{"id":21364,"date":"2016-01-04T00:00:00","date_gmt":"2016-01-04T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:38:26","modified_gmt":"2026-09-01T15:38:26","slug":"historia-da-onu-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/historia-da-onu-3\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da ONU"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da ONU\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/logotipo-da-onu.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da ONU\" \/><\/p>\nO nome &#8220;<strong>Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong>&#8220;, cunhada pelo presidente dos Estados Unidos Franklin D. Roosevelt foi usado pela primeira vez na Declara\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas de 01 de janeiro de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, quando representantes de 26 na\u00e7\u00f5es se comprometeram seus Governos de continuar a lutar juntos contra o Pot\u00eancias do Eixo.\n\nEstados primeira estabelecida organiza\u00e7\u00f5es internacionais para cooperar em assuntos espec\u00edficos. A Uni\u00e3o Internacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es foi fundada em 1865 como Uni\u00e3o Telegr\u00e1fica Internacional, e da Uni\u00e3o Postal Universal foi fundada em 1874. Ambos s\u00e3o agora das Na\u00e7\u00f5es Unidas ag\u00eancias especializadas.\n\nEm 1899, a Confer\u00eancia Internacional da Paz foi realizada em Haia, para elabora\u00e7\u00e3o de instrumentos para a resolu\u00e7\u00e3o de crises pacificamente, evitar guerras e codifica\u00e7\u00e3o regras da guerra. \u00c9 aprovada a Conven\u00e7\u00e3o para a Solu\u00e7\u00e3o Pac\u00edfica dos Conflitos Internacionais e estabeleceu o Tribunal Permanente de Arbitragem , que come\u00e7ou a trabalhar em 1902.\n\nO precursor das Na\u00e7\u00f5es Unidas foi a Liga das Na\u00e7\u00f5es , uma organiza\u00e7\u00e3o concebida em circunst\u00e2ncias similares durante a Primeira Guerra Mundial, e criada em 1919 pelo Tratado de Versalhes &#8220;para promover a coopera\u00e7\u00e3o internacional e conseguir a paz ea seguran\u00e7a&#8221;. A Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho tamb\u00e9m foi criada pelo Tratado de Versalhes como uma ag\u00eancia afiliada da Liga. A Liga das Na\u00e7\u00f5es encerrou suas atividades depois de falhar em evitar a Segunda Guerra Mundial.\n\nEm 1945, representantes de 50 pa\u00edses reuniram-se em San Francisco na Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional para elaborar a <strong>Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong>. Esses delegados deliberaram sobre a base das propostas elaboradas pelos representantes da China, da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, do Reino Unido e dos Estados Unidos em Dumbarton Oaks, Estados Unidos, em agosto-outubro de 1944. A Carta foi assinada em 26 de junho de 1945 pelos representantes dos 50 pa\u00edses. A Pol\u00f4nia, que n\u00e3o esteve representada na Confer\u00eancia, assinou mais tarde e se tornou um dos primeiros 51 Estados-Membros\n\nA <strong>ONU<\/strong> entrou oficialmente em exist\u00eancia em 24 de outubro de 1945, quando a Carta foi ratificada pela China, Fran\u00e7a, Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, Reino Unido, Estados Unidos e pela maioria dos outros signat\u00e1rios. Dia das Na\u00e7\u00f5es Unidas \u00e9 celebrado em 24 de Outubro em cada ano.\n<h4>Declara\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas 01 de janeiro de 1942<\/h4>\n<strong>A Declara\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, Washington DC:<\/strong> Com a assinatura da declara\u00e7\u00e3o conjunta, cada um dos 26 governos se comprometeram &#8220;a empregar seus recursos completos, militares ou econ\u00f4micas&#8221; &#8220;na luta para a vit\u00f3ria sobre o hitlerismo&#8221;.\n<h4>Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/h4>\n<strong>NOTA INTRODUT\u00d3RIA<\/strong>\n\nA Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas foi assinada em 26 de junho de 1945, em San Francisco, na conclus\u00e3o da Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional, e entrou em vigor em 24 de outubro de 1945. O Estatuto da Corte Internacional de Justi\u00e7a \u00e9 uma parte integrante da Carta.\n\nAltera\u00e7\u00f5es aos artigos 23, 27 e 61 da Carta foram adotadas pela Assembl\u00e9ia Geral em 17 de Dezembro de 1963 e entrou em vigor em 31 de agosto de 1965.\n\nUma posterior emenda ao Artigo 61 foi aprovada pela Assembl\u00e9ia Geral em 20 de Dezembro de 1971 e entrou em vigor em 24 de setembro de 1973. Uma altera\u00e7\u00e3o ao artigo 109, aprovada pela Assembl\u00e9ia Geral em 20 de dezembro de 1965, entrou em vigor em 12 de junho de 1968.\n\nA altera\u00e7\u00e3o ao artigo 23 eleva o n\u00famero de membros do Conselho de Seguran\u00e7a 11-15. O Artigo 27 emendado estipula que as decis\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a, em quest\u00f5es processuais, ser\u00e3o tomadas pelo voto afirmativo de nove membros (anteriormente sete) e em todas as outras quest\u00f5es, pelo voto afirmativo de nove membros (anteriormente sete), incluindo os votos de todos os cinco membros permanentes do Conselho de Seguran\u00e7a.\n\nA emenda ao artigo 61, que entrou em vigor em 31 de agosto de 1965, ampliou a composi\u00e7\u00e3o do Conselho Econ\u00f4mico e Social 18-27. A altera\u00e7\u00e3o posterior a esse artigo, que entrou em vigor em 24 de setembro de 1973, aumentou ainda mais a composi\u00e7\u00e3o do Conselho de 27-54.\n\nA emenda ao artigo 109, que se refere ao par\u00e1grafo primeiro do mesmo artigo, prev\u00ea que uma Confer\u00eancia Geral de Estados-Membros com o prop\u00f3sito de rever a Carta pode ser realizada em data e local a serem fixados pelo voto de dois ter\u00e7os dos membros da Assembl\u00e9ia Geral e pelo voto de nove membros quaisquer (anteriormente sete) do Conselho de Seguran\u00e7a. \u00a7 3 \u00ba do artigo 109, que trata da an\u00e1lise de uma confer\u00eancia de revis\u00e3o do poss\u00edvel, durante a d\u00e9cima sess\u00e3o ordin\u00e1ria da Assembl\u00e9ia Geral, foi mantido em sua forma original na sua refer\u00eancia a um &#8220;voto de sete membros quaisquer do Conselho de Seguran\u00e7a&#8221; , o par\u00e1grafo ter sido posta em pr\u00e1tica em 1955 pela Assembl\u00e9ia Geral, em sua d\u00e9cima sess\u00e3o regular, e pelo Conselho de Seguran\u00e7a.\n\n<strong>PRE\u00c2MBULO<\/strong>\n\n<strong>N\u00d3S OS POVOS DAS NA\u00c7\u00d5ES UNIDAS DETERMINADO <\/strong>\n<blockquote>a preservar as gera\u00e7\u00f5es vindouras do flagelo da guerra, que por duas vezes em nossa vida, trouxe sofrimentos indiz\u00edveis \u00e0 humanidade, e a\nreafirmar a f\u00e9 nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos de homens e mulheres e das na\u00e7\u00f5es grandes e pequenas, e\n\nestabelecer condi\u00e7\u00f5es sob as quais a justi\u00e7a eo respeito \u00e0s obriga\u00e7\u00f5es decorrentes de tratados e outras fontes do direito internacional possam ser mantidos, e\n\npara promover o progresso social e melhores condi\u00e7\u00f5es de vida dentro de uma liberdade mais ampla,<\/blockquote>\n<strong>E para esses fins<\/strong>\n<blockquote>de praticar a toler\u00e2ncia e viver em paz uns com os outros, como bons vizinhos, eunir as nossas for\u00e7as para manter a paz ea seguran\u00e7a internacionais, e\n\npara garantir, pela aceita\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios ea institui\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos, que a for\u00e7a armada n\u00e3o deve ser utilizada, salvo no interesse comum, e\n\na empregar um mecanismo internacional para a promo\u00e7\u00e3o do progresso econ\u00f4mico e social de todos os povos,<\/blockquote>\n<strong>RESOLVEMOS COMBINE nossos esfor\u00e7os para realizar estes objetivos<\/strong>\n\nAssim, nossos respectivos Governos, por interm\u00e9dio de representantes reunidos na cidade de San Francisco, que exibiram os seus plenos poderes para a boa e devida forma, concordaram com a presente Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas e estabelecem uma organiza\u00e7\u00e3o internacional a ser conhecido como as Na\u00e7\u00f5es Unidas.\n\n<strong>CAP\u00cdTULO I: prop\u00f3sitos e princ\u00edpios<\/strong>\n\n<strong>Artigo 1 \u00ba <\/strong>\n\n<strong>Os prop\u00f3sitos das Na\u00e7\u00f5es Unidas s\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li><strong>Para manter a paz ea seguran\u00e7a internacionais, e para esse fim:<\/strong> tomar medidas coletivas eficazes para a preven\u00e7\u00e3o e remo\u00e7\u00e3o de amea\u00e7as \u00e0 paz, e para a supress\u00e3o de atos de agress\u00e3o ou outra qualquer ruptura da paz, e para trazer por meios pac\u00edficos , e em conformidade com os princ\u00edpios da justi\u00e7a e do direito internacional, um ajuste ou solu\u00e7\u00e3o das controv\u00e9rsias ou situa\u00e7\u00f5es que possam levar a uma perturba\u00e7\u00e3o da paz;<\/li>\n\t<li>Desenvolver rela\u00e7\u00f5es amistosas entre as na\u00e7\u00f5es, baseadas no respeito ao princ\u00edpio da igualdade de direitos e da autodetermina\u00e7\u00e3o dos povos, e tomar outras medidas apropriadas ao fortalecimento da paz universal;<\/li>\n\t<li>Para conseguir a coopera\u00e7\u00e3o internacional na solu\u00e7\u00e3o de problemas internacionais de car\u00e1ter econ\u00f4mico, social, cultural ou humanit\u00e1rio, e para promover e estimular o respeito aos direitos humanos e \u00e0s liberdades fundamentais para todos, sem distin\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a, sexo, l\u00edngua ou religi\u00e3o; e<\/li>\n\t<li>Para ser um centro destinado a harmonizar a a\u00e7\u00e3o das na\u00e7\u00f5es para a consecu\u00e7\u00e3o desses objetivos comuns.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 2 \u00ba<\/strong>\n\nA Organiza\u00e7\u00e3o e seus Membros, para a realiza\u00e7\u00e3o dos prop\u00f3sitos mencionados no Artigo 1, agir\u00e3o de acordo com os seguintes princ\u00edpios.\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>A Organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada no princ\u00edpio da igualdade soberana de todos os seus membros.<\/li>\n\t<li>Todos os Membros, a fim de garantir a todos os direitos e benef\u00edcios resultantes da ades\u00e3o, dever\u00e3o cumprir de boa f\u00e9 as obriga\u00e7\u00f5es por eles assumidas de acordo com a presente Carta.<\/li>\n\t<li>Todos os Membros dever\u00e3o resolver suas controv\u00e9rsias internacionais por meios pac\u00edficos, de tal maneira que paz e seguran\u00e7a internacionais, e da justi\u00e7a, n\u00e3o sejam amea\u00e7adas.<\/li>\n\t<li>Todos os membros devem abster-se nas suas rela\u00e7\u00f5es internacionais da amea\u00e7a ou uso da for\u00e7a contra a integridade territorial ou a independ\u00eancia pol\u00edtica de qualquer Estado, ou de qualquer outra forma incompat\u00edvel com os Prop\u00f3sitos das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/li>\n\t<li>Todos os Membros dar\u00e3o \u00e0s Na\u00e7\u00f5es toda assist\u00eancia em qualquer a\u00e7\u00e3o que leva em conformidade com a presente Carta e se abster\u00e3o de dar assist\u00eancia a qualquer Estado contra o qual as Na\u00e7\u00f5es Unidas agirem de modo preventivo ou coercitivo.<\/li>\n\t<li>A Organiza\u00e7\u00e3o far\u00e1 com que os Estados que n\u00e3o s\u00e3o membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas ajam de acordo com esses princ\u00edpios em tudo quanto for necess\u00e1rio para a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais.<\/li>\n\t<li>Nada contido na presente Carta autorizar\u00e1 as Na\u00e7\u00f5es Unidas a intervir em assuntos que dependam essencialmente da jurisdi\u00e7\u00e3o interna de qualquer Estado, ou obrigar\u00e1 os membros a submeterem tais assuntos a uma solu\u00e7\u00e3o, nos termos da presente Carta;, mas este princ\u00edpio n\u00e3o prejudica a aplica\u00e7\u00e3o de medidas coercitivas constantes do cap\u00edtulo VII.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO II: ADES\u00c3O<\/strong>\n\n<strong>Artigo 3 \u00ba<\/strong>\n\nOs Membros originais das Na\u00e7\u00f5es Unidas ser\u00e3o os Estados que, tendo participado na Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional de San Francisco, ou, tendo assinado previamente a Declara\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, de 1 de Janeiro de 1942, assinarem a presente Carta ea ratificaram, de acordo com o artigo 110.\n\n<strong>Artigo 4 \u00ba <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas fica aberta a todos os outros Estados amantes da paz que aceitarem as obriga\u00e7\u00f5es contidas na presente Carta e que, a ju\u00edzo da Organiza\u00e7\u00e3o, estiverem aptos e dispostos a cumprir tais obriga\u00e7\u00f5es.<\/li>\n\t<li>A admiss\u00e3o de qualquer desses Estados como membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas ser\u00e1 efetuada por decis\u00e3o da Assembl\u00e9ia Geral, mediante recomenda\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 5 \u00ba<\/strong>\n\nUm membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas contra o qual a a\u00e7\u00e3o preventiva ou de execu\u00e7\u00e3o foi tomada pelo Conselho de Seguran\u00e7a, poder\u00e1 ser suspenso do exerc\u00edcio dos direitos e privil\u00e9gios de membro pela Assembleia Geral, mediante recomenda\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a. O exerc\u00edcio desses direitos e privil\u00e9gios poder\u00e1 ser restabelecido pelo Conselho de Seguran\u00e7a.\n\n<strong>Artigo 6 \u00ba<\/strong>\n\nUm membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas que houver violado persistentemente os princ\u00edpios contidos na presente Carta poder\u00e1 ser expulso da Organiza\u00e7\u00e3o pela Assembl\u00e9ia Geral, mediante recomenda\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a.\n\n<strong>CAP\u00cdTULO III: \u00d3RG\u00c3OS<\/strong>\n\n<strong>Artigo 7 \u00ba <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li><strong>Ficam estabelecidos como \u00f3rg\u00e3os principais das Na\u00e7\u00f5es Unidas:<\/strong> uma Assembl\u00e9ia Geral, um Conselho de Seguran\u00e7a, um Conselho Econ\u00f4mico e Social, um Conselho de Tutela, uma Corte Internacional de Justi\u00e7a e um Secretariado.<\/li>\n\t<li>\u00d3rg\u00e3os subsidi\u00e1rios como poder\u00e1 ser necess\u00e1rio pode ser estabelecido em conformidade com a presente Carta.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 8 \u00ba<\/strong>\n\nAs Na\u00e7\u00f5es Unidas n\u00e3o far\u00e3o restri\u00e7\u00f5es quanto \u00e0 elegibilidade de homens e mulheres para participarem em qualquer car\u00e1ter e em condi\u00e7\u00f5es de igualdade em seus \u00f3rg\u00e3os principais e subsidi\u00e1rios.\n\n<strong>CAP\u00cdTULO IV: DA ASSEMBL\u00c9IA GERAL<\/strong>\n\n<strong>COMPOSI\u00c7\u00c3O<\/strong>\n\n<strong>Artigo 9 \u00ba <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>A Assembleia Geral ser\u00e1 constitu\u00edda por todos os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/li>\n\t<li>Cada Membro n\u00e3o dever\u00e1 ter mais de cinco representantes na Assembl\u00e9ia Geral.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Fun\u00e7\u00f5es e poderes<\/strong>\n\n<strong>Artigo 10<\/strong>\n\nA Assembl\u00e9ia Geral poder\u00e1 discutir quaisquer quest\u00f5es ou assuntos do \u00e2mbito da presente Carta ou relacionadas com os poderes e fun\u00e7\u00f5es de qualquer dos \u00f3rg\u00e3os previstos na presente Carta, e, salvo o disposto no artigo 12, poder\u00e1 fazer recomenda\u00e7\u00f5es aos membros das das Na\u00e7\u00f5es Unidas ou ao Conselho de Seguran\u00e7a ou a ambos em qualquer daquelas quest\u00f5es ou assuntos.\n\n<strong>Artigo 11<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>A Assembl\u00e9ia Geral poder\u00e1 considerar os princ\u00edpios gerais de coopera\u00e7\u00e3o na manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais, inclusive os princ\u00edpios que regem o desarmamento ea regulamenta\u00e7\u00e3o dos armamentos, e poder\u00e1 fazer recomenda\u00e7\u00f5es relativas a tais princ\u00edpios aos Membros ou ao Conselho de Seguran\u00e7a ou a ambos.<\/li>\n\t<li>A Assembl\u00e9ia Geral poder\u00e1 discutir quaisquer quest\u00f5es relativas \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais que lhe sejam submetidos por qualquer membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas, ou pelo Conselho de Seguran\u00e7a, ou por um Estado que n\u00e3o seja membro da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, em conformidade com o artigo 35, par\u00e1grafo 2, e, salvo o disposto no artigo 12, poder\u00e1 fazer recomenda\u00e7\u00f5es relativas a quaisquer daquelas quest\u00f5es ao Estado ou Estados interessados ou ao Conselho de Seguran\u00e7a ou a ambos. Qualquer destas quest\u00f5es, em que a a\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria deve ser encaminhada ao Conselho de Seguran\u00e7a pela Assembl\u00e9ia Geral, antes ou depois da discuss\u00e3o.<\/li>\n\t<li>A Assembl\u00e9ia Geral poder\u00e1 solicitar a aten\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a para situa\u00e7\u00f5es que possam constituir amea\u00e7a \u00e0 paz e seguran\u00e7a internacionais.<\/li>\n\t<li>Os poderes da Assembleia Geral enumerados neste artigo n\u00e3o limitar\u00e3o o alcance geral do artigo 10.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 12<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Enquanto o Conselho de Seguran\u00e7a estiver exercendo, em rela\u00e7\u00e3o a qualquer controv\u00e9rsia ou situa\u00e7\u00e3o, as fun\u00e7\u00f5es que lhe s\u00e3o atribu\u00eddas na presente Carta, a Assembl\u00e9ia Geral n\u00e3o far\u00e1 nenhuma recomenda\u00e7\u00e3o a respeito dessa controv\u00e9rsia ou situa\u00e7\u00e3o, a menos que o Conselho de Seguran\u00e7a a solicite.<\/li>\n\t<li>O Secret\u00e1rio-Geral, com o consentimento do Conselho de Seguran\u00e7a, comunicar\u00e1 \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral, em cada sess\u00e3o, quaisquer assuntos relativos \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da paz e da seguran\u00e7a internacionais que estiverem sendo tratados pelo Conselho de Seguran\u00e7a e ser\u00e1 igualmente notificar a Assembleia Geral, ou os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas se a Assembl\u00e9ia Geral n\u00e3o estiver em sess\u00e3o, logo que o Conselho de Seguran\u00e7a terminar o exame dos referidos assuntos.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 13<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li><strong>A Assembl\u00e9ia Geral iniciar\u00e1 estudos e far\u00e1 recomenda\u00e7\u00f5es com o objetivo de:<\/strong> a. promover a coopera\u00e7\u00e3o internacional no terreno pol\u00edtico e incentivar o desenvolvimento progressivo do direito internacional ea sua codifica\u00e7\u00e3o; b. promover a coopera\u00e7\u00e3o internacional nos dom\u00ednios econ\u00f4mico, social, cultural, educacional e de sa\u00fade, e ajudar na realiza\u00e7\u00e3o dos direitos humanos e liberdades fundamentais para todos, sem distin\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a, sexo, l\u00edngua ou religi\u00e3o.<\/li>\n\t<li>As outras responsabilidades, fun\u00e7\u00f5es e atribui\u00e7\u00f5es da Assembl\u00e9ia Geral, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mat\u00e9rias referidas no par\u00e1grafo 1 (b) acima, est\u00e3o enumeradas nos Cap\u00edtulos IX e X.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 14<\/strong>\n<blockquote>Sem preju\u00edzo do disposto no artigo 12, a Assembl\u00e9ia Geral poder\u00e1 recomendar medidas para a solu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica de qualquer situa\u00e7\u00e3o, independentemente da origem, que considera suscept\u00edveis de prejudicar o bem-estar geral ou \u00e0s rela\u00e7\u00f5es amistosas entre na\u00e7\u00f5es, inclusive em situa\u00e7\u00f5es que resultem da viola\u00e7\u00e3o das disposi\u00e7\u00f5es da presente Carta que estabelecem os Prop\u00f3sitos e Princ\u00edpios das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 15 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>A Assembl\u00e9ia Geral receber\u00e1 e examinar\u00e1 os relat\u00f3rios anuais e especiais do Conselho de Seguran\u00e7a; esses relat\u00f3rios devem incluir uma descri\u00e7\u00e3o das medidas que o Conselho de Seguran\u00e7a tenha adotado ou aplicado para manter a paz ea seguran\u00e7a internacionais.<\/li>\n\t<li>A Assembl\u00e9ia Geral receber\u00e1 e examinar\u00e1 os relat\u00f3rios dos outros \u00f3rg\u00e3os das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 16<\/strong>\n<blockquote>A Assembl\u00e9ia Geral desempenhar\u00e1, com rela\u00e7\u00e3o ao sistema internacional de tutela, s\u00e3o atribu\u00eddas a ele nos Cap\u00edtulos XII e XIII, inclusive a aprova\u00e7\u00e3o de acordos de tutela referentes \u00e0s zonas n\u00e3o designadas como estrat\u00e9gicas.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 17 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>A Assembleia Geral apreciar\u00e1 e aprovar\u00e1 o or\u00e7amento da Organiza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\t<li>As despesas da Organiza\u00e7\u00e3o ser\u00e3o custeadas pelos membros segundo quotas fixadas pela Assembleia Geral.<\/li>\n\t<li>A Assembleia Geral apreciar\u00e1 e aprovar\u00e1 quaisquer ajustes financeiros e or\u00e7ament\u00e1rios com as entidades especializadas referidas no artigo 57 e examinar\u00e1 os or\u00e7amentos administrativos de tais institui\u00e7\u00f5es especializadas com vista a fazer recomenda\u00e7\u00f5es aos \u00f3rg\u00e3os envolvidos.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>VOTA\u00c7\u00c3O<\/strong>\n\n<strong>Artigo 18 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Cada membro da Assembleia Geral ter\u00e1 um voto.