{"id":22154,"date":"2016-01-18T00:00:00","date_gmt":"2016-01-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/filo-porifera-2\/"},"modified":"2026-09-01T15:42:32","modified_gmt":"2026-09-01T15:42:32","slug":"filo-porifera-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/filo-porifera-2\/","title":{"rendered":"Filo Por\u00edfera"},"content":{"rendered":"\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori2.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"420\" height=\"288\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><strong><br \/>\n     Por\u00edferos<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Grego: Porus = passagem \/ Fer = portador<\/h4>\n   \n<p>S\u00e3o animais multicelulares, conhecido como esponjas; s\u00e3o incapazes de movimentos      e apresentam aspectos semelhante ao de v\u00e1rias plantas. Possuem como principal      caracter\u00edstica, o corpo formado por muitos poros ou c\u00e2maras superficiais,      atrav\u00e9s das quais a \u00e1gua circula. <\/p>\n   \n<p>A maioria s\u00e3o marinhos, sendo poucas as esp\u00e9cies de \u00e1gua doce. <\/p>\n   \n<p>Todos s\u00e3o fixos a rochas, conchas e outros objetos s\u00f3lidos. <\/p>\n   \n<p><strong>Lembram peda\u00e7os de veludo encharcado de \u00e1gua, em v\u00e1rias cores como:<\/strong>      cinzenta, laranja, r\u00f3sea. <\/p>\n   \n<p>O tamanho varia entre alguns mil\u00edmetros a vinte cent\u00edmetros ou mais . Alimentam-se      de micropart\u00edculas, trazidas pela \u00e1gua, que s\u00e3o filtradas e ingeridas pelos      coan\u00f3citos onde sofrem digest\u00e3o intracelular. <\/p>\n   \n<p>O esqueleto apresenta v\u00e1rias formas, h\u00e1 muitas estruturas em forma de agulhas,      \u00e9 composta principalmente de c\u00e1lcio ou de s\u00edlica. No grupo que tem import\u00e2ncia      comercial, um mat\u00e9ria prote\u00edca, chamado esponjina, constitui uma grande por\u00e7\u00e3o      do esqueleto. <\/p>\n   \n<p>Muito depois que as c\u00e9lulas de uma esponja de esponjina morreram , este material      ainda mant\u00e9m a sua textura e permite a absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua nos v\u00e1rios canais      que atravessam o esqueleto. <\/p>\n   \n<p><strong>Not\u00e1vel \u00e9, nas esponjas, a capacidade de multiplica\u00e7\u00e3o; tr\u00eas s\u00e3o      os processo de reprodu\u00e7\u00e3o: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Brotamento ou Gemula\u00e7\u00e3o (assexuada). <\/p>\n     \n<p>Por fecunda\u00e7\u00e3o esperm\u00e1tica (uni\u00e3o do \u00f3vulo com espermatoz\u00f3ide), Sexuada.      <\/p>\n     \n<p>Bipati\u00e7\u00e3o, quando cortada em duas ou mais partes a esposa \u00e9 capaz de se        regenerar.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>As esponjas n\u00e3o possuem sistema nervoso organizado<\/h4>\n   \n<p>Quanto a alimenta\u00e7\u00e3o, as esponjas s\u00e3o animais filtradores, alimentam-se de      algas microsc\u00f3picas, protozo\u00e1rios, larva, etc. O alimento \u00e9 digerido pelos      coan\u00f3citos e distribu\u00eddos atrav\u00e9s de c\u00e9lulas denominadas de amebocitos.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.consulteme.com.br<\/p>\n   \n<h6>Filo Por\u00edfera<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<h4>Grego: PORUS = PASSAGEM \/ FER = PORTADOR<\/h4>\n   \n<p><strong>1. Origem<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os animais pertencentes ao filo dos celenterados e ao <strong>filo dos por\u00edferos<\/strong>      foram provavelmente os primeiros animais a povoar o planeta. Isso ocorreu      h\u00e1 aproximadamente 1 bilh\u00e3o de anos.<\/p>\n   \n<p>De todos os animais os por\u00edferos \u00e9 o que apresentam estrutura mais simples.Os      por\u00edferos sugiram ainda antes dos celenterados.<\/p>\n   \n<p><strong>Uma prova disso \u00e9 um aspecto bem primitivo que podemos observar nas      esponjas:<\/strong> elas n\u00e3o apresentam digest\u00e3o extracelular (fora da c\u00e9lula).      Cada c\u00e9lula alimenta por si. N\u00e3o h\u00e1 uma cavidade digest\u00f3ria onde o alimento      \u00e9 parcialmente digerido primeiro para depois ser distribu\u00eddo por todas as      c\u00e9lulas. Em todos os outros animais isso ocorre, at\u00e9 mesmo nos celenterados.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 v\u00e1rias teorias para explicar a origem desses animais. Uma delas afirmam      que surgiram de seres constitu\u00eddos apenas por uma c\u00e9lula e dotados de flagelos.Flagelo      \u00e9 um filamento m\u00f3vel que os seres unicelulares usam para se locomover.<\/p>\n   \n<p>De acordo com essa teoria, os organismos unicelulares teriam se reunido formando      col\u00f4nias.Com o passar do tempo, as divis\u00f5es das tarefas e a depend\u00eancia entre      as c\u00e9lulas foram transformando essa col\u00f4nia num s\u00f3 individuo. Um refor\u00e7o dessa      teoria, segundo seus defensores, seria o fato da maioria dos animais de estruturas      mais complexas apresentarem algumas c\u00e9lulas dotadas de flagelo, como \u00e9 o caso      do espermatoz\u00f3ide.<\/p>\n   \n<h4>2. Habitat<\/h4>\n   \n<p>O <strong>filo Por\u00edfera<\/strong> \u00e9 constitu\u00eddo por cerca de 5 mil esp\u00e9cies      de animais, todos aqu\u00e1ticos. Eles s\u00e3o predominantemente marinhos (minoria      em \u00e1gua doce), sendo encontrados desde o n\u00edvel das praias at\u00e9 uma profundidade      de 6 mil metros. Os por\u00edferos s\u00e3o animais s\u00e9sseis, fixando-se sobre rochas,      conchas, etc.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>Por\u00edferos<\/strong> s\u00e3o aqu\u00e1ticos e a maioria vive no mar. A maneira      mais f\u00e1cil de se achar um \u00e9 procurando em rochas e madeiras submersas no litoral      de regi\u00f5es tropicais e subtropicais, por\u00e9m tamb\u00e9m podem ser encontrados em      mares \u00e1rticos. As esp\u00e9cies mais comuns de esponjas formam crostas amarela,      laranja ou cinza.<\/p>\n   \n<p><strong>Exemplo de esponja:<\/strong> Spongia, por\u00edfero marinho muito usado      antigamente para lavar e esfregar.<\/p>\n   \n<p>Exceto quanto a cerca de 150 esp\u00e9cies de \u00e1gua doce, as aproximadamente 5000      esp\u00e9cies descritas de esponjas s\u00e3o animais marinhos. Elas abundam em todos      os mares, onde quer que as rochas, conchas, madeiras submersas ou corais providenciem      um substrato adequado. Algumas esp\u00e9cies at\u00e9 vivem em areia macia ou leitos      de lama. A maioria das esponjas prefere \u00e1guas relativamente rasas, mas alguns      grupos (incluindo a maioria das esponjas de vidro) vivem em \u00e1guas profundas.<\/p>\n   \n<p>Eles s\u00e3o animais necessariamente aqu\u00e1ticos, popularmente chamados de esponjas.      Podem viver na \u00e1gua doce, mas a maioria est\u00e1 no mar fixa sobre pedras, conchas,      ou pilares de pontes. Possuem tamanhos variando desde alguns mil\u00edmetros at\u00e9      mais de 20 cent\u00edmetros.<\/p>\n   \n<h4>3. Morfologia<\/h4>\n   \n<p>As esponjas menores e simples mostram simetria radial, enquanto a maioria      \u00e9 assim\u00e9trica.<\/p>\n   \n<p>As esponjas s\u00e3o animais multicelulares inferiores, incapazes de movimento,      de aspecto semelhante ao de v\u00e1rias plantas. Esp\u00e9cies diferentes apresentam-se      como crostas finas e chatas, em forma de vaso, ramificadas, globulares ou      de forma variada. Muitas s\u00e3o coloridas de cinzento ou pardo e outras s\u00e3o de      cores brilhantemente vermelhas, alaranjadas ou azuis.<\/p>\n   \n<p>O tamanho varia entre alguns mil\u00edmetros a vinte cent\u00edmetros ou mais.<\/p>\n   \n<p>O revestimento se faz pela epiderme constitu\u00edda por fina camada de c\u00e9lulas      achatadas, os pinac\u00f3citos.<\/p>\n   \n<p><strong>A sustenta\u00e7\u00e3o \u00e9 garantida por mes\u00eanquima gelatinoso, interno \u00e0 camada      de pinac\u00f3citos:<\/strong> no mes\u00eanquima est\u00e3o mergulhadas esp\u00edculas de calc\u00e1rio      ou sil\u00edcio, c\u00e9lulas indiferenciadas ou ameb\u00f3citos.O endoesqueleto \u00e9 formado      por esp\u00edculas minerais (calc\u00e1rias ou silicosas, secretadas pelas c\u00e9lulas escleroblastos)      e por filamentos da prote\u00edna espongina.<\/p>\n   \n<p>Os ameb\u00f3citos s\u00e3o c\u00e9lulas indiferenciadas que poder\u00e3o repor (regenerar) todos      os demais tipos celulares.<\/p>\n   \n<p>A parede do corpo \u00e9 formada por duas camadas celulares. A camada mais externa      \u00e9 dermal, de origem ectod\u00e9rmica, e a mais interna, denominada gastral, tem      origem endod\u00e9rmica. Entre as duas camadas celulares, h\u00e1 um mes\u00eanquima gelatinoso.      A cavidade central do corpo \u00e9 chamada \u00e1trio ou espongiocela. <\/p>\n   \n<p><strong>Nas duas camadas celulares e no mes\u00eanquima, encontramos os seguintes      tipos celulares:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Pinac\u00f3citos:<\/strong> S\u00e3o c\u00e9lulas achatadas que, justapostas, formam        a camada dermal. <strong><br \/>\n       Coan\u00f3citos:<\/strong> S\u00e3o c\u00e9lulas flageladas e providas de um colarinho,        uma forma\u00e7\u00e3o membranosa que envolve o flagelo. Revestem a cavidade atrial        e constituem a camada gastral. <strong><br \/>\n       Por\u00f3citos:<\/strong> S\u00e3o c\u00e9lulas, percorridas por uma perfura\u00e7\u00e3o c\u00f4nica.        S\u00e3o estas perfura\u00e7\u00f5es dos por\u00f3citos que constituem os numerosos poros que        ligam o \u00e1trio ao meio externo. <strong><br \/>\n       Mi\u00f3citos:<\/strong> S\u00e3o c\u00e9lulas alongadas e contr\u00e1cteis, que formam esf\u00edncter        em torno dos poros e do \u00f3sculo. <strong><br \/>\n       Ameb\u00f3citos: <\/strong>C\u00e9lulas, situadas no mes\u00eanquima, que possuem movimento        emeb\u00f3ide, realizando v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Tipos de Esponjas<\/h4>\n   \n<p><strong>\u00c1SCON<\/strong><\/p>\n   \n<p>O tipo<strong> \u00c1scon<\/strong> \u00e9 a forma mais primitiva dos espongi\u00e1rios,      tem forma tubular ou de um vaso fixo a um substrato. No \u00e1pice deste tipo de      esponja aparece uma abertura denominada de \u00f3sculo, por onde sai a \u00e1gua que      penetra pela superf\u00edcie porosa da esponja. O corpo da esponja apresenta uma      camada dermal de origem ectod\u00e9rmica (externa) e outra camada gastral de origem      endod\u00e9rmica (interna). Entre as duas existe uma mes\u00eanquima gelatinoso. No      centro existe uma cavidade chamada de \u00e1trio ou espongiocela. <\/p>\n   \n<p><strong>S\u00cdCON<\/strong><\/p>\n   \n<p>Apresenta como uma urna alongada, fixada pela extremidade superior, circundado      por uma coroa de esp\u00edculas longas e afiliadas. A superf\u00edcie do corpo possui      numerosas eleva\u00e7\u00f5es ou papilas, das quais saem pequenas esp\u00edculas. Entre as      papilas aparecem os poros.<\/p>\n   \n<p>Cortada longitudinalmente, apresenta a parede do corpo espessa e com uma      s\u00e9rie de dobras, formando curtos canais horizontais.<\/p>\n   \n<p><strong>Distinguimos dois tipos de canais: <\/strong>inalantes e exalantes.      Os primeiros abrem-se na superf\u00edcie externa e terminam em fundo cego. Os canais      exalantes, s\u00e3o internos e desembocam no \u00e1trio.<\/p>\n   \n<p>A superf\u00edcie externa e os canais inalantes s\u00e3o revestidos pela camada dermal,      formada por pinac\u00f3citos, ficando os coan\u00f3citos limitados aos canais exalantes.      