{"id":21204,"date":"2016-01-04T00:00:00","date_gmt":"2016-01-04T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:37:10","modified_gmt":"2026-09-01T15:37:10","slug":"guerra-da-crimeia-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/guerra-da-crimeia-3\/","title":{"rendered":"Guerra da Crim\u00e9ia"},"content":{"rendered":"\nA\u00a0<strong>Guerra da Crim\u00e9ia<\/strong>\u00a0foi um confronto fundamentalmente naval, travado no mar Negro e que teve como epis\u00f3dio mais sangrento e marcante o cerco \u00e0 cidade portu\u00e1ria de Sebastopol.\n\nFoi um conflito entre a R\u00fassia e uma coaliz\u00e3o formada por Reino Unido, Fran\u00e7a, Piemonte-Sardenha (na atual It\u00e1lia) e Imp\u00e9rio Turco-Otomano (atual Turquia).\n\nA guerra se estendeu de 1853 a 1856, na pen\u00ednsula da Crim\u00e9ia (no sul da Ucr\u00e2nia), no sul da R\u00fassia e nos B\u00e1lc\u00e3s. A coaliz\u00e3o, com o apoio da \u00c1ustria, \u00e9 formada como rea\u00e7\u00e3o \u00e0s pretens\u00f5es expansionistas russas.\n\n<strong>Guerra da Crim\u00e9ia &#8211; O que foi<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>Guerra da Crimeia<\/strong>\u00a0foi um conflito militar do s\u00e9culo 19 entre a R\u00fassia, de um lado, e a Fran\u00e7a, Gr\u00e3-Bretanha, o Imp\u00e9rio Otomano e o Reino da Sardenha, do outro. No final das contas, as for\u00e7as aliadas europeias prevaleceram e um tratado foi negociado com sucesso em Paris para encerrar a Guerra da Crimeia. Essa guerra \u00e9 particularmente not\u00e1vel porque marcou um importante ponto de transi\u00e7\u00e3o entre os m\u00e9todos hist\u00f3ricos de batalha e a guerra moderna, lan\u00e7ando as bases para os avan\u00e7os militares da Primeira Guerra Mundial.\n\nEste conflito come\u00e7ou em 1853, arrastando-se por 1856 e terminando com o Tratado de Paris. Aparentemente, a Guerra da Crimeia come\u00e7ou por causa de discuss\u00f5es sobre o controle de locais sagrados na Palestina.\n\nO Imp\u00e9rio Otomano controlava esses locais, mas os brit\u00e2nicos e os franceses disputavam um papel mais ativo na \u00e1rea, e os russos ficaram nervosos com o potencial de governan\u00e7a inglesa na regi\u00e3o.\n\nOs russos tamb\u00e9m estavam preocupados com a alian\u00e7a entre a Fran\u00e7a e o Reino Unido.\n\nNa verdade, embora as discuss\u00f5es sobre os locais sagrados possam ter desencadeado a Guerra da Crimeia, o conflito era na verdade sobre a divis\u00e3o do colapso do Imp\u00e9rio Otomano.\n\nAs na\u00e7\u00f5es vizinhas estavam bem cientes do fato de que o Imp\u00e9rio Otomano era extremamente inst\u00e1vel e de que grande parte do territ\u00f3rio da Europa Oriental e do Oriente M\u00e9dio se abriria em um v\u00e1cuo de poder.\n\nOs beligerantes na Guerra da Crimeia estavam interessados em garantir que tivessem a chance de controlar parte desse territ\u00f3rio e em evitar que seus inimigos se firmassem.\n\nA Pen\u00ednsula da Crim\u00e9ia, na atual Ucr\u00e2nia, foi um importante local de conflito na Guerra da Crimeia, embora as batalhas tamb\u00e9m tenham ocorrido no oeste da Turquia e ao longo do Mar B\u00e1ltico.