{"id":22122,"date":"2016-01-15T00:00:00","date_gmt":"2016-01-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/classe-asteroidea-2\/"},"modified":"2026-09-01T15:42:21","modified_gmt":"2026-09-01T15:42:21","slug":"classe-asteroidea-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-asteroidea-2\/","title":{"rendered":"Classe Asteroidea"},"content":{"rendered":"\n<p>Esta categoria inclui as estrelas do mar.<\/p>\n   \n<p><strong>Classe Asteroidea <\/strong>est\u00e1 no filo Equinodermes. <\/p>\n   \n<p>A <strong>Classe Asteroidea<\/strong> s\u00e3o invertebrados marinhos      e s\u00e3o encontrados em todos os oceanos.<\/p>\n   \n<p><strong>Asteroides<\/strong> pode variar de menos de 2 cm a mais      de 1 m de di\u00e2metro, embora a maioria s\u00e3o de 12 a 24 cm.<\/p>\n   \n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Reino:<\/strong> Animalia<br \/>\n<strong>Filo: <\/strong>Echinodermata<br \/>\n<strong>Classe:<\/strong> Asteroidea <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>As<strong> estrelas-do-mar<\/strong> variam da forma quase circular, passando      pela pentagonal, at\u00e9 \u00e0 forma que nos \u00e9 mais familiar, em estrela com cinco      ou mais bra\u00e7os. Os bra\u00e7os s\u00e3o extens\u00f5es do corpo; cada um cont\u00e9m uma extens\u00e3o      da cavidade corporal, um cretal radial e \u00f3rg\u00e3os pr\u00f3prios. Cada bra\u00e7o possui      uma \u00e1rea ambulacral na face inferior; no centro da \u00e1rea encontra-se a \u00e1rea      ambulacral ou ambulacrum, com orif\u00edcios para os p\u00e9s tubulares. As margens      dessa \u00e1rea t\u00eam espinhas que se podem fechar sobre o ambulacrum. <\/p>\n   \n<p>A ponta de cada bra\u00e7o tem um p\u00e9 tubular que funciona como \u00f3rg\u00e3o sensorial      para est\u00edmulos qu\u00edmicos e vibrat\u00f3rios, e algumas esp\u00e9cies t\u00eam um pigmento      vermelho que atua como se fosse um olho simples.<\/p>\n   \n<p>A superf\u00edcie externa consiste num puzzle de oss\u00edculos ou placas, entre as      quais se projetam pequenas estruturas chamadas p\u00e1pulas. As p\u00e1pulas e os p\u00e9s      em tubo s\u00e3o os principais locais de troca respirat\u00f3ria. <\/p>\n   \n<p>Em alguns grupos de estrelas-do-mar h\u00e1 ainda umas proje\u00e7\u00f5es da parede do      corpo chamadas pedicel\u00e1rios, equipados na sua extremidade com min\u00fasculas pin\u00e7as      operadas por m\u00fasculos, e que servem para limpar a superf\u00edcie do corpo e capturar      alimento de reduzidas dimens\u00f5es que passe por perto (se colocarmos uma estrela      do mar sobre o bra\u00e7o, com a face superior desta em contato com nossa pele      sentiremos imediatamente estes min\u00fasculos tent\u00e1culos a agarrarem-se aos nossos      p\u00ealos). <\/p>\n   \n<p>As <strong>estrelas-do-mar<\/strong> deslocam-se no fundo, alimentando-se      de uma variedade de animais vivos e mortos. T\u00eam dois est\u00f4magos, ou um est\u00f4mago      dividido em duas por\u00e7\u00f5es distintas (consoante as interpreta\u00e7\u00f5es); por\u00e7\u00e3o pil\u00f3rica      e por\u00e7\u00e3o c\u00e1rdica. A por\u00e7\u00e3o c\u00e1rdica tem a capacidade de ser exteriorizada do      corpo da estrela-do-mar, podendo penetrar atrav\u00e9s de aberturas relativamente      pequenas, como o espa\u00e7o aberto entre as duas valvas dum mexilh\u00e3o ou duma am\u00eaijoa;      a por\u00e7\u00e3o pil\u00f3rica produz enzimas digestivas e armazena alimento. As enzimas      s\u00e3o excretadas da parte protuberante do est\u00f4mago, e efetuam uma verdadeira      digest\u00e3o extra-estomacal da presa, que \u00e9 ent\u00e3o ingerida pela parte do est\u00f4mago      exteriorizada, como que se a estrela-do-mar sorvesse o alimento por uma palhinha.      