{"id":22159,"date":"2016-01-18T00:00:00","date_gmt":"2016-01-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/reino-animalia-2\/"},"modified":"2026-09-01T15:42:33","modified_gmt":"2026-09-01T15:42:33","slug":"reino-animalia-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/reino-animalia-2\/","title":{"rendered":"Reino Animalia"},"content":{"rendered":"\n<h4>O que \u00e9<\/h4>\n   \n<p>O <strong>Reino Animalia<\/strong> \u00e9 uma classifica\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica de organismos      que n\u00e3o t\u00eam paredes celulares, bem como cloroplastos e, portanto, dependem      de outros organismos para a sua alimenta\u00e7\u00e3o. Trata-se de multicelulares, eucariontes      heterotr\u00f3ficos que assimilam alimentos fora de suas c\u00e9lulas e os nutrientes      digeridos s\u00e3o absorvidos pelo corpo.<\/p>\n   \n<p>Todos os animais s\u00e3o membros do <strong>Reino Animalia<\/strong>, tamb\u00e9m chamado      Metazoa.<\/p>\n   \n<p>O <strong>Reino Animalia <\/strong>n\u00e3o contem os procariontes (Reino Monera,      inclui bact\u00e9rias, algas azuis-verdes) ou protistas (Reino Protista, inclui      organismos eucari\u00f3ticos unicelulares).<\/p>\n   \n<p>Todos os membros do <strong>Reino Animalia<\/strong> s\u00e3o multicelulares, e      todos s\u00e3o heterotr\u00f3ficos (ou seja, eles dependem direta ou indiretamente de      outros organismos para a sua alimenta\u00e7\u00e3o).<\/p>\n   \n<p>O <strong>Reino Animalia<\/strong> \u00e9 diferente dos outros tr\u00eas reinos, Plantae,      Fungi, Protista.<\/p>\n   \n<p>Dentro do reino animal h\u00e1 cerca de 35 sub-divis\u00f5es chamadas &#8220;Filos&#8221;,      cada um com seu pr\u00f3prio conjunto de caracter\u00edsticas que o tornam distinto      de todos os outros filos.<\/p>\n   \n<p><strong>Abaixo est\u00e3o dez dos filos animais mais comum classificados de acordo      com a metodologia biol\u00f3gica tradicional:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><b>Porifera<\/b> &#8211; Estas s\u00e3o as esponjas de \u00e1gua salgada; existem cerca        de 8.000 esp\u00e9cies diferentes existentes hoje. <b><br \/>\n       Cnidaria<\/b> &#8211; Este grupo \u00e9 composto por \u00e1gua-viva, e outros animais aqu\u00e1ticos        inferiores; aproximadamente 15.000 esp\u00e9cies existem hoje <b><br \/>\n       Platyhelminthes<\/b> &#8211; Estes s\u00e3o os platelmintos que habitam tanto marinhos        e habitats de \u00e1gua doce; mais de 15.000 esp\u00e9cies existem hoje. <b><br \/>\n       Nemat\u00f3ides<\/b> &#8211; Este filo consiste principalmente de cerca de 80.000 conhecidos        vermes parasitas. <b><br \/>\n       Os rot\u00edferos<\/b> &#8211; Este grupo \u00e9 composto por cerca de 1.800 animais invertebrados        de \u00e1gua doce altamente m\u00f3veis. <b><br \/>\n       Mollusca<\/b> &#8211; Este grande grupo \u00e9 composto por carac\u00f3is, moluscos, lulas        e polvo; existem mais de 110 mil esp\u00e9cies conhecidas. <b><br \/>\n       Anel\u00eddeos<\/b> &#8211; Cerca de 15.000 vermes segmentados individuais comp\u00f5em este        filo; a minhoca comum \u00e9 um exemplo. <b><br \/>\n       Arthropoda<\/b> &#8211; Este grande grupo consiste de insetos; estima-se que existem        mais de 1 milh\u00e3o de esp\u00e9cies de insetos existentes hoje. <b><br \/>\n       Echinodermata<\/b> &#8211; Estas s\u00e3o as estrelas do mar marinho; cerca de 6.000        esp\u00e9cies existem hoje. <b><br \/>\n       Chordata<\/b> &#8211; Este \u00e9 um grupo de animais que s\u00e3o classificados com base        na posse de tr\u00eas caracter\u00edsticas embriol\u00f3gicas comuns &#8211; cord\u00e3o dorsal do        nervo, estrutura de apoio chamado notocord e bolsas far\u00edngeas de emalhar.        Dentro deste filo \u00e9 um grupo altamente avan\u00e7ado chamado de `vertebrados        &#8216;, que incluem peixes, anf\u00edbios, r\u00e9pteis, aves e mam\u00edferos; \u00e9 este filo        ao qual o organismo humano pertence. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Defini\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>O<strong> Reino Animal <\/strong>\u00e9 constitu\u00eddo por animais que t\u00eam caracter\u00edsticas      diferentes e caracter\u00edsticas comuns.<\/p>\n   \n<p><strong>Caracter\u00edsticas comuns:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>S\u00e3o todos pluricelulares<br \/>\n       Heterotr\u00f3ficos por ingest\u00e3o<br \/>\n       Elevado n\u00edvel de tecidos e \u00f3rg\u00e3os<br \/>\n       Alguns t\u00eam simetria bilateral; t\u00eam metade esquerda e a metade direita sim\u00e9tricas.<br \/>\n       Alguns t\u00eam simetrias radiadas. Ex. alforreca<br \/>\n       Alguns t\u00eam simetria ausente. Ex: esponja<br \/>\n<strong>Uma cavidade interior onde existem as v\u00edsceras: <\/strong>Celoma<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Celoma: caracter\u00edstica de evolu\u00e7\u00e3o, cavidade interna que possui \u00f3rg\u00e3os.<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Espa\u00e7o onde os \u00f3rg\u00e3os se movimentam livremente.<br \/>\n       Em muitos animais o l\u00edquido que preenche o celoma \u00e9 fundamental no transporte        de nutrientes, oxig\u00e9nio e excre\u00e7\u00f5es<br \/>\n       Separa os m\u00fasculos do tubo digestivo, dos m\u00fasculos do corpo, permitindo        autonomia de movimentos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Tubo digestivo dos animais celomanos:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Protost\u00f3micos:<\/strong> 1\u00ba a boca depois o orif\u00edcio retal<strong><br \/>\n       Deuterost\u00f3mios: <\/strong>1\u00ba o orif\u00edcio retal depois a boca.<\/p>\n   <\/blockquote>\n               \n<table width=\"419\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bordercolor=\"#CCCCCC\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\" colspan=\"3\"><strong>Reino Metazoa Animal<\/strong><\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\" colspan=\"3\"><strong>Filo<\/strong><\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\" width=\"125\"><strong>Nome              em latim<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" width=\"106\"><strong>Nome              em portugu\u00eas<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" width=\"188\"><strong>Caracter\u00edsticas              gerais<\/strong><\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Porifera<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\">Por\u00edferos ou esponjas<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Animais muito primitivos, conhecidos              por esponjas, que vivem em \u00e1gua salgada ou doce.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Cnidaria ou Celenterata<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\">Celenterados<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Animais aqu\u00e1ticos, de \u00e1gua doce ou              salgada, entre os quais os mais conhecidos s\u00e3o as \u00e1guasvivas, as an\u00eamonas              e os corais.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Plathmynthes<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\">Platelmintos ou vermes achatados<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Animais de vida livre, como a plan\u00e1ria,              ou parasitas, como as t\u00eanias e as solit\u00e1rias.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Nemathelmynthes<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\">Nematelmintos ou vermes cil\u00edndricos<\/td>\n           \n<td align=\"center\">A maioria \u00e9 parasita. Os \u00e1scaris ou              lombrigas e os vermes do amarel\u00e3o s\u00e3o os mais conhecidos.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Mollusca<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\">Moluscos<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Animais de corpo mole, muitos deles              dotados de conchas calc\u00e1rias, como os mexilh\u00f5es, as ostras, as lulas              e os polvos.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Annelida<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\">Anel\u00eddeos<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Animais que t\u00eam o corpo formado por              an\u00e9is repetidos. As minhocas e as sanguessugas s\u00e3o as mais conhecidas.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Arthropoda<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\">Artr\u00f3podes<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Muito diversificado, este filo compreende              animais invertebrados com patas articuladas: crust\u00e1ceos, insetos,              e aracn\u00eddeos s\u00e3o os mais conhecidos.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Echinodermata<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\">Equinodermes<\/td>\n           \n<td align=\"center\">Animais exclusivamente marinhos dos              quais os mais conhecidos s\u00e3o as estrelas e ouri\u00e7osdomar.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFFF\">\n<td align=\"center\"><strong>Chordata<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\">Cordados<\/td>\n           \n<td align=\"center\"><strong>Filo dos vertebrados: <\/strong>peixes,              anf\u00edbios, r\u00e9pteis, aves e mam\u00edferos. <\/td>\n         <\/tr>\n<\/table>\n      \n<p>Fonte:  biology.tutorvista.com<\/p>\n   \n<h6>Reino Animalia<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p><strong>O filos mais conhecido do reino Animalia s\u00e3o:<\/strong> o Mollusca,      Porifera, Cnidaria, Platyhelminthes, Nematoda, Annelida, Arthropoda, Echinodermata      e Chordata.<\/p>\n   \n<h4>Cordados<\/h4>\n   \n<p>Os <strong>cordados<\/strong> incluem os vertebrados (animais com espinha      dorsal) e alguns invertebrados relacionados. Quando s\u00e3o embri\u00f5es jovens, todos      possuem uma coluna s\u00f3lida, chamada notoc\u00f3rdio, que se estende ao longo do      eixo longitudinal mediano. Nos vertebrados, uma s\u00e9rie de ossos (v\u00e9rtebras)      substitui o notoc\u00f3rdio.<\/p>\n   \n<h4>Equinodermos<\/h4>\n   \n<p>O nome \u0093<strong>equinodermo<\/strong>\u0094 deriva da pele espinhosa      destes animais. Locomovem-se lentamente, por meio de pequenas estruturas chamadas      p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. <\/p>\n   \n<p>Todos s\u00e3o marinhos.<\/p>\n   \n<h4>Moluscos<\/h4>\n   \n<p>Segundo maior filo animal. Geralmente, os <strong>moluscos <\/strong>possuem      uma concha r\u00edgida e um corpo mole. Algumas esp\u00e9cies, como os polvos e as lulas,      podem chegar a tamanhos consider\u00e1veis.<\/p>\n   \n<h4>Artr\u00f3podes<\/h4>\n   \n<p>O maior filo animal. O corpo dos <strong>artr\u00f3podes <\/strong>\u00e9 recoberto      por um esqueleto r\u00edgido e articulado. Os artr\u00f3podes s\u00e3o abundantes e proliferam      em quase todos os habitats.<\/p>\n   \n<h4>Anel\u00eddeos<\/h4>\n   \n<p>Vermes com corpos moles segmentados, freq\u00fcentemente com um par de proje\u00e7\u00f5es      em forma de escova em cada segmento, usadas para a locomo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h4>Nematelmintos<\/h4>\n   \n<p>Vermes alongados com um revestimento r\u00edgido chamado cut\u00edcula e o corpo sustentado      por um fluido sob press\u00e3o. Abundantes mas inconsp\u00edcuos, vivem no solo e em      sedimentos marinhos e de \u00e1gua doce. Alguns s\u00e3o parasitas de plantas e animais      e podem causar doen\u00e7as graves.<\/p>\n   \n<h4>Platelmintos<\/h4>\n   \n<p>Vermes estruturalmente simples sem orif\u00edcio retal ou sistema circulat\u00f3rio.      Sua forma achatada \u00e9 necess\u00e1ria porque os tecidos devem ficar perto da superf\u00edcie      para permitir a troca de gases e nutrientes com o ambiente.<\/p>\n   \n<h4>Cnid\u00e1rios<\/h4>\n   \n<p>Animais cujo ciclo vital inclui uma fase de p\u00f3lipo fixo (como nas an\u00eamonas-do-mar),      uma fase de medusa livre (como nas \u00e1guas-vivas) ou ambas. As presas s\u00e3o capturadas      com tent\u00e1culos urticantes. Os animais s\u00e3o marinhos, com exce\u00e7\u00e3o de algumas      esp\u00e9cies de \u00e1gua doce como a hidra.<\/p>\n   \n<h4>Por\u00edferos<\/h4>\n   \n<p>Animais simples e multicelulares com tecidos, mas sem \u00f3rg\u00e3os distintos. A      maioria das esp\u00e9cies \u00e9 marinha, mas algumas ocorrem na \u00e1gua doce. Vivem agarrados      a um substrato e alimentam-se sugando a \u00e1gua atrav\u00e9s dos poros e, em seguida,      filtrando as part\u00edculas de alimento com as c\u00e9lulas flageladas.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  br.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Reino Animalia<\/h6>\n   \n<h4><strong>Reino Animal &#8211; <\/strong>Vis\u00e3o Geral<\/h4>\n   \n<h4>POR\u00cdFEROS<\/h4>\n   \n<p><b>Representante: <\/b>Esponja ( animal s\u00e9ssil , que tem o corpo coberto de      poros ) .<\/p>\n   \n<p><strong>S\u00e3o considerados parazoas: <\/strong>animais fora do padr\u00e3o normal      , sem \u00f3rg\u00e3os , boca ou orif\u00edcio retal . N\u00e3o possuem tecidos verdadeiros ,      as c\u00e9lulas formam um aglomerado trabalhando de forma integrada .<\/p>\n   \n<p><b>C\u00e9lula t\u00edpica:<\/b> Coan\u00f3cito.<\/p>\n   \n<p>A digest\u00e3o e somente intracelular.<\/p>\n   \n<p>Animal filtrador, retira o alimento filtrando a \u00e1gua do mar, a \u00e1gua entra      pelos poros, (com O2 e alimentos), cai na cavidade e sai pelo osculo (com      O2 e excretas).<\/p>\n   \n<p><b>Parede externa: <\/b>pinac\u00f3cito &#8211; revestimento<\/p>\n   \n<p><b>Por\u00f3cito:<\/b> forma poros.<\/p>\n   \n<p><b>Ameb\u00f3citos:<\/b> gametas na \u00e9poca de reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Estrutura esquel\u00e9tica entre as paredes interna e externa ( ha esp\u00edculas e      rede de espongina).<\/p>\n   \n<p><b>Mes\u00eanquima:<\/b> material entre os pinac\u00f3citos e Coanocito , onde se localizam      as esp\u00edculas.<\/p>\n   \n<p><b>Tipos b\u00e1sicos<\/b>: ascon , sicon e leucon.<\/p>\n   \n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><b>Assexuada:<\/b> devido a sua grande capacidade de regenera\u00e7\u00e3o , por brotamento        ou gemula\u00e7\u00e3o .<b><br \/>\n       Sexuada: <\/b>Os ameb\u00f3citos se diferenciam em \u00f3vulos e espermatoz\u00f3ides .        A fecunda\u00e7\u00e3o ocorre geralmente na parede . Da fecunda\u00e7\u00e3o surge uma larva        ( desenvolvimento indireto e interno ) . A natureza evita auto fecunda\u00e7\u00e3o        &#8211; os gametas amadurecem em \u00e9pocas diferentes .<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>N\u00e3o \u00e9 nem dibl\u00e1stico nem tribl\u00e1stico.<\/p>\n   \n<p><b>Utilidade:<\/b> usada como bucha de banho.<\/p>\n   \n<h4>CELENTERADOS<\/h4>\n   \n<p><strong>Representantes<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Hydrozoa:<\/strong> hidras e caravelas;<br \/>\n<strong>Scyphozoa:<\/strong> \u00e1guas-vivas;<br \/>\n<strong>Anthozoa: <\/strong>corais e an\u00eamonas do mar. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Dibl\u00e1stico<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>\u00d3rg\u00e3o verdadeiro: <\/strong>boca, cavidade gastrovascular (circula\u00e7\u00e3o,        digest\u00e3o extra celular seguida de intracelular) &#8211; aparelho digestivo incompleto.<strong><br \/>\n       Sistema nervoso<\/strong> difuso.<strong><br \/>\n       Presen\u00e7a de c\u00e9lula sensorial<\/strong> (cnidoblastos &#8211; c\u00e9lula t\u00edpica). Esta        c\u00e9lula, atrav\u00e9s da ingest\u00e3o de um filamento de subst\u00e2ncia urtigante , consegue        capturar alimento e se defender.<strong><br \/>\n       Gastroderme ( reveste cavidade ):<\/strong> \u00e9 um epit\u00e9lio secretor , produz        enzimas .<strong><br \/>\n       N\u00e3o ha excre\u00e7\u00e3o: <\/strong>sistema separado do digestivo .<strong><br \/>\n       Respira\u00e7\u00e3o:<\/strong> por difus\u00e3o.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Representantes<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>P\u00f3lipos<\/strong> (sesseis) <br \/>\n<strong>Medusas <\/strong>(flutuantes).<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Por brotamento, regenera\u00e7\u00e3o ou estrobila\u00e7\u00e3o <\/strong>( fatiamento        do p\u00f3lipo &#8211; altern\u00e2ncia de gera\u00e7\u00f5es &#8211; metagenese ).<strong><br \/>\n       Sexuada: <\/strong>fecunda\u00e7\u00e3o interna, desenvolvimento indireto .<strong><br \/>\n       Simetria radial,<\/strong> dibl\u00e1stico, tubo digestivo incompleto.