\n\nO Cerco de Sebastopol foi um dos eventos mais memor\u00e1veis da Guerra da Crimeia, com mais de 100.000 russos morrendo durante esta batalha prolongada pela cidade de Sebastopol.\n\nUm dos resultados mais positivos da Guerra da Crimeia foi uma reforma na medicina militar, liderada por Florence Nightingale. Esta mulher vitoriana \u00e9 creditada por apresentar as mulheres aos cuidados m\u00e9dicos no campo de batalha e por reformar as condi\u00e7\u00f5es em hospitais militares para melhorar os resultados m\u00e9dicos para soldados feridos.\n\nA Guerra da Crim\u00e9ia tamb\u00e9m marcou a introdu\u00e7\u00e3o de trincheiras, artilharia mais precisa, o tel\u00e9grafo militar e o uso militar de ferrovias, muito longe dos conflitos anteriores, nos quais as mensagens eram transportadas na velocidade do cavalo mais r\u00e1pido e as tropas se moviam a p\u00e9 ritmo.\n\n<strong>Guerra da Crim\u00e9ia &#8211; Tratado de Paris<\/strong>\n\nA guerra terminou com a derrota russa e o tratado de Paris de 1856.\n\nPor esse tratado, a R\u00fassia devolve o sul da Bessar\u00e1bia e a embocadura do rio Dan\u00fabio para a Turquia e \u00e9 proibida de manter bases ou for\u00e7as navais no mar Negro.\n\n<strong>Guerra da Crim\u00e9ia &#8211; Novas Hostilidades<\/strong>\n\nNa Confer\u00eancia de Londres, em 1875, a R\u00fassia obt\u00e9m o direito de livre tr\u00e2nsito nos estreitos de B\u00f3sforo e Dardanelos; em 1877, inicia nova guerra contra a Turquia.\n\nEm 1877, os russos invadem os B\u00e1lc\u00e3s em consequ\u00eancia da repress\u00e3o turca a revoltas de eslavos balc\u00e2nicos. Diante da oposi\u00e7\u00e3o das grandes pot\u00eancias, os russos recuam outra vez. O Congresso de Berlim, em 1878, consagra a independ\u00eancia dos Estados balc\u00e2nicos e as perdas turcas de Chipre, para o Reino Unido, da Arm\u00eania e parte do territ\u00f3rio asi\u00e1tico para a R\u00fassia e da B\u00f3snia-Herzeg\u00f3vina para o Imp\u00e9rio Austro-H\u00fangaro.\n\nEm 1895 o Reino Unido apresenta um plano de partilha da Turquia, recha\u00e7ado pela Alemanha, que prefere garantir para si concess\u00f5es ferrovi\u00e1rias. Nos B\u00e1lc\u00e3s, no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, o crescente nacionalismo eslavo contra a presen\u00e7a turca leva a regi\u00e3o \u00e0 primeira das Guerras Balc\u00e2nicas.\n\n<strong>Guerra da Crim\u00e9ia (1853 \u2013 1856)<\/strong>\n\n<strong>HIST\u00d3RIA<\/strong>\n\nNunca existe um motivo \u00fanico para justificar uma guerra.\n\nDesentendimentos, disputas, diferen\u00e7as de opini\u00e3o e de cren\u00e7as v\u00e3o se acumulando ao longo dos anos e acabam sendo as verdadeiras raz\u00f5es de conflitos.\n\nO chamado \u201cmotivo\u201d costuma ser apenas a \u201cgota d\u2019\u00e1gua\u201d.\n\n<strong>O PANO DE FUNDO<\/strong>\n\nA ironia da frustrada invas\u00e3o russa por Napole\u00e3o em 1812 foi ter permitido e encorajado os Romanovs a adquirirem import\u00e2ncia na cena internacional. A R\u00fassia de Catarina, a Grande (1729-1796) havia sido significantemente pr\u00f3-brit\u00e2nica. Seu sucessor, Paulo I (1796-1801) tendia para Bonaparte, mas n\u00e3o viveu muito. Seu filho, Alexandre I (1801-1825) rapidamente realinhou a R\u00fassia com os brit\u00e2nicos at\u00e9 o fim das Guerras Nepole\u00f4nicas.