As estrelas-do-mar alimentam-se em grande parte de moluscos bivalves e t\u00eam      a reputa\u00e7\u00e3o de grandes destruidoras dos bancos de ostras (os criadores de      ostras tinham o h\u00e1bito de, cada vez que apanhavam uma estrela do mar, a desmembrarem      ou cort\u00e1-la ao meio, o que era, na realidade, completamente contraproducente      pois, dada a capacidade de regenera\u00e7\u00e3o destes animais, muitas vezes, onde      inicialmente existia apenas uma estrela-do-mar, passavam a existir duas ou      mais, por regenera\u00e7\u00e3o completa a partir de apenas alguns segmentos). <\/p>\n   \n<p>Algumas, ainda, alimentam-se dos p\u00f3lipos de coral. Existem duas ou mais g\u00f3nadas      em cada bra\u00e7o; as larvas nadadoras assentam no fundo e passam por um per\u00edodo      s\u00e9ssil antes de mudarem para a forma adulta.<\/p>\n   \n<h4>A Classe Asteroidea <\/h4>\n   \n<p>A <strong>Classe Asteroidea <\/strong>re\u00fane as <strong>estrelas-do-mar<\/strong>,      com cinco ou mais bra\u00e7os ao redor de um disco central, cores e formas variadas,      sendo encontradas abundantemente em todos os mares sobre superf\u00edcies rochosas,      arenosas, lodosas, junto de corais, etc. S\u00e3o extremamente vorazes e seus pratos      prediletos s\u00e3o moluscos bivalves como as ostras, mexilh\u00f5es e vieiras. Quando      capturam sua presa, os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios for\u00e7am a abertura da concha e a estrela      literalmente projeta seu est\u00f4mago para fora do corpo e para dentro da concha,      onde inicia a digest\u00e3o do molusco lan\u00e7ando enzimas. Posteriormente o est\u00f4mago      e o conte\u00fado s\u00e3o recolhidos. <\/p>\n   \n<p>Devido a sua voracidade as estrelas constituem um s\u00e9rio problema para os      aquicultores, pois destroem boa parte de suas cria\u00e7\u00f5es de moluscos se n\u00e3o      forem controladas. Muitas vezes s\u00e3o mortas com \u00e1gua quente ou levadas para      terra firme, pois se quebradas podem se regenerar e aumentar ainda mais sua      popula\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>A capacidade de regenera\u00e7\u00e3o \u00e9 muito grande, sendo f\u00e1cil observar durante      os mergulhos estrelas com bra\u00e7os em regenera\u00e7\u00e3o. Ainda podem at\u00e9 formar uma      nova estrela a partir de um \u00fanico bra\u00e7o perdido. <\/p>\n   \n<h4>Classe Asteroidea &#8211; Estrela do mar <\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-asteroidea-016.jpg\" alt=\"Classe Asteroidea\" width=\"300\" height=\"196\" title=\"Classe Asteroidea\" \/><strong><br \/>\n     Estrela do mar<\/strong><\/p>\n   \n<p>As <strong>estrelas-do-mar<\/strong> abundam em quase todas as costas marinhas,      especialmente em praias rochosas e ao redor de pilares de portos. V\u00e1rias esp\u00e9cies      vivem desde as linhas de mar\u00e9 at\u00e9 profundidades consider\u00e1veis na areia e no      lodo. <\/p>\n   \n<p>O corpo de uma estrela-do-mar consiste de um disco central e cinco raios      ou bra\u00e7os afilados. Na superf\u00edcie aboral ou superior h\u00e1 espinhos calc\u00e1rios,      os quais s\u00e3o partes do esqueleto. Br\u00e2nquias d\u00e9rmicas (p\u00e1pulas) pequenas e      moles projetam-se da cavidade do corpo entre os espinhos