{"id":22347,"date":"2016-01-19T00:00:00","date_gmt":"2016-01-19T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/culinaria-egipcia\/"},"modified":"2026-09-01T15:44:15","modified_gmt":"2026-09-01T15:44:15","slug":"culinaria-egipcia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/culinaria-2\/culinaria-egipcia\/","title":{"rendered":"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\">As comidas se acompanham normalmente com\u00a0<strong>\u00e1gua<\/strong>, que deve ser mineral e \u00e9 muito importante que a abram diante de voc\u00ea, embora tamb\u00e9m pode se beber<strong>\u00a0cerveja\u00a0<\/strong>como a local \u201cStella\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m se encontram cervejas de importa\u00e7\u00e3o. Como curiosidade lembre-se que a cerveja foi inventada no Antigo Egito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre os\u00a0<strong>vinhos\u00a0<\/strong>destacam o tinto Chateu Giniclis, uma boa variedade de brancos e o rosado Rubi D\u2019Egyte. N\u00e3o s\u00e3o de excelente qualidade mas resultam aceit\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As bebidas t\u00edpicas eg\u00edpcias s\u00e3o o\u00a0karkade, que procede da flor do hibiscos e pode-se tomar quente ou frio, o\u00a0shai, ch\u00e1 negro de forte sabor e a variedade conhecida como\u00a0shai nana\u00a0servido com folhas de hortel\u00e3, o\u00a0ahwa, caf\u00e9 turco, os\u00a0sucosde manga, goiaba, banana, laranja, morango, cenoura, lima, tomate, cana de a\u00e7\u00facar, rom\u00e3 e lim\u00e3o, entre outros, o\u00a0tamarhindi, infus\u00e3o feita com a polpa seca do tamarindo, o\u00a0irssous, \u00e1gua de regaliz, o\u00a0erfa, bebida de canela que se serve quente e coberta de nozes e o\u00a0na na, de menta. Entre as bebidas alc\u00f3olicas destacam o\u00a0ersoos, licor de forte sabor e odor, o\u00a0zahib, uma esp\u00e9cie de aguardente e o\u00a0yasoon, com sabor a anis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Restaurantes em O Cairo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Arabesque<\/strong>. 6 Kasr O Nil. Ademais de degustar excelentes pratos poder\u00e1 contemplar as obras da galeria de arte que est\u00e1 situada neste restaurante.\n<strong>Andrea\u2019s<\/strong>. 14 Mariyutiyyah. Especializado em frango assado.\n<strong>Auberge des Pyramides<\/strong>. 325 Pyramids R. Conta com um club noturno.\n<strong>O Dar<\/strong>. Saqqara. Cozinha eg\u00edpcia e libanesa.\n<strong>Eltekia<\/strong>. 12 Ebm O Walid Square Dokki. Pratos eg\u00edpcios para tomar no local ou para levar.\n<strong>Felfela<\/strong>. 15 Hoda Sahrawi St. Boa rela\u00e7\u00e3o entre a comida eg\u00edpcia que se serve e seus pre\u00e7os.\n<strong>Cho\u2019s<\/strong>. 7 A Avda 252, Digla. Cozinha coreana, chinesa e ocidental.\n<strong>Dom Quichotte<\/strong>. 9A Ahmed Heshmat, Zamalek. Cozinha francesa e internacional.\n<strong>Omar Hayyam<\/strong>. Al lado do Gezira Club. Restaurante flutuante de ambiente encantador.\n<strong>Scarb\u00e9e<\/strong>. Restaurante flutuante em que se servem almo\u00e7os e jantares enquanto se navega pelo Nilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Restaurantes em Alexandria<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Abu Quir<\/strong>, especializado em peixe.\n<strong>Agami<\/strong>, ideal para grupos.\n<strong>Gelati\u2019Aziz<\/strong>. Em Corniche. Ideal para provar o delicioso dondurma, gelado branco e forte de origem turco.\n<strong>Santa L\u00facia<\/strong>. 40 sh. Safeya. Cozinha internacional no restaurante mais famoso desta cidade m\u00e1gica.\n<strong>Tikka<\/strong>. Especializado em pratos de frango assado.\n<strong>Zephyrion<\/strong>. Abu Qir. Excelentes pratos de peixe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia &#8211; Cozinha<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cozinha eg\u00edpcia \u00e9 acima de tudo uma mistura de numerosas especialidades mediterr\u00e2neas (turcas, gregas e, sobretudo s\u00edrio-libanesas). Os eg\u00edpcios s\u00e3o adeptos das mezes (entradas), quer nas suas casas quer nos restaurantes (todos os pratos s\u00e3o colocados na mesa e os convidados v\u00e3o petiscando). Assim n\u00e3o se pode falar de entradas ou pratos principais, mais sim uma s\u00e9rie de especialidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Tr\u00eas pequenos pratos \u00e0 base de gergelim que se encontram em quase todas as mesas<\/b>: Tahina (creme de gergelim), Homos (pur\u00ea de gr\u00e3os de gergelim) e Babaghonouj (pur\u00ea de beringelas e gergelim).