p>100g de manteiga sem sal (+ o suficiente para untar as formas bem untadas)<\/p>\n   \n<p>100g de a\u00e7\u00facar refinado<\/p>\n   \n<p>50g de farinha de trigo<\/p>\n   \n<p>1 pitada de sal<\/p>\n   \n<p>2 ovos inteiros<\/p>\n   \n<p>2 gemas<\/p>\n   \n<p>cacau em p\u00f3 &#8211; o suficiente para polvilhar as formas<\/p>\n   \n<p><strong>Modo de Fazer<\/strong><\/p>\n   \n<p>Unte muito bem, generosamente, as formas com manteiga e polvilhe com cacau      em p\u00f3.<\/p>\n   \n<p>Numa vasilha, derreta em banho-maria o chocolate junto com a manteiga at\u00e9      obter uma pasta lisa, brilhante e homog\u00eanea. Desligue o fogo e reserve mantendo      a tigela na \u00e1gua quente. Se, preferir, use o microndas.<\/p>\n   \n<p>Separe as gemas das claras. Numa outra vasilha, coloque as claras e, depois,      junte todas as gemas, passando-as por uma peneira para tirar a pele.<\/p>\n   \n<p>Bata os ovos na batedeira at\u00e9 aumentarem de volume e clarearem um pouco.<\/p>\n   \n<p>Acrescente o a\u00e7\u00facar e continue batendo at\u00e9 que fique bem incorporado.<\/p>\n   \n<p>Acrescente a farinha de trigo e a pitada de sal e bata, tamb\u00e9m, at\u00e9 incorpor\u00e1-la      bem.<\/p>\n   \n<p>Pegue a pasta de chocolate e bata, tamb\u00e9m, com a batedeira por uns dois minutos.<\/p>\n   \n<p>Depois, volte a tigela da massa de ovos para a batedeira e v\u00e1 acrescentando      a ela a pasta de chocolate, sempre batendo. Use a esp\u00e1tula para auxiliar na      homogeneiza\u00e7\u00e3o da massa com o chocolate. Bata muito bem a mistura.<\/p>\n   \n<p>Com uma colher, encha as formas com a massa, at\u00e9 pouco mais que a metade,      deixando pelo menos um dedo abaixo da borda.<\/p>\n   \n<p>Cubra as formas com filme e coloque na geladeira por duas horas, no m\u00ednimo.<\/p>\n   \n<p>Vinte minutos antes assar, acenda o forno na temperatura m\u00e1xima (lembre-se      que um dos segredos do petit g\u00e2teau \u00e9 a temperatura &#8211; alta &#8211; do forno).<\/p>\n   \n<p>Coloque as formas numa \u00fanica assadeira para facilitar o manuseio e ponha      para assar no forno, sempre na temperatura m\u00e1xima.<\/p>\n   \n<p>Da\u00ed pra frente, olho no rel\u00f3gio e no forno. A menos que seu forno seja profissional      ou super potente, seu petit g\u00e2teau vai assar entre 8 e 12 minutos. Como saber      a hora certa para tir\u00e1-lo do forno, j\u00e1 foi explicado acima, \u00e9 s\u00f3 conferir.<\/p>\n   \n<p>Depois de tirar do forno, aguarde uns 3 minutos para que ele esfrie apenas      o suficiente para n\u00e3o explodir o creme na hora de desenformar.<\/p>\n   \n<p>Normalmente, ele sai f\u00e1cil da forma (as vezes f\u00e1cil demais at\u00e9, \u00e9 preciso      aten\u00e7\u00e3o para que n\u00e3o escorregue do prato). Mas, caso balan\u00e7ando a forminha      voc\u00ea sinta que ele ainda n\u00e3o se desprendeu totalmente, solte-o passando uma      faquinha serrilhada em torno da borda interna da forma.<\/p>\n   \n<p>Para desenformar, coloque o prato em que ser\u00e1 servido virado de cabe\u00e7a para      baixo sobre a forminha e vire.<\/p>\n   \n<p>Decore com uma folha de hortel\u00e3, uma cereja, ou da forma que melhor lhe agradar      e siirva com sorvete. O mais comum \u00e9 servir com sorvete de creme, mas escolha      o sabor que mais agradar ao seu paladar. Pistache, por exemplo, harmoniza      muito bem.<\/p>\n   \n<p><strong>Dica:\u00a0<\/strong>A massa pode ser conservada na geladeira      por uma semana sem assar ou congelada. Congele a massa crua j\u00e1 enformada e,      quando quiser assar, retire do freezer e deixe descongelar por 3 horas na      geladeira.<\/p>\n   \n<h2>Como se faz o Sorvete<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet36.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"206\" height=\"188\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Sorvete \u00e9 um cristal de gelo, produzido atrav\u00e9s de uma mistura homog\u00eanea      composta de \u00e1gua (ou leite), (leite em p\u00f3), a\u00e7\u00facares, gordura proveniente      da manteiga e ou creme de leite e\/ou gordura vegetal hidrogenada, aroma ou      suco de fruta, emulsificante, estabilizante e &#8220;ar&#8221;.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet37.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"220\" height=\"234\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>O modo de resfriamento da mistura para sorvete \u00e9 tamb\u00e9m um aspecto importante      para o resultado obtido. O leite cont\u00e9m cerca de 50% de \u00e1gua, a qual constitui      verdadeiramente a parte congelada do sorvete. Quando a \u00e1gua se esfria rapidamente,      formam-se cristais menores. O congelamento lento produz cristais de gelo maiores.      A combina\u00e7\u00e3o de mexer rapidamente a mistura do sorvete e o r\u00e1pido resfriamento      \u00e9 o que reduz o tamanho dos cristais individuais de gelo, at\u00e9 um tamanho que      \u00e9 impercept\u00edvel \u00e0 l\u00edngua.<\/p>\n   \n<p>Para ilustrar isto, damos um exemplo: Voc\u00ea j\u00e1 deixou alguma vez fora do congelador      um pote de sorvete por um bom tempo para depois congel\u00e1-lo novamente? Mais      tarde, quando quis voltar a degust\u00e1-lo provavelmente ele n\u00e3o tinha a mesma      consist\u00eancia. Isto se deve a que os cristais de gelo se derreteram e voltaram      a congelar lentamente, o que causou novos cristais de gelo maiores que podem      ser detectados pela l\u00edngua.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet38.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"207\" height=\"191\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Outro ingrediente que contribui significantemente para a textura \u00e9 a quantidade      de gordura, a qual d\u00e1 ao sorvete sua suavidade e riqueza. O objetivo \u00e9 conseguir      cristais de gelo menores que os gl\u00f3bulos de gordura, para que a l\u00edngua s\u00f3      detecte os gl\u00f3bulos de gordura e n\u00e3o os cristais de gelo.<\/p>\n   \n<p>Os estabilizantes (como a gelatina ou gema de ovo) ajudam a absorver o excesso      de \u00e1gua da mistura e ajudam tamb\u00e9m na preven\u00e7\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o de cristais de      gelo grandes.<\/p>\n   \n<p>O a\u00e7\u00facar, que se agrega como emulsificante, ajuda a dar corpo ao sorvete.      Tamb\u00e9m diminui o ponto de congelamento, permitindo que parte do l\u00edquido se      mantenha sem congelar, o que facilita o manejo da massa.<\/p>\n   \n<p>A gema de ovo faz as vezes de emulsificante ao mesclar os elementos de gordura      e \u00e1gua. Tamb\u00e9m ajuda a que o sorvete seja mais cremoso e menos propenso a      derreter-se.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet39.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"206\" height=\"240\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m disso, a textura do sorvete depende da quantidade de ar que se incorpora      ao sorvete batido. Se n\u00e3o h\u00e1 muito ar, o sorvete se congelar\u00e1 em bloco, como      um cubo de gelo.<\/p>\n   \n<p>Mexer bem ajuda a evitar que isto aconte\u00e7a e faz com que o sorvete seja mais      leve.<\/p>\n   \n<p><strong>Mas afinal, como, sem geladeira nem freezer, se conseguia fabricar      o sorvete?