para a respira\u00e7\u00e3o      e excre\u00e7\u00e3o. Ao redor dos espinhos e p\u00e1pulas h\u00e1 pedicel\u00e1rias diminutas em forma      de pin\u00e7a, que mant\u00e9m a superf\u00edcie do corpo limpa e tamb\u00e9m auxiliam na captura      de alimento. O orif\u00edcio retal \u00e9 uma abertura diminuta pr\u00f3xima ao centro da      superf\u00edcie aboral e nas proximidades do madreporito. A boca est\u00e1 no centro      da superf\u00edcie oral, ou inferior. Um sulco ambulacr\u00e1rio mediano, orlado de      espinhos, estende-se ao longo da superf\u00edcie oral de cada bra\u00e7o e dele protaem      muitos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. Na ponta de cada bra\u00e7o h\u00e1 um tent\u00e1culo t\u00e1ctil e      uma mancha ocelar, sens\u00edvel a luz. <\/p>\n   \n<p>As <strong>estrelas-do-mar <\/strong>alimentam-se de moluscos, crust\u00e1ceos      e vermes tub\u00edcolas. Algumas alimentam-se de mat\u00e9ria org\u00e2nica em suspens\u00e3o.      Animais pequenos e ativos, mesmo peixes, ocasionalmente podem ser capturados      pelos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios e pedicel\u00e1rias e levados \u00e0 boca. Quanto \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o,      vulos e espermatoz\u00f3ides s\u00e3o postos na \u00e1gua do mar, onde ocorre a fecunda\u00e7\u00e3o.      A clivagem \u00e9 r\u00e1pida, total, igual e indeterminada. A larva originada possui      simetria bilateral e passa por diferentes fases. Estrelas-do-mar sofrem acidentes      na natureza e podem soltar um bra\u00e7o (autotomia) quando manuseadas rudemente,      mas os bra\u00e7os regeneram-se prontamente.<\/p>\n   \n<h4>Os<strong> Asteroidea<\/strong><\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-asteroidea-012.jpg\" alt=\"Classe Asteroidea\" width=\"228\" height=\"226\" title=\"Classe Asteroidea\" \/><strong><br \/>\n     Estrela do mar<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os<strong> Asteroidea<\/strong> ocorrem em quase todas as latitudes e profundidades,      podendo atingir os 9.100 m. <\/p>\n   \n<p>Ocupam uma grande variedade de substratos, como rochas, algas, cascalho,      sedimento arenoso ou recifes de coral. <\/p>\n   \n<p>Ocorrem, tamb\u00e9m, em ambientes caracterizados por um alto estresse ambiental,      como po\u00e7as de mar\u00e9, o limite superior da regi\u00e3o entremar\u00e9s e praias e cost\u00f5es      sujeitos a um alto hidrodinamismo. <\/p>\n   \n<p>Enquadram-se nessa classe, os animais conhecidos como <strong>estrelas-do-mar<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p>Geralmente possuem 5 bra\u00e7os, mas existem algumas esp\u00e9cies com um n\u00famero maior,      por\u00e9m, sempre m\u00faltiplo de cinco. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-asteroidea-013.jpg\" alt=\"Classe Asteroidea\" width=\"237\" height=\"151\" title=\"Classe Asteroidea\" \/><br \/>\n     Estrela do mar vermelha<\/strong><\/p>\n   \n<p>No dorso, distingue-se uma parte central denominada disco, do qual partem      cinco prolongamentos id\u00eanticos denominados bra\u00e7os. <\/p>\n   \n<p>Mais ou menos no centro do disco e ainda na superf\u00edcie dorsal, aparece o      orif\u00edcio retal, e na sua proximidade distinguimos o madreporito que constitui      a abertura externa do sistema ambulacr\u00e1rio. <\/p>\n   \n<p>A superf\u00edcie do disco e bra\u00e7os \u00e9 densamente revestida por pequenos espinhos,      e irregularmente distribu\u00eddos. Apenas na linha mediana dos bra\u00e7os aparecem      