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as v\u00e1rias saladas, a salada Baladi \u00e9 a mais comum (pepinos, tomate e cebola, com ou sem salada verde). Muito original e muito mais saborosa, a Tabule (preparada \u00e0 libanesa com muita salsa e menta).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Dois pratos que quase n\u00e3o se encontram nos restaurantes tradicionais, mas que todos os eg\u00edpcios adoram<\/b>: Foul, um guisado de favas muito bem cozidas com azeite, lim\u00e3o e cominho. \u00e9 comido sobretudo no caf\u00e9 da manh\u00e3.\u00a0<b>ATEN\u00c7\u00c3O:<\/b>\u00a0segundo os especialistas, este prato leva cerca de 6 horas para ser digerido pelo nosso organismo). Os vendedores de rua servem Foul num pequeno p\u00e3o (Baladi) redondo e oco. A outra especialidade \u00e9 o Kochery, uma mistura de arroz, lentilhas, espaguete e cebolas fritas, regado com um pouco de molho de tomate e algumas gotas de molho picante.<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-180167\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/culinaria-egipcia.png\" alt=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" width=\"1402\" height=\"1122\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">As<strong>\u00a0sopas\u00a0<\/strong>s\u00e3o ricas e espessas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mais conhecida \u00e9 a Mouloukheyya. A receita de base mistura fortemente esta erva verde chamada Mouloukheyya, brete potagere bem picada e peda\u00e7os de carne, cebola, coentro, alho, alguns gr\u00e3os de cardamono e eventualmente, sumo de lim\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Carnes:<\/strong>\u00a0Os Sis Kebap (espetos de carne de vaca ou de cordeiro) \u00e9 famoso por todo lado. A Shawarma ( vers\u00e3o eg\u00edpcia de D\u00f6ner Kebap turco, fatias de carne de cordeiro bem cozidas, cortadas verticalmente e servidas num pequeno p\u00e3o redondo e oco). O frango grelhado com ervas \u00e9 delicioso.\n<strong>Peixes:<\/strong>\u00a0Os peixes e os camar\u00f5es do Mediterr\u00e2neo est\u00e3o sempre frescos.\u00a0<b>Experimente os v\u00e1rio pratos<\/b>: Bolti (carpa), Caboria (caranguejo), Den\u00fcs (dourado), Estakoza (lagosta) e Bouri (merlin).\n<strong>Doces\u00a0<\/strong>Mohallabeyya ( creme \u00e0 base de farinha de arroz, perfumado com \u00e1gua de rosas e com pistache), Om\u00b4ali (finas folhas de massa cozida com banhadas em leite muito a\u00e7ucarado e misturadas com noz de coco e pistache), Konafa (uma esp\u00e9cie de massa de pistache, avel\u00e3s e nozes, envolta em aletria e mel).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Bebidas<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c1gua:<\/strong>\u00a0Na cozinha eg\u00edpcia \u00e9 acima de tudo uma mistura de numerosas especialidades. No entanto, para quem n\u00e3o est\u00e1 habituado, o sabor do cloro pode ser desagrad\u00e1vel. Assim, \u00e9 recomendado que bebam \u00e1gua mineral ( n\u00e3o \u00e9 cara, em garrafas de pl\u00e1stico, sob li\u00e7en\u00e7a da Fran\u00e7a.).\n<strong>Cerveja<\/strong>: Stella, de fabrica\u00e7\u00e3o local. Tem pouco \u00e1lcool, servida numa garrafa de 50 cl.\u00a0<b>Duas qualidades s\u00e3o produzidas<\/b>: a \u201ca local\u201d e a \u201cexport\u201d com r\u00f3tulo azul.\nOs\u00a0<strong>vinhos<\/strong>\u00a0s\u00e3o poucos. No entanto, voc\u00ea poder\u00e1 experimentar o Brancro Cru do Plolom\u00e9us ou o Ros\u00e9 Rubis do Egito.\nA\u00a0<strong>Seven Up<\/strong>, tornou-se uma esp\u00e9cie de segunda bebida nacional, depois da coca-cola.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o esquecer o melhor que s\u00e3o os sucos de fruta:<\/strong>\u00a0Assab \u2013 Suco de cana de a\u00e7\u00facar, verde de aspecto leitoso e com muitas calorias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 preciso beber imediatamente, sen\u00e3o escurece.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Er\u2019sous \u2013 Suco de alca\u00e7uz Lamoun \u2013<\/strong>Suco de lim\u00e3o verde. Assir Borto ` an \u2013 Suco de laranja. Assir manga \u2013 Suco de manga (apenas na esta\u00e7\u00e3o de julho a outubro). Caf\u00e9 (servido \u00e0 turca). Quem n\u00e3o gosta deve pedir um Nescaf\u00e9.