{"id":21249,"date":"2016-01-04T00:00:00","date_gmt":"2016-01-04T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/terceira-guerra-punica-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:37:35","modified_gmt":"2026-09-01T15:37:35","slug":"terceira-guerra-punica-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/terceira-guerra-punica-3\/","title":{"rendered":"Terceira Guerra P\u00fanica"},"content":{"rendered":"\n<strong>Terceira Guerra P\u00fanica &#8211; O que foi<\/strong>\n\n<strong>Per\u00edodo:\u00a0<\/strong>149-146 aC\n\nEmbora impotente militarmente, as fortunas comerciais de Cartago reviveu significativamente durante os pr\u00f3ximos 50 anos.\n\nFoi a inveja de classe mercantil de Roma, ajudado por amigos no Senado romano, que trouxe na \u00faltima das guerras p\u00fanicas.\n\nA determina\u00e7\u00e3o de alguns pol\u00edticos romanos liderada por Cat\u00e3o, o Censor e sua incessante cantar de \u00d2Cartago deve ser destru\u00edda produziu uma desculpa aparentemente razo\u00e1vel para a guerra.\n\nCartago resistiu agress\u00e3o por um aliado de Roma, em 150.\n\nUm ex\u00e9rcito romano foi enviado para a \u00c1frica.\n\nCartago queria paz, mas foi for\u00e7ado a lutar pela sobreviv\u00eancia. Um cerco a Cartago durou dois anos, sem resultado.\n\nEnt\u00e3o, em 147 Cipi\u00e3o Emiliano foi colocado no comando das for\u00e7as de Roma. Ele atacou a cidade de um lado para o porto e em uma implac\u00e1vel casa-a-casa de batalha finalmente superou toda a oposi\u00e7\u00e3o.\n\nCartago foi demolido e seu local condenou a mentir para sempre desolado. O territ\u00f3rio se tornou uma prov\u00edncia romana.\n\n<strong>Terceira Guerra P\u00fanica &#8211; Conflito<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-157820 size-full\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Tercei8.jpg\" alt=\"\" width=\"597\" height=\"244\" \/><strong>Terceira Guerra P\u00fanica<\/strong><\/p>\nA\u00a0<strong>Terceira Guerra P\u00fanica<\/strong>\u00a0foi uma breve, caso de mau gosto, indigno do hero\u00edsmo dos conflitos anteriores. Se alguma vez houve uma guerra que poderia ser chamado de desnecess\u00e1rio, esta seria de se qualificar.\n\nApesar de todas as penalidades e todos os impedimentos, Cartago recuperou economicamente. Roma tinha tirado seu imp\u00e9rio e os encargos financeiros que foi com ele, mas tinha deixado livre para perseguir o com\u00e9rcio como ela quis.\n\nCartago pagou sua indeniza\u00e7\u00e3o de guerra e, em meados do s\u00e9culo II, foi florescente.\n\nIsto n\u00e3o se ajustou bem com muitos senadores romanos. Roma tinha adquirido uma boa quantidade de terras f\u00e9rteis ao longo da costa do Norte de \u00c1frica, e um n\u00famero de senadores tinham investido em azeitonas e gr\u00e3o de l\u00e1. Mas estes eram bens em que Cartago negociados, bem como, e Cartago foi bastante melhor no que faz.\n\nA fac\u00e7\u00e3o dentro do Senado, liderada pelo Cato, o Velho, come\u00e7aram a se mobilizar contra Cartago.\n\n<strong>Foi isso direito, eles pediram, que Cartago deve prosperar enquanto romanos trabalharam? Nova prosperidade de Cartago n\u00e3o era potencialmente perigoso?<\/strong>\n\nAfinal, a cidade tinha duas vezes incomodado Roma. E, em qualquer caso, Cartago estava prejudicando interesses mercantis Roman.\n\nCato assumiu a lideran\u00e7a nestes argumentos. Ele era um estadista de prest\u00edgio, com uma reputa\u00e7\u00e3o de prest\u00edgio. Ele foi o romano virtuoso cl\u00e1ssico e ele n\u00e3o se importava que os outros sabiam disso.\n\nSua carreira p\u00fablica estava impec\u00e1vel, o casamento foi perfeito, sua orat\u00f3ria foi convincente, seus valores eram conservadores, e todos em tudo o que conseguiu com os nervos de algumas pessoas.\n\nCato come\u00e7ou a insistir em que a \u00fanica defesa segura contra uma Cartago ressurgente foi para destru\u00ed-la. Roma nunca estaria a salvo, enquanto Cartago estava.\n\n<strong>Ele fez uma campanha dele:\u00a0<\/strong>Carthago Delenda est \u2013 Cartago deve ser destru\u00edda!\n\n<strong>Nos 150s este foi o slogan da Cato, repetido incessantemente. Nas festas ele iria lev\u00e1-la, ele poderia estar falando sobre qualquer assunto, mas sempre encontrou uma maneira de trabalhar em seu slogan:<\/strong>\u00a0o porto de Ostia deve ser expandido!. . . e Cartago deve ser destru\u00edda! a nomea\u00e7\u00e3o de Gaius Gaius para governador provincial deve ser aprovado. . . e Cartago deve ser destru\u00edda! Um voto de agradecimento a um chefe tribal leal. . . e Cartago deve ser destru\u00edda!\n\nNo final, Cato teve seu desejo. Eu poderia afirmar que Roma foi para a guerra simplesmente para calar o velho, mas infelizmente Cartago deu Roma a desculpa de que precisava.\n\nAs tribos africanos vizinhos aprendeu logo o suficiente para que os cartagineses n\u00e3o se atrevem a atravessar a fronteira romana-imposto. Eles aprenderam a invadir o interior P\u00fanica, em seguida, correr atrav\u00e9s da fronteira para aperfei\u00e7oar a seguran\u00e7a. Estes ataques gradualmente tornou-se s\u00e9rio e Cartago finalmente escolheu para se defender.\n\nCartago re-armado. Em 149 os homens da tribo novamente invadida, mas desta vez um ex\u00e9rcito p\u00fanico seguiu-os e destruiu seus acampamentos. Com slogan do Cato zumbido nos ouvidos, com sua inveja do sucesso econ\u00f4mico de Cartago, o senado romano decretou que os termos do tratado havia sido violado e devidamente declarado guerra.\n\nEm uma bela ironia, era um descendente de Scipio Africanus que liderou o cerco de Cartago. Scipio Aemilianus era t\u00edpica de uma nova gera\u00e7\u00e3o de pol\u00edtico romano \u2013 bem-educada, culta, politicamente amoral, ambicioso. Ele deu a Roma sua vit\u00f3ria final.\n\nMesmo assim, levou tr\u00eas anos. Os romanos pontilhadas e competiram pela honra de vit\u00f3ria, enquanto o povo de Cartago lutou ferozmente, sabendo o seu destino. As grandes muralhas da cidade n\u00e3o foram violados at\u00e9 146, e levou uma semana de combates de rua para os romanos para trabalhar seu caminho para a cidadela. Depois de algum ainda mais a resist\u00eancia, a guarni\u00e7\u00e3o fome se rendeu.