<\/li>\n\t<li>As decis\u00f5es da Assembl\u00e9ia Geral, em quest\u00f5es importantes, ser\u00e3o tomadas por maioria de dois ter\u00e7os dos membros presentes e votantes. Essas quest\u00f5es incluem: recomenda\u00e7\u00f5es relativas \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais, a elei\u00e7\u00e3o dos membros n\u00e3o-permanentes do Conselho de Seguran\u00e7a, a elei\u00e7\u00e3o dos membros do Conselho Econ\u00f4mico e Social, a elei\u00e7\u00e3o dos membros do Conselho de Tutela de acordo com o par\u00e1grafo 1 (c), do artigo 86, a admiss\u00e3o de novos membros para as Na\u00e7\u00f5es Unidas, a suspens\u00e3o dos direitos e privil\u00e9gios de membros, a expuls\u00e3o de membros, as quest\u00f5es relativas ao funcionamento do sistema de tutela e quest\u00f5es or\u00e7amentais.<\/li>\n\t<li>As decis\u00f5es sobre outras quest\u00f5es, inclusive a determina\u00e7\u00e3o de categorias adicionais de assuntos a serem decididas por uma maioria de dois ter\u00e7os, ser\u00e3o tomadas por maioria dos membros presentes e votantes.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 19<\/strong>\n<blockquote>Um membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas que estiver em mora no pagamento de suas contribui\u00e7\u00f5es financeiras \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o ter\u00e1 voto na Assembleia Geral, se o valor em atraso for igual ou superior ao montante das contribui\u00e7\u00f5es devidas para o anterior duas total anos. A Assembl\u00e9ia Geral poder\u00e1, no entanto, permitir que o referido membro vote, se ficar provado que a falta de pagamento \u00e9 devida a circunst\u00e2ncias alheias ao controle do membro.<\/blockquote>\n<strong>PROCEDIMENTO<\/strong>\n\n<strong>Artigo 20<\/strong>\n<blockquote>A Assembleia Geral reunir\u00e1 em sess\u00f5es anuais regulares e em sess\u00f5es especiais exigidas pelas circunst\u00e2ncias. As sess\u00f5es extraordin\u00e1rias ser\u00e3o convocadas pelo Secret\u00e1rio-Geral, a pedido do Conselho de Seguran\u00e7a ou da maioria dos membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 21<\/strong>\n<blockquote>A Assembl\u00e9ia Geral adotar\u00e1 suas pr\u00f3prias regras de procedimento. E eleger\u00e1 seu presidente para cada sess\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 22<\/strong>\n<blockquote>A Assembl\u00e9ia Geral poder\u00e1 estabelecer os \u00f3rg\u00e3os subsidi\u00e1rios que julgue necess\u00e1rios para o desempenho de suas fun\u00e7\u00f5es.<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO V: O Conselho de Seguran\u00e7a<\/strong>\n\n<strong>COMPOSI\u00c7\u00c3O<\/strong>\n\n<strong>Artigo 23 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a ser\u00e1 composto de quinze Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas. A Rep\u00fablica da China, a Fran\u00e7a, a Uni\u00e3o das Rep\u00fablicas Socialistas Sovi\u00e9ticas, Reino Unido da Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda do Norte, e os Estados Unidos da Am\u00e9rica ser\u00e3o membros permanentes do Conselho de Seguran\u00e7a. A Assembl\u00e9ia Geral eleger\u00e1 dez outros Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas para membros n\u00e3o-permanentes do Conselho de Seguran\u00e7a, tendo especialmente pago, em primeira inst\u00e2ncia, para a contribui\u00e7\u00e3o dos membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais e para os outros prop\u00f3sitos da Organiza\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m a distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica eq\u00fcitativa.<\/li>\n\t<li>Os membros n\u00e3o-permanentes do Conselho de Seguran\u00e7a ser\u00e3o eleitos para um mandato de dois anos. Na primeira elei\u00e7\u00e3o dos membros n\u00e3o-permanentes, depois do aumento dos membros do Conselho de Seguran\u00e7a 11-15, dois dos quatro membros novos ser\u00e3o eleitos para um mandato de um ano. Um membro cessante n\u00e3o s\u00e3o eleg\u00edveis para reelei\u00e7\u00e3o imediata.<\/li>\n\t<li>Cada membro do Conselho de Seguran\u00e7a ter\u00e1 um representante.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Fun\u00e7\u00f5es e poderes<\/strong>\n\n<strong>Artigo 24 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>A fim de assegurar uma a\u00e7\u00e3o pronta e eficaz por parte das Na\u00e7\u00f5es Unidas, seus membros conferem ao Conselho de Seguran\u00e7a a responsabilidade prim\u00e1ria pela manuten\u00e7\u00e3o da paz e da seguran\u00e7a internacionais e concordam em que no cumprimento dos deveres impostos por essa responsabilidade o Conselho de Seguran\u00e7a aja em seu nome.<\/li>\n\t<li>No cumprimento desses deveres, o Conselho de Seguran\u00e7a deve agir de acordo com os Prop\u00f3sitos e Princ\u00edpios das Na\u00e7\u00f5es Unidas. Os poderes espec\u00edficos concedidos ao Conselho de Seguran\u00e7a para o cumprimento desses deveres est\u00e3o definidos nos cap\u00edtulos VI, VII, VIII e XII.<\/li>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a submeter\u00e1 relat\u00f3rios anuais e, quando necess\u00e1rio, especiais \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral para sua considera\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 25<\/strong>\n<blockquote>Os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas concordam em aceitar e executar as decis\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a, de acordo com a presente Carta.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 26<\/strong>\n<blockquote>A fim de promover o estabelecimento ea manuten\u00e7\u00e3o da paz e da seguran\u00e7a internacional com o m\u00ednimo desvio de armamentos de recursos humanos e econ\u00f4micos do mundo, o Conselho de Seguran\u00e7a ter\u00e1 o encargo de formular, com a assist\u00eancia da Comiss\u00e3o de Estado-Maior se refere o artigo 47, os planos a serem submetidos aos membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o estabelecimento de um sistema de regulamenta\u00e7\u00e3o dos armamentos.<\/blockquote>\n<strong>VOTA\u00c7\u00c3O<\/strong>\n\n<strong>Artigo 27 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Cada membro do Conselho de Seguran\u00e7a ter\u00e1 um voto.<\/li>\n\t<li>Decis\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a, em quest\u00f5es processuais, ser\u00e3o tomadas pelo voto afirmativo de nove membros.<\/li>\n\t<li>As decis\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a em todos os outros assuntos ser\u00e3o tomadas pelo voto afirmativo de nove membros, incluindo os votos de todos os membros permanentes, desde que, nas decis\u00f5es previstas no Cap\u00edtulo VI e no par\u00e1grafo 3 \u00ba do artigo 52, uma festa para uma disputa deve abster-se de votar.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>PROCEDIMENTO<\/strong>\n\n<strong>Artigo 28 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a ser\u00e1 organizado de maneira que possa funcionar continuamente. Cada membro do Conselho de Seguran\u00e7a para esta finalidade ser representado em todos os momentos na sede da Organiza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a ter\u00e1 reuni\u00f5es peri\u00f3dicas, nas quais cada um de seus membros podem, se assim o desejar, ser representado por um membro do governo ou por outro representante especialmente designado.<\/li>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a poder\u00e1 reunir em outros lugares, fora da sede da Organiza\u00e7\u00e3o, em seu ju\u00edzo, possam facilitar o seu trabalho.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 29<\/strong>\n\nO Conselho de Seguran\u00e7a poder\u00e1 estabelecer os \u00f3rg\u00e3os subsidi\u00e1rios que julgue necess\u00e1rios para o desempenho de suas fun\u00e7\u00f5es.\n\n<strong>Artigo 30<\/strong>\n<blockquote>O Conselho de Seguran\u00e7a deve adotar suas pr\u00f3prias regras de procedimento, incluindo o m\u00e9todo de escolha de seu Presidente.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 31<\/strong>\n<blockquote>Qualquer membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas, que n\u00e3o \u00e9 membro do Conselho de Seguran\u00e7a poder\u00e1 participar, sem voto, na discuss\u00e3o de qualquer quest\u00e3o submetida ao Conselho de Seguran\u00e7a, sempre que este considere que os interesses do referido membro est\u00e3o especialmente em jogo.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 32<\/strong>\n<blockquote>Qualquer membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas, que n\u00e3o \u00e9 membro do Conselho de Seguran\u00e7a ou qualquer Estado que n\u00e3o seja membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas, se \u00e9 uma festa para uma controv\u00e9rsia submetida ao Conselho de Seguran\u00e7a, ser\u00e1 convidado a participar, sem voto, na discuss\u00e3o dessa controv\u00e9rsia. O Conselho de Seguran\u00e7a determinar\u00e1 as condi\u00e7\u00f5es que lhe parecerem justas para a participa\u00e7\u00e3o de um Estado que n\u00e3o seja membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO VI: SOLU\u00c7\u00c3O PAC\u00cdFICA DE CONTROV\u00c9RSIAS<\/strong>\n\n<strong>Artigo 33 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>As partes em uma controv\u00e9rsia, de que \u00e9 suscept\u00edvel de p\u00f4r em perigo a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais, deve, antes de tudo, procurar uma solu\u00e7\u00e3o por negocia\u00e7\u00e3o, inqu\u00e9rito, media\u00e7\u00e3o, concilia\u00e7\u00e3o, arbitragem, solu\u00e7\u00e3o judicial, recurso a entidades regionais ou arranjos, ou outros meios pac\u00edficos de sua pr\u00f3pria escolha.<\/li>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a, quando julgar necess\u00e1rio, as referidas partes a resolver o seu diferendo por esses meios.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 34<\/strong>\n<blockquote>O Conselho de Seguran\u00e7a poder\u00e1 investigar sobre qualquer controv\u00e9rsia, ou qualquer situa\u00e7\u00e3o que possa provocar atritos entre as Na\u00e7\u00f5es ou dar origem a uma controv\u00e9rsia, a fim de determinar se a continua\u00e7\u00e3o de tal controv\u00e9rsia ou situa\u00e7\u00e3o \u00e9 suscept\u00edvel de p\u00f4r em perigo a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 35<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Qualquer membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas poder\u00e1 chamar qualquer controv\u00e9rsia, ou qualquer situa\u00e7\u00e3o da natureza referida no artigo 34, \u00e0 aten\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a ou da Assembl\u00e9ia Geral.<\/li>\n\t<li>Um Estado que n\u00e3o seja membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas poder\u00e1 chamar a aten\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a ou da Assembl\u00e9ia Geral para qualquer controv\u00e9rsia em que seja parte, uma vez que aceite previamente, para os efeitos da controv\u00e9rsia, as obriga\u00e7\u00f5es da Pacific liquida\u00e7\u00e3o prevista na presente Carta.<\/li>\n\t<li>Os trabalhos da Assembleia Geral a respeito dos assuntos submetidos \u00e0 sua aten\u00e7\u00e3o, nos termos do presente artigo, estar\u00e3o sujeitos \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es dos artigos 11 e 12.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 36<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a poder\u00e1, em qualquer fase de uma controv\u00e9rsia da natureza a que se refere o artigo 33, ou de uma situa\u00e7\u00e3o de natureza semelhante, recomendar procedimentos adequados ou m\u00e9todos de ajuste.<\/li>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a dever\u00e1 tomar em considera\u00e7\u00e3o quaisquer procedimentos para a solu\u00e7\u00e3o de uma controv\u00e9rsia que j\u00e1 tenham sido adotados pelas partes.<\/li>\n\t<li>Ao fazer recomenda\u00e7\u00f5es, nos termos do presente artigo, o Conselho de Seguran\u00e7a dever\u00e1 tomar em considera\u00e7\u00e3o que as controv\u00e9rsias jur\u00eddicas devem, como regra geral, ser submetidas pelas partes \u00e0 Corte Internacional de Justi\u00e7a, em conformidade com as disposi\u00e7\u00f5es do Estatuto do Tribunal.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 37<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Se as partes numa controv\u00e9rsia da natureza que se refere o Artigo 33 n\u00e3o conseguirem resolv\u00ea-la pelos meios indicados no mesmo artigo, dever\u00e3o submet\u00ea-la ao Conselho de Seguran\u00e7a.<\/li>\n\t<li>Se o Conselho de Seguran\u00e7a julgar que a continua\u00e7\u00e3o dessa controv\u00e9rsia pode, de fato, suscept\u00edveis de p\u00f4r em perigo a manuten\u00e7\u00e3o da paz e da seguran\u00e7a internacionais, decidir\u00e1 se deve agir de acordo com o Artigo 36 ou recomendar os termos de solu\u00e7\u00e3o que julgue adequados.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 38<\/strong>\n<blockquote>Sem preju\u00edzo do disposto nos artigos 33 a 37, o Conselho de Seguran\u00e7a poder\u00e1, se todas as partes em uma controv\u00e9rsia assim o solicitarem, fazer recomenda\u00e7\u00f5es \u00e0s partes, tendo em vista uma solu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica da controv\u00e9rsia.<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO VII: a\u00e7\u00e3o com respeito \u00e0s amea\u00e7as \u00e0 paz, ruptura da paz, e atos de agress\u00e3o<\/strong>\n\n<strong>Artigo 39<\/strong>\n<blockquote>O Conselho de Seguran\u00e7a determinar\u00e1 a exist\u00eancia de qualquer amea\u00e7a \u00e0 paz, viola\u00e7\u00e3o da paz ou ato de agress\u00e3o, e far\u00e1 recomenda\u00e7\u00f5es ou decidir\u00e1 que medidas dever\u00e3o ser tomadas de acordo com os artigos 41 e 42, para manter ou restaurar a paz internacional e seguran\u00e7a.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 40<\/strong>\n<blockquote>A fim de evitar um agravamento da situa\u00e7\u00e3o, o Conselho de Seguran\u00e7a poder\u00e1, antes de fazer as recomenda\u00e7\u00f5es ou decidir a respeito das medidas previstas no artigo 39, convidar as partes interessadas a aceitar as medidas provis\u00f3rias que julgar necess\u00e1rio ou desej\u00e1vel. Tais medidas provis\u00f3rias n\u00e3o prejudicar\u00e3o os direitos ou pretens\u00f5es, nem a situa\u00e7\u00e3o das partes interessadas. O Conselho de Seguran\u00e7a tomar\u00e1 devida nota do n\u00e3o cumprimento dessas medidas.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 41<\/strong>\n<blockquote>O Conselho de Seguran\u00e7a pode decidir que medidas que n\u00e3o impliquem o uso da for\u00e7a armada devem ser empregadas para tornar efetivas suas decis\u00f5es e poder\u00e1 instar os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas a aplicarem tais medidas. Estes podem incluir a interrup\u00e7\u00e3o completa ou parcial das rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e de transportes ferrovi\u00e1rios, mar\u00edtimos, a\u00e9reos, postais, telegr\u00e1ficos, r\u00e1dio e outros meios de comunica\u00e7\u00e3o, eo rompimento das rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 42<\/strong>\n<blockquote>Caso o Conselho de Seguran\u00e7a considerar que as medidas previstas no artigo 41 seria inadequada ou demonstraram ser inadequadas, pode tomar tal a\u00e7\u00e3o por ar, mar, ou as for\u00e7as terrestres que possam ser necess\u00e1rias para manter ou restabelecer a paz ea seguran\u00e7a internacionais. Tal a\u00e7\u00e3o poder\u00e1 compreender demonstra\u00e7\u00f5es, bloqueios e outras opera\u00e7\u00f5es, por ar, mar, terra ou for\u00e7as dos membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 43 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Todos os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas, a fim de contribuir para a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais, se comprometem a proporcionar ao Conselho de Seguran\u00e7a, a seu pedido e em conformidade com um acordo ou acordos especiais, for\u00e7as armadas, assist\u00eancia e facilidades, incluindo os direitos de passagem, necess\u00e1rios para a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais.<\/li>\n\t<li>Tal acordo ou tais acordos determinar\u00e3o o n\u00famero e tipo das for\u00e7as, seu grau de prepara\u00e7\u00e3o e sua localiza\u00e7\u00e3o geral, bem como a natureza das facilidades e da assist\u00eancia a serem prestados.<\/li>\n\t<li>O acordo ou acordos ser\u00e3o negociados o mais cedo poss\u00edvel, por iniciativa do Conselho de Seguran\u00e7a. Ser\u00e3o conclu\u00eddos entre o Conselho de Seguran\u00e7a e Membros ou entre o Conselho de Seguran\u00e7a e grupos de membros e estar\u00e1 sujeito \u00e0 ratifica\u00e7\u00e3o pelos Estados signat\u00e1rios, de acordo com seus respectivos processos constitucionais.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 44<\/strong>\n<blockquote>Quando o Conselho de Seguran\u00e7a decidir o emprego de for\u00e7a, dever\u00e1, antes de solicitar a um Membro nele n\u00e3o representado o fornecimento de for\u00e7as armadas em cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es assumidas nos termos do artigo 43, convide esse membro, se o Membro assim o desejar, a participar nas decis\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a relativas ao emprego de contingentes das for\u00e7as armadas do dito Membro.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 45<\/strong>\n<blockquote>A fim de que as Na\u00e7\u00f5es Unidas a tomar medidas militares urgentes, os Membros dever\u00e3o manter, imediatamente dispon\u00edveis for\u00e7as a\u00e9reas nacionais, contingentes para uma a\u00e7\u00e3o coercitiva combinado internacional. A pot\u00eancia eo grau de prepara\u00e7\u00e3o desses contingentes, como os planos de a\u00e7\u00e3o combinada, ser\u00e3o determinados dentro dos limites estabelecidos no acordo ou acordos especiais referidos no artigo 43, pelo Conselho de Seguran\u00e7a com a assist\u00eancia da Comiss\u00e3o de Estado-Maior.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 46<\/strong>\n\nOs planos para a aplica\u00e7\u00e3o da for\u00e7a armada ser\u00e3o elaborados pelo Conselho de Seguran\u00e7a com a assist\u00eancia da Comiss\u00e3o de Estado-Maior.\n\n<strong>Artigo 47 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Ser\u00e1 criada uma Comiss\u00e3o de Estado-Maior para assessorar e auxiliar o Conselho de Seguran\u00e7a sobre todas as quest\u00f5es relativas \u00e0s exig\u00eancias militares do Conselho de Seguran\u00e7a para a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais, utiliza\u00e7\u00e3o e comando das for\u00e7as colocadas \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o, regulamenta\u00e7\u00e3o de armamentos, e poss\u00edvel desarmamento.<\/li>\n\t<li>A Comiss\u00e3o de Estado-Maior \u00e9 composto pelos chefes do Estado Maior dos membros permanentes do Conselho de Seguran\u00e7a ou de seus representantes. Qualquer membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas que n\u00e3o estiver permanentemente representado na Comiss\u00e3o ser\u00e1 convidado pela Comiss\u00e3o para ser associado a ele quando o eficiente cumprimento das responsabilidades do Comit\u00ea exige a participa\u00e7\u00e3o de Membro que em seu trabalho.<\/li>\n\t<li>A Comiss\u00e3o de Estado-Maior ser\u00e1 respons\u00e1vel, sob o Conselho de Seguran\u00e7a, pela dire\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica de todas as for\u00e7as armadas postas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a. As quest\u00f5es relativas ao comando dessas for\u00e7as ser\u00e3o resolvidas ulteriormente.<\/li>\n\t<li>A Comiss\u00e3o de Estado-Maior, com a autoriza\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a e depois de consulta com os organismos regionais adequados, poder\u00e1 estabelecer subcomiss\u00f5es regionais.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 48<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>A a\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria ao cumprimento das decis\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a para a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais devem ser tomadas por todos os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas ou por alguns deles, como o Conselho de Seguran\u00e7a poder\u00e1 determinar.<\/li>\n\t<li>Essas decis\u00f5es ser\u00e3o realizadas pelos membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas diretamente e atrav\u00e9s de sua a\u00e7\u00e3o nos organismos internacionais apropriados de que fa\u00e7am parte.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 49<\/strong>\n<blockquote>Os Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas prestar-se-\u00e3o assist\u00eancia m\u00fatua para a execu\u00e7\u00e3o das medidas determinadas pelo Conselho de Seguran\u00e7a.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 50<\/strong>\n<blockquote>Se medidas preventivas ou coercitivas contra um Estado s\u00e3o tomadas pelo Conselho de Seguran\u00e7a, qualquer outro Estado, se um membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas ou n\u00e3o, que enfrente dificuldades econ\u00f4micas especiais resultantes da execu\u00e7\u00e3o daquelas medidas, ter\u00e1 o direito de consultar o Conselho de Seguran\u00e7a a respeito da solu\u00e7\u00e3o de tais problemas.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 51<\/strong>\n<blockquote>Nada na presente Carta prejudicar\u00e1 o direito inerente de individual ou coletiva autodefesa se um ataque armado ocorre contra um membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas, at\u00e9 que o Conselho de Seguran\u00e7a tenha tomado as medidas necess\u00e1rias para manter a paz ea seguran\u00e7a internacionais. As medidas tomadas pelos Membros no exerc\u00edcio desse direito de leg\u00edtima defesa ser\u00e3o comunicadas imediatamente ao Conselho de Seguran\u00e7a e n\u00e3o afeta de modo algum a autoridade e a responsabilidade do Conselho de Seguran\u00e7a termos da presente Carta de tomar a qualquer momento as medidas que julgar necess\u00e1rio, a fim de manter ou restabelecer a paz ea seguran\u00e7a internacionais.