\n\nAp\u00f3s a morte de Alexandre I em 1825, tudo mudou. Foi sucedido por seu irm\u00e3o, Nicolau I (1825-1855), um tirano obcecado com expans\u00e3o territorial.\n\n<strong>Isto levou a dois novos pontos de atrito na fronteira sul da R\u00fassia:<\/strong>\u00a0na tentativa de tomar a Crim\u00e9ia do Imp\u00e9rio Turco e na tentativa de desestabilizar os brit\u00e2nicos na \u00cdndia. Esta \u00faltima ficou conhecida entre os brit\u00e2nicos como o \u201cGrande Jogo\u201d e, entre os russos, como \u201cTorneio das Sombras\u201d. Seguiu-se um per\u00edodo de pequenos levantes e guerras locais, culminando com a Primeira Guerra do Afeganist\u00e3o (1839-1842). A \u201cFronteira Noroeste\u201d (as terras entre o Afeganist\u00e3o e o Paquist\u00e3o atual, onde se escondiam os Talibans e a Al Qaeda at\u00e9 2001) do Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico continuariam sendo um problema por mais um s\u00e9culo de \u201cGrande Jogo\u201d.\n\n<strong>A GOTA D\u2019\u00c1GUA<\/strong>\n\nA Guerra da Crim\u00e9ia se estendeu de 1854 a 1856.\n\nAparentemente come\u00e7ou com uma discuss\u00e3o entre monges ortodoxos russos e cat\u00f3licos franceses sobre quem teria preced\u00eancia sobre os locais sagrados em Jerusal\u00e9m e Nazar\u00e9. Em 1853 os \u00e2nimos se acirraram resultando em viol\u00eancia e casos de morte em Bel\u00e9m.\n\n<strong>O Czar Nicolau I aproveita o incidente, provavelmente preparado<\/strong>: alega estar defendendo os crist\u00e3os que habitavam os dom\u00ednios do sult\u00e3o turco e seus templos na Terra Santa. Envia ent\u00e3o tropas para ocupar a Mold\u00e1via e Val\u00e1quia (a atual Rom\u00eania \u2013 veja no mapa em 2). Em resposta, os turcos declaram guerra \u00e0 R\u00fassia.\n\nCom a guerra declarada, a frota russa destruiu a flotilha turca em Sinope, no Mar Negro.\n\nEra mais movimento de ataque no \u201cTorneio das Sombras\u201d, calculado para aumentar a presen\u00e7a russa no Mar Negro e, desta forma, ampliar sua influ\u00eancia por todo o Mediterr\u00e2neo e no Oriente M\u00e9dio.\n\nPara evitar a expans\u00e3o russa, os brit\u00e2nicos e franceses abandonaram uma rivalidade secular e decidiram se declarar a favor dos turcos em 28 de Mar\u00e7o de 1854.\n\n<strong>A Rainha Victoria, fazendo o \u201cGrande Jogo\u201d, e Louis Napole\u00e3o III, imperador da Fran\u00e7a e sobrinho de Napole\u00e3o I, ansioso por repetir o sucesso militar do tio, enviam for\u00e7as expedicion\u00e1rias para os b\u00e1lcans:<\/strong>\u00a0os brit\u00e2nicos comandados pelo General Lord Reglan, que havia participado da batalha de Waterloo; os franceses comandados pelo Marechal St. Arnaud e, depois da sua morte causada pela c\u00f3lera, pelo General Canrobert, ambos veteranos das guerras francesas na Alg\u00e9ria; os turcos pelo General Omar Pasha.