<\/strong><\/p>\n   \n<p>Essa \u00e9 uma boa pergunta, cuja resposta, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o complicada assim. Confira:<\/p>\n   \n<p>A \u00e1gua pura se congela a zero graus cent\u00edgrados, mas a mistura para sorvetes      se congela a temperaturas mais baixas que isso. Como ela se congela ent\u00e3o?<\/p>\n   \n<p>Ao se agregar sal ao gelo que est\u00e1 a zero graus cent\u00edgrados, provoca-se uma      baixa da temperatura do gelo. Agregando-se uma quantidade adequada, ele pode      chegar a -20 graus cent\u00edgrados, o suficiente para permitir que a mistura para      sorvete se congele rapidamente sem refrigera\u00e7\u00e3o artificial.<\/p>\n   \n<p><strong>Os passos b\u00e1sicos para fazer sorvetes s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>1 &#8211;\u00a0<\/strong>aquecer a calda para remover todos os elementos      patog\u00eanicos;<\/p>\n   \n<p><strong>2 &#8211;\u00a0<\/strong>esfri\u00e1-lo rapidamente e bater para are\u00e1-lo      e reduzir o tamanho dos cristais de gelo;<\/p>\n   \n<p><strong>3 &#8211;<\/strong>\u00a0agregar os ingredientes extras (como      frutas, nozes, ou peda\u00e7os de chocolate),<\/p>\n   \n<p><strong>4 &#8211;\u00a0<\/strong>e, finalmente, degust\u00e1-lo ou congel\u00e1-lo.<\/p>\n   \n<p>Existem no mercado muitos utens\u00edlios para se fazer sorvete que facilitam      a fabrica\u00e7\u00e3o de suas pr\u00f3prias del\u00edcias geladas em casa. Mas, mesmo sem nada      al\u00e9m do que voc\u00ea normalmente j\u00e1 possui na cozinha, voc\u00ea pode fazer essas duas      receitas caseiras abaixo. Experimente!<\/p>\n   \n<h2>Curiosidades sobre o Sorvete<\/h2>\n   \n<p><strong>Algumas notas curiosas sobre os sorvetes:<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>1-<\/strong>\u00a0Baunilha \u00e9 o sabor mais popular do      sorvete em todo o mundo<\/p>\n   \n<p><strong>2-\u00a0<\/strong>A cobertura mais apreciada mundialmente \u00e9      o banho com calda de chocolate<\/p>\n   \n<p><strong>3-\u00a0<\/strong>O maior sorvete do mundo at\u00e9 hoje foi fabricado      em 1985, nos Estados Unidos, em Anahem, Calif\u00f3rnia, Tinha 3,65 metros de altura      e utilizou 36. 332 litros de sorvete e 3.200 quilos de cobertura.<\/p>\n   \n<p><strong>4-\u00a0<\/strong>S\u00e3o necess\u00e1rias 50 lambidas para se consumir      uma casquinha com duas bolas de sorvete.<\/p>\n   \n<p><strong>5-\u00a0<\/strong>Em todo o mundo, se vendem mais sorvetes      aos domingos que em qualquer outro dia da semana.<\/p>\n   \n<p><strong>6-\u00a0<\/strong>No interior do Brasil, durante muito tempo,      o sorvete foi ignorado. O sertanejo se recusava a tom\u00e1-lo por ser frio demais,      suspeitando que desequilibrasse o calor interno.<\/p>\n   \n<p><strong>7-\u00a0<\/strong>O imperador do Brasil D. Pedro II era louco      por sorvete de pitanga.<\/p>\n   \n<p><strong>Aprenda a falar &#8220;sorvete&#8221; em outras l\u00ednguas:<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Portugu\u00eas:\u00a0<\/strong>sorvete\u00a0<br \/>\n<strong>Espanhol:\u00a0<\/strong>helado\u00a0<br \/>\n<strong>Franc\u00eas:\u00a0<\/strong>cr\u00eame glac\u00e9e\u00a0<br \/>\n<strong>Italiano:<\/strong>\u00a0gelato\/gelati\u00a0<br \/>\n<strong>Ingl\u00eas:\u00a0<\/strong>ice cream\u00a0<br \/>\n<strong>Alem\u00e3o:\u00a0<\/strong>eiscreme<\/p>\n   \n<h2>Sorvetes Art\u00edsticos<\/h2>\n   \n<p>A tradi\u00e7\u00e3o de modelar o sorvete em frutas, vegetais e outros alimentos come\u00e7ou      no final do s\u00e9culo 17 em N\u00e1poles, It\u00e1lia. Mas foi na Inglaterra vitoriana      (1837-1900) que essa arte atingiu seu apogeu.<\/p>\n   \n<p>O ingleses sempre tiveram um apre\u00e7o especial pelos sorvetes e sobremesas      geladas como as bombas (esp\u00e9cie de bolo de sorvete moldado em forma e recheado      com creme de gelado), as mousses e os parfaits (cremes gelados em variados      sabores), desenvolveram formas de modelar sobremesas a base de sorvete de      maneira realmente art\u00edstica.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet40.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"225\" height=\"144\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Para tanto eram utilizados moldes de metal, em variados formatos. Confira      alguns desses moldes e algumas das esculturas que produziam.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet41.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"190\" height=\"714\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet42.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"182\" height=\"714\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<h2>Dia do Sorverte<\/h2>\n   \n<h5>23 DE SETEMBRO, IN\u00cdCIO DA PRIMAVERA \u00c9 O DIA NACIONAL DO SORVETE<\/h5>\n   \n<p>H\u00e1 cinco anos, o dia 23 de setembro n\u00e3o \u00e9 mais somente o in\u00edcio da primavera:      \u00e9 o Dia Nacional do Sorvete, data institu\u00edda pela ABIS &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Brasileira      das Ind\u00fastrias de Sorvetes, com o objetivo de estimular o consumo de sorvete,      valorizando a composi\u00e7\u00e3o nutricional do produto e os seus benef\u00edcios. Essa      celebra\u00e7\u00e3o marca o in\u00edcio das temperaturas mais quentes do ano no Pa\u00eds, \u00e9poca      que normalmente \u00e9 mais acentuado o consumo de sorvetes: entre setembro e mar\u00e7o      o consumo \u00e9 70% dos mais de 500 milh\u00f5es de litros produzidos pelas empresas      nacionais.<\/p>\n   \n<p>Mesmo sendo um pa\u00eds tropical, o Brasil ainda tem n\u00fameros modestos se comparado      com outros pa\u00edses, em torno de 3,1 litros por pessoa a cada ano, menos de      um quarto do consumo de alguns pa\u00edses n\u00f3rdicos, por exemplo, de clima frio,      que consomem o produto o ano inteiro.<\/p>\n   \n<p>No Brasil, acredita-se que tomar sorvete no inverno faz mal, provocando gripes      e resfriados. \u00c9, justamente, este conceito que os produtores querem mudar,      j\u00e1 que o sorvete \u00e9 um alimento nutritivo que cont\u00e9m prote\u00ednas, vitaminas A,      B1, B2, B6, C, D, K, c\u00e1lcio, f\u00f3sforo, a\u00e7\u00facares, gorduras vegetal e\/ou animal,      al\u00e9m de outros minerais essenciais a uma nutri\u00e7\u00e3o balanceada, podendo e devendo      ser consumido o ano todo, pois \u00e9 um alimento completo.<\/p>\n   \n<p>Hoje, os produtos \u00e0 base de leite s\u00e3o apontados como ingredientes funcionais,      com grandes benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade. Os sorvetes podem chegar a atingir 135mg\/100g      de c\u00e1lcio, o que os coloca numa posi\u00e7\u00e3o privilegiada, principalmente para      as pessoas que por h\u00e1bito, gosto ou intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose, n\u00e3o ingerem alimentos      l\u00e1cteos na quantidade necess\u00e1ria.<\/p>\n   \n<p>O c\u00e1lcio \u00e9 um mineral essencial para a sa\u00fade de dentes e ossos e seu consumo,      atrav\u00e9s da dieta e particularmente atrav\u00e9s do leite e derivados, \u00e9 importante      durante a inf\u00e2ncia e a adolesc\u00eancia, fases em que ocorrem os maiores ganhos      de massa \u00f3ssea. Nos demais per\u00edodos, como a vida adulta e a maturidade, a      dieta desempenhar\u00e1 um papel importante que proporciona um balan\u00e7o adequado      do mineral no organismo, consequentemente mantendo a estrutura \u00f3ssea adquirida      nas fases anteriores. Em termos m\u00e9dios, o consumo de 100g de sorvete contribui      com cerca de 8 a 16% da dose di\u00e1ria recomendada de c\u00e1lcio.