\n\nO slogan do Cato foi implementado em estilo romano t\u00edpico minuciosa curso. As paredes de Cartago foram derrubadas, a cidade incendiada.\n\nOs cidad\u00e3os foram vendidos como escravos e do Senado aprovou um decreto que ningu\u00e9m poderia viver onde Cartago ficava. Scipio Aemelianus recebeu um triunfo para a sua vit\u00f3ria.\n\nAssim terminou a\u00a0<strong>Terceira Guerra P\u00fanica<\/strong>. Ele n\u00e3o teve consequ\u00eancias reais, al\u00e9m da destrui\u00e7\u00e3o da cidade tornou-se lend\u00e1rio (entre as lendas era que a terra em torno de Cartago foi salgado para que nada poderia crescer \u2013 n\u00e3o t\u00e3o). A verdadeira vit\u00f3ria sobre Cartago foi alcan\u00e7ado em 202. Se a triste de neg\u00f3cios de 146 significou nada, mostrou que a sombra de Hannibal ainda pairava sobre Roma.\n\n<strong>Terceira Guerra P\u00fanica &#8211; Batalha<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-157821 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Tercei9.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"229\" \/><strong>Terceira Guerra P\u00fanica<\/strong><\/p>\nOs anos seguintes, a Batalha de Zama e a derrota de Hannibal na\u00a0<strong>Segunda Guerra P\u00fanica<\/strong>, Roma e Cartago manteve um conquistador do contradit\u00f3rio e relacionamento conquistado.\n\nRoma continuou a se expandir no leste, ao lidar com problemas em seus territ\u00f3rios espanh\u00f3is rec\u00e9m-adquiridas. Roma tamb\u00e9m continuou a apoiar seu aliado Numidian Masinissa, mesmo discretamente incentivando a invas\u00e3o de terras cartagineses enquanto Cartago foi deixado para pedir interven\u00e7\u00e3o romana. Imediatamente ap\u00f3s a\u00a0<strong>Segunda Guerra P\u00fanica<\/strong>, Hannibal Barca manteve seu poder em Cartago e fez um trabalho consider\u00e1vel para limpar a corrup\u00e7\u00e3o e os problemas econ\u00f4micos dentro da na\u00e7\u00e3o, mas sua inimizade com Roma acabaria por for\u00e7ar sua demiss\u00e3o.\n\nNo momento em que os romanos estavam indo para a guerra com Anthiochus III da S\u00edria, Hannibal foi for\u00e7ado ao ex\u00edlio e se juntou a este novo inimigo Roman.\n\nA partida de Hannibal de Cartago fez pouco para encarecer-los aos Romanos untrusting e vingativos. Os termos do tratado com Roma for\u00e7ado Cartago a desistir de seu ex\u00e9rcito, e as poupan\u00e7as financeiras resultantes foram consider\u00e1veis. O regime que substituiu Hannibal tentou usar esta nova fortuna econ\u00f4mica encontrada para fazer para as rela\u00e7\u00f5es pac\u00edficas com seu velho inimigo, mas sem sucesso. As tentativas para pagar seu tributo anual em um montante fixo foi negado (para evitar a libera\u00e7\u00e3o da obriga\u00e7\u00e3o que Cartago continuaria a dever a Roma), e as remessas de gr\u00e3os significava como presentes para ajudar os romanos na Gr\u00e9cia e Maced\u00f3nia foram recebidos e pagos para na \u00edntegra pelo Senado.\n\nOs romanos claramente n\u00e3o queria qualquer rela\u00e7\u00e3o que pode ser visto como exigindo favores rec\u00edprocos.\n\nMasinissa e seu grande ex\u00e9rcito Numidian fez um padr\u00e3o regular de incurs\u00f5es contra Cartago. Grandes esfor\u00e7os foram lan\u00e7ados a cada d\u00e9cada, desde o fim da\u00a0<strong>Segunda Guerra P\u00fanica<\/strong>.\n\nOs anos de 193, 182, 172, e 162 aC tudo foi palco de avan\u00e7os da Num\u00eddia. Em primeiro lugar, apesar de vi\u00e9s Roman dire\u00e7\u00e3o Masinissa, obriga\u00e7\u00f5es em outros lugares os levou a ser um pouco menos unilateral contra Cartago, mas pelo 170 e 160 do BC, essa atitude levou uma brusca reviravolta. A invas\u00e3o de 162 aC e resultantes dos pedidos de ajuda de Cartago foram ignorados. Masinissa foi autorizada a manter seus ganhos, e as rela\u00e7\u00f5es azedaram ainda mais. A pr\u00f3xima d\u00e9cada, o 150 do BC, viu o aumento da atividade Numidian e embaixadas freq\u00fcentes de Cartago para Roma com cada pedido de aux\u00edlio negado, por sua vez.\n\nNo entanto, apesar Roma sempre favorecendo a causa de Masinissa, nenhum esfor\u00e7o foi feito para declarar guerra a si mesmos, deixando o policiamento de ressurgimento cartagin\u00eas a seus aliados da Num\u00eddia.\n\nEnquanto Cartago permaneceu uma preocupa\u00e7\u00e3o preocupante para Roma desde Hannibal, havia senadores suficientes em Roma, que queriam a paz, ou uma justifica\u00e7\u00e3o real para a guerra, antes de permitir que os senadores pr\u00f3-guerra para ter o seu caminho.\n\nRaids Numidian repetidas trouxeram a situa\u00e7\u00e3o para um chefe no final de 150 aC. Por 153 aC, outra queixa cartagin\u00eas enviou uma delega\u00e7\u00e3o romana (essencialmente uma miss\u00e3o de espionagem) para Cartago, chefiada pelo Cato, o Velho. Ao investigar as alega\u00e7\u00f5es de injusti\u00e7a, os romanos inspecionadas todas as \u00e1reas do territ\u00f3rio cartagin\u00eas. Cato, em particular, foi perturbado com a aparente riqueza de Cartago e da prosperidade de sua zona rural. Ao retornar a Roma, Cato fez de sua miss\u00e3o de inspirar os romanos a guerra contra Cartago, mais uma vez para evitar um poss\u00edvel renascimento do poder cartagin\u00eas.\n\nH\u00e1 uma hist\u00f3ria de Cato fazendo um discurso perante o Senado, onde ele dramatizou o perigo de Cartago para Roma.\n\nAgitando as dobras de sua toga algumas grandes figos africanos caiu no ch\u00e3o como que por acidente. Como os senadores admirava o tamanho figos e beleza natural, Cato quando a explicar que a origem desses magn\u00edficos esp\u00e9cimes tinha apenas tr\u00eas dias de dist\u00e2ncia de vela.