\n<strong>Ch\u00e1 \u2013<\/strong>Se quiser com leite deve dizer \u201cBe laban\u201d, se quiser ch\u00e1 de menta deve dizer \u201cBe na ` na\u201d.\n<strong>Infus\u00f5es Karkad\u00e9\u00a0<\/strong>\u00e0 base de flores de hisbicus secas, que se bebe frio ou quente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nota:\u00a0<\/strong>As bebidas alco\u00f3licas e vinhos adulterados s\u00e3o comuns. Todos os anos, pessoas morrem ou ficam cegas em consequ\u00eancia do seu consumo. Voc\u00ea s\u00f3 deve consumir bebidas alco\u00f3licas nos bares e restaurantes que t\u00eam licen\u00e7a. Evite beber na casa de algu\u00e9m, sem ter 100% de certeza da origem das garrafas. Ser\u00e1 melhor recusar dizendo que n\u00e3o bebe \u00e1lcool. Num pa\u00eds mu\u00e7ulmano, ningu\u00e9m ficar\u00e1 chocado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Banquete de fara\u00f3<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Egito, mais de cinco mil anos de hist\u00f3ria nos contemplam atrav\u00e9s de pratos, ingredientes e usos culin\u00e1rios que mant\u00eam viva uma pequena parte do legado dos fara\u00f3s. A cozinha do pa\u00eds se orgulha de uma trajet\u00f3ria longa e um passado esplendoroso, conservando alguns dos seus pratos mais emblem\u00e1ticos, ap\u00f3s v\u00e1rios mil\u00eanios de mudan\u00e7as e convuls\u00f5es pol\u00edticas, sociais e naturais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Milhares de anos depois, a cozinha desta terra continua centrada em alguns dos produtos que as grandes dinastias do M\u00e9dio Imp\u00e9rio consumiam<\/b>:<b>\u00a0o gr\u00e3o-de-bico, as favas, as lentilhas, as t\u00e2maras, as uvas, os figos, a mulujeya (variedade de alface protagonista de um dos pratos mais aut\u00eanticos do pa\u00eds<\/b>: a sopa de mulujeya), o pato, o borracho, a pomba ou o cordeiro, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo come\u00e7a pelos mezze, aperitivos que podem acabar se tornando uma refei\u00e7\u00e3o dentro da refei\u00e7\u00e3o. \u00c0s vezes, a vanguarda \u00e9 formada por molhos, outras, s\u00e3o cremes ou pur\u00eas \u2013 guarni\u00e7\u00e3o de pratos como o homos (ou homus \u2013 creme de gr\u00e3o-de-bico), \u00e0 ful (de favas secas), ao tahine (com massa de gergelim) \u2013 ou propostas mistas, algo entre o creme e a salada, como a baba ghannush (com beringelas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 apenas o in\u00edcio de uma longa lista culin\u00e1ria que costuma prolongar-se por uma esp\u00e9cie de fritura como as falafel (preparadas com legumes), ora mais pr\u00f3ximas de uma alm\u00f4ndega, como as kofta, a cafta que conhecemos (que pode conter carne ou peixe), ou os kibbeh, croquetes de bulgur e cordeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A refei\u00e7\u00e3o principal fica \u00e0 espera entre legumes em escabeche, beringelas fritas, legumes cozidos ou arroz mashi, preparado com carne picada e frutos secos, al\u00e9m de uma enxurrada de pratos de carne ou peixe e de um repert\u00f3rio variado de sobremesas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na forma\u00e7\u00e3o da culin\u00e1ria da regi\u00e3o, al\u00e9m do legado do Egito dos fara\u00f3s, a influ\u00eancia do Imp\u00e9rio Persa, o dom\u00ednio romano, o Imp\u00e9rio Otomano, a influ\u00eancia europ\u00e9ia, h\u00e1 tamb\u00e9m o peso das religi\u00f5es. Mu\u00e7ulmanos, judeus e crist\u00e3os de todas as igrejas deixaram os seus vest\u00edgios em cozinhas que nem sequer renunciam \u00e0 carne de porco ou ao \u00e1lcool.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do lado do Egito, uma cozinha heterog\u00eanea e aberta, de clara sujei\u00e7\u00e3o \u00e1rabe, fruto de um intermin\u00e1vel fluxo de influ\u00eancias.