<\/p>\n   \n<p>O valor cal\u00f3rico dos sorvetes depende da sua composi\u00e7\u00e3o, ou seja, das mat\u00e9rias-primas      utilizadas para sua fabrica\u00e7\u00e3o. Um sorvete produzido com ovos ou leite fornecer\u00e1      uma maior quantidade de prote\u00edna e gordura comparativamente a um sorvete que      utiliza \u00e1gua. A ABIS tem um quadro comparativo dos dados cal\u00f3ricos de alguns      produtos: enquanto 100 gramas de sorvete de creme possuem 208 calorias, a      mesma medida de p\u00e3o franc\u00eas tem 269 calorias; de queijo minas, 336 calorias,      e de arroz, 382 calorias.<\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m do valor nutricional, os m\u00e9dicos recomendam sorvetes para pacientes      em processo de recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-operat\u00f3rio de cirurgias no nariz (aden\u00f3ide),      garganta (am\u00eddalas), cirurgias bucais ou dent\u00e1rias devido a sua a\u00e7\u00e3o anest\u00e9sica      local.<\/p>\n   \n<p>Os sorvetes tamb\u00e9m possuem outras caracter\u00edsticas ben\u00e9ficas \u00e0 sa\u00fade. Sua      maior popularidade est\u00e1 no fato de associar prazer, conveni\u00eancia, sabor, aspectos      nutritivos e benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade em uma boa medida. Em termos de conveni\u00eancia      e variedade, tem para todos os gostos e necessidades. A riqueza da sua composi\u00e7\u00e3o      faz do sorvete um alimento diferenciado.<\/p>\n   \n<p>Fonte: correiogourmand.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h6>\n   \n<h2>A Qu\u00edmica do Sorvete<\/h2>\n   \n<p>Bolhas de ar, cristais de gelo e gl\u00f3bulos de gordura: n\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o adore!      Todos n\u00f3s somos doidos por sorvetes, uma das mais gostosas inven\u00e7\u00f5es da humanidade.<\/p>\n   \n<p>Embora possa ser encontrado em qualquer esquina, o sorvete \u00e9 um verdadeiro      fen\u00f4meno qu\u00edmico: diversas fases heterog\u00eaneas que, macroscopicamente, formam      uma deliciosa massa homog\u00eanea e cremosa.<\/p>\n   \n<p>Uma coisa \u00e9 certa, e todos concordamos: sorvete \u00e9 gostoso. Mesmo o imperador      romano Nero, no s\u00e9culo IV antes de Cristo, era um adepto: costumava enviar      soldados at\u00e9 as montanhas para conseguir neve &#8211; misturando sucos de frutas,      neve e mel, Nero tinha um prot\u00f3tipo do que hoje chamamos de sorvetes. Dentre      as v\u00e1rias novidades trazidas pelo aventureiro Marco Polo quando foi para a      China, estavam v\u00e1rias receitas de sorvetes &#8211; e isto foi antes de 1300!<\/p>\n   \n<p>Entretanto, foi somente l\u00e1 pelo s\u00e9culo XVII que o sorvete passou a ser feito      sem o aux\u00edlio da neve; com a descoberta de que o sal pode abaixar a temperatura      de fus\u00e3o da \u00e1gua o advento da fabrica\u00e7\u00e3o do sorvete surgiu. J\u00e1 por volta de      1800, v\u00e1rios restaurantes e caf\u00e9s da europa, principalmente na Fran\u00e7a, passaram      a oferecer sorvetes no seu menu. E, em 1851, a primeira f\u00e1brica de sorvete,      em Baltimore, foi fundada. Poucos anos depois, a refrigera\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica (os      freezers) foram introduzidos, e sorveterias se proliferaram pelo mundo inteiro.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet43.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"212\" height=\"159\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Embora mais coloridos, com formas diversas e bizarras, os ingredientes b\u00e1sicos      que est\u00e3o num sorvete atual continuam muito parecidos com aqueles feitos na      antiguidade. Quem j\u00e1 fez sorvete em casa provavelmente usou gemas de ovos,      leite, creme de leite e a\u00e7\u00facar, assim como frutas ou suco destas para dar      o aroma. Nas grandes f\u00e1bricas, o sorvete \u00e9 feito com gordura, prote\u00ednas, \u00e1gua,      leite, a\u00e7\u00facar, estabilizantes e emulsificantes. N\u00e3o h\u00e1, de fato, grandes diferen\u00e7as      em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 composi\u00e7\u00e3o do &#8220;home-made&#8221; sorvete.<\/p>\n   \n<p>Um alerta: n\u00e3o se deixe enganar pela simplicidade dos ingredientes. A mera      exist\u00eancia do sorvete j\u00e1 \u00e9 uma amea\u00e7a aos conceitos fundamentais da qu\u00edmica.      Num bom sorvete, gotas de gordura, bolhas de ar e cristais de gelo s\u00e3o igualmente      dispersos em uma expessa solu\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar para formar a matriz semi-s\u00f3lida,      congelada e aerada que conhecemos. O imposs\u00edvel acontece e \u00e9 maravilhoso.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.qmc.ufsc.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h6>\n   \n<p>Contar hist\u00f3rias j\u00e1 \u00e9 prazeroso, imagine ent\u00e3o \u0093a hist\u00f3ria do sorvete\u0094!      Na verdade, existem muitas vers\u00f5es para a hist\u00f3ria e origem do sorvete. Talvez,      todas tenham a sua verdade. Tentaremos contar as vers\u00f5es mais un\u00e2nimes. Que      tal? Vamos entrar nessa \u0093gelada\u0094?<\/p>\n   \n<h2>Descobrimento e primeiros passos<\/h2>\n   \n<p>Bem, o primeiro relato vem do Oriente. Conta-se que h\u00e1 mais de 3.000 anos      os chineses costumavam preparar uma pasta de leite de arroz misturada \u00e0 neve      das geladas montanhas daquele pa\u00eds. H\u00e1 quem diga que os pr\u00f3prios chineses      j\u00e1 misturavam neve, suco de frutas e mel.<\/p>\n   \n<p>Quanto a misturar neve, suco de frutas e mel, h\u00e1 tamb\u00e9m quem afirme que o      Imperador Nero, h\u00e1 cerca de 1.900 anos atr\u00e1s ordenava que seus escravos fossem      aos picos das montanhas buscarem neve para o congelamento de tal mistura.      Algo bem parecido com as famosas raspadinhas aqui no Brasil.<\/p>\n   \n<p>Todavia h\u00e1 relatos de que o introdutor do sorvete na Europa foi Alexandre,      o Grande (356-323 A.C.). Tais historiadores atribuem \u00e0s suas viagens e conquistas      no Oriente o encontro com o sorvete. Conta-se que o grande conquistador trouxe      daquelas terras uma mistura de salada embebida em mel, armazenada em potes      de barro que, pasmem, enterrados no ch\u00e3o coberto pela neve do inverno europeu,      se mantinha conservada por longo per\u00edodo.<\/p>\n   \n<p>Das hist\u00f3rias da chegada do sorvete na Europa, a mais conhecida e difundida      \u00e9 a que recorda o grande aventureiro italiano, Marco Polo. Afirma-se que no      s\u00e9culo XII ou XIV na volta de sua famosa viagem ao Oriente, o veneziano Marco      Polo trouxe na bagagem, al\u00e9m do macarr\u00e3o uma receita para fazer sorvetes de      \u00e1gua. Naquela terra o leite \u00e9 adicionado \u00e0s receitas e o sorvete passa a ter      v\u00e1rios sabores. E n\u00e3o \u00e9 que os italianos al\u00e9m de aproveitarem bem o macarr\u00e3o,      se tornaram o povo mais famoso na arte de fazer sorvete?