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>PLATELMINTOS<\/h4>\n   \n<p><strong>Novidades evolutivas<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Mesoderme (tribl\u00e1stico) &#8211;<\/strong> tecido muscular \/ tecidos conjuntivos<\/p>\n   \n<p><strong>Acelomado<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Protost\u00f4mo: <\/strong>tubo digestivo com uma abertura<strong><br \/>\n       Sistema nervoso ganglionar <\/strong>( entre o difuso e o cefalizado ) formado        por g\u00e2nglios nervosos.<strong><br \/>\n       Aglomera\u00e7\u00e3o de neur\u00f4nios<br \/>\n       \u00d3rg\u00e3o sensorial &#8211;<\/strong> Ocelos &#8211; Aur\u00edcula<strong><br \/>\n       C\u00e9lula excretora:<\/strong> ( C\u00e9lula Flama)<br \/>\n       Retira excretas nitrogenadas dos tecidos<strong><br \/>\n       Plan\u00e1ria &#8211; <\/strong>Percebe sombra e luz &#8211; fotorreceptor<strong><br \/>\n       Aur\u00edcula <\/strong>&#8211; percebe subst\u00e2ncias Quimiorreceptor<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe Cestoda<\/h4>\n   \n<p><strong>Taenia solium e Taenia saginata<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Modo de vida:<\/strong> Endoparasita<strong><br \/>\n       Corpo:<\/strong> com uma cabe\u00e7a ( escolex ) e segmentos (proglotes ) .<strong><br \/>\n       Epiderme:<\/strong> Epit\u00e9lio com cut\u00edcula protetora .<strong><br \/>\n       \u00d3rg\u00e3os externos especiais: <\/strong>ventosas , e as vezes , ganchos de quitina        .<strong><br \/>\n       Sistema digestivo:<\/strong> ausente<strong><br \/>\n       Sexo: <\/strong>Hermafrodita<strong><br \/>\n       Desenvolvimento: I<\/strong>ndireto , com larvas .<strong><br \/>\n       Doen\u00e7a: <\/strong>ten\u00edase e Cisticercose .<strong><br \/>\n       Ten\u00edase: <\/strong>A pessoa ingere o cisticerco , na carne ma cozida . A        larva se desenvolve no intestino e realiza a autofecunda\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4><strong>Classe Turbel\u00e1ria<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Vida livre na \u00e1gua<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Representante:<\/strong> Planaria<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4><strong>Classe Trematoda<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Parasitas<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Representantes:<\/strong> Schistosoma mansoni , Fasciola sp.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Shistosoma mansone<\/h4>\n   \n<p>Parasita intestino\/f\u00edgado\/ba\u00e7o<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Doen\u00e7a: <\/strong>Esquistossomose ( Barriga d\u0092\u00e1gua)<strong><br \/>\n       Ventosa &#8211;<\/strong> boa adapta\u00e7\u00e3o da vida parasit\u00e1ria<strong><br \/>\n       Dimorfismo sexual &#8211; <\/strong>sexos distintos<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Profilaxia (preven\u00e7\u00e3o)<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Saneamento b\u00e1sico<br \/>\n       Rede de esgoto<br \/>\n       Tratamento da \u00e1gua<br \/>\n       Coleta de lixo<br \/>\n       N\u00e3o utilizar \u00e1gua parada<br \/>\n       Tratamento das pessoas contaminadas<br \/>\n       Controle biol\u00f3gico dos caramujos<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Sintomas<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Aguda <br \/>\n       Mal estar<br \/>\n       Cansa\u00e7o<br \/>\n       Problemas gastrointestinais<br \/>\n       Fezes com muco, sangue e c\u00f3licas<br \/>\n       Cr\u00f4nica <br \/>\n       Barriga d\u0092\u00e1gua<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>ASQUELMINTOS<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Novidades evolutivas: <\/strong>Pseudocelomados<strong><br \/>\n       Protost\u00f4mios (<\/strong> Tubo Digestivo completo ) .<strong><br \/>\n       Simetria bilateral.<br \/>\n       Sistema Excretor <\/strong>( c\u00e9lula em H ).<strong><br \/>\n       Sistema nervoso <\/strong>ganglionar.<strong><br \/>\n       Digest\u00e3o<\/strong> extra e intracelular.<br \/>\n       A maioria e di\u00f3ica.<br \/>\n       Retira as excretas do Pseudoceloma.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Doen\u00e7as causadas por asquelmintos<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Ascarid\u00edase: <\/strong>Ascaris lumbricoides<strong><br \/>\n       Sintomas: <\/strong>Bronquite , complica\u00e7\u00f5es pulmonares, convuls\u00e3o, c\u00f3licas,        enj\u00f4o, obstru\u00e7\u00e3o intestinal.<strong><br \/>\n       Transmiss\u00e3o: <\/strong>Via oral , pela ingest\u00e3o de ovos.<strong><br \/>\n       Profilaxia:<\/strong> Higiene pessoal , uso de sanit\u00e1rios .<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Dermatite serpiginosa: <\/strong>Ancylostoma brasilienses<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Sintomas: <\/strong>Parasita anormal do c\u00e3o . Parasita acidental        da pele humana , onde causa plurido e infec\u00e7\u00e3o <strong><br \/>\n       Transmiss\u00e3o: <\/strong>As larvas penetram na pele .<strong><br \/>\n       Profilaxia:<\/strong> Evitar o contato da pele com a areia das praias freq\u00fcentadas        por c\u00e3es .<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Oxiuriose ( Enterobiose ): <\/strong>Enterobius vermiculares<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Sintomas: <\/strong>Forte irrita\u00e7\u00e3o e plurido retal, dist\u00farbios        intestinais.<strong><br \/>\n       Transmiss\u00e3o: <\/strong>ingest\u00e3o de ovos.<strong><br \/>\n       Profilaxia:<\/strong> higiene pessoal.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Elefant\u00edase ( filariose ):<\/strong> Wuchereria bancrofti<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Sintomas: <\/strong>Linfagite , linforragia , edema nas pernas ,        seios e saco escrotal .<strong><br \/>\n       Transmiss\u00e3o: <\/strong>Pela picada do pernilongo ( d\u00edptero ) Culex fatigans        .<strong><br \/>\n       Profilaxia: <\/strong>Destrui\u00e7\u00e3o dos insetos .<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Ancylostomose ( opila\u00e7\u00e3o , amarel\u00e3o ):<\/strong> Ancylostoma duodenale<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Sintomas: <\/strong>ulcera\u00e7\u00f5es intestinais , diarr\u00e9ia , anemia profunda        , enfraquecimento , geofagia ( habito de comer terra ) .<strong><br \/>\n       Transmiss\u00e3o: <\/strong>As larvas rabolit\u00f3ides penetram na pele .<strong><br \/>\n       Profilaxia: <\/strong>Uso de cal\u00e7ados e sanit\u00e1rios.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>ANEL\u00cdDEOS<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Celomados<br \/>\n       Simetria bilateral<br \/>\n       Tribl\u00e1stico<br \/>\n       Protost\u00f4mio <strong><br \/>\n       Sistema digestivo <\/strong>completo ( boca e orif\u00edcio retal )<br \/>\n<strong>Sistema nervoso <\/strong>ganglionar &#8211; ventral<br \/>\n<strong>Sistema excretor<\/strong> com nefr\u00eddeos<br \/>\n<strong>Sistema circulat\u00f3rio<\/strong> fechado<br \/>\n<strong>Sistema respirat\u00f3rio<\/strong> cut\u00e2neo ou branquial<br \/>\n<strong>Sistema reprodutor <\/strong>desenvolvido<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classes<\/h4>\n   \n<h4>Oligoquetos<\/h4>\n   \n<p>Exist\u00eancia de pequenas cerdas de quitina ao longo do corpo que auxiliam na      locomo\u00e7\u00e3o . <strong>Ex: <\/strong>minhocas , minhocu\u00e7u .<\/p>\n   \n<h4>Poliquetos<\/h4>\n   \n<p>Representam os anel\u00eddeos de \u00e1gua salgada dotados de proje\u00e7\u00f5es laterais denominadas      parap\u00f3dios onde s\u00e3o encontradas numerosas cerdas . A cabe\u00e7a e diferenciada      possuindo olhos e tent\u00e1culos especializados para tato e olfato . A respira\u00e7\u00e3o      pode ser cut\u00e2nea ou branquial e os sexos s\u00e3o separados . No desenvolvimento      embrion\u00e1rio , observamos uma fase larvaria ciliada denominada trocofora. <strong>Ex      : <\/strong>nereis , eunice ( verme palolo ) , tub\u00edcolas , etc.<\/p>\n   \n<h4>Hirud\u00edneos<\/h4>\n   \n<p>S\u00e3o vermes aqu\u00e1ticos ou terrestres de corpo achatado dorso &#8211; ventralmente.      Possuem sempre uma grande ventosa posterior, e algumas vezes, uma anterior.    <\/p>\n   \n<p>Podem ser parasitas ou predadores e apresentam nenhum tipo de cerdas . Respira\u00e7\u00e3o      cut\u00e2nea, hermafroditas ( mon\u00f3icos ) e desenvolvimento direto. * O nome vem      de hirudina (subst\u00e2ncia anti-coagulante presente na saliva de alguns representantes.      <strong>Ex : <\/strong>sanguessugas.<\/p>\n   \n<h4>REINO ANIMAL<\/h4>\n   \n<p><strong>A minhoca<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Corpo coberto por cut\u00edcula de quitina<br \/>\n       Sob a epiderme, apresenta 2 camadas de musculatura, uma circular, outra        longitudinal.<strong><br \/>\n       Tiflossole:<\/strong> prega longitudinal do intestino que aumenta a superf\u00edcie        de absor\u00e7\u00e3o de alimentos.<strong><br \/>\n       Respira\u00e7\u00e3o cut\u00e2nea:<\/strong> troca de gases atrav\u00e9s da pele.<br \/>\n       Fecunda\u00e7\u00e3o cruzada.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Anel\u00eddeos &#8211; complementa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>Ao contr\u00e1rio dos asquelmintos, os anel\u00eddeos s\u00e3o vermes segmentados. Podem      ser terrestres (minhocas), marinhos (poliquetos) e dulc\u00edolas (Sanguessuga).<\/p>\n   \n<p>Uma importante caracter\u00edstica do grupo \u00e9 a presen\u00e7a do celoma. O celoma \u00e9      todo delimitado por epit\u00e9lio de origem mesod\u00e9rmica, uma camada epitelial envolve      o intestino. O celoma funciona como um verdadeiro \u0093esqueleto hidrost\u00e1tico\u0094      que d\u00e1 firmeza ao corpo do verme.<\/p>\n   \n<h4>Grupos de Anel\u00eddeos<\/h4>\n   \n<p><strong>Existem tr\u00eas classes de anel\u00eddeos: <\/strong>Oligoquetos, Poliquetos      e hirud\u00edneos.<\/p>\n   \n<p><strong>Oligoquetos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os<strong> Oligoquetos <\/strong>constituem o grupo das minhocas. O nome se      refere \u00e0 exist\u00eancia de pequenas cerdas de quitina na regi\u00e3o ventral ao longo      do corpo, que auxiliam na locomo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>As minhocas vivem em solo \u00famido, rico em restos org\u00e2nicos de v\u00e1rias origens,      dos quais se alimentam.<\/p>\n   \n<p>Na busca de alimento elas escavam galerias na terra promovendo um bom arejamento      do solo.<\/p>\n   \n<p>Ao defecarem, eliminam especialmente restos de vegetais parcialmente triturados,      misturados \u00e0 terra ingerida que passou pelo tubo digestivo. Esse material      \u00e9 chamado de h\u00famus de minhoca, \u00e9 rico de minerais , especialmente c\u00e1lcio,      sendo portanto excelente adubo.<\/p>\n   \n<p>Numa atividade incessante, as minhocas reciclam as camadas do solo e melhoram      sua granula\u00e7\u00e3o, tornando-o menos compacto e mais prop\u00edcio para o uso agr\u00edcola.<\/p>\n   \n<p><strong>Poliquetos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os <strong>poliquetos<\/strong> s\u00e3o ativos predadores que nadam livremente,      ou vivem enterrados na areia ou no interior de tubos que eles mesmos constr\u00f3em.<\/p>\n   \n<p>Em cada segmento corporal, eles tem um par de expans\u00f5es laterais, os parap\u00f3dios,      onde se prendem tufos de cerdas que funcionam como remos para a nata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p><strong>Hirud\u00edneos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Este grupo \u00e9 constitu\u00eddo pelas sanguessugas que n\u00e3o possuem cerdas e s\u00e3o      hermafroditas. (Mon\u00f3icas). Ela vivem em \u00e1gua doce e se alimentam do sangue      de v\u00e1rios vertebrados, fixando pelo meio das ventosas.<\/p>\n   \n<p>A <strong>hirudina<\/strong> \u00e9 uma subst\u00e2ncia produzida em suas gl\u00e2ndulas      salivares que \u00e9 anticoagulante de import\u00e2ncia farmac\u00eautica .<\/p>\n   \n<p><strong>As minhocas &#8211; estrutura e fun\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>O corpo das <strong>minhocas<\/strong> \u00e9 cil\u00edndrico, alongado com dezenas      de an\u00e9is, no ter\u00e7o anterior do corpo mostra o clitelo, grupo de segmentos      de uma cor mais clara.<\/p>\n   \n<p>A <strong>epiderme<\/strong> \u00e9 um epit\u00e9lio simples, com gl\u00e2ndulas mucosas,      recoberta por uma fina cut\u00edcula de quitina perme\u00e1vel. Sob a epiderme fica      dois tipos de musculatura, uma longitudinal e a outra circular.<\/p>\n   \n<p>O <strong>sistema digestivo<\/strong> \u00e9 completo. Na sua por\u00e7\u00e3o inicial, h\u00e1      um papo e uma moela que respectivamente armazena e tritura os alimentos.<\/p>\n   \n<p>O <strong>sistema circulat\u00f3rio<\/strong> \u00e9 fechado, pois os vasos sang\u00fc\u00edneos      apresentam total continuidade no interior dos tecidos.<\/p>\n   \n<p>A<strong> respira\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 cut\u00e2nea, ou seja, a troca de gases ocorre      atrav\u00e9s da pele, que, por isso, deve ser mantida \u00famida. Nos poliquetos ao      contr\u00e1rio, possuem br\u00e2nquias ramificadas na regi\u00e3o dorsal dos parap\u00f3lios,      ou agrupadas em c\u00edrculos na cabe\u00e7a.<\/p>\n   \n<p>A<strong> excre\u00e7\u00e3o <\/strong>feita por nefr\u00eddios, havendo um par por segmento.      Ele recolhe a excre\u00e7\u00e3o do liquido celom\u00e1tico e elimina por um cretal que termina      em um poro ventral.<\/p>\n   \n<p>O<strong> sistema nervoso<\/strong> \u00e9 glanglionar. H\u00e1 um gl\u00e2nglio cerebral      e outro subfar\u00edngeo, ligados ao anel nervoso ao redor da faringe.<\/p>\n   \n<p>Nos <strong>anel\u00eddeos<\/strong>, h\u00e1 c\u00e9lulas t\u00e1teis e foto e quimioreceptoras,      dispersas no epit\u00e9lio. Os poliquetos t\u00eam olhos bem desenvolvidos.<\/p>\n   \n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>As <strong>minhocas<\/strong> s\u00e3o hermafroditas (Mon\u00f3icas) e a reprodu\u00e7\u00e3o      \u00e9 apenas sexuada. Ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o dos dois vermes em troca, ocorre em cada      um a elimina\u00e7\u00e3o dos \u00f3vulos pelos poros femininos. A fecunda\u00e7\u00e3o \u00e9 externa.<\/p>\n   \n<h4>ARTR\u00d3PODES<\/h4>\n   \n<p>Os <strong>artr\u00f3podes<\/strong> atuais vivem no fundo dos mares como camar\u00e3o      e lagosta, ou fixos, como as cracas. H\u00e1 muitas esp\u00e9cies de \u00e1gua doce, especialmente      os crust\u00e1ceos e alguns insetos, mas o maior n\u00famero delas \u00e9 terrestres, bem      adaptadas aos campos, desertos e matas tropicais.<\/p>\n   \n<p>Os artr\u00f3podes t\u00eam grande import\u00e2ncia m\u00e9dica e parasitol\u00f3gica, caso dos produtores      de toxinas; dos parasitas de plantas e de animais; e dos transmissores de      parasitas para o homem.<\/p>\n   \n<p><strong>Caracter\u00edsticas<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os <strong>artr\u00f3podes<\/strong> podem ser caracterizados como animais de simetria      bilateral, segmentados, protost\u00f4mios, tribl\u00e1sticos e celomados, o que, como      j\u00e1 vimos, ocorre tamb\u00e9m com os anel\u00eddeos. <\/p>\n   \n<p><strong>No entanto, duas novidades surgem no grupo:<\/strong> um esqueleto      externo de quitina e os ap\u00eandices ou extremidades articuladas.<\/p>\n   \n<p><strong>O esqueleto, uma \u0093armadura externa\u0094:<\/strong> O esqueleto      externo, ou exoesqueleto, envolve o esqueleto e as ap\u00eandices dos artr\u00f3podes      como uma armadura. Seu principal constituinte \u00e9 a quitina. Essa subst\u00e2ncia,      al\u00e9m de conferir prote\u00e7\u00e3o sustenta\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica \u00e9 tamb\u00e9m um excelente eficiente      isolante, evitando a desidrata\u00e7\u00e3o nas esp\u00e9cies terrestres.<\/p>\n   \n<p>O problema do crescimento foi resolvido pela ocorr\u00eancia das mudas ou eclises.      Na maioria dos artr\u00f3podes, o exoesqueleto velho se rompe por uma fenda longitudinal      no dorso ou nos lados do corpo, sendo abandonado pelo animal. No in\u00edcio a      casca \u00e9 bastante mole permitindo que o animal cres\u00e7a essa fase por\u00e9m \u00e9 r\u00e1pida      pois ele fica desprotegido, \u00e0 merc\u00ea dos predadores.<\/p>\n   \n<p><strong>Apresentamos a seguir as cinco classes de artr\u00f3podes: insetos, crust\u00e1ceos,      aracn\u00eddeos, quil\u00f3podos e diplopodos:<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Os Insetos<\/h4>\n   \n<p>A excepcional capacidade de adapta\u00e7\u00e3o levou-os a ocupar praticamente todos      os ambientes, exceto os mares. Dentre outras caracter\u00edsticas, o desenvolvimento      do sistema nervoso de \u00f3rg\u00e3os sensoriais, a organiza\u00e7\u00e3o social de alguns grupos      foram um dos fatores que permitiram o sucesso evolutivo.