espinhos dispostos em fileiras longitudinais. <\/p>\n   \n<p>Entre os espinhos encontram-se as p\u00e1pulas (com fun\u00e7\u00e3o de respira\u00e7\u00e3o e excre\u00e7\u00e3o)      e as pedicelas que s\u00e3o forma\u00e7\u00f5es constitu\u00eddas por duas l\u00e2minas que se disp\u00f5em      como pin\u00e7as m\u00f3veis, mantendo a superf\u00edcie do corpo livre de detritos e auxiliando      na captura de pequenos organismos. <\/p>\n   \n<p>Na extremidade de cada bra\u00e7o, encontra-se um tent\u00e1culo com fun\u00e7\u00e3o sensitiva.    <\/p>\n   \n<p>Na face ventral, abre-se a boca colocada no centro do disco, de onde partem      5 sulcos denominados canais ambulacr\u00e1rios que tomam a mesma dire\u00e7\u00e3o dos bra\u00e7os.      Lateralmente a estes canais, ocorrem numerosos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. <\/p>\n   \n<p>A fecunda\u00e7\u00e3o na <strong>estrela-do-mar <\/strong>\u00e9 externa. Os adultos s\u00e3o      carn\u00edvoros, alimentando-se principalmente de crust\u00e1ceos, vermes tub\u00edcolas      e moluscos, causando nesse caso, grandes danos a ostreicultura. <\/p>\n   \n<p>Sua capacidade de regenera\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante grande, podendo um fragmento de      bra\u00e7o produzir um novo indiv\u00edduo completo. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-asteroidea-014.jpg\" alt=\"Classe Asteroidea\" width=\"252\" height=\"228\" title=\"Classe Asteroidea\" \/><br \/>\n     Estrela do mar<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-asteroidea-015.jpg\" alt=\"Classe Asteroidea\" width=\"236\" height=\"234\" title=\"Classe Asteroidea\" \/><br \/>\n     Estrela do mar<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Classe Asteroidea &#8211; Corpo<\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-asteroidea-017.jpg\" alt=\"Classe Asteroidea\" width=\"322\" height=\"238\" title=\"Classe Asteroidea\" \/><br \/>\n     Estrela do Mar &#8211; Estrela Vermelha<\/strong><\/p>\n   \n<p>A classe Stelleroidea cont\u00e9m equinodermos nos quais o corpo \u00e9 composto por      um disco central e bra\u00e7os radiais. <\/p>\n   \n<p>Na subclasse <strong>Asteroidea<\/strong> os bra\u00e7os n\u00e3o s\u00e3o distintamente      separados do disco central.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/classe-asteroidea-018.jpg\" alt=\"Classe Asteroidea\" width=\"321\" height=\"303\" title=\"Classe Asteroidea\" \/><br \/>\n<strong>Estrela do Mar<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os<strong> aster\u00f3ides<\/strong> movem-se por meio de p\u00e9s ambulacr\u00e1rios localizados      dentro dos sulcos ambulacr\u00e1rios. Os p\u00e9s ambulacr\u00e1rios s\u00e3o estendidos por press\u00e3o      hidr\u00e1ulica gerada pela contra\u00e7\u00e3o das ampolas bulbiformes. Em muitas esp\u00e9cies,      ventosas nas extremidades dos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios permitem a fixa\u00e7\u00e3o ao substrato.<\/p>\n   \n<p>Os bra\u00e7os podem ser dobrados ou torcidos permitindo \u00e1<strong> estreia-do-mar      <\/strong>mover-se sobre superf\u00edcies irregulares, capturar presas e endireitar-se.      O movimento dos bra\u00e7os \u00e9 possibilitado por uma organiza\u00e7\u00e3o reticular de oss\u00edculos      dentro da derme e por camadas musculares circulares e longitudinais na parede      do corpo.