<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO VIII: acordos regionais<\/strong>\n\n<strong>Artigo 52 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Nada na presente Carta impede a exist\u00eancia de acordos ou de entidades regionais para tratar dos assuntos relativos \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais, s\u00e3o suscet\u00edveis de a\u00e7\u00e3o regional, desde que tais acordos ou entidades regionais e suas atividades sejam compat\u00edveis com os Prop\u00f3sitos e Princ\u00edpios da Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/li>\n\t<li>Os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas, que em tais acordos ou que constitu\u00edrem tais organiza\u00e7\u00f5es devem fazer todos os esfor\u00e7os para alcan\u00e7ar uma solu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica das controv\u00e9rsias locais mediante os referidos acordos regionais ou por tais ag\u00eancias regionais, antes de as submeter ao Conselho de Seguran\u00e7a.<\/li>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a estimular\u00e1 o desenvolvimento da solu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica de controv\u00e9rsias locais mediante os referidos acordos regionais ou por tais ag\u00eancias regionais, por iniciativa dos Estados interessados ou a inst\u00e2ncia do pr\u00f3prio Conselho de Seguran\u00e7a.<\/li>\n\t<li>Este artigo em nada prejudica a aplica\u00e7\u00e3o dos artigos 34 e 35.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 53<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a, se for o caso, utilizar tais acordos e entidades regionais para uma a\u00e7\u00e3o coercitiva sob a sua autoridade. Mas n\u00e3o a\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o devem ser tomadas no \u00e2mbito de acordos regionais ou por organismos regionais sem autoriza\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a, com exce\u00e7\u00e3o das medidas contra um Estado inimigo, como definido no par\u00e1grafo 2 do presente artigo, previsto nos termos do artigo 107 ou na regional arranjos dirigidos contra renova\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica agressiva por parte de qualquer desses Estados, at\u00e9 o momento em que a Organiza\u00e7\u00e3o, a pedido dos Governos interessados, ser carregado com a responsabilidade de prevenir novas agress\u00f5es por tal estado.<\/li>\n\t<li>O termo Estado inimigo, usado no par\u00e1grafo 1 do presente artigo aplica-se a qualquer Estado que, durante a Segunda Guerra Mundial, foi inimigo de qualquer signat\u00e1rio da presente Carta.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 54<\/strong>\n<blockquote>O Conselho de Seguran\u00e7a deve ser sempre mantido informado de atividades desenvolvidas ou em conformidade com os acordos regionais ou por ag\u00eancias regionais para a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais.<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO IX: econ\u00f4mica internacional e coopera\u00e7\u00e3o social<\/strong>\n\n<strong>Artigo 55 <\/strong>\n\n<strong>Com vista \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es de estabilidade e bem-estar, necess\u00e1rias \u00e0s rela\u00e7\u00f5es pac\u00edficas e amistosas entre as na\u00e7\u00f5es, baseadas no respeito ao princ\u00edpio da igualdade de direitos e auto-determina\u00e7\u00e3o dos povos, as Na\u00e7\u00f5es Unidas promover\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>a. padr\u00f5es mais elevados de vida, pleno emprego e condi\u00e7\u00f5es de progresso econ\u00f4mico e social e desenvolvimento;\n\nb. solu\u00e7\u00e3o dos problemas internacionais econ\u00f4micos, sociais, de sa\u00fade, e problemas relacionados; ea coopera\u00e7\u00e3o cultural e educacional e internacional;\n\nc. o respeito universal e efetivo dos direitos humanos e das liberdades fundamentais para todos, sem distin\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a, sexo, l\u00edngua ou religi\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 56<\/strong>\n<blockquote>Todos os Membros comprometem-se a tomar medidas conjunta ou separadamente, em coopera\u00e7\u00e3o com a Organiza\u00e7\u00e3o para a consecu\u00e7\u00e3o dos fins previstos no artigo 55.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 57 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>As v\u00e1rias entidades especializadas, criadas por acordos intergovernamentais e com amplas responsabilidades internacionais, definidas em seus instrumentos b\u00e1sicos, nos campos econ\u00f4mico, social, cultural, educacional, de sa\u00fade e conexos, ser\u00e3o vinculadas \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Unidas, em conformidade com o disposto no artigo 63.<\/li>\n\t<li>Tais entidades assim vinculadas \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Unidas s\u00e3o a seguir referidas como ag\u00eancias especializadas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 58<\/strong>\n<blockquote>A Organiza\u00e7\u00e3o far\u00e1 recomenda\u00e7\u00f5es para a coordena\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas e atividades das ag\u00eancias especializadas.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 59<\/strong>\n<blockquote>A Organiza\u00e7\u00e3o, se necess\u00e1rio, iniciar negocia\u00e7\u00f5es entre os Estados interessados para a cria\u00e7\u00e3o de novas entidades especializadas que forem necess\u00e1rias para a realiza\u00e7\u00e3o dos fins previstos no artigo 55.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 60<\/strong>\n<blockquote>Responsabilidade pela quita\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o previsto neste cap\u00edtulo ser\u00e1 da compet\u00eancia da Assembleia Geral e, sob a autoridade da Assembl\u00e9ia Geral, do Conselho Econ\u00f4mico e Social, que ter\u00e1 para o efeito os poderes estabelecidos em Cap\u00edtulo X.<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO X: CONSELHO ECON\u00d4MICO E SOCIAL<\/strong>\n\n<strong>COMPOSI\u00c7\u00c3O<\/strong>\n\n<strong>Artigo 61 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho Econ\u00f4mico e Social ser\u00e1 composto de 54 membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas eleitos pela Assembl\u00e9ia Geral.<\/li>\n\t<li>Sem preju\u00edzo do disposto no par\u00e1grafo 3, 18 membros do Conselho Econ\u00f4mico e Social ser\u00e3o eleitos cada ano para um mandato de tr\u00eas anos. Um membro cessante pode ser eleg\u00edvel para reelei\u00e7\u00e3o imediata.<\/li>\n\t<li>Na primeira elei\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o aumento do n\u00famero de membros do Conselho Econ\u00f4mico e Social 27-54 membros, al\u00e9m dos membros eleitos no lugar dos nove membros cujo mandato expira no fim desse ano, 27 membros adicionais ser\u00e3o eleitos. Desses 27 membros adicionais, o mandato de nove membros assim eleitos expirar\u00e1 no fim de um ano, e de nove outros no fim de dois anos, de acordo com disposi\u00e7\u00f5es adoptadas pela Assembleia Geral.<\/li>\n\t<li>Cada membro do Conselho Econ\u00f4mico e Social ter\u00e1 um representante.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Fun\u00e7\u00f5es e poderes<\/strong>\n\n<strong>Artigo 62<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho Econ\u00f4mico e Social poder\u00e1 fazer ou iniciar estudos e relat\u00f3rios a respeito de economia internacional, social, sa\u00fade cultural, educacional, e conexos, e poder\u00e1 fazer recomenda\u00e7\u00f5es a respeito de tais assuntos \u00e0 Assembleia Geral, aos membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas , e para as ag\u00eancias especializadas interessadas.<\/li>\n\t<li>Ele poder\u00e1 fazer recomenda\u00e7\u00f5es com o objetivo de promover o respeito ea observ\u00e2ncia dos direitos humanos e das liberdades fundamentais para todos.<\/li>\n\t<li>Poder\u00e1 preparar projetos de conven\u00e7\u00f5es a serem submetidos \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral, com respeito \u00e0s mat\u00e9rias da sua compet\u00eancia.<\/li>\n\t<li>Poder\u00e1 convocar, de acordo com as regras estipuladas pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas, confer\u00eancias internacionais sobre assuntos de sua compet\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 63<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho Econ\u00f4mico e Social poder\u00e1 estabelecer acordos com qualquer das entidades referidas no artigo 57, que define as condi\u00e7\u00f5es em que a entidade interessada deve ser levado para relacionamento com as Na\u00e7\u00f5es Unidas. Tais acordos ser\u00e3o submetidos \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o da Assembleia Geral.<\/li>\n\t<li>Pode coordenar as atividades das ag\u00eancias especializadas, por meio de consultas e recomenda\u00e7\u00f5es \u00e0s mesmas e de recomenda\u00e7\u00f5es \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral e aos Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 64<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho Econ\u00f4mico e Social poder\u00e1 tomar as medidas adequadas para obter relat\u00f3rios regulares das entidades especializadas. Ele pode fazer acordos com os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas e com as ag\u00eancias especializadas para obter relat\u00f3rios sobre as medidas tomadas para cumprimento de suas pr\u00f3prias recomenda\u00e7\u00f5es e recomenda\u00e7\u00f5es sobre quest\u00f5es da sua compet\u00eancia feita pela Assembl\u00e9ia Geral.<\/li>\n\t<li>Ele pode comunicar as suas observa\u00e7\u00f5es sobre estes relat\u00f3rios \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 65<\/strong>\n<blockquote>O Conselho Econ\u00f4mico e Social poder\u00e1 fornecer informa\u00e7\u00f5es ao Conselho de Seguran\u00e7a e auxiliar\u00e1 o Conselho de Seguran\u00e7a, a seu pedido.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 66<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho Econ\u00f4mico e Social desempenhar\u00e1 as fun\u00e7\u00f5es que forem de sua compet\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 execu\u00e7\u00e3o das recomenda\u00e7\u00f5es da Assembleia Geral.<\/li>\n\t<li>Ele pode, com a aprova\u00e7\u00e3o da Assembl\u00e9ia Geral, prestar os servi\u00e7os a pedido de membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas e, a pedido de ag\u00eancias especializadas.<\/li>\n\t<li>Desempenhar\u00e1 as demais fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas em outras partes da presente Carta ou que possa ser atribu\u00eddo a ele pela Assembl\u00e9ia Geral.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>VOTA\u00c7\u00c3O<\/strong>\n\n<strong>Artigo 67 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Cada membro do Conselho Econ\u00f4mico e Social ter\u00e1 um voto.<\/li>\n\t<li>As decis\u00f5es do Conselho Econ\u00f4mico e Social ser\u00e3o tomadas por maioria dos membros presentes e votantes.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>PROCEDIMENTO<\/strong>\n\n<strong>Artigo 68<\/strong>\n<blockquote>O Conselho Econ\u00f4mico e Social criar\u00e1 comiss\u00f5es para os assuntos econ\u00f4micos e sociais e para a promo\u00e7\u00e3o dos direitos humanos, e como outras comiss\u00f5es que podem ser necess\u00e1rios para o desempenho de suas fun\u00e7\u00f5es.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 69<\/strong>\n<blockquote>O Conselho Econ\u00f4mico e Social poder\u00e1 convidar qualquer Membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas a participar, sem voto, em suas delibera\u00e7\u00f5es sobre qualquer assunto que interesse particularmente a esse membro.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 70<\/strong>\n<blockquote>O Conselho Econ\u00f4mico e Social poder\u00e1 tomar medidas para que representantes das entidades especializadas tomem parte, sem voto, em suas delibera\u00e7\u00f5es e nas das comiss\u00f5es por ele criadas, e para seus representantes para participar das delibera\u00e7\u00f5es das ag\u00eancias especializadas.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 71<\/strong>\n<blockquote>O Conselho Econ\u00f4mico e Social poder\u00e1 tomar as provid\u00eancias adequadas para a consulta com organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o-governamentais que se preocupam com os assuntos da sua compet\u00eancia. Tais entendimentos poder\u00e3o ser feitos com organiza\u00e7\u00f5es internacionais e, quando apropriado, com organiza\u00e7\u00f5es nacionais, depois de consultas com o Membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas no caso.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 72<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho Econ\u00f4mico e Social adotar\u00e1 suas pr\u00f3prias regras de procedimento, incluindo o m\u00e9todo de escolha de seu Presidente.<\/li>\n\t<li>O Conselho Econ\u00f4mico e Social deve reunir sempre que necess\u00e1rio, de acordo com as suas regras, que devem incluir disposi\u00e7\u00f5es referentes \u00e0 convoca\u00e7\u00e3o de reuni\u00f5es a pedido da maioria dos seus membros.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO XI: DECLARA\u00c7\u00c3O SOBRE N\u00c3O-aut\u00f4nomos TERRIT\u00d3RIOS<\/strong>\n\n<strong>Artigo 73<\/strong>\n\n<strong>Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas que assumiram ou assumam responsabilidades pela administra\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios cujos povos n\u00e3o tenham atingido a plena capacidade de auto-governo reconhecer o princ\u00edpio de que os interesses dos habitantes desses territ\u00f3rios s\u00e3o fundamentais, e aceitam, como miss\u00e3o sagrada, a obriga\u00e7\u00e3o de promover ao m\u00e1ximo, dentro do sistema de paz e seguran\u00e7a internacionais estabelecido na presente Carta, o bem-estar dos habitantes desses territ\u00f3rios, e, para este fim: <\/strong>\n<blockquote>a. Assegurar, com o devido respeito pela cultura dos povos interessados, o seu progresso pol\u00edtico, econ\u00f4mico, social e educacional, o seu tratamento equitativo ea sua prote\u00e7\u00e3o contra abusos;\n\nb. desenvolver a auto-governo, a ter em devida conta as aspira\u00e7\u00f5es pol\u00edticas dos povos e auxili\u00e1-los no desenvolvimento progressivo das suas institui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas livres, de acordo com as circunst\u00e2ncias particulares de cada territ\u00f3rio e seus habitantes e os diferentes graus de avan\u00e7o;\n\nc. para a paz ea seguran\u00e7a internacionais;\n\nd. promover medidas construtivas de desenvolvimento, incentivar a investiga\u00e7\u00e3o, e de cooperar um com o outro e, quando for o caso, com entidades internacionais especializadas, com vistas \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica dos prop\u00f3sitos sociais, econ\u00f4micos e cient\u00edficos estabelecidos no presente artigo, e\n\ne. para transmitir regularmente ao Secret\u00e1rio-Geral, para fins de informa\u00e7\u00e3o, sujeitos a uma limita\u00e7\u00e3o, como seguran\u00e7a e de ordem constitucional, informa\u00e7\u00f5es estat\u00edsticas ou de outro car\u00e1ter t\u00e9cnico, relativas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, sociais e educacionais dos territ\u00f3rios pelos quais s\u00e3o respectivamente respons\u00e1veis , com excep\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios aos quais cap\u00edtulos XII e XIII.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 74<\/strong>\n<blockquote>\n<blockquote>Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas concordam tamb\u00e9m em que a sua pol\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o aos territ\u00f3rios a que se aplica este cap\u00edtulo, n\u00e3o menos do que em rela\u00e7\u00e3o a suas \u00e1reas metropolitanas, deve basear-se no princ\u00edpio geral de boa vizinhan\u00e7a, tendo na devida conta os interesses e bem-estar do resto do mundo, em mat\u00e9ria social, econ\u00f4mica e comercial.<\/blockquote>\n<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO XII: INTERNATIONAL sistema de tutela<\/strong>\n\n<strong>Artigo 75<\/strong>\n<blockquote>A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas estabelecer\u00e3o sob sua autoridade um sistema internacional de tutela para a administra\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios que possam ser colocados sob esse regime por futuros acordos individuais. Esses territ\u00f3rios s\u00e3o a seguir designados como territ\u00f3rios de confian\u00e7a.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 76<\/strong>\n\n<strong>Os objetivos b\u00e1sicos do sistema de tutela, de acordo com os Prop\u00f3sitos das Na\u00e7\u00f5es Unidas enumerados no artigo 1 \u00ba da presente Carta, ser\u00e3o: <\/strong>\n<blockquote>a. para a paz ea seguran\u00e7a internacionais;\n\nb. promover o avan\u00e7o pol\u00edtico, econ\u00f4mico, social e educacional dos habitantes dos territ\u00f3rios tutelados eo seu desenvolvimento progressivo para a auto-governo ou a independ\u00eancia como pode ser apropriado \u00e0s circunst\u00e2ncias particulares de cada territ\u00f3rio e seus habitantes e aos desejos livremente expressos dos os povos interessados, e como pode ser previsto nos termos de cada acordo de tutela;\n\nc. estimular o respeito aos direitos humanos e \u00e0s liberdades fundamentais para todos, sem distin\u00e7\u00e3o de sexo, ra\u00e7a, l\u00edngua ou religi\u00e3o, e favorecer o reconhecimento da interdepend\u00eancia dos povos do mundo, e\n\ns. para assegurar a igualdade de tratamento em mat\u00e9ria social, econ\u00f4mico e comercial para todos os Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas e seus nacionais e, tamb\u00e9m, a igualdade de tratamento para o \u00faltimo na administra\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, sem preju\u00edzo da realiza\u00e7\u00e3o dos objetivos anteriores e sujeitas \u00e0s disposi\u00e7\u00f5es do artigo 80.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 77<\/strong>\n<blockquote>1.<strong> O sistema de tutela ser\u00e1 aplicado aos territ\u00f3rios das categorias seguintes, que podem ser colocados sob esse regime por meio de acordos de tutela:<\/strong><\/blockquote>\n<blockquote>a. um territ\u00f3rios atualmente sob mandato;\nb. territ\u00f3rios que possam ser separados de Estados inimigos em conseq\u00fc\u00eancia da Segunda Guerra Mundial, e\nc. territ\u00f3rios voluntariamente colocados sob tal sistema por Estados respons\u00e1veis pela sua administra\u00e7\u00e3o.<\/blockquote>\n<blockquote>2. Ser\u00e1 objeto de acordo ulterior a determina\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios das categorias acima mencionadas a serem colocados sob o sistema de tutela e das que termos.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 78<\/strong>\n<blockquote>O sistema de tutela n\u00e3o ser\u00e1 aplicado a territ\u00f3rios que se tenham tornado Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas, cujas rela\u00e7\u00f5es m\u00fatuas dever\u00e3o basear-se no respeito pelo princ\u00edpio da igualdade soberana.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 79<\/strong>\n<blockquote>As condi\u00e7\u00f5es de tutela para que cada territ\u00f3rio ser\u00e1 colocado sob o regime de tutela, bem como qualquer altera\u00e7\u00e3o ou emenda, ser\u00e3o acordados entre os Estados diretamente interessados, inclusive a pot\u00eancia mandat\u00e1ria no caso de territ\u00f3rio sob mandato de um Membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas , e devem ser aprovados, como previsto nos artigos 83 e 85.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 80 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Salvo o que for estabelecido em acordos individuais de tutela, feito nos termos dos artigos 77, 79 e 81, colocando cada territ\u00f3rio sob o regime de tutela, e at\u00e9 que tais acordos tenham sido conclu\u00eddos, nada neste Cap\u00edtulo ser\u00e1 interpretado ou de si mesmo para alterar de qualquer forma os direitos de qualquer Estado ou povo ou dos termos de instrumentos internacionais existentes para que os Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas forem partes.<\/li>\n\t<li>\u00a7 1 \u00ba deste artigo n\u00e3o ser\u00e1 interpretado como motivo para demora ou adiamento da negocia\u00e7\u00e3o e conclus\u00e3o de acordos destinados a colocar territ\u00f3rios sob mandato e outro sob o sistema de tutela, conforme previsto no artigo 77.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 81<\/strong>\n<blockquote>O acordo de tutela dever\u00e1, em cada caso, incluir as condi\u00e7\u00f5es sob as quais o territ\u00f3rio tutelado ser\u00e1 administrado e designar a autoridade que exercer\u00e1 essa administra\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio confian\u00e7a. Tal autoridade, a seguir chamada a autoridade administradora, poder\u00e1 ser um ou mais Estados ou a pr\u00f3pria Organiza\u00e7\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 82<\/strong>\n<blockquote>N\u00e3o pode ser designado, em qualquer acordo de tutela, uma ou v\u00e1rias zonas estrat\u00e9gicas que compreendam parte ou a totalidade do territ\u00f3rio tutelado a que o acordo se aplica, sem preju\u00edzo de qualquer acordo ou acordos especiais feitos ao abrigo do artigo 43.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 83 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Todas as fun\u00e7\u00f5es da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas relativamente \u00e0s zonas estrat\u00e9gicas, inclusive a aprova\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es dos acordos de tutela e de sua altera\u00e7\u00e3o ou emendas, ser\u00e3o exercidas pelo Conselho de Seguran\u00e7a.