<\/p>\n   \n<p>Na Fran\u00e7a, credita-se a introdu\u00e7\u00e3o do sorvete por volta do s\u00e9culo XVII, quando      o monarca Francisco I esteve em viagem pela It\u00e1lia, resolveu, na volta, presentear      seu filho, o Duque de Orleans com uma por\u00e7\u00e3o daquela nova del\u00edcia. \u00c0 noiva      de seu filho, Catarina de M\u00e9dicis atribui-se a introdu\u00e7\u00e3o oficial do sorvete      naquele pa\u00eds. Neste pa\u00eds, a primeira sorveteria viria a ser inaugurada em      1660, por Proc\u00f3pio Coltelli. Dizem que a novidade pegou t\u00e3o forte naquele      pa\u00eds que at\u00e9 o famoso Napole\u00e3o Bonaparte era um apreciador desta del\u00edcia.<\/p>\n   \n<p>Da Fran\u00e7a para a Inglaterra foi s\u00f3 uma quest\u00e3o de duas gera\u00e7\u00f5es. A neta de      Catarina M\u00e9dicis, em 1930, casa-se com Carlos I da Inglaterra, e, seguindo      a tradi\u00e7\u00e3o da av\u00f3, difunde o sorvete naquele pa\u00eds. Come\u00e7a ent\u00e3o a se tra\u00e7ar      a hist\u00f3ria do sorvete na terra dos maiores consumidores desta del\u00edcia no mundo,      os Estados Unidos.<\/p>\n   \n<p>Aos Estados Unidos, seus colonizadores (os ingleses) levaram na bagagem tamb\u00e9m      a nova guloseima. Na terra do \u0093tio Sam\u0094 o sorvete teve um dos seus      momentos mais importantes da sua hist\u00f3ria: Em 1851 nasceu a primeira f\u00e1brica      de sorvetes, produzido em larga escala, em Baltimore. Seu dono, o leiteiro      Jacob Fussel, logo foi copiado em outras regi\u00f5es do pa\u00eds, como Washington,      Nova York e Boston. Em pouco tempo os americanos viriam a se tornar os maiores      produtores e consumidores do mundo, marca que guardam at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n   \n<h2>O sorvete no Brasil<\/h2>\n   \n<p>O sorvete chegou no Brasil atrav\u00e9s dos americanos. Um navio daquele pa\u00eds      aportou no Rio de Janeiro em 1835 com 270 toneladas de gelo. Nasce ent\u00e3o a      primeira sorveteria brasileira atrav\u00e9s de dois comerciantes que compraram      o tal carregamento de gelo e passaram a vender sorvetes de frutas.<\/p>\n   \n<p>Todavia, apenas em 1941, o sorvete passou a ser produzido em escala industrial      no Brasil, quando foi fundada na cidade do Rio de Janeiro a U.S. Harkson do      Brasil, nos galp\u00f5es da falida f\u00e1brica Gato Preto. A f\u00e1brica, j\u00e1 com o selo      Kibon iniciou sua distribui\u00e7\u00e3o em 1942 com seus carrinhos espalhando-se pelo      Rio, e, logo depois, pelo pa\u00eds inteiro.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.buongelatto.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet44.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"180\" height=\"238\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Os ind\u00edcios mais antigos a respeito de algo parecido com o sorvete encontram-se      na antiga civiliza\u00e7\u00e3o chinesa, onde se fazia um doce gelado com neve, suco      de fruta e mel. Alexandre, o Grande, \u00e9 visto para muitos historiadores como      o introdutor do sorvete na Europa, mudando um pouco o m\u00e9todo de fabrica\u00e7\u00e3o,      ao inv\u00e9s de se utilizar a neve diretamente, uma mistura de salada de frutas      embebida em mel era resfriada em potes de barro guardados na neve.<\/p>\n   \n<p>Em 1292, atrav\u00e9s da viajem do italiano Marcopolo \u00e0 China, foram trazidos      para a It\u00e1lia, diversas novidades e uma delas era o sorvete feito com leite.      Essas iguarias ficaram bastante populares na Fran\u00e7a por volta de 1500, por\u00e9m      apenas a realeza tinha acesso \u00e0s novidades, sendo que as receitas se sofisticaram      bastante nesse per\u00edodo. No final do s\u00e9culo XVIII, os sorvetes cremosos j\u00e1      haviam sa\u00eddo da elite e passaram a fazer parte de todas as camadas sociais,      tendo tamb\u00e9m, alcan\u00e7ado enorme sucesso nos Estados Unidos atrav\u00e9s dos colonos      ingleses.<\/p>\n   \n<p>Mesmo com todo o sucesso do sorvete, sua fabrica\u00e7\u00e3o ainda era dif\u00edcil, at\u00e9      que em 1846, a norte-americana Nancy Johnson inventou um congelador que funcionava      com uma manivela que, quando girada, agitava uma mistura de muitos ingredientes.      Em 1851 o leiteiro Jacob Fussel abriu em Baltimore a primeira f\u00e1brica de sorvetes,      sendo o primeiro a produzir o produto em larga escala.<\/p>\n   \n<p>Assim, o sorvete ganhava uma popularidade ainda maior e os EUA se consolidava      como os maiores produtores de sorvete do mundo, sendo eles que no fim do s\u00e9culo      19, criaram as tr\u00eas receitas mais famosas de sorvete: o sundae, a banana split      e o ice cream soda, que fazem sucesso at\u00e9 hoje e s\u00e3o s\u00edmbolos da cultura do      pa\u00eds.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.historiadetudo.com<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h6>\n   \n<h2>Curiosidades sobre o Sorvete<\/h2>\n   \n<p>Pesquisas registraram que a hist\u00f3ria do sorvete remonta a 3.000 anos na china;      uma mistura de neve com suco de frutas e mel, semelhante \u00e0 que conhecemos      em nossos dias como raspadinha.<\/p>\n   \n<p>Documentos da \u00e9poca de Conf\u00facio revelam a exist\u00eancia, naquele tempo, de dep\u00f3sitos      de neve. Outras informa\u00e7\u00f5es apontam o grande l\u00edder Alexandre, o Grande, (356-323      A\/C), como introdutor do sorvete na Europa, trazendo do Oriente, atrav\u00e9s do      imp\u00e9rio que construiu unindo a Gr\u00e9cia com as culturas orientais, uma mistura      de salada de frutas embebida em mel e resfriada em potes de barro guardados      no fundo do ch\u00e3o com a neve do inverno.<\/p>\n   \n<p>O gelo tamb\u00e9m era estocado em profundos po\u00e7os constru\u00eddos pelo povo romano,      que o utilizava em lojas denominadas Thermophia na antiga Roma, especializadas      em vender bebidas geladas no ver\u00e3o e quentes no per\u00edodo de inverno. Atribui-se      ao general Quintus M\u00e1ximus Gurgeo ,o preparo da primeira receita de sorvete.<\/p>\n   \n<p>O Imperador Nero, cerca de 1900 anos atr\u00e1s, mandava seus escravos \u00e0s montanhas      buscarem neve, que era utilizada para o congelamento do mel, polpa de frutas      ou sucos. A partir dessa \u00e9poca n\u00e3o s\u00e3o encontradas novas men\u00e7\u00f5es ao sorvete.      Mas, em 1292, Marco Polo retornou a Veneza, ap\u00f3s suas viagens pela \u00c1sia, trazendo      novas e excitantes id\u00e9ias, dentre elas, o macarr\u00e3o e uma sobremesa congelada      feita \u00e0 base de leite, provavelmente o precursor do moderno sorvete.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet45.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"158\" height=\"146\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>A partir de ent\u00e3o, o sorvete se alastrou por todo o norte da It\u00e1lia, tornando-se      seu preparo uma sofisticada arte. Quando o monarca Francisco I esteve em campanha      na It\u00e1lia, decidiu levar para seu filho, o Duque de Orleans, uma noiva, Catarina      de M\u00e9dicis. A ela atribui-se a introdu\u00e7\u00e3o do sorvete na Fran\u00e7a.