<\/p>\n   \n<p><strong>Os insetos cumprem um importante papel ecol\u00f3gico nos ecossistemas:<\/strong>      polinizam as plantas, servem de alimentos a outros animais e at\u00e9 produzem      alimentos como o mel. Causam preju\u00edzos a lavoura, com preda\u00e7\u00e3o e parasitismo.      Al\u00e9m de serem parasitas para animais dom\u00e9sticos e para o homem.<\/p>\n   \n<p><strong>Morfologia externa<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>O corpo dos insetos \u00e9 marcadamente subdividido em tr\u00eas partes:<\/strong>      cabe\u00e7a, t\u00f3rax e abdome, cada uma delas apresentando v\u00e1rios segmentos.<\/p>\n   \n<p>Na cabe\u00e7a h\u00e1 sempre duas antenas. Ventralmente h\u00e1 um aparelho bucal, constitu\u00eddo      por tr\u00eas pe\u00e7as, adaptado a diferentes modo de captar e preparar o alimento      para ser dirigido.<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Aparelho triturador<br \/>\n       Aparelho picador<br \/>\n       Aparelho sugador<br \/>\n       Aparelho lambedor<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>O<strong> t\u00f3rax <\/strong>tem tr\u00eas segmentos, cada uma seles com um par de      patas. Por isso se falam em insetos hex\u00e1podos.<\/p>\n   \n<p>O <strong>abdome<\/strong> \u00e9 simples, sem ap\u00eandices e pode apresentar na regi\u00e3o      terminal o ovopositor, para a postura dos ovos. A\u00ed tamb\u00e9m localiza-se o \u0093ferr\u00e3o\u0094      das abelhas e vespas. Ventralmente, em cada segmento, s\u00e3o observados pequenos      pontos laterais no abdome (estigma ou espir\u00e1culos), que s\u00e3o as aberturas dos      \u00f3rg\u00e3os respirat\u00f3rios.<\/p>\n   \n<p><strong>Morfologia interna<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os<strong> insetos <\/strong>tem sistema digestivo completo, com boca, faringe,      gl\u00e2ndulas salivares, papo est\u00f4mago qu\u00edmico, est\u00f4mago mec\u00e2nico (proventr\u00edculo),      intestino e orif\u00edcio retal. No est\u00f4mago qu\u00edmico desembocam v\u00e1rios cecos, tubos      fechados que produzem enzimas digestivas.<\/p>\n   \n<p>O<strong> sistema circulat\u00f3rio<\/strong> \u00e9 do tipo aberto (lacunoso), pois      do cora\u00e7\u00e3o saem alguns vasos que terminam em lacunas. O cora\u00e7\u00e3o \u00e9 um tubo      muscular longitudinal dorsal.<\/p>\n   \n<p>A<strong> respira\u00e7\u00e3o <\/strong>\u00e9 feita por traqu\u00e9ias \u00e9 portanto uma grande      rede de canais associados a sacos a\u00e9reos, que permite uma difus\u00e3o livre, direta      dos gases respirat\u00f3rios para dentro das c\u00e9lulas.<\/p>\n   \n<p>A <strong>excre\u00e7\u00e3o <\/strong>\u00e9 feita por t\u00fabulos de malpighi. Em toda a extens\u00e3o,      as paredes destes t\u00fabulos removem excretas das lacunas corporais. na luz deles      precipitam cristais de \u00e1cido \u00farico, que s\u00e3o arrastados com l\u00edquidos at\u00e9 o      intestino e expulsos misturados as fezes.<\/p>\n   \n<p>O<strong> sistema nervoso<\/strong> \u00e9 representado por v\u00e1rios g\u00e2nglios concrescidos,      localizados na cabe\u00e7a, formando uma grande massa cerebral.<\/p>\n   \n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>A <strong>reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 sexuada. \u00c9 comum o dimorfismo sexual. A fecunda\u00e7\u00e3o      \u00e9 interna.<\/p>\n   \n<p><strong>Podemos definir tr\u00eas tipos de desenvolvimento, que s\u00e3o crit\u00e9rios      usados na classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1. Amet\u00e1bulos &#8211;<\/strong> insetos sem larva; portanto n\u00e3o sofrem        metamorfose. <strong>Ex:<\/strong> tra\u00e7as.<strong><br \/>\n       2. Hemimet\u00e1bulos <\/strong>&#8211; com metamorfose parcial, pois o inseto jovem        j\u00e1 \u00e9 semelhante ao adulto.<strong> Ex:<\/strong> gafanhoto e barata.<strong><br \/>\n       3. Holomet\u00e1bulos <\/strong>&#8211; com metamorfose total. <strong>H\u00e1 as seguintes        fases de vida: <\/strong>ovo, larva, pupa e imago (adulto).<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Os Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<p>A grande classe dos<strong> crust\u00e1ceos<\/strong> possuem esp\u00e9cies especialmente      aqu\u00e1ticas, embora alguns vivam em terra \u00famida, como \u00e9 o caso dos tatuzinhos      de jardim. <\/p>\n   \n<p>O nome do grupo vem de crusta pois o esqueleto \u00e9 normalmente muito duro,      com forte impregna\u00e7\u00e3o calc\u00e1ria.<\/p>\n   \n<p>As extremidades articuladas s\u00e3o b\u00edfidas, bifurcadas, isto \u00e9, t\u00eam basicamente      dois ramos um externo (exopodito) e um interno (endopodito) com uma s\u00e9rie      de art\u00edculos cada um. O copo apresenta um cefalot\u00f3rax resultante da uni\u00e3o      da cabe\u00e7a e do t\u00f3rax. .<\/p>\n   \n<p><strong>Grupos de crust\u00e1ceos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os <strong>entomostr\u00e1ceos<\/strong>, mais primitivos, e os crust\u00e1ceos superiores      s\u00e3o dois grupos que estudaremos.<\/p>\n   \n<p>Nos entomostr\u00e1ceos merecem a cita\u00e7\u00e3o duas importantes ordens, os copep\u00f3dos      e os cirr\u00edpedes.<\/p>\n   \n<p>Os Copep\u00f3dos e os Cirr\u00edpedes.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>copep\u00f3dos<\/strong> , s\u00e3o crust\u00e1ceos microsc\u00f3pios constituintes      principalmente dos zoopl\u00e2ncton. No grupo dos cirr\u00edpedes, s\u00e3o animais que aparecem      com moluscos devido sua carapa\u00e7a r\u00edgida que os envolve.<\/p>\n   \n<p><strong>Os crust\u00e1ceos superiores<\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 a principal ordem dos crust\u00e1ceos com esp\u00e9cies mais conhecidas e de maior      porte como o camar\u00e3o e a lagosta.<\/p>\n   \n<p><strong>O camar\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>Este dec\u00e1podo t\u00eam um forte cefalot\u00f3rax, mostrando na regi\u00e3o anterior um par      de olhos. compostos e dois pares de antenas.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>camar\u00f5es <\/strong>s\u00e3o grandes lixeiros do mar, pois se alimentam      de restos org\u00e2nicos de v\u00e1rias origens acumulados no fundo lodoso dos mares,      especialmente na faixa litor\u00e2nea.<\/p>\n   \n<p>A<strong> circula\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 lacunosa. e as lacunas s\u00e3o celom\u00e1ticas. A      respira\u00e7\u00e3o \u00e9 branquial. A excre\u00e7\u00e3o se faz por duas gl\u00e2ndulas verdes, retirando      excretas sol\u00faveis diretamente do celoma, eliminando-os por poros na base das      antenas dois. O sistema nervoso t\u00eam g\u00e2nglios cerebrais e uma cadeia de g\u00e2nglios      ventrais de onde partem as inerva\u00e7\u00f5es para os \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n   \n<p>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/p>\n   \n<p>Os camar\u00f5es como os demais crust\u00e1ceos, s\u00e3o de sexos separados e t\u00eam desenvolvimento      indireto. Quando o abdome \u00e9 reduzido chamamos de braquiuros, do contr\u00e1rio      chamamos de macruros.<\/p>\n   \n<h4>Artr\u00f3podes quelicerados<\/h4>\n   \n<p>Enquanto os antenados, s\u00e3o representados pelos insetos, crust\u00e1ceos e miri\u00e1podes,      os quelicerados, que n\u00e3o tem antenas, s\u00e3o representados especialmente pela      grande classe dos aracn\u00eddeos, com v\u00e1rias ordens.<\/p>\n   \n<p>As <strong>quel\u00edceras<\/strong> s\u00e3o ap\u00eandices articulados, com v\u00e1rias formas      e fun\u00e7\u00f5es, localizados na regi\u00e3o bucal. Podem ser inoculadores de veneno,      preensores ou ainda estiletes perfurantes, para sugar sangue.<\/p>\n   \n<h4>Os aracn\u00eddeos<\/h4>\n   \n<p>Os <strong>aracn\u00eddeos<\/strong> s\u00e3o uma importante classe de artr\u00f3podes, com      muitas esp\u00e9cies sendo a maioria terrestres.<\/p>\n   \n<p><strong>Anatomia interna<\/strong><\/p>\n   \n<p>Uma vez capturada a presa, os aracn\u00eddeas injetam nela seus sucos digestivos,      que v\u00e3o efetuar a digest\u00e3o extra-intestinal, em seguida eles sugam uma pasta,      alimento j\u00e1 praticamente pr\u00e9-digerido.<\/p>\n   \n<p>A <strong>respira\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 feita por filotraqu\u00e9ias. Cada filotraqu\u00e9ia      \u00e9 um conjunto de l\u00e2minas paralelas que t\u00eam suas faces externas em contato      com o ar e a face interna banhada pelo sangue das lacunas.<\/p>\n   \n<p>A<strong> circula\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 lacunosa e o cora\u00e7\u00e3o \u00e9 dorsal, abdominal.<\/p>\n   \n<p>A <strong>excre\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 feita por t\u00fabulos de malpighi, como nos insetos.      H\u00e1 tamb\u00e9m gl\u00e2ndulas coxais que eliminam nas pernas uma esp\u00e9cie de guanina      e \u00e1cido \u00farico.<\/p>\n   \n<p>O <strong>sistema nervoso<\/strong> apresenta um c\u00e9rebro, um anel nervoso      ao redor do tubo digestivo e uma cadeia ganglionar ventral, basicamente no      mesmo padr\u00e3o dos insetos.<\/p>\n   \n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n   \n<p>Os aracn\u00eddeos s\u00e3o animais de sexos separados e a fecunda\u00e7\u00e3o e interna. Os      aracn\u00eddeos s\u00e3o viv\u00edparos ou ov\u00edparos.<\/p>\n   \n<p><strong>Os diplopodos e os quil\u00f3podos:<\/strong><\/p>\n               \n<table width=\"476\" height=\"162\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">Diplopodos<\/th>\n           \n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">Quil\u00f3podos<\/th>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">herb\u00edvoros<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">carn\u00edvoros<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">lentos<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">r\u00e1pidos<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Enrolam-se em espiral<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">n\u00e3o enrolam-se<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Sec\u00e7\u00e3o corporal circular<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">sec\u00e7\u00e3o corporal achatada<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1 par de antenas curtas<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1 par de antenas longas<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2 patas curtas por segmento<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1 par de patas longas por segmento<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">sem forc\u00edpulas , sem veneno<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">com forcipulas e veneno<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">grande numero de segmentos<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">pequeno numero de segmentos<\/td>\n         <\/tr>\n<\/table>\n      \n<blockquote>      \n<p><strong>Sistema digestivo:<\/strong> <strong>Completo, com hepatop\u00e2ncreas:<\/strong>        despeja secre\u00e7\u00f5es digestivas no est\u00f4mago. Digest\u00e3o extra e intracelular,        com exce\u00e7\u00e3o dos bivalvas, que filtram seu alimento. Os gastropodes apresentam        r\u00e1dula na boca ,que serve para raspar o alimento. Os cefal\u00f3podes possuem        mand\u00edbulas quitinosas. Os bivalves possuem palpos labiais e estilete cristalino,        localizado no ceco g\u00e1strico .<strong><br \/>\n       Sistema circulat\u00f3rio:<\/strong> Aberto, transporta gases e nutrientes. Composto        por cora\u00e7\u00e3o ( envolvido pela pericardia &#8211; resto do celoma ) , vasos sang\u00fc\u00edneos        e hemocelas.<strong><br \/>\n       Sistema respirat\u00f3rio: <\/strong>Branquias e pulm\u00f5es<strong><br \/>\n       Sistema excretor:<\/strong> Nefr\u00eddeos.<strong><br \/>\n       Sistema nervoso e sensorial: <\/strong>Pares de g\u00e2nglios unidos por cord\u00f5es        nervosos , os mais importantes s\u00e3o os cerebr\u00f3ides , ha tamb\u00e9m os pedais        e os viscerais.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>EQUINODERMATA<\/h4>\n   \n<p><strong>CARACTERIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n   \n<p>O filo <strong>Echinodermata<\/strong> \u00e9 composto de animais marinhos que      se distinguem por uma simetria radial pent\u00e2mera, um endoesqueleto de oss\u00edculos      calc\u00e1rios, oss\u00edculos espinhosos na superf\u00edcie do corpo e um sistema de canais      celom\u00e1ticos e ap\u00eandices do corpo, os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios (sistema hidrovascular),      que \u00e9 usado para a nutri\u00e7\u00e3o e a locomo\u00e7\u00e3o. Em geral, os sexos s\u00e3o separados,      a fertiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 externa e o desenvolvimento \u00e9 planct\u00f4nico. Existe comumente      uma larva bilateral que nada e se alimenta por meio de faixas ciliadas enroladas      no corpo.<\/p>\n   \n<p><strong>A diversidade do grupo \u00e9 significativa sendo divididos nas seguintes      classes: <\/strong>Crinoidea, Holuthuroidea, Echinoidea (com as seguintes subclasses      Perischoechinoidea, Euechinoidea), Ophiocistioidea, Stelleroidea (com as seguintes      subclasses Asteroidea, Ophiuroidea, Somasteroidea).<\/p>\n   \n<h4>STELLEROIDEA<\/h4>\n   \n<p>A<strong> classe Stelleroidea<\/strong> cont\u00e9m equinodermos nos quais o corpo      \u00e9 composto por um disco central e bra\u00e7os radiais. Na subclasse Asteroidea      os bra\u00e7os n\u00e3o s\u00e3o distintamente separados do disco central.<\/p>\n   \n<p>Os aster\u00f3ides movem-se por meio de p\u00e9s ambulacr\u00e1rios localizados dentro dos      sulcos ambulacr\u00e1rios. Os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios s\u00e3o estendidos por press\u00e3o hidr\u00e1ulica      gerada pela contra\u00e7\u00e3o das ampolas bulbiformes. Em muitas esp\u00e9cies, ventosas      nas extremidades dos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios permitem a fixa\u00e7\u00e3o ao substrato.<\/p>\n   \n<p>Os bra\u00e7os podem ser dobrados ou torcidos permitindo \u00e1 estreia-do-mar mover-se      sobre superf\u00edcies irregulares, capturar presas e endireitar-se. O movimento      dos bra\u00e7os \u00e9 possibilitado por uma organiza\u00e7\u00e3o reticular de oss\u00edculos dentro      da derme e por camadas musculares circulares e longitudinais na parede do      corpo.<\/p>\n   \n<p>O grande celoma supre o transporte interno e evagina\u00e7\u00f5es da parede do corpo      (p\u00e1pulas) s\u00e3o os locais de excre\u00e7\u00e3o e trocas gasosas. Entretanto, as finas      paredes dos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios constituem uma superf\u00edcie adicional significativa      para as trocas.<\/p>\n   \n<p>O comportamento alimentar est\u00e1 relacionado n\u00e3o apenas \u00e1 dieta mas tamb\u00e9m      ao comprimento dos bra\u00e7os. As esp\u00e9cies predadoras de bra\u00e7os curtos engolem      a presa inteira. Aquelas com bra\u00e7os longos evertem o est\u00f4mago e digerem parcialmente      a presa fora do corro. Aquelas estrelas-do-mar que t\u00eam como presas moluscos      bivalves, colocam o est\u00f4mago entre as valvas do molusco. Algumas esp\u00e9cies      usam o est\u00f4mago evertido como um esfreg\u00e3o para remover material org\u00e2nico de      v\u00e1rios tipos de superf\u00edcies. As esp\u00e9cies de \u00e1guas profundas s\u00e3o comumente      comedoras de dep\u00f3sito.<\/p>\n   \n<p>As estrelas-do-mar que habitam substrato mole possuem geralmente p\u00e9s ambulacr\u00e1rios      pontiagudos, ampolas duplas e as paxilas mant\u00eam as p\u00e1pulas limpas de sedimento.      Pedicel\u00e1rias, que est\u00e3o restritas a certos grupos de estrelas-do-mar, atuam      provavelmente na limpeza da superf\u00edcie do corpo de organismos que nela se      instalem.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 usualmente duas gonadas em cada bra\u00e7o saindo os gametas por gon\u00f3poros      interradiais. O desenvolvimento leva a uma larva bipin\u00e1ria na qual as faixas      ciliadas est\u00e3o localizadas sobre os longos bra\u00e7os larvais. Com a forma\u00e7\u00e3o      das estruturas de fixa\u00e7\u00e3o, a larva \u00e9 chamada braquiol\u00e1ria e est\u00e1 preparada      para a instala\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o, a larva sofre metamorfose      na qual os bra\u00e7os larvais degeneram, o lado esquerdo torna-se a superf\u00edcie      oral e o corpo do adulto deriva-se da por\u00e7\u00e3o posterior do corpo larval.