<\/li>\n\t<li>Os objetivos b\u00e1sicos enumerados no Artigo 76 ser\u00e3o aplic\u00e1veis aos habitantes de cada zona estrat\u00e9gica.<\/li>\n\t<li>O Conselho de Seguran\u00e7a, sem preju\u00edzo das disposi\u00e7\u00f5es dos acordos de tutela e sem preju\u00edzo de considera\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a, valer-se da assist\u00eancia do Conselho de Tutela para desempenhar as fun\u00e7\u00f5es das Na\u00e7\u00f5es Unidas pelo sistema de tutela, relativamente a pol\u00edtica, econ\u00f4mica, social e quest\u00f5es educacionais dentro das zonas estrat\u00e9gicas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 84<\/strong>\n<blockquote>Deve ser o dever de a autoridade administrativa para assegurar que o territ\u00f3rio tutelado desempenhar o seu papel na manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais. Para este fim, a autoridade administradora poder\u00e1 fazer uso de for\u00e7as volunt\u00e1rias, de facilidades e da ajuda do territ\u00f3rio confian\u00e7a no cumprimento das obriga\u00e7\u00f5es perante o Conselho de Seguran\u00e7a assumidas a este respeito pela autoridade da administra\u00e7\u00e3o, bem como para a defesa local e para a manuten\u00e7\u00e3o da lei e da ordem dentro do territ\u00f3rio tutelado.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 85<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>As fun\u00e7\u00f5es das Na\u00e7\u00f5es Unidas relativas a acordos de tutela para todas as zonas n\u00e3o designadas como estrat\u00e9gicas, inclusive a aprova\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es dos acordos de tutela e de sua altera\u00e7\u00e3o ou emenda, ser\u00e3o exercidas pela Assembl\u00e9ia Geral.<\/li>\n\t<li>O Conselho de Tutela, que funcionar\u00e1 sob a autoridade da Assembl\u00e9ia Geral assiste a Assembl\u00e9ia Geral no desempenho dessas fun\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO XIII: O Conselho de Tutela<\/strong>\n\n<strong>COMPOSI\u00c7\u00c3O<\/strong>\n\n<strong>Artigo 86 <\/strong>\n\n1<strong>. O Conselho de Tutela ser\u00e1 composto dos seguintes Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas:<\/strong>\n<blockquote>um. Os membros que administrem territ\u00f3rios tutelados;\n\nb. aqueles dentre os Membros mencionados nominalmente no Artigo 23, que n\u00e3o estiverem administrando territ\u00f3rios tutelados e\n\nc. Quantos outros membros eleitos para mandatos de tr\u00eas anos pela Assembl\u00e9ia Geral, sejam necess\u00e1rios para assegurar que o n\u00famero total de membros do Conselho de Tutela fique igualmente dividido entre os Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas que administrem territ\u00f3rios tutelados e aqueles que n\u00e3o o fazem.<\/blockquote>\n<blockquote>2. Cada membro do Conselho de Tutela designar\u00e1 uma pessoa especialmente qualificada para represent\u00e1-lo perante.<\/blockquote>\n<strong>Fun\u00e7\u00f5es e poderes<\/strong>\n\n<strong>Artigo 87<\/strong>\n\n<strong>A Assembleia Geral e, sob sua autoridade, o Conselho de Tutela, no desempenho das suas fun\u00e7\u00f5es, poder\u00e3o: <\/strong>\n<blockquote>a. examinar os relat\u00f3rios apresentados pela autoridade administradora;\nb. Aceitar peti\u00e7\u00f5es e examin\u00e1-las, em consulta com a autoridade administradora;\nc. Providenciar sobre visitas peri\u00f3dicas aos territ\u00f3rios tutelados em \u00e9pocas acordado com a autoridade administradora, e\nd. tomar estas e outras medidas em conformidade com os termos dos acordos de tutela.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 88<\/strong>\n<blockquote>O Conselho de Tutela formular\u00e1 um question\u00e1rio sobre o avan\u00e7o pol\u00edtico, econ\u00f4mico, social e educacional dos habitantes de cada territ\u00f3rio, confian\u00e7a e pela administra\u00e7\u00e3o de cada territ\u00f3rio confian\u00e7a dentro da compet\u00eancia da Assembl\u00e9ia Geral, far\u00e1 um relat\u00f3rio anual \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral sobre a base do question\u00e1rio.<\/blockquote>\n<strong>VOTA\u00c7\u00c3O<\/strong>\n\n<strong>Artigo 89 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Cada membro do Conselho de Tutela ter\u00e1 um voto.<\/li>\n\t<li>As decis\u00f5es do Conselho de Tutela ser\u00e3o tomadas por maioria dos membros presentes e votantes.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>PROCEDIMENTO<\/strong>\n\n<strong>Artigo 90 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O Conselho de Tutela adoptar\u00e1 o seu pr\u00f3prio regulamento, que incluir\u00e1 o m\u00e9todo de escolha de seu Presidente.<\/li>\n\t<li>O Conselho de Tutela reunir sempre que necess\u00e1rio, de acordo com as suas regras, que devem incluir disposi\u00e7\u00f5es referentes \u00e0 convoca\u00e7\u00e3o de reuni\u00f5es a pedido da maioria dos seus membros.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 91<\/strong>\n<blockquote>O Conselho de Tutela, quando for o caso, valer-se da assist\u00eancia do Conselho Econ\u00f4mico e Social e das ag\u00eancias especializadas, a respeito das mat\u00e9rias em que eles est\u00e3o, respectivamente, em causa.<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO XIV: O TRIBUNAL INTERNACIONAL DE JUSTI\u00c7A<\/strong>\n\n<strong>Artigo 92<\/strong>\n<blockquote>A Corte Internacional de Justi\u00e7a ser\u00e1 o principal \u00f3rg\u00e3o judicial das Na\u00e7\u00f5es Unidas. Funcionar\u00e1 de acordo com o Estatuto anexo, que \u00e9 baseado no Estatuto da Corte Permanente de Justi\u00e7a Internacional e faz parte integrante da presente Carta.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 93 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Todos os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas s\u00e3o ipso fato partes do Estatuto da Corte Internacional de Justi\u00e7a.<\/li>\n\t<li>Um Estado que n\u00e3o seja membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas poder\u00e1 tornar-se parte do Estatuto do Tribunal Internacional de Justi\u00e7a, em condi\u00e7\u00f5es a definir em cada caso, pela Assembl\u00e9ia Geral, mediante recomenda\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 94 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Cada membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas compromete-se a cumprir a decis\u00e3o da Corte Internacional de Justi\u00e7a em qualquer caso em que seja parte.<\/li>\n\t<li>Se uma das partes num caso deixar de cumprir as obriga\u00e7\u00f5es que lhe incumbem em virtude de senten\u00e7a proferida pela Corte, a outra parte pode recorrer ao Conselho de Seguran\u00e7a, que pode, se julgar necess\u00e1rio, fazer recomenda\u00e7\u00f5es ou decidir sobre medidas a serem tomadas dar o cumprimento da senten\u00e7a.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 95<\/strong>\n<blockquote>Nada na presente Carta impedir\u00e1 os membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas de confiarem a solu\u00e7\u00e3o de suas diverg\u00eancias a outros tribunais, em virtude de acordos j\u00e1 vigentes ou que possam ser conclu\u00eddos no futuro.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 96 <\/strong>\n<blockquote>a. A Assembl\u00e9ia Geral ou o Conselho de Seguran\u00e7a pode pedir ao Tribunal Internacional de Justi\u00e7a para dar um parecer consultivo sobre qualquer quest\u00e3o jur\u00eddica.\n\nb. Outros \u00f3rg\u00e3os das Na\u00e7\u00f5es Unidas e ag\u00eancias especializadas, que forem em qualquer \u00e9poca devidamente autorizados pela Assembl\u00e9ia Geral, poder\u00e3o tamb\u00e9m solicitar pareceres consultivos da Corte sobre quest\u00f5es jur\u00eddicas surgidas dentro da esfera de suas atividades.<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO XV: SECRETARIA<\/strong>\n\n<strong>Artigo 97<\/strong>\n<blockquote>O Secretariado ser\u00e1 composto de um Secret\u00e1rio-Geral e pelo pessoal que a Organiza\u00e7\u00e3o necessitar. O Secret\u00e1rio-Geral ser\u00e1 indicado pela Assembl\u00e9ia Geral, mediante recomenda\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a. Ele ser\u00e1 o principal funcion\u00e1rio administrativo da Organiza\u00e7\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 98<\/strong>\n<blockquote>O Secret\u00e1rio-Geral atuar\u00e1 neste car\u00e1ter em todas as reuni\u00f5es da Assembl\u00e9ia Geral, do Conselho de Seguran\u00e7a, do Conselho Econ\u00f4mico e Social e do Conselho de Tutela e desempenhar\u00e1 outras fun\u00e7\u00f5es que lhe forem atribu\u00eddas por estes \u00f3rg\u00e3os. O Secret\u00e1rio-Geral far\u00e1 um relat\u00f3rio anual \u00e0 Assembl\u00e9ia Geral sobre os trabalhos da Organiza\u00e7\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 99<\/strong>\n<blockquote>O Secret\u00e1rio-Geral poder\u00e1 levar \u00e0 aten\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a qualquer assunto que, em sua opini\u00e3o possa amea\u00e7ar a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 100 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>No cumprimento dos seus deveres, o Secret\u00e1rio-Geral eo pessoal n\u00e3o solicitar\u00e3o nem receber\u00e3o instru\u00e7\u00f5es de qualquer governo ou de qualquer autoridade exterior \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o. Devem abster-se de qualquer a\u00e7\u00e3o que possa afetar a sua posi\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios internacionais respons\u00e1veis unicamente perante a Organiza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\t<li>Cada Membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas se compromete a respeitar o car\u00e1ter exclusivamente internacional das atribui\u00e7\u00f5es do Secret\u00e1rio-Geral e do pessoal ea n\u00e3o procurar influenci\u00e1-los no desempenho de suas fun\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 101 <\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>O pessoal \u00e9 nomeado pelo Secret\u00e1rio-Geral, de acordo com regras estabelecidas pela Assembl\u00e9ia Geral.<\/li>\n\t<li>Pessoal adequado deve ser atribu\u00eddo de forma permanente para o Conselho Econ\u00f4mico e Social, o Conselho de Tutela, e, se necess\u00e1rio, para outros \u00f3rg\u00e3os das Na\u00e7\u00f5es Unidas. Esses funcion\u00e1rios far\u00e3o parte do Secretariado.<\/li>\n\t<li>A considera\u00e7\u00e3o dominante no recrutamento do pessoal e na determina\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o ser\u00e1 a da necessidade de assegurar os mais elevados padr\u00f5es de efici\u00eancia, compet\u00eancia e integridade. Dever\u00e1 prestar-se em conta a import\u00e2ncia de recrutar o pessoal do mais amplo crit\u00e9rio geogr\u00e1fico poss\u00edvel.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO XVI: DISPOSI\u00c7\u00d5ES DIVERSAS<\/strong>\n\n<strong>Artigo 102<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Todo tratado e todo acordo internacional, conclu\u00eddos por qualquer membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas depois da presente Carta entrar\u00e1 em vigor logo que poss\u00edvel, ser registrado na Secretaria e publicado por ele.<\/li>\n\t<li>Nenhuma parte em qualquer tratado ou acordo internacional que n\u00e3o tenha sido registrado de conformidade com as disposi\u00e7\u00f5es do par\u00e1grafo 1 deste Artigo poder\u00e1 invocar tal tratado ou acordo perante qualquer \u00f3rg\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 103<\/strong>\n<blockquote>Em caso de conflito entre as obriga\u00e7\u00f5es dos membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas, sob a presente Carta e as obriga\u00e7\u00f5es decorrentes de qualquer outro acordo internacional, as obriga\u00e7\u00f5es decorrentes da presente Carta deve prevalecer.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 104<\/strong>\n<blockquote>A Organiza\u00e7\u00e3o gozar\u00e1 no territ\u00f3rio de cada um dos seus membros, da capacidade jur\u00eddica, como pode ser necess\u00e1rio para o exerc\u00edcio das suas fun\u00e7\u00f5es e \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de seus prop\u00f3sitos.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 105<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>A Organiza\u00e7\u00e3o gozar\u00e1, no territ\u00f3rio de cada um dos seus membros, dos privil\u00e9gios e imunidades necess\u00e1rios para o cumprimento de suas finalidades.<\/li>\n\t<li>Os representantes dos Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas e os funcion\u00e1rios da Organiza\u00e7\u00e3o gozar\u00e3o, igualmente, dos privil\u00e9gios e imunidades necess\u00e1rios para o exerc\u00edcio independente de suas fun\u00e7\u00f5es relacionadas com a Organiza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\t<li>A Assembl\u00e9ia Geral poder\u00e1 fazer recomenda\u00e7\u00f5es com o fim de determinar os pormenores da aplica\u00e7\u00e3o dos par\u00e1grafos 1 e 2 deste Artigo ou poder\u00e1 propor conven\u00e7\u00f5es para os membros da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para este fim.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO XVII: medidas de seguran\u00e7a TRANSIT\u00d3RIAS<\/strong>\n\n<strong>Artigo 106<\/strong>\n<blockquote>Antes da entrada em vigor dos acordos especiais a que se refere o artigo 43, que, a ju\u00edzo do Conselho de Seguran\u00e7a, o habilitem para iniciar o exerc\u00edcio das suas responsabilidades nos termos do artigo 42, as partes na Declara\u00e7\u00e3o das Quatro Na\u00e7\u00f5es, assinada em Moscou, 30 de outubro 1943, ea Fran\u00e7a, dever\u00e3o, de acordo com as disposi\u00e7\u00f5es do par\u00e1grafo 5 daquela Declara\u00e7\u00e3o, consultar um com o outro e com a ocasi\u00e3o exige, com outros Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas, com vista a uma a\u00e7\u00e3o conjunta, em nome da Organiza\u00e7\u00e3o, pode ser necess\u00e1rio para a manuten\u00e7\u00e3o da paz e seguran\u00e7a internacionais.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 107<\/strong>\n<blockquote>Nada na presente Carta invalidar\u00e1 ou impedir\u00e1 qualquer a\u00e7\u00e3o que, em rela\u00e7\u00e3o a qualquer Estado que, durante a Segunda Guerra Mundial, foi inimigo de qualquer dos signat\u00e1rios da presente Carta, tomadas ou autorizada em consequ\u00eancia da dita guerra, pelos governos respons\u00e1veis por tal a\u00e7\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO XVIII: ALTERA\u00c7\u00d5ES<\/strong>\n\n<strong>Artigo 108<\/strong>\n<blockquote>As altera\u00e7\u00f5es ao presente Carta entrar\u00e1 em vigor para todos os Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas quando foram aprovadas pelo voto de dois ter\u00e7os dos membros da Assembl\u00e9ia Geral e ratificada de acordo com seus respectivos processos constitucionais, por dois ter\u00e7os dos membros do das Na\u00e7\u00f5es Unidas, inclusive todos os membros permanentes do Conselho de Seguran\u00e7a.<\/blockquote>\n<strong>Artigo 109<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>Uma Confer\u00eancia Geral dos Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o fim de rever a presente Carta poder\u00e1 ser realizada em data e local a serem fixados pelo voto de dois ter\u00e7os dos membros da Assembl\u00e9ia Geral e pelo voto de nove membros quaisquer do Conselho de Seguran\u00e7a. Cada Membro das Na\u00e7\u00f5es Unidas ter\u00e1 um voto na confer\u00eancia.<\/li>\n\t<li>Qualquer altera\u00e7\u00e3o da presente Carta recomendado por um voto de dois ter\u00e7os da Confer\u00eancia, ter\u00e1 efeito depois de ratificada, de acordo com seus respectivos processos constitucionais, por dois ter\u00e7os dos membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas, inclusive todos os membros permanentes do Conselho de Seguran\u00e7a.<\/li>\n\t<li>Se essa Confer\u00eancia n\u00e3o for celebrada antes da d\u00e9cima sess\u00e3o anual da Assembleia Geral, ap\u00f3s a entrada em vigor da presente Carta, a proposta de chamar uma confer\u00eancia ser\u00e3o colocadas na ordem do dia da sess\u00e3o da Assembl\u00e9ia Geral, ea Confer\u00eancia ser\u00e1 realizada, se assim for decidido por maioria de votos dos membros da Assembl\u00e9ia Geral e pelo voto de sete membros quaisquer do Conselho de Seguran\u00e7a.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>CAP\u00cdTULO XIX: RATIFICA\u00c7\u00c3O E ASSINATURA<\/strong>\n\n<strong>Artigo 110<\/strong>\n<blockquote>\n<ul>\n\t<li>A presente Carta dever\u00e1 ser ratificada pelos Estados signat\u00e1rios, de acordo com seus respectivos processos constitucionais.<\/li>\n\t<li>As ratifica\u00e7\u00f5es ser\u00e3o depositadas junto do Governo dos Estados Unidos da Am\u00e9rica, que notificar\u00e1 a todos os Estados signat\u00e1rios de cada dep\u00f3sito, bem como o Secret\u00e1rio-Geral da Organiza\u00e7\u00e3o, quando ele foi nomeado.<\/li>\n\t<li>A presente Carta entrar\u00e1 em vigor depois do dep\u00f3sito de ratifica\u00e7\u00f5es pela Rep\u00fablica da China, a Fran\u00e7a, a Uni\u00e3o das Rep\u00fablicas Socialistas Sovi\u00e9ticas, Reino Unido da Gr\u00e3-Bretanha e Irlanda do Norte, e os Estados Unidos da Am\u00e9rica, e por maioria de outros Estados signat\u00e1rios. Um protocolo das ratifica\u00e7\u00f5es depositadas dever\u00e1 ent\u00e3o ser elaborado pelo Governo dos Estados Unidos da Am\u00e9rica, que enviar\u00e1 c\u00f3pias dos mesmos a todos os Estados signat\u00e1rios.<\/li>\n\t<li>Os Estados signat\u00e1rios da presente Carta que a ratificarem depois de sua entrada em vigor ser\u00e1 Membros originais das Na\u00e7\u00f5es Unidas na data do dep\u00f3sito de suas respectivas ratifica\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<strong>Artigo 111<\/strong>\n<blockquote>A presente Carta, cujos textos em chin\u00eas, franc\u00eas, russo, Ingl\u00eas e espanhol s\u00e3o igualmente aut\u00eanticos, ser\u00e1 depositado nos arquivos do Governo dos Estados Unidos da Am\u00e9rica. C\u00f3pias devidamente autenticadas dos mesmos ser\u00e3o transmitidas por este \u00faltimo Governo aos Governos dos outros Estados signat\u00e1rios.<\/blockquote>\n<strong>Em f\u00e9 do que os representantes dos Governos das Na\u00e7\u00f5es Unidas assinaram a presente Carta. Feito na cidade de San Francisco, no dia vinte e seis de junho, 1945.<\/strong>\n\nFonte: www.un.org\n<h6>Hist\u00f3ria da ONU<\/h6>\n<p class=\"google\"><\/p>\nEm 1945, representantes de 50 pa\u00edses reuniram-se em San Francisco, nos Estados Unidos, na Confer\u00eancia das <strong>Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong> para uma <strong>Organiza\u00e7\u00e3o<\/strong> <strong>Internacional.<\/strong>\n\nNo encontro, foi elaborado um rascunho da Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas. A Carta foi assinada em 26 de junho de 1945, e ratificada por 51 pa\u00edses em 24 de outubro de 1945.\n\nSeu formato, por\u00e9m, come\u00e7ou a ser discutido pelas grandes pot\u00eancias nas confer\u00eancias aliadas realizadas a poucos anos antes. A express\u00e3o \u0093Na\u00e7\u00f5es Unidas\u0094, cunhada pelo presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), foi utilizada pela primeira vez na \u0093Declara\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas\u0094, em 1\u00ba de janeiro de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, quando representantes de 26 na\u00e7\u00f5es expressaram a inten\u00e7\u00e3o de continuar lutando contra os pa\u00edses do Eixo (Alemanha, Jap\u00e3o e It\u00e1lia). Dois anos depois, l\u00edderes da China, da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, do Reino Unido e dos Estados Unidos esbo\u00e7aram uma proposta de estatuto para uma organiza\u00e7\u00e3o internacional de pa\u00edses.\n\nAntes mesmo de ser constitu\u00edda oficialmente a organiza\u00e7\u00e3o, realizou-se na cidade de Bretton Woods, nos Estado de New Hampshire, nos EUA, a Confer\u00eancia Monet\u00e1ria e Financeira das Na\u00e7\u00f5es Unidas, em 01\/07\/1944, tendo em vista as quest\u00f5es econ\u00f4micas relacionadas ao final da Segunda Guerra Mundial e ao p\u00f3s-guerra. Na mesma linha, realizou-se em Washington, em 21\/08\/1944, a Confer\u00eancia para a Organiza\u00e7\u00e3o da Paz no Mundo do P\u00f3s-Guerra.\n\nPensada como um suced\u00e2neo da Liga das Na\u00e7\u00f5es, a ONU foi criada com os objetivos principais de salvaguardar a paz mundial, proteger os direitos humanos, fomentar direitos iguais para todos os povos e melhorar os padr\u00f5es de vida no mundo. Seu principal \u00f3rg\u00e3o \u00e9 o Conselho de Seguran\u00e7a, hoje formado por dez membros n\u00e3o-permanentes e cinco membros permanentes com direito de veto &#8211; Estados Unidos, Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, Gr\u00e3-Bretanha, Fran\u00e7a e China.\n\nH\u00e1 ainda a Assembl\u00e9ia Geral, que se re\u00fane uma vez por ano, constitu\u00edda por todos os Estados-membros; a Secretaria Geral, que \u00e9 o principal \u00f3rg\u00e3o administrativo, chefiada por um representante escolhido pelo conjunto dos membros da Organiza\u00e7\u00e3o; o Conselho Econ\u00f4mico e Social, o Conselho de Tutela, a Corte Internacional de Justi\u00e7a e ag\u00eancias especiais.\n\nA miss\u00e3o da ONU parte do pressuposto de que diversos problemas mundiais \u0096 como pobreza, desemprego, degrada\u00e7\u00e3o ambiental, criminalidade, Aids, migra\u00e7\u00e3o e tr\u00e1fico de drogas \u0096 podem ser mais facilmente combatidos por meio de uma coopera\u00e7\u00e3o internacional.\n\nAs a\u00e7\u00f5es para a redu\u00e7\u00e3o da desigualdade global tamb\u00e9m podem ser otimizadas sob uma coordena\u00e7\u00e3o independente e de \u00e2mbito mundial, como as Na\u00e7\u00f5es Unidas.