\u00a0<b>H\u00e1 uma vis\u00edvel prefer\u00eancia pelas hortali\u00e7as e pelos legumes<\/b>: as favas, frescas e secas, o quiabo, o espinafre, a ab\u00f3bora, a abobrinha, a cenoura, o repolho, a alcachofra, entre outros, comp\u00f5em pratos principais, guarni\u00e7\u00f5es, molhos, cremes e pur\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s carnes, a cozinha eg\u00edpcia prefere as aves. As lend\u00e1rias pombas recheadas de ferik, o pato recheado de cebola ou todo tipo de prato preparado com frangos, codornas e borrachos. A carne delicada, arom\u00e1tica e suave do borracho costuma estar na origem de um delicioso arroz. Mas h\u00e1 tamb\u00e9m cordeiros, o recheado (al uzi) e o chawarma, assado no espeto, cuja carne se serve fatiada com arroz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto aos peixes e frutos do mar, podemos dizer que no Egito se consome pouco, e quase sempre nas regi\u00f5es costeiras. Destaca-se a extraordin\u00e1ria qualidade dos grandes e saborosos camar\u00f5es de Alexandria, os gambari, que costumam ser preparados com arroz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os eg\u00edpcios gostavam de comer bem, mas n\u00e3o nos deixaram nenhum manual de culin\u00e1ria entre seus papiros. Atrav\u00e9s das representa\u00e7\u00f5es das pinturas e relevos, algumas informa\u00e7\u00f5es puderam ser obtidas pelos egipt\u00f3logos, n\u00e3o apenas quanto aos alimentos consumidos, mas tamb\u00e9m quanto a sua prepara\u00e7\u00e3o. Carne de gado ou de galin\u00e1ceos, peixes, legumes e frutas faziam parte das refei\u00e7\u00f5es daquele tempo. Os p\u00e3es tinham presen\u00e7a marcante na mesa e entre as bebidas a cerveja era a preferida. Usando facas, colheres e garfos, ou simplesmente comendo com as m\u00e3os, os eg\u00edpcios tinham uma alimenta\u00e7\u00e3o rica e saud\u00e1vel.Os antigos eg\u00edpcios j\u00e1 temperavam seus alimentos com cebola e salsa e, para eles, a cebola era usada em rituais religiosos. Um sacerdote, \u00e0 frente de seus devotos comia cebolas devagar, como se rezasse, enquanto l\u00e1grimas lhe corriam lentamente dos olhos. Achavam que a maioria das doen\u00e7as provinha da m\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O card\u00e1pio deles era variad\u00edssimo para a \u00e9poca:<\/b>\u00a0tr\u00eas mil anos antes de Cristo, os eg\u00edpcios j\u00e1 plantavam cevada, cultivavam fermento e vinhas e faziam p\u00e3o, vinho, hidromel e cerveja. Mil anos depois, eles comiam carne de ca\u00e7a, aves, peixes, ostras e ovos. Em suas mesas havia tamb\u00e9m legumes como ervilhas, favas e lentilhas, e frutas como azeitonas, figos, t\u00e2maras ma\u00e7\u00e3s, rom\u00e3s, abric\u00f3s e am\u00eandoas. Os banquetes dos fara\u00f3s eram reuni\u00f5es animadas, com jogos, m\u00fasica e dan\u00e7as. Na mesa deles, entre outros pratos deliciosos, costumava haver trufas. No Egito, eram as mulheres que organizavam os banquetes, dirigiam o servi\u00e7o e presidiam a mesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Kebabs<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-180168\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/tema.h11-1.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" width=\"172\" height=\"216\" \/><strong>Kebabs<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"left\">Em sua origem, o Kebab foi a comida dos reis persas, mas j\u00e1 estava presente na culin\u00e1ria egipcia desde o Imp\u00e9rio Antigo. Por muito tempo este prato era especial e s\u00f3 era consumido uma vez por ano, por ocasito do ano novo. Hoje, o Kebab \u00e9 um prato muito popular, que se espalhou por todos os continentes, feito de carne de carneiro ou frango, cortada em peda\u00e7os, marinada e grelhada, servida em um &#8220;espetinho&#8221;. Uma varia\u00e7\u00e3o do kebab \u00e9 o kofta, que \u00e9 o mesmo prato feito com a carne mo\u00edda e preparada do mesmo modo. Pratos com carne normalmente s\u00e3o servidos acompanhados de arroz e uma guarni\u00e7\u00e3o de salada verde. Tamb\u00e9m \u00e9 servido em um prato acompanhado de p\u00e3o e batatas fritas. No espeto podem ser misturados v\u00e1rios outros tipos de carne, peixe e vegetais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gastronomia e Poder<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A agricultura e a gastronomia eram artif\u00edcios de status para os eg\u00edpcios. Os nobres e as elites sacerdotais tinham prazer em se fazer representar a si pr\u00f3prio nas tumbas e nos templos, envolvidos na vida do campo, vinhas, cuidar das terras ou na avalia\u00e7\u00e3o dos produtos, junto de in\u00fameros funcion\u00e1rios. Durante a colheita chegavam aos campos os propriet\u00e1rios ou seus representantes, acompanhados de contingente de escribas, agrimensores, empregados e soldados, os quais iriam, antes de tudo, medir os campos de modo a determinar a percentagem do cereal que o campon\u00eas deveria entregar. As terras pertenciam ao Estado, \u00e0s