<\/p>\n   \n<h4>OPHIUROIDEA<\/h4>\n   \n<p>Na <strong>subdasse esteler\u00f3idea Ophiuroidea<\/strong>, os longos e estreitos      bra\u00e7os s\u00e3o nitidamente separados do disco central. Considera-se os ofiur\u00f3ides      como o mais bem sucedido grupo de equinodermos. Seu sucesso provavelmente      est\u00e1 relacionado \u00e1 sua motilidade, diversidade de h\u00e1bitos alimentares e pequeno      tamanho. <\/p>\n   \n<p>Todas estas caracter\u00edsticas permitiram que os ofiur\u00f3ides explorassem habitats      inacess\u00edveis aos outros equinodermos.<\/p>\n   \n<p>Os<strong> ofiur\u00f3ides<\/strong> movem-se rapidamente saltando e impelindo-se      com seus bra\u00e7os flex\u00edveis. Os espinhos braquiais laterais fornecem a tra\u00e7\u00e3o.      Os bra\u00e7os s\u00e3o ocupados por grandes ossiculos (v\u00e9rtebras) que se articulara      entre si em uma coluna horizontal. Os m\u00fasculos intervertebrais s\u00e3o respons\u00e1veis      pelo movimento. A maior parte dos ofi\u00faros pode mover seus bra\u00e7os apenas lateralmente      mas, nos gorgonocefalideos, a articula\u00e7\u00e3o vertebral permite o movimento em      qualquer dire\u00e7\u00e3o, podendo os bra\u00e7os ser enrolados. Os p\u00e9s arnbulacr\u00e1rios n\u00e3o      s\u00e3o usados para a locomo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>As <strong>v\u00e9rtebras<\/strong> s\u00e3o cobertas por ossiculos superficiais achatados      chamados escudos aos quais est\u00e3o associados os espinhos. Os ossiculos vertebrais      restringem o celoma a uma pequena c\u00e2mara dorsal.<\/p>\n   \n<p>Correlacionada \u00e1 redu\u00e7\u00e3o do celoma o sistema hidrovascular n\u00e3o tem ampolas.      Os canais laterais e radiais assumem a fun\u00e7\u00e3o das ampolas. O madreporito localiza-se      em um dos escudos orais.<\/p>\n   \n<p>O reduzido celoma braquial restringe a maior parte das trocas gasosas a cinco      pares de invagina\u00e7\u00f5es em forma de bolsa (as bolsas respirat\u00f3rias) no lado      oral do disco.<\/p>\n   \n<p><strong>A alimenta\u00e7\u00e3o dos ofiur\u00f3ides inclui, em uma dada esp\u00e9cie, um ou todos      os seguintes mecanismos:<\/strong> alimenta\u00e7\u00e3o saprof\u00e1gica recolhendo o alimento      com os bra\u00e7os, alimenta\u00e7\u00e3o de dep\u00f3sitos usando os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios e alimenta\u00e7\u00e3o      de suspens\u00f5es usando os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios e filamentos mucosos estendidos      entre os espinhos. Estes m\u00e9todos permitem a muitas esp\u00e9cies alimentarem-se      sem abandonar seus ref\u00fagios protetores. A principal fun\u00e7\u00e3o dos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios      nos ofiur\u00f3ides \u00e9 a de coleta e transporte de alimento. Os gorgonocefalideos      usam seus bra\u00e7os para formar um leque parab\u00f3lico perpendicular \u00e0 corrente      de \u00e1gua e capturar zoopl\u00e2ncton com as pontas das ramifica\u00e7\u00f5es dos bra\u00e7os.<\/p>\n   \n<p>As <strong>g\u00f4nadas dos ofiur\u00f3ides <\/strong>est\u00e3o associadas ao lado celom\u00e1tico      das bolsas respirat\u00f3rias as quais fornecem uma sa\u00edda para os gametas e servem      de local de desenvolvimento para as esp\u00e9cies incubadoras. Nas esp\u00e9cies n\u00e3o-incubadoras,      o desenvolvimento leva a uma larva ofiopl\u00fateo a qual sofre metamorfose antes      de instalar-se.<\/p>\n   \n<h4>ECHINOIDEA<\/h4>\n   \n<p>Na <strong>classe Echinoidea<\/strong>, o corpo esf\u00e9rico ou achatado n\u00e3o se      estende formando bra\u00e7os. A superf\u00edcie \u00e9 coberta por espinhos m\u00f3veis os quais      articulam-se com uma carapa\u00e7a de oss\u00edculos suturados. As \u00e1reas ambulacr\u00e1rias      contendo os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios alternam-se com \u00e1reas interambulacr\u00e1rias organRadas      em meridianos em torno do corpo. As placas da carapa\u00e7a s\u00e3o perfuradas para      a sa\u00edda de gametas e para a passagem dos canais que conectam os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios      com as ampolas. Uma placa genital funciona como madreporito. Relacionado \u00e0      presen\u00e7a de uma r\u00edgida carapa\u00e7a esquel\u00e9tica est\u00e1 o fato de que a parede do      corpo carece de uma camada muscular interna. Pedicel\u00e1rias pedunculadas tridentadas      d\u00e3o prote\u00e7\u00e3o contra organismos que por ventura se instalem na superf\u00edcie do      corpo.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>equin\u00f3ides<\/strong> regulares ou ouri\u00e7os-do-mar est\u00e3o em geral      adaptados para viverem sobre substratos firmes. Acredita-se que o corpo radial      globoso provido de longos espinhos seja primitivo para a classe. Os ouri\u00e7os-do-mar      movem-se por meio de p\u00e9s ambulacr\u00e1rios e impulsos dos espinhos.<\/p>\n   \n<p>A maior parte dos ouri\u00e7os-do-mar alimenta-se raspando algas, organismos incrustantes      e detritos de superf\u00edcies duras. O aparelho raspador \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o complexo composto      por numerosos oss\u00edculos, cinco dos quais funcionando como dentes.<\/p>\n   \n<p>Cinco pares de evagina\u00e7\u00f5es orais (br\u00e2nquias) atuam nas trocas gasosas.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>equin\u00f3ides<\/strong> irregulares est\u00e3o adaptados para cavarem atrav\u00e9s      de substratos moles. O corpo \u00e9 coberto por um grande n\u00famero de diminutos espinhos.      Os espinhos s\u00e3o \u00fateis, n\u00e3o apenas para locomo\u00e7\u00e3o e escava\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m      para manter o sedimento afastado da superf\u00edcie do corpo. A forma grandemente      achatada das bolacha-da-praia \u00e9, provavelmente, uma adapta\u00e7\u00e3o para escava\u00e7\u00f5es      rasas.<\/p>\n   \n<p>Relacionando aos seus h\u00e1bitos cavadores, o mesmo amb\u00falacro \u00e9 sempre dirigido      para frente e desenvolveram-se graus variados de bilateralidade secund\u00e1ria.      Em todos os equin\u00f3ides irregulares o orif\u00edcio retal moveu-se para fora do      centro aboral em dire\u00e7\u00e3o \u00e1 margem posterior ou da l\u00fanula posterior. Nas bolachas-da-praia      a boca permanece no centro da superf\u00edcie oral; nos ouri\u00e7os cordiformes, todo      o centro oral dirigiu-se para frente.<\/p>\n   \n<p>Os<strong> equin\u00f3ides<\/strong> irregulares s\u00e3o largamente comedores de dep\u00f3sitos.      Os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios s\u00e3o utilizados para coleta de alimento (ouri\u00e7os cordiformes)      ou para transporte de alimento (bolachas-da-praia).Nos equin\u00f3ides irregulares,      p\u00e9s ambulacr\u00e1rios aborais modificados (pctal\u00f3ides) atuam nas trocas gasosas.<\/p>\n   \n<p>A larva dos equin\u00f3ides \u00e9 um equinopl\u00fateo. A metamorfose ocorre mais para      o final da exist\u00eancia planct\u00f4nica e na \u00e9poca da instala\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o h\u00e1 um      est\u00e1gio fixado.<\/p>\n   \n<h4>HOLOTHUROIDEA<\/h4>\n   \n<p>Os membros da<strong> classe Holothuroidea<\/strong> distinguem-se pelo corpo      cil\u00edndrico no qual o eixo oral-aboral \u00e9 grandemente alongado, pela redu\u00e7\u00e3o      do esqueleto a ossiculos microsc\u00f3picos e pelos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios anais tentaculares.<\/p>\n   \n<p>Como conseq\u00fc\u00eancia do alongamento do eixo oral-aboral, os holot\u00farias deitam-se      de lado. Como a maior parte das esp\u00e9cies deita-se sobre os mesmos tr\u00eas amb\u00falacros      (sola), esta postura levou a alguma simetria bilateral. Os amb\u00falacros ventrais      nas formas bilaterais t\u00eam p\u00e9s ambulacr\u00e1rios bem desenvolvidos; os amb\u00falacros      demais t\u00eam p\u00e9s ambulacr\u00e1rios reduzidos.<\/p>\n   \n<p>Algumas <strong>holot\u00farias <\/strong>s\u00e3o habitantes da superf\u00edcie, algumas      vivem sob rochas ou alojam-se em fendas, algumas cavam e outras (principalmente      as formas de \u00e1guas profundas) s\u00e3o pel\u00e1gicas. Os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios s\u00e3o usados      para arrastar-se e agarrar a superf\u00edcie. Um grupo de cavadores vermiformes      perdeu seus p\u00e9s ambulacr\u00e1rios locomotores e se move por contra\u00e7\u00f5es perist\u00e1lticas.<\/p>\n   \n<p>As <strong>holot\u00farias <\/strong>s\u00e3o comedoras de suspens\u00f5es e de dep\u00f3sitos.      A superf\u00edcie tentacular coberta de muco capta part\u00edculas quando varre o fundo      ou quando se estende n&#8217;\u00e1gua. O material celerado \u00e9 removido pela a\u00e7\u00e3o sugadora      da faringe quando os tent\u00e1culos s\u00e3o colocados na boca.<\/p>\n   \n<p>O<strong> sistema hidrovascular<\/strong> \u00e9 peculiar por possuir um madreporito      no celoma. Evagina\u00e7\u00f5es internas ramificadas da parede posterior do intestino      (\u00e1rvores respirat\u00f3rias) s\u00e3o \u00f3rg\u00e3os para as trocas gasosas. O fluido celom\u00e1tico      contribuiu para o transporte interno mas muitas holot\u00farias possuem tamb\u00e9m      um bem desenvolvido sistema hemal.<\/p>\n   \n<p>Os gametas provenientes da g\u00f4nada \u00fanica saem atrav\u00e9s de um gon\u00f3poro intertentacular.      O desenvolvimento leva a uma larva doliol\u00e1ria em forma de barril. A metamorfose      ocorre antes da instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h4>CRINOIDEA<\/h4>\n   \n<p>Os membros da <strong>classe Crinoidea<\/strong>, que inclui os l\u00edrios-do-mar      pedunculados e fixos e os crin\u00f3ides apedunculados e livres, s\u00e3o os \u00fanicos      equinodermos viventes nos quais a superf\u00edcie oral est\u00e1 dirigida para cima.      Esta condi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 verdadeira para a maioria dos equinodermos do Paleoz\u00f3ico.<\/p>\n   \n<p>A coroa dos crin\u00f3ides pedunculados e apedunculados \u00e9 composta de m\u00faltiplos      bra\u00e7os ao redor de um forte c\u00e1lice central, que \u00e9 coberto por uma parede membranosa      oral, o t\u00e9gmen. O t\u00e9gmen cont\u00e9m a boca no centro e o orif\u00edcio retal para um      lado.<\/p>\n   \n<p>A multiplicidade de bra\u00e7os resulta da ramifica\u00e7\u00e3o basal de um arranjo originalmente      pent\u00e2mero. Os bra\u00e7os possuem numerosos ramos laterais pequenos (p\u00ednulas) e      a superf\u00edcie oral de todos os ramos, incluindo as p\u00ednulas, cont\u00e9m um sulco      ambulacr\u00e1rio ciliado.<\/p>\n   \n<p>Fortes oss\u00edculos fazem parte do ped\u00fanculo relativamente s\u00f3lido, dos cirros,      dos bra\u00e7os e das p\u00ednulas. Fortes oss\u00edculos tamb\u00e9m est\u00e3o localizados dentro      da parede do c\u00e1lice.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>l\u00edrios-do-mar <\/strong>s\u00e9sseis podem flexionar o ped\u00fanculo e desenrolar      os bra\u00e7os quando est\u00e3o se alimentando. Os comatul\u00eddeos se fixam com os cirros      e rastejam e nadam com os bra\u00e7os.<\/p>\n   \n<p>Os<strong> crin\u00f3ides<\/strong> s\u00e3o comedores de suspens\u00f5es e os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios,      ao entrarem em contato com o zoopl\u00e2ncton ou outras part\u00edculas suspensas, efetuam      movimentos, levando as part\u00edculas para o sulco ambulacr\u00e1rio. Os c\u00edlios ambulacr\u00e1rios      transportam as part\u00edculas envoltas em muco ao longo dos bra\u00e7os at\u00e9 a boca.      Os bra\u00e7os s\u00e3o mantidos como um funil ou, quando uma corrente, como um leque      circular ou plano. Os m\u00faltiplos bra\u00e7os e p\u00ednulas proporcionam a \u00e1rea necess\u00e1ria      para este tipo de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Os gametas s\u00e3o produzidos nos bra\u00e7os, que tamb\u00e9m s\u00e3o os locais de incuba\u00e7\u00e3o,      quando isto ocorre. <\/p>\n   \n<p>O desenvolvimento resulta em uma larva vitel\u00e1ria em forma de barril. A metamorfose      ocorre ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o. Os comatul\u00eddeos passam por um est\u00e1gio      pedunculado (pentacrin\u00f3ide) antes da coroa libertar-se.<\/p>\n   \n<h4>SISTEM\u00c1TICA DO FILO CORDATA<\/h4>\n               \n<table width=\"550\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr>\n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">Subfilo<\/th>\n           \n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">Super classe<\/th>\n           \n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">Classe<\/th>\n           \n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">Indiv\u00edduos<\/th>\n           \n<th bgcolor=\"#FFFFCC\">Caracter\u00edsticas<\/th>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><br \/>\n             Cefalocordatas<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Anfioxo<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Corpo alongado. A notocorda vai              da cabe\u00e7a \u00e0 cauda.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Urocordatas<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Asc\u00eddia<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Larvas com notocorda apenas na              cauda, adultos fixos, sem notocorda e cauda.<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Hemicordata<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Balanoglosos<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Corpo vermiforme, muitas fendas              faringeanas.<\/td>\n         <\/tr>\n<\/table>\n      \n<p>Fonte:  www.escolavesper.com.br<\/p>\n   \n<h6>Reino Animalia<\/h6>\n   \n<p><strong>O reino Anim\u00e1lia \u00e9 definido segundo caracter\u00edsticas comuns a todos      os animais:<\/strong> s\u00e3o organismos eucariontes, multicelulares, heterotr\u00f3ficos      e que obt\u00eam seus alimentos por ingest\u00e3o de nutrientes do meio. <\/p>\n   \n<p>Mesmo dentro de crit\u00e9rios assim t\u00e3o amplos, podemos encontrar exce\u00e7\u00f5es, em      fun\u00e7\u00e3o de fatores diversos, como a adapta\u00e7\u00e3o de organismos a meios de vida      especiais.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 o que ocorre, por exemplo, com alguns endoparasitas que perderam a capacidade      de ingest\u00e3o de nutrientes, obtendo-os por absor\u00e7\u00e3o direta dos l\u00edquidos do      corpo dos organismos parasitados. <\/p>\n   \n<p><strong>De forma geral, as seguintes caracter\u00edsticas aparecem na grande maioria      dos animais:<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>S\u00e3o pluricelulares (metazo\u00e1rios), eucariontes e heterotr\u00f3ficos<\/strong>.      Suas c\u00e9lulas n\u00e3o possuem parede celular<\/p>\n   \n<p>Sendo <strong>heterotr\u00f3ficos, dependem para sua nutri\u00e7\u00e3o, direta ou indiretamente,      das plantas terrestres e algas.<\/strong> Em geral, os alimentos s\u00e3o digeridos      no interior de uma cavidade digestiva. As subst\u00e2ncias de reserva s\u00e3o o glicog\u00eanio      e as gorduras.<\/p>\n   \n<p>Quase todos os animais <strong>s\u00e3o capazes de se locomover, e a locomo\u00e7\u00e3o      se faz gra\u00e7as a exist\u00eancia de c\u00e9lulas musculares<\/strong> que possuem prote\u00ednas      caracter\u00edsticas. As esp\u00e9cies que n\u00e3o se locomovem s\u00e3o aqu\u00e1ticas e recebem      os alimentos trazidos pela \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>A maioria dos animais <strong>apresenta sistema nervoso<\/strong> e \u00e9 capaz      de responder rapidamente a est\u00edmulos.<\/p>\n   \n<p>A <strong>reprodu\u00e7\u00e3o <\/strong>\u00e9 <strong>geralmente sexuada<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>Todos os animais come\u00e7am o seu desenvolvimento a partir de uma c\u00e9lula-ovo      ou zigoto, que surge da fecunda\u00e7\u00e3o do \u00f3vulo pelo espermatoz\u00f3ide. Assim, a      reprodu\u00e7\u00e3o sexuada sempre est\u00e1 presente nos ciclos de vida dos animais. Isso      n\u00e3o significa que a reprodu\u00e7\u00e3o assexuada n\u00e3o aconte\u00e7a; ela ocorre e \u00e9 muito      importante em alguns grupos.<\/p>\n   \n<p>Alguns animais desenvolvem-se at\u00e9 um conjunto de c\u00e9lulas que n\u00e3o chega a      formar tecidos verdadeiros, enquanto a maioria atinge n\u00edveis de organiza\u00e7\u00e3o      superiores a tecidos, tais como \u00f3rg\u00e3os e sistemas. <\/p>\n   \n<p><strong>\u00c9 poss\u00edvel, assim, distinguir dois grandes grupos: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>1<strong>. Parazoa (parazo\u00e1rio; par\u00e1 = ao lado, zoa = animal):<\/strong>        Representado pelos por\u00edfera (esponjas), no qual n\u00e3o h\u00e1 forma\u00e7\u00e3o de tecidos        verdadeiros<strong><br \/>\n       2. Eumetazoa (eumetazo\u00e1rio; eu = verdadeiro, metazo\u00e1rio = animal): <\/strong>Representado        por todos os outros animais que possuem tecidos diferenciados.