O mes\u00eanquima gelatinoso \u00e9 bem mais desenvolvido do que no \u00e1scon, cont\u00e9m ameb\u00f3citos      e esp\u00edculas.<\/p>\n   \n<p><strong>L\u00caUCON<\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 o tipo mais evolu\u00eddo, o \u00e1trio \u00e9 reduzido, enquanto a parede do corpo \u00e9      bastante desenvolvida e percorrida por um complicado sistema de canais e c\u00e2maras.      Os coan\u00f3citos encontram-se revestindo c\u00e2maras esf\u00e9ricas, tamb\u00e9m denominada      c\u00e2maras vibr\u00e1teis, interpostas num sistema de canais. Os canais partem dos      poros e atingem as c\u00e2maras transportando \u00e1gua s\u00e3o denominadas inalantes ou      aferentes. Das c\u00e2maras saem os canais exalantes ou eferentes que atingem o      \u00e1trio.<\/p>\n   \n<p>Os coan\u00f3citos s\u00f3 aparecem nas c\u00e2maras vibr\u00e1teis. Os pinac\u00f3citos revestem      a superf\u00edcie externa, o \u00e1trio e os diversos canais. No desenvolvimento do      mes\u00eanquima encontramos ameb\u00f3citos e esp\u00edculas.<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>CLASSE CALC\u00c1RIA:<\/strong> As Calc\u00e1rias possuem esp\u00edculas de carbonato        de c\u00e1lcio. Nessa classe encontram-se esponjas dos tipos \u00e1scon, s\u00edcon e l\u00eaucon.        S\u00e3o esponjas pequenas e vivem em \u00e1guas rasas.<strong><br \/>\n       CLASSE HEXACTIN\u00c1RIA: <\/strong>As Hexactin\u00e1lidas possuem esp\u00edculas silicosas.        Na maioria das vezes essas esp\u00edculas formam uma rede que se assemelha a        vidro quando seca, por isso s\u00e3o conhecidas como esponjas-de-vidro. <strong><br \/>\n       CLASSE DESMOSP\u00d4NGIA:<\/strong> As Desmosp\u00f4ngias possuem esp\u00edculas silicosas,        fibras de espongina ou ambas. A esta classe pertence a maioria das esponjas.        S\u00e3o todas do tipo leucon e apresentam formatos irregulares. Vivem em \u00e1guas        rasas e profundas, e entre elas est\u00e3o as esponjas de banho. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>4. Sistema Respirat\u00f3rio<\/h4>\n   \n<p>A respira\u00e7\u00e3o \u00e9 feitas por difus\u00e3o, principalmente pela epiderme, do mesmo      modo como s\u00e3o absorvidos os alimentos.<\/p>\n   \n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori1.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"356\" height=\"299\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><strong><br \/>\n     Sistema Respirat\u00f3rio das Por\u00edferas<\/strong><\/p>\n   \n<h4>5. Sistema Digest\u00f3rio<\/h4>\n   \n<p>Quanto a alimenta\u00e7\u00e3o, as esponjas s\u00e3o animais filtradores, alimentam-se de      algas microsc\u00f3picas, protozo\u00e1rios, larva, etc. O alimento \u00e9 digerido pelos      coan\u00f3citos e distribu\u00eddos atrav\u00e9s de c\u00e9lulas denominadas de amebocitos.<\/p>\n   \n<p>Os pinac\u00f3citos fixam-se num substrato, a \u00e1gua entra por numerosos poros (por\u00f3citos)      na superf\u00edcie do seu corpo e ap\u00f3s circular na cavidade do \u00e1trio ou espongiocele      (parag\u00e1ster) sair\u00e1 pelo \u00f3sculo, que \u00e9 a abertura no p\u00f3lo superior. Esse sentido      de movimenta\u00e7\u00e3o da \u00e1gua \u00e9 determinado pelo batimento unidirecional (dire\u00e7\u00e3o      oposta ao corpo celular) de flagelos dos coan\u00f3citos. <\/p>\n   \n<p><strong>Outra fun\u00e7\u00e3o destas \u0093c\u00e9lulas em colarinho\u0094 \u00e9 fagocitar      os alimentos que est\u00e3o em suspens\u00e3o na \u00e1gua e realizarem a \u00fanica forma de      digest\u00e3o desses animais: <\/strong>intracelular.<\/p>\n   \n<h4>6. Reprodu\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p><strong>Assexuada por brotamento (gemiparidade)<\/strong><\/p>\n   \n<p>No caso, ocorre a forma\u00e7\u00e3o de uma gema (ou broto), no corpo da esponja-m\u00e3e,      formando novos indiv\u00edduos. Estes por sua vez, podem separar-se do organismo      original ou manter-se unidos formando col\u00f4nias.<\/p>\n   \n<p><strong>Esp\u00e9cie de \u00e1gua doce<\/strong><\/p>\n   \n<p>Forma-se pequenas g\u00eamulas, contendo um grupo de ameb\u00f3citos, que s\u00e3o envolvidos      por uma camada de esp\u00edculas. As g\u00eamulas s\u00e3o formas de resist\u00eancia que suportam      algum tempo de seca em riachos e lagos. Com a volta das \u00e1guas, elas se hidratam,      e rompem camadas externas, fazendo com que suas c\u00e9lulas se organizam, formando      uma nova esponja.<\/p>\n   \n<p><strong>Reprodu\u00e7\u00e3o sexuada<\/strong><\/p>\n   \n<p>Alguns ameb\u00f3citos presentes no mes\u00eanquima sofrem diferencia\u00e7\u00e3o, originando      \u00f3vulos e espermatoz\u00f3ides. Nas c\u00e9lulas os indiv\u00edduos apresentam sexos separados,      assim os machos liberam espermatoz\u00f3ides na \u00e1gua. Assim eles s\u00e3o levados, e      quando atingem o atrito de uma esponja f\u00eamea, penetram na parede do corpo      e fecundam os \u00f3vulos que ali encontram. O zigoto formado divide-se, formando      uma pequena bola de c\u00e9lulas, que se liberta do corpo da esponja f\u00eamea. Esse      montante de c\u00e9lulas nada, com a ajuda de c\u00e9lulas flagelada, para fora do \u00f3sculo,      ganhando o meio externo. Ap\u00f3s um tempo nadando, o embri\u00e3o se fixa sobre um      substrato, desenvolvendo uma nova esponja.<\/p>\n   \n<h4>7. Aproveitamento Econ\u00f4mico<\/h4>\n   \n<p>A import\u00e2ncia das esponjas \u00e9 bastante reduzida em rela\u00e7\u00e3o a outros filos.      Algumas s\u00e3o de grande valor comercial, pois o seu esqueleto pode ser usado      para o banho como esponja(Demospongeae &#8211; subgrupo Keratosa), ap\u00f3s decomposi\u00e7\u00e3o      de todas as c\u00e9lulas vivas, j\u00e1 que s\u00e3o muito macias e absorventes. Antigamente      pessoas que sofriam de problemas de tir\u00f3ide utilizam os por\u00edferos j\u00e1 que s\u00e3o      ricos em iodo, que \u00e9 indispens\u00e1vel para a produ\u00e7\u00e3o de tiroxina pela tir\u00f3ide.<\/p>\n   \n<p>No grupo que tem import\u00e2ncia comercial, um mat\u00e9ria prote\u00edca, chamado esponjina,      constitui uma grande por\u00e7\u00e3o do esqueleto. <\/p>\n   \n<h4>8. Doen\u00e7as Transmitidas<\/h4>\n   \n<p><strong>ESPONJAS<\/strong><\/p>\n   \n<p>Essencialmente marinhas, dos mares \u00e1rticos at\u00e9 os tropicais, vivem desde      a linha de mar\u00e9 baixa at\u00e9 profundidades de 6.000 metros. Incapazes de movimento      e com o aspecto semelhante ao de v\u00e1rias plantas, apresentam o corpo poroso      com formato e colora\u00e7\u00e3o variados e tamanhos que v\u00e3o de 1 mm a 2 m de di\u00e2metro.<\/p>\n   \n<p>Fixam-se a rochas, conchas e outros objetos s\u00f3lidos. Apresentam um esqueleto      de sustenta\u00e7\u00e3o formado de fibras irregulares de espongina __ escleroprote\u00edna      contendo enx\u00f4fre, da\u00ed o odor desagrad\u00e1vel ap\u00f3s algum tempo fora da \u00e1gua __,      combinadas com esp\u00edculas calc\u00e1rias (esponjas calc\u00e1rias) ou silicosas (esponjas      de vidro). A t\u00edtulo de curiosidade, a esponja comercial, usada no banho, \u00e9      o esqueleto flex\u00edvel (espongina) de uma esponja marinha com todas as partes      vivas retiradas. Em algumas esp\u00e9cies, mais evolu\u00eddas, as esp\u00edculas estendem-se      para fora da superf\u00edcie do corpo produzindo uma apar\u00eancia cerdosa. Seu epit\u00e9lio      externo, formado por c\u00e9lulas finas e chatas, pode secretar subst\u00e2ncias qu\u00edmicas      irritantes (pe\u00e7onha) para a pele humana.<\/p>\n   \n<p><strong>Aspectos M\u00e9dicos<\/strong><\/p>\n   \n<p>O resultado de um contato com as esp\u00e9cies mais perigosas, onde suas esp\u00edculas      penetram na pele com a conseq\u00fcente inocula\u00e7\u00e3o da pe\u00e7onha, \u00e9 uma dermatite      desagrad\u00e1vel e\/ou dolorosa (rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas e\/ou inflamat\u00f3rias).<\/p>\n   \n<p><strong>Preven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>Para evitar acidentes com as esponjas-marinhas, na verdade n\u00e3o muito comuns,      recomenda-se o uso de luvas para o manuseio destes animais. A roupa de neoprene      dos mergulhadores protege em caso de contato brusco.<\/p>\n   \n<p><strong>Tratamento<\/strong><\/p>\n   \n<p>O tratamento da les\u00e3o causada pela esponja visa eliminar os efeitos da dermatite      e se resume \u00e0s medidas abaixo descritas. Irrige a regi\u00e3o afetada com \u00e1cido      ac\u00e9tico \u00e0 5% (vinagre) por 10 a 15 minutos. Ap\u00f3s essa aplica\u00e7\u00e3o, seque a pele.      Depile o local afetado com esparadrapo ou l\u00e2mina, para remover a maior parte      das esp\u00edculas que possam estar encravadas na pele. Repita o tratamento com      \u00e1cido ac\u00e9tico \u00e0 5% por 5 minutos.<\/p>\n   \n<p>Aplique uma camada fina de lo\u00e7\u00e3o de hidrocortisona 0,5 a 21%, 2 vezes ao      dia, at\u00e9 que a irrita\u00e7\u00e3o desapare\u00e7a. N\u00e3o inicie o tratamento com a aplica\u00e7\u00e3o      de hidrocortisona antes do \u00e1cido ac\u00e9tico. Nas manifesta\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas graves,      com forma\u00e7\u00e3o de grande edema, flictenas e fortes dores locais, administre      medica\u00e7\u00e3o sist\u00eamica (antihistam\u00ednicos e\/ou corticoster\u00f3ides), de acordo com      a gravidade do caso. Caso haja sinais de instala\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o, suspenda      os cortic\u00f3ides e administre antibi\u00f3ticos com ampla cobertura para germes gram-positivos      e anaer\u00f3bios principalmente (penicilinas).<\/p>\n   \n<h4>9. Import\u00e2ncia para o homem<\/h4>\n   \n<p>Os por\u00edferos possuem grande import\u00e2ncia ecol\u00f3gica &#8211; fazem simbiose com organismo      fotossint\u00e9ticos (zooxantelas &#8211; matriz amarelada ou cianobact\u00e9rias &#8211; matriz      verde, violeta, marrom), vivem em \u00e1guas rasas e claras, aumento na taxa metab\u00f3lica      entre 33% e 80%. Abriga grande comunidade de organismos aqu\u00e1ticos. Servem      de alimento para muitas teias alimentares. <\/p>\n   \n<p>Geralmente est\u00e3o associados com recifes de corais, abrigando grande diversidade      de organismos marinhos.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  br.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Filo Por\u00edfera<\/h6>\n   \n<p><strong>Filo Por\u00edfera<\/strong> s\u00e3o animais aqu\u00e1ticos, predominantemente marinhos,      que geram uma corrente unidirecional de \u00e1gua atrav\u00e9s de seu corpo, da qual      se nutrem e por interm\u00e9dio da qual se reproduzem. <\/p>\n   \n<p>O plano de constru\u00e7\u00e3o dos por\u00edferos \u00e9 relativamente simples, com ampla mobilidade      celular e constante reorganiza\u00e7\u00e3o do sistema aq\u00fc\u00edfero. Sua dieta consiste      das menores fra\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas. Participam da produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, quando associados      a cianobact\u00e9rias ou algas; o h\u00e1bito carn\u00edvoro j\u00e1 foi descrito para algumas      esp\u00e9cies. Por\u00edferos s\u00e3o os principais bioerodedores de substratos calc\u00e1rios,      e j\u00e1 se sugeriu seu uso como biomonitores de qualidade ambiental.