\n\n\u00c9 prov\u00e1vel que Cato o prop\u00f3sito de mostrar que os termos do tratado de paz romana n\u00e3o fez nada para prejudicar a prosperidade econ\u00f4mica rec\u00e9m-descoberta de Cartago. Em pouco tempo, Cartago estava construindo para uma posi\u00e7\u00e3o para voltar a ser uma amea\u00e7a para a Roma. Seja qual for o \u00e2ngulo quis dizer com esta exposi\u00e7\u00e3o, Cato fez de sua causa para inspirar guerra. Deste ponto em diante, at\u00e9 que a guerra foi finalmente declarada, Cato proferiu a famosa linha ap\u00f3s cada coment\u00e1rio no F\u00f3rum \u201c, ceterum censeo delendam ESSE Carthaginem (comumente referido como Carthago delende est) que se traduz como\u201d Al\u00e9m do que, minha opini\u00e3o \u00e9 que Cartago deve ser destru\u00eddo \u201c. Foi registrado que ele usou a linha, \u00e0s vezes, depois de cada frase que ele falou, independentemente do assunto de suas declara\u00e7\u00f5es.\n\nRoman falta de resposta \u00e0s preocupa\u00e7\u00f5es cartagineses levou a uma mudan\u00e7a em seu governo. Um partido em oposi\u00e7\u00e3o ao apaziguamento Roman havia chegado ao poder em 151 aC.\n\nFoi nessa \u00e9poca que Masinissa sitiou a cidade de Cartago, e o novo governo decidiu suas tentativas de obter a interven\u00e7\u00e3o romana haviam sido esgotados. Um ex\u00e9rcito de 25.000 recrutas foi levantada e ele tentou levantar o cerco. O Numidians esmagaram o ex\u00e9rcito inexperiente, mas pior ainda, um tribuno militar, Publius Cornelius Scipio Aemilianus (neto de Scipio Africanus atrav\u00e9s da adop\u00e7\u00e3o) estava l\u00e1 para testemunhar a batalha. Enviados da Espanha para providenciar a entrega de alguns elefantes de guerra de Masinissa, ele passou a ser apenas na m\u00e3o para o abate. Um relat\u00f3rio emitido sobre o caso a Roma foi interpretado como uma viola\u00e7\u00e3o cartagin\u00eas do tratado, em vez de uma descri\u00e7\u00e3o de uma grande vit\u00f3ria Numidian.\n\nComo resultado, os cartagineses foram despojados de sua capacidade de se defender e n\u00e3o foram autorizados a levantar um ex\u00e9rcito ou conduzir a guerra sem a aprova\u00e7\u00e3o e condi\u00e7\u00f5es Roman estavam se movendo cada vez mais perto de um estado de guerra.\n\nNovas tentativas de Cartago para apaziguar os romanos foram ignorados ea cidade cartaginesa de Utica ofereceu-se em sinal de rendi\u00e7\u00e3o incondicional a Roma antes da guerra ainda estourou.\n\nDesesperan\u00e7a reinou supremo para os cartagineses com raz\u00e3o. Por 149 aC, mais tentativas por emiss\u00e1rios africanos foram provou ser in\u00fatil. Roma finalmente havia declarado guerra e enviou dois ex\u00e9rcitos consulares de 80.000 infantaria e cavalaria 4.000 da Sic\u00edlia para Utica, a apenas 10 quil\u00f4metros a partir da pr\u00f3pria Cartago. Uma vez que esses ex\u00e9rcitos chegaram em Utica, uma popula\u00e7\u00e3o em p\u00e2nico cumprida qualquer exig\u00eancia Roman incluindo a entrega de suas armas, mais de 200.000 conjuntos de armadura e 2.000 armas de cerco. Empurrando os limites, os c\u00f4nsules parecia incapaz de incitar Cartago em guerra, mas uma demanda final, finalmente, inspirou o inimigo. Os cartagineses foram orientados a abandonar a cidade de Cartago para que pudesse ser arrasada, como puni\u00e7\u00e3o por desobedi\u00eancia, mas o populoso era livre para sair e se estabelecer em qualquer lugar dentro do territ\u00f3rio cartagin\u00eas existente, desde que ele era pelo menos 10 quil\u00f4metros do mar.\n\nCartago finalmente acordou, percebendo que a guerra era a \u00fanica op\u00e7\u00e3o, e que desde o fracasso de resistir parecia levar \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o de qualquer maneira, eles se prepararam para atender seus invasores.\n\nEnquanto Cartago preparado para um cerco, o ex\u00e9rcito romano sofreu muito com a doen\u00e7a. Badly prejudicado por perdas, eles n\u00e3o foram capazes de atacar Cartago antes os cartagineses estavam prontos.\n\nAtaques menores em cidades fora da cidade foram realizadas, mas pouco foi realmente realizado. N\u00e3o era at\u00e9 147 aC que o Senado sentiu uma mudan\u00e7a estava em ordem.\n\nDesde as campanhas de Scipio Africanus e sua vit\u00f3ria sobre Hannibal em Zama, acreditava-se que Cartago n\u00e3o poderia ser derrotado sem Scipio no comando, e o homem que tinha inicialmente relatado a quebra cartagin\u00eas do tratado foi eleito Consul. Cornelius Scipio P\u00fablica Aemilianus assumiu o comando e imediatamente deu passos.\n\nFor\u00e7ando o inimigo a retirar dentro da cidade de Cartago, ele bloqueou o porto para evitar oferta e devastou a zona rural. No inverno de 147\/146 aC, os romanos ocuparam os arredores de Cartago e estavam preparados para um ataque final.\n\nA primavera de 146 aC abriu com um ataque \u00e0 cidade. 6 dias de combates de rua brutal foi uma prova tanto a resist\u00eancia cartagin\u00eas determinada resolve Roma.\n\nPrimeiro capturando as paredes, em seguida, em torno da cidadela, os romanos eram livres para causar estragos na popula\u00e7\u00e3o civil. Antes da rendi\u00e7\u00e3o cartagin\u00eas final, uma cidade de cerca de 700.000 pessoas foi reduzido a t\u00e3o pouco quanto 50.000 defensores. Ap\u00f3s finalmente desistir, estas for\u00e7as restantes foram ca\u00e7ados e vendidos como escravos. Na sequ\u00eancia, apesar das obje\u00e7\u00f5es de Cipi\u00e3o, ele foi condenado a arrasar a cidade. Tomando todos os bits de pilhagem que podiam, os romanos destru\u00edram o porto, demoliu todas as grandes estruturas de pedra e queimaram a cidade por 10 dias. (Apesar da opini\u00e3o popular, a salga da terra depois para evitar repovoamento foi uma hist\u00f3ria introduzido depois de longo tempo e pode n\u00e3o ter acontecido.).\n\nCartago e seu status como pot\u00eancia do mundo antigo foi finalmente destru\u00eddo, e at\u00e9 mesmo a cidade em si n\u00e3o seria reconstru\u00eddo com sucesso t\u00e9 o reinado de Augusto, cerca de 150 anos mais tarde.\n\nTerrit\u00f3rio cartagin\u00eas ao longo da costa e um pouco para o interior foi organizada como a prov\u00edncia romana da \u00c1frica. Num\u00eddia, sob Masinissa, foi permitida a independ\u00eancia como um reino cliente.