\n\nAtualmente, as Na\u00e7\u00f5es Unidas e suas ag\u00eancias investem, em forma de empr\u00e9stimo ou doa\u00e7\u00f5es, cerca de US$ 25 bilh\u00f5es por ano em pa\u00edses em desenvolvimento.\n\nEsses recursos destinam-se a prote\u00e7\u00e3o de refugiados, fornecimento de aux\u00edlio alimentar, supera\u00e7\u00e3o de efeitos causados por cat\u00e1strofes naturais, combate a doen\u00e7as, aumento da produ\u00e7\u00e3o de alimentos e da longevidade, recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e estabiliza\u00e7\u00e3o dos mercados financeiros. Al\u00e9m disso, a ONU ajuda a refor\u00e7ar o regime democr\u00e1tico em v\u00e1rias regi\u00f5es, e j\u00e1 apoiou mais de 70 elei\u00e7\u00f5es nacionais. As Na\u00e7\u00f5es Unidas foram catalisadoras e promotoras de um grande movimento de descoloniza\u00e7\u00e3o, que levou \u00e0 independ\u00eancia de mais de 80 pa\u00edses.\n\n<strong>Fique por dentro:<\/strong>\n\nNo \u00e2mbito das Na\u00e7\u00f5es Unidas, s\u00e3o produzidos v\u00e1rios documentos jur\u00eddicos, sobre os mais diversos temas \u0096 de direitos pol\u00edticos da mulher at\u00e9 escravatura, de direito penal internacional \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da diversidade biol\u00f3gica, de proibi\u00e7\u00e3o de armas qu\u00edmicas a direitos das crian\u00e7as.\n\nOs instrumentos mais comuns para expressar a concord\u00e2ncia dos Estados-membros sobre temas de interesse internacional s\u00e3o acordos, tratados, conven\u00e7\u00f5es, protocolos, resolu\u00e7\u00f5es e estatutos.\n\nO termo acordo \u00e9 usado, geralmente, para caracterizar negocia\u00e7\u00f5es bilaterais de natureza pol\u00edtica, econ\u00f4mica, comercial, cultural, cient\u00edfica e t\u00e9cnica. Acordos podem ser firmados entre pa\u00edses ou entre um pa\u00eds e uma organiza\u00e7\u00e3o internacional. Tratados s\u00e3o atos bilaterais ou multilaterais aos quais se deseja atribuir especial relev\u00e2ncia pol\u00edtica.\n\nA palavra conven\u00e7\u00e3o costuma ser empregada para designar atos multilaterais, oriundos de confer\u00eancias internacionais e que abordem assunto de interesse geral.\n\nProtocolo designa acordos menos formais que os tratados. O termo \u00e9 utilizado, ainda, para designar a ata final de uma confer\u00eancia internacional. Resolu\u00e7\u00f5es s\u00e3o delibera\u00e7\u00f5es, seja no \u00e2mbito nacional ou internacional. Estatuto \u00e9 um tipo de leis que expressa os princ\u00edpios que regem a organiza\u00e7\u00e3o de um Estado, sociedade ou associa\u00e7\u00e3o.\n\nFonte: www.unificado.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da ONU<\/h6>\n<strong>Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong> (<strong>ONU<\/strong>), organiza\u00e7\u00e3o internacional fundada logo ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial. Ela substituiu a Liga das Na\u00e7\u00f5es.\n\nEm 1945, quando a ONU foi fundada, havia 51 membros; 193 pa\u00edses s\u00e3o agora membros da organiza\u00e7\u00e3o (ver quadro intitulado Membros das Na\u00e7\u00f5es Unidas.\n<h4><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/h4>\n<strong>Origens<\/strong>\n\nO primeiro plano concreto para a forma\u00e7\u00e3o de uma nova organiza\u00e7\u00e3o mundial foi iniciada sob a \u00e9gide do Departamento de Estado dos EUA no final de 1939.\n\nO nome das Na\u00e7\u00f5es Unidas foi cunhado pelo presidente Franklin Delano Roosevelt, em 1941, para descrever os pa\u00edses que lutam contra o Eixo. Foi usado pela primeira vez oficialmente em 1 de janeiro de 1942, quando 26 estados participaram da Declara\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, comprometendo-se a continuar seu esfor\u00e7o de guerra conjunta e n\u00e3o para fazer a paz em separado.\n\nA necessidade de uma organiza\u00e7\u00e3o internacional para substituir a Liga das Na\u00e7\u00f5es foi declarado oficialmente em 30 de outubro de 1943, na Declara\u00e7\u00e3o de Moscou, emitido pela China, Gr\u00e3-Bretanha, os Estados Unidos ea URSS.\n\nNa Confer\u00eancia de Dumbarton Oaks (agosto-outubro de 1944), esses quatro pa\u00edses elaborou propostas espec\u00edficas para um charter para a nova organiza\u00e7\u00e3o, e na Confer\u00eancia de Ialta (fevereiro de 1945) novo acordo foi alcan\u00e7ado. Todos os estados que tinham finalmente aderiram \u00e0 declara\u00e7\u00e3o de 1942 e declarou guerra \u00e0 Alemanha ou o Jap\u00e3o por 01 de mar\u00e7o de 1945, foram chamados para a confer\u00eancia de funda\u00e7\u00e3o, realizada em San Francisco (25 abril &#8211; 26 junho, 1945).\n\nElaborado em San Francisco, a Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas foi assinada em 26 de junho e ratificada pelo n\u00famero necess\u00e1rio de estados em 24 de outubro (oficialmente Dia das Na\u00e7\u00f5es Unidas). A Assembl\u00e9ia Geral se conheceram em Londres em 10 de janeiro de 1946.\n\nDecidiu-se localizar a sede da ONU nos Estados Unidos E Estados. Em dezembro de 1946, a Assembl\u00e9ia Geral aceitou o presente 0,5 milh\u00f5es de John D. Rockefeller, Jr., para comprar um peda\u00e7o de terra ao longo do East River, em Nova York, para a sua sede. Os principais edif\u00edcios l\u00e1, a Secretaria, a Assembl\u00e9ia Geral, eo Edif\u00edcio Confer\u00eancia, foram conclu\u00eddas em 1952. O Dag Hammarskj\u00f6ld Memorial Library foi dedicado em 1961.\n\n<strong>Originais Vis\u00e3o e Realidades Guerra Fria<\/strong>\n\nNa pr\u00e1tica, a ONU n\u00e3o evoluiu como foi previsto. Originalmente foi composto em grande parte dos aliados da Segunda Guerra Mundial, os pa\u00edses, principalmente europeus, pa\u00edses da Commonwealth, e as na\u00e7\u00f5es das Am\u00e9ricas. Ele foi concebido como uma organiza\u00e7\u00e3o de &#8220;amantes da paz&#8221; na\u00e7\u00f5es, que foram combinados para evitar a agress\u00e3o futuro e para outros fins humanit\u00e1rios.\n\nCoopera\u00e7\u00e3o estreita entre os membros era esperado, o Conselho de Seguran\u00e7a, especialmente se esperava para trabalhar em relativa unanimidade. As esperan\u00e7as de acordo essencial logo foram frustradas pelos atritos da guerra fria , o que afetou o funcionamento do Conselho de Seguran\u00e7a e outros \u00f3rg\u00e3os das Na\u00e7\u00f5es Unidas.\n\nA carta tinha previsto uma for\u00e7a militar regular \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a e determinou a cria\u00e7\u00e3o do Comit\u00e9 de Pessoal Militar para fazer planos apropriados. O comit\u00ea-composto pelos chefes de equipe (ou seus representantes) do Big Five-foi incapaz de chegar a um acordo, com a URSS e os outros quatro estados em lados opostos, assim n\u00e3o h\u00e1 for\u00e7as regulares foram estabelecidas.\n\nA mesma divis\u00e3o frustrou as atividades de dois corpos de seguran\u00e7a especiais do Conselho, a Comiss\u00e3o de Energia At\u00f4mica e da Comiss\u00e3o sobre Armamentos Convencionais. Da\u00ed n\u00e3o acordos foram conclu\u00eddos para regular a produ\u00e7\u00e3o de bombas at\u00f4micas ou reduzir outros tipos de armamentos (ver desarmamento nuclear, ).\n\nA Carta prev\u00ea que os acordos regionais de seguran\u00e7a seria complementar o sistema global da ONU, mas na verdade essas alian\u00e7as abrangentes como o Tratado do Atl\u00e2ntico Norte Organiza\u00e7\u00e3o (OTAN), a Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Americanos , a Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado do Sudeste Asi\u00e1tico e da Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado de Vars\u00f3via a uma extens\u00e3o o sistema das Na\u00e7\u00f5es Unidas ignorada.\n\nHouve alguns casos iniciais de coopera\u00e7\u00e3o sovi\u00e9tica com os Estados Unidos e outras pot\u00eancias que permitiram sucessos da ONU para restaurar ou preservar a paz. Estes inclu\u00edram a liquida\u00e7\u00e3o (1946) da queixa da S\u00edria e do L\u00edbano que a Fran\u00e7a ea Gr\u00e3-Bretanha foram ocupando ilegalmente o seu territ\u00f3rio, o particionamento da Palestina (ver Israel ), a luta pelo controle da Caxemira entre a \u00cdndia eo Paquist\u00e3o (ver Guerras entre \u00cdndia e Paquist\u00e3o ); ea retirada dos holandeses da Indon\u00e9sia.\n\nNo entanto, em muitas outras quest\u00f5es de maior import\u00e2ncia direta para as grandes pot\u00eancias, o conflito entre a URSS e os restantes membros do Big Five impedido resolu\u00e7\u00e3o. O Conselho de Seguran\u00e7a foi prejudicado pelo veto, que at\u00e9 o final de 1955 havia sido usado 78 vezes, 75 delas pela Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica.\n\n<strong>Atividade crescente da Assembleia<\/strong>\n\nEm rea\u00e7\u00e3o \u00e0s limita\u00e7\u00f5es que a guerra fria imposta ao Conselho de Seguran\u00e7a, os Estados Unidos, Gr\u00e3-Bretanha, Fran\u00e7a e outras na\u00e7\u00f5es tentaram desenvolver a Assembl\u00e9ia Geral al\u00e9m de seu escopo original.\n\nNo conjunto dos Estados Unidos e Gr\u00e3-Bretanha teve apoio forte por parte da Comunidade e os pa\u00edses latino-americanos e, geralmente, comandava uma maioria. A Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica conseguiu reunir apenas um pequeno bloco, suficiente para criar debate entre o Oriente eo Ocidente, mas menos eficaz na vota\u00e7\u00e3o.\n\nDe maior import\u00e2ncia foram procedimentos evolu\u00edram na crise da Coreia em 1950. Nessa altura, a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica estava boicotando o Conselho de Seguran\u00e7a por causa da recusa das Na\u00e7\u00f5es Unidas a admitir a Rep\u00fablica Popular da China como um membro. Desde que a URSS n\u00e3o estava presente para lan\u00e7ar um veto, o Conselho de Seguran\u00e7a foi habilitado para estabelecer for\u00e7as armadas para repelir o ataque norte-coreano na Coreia do Sul (ver Guerra da Coreia ).\n\nAssim, no momento em que a organiza\u00e7\u00e3o jovem tinha come\u00e7ado a parecer politicamente est\u00e9ril, ela deu \u00e0 luz o primeiro ex\u00e9rcito da ONU e para o maior &#8220;seguran\u00e7a coletiva&#8221; a\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria at\u00e9 aquele momento, embora os Estados Unidos forneceram a maior parte dos dois combates pessoal e material.\n\nAl\u00e9m disso, uma a\u00e7\u00e3o mais firme da ONU em crises futuras estava preparado para, quando, em novembro de 1950, a Assembleia aprovou a &#8220;Unidos pela Paz&#8221; resolu\u00e7\u00e3o, que lhe permitiu tomar suas pr\u00f3prias medidas quando o uso do veto paralisou o conselho.\n\nEmbora a assembl\u00e9ia foi convocado algumas vezes sob a presente resolu\u00e7\u00e3o, a sua autoridade para exigir a\u00e7\u00e3o de membros permaneceu vaga, e que nunca desenvolveu m\u00e1quinas de aplica\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel.\n\nAlgumas \u00e1reas foram abertas para a interven\u00e7\u00e3o da ONU, no entanto, em que a opini\u00e3o p\u00fablica mundial e capacidade de resposta grande poder favoreceu isso.\n\nNa luta pela independ\u00eancia, em Marrocos, na Arg\u00e9lia e em outros lugares, os poderes dominantes coloniais argumentaram que esses conflitos a n\u00edvel interno, com seus assentos no Conselho de Seguran\u00e7a que estavam em uma posi\u00e7\u00e3o de vetar resolu\u00e7\u00f5es da Assembl\u00e9ia, e com os governos oficiais dos territ\u00f3rios rebeldes sob seu controle que eles foram capazes de evitar a interven\u00e7\u00e3o da ONU.\n\nNa revolta h\u00fangara (1956), os pedidos de que a URSS retirar suas tropas da Hungria e que os observadores da ONU ser admitido para o pa\u00eds foram rejeitados pela Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. Na crise de Suez (1956), no entanto, a resolu\u00e7\u00e3o da Assembleia Geral, para um cessar-fogo imediato e para a retirada das for\u00e7as invasoras foi atendido pela Gr\u00e3-Bretanha, Fran\u00e7a e Israel (ver guerras \u00e1rabe-israelenses ).\n\n<strong>Crescente papel do Secret\u00e1rio-Geral<\/strong>\n\nParalelamente \u00e0 crescente atividade do conjunto foi a amplia\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o do secret\u00e1rio-geral. Trygve Lie, como secret\u00e1rio-geral, fez grandes esfor\u00e7os para reunir a opini\u00e3o mundial em dificuldades como a crise da Cor\u00e9ia, mas a sua rotulagem de a Coreia do Norte como agressor lhe valeu a inimizade Sovi\u00e9tica e, portanto, limitada a sua efic\u00e1cia. Sob a &#8220;diplomacia silenciosa&#8221; de Dag Hammarskj\u00f6ld o secret\u00e1rio generalship ganhou maior abrang\u00eancia.\n\nO secret\u00e1rio-geral, e n\u00e3o o impasse do Conselho de Seguran\u00e7a, foi confiada a organiza\u00e7\u00e3o e estabelecer as for\u00e7as da ONU na crise de Suez. Ele trabalhou em estreita colabora\u00e7\u00e3o com a Assembleia Geral sobre outras quest\u00f5es.\n\nEm 1958, quando uma resolu\u00e7\u00e3o da Assembleia pedindo uma for\u00e7a de observadores da ONU no L\u00edbano haviam sido vetados pelo conselho, o secret\u00e1rio-geral, no entanto, seguiu a recomenda\u00e7\u00e3o da assembl\u00e9ia.\n\nAl\u00e9m de tais miss\u00f5es Hammarskj\u00f6ld interpretada seu escrit\u00f3rio como respons\u00e1vel pela preserva\u00e7\u00e3o da paz, mesmo quando a pr\u00f3pria assembl\u00e9ia estava num impasse e n\u00e3o poderia emitir instru\u00e7\u00f5es definidas. Na pr\u00e1tica, ele operava em grande parte sob um mandato da Assembl\u00e9ia Geral, mas freq\u00fcentemente tomou medidas executivas que n\u00e3o poderia ser completamente detalhadas por instru\u00e7\u00f5es. Assim, o cargo de secret\u00e1rio-geral foi evoluindo como autoridade de fato da <strong>ONU<\/strong> executivo em mat\u00e9ria de conflitos internacionais, eo Conselho de Seguran\u00e7a come\u00e7ou a cumprir muito menos frequ\u00eancia.\n\n<strong>Efeitos de um crescente n\u00famero de membros<\/strong>\n\nAo final dos anos 1950 a ONU foi sendo revolucionada por uma mudan\u00e7a na sociedade. Desde o in\u00edcio da ONU tinha havido um crescimento constante de sentir que a organiza\u00e7\u00e3o deve incluir todas as na\u00e7\u00f5es do mundo. Mas a ades\u00e3o foi muito novo bloqueado por rivalidade Leste-Oeste; cada lado era antag\u00f4nica \u00e0 admiss\u00e3o de novos membros desfavor\u00e1veis a seus pontos de vista, e como n\u00e3o-comunistas em menor n\u00famero os pa\u00edses comunistas da URSS foi especialmente intransigente. De 1947-1955 s\u00f3 I\u00eamen (1947), Paquist\u00e3o (1947), Mianmar (1948), Israel (1949) e Indon\u00e9sia (1950) ganhou admiss\u00e3o. O caminho para um acordo foi liderado pelo Canad\u00e1, em 1955; 16 novos membros foram admitidos naquele ano e, posteriormente, a expans\u00e3o foi r\u00e1pida.\n\nExpans\u00e3o acompanhante veio realinhamento de vota\u00e7\u00e3o. A grande maioria dos Estados Unidos e seus aliados desapareceu como o grupo Afro-Asi\u00e1tica de na\u00e7\u00f5es (ver Terceiro Mundo ) obtido mais da metade dos assentos na assembleia. Novos blocos de voto formado, incluindo as na\u00e7\u00f5es da OTAN, as na\u00e7\u00f5es \u00e1rabes, as na\u00e7\u00f5es da Commonwealth, e, cada vez mais, um bloco afro-asi\u00e1tico em geral. Am\u00e9rica Latina se afastado de sua posi\u00e7\u00e3o pr\u00f3-EUA. Outros temas come\u00e7aram a igualar a da guerra fria, em debates, montagem e estandes mais militantes foram tomadas contra os restos de colonialismo.\n\nA natureza mudou da ONU foi revelado na ONU pol\u00edtica para a \u00c1frica em 1960. A ONU atuado fortemente na crise no Congo , e durante o seu envolvimento l\u00e1 o secret\u00e1rio-geral desenvolveu seu escrit\u00f3rio para um n\u00edvel sem precedentes.\n\nQuando a ONU foi convidado (1960) pelo governo do Congo para enviar tropas para l\u00e1, uma for\u00e7a da ONU foi rapidamente organizada por Hammarskj\u00f6ld entre neutro Europeu e Africano estados. As tropas da ONU, confrontados pelo caos social e pol\u00edtico, envolvido na a\u00e7\u00e3o militar direta para for\u00e7ar Katanga prov\u00edncia de reintegra\u00e7\u00e3o com o Congo, o que finalmente fez em 1963.\n\nA\u00e7\u00e3o da ONU no Congo e, mais tarde no envio de for\u00e7as de paz para o Chipre (1964) demonstraram uma vontade de intervir em situa\u00e7\u00f5es basicamente internos, tanto para restaurar a ordem e evitar a propaga\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a para estados vizinhos.\n\nEsta vontade foi especialmente evidente na aten\u00e7\u00e3o dada \u00e0s \u00e1reas remanescentes coloniais, principalmente na \u00c1frica. A ONU condenou v\u00e1rias vezes as pol\u00edticas coloniais de Portugal (at\u00e9 que pa\u00eds come\u00e7ou a liberar suas col\u00f4nias ap\u00f3s o golpe de 1974) e as pol\u00edticas raciais da \u00c1frica do Sul e Rod\u00e9sia, contra a qual severas san\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas foram aplicadas.\n\n<strong>Influ\u00eancia da ONU diminu\u00edda e seu renascimento incerto<\/strong>\n\nTendo perdido sua maioria autom\u00e1tica na assembl\u00e9ia, os Estados Unidos se juntou \u00e0 Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, em limitar o poder e autoridade da ONU, principalmente, mantendo as principais quest\u00f5es da compet\u00eancia do Conselho de Seguran\u00e7a e do veto, com a ina\u00e7\u00e3o o resultado normal. Houve uma queda correspondente na liberdade de movimento permitiu que o secret\u00e1rio-geral.\n\nNa esteira da opera\u00e7\u00e3o Hammarskj\u00f6ld Congo e morte acidental, a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica &#8220;troika&#8221; plano para um de tr\u00eas pessoas secret\u00e1rio generalship-um oriental, um ocidental, e um membro neutralista, cada um com um veto, era um sinal de que a URSS n\u00e3o tolerar outro ativista secret\u00e1rio-geral. Embora seu plano foi derrotado, o objetivo da URSS foi amplamente alcan\u00e7ado, desde que sucedeu secret\u00e1rios-gerais evitadas a\u00e7\u00f5es que possam ser controversas.\n\nGraves press\u00f5es financeiras tamb\u00e9m serviram para restringir a a\u00e7\u00e3o da ONU. Um certo n\u00famero de pa\u00edses, incluindo a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, se recusaram a pagar por a\u00e7\u00f5es da ONU, como a opera\u00e7\u00e3o Congo, n\u00e3o diretamente, aprovadas pelo Conselho de Seguran\u00e7a.\n\nOs Estados Unidos com sucesso empurrado para uma redu\u00e7\u00e3o da sua avalia\u00e7\u00e3o a 25% do or\u00e7amento da ONU, em 1977, em vez de um ter\u00e7o ou mais, mas ainda tem sido em atraso substancial. (At\u00e9 o final de 1990 o problema do atraso dos Estados Unidos se tornou t\u00e3o grande que os Estados Unidos estavam em perigo de perder o seu voto na Assembleia Geral.).\n\nFinalmente, as grandes pot\u00eancias tendem a lidar uns com os outros fora do \u00e2mbito da ONU. Enquanto alguns acordos em \u00e1reas perif\u00e9ricas de desarmamento e coopera\u00e7\u00e3o internacional t\u00eam sido desenvolvidas no \u00e2mbito da ONU, por exemplo, o uso pac\u00edfico da energia at\u00f4mica (ver Ag\u00eancia de Energia At\u00f3mica, Internacional ), a coopera\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o exterior, e limita\u00e7\u00e3o de armas no fundo do mar internacional mais- grandes negocia\u00e7\u00f5es e acordos t\u00eam sido numa base bilateral.\n\nComo resultado, at\u00e9 1991, a ONU desempenhou um papel relativamente secund\u00e1rio na maioria das crises mundiais, incluindo as guerras \u00e1rabe-israelenses de 1967 e 1973, a Guerra Indo-Paquistanesa de 1971, a Guerra do Vietn\u00e3 e da Guerra do Afeganist\u00e3o. No entanto, com a colabora\u00e7\u00e3o sovi\u00e9tica, a ONU desempenhou um papel importante aprovar medidas no Golfo P\u00e9rsico, em 1991, para dirigir o Iraque do Kuwait, e ativamente supervisionou a posterior cessar-fogo, embargo, e remo\u00e7\u00e3o de armas estrat\u00e9gicas do Iraque (ver Guerra do Golfo P\u00e9rsico ).\n\nDesde os anos 1970, a ONU expandiu a sua atividade no desenvolvimento de pa\u00edses menos desenvolvidos. A ONU e suas ag\u00eancias relacionadas tiveram um impacto significativo no controle da doen\u00e7a, a ajuda aos refugiados, e coopera\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Constituiu um mecanismo atrav\u00e9s do qual os pa\u00edses desenvolvidos podem contribuir conjuntamente com um m\u00ednimo de antagonismo nacional e de que pa\u00edses menos desenvolvidos podem receber ajuda com um m\u00ednimo de desconfian\u00e7a e ressentimento.\n\nA ONU tamb\u00e9m tem sido ativa na defini\u00e7\u00e3o de normas de dignidade humana e \u00e0 liberdade, como na <strong>Declara\u00e7\u00e3o Universal dos<\/strong> <strong>Direitos Humanos <\/strong>e do estabelecimento de normas internacionais do trabalho, e tem sido um f\u00f3rum de discuss\u00e3o sobre alguns problemas ambientais, como a Terra &#8221; Summit &#8220;, em 1992.\n\nA ONU atual \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o toda, mas universal global. Suas for\u00e7as de manuten\u00e7\u00e3o da paz foram agraciados com o Pr\u00eamio Nobel da Paz em 1988, e em 2001 a pr\u00f3pria ONU, juntamente com o Secret\u00e1rio-Geral, Kofi Annan, foi agraciado com o pr\u00eamio. A partir dos anos 1990, a ONU estava cada vez mais envolvido nos esfor\u00e7os de manuten\u00e7\u00e3o da paz em todo o mundo.\n\nEmbora a ONU desempenhou um papel subsidi\u00e1rio na Guerra do Golfo P\u00e9rsico , o seu potencial para ganhar um papel de manuten\u00e7\u00e3o da paz mais proeminente foi refor\u00e7ada com o fim da guerra fria. Nos \u00faltimos anos, a ONU supervisionou as elei\u00e7\u00f5es de 1993 no Camboja (como parte de seu esfor\u00e7o maior de manuten\u00e7\u00e3o de paz de sempre) e do referendo de 1999 em Timor Leste (embora n\u00e3o pudesse impedir a viol\u00eancia seguido), e tem montado opera\u00e7\u00f5es de paz em Angola, B\u00f3snia, Congo (Kinshasa), a Eritreia ea Eti\u00f3pia, Haiti, Kosovo, Mo\u00e7ambique, Serra Leoa, Som\u00e1lia e Sud\u00e3o e no Chade, entre outros. Al\u00e9m disso, a ONU deu for\u00e7as policiais em regi\u00f5es, como o Kosovo, na B\u00f3snia e em Timor-Leste, onde o governo local n\u00e3o podia.