<\/p>\n   \n<p>O grande celoma supre o transporte interno e evagina\u00e7\u00f5es da parede do corpo      (p\u00e1pulas) s\u00e3o os locais de excre\u00e7\u00e3o e trocas gasosas. Entretanto, as finas      paredes dos p\u00e9s ambulacr\u00e1rios constituem uma superf\u00edcie adicional significativa      para as trocas.<\/p>\n   \n<p>O comportamento alimentar est\u00e1 relacionado n\u00e3o apenas \u00e1 dieta mas tamb\u00e9m      ao comprimento dos bra\u00e7os. As esp\u00e9cies predadoras de bra\u00e7os curtos engolem      a presa inteira. Aquelas com bra\u00e7os longos evertem o est\u00f4mago e digerem parcialmente      a presa fora do corro. Aquelas estrelas-do-mar que t\u00eam como presas moluscos      bivalves, colocam o est\u00f4mago entre as valvas do molusco. Algumas esp\u00e9cies      usam o est\u00f4mago evertido como um esfreg\u00e3o para remover material org\u00e2nico de      v\u00e1rios tipos de superf\u00edcies. As esp\u00e9cies de \u00e1guas profundas s\u00e3o comumente      comedoras de dep\u00f3sito.<\/p>\n   \n<p>As<strong> estrelas-do-mar<\/strong> que habitam substrato mole possuem geralmente      p\u00e9s ambulacr\u00e1rios pontiagudos, ampolas duplas e as paxilas mant\u00eam as p\u00e1pulas      limpas de sedimento. Pedicel\u00e1rias, que est\u00e3o restritas a certos grupos de      estrelas-do-mar, atuam provavelmente na limpeza da superf\u00edcie do corpo de      organismos que nela se instalem.<\/p>\n   \n<p>H\u00e1 usualmente duas gonadas em cada bra\u00e7o saindo os gametas por gon\u00f3poros      interradiais. O desenvolvimento leva a uma larva bipin\u00e1ria na qual as faixas      ciliadas est\u00e3o localizadas sobre os longos bra\u00e7os larvais. Com a forma\u00e7\u00e3o      das estruturas de fixa\u00e7\u00e3o, a larva \u00e9 chamada braquiol\u00e1ria e est\u00e1 preparada      para a instala\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o, a larva sofre metamorfose      na qual os bra\u00e7os larvais degeneram, o lado esquerdo torna-se a superf\u00edcie      oral e o corpo do adulto deriva-se da por\u00e7\u00e3o posterior do corpo larval. <\/p>\n   \n<h4><strong>Equinodermos<\/strong><\/h4>\n   \n<p>As<strong> estrelas-do-mar <\/strong>pertencem \u00e0 classe Asteroidea (do grego      aster, estrela + eidos, forma + ea, caracterizado por). <\/p>\n   \n<p>\u00c9 uma classe de equinodermos que t\u00eam simetria radiada.<\/p>\n   \n<p><strong>O corpo das estrelas-do-mar pode ter diversos aspectos:<\/strong>      pode ser liso, granuloso ou com espinhos bem evidentes, apresentando um determinado      n\u00famero de pontas, denominadas por bra\u00e7os, que formam a sua simetria. O corpo      \u00e9 duro e r\u00edgido, devido ao seu esqueleto interno, mas, no entanto, pode ser      quebrado em diversas partes quanto tratado violentamente. Mesmo assim, este      animal consegue dobrar-se e deslocar os bra\u00e7os para se mover para passear,      ou quando o seu corpo se encontra em espa\u00e7os irregulares entre rochas. Esta      movimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com a ajuda dos seus p\u00e9s ambulacr\u00e1rios. Os seus tamanhos      podem variar imenso &#8211; entre poucos cent\u00edmetro e um metro de di\u00e2metro. A sua      respira\u00e7\u00e3o \u00e9 feita atrav\u00e9s das br\u00e2nquias.<\/p>\n   \n<p>A sua reprodu\u00e7\u00e3o pode ser sexuada, ou assexuada, ou seja, pode envolver g\u00e2metas      femininos ou masculinos (sexuada) ou ter origem apenas num ser, sem que haja      jun\u00e7\u00e3o de dois tipos de g\u00e2metas (assexuada).