altas camadas sociais e aos templos, entregando a seus propriet\u00e1rios excedentes de produ\u00e7\u00e3o &#8211; em geral menos da metade &#8211; como imposto. Um campon\u00eas nos tempos do Novo Imp\u00e9rio cultivava uma \u00e1rea cerca de 5 \u201caruras\u201d (1,25 hectares), suficiente para uma fam\u00edlia com cerca de 5 ou 6 indiv\u00edduos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A comida eg\u00edpcia \u00e9 uma deliciosa combina\u00e7\u00e3o de sabores, gra\u00e7as aos distintos ingredientes que procedem da gastronomia mediterr\u00e2nea, africana e \u00e1rabe. Dois alimentos s\u00e3o b\u00e1sicos nos h\u00e1bitos dos comensais eg\u00edpcios, as aish, peda\u00e7os de p\u00e3o consumido muitas vezes e cuja massa se prepara com distintas farinhas (a que mais fama t\u00eam \u00e9 a \u201caish baladi\u201d, preparada com farinha mais grossa e escura) e as fuul, feij\u00e3o gordos de cor marrom que se enfeitam com lim\u00e3o (as chamadas ful, feij\u00e3o branco, se cozinham a fogo lento durante horas num caldeiro de cobre).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>As fuul se servem como acompanhamento para todo tipo de prato<\/b>: verduras, saladas, frios, e em alm\u00f4ndegas que recebem o nome de felafel ou bem temperadas, com yogurt, queijo, alhos e ovos. Tamb\u00e9m se tomam em sandu\u00edche enfeitados com tahini e vegetais em vinagre e ademais, podem ser a base do Ta\u2019Miya que se come com os dedos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os eg\u00edpcios comem tanto carne como peixe. As carnes podem ser de boi, cordeiro ou aves como o peru, o pato, o frango e o pombo. Os peixes, tanto de \u00e1gua salgada como doce, s\u00e3o frescos e est\u00e3o bem preparados. Lhe aconselhamos provar os deliciosos camar\u00f5es gigantes com molho de alho de Alexandria denominadas Gambari.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-180169\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/tema.h12-1.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" width=\"324\" height=\"208\" \/><strong>Kebab de camar\u00f5es gigantes de Alexandria<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como pratos t\u00edpicos da gastronomia eg\u00edpcia destacam o Mashi, arroz com carne que se acompanha com folhas de parreira, tomates, beringelas ou piment\u00f5es verdes, os mezze, toda uma gama de entrantes frios de proced\u00eancia oriental que se servem em numerosas tigelas de pequeno tamanho. Trata-se de verdadeiras delicates, entre as que se encontram o tabbouleh, salada de salsa e s\u00eamola de trigo de sabor \u00e1cido, a kobeiba, carne, peixe e nozes, a baba ghannoush, pur\u00ea de beringelas com alho, as kibbeh, alm\u00f4ndegas de carne de cordeiro frita e s\u00eamola de trigo, basterma, carne defumada, sambousek, tortas de verdura, hummus bi tahina, gr\u00e3o-de-bico em pur\u00ea com pasta de s\u00e9samo, wara annab, folhas de parreira recheadas de distintos ingredientes e o betingan, rodelas de beringela temperadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros pratos t\u00edpicos s\u00e3o o Koshari, capas superpostas de macarr\u00f5es, arroz e lentilhas com salsa de tomate, o Fattah tamb\u00e9m leva capas mas estas s\u00e3o de p\u00e3o seco encharcado em caldo, arroz e carne enfeitado com alho e vinagre e coberto com yogurt, nozes e passas; a Moulouhiya, sopa de espinafre, o Hanan, pombos recheados de gr\u00e3os de trigo verde ou arroz, o shish kebab, brocheta de carne de cordeiro e a Kufta, rolos de carne picada de cordeiro \u00e0 brasa. Todos estes pratos se servem acompanhados de pilau, arroz com verduras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto a sobremesas, igualmente que a maioria dos pa\u00edses \u00e1rabes, s\u00e3o deliciosos. O preferido pelos eg\u00edpcios \u00e9 o Om Ali, mistura de p\u00e3o ou pasta com leite, nueces, coco e passas que se toma quente. Se destinguem, ademais, o aish es serail, peda\u00e7os de p\u00e3o com mel amolecida com xarope de a\u00e7\u00facar, a baklava, massa recheada de nozes aromatizada com \u00e1gua mel ou com uma infus\u00e3o de flro de lim\u00e3o e a kumafa, tallarines assados com a\u00e7\u00facar, mel e nozes. N\u00e3o deixe de prova-los.