\n\nAssertividade do Conselho de Seguran\u00e7a na aplica\u00e7\u00e3o da Guerra do Golfo de cessar-fogo resolu\u00e7\u00f5es no in\u00edcio de 1990 parecia indicativo de um novo vigor.\n\nDivis\u00f5es posteriores sobre o conselho sobre essa quest\u00e3o, no entanto, e sucesso limitado no que diz respeito \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da paz na Som\u00e1lia, B\u00f3snia, Haiti, Serra Leoa e C\u00f4te d&#8217;Ivore indicam que, a menos que as partes supervisionados por essas for\u00e7as est\u00e3o desejosos de paz, talvez o conselho pode afirmar-se com \u00eaxito somente quando as grandes pot\u00eancias est\u00e3o convencidos de que os seus interesses est\u00e3o em jogo.\n\nO fato foi feita por demais \u00f3bvio pelas divis\u00f5es que surgiram entre os Estados Unidos ea Gr\u00e3-Bretanha, de um lado, e da Fran\u00e7a, R\u00fassia e China sobre a possibilidade de aprovar uma a\u00e7\u00e3o militar contra o Iraque em 2003.\n\nOutras divis\u00f5es prejudicado a capacidade da ONU para o desenvolvimento (2007) uma miss\u00e3o de paz totalmente funcional no Sud\u00e3o e no Chade, onde a rebeli\u00e3o na regi\u00e3o sudanesa de Darfur e regi\u00f5es fronteiri\u00e7as do Chade criado um grande n\u00famero de refugiados a partir de 2003. Por outro lado, a miss\u00e3o de paz da ONU ao longo da fronteira Eritr\u00e9ia-Eti\u00f3pia (2000-2008) foi encerrada ap\u00f3s as duas na\u00e7\u00f5es beneficiadas minou-lo.\n\nEm um esfor\u00e7o para garantir que as miss\u00f5es de paz da ONU que s\u00e3o montados s\u00e3o eficazes, Annan empurrou para as for\u00e7as que eram grandes o suficiente para ser capaz de impor a paz, no entanto, que nem sempre foi poss\u00edvel.\n\nAs for\u00e7as de paz da ONU tamb\u00e9m se tornaram mais assertiva sobre o uso da for\u00e7a para proteger os civis e mais ativa no cumprimento da paz. Em 2011, em resposta a lutar na L\u00edbia, o Conselho de Seguran\u00e7a autorizou uma zona de exclus\u00e3o a\u00e9rea na L\u00edbia para proteger os civis e as san\u00e7\u00f5es impostas ao governo, mas a miss\u00e3o da NATO-\u00e1rabe impor a zona tamb\u00e9m atuou em momentos em aparente apoio dos rebeldes , que finalmente derrubou o governo. A miss\u00e3o de paz para a S\u00edria em 2012, que s\u00f3 envolveu os observadores da ONU, n\u00e3o foi bem sucedida em conter a Primavera \u00c1rabe conflito l\u00e1.\n\nUm problema relacionado e premente foi a crise financeira criada pelos atrasados devidos pelos Estados Unidos e outras na\u00e7\u00f5es, uma crise agravada pela despesa de opera\u00e7\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o de paz aumento. Mesmo que as na\u00e7\u00f5es do mundo t\u00eam vindo a expandir o papel da ONU como for\u00e7a de paz, a sua capacidade de financiar tais opera\u00e7\u00f5es tem sido dificultada pela falta de pagamento de d\u00edvidas da ONU. Insatisfa\u00e7\u00e3o americana com a ONU levou a oposi\u00e7\u00e3o dentro do Congresso para pagamento de d\u00edvidas da ONU e resultou em inflex\u00edvel oposi\u00e7\u00e3o dos EUA \u00e0 reelei\u00e7\u00e3o de Boutros-Ghali como secret\u00e1rio-geral. Kofi Annan, que sucedeu Boutros-Ghali, em 1997, trabalhou para agilizar as opera\u00e7\u00f5es da ONU e reduzir os custos, em parte para restaurar a confian\u00e7a dos americanos e interesse na organiza\u00e7\u00e3o. Em 1999, o Congresso dos EUA aprovou uma legisla\u00e7\u00e3o que pagar alguma da na\u00e7\u00e3o de volta d\u00edvidas, mas tamb\u00e9m pediu uma maior redu\u00e7\u00e3o na avalia\u00e7\u00e3o de que os Estados Unidos devem pagar. Um acordo em dezembro de 2000, apelou a uma redu\u00e7\u00e3o nos EUA d\u00edvidas para 22% do or\u00e7amento da ONU. Em 2000, os atrasos dos EUA atingiu 0,3 bilh\u00f5es, segundo c\u00e1lculos da ONU, mas at\u00e9 o final de 2004, que havia sido reduzida em mais de 80%.\n\nEm 2004, a reputa\u00e7\u00e3o da ONU foi manchada por revela\u00e7\u00f5es sobre corrup\u00e7\u00e3o no programa Petr\u00f3leo por Alimentos, que permitiu ao Iraque, come\u00e7ando em 1996 e terminando depois da invas\u00e3o liderada pelos Estados Unidos, para exportar \u00f3leo de gera\u00e7\u00e3o de renda que era para ser usado para a compra de alimentos e ajuda humanit\u00e1ria outro. Governo de Saddam Hussein recebeu propinas consider\u00e1veis atrav\u00e9s do programa (embora o dinheiro ganho atrav\u00e9s Iraque \u00f3leo contrabando no exterior foi muito maior), e muitos fora do Iraque ilicitamente beneficiado tamb\u00e9m. Uma investiga\u00e7\u00e3o detalhada da ONU sobre o programa, liderado por Paul Volcker , come\u00e7ou em 2004, e lan\u00e7ou o seu relat\u00f3rio final em 2005. A investiga\u00e7\u00e3o acusou o funcion\u00e1rio da ONU que tinha dirigido o programa de pessoalmente beneficiando com isso, e criticado a conduta dos outros, incluindo dois dos assessores mais pr\u00f3ximos de Annan. A integridade do filho de Annan, que beneficiaram de emprego e pagamentos de uma empresa envolvida no programa, foi questionado, embora Annan n\u00e3o foi acusado de beneficiar ou de manipular o programa para beneficiar ningu\u00e9m. No entanto, Annan foi criticado por ter exercido a supervis\u00e3o inadequada (como foi o Conselho de Seguran\u00e7a) e por n\u00e3o ter conseguido fazer um inqu\u00e9rito exaustivo sobre o caso quando surgiu pela primeira vez perguntas sobre isso.\n\nTamb\u00e9m em 2005 Annan tentou ganhar o apoio internacional para um grupo de reformas abrangentes dentro das Na\u00e7\u00f5es Unidas, mas o acordo foi dif\u00edcil de proteger. Os membros da ONU n\u00e3o aprovou a cria\u00e7\u00e3o de uma Comiss\u00e3o de Consolida\u00e7\u00e3o da Paz, destinado a ajudar pa\u00edses devastados pela guerra para restabelecer a estabilidade pol\u00edtica e crescimento econ\u00f4mico. Em dezembro de 2005, sob press\u00e3o dos Estados Unidos e outras na\u00e7\u00f5es ricas, os membros da ONU aprovou um or\u00e7amento de dois anos com um limite de gastos para 2006, que era esperado para ser alcan\u00e7ado em junho do mesmo ano. A inten\u00e7\u00e3o era a de vincular a aprova\u00e7\u00e3o de gastos ainda mais a passagem das reformas da gest\u00e3o pela Assembl\u00e9ia Geral.\n\nA Assembleia Geral aprovou (mar\u00e7o de 2006) a substitui\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o de Direitos Humanos da ONU, com um Conselho de Direitos Humanos. O movimento foi concebido para restaurar a credibilidade corpo da ONU de direitos humanos, que foi criticada por ter inclu\u00eddo entre seus pa\u00edses membros muitos pa\u00edses que tinham sido denunciadas por viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos, mas o novo corpo logo enfrentou cr\u00edticas semelhantes. Em Maio, a Assembleia se recusou a aprovar a pe\u00e7a central de ambiciosos planos de reforma de Annan administrativos para as Na\u00e7\u00f5es Unidas; algumas reformas modestas foram aprovados em julho. O limite or\u00e7ament\u00e1rio, entretanto, tinha sido removido em junho pela Assembl\u00e9ia Geral. Annan foi sucedido como secret\u00e1rio-geral por sul-coreano Ban Ki-diplomata Lua em 2007.\n\n<strong>Organiza\u00e7\u00e3o e Princ\u00edpios<\/strong>\n\nA Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas compreende um pre\u00e2mbulo e 19 cap\u00edtulos divididos em 111 artigos.\n\n<strong>A Carta estabelece os prop\u00f3sitos da ONU como:<\/strong> a manuten\u00e7\u00e3o da paz e da seguran\u00e7a internacionais, o desenvolvimento de rela\u00e7\u00f5es amistosas entre os Estados, ea realiza\u00e7\u00e3o da coopera\u00e7\u00e3o internacional na solu\u00e7\u00e3o de problemas econ\u00f4micos, sociais, culturais e humanit\u00e1rias. Ela expressa uma forte esperan\u00e7a para a igualdade de todas as pessoas e da expans\u00e3o das liberdades b\u00e1sicas.\n\nOs principais \u00f3rg\u00e3os da <strong>ONU<\/strong>, como especificado na carta, s\u00e3o a Assembleia Geral, o Conselho de Seguran\u00e7a, o Conselho Econ\u00f4mico e Social , o Conselho de Tutela (ver tutela, territorial ), o Tribunal Internacional de Justi\u00e7a eo Secretariado. Outros organismos que funcionam como ag\u00eancias especializadas das Na\u00e7\u00f5es Unidas, mas n\u00e3o s\u00e3o especificamente previstas na Carta s\u00e3o a Organiza\u00e7\u00e3o para a Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura , o Banco Internacional de Reconstru\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento eo associado International Finance Corporation e Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Desenvolvimento, a Organiza\u00e7\u00e3o da Avia\u00e7\u00e3o Civil Internacional , a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho , a Organiza\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima Internacional, o Fundo Monet\u00e1rio Internacional , a Uni\u00e3o Internacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es , o Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia , a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia ea Cultura , a Uni\u00e3o Postal Universal , a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade , Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Organiza\u00e7\u00e3o da propriedade, ea Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial . Ag\u00eancias de trabalho tempor\u00e1rio t\u00eam inclu\u00eddo a Na\u00e7\u00f5es Unidas de Assist\u00eancia e Reabilita\u00e7\u00e3o de Administra\u00e7\u00e3o , a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional de Refugiados (cujas responsabilidades foram, posteriormente, assumido pelo Escrit\u00f3rio do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados ), ea Na\u00e7\u00f5es Unidas de Assist\u00eancia e Obras P\u00fablicas para os Refugiados da Palestina no Oriente M\u00e9dio , que ainda est\u00e1 em vigor.\n\n<strong>As l\u00ednguas oficiais da ONU s\u00e3o \u00c1rabe, Chin\u00eas, Ingl\u00eas, franc\u00eas, russo e espanhol. As l\u00ednguas de trabalho da Assembl\u00e9ia Geral s\u00e3o: <\/strong>Ingl\u00eas, Franc\u00eas e Espanhol (no Conselho de Seguran\u00e7a s\u00f3 Ingl\u00eas e franc\u00eas s\u00e3o l\u00ednguas de trabalho).\n\n<strong>A Secretaria e do Secret\u00e1rio-Geral<\/strong>\n\nTodas as fun\u00e7\u00f5es da ONU administrativos s\u00e3o tratados pela Secretaria, com o secret\u00e1rio-geral na sua cabe\u00e7a. A Carta n\u00e3o prev\u00ea um prazo para o secret\u00e1rio-geral, mas um mandato de cinco anos tornou-se padr\u00e3o.\n\nTrygve Lie, o primeiro secret\u00e1rio-geral, foi sucedido por Dag Hammarskj\u00f6ld (1953-1961), que serviu at\u00e9 sua morte.\n\nU Thant , secret\u00e1rio-geral em exerc\u00edcio, foi eleito secret\u00e1rio-geral (1962), foi reeleito em 1966, e serviu at\u00e9 1971.\n\n<strong>Sucedendo secret\u00e1rios-gerais foram:<\/strong> Kurt Waldheim (1972-1981); Javier P\u00e9rez de Cu\u00e9llar (1982-1991), Boutros Boutros-Ghali (1992-1996), Kofi Annan (1997-2006), e Ban Ki-Moon (2007 &#8211; ). (Veja tamb\u00e9m o quadro intitulado Na\u00e7\u00f5es Unidas secret\u00e1rios-gerais .) O secret\u00e1rio-geral transcende um papel meramente administrativo com a sua autoridade para trazer situa\u00e7\u00f5es a aten\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os da ONU, por sua posi\u00e7\u00e3o como uma parte imparcial na realiza\u00e7\u00e3o de concilia\u00e7\u00e3o e, especialmente, por seu poder para &#8220;realizar tal &#8230; fun\u00e7\u00f5es que lhe s\u00e3o confiadas a ele&#8221; por outros \u00f3rg\u00e3os da ONU. Tamb\u00e9m o refor\u00e7o do cargo de secret\u00e1rio-geral \u00e9 a equipe da Secretaria de grande porte, que \u00e9 recrutado numa base geogr\u00e1fica ampla e \u00e9 necess\u00e1rio para trabalhar exclusivamente no interesse da organiza\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>A Assembleia Geral<\/strong>\n\nO \u00fanico \u00f3rg\u00e3o da ONU estabelecido pela Carta em que todos os Estados membros est\u00e3o representados \u00e9 a Assembl\u00e9ia Geral. A Assembl\u00e9ia Geral foi projetado para ser um \u00f3rg\u00e3o deliberativo lidando principalmente com quest\u00f5es gerais de natureza pol\u00edtica, social ou econ\u00f4mica.\n\nRe\u00fane-se em sess\u00e3o ordin\u00e1ria anual, come\u00e7ando a terceira ter\u00e7a-feira de setembro, sess\u00f5es especiais \u00e0s vezes s\u00e3o realizadas. Ele tem sete principais comit\u00eas criados para tratar de assuntos espec\u00edficos designados como (1) pol\u00edtica e de seguran\u00e7a, (2) econ\u00f4mica e financeira, (3) social, humanit\u00e1ria e cultural, de tutela (4), (5), administrativo e or\u00e7amental, (6) legal, e (7) pol\u00edtica especial.\n\nEle tamb\u00e9m tem p\u00e9, processual, e muitas comiss\u00f5es ad hoc. O conjunto passa sobre o or\u00e7amento e define as avalia\u00e7\u00f5es dos pa\u00edses membros. Pode realizar estudos e fazer recomenda\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o pode aconselhar sobre as quest\u00f5es em considera\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a, a n\u00e3o ser por pedido do Conselho de Seguran\u00e7a.\n\nNo conjunto, as decis\u00f5es sobre assuntos de rotina s\u00e3o tomadas por maioria simples dos membros votantes, uma maioria de dois ter\u00e7os \u00e9 necess\u00e1ria para assuntos de import\u00e2ncia, tais como a admiss\u00e3o de novos membros, a revis\u00e3o da Carta, e quest\u00f5es or\u00e7amentais e de tutela.\n\n<strong>O Conselho de Seguran\u00e7a<\/strong>\n\nO Conselho de Seguran\u00e7a foi constru\u00eddo como um \u00f3rg\u00e3o com a responsabilidade prim\u00e1ria para preservar a paz. Ao contr\u00e1rio da Assembl\u00e9ia Geral, foi dado o poder de aplicar medidas e foi organizado como um \u00f3rg\u00e3o executivo compacto. Tamb\u00e9m ao contr\u00e1rio da assembl\u00e9ia, o Conselho de Seguran\u00e7a em fun\u00e7\u00f5es teoria continuamente na sede da ONU.\n\nO conselho tem 15 membros. Cinco China (at\u00e9 1971 a Rep\u00fablica da China [Taiwan], e desde ent\u00e3o Rep\u00fablica Popular da China), Fran\u00e7a, Gr\u00e3-Bretanha, Estados Unidos e R\u00fassia (at\u00e9 1991 URSS), s\u00e3o permanentes.\n\nOs 10 (originalmente seis) membros n\u00e3o-permanentes s\u00e3o eleitos para mandatos de dois anos pela Assembl\u00e9ia Geral, a distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica eq\u00fcitativa \u00e9 necess\u00e1ria. Habitualmente h\u00e1 cinco membros n\u00e3o-permanentes de Estados africanos e asi\u00e1ticos, um do Leste Europeu, dois da Am\u00e9rica Latina, e dois da Europa Ocidental e outros pa\u00edses. No Conselho, a presid\u00eancia \u00e9 ocupada por um m\u00eas-termos em ordem alfab\u00e9tica dos nomes dos membros em Ingl\u00eas.\n\nEm 1997, uma comiss\u00e3o da ONU prop\u00f4s altera\u00e7\u00f5es ao Conselho, incluindo a adi\u00e7\u00e3o de cinco novos membros permanentes sem direito de veto, acrescentando mais quatro membros n\u00e3o-permanentes, e colocando restri\u00e7\u00f5es sobre o uso do veto.\n\nAs altera\u00e7\u00f5es propostas foram consideradas por muitos pa\u00edses como uma base para as negocia\u00e7\u00f5es sobre a reestrutura\u00e7\u00e3o eventual do conselho. Brasil, Alemanha, \u00cdndia, Jap\u00e3o e \u00c1frica do Sul t\u00eam procurado assentos permanentes no conselho, e em julho de 2005, os primeiros quatro na\u00e7\u00f5es apresentou uma resolu\u00e7\u00e3o da Assembleia Geral pedindo a amplia\u00e7\u00e3o do Conselho de (mas n\u00e3o para poder de veto para os novos membros permanentes).\n\nA Uni\u00e3o Africano, no entanto, foi chamado para novos membros permanentes para que o veto e para a \u00c1frica a receber dois assentos permanentes. N\u00e3o houve nenhum progresso significativo sobre o assunto, mas em setembro de 2008, a Assembl\u00e9ia Geral, por unanimidade chamado para as negocia\u00e7\u00f5es intergovernamentais sobre a amplia\u00e7\u00e3o do Conselho, que come\u00e7ou em fevereiro de 2009.\n\nExistem dois sistemas de vota\u00e7\u00e3o no Conselho de Seguran\u00e7a. Em quest\u00f5es processuais o voto afirmativo de nove membros quaisquer \u00e9 necess\u00e1rio, mas em quest\u00f5es substantivas os nove votos favor\u00e1veis necess\u00e1rios devem incluir os dos cinco membros permanentes.\n\nEsta exig\u00eancia de unanimidade Big Five encarna o veto chamado. Na pr\u00e1tica, o conselho, em quest\u00f5es mais substantivas, n\u00e3o tratou uma absten\u00e7\u00e3o de um membro permanente como um veto.\n\nEm duas situa\u00e7\u00f5es, no entanto, aqueles de candidatos recomendando para a ades\u00e3o da ONU e de aprova\u00e7\u00e3o de propostas de altera\u00e7\u00e3o ao regulamento, o concurso real de todos os membros permanentes tem sido necess\u00e1rio. O veto impediu muita a\u00e7\u00e3o substantiva pela ONU, mas ele encarna a realidade que a resolu\u00e7\u00e3o de crises graves requer o acordo das grandes pot\u00eancias.\n\nSegundo a Carta do conselho pode tomar as medidas relativas a qualquer perigo para a paz mundial. Ele pode agir de acordo com den\u00fancia de um membro ou de um n\u00e3o-membro, sobre a notifica\u00e7\u00e3o pelo secret\u00e1rio-geral ou pela Assembl\u00e9ia Geral, ou por sua pr\u00f3pria vontade.\n\nEm geral, o conselho considera quest\u00f5es de dois tipos. A primeira \u00e9 a &#8220;disputas&#8221; (ou situa\u00e7\u00f5es que podem dar origem a eles) que ponham em perigo a paz. Aqui, o conselho se limita a fazer recomenda\u00e7\u00f5es \u00e0s partes depois de ter exaurido outros m\u00e9todos de chegar a uma solu\u00e7\u00e3o. No caso de assuntos mais s\u00e9rios, como &#8220;amea\u00e7as \u00e0 paz&#8221;, &#8220;viola\u00e7\u00f5es da paz&#8221; e &#8220;atos de agress\u00e3o&#8221;, o Conselho pode tomar medidas de coa\u00e7\u00e3o.\n\nEstes podem variar de ruptura total ou parcial das rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas ou diplom\u00e1ticas para opera\u00e7\u00f5es militares de qualquer \u00e2mbito considerado necess\u00e1rio. Pelos termos da Carta, a ONU foi proibido de intervir em assuntos que dependam essencialmente &#8220;&#8230; dom\u00e9stica&#8221;, mas esta limita\u00e7\u00e3o n\u00e3o se destinava a prejudicar as medidas do Conselho de Seguran\u00e7a para evitar amea\u00e7as \u00e0 paz.\n\nA carta foi intencionalmente amb\u00edguo sobre quest\u00f5es dom\u00e9sticas que tamb\u00e9m poderiam ser interpretadas como amea\u00e7as \u00e0 paz e deixou uma abertura potencial para interven\u00e7\u00e3o em quest\u00f5es internas que amea\u00e7am ter repercuss\u00f5es perigosas internacionais.\n\n<strong>Bibliografia<\/strong>\n\nA Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas publica uma s\u00e9rie de anu\u00e1rios abrangentes (1947 -). Veja tamb\u00e9m M. \u00c1guas, A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (1967)\nLM Goodrich, EI Hambro, e AP Simons, Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas: Coment\u00e1rio e Documentos (3 \u00aa ed 1969.)\nDW Wainhouse, Manuten\u00e7\u00e3o da Paz Internacional na Encruzilhada (1973), LM Goodrich, As Na\u00e7\u00f5es Unidas num Mundo em Mudan\u00e7a (1974)\nDP Moynihan, um lugar perigoso (1978), Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Procedimentos, negocia\u00e7\u00f5es globais e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (1980)\nE. Luard, Uma Hist\u00f3ria das Na\u00e7\u00f5es Unidas (2 vol, 1982-1989.)\nJP Humphrey, Direitos Humanos e as Na\u00e7\u00f5es Unidas (1983)\nPR Baehr e L. Gordenker, As Na\u00e7\u00f5es Unidas: Realidade e Ideal (1984)\nDepartamento de Informa\u00e7\u00e3o P\u00fablica, As Na\u00e7\u00f5es Unidas e Direitos Humanos (1984)\nR. Riggs e J. Plano, A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas: Organiza\u00e7\u00e3o Internacional e Pol\u00edtica Mundial (1987)\nPJ Fromuth, ed, uma vis\u00e3o Sucessor: A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas de Amanh\u00e3 (1988)\nA. Roberts. Na\u00e7\u00f5es Unidas, Mundo Dividido: o papel da ONU em Rela\u00e7\u00f5es Internacionais (1988)\nR. Berridge, Voltar para a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas: ONU Diplomacia em conflitos regionais (1991)\nS. Meisler, Na\u00e7\u00f5es Unidas: os primeiros cinq\u00fcenta anos (1995)\nT. Hoopes e D. Brinkley, FDR ea Cria\u00e7\u00e3o da ONU (1997)\nSC Schlesinger, Ato de Cria\u00e7\u00e3o: A funda\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (2003)\nM. Mazower, No Pal\u00e1cio Encantado: O Fim do Imp\u00e9rio e da origens ideol\u00f3gicas da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (2009)\nR. Jolly et al, Id\u00e9ias da ONU que Mudaram o Mundo (2009)..\n\nFonte: www.infoplease.com\n<h6>Hist\u00f3ria da ONU<\/h6>\n<h4>ONU: ORGANIZA\u00c7\u00c3O DAS NA\u00c7\u00d5ES UNIDAS<\/h4>\nA <strong>ONU<\/strong> \u00e9 um organismo internacional criado ao final da Segunda Guerra Mundial, com o prop\u00f3sito de manter a paz e a coopera\u00e7\u00e3o entre as na\u00e7\u00f5es. A necessidade desse organismo e o interesse em cria-lo foi expressa durante a guerra, como por exemplo, na Carta do Atl\u00e2ntico, de 1941, assinada pelos Estados Unidos e Inglaterra e que se referia \u00e0 necessidade de um &#8220;sistema mais amplo e permanente de seguran\u00e7a geral&#8221;.\n\nEm 26 de junho de 1945 foi assinada a Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas, depois de dois meses de discuss\u00f5es que reuniram representantes de 50 pa\u00edses na cidade de S\u00e3o Francisco na Calif\u00f3rnia. Em 24 de outubro a carta entrou oficialmente em vigor. A nova institui\u00e7\u00e3o tinha como objetivos manter a paz e a seguran\u00e7a internacionais, desenvolver rela\u00e7\u00f5es amistosas entre as na\u00e7\u00f5es e conseguir a coopera\u00e7\u00e3o internacional para resolver os problemas socioecon\u00f4micos, culturais e humanit\u00e1rios.