\n\nEm Setembro de 1854 os russos j\u00e1 haviam sido expulsos da Mold\u00e1via e da Val\u00e1quia. A guerra deveria ter terminado neste ponto, mas Lord Palmerstone, primeiro ministro brit\u00e2nico, decidiu que a grande base naval russa em Sabastopol constitu\u00eda uma amea\u00e7a direta \u00e0 seguran\u00e7a da regi\u00e3o no futuro. As for\u00e7as expedicion\u00e1rias, ent\u00e3o, se dirigem para a pen\u00ednsula da Crim\u00e9ia.\n\n<strong>O DESENROLAR DA GUERRA<\/strong>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Guerra da Crim\u00e9ia\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra7.jpg\" alt=\"Guerra da Crim\u00e9ia\" width=\"376\" height=\"291\" \/><strong>\nA pen\u00ednsula da Crim\u00e9ia<\/strong><\/p>\nApesar da vit\u00f3ria, os brit\u00e2nicos e seus aliados foram pouco competentes. A Guerra da Crim\u00e9ia tornou-se sin\u00f4nimo de comando pobre e de fiasco em log\u00edstica.\n\nEm 20 de Setembro de 1854 os aliados enfrentaram os russos em Alma.\n\n<strong>Foi adotado um plano simples:\u00a0<\/strong>os franceses contornariam o flanco esquerdo (do lado do mar) do inimigo e, logo ap\u00f3s, os brit\u00e2nicos fariam um assalto frontal.\n\nDevido \u00e0 primeira de uma s\u00e9rie de trapalhadas que caracterizaram esta guerra, os brit\u00e2nicos foram obrigados a atacar antes dos franceses terem alcan\u00e7ado seu objetivo.\n\nLord Raglan avan\u00e7ou tanto que passou a dirigir a batalha atr\u00e1s das linhas russas.\n\nAp\u00f3s cerca de 3 horas, os russos estavam completamente batidos e fugiram em debandada. Lord Reglan quis persegu\u00ed-los, por\u00e9m o Marechal St. Arnaud n\u00e3o concordou.\n\nO ex\u00e9rcito russo pode voltar para Sabastopol e o Tenente Coronel Todleben, um jovem g\u00eanio engenheiro militar, come\u00e7ou a preparar as defesas da cidade.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Guerra da Crim\u00e9ia\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra6.jpg\" alt=\"Guerra da Crim\u00e9ia\" width=\"335\" height=\"260\" \/><strong>\nBalaclava (1854)<\/strong><\/p>\nAs for\u00e7as aliadas decidiram cercar Sebastopol. Os brit\u00e2nicos tomaram Balaclava sem derramamento de sangue e a\u00ed estabeleceram sua base de suprimentos.\n\nOs franceses tomaram o porto de Kamiesch que estava sem defesa. Come\u00e7aram a chegar armas e muni\u00e7\u00e3o para o cerco. Em 17 de Outubro de 1854 os aliados come\u00e7aram a bombardear Sebastopol e, depois de dois dias de intenso bombardeio, n\u00e3o havia sinais de sucesso. Ao inv\u00e9s de se intimidar, em 25 de Outubro de 1854 o General Menschikoff ataca a mil\u00edcia turca, que n\u00e3o suporta o ataque e recua.\n\nOutra for\u00e7a russa ataca as for\u00e7as brit\u00e2nicas que fica ocupada repelindo os cossacos. Enquanto isto, os russos estavam calmamente recolhendo as armas brit\u00e2nicas deixadas para tr\u00e1s pelos turcos.\n\nLord Raglan passou a enviar ordens desesperadamente para a Brigada de Cavalaria Ligeira e para a sua infantaria, na tentativa de evitar que os russos se apoderassem das armas.\n\nFinalmente uma das suas ordens foi obedecida e o ataque da Cavalaria Ligeira come\u00e7ou \u2013 na dire\u00e7\u00e3o completamente errada!\n\nDez dias depois, os russos atacaram novamente.