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Dentre os Eumetazoa distinguem-se dois outros grupos:<\/strong> o      dos organismos que n\u00e3o passam do n\u00edvel de organiza\u00e7\u00e3o superior a tecidos,      do qual fazem parte os cnid\u00e1rios, e o dos organismos que j\u00e1 apresentam os      \u00f3rg\u00e3os reunidos em sistemas definidos, compreendendo a maioria dos Eumetazoa.    <\/p>\n   \n<p>O ramo da biologia que estuda os animais \u00e9 denominado Zoologia e \u00e9 muito      comum se falar em animais invertebrados e vertebrados. Os invertebrados s\u00e3o      todos os animais que n\u00e3o possuem v\u00e9rtebras e, conseq\u00fcentemente, coluna vertebral.      A maior parte dos animais \u00e9 formada pelos invertebrados, caso das esponjas,      medusas, plan\u00e1rias, vermes, minhocas, insetos, siris, estrelas-do-mar e outros.      No entanto, o termo invertebrado n\u00e3o tem nenhum valor taxon\u00f4mico e n\u00e3o corresponde      a grupos como filo, classe, ordem ou outros; \u00e9 simplesmente um termo vulgar      aplicado a todos esses animais.<\/p>\n   \n<h4>Os invertebrados<\/h4>\n   \n<table width=\"90%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\"><strong>Filo\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\"><strong>Classes\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\"><strong>Representantes\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\"><strong>Caracter\u00edsticas\u00a0<\/strong><\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>1. Por\u00edferos\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Calc\u00e1rios\u00a0 \n<p>Hexactin\u00e9lidas\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Demosp\u00f4ngias\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Esponjas calc\u00e1rias\u00a0 \n<p>Esponjas de vidro\u00a0          <\/p>\n         \n<p>Esponjas de banho\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Aqu\u00e1ticos\u00a0 \n<p>Apresentam pontos na parede do corpo.            Embora pluricelulares, n\u00e3o formam tecidos\u00a0<\/p>\n<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>2. Celenterados\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Hidrozo\u00e1rios\u00a0 \n<p>Cifozo\u00e1rios\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Astozo\u00e1rios\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Hidra e ob\u00e9lia\u00a0 \n<p>\u00c1guas-vivas\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Corais e an\u00eamonas\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Aqu\u00e1ticos, formam tecidos, mas n\u00e3o formam \u00f3rg\u00e3os.\u00a0          \n<p>Possuem cnidoblastos\u00a0<\/p>\n<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>3. Platelmintos\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Turbel\u00e1rios\u00a0 \n<p>Tremat\u00f3deos\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Cest\u00f3ides\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Plan\u00e1ria\u00a0 \n<p>Esquistossomo\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Cest\u00f3ideo\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vermes de corpo achatado dorsoventralmente. De vida          livre e parasitas\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>4. Nematoda\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Nemat\u00f3deos\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Lombriga, ancil\u00f3stomo\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vermes de corpo cil\u00edndrico. De vida livre e parasitas\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>5. Anel\u00eddeos\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Oligoquetos\u00a0 \n<p>Poliquetos\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Hirud\u00edneos\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Minhocas\u00a0 \n<p>Nereis\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Sanguessugas\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vermes anelados. Vida livre em solos \u00famidos, \u00e1gua doce          ou salgada.\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>6. Artr\u00f3podos\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Insetos\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Moscas, barbeiros, borboletas\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Corpo com cabe\u00e7a, t\u00f3rax e abd\u00f4men. Um par de antenas          e tr\u00eas pares de patas.\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Crust\u00e1ceos\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Camar\u00f5es, siris, caranguejos\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Corpo com cefalot\u00f3rax e abd\u00f4men. Dois pares de antenas          e v\u00e1rios pares de patas. Maioria marinho\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Aracn\u00eddeos\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Aranhas, escorpi\u00f5es e carrapatos\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Corpo com cefalot\u00f3rax e abd\u00f4men. N\u00e3o possuem antenas.          Quatro pares de patas\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Quil\u00f3podos\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Centop\u00e9ias e lacraias\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Anelados, um par de patas por anel e com um par de antenas.\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Dipl\u00f3podos\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Piolho-de-cobra\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Anelados, com dois pares de patas por anel\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>7. Moluscos\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Gastr\u00f3podos\u00a0 \n<p>Pelec\u00edpodos\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Cefal\u00f3podos\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Caramujos\u00a0 \n<p>Ostras e mariscos\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Lulas e polvos\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Animais de corpo mole, geralmente com concha calc\u00e1ria.          Marinhos, de \u00e1gua doce e terrestre.\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"117\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>8. Equinodermos\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"93\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Aster\u00f3ides\u00a0 \n<p>Ofiur\u00f3ides\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Equin\u00f3ides\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Holotur\u00f3ides\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Crin\u00f3ides\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"109\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Estrelas-do-mar\u00a0 \n<p>Ofi\u00faro\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Ouri\u00e7o-do-mar\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Pepino-do-mar\u00a0 <\/p>\n         \n<p>L\u00edrio-do-mar\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"128\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Exclusivamente marinhos. Espinhos na superf\u00edcie do corpo.          Esqueleto interno formado por placas calc\u00e1ria<\/td>\n     <\/tr>\n<\/table>\n<h4>Os vertebrados<\/h4>\n   \n<table width=\"90%\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"90\"><strong>Subfilo\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\"><strong>Classes\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"180\"><strong>Representantes\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"227\"><strong>Caracter\u00edsticas\u00a0<\/strong><\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"90\" bgcolor=\"#FFFFFF\"><strong>Vertebrados\u00a0<\/strong><\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Peixes cartilaginosos\u00a0 <br \/>\n \u00a0 \u00a0 \n<p>Peixes            \u00f3sseos\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"180\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Tubar\u00e3o, ca\u00e7\u00e3o, raia, quimera.\u00a0 \n<p>\u00a0 <\/p>\n         \n<p>Cavalo-marinho, bagre, dourado, cavalinha.\u00a0<\/p>\n<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"227\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Esqueleto cartilaginoso. Pecilot\u00e9rmicos. Marinhos e          dulc\u00edculas\u00a0 \n<p>\u00a0<\/p>\n         \n<p>Esqueleto \u00f3sseo. Pecilot\u00e9rmicos. Marinhos e dulc\u00edculas.\u00a0<\/p>\n<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"90\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Anf\u00edbios\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"180\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Sapos, r\u00e3s, pererecas.\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"227\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Na fase larval s\u00e3o aqu\u00e1ticos e, quando adultos, terrestres.          Pecilot\u00e9rmicos.\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"90\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\" bgcolor=\"#FFFFFF\">R\u00e9pteis\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"180\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Cobra, jacar\u00e9, tartaruga.\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"227\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Andar rastejante. Pecilot\u00e9rmicos. Escamas ou placas          c\u00f3rneas, adaptados ao ambiente terrestre.\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"90\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Aves\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"180\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Ema, ping\u00fcim, tuiui\u00fa, can\u00e1rio.\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"227\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Capazes de voar. D\u00edpedes. Homeotermos. Possuem bicos          e penas.\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"90\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"113\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Mam\u00edferos\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"180\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Baleia, golfinho, morcego, homem, cachorro, vaca.\u00a0<\/td>\n       \n<td align=\"center\" valign=\"top\" width=\"227\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Tetr\u00e1podos. Possuem p\u00ealos e gl\u00e2ndulas mam\u00e1rias. Homeotermos.\u00a0<\/td>\n     <\/tr>\n<\/table>\n<p>Os <strong>vertebrados<\/strong> correspondem a todos os demais animais que      possuem v\u00e9rtebras, caso dos peixes, anf\u00edbios, r\u00e9pteis, aves e mam\u00edferos. Os      vertebrados correspondem a um subfilo dentro do filo dos cordados. Dentre      os cordados, existem animais invertebrados, como \u00e9 o caso do anfioxo, que      vive enterrado na areia, no ambiente marinho.<\/p>\n   \n<h4>Os vermes<\/h4>\n   \n<p>O <strong>filo Platyhelminthes<\/strong> (platelmintos) re\u00fane animais com      corpo achatado (da\u00ed o nome platy = chato, helminthes = verme, ou seja, verme      chato). No entanto, o termo verme \u00e9 aplicado vulgarmente para qualquer animal      de corpo alongado e de pouca espessura, por isso, n\u00e3o tem nenhum valor taxon\u00f4mico      real.<\/p>\n   \n<p>Os<strong> platelmintos<\/strong> incluem animais de vida livre, como as plan\u00e1rias,      que ocorrem em \u00e1gua doce, solos \u00famidos e mesmo no mar, e animais parasitas      do homem. <\/p>\n   \n<p>Dentre todas as classes e indiv\u00edduos que pertencem ao filo dos platelmintos,      ser\u00e3o abordados apenas os que parasitam o corpo humano.<\/p>\n   \n<p>A Fasciola hep\u00e1tica \u00e9 um endoparasita de carneiro, podendo, entretanto, parasitar      o homem, afetando-lhe o f\u00edgado. No ciclo de vida desse parasita existe um      hospedeiro intermedi\u00e1rio que \u00e9 um caramujo. <\/p>\n   \n<p>O Schistosoma mansoni provoca no homem a esquistossomose ou barriga-d\u0092\u00e1gua,      infelizmente, muito comum no Brasil. Este verme parasita as veias do intestino,      afetando tamb\u00e9m o f\u00edgado e as vias urin\u00e1rias. O ciclo de vida do Schistosoma      mansoni \u00e9 mostrado na , onde as dimens\u00f5es dos ovos, das larvas e do caramujo      n\u00e3o est\u00e3o em escala correta, s\u00e3o apenas ilustrativos.<\/p>\n   \n<p>A <strong>esquistossomose \u00e9<\/strong> adquirida pelo homem quando as larvas      do verme, chamadas cercarias, penetram no organismo atrav\u00e9s da pele. Essas      larvas s\u00e3o encontradas principalmente em \u00e1guas paradas. Por isso, a contamina\u00e7\u00e3o      se d\u00e1 com freq\u00fc\u00eancia por meio de banhos em lagoas infestadas. Nos doentes      com esquistossomose h\u00e1 aumento no tamanho do f\u00edgado (hepatomegalia) e do ba\u00e7o      (esplenomegalia) e aumento no volume abdominal (ascite). A profilaxia dessa      doen\u00e7a pode ser feita tratando-se os esgotos, evitando-se o contato com \u00e1guas      infestadas e tentando-se eliminar caramujos transmissores.<\/p>\n   \n<p>O hospedeiro definitivo de um parasita \u00e9 aquele no qual ocorre a forma\u00e7\u00e3o      de ovos, ou seja, a reprodu\u00e7\u00e3o sexuada. No caso do Schistosoma mansoni, o      hospedeiro definitivo \u00e9 o homem. No hospedeiro intermedi\u00e1rio (caracol do g\u00eanero      Biomphalaria) n\u00e3o h\u00e1 reprodu\u00e7\u00e3o sexuada. <\/p>\n   \n<p>A Taenia solium \u00e9 um verme hermafrodita com 3 a 9 m de comprimento em sua      fase de vida adulta (Figura 5.13-a). Na cabe\u00e7a observa-se uma coroa de ganchos      usada pelo parasita para fixar-se \u00e0 parede intestinal do animal hospedeiro      e dela retirar alimentos.<\/p>\n   \n<p>A ten\u00edase \u00e9 adquirida pela ingest\u00e3o de carne de porco contaminada por cisticercos      (t\u00eanias no estado larval). Estes chegam ao intestino humano e se instalam,      dando origem ao verme adulto, geralmente \u00fanico (da\u00ed o nome solit\u00e1ria). Formadas      as proglotes gr\u00e1vidas, elas terminam por se desprender do corpo do verme e      s\u00e3o eliminadas junto com as fezes. No meio externo as proglotes se abrem e      libertam os ovos. Estes podem ser ingeridos por porcos e, ao chegarem no intestino      deste animal, abrem-se e d\u00e3o origem a embri\u00f5es. Os embri\u00f5es atravessam a parede      intestinal do animal e atingem sua musculatura, onde se instalam e adquirem      a forma de cisticercos. Na \u00e9 apresentado um esquema do ciclo da Taenia solium.<\/p>\n   \n<p>A <strong>Taenia saginata<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 hermafrodita. Pode atingir at\u00e9      12 m de comprimento. N\u00e3o possui a coroa de ganchos na cabe\u00e7a e se fixa apenas      pelas ventosas. <\/p>\n   \n<p>Seu ciclo \u00e9 semelhante ao da Taenia solium, por\u00e9m seus cisticercos se formam      na carne de boi, e n\u00e3o na do porco. O homem adquire a verminose ingerindo      a carne su\u00edna ou bovina contaminada. Os sintomas da ten\u00edase s\u00e3o dores abdominais,      altera\u00e7\u00f5es no apetite, diarr\u00e9ias ocasionadas e nervosismo. A profilaxia da      ten\u00edase \u00e9 feita evitando-se a ingest\u00e3o de carnes de porco e boi infestadas      por cisticercos ou comendo-se apenas carne bem passada. <\/p>\n   \n<p>O homem tamb\u00e9m pode ser hospedeiro intermedi\u00e1rio da Taenia solium, se ingerir      os ovos desse verme. <\/p>\n   \n<p><strong>Quando isso acontece, repete-se no organismo humano aquilo que ocorre      no porco:<\/strong> os ovos formam embri\u00f5es que atravessam a parede intestinal      e atingem \u00f3rg\u00e3os como o globo ocular, os pulm\u00f5es e o c\u00e9rebro. Nesses \u00f3rg\u00e3os      formam-se os cisticercos, caracterizando-se a doen\u00e7a conhecida por cisticercose,      doen\u00e7a grave, de cura dif\u00edcil e, em alguns casos, fatal. <\/p>\n   \n<p>Os sintomas e a gravidade dessa doen\u00e7a dependem da localiza\u00e7\u00e3o dos cisticercos.<\/p>\n   \n<p>As piores conseq\u00fc\u00eancias adv\u00eam da localiza\u00e7\u00e3o das larvas no c\u00e9rebro, que resulta      em convuls\u00f5es, dores de cabe\u00e7a, altera\u00e7\u00f5es no psiquismo, v\u00f4mitos e at\u00e9 a morte.      Conv\u00e9m lembrar que a cisticercose no homem, que \u00e9 t\u00e3o grave, \u00e9, em contrapartida,      relativamente rara.<\/p>\n   \n<p>O <strong>Ascaris lumbricoides<\/strong>, popularmente conhecido como lombriga,      \u00e9 um verme parasita cujo ciclo de vida se completa em apenas um hospedeiro.      