<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o importantes membros das comunidades bent\u00f4nicas em todas as faixas batim\u00e9tricas,      bem como lati e longitudinais; especialmente quando em substratos duros, abrigados      da luz.<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o considerados animais at\u00edpicos. justamente pelo fato n\u00e3o formarem \u00f3rg\u00e3os      mas, apesar de sua simplicidade estrutural, s\u00e3o bem adaptados ao ambiente      em que vivem. Podem, ainda serem considerados vitoriosos evolutivamente j\u00e1      que, apesar de serem um dos primeiros grupos a se formarem, s\u00e3o abundantes      at\u00e9 hoje.<\/p>\n   \n<p>0 nome do filo est\u00e1 relacionado com o grande n\u00famero de poros presentes no      organismo &#8211; Pori = poros; phoros = transportador. Esses poros comunicam o      meio externo com uma cavidade das esponjas, chamada \u00e1trio ou espongiocele.<\/p>\n   \n<p>As esponjas, durante a vida embrion\u00e1ria s\u00f3 apresentam dois folhetos germinativos      e devido a isso s\u00e3o dibl\u00e1sticas. N\u00e3o apresentam \u00f3rg\u00e3os, cabe\u00e7a, boca ou cavidade      g\u00e1strica. Sua estrutura corporal est\u00e1 organizada num sistema de canais e c\u00e2maras      por onde circula a \u00e1gua.<\/p>\n   \n<h4>Estrutura e Organiza\u00e7\u00e3o Interna<\/h4>\n   \n<p>Podemos descrever o corpo de uma esponja como um pequeno barril completamente      perfurado e atravessado pela \u00e1gua, sempre encontrado fixo sobre um substrato.      Seu corpo \u00e9 provido de milhares de poros (ou \u00f3stios), orif\u00edcios pelos quais      a \u00e1gua pode penetrar no corpo.<\/p>\n   \n<p>Todo o corpo do animal \u00e9 organizado ao redor de um sistema interno de passagem      de \u00e1gua, o que garante a sua vida pela chegada de alimentos e de oxig\u00eanio      em todas as suas c\u00e9lulas.<\/p>\n   \n<p>Os por\u00edferos apresentam simetria radial. Se cortarmos o seu corpo como uma      pizza, as &#8220;fatias&#8221; ser\u00e3o iguais. Esse tipo de simetria \u00e9 freq\u00fcentemente      verificado em animais s\u00e9sseis, incapazes de se deslocarem em uma dire\u00e7\u00e3o.      Nos animais m\u00f3veis, que se locomovem preferencialmente em uma dire\u00e7\u00e3o, o corpo      tem simetria bilateral, ou seja, duas partes sim\u00e9tricas, uma ao lado da outra.<\/p>\n   \n<p>Incapazes de explorar o ambiente onde est\u00e3o, por serem im\u00f3veis, os por\u00edferos      &#8220;trazem o ambiente at\u00e9 eles&#8221;! \u00c9 incrivelmente grande a quantidade      de \u00e1gua que passa pelo corpo de uma esponja diariamente.<\/p>\n   \n<p>Os poros comunicam o meio interno com canais que percorrem o corpo da esponja.      Esses canais, por sua vez, abrem-se no \u00e1trio (ou espongiocele) , uma cavidade      interna. N\u00e3o se trata de uma cavidade digestiva, uma vez que n\u00e3o ocorrem processos      digestivos em seu interior. H\u00e1 esponjas cujos canais passam por c\u00e2maras dilatadas      incrustadas na parede do corpo, antes de se abrirem no \u00e1trio central.<\/p>\n   \n<p>O \u00e1trio se comunica com o exterior por meio de orif\u00edcios maiores e bem menos      numerosos que os poros. S\u00e3o os \u00f3sculos. <\/p>\n   \n<p><strong>H\u00e1 um cont\u00ednuo fluxo de \u00e1gua atravessando os canais, sempre obedecendo      ao seguinte sentido:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Nas esponjas de estrutura corporal mais simples, a espessura da parede        corporal \u00e9 muito delgada. A superf\u00edcie externa \u00e9 revestida por c\u00e9lulas achatadas        chamadas pinac\u00f3citos. Os orif\u00edcios que se abrem na superf\u00edcie corporal se        comunicam com tubos. Tanto a borda do orif\u00edcio como a parede desses tubos        representam uma c\u00e9lula dobrada sobre si mesma, formando um cilindro. S\u00e3o        os por\u00f3citos.<\/p>\n     \n<p>Internamente a essa camada superficial de c\u00e9lulas, h\u00e1 uma subst\u00e2ncia gelatinosa,        constitu\u00edda predominantemente por prote\u00ednas, chamada mes\u00eanquima. <\/p>\n     \n<p>Mergulhadas no mes\u00eanquima, s\u00e3o encontradas c\u00e9lulas ameb\u00f3ides, os ameb\u00f3citos.        Tamb\u00e9m no mes\u00eanquima est\u00e3o as esp\u00edculas, elementos que garantem a sustenta\u00e7\u00e3o        do corpo das esponjas.<\/p>\n     \n<p>Os ameb\u00f3citos t\u00eam capacidade fagoc\u00edtica e s\u00e3o respons\u00e1veis pela digest\u00e3o        de alimentos. Nas esponjas, a digest\u00e3o \u00e9 exclusivamente intracelular. Uma        vez que n\u00e3o h\u00e1 um sistema digestivo, todo o processo de fragmenta\u00e7\u00e3o dos        alimentos se d\u00e1 no interior das c\u00e9lulas. Algumas outras c\u00e9lulas mergulhadas        no mes\u00eanquima s\u00e3o totipotentes, ou seja, s\u00e3o diferenciadas e, de acordo        com a necessidade, podem se transformar em cada um dos tipos celulares presentes        no corpo das esponjas.<\/p>\n     \n<p>As esp\u00edculas formam um &#8220;esqueleto rudimentar&#8221; que sustenta o        corpo mole das esponjas. S\u00e3o sintetizadas por tipos especiais de ameb\u00f3citos,        e a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica varia de uma esp\u00e9cie para outra. Algumas esponjas        possuem esp\u00edculas calc\u00e1rias (carbonato de c\u00e1lcio) ou de s\u00edlica (di\u00f3xido        de sil\u00edcio). Em algumas esponjas, n\u00e3o s\u00e3o encontradas esp\u00edculas minerais,        mas uma fina trama prot\u00e9ica de fibras de espongina. Essas s\u00e3o as esponjas        empregadas em banhos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>A an\u00e1lise da composi\u00e7\u00e3o dessas esp\u00edculas \u00e9 um importante crit\u00e9rio de classifica\u00e7\u00e3o      das diversas esp\u00e9cies de esponjas. Em uma mesma esponja, podem ser encontradas      esp\u00edculas minerais e a rede de espongina.<\/p>\n   \n<p>O \u00e1trio \u00e9 revestido por coan\u00f3citos. S\u00e3o c\u00e9lulas que possuem um flagelo circundado,      em sua base, por um &#8220;colarinho&#8221; constitu\u00eddo por algumas dezenas      de filamentos retr\u00e1teis. O batimento desses flagelos \u00e9 o principal respons\u00e1vel      pelo movimento cont\u00ednuo da \u00e1gua pelo corpo das esponjas. Os coan\u00f3citos tamb\u00e9m      s\u00e3o as c\u00e9lulas respons\u00e1veis pela capta\u00e7\u00e3o dos alimentos.<\/p>\n   \n<p>Os coan\u00f3citos se encontram apenas no revestimento interno do \u00e1trio. Esse      tipo de esponja \u00e9 chamada ascon\u00f3ide (ou \u00e1scon), e \u00e9 o que faz a \u00e1gua circular      mais lentamente.<\/p>\n   \n<p>As esponjas um pouco mais complexas apresentam numerosas dobras do revestimento      do \u00e1trio, de tal forma que a quantidade de coan\u00f3citos \u00e9 proporcionalmente      maior que nas do tipo ascon\u00f3ide. Os canais formados pelas dobras da parede      do \u00e1trio s\u00e3o os canais radiais, e esse tipo estrutural de esponjas \u00e9 conhecido      como sicon\u00f3ide (ou sicon).<\/p>\n   \n<p>O mais alto grau de complexidade e de dobramento do revestimento interno      das esponjas \u00e9 verificado no tipo leucon\u00f3ide (ou leucon). Nas esponjas com      essa estrutura, ao longo dos canais, s\u00e3o encontradas c\u00e2maras revestidas por      coan\u00f3citos. Nessas esponjas, o \u00e1trio \u00e9 bastante reduzido, e s\u00e3o as que conseguem      movimentar a \u00e1gua com maior velocidade.<\/p>\n   \n<p>Essa maior efici\u00eancia na circula\u00e7\u00e3o interna de \u00e1gua, que possibilita maior      oferta de oxig\u00eanio e de alimentos para as c\u00e9lulas, permite que as esponjas      do tipo leucon\u00f3ide alcancem tamanhos maiores que as esponjas de outros tipos.<\/p>\n   \n<p>Todo o metabolismo dos por\u00edferos depende da \u00e1gua que circula por suas c\u00e2m      aras e pelos seus canais, banhando as suas c\u00e9lulas. Da \u00e1gua, as c\u00e9lulas obt\u00eam      o oxig\u00eanio e os alimentos de que necessitam, e na \u00e1gua lan\u00e7am seus res\u00edduos,      como o g\u00e1s carb\u00f4nico e a am\u00f4nia. Toda a corrente de \u00e1gua \u00e9 mantida pelo cont\u00ednuo      batimento dos flagelos dos coan\u00f3citos. <\/p>\n   \n<p>Essas c\u00e9lulas tamb\u00e9m s\u00e3o as respons\u00e1veis pela capta\u00e7\u00e3o de alimentos, que      passam atrav\u00e9s dos seus &#8220;colarinhos&#8221;. As part\u00edculas alimentares      presentes na \u00e1gua ficam aderidas nos filamentos retr\u00e1teis do colarinho dos      coan\u00f3citos. Depois de englobados, esses alimentos s\u00e3o digeridos pelas enzimas      dos lisossomos.<\/p>\n   \n<p>A digest\u00e3o das esponjas \u00e9 exclusivamente intracelular. Uma parte do alimento      \u00e9 transferida dos coan\u00f3citos para os ameb\u00f3citos do mes\u00eanquima, que tamb\u00e9m      contribuem com a atividade digestiva. Depois de fragmentados, os alimentos      s\u00e3o distribu\u00eddos por difus\u00e3o por todas as outras c\u00e9lulas do corpo. Devido      a esse padr\u00e3o alimentar, as esponjas s\u00e3o consideradas organismos filtradores.      Uma esponja com 10 cent\u00edmetros de altura filtra mais de 100 litros de \u00e1gua      por dia. <\/p>\n   \n<p>Estima-se que, para crescer e acrescentar 3 gramas ao seu peso, as esponjas      tenham de filtrar mais de uma tonelada de \u00e1gua!<\/p>\n   \n<p>As trocas gasosas (obten\u00e7\u00e3o de O2 e elimina\u00e7\u00e3o de CO2) acontecem por difus\u00e3o      simples, assim como a elimina\u00e7\u00e3o de res\u00edduos metab\u00f3licos. O papel de um sistema      circulat\u00f3rio \u00e9 parcialmente executado pela cavidade interna e tamb\u00e9m pelos      ameb\u00f3citos que, ao se deslocarem pelo mes\u00eanquima, auxiliam na distribui\u00e7\u00e3o      de subst\u00e2ncias.<\/p>\n   \n<p>Os por\u00edferos n\u00e3o possuem sistema nervoso, de tal forma que um est\u00edmulo n\u00e3o      ser\u00e1 transmitido para outras partes do corpo. Entretanto, pode resultar em      uma rea\u00e7\u00e3o local, como o fechamento do \u00f3sculo<\/p>\n   \n<h4>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>Entre as esponjas, ocorrem reprodu\u00e7\u00e3o assexual e reprodu\u00e7\u00e3o sexual. A reprodu\u00e7\u00e3o      assexual se faz atrav\u00e9s do brotamento. Os brotos crescem ligados ao corpo,      podendo se soltar em determinados momentos e formar um novo organismo.<\/p>\n   \n<p>Algumas esp\u00e9cies de esponjas de \u00e1gua doce formam brotos internos, chamados      g\u00eamulas. Possibilitam a sobreviv\u00eancia da esponja em condi\u00e7\u00f5es adversas, como      o frio intenso. As g\u00eamulas se formam a partir de c\u00e9lulas ameb\u00f3ides do mes\u00eanquima,      que se enchem de subst\u00e2ncias nutritivas e s\u00e3o circundadas por um envolt\u00f3rio      resistente. Com a morte da esponja, o seu corpo se desintegra e libera as      g\u00eamulas. Quando as condi\u00e7\u00f5es ambientais voltam a ser favor\u00e1veis, as g\u00eamulas      liberam suas massas celulares internas, que se desenvolvem e originam novas      esponjas.<\/p>\n   \n<p>Como s\u00e3o formadas por tecidos pouco diferenciados, as esp onjas t\u00eam um elevado      poder de regenera\u00e7\u00e3o. Ao se passar uma esponja por uma peneira, fragmentando-se      o seu corpo em centenas de pequenos peda\u00e7os, as c\u00e9lulas se reorganizam e formam      centenas de novas esponjas.