\n\nDo ponto de vista estrutural, a Assembl\u00e9ia Geral seria o organismo interno \u00e0 ONU mais importante, formado por um representante de cada pa\u00eds membro, com direito a um voto. Na pr\u00e1tica, o Conselho de Seguran\u00e7a se tornou o organismo mais importante nas \u00faltimas d\u00e9cadas, formado por 15 membros, sendo que 5 s\u00e3o considerados membros permanentes (EUA, URSS, China Nacionalista, Fran\u00e7a e Inglaterra) e 10 s\u00e3o membros tempor\u00e1rios, eleitos a cada dois anos.\n\nEm 1971 a China Nacionalista foi substitu\u00edda pela China Comunista e, em 1991, a URSS foi substitu\u00edda pela R\u00fassia. Outro organismo importante \u00e9 a Corte Internacional de Justi\u00e7a, com sede em Haia, Holanda, formada por nove ju\u00edzes eleitos pela Assembl\u00e9ia Geral. O Conselho Econ\u00f4mico e Social \u00e9 formado por 54 pa\u00edses, com mandato de tr\u00eas anos, sendo respons\u00e1vel por coordenar as Institui\u00e7\u00f5es especializadas.\n\nA Assembl\u00e9ia Geral \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o central das Na\u00e7\u00f5es Unidas, no qual todas as na\u00e7\u00f5es-membros est\u00e3o representadas, podem falar e ser ouvidas sobre qualquer assunto. Cada pa\u00eds tem direito de voto, em p\u00e9 de igualdade com os outros, independentemente de sua riqueza ou poder b\u00e9lico. As quest\u00f5es importantes s\u00e3o decididas por uma maioria de dois ter\u00e7os dos votos.\n\nA Assembl\u00e9ia Geral se re\u00fane regularmente uma vez por ano, com in\u00edcio na terceira ter\u00e7a-feira de setembro, por um per\u00edodo de pelo menos tr\u00eas meses. Mas podem ser convocadas reuni\u00f5es de emerg\u00eancia, em qualquer momento. Elege todos os anos o seu Presidente que tem a tarefa de dirigir as reuni\u00f5es da Assembl\u00e9ia Geral, podendo debater e fazer recomenda\u00e7\u00f5es sobre qualquer assunto (a menos que ele se encontre em m\u00e3os do Conselho de Seguran\u00e7a).\n\nA Assembl\u00e9ia recebe relat\u00f3rios do Conselho de Seguran\u00e7a e dos outros \u00f3rg\u00e3os principais da ONU, bem como do Secret\u00e1rio-Geral. Admite novos Membros, nomeia o Secret\u00e1rio-Geral, que \u00e9 o &#8220;Administrador&#8221; das Na\u00e7\u00f5es Unidas, mediante recomenda\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a e elege os membros dos outros \u00f3rg\u00e3os e O Conselho de Seguran\u00e7a foi pensado para ser o principal guardi\u00e3o da paz mundial. Enquanto a Assembleia Geral pode debater qualquer preocupa\u00e7\u00e3o mundial, o Conselho de Seguran\u00e7a s\u00f3 trata de quest\u00f5es de paz e seguran\u00e7a. Todos os Membros da ONU concordaram em aceitar as decis\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a.\n\nAo contr\u00e1rio da Assembleia Geral, o Conselho de Seguran\u00e7a n\u00e3o re\u00fane regularmente. Pode ser convocado a qualquer momento e com pouca anteced\u00eancia se qualquer pa\u00eds, membro ou n\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, julgar que exista amea\u00e7a concreta a paz e seguran\u00e7a mundial.\n\nA Presid\u00eancia do Conselho de Seguran\u00e7a \u00e9 assegurada rotativamente pelos seus membros, pelo per\u00edodo de um m\u00eas. A rotatividade faz-se seguindo a ordem alfab\u00e9tica, em Ingl\u00eas, dos nomes dos respectivos pa\u00edses.\n\nA vota\u00e7\u00e3o no Conselho de Seguran\u00e7a \u00e9 diferente da vota\u00e7\u00e3o na Assembl\u00e9ia Geral. Para aprovar qualquer resolu\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso o voto favor\u00e1vel de, no m\u00ednimo, nove membros do Conselho; por\u00e9m os &#8220;membros permanentes&#8221; t\u00eam direito a veto. Isso quer dizer que \u00e9 necess\u00e1rio que apenas um dos cinco pa\u00edses vete, para que uma proposta apresentada seja rejeitada.\n<h4>Conselho Econ\u00f4mico e Social<\/h4>\nO Conselho Econ\u00f4mico e Social ocupa-se de problemas econ\u00f4micos, tais como o com\u00e9rcio, os transportes, a industrializa\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento econ\u00f4mico, e de quest\u00f5es sociais, que incluem a popula\u00e7\u00e3o, as crian\u00e7as, a habita\u00e7\u00e3o, a seguran\u00e7a social, a juventude, o ambiente humano, a alimenta\u00e7\u00e3o. \u00c9 respons\u00e1vel por formular recomenda\u00e7\u00f5es sobre a forma de melhorar as condi\u00e7\u00f5es da educa\u00e7\u00e3o e da sa\u00fade e de promover o respeito e a observ\u00e2ncia dos direitos e liberdades das pessoas, em todo o mundo.\n\nO Conselho tem normalmente uma reuni\u00e3o ordin\u00e1ria por ano e as suas decis\u00f5es s\u00e3o tomadas por maioria de votos. O trabalho do Conselho depende das ag\u00eancias especializadas e Programas das Na\u00e7\u00f5es Unidas. Muito frequentemente, trabalham em conjunto em projetos espec\u00edficos.\n<blockquote><strong>IFAD &#8211; <\/strong>Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agr\u00edcola\n<strong>WMO &#8211; <\/strong>Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial\n<strong>IMO &#8211;<\/strong> Organiza\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima Internacional\n<strong>FAO &#8211; <\/strong>Organiza\u00e7\u00e3o para a Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura\n<strong>OMS &#8211;<\/strong> Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade\n<strong>UNIDO &#8211;<\/strong> Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento Industrial\n<strong>OIT &#8211;<\/strong> Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho\n<strong>UPU &#8211;<\/strong> Uni\u00e3o Postal Universal\n<strong>WIPO &#8211;<\/strong> Organiza\u00e7\u00e3o Internacional da Propriedade Intelectual\n<strong>ITU &#8211;<\/strong> Uni\u00e3o Internacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es\n<strong>BIRD &#8211;<\/strong> Banco Internacional para a Reconstru\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento (Banco Mundial)\n<strong>ICAO &#8211;<\/strong> Organiza\u00e7\u00e3o de Avia\u00e7\u00e3o Civil Internacional\n<strong>FMI &#8211;<\/strong> Fundo Monet\u00e1rio Internacional\nI<strong>DA &#8211;<\/strong> Associa\u00e7\u00e3o Internacional para o Desenvolvimento\n<strong>IFC &#8211; <\/strong>Corpora\u00e7\u00e3o Financeira Internacional\n<strong>UNESCO &#8211;<\/strong> Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura<\/blockquote>\n<strong>Duas outras ag\u00eancias similares mas separadas s\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>IAEA &#8211;<\/strong> Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f3mica\n<strong>GATT &#8211;<\/strong> A cordo Geral sobre tarifas e Com\u00e9rcio<\/blockquote>\n<h4>O Conselho de Tutela<\/h4>\nQuando as <strong>Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong> nasceram, havia algumas partes do mundo onde as pessoas n\u00e3o podiam escolher os seus pr\u00f3prios Governos. Essas zonas foram colocadas sob prote\u00e7\u00e3o especial das Na\u00e7\u00f5es Unidas e ficaram conhecidas pelo nome de Territ\u00f3rios sob Tutela.\n\nO Conselho de Tutela acompanha o progresso social dos povos que vivem nesses territ\u00f3rios. Inicialmente, havia onze destes Territ\u00f3rios, a maioria em \u00c1frica e no Oceano Pac\u00edfico, mas hoje em dia j\u00e1 existe apenas um, as ilhas do Pacifico, administradas pelos Estados Unidos.\n\nOs membros do Conselho de Tutela s\u00e3o os membros permanentes do Conselho de Seguran\u00e7a, isto \u00e9, a China, a Fran\u00e7a, o Reino Unido, a Federa\u00e7\u00e3o Russa e os Estados Unidos. Cada membro tem um voto e as decis\u00f5es s\u00e3o tomadas por maioria simples.\n\nO Conselho de Tutela se re\u00fane normalmente uma vez por ano, durante os meses de Maio e Junho.\n<h4>Tribunal Internacional de Justi\u00e7a<\/h4>\nO Tribunal Internacional de Justi\u00e7a \u00e9 o principal \u00f3rg\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas que elabora senten\u00e7as judiciais. S\u00f3 os pa\u00edses e n\u00e3o as pessoas \u00e9 que podem apresentar casos ao Tribunal. Quando um pa\u00eds concorda em submeter um caso ao Tribunal, tem de Comprometer-se a acatar a sua decis\u00e3o.\n\nO Tribunal re\u00fane em Haia, na Holanda, e est\u00e1 em sess\u00e3o permanente. Tem quinze ju\u00edzes, que s\u00e3o eleitos pela Assembl\u00e9ia Geral e pelo Conselho de Seguran\u00e7a.\n\nN\u00e3o pode haver dois ju\u00edzes do mesmo pa\u00eds. As decis\u00f5es t\u00eam de ser tomadas por, pelo menos, nove ju\u00edzes.\n\nSecretariado, chefiado pelo Secret\u00e1rio-Geral, \u00e9 formado pelo pessoal das Na\u00e7\u00f5es Unidas, que desempenha as suas tarefas di\u00e1rias. O Secret\u00e1rio-Geral \u00e9 o mais alto funcion\u00e1rio das Na\u00e7\u00f5es Unidas. \u00c9 nomeado pela Assembl\u00e9ia Geral, mediante recomenda\u00e7\u00e3o do Conselho de Seguran\u00e7a, para um mandato de cinco anos.\n\nAo Secret\u00e1rio-Geral foi atribu\u00eddo o mesmo tipo de poder pol\u00edtico dos Chefes dos Estados Membros. Pode apresentar ao Conselho de Seguran\u00e7a qualquer problema que considere constituir uma amea\u00e7a \u00e0 paz mundial. Pode propor quest\u00f5es para debate na Assembl\u00e9ia Geral ou em qualquer \u00f3rg\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas.\n\nFonte: www.historianet.com.br\n<h6>Hist\u00f3ria da ONU<\/h6>\nA <strong>Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU)<\/strong> nasceu oficialmente em 24 de outubro de 1945, data de promulga\u00e7\u00e3o da Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas, que \u00e9 uma esp\u00e9cie de Constitui\u00e7\u00e3o da entidade, assinada na \u00e9poca por 51 pa\u00edses, entre eles o Brasil.\n\nCriada logo ap\u00f3s a 2\u00aa Guerra Mundial, o foco da atua\u00e7\u00e3o da <strong>ONU<\/strong> \u00e9 a manuten\u00e7\u00e3o da paz e do desenvolvimento em todos os pa\u00edses do mundo.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da ONU\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/histor2-3.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da ONU\" width=\"336\" height=\"223\" \/>\n<strong>P\u00f4ster com o pre\u00e2mbulo da Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas, de 24\/10\/1945<\/strong><\/p>\nBem antes da funda\u00e7\u00e3o da ONU j\u00e1 haviam surgido outras organiza\u00e7\u00f5es internacionais, relacionadas a temas espec\u00edficos. A Uni\u00e3o Internacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es (UIT) , na \u00e9poca chamada de Uni\u00e3o Internacional de Tel\u00e9grafos, foi fundada em 1865; nove anos mais tarde, em 1874, surgiu a Uni\u00e3o Postal Universal (UPU) . Hoje, ambas s\u00e3o ag\u00eancias especializadas da ONU.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da ONU\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/histor3-2.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da ONU\" width=\"310\" height=\"246\" \/>\n<strong>Sess\u00e3o da Liga das Na\u00e7\u00f5es, em Genebra, na Su\u00ed\u00e7a, em 15\/11\/1920 <\/strong><\/p>\nEm 1899, realizou-se na cidade de Haia, na Holanda, a Confer\u00eancia Internacional da Paz, para elaborar instrumentos que pudessem resolver crises pacificamente, evitar guerras e desenvolver regras internacionais de conviv\u00eancia entre os pa\u00edses. Com objetivos semelhantes, foi criada a Liga das Na\u00e7\u00f5es, estabelecida em 1919, no Tratado de Versalhes, na Fran\u00e7a. Considerada a precursora da ONU, tinha como miss\u00e3o &#8220;promover a coopera\u00e7\u00e3o internacional e alcan\u00e7ar a paz e a seguran\u00e7a&#8221;. A entidade encerrou as atividades depois de falhar em evitar a Segunda Guerra Mundial.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da ONU\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/histor4-3.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da ONU\" width=\"333\" height=\"220\" \/>\n<strong>Declara\u00e7\u00e3o pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas, assinada em Washington em 01\/01\/1942 <\/strong><\/p>\nA express\u00e3o &#8220;Na\u00e7\u00f5es Unidas&#8221;, cunhada pelo presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), foi utilizada pela primeira vez na &#8220;Declara\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas&#8221;, em 1\u00ba de janeiro de 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, quando representantes de 26 na\u00e7\u00f5es expressaram a inten\u00e7\u00e3o de continuar lutando contra os pa\u00edses do Eixo (Alemanha, Jap\u00e3o e It\u00e1lia). Dois anos depois, l\u00edderes da China, da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, do Reino Unido e dos Estados Unidos esbo\u00e7aram uma proposta de estatuto para uma organiza\u00e7\u00e3o internacional de pa\u00edses.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da ONU\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/histor5-4.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da ONU\" width=\"205\" height=\"141\" \/>\n<strong>Confer\u00eancia de Bretton Woods (EUA), em 01\/07\/1944 <\/strong><\/p>\nAntes mesmo de ser constitu\u00edda oficialmente a organiza\u00e7\u00e3o, realizou-se na cidade de Bretton Woods, nos Estado de New Hampshire, nos EUA, a Confer\u00eancia Monet\u00e1ria e Financeira das Na\u00e7\u00f5es Unidas, em 01\/07\/1944, tendo em vista as quest\u00f5es econ\u00f4micas relacionadas ao final da Segunda Guerra Mundial e ao p\u00f3s-guerra. Na mesma linha, realizou-se em Washington, em 21\/08\/1944, a Confer\u00eancia para a Organiza\u00e7\u00e3o da Paz no Mundo do P\u00f3s-Guerra.\n<p class=\"imagem\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Hist\u00f3ria da ONU\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Histor6-2.jpg\" alt=\"Hist\u00f3ria da ONU\" width=\"352\" height=\"243\" \/>\n<strong>Confer\u00eancia de San Francisco (EUA), em 26\/06\/1945 <\/strong><\/p>\nEm 1945, representantes de 50 pa\u00edses reuniram-se em San Francisco, nos Estados Unidos, na Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para uma Organiza\u00e7\u00e3o Internacional. No encontro, foi elaborado um rascunho da Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas. A Carta foi assinada em 26 de junho de 1945, e ratificada por 51 pa\u00edses em 24 de outubro de 1945.\n\nA miss\u00e3o da ONU parte do pressuposto de que diversos problemas mundiais &#8211; como pobreza, desemprego, degrada\u00e7\u00e3o ambiental, criminalidade, Aids, migra\u00e7\u00e3o e tr\u00e1fico de drogas &#8211; podem ser mais facilmente combatidos por meio de uma coopera\u00e7\u00e3o internacional. As a\u00e7\u00f5es para a redu\u00e7\u00e3o da desigualdade global tamb\u00e9m podem ser otimizadas sob uma coordena\u00e7\u00e3o independente e de \u00e2mbito mundial, como as Na\u00e7\u00f5es Unidas.\n\nAtualmente, as Na\u00e7\u00f5es Unidas e suas ag\u00eancias investem, em forma de empr\u00e9stimo ou doa\u00e7\u00f5es, cerca de US$ 25 bilh\u00f5es por ano em pa\u00edses em desenvolvimento.\n\nEsses recursos destinam-se a prote\u00e7\u00e3o de refugiados, fornecimento de aux\u00edlio alimentar, supera\u00e7\u00e3o de efeitos causados por cat\u00e1strofes naturais, combate a doen\u00e7as, aumento da produ\u00e7\u00e3o de alimentos e da longevidade, recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e estabiliza\u00e7\u00e3o dos mercados financeiros.\n\nAl\u00e9m disso, a ONU ajuda a refor\u00e7ar o regime democr\u00e1tico em v\u00e1rias regi\u00f5es, e j\u00e1 apoiou mais de 70 elei\u00e7\u00f5es nacionais. As Na\u00e7\u00f5es Unidas foram catalisadoras e promotoras de um grande movimento de descoloniza\u00e7\u00e3o, que levou \u00e0 independ\u00eancia de mais de 80 pa\u00edses.\n\nFonte: www.onu-brasil.org.br\n<h6>Hist\u00f3ria da ONU<\/h6>\nA <strong>ONU<\/strong> foi oficialmente criada em 26 de junho de 1945, quando representantes de 50 pa\u00edses assinaram a Carta de S\u00e3o Francisco. Seu formato, por\u00e9m, come\u00e7ou a ser discutido pelas grandes pot\u00eancias nas confer\u00eancias aliadas realizadas a partir de 1943.\n\nPensada como um suced\u00e2neo da Liga das Na\u00e7\u00f5es, a ONU foi criada com os objetivos principais de salvaguardar a paz mundial, proteger os direitos humanos, fomentar direitos iguais para todos os povos e melhorar os padr\u00f5es de vida no mundo. Seu principal \u00f3rg\u00e3o \u00e9 o Conselho de Seguran\u00e7a, hoje formado por dez membros n\u00e3o-permanentes e cinco membros permanentes com direito de veto &#8211; Estados Unidos, Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, Gr\u00e3-Bretanha, Fran\u00e7a e China.\n\nH\u00e1 ainda a Assembl\u00e9ia Geral, que se re\u00fane uma vez por ano, constitu\u00edda por todos os Estados-membros; a Secretaria Geral, que \u00e9 o principal \u00f3rg\u00e3o administrativo, chefiada por um representante escolhido pelo conjunto dos membros da Organiza\u00e7\u00e3o; o Conselho Econ\u00f4mico e Social, o Conselho de Tutela, a Corte Internacional de Justi\u00e7a e ag\u00eancias especiais.\n\nAl\u00e9m do Conselho de Seguran\u00e7a, outras caracter\u00edsticas distiguem a ONU da Liga das Na\u00e7\u00f5es, entre elas a determina\u00e7\u00e3o para que cada Estado-membro disponha de suas For\u00e7as Armadas para compor miss\u00f5es de paz ou para agir na eventualidade de a Organiza\u00e7\u00e3o ter de repelir um agressor. Oswaldo Aranha foi eleito presidente da Primeira Sess\u00e3o da Assembl\u00e9ia Geral da ONU, realizada em abril de 1947.\n\nDesde ent\u00e3o a sess\u00e3o anual de trabalhos da Assembl\u00e9ia Geral anual \u00e9 aberta por discurso de um representante do Brasil.\n\nFonte: www.cpdoc.fgv.br\n<h6>Hist\u00f3ria da ONU<\/h6>\n<h4>O que \u00e9 a ONU?<\/h4>\nA <strong>Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong>, tamb\u00e9m conhecida pela sigla <strong>ONU<\/strong>, \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o internacional formada por pa\u00edses que se reuniram voluntariamente para trabalhar pela paz e o desenvolvimento mundiais.\n\n<strong>O pre\u00e2mbulo da Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas \u0096 documento de funda\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o &#8211; expressa os ideais e os prop\u00f3sitos dos povos cujos governos se uniram para constituir as Na\u00e7\u00f5es Unidas:<\/strong>\n\nN\u00f3s, os povos das Na\u00e7\u00f5es Unidas, resolvidos a preservar as gera\u00e7\u00f5es vindouras do flagelo da guerra, que, por duas vezes no espa\u00e7o da nossa vida, trouxe sofrimentos indiz\u00edveis \u00e0 humanidade, e a reafirmar a f\u00e9 nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor do ser humano, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, assim como das na\u00e7\u00f5es grandes e pequenas, e a estabelecer condi\u00e7\u00f5es sob as quais a justi\u00e7a e o respeito \u00e0s obriga\u00e7\u00f5es decorrentes de tratados e de outras fontes de direito internacional possam ser mantidos, e a promover o progresso social e melhores condi\u00e7\u00f5es de vida dentro de uma liberdade mais ampla.\n\nE para tais fins praticar a toler\u00e2ncia e viver em paz uns com os outros, como bons vizinhos, unir nossas for\u00e7as para manter a paz e a seguran\u00e7a internacionais, garantir, pela aceita\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios e a institui\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos, que a for\u00e7a armada n\u00e3o ser\u00e1 usada a n\u00e3o ser no interesse comum, e empregar um mecanismo internacional para promover o progresso econ\u00f4mico e social de todos os povos.\n\nResolvemos conjugar nossos esfor\u00e7os para a consecu\u00e7\u00e3o desses objetivos. Em vista disso, nossos respectivos governos, por interm\u00e9dio de representantes reunidos na cidade de S\u00e3o Francisco, depois de exibirem seus plenos poderes, que foram achados em boa e devida forma, concordaram com a presente Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas e estabelecem, por meio dela, uma organiza\u00e7\u00e3o internacional que ser\u00e1 conhecida pelo nome de &#8216;Na\u00e7\u00f5es Unidas&#8217;.\n<h4>Qual \u00e9 a origem da ONU?<\/h4>\nDepois da II Guerra Mundial, que devastou dezenas de pa\u00edses e tomou a vida de milhares de seres humanos, existia na comunidade internacional um sentimento generalizado de que era necess\u00e1rio encontrar uma forma de manter a paz entre os pa\u00edses. Por\u00e9m a id\u00e9ia de criar a ONU n\u00e3o surgiu de uma hora para outra. Foram necess\u00e1rios anos de planejamento e dezenas de horas de discuss\u00f5es antes do surgimento da Organiza\u00e7\u00e3o.\n\nO nome Na\u00e7\u00f5es Unidas, foi concebido pelo Presidente Norte-Americano Franklin Roosevelt e utilizado pela primeira vez na Declara\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas de 12 de Janeiro de 1942, quando os representantes de 26 pa\u00edses assumiram o compromisso de que seus governos continuariam a lutar contra as pot\u00eancias do Eixo.\n\nA Carta das Na\u00e7\u00f5es Unidas foi elaborada pelos representantes de 50 pa\u00edses presentes \u00e0 Confer\u00eancia sobre Organiza\u00e7\u00e3o Internacional, que se reuniu em S\u00e3o Francisco de 25 de abril a 26 de junho de 1945.\n\nAs Na\u00e7\u00f5es Unidas, entretanto, come\u00e7aram a existir oficialmente em 24 de outubro de 1945, ap\u00f3s a ratifica\u00e7\u00e3o da Carta pela China, Estados Unidos, Fran\u00e7a, Reino Unido e a ex-Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, bem como pela maioria dos signat\u00e1rios. 0 24 de outubro \u00e9 comemorado em todo o mundo como o &#8220;Dia das Na\u00e7\u00f5es Unidas&#8221;.\n<h4>Organiza\u00e7\u00f5es internacionais que precederam a ONU<\/h4>\nNo final do s\u00e9culo XIX pa\u00edses come\u00e7aram a criar organismos internacionais para cooperar em assuntos espec\u00edficos. Por exemplo, j\u00e1 em 1865 foi fundada a Uni\u00e3o Telegr\u00e1fica Internacional, conhecida hoje como Uni\u00e3o Internacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es (ITU) e em 1874 surgiu a Uni\u00e3o Postal Universal (UPU). Hoje ambas s\u00e3o ag\u00eancias do Sistema das Na\u00e7\u00f5es Unidas.