\n\nHegemonia Roman agora se espalhou da \u00c1frica do Sul, Espanha, a oeste e na \u00c1sia Menor, a leste. Enquanto Roma foi o mestre indiscut\u00edvel do mundo ocidental, seu r\u00e1pido crescimento, acompanhada de oportunidade para a corrup\u00e7\u00e3o e disparidade econ\u00f4mica entre as classes levaria a novos problemas para o imp\u00e9rio. Al\u00e9m disso, a enorme quantidade de trabalho escravo importado da \u00c1frica, Espanha e leste criada uma nova depend\u00eancia economia sobre a escravid\u00e3o continua.\n\nEssas condi\u00e7\u00f5es acabariam por ser os principais fatores do desmoronamento do sistema pol\u00edtico romano eo terr\u00edvel contenda entre os Patr\u00edcios, Ordem Equestre e os Plebes comuns.\n\nCom a derrota de Cartago Roma herdou um imp\u00e9rio, mas em \u00faltima an\u00e1lise, definir sobre a queda de sua pr\u00f3pria Rep\u00fablica.\n\n<strong>Terceira Guerra P\u00fanica &#8211; Hist\u00f3ria<\/strong>\n\n<strong>Antecedentes da Terceira Guerra P\u00fanica<\/strong>\n\nO confronto final entre\u00a0<strong>Roma e Cartago<\/strong>\u00a0durou apenas quatro anos e terminou com a destrui\u00e7\u00e3o total de Cartago. A guerra foi travada inteiramente na \u00c1frica, com os invasores romanos procurando conquistar a capital inimiga, e o desfecho nunca esteve verdadeiramente em d\u00favida, a menos que os Romanos decidissem abandonar a expedi\u00e7\u00e3o.\n\nN\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil atribuir responsabilidades pela eclos\u00e3o dos dois conflitos anteriores mas n\u00e3o restam d\u00favidas de que a Terceira Guerra P\u00fanica foi deliberadamente provocada pelos Romanos, que tinham decidido, em consci\u00eancia, aniquilar o seu velho inimigo. Os negociadores romanos exploraram descaradamente a predisposi\u00e7\u00e3o cartaginesa para fazer concess\u00f5es com o prop\u00f3sito de evitar a guerra com Roma, aumentando constantemente as suas exig\u00eancias para impor um conflito a um inimigo debilitado. Foi uma atitude muit\u00edssimo pior do que qualquer um dos exemplos registados da proverbial \u201cfalsidade p\u00fanica\u201d.\n\nPelos padr\u00f5es da estrat\u00e9gia moderna, a guerra foi desnecess\u00e1ria, dado que Cartago n\u00e3o parece ter constitu\u00eddo uma verdadeira amea\u00e7a para Roma.\n\nPara compreendermos porque \u00e9 que os Romanos embarcaram numa politica t\u00e3o intencionalmente implac\u00e1vel, temos que olhar de novo para a atitude romana face a guerra e para as condi\u00e7\u00f5es peculiares de meados do s\u00e9culo II.\n\nA partir de 201, os Cartagineses mostraram-se consistentemente aliados leais de Roma. Forneceram cereais aos ex\u00e9rcitos romanos e, em 191, enviaram a sua min\u00fascula marinha para integrar a esquadra que operava contra Antioco III. Com a ajuda da reforma das finan\u00e7as do Estado, levada a cabo por Hannibal, a indeniza\u00e7\u00e3o anual foi paga pontualmente at\u00e9 ao fim, em 151. Na s\u00e9rie de disputas fronteiri\u00e7as com a Num\u00eddia de Masinissa, Cartago submeteu-se ao arb\u00edtrio romano apesar de este, de forma declarada ou t\u00e1cita, ser sempre favor\u00e1vel ao rei. Com ou sem verdade na acusa\u00e7\u00e3o, foram nobres cartagineses que relataram as alegadas conversa\u00e7\u00f5es de Hannibal com Antioco e provocaram a sua fuga, em 195.\n\nTamb\u00e9m foram eles que prenderam e julgaram o seu agente, Ariston de Tiro, que em 193 fora enviado a Cartago para persuadir a cidade a apoiar os Sel\u00eaucidas contra Roma, embora Ariston tenha conseguido escapar antes da conclus\u00e3o do julgamento. Foi enviada uma delega\u00e7\u00e3o a Roma para dar conta do incidente e garantir ao Senado a continuada lealdade de Cartago.\n\n<strong>As fontes dizem-nos que neste meio s\u00e9culo a politica cartaginesa foi dominada por tr\u00eas fac\u00e7\u00f5es:\u00a0<\/strong>um grupo simpatizante de Roma, liderado por Han\u00e3o, o Grande, outro pr\u00f3-Masinissa, sob a lideran\u00e7a de Hannibal, o Estominho, e o terceiro derivando o seu apoio dos cidad\u00e3os mais pobres e chefiado por Hannibal, o Samnita, e Cartalao.\n\nO cognome de Hannibal derivaria talvez de um pai ou de um av\u00f4 que servira com Hannibal em It\u00e1lia, e as fontes referem tamb\u00e9m neste per\u00edodo um certo Mag\u00e3o, o Br\u00fatio, cujo nome sugere uma associa\u00e7\u00e3o semelhante, mas n\u00e3o \u00e9 totalmente claro que o partido democr\u00e1tico estivesse t\u00e3o estreitamente associado aos Barcas como alguns estudiosos tem opinado. Nenhum destes grupos parece ter sido abertamente hostil a Roma.\n\nN\u00e3o se sabe ao certo se a renovada prosperidade da cidade ter\u00e1 dado origem a algum rearmamento; as fontes liter\u00e1rias dizem que n\u00e3o mas as escava\u00e7\u00f6es realizadas no porto indiciam o contr\u00e1rio.\n\nO que sabemos \u00e9 que em meados do s\u00e9culo os Cartagineses n\u00e3o estavam em condi\u00e7\u00f5es de lan\u00e7arem uma ofensiva de peso contra Roma, mesmo que o pretendessem fazer. No entanto, n\u00e3o ha d\u00favida de que os Romanos foram ficando cada vez mais receosos do seu aliado no per\u00edodo em causa.\n\nO fim do pagamento da divida de guerra de cinquenta anos, em 151, eliminou o lembrete anual da derrota de Cartago e o estatuto subordinado da cidade.\n\nOs tratados que estipulavam um per\u00edodo fixo de paz entre dois Estados eram uma caracter\u00edstica comum dos acordos gregos que punham fim aos conflitos, mas eram muito raros para os Romanos, que esperavam desfechos mais permanentes para as suas guerras. Em 265, Cartago convertera-se de aliado de longa data e distante em inimigo, o que originou uma mudan\u00e7a permanente na percep\u00e7\u00e3o romana de Cartago. Roma nunca se contentou com alian\u00e7as que implicassem qualquer n\u00edvel de igualdade com um antigo inimigo.