<\/p>\n   \n<p>A reprodu\u00e7\u00e3o sexual depende da forma\u00e7\u00e3o de gametas a partir de diferencia\u00e7\u00e3o      de algumas c\u00e9lulas presentes no mes\u00eanquima. H\u00e1 esp\u00e9cies hermafroditas e esp\u00e9cies      com sexos separados. A corrente de \u00e1gua leva os espermatoz\u00f3ides ao encontro      dos \u00f3vulos, e a fecunda\u00e7\u00e3o (fus\u00e3o dos gametas masculino e feminino) ocorre      no mes\u00eanquima. <\/p>\n   \n<p>O desenvolvimento embrion\u00e1rio \u00e9 indireto, pois h\u00e1 passagem por um fase larv\u00e1ria,      chamada anfibl\u00e1stula.<\/p>\n   \n<p>Empregamos, no par\u00e1grafo anterior, alguns conceitos importantes relacionados      com a reprodu\u00e7\u00e3o e que ser\u00e3o empregados diversas vezes na Zoologia.<\/p>\n   \n<p>Animais hermafroditas s\u00e3o os que possuem, em um mesmo organismo, sistemas      reprodutores masculino e feminino. Esses hermafroditas podem ser mon\u00f3icos,      quando apenas um indiv\u00edduo forma gametas masculinos (espermatoz\u00f3ides) e femininos      (\u00f3vulos) que se fundem e originam um novo indiv\u00edduo. Esse evento se chama      autofecunda\u00e7\u00e3o. A t\u00eania (ou &#8220;solit\u00e1ria&#8221;) \u00e9 um exemplo de hermafrodita      mon\u00f3ico.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1, tamb\u00e9m, hermafroditas di\u00f3icos. S\u00e3o animais que, embora produzam gametas      masculino e feminino, os gametas masculinos de um organismo n\u00e3o s\u00e3o capazes      de fecundar os gametas femininos do mesmo organismo, havendo a necessidade      de dois indiv\u00edduos para que ocorra a fecunda\u00e7\u00e3o, que recebe o nome de fecunda\u00e7\u00e3o      cruzada. As minhocas s\u00e3o hermafroditas di\u00f3icos. Embora um mesmo animal produza      espermatoz\u00f3ides e \u00f3vulos, a fecunda\u00e7\u00e3o acontece entre os espermatoz\u00f3ides de      um animal e os \u00f3vulos do outro, e vice-versa.<\/p>\n   \n<p>Todos os animais de sexos separados, como o homem, s\u00e3o di\u00f3icos e realizam      apenas a fecunda\u00e7\u00e3o cruzada.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.biomania.com.br<\/p>\n   \n<h6>Filo Por\u00edfera<\/h6>\n   \n<p>O <strong>filo Por\u00edfera<\/strong> \u00e9 constitu\u00eddo por animais pluricelulares      que apresentam poros na parede do corpo. S\u00e3o conhecidas cerca de 5 mil esp\u00e9cies      de por\u00edferos, todos aqu\u00e1ticos. Eles s\u00e3o predominantemente marinhos (minoria      em \u00e1gua doce), sendo encontrados desde o n\u00edvel das praias at\u00e9 uma profundidade      de 6 mil metros.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>por\u00edferos<\/strong> s\u00e3o animais s\u00e9sseis, fixando-se sobre rochas,      conchas, etc. Apresentam formas variadas, sendo assim\u00e9tricos ou de simetria      radial. As maiores esponjas medem 2 metros, mas h\u00e1 esp\u00e9cies min\u00fasculas de      l mm.<\/p>\n   \n<p>Embora pluricelulares, os por\u00edferos t\u00eam uma estrutura corporal diferente      dos demais metazo\u00e1rios. As suas c\u00e9lulas possuem um certo grau de independ\u00eancia      e n\u00e3o se organizam em tecidos.<\/p>\n   \n<p>A parede do corpo \u00e9 constitu\u00edda por 2 camadas celulares. A camada externa      \u00e9 formada por c\u00e9lulas achatadas (pin\u00f3citos). Entre os pin\u00f3citos, h\u00e1 c\u00e9lulas      maiores e alongadas que se estendem desde a parede externa at\u00e9 a parede interna.      S\u00e3o os por\u00f3citos, c\u00e9lulas que possuem um canal em seu interior, que permite      a entrada de \u00e1gua do exterior para a espongiocela, atrav\u00e9s da abertura chamada      \u00f3stio.<\/p>\n   \n<p>A camada interna \u00e9 formada por c\u00e9lulas flageladas providas de um colarinho,      forma\u00e7\u00e3o membranosa que envolve o flagelo. Essas c\u00e9lulas, chamadas coan\u00f3citos,      revestem a esponjiocela ; o batimento de seus flagelos faz com que a \u00e1gua      existente em seu interior da cavidade saia pelo \u00f3sculo.<\/p>\n   \n<p>Entre as camadas internas e externas h\u00e1 uma mes\u00eanquima gelatinosa, nas quais      se encontram c\u00e9lulas e esp\u00edculas. As c\u00e9lulas s\u00e3o dotadas de movimentos ameboides      e por isso s\u00e3o denominadas ameb\u00f3citos. As esp\u00edculas s\u00e3o elementos esquel\u00e9ticos      que sustentam a parede do corpo e mant\u00eam a esponja ereta.<\/p>\n   \n<p><strong>Reconhecem-se tr\u00eas tipos estruturas de esponjas:<\/strong> ascon,      sicon e l\u00eaucon, que diferem entre si pela complexidade da parede do corpo.<\/p>\n   \n<p>O tipo ascon \u00e9 o mias simples. A parede \u00e9 fina e possui poros inalantes que      se abrem diretamente na espongiocela. Esta \u00e9 revestida por coan\u00f3citos. As      esponjas do g\u00eanero Leucosoleina pertecem aos ascons.<\/p>\n   \n<p>Nas esponjas do tipo sicon, a parede do corpo \u00e9 formada por proje\u00e7\u00f5es em      forma de dedos. <\/p>\n   \n<p><strong>Identificam-se dois tipos de canais:<\/strong> os inalantes e os radiais.      A \u00e1gua penetra pelas camadas radiais, indo para a espongiocela. Os canais      radiais s\u00e3o revestidos internamente por coan\u00f3citos.<\/p>\n   \n<p>No tipo leucon, a parede do corpo \u00e9 mais espessa e percorrida por um complicado      sistema de canais. H\u00e1 canais inalantes e exalantes e, entre eles, c\u00e2maras      revestidas por coan\u00f3citos. A \u00e1gua penetra pelos canais inalantes, passa por      c\u00e2maras vibr\u00e1teis e vai \u00e0 espongiocela pelos canais exalantes. As esponjas      adultas n\u00e3o se locomovem. Os poros podem se abrir ou fechar.<\/p>\n   \n<h4>A respira\u00e7\u00e3o \u00e9 aer\u00f3bia<\/h4>\n   \n<p>O Oxig\u00eanio penetra na esponja dissolvido na \u00e1gua. Cada c\u00e9lula efetua com      o meio trocas gasosas. O g\u00e1s carb\u00f4nico produzido sai para o exterior tamb\u00e9m      dissolvido na \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>As esponjas n\u00e3o possuem sistema nervoso e c\u00e9lulas sensoriais. Apesar disso,      a maioria \u00e9 capaz de contrair-se quando submetida a est\u00edmulos fortes. Nesse      caso, os est\u00edmulos s\u00e3o transmitidos de c\u00e9lula para c\u00e9lula.<\/p>\n   \n<p>A reprodu\u00e7\u00e3o das esponjas pode ser assexuada e sexuada. <\/p>\n   \n<p><strong>No caso da assexuada, reconhecem-se tr\u00eas proceso:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Regenera\u00e7\u00e3o: <\/strong>Os por\u00edferos possuem grande poder de regenerar        partes perdidas do corpo. Qualquer parte cortada de uma esponja tem a capacidade        de se tornar uma nova esponja completa.<strong><br \/>\n       Brotamento: <\/strong>Consiste na forma\u00e7\u00e3o de um broto a partir da esponja-m\u00e3e.        Os brotos podem se separar, constituindo novos animais.<strong><br \/>\n       Gemula\u00e7\u00e3o: <\/strong>\u00c9 um processo realizado pelas esp\u00e9cies de \u00e1gua doce        e alguns marinhos. Consiste na produ\u00e7\u00e3o de g\u00eamulos, um grupo de ameboides        que s\u00e3o envolvidos por uma membrana grossa e resistente.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Quando a reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 sexuada, observa-se que a maioria das esponjas \u00e9 hermafrodita,      embora existam esp\u00e9cies com sexo separado, n\u00e3o h\u00e1 g\u00f4nadas para a forma\u00e7\u00e3o      de gametas, sendo estes originados pelos asque\u00f3citos. A fecunda\u00e7\u00e3o (interna)      e as primeiras fases do desenvolvimento embrion\u00e1rio ocorrem no interior do      organismo materno. Nas esponjas do tipo sicon, do ovo origina-se uma larva      denominada anifibl\u00e1stula, que sai pelo \u00f3sculo e fixa-se ao substrato, originando      uma nova esponja.<\/p>\n   \n<p><strong>As tr\u00eas principais classes de esponjas s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Calc\u00e1rias: <\/strong>Possuem esp\u00edculas de carbonato de c\u00e1lcio. Nessa        classe encontram-se esponjas dos tipos oscon, sicon e leucon. S\u00e3o esponjas        pequenas e vivem em \u00e1guas rasas.<strong><br \/>\n       Hexactin\u00e1lidas:<\/strong> Possuem esp\u00edculas silicosas. Na maioria das vezes        essas esp\u00edculas formam uma rede que se assemelha a vidro quando seca, por        isso s\u00e3o conhecidas como esponjas-de-vidro.<strong><br \/>\n       Desmosp\u00f4ngias:<\/strong> Possuem esp\u00edculas silicosas, fibras de espongina        ou ambas. A esta classe pertence a maioria das esponjas. S\u00e3o todas do tipo        leucon e apresentam formatos irregulares. Vivem em \u00e1guas rasas e profundas,        e entre elas est\u00e3o as esponjas de banho.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  underpop.free.br<\/p>\n   \n<h6>Filo Por\u00edfera<\/h6>\n   \n<h4>Phylum Porifera ou Spongiaria<\/h4>\n   \n<p>O<strong> filo Porifera<\/strong> (Do gr. poros, \u0091passagem\u0092, \u0091orif\u00edcio\u0092;      lat. ferre, \u0091levar\u0092) ou Spongiaria (Do gr. spoggia, atr. do lat.      spongia, \u0091esponja\u0092; +suf. \u00e1rio, \u0091rela\u00e7\u00e3o\u0092) \u00e9 constitu\u00eddo      pelos mais primitivos animais da escala zool\u00f3gica. <\/p>\n   \n<p><strong>S\u00e3o considerados como um grupo a parte de todos os outros animais:<\/strong>      os por\u00edferos formam o grupo Parazoa (Do gr. para, \u0091ao lado\u0092, zoon,      \u0091animal\u0092) e os demais o grupo Enterozoa (Do gr. \u00e9nteron, \u0091intestino\u0092).<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o animais dibl\u00e1sticos, ou diplobl\u00e1sticos, pois apresentam apenas dois folhetos      germinativos (estes folhetos n\u00e3o s\u00e3o compar\u00e1veis aos dos demais animais).<\/p>\n   \n<p>Possuem<strong> simetria radiada <\/strong>ou<strong> ausente<\/strong>. S\u00e3o      s\u00e9sseis, isto \u00e9, vivem fixos ao substrato. Podem viver isolados ou em col\u00f4nias.    <\/p>\n   \n<p><strong>Quando em col\u00f4nias, a distin\u00e7\u00e3o do que seja um organismo \u00e9 muito      dif\u00edcil:<\/strong> n\u00e3o d\u00e1 para saber exatamente onde come\u00e7a e onde termina      um indiv\u00edduo completo, devido \u00e0 grande independ\u00eancia de suas c\u00e9lulas.<\/p>\n   \n<p>As <strong>esponjas<\/strong> s\u00e3o exclusivamente aqu\u00e1ticas, predominantemente      marinhas. H\u00e1 uma \u00fanica fam\u00edlia dulc\u00edcola, a Spongillidae. Em geral, vivem      sobre rochas, conchas ou outros materiais s\u00f3lidos no solo submarino.<\/p>\n   \n<h4>Esponjas (Filo Por\u00edfero)<\/h4>\n   \n<p>Os <strong>por\u00edferos<\/strong> ou espongi\u00e1rios (esponjas) constituem-se nos      animais menos evolu\u00eddos de todos. S\u00e3o multicelulares, mas suas c\u00e9lulas n\u00e3o      formam tecidos bem definidos e muito menos se estruturam em \u00f3rg\u00e3os. <\/p>\n   \n<p><strong>A sua constitui\u00e7\u00e3o \u00e9 muito simples. Por isso, muitos especialistas      preferem distingui-lo dos outros grupos de animais, dividindo o reino Metazoa      em dois sub-reinos: <\/strong>O Parazoa (onde se situam os por\u00edferos) e o Eumetazoa      (que engloba todos os demais filos).<\/p>\n   \n<p>Os por\u00edferos (do latim porus, \u0091poro\u0092, \u0091orif\u00edcio\u0092, e ferre,      \u0091que transporta\u0092, \u0091portador\u0092) s\u00e3o todos de habitat aqu\u00e1tico,      predominantemente marinho, vivendo presos \u00e0s rochas ou outros substratos do      fundo do mar ou dos rios. T\u00eam o corpo perfurado por grande n\u00famero de poros,      por onde entra a \u00e1gua (poros inalantes ou \u00f3stios) e um \u00fanico poro grande exalante      (o \u00f3sculo), pelo qual sai \u00e0 \u00e1gua de percorrer a cavidade central do corpo.