Vive no intestino dos porcos e homens, onde se nutre de alimentos j\u00e1 digeridos,      e provoca a doen\u00e7a denominada ascarid\u00edase. A lombriga adulta chega a medir      49 com de comprimento. O homem adquire a ascarid\u00edase ao ingerir ovos de lombriga      em verduras mal lavadas e \u00e1gua contaminada. Ao atingirem o intestino, esses      ovos liberam uma larva, que perfura a parede intestinal e atinge a circula\u00e7\u00e3o      sangu\u00ednea. Atrav\u00e9s da circula\u00e7\u00e3o, as larvas atingem o f\u00edgado, o cora\u00e7\u00e3o e      os pulm\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>Nos pulm\u00f5es, podem perfurar a parede dos alv\u00e9olos e subir pelos br\u00f4nquios      at\u00e9 atingir a faringe. S\u00e3o novamente deglutidas e, ao atingirem o intestino,      d\u00e3o origem ao verme adulto. Possuem sexos separados e reproduzem-se por fecunda\u00e7\u00e3o      cruzada, sendo que os numerosos ovos formados s\u00e3o eliminados com as fezes.      Caindo em local inadequado, podem contaminar os alimentos e a \u00e1gua que, ingeridos      pelo homem, determinar\u00e3o o in\u00edcio de um novo ciclo de vida do Ascaris lumbricoides,      cujo ciclo pode ser melhor compreendido pelo esquema mostrado na . A profilaxia      dessa parasitose pode ser feita atrav\u00e9s do tratamento da \u00e1gua e dos esgotos      e pelo cuidado com verduras cruas, que devem ser sempre bem lavadas antes      da ingest\u00e3o. Deve-se tamb\u00e9m impedir que hortas sejam adubadas com fezes humanas.<\/p>\n   \n<p>No ciclo de vida do Ancylostoma duodenale tamb\u00e9m n\u00e3o existe um hospedeiro      intermedi\u00e1rio. O ciclo se completa em apenas um hospedeiro \u0096 o homem      \u0096 do mesmo modo que o ciclo do Ascaris lumbricoides. O Ancylostoma duodenade      e outra esp\u00e9cie semelhante a ele denominada Necator americorif\u00edcio retal s\u00e3o      parasitas do intestino humano, causando a doen\u00e7a chamada ancilostomose, ancilostam\u00edase,      necator\u00edase ou ainda, amarel\u00e3o; s\u00e3o animais que possuem ao redor da boca l\u00e2minas      cortantes que provocam les\u00f5es na parede do intestino humano. A pessoa infectada      perde sangue atrav\u00e9s dessas les\u00f5es, tornando-se an\u00eamica e de aspecto amarelado,      de onde vem o nome de amarel\u00e3o. Al\u00e9m de anemia, essa parasitose provoca diarr\u00e9ia,      \u00falceras intestinais e geofagia (desejo de comer terra).<\/p>\n   \n<p>O<strong> Ancylostoma duodenale<\/strong> reproduz-se sexuadamente no intestino,      e os ovos formados s\u00e3o liberados juntamente com as fezes. Caindo em local      inadequado, podem contaminar o solo, onde d\u00e3o origem a larvas. A contamina\u00e7\u00e3o      pode ocorrer atrav\u00e9s da ingest\u00e3o dos ovos dos vermes ou se um homem estiver      andando descal\u00e7o por locais contaminados, as larvas penetrar\u00e3o na sua pele,      cair\u00e3o na circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea e ser\u00e3o conduzidas at\u00e9 o intestino, onde se      transformar\u00e3o em vermes adultos, reiniciando o ciclo (Figura 5.16). O animal      adulto mede cerca de 15 mm de comprimento. A profilaxia dessa doen\u00e7a pode      ser feita atrav\u00e9s do tratamento de esgotos, evitando que fezes humanas sejam      depositadas de modo que possam resultar em contamina\u00e7\u00e3o do solo por ovos dos      vermes; uso de cal\u00e7ados e evitar a contamina\u00e7\u00e3o de alimentos e \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>O <strong>Ancylostoma braziliensis <\/strong>\u00e9 um parasita intestinal de c\u00e3es      e gatos. Os vermes adultos alojam-se no intestino destes animais, reproduzindo-se      sexuadamente e os ovos formados s\u00e3o eliminados juntamente com as fezes. No      solo, eclodem dos ovos as larvas, que podem penetrar ativamente na pelo de      c\u00e3es e gatos e entrar na corrente sangu\u00ednea at\u00e9 atingir o intestino desses      animais, onde d\u00e3o origem aos adultos reiniciando o ciclo. As larvas de Ancylostoma      braziliensis, no entanto, podem penetrar ocasionalmente na pelo do homem,      dando origem a uma parasitose conhecida como bicho-geogr\u00e1fico. Como o homem      n\u00e3o \u00e9 o hospedeiro normal desse parasita, as larvas ficam se \u0093deslocando\u0094      pela pele irritando-a e deixando sobre ela linhas avermelhadas. No homem,      as larvas n\u00e3o se transformam em adultos, ficando restritas a pele. A profilaxia      dessa doen\u00e7a pode ser feita tratando-se os c\u00e3es e gatos parasitados e evitando-se      deix\u00e1-los sobre tanques de areia ou de terra onde as crian\u00e7as brincam e os      adultos entram em contato.<\/p>\n   \n<p>A Wuchereria bancrofti, tamb\u00e9m denominada vulgarmente filaria, causa o homem      a helefant\u00edase, ou filariose. O nome dado a essa doen\u00e7a \u00e9 devido ao grande      aumento do volume dos membros, principalmente nas pernas da pessoa afetada.      No ciclo de vida desse parasita, o hospedeiro intermedi\u00e1rio \u00e9 o mosquito do      g\u00eanero Culex, que, ao picar uma pessoa, transmite larvas da filaria. Estas      d\u00e3o origem ao verme adulto, que mede cerca de 10 mm de comprimento e que se      localiza nos vasos linf\u00e1ticos, obstruindo a circula\u00e7\u00e3o da linfa. Como a circula\u00e7\u00e3o      linf\u00e1tica tem por fun\u00e7\u00e3o retirar o excesso de l\u00edquidos dos tecidos, sua obstru\u00e7\u00e3o      resulta em incha\u00e7o local (Figura 5.17). A profilaxia dessa doen\u00e7a pode ser      feita atrav\u00e9s do combate ao inseto vetor e do isolamento de tratamento das      pessoas doentes. Essa parasitose \u00e9 comum na regi\u00e3o amaz\u00f4nica e no Nordeste      brasileiro.<\/p>\n   \n<p>A esp\u00e9cie <strong>Enterobius vermicularis<\/strong>, conhecida durante muito      tempo com o nome de Oxyurus vermicularis, \u00e9 um parasita intestinal humano      que causa a enterobiose ou oxiurose. Essa parasitose \u00e9 mais comum em crian\u00e7as      e caracteriza-se por n\u00e1useas, v\u00f4mitos, dores abdominais e um intenso prurido      retal. O prurido decorre da migra\u00e7\u00e3o de f\u00eameas do parasita repletas de ovos,      para a regi\u00e3o retal, provocando irrita\u00e7\u00e3o no local. Quando o indiv\u00edduo parasitado      co\u00e7a a regi\u00e3o retal e leva os dedos contaminados \u00e0 boca, ele pode ingerir      os ovos que ao chegarem ao duodeno, liberam as larvas. Estas migram para as      por\u00e7\u00f5es terminais do intestino delgado, sofrem metamorfose, dando origem aos      adultos, que copulam, reiniciando o ciclo. Este parasita tamb\u00e9m completa seu      ciclo de vida em um \u00fanico hospedeiro.<\/p>\n   \n<p>A via de transmiss\u00e3o do Enterobius por auto-infesta\u00e7\u00e3o \u00e9 muito comum em crian\u00e7as      e rara nos adultos. Outra via de transmiss\u00e3o \u00e9 mediante a contamina\u00e7\u00e3o de      alimentos pelas m\u00e3os. Medidas higi\u00eanicas s\u00e3o, portanto, fundamentais na profilaxia      dessa doen\u00e7a.<\/p>\n   \n<h4>Os Moluscos<\/h4>\n   \n<p>O filo Mollusca (moluscos) possui representantes no ambiente marinho, na      \u00e1gua doce e no ambiente terrestre. O nome dado ao filo refere-se ao fato de      esses animais possu\u00edrem o corpo mole (mollis = mole). S\u00e3o exemplos de moluscos      as ostras, os carac\u00f3is, as lesmas, as lulas e os polvos.<\/p>\n   \n<p>Muitos moluscos secretam uma estrutura calc\u00e1ria denominada concha, que, na      maioria dos casos, representa um exoesqueleto calc\u00e1rio abrigando e protegendo      o corpo mole do animal. Os carac\u00f3is e as ostras s\u00e3o exemplos de moluscos com      concha externa. Entretanto, nem todos os moluscos a possuem. A lula, por exemplo,      apresenta uma concha interna reduzida, enquanto a lesma e o polvo n\u00e3o t\u00eam      concha alguma.<\/p>\n   \n<p>Alguns moluscos s\u00e3o muito apreciados como alimento pelo homem. \u00c9 o caso das      ostras (Crassostrea rhyzophorae) e dos mexilh\u00f5es (Perna perna), ambos intensamente      comercializados no litoral brasileiro. Essas esp\u00e9cies s\u00e3o inclusive cultivadas      para consumo humano. Al\u00e9m destes, tamb\u00e9m s\u00e3o consumidos polvos e lulas.<\/p>\n   \n<h4>Os Anel\u00eddeos e os Artr\u00f3podes<\/h4>\n   \n<p>Os exemplos mais conhecidos do filo Annelida (anel\u00eddeos) s\u00e3o as minhocas      e as sanguessugas, enquanto que, do filo Arthropoda (artr\u00f3podes) os representantes      mais conhecidos s\u00e3o os insetos em geral, os crust\u00e1ceos (lagosta, camar\u00e3o,      caranguejo, siri, etc.) e os aracn\u00eddeos (aranhas, escorpi\u00f5es, \u00e1caros, carrapatos,      etc.). <\/p>\n   \n<p>Destes, para a \u00e1rea de alimentos, os que despertam algum interesse s\u00e3o os      crust\u00e1ceos, devido a sua ampla utiliza\u00e7\u00e3o na alimenta\u00e7\u00e3o, principalmente dos      ribeirinhos.<\/p>\n   \n<h4>Os Cordados<\/h4>\n   \n<p><strong>O filo Chordata (cordados) re\u00fane animais que possuem em comum as      seguintes caracter\u00edsticas exclusivas:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1) Notocorda: <\/strong>Estrutura de sustenta\u00e7\u00e3o que corresponde        a um bastonete maci\u00e7o, flex\u00edvel, situado na linha mediana dorsal do corpo.        Ocorre em todos os cordados, pelo menos na fase embrion\u00e1ria. Em muitas esp\u00e9cies        a notocorda desaparece durante o desenvolvimento embrion\u00e1rio e n\u00e3o ocorre        nos adultos. <strong><br \/>\n       2) Fendas branquiais na faringe:<\/strong> Estruturas que ocorrem pelo menos        na fase embrion\u00e1ria. Em algumas esp\u00e9cies, as fendas branquiais (ou fendas        faringeanas) persistem nos adultos; em outras, desaparecem durante o desenvolvimento        embrion\u00e1rio<strong><br \/>\n       3) Sistema nervoso dorsal: <\/strong>O sistema nervoso origina-se de invagina\u00e7\u00e3o        da ectoderme dorsal do embri\u00e3o. Nos animais n\u00e3o-cordados, o sistema nervoso        \u00e9 ventral ou difuso.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Os cordados podem ser divididos em dois grupos, com base na aus\u00eancia      ou presen\u00e7a de v\u00e9rtebras: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Protochordata (protocordados):<\/strong> n\u00e3o possuem v\u00e9rtebras.        A \u00fanica estrutura de sustenta\u00e7\u00e3o \u00e9 a notocorda, que pode estar ausente nos        adultos. <strong>Vertebrata (vertebrados)<\/strong> que possuem v\u00e9rtebras.        A notocorda desaparece durante o desenvolvimento embrion\u00e1rio, sendo substitu\u00edda        pela coluna vertebral. No entanto, \u00e9 importante ressaltar que n\u00e3o \u00e9 a notocorda        que d\u00e1 origem \u00e0 coluna vertebral. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Outra poss\u00edvel divis\u00e3o dos cordados baseia-se na aus\u00eancia ou presen\u00e7a      de cr\u00e2nio:<\/strong> <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Acrania:<\/strong> n\u00e3o possui cr\u00e2nio (s\u00e3o todos protocordados) e        <strong><br \/>\n       Craniota:<\/strong> possuem cr\u00e2nio (s\u00e3o todos vertebrados).<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Entre os vertebrados, \u00e9 poss\u00edvel agrupar os animais com base nas      seguintes caracter\u00edsticas:<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>1) Quanto \u00e0s estruturas respirat\u00f3rias e locomotoras<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>a) Pisces ( peixes ): <\/strong>Vertebrados aqu\u00e1ticos com respira\u00e7\u00e3o        por br\u00e2nquias durante toda a sua vida e possuidores de nadadeiras como estruturas        que, embora participem da locomo\u00e7\u00e3o, t\u00eam por fun\u00e7\u00e3o b\u00e1sica a manuten\u00e7\u00e3o        do equil\u00edbrio do animal na \u00e1gua. N\u00e3o possuem patas<strong><br \/>\n       b) Tetrapoda ( tetr\u00e1podes ): <\/strong>Vertebrados terrestres com quatro        patas, respira\u00e7\u00e3o por pulm\u00f5es durante toda a vida, ou apenas na fase adulta.        Os anf\u00edbios s\u00e3o tetr\u00e1podes, e muitas de suas esp\u00e9cies possuem larvas aqu\u00e1ticas        com respira\u00e7\u00e3o branquial; os adultos, entretanto, s\u00e3o terrestres e respiram        por pulm\u00f5es<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>2) Quanto \u00e0 exist\u00eancia de mand\u00edbulas<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>a) Agnatha (agnatos): <\/strong>N\u00e3o possuem mand\u00edbula (a = sem,        gnato = mand\u00edbula). Os agnatos s\u00e3o tamb\u00e9m denominados Cyclostomata (ciclostomados),        possuem a boca arredondada<strong><br \/>\n       b) Gnathostomata (gnatost\u00f4mitos ou gnatost\u00f4matas): <\/strong>Possuem mand\u00edbula        (gnato = mand\u00edbula, stoma = boca);<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>3) Quanto \u00e0 presen\u00e7a de \u00e2mnio<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Anexo embrion\u00e1rio que delimita uma cavidade cheia de l\u00edquido (cavidade      amni\u00f3tica) onde o embri\u00e3o se desenvolve:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>a) Anamniota (anamniotas): <\/strong>Vertebrados que n\u00e3o possuem        \u00e2mnio. S\u00e3o os peixes e os anf\u00edbios<strong><br \/>\n       b) Amniota: <\/strong>Vertebrados que possuem \u00e2mnio. Essa estrutura \u00e9 uma        das respons\u00e1veis pelo surgimento e sucesso dos vertebrados tipicamente terrestres,        que n\u00e3o necessitam da \u00e1gua para a reprodu\u00e7\u00e3o. Ela come\u00e7ou a surgir a partir        dos r\u00e9pteis, ocorrendo nas aves e nos mam\u00edferos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n   \n<p>MARCONDES, Ayrton. Biologia. Volume \u00fanico. S\u00e3o Paulo: Editora      Atual, 1998.<br \/>\n     LOPES, S\u00f4nia. Bio. Volume 2. 1\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Editora Saraiva, 1997<\/p>\n   \n<p>Fonte:  docentes.anchieta.br<\/p>\n   \n<h6>Reino Animalia<\/h6>\n   \n<p>J\u00e1 foram identificadas e descritas mais de 2 milh\u00f5es de esp\u00e9cies <strong>animais<\/strong>,      mas considera-se que ainda muitas permane\u00e7am por descobrir, principalmente      de invertebrados, tanto terrestres como marinhos. Este fato torna os animais      os seres vivos mais diversificados do planeta.<\/p>\n   \n<p>Para a maioria das pessoas, os animais mais familiares s\u00e3o vertebrados mas      estes apenas correspondem a 3-5% dos animais, n\u00e3o sendo de todo representativos      do reino animal. Os vertebrados relacionam-se todos entre si e partilham um      ancestral comum relativamente pr\u00f3ximo, o inverso do que acontece com os invertebrados,      a grande maioria dos animais. Estes \u00faltimos t\u00eam muito pouco em comum al\u00e9m      da falta de coluna vertebral. A sua maioria tem dimens\u00f5es reduzidas (interessante      excep\u00e7\u00e3o \u00e9 a lula gigante, que pode atingir 16 metros de comprimento) e habita      locais pouco acess\u00edveis, aumentando o nosso desconhecimento sobre a sua biologia.    <\/p>\n   \n<p>Esta enorme diversidade est\u00e1 distribu\u00edda por 35 filos, na sua maioria marinhos,      demasiado para que se possa fazer uma abordagem mais aprofundada deste reino,      pelo que apenas ser\u00e3o referidos os mais representativos e familiares, numa      perspectiva evolutiva, pela ordem em que ter\u00e3o surgido na hist\u00f3ria da Vida.    <\/p>\n   \n<p>Atualmente os animais podem ser encontrados em todos os habitats do planeta,      mas pensa-se que ter\u00e3o evolu\u00eddo nos mares do Pr\u00e9-C\u00e2mbrico, a partir de protozo\u00e1rios      flagelados, excepto as esponjas, cuja simplicidade extrema parece indicar      origem separada. <\/p>\n   \n<p><strong>A evolu\u00e7\u00e3o desse protista ancestral dever\u00e1 ter seguido dois rumos:      <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Radiata:<\/strong> Em meio aqu\u00e1tico e por adapta\u00e7\u00e3o a um estilo        de vida fixo, com o surgimento de uma boca rodeada de tent\u00e1culos em comunica\u00e7\u00e3o        com uma cavidade digestiva, ter\u00e1 surgido um tipo de ser com simetria radiada;        <strong><br \/>\n       Bilateria:<\/strong> Por adapta\u00e7\u00e3o \u00e1 vida rastejante e \u00e1 locomo\u00e7\u00e3o, sofreu        achatamento dorso-ventral, adquirindo simetria bilateral. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Muitos dos filos atuais permanecem nos oceanos, dado que o meio terrestre      \u00e9 extremamente desafiador. Apenas alguns grupos, nomeadamente artr\u00f3podes e      vertebrados, que apresentam adapta\u00e7\u00f5es muito espec\u00edficas, tiveram sucesso      em meio terrestre. <\/p>\n   \n<p>A evolu\u00e7\u00e3o dos animais foi fortemente influenciada pela sua estrat\u00e9gia alimentar,      tendo-se desenvolvido estruturas especializadas em localizar e capturar alimento,      bem como um sistema nervoso para coordenar essa e outras atividades. Os animais      s\u00e3o muito complexos e reativos quando comparados com outros seres vivos. <\/p>\n   \n<p>Mesmo os animais mais simples reagem rapidamente \u00e1s mudan\u00e7as em seu redor.      