\n\nA guerra foi rapidamente renovada com a Maced\u00f4nia, em 200, e de novo quando Perseu aparentou estar a tornar-se forte e independente. Um aliado leal devia submeter-se a interfer\u00eancia de Roma, especialmente nos assuntos extemos, sempre que isso fosse do interesse de Roma. Entre 241 e 218, os Romanos apoderaram-se da Sardenha e intervieram na Hisp\u00e2nia, impondo concess\u00f5es aos lideres p\u00fanicos sem se restringirem minimamente, e esta atitude continuou depois de 201. Em 151, Cartago deixou de pagar uma presta\u00e7\u00e3o anual a Roma.\n\nA cidade era pr\u00f3spera e o seu poder no Norte de \u00c1frica ainda era consider\u00e1vel, n\u00e3o obstante as terras perdidas para a Num\u00eddia. As tradi\u00e7\u00f5es da pr\u00e1tica b\u00e9lica p\u00fanica n\u00e3o esperavam que um Estado vencido, em especial um Estado que n\u00e3o tivesse sido conquistado nem absorvido, permanecesse eternamente sujeito ao vencedor. S\u00f3 os Romanos pensavam assim.\n\nOs Cartagineses j\u00e1 n\u00e3o eram aliados inequivocamente subordinados de Roma. O fato de um antigo inimigo, um inimigo que levara Roma a beira da derrota total, fosse de novo forte e independente constitu\u00eda uma amea\u00e7a nas costas dos Romanos. Era esta a raiz do crescente receio que Roma tinha de Cartago.\n\nEste sentimento era personificado por Cat\u00e3o. Em meados do s\u00e9culo, o \u201chomem novo\u201d que combatera em Tarento, no Metauro e na \u00c1frica era um dos mais influentes e respeitados membros do Senado, e um dos poucos da sua gera\u00e7\u00e3o que ainda participavam ativamente nos assuntos do Estado. Provavelmente em 153, Cat\u00e3o integrou uma das embaixadas enviadas para arbitrar uma disputa entre Masinissa e Cartago.\n\nCat\u00e3o estava com setenta e muitos mas ainda era um orador en\u00e9rgico e convincente.\n\nA delega\u00e7\u00e3o romana ficou profundamente impressionada com as crescentes riqueza e popula\u00e7\u00e3o da sua antiga rival.\n\n<strong>Regressado e Roma, Cat\u00e3o deu em concluir todos os seus discursos no Senado com a mesma frase:<\/strong>\n\n\u201cCartago deve ser destru\u00edda\u201d. Diz-se que numa ocasi\u00e3o deixou cair alguns figos da dobra da toga. Os figos, informou ele aos seus ouvintes, espantados com o tamanho dos frutos, tinham sido colhidos num pa\u00eds a apenas tr\u00eas dias de viagem por mar, Cat\u00e3o exagerou a rapidez com que a armada p\u00fanica poderia cair sobre Roma, embora fosse efetivamente poss\u00edvel chegar ao Sul da It\u00e1lia em poucos dias, e alguns estudiosos especularam com alguma irrelev\u00e2ncia se Cat\u00e3o n\u00e3o teria comprado os figos em Roma ou mandado colh\u00ea-los na sua propriedade.\n\nTratou-se de um gesto simb\u00f3lico e poderoso que as fontes consideram digno de ser repetido e que ainda \u00e9 recordado. Outro eminente senador, Cipi\u00e3o Nasica, mediu-se com Cat\u00e3o terminando os seus discursos com a opini\u00e3o de que Cartago deveria ser preservada.\n\nDizem as fontes que ele acreditava que a presen\u00e7a de um rival poderoso manteria intacta a virtude dos Romanos, um argumento que se tornou um continuo lamento no s\u00e9culo seguinte, quando Roma mergulhou numa s\u00e9rie de guerras civis. Na altura, poucos Romanos parecem ter concordado com ele. Plutarco refere que foi principalmente a influ\u00eancia de Cat\u00e3o que convenceu Roma a destruir Cartago, e em alguns relatos modernos figura com igual destaque a persistente malevol\u00eancia do velho. Tal como em muitos outros aspectos da sua carreira, Cat\u00e3o ter\u00e1 aparentemente expressado o sentimento da maioria da popula\u00e7\u00e3o.\n\nDurante a d\u00e9cada de 150, houve um sentimento crescente de inseguran\u00e7a em Roma. As guerras das primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo tinham sido ganhas, com grande facilidade, por ex\u00e9rcitos romanos compostos de oficiais e soldados extremamente experientes.\n\nA gera\u00e7\u00e3o da Guerra Hannibalica foi-se tornando demasiado velha para cumprir o servi\u00e7o militar e os seus conhecimentos e compet\u00eancias perderam-se. Dada a imperman\u00eancia das legi\u00f5es de Roma, a desmobiliza\u00e7\u00e3o dos ex\u00e9rcitos obrigava a recome\u00e7ar o processo de instru\u00e7\u00e3o de novas tropas.\n\nOs soldados experientes foram substitu\u00eddos por homens mais jovens e menos conscientes de que os \u00eaxitos militares de Roma se baseavam numa instru\u00e7\u00e3o rigorosa, numa cuidada prepara\u00e7\u00e3o log\u00edstica e numa lideran\u00e7a competente, convencendo-se de que o \u00eaxito lhes cabia por direito simplesmente por serem Romanos. No segundo quartel do s\u00e9culo, houve menos gente em armas e as campanhas foram relativamente poucas. Em 155, os guerreiros lusitanos lan\u00e7aram uma s\u00e9rie de grandes incurs\u00f5es na prov\u00edncia romana da Hisp\u00e2nia Ulterior, ataques cuja escala foi aumentando a cada sucesso. Em 154, um pretor foi morto e o seu ex\u00e9rcito duramente derrotado.\n\nEm 153, os Celtiberos infligiram v\u00e1rias derrotas a um ex\u00e9rcito consular comandado por Quinto F\u00falvio Nobilior. Os relatos de combates duros e perigosos na Hisp\u00e2nia provocaram uma mini-crise em Roma, ao serem muito poucos os homens que se ofereceram para servir no ex\u00e9rcito que estava a ser formado para combater os Celtiberos, sob o comando de L\u00facio Licinio Luculo.\n\nS\u00f3 o exemplo de P\u00fablio Corn\u00e9lio Cipi\u00e3o Emiliano, filho adotivo do Africano, que se ofereceu publicamente para servir como tribuno, garantiu volunt\u00e1rios em n\u00famero suficiente. Na verdade, a guerra foi conclu\u00edda antes da chegada de Luculo mas este, \u00e1vido de gl\u00f3ria e riquezas, lan\u00e7ou o ex\u00e9rcito contra uma tribo amistosa, que se rendeu e foi trai\u00e7oeiramente massacrada. No ano seguinte, ocorreu uma atrocidade semelhante, quando o pretor da Hisp\u00e2nia Ulterior, P\u00fablio Sulpicio Galba, que j\u00e1 fora derrotado uma vez pelos Lusitanos, ofereceu a paz as tribos. Prometendo instal\u00e1-los em boas terras ar\u00e1veis, Galba dividiu os Lusitanos em tr\u00eas grupos, desarmou-os e depois ordenou aos seus legion\u00e1rios que chacinassem os guerreiros indefesos. Um dos poucos que escapou ao massacre foi um homem chamado Viriato, que viria a revelar-se um l\u00edder carism\u00e1tico e um irredut\u00edvel advers\u00e1rio de Roma. Durante mais de uma d\u00e9cada, os Romanos foram confrontados com uma dura contenda contra os Lusitanos e os Celtiberos. Em 140, um dos seguidores de Viriato foi subornado e assassinou-o, mas foram necess\u00e1rios mais sete anos e recursos enormes at\u00e9 que o basti\u00e3o celtibero de Num\u00e2ncia fosse conquistado.