\n\n<strong>A Batalha de Inkermann, como ficou conhecida, foi uma verdadeira carnificina<\/strong>: o n\u00famero de russos mortos foi maior que o n\u00famero de soldados aliados atacados.\n\nAp\u00f3s esta batalha as condi\u00e7\u00f5es do tempo pioraram muito e as atividades dos aliados se restringiam em manter o cerco de Sebastopol. Durante o inverno de 1854\/1855, a falta de suprimentos dos militares brit\u00e2nicos acabaram matando quatro vezes mais homens do que a a\u00e7\u00e3o do inimigo \u2013 milhares morreram de doen\u00e7as, exposi\u00e7\u00e3o ao frio e m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o.\n\nUm regimento de mais de mil integrantes, em Janeiro de 1855 estava reduzido a sete homens. Com a chegada da primavera come\u00e7aram a vir agasalhos e roupas de inverno da Inglaterra. Era um pouco tarde!\n\nOs ataques dos aliados falharam repetidamente da mesma forma que as tentativas dos russos em expuls\u00e1-los. Lord Raglan n\u00e3o resiste e morre em 28 de Junho de 1855. Finalmente, em 8 de Setembro de 1855, os aliados tentam novamente tomar Sebastopol. Os franceses tiveram sucesso, os brit\u00e2nicos falharam mais uma vez.\n\nOs russos s\u00e3o obrigados a recuar depois de uma defesa excepcional que manteve as melhores tropas do mundo paralisadas por mais de onze meses.\n\nAp\u00f3s a queda de Sabastopol, a guerra da Crim\u00e9ia chegou ao fim. Apesar disso, as hostilidades ainda persistiram at\u00e9 Fevereiro de 1856 e a paz s\u00f3 foi declarada no final de Mar\u00e7o do mesmo ano.\n\nAos combatentes restou a medalha \u201cVictoria Regina\u201d, das quais foram distribu\u00eddas 275.000.\n\n<strong>O TEL\u00c9GRAFO EL\u00c9TRICO<\/strong>\n\nO desenvolvimento do tel\u00e9grafo el\u00e9trico e o \u201cGrande Jogo\/Torneio das Sombras\u201d s\u00e3o fatos aparentemente isolados que acabaram se encontrando na Guerra da Crim\u00e9ia.\n\nFoi a primeira guerra de porte que aconteceu na era do tel\u00e9grafo el\u00e9trico e suas batalhas acabaram sendo o batismo de fogo desta nova tecnologia.\n\nO tel\u00e9grafo da Crim\u00e9ia possu\u00eda dois aspectos distintos, ou seja, um sistema telegr\u00e1fico de oito esta\u00e7\u00f5es ao redor de Balaclava e um cabo submarino.\n\nOs fios da rede de oito esta\u00e7\u00f5es foram puxados pela equipe do coronel Stopford, do Royal Engineers, que terminou a opera\u00e7\u00e3o em apenas algumas semanas. O cabo submarino, que atravessava 550 km do Mar Negro ao longo da costa da atual Bulg\u00e1ria, ligava as esta\u00e7\u00f5es a Varna. Em Abril de 1855 o cabo submarino estava operando e, pela primeira vez na hist\u00f3ria das guerras, colocou comandantes da frente de batalha em contato direto e quase que imediato com seus respectivos departamentos de guerra.\n\n<strong>Entretanto, as rea\u00e7\u00f5es \u00e0 nova tecnologia foram diversas:<\/strong>\u00a0enquanto Napole\u00e3o III manteve contatos pessoais e diretos com o comando das for\u00e7as francesas, os brit\u00e2nicos usavam o sistema como uma via para burocratas subalternos criarem problemas administrativos por causas fortuitas. O pre\u00e7o pago pelos brit\u00e2nicos foi muito alto, como j\u00e1 vimos nos relatos de guerra acima citados.