<\/p>\n   \n<p>A neta de Catarina de M\u00e9dicis casou-se em 1630 com Carlos I da Inglaterra      e segundo a tradi\u00e7\u00e3o da av\u00f3, tamb\u00e9m introduziu o sorvete entre os ingleses.<\/p>\n   \n<p>Os colonizadores ingleses levaram ent\u00e3o o sorvete para os Estados Unidos.      Os norte-americanos apreciaram muito o novo alimento e, hoje, os Estados Unidos      s\u00e3o o principal produtor e maior consumidor de sorvetes no mundo.<\/p>\n   \n<p>Dois momentos marcaram o desenvolvimento do sorvete nos Estados Unidos e,      consequentemente, no mundo: o primeiro em 1851, quando o leiteiro chamado      Jacob Fussel abre em Baltimore a primeira f\u00e1brica de sorvetes, produzindo      em maior escala e sendo tamb\u00e9m seguido p\u00f4r outros em Washington, Boston e      New York; e o segundo com a inven\u00e7\u00e3o, entre 1870 e 1900, da refrigera\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica,      permitindo a produ\u00e7\u00e3o de gelo independente do processo natural. \u00c9 a partir      do s\u00e9culo XIX, portanto, que temos a terceira e derradeira fase da hist\u00f3ria      do sorvete, com duas caracter\u00edsticas principais: a populariza\u00e7\u00e3o do consumo      na Europa a partir dos caf\u00e9s e sorveterias e, de fundamental import\u00e2ncia industrial      apoiada no processo de refrigera\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, iniciada na Segunda metade do      s\u00e9culo passado nos Estados Unidos, acompanhando o desenvolvimento do capitalismo.      \u00c9 nesse momento que o sorvete ganha mais espa\u00e7o na sociedade, passando de      um alimento proibido, devido a seu pre\u00e7o, a uma sobremesa comum, presente      em nosso cotidiano.<\/p>\n   \n<p>No final do s\u00e9culo XIX, em 1879 mais precisamente, nos Estados Unidos, \u00e9      inventado o Ice Cream Soda, p\u00f4r Fred Sanders; o Sundae e a famosa Banana Split      em 1890. Quanto ao aparecimento da casquinha, h\u00e1 duas vers\u00f5es: uma em 1896      na It\u00e1lia e outra em 1904 nos Estados Unidos. Pelo que temos not\u00edcia, o picol\u00e9      surgiu na It\u00e1lia no in\u00edcio do s\u00e9culo XX. A d\u00e9cada de 20 deu grande impulso      ao ice milk, ao sherbet, \u00e0s barras e outras novidades. Os Estados Unidos,      como j\u00e1 dissemos, s\u00e3o os maiores consumidores de sorvetes no mundo. \u00c9 interessante      notar que o sorvete tornou-se a sobremesa norte-americana p\u00f4r excel\u00eancia,      tendo inclusive sido implantado naquele pa\u00eds, o Dia Nacional do Sorvete, a      14 de julho, sendo tamb\u00e9m esse m\u00eas, considerado o M\u00eas Nacional do Sorvete.<\/p>\n   \n<h2>O Sorvete no Brasil<\/h2>\n   \n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvet46.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" width=\"188\" height=\"217\" title=\"Hist\u00f3ria de Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>Como toda mania que se difunde pelo mundo afora, o Brasil n\u00e3o poderia de      maneira alguma ficar \u00e0 parte dessa movimenta\u00e7\u00e3o internacional em torno da      novidade que as bocas europ\u00e9ias e americanas saboreavam h\u00e1 tempos.<\/p>\n   \n<p>A primeira not\u00edcia de sorvete que passou pelo pa\u00eds foi quando um navio norte-americano      vindo de Boston, denominado Madagascar, aportou no Rio de Janeiro em 6 de      agosto de 1834, n\u00e3o se sabe se proposital ou acidentalmente, com 217 toneladas      de gelo.<\/p>\n   \n<p>Dias depois, os comerciantes Deroche e Lorenzo Fallas compraram a carga do      navio e no dia 23 de agosto come\u00e7aram a vender sorvetes de frutas aos cariocas.      Fallas anunciou que &#8220;todas as tardes haver\u00e1 no seu estabelecimento no      Largo do Po\u00e7o, gelados de diferentes qualidades, tanto simples como amanteigados      e pe\u00e7as fortes: executar\u00e1 qualquer encomenda que lhe venha a ser feita para      banquetes ou ch\u00e1s para fora de casa e ter\u00e1 a toda hora, gelo para vender aos      que precisarem comprar p\u00f4r libras, tanto no seu estabelecimento como na Confeitaria      do Sr. Deroche, na Rua do Ouvidor n.\u00ba 175. Principiar\u00e1 a venda dos gelados      hoje das 4 horas em diante&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Nesse dia e hora, nos estabelecimentos de ambos nasceu o sorvete carioca.<\/p>\n   \n<p>Depois deles, o italiano Luigi Bassini iniciou seus neg\u00f3cios com o &#8220;gelado&#8221;      no Caf\u00e9 do C\u00edrculo do Com\u00e9rcio, anunciando em 30 de dezembro de 1835 no Jornal      do Com\u00e9rcio, que &#8220;no dia primeiro do ano em diante se achar\u00e1 na sobredita      casa, das 10 horas da manh\u00e3 \u00e0s 10 horas da noite, tijolos ou matonetti, caf\u00e9      gelado, \u00e0 italiana, etc., iguais em qualidade aos que se acham nas melhores      sorveterias de N\u00e1poles&#8221;.<\/p>\n   \n<p>O gelo era envolto em serragem e enterrado em grandes covas para que n\u00e3o      derretesse, durante cerca de 4 a 5 meses, tempo bastante para que os sorveteiros      de ent\u00e3o mantivessem na popula\u00e7\u00e3o do Rio, o gosto pelo sorvete. Com isso,      foi esquecendo o &#8220;alu\u00e1&#8221;, uma bebida feita de milho muito comum na      \u00e9poca e que era usada como refrigerante, tanto nas ruas como em cerim\u00f4nias      palacianas no Imp\u00e9rio brasileiro.<\/p>\n   \n<p>Aqui no Brasil, o sorvete chegou a ser considerado o precursor do Movimento      de Libera\u00e7\u00e3o da Mulher, pois, para sabore\u00e1-lo, a mulher praticou seu primeiro      ato de rebeldia contra a estrutura social vigente, invadindo bares e confeitarias,      lugares ocupados at\u00e9 ent\u00e3o pelos homens, reafirmando p\u00f4r uns tempos, o car\u00e1ter      &#8220;transgressor&#8221; do alimento. Pecado ou n\u00e3o, a verdade \u00e9 que dentre      os grandes apreciadores de sorvete no Brasil Imperial, nada mais nada menos,      que o Imperador D. Pedro II e sua esposa, ass\u00edduos frequentadores da sorveteria      de Ant\u00f4nio Francione, no Rio de Janeiro, sendo o sorvete de pitanga e preferido      do monarca. No baile da Ilha Fiscal, o \u00faltimo do Imp\u00e9rio, uma iguaria servida      como sobremesa foi o sorvete.<\/p>\n   \n<p>Em S\u00e3o Paulo, a primeira not\u00edcia do &#8220;gelado&#8221; que se tem registro      est\u00e1 no jornal &#8220;A Prov\u00edncia de S\u00e3o Paulo&#8221;, na edi\u00e7\u00e3o de 4 de janeiro      de 1878, com o an\u00fancio: &#8220;Sorvetes \u0096 todos os dias \u00e0s 15 horas, na      Rua Direita n.\u00ba14 &#8220;.<\/p>\n   \n<p>A evolu\u00e7\u00e3o do sorvete no pa\u00eds deu-se de forma artesanal e com uma produ\u00e7\u00e3o      em pequena escala e poucos locais, at\u00e9 meados deste s\u00e9culo, quando em 1941,      foi fundada na cidade do Rio de Janeiro a U.S.Harkson do Brasil, que se tornou      a primeira f\u00e1brica a produzir sorvetes em escala industrial.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.spumoni.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h6>\n   \n<p>O h\u00e1bito de consumir bebidas geladas para se refrescar durante as esta\u00e7\u00f5es      quentes ou de utilizar-se da pr\u00f3pria neve para saciar-se e conservar seus      alimentos existe, pode-se dizer at\u00e9 que nasceu com o homem.