<\/p>\n   \n<p>Os por\u00edferos n\u00e3o possuem sistemas (digestivo, respirat\u00f3rio, nervoso e reprodutor).      Eles realizam a digest\u00e3o intracelular. A respira\u00e7\u00e3o e a excre\u00e7\u00e3o se fazem      por difus\u00e3o direta entre a \u00e1gua circulante e as sua c\u00e9lulas.<\/p>\n   \n<p>O corpo de uma esponja apresenta um revestimento esterno de c\u00e9lulas achatadas      \u0097 a epiderme \u0097, um revestimento interno com c\u00e9lulas flageladas e      providas de gola ou colarinho, chamadas coan\u00f3citos, e uma camada intermedi\u00e1ria      na qual se encontram c\u00e9lulas m\u00f3veis que se deslocam intensamente por meio      de pseud\u00f3podos \u0097 os ameb\u00f3citos. No mes\u00eanquima, pode-se encontrar uma      esp\u00e9cie de arcabou\u00e7o ou silicosas e uma rede de uma prote\u00edna espec\u00edfica chamada      espongina. Assim, distinguem-se esponjas r\u00edgidas (calc\u00e1rias e silicosas) e      esponjas macias (esponjas c\u00f3rneas). Estas \u00faltimas, muito usadas no banho,      n\u00e3o possuem esp\u00edculas e a sustenta\u00e7\u00e3o do corpo \u00e9 feita t\u00e3o-somente pela rede      de espongina. No mes\u00eanquima, al\u00e9m dos ameb\u00f3citos encontram-se as c\u00e9lulas formadoras      das esp\u00edculas e c\u00e9lulas geradoras dos gametas (mas n\u00e3o h\u00e1 &#8220;g\u00f4nadas&#8221;      propriamente).<\/p>\n   \n<p>A \u00e1gua ambiental penetra na esponja pelos poros inalantes, percorre os canais      do corpo e alcan\u00e7a uma grande cavidade central \u0097 o \u00e1trio ou espongiocele.      Os coan\u00f3citos revestem o \u00e1trio e, em muitos casos, pequenas c\u00e2maras que ficam      no trajeto dos canais. O agitar dos flagelos dessas c\u00e9lulas provoca um fluxo      de circula\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, puxando-a de fora para dentro do corpo. Os coan\u00f3citos,      al\u00e9m disso, ret\u00eam as part\u00edculas alimentares trazidas pela \u00e1gua e as digerem      em vac\u00faolos digestivos. O alimento, total ou parcialmente digerido, \u00e9 ent\u00e3o      entregue aos ameb\u00f3citos do mes\u00eanquima, a fim de estes concluam a digest\u00e3o      ou simplesmente o distribuam para todas as outras c\u00e9lulas. O oxig\u00eanio \u00e9 retido      por difus\u00e3o direta pelas c\u00e9lulas, da mesma forma como s\u00e3o expelidos os excretos.      Estes \u00faltimos v\u00e3o ao exterior arrastados pela \u00e1gua que sai pelo \u00f3sculo.<\/p>\n   \n<p><strong>Possui tr\u00eas tipos estruturais de organiza\u00e7\u00e3o, nesta ordem de complexidade:<\/strong>    <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>\u00c1scon<br \/>\n       Sycon <br \/>\n       L\u00eaucon<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Essas n\u00e3o s\u00e3o as classes do filo Porifera, embora existam exatamente tr\u00eas      classes. Para a defini\u00e7\u00e3o destas s\u00e3o levadas em conta, principalmente, as      estruturas de sustenta\u00e7\u00e3o &#8211; tipo e disposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori3.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"485\" height=\"252\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><strong><br \/>\n     Filo Por\u00edfera <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>\u00c1scon<\/strong><\/p>\n   \n<p>O tipo \u00e1scon \u00e9 a organiza\u00e7\u00e3o estrutural mais simples dos <strong>por\u00edferos<\/strong>.      Lembra um cesto de lixo, com a extremidade fixa ao substrato fechada e a extremidade      oposta com uma grande abertura, o \u00f3sculo (Do lat. osculu, dim. de \u0091boca\u0092,      que, mais tarde, degenerou no sentido de beijo).<\/p>\n   \n<p>A parede do corpo tem numerosos poros (\u00f3stios), formados por por\u00f3citos. H\u00e1      uma grande cavidade no corpo, o \u00e1trio (Do lat. atrium, \u0091vest\u00edbulo\u0092,      \u0091entrada\u0092) ou espongiocela (Do gr. spoggia, atr. do lat. spongia,      \u0091esponja\u0092; koyllion, \u0091ventre\u0092). A cavidade atrial \u00e9 completamente      revestida por coan\u00f3citos &#8211; camada gastral. J\u00e1 a camada externa &#8211; camada dermal      &#8211; \u00e9 constituida basicamente de pinac\u00f3citos.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori4.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"302\" height=\"374\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><br \/>\n<strong>\u00c1scon<\/strong><\/p>\n   \n<p>As esponjas ascon\u00f3ides possuem uma superf\u00edcie de absor\u00e7\u00e3o relativamente pequena.      A evolu\u00e7\u00e3o das formas estruturais (\u00e1scon &#8211; sycon &#8211; l\u00eaucon) \u00e9 acompanhada de      um aumento da capacidade de absor\u00e7\u00e3o de alimento (pl\u00e2ncton e part\u00edculas org\u00e2nicas).<\/p>\n   \n<p><strong>Sycon<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Esponjas<\/strong> do tipo sycon s\u00e3o mais complexas que \u00e1scon e menos      complexas que l\u00eaucon. Esse complexidade \u00e9 muito n\u00edtida, comparando-se os sistemas      de canais.<\/p>\n   \n<p>Enquanto em ascon\u00f3ides n\u00e3o encontramos canais (apenas os poros formados por      por\u00f3citos), em sicon\u00f3ides ocorrem canais horizontais, aumentando a superf\u00edcie      de absor\u00e7\u00e3o de alimento.<\/p>\n   \n<p>Existem dois tipos de canais em sicon\u00f3ides. Os canais inalantes t\u00eam origem      em um poro da parede do corpo e terminam em fundo cego, no mes\u00eanquima. Os      canais exalantes ou radiais come\u00e7am em fundo cego, no mes\u00eanquima, e desembocam      na espongiocela. <\/p>\n   \n<p>Aqui os poros (\u00f3stios) da parede do corpo s\u00e3o maiores, formados pela aus\u00eancia      de c\u00e9lulas. Os por\u00f3citos promovem apenas a liga\u00e7\u00e3o (pros\u00f3pila) entre os canais      inalantes e os canais exalantes. A abertura para a espongiocela \u00e9 denominada      ap\u00f3pila.<\/p>\n   \n<p>Os coan\u00f3citos revestem os canais exalantes ou radiais, n\u00e3o aparecendo em      nenhum outro lugar no corpo do animal. Os pinac\u00f3citos revestem a parede do      corpo, a espongiocela e os canais inalantes.<\/p>\n   \n<p><strong>L\u00eaucon<\/strong><\/p>\n   \n<p>O tipo<strong> l\u00eaucon <\/strong>ou <strong>r\u00e1gon<\/strong> dos<strong> por\u00edferos<\/strong>      \u00e9 o mais complexo. Comparativamente com \u00e1scon e sycon, o sistema de canais      \u00e9 muito mais sofisticado.<\/p>\n   \n<p><strong>Esponjas leucon\u00f3ides <\/strong>possuem c\u00e2maras vibr\u00e1teis, formadas      por coan\u00f3citos. Estes s\u00e3o os \u00fanicos locais onde os coan\u00f3citos est\u00e3o presentes,      em l\u00eaucon. As c\u00e2maras vibr\u00e1teis s\u00e3o assim denominadas devido \u00e0 vibra\u00e7\u00e3o produzida      pelo batimento dos flagelos das c\u00e9lulas com colarinho.<\/p>\n   \n<p>Os canais que ligam o exterior \u00e0s c\u00e2maras vibr\u00e1teis s\u00e3o denominados inalantes      ou aferentes. J\u00e1 os canais que promovem a comunica\u00e7\u00e3o destas c\u00e2maras com a      espongiocela s\u00e3o chamados de exalantes ou eferentes.<\/p>\n   \n<p>Em leucon\u00f3ides, todos os canais, a espongiocela e a camada externa do corpo      do animal s\u00e3o revestidos por pinac\u00f3citos.<\/p>\n   \n<p>Devido ao sistema de canais mais desenvolvido, o mes\u00eanquima toma quase todo      o espa\u00e7o do corpo, ficando a espongiocela reduzida.<\/p>\n   \n<h4>Histologia de Porifera<\/h4>\n   \n<p>As esponjas n\u00e3o formam tecidos t\u00edpicos. <\/p>\n   \n<p>Em geral possuem um revestimento externo &#8211; a camada dermal &#8211; e um interno      &#8211; a camada gastral. Entre estas duas camadas celulares encontramos um mes\u00eanquima      gelatinoso, que pode conter esp\u00edculas minerais, redes de espongina ou ameb\u00f3citos.    <\/p>\n   \n<p><strong>Podemos reconhecer os seguintes tipos celulares:<\/strong><\/p>\n   \n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori5.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"478\" height=\"433\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><strong><br \/>\n     Porifera<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Reprodu\u00e7\u00e3o em Porifera<\/h4>\n   \n<p>Os por\u00edferos podem reproduzir-se tanto assexuadamente, como sexuadamente.<\/p>\n   \n<p><strong>A reprodu\u00e7\u00e3o assexuada nas esponjas pode ocorrer de tr\u00eas modos:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Regenera\u00e7\u00e3o: <\/strong>Quanto menos diferenciadas forem as c\u00e9lulas        de um organismo (quanto mais independentes forem as suas c\u00e9lulas), maior        ser\u00e1 a sua capacidade de regenera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n     \n<p>Nas esponjas, a grande capacidade de regenera\u00e7\u00e3o chega a ser considerada        uma forma de reprodu\u00e7\u00e3o. Ali\u00e1s, \u00e9 muito utilizada na cultura de esponjas        de banho (Spongia).<\/p>\n     \n<p><strong>Brotamento: <\/strong>Arque\u00f3citos formam protuber\u00e2ncias no corpo        do animal &#8211; os brotos. Estes se desenvolvem, podendo separar-se do corpo        da esponja progenitora (formando novos indiv\u00edduos isolados) ou permanecer        a ele ligados (formando uma col\u00f4nia).<\/p>\n     \n<p><strong>Gemula\u00e7\u00e3o: <\/strong>Tipo especial de reprodu\u00e7\u00e3o, t\u00edpico das esponjas        dulc\u00edcolas, mas tamb\u00e9m encontrado em algumas esponjas marinhas. G\u00eamulas        s\u00e3o estruturas especiais de resist\u00eancia contra condi\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis do        meio ambiente, como seca ou frio. S\u00e3o formadas por um aglomerado de arque\u00f3citos,        recobertos por esp\u00edculas protetoras (anfidiscos). Em condi\u00e7\u00f5es extremas,        como a seca de um rio, a esponja progenitora morre e, com a volta da \u00e1gua,        as g\u00eamulas desenvolvem-se formando novas esponjas.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>A <strong>reprodu\u00e7\u00e3o sexuada<\/strong> &#8211; por meio de gametas &#8211; dos por\u00edferos      ocorre de uma maneira bastante interessante, pois a fecunda\u00e7\u00e3o \u00e9 indireta.      Isto porque o espermatoz\u00f3ide n\u00e3o penetra diretamente no \u00f3vulo. Os espermatoz\u00f3ides      s\u00e3o eliminados na corrente de \u00e1gua, entram pelos poros de outra esponja e      s\u00e3o fagocitados pelos coan\u00f3citos. <\/p>\n   \n<p>S\u00f3 ent\u00e3o os gametas masculinos atingem o mes\u00eanquima e fecunda o \u00f3vulo. Tanto      os \u00f3vulos como os espermatoz\u00f3ides s\u00e3o originados pelos arque\u00f3citos. Os por\u00edferos      podem ser mon\u00f3icos (hermafroditas) ou di\u00f3icos (de sexo separado). O desenvolvimento      \u00e9 indireto, por meio de uma larva ciliada livre-nadante &#8211; a anfibl\u00e1stula.      Depois de um tempo, ela se fixa a um substrato &#8211; est\u00e1gio olinthus. <\/p>\n   \n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori6.