\n\nOs russos, por sua vez, ampliaram com urg\u00eancia seu sistema telegr\u00e1fico Siemens e Halske existente em Odessa. Se apressaram em puxar fios at\u00e9 Sebastopol mas, quando finalmente o sistema entrou em opera\u00e7\u00e3o, foi para avisar Moscou que a cidade estava prestes a capitular. A cifra polialfab\u00e9tica de Vigen\u00e8re foi um dos principais c\u00f3digos utilizados pelos russos.\n\nAlega-se que este tenha sido o motivo do sil\u00eancio sepulcral que envolveu a quebra do sistema de Vigen\u00e8re pelo cientista brit\u00e2nico Charles Babbage.\n\n<strong>A Crim\u00e9ia &#8211; Rep\u00fablica Aut\u00f4noma da Crim\u00e9ia<\/strong>\n\n<strong>A Crim\u00e9ia (ou Crimeia) (oficialmente Rep\u00fablica Aut\u00f4noma da Crim\u00e9ia, ucraniano (translitera\u00e7\u00e3o):<\/strong>\u00a0Avtonomna Respublika Krym, \u00e9 uma pen\u00ednsula e uma rep\u00fablica aut\u00f4noma da Ucr\u00e2nia situada na costa setentrional do Mar Negro.\n\nEra chamada Chersoneso T\u00e1urico ou C\u00edtia (Chersonesus Taurica ou Scythica) pelos gregos antigos.\n\n<strong>Seu nome atual deriva-se do seu nome t\u00e1rtaro Qirim, atrav\u00e9s do russo:<\/strong>\u00a0Krym.\n\n<strong>Crim\u00e9ia &#8211; Geografia<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>Crim\u00e9ia\u00a0<\/strong>faz fronteira com a regi\u00e3o do Kherson ao norte, com o Mar Negro ao sul e ao oeste e com o Mar de Azov ao leste. Tem uma \u00e1rea de 26000 km\u00b2, com uma popula\u00e7\u00e3o de 2,1 milh\u00f5es de habitantes (2000).\n\nSua capital \u00e9 Simferopol.\n\nA\u00a0<strong>Crim\u00e9ia\u00a0<\/strong>conecta-se ao resto da Ucr\u00e2nia pelo istmo de Perekop, largo de 5 a 7 km. No extremo oriental encontra-se a pen\u00ednsula de Kerch, que est\u00e1 diretamente em face da pen\u00ednsula de Taman, em terras russas.\n\nEntre as pen\u00ednsulas de Kerch e Taman encontra-se o Estreito de Kerch, com 4,5 a 15 km de largura, que liga o Mar Negro ao Mar de Azov.\n\nA costa da Crim\u00e9ia \u00e9 repleta de ba\u00edas e portos. Esses portos encontram-se no lado ocidental do Istmo de Perekop, na Ba\u00eda de Karkinit; no sudoeste, na ba\u00eda aberta de Kalamita, com os portos de Eupatoria, Sebastopol e Balaklava; na Ba\u00eda de Arabat, no lado norte do Istmo de Yenikale ou Kerch; e na Ba\u00eda de Kaffa ou Feodosiya (Theodosia), com o porto hom\u00f4nimo no lado sul.\n\nA costa sudeste \u00e9 flanqueada a uma dist\u00e2ncia de 8 a 12 km do mar por uma cadeia de montanhas, a Yaila-Dagh, (montanhas tamb\u00e9m conhecidas como Cordilheira da Crim\u00e9ia).\n\nEssas montanhas s\u00e3o acompanhadas por uma segunda cadeia paralela. 75% do resto da superf\u00edcie da Crim\u00e9ia consiste de pradarias semi\u00e1ridas, uma continua\u00e7\u00e3o sul das estepes Pontic, que se inclinam levemente para o nordeste a partir dos p\u00e9s do Yayla-Dagh. A cadeia principal dessas montanhas ergue-se abruptamente do fundo do Mar Negro, alcan\u00e7ando uma altitude de 600 a 750 metros, come\u00e7ando no sudoeste da pen\u00ednsula, chamado Cabo Fiolente (ant. Parthenium). Era esse cabo que, sup\u00f5e-se, era coroado com o templo de Art\u00eamis, onde Efig\u00eania teria exercido como sacerdotisa.