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-180170\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/tema.h13-2.jpg\" alt=\"Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia\" width=\"251\" height=\"207\" \/><strong>Baklava<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Almo\u00e7o de fara\u00f3 tinha cervejinha e at\u00e9 pastel de queijo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando voc\u00ea estiver tomando aquela cervejinha com os amigos, fa\u00e7a um brinde aos eg\u00edpcios. Pois se n\u00e3o foram eles que inventaram a bebida \u2013 afinal, de sua origem precisa pouco se sabe \u2013 foram eles que a aprimoraram. \u00c9 o que conta o franc\u00eas Pierre Tallet em seu livro \u201cHist\u00f3ria da Cozinha Fara\u00f4nica \u2013 A Alimenta\u00e7\u00e3o no Egito Antigo\u201d. A cerveja e o p\u00e3o eram a base da alimenta\u00e7\u00e3o dos eg\u00edpcios nos tempos dos Fara\u00f3s, per\u00edodo que come\u00e7a por volta do ano 3200 a.C. e termina em 332 a.C. quando Alexandre conquista o pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O h\u00e1bito de comer era algo sagrado naqueles tempos. E a mesa dos fara\u00f3s era uma fartura. Para manter seu pal\u00e1cio sempre bem abastecido, eram necess\u00e1rios muitos funcion\u00e1rios. Cervejeiros, padeiros, a\u00e7ougueiros e doceiros eram comandados por superiores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os tipos de cerveja<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como uma das bebidas mais importantes da sociedade eg\u00edpcia, a cerveja tinha muitos nomes e sabores distintos. Existiam dezenas de tipos. A mais difundida era a heneket, feita dentro de casa. A seremet, feita com t\u00e2maras, tamb\u00e9m era uma das mais consumidas. Segundo o livro, ainda est\u00e3o sendo pesquisados os processos de elabora\u00e7\u00e3o da bebida no Egito Antigo, mas j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel saber que eles usavam ingredientes como figos, tremo\u00e7os, mel e semente de gergelim para produzi-la.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Doces<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os eg\u00edpcios tamb\u00e9m eram grandes doceiros. Algumas receitas encontradas tinham fins medicinais como a cura da tosse. Uma delas, a da bolacha shayat, foi deduzida segundo as pinturas do t\u00famulo tebano do vizir Rekhmire, da XVIII dinastia. As bolachas eram feitas com chufa, uma raiz que ainda hoje \u00e9 muito utilizada na culin\u00e1ria eg\u00edpcia, \u00e1gua, t\u00e2maras descaro\u00e7adas e mel. Quando a massa ficava pronta e formatada, as bolachas eram fritas em azeite de oliva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>As sobremesas no Egito sempre caem em uma das duas seguintes categorias<\/b>: doces de massa e pudins ou frutas frescas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Os doces s\u00e3o:<\/b>\u00a0Mohallabeyya (creme \u00e0 base de farinha de arroz, perfumado com \u00e1gua de rosas e com pistache), Om\u00b4ali (finas folhas de massa cozida banhadas em leite muito a\u00e7ucarado e misturadas com coco e pistache) e Konafa (uma esp\u00e9cie de massa de pistache, avel\u00e3s e nozes, envolta em aletria e mel).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Frutas frescas s\u00e3o a sobremesa mais comum, ainda que n\u00e3o sejam especialmente variadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Culin\u00e1ria Eg\u00edpcia &#8211; Receitas<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Bab-El-Moluk \u2013 Carneiro do Vale dos Reis<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 colher (sopa) de manteiga sem sal\n1 colher (sopa) de a\u00e7\u00facar mascavo\n1 colher (sopa) de alcaparras\n1 colher (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar\n1 colher (ch\u00e1) de araruta\n1 x\u00edcara de leite\n100 gramas de azeitonas pretas grandes descaro\u00e7adas\npequeno molho de salsa e cebolinha (f\u00f4lha)\npequeno galho de manjeric\u00e3o\n1 c\u00e1lice de vinho branco\n\u00bd quilo de castanhas\n3 l\u00ednguas de carneiro\n1 cebola roxa picada\n2 cenouras grandes\n2 cravos-da-\u00edndia\n1 f\u00f4lha de louro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Modo de Preparar:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Limpar bem as 3 l\u00ednguas, cobrir com \u00e1gua fria e ferver at\u00e9 soltar as peles. Retirar as peles e dividir ao meio, sobre o comprimento e reservar. Tostar a cebola em manteiga, juntar o a\u00e7\u00facar, sal o vontade e deixar escurecer (tomar c\u00f4r de fumo de charuto). Juntar cenouras em rodelas finas e o restante dos temperos indicados acima.