<\/p>\n   \n<p>Entretanto \u00e9 provado que o h\u00e1bito de consumir bebidas geladas vem dos eg\u00edpcios      e persas, os quais eram gulosos por sucos de frutas e \u00e1gua a\u00e7ucarada, \u00e0s vezes      aromatizadas e postas para gelar.<\/p>\n   \n<p>Por um desenho antigo encontrado pelos antrop\u00f3logos, soubemos que os persas      tinham o costume de modelar estes em forma de ovo e o nomearam de &#8220;Pezzi      Duri&#8221;. Saboreavam-no como atualmente fazemos, lambendo-os diretamente      sem o aux\u00edlio da colher.<\/p>\n   \n<p>Segundo consta, os romanos, tamb\u00e9m, especialmente J\u00falio C\u00e9sar, embora n\u00e3o      tenham conhecido o sorvete como os persas e eg\u00edpcios, tinham por h\u00e1bito consumir      bebidas geladas, geralmente suco de frutas acrescido de gelo.<\/p>\n   \n<p>Outras cita\u00e7\u00f5es nos revelam, no entanto, que Nero, imperador romano, enviou      seus escravos \u00e0s montanhas geladas a fim de que lhe trouxessem um pouco de      neve para esfriar as suas bebidas e frutas.<\/p>\n   \n<p>Antigamente, o sorvete, em raz\u00e3o de sua dif\u00edcil manipula\u00e7\u00e3o, era considerado      um privil\u00e9gio apenas para os ricos e nobres.<\/p>\n   \n<p>Na It\u00e1lia, h\u00e1 dois mil anos, durante o imp\u00e9rio romano, a elite tinha o costume      de, ap\u00f3s saborear seus enormes banquetes, consumir sobremesas geladas para      auxiliar a digest\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Marco Polo, por sua vez, quando em peregrina\u00e7\u00e3o pelo mundo, trouxe, entre      outras coisas, uma receita da China que ensinava a fazer gelo a partir da      \u00e1gua, atrav\u00e9s de um m\u00e9todo muito adiantado para \u00e9poca e muito parecido com      os utilizados hoje em dia.<\/p>\n   \n<p>Assim, os registros mais antigos encontrados sobre o sorvete foram os de      ter-se originado da China e sido levado pelos \u00e1rabes para o Ocidente.<\/p>\n   \n<p>J\u00e1 para os m\u00e9dicos orientais, o sorvete era considerado um alimento perfeito,      de elevado teor alimentar, possuidor de um equil\u00edbrio considerado b\u00e1sico para      o bem-estar f\u00edsico. Sendo o gelo um elemento &#8220;Yin&#8221;, e o ovo, a soja,      o leite, o mel e o a\u00e7\u00facar, elementos &#8220;Yang&#8221;, temos, assim, o equil\u00edbrio      de &#8220;Yin&#8221; e &#8220;Yang&#8221;, tudo em um s\u00f3 alimento.<\/p>\n   \n<p>Andando pelas ruas de Bangkok, na Tail\u00e2ndia, \u00e9 comum encontrarmos ambulantes      em seus carrinhos vendendo a &#8220;Grattacheccha&#8221;, conhecida por n\u00f3s      brasileiros por &#8220;Raspadinha&#8221;, feita com gelo raspado.<\/p>\n   \n<p>Na It\u00e1lia, no entanto, a &#8220;Granita&#8221; e o &#8220;Sorbetto&#8221;, vers\u00f5es      primitivas do sorvete, foram introduzidos pelos \u00e1rabes.<\/p>\n   \n<p>Ocorre que, quando os \u00e1rabes desembarcaram na Sic\u00edlia, trazendo em suas embarca\u00e7\u00f5es      caf\u00e9, am\u00eandoas, a\u00e7\u00facar de cana, frutas c\u00edtricas, portavam tamb\u00e9m um tipo de      sorvete feito com suco de lim\u00e3o ou da infus\u00e3o do caf\u00e9, o qual foi nomeado      pelos italianos de &#8220;Granita&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Da &#8220;Granita&#8221;, percebeu-se, ent\u00e3o, que esta mesma bebida poderia      ser preparada tamb\u00e9m de outras formas, tendo como base as frutas, nascendo,      assim, a &#8220;Gremolata&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Tratava-se de um tipo de sorvete amanteigado, muito doce, preparado com muitos      ingredientes, sempre tendo como base a fruta e o a\u00e7\u00facar, sem o acr\u00e9scimo de      nenhum derivado do leite.<\/p>\n   \n<p>No entanto, o sorvete verdadeiro e pr\u00f3prio, como n\u00f3s o conhecemos hoje, amanteigado      de creme, remonta ao s\u00e9culo XVI e teve origem em Floren\u00e7a, talvez por obra      de Berardo Buontalenti.<\/p>\n   \n<p>Com o aux\u00edlio de algumas subst\u00e2ncias naturais que ajudam a estabilizar a      \u00e1gua, surgiu o sorvete que, com melhoramentos, resultou em uma estrutura muito      mais fina e cremosa.<\/p>\n   \n<p>Em algumas cr\u00f4nicas da \u00e9poca, encontramos v\u00e1rias s\u00e1tiras em que se comentavam      as muitas brigas e desaven\u00e7as ocorridas na \u00e9poca por damas que tentavam &#8220;roubar&#8221;      o mestre sorveteiro italiano da outra.<\/p>\n   \n<p>As receitas que os sorveteiros italianos empregavam secretamente foram finalmente,      plagiadas por um cozinheiro franc\u00eas chamado Clement no fim do s\u00e9culo XVII,      e este, emigrando para os Estados Unidos, abriu uma ind\u00fastria de sorvetes,      com bastante sucesso.<\/p>\n   \n<p>J\u00e1 temos outras informa\u00e7\u00f5es divergentes que o sorvete chegou aos Estados      Unidos vindo da Inglaterra, nas m\u00e3os do comerciante Phillip Lenzi.<\/p>\n   \n<p>Segundo consta, o pr\u00f3prio Lenzi, ap\u00f3s se estabelecer, publicou um an\u00fancio      em um jornal de Nova York, em 1813, e foi quando a esposa do presidente James      Madison, Miss Dolly, ofereceu o sorvete a seu marido durante o Inaugural Bali.<\/p>\n   \n<p>No Brasil, o sorvete teve a sua primeira apari\u00e7\u00e3o em 1834, pelo navio americano      Madag\u00e1scar, no porto do Rio de Janeiro, o qual, al\u00e9m de carregar diversos      ingredientes, carregava cerca de 160 toneladas de gelo.<\/p>\n   \n<p>No entanto, em outros registros, encontramos que foram os ga\u00fachos do Rio      Grande do Sul os primeiros brasileiros a conhecer o gosto do sorvete, em 1812,      quando o governador Dom Diogo de Souza mandava recolher as geadas das frias      noites de inverno para oferecer aos seus convidados.<\/p>\n   \n<p>Com o tempo, as receitas foram sofisticando-se e com isso surgiram na Fran\u00e7a      formas especiais para congelar sorvete chamadas &#8220;sorbeti\u00e8res&#8221;, que      eram giradas at\u00e9 o conte\u00fado congelar.<\/p>\n   \n<p>Em 1846, surge, em Nova Jersey, o primeiro freezer a manivela, inventado      por Nancy Johnson. Ao virar a manivela, uma vasilha contendo a massa de sorvete      tamb\u00e9m girava apoiada em montanhas de sal e gelo, formando, assim, a massa      cremosa do sorvete. Infelizmente, Nancy n\u00e3o patenteou seu invento e por esse      motivo n\u00e3o podemos encontr\u00e1-la nos registros.<\/p>\n   \n<p>Foi quando, em 30 de maio de 1848, surgiu um freezer muito semelhante ao      original criado por Mr. Young que o nomeou de Congelador de Sorvetes Johnson      em homenagem \u00e0 real inventora. A id\u00e9ia de colocar o sorvete em casquinhas      em formato de cone e os demais sistemas utilizados para saborear o sorvete,      como os &#8220;Sundays&#8221;, &#8220;Banana Splits&#8221; e &#8220;Milk Shakes&#8221;,      vieram dos listados Unidos; caracterizados por terem um esp\u00edrito pr\u00e1tico,      os americanos n\u00e3o somente &#8220;democratizaram&#8221; o sorvete, como, ao coloc\u00e1-lo      ao alcance de todos, passaram a liderar mundialmente sua fabrica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Assim, mesmo que o sorvete tenha perdido aquele toque art\u00edstico dados pelos      sorveteiros italianos, ganhou muito com as novas cria\u00e7\u00f5es e receitas americanas      que o fizeram tornar-se parte viva da alimenta\u00e7\u00e3o, mas isso n\u00e3o quer dizer      que os sorvetes italianos n\u00e3o continuem sendo requisitados, pelo contr\u00e1rio,      at\u00e9 os dias atuais s\u00e3o eles os que mais se destacam em termos de sabor e cremosidade.