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"310\" height=\"417\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><strong><br \/>\n     Reprodu\u00e7\u00e3o Sexuada das Esponjas<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Sistem\u00e1tica do filo Porifera<\/h4>\n   \n<p><strong>O filo dos por\u00edferos \u00e9 dividido em tr\u00eas classes:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1. Classe Calcarea (Calcispongiae): <\/strong>Esponjas Calc\u00e1rias.        Esp\u00edculas calc\u00e1rias, monoaxiais ou com 3 ou 4 raios; superf\u00edcie do corpo        cerdosa; cores apagadas; geralmente com menos de 15 cm de comprimento. <strong>Ex.:        <\/strong>Leucosolenia e Scypha.<strong><br \/>\n       2. Classe Hexactinellida (Hyalospongiae): <\/strong>Esponjas de Vidro. Esp\u00edculas        silicosas, com 6 raios (hexactinas); sem epit\u00e9lio na superf\u00edcie; comprimento        de at\u00e9 1 metro. <strong>Ex.:<\/strong> Eupletella aspergillum e Hyalonem.<strong><br \/>\n       3. Classe Demospongiae: <\/strong>Esqueleto de esp\u00edculas silicosas, de espongina,        de ambas ou ausente; esp\u00edculas quando presentes s\u00e3o de 6 raios.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.cognoscere.hpg.ig.com.br<\/p>\n   \n<h6>Filo Por\u00edfera<\/h6>\n   \n<h4>Posi\u00e7\u00e3o Sistem\u00e1tica<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Reino:<\/strong> Animalia<strong><br \/>\n       Sub reino:<\/strong> Parazoa<strong><br \/>\n       Filo:<\/strong> Porifera<strong><br \/>\n       Subfilo: <\/strong>Cellularia <strong><br \/>\n       Classe: <\/strong>Calcarea<strong><br \/>\n       Classe:<\/strong> Demospongiae<strong><br \/>\n       Subfilo: <\/strong>Symplasma<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas Gerais<\/h4>\n   \n<p>Animais aqu\u00e1ticos, predominantemente marinhos, que geram uma corrente unidirecional      de \u00e1gua atrav\u00e9s de seu corpo, da qual se nutrem e por interm\u00e9dio da qual se      reproduzem. O plano de constru\u00e7\u00e3o dos por\u00edferos \u00e9 relativamente simples, com      ampla mobilidade celular e constante reorganiza\u00e7\u00e3o do sistema aq\u00fc\u00edfero. <\/p>\n   \n<p>As esponjas, durante a vida embrion\u00e1ria s\u00f3 apresentam dois folhetos germinativos      e devido a isso s\u00e3o diplobl\u00e1sticas. N\u00e3o apresentam \u00f3rg\u00e3os, cabe\u00e7a, boca ou      cavidade g\u00e1strica. Sua estrutura corporal est\u00e1 organizada num sistema de canais      e c\u00e2maras por onde circula a \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>Podemos descrever o corpo de uma esponja como um pequeno barril completamente      perfurado e atravessado pela \u00e1gua, sempre encontrado fixo sobre um substrato.      Seu corpo \u00e9 provido de milhares de poros (ou \u00f3stios), orif\u00edcios pelos quais      a \u00e1gua pode penetrar no corpo. Todo o corpo do animal \u00e9 organizado ao redor      de um sistema interno de passagem de \u00e1gua, o que garante a sua vida pela chegada      de alimentos e de oxig\u00eanio em todas as suas c\u00e9lulas.<\/p>\n   \n<p>Os poros comunicam o meio interno com canais que percorrem o corpo da esponja.      Esses canais, por sua vez, abrem-se no \u00e1trio (ou espongiocele), uma cavidade      interna. N\u00e3o se trata de uma cavidade digestiva, uma vez que n\u00e3o ocorrem processos      digestivos em seu interior. H\u00e1 esponjas cujos canais passam por c\u00e2maras dilatadas      incrustadas na parede do corpo, antes de se abrirem no \u00e1trio central.<\/p>\n   \n<p>O \u00e1trio se comunica com o exterior por meio de orif\u00edcios maiores e bem menos      numerosos que os poros. S\u00e3o os \u00f3sculos.<\/p>\n   \n<p>Internamente a essa camada superficial de c\u00e9lulas, h\u00e1 uma subst\u00e2ncia gelatinosa,      constitu\u00edda predominantemente por prote\u00ednas, chamada mes\u00eanquima. <\/p>\n   \n<p>Mergulhadas no mes\u00eanquima, s\u00e3o encontradas c\u00e9lulas ameb\u00f3ides, os ameb\u00f3citos.      Tamb\u00e9m no mes\u00eanquima est\u00e3o as esp\u00edculas, elementos que garantem a sustenta\u00e7\u00e3o      do corpo das esponjas.<\/p>\n   \n<p>Os ameb\u00f3citos t\u00eam capacidade fagoc\u00edtica e s\u00e3o respons\u00e1veis pela digest\u00e3o      de alimentos. Nas esponjas, a digest\u00e3o \u00e9 exclusivamente intracelular. Uma      vez que n\u00e3o h\u00e1 um sistema digestivo, todo o processo de fragmenta\u00e7\u00e3o dos alimentos      se d\u00e1 no interior das c\u00e9lulas.<\/p>\n   \n<p>O \u00e1trio \u00e9 revestido por coan\u00f3citos. S\u00e3o c\u00e9lulas que possuem um flagelo circundado,      em sua base, por um &#8220;colarinho&#8221; constitu\u00eddo por algumas dezenas      de filamentos retr\u00e1teis. O batimento desses flagelos \u00e9 o principal respons\u00e1vel      pelo movimento cont\u00ednuo da \u00e1gua pelo corpo das esponjas. Os coan\u00f3citos tamb\u00e9m      s\u00e3o as c\u00e9lulas respons\u00e1veis pela capta\u00e7\u00e3o dos alimentos.<\/p>\n   \n<p>As trocas gasosas (obten\u00e7\u00e3o de O2 e elimina\u00e7\u00e3o de CO2) acontecem por difus\u00e3o      simples, assim como a elimina\u00e7\u00e3o de res\u00edduos metab\u00f3licos. O papel de um sistema      circulat\u00f3rio \u00e9 parcialmente executado pela cavidade interna e tamb\u00e9m pelos      ameb\u00f3citos que, ao se deslocarem pelo mes\u00eanquima, auxiliam na distribui\u00e7\u00e3o      de subst\u00e2ncias. <\/p>\n   \n<h4>Sistema Nervoso dos Por\u00edferos <\/h4>\n   \n<p>Os por\u00edferos n\u00e3o possuem sistema nervoso, de tal forma que um est\u00edmulo n\u00e3o      ser\u00e1 transmitido para outras partes do corpo. Entretanto, um est\u00edmulo pode      resultar em uma rea\u00e7\u00e3o local, como o fechamento do \u00f3sculo. Eles possuem um      \u0093esbo\u00e7o de sistema nervoso difuso\u0094 (uma rede de c\u00e9lulas nervosas      pelo corpo). <\/p>\n   \n<h4>C\u00e9lulas Nervosas dos Por\u00edferos <\/h4>\n   \n<p>As c\u00e9lulas individuais apresentam pouca coordena\u00e7\u00e3o, que depende da transmiss\u00e3o      de subst\u00e2ncias mensageiras por meio de difus\u00e3o no interior do mesoilo, pelas      c\u00e9lulas ameb\u00f3ides e ao longo de c\u00e9lulas fixas em contato entre si. A condu\u00e7\u00e3o      el\u00e9trica n\u00e3o envolve potenciais de a\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.pucrs.br<\/p>\n   \n<h6>Filo Por\u00edfera<\/h6>\n   \n<h4>As esponjas<\/h4>\n   \n<p><strong>Conceitos Gerais<\/strong><\/p>\n   \n<p>S\u00e3o os <strong>mais primitivos entre os animais pluricelulares<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p>N\u00e3o est\u00e3o presentes \u00f3rg\u00e3os ou tecidos verdadeiros, apresentando suas c\u00e9lulas      com consider\u00e1vel grau de independ\u00eancia. <\/p>\n   \n<p>Todos os membros do Filo s\u00e3o s\u00e9sseis (fixos) e demonstram poucos movimentos      detect\u00e1veis. Essa combina\u00e7\u00e3o caracter\u00edstica convenceu Arist\u00f3teles, Pl\u00ednio      e ainda outros naturalistas antigos de que as esponjas seriam plantas! De      fato, n\u00e3o foi antes de 1765, quando se observou pela primeira vez as correntes      internas de \u00e1gua, que a natureza animal das esponjas ficou claramente estabelecida.      O nome \u0093por\u00edfera\u0094 adv\u00e9m do fato desses seres possu\u00edrem poros por      todo o corpo.<\/p>\n   \n<p>Exceto por 150 esp\u00e9cies de \u00e1gua doce, as esponjas s\u00e3o animais marinhos. Elas      abundam em todos os mares sempre que houver rochas, conchas, madeira submersa      ou coral para fornecer um substrato, necess\u00e1rio \u00e0 fixa\u00e7\u00e3o, embora existam      esp\u00e9cies que vivem sobre areia ou lodo. A maioria prefere \u00e1guas relativamente      rasas, por\u00e9m alguns grupos vivem em \u00e1guas profundas.<\/p>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Animais <strong>dibl\u00e1sticos<br \/>\n       Simetria radial <\/strong>ou <strong>assim\u00e9tricos<br \/>\n       Vida solit\u00e1ria <\/strong>ou em <strong>col\u00f4nias<\/strong><\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Os <strong>por\u00edferos<\/strong> t\u00eam tamanho muito vari\u00e1vel que \u00e9 determinado,      principalmente, pela estrutura interna destes organismos. <\/p>\n   \n<p><strong>Algumas esponjas exibem simetria radial, por\u00e9m a maioria mostra-se      irregular, exibindo padr\u00f5es de crescimento que podem ser:<\/strong> massivos,      eretos, incrustantes ou ramificados. O tipo de padr\u00e3o de crescimento \u00e9 influenciado      pela velocidade das correntes de \u00e1gua , inclina\u00e7\u00e3o e natureza do substrato      e disponibilidade de espa\u00e7o. Assim, uma determinada esp\u00e9cie pode assumir diferentes      padr\u00f5es devido as diferentes situa\u00e7\u00f5es ambientais, o que tem causado algumas      confus\u00f5es taxon\u00f4micas.<\/p>\n   \n<p>A maioria das esp\u00e9cies comumente encontradas exibem cores fortes, o que tem      sido sugerido ser uma forma de prote\u00e7\u00e3o contra a radia\u00e7\u00e3o solar ou advert\u00eancia.<\/p>\n   \n<p>Tomando-se como exemplo a estrutura mais simples de um por\u00edfero, pode-se      estabelecer o seguinte padr\u00e3o b\u00e1sico e tipos celulares presentes no grupo      como um todo. A superf\u00edcie desses organismos \u00e9 perfurada por pequenas aberturas,      os poros inalantes, de onde deriva o nome Por\u00edfera (portador de poros). Esses      poros abrem-se em uma cavidade interior chamada de \u00e1trio.<\/p>\n   \n<p><strong>Esse, por sua vez, abre-se para o exterior atrav\u00e9s do \u00f3sculo , uma      grande abertura localizada na parte superior do animal. O fluxo de \u00e1gua \u00e9      portanto o seguinte:<\/strong><\/p>\n   \n<p align=\"center\"><strong>meio externo &gt;&gt; poro inalante &gt;&gt; \u00e1trio      &gt;&gt; \u00f3sculo &gt;&gt; meio externo<\/strong><\/p>\n   \n<p>Esse fluxo \u00e9 possibilitado pelos coan\u00f3citos, c\u00e9lulas que caracterizam o grupo      e apresentam um flagelo circundado por um colarinho contr\u00e1til. Elas se localizam      no lado interno do animal, revestindo a cavidade do \u00e1trio. Sua fun\u00e7\u00e3o b\u00e1sica      \u00e9 promover uma corrente de \u00e1gua dentro do \u00e1trio.<\/p>\n   \n<p>A parede do corpo \u00e9 relativamente simples, sendo a superf\u00edcie externa formada      por c\u00e9lulas achatadas, os pinac\u00f3citos, os quais em conjunto, constituem a      pinacoderme. Diferentemente do epit\u00e9lio de outros animais, est\u00e1 ausente uma      membrana basal e as margens dos pinac\u00f3citos podem ser expandidas ou contra\u00eddas      de forma que o animal pode aumentar ligeiramente de tamanho. Os pinac\u00f3citos      basais secretam um material que fixa a esponja ao substrato.<\/p>\n   \n<p>Os poros s\u00e3o formados por um tipo celular chamado por\u00f3cito, o qual tem a      forma de um tubo que se estende desde a superf\u00edcie externa at\u00e9 o \u00e1trio. A      cavidade do tubo forma os poros inalantes, ou \u00f3stios, que podem se abrir ou      fechar por contra\u00e7\u00e3o. O por\u00f3cito \u00e9 derivado de um pinac\u00f3cito atrav\u00e9s do surgimento      de uma perfura\u00e7\u00e3o intracelular.<\/p>\n   \n<p>Abaixo da pinacoderme encontra-se uma camada chamada meso-hilo (ou mes\u00eanquima)      que \u00e9 constitu\u00edda por uma matriz prot\u00e9ica gelatinosa contendo material esquel\u00e9tico      e c\u00e9lulas ameb\u00f3ides, ou seja, c\u00e9lulas que possuem movimentos ameb\u00f3ide e s\u00e3o      capazes de se diferenciarem em outros tipos de c\u00e9lulas.