<\/p>\n   \n<p>Quando a reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 sexuada, a estrela-do-mar f\u00eamea liberta os ovos na      \u00e1gua que ir\u00e3o, posteriormente, ser fecundados pelo g\u00e2meta masculino. \u00c1 medida      que o novo ser se vai desenvolvendo, forma-se uma larva que ir\u00e1 dar origem      estrela-do-mar.<\/p>\n   \n<p>Quando se trata de reprodu\u00e7\u00e3o assexuada, a estrela-do-mar reproduz-se por      um processo designado fragmenta\u00e7\u00e3o. Assim sendo, de cada vez que, espontaneamente      ou acidentalmente, um dos bra\u00e7os das estrela-do-mar for cortado, este bra\u00e7o      ir\u00e1 desenvolver-se, originando um novo ser. Relativamente \u00e0 estrela-do-mar      que perdeu um dos bra\u00e7os, este mesmo tamb\u00e9m ser\u00e1 regenerado, restituindo \u00e0      estrela-do-mar a sua simetria.<\/p>\n   \n<p>Ao contr\u00e1rio dos <strong>ouri\u00e7os-do-mar<\/strong>, as<strong> estrelas-do-mar      <\/strong>n\u00e3o possuem lanterna de Arist\u00f3teles e, como tal, n\u00e3o conseguem mastigar      os alimentos. Para se alimentarem, lan\u00e7am o est\u00f4mago fora da boca, que se      encontra na sua face oral, localizada na parte inferior. O seu sistema digestivo      \u00e9 completo e o seu orif\u00edcio retal situa-se na parte superior. Pr\u00f3ximo do orif\u00edcio      retal, encontramos uma placa madreporica, que atua como filtro de \u00e1gua para      o animal.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o possuem c\u00e9rebro e o seu sistema nervoso \u00e9 constitu\u00eddo por um anel nervoso      peribucal com nervos radiados.<\/p>\n   \n<p><strong>Algumas estrelas-do-mar<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Asteria rubens \u0096 a esp\u00e9cie da praia da Aguda<\/strong><\/p>\n   \n<p>Um animal comum na praia da Aguda \u00e9 a estrela-do-mar.<\/p>\n   \n<p>Existem centenas de esp\u00e9cies diferentes de estrelas-do-mar, mas na praia      da Aguda, a esp\u00e9cie mais abundante \u00e9 a Asterias rubens, e este nome cient\u00edfico      tem a autoria de Linnaeus, em 1758.<\/p>\n   \n<p>Esta esp\u00e9cie de estrela-do-mar apresenta espinhos curtos, pouco salientes,      dispostos irregularmente (excepto os da linha central) sobre a face dorsal      do corpo. <\/p>\n   \n<p>A sua cor pode variar. A maior Asterias rubens conhecida mede 52 cm, no entanto,      e por normal, o seu tamanho varia entre 10 a 30 cm de di\u00e2metro. Habita, principalmente,      na zona infralitoral. Normalmente tem 5 bra\u00e7os, apesar de j\u00e1 terem sido encontradas,      excepcionalmente, Asterias rubens com um n\u00famero de bra\u00e7os compreendido entre      4 e 8. Vivem entre 5 a 10 anos.<\/p>\n   \n<p>A sua reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 igual \u00e0 de todas as outras estrelas-do-mar. Estima-se      que uma f\u00eamea com 14 cm de di\u00e2metro seja capaz de produzir 2,5 milh\u00f5es de      ovos. <\/p>\n   \n<p>Tal como a maioria das estrelas-do-mar, esta esp\u00e9cie tamb\u00e9m \u00e9 capaz de ser      reproduzir pelo mecanismo de fragmenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Fonte: www.ucmp.berkeley.edu\/educar.sc.usp.br\/www.vivaterra.org.br\/www.geocities.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Classe Asteroidea, Animal, Estrela do Mar, Corpo, Bra\u00e7os, Equinodermos, Esp\u00e9cie, Estruturas, Reprodu\u00e7\u00e3o, Fecunda\u00e7\u00e3o, Classe Asteroidea<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18168,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-22122","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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