\n\nRegressado a Roma, Galba foi julgado por quebra de fides, a prezada f\u00e9 de Roma, sendo Cat\u00e3o um dos seus acusadores. Mas Galba foi inesperadamente absolvido depois de se apresentar no tribunal com os filhos, que imploraram em l\u00e1grimas clem\u00eancia para o pai. Galba tornar-se-ia um dos mais famosos oradores de Roma.\n\nAs derrotas sofridas na Hisp\u00e2nia trouxeram \u00e0 luz a inexperi\u00eancia de quase todos os ex\u00e9rcitos romanos.\n\nA substitui\u00e7\u00e3o anual dos governadores de prov\u00edncia e a raridade das promagistraturas encorajavam os generais a procurarem a gl\u00f3ria antes de serem substitu\u00eddos, e negavam-lhes o tempo necess\u00e1rio para converterem os seus soldados num ex\u00e9rcito eficaz. Esta realidade tivera muito menos peso no principio do s\u00e9culo, quando a qualidade dos recursos humanos de Roma fora mais elevada. Mas mesmo nessa altura, a press\u00e3o para obter \u00eaxito num \u00fanico ano de mandato levara Flam\u00ednio a iniciar conversa\u00e7\u00f5es de paz com Filipe V, em 198, para logo a seguir romper as negocia\u00e7\u00f5es e procurar uma vit\u00f3ria militar quando o seu comando foi prolongado por mais um ano.\n\nAs sucessivas derrotas faziam cair o moral e tornavam ainda mais prov\u00e1veis novas derrotas.\n\nO fracasso na prote\u00e7\u00e3o das comunidades hisp\u00e2nicas aliadas era conducente a sua defec\u00e7\u00e3o, aumentando o n\u00famero de inimigos a combater. A dada altura, uma grande parte da Hisp\u00e2nia Ulterior submeteu-se a Viriato.\n\nAs perdas sofridas na Hisp\u00e2nia ocorreram demasiado longe para constitu\u00edrem uma amea\u00e7a direta ao L\u00e1cio, mas foram um grande golpe para o prest\u00edgio romano.\n\nAs dificuldades para recrutar oficiais e soldados para a Hisp\u00e2nia, em 151, foram particularmente chocantes, pois nem a crise da invas\u00e3o de Hannibal causara nos cidad\u00e3os romanos semelhante relut\u00e2ncia face ao cumprimento do servi\u00e7o militar.\n\nApiano diz que o Senado decidiu em segredo procurar um pretexto para uma guerra contra Cartago pouco depois de Cat\u00e3o regressar da \u00c1frica. Talvez sim, talvez n\u00e3o, mas as atitudes do Senado n\u00e3o deixam d\u00favidas de que era essa a sua inten\u00e7\u00e3o em 150-149, e \u00e9 prov\u00e1vel que o pagamento da \u00faltima presta\u00e7\u00e3o da indeniza\u00e7\u00e3o por Cartago, em 151, tenha contribu\u00eddo para essa decis\u00e3o.\n\nApenas faltava aos Romanos um pretexto para a guerra, e os seus aliados n\u00famidas n\u00e3o tardariam a fornec\u00ea-lo.\n\n<strong>Roma declara guerra a Cartago, Terceira Guerra P\u00fanica<\/strong>\n\nCat\u00e3o constituiu um elo entre a Segunda e a Terceira Guerras P\u00fanicas do mesmo modo que as carreiras de Hier\u00e3o, F\u00e1bio M\u00e1ximo e Marcelo abarcaram a primeira e a segunda conflagra\u00e7\u00f5es.\n\nTamb\u00e9m Masinissa era uma liga\u00e7\u00e3o ao passado. Em 150, estava com 88 anos de idade mas ainda montava sem sela, \u00e0 maneira do seu povo, e liderava os seus homens em combate. Quando morreu, dois anos mais tarde, o rei deixou um filho com quatro anos de idade, um dos dez rapazes leg\u00edtimos e ileg\u00edtimos que gerou durante a sua longa vida.\n\nMasinissa passara uma grande parte dos seus primeiros tempos de vida em Cartago, conhecera profundamente a cultura p\u00fanica e introduzira muitos dos seus aspectos, da literacia a religi\u00e3o, no reino que lutara para criar com base nas tribos independentes do seu povo. Fora encorajado o estabelecimento de comunidades urbanas, embora se desconhe\u00e7a at\u00e9 que ponto eram habitadas por uma popula\u00e7\u00e3o importada e n\u00e3o por N\u00famidas persuadidos a abandonarem o nomadismo.\n\nMasinissa deu a cada filho uma propriedade rural para ser cultivada com os mais modernos m\u00e9todos p\u00fanicos, pois compreendera que a promo\u00e7\u00e3o da agricultura fortaleceria o reino e daria poder aqueles que controlassem as novas fontes de produ\u00e7\u00e3o.\n\nContudo, n\u00e3o obstante a sua admira\u00e7\u00e3o pela cultura p\u00fanica e os servi\u00e7os distintos que prestou com os ex\u00e9rcitos cartagineses na Hisp\u00e2nia, Masinissa demonstrou uma grande hostilidade para com o seu antigo aliado durante todo o seu reinado.\n\nO tratado de 201 inclu\u00edra a provis\u00e3o algo vaga de que Cartago deveria restituir a Masinissa todos os territ\u00f3rios que tinham pertencido aos seus antepassados.\n\nApiano refere que os limites do territ\u00f3rio p\u00fanico estavam marcados com \u201ctrincheiras fen\u00edcias\u201d mas ainda n\u00e3o foi poss\u00edvel estabelecer com precis\u00e3o onde se localizavam.\n\nAs ambiguidades do tratado encorajaram Masinissa a abocanhar um n\u00famero crescente de territ\u00f3rios cartagineses, sob o pretexto de que haviam pertencido ao seu povo.\n\nAs suas pretens\u00f5es acabaram por conceder apenas aos colonos p\u00fanicos a \u00e1rea de Birsa, a povoa\u00e7\u00e3o original de Cartago, situada no cimo de uma colina e que, segundo o mito, Elishat recebera do governante local.\n\nAs delega\u00e7\u00f5es romanas enviadas para resolverem as disputas entre os dois aliados de Roma decidiram repetidamente a favor do rei, que assim p\u00f4de adquirir mais terras f\u00e9rteis e, por fim, os importantes portos conhecidos por emp\u00f3rios.\n\nOs pol\u00edticos desejosos de agradar a Masinissa e de satisfazer as suas exig\u00eancias foram finalmente expulsos de Cartago, em 152-151, e o partido popular tornou-se temporariamente dominante.