<\/p>\n   \n<p>O esqueleto, que \u00e9 relativamente complexo, fornece a estrutura de sustenta\u00e7\u00e3o      para as c\u00e9lulas vivas do animal. Assim, o esqueleto para todo o filo das esponjas,      pode ser composto por esp\u00edculas calc\u00e1reas, silicosas, fibras prot\u00e9icas de      espongina ou ent\u00e3o por uma combina\u00e7\u00e3o das duas \u00faltimas.<\/p>\n   \n<p>As esp\u00edculas podem ser de v\u00e1rias formas, importantes para a identifica\u00e7\u00e3o      e classifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Esp\u00edculas mono\u00e1xonas t\u00eam o formato de agulhas      ou bastonetes podendo ser retas ou curvas, com extremidade afiladas ou ainda      em forma de gancho.<\/p>\n   \n<p>Apesar das esp\u00edculas freq\u00fcentemente se projetarem atrav\u00e9s da pinacoderme,      o esqueleto se localiza primariamente no meso-hilo. O arranjo das esp\u00edculas      \u00e9 organizado com v\u00e1rios tipos que se combinam de maneira a formar grupos distintos.      Elas podem estar fundidas ou apenas entrela\u00e7adas, sendo que a organiza\u00e7\u00e3o      em uma por\u00e7\u00e3o do corpo pode diferir da organiza\u00e7\u00e3o que se observa em outra      por\u00e7\u00e3o do mesmo indiv\u00edduo.<\/p>\n   \n<p>O meso-hilo cont\u00e9m tamb\u00e9m fibras col\u00e1genas dispersas, mas algumas esponjas      podem ter fibras grossas de col\u00e1geno chamadas esponginas (prote\u00edna fibrosa).      Algumas esponjas s\u00e3o muito resistentes e t\u00eam uma consist\u00eancia semelhante \u00e0      borracha devido a quantidade de espongina presente no esqueleto. As esponjas      de banho possuem apenas espongina no esqueleto.<\/p>\n   \n<p>V\u00e1rios tipos de c\u00e9lulas ameb\u00f3ides est\u00e3o presentes no meso-hilo. <\/p>\n   \n<p><strong>C\u00e9lulas grandes com n\u00facleos tamb\u00e9m grandes:<\/strong> os arque\u00f3citos      que s\u00e3o c\u00e9lulas fagocit\u00e1rias que desempenham papel no processo da digest\u00e3o.      Os arque\u00f3citos tamb\u00e9m s\u00e3o capazes de formar outros tipos celulares caso haja      necessidade ao animal e s\u00e3o por isso chamadas totipotentes. H\u00e1 tamb\u00e9m c\u00e9lulas      fixas, chamadas col\u00eancitos que ficam ancoradas por longas fitas citoplasm\u00e1ticas      e que s\u00e3o as respons\u00e1veis pelas secre\u00e7\u00e3o das fibras de col\u00e1geno dispersas.      Pode haver, em algumas esponjas, c\u00e9lulas m\u00f3veis que secretam tais fibras.<\/p>\n   \n<p>O esqueleto de esp\u00edculas ou espongina \u00e9 secretado pelos escler\u00f3citos ameb\u00f3ides      ou espongi\u00f3citos. Para secre\u00e7\u00e3o de uma \u00fanica esp\u00edcula numa esponja calc\u00e1ria      podem estar envolvidos de um a v\u00e1rios escler\u00f3citos, num processo relativamente      complexo.<\/p>\n   \n<p>Do lado interno do meso-hilo, revestindo o \u00e1trio, encontra-se a camada dos      coan\u00f3citos, os quais tem uma estrutura muito similar \u00e0 dos protozo\u00e1rios coanoflagelados.      De fato, muitos zo\u00f3logos cr\u00eaem que as esponjas tiveram uma origem distinta      a partir de coanoflagelados, n\u00e3o tendo desta forma, rela\u00e7\u00e3o com outros metazo\u00e1rios.      O coan\u00f3cito \u00e9 uma c\u00e9lula ov\u00f3ide, com uma extremidade adjacente ao meso-hilo      e a extremidade oposta projetada para dentro do \u00e1trio, apresentando esta um      colarinho contr\u00e1til. S\u00e3o c\u00e9lulas respons\u00e1veis pelo movimento de \u00e1gua atrav\u00e9s      da esponja e pela obten\u00e7\u00e3o de alimento.<\/p>\n   \n<h4>Tipos Morfol\u00f3gicos<\/h4>\n   \n<p>A estrutura morfol\u00f3gica dos por\u00edferos \u00e9 bem peculiar, bem caracterizada por      sistemas de canais para a circula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, numa forma que se relaciona      com o car\u00e1ter s\u00e9ssil (fixo) do grupo.<\/p>\n   \n<p><strong>Existem tr\u00eas tipos estruturais segundo este arranjo interno de canais:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Ascon\u00f3ides<\/strong><\/p>\n     \n<p>Tipo mais primitivo, n\u00e3o h\u00e1 canais. A \u00e1rea revestida por coan\u00f3citos \u00e9 reduzida        e ocorre um grande \u00e1trio. <\/p>\n     \n<p>O fluxo de \u00e1gua pode ser lento, uma vez, que o \u00e1trio \u00e9 grande e cont\u00e9m        \u00e1gua demais para que possa ser levada rapidamente atrav\u00e9s do \u00f3sculo. Quanto        maior a esponja, mais intenso \u00e9 o problema do movimento de \u00e1gua. O aumento        do \u00e1trio n\u00e3o \u00e9 acompanhado por um aumento suficiente da camada de coan\u00f3citos        para superar o problema. Assim, as esponjas tipo Ascon s\u00e3o invariavelmente        pequenas.<\/p>\n     \n<p>Esses problemas de fluxo de \u00e1gua e \u00e1rea de superf\u00edcie das esponjas foram        superados durante sua evolu\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do dobramento da parede do corpo        e redu\u00e7\u00e3o do \u00e1trio. As dobras aumentaram a superf\u00edcie da camada de coan\u00f3citos        enquanto a redu\u00e7\u00e3o do \u00e1trio diminuiu o volume de \u00e1gua circulante. O resultado        final dessas mudan\u00e7as \u00e9 uma circula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua muito maior e mais eficiente        atrav\u00e9s do corpo. Com isso \u00e9 poss\u00edvel um grande aumento de tamanho.<\/p>\n     \n<p><strong>As esponjas que apresentam os primeiros sinais de dobramento do        corpo s\u00e3o as sicon\u00f3ides ou tipo Sycon <\/strong><\/p>\n     \n<p>Nessas, a parede do corpo tornou-se dobrada horizontalmente formando protuber\u00e2ncias        digitiformes. Esse tipo de desenvolvimento produz bolsas externas estendendo-se        para dentro a partir do exterior e evagina\u00e7\u00f5es que se estendem para fora        a partir do \u00e1trio.<\/p>\n     \n<p>Nesse tipo mais evolu\u00eddo de esponja, os coan\u00f3citos n\u00e3o mais revestem o        \u00e1trio, mas ficam confinados \u00e0s evagina\u00e7\u00f5es as quais s\u00e3o chamadas canais        radias ou flagelados. As invagina\u00e7\u00f5es correspondentes da pinacoderme chamam-se        canais aferentes. Os dois canais se comunicam atrav\u00e9s de aberturas, equivalentes        aos poros das esponjas ascon\u00f3ides.<\/p>\n     \n<p><strong>Leucon\u00f3ides<\/strong><\/p>\n     \n<p>O mais alto grau de dobramento da parede do corpo ocorre neste tipo de        esponja. Os canais flagelados sofrem evagina\u00e7\u00f5es de maneira a formar pequenas        c\u00e2maras flageladas arredondadas e o \u00e1trio usualmente desaparece, exceto        pelos canais h\u00eddricos que levam ao \u00f3sculo. A \u00e1gua entra na esponja atrav\u00e9s        dos poros d\u00e9rmicos provavelmente localizados entre c\u00e9lulas e passa pelos        espa\u00e7os subd\u00e9rmicos.<\/p>\n     \n<p>Muitas esponjas (a maioria) s\u00e3o constitu\u00eddas segundo a arquitetura leucon\u00f3ides,        fato que p\u00f5e em evid\u00eancia a efic\u00e1cia desse tipo de estrutura. As esponjas        leucon\u00f3ides s\u00e3o compostas por uma massa de c\u00e2maras flageladas e canais h\u00eddricos        e podem atingir um tamanho consider\u00e1vel.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Fisiologia<\/h4>\n   \n<p>Os aspectos fisiol\u00f3gicos dos por\u00edferos s\u00e3o muito dependentes da corrente      de \u00e1gua que fluem atrav\u00e9s do organismo. O volume de \u00e1gua que passa \u00e9 extremamente      alto. O \u00f3sculo \u00e9 regulado de forma a diminuir ou at\u00e9 parar o fluxo.<\/p>\n   \n<h4>Digest\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>O h\u00e1bito filtrador envolve necessariamente a forma\u00e7\u00e3o de uma corrente unidirecional      de \u00e1gua, que entra pelos poros trazendo alimentos, circula pelo \u00e1trio e sai      pelo \u00f3sculo. Desta forma as part\u00edculas alimentares s\u00e3o capturadas e filtradas      nas c\u00e2maras flageladas pelos coan\u00f3citos. Tanto os coan\u00f3citos como os ameb\u00f3citos      fagocitam o alimento e transferem-no para outras c\u00e9lulas. Portanto a digest\u00e3o      \u00e9 intracelular. Os detritos s\u00e3o eliminados pelo fluxo de \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>As esponjas se alimentam de material particulado extremamente fino. Estudos      efetuados em tr\u00eas esp\u00e9cies de esponjas jamaicanas mostraram que 80% da mat\u00e9ria      org\u00e2nica filtr\u00e1vel consumida por estas esponjas tem um tamanho inferior \u00e0quele      que pode ser resolvido pela microscopia comum. Os outros 20% constituem bact\u00e9rias,      dinoflagelados e outros pequenos seres planct\u00f4nicos.<\/p>\n   \n<p>Aparentemente, as part\u00edculas de alimento s\u00e3o selecionadas principalmente      com base em seu tamanho, sendo retiradas no curso de sua passagem pelas c\u00e2maras      flageladas.<\/p>\n   \n<p>Apenas part\u00edculas menores que um certo tamanho podem entrar nos poros d\u00e9rmicos,      essas s\u00e3o part\u00edculas finalmente filtradas pelos coan\u00f3citos. A capta\u00e7\u00e3o de      part\u00edculas resulta provavelmente do fluxo de \u00e1gua atrav\u00e9s das microvilosidades      que comp\u00f5em o colarinho.<\/p>\n   \n<p>Part\u00edculas grandes (5 a 50 \u00b5m) s\u00e3o fagocitadas por c\u00e9lulas que revestem os      canais inalantes. Part\u00edculas com dimens\u00f5es bacterianas ou ainda menores (menor      que 1 \u00b5m) s\u00e3o removidas e engolfadas pelos coan\u00f3citos.<\/p>\n   \n<h4>Respira\u00e7\u00e3o, Circula\u00e7\u00e3o e Excre\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>As trocas gasosas ocorrem por simples difus\u00e3o entre a \u00e1gua que entra e as      c\u00e9lulas do animal. As excretas nitrogenadas (particularmente am\u00f4nia) saem      do organismo junto com a corrente de \u00e1gua. N\u00e3o h\u00e1, portanto, sistema circulat\u00f3rio.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Nervoso<\/h4>\n   \n<p>N\u00e3o existe sistema nervoso. As rea\u00e7\u00f5es s\u00e3o localizadas e a coordena\u00e7\u00e3o \u00e9      em fun\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o de subst\u00e2ncias mensageiras por difus\u00e3o no meso-hilo      ou por c\u00e9lulas ameb\u00f3ides se locomovendo. Pode tamb\u00e9m ocorrer entre c\u00e9lulas      fixas que estejam em contato.<\/p>\n   \n<h4>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>A reprodu\u00e7\u00e3o pode ser <strong>assexuada<\/strong> ou <strong>sexuada.<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Assexuada<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Regenera\u00e7\u00e3o: <\/strong>Ocorre quando parte do animal fragmenta-se        e os peda\u00e7os s\u00e3o facilmente regenerados formando novos indiv\u00edduos.<strong><br \/>\n       Brotamento: <\/strong>Em algumas esp\u00e9cies ocorrem expans\u00f5es laterais do corpo,        denominadas brotos. Estes podem desprender-se e depois se fixar em um substrato.<strong><br \/>\n       Gemula\u00e7\u00e3o: <\/strong>Ocorre em esponjas de \u00e1gua doce e em algumas esp\u00e9cies        marinhas. Nestas esponjas formam-se estruturas reprodutoras chamadas g\u00eamulas.        