Os animais com sistemas nervosos mais desenvolvidos v\u00e3o mais longe e aprendem      atrav\u00e9s da experi\u00eancia, algo \u00fanico deste reino. <\/p>\n   \n<p>Houve, igualmente, um grande aumento da complexidade corporal, surgindo \u00f3rg\u00e3os      e sistemas especializados na digest\u00e3o, respira\u00e7\u00e3o, excre\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o,      entre outros.<\/p>\n   \n<p>A presen\u00e7a e estrutura destes \u00f3rg\u00e3os e sistemas nos diferentes grupos animais      varia, constituindo o principal crit\u00e9rio de classifica\u00e7\u00e3o do reino. <\/p>\n   \n<h4>Caracteriza\u00e7\u00e3o segundo os crit\u00e9rios de Whittaker<\/h4>\n   \n<p><strong>De modo geral, pode-se considerar caracter\u00edsticas t\u00edpicas de animais:      <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Eucariontes multicelulares<br \/>\n       C\u00e9lulas sem parede celular, plast\u00eddeos e pigmentos<br \/>\n       Heterotr\u00f3ficos que se alimentam por ingest\u00e3o e realizam digest\u00e3o intracorporal        (intracelular ou extracelular, geralmente em cavidades especializadas)<br \/>\n       Diferencia\u00e7\u00e3o celular e, na sua maioria, tecidular<br \/>\n       Com capacidade locomotora, pelo menos em parte do seu ciclo de vida<br \/>\n       Geralmente com sistema nervoso, que capta informa\u00e7\u00f5es do meio e coordena        a resposta do organismo, que reage rapidamente a est\u00edmulos<br \/>\n       Reprodu\u00e7\u00e3o sexuada na sua grande maioria, com meiose pr\u00e9-gam\u00e9tica e em que        o g\u00e2meta feminino \u0096 \u00f3vulo \u0096 \u00e9 geralmente im\u00f3vel e o g\u00e2meta masculino        \u0096 espermatoz\u00f3ide \u0096 \u00e9 pequeno e flagelado. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Assim, o modelo de classifica\u00e7\u00e3o foi evoluindo de modo que, atualmente,      a classifica\u00e7\u00e3o em cinco reinos de Whittaker (1979) \u00e9 a mais aceite. <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1. H\u00e1 400 milh\u00f5es de anos<\/strong> as plantas come\u00e7aram a colonizar        as terras emersas<strong><br \/>\n       2. H\u00e1 570 milh\u00f5es de anos<\/strong> os fungos evolu\u00edram, provavelmente a        partir de plantas primitivas<strong><br \/>\n       3. H\u00e1 670 milh\u00f5es de anos<\/strong>, protistas hetrotr\u00f3ficos originaram os        primeiros animais<strong><br \/>\n       4. H\u00e1 1500 milh\u00f5es de anos<\/strong> surgiram os primeiros protistas, eucariontes        unicelulares<strong><br \/>\n       5. H\u00e1 3800 milh\u00f5es de anos<\/strong> surgiram os primeiros organismos vivos        da Terra, os procariontes (bact\u00e9rias).<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Outros crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o dos animais<\/h4>\n   \n<p>Al\u00e9m dos crit\u00e9rios gerais j\u00e1 referidos, certos aspectos apenas apresentam      valor sistem\u00e1tico para determinado organismo. <\/p>\n   \n<p><strong>\u00c9 o caso de alguns dos crit\u00e9rios seguintes, apenas aplic\u00e1veis a animais:<\/strong>      Crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o de animais .<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Estudos comportamentais: <\/strong>Estudos comportamentais \u0096        estes estudos t\u00eam-se revelado muito importantes na distin\u00e7\u00e3o de organismos        com grande proximidade de parentesco, o que pode n\u00e3o permitir a diverg\u00eancia        morfol\u00f3gica. \u00c9 o caso de algumas esp\u00e9cies de grilo, que apenas poder\u00e3o ser        diferenciadas atrav\u00e9s do comportamento de acasalamento pois as f\u00eameas apenas        reconhecem um dado canto, ou o caso de pirilampos, onde a diferencia\u00e7\u00e3o        foi atrav\u00e9s da frequ\u00eancia da luz emitida.<strong><br \/>\n       Esqueleto:<\/strong> A presen\u00e7a ou aus\u00eancia de esqueleto, bem como a sua        localiza\u00e7\u00e3o, interna ou externa, e a sua constitui\u00e7\u00e3o em mol\u00e9culas org\u00e2nicas        e minerais (cartilag\u00edneo ou \u00f3sseo), \u00e9 outro importante crit\u00e9rio de classifica\u00e7\u00e3o        em animais.,<strong><br \/>\n       Metameriza\u00e7\u00e3o \u0096<\/strong> quando o corpo de um animal se encontra dividido        em diversos segmentos, ou met\u00e2meros, ao longo do seu eixo antero-posterior,        diz-se segmentado ou metamerizado. A segmenta\u00e7\u00e3o pode envolver os \u00f3rg\u00e3os        internos, que se encontram repetidos ao longo do corpo, ou ser apenas externa,        como no caso humano. Noutros casos, v\u00e1rios segmentos ou met\u00e2meros podem        encontrar-se unidos, como nos insetos. Na maioria dos animais mais complexos,        a segmenta\u00e7\u00e3o apenas existe em partes do corpo (coluna vertebral dos mam\u00edferos,        por exemplo). A segmenta\u00e7\u00e3o parece estar relacionada com o aumento de tamanho        do corpo, exigindo um m\u00ednimo de informa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica.<strong><br \/>\n       Simetria dos animais \u00e9 geralmente radiada ou bilateral<\/strong>, sendo a        primeira caracter\u00edstica das formas mais simples, excepto no caso dos equinodermes        adultos. A evolu\u00e7\u00e3o para a simetria bilateral, por adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 locomo\u00e7\u00e3o,        foi acompanhada por uma cefaliza\u00e7\u00e3o, com concentra\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os dos sentidos        e de controlo na regi\u00e3o anterior do corpo.<\/p>\n     \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/rreino-1-1.jpg\" alt=\"Reino Animalia\" width=\"391\" height=\"140\" title=\"Reino Animalia\" \/><strong><br \/>\n       Tipos de simetria em animais <\/strong><\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Simetria dos animais \u00e9 geralmente radiada ou bilateral, sendo a primeira      caracter\u00edstica das formas mais simples, excepto no caso dos equinodermes adultos.      A evolu\u00e7\u00e3o para a simetria bilateral, por adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 locomo\u00e7\u00e3o, foi acompanhada      por uma encefaliza\u00e7\u00e3o, com concentra\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os dos sentidos e de controlo      na regi\u00e3o anterior do corpo. <\/p>\n   \n<p><strong>Simetria<\/strong><\/p>\n   \n<p>O desenvolvimento embrion\u00e1rio dos animais ser\u00e1 estudado posteriormente mas      s\u00e3o necess\u00e1rios alguns conceitos base para que se possa compreender a descri\u00e7\u00e3o      dos filos deste reino. <\/p>\n   \n<p>Na reprodu\u00e7\u00e3o sexuada, o zigoto sofre sucessivas mitoses, da\u00ed resultando      c\u00e9lulas que tomam posi\u00e7\u00f5es diferentes consoante o seu futuro na forma\u00e7\u00e3o de      tecidos e \u00f3rg\u00e3os. Este processo, longo e complexo, pode ser dividido em diferentes      est\u00e1dios. <\/p>\n   \n<p><strong>Desenvolvimento embrion\u00e1rio<\/strong><\/p>\n   \n<p>Com o aumento do n\u00famero de c\u00e9lulas, o embri\u00e3o torna-se uma estrutura com      duas camadas de c\u00e9lulas, designadas folhetos embrion\u00e1rios \u0096 embri\u00e3o did\u00e9rmico.    <\/p>\n   \n<p>Estes folhetos s\u00e3o a ectoderme (externa) e a endoderme (interna) e delimitam      uma cavidade interna \u0096 intestino primitivo ou arqu\u00eantero \u0096 que comunica      com o exterior por uma abertura \u0096 boca primitiva ou blast\u00f3poro. Os animais      que apresentam este tipo de embri\u00e3o, cujo desenvolvimento termina aqui, designam-se      dibl\u00e1sticos ou diplobl\u00e1sticos. <\/p>\n   \n<p><strong>A grande maioria dos animais continua o seu desenvolvimento embrion\u00e1rio      formando um embri\u00e3o trid\u00e9rmico, constitu\u00eddo por tr\u00eas folhetos embrion\u00e1rios:      <\/strong>ectoderme, mesoderme e endoderme. Esses animais designam-se triplobl\u00e1sticos.    <\/p>\n   \n<p><strong>Folhetos germinativos <\/strong><\/p>\n   \n<p>Um dos aspectos mais importantes na classifica\u00e7\u00e3o dos animais \u00e9 a exist\u00eancia      ou n\u00e3o de celoma. <\/p>\n   \n<p>O celoma \u00e9 definido como uma cavidade que no embri\u00e3o se encontra completamente      rodeada por mesoderme. Nesta cavidade ir\u00e3o, no adulto, ficar alojados os \u00f3rg\u00e3os      viscerais.<\/p>\n   \n<p>Em alguns animais a \u00fanica cavidade que se forma no embri\u00e3o \u00e9 o arqu\u00eantero,      pelo que s\u00e3o designados acelomados. <\/p>\n   \n<p>Quando se forma uma segunda cavidade, localizada entre a endoderme e a mesoderme,      esta cavidade passa a designar-se pseudoceloma e os animais que a possuem      pseudocelomados. <\/p>\n   \n<p>Na maioria dos animais forma-se, no entanto, um verdadeiro celoma, uma cavidade      totalmente delimitada pela mesoderme. Estes animais designam-se celomados.<\/p>\n   \n<p><strong>Celoma<\/strong><\/p>\n   \n<p>Forma\u00e7\u00e3o do celoma esquizoc\u00e9lico num animal protost\u00f3mio (acima) e do celoma      enteroc\u00e9lico num animal deuterost\u00f3mio (abaixo) <\/p>\n   \n<p><strong>Os animais celomados podem apresentar dois tipos de forma\u00e7\u00e3o do celoma:      <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Celoma esquizoc\u00e9lico: <\/strong>A <strong>mesoderme<\/strong> forma-se        a partir de duas c\u00e9lulas endod\u00e9rmicas localizadas junto ao blast\u00f3poro, que        v\u00e3o originar os folhetos parietal (externo) e visceral (interno) que envolvem        o celoma. Todos os animais com este tipo de desenvolvimento s\u00e3o protost\u00f3mios        (a boca definitiva forma-se diretamente a partir da boca embrion\u00e1ria ou        blast\u00f3poro. Al\u00e9m dos celomados esquizoc\u00e9licos s\u00e3o tamb\u00e9m protost\u00f3mios os        animais diplobl\u00e1sticos e os acelomados e pseudocelomados); <strong><br \/>\n       Celoma enteroc\u00e9lico: <\/strong>A <strong>mesoderme<\/strong> forma-se a partir        de duas evagina\u00e7\u00f5es da parede do arqu\u00eantero, ou seja da endoderme, que ao        se individualizar desta formam os mesmos dois folhetos. Todos os animais        com este tipo de desenvolvimento s\u00e3o deuterost\u00f3mios (a boca definitiva forma-se        secundariamente no lado oposto ao blast\u00f3poro, originando este o orif\u00edcio        retal). <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Estrutura animal<\/h4>\n   \n<p>Qualquer animal multicelular, vertebrado ou invertebrado, apresenta uma sucess\u00e3o      de patamares de organiza\u00e7\u00e3o, cada vez mais complexos e abrangentes.<\/p>\n   \n<p>As c\u00e9lulas diferenciam-se e agrupam-se em conjuntos morfol\u00f3gica e funcionalmente      semelhantes, a que chamamos tecidos. <\/p>\n   \n<p>Os tecidos agrupam-se para realizar uma dada fun\u00e7\u00e3o, numa estrutura macrosc\u00f3pica,      o \u00f3rg\u00e3o. Muitas das fun\u00e7\u00f5es realizadas pelo corpo do animal s\u00e3o de tal modo      complexas que envolvem a coopera\u00e7\u00e3o de diversos \u00f3rg\u00e3os, que se organizam num      sistema de \u00f3rg\u00e3os. Esta sucess\u00e3o est\u00e1 ilustrada pelo sistema circulat\u00f3rio      humano mas pode ser encontrada em muitas outras fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<p><strong>Todos os animais, pequenos ou grandes, devem realizar uma s\u00e9rie de      fun\u00e7\u00f5es essenciais, basicamente resumidas a:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Crescimento; <br \/>\n       Manuten\u00e7\u00e3o; <br \/>\n       Reprodu\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Todas as restantes fun\u00e7\u00f5es servem as necessidades dessas fun\u00e7\u00f5es principais.    <\/p>\n   \n<p>Os vertebrados s\u00e3o considerados os animais mais evolu\u00eddos atualmente vivos      na Terra. Este fato, juntamente com os s\u00e9culos de estudos sobre estes organismos      que nos s\u00e3o pr\u00f3ximos, justifica que os tomemos como exemplo no estudo da estrutura      geral do corpo de um animal.<\/p>\n   \n<p>No entanto, para que seja n\u00edtida a evolu\u00e7\u00e3o de alguns dos sistemas mais importantes      do organismo animal, far-se-\u00e1 uma breve refer\u00eancia a categorias taxon\u00f3micas      consideradas menos evolu\u00eddas, que ilustram um poss\u00edvel percurso da evolu\u00e7\u00e3o      ao longo do tempo geol\u00f3gico.<\/p>\n   \n<p><strong>Na evolu\u00e7\u00e3o dos animais foram surgindo uma s\u00e9rie de sistemas e aparelhos,      nomeadamente:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Tegumento &#8211; <\/strong>fornece prote\u00e7\u00e3o contra a a\u00e7\u00e3o do meio sobre        o corpo; <strong><br \/>\n       Esqueleto &#8211;<\/strong> fornece suporte e prote\u00e7\u00e3o ao corpo; <strong><br \/>\n       Musculatura &#8211;<\/strong> permite o movimento; <strong><br \/>\n       Sistema digestivo &#8211;<\/strong> realiza a recep\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o do alimento,        eliminando os res\u00edduos dessa prepara\u00e7\u00e3o; <strong><br \/>\n       Sistema circulat\u00f3rio &#8211;<\/strong> realiza o transporte de materiais; <strong><br \/>\n       Sistema respirat\u00f3rio &#8211;<\/strong> permite as trocas gasosas; <strong><br \/>\n       Sistema excretor &#8211;<\/strong> elimina os res\u00edduos azotados e o excesso de        l\u00edquidos; <strong><br \/>\n       Sistema end\u00f3crino &#8211; <\/strong>regula os processos metab\u00f3licos internos; <strong><br \/>\n       Sistema nervoso e \u00f3rg\u00e3os dos sentidos &#8211; <\/strong>realiza a regula\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o        dos processos metab\u00f3licos internos e ajustes ao meio externo; <strong><br \/>\n       Sistema reprodutor &#8211;<\/strong> permite a produ\u00e7\u00e3o de novos indiv\u00edduos. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  curlygirl.no.sapo.pt<\/p>\n   \n<h6>Reino Animalia<\/h6>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>S\u00e3o eucariontes multicelulares<br \/>\n       S\u00e3o heterotr\u00f3ficos, digest\u00e3o intracorporal<br \/>\n       A maioria tem locomo\u00e7\u00e3o, no decurso da sua vida, pelo menos durante algum        tempo.<br \/>\n       Apresentam ciclos de vida diplontes, meiose pr\u00e9gam\u00e9tica. A gera\u00e7\u00e3o gamet\u00f3fita        est\u00e1 reduzida aos g\u00e2metas.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>SubReino Parazoa<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Sem verdadeiros tecidos<br \/>\n       Sem cavidades digestivas<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Filo Porifera ou Espongi\u00e1rios<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>S\u00e3o animais diplobl\u00e1sticos<br \/>\n       S\u00e3o animais muito simples, aqu\u00e1ticos e a maioria marinhos<br \/>\n       T\u00eam vida fixa<br \/>\n       Existem animais assim\u00e9tricos e animais com simetria radiada<br \/>\n       N\u00e3o t\u00eam fun\u00e7\u00f5es digestivas, digest\u00e3o intracelular<br \/>\n       O corpo dos animais \u00e9 todo poroso, apresentam poros inalantes<br \/>\n       Presen\u00e7a de coan\u00f3citos, \u00e9 no interior destes que se d\u00e1 a digest\u00e3o, em vac\u00faolo        digestivos<br \/>\n       Produzem amib\u00f3citos que t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de produzir pe\u00e7as esquel\u00e9ticas, distribuir        o alimento digerido para as c\u00e9lulas mais perif\u00e9ricas e produzem g\u00e2metas.