\n\nDiversos kurgans, ou restos de sepulturas, dos antigos citas espalham-se atrav\u00e9s das estepes da Crim\u00e9ia.\n\nDurante os anos de poder sovi\u00e9tico, as vilas e as dachas da costa da Crim\u00e9ia eram privil\u00e9gio dos politicamente fi\u00e9is ao regime. Tamb\u00e9m encontram-se vinhedos e pomares nessa regi\u00e3o; a pesca, a minera\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o de diversos \u00f3leos tamb\u00e9m s\u00e3o importantes. In\u00fameros edif\u00edcios da fam\u00edlia imperial russa tamb\u00e9m embelezam a regi\u00e3o, assim como pitorescos castelos gregos e medievais.\n\n<strong>Guerra da Crim\u00e9ia &#8211; Resumo<\/strong>\n\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-157715 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra10.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"235\" \/>\n<p align=\"center\"><strong>Desembarque de tropas nas Ilhas Aland, no B\u00e1ltico, agosto de 1854<\/strong><\/p>\n<strong>Guerra da Crim\u00e9ia (1853 \u2013 1856)<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>Rep\u00fablica Aut\u00f4noma da Crim\u00e9ia<\/strong>\u00a0\u00e9 parte administrativa territorial da Ucr\u00e2nia, situada no territ\u00f3rio da Pen\u00ednsula da Crim\u00e9ia.\n\nA\u00a0<strong>Crim\u00e9ia\u00a0<\/strong>\u00e9 banhada pelas \u00e1guas do Mar Negro e Mar de Azov. Ao Norte a Pen\u00ednsula da Crim\u00e9ia est\u00e1 ligada \u00e0 plan\u00edcie centro-europ\u00e9ia pelo estreito de Perekop, cuja largura \u00e8 de 8 km. Da Pen\u00ednsula de Tamansk (Federa\u00e7\u00e3o Russa) a Crim\u00e9ia est\u00e1 separada pelo canal de Kerch (4-15 km).\n\nO comprimento da Pen\u00ednsula de norte a sul \u00e9 de 200 km., de leste a oeste 320 km. A \u00e1rea total \u00e9 de 25.881 km2.\n\nA capital da Rep\u00fablica Aut\u00f4noma da Crim\u00e9ia \u00e9 a cidade de Simferopol.\n\nAs descobertas arqueol\u00f3gicas mais antigas nesta regi\u00e3o s\u00e3o datadas com a era do m\u00e9dio paleolito (cerca de 100 mil anos atr\u00e1s), encontradas nas cavernas de Kiik-Koba e outras.\n\nOs mais antigos habitantes da Crim\u00e9ia, conhecidos de fontes ass\u00edrias e antigas, foram os quim\u00e9rios (s\u00e9c. XII-VII antes da nossa era).\n\nUm dos povos mais antigos da Crim\u00e9ia eram os t\u00e1vros, que habitavam as encostas e as montanhas da Crim\u00e9ia, bem como a margem sul do Mar Negro.\n\nAs primeiras not\u00edcias sobre eles encontram-se em autores da antiguidade. Dos t\u00e1vros prov\u00e9m a antiga denomina\u00e7\u00e3o da parte montanhosa e litor\u00e2nea da Crim\u00e9ia ? T\u00e1vrica, T\u00e1vria, T\u00e1vrida.\n\nAs \u00faltimas mem\u00f3rias dos t\u00e1vros (tavro-citas) referem-se ao s\u00e9c. X antes da nossa era. Os t\u00e1vros legaram significativa mem\u00f3ria na cultura dos povos da Crim\u00e9ia, especialmente material. Muitas aldeias dos citas, dos gregos, dos romanos, dos bizantinos e depois dos t\u00e1rtaros foram criadas sobre os fundamentos das cidades e fortalezas dos t\u00e1vros.