Estas s\u00e3o constitu\u00eddas por aglomerados de ameb\u00f3citos e arque\u00f3citos envoltos        por uma membrana r\u00edgida formada por esp\u00edculas e por material semelhante        a espongina, que deixa uma pequena abertura, denominada micr\u00f3pila. Isto        confere \u00e0s g\u00eamulas prote\u00e7\u00e3o contra condi\u00e7\u00f5es ambientais adversas (baixas        temperaturas, falta d\u0092\u00e1gua, etc.). Em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis, as c\u00e9lulas        internas s\u00e3o liberadas e se diferenciam nos outros tipos de c\u00e9lulas sob        um substrato.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Sexuada<\/strong><\/p>\n   \n<p>Nos por\u00edferos ocorre hermafroditismo ou sexos separados. Os \u00f3vulos e espermatoz\u00f3ides      s\u00e3o originados dos arque\u00f3citos e ameb\u00f3citos. Os espermatoz\u00f3ides quando maduros,      saem pelo \u00f3sculo, juntamente com a corrente exalante de \u00e1gua. Penetram em      outras esponjas pelos poros atrav\u00e9s de correntes inalantes e s\u00e3o captados      pelos pelos coan\u00f3citos. Esses se modificam em c\u00e9lulas ameb\u00f3ides, transportando-o      at\u00e9 o \u00f3vulo presente no meso-hilo onde ocorre a fecunda\u00e7\u00e3o, que \u00e9 portanto,      interna. Do ovo surge uma larva ciliada, que abandona o corpo da esponja.      Ap\u00f3s breve per\u00edodo de vida-livre (n\u00e3o mais que dois dias) fixa-se a um substrato      e d\u00e1 origem \u00e0 esponja adulta.<\/p>\n   \n<p>Depois de se fixar atrav\u00e9s da extremidade anterior, a larva sofre uma reorganiza\u00e7\u00e3o      interna compar\u00e1vel \u00e0 gastrula\u00e7\u00e3o de outros animais.<\/p>\n   \n<h4>Aspectos Evolutivos<\/h4>\n   \n<p>As esponjas s\u00e3o consideradas metazo\u00e1rios parazoa, ou seja, animais sem tecidos      verdadeiramente diferenciados e nenhum \u00f3rg\u00e3o. O restante dos seres do reino      animal s\u00e3o chamados de eumetazoa, ou seja, animais \u0093verdadeiros\u0094      com tecidos diferenciados, \u00f3rg\u00e3os, ou pelo menos boca e cavidade digestiva.<\/p>\n   \n<p>A origem dos por\u00edfera \u00e9 ainda incerta, por\u00e9m evid\u00eancias sugerem que derivam      de algum tipo de flagelado colonial simples, oco e de vida livre, talvez o      mesmo grupo que deu origem aos ancestrais dos outros metazo\u00e1rios. Outra abordagem      leva em considera\u00e7\u00e3o a semelhan\u00e7a estrutural entre os coan\u00f3citos e os protozo\u00e1rios      coanoflagelados, o que indica uma origem distinta, sem rela\u00e7\u00e3o com os outros      metazo\u00e1rios.<\/p>\n   \n<p>O car\u00e1ter primitivo do grupo, como j\u00e1 mencionado, \u00e9 a aus\u00eancia de \u00f3rg\u00e3os      e o baixo n\u00edvel de diferencia\u00e7\u00e3o e inter-depend\u00eancia celular. Entretanto,      o sistema de canais h\u00eddricos e falta de extremidade anterior e posterior \u00e9      caracter\u00edstica singular deste grupo, n\u00e3o sendo encontrado em nenhum outro      filo.<\/p>\n   \n<h4>As Classes de Esponjas<\/h4>\n   \n<p><strong>Aproximadamente 10.000 esp\u00e9cies de esponjas foram descritas at\u00e9 o      momento, estando estas distribu\u00eddas em 4 classes :<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Classe Calcarea<\/h4>\n   \n<p>Os membros dessa classe, conhecidos como esponjas calc\u00e1reas, distinguem-se      por possu\u00edrem esp\u00edculas compostas de CaCO3. Nas outras classes as esp\u00edculas      s\u00e3o invariavelmente silicosas. Os tr\u00eas graus de estruturas (Ascon, Sycon e      Leucon) s\u00e3o encontrados. A maioria das esp\u00e9cies tem menos de 10 cm de altura.<\/p>\n   \n<h4>Classe Hexactinellida<\/h4>\n   \n<p>Os representantes dessa classe s\u00e3o conhecidos como esponjas-de-vidro. O nome      Hexactinellida vem do fato que as esp\u00edculas s\u00e3o do tipo com seis pontas ou      hex\u00e1ctinas. Al\u00e9m disso, freq\u00fcentemente algumas esp\u00edculas est\u00e3o fundidas formando      um esqueleto que pode ser reticulado, constitu\u00eddo por longas fibras silicosas.    <\/p>\n   \n<p>Por isso elas s\u00e3o ent\u00e3o chamadas de esponjas-de-vidro. A forma sicon\u00f3ide      \u00e9 dominante.<\/p>\n   \n<p>Vivem principalmente em \u00e1guas profundas (450 a 900 m de profundidade em m\u00e9dia),      sendo totalmente marinhas.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 um \u00e1trio bem desenvolvido e um \u00fanico \u00f3sculo que \u00e0s vezes pode estar coberto      por uma placa crivada formada por esp\u00edculas fundidas. Os pinac\u00f3citos presentes      em todas as demais classes est\u00e3o ausentes, sendo que a epiderme\u00e9 formada por      pseud\u00f3podos interconectados de ameb\u00f3citos.<\/p>\n   \n<p>Algumas esp\u00e9cies do g\u00eanero Euplectella apresentam uma interessante rela\u00e7\u00e3o      comensal com uma certa esp\u00e9cie de camar\u00e3o (Spongicola). Quando um jovem macho      e uma f\u00eamea entram no \u00e1trio, ap\u00f3s crescerem, n\u00e3o podem escapar devido a placa      crivada que cresce e recobre o \u00f3sculo. Por isso, passam a vida toda presos      no interior da esponja alimentando-se do pl\u00e2ncton, que lhes chega atrav\u00e9s      de correntes de \u00e1gua, e reproduzindo-se, sendo por isso considerados s\u00edmbolos      da uni\u00e3o eterna por certos orientais.<\/p>\n   \n<h4>Classe Demonspogiae<\/h4>\n   \n<p>Cont\u00e9m 90% das esp\u00e9cies de esponjas, distribu\u00eddas desde \u00e1guas rasas at\u00e9 profundas.<\/p>\n   \n<p>A colora\u00e7\u00e3o freq\u00fcentemente brilhante \u00e9 devido a gr\u00e2nulos de pigmento localizados      nos ameb\u00f3citos. Esp\u00e9cies diferentes s\u00e3o caracterizadas por diferentes cores.<\/p>\n   \n<p>O esqueleto nessa classe \u00e9 vari\u00e1vel, podendo consistir de esp\u00edculas silicosas      ou de fibras de espongina ou uma combina\u00e7\u00e3o de ambas.<\/p>\n   \n<p>Todas as Demospongiae s\u00e3o leucon\u00f3ides. As maiores esponjas conhecidas pertencem      a essa classe. <\/p>\n   \n<p><strong>Exemplo: <\/strong>Spheciospongia com mais de 1 m de di\u00e2metro e altura.      H\u00e1 representantes de \u00e1gua doce.<\/p>\n   \n<p>A fam\u00edlia Spongidae cont\u00e9m as famosas esponjas de banho cujo esqueleto \u00e9      composto apenas por espongina. Spongia e Hippospongia, dois g\u00eaneros de valor      comercial, s\u00e3o coletadas em importantes fundos de pesca de esponjas no Golfo      do M\u00e9xico, Caribe e Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n   \n<p>As esponjas s\u00e3o coletadas por mergulhadores deixando que o tecido vivo se      decomponha na \u00e1gua. O esqueleto restante, composto por fibras entrela\u00e7adas      de espongina, \u00e9 ent\u00e3o lavado.<\/p>\n   \n<h4>Classe Sclerospongiae<\/h4>\n   \n<p>Classe pequena no n\u00famero de esp\u00e9cies marinhas, sendo encontradas em grutas      e t\u00faneis associadas a recifes de coral em v\u00e1rias partes do mundo. Todas leucon\u00f3ides.<\/p>\n   \n<p>Possuem, al\u00e9m do esqueleto interno de esp\u00edculas silicosas mais espongina,      um inv\u00f3lucro externo de CaCO3.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  ifsc.usp.br<\/p>\n   \n<h6>Filo Por\u00edfera<\/h6>\n   \n<h4>Por\u00edferos \u0096 Esponjas \u0096 Parazo\u00e1rios<\/h4>\n   \n<p><strong>Representantes<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori7.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"240\" height=\"169\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><br \/>\n<strong>Esponja Fresa<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori8.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"216\" height=\"201\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><br \/>\n<strong>Esponja Fresa<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori9.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"240\" height=\"160\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><br \/>\n<strong>Por\u00edfera<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori10.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"264\" height=\"176\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><br \/>\n<strong>Esponja Roja Incrustada<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Como os por\u00edferos s\u00e3o<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Poros<br \/>\n       \u00d3sculo<br \/>\n       \u00c1trio ou espongiocele<strong><br \/>\n       S\u00e9sseis <\/strong>(fixos ao substrato)<strong><br \/>\n       Simetria radial<\/strong> (ou assim\u00e9tricos)<br \/>\n       N\u00e3o formam <strong>tecidos verdadeiros<br \/>\n       Aqu\u00e1ticos \u0096<\/strong>predominantemente marinhos<strong><br \/>\n       Filtradores<\/strong><\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/filo-pori11.jpg\" alt=\"Filo Por\u00edfera\" width=\"264\" height=\"256\" title=\"Filo Por\u00edfera\" \/><br \/>\n<strong>Estrutura do Por\u00edfero<\/strong> <\/p>\n   \n<h4>Tipos de c\u00e9lulas<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Pin\u00f3citos: C\u00e9lulas achatadas<\/strong> que formam a camada externa        do animal.<strong><br \/>\n       Por\u00f3citos:<\/strong> <strong>C\u00e9lulas que formam o poro <\/strong>por onde        penetra a \u00e1gua at\u00e9o \u00e1trio.<strong><br \/>\n       Ameb\u00f3citos:<\/strong> <strong>C\u00e9lulas livres.<\/strong> Podem originar outros        tipos celulares.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Coan\u00f3citos(c\u00e9lulas flageladas) <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Circula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua<\/strong>, <strong>nutrientes e oxig\u00eanio<\/strong>      pelo corpo. Captura de alimento. Diferenciam-se em espermatozo\u00eddes.<\/p>\n   \n<h4>Fun\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>NUTRI\u00c7\u00c3O: Digest\u00e3o intracelular<\/strong> \u0096coan\u00f3citos.<strong><br \/>\n       RESPIRA\u00c7\u00c3O: Aer\u00f3bia<\/strong>. Troca de gases por difus\u00e3o<strong><br \/>\n       EXCRE\u00c7\u00c3O:<\/strong> Excre\u00e7\u00e3o celular<strong> &gt;&gt;<\/strong> \u00e1trio <strong>&gt;&gt;        <\/strong>\u00f3sculo<strong><br \/>\n       LOCOMO\u00c7\u00c3O:<\/strong> S\u00e9sseis (fixos ao substrato)<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>CONTROLE NERVOSO<\/h4>\n   \n<p>N\u00e3o existe sistema nervoso. Os pinac\u00f3citospodem contrair-se em contato com      subst\u00e2ncias irritantes ou ao toque fechando os poros.<\/p>\n   \n<p>Fragmenta\u00e7\u00e3o &gt; peda\u00e7os &gt;&gt; novos indiv\u00edduos (alta capacidade de regenera\u00e7\u00e3o)<\/p>\n   \n<h4>Reprodu\u00e7\u00e3o assexuada<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Fragmenta\u00e7\u00e3o: <\/strong>peda\u00e7os <strong>&gt;&gt; <\/strong>novos        indiv\u00edduos (alta capacidade de regenera\u00e7\u00e3o).<strong><br \/>\n       Brotamento: <\/strong>broto parede externa <strong>&gt;&gt;<\/strong> desprendimento<strong>        &gt;&gt; <\/strong>novo indiv\u00edduo.<strong><br \/>\n       Gemula\u00e7\u00e3o: <\/strong>Conjunto de ameb\u00f3citos rodeados por um envolt\u00f3rio de        esp\u00edculasas g\u00eamulas s\u00e3o formadas em condi\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.pupt.org<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filo Por\u00edfera, Animais, Esponjas, Tipos, Sistema, Reprodu\u00e7\u00e3o, Import\u00e2ncia, Estrutura, Classes, Caracter\u00edstica, Classifica\u00e7\u00e3o, Filo Por\u00edfera<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18320,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-22154","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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