\nColocar as l\u00ednguas cortadas e refogar em fogo vivo. Molhar com \u00e1gua fria e deixar cozinhar em fogo brando, aos poucos, at\u00e9 que as l\u00ednguas fiquem macios. Retirar e reservar. P\u00f4r na panela \u00bd x\u00edcara de \u00e1gua, dissolver a araruta e acrescentar fervendo e adicionando o vinho e as azeitonas. Torne a juntar as l\u00ednguas e esquente.\nCozinhar as castanhas, fazer um pur\u00ea com o leite, a manteiga, sal e a\u00e7\u00facar. Colocar o pur\u00ea em forma de pir\u00e2mide no centro de um belo prato, as l\u00ednguas ao redor regadas com o pr\u00f3prio molho e rociadas com \u00e1gua-de-rosas. Enfeite com salsa picada e rodelas de lim\u00e3o siciliano. Servir bem quente e, para acompanhar, prefira vinho verde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Baklava<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 colher (ch\u00e1) de suco de lim\u00e3o cravo\n4 colheres (sopa) de manteiga sem sal\n1 colher (ch\u00e1) de sal\n2 x\u00edcaras (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar\n100 gramas de t\u00e2maras maduras descaro\u00e7adas\n500 gramas de farinha de trigo\n100 gramas de \u00e1gua-de-rosas\n100 gramas de nozes peladas\n50 gramas de pistache\n2 ovos grandes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Modo de Preparar:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fazer pir\u00e2mide com a farinha, abrindo uma cavidade no centro, onde se p\u00f5e o sal, os 2 ovos e a manteiga. Misturar rancorosamente com as pontas dos dedos, esborrifando a \u00e1gua-de-rosas e amassondo at\u00e9 que n\u00e3o pegar mais nas m\u00e3os. Rasgar a massa 2 v\u00eazes, enrolar em bola, e cobrir com pano de linho \u00famido deixando repousar \u00bd hora. Preparar o recheio moendo as nozes e pistaches. Misturar a\u00e7\u00facar. Abrir a massa e forre com a mesma um &#8220;pirex\u201d deixando o centro aberto para adicionar o recheio em p\u00f3 (nozes e pistaches) cobrindo logo em seguida com a camada de massa. Pincelar com 1 gema e 100 gramas de manteiga derretida e levar ao forno deixando assar c\u00earca de 45 minutos. Preparar uma calda grossa com 1 x\u00edcara de \u00e1gua, 1 colher (sopa) de \u00e1gua-de-rosas, 1 colher (ch\u00e1) de suco de lim\u00e3o e 2 x\u00edcaras (ch\u00e1) de a\u00e7\u00facar. Quando a calda esfriar, juntar uma colher (caf\u00e9) de baunilha e derrame sobre a torta j\u00e1 assado. Enfeitar com as t\u00e2maras e servir fria, partida em losangos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Elsk Saraya \u2013 P\u00e3o Doce de Memphis<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 colheres (sopa) de mel de abelha\n1 queijo cremoso m\u00e9dio\n4 p\u00e3es \u00e1rabes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Modo de Preparar:\u00a0<\/strong>Forrar 1 f\u00f4rma besuntada com manteiga com o p\u00e3o partido ao meio. Derramar o mel e juntar grossas fatias de queijo. Levar ao fogo brando at\u00e9 tostar o p\u00e3o e derreter por completo o queijo. Servir quente, no caf\u00e9 da manh\u00e3 ou lanche.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Fata<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Etapa 1<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">6 p\u00e3es s\u00edrios m\u00e9dios cortados em cubos de 1x1cm\n\u00d3leo para fritura<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Etapa 2<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">300 gramas de alcatra ou contra-fil\u00e9 em cubos pequenos\n50 gramas de manteiga para fritar a carne\n1 cebola m\u00e9dia bem picada\nSal e pimenta s\u00edria a gosto\n2 conchas de \u00e1gua<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Etapa 3<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 e \u00bd colher (sopa) de mela\u00e7o de rom\u00e3 ou 1 colher de sopa rasa de a\u00e7\u00facar misturado a 2 colheres de sopa rasa de suco de lim\u00e3o\n2 colheres (sopa) de tahine\n2 conchas do caldo da carne\n6 potes de coalhada fresca\n1 dente de alho espremido<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Etapa 4<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">3 colheres (sopa) de pinholi\n50 gramas de manteiga<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Modo de Preparar:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Etapa 1:\u00a0<\/strong>Levar a frigideira ao fogo com o \u00f3leo e fritar o cubos de p\u00e3o at\u00e9 come\u00e7arem a mudar de cor. Retirar e colocar sobre um papel absorvente. Reservar. (eles v\u00e3o escurecer um pouco mais)\n<strong>Etapa 2:\u00a0<\/strong>Temperar a carne com a cebola, o sal e a pimenta s\u00edria. Numa panela, colocar a manteiga e refogar a carne. V\u00e1 pingando a \u00e1gua e deixar cozinhar. Desligue e deixar mais ou menos 2 conchas do caldo da carne. Reservar.