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>SubReino Eumetazoa<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Com verdadeiros tecidos<br \/>\n       Com verdadeiras cavidades digestivas<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Filo Cnidaria<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>S\u00e3o animais diplobl\u00e1sticos<br \/>\n       S\u00e3o na maioria marinhos<br \/>\n       Existem animais de vida fixa (an\u00e9monas) e animais de vida livre (medusa)<br \/>\n       Todos t\u00eam simetria radiada<br \/>\n       H\u00e1 verdadeira diferencia\u00e7\u00e3o tecidular<br \/>\n<strong>T\u00eam cavidade digestiva com dupla fun\u00e7\u00e3o:<\/strong> digestiva e vascular        \u0096 cavidade gastrovascular<br \/>\n       Sistema digestivo incompleto, com uma \u00fanica abertura que tem fun\u00e7\u00e3o de boca        e orif\u00edcio retal<br \/>\n       Apresentam cnid\u00f3citos, que t\u00eam fun\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o (defesa) e na captura        de alimento<br \/>\n       Digest\u00e3o extracelular (na cavidade gastrovascular) e intracelular<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os excretores:<\/strong> tubos de Malpighi<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Filo dos Platemintes<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>S\u00e3o triplobl\u00e1sticos, acelomados<br \/>\n       Apresentam simetria bilateral, surge a tend\u00eancia para a cefaliza\u00e7\u00e3o ou seja        maior concentra\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os dos sentidos na regi\u00e3o anterior do corpo<br \/>\n       Apresentam uma \u00fanica cavidade digestiva, cavidade gastrovascular muito ramificada<br \/>\n       Apresentam uma faringe injet\u00e1vel, para a capta\u00e7\u00e3o de alimento<br \/>\n       N\u00e3o h\u00e1 sistema circulat\u00f3rio<br \/>\n       Digest\u00e3o extracelular e intracelular<br \/>\n<strong>Sistema excretor:<\/strong> c\u00e9lulasflama<br \/>\n       Os parasitas n\u00e3o t\u00eam sistema digestivo, nem \u00f3rg\u00e3os dos sentidos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Filo dos Nematelmintes<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>S\u00e3o pseudocelomados, a exist\u00eancia de pseudoceloma permite maior quantidade        de \u00f3rg\u00e3os<br \/>\n       Tubo digestivo completo ( boca e orif\u00edcio retal)<br \/>\n       N\u00e3o t\u00eam sistema respirat\u00f3rio<br \/>\n       Digest\u00e3o exclusivamente extracelular<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Filo dos Moluscos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Protost\u00f3mios celomados, com celoma esquizoc\u00e9lico, triplobl\u00e1sticos<br \/>\n       Apresentam corpo mole<br \/>\n       T\u00eam uma simetria bilateral e outros sofreram uma tor\u00e7\u00e3o ou regress\u00e3o tendo        outra simetria<br \/>\n       T\u00eam corpo dividido em cabe\u00e7a, massa visceral e p\u00e9<br \/>\n       Presen\u00e7a de manto, que \u00e9 uma pega dorsal, que tem uma gl\u00e2ndula que segraga        a concha (um esqueleto externo de calc\u00e1rio)<br \/>\n       Presen\u00e7a de r\u00e1dula, estrutura quitinosa, os bivalves n\u00e3o possuem<br \/>\n       Se o animal for aqu\u00e1tico apresenta br\u00e2nquias, se for terrestre um pseudopulm\u00e3o<br \/>\n       Sistema circulat\u00f3rio aberto na maioria (os Cefal\u00f3podes tem sistema circulat\u00f3rio        fechado).<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Gastr\u00f3podes<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Os animais que t\u00eam concha, \u00e9 univalve<br \/>\n       Possuem r\u00e1dula<br \/>\n       P \u00e9 em forma de palmilha ventral<br \/>\n       Tespira\u00e7\u00e3o branquial (animais aqu\u00e1ticos) e respira\u00e7\u00e3o pulmonar (animais        terrestres)<br \/>\n<strong>Tipo de locomo\u00e7\u00e3o:<\/strong> repta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Bivalves<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Concha calc\u00e1ria<br \/>\n       P\u00e9 em forma de cunha<br \/>\n       Sem r\u00e1dula.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Cefal\u00f3podes<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>P\u00e9s ( tent\u00e1culos) \u00e0 volta da cabe\u00e7a<br \/>\n       Plhos complexos<br \/>\n       Locomo\u00e7\u00e3o por retropropuls\u00e3o<br \/>\n       Possuem r\u00e1dula e 2 mand\u00edbulas c\u00f3rneas em forma de bico de papagaio<br \/>\n       Sistema circulat\u00f3rio fechado.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Filo dos Anel\u00eddeos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Apresentam uma segmenta\u00e7\u00e3o hom\u00f3noma interna e externa. Existem \u00f3rg\u00e3os internos        que se repetem<br \/>\n       Apresentam sedas (minhoca), para a fixa\u00e7\u00e3o, locomo\u00e7\u00e3o e outros apresentam        par\u00e1podes (nereides), existem outros que n\u00e3o apresentam Estruturas locomotoras        (sanguessuga)<br \/>\n       Sistema digestivo completo<br \/>\n       Sistema respirat\u00f3rio fechado<br \/>\n       A respira\u00e7\u00e3o \u00e9 cut\u00e2nea e por isso exige uma liga\u00e7\u00e3o estrita entre a superf\u00edcie        da pele e o sistema de transporte<br \/>\n<strong>Sistema excretor:<\/strong> \u00e9 constitu\u00edda por metanefr\u00eddios.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Filo dos Artr\u00f3podes<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Possuem ap\u00eandices articulados, com fun\u00e7\u00e3o de locomo\u00e7\u00e3o, defesa, reprodu\u00e7\u00e3o,        etc.<br \/>\n       Segmenta\u00e7\u00e3o heter\u00f3noma<br \/>\n       Exosqueleto quitiniosoe algumas classes apresentam impregna\u00e7\u00f5es de sais        de c\u00e1lcio<br \/>\n       Sistema circulat\u00f3rio aberto, n\u00e3o fazem o transporte de gases por este sistema<br \/>\n<strong>Sistema excretor:<\/strong> tubos de Malpighi, na maioria dos artr\u00f3podes        e na classe dos Crust\u00e1ceos dos gl\u00e2ndulas antenais.<br \/>\n       Sofrem mudas peri\u00f3dicas, devido ao seu exosqueleto ser bastante duro.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Aracn\u00eddeos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Corpo dividido em cefalot\u00f3rax e abd\u00f3men<br \/>\n       Possuem 4 pares de patas no cefalot\u00f3rax<br \/>\n       Sem antenas<br \/>\n<strong>Pe\u00e7as bocais:<\/strong> quel\u00edceras e pedipalpos<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os respirat\u00f3rios:<\/strong> traqueias e filotraqueias<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os excretores:<\/strong> tubos de Malpighi<br \/>\n       N\u00e3o sofre metamorfoses.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Crust\u00e1ceos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>O exosqueleto apresenta quitina e impregna\u00e7\u00f5es de c\u00e1lcio<br \/>\n       Corpo dividido em cefalot\u00f3rax e abd\u00f3men, por vezes cabe\u00e7a, t\u00f3rax e abd\u00f3men<br \/>\n       5 ou mais pares de patas<br \/>\n       2 pares de antenas<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os respirat\u00f3rios:<\/strong> br\u00e2nquias<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os excretores: <\/strong>gl\u00e2ndulas verdes ou antenais<br \/>\n       Sofre metamorfoses at\u00e9 atingir a forma definitiva <br \/>\n<strong>Pe\u00e7as bucais:<\/strong> mand\u00edbulas, 2 pares de maxilas, maxil\u00edpedes<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Dipl\u00f3podes<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Corpo dividido em cabe\u00e7a e tronco segmentado<br \/>\n       2 pares (ou 1) por segmento de patas<br \/>\n       1 par de antenas <br \/>\n       Mand\u00edbulas, 1 par de maxilas<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os respirat\u00f3rios: <\/strong>traqueias<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os excretores:<\/strong> tubos de Malpighi<br \/>\n       Corpo cil\u00edndrico<br \/>\n       Herb\u00edvoros e inofensivos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Quil\u00f3podes<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Corpo dividido em cabe\u00e7a e tronco segmentado<br \/>\n       1 por segmento de patas<br \/>\n       1 par de antenas <br \/>\n       Mand\u00edbulas, 1 par de maxilas<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os respirat\u00f3rios:<\/strong> traqueias<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os excretores:<\/strong> tubos de Malpighi<br \/>\n       Corpo achatado<br \/>\n       Carn\u00edvoros e venenosos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Insetos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Corpo dividido em cabe\u00e7a, t\u00f3rax e abd\u00f3men<br \/>\n       3 pares de patas no t\u00f3rax<br \/>\n       1 par de antenas<br \/>\n<strong>Pe\u00e7as bucais:<\/strong> mand\u00edbulas, 1 par de maxilas, 2 l\u00e1bios,<br \/>\n<strong>Asas:<\/strong> 2 pares ou 1 par ou ausentes<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os respirat\u00f3rios:<\/strong> traqueias<br \/>\n<strong>\u00d3rg\u00e3os excretores: <\/strong>tubos de Malpighi<br \/>\n       Normalmente sofrem metamorfoses.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Filo dos Equinodermes<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Celomados deuterost\u00f3mios com celoma enteroc\u00e9lico<br \/>\n       Tiveram uma evolu\u00e7\u00e3o regressiva, na fase larvar t\u00eam simetria bilateral,        mas na fase adulta t\u00eam simetria pentarradiada adquirida<br \/>\n       Endosqueleto interno de origem mesod\u00e9rmica, constitu\u00edda por placas calc\u00e1rias<br \/>\n       Junto da boca apresentam pedicel\u00e1rios que servem para a limpeza da carapa\u00e7a,        defesa e capta\u00e7\u00e3o de alimento<br \/>\n<strong>Presen\u00e7a de sistema ambulacr\u00e1rio que assume v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es como:<\/strong>        locomo\u00e7\u00e3o, trocas gasosas e circula\u00e7\u00e3o<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Filo dos Cordados<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Segmenta\u00e7\u00e3o heter\u00f3noma interna<br \/>\n       Tubo digestivo completo em posi\u00e7\u00e3o ventral<br \/>\n       Presen\u00e7a de notoc\u00f3rdio, pelo menos numa fase do seu desenvolvimento, o notoc\u00f3rdio        tem a fun\u00e7\u00e3o de suporte do corpo<br \/>\n       Tubo neural, pelo menos numa fase do seu desenvolvimento, que mais tarde        vai dar origem ao sistema nervoso<br \/>\n       Fossetas branquiais ao n\u00edvel da faringe, pelo menos numa fase do seu desenvolvimento<br \/>\n       Presen\u00e7a de cauda que poder\u00e1 sofrer uma evolu\u00e7\u00e3o progressiva ou regressiva<br \/>\n       Cora\u00e7\u00e3o com posi\u00e7\u00e3o ventral.<br \/>\n       Sistema circulat\u00f3rio fechado.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Subfilo dos Urocordados<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Yamb\u00e9m conhecidos por Tunicados, apresentam uma subst\u00e2ncia id\u00eantica \u00e0 celulose<br \/>\n       Apresentam corda dorsal apenas na fase embrion\u00e1ria e na forma definitiva        ela est\u00e1 limitada \u00e0 cauda (evolu\u00e7\u00e3o regressiva)<br \/>\n       O tubo neural est\u00e1 reduzido a um g\u00e2nglio dorsal na fase adulta<br \/>\n       As fendas branquiais funcionam como \u00f3rg\u00e3o de respira\u00e7\u00e3o e infiltra\u00e7\u00e3o de        part\u00edculas alimentares.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Subfilo dos Cefalocordados<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>A corda dorsal mant\u00eamse durante toda a vida e ao longo de todo o corpo<br \/>\n       Tubo neural diferenciado na parte anterior em ves\u00edcula cerebral<br \/>\n       O tegumento \u00e9 transparente<br \/>\n       O corpo possui m\u00fasculos todos segmentados.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Subfilo dos Vertebrados<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>A corda dorsal \u00e9 substitu\u00edda pela coluna vertebral<br \/>\n       O tubo neural diferenciase em enc\u00e9falo e em espinal medula<br \/>\n       Tegumento \u00e9 formado por epiderme e derme<br \/>\n       Sistema circulat\u00f3rio fechado, com cora\u00e7\u00e3o com duas cavidades<br \/>\n       Presen\u00e7a de sangue com leuc\u00f3citos e hem\u00e1cias com hemoglobina na maioria.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Superclasse dos Peixes aqu\u00e1ticos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Corpo geralmente com escamas d\u00e9rmicas<br \/>\n       Presen\u00e7a de barbatanas<br \/>\n       Br\u00e2nquias (\u00f3rg\u00e3os respirat\u00f3rios) muito vascularizidas<br \/>\n       Cora\u00e7\u00e3o com duas cavidades ( 1 aur\u00edcula e 1 ventr\u00edculo)<br \/>\n       Circula\u00e7\u00e3o simples, o sangue s\u00f3 passa uma vez pelo cora\u00e7\u00e3o, a circula\u00e7\u00e3o        \u00e9 mais simples, apresenta uma taxa metab\u00f3lica mais baixa, porque Chega menos        quantidade de oxig\u00e9nio \u00e0s c\u00e9lulas<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Cicl\u00f3stomos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Animais sem maxilas, apresentam uma boca em forma circular<br \/>\n       Aus\u00eancia de escamas<br \/>\n       Esqueleto cartilag\u00edneo<br \/>\n       Corda dorsal persistente (evolu\u00e7\u00e3o regressiva)<br \/>\n       N\u00e3o tem barbatanas pares<br \/>\n       Br\u00e2nquias dispostas em sacos ou a abrir para o exterior por pares de fendas.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Peixes Cartilag\u00edneos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Esdosqueleto cartilag\u00edneo<br \/>\n<strong>T\u00eam maxilas:<\/strong><br \/>\n       Boca com posi\u00e7\u00e3o ventral<br \/>\n       Barbatanas pares ou \u00edmpares<br \/>\n       Barbatana caudal com 2 lobos assim\u00e9tricos \u0096 heteroc\u00e9rquica<br \/>\n       Escamas dos tipo plac\u00f3ide sem lobo livre<br \/>\n       5 pares de br\u00e2nquias com fendas branquiais<br \/>\n       Sem op\u00e9rculo e sem bexiga natat\u00f3ria.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Peixes \u00d3sseos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Endosqueleto \u00f3sseo<br \/>\n       Boca terminal<br \/>\n       Barbatana caudal sim\u00e9trica . homoc\u00e9rquica<br \/>\n       Escamas finas e flex\u00edveis<br \/>\n       Com bexiga natat\u00f3ria, \u00f3rg\u00e3o que permite que o animal flutue a grandes profundezas<br \/>\n       Com op\u00e9rculo.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Superclasse dos Tetr\u00e1podes<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Animais com 4 membros<br \/>\n       Animais com pele nua (escamas, penas ou p\u00ealos) presen\u00e7a de queratina, principalmente        nos mam\u00edferos, que confere mais resist\u00eancia \u00e0 pele<br \/>\n       Hematose pulmonar<br \/>\n       Cora\u00e7\u00e3o com 3 ou 4 cavidades<br \/>\n       Circula\u00e7\u00e3o dupla, o sangue passa duas vezes por o cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Anf\u00edbios<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Pele nua, h\u00famida e muito vascularizada<br \/>\n       Apresentam br\u00e2nquias apenas nas primeiras fases e pulm\u00f5es em adultos<br \/>\n       Realizam hematose cut\u00e2nea<br \/>\n       Apresentam um cora\u00e7\u00e3o com 3 cavidades ( 2 aur\u00edculas e 2 ventr\u00edculos), circula\u00e7\u00e3o        incompleta<br \/>\n       S\u00e3o animais ectot\u00e9rmicos<br \/>\n       Geralmente ov\u00edparos<br \/>\n       Passam por metamorfoses<br \/>\n       Sem costelas e sem diafragma<br \/>\n       Os movimentos respirat\u00f3rios s\u00e3o insuficientes, por isso precisam de outra        superf\u00edcie respirat\u00f3ria, a pele.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos R\u00e9pteis<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Pele seca, com poucas gl\u00e2ndulas, escamas c\u00f3rneas de origem epid\u00e9rmica<br \/>\n       Apresentam pulm\u00f5es<br \/>\n       Cora\u00e7\u00e3o com 3 cavidades com um septo incompleto e nos crocodilos 4 cavidades        (2 aur\u00edculas e 2 ventr\u00edculos)<br \/>\n       S\u00e3o ectot\u00e9rmicos \u0096 temperatura do corpo varia<br \/>\n       S\u00e3o ov\u00edparos ou ovoviv\u00edparos<br \/>\n       Com costelas e sem diafragma, embora j\u00e1 tenham uma caixa tor\u00e1cica a atividade        metab\u00f3lica n\u00e3o \u00e9 m\u00e1xima<br \/>\n       Embri\u00f5es amni\u00f3ticos (presen\u00e7a de anexos embrion\u00e1rios).<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe das Aves<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Apresentam penas de origem epid\u00e9rmicas com escamas nas patas<br \/>\n       Pulm\u00f5es<br \/>\n       Circula\u00e7\u00e3o dupla e completa , cora\u00e7\u00e3o com 4 cavidades<br \/>\n       Temperatura do corpo constante \u0096 homeot\u00e9rmicos<br \/>\n       Ov\u00edparos<br \/>\n       Apresentam maxilas desprovidas de dentes, que s\u00e3o cobertas por um bico c\u00f3rneo<br \/>\n       Apresentam diafragma incompleto, costelas com ossos pneum\u00e1ticos e sacos        a\u00e9reos. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classe dos Mam\u00edferos<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Presen\u00e7a de p\u00ealos, pelo com gl\u00e2ndulas<br \/>\n       Pulm\u00f5es<br \/>\n       Cora\u00e7\u00e3o com 4 cavidades<br \/>\n       A maioria s\u00e3o viv\u00edparos<br \/>\n       Tem um desenvolvimento direto<br \/>\n       Costelas com diafragma<br \/>\n       S\u00e3o animais homeot\u00e9rmicos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.exames.org<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reino Animalia, Animal, Metazoa, O que \u00e9, Filo, Classe, Sistema, Caracter\u00edsticas, Defini\u00e7\u00e3o, Vertebrados, Invertebrados, Classifica\u00e7\u00e3o, Reino Animalia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18338,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-22159","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized 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