\n\nOs l\u00edderes exilados refugiaram-se junto do monarca, que enviou a Cartago dois dos seus filhos, Gulussa e Micipsa, com a exig\u00eancia da restitui\u00e7\u00e3o dos exilados.\n\nGulussa deslocara-se em tempos a Roma como representante do pai, mas nesta ocasi\u00e3o os irm\u00e3os nem sequer foram autorizados a entrar em Cartago. Na viagem de regresso, a comitiva de Gulussa foi atacada por Amilcar, o Samnita, e um grupo dos seus apoiantes, que mataram v\u00e1rias pessoas. Em 150, os N\u00famidas recome\u00e7aram os seus ataques contra territ\u00f3rio p\u00fanico, devastando as terras e sitiando uma cidade chamada Oroscopa, cuja localiza\u00e7\u00e3o desconhecemos.\n\nPela primeira vez desde 201, Cartago decidiu entrar em guerra sem procurar o arb\u00edtrio ou a aprova\u00e7\u00e3o de Roma, e formou um ex\u00e9rcito de 25.000 infantes e 400 cavaleiros, sob o comando de Asdr\u00fabal.\n\nAs fontes referem que os cavaleiros foram recrutados na cidade de Cartago, pelo que seriam cidad\u00e3os.\n\nEram pouco numerosos mas receberam um refor\u00e7o substancial quando uma disputa entre os filhos de Masinissa e dois chefes n\u00famidas, Asasis e Suba, levou a deser\u00e7\u00e3o dos dois \u00faltimos, \u00e0 frente de 6.000 cavaleiros ligeiros. Asdr\u00fabal ganhou vantagem em algumas escaramu\u00e7as e seguiu a retirada do ex\u00e9rcito n\u00famida, que atraiu o inimigo para terreno mais acidentado e quase desprovido de alimentos e \u00e1gua.\n\nPor fim, Masinissa decidiu oferecer batalha, dando origem a um dia de combates no qual nenhum lado conseguiu uma vantagem decisiva. A batalha foi observada, \u00e0 dist\u00e2ncia, por Cipi\u00e3o Emiliano, que se encontrava na \u00c1frica para, fazendo uso da liga\u00e7\u00e3o da sua fam\u00edlia a Masinissa, persuadir o velho soberano a fornecer elefantes ao ex\u00e9rcito de Luculo na Hisp\u00e2nia. Asdr\u00fabal retirou para o seu acampamento, montado numa colina, e iniciaram-se negocia\u00e7\u00f5es, com Cipi\u00e3o no papel de mediador. As conversa\u00e7\u00f5es romperam-se quando os Cartagineses recusaram entregar Asasis e Suba para serem punidos.\n\nAs tropas de Masinissa constru\u00edram uma pali\u00e7ada e um fosso em redor do terreno elevado ocupado pelo inimigo, algo que ter\u00e3o provavelmente aprendido durante o seu servi\u00e7o com o ex\u00e9rcito romano.\n\nSem possibilidade de serem aprovisionados e n\u00e3o querendo tentar um rompimento do cerco nem admitir a derrota, os homens de Asdr\u00fabal n\u00e3o tardaram a consumir a comida que tinham consigo. Im\u00f3veis, os Cartagineses mataram e comeram os animais de carga, e depois as montadas da cavalaria. J\u00e1 sem lenha para cozinharem a carne que constitu\u00eda agora o essencial da sua dieta, os soldados partiram os escudos aos bocados para os utilizarem como combust\u00edvel.\n\nD\u00e1 a sensa\u00e7\u00e3o de que Asdr\u00fabal contava que os N\u00famidas ficassem sem provis\u00f5es e dispersassem, mas o ex\u00e9rcito que Masinissa criara durante o seu reinado era nitidamente uma for\u00e7a muito mais organizada e eficiente do que qualquer contingente tribal de antanho. Por fim, Asdr\u00fabal rendeu-se, prometendo que Cartago pagaria uma indeniza\u00e7\u00e3o de guerra durante cinquenta anos e que receberia de volta os aristocratas que tinham fugido para a corte de Masinissa. Ao abandonarem o acampamento, os soldados cartagineses foram atacados por um grupo de cavaleiros n\u00famidas liderados por Gulussa e muitos foram mortos.\n\nE imposs\u00edvel saber se o ataque foi premeditado ou se contou com o envolvimento de Masinissa, pois tamb\u00e9m se tem revelado imposs\u00edvel atribuir responsabilidades por massacres similares mais recentes.\n\nAsdr\u00fabal e muitos dos seus oficiais escaparam inc\u00f3lumes.\n\nA capacidade de Cartago para criar um ex\u00e9rcito e travar uma guerra, ainda que sem \u00eaxito, confirmou os receios e suspeitas de Roma. O tratado de 201 proibia expressamente Cartago de declarar a guerra na \u00c1frica sem aprova\u00e7\u00e3o romana. Esta viola\u00e7\u00e3o seria provavelmente suficiente para originar veementes protestos mas o Senado romano, mais experiente em diplomacia depois de cinquenta anos de envolvimento no mundo helen\u00edstico, procurava um pretexto para uma guerra aberta. Entretanto, foram iniciados os preparativos para uma grande invas\u00e3o da \u00c1frica, mas sem declarar o seu prop\u00f3sito.\n\nDe modo caracter\u00edstico, os Cartagineses tentaram deitar as culpas para o seu comandante no terreno e negar as suas responsabilidades pela guerra recente. Asdr\u00fabal, Cartal\u00e3o (o l\u00edder do partido popular) e v\u00e1rios outros oficiais foram condenados \u00e0 morte. As tropas de Asdr\u00fabal ter-se-\u00e3o mantido leais ao seu comandante, dado que, pouco depois, ele surge \u00e0 frente de 30.000 homens.\n\nForam enviados a Roma embaixadores para se queixarem da provoca\u00e7\u00e3o de Masinissa e condenarem os oficiais p\u00fanicos que tinham irresponsavelmente entrado em guerra.\n\nA resposta romana foi observar que se as autoridades cartaginesas se tivessem verdadeiramente oposto \u00e0 guerra teriam condenado os seus comandantes antes de eles passarem \u00e0 a\u00e7\u00e3o.\n\nA delega\u00e7\u00e3o foi brindada com a frase cniptica de que Cantago devenia xdar satisfa\u00e7oes ao povo romano). Uma segunda embaixada n\u00e3o conseguiu descobrir o que queriam os Romanos dizer com aquilo (9).\n\nNesta altura, Utica passou-se para os Romanos e os seus portos forneceram-lhes uma base ideal para atacar Cartago. Em 149, o Senado e os Comitia Centuriata aprovaram a declara\u00e7\u00e3o de guerra.