\n<strong>Etapa 3:\u00a0<\/strong>Numa vasilha, misturar todos os ingredientes. O molho deve ter uma consist\u00eancia mais ou menos grossa (como estrogonofe). N\u00e3o pode ficar ralo. Reservar.\n<strong>Etapa 4:\u00a0<\/strong>Numa frigideira, colocar a manteiga e fritar os pinholis at\u00e9 ficarem dourados. Reservar.\n<strong>Montagem:\u00a0<\/strong><b>Numa travessa de prata, vidro ou inox, colocar<\/b>: p\u00e3o frito, molho de coalhada, carne (sem \u00e1gua), pinholis fritos e distribuir 1 colher (ch\u00e1) de salsa picada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Gambahri<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">4 colheres (sopa) azeite de oliva\n1 colher (ch\u00e1) de mostarda\n2 x\u00edcara (ch\u00e1) de amido de milho\n2 x\u00edcara (ch\u00e1) de iogurte\npequeno molho de hortel\u00e3 picadinha\n6 tomates sem pele, sem semente\n1 quilo de camar\u00f5es grandes\n2 cebolas roxas picadinhas\n1 lim\u00e3o siciliano pequeno\n1 gengibre bem pequeno\n2 dentes de alho grandes\n2 f\u00f4lhas de aipo\nsal \u00e0 vontade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Modo de Preparar:\u00a0<\/strong>Limpar os camar\u00f5es e temper\u00e1-los com sal, lim\u00e3o e pimenta. Deixar curtir por 1 hora. P\u00f4r numa panela com azeite, o alho, cebola, aipo e deixar dourar. Juntar, tomates, gengibre, mostarda e hortel\u00e3. Colocar os camar\u00f5es que estavam em molho, e cozinhar em fogo muito brando. Ao servir, cobrir com iogurte e amido de milho dissolvida num pouco de \u00e1gua fria. Levar r\u00e1pido ao fogo (sem deixar ferver) e servir com arroz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Koschaf<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">2 colheres (ch\u00e1) de \u00e1gua de flor de laranjeira\n1 quilo de cenouras cruas raladas\n250 gramas de am\u00eandoas limpas\n50 gramas de nozes\n1 quilo de a\u00e7\u00facar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Modo de Preparar:\u00a0<\/strong>Colocar as cenouras numa panela com \u00e1gua fria e juntar o a\u00e7\u00facar, deixando cozinhar em fogo muito brando e mexendo sempre com colher de pau. Quando estiver quase pronto, juntar as am\u00eandoas picadas e deixar continuar em fogo brando. Quando estiver bem grosso, perfume com a \u00e1gua de laranjeira. Deixar esfriar e colocar em vidros ou compoteiras para descanso de dois dias ou mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Mulukhla \u2013 Creme de Galinha<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 colher (caf\u00e9) de pimenta-do-reino branca\n2 colheres (sopa) azeite de oliva\n1 x\u00edcara (ch\u00e1) de suco de espinafre\n20 gramas de hortel\u00e3 picadinha\n1 copo de creme de leite\n\u00bd alho porro em rodelinhas\n1 galinha cozida e picada\n2 cravos-da-\u00edndia\nsal \u00e0 vontade\n1 cebola\n1 cenoura<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Modo de Preparar:\u00a0<\/strong>Desossar a galinha e picar em peda\u00e7os pequenos. P\u00f4r na panela e juntar a cebola, cenoura e temperos. Cobrir com \u00e1gua fria e cozinhar em fogo muito brondo, cerca de 1 hora. Juntar o suco de espinafre, torne a dar uma r\u00e1pida fervura, e na hora de servir adicionar o creme de leite bem batido. Servir bem quente regando com azeite.<\/p>\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.rumbo.com.br\/www.emporiovillaborghese.com.br\/www.happydayturismo.com.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As comidas se acompanham normalmente com\u00a0\u00e1gua, que deve ser mineral e \u00e9 muito importante que a abram diante de voc\u00ea, embora tamb\u00e9m pode se beber\u00a0cerveja\u00a0como a local \u201cStella\u201d. Tamb\u00e9m se encontram cervejas de importa\u00e7\u00e3o. Como curiosidade lembre-se que a cerveja foi inventada no Antigo Egito. 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