<\/p>\n   \n<p>Em 1850, o sorveteiro veneziano Sartorelli lan\u00e7ou em Londres 900 carrocins      ambulantes de sorvetes italianos. Inven\u00e7\u00e3o esta que logo foi plagiada por      outro italiano, em Nova York.<\/p>\n   \n<p>Depois disso, as vendas aumentaram rapidamente e, com o aux\u00edlio de estabilizantes,      xaropes de glicose e a\u00e7\u00facares originados do milho e outros ingredientes nutritivos,      surgiu um sorvete muito agrad\u00e1vel que deixou de ser apenas uma bebida para      se tornar um alimento muito consumido n\u00e3o somente no ver\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.falecomfleischmann.com.br<\/p>\n   \n<h6>Hist\u00f3ria do Sorvete<\/h6>\n   \n<p><strong>Um convite para tomar um sorvete \u00e9 sempre o come\u00e7o de uma boa hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvete-64.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" width=\"250\" height=\"288\" title=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" \/><\/strong><\/p>\n   \n<p>Que del\u00edcia que \u00e9 quando a temperatura aumenta. Corremos para a praia, vestimos      roupas leves, ou simplesmente nos largamos numa mesa ao ar livre, o papo correndo      solto&#8230; Mas o bom mesmo \u00e9 aquela vontade que d\u00e1 de parar na primeira sorveteria      e se deliciar com a d\u00favida nada cruel sobre qual sabor escolher entre os tantos      que surgem a cada nova temporada.<\/p>\n   \n<p>Mas nem s\u00f3 de ver\u00e3o vive o sorvete, ao contr\u00e1rio do que muitos podem imaginar.      Afinal, se assim fosse, pa\u00edses n\u00f3rdicos, como a Su\u00e9cia e a Dinamarca, que      est\u00e3o entre os maiores produtores da iguaria, n\u00e3o teriam a tradi\u00e7\u00e3o de se      esbaldar num alimento t\u00e3o refrescante.<\/p>\n   \n<p>Nesses lugares, o consumo nacional percapita \u00e9 de cerca de 20 litros por      pessoa\/ ano, enquanto no Brasil, pasmem!, ainda consumimos apenas 3,5 litros.      Segundo dados da Abis \u0096 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Sorvetes,      70% das vendas no pa\u00eds concentra-se entre os meses de setembro e fevereiro.<\/p>\n   \n<p>O grande desafio dos brasileiros \u00e9 justamente alterar esse perfil de consumo.      Em esta\u00e7\u00f5es mais quentes, sempre aumenta bastante a procura por sorvetes de      frutas, feitos \u00e0 base de \u00e1gua. J\u00e1 em per\u00edodos mais frios, os sabores cremosos,      \u00e0 base de leite, s\u00e3o as vedetes da esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>E pode tomar sem culpa. O sorvete \u00e9 uma del\u00edcia muito nutritiva, grande fonte      de energia. As calorias? Acredite: 100 g de sorvete (186 kcal, com leite)      s\u00e3o bem menos cal\u00f3ricas que a mesma quantidade de p\u00e3o franc\u00eas (269 kcal) e      at\u00e9 mesmo de leite desnatado (351 kcal).<\/p>\n   \n<p>\u00c9 um alimento quase completo: dependendo de sua composi\u00e7\u00e3o, ele oferece prote\u00ednas,      a\u00e7\u00facares, carboidratos, gordura (vegetal e\/ou animal), vitaminas A, B1, B6,      C, D e K, al\u00e9m de c\u00e1lcio, f\u00f3sforo e outros minerais essenciais. Para quem      se preocupa com o a\u00e7\u00facar, n\u00e3o faltam por a\u00ed vers\u00f5es diet\u00e9ticas das mais saborosas.<\/p>\n   \n<p>Ent\u00e3o, fa\u00e7a chuva, fa\u00e7a sol, que tal balancear sua dieta nutricional com      aquela ta\u00e7a de banana split ou mesmo com um simples picol\u00e9?<\/p>\n   \n<h2>Sorvete, Tentador e Revolucion\u00e1rio<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvete-65.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" width=\"250\" height=\"274\" title=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p>A origem do sorvete ainda gera algumas discuss\u00f5es. A maioria dos estudos      sobre o assunto relata que ele foi \u0093inventado\u0094 na China h\u00e1 mais      de 3 mil anos. Era uma pasta de leite de arroz misturado \u00e0 neve, mais parecendo      as nossas raspadinhas. Na Roma antiga, ele j\u00e1 servia ao paladar dos mais abastados.      O imperador Nero mandava seus escravos \u00e0s montanhas em busca de neve. Eles      voltavam correndo para dar tempo de us\u00e1-la para congelar o mel misturado a      polpa de frutas.<\/p>\n   \n<p>Mas o grande boom do sorvete na Europa veio junto com o do macarr\u00e3o, quando,      no s\u00e9culo 13, o viajante Marco Polo trouxe diversas novidades do Oriente.      Entre elas, uma mistura de \u00e1gua, gelo e frutas, muito parecida com os atuais      sorbets. Os sorvetes cremosos, \u00e0 base de leite e com sabores variados, surgiram      por volta do ano 1600.<\/p>\n   \n<p>O rei Carlos I, da Inglaterra, mantinha guardada a sete chaves a receita      de seu cr\u00e8me ice (que quer dizer \u0093creme de gelo\u0094, como o ice cream,      em ingl\u00eas), que o cozinheiro do pal\u00e1cio acabou divulgando somente ap\u00f3s a morte      do monarca. Estava inaugurada uma nova era do sorvete na Europa, que foi sendo      cada vez mais elaborado na Fran\u00e7a do s\u00e9culo 18.<\/p>\n   \n<p>A moda chegou ao outro lado do Atl\u00e2ntico, e dizem que o ex-presidente americano      Thomas Jefferson tinha sua pr\u00f3pria receita de baunilha \u0096 at\u00e9 hoje um      dos sabores mais populares do mundo. J\u00e1 George Washington teria pago quase      200 d\u00f3lares (uma fortuna para a \u00e9poca), por uma receita espec\u00edfica da iguaria      gelada.<\/p>\n   \n<p>De qualquer maneira, havia ainda um problema. Sorvete era s\u00f3 para a elite,      e tinha que ser feito praticamente na mesma hora do consumo. Em 1875, veio      a revolu\u00e7\u00e3o: o alem\u00e3o Carl von Linde inventou a geladeira (mais tarde os freezers      seriam ainda mais \u00fateis). Antes disso, a \u00fanica m\u00e1quina dispon\u00edvel para fabricar      sorvetes, criada pela americana Nancy Johnson, era manual \u0096 mas j\u00e1 havia      possibilitado a comercializa\u00e7\u00e3o do produto gra\u00e7as a uma mistura de sal e gelo.      Foi com ela, ali\u00e1s, que o leiteiro Jacob Fussel, para incrementar as suas      vendas, come\u00e7ou a produzir sorvete em grande escala e inaugurou a primeira      loja do mundo, em 1851, na cidade de Baltimore.<\/p>\n   \n<p>No Brasil, uns dizem que a Bahia foi o primeiro lugar a conhecer o sorvete,      trazido pelos portugueses no final do s\u00e9culo 18. Outros consideram que sua      chegada foi em 1835, com um grande carregamento de gelo que aportou no Rio      de Janeiro vindo dos Estados Unidos. Como ele tinha que ser consumido na hora,      as poucas sorveterias existentes no s\u00e9culo 19 anunciavam a hora que a pr\u00f3xima      leva ia sair. Era um corre-corre. Em grande escala, s\u00f3 come\u00e7ou a surgir em      1941, quando foi fundada a primeira f\u00e1brica, a Gato Preto.<\/p>\n   \n<p>O sorvete contribui at\u00e9 mesmo para a mudan\u00e7a do comportamento feminino. De      acordo com o escritor Gilberto Freyre, ele foi a desculpa que faltava para      a libera\u00e7\u00e3o social das mulheres, que passaram a invadir as confeitarias antes      frequentadas apenas por homens. Sorvete \u00e9 puro deleite.