\n\nAmbos os c\u00f4nsules seriam enviados para \u00c1frica, M\u00e2nio Manilio no comando do ex\u00e9rcito e L\u00facio M\u00e1rcio Censorino \u00e0 frente da esquadra. Tal como em 218 e 205-204, Os Romanos concentraram-se em Lilibeu, na Sic\u00edlia, de onde embarcariam para \u00c1frica. Entretanto, Cartago enviou outra embaixada a Roma, e o Senado exigiu que 300 ref\u00e9ns, filhos das principais fam\u00edlias nobres, fossem entregues em Lilibeu no prazo de trinta dias. Assim foi feito, apesar de o Senado apenas ter garantido aos Cartagineses o seu territ\u00f3rio e que seriam governados pelas suas pr\u00f3prias leis.\n\nO fraseamento evitou cuidadosamente qualquer men\u00e7\u00e3o da cidade de Cartago, um subterf\u00fagio semelhante \u00e0 justifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica utilizada por Cipi\u00e3o, em 203, para romper as tr\u00e9guas.\n\nOs ref\u00e9ns foram levados para Roma num grande \u201cdezesseis\u201d, um navio provavelmente confiscado a armada maced\u00f4nica no fim da Terceira Guerra Maced\u00f3nica.\n\nN\u00e3o obstante a aceita\u00e7\u00e3o das exig\u00eancias romanas por parte dos Cartagineses, os c\u00f4nsules rumaram a Utica. Ainda sem certezas quando as inten\u00e7\u00f5es dos Romanos, Cartago enviou uma delega\u00e7\u00e3o aos c\u00f4nsules, que a receberam com grande pompa, sentados numa tribuna, flanqueados pelos seus oficiais superiores e \u00e0 frente do ex\u00e9rcito atr\u00e1s, formado em parada. Foi uma exibi\u00e7\u00e3o intimidadora do poderio de Roma, destinada a persuadir os embaixadores de que qualquer resist\u00eancia \u00e0s exig\u00eancias dos c\u00f4nsules seria infrut\u00edfera. Censorino, o primeiro a ser eleito pelos com\u00edcios e que era provavelmente o mais velho e o melhor orador dos dois, respondeu as indaga\u00e7\u00f5es dos Cartagineses com a exig\u00eancia de que a cidade deveria entregar todo o armamento que possu\u00edsse. Mais uma vez, apesar do seu nervosismo face a solicita\u00e7\u00e3o, os Cartagineses submeteram-se. Diz-se que entregaram 200.000 pan\u00f3plias, 2.000 engenhos de guerra de tor\u00e7\u00e3o e quantidades enormes de dardos, flechas e muni\u00e7\u00f5es para catapulta. Como de costume, a fiabilidade destes n\u00fameros \u00e9 discut\u00edvel, sendo \u00f3bvio que as fontes romanas estariam dispostas a exagerar a condi\u00e7\u00e3o militar da cidade que os Romanos se preparavam para destruir, mas n\u00e3o restam d\u00favidas de que grandes quantidades de armas foram entregues aos representantes de Roma.\n\nA chegada ao acampamento romano do comboio transportando estes equipamentos constituiu o preliminar para uma ordem ainda mais severa.\n\nCensonino informou os embaixadores de que os Cartagineses deveriam abandonar a cidade de Cartago. A popula\u00e7\u00e3o mudar-se-ia para uma nova urbe, que instalaria onde lhe aprouvesse, desde que fosse a pelo menos a 15km do mar. Cartago seria arrasada mas os santu\u00e1rios e cemit\u00e9rios que lhe estavam associados ficariam intactos e os Cartagineses poderiam visit\u00e1-los. Foi um golpe devastador, pois a cidade era o centro f\u00edsico, espiritual e emocional do Estado. E o corte da liga\u00e7\u00e3o de qualquer nova comunidade ao mar, durante tanto tempo fonte da riqueza p\u00fanica, duplicava a magnitude do desastre.\n\nDiz-se que Censorino recorreu a argumentos plat\u00f4nicos para sustentar a opini\u00e3o de que o mar exercia uma influ\u00eancia mals\u00e3 sobre a vida politica e social das cidades. No fim, os embaixadores foram grosseiramente postos a andar pelos lictores dos c\u00f4nsules. No entanto, prometeram apresentar os termos ao seu governo e at\u00e9 sugeriram que a esquadra romana fizesse uma demonstra\u00e7\u00e3o de for\u00e7a na baia da cidade para recordar aos cidad\u00e3os a alternativa \u00e0 aceita\u00e7\u00e3o das exig\u00eancias romanas.\n\nOs rumores tinham-se espalhado rapidamente em Cartago, e uma multid\u00e3o ansiosa rodeou os embaixadores quando eles entraram na cidade e ficaram a espera para apresentarem o seu relat\u00f3rio ao Conselho dos 104.\n\nA exig\u00eancia romana foi imediatamente rejeitada. Os homens que tinham apelado a concilia\u00e7\u00e3o de Roma foram linchados, bem como alguns infelizes mercadores italianos que se encontravam na cidade.\n\nOs escravos foram libertados e recrutados para o ex\u00e9rcito, Asdr\u00fabal foi perdoado e foram-lhe enviadas mensagens implorando-lhe que auxiliasse os seus ingratos concidad\u00e3os. Outro Asdr\u00fabal, filho de uma das filhas de Masinissa \u2013 mais um exemplo dos fortes la\u00e7os existentes entre as nobrezas cartaginesa e n\u00famida \u2013 recebeu o comando na pr\u00f3pria cidade de Cartago. Desta vez, os cidad\u00e3os p\u00fanicos, na sua totalidade, empenharam-se de corpo e alma no esfor\u00e7o de guerra. Produziram-se rapidamente armas, e as mulheres sacrificaram os seus longos cabelos para cordas para as catapultas de tor\u00e7\u00e3o.\n\nA\u00a0<strong>Terceira Guerra P\u00fanica<\/strong>\u00a0tinha come\u00e7ado.\n\nOs Romanos ficaram algo surpreendidos com o fato de os Cartagineses decidirem lutar depois de se terem submetido docilmente a cada uma das suas escandalosas exig\u00eancias.\n\nOs Romanos tinham dado mostras de um cinismo extremo, dissimulando as suas inten\u00e7\u00f5es de destru\u00edrem a cidade enquanto extorquiam o m\u00e1ximo poss\u00edvel de concess\u00f5es. Cartago, desprevenida e desarmada, parecia \u00e0 sua merc\u00ea. A verdade \u00e9 que a guerra se arrastaria at\u00e9 ao ano de 146 e se revelaria muito mais dif\u00edcil do que os c\u00f4nsules esperavam.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.thelatinlibrary.com\/europeanhistory.boisestate.edu\/www.unrv.com\/www.roma.templodeapolo.net\/www.worldhistory.org\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Terceira Guerra P\u00fanica, Causa, Hist\u00f3ria, Roma, Cartago, Romanos, Cartagineses, Consequ\u00eancias, Confronto, Conflito, Terceira Guerra P\u00fanica<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12164,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-21249","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Terceira Guerra P\u00fanica - 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