\n\nEm 1899 aconteceu a primeira Confer\u00eancia Internacional para a Paz, em Haia (Holanda) que visava elaborar instrumentos para a resolu\u00e7\u00e3o de conflitos de maneira pac\u00edfica, prevenir as guerras e codificar as regras de guerra.\n\nA Organiza\u00e7\u00e3o que podemos chamar de predecessora da ONU \u00e9 a Liga das Na\u00e7\u00f5es, uma institui\u00e7\u00e3o criada em circunst\u00e2ncias similares durante a I Guerra Mundial em 1919 sob o Tratado de Versailles. A Liga das Na\u00e7\u00f5es deixou de existir devido \u00e0 impossibilidade de evitar a II Guerra Mundial.\n<h4>Onde fica a sede da ONU?<\/h4>\nDurante a primeira reuni\u00e3o da Assembl\u00e9ia Geral que aconteceu na capital do Reino Unido, Londres, em 1946, ficou decidido que a sede permanente da Organiza\u00e7\u00e3o seria nos Estados Unidos. Em dezembro de 1946, John D. Rockefeller Jr. ofereceu cerca de oito milh\u00f5es de d\u00f3lares para a compra de parte dos terrenos na margem do East River, na ilha de Manhattan em Nova York. A cidade de NY ofereceu o resto dos terrenos para possibilitar a constru\u00e7\u00e3o da sede da Organiza\u00e7\u00e3o.\n\nHoje em dia, a ONU possui, al\u00e9m da sede central em Nova York, outra sede em Genebra, na Su\u00ed\u00e7a e escrit\u00f3rios espalhados em grande parte dos pa\u00edses do planeta.\n\n<strong>Quais s\u00e3o os prop\u00f3sitos e princ\u00edpios da ONU?<\/strong>\n\nAs Na\u00e7\u00f5es Unidas s\u00e3o regidas por uma s\u00e9rie de prop\u00f3sitos e princ\u00edpios b\u00e1sicos aceitos por todos os Pa\u00edses-Membros da Organiza\u00e7\u00e3o.\n<h4>Os prop\u00f3sitos das Na\u00e7\u00f5es Unidas s\u00e3o:<\/h4>\n<blockquote>Manter a paz e a seguran\u00e7a internacionais;\nDesenvolver rela\u00e7\u00f5es amistosas entre as na\u00e7\u00f5es;\nRealizar a coopera\u00e7\u00e3o internacional para resolver os problemas mundiais de car\u00e1ter econ\u00f4mico, social, cultural e humanit\u00e1rio, promovendo o respeito aos direitos humanos e \u00e0s liberdades fundamentais;\nSer um centro destinado a harmonizar a a\u00e7\u00e3o dos povos para a consecu\u00e7\u00e3o desses objetivos comuns.<\/blockquote>\n<strong>As Na\u00e7\u00f5es Unidas agem de acordo com os seguintes princ\u00edpios:<\/strong>\n<blockquote>A Organiza\u00e7\u00e3o se baseia no principio da igualdade soberana de todos seus membros;\n\nTodos os membros se obrigam a cumprir de boa f\u00e9 os compromissos da Carta;\n\nTodos dever\u00e3o resolver suas controv\u00e9rsias internacionais por meios pac\u00edficos, de modo que n\u00e3o sejam amea\u00e7adas a paz, a seguran\u00e7a e a justi\u00e7a internacionais;\n\nTodos dever\u00e3o abster-se em suas rela\u00e7\u00f5es internacionais de recorrer \u00e0 amea\u00e7a ou ao emprego da for\u00e7a contra outros Estados;\n\nTodos dever\u00e3o dar assist\u00eancia \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Unidas em qualquer medida que a Organiza\u00e7\u00e3o tomar em conformidade com os preceitos da Carta, abstendo-se de prestar aux\u00edlio a qualquer Estado contra o qual as Na\u00e7\u00f5es Unidas agirem de modo preventivo ou coercitivo;\n\nCabe \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Unidas fazer com que os Estados que n\u00e3o s\u00e3o membros da Organiza\u00e7\u00e3o ajam de acordo com esses princ\u00edpios em tudo quanto for necess\u00e1rio \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da paz e da seguran\u00e7a internacionais;\n\nNenhum preceito da Carta autoriza as Na\u00e7\u00f5es Unidas a intervir em assuntos que s\u00e3o essencialmente da al\u00e7ada nacional de cada pa\u00eds.<\/blockquote>\n<h4>Que idiomas s\u00e3o falados na ONU?<\/h4>\n<strong>Os seis idiomas oficiais da Assembl\u00e9ia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas s\u00e3o:<\/strong> ingl\u00eas, franc\u00eas, espanhol, \u00e1rabe, chin\u00eas e russo. Os idiomas oficiais nos outros \u00f3rg\u00e3os principais variam.\n\n<strong>No Conselho de Seguran\u00e7a, por exemplo, eles s\u00e3o apenas cinco:<\/strong> ingl\u00eas, franc\u00eas, espanhol, chin\u00eas e russo.\n\nFonte: www.unicrio.org.br\n<h6>Hist\u00f3ria da ONU<\/h6>\nA <strong>Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU)<\/strong>, com mais de 180 pa\u00edses-membros, tem a sede mundial em Nova York gra\u00e7as \u00e0 fabulosa doa\u00e7\u00e3o de 8,5 milh\u00f5es de d\u00f3lares pelo americano John Rockefeller Jr. A \u00e1rea de 7 hectares em Manhattan, \u00e0 beira do East River, \u00e9 considerada zona internacional com selos e correio pr\u00f3prios.\n<h3>Resumo<\/h3>\n<p class=\"tabela\">A <strong>Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas <\/strong>\u00e9 composta por mais de 180 pa\u00edses-membros cujo objetivo \u00e9 promover a paz, igualdade social e desenvolvimento econ\u00f4mico mundial.<\/p>\n<p class=\"tabela\"><strong>Regi\u00e3o:<\/strong> Lower Midtown East<\/p>\n<strong>Nos jardins, al\u00e9m dos mais de 25 tipos de rosas, est\u00e1tuas doadas por pa\u00edses como Iugosl\u00e1via, Luxemburgo e Jap\u00e3o, simbolizam os princip\u00edos da ONU: <\/strong>N\u00e3o-Viol\u00eancia, Trabalho e Paz.\n<h4>Hist\u00f3ria<\/h4>\nO termo &#8220;<strong>Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong>&#8221; foi usado pelo presidente americano Franklin Roosevelt e pelo primeiro-ministro ingl\u00eas Winston Churchill durante a II Guerra Mundial para se referir aos pa\u00edses Aliados.\n\nA Organiza\u00e7\u00e3o foi ent\u00e3o fundada em 24 de Outubro de 1945 pelos pa\u00edses vencedores da guerra com o objetivo de intervir em conflitos internacionais e evitar novas guerras.\n<h4>O que ver<\/h4>\nA visita guiada come\u00e7a com uma vis\u00e3o geral da Organiza\u00e7\u00e3o e sua estrutura. A maior parte do passeio consiste em conhecer as c\u00e2maras (chambers) do Conselho de Seguran\u00e7a (Security Council), Conselho de Tutela (Trusteeship Council) e do Conselho Econ\u00f4mico e Social (Economic and Social Council) que est\u00e3o localizadas no Conference Building.\n\nDurante a visita, \u00e9 poss\u00edvel observar rapidamente uma reuni\u00e3o. Em m\u00e9dia, 5 mil reuni\u00f5es oficiais s\u00e3o realizadas na sede da ONU anualmente. \u00c9 importante saber, no entanto, que algumas das c\u00e2maras podem estar fechadas para o p\u00fablico.\n\nOs visitantes tamb\u00e9m podem ver exibi\u00e7\u00f5es sobre a paz e o desarmamento, assim como murais, mosaicos, tape\u00e7arias e esculturas provenientes dos pa\u00edses membros.\n\nA parada final do roteiro \u00e9 o Hall da Assembl\u00e9ia Geral, o maior e mais famoso sal\u00e3o. Em seguida, os visitantes s\u00e3o levados ao Public Concourse, onde est\u00e1 a ag\u00eancia de correios das Na\u00e7\u00f5es Unidas, a loja de presentes, a livraria, um caf\u00e9 e os sanit\u00e1rios.\n<h4>Dicas<\/h4>\nAl\u00e9m da visita guiada dispon\u00edvel em 20 idiomas, fa\u00e7a um passeio pelo jardim das esculturas.\n\nFonte: www.novayork.com\n<h6>Hist\u00f3ria da ONU<\/h6>\nA<strong> Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU)<\/strong> \u00e9 uma uni\u00e3o de pa\u00edses criada para promover a paz mundial, a seguran\u00e7a e a colabora\u00e7\u00e3o internacional.\n\nA <strong>ONU<\/strong> foi fundada em 1945, ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial, e atualmente est\u00e1 empenhada em miss\u00f5es de paz, em programas econ\u00f4micos, sociais e educacionais e em muitas outras atividades pelo mundo.\n<h4>A Origem da Organiza\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<strong>Antes da cria\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas existia a Liga das Na\u00e7\u00f5es, criada durante a Primeira Guerra Mundial (1919) com o mesmo objetivo de sua sucessora, a ONU:<\/strong> manter a paz no mundo. A Liga das Na\u00e7\u00f5es foi incapaz de evitar a Segunda Guerra Mundial e se dissolveu, dando origem a um novo \u00f3rg\u00e3o, criado levando em considera\u00e7\u00e3o os defeitos e erros da mesma.\n\n<strong>Um dos problemas da Liga das Na\u00e7\u00f5es foi ser composta por apenas 63 pa\u00edses, entre as quais n\u00e3o se inclu\u00edam todas as na\u00e7\u00f5es poderosas, como por exemplo, os Estados Unidos.<\/strong>\n\nEm 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, o presidente americano Franklin D. Roosevelt e o primeiro-ministro brit\u00e2nico, Sir Winston Churchill, assinaram o Tratado do Atl\u00e2ntico. No Tratado, eles se comprometiam a trabalhar por um melhor sistema para manter a paz mundial e promover a colabora\u00e7\u00e3o entre as na\u00e7\u00f5es. Em 1\u00ba de janeiro de 1942, o presidente Roosevelt usou pela primeira vez a express\u00e3o \u0093Na\u00e7\u00f5es Unidas\u0094 numa declara\u00e7\u00e3o na qual os representantes de 26 na\u00e7\u00f5es declaravam que seus governos continuariam a lutar juntos contra os Poderes do Eixo. Os 26 pa\u00edses assinaram o acordo aceitando os princ\u00edpios do Tratado do Atl\u00e2ntico. Um ano depois, quatro dos Aliados \u0096 os Estados Unidos, o Reino Unido, a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e a China \u0096 concordaram em estabelecer uma organiza\u00e7\u00e3o internacional. Assim sendo, em 1944, redigiram um tratado para a nova organiza\u00e7\u00e3o, chamada Na\u00e7\u00f5es Unidas.\n\nEm 1945, os Estados Unidos, o Reino Unido, a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e a China reuniram-se novamente em Yalta, onde estabeleceram os detalhes da organiza\u00e7\u00e3o e pediram uma confer\u00eancia das na\u00e7\u00f5es. A confer\u00eancia ocorreu em abril de 1945 em S\u00e3o Francisco, nos Estados Unidos, para desenvolver o Tratado das Na\u00e7\u00f5es Unidas. Representantes de 50 pa\u00edses membros participaram da confer\u00eancia, estabelecendo a estrutura, as normas e propostas para a ONU. A Organiza\u00e7\u00e3o nasceu oficialmente em 24 de outubro de 1945. A Pol\u00f4nia, que n\u00e3o foi representada na Confer\u00eancia, assinou posteriormente o tratado e tornou-se um dos 51 estados membros originais.\n\n<strong>O Tratado estabelecia as seguintes propostas:<\/strong> manter a seguran\u00e7a internacional, promover a colabora\u00e7\u00e3o entre os pa\u00edses membros para solucionar problemas mundiais (por exemplo: seguran\u00e7a, quest\u00f5es socioecon\u00f4micas, culturais e humanit\u00e1rias, pobreza, doen\u00e7as e degrada\u00e7\u00e3o ambiental), promover o respeito pelos direitos humanos e ajudar a construir e manter um bom relacionamento entre as na\u00e7\u00f5es. Por\u00e9m, seu principal objetivo era manter a paz e evitar outra guerra mundial.\n\nA<strong> ONU<\/strong> oferece um f\u00f3rum para que os pa\u00edses apresentem suas id\u00e9ias, resolvam conflitos de forma pac\u00edfica e trabalhem em conjunto para solucionar os problemas mundiais. A ONU ajuda a coordenar o trabalho de centenas de ag\u00eancias e programas (como a UNESCO e a Unicef), al\u00e9m de colher e publicar informa\u00e7\u00f5es internacionais.\n\nAs <strong>Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong> re\u00fanem pa\u00edses de todos os tipos e tamanhos e est\u00e1 aberta a qualquer na\u00e7\u00e3o que aceitar seu tratado. Cada pa\u00eds tem direito a apenas um voto na Assembl\u00e9ia Geral, n\u00e3o importando seu tamanho ou poder. Por\u00e9m, para assegurar que isso n\u00e3o ameace a soberania das grandes na\u00e7\u00f5es, a ONU concedeu aos cinco membros mais poderosos o direito de veto sobre a\u00e7\u00f5es e decis\u00f5es da ONU.\n\n<strong>Inicialmente estes cinco pa\u00edses eram: <\/strong>Estados Unidos, Reino Unido, Fran\u00e7a, Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica e China. Em 1991, ap\u00f3s o desmembramento da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, a R\u00fassia herdou esse direito.\n\nAtualmente a ONU \u00e9 composta por 191 pa\u00edses membros, que representam praticamente todas as na\u00e7\u00f5es do mundo. A Su\u00ed\u00e7a, por\u00e9m, n\u00e3o faz parte da organiza\u00e7\u00e3o, apesar de participar de suas miss\u00f5es de paz.\n\nA sede das Na\u00e7\u00f5es Unidas fica na cidade de Nova Iorque.\n<h4>Estrutura<\/h4>\n<strong>A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas \u00e9 dividida em seis \u00f3rg\u00e3os principais: <\/strong>a Assembl\u00e9ia Geral, o Conselho de Seguran\u00e7a, o Secretariado, o Conselho Socioecon\u00f4mico, o Tribunal Internacional de Justi\u00e7a e o Conselho de Tutela. Al\u00e9m dos \u00f3rg\u00e3os principais, a ONU \u00e9 composta por muitas ag\u00eancias e programas.\n\n<strong>1- A Assembl\u00e9ia Geral<\/strong>\n\nA Assembl\u00e9ia Geral \u00e9 constitu\u00edda por todos os 191 pa\u00edses membros, cada pa\u00eds com direito a um voto. Este setor \u00e9 respons\u00e1vel por todas as principais discuss\u00f5es e decis\u00f5es sobre as a\u00e7\u00f5es da ONU. A Assembl\u00e9ia pode avaliar, fazer recomenda\u00e7\u00f5es e votar sobre qualquer quest\u00e3o dentro do tratado da organiza\u00e7\u00e3o, mas estas s\u00e3o somente recomenda\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que a Assembl\u00e9ia n\u00e3o possui autoridade para imp\u00f4-las. A Assembl\u00e9ia tem o poder de admitir novos membros e aprovar o or\u00e7amento a ser destinado para seus programas e opera\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, pode estabelecer ag\u00eancias e programas para implementar suas recomenda\u00e7\u00f5es.\n\nAs se\u00e7\u00f5es da Assembl\u00e9ia s\u00e3o traduzidas simultaneamente em diversas l\u00ednguas para que os representantes das v\u00e1rias na\u00e7\u00f5es possam entender o que \u00e9 dito por qualquer palestrante.\n\n<strong>2 &#8211; O Conselho de Seguran\u00e7a <\/strong>\n\nO Conselho de Seguran\u00e7a \u00e9 o mais poderoso \u00f3rg\u00e3o da ONU, respons\u00e1vel por manter a paz internacional e por restaur\u00e1-la quando surgem conflitos.\n\n<strong>O Conselho possui 15 membros, cinco dos quais det\u00eam lugares permanentes:<\/strong> os Estados Unidos, o Reino Unido, a Fran\u00e7a, a R\u00fassia e a China. A Assembl\u00e9ia elege os 10 outros pa\u00edses para servirem um mandato de dois anos. As decis\u00f5es do Conselho exigem nove votos para entrar em vigor, mas qualquer um dos membros permanentes pode vetar uma decis\u00e3o.\n\nDiante de uma amea\u00e7a \u00e0 seguran\u00e7a mundial, o Conselho de Seguran\u00e7a determina como a ONU dever\u00e1 agir e ordena que os membros tomem certas atitudes. As decis\u00f5es do Conselho s\u00e3o obrigat\u00f3rias para todos os membros da Organiza\u00e7\u00e3o.\n\nDiante de uma poss\u00edvel ou real situa\u00e7\u00e3o de guerra, o Conselho de Seguran\u00e7a tenta estabilizar desentendimentos entre os pa\u00edses, agindo como mediador e sugerindo solu\u00e7\u00f5es. Em certos casos, o Conselho envia tropas de paz para a regi\u00e3o, pede por um cessar-fogo, pressiona pa\u00edses por meio de san\u00e7\u00f5es, como um embargo comercial, ou interv\u00e9m por meio de a\u00e7\u00e3o militar.\n\n<strong>3 \u0096 Secretariado<\/strong>\n\nO Secretariado \u00e9 a banca executiva que coordena a administra\u00e7\u00e3o de programas, pol\u00edticas e opera\u00e7\u00f5es di\u00e1rias da ONU. O Secretariado \u00e9 comandado pelo secret\u00e1rio geral, uma pessoa escolhida pela Assembl\u00e9ia Geral. O Secret\u00e1rio Geral \u00e9 o porta-voz da ONU.\n\n<strong>4 &#8211; Conselho Socioecon\u00f4mico<\/strong>\n\nO Conselho Socioecon\u00f4mico coordena estudos e aconselha a\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e sociais dos pa\u00edses. Em sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e3o sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o internacional.\n\n<strong>5- Corte Internacional de Justi\u00e7a<\/strong>\n\nA Corte Internacional de Justi\u00e7a \u00e9 a banca judicial da ONU, localizada em Haia, na Holanda. O j\u00fari lida com casos de na\u00e7\u00f5es que acusam outras na\u00e7\u00f5es de pr\u00e1ticas impr\u00f3prias.\n\n<strong>6- Conselho de Tutela<\/strong>\n\nO Conselho de Tutela ainda existe, por\u00e9m encontra-se desativado dentro da ONU. Seu objetivo inicial era administrar territ\u00f3rios que estavam sob sistema internacional de tutela, entre eles col\u00f4nias que n\u00e3o haviam conquistado sua independ\u00eancia. O Conselho ajudou estas na\u00e7\u00f5es a conquistar sua independ\u00eancia e auto-governo.\n\n<strong>Conclus\u00e3o<\/strong>\n\nA influ\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre os problemas mundiais variou ao longo dos anos.\n\n<strong>Durante a Guerra Fria, a ONU n\u00e3o teve voz ativa, j\u00e1 que os dois principais membros, URSS e EUA, eram inimigos. Recentemente, a Organiza\u00e7\u00e3o vem-se empenhando em miss\u00f5es de paz:<\/strong> o cessar-fogo da Guerra Ir\u00e3-Iraque (1980-88e o conflito da B\u00f3snia e Herzegovina (1992), entre outros exemplos.\n\nA ONU tamb\u00e9m trabalha para promover a educa\u00e7\u00e3o, combater a fome e as doen\u00e7as, proteger os animais e o meio-ambiente e promover os direitos humanos. Muitos destes programas s\u00e3o eficazes e ajudam os pa\u00edses pobres.\n\nUm dos principais desafios encontrados pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas \u00e9 seu limitado poder, devido \u00e0 falta de autoridade sobre os estados membros. A ONU normalmente condena viola\u00e7\u00f5es aos direitos humanos e outros atos de terror; por\u00e9m, a n\u00e3o ser que apoiada por seus membros, tem pouco poder de a\u00e7\u00e3o.\n\nMuitos pa\u00edses o relutam em ceder sua pr\u00f3pria autoridade e seguir as ordens da ONU.\n\nFonte: www.10emtudo.com.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria da ONU, Estrutura, Conselho, Seguran\u00e7a, Origem, Conselho Econ\u00f4mico e Social, Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, Liga, Hist\u00f3ria da ONU<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12762,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-21364","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Hist\u00f3ria da ONU - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Hist\u00f3ria da ONU - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Hist\u00f3ria da ONU, Estrutura, Conselho, Seguran\u00e7a, Origem, Conselho Econ\u00f4mico e Social, Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, Liga, Hist\u00f3ria da ONU\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-01-04T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-09-01T15:38:26+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/logotipo-da-onu.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"450\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"350\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"112 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Hist\u00f3ria da ONU\",\"datePublished\":\"2016-01-04T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T15:38:26+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/\"},\"wordCount\":22476,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/logotipo-da-onu.jpg\",\"articleSection\":[\"Hist\u00f3ria Geral\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/\",\"name\":\"Hist\u00f3ria da ONU - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/logotipo-da-onu.jpg\",\"datePublished\":\"2016-01-04T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T15:38:26+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/logotipo-da-onu.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/logotipo-da-onu.jpg\",\"width\":450,\"height\":350},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/historia-da-onu-3\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Hist\u00f3ria da ONU\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Hist\u00f3ria da ONU - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Hist\u00f3ria da ONU - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Hist\u00f3ria da ONU, Estrutura, Conselho, Seguran\u00e7a, Origem, Conselho Econ\u00f4mico e Social, Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, Liga, Hist\u00f3ria da ONU","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2016-01-04T00:00:00+00:00","article_modified_time":"2026-09-01T15:38:26+00:00","og_image":[{"width":450,"height":350,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/logotipo-da-onu.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"112 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Hist\u00f3ria da ONU","datePublished":"2016-01-04T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T15:38:26+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/"},"wordCount":22476,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/logotipo-da-onu.jpg","articleSection":["Hist\u00f3ria Geral"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/","name":"Hist\u00f3ria da ONU - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/logotipo-da-onu.jpg","datePublished":"2016-01-04T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T15:38:26+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/logotipo-da-onu.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/logotipo-da-onu.jpg","width":450,"height":350},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-onu-3\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Hist\u00f3ria da ONU"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21364","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21364"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21364\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21365,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21364\/revisions\/21365"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12762"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21364"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21364"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21364"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}