<\/p>\n   \n<h2>Cristais de gelo com leite ou \u00e1gua<\/h2>\n   \n<p>O sorvete \u00e9 preparado com uma mistura de cristais de gelo com leite ou \u00e1gua      (se for um sorbet), al\u00e9m de a\u00e7\u00facares, gordura de manteiga ou creme de leite,      emulsificante, espessante e ar. O teor de gordura desta calda-base varia de      acordo com a mistura feita, que pode ser de baunilha, morango ou chocolate      em p\u00f3 e cacau.<\/p>\n   \n<h2>Ta\u00e7a sundaetem<\/h2>\n   \n<p>A famosa ta\u00e7a sundaetem esse nome porque, quando inventada, no s\u00e9culo 20,      nos Estados Unidos, era servida somente aos domingos. A grafia, no entanto,      ficou diferente de Sundayporque o domingo era considerado um dia sagrado.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvete-67.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" width=\"300\" height=\"203\" title=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<h2>Quem inventou a casquinha?<\/h2>\n   \n<p>Os cones crocantes ficaram famosos em 1904, durante uma feira de alimentos      na Louisiana. Um imigrante s\u00edrio havia levado um pouco de zalabia, uma massa      parecida com waffle, e, na falta de pratos de papel para servir seus sorvetes,      resolveu coloc\u00e1-los em cones de massa crocante. Na mesma \u00e9poca, no entanto,      mais de 50 vendedores de sorvetes reclamaram a inven\u00e7\u00e3o como sua, pelo mesmo      motivo. Outros atribuem a inova\u00e7\u00e3o a Italo Marciony, um imigrante italiano      que cansou de ver seus clientes quebrando os copos de vidro em que servia      os produtos.<\/p>\n   \n<h2>Receitas com Sorvete<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvete-68.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" width=\"170\" height=\"175\" title=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<p><strong>Torta Trufada de Chocalate<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Rendimento:<\/strong>\u00a020 por\u00e7\u00f5es<br \/>\n<strong>Receita:<\/strong>\u00a0Eduardo Guedes, da sorveteria      Stuppendo<br \/>\n<strong>Grau de dificuldade:\u00a0<\/strong>m\u00e9dio<br \/>\n<strong>Sugest\u00e3o de vinho:\u00a0<\/strong>late harvest chileno<\/p>\n   \n<p><strong>Ingredientes para o p\u00e3o-de-l\u00f3<\/strong><\/p>\n   \n<p>8 ovos (claras em neve)<br \/>\n     2 x\u00edcaras (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     Gotas de ess\u00eancia de baunilha<br \/>\n     3 x\u00edcaras (ch\u00e1) de farinha de trigo peneirada<br \/>\n     Manteiga para untar<\/p>\n   \n<p><strong>Ingredientes para a Trufa<\/strong><\/p>\n   \n<p>250 g de chocolate meio amargo<br \/>\n     5 colheres (sopa) de creme de leite sem soro<br \/>\n     1 colher (caf\u00e9) de canela em p\u00f3<br \/>\n     2 colheres (sopa) de rum (opcional)<br \/>\n     100 g de cacau em p\u00f3<br \/>\n     Manteiga para untar as m\u00e3os<\/p>\n   \n<p><strong>Ingredientes para a Montagem<\/strong><\/p>\n   \n<p>4 colheres (sopa) de rum<br \/>\n     4 colheres (sopa) de \u00e1gua<br \/>\n     2 colheres (sopa) de a\u00e7\u00facar<br \/>\n     2 litros de sorvete de tartufo<br \/>\n     Lascas de chocolate para decorar<\/p>\n   \n<p><strong>Modo de Fazer o p\u00e3o-de-l\u00f3<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>1.\u00a0<\/strong>Aque\u00e7a o forno a 180\u00baC (m\u00e9dio-alto). Unte      com manteiga uma assadeira de fundo remov\u00edvel de 28 cm de di\u00e2metro.<\/p>\n   \n<p><strong>2.\u00a0<\/strong>Junte \u00e0s claras em neve as gemas peneiradas,      o a\u00e7\u00facar e a baunilha. Incorpore a farinha. Asse at\u00e9 dourar e desenforme.      O p\u00e3o-de-l\u00f3 deve ficar com altura de 1 cm. Se necess\u00e1rio, corte-o no sentido      horizontal. Reserve.<\/p>\n   \n<p><strong>Modo de Fazer a Trufa<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>1.\u00a0<\/strong>Derreta o chocolate em banho-maria. Apague      o fogo e junte o creme de leite, a canela e o rum. Misture at\u00e9 formar uma      massa homog\u00eanea. Leve ao freezer por 30 minutos.<\/p>\n   \n<p><strong>2.<\/strong>\u00a0Retire do freezer e fa\u00e7a bolinhas      com a m\u00e3o untada de manteiga.<\/p>\n   \n<p>Passe-as no cacau.<\/p>\n   \n<p><strong>Montagem<\/strong><\/p>\n   \n<p>Volte o p\u00e3o-de-l\u00f3 \u00e0 forma, umede\u00e7a-o com uma mistura do rum com a \u00e1gua e      o a\u00e7\u00facar. Alterne camadas de trufas e sorvete, finalizando com sorvete. Leve      ao freezer. Desenforme e decore com o chocolate. Sirva em seguida.<\/p>\n   \n<p>Experimente mais duas receitas bem f\u00e1ceis de sorvetes para voc\u00ea fazer em      casa<\/p>\n   \n<h2>Sorvete Cremoso de Framboesa<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvete-69.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" width=\"300\" height=\"225\" title=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<blockquote>      \n\t<li>225g de framboesas<\/li>\n     \n\t<li>500ml de creme de leite fresco<\/li>\n     \n\t<li>100g de a\u00e7\u00facar<\/li>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Em um liquidificador, bater a framboesa com o a\u00e7\u00facar.<\/p>\n   \n<p>\u00c0 parte, bater o creme de leite com um fouet (batedor manual de arame) at\u00e9      obter ponto de chantilly.<\/p>\n   \n<p>Misturar aos poucos a framboesa batida e levar ao congelador por duas horas.<\/p>\n   \n<h2>Sorbet de Lim\u00e3o Siciliano<\/h2>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/sorvete-70.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" width=\"250\" height=\"266\" title=\"Hist\u00f3ria do Sorvete\" \/><\/p>\n   \n<blockquote>      \n\t<li>2 folhas de gelatina incolor<\/li>\n     \n\t<li>50g de a\u00e7\u00facar<\/li>\n     \n\t<li>250ml de \u00e1gua<\/li>\n     \n\t<li>suco de 2 lim\u00f5es sicilianos<\/li>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Colocar as folhas de gelatina de molho em 200 ml de \u00e1gua fria.<\/p>\n   \n<p>Ferver 50ml de \u00e1gua com o a\u00e7\u00facar em fogo baixo (n\u00e3o mexer depois de colocar      no fogo), at\u00e9 obter uma calda fina.<\/p>\n   \n<p>Tirar a gelatina da \u00e1gua fria e dissolv\u00ea-la na calda quente.<\/p>\n   \n<p>Coar o suco de lim\u00e3o siciliano em uma peneira fina e misturar \u00e0 calda quando      estiver morna.<\/p>\n   \n<p>Levar ao congelador e, antes que esteja totalmente duro, misturar com a ajuda      de um fouet (batedor manual de arame).<\/p>\n   \n<p>Repetir esse processo periodicamente mais duas ou tr\u00eas vezes, at\u00e9 ficar na      consist\u00eancia de sorvete.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.dialogoroche.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria do Sorvete, Origem, Ingredientes, Processo, Fabrica\u00e7\u00e3o, Brasil, Sabores, Dia, Como, Faz, Receitas, Hist\u00f3ria do Sorvete<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22872,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[62],"tags":[],"class_list":["post-22871","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-culinaria-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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