\n\nNos s\u00e9c. VII-VI antes da nossa era surgem no litoral da Crim\u00e9ia col\u00f4nias gregas. As mais importantes delas eram Khersoneso (pr\u00f3xima \u00e0 atual cidade de Sevastopol), Theod\u00f3cia, Kerkenityda e outras.\n\nParte destas cidades-estados estava unificada ao Reino do B\u00f3sforo, cuja capital era a cidade de Pantikapei (hoje Kerch).\n\nNo s\u00e9c. VII antes da nossa era parte da Crim\u00e9ia foi conquistada pelos citas.\n\nConforme informa\u00e7\u00f5es do antigo historiador grego Her\u00f3doto o territ\u00f3rio b\u00e1sico de resid\u00eancia dos citas eram as estepes entre a foz do Dan\u00fabio e do rio Don, incluindo as estepes da Crim\u00e9ia e os distritos pr\u00f3ximos ao litoral norte do Mar Negro.\n\nPor press\u00e3o dos s\u00e1rmatas em fins do s\u00e9c. III antes da nossa era, o estado dos citas diminuiu significativamente. Os citas foram for\u00e7ados a transferir sua capital das margens do rio Dnipr\u00f3 para a Crim\u00e9ia, onde surgiu \u00e0s margens do rio Salgyr (nas proximidades de Simferopil) a cidade de Neapol dos citas, ou Ne\u00e1polis. O reino dos citas na Crim\u00e9ia alcan\u00e7ou o seu apogeu no s\u00e9c. II antes da nossa era, quando os citas junto com os s\u00e1rmatas conquistaram \u00d3lvia, ocuparam parte dos dom\u00ednios do Khersoneso, na parte noroeste da Crim\u00e9ia e atacaram o Estado do B\u00f3sforo, ocupando-o aos poucos.\n\nO estado dos citas persistiu at\u00e9 a segunda metade do s\u00e9c. III da nossa era e foi destru\u00eddo pelos godos.\n\nDo s\u00e9c. I antes da nossa era at\u00e9 o s\u00e9c. IV da nossa era a Crim\u00e9ia estava sob a influ\u00eancia de Roma. Os legion\u00e1rios romanos avan\u00e7ando ao longo da costa do Mar Negro, deixavam suas guarni\u00e7\u00f5es nas fortalezas e progressivamente expulsaram os gregos da Crim\u00e9ia. Khersoneso tornou-se base da frota romana de guerra.\n\nCom a chegada dos romanos \u00e0 Crim\u00e9ia mudou de lugar o centro econ\u00f4mico. A margem norte do Mar Negro era fornecedora de produtos agr\u00edcolas, possu\u00eda desenvolvida base de fornecimento de mat\u00e9rias primas e um mercado praticamente ilimitado para a coloca\u00e7\u00e3o de produtos acabados.\n\nA partir do s\u00e9culo III da nossa era o territ\u00f3rio da pen\u00ednsula sofre invas\u00f5es de povos n\u00f4mades. Inicialmente eram os godos, que estabeleceram sua domina\u00e7\u00e3o sobre as regi\u00f5es das estepes e at\u00e9 sobre algumas cidades litor\u00e2neas. Foram expulsos por sua vez pelos hunos no final do s\u00e9c. IV.\n\nOs hunos destru\u00edram os reinos dos citas e do B\u00f3sforo e expulsaram parte dos godos para as montanhas da Crim\u00e9ia, cujo pequeno estado perdurou a\u00ed at\u00e9 o final do s\u00e9c. XV.\n\nNo final do s\u00e9c. VII quase toda a regi\u00e3o da margem norte do Mar Negro, as estepes da Crim\u00e9ia e a Sugd\u00e9ia foi ocupada pelos khozaros. No final do s\u00e9c. VIII praticamente todos os dom\u00ednios dos godos da Crim\u00e9ia estavam sob o seu protetorado.\n\nAs ocupa\u00e7\u00f5es seguintes sofridas pela Crim\u00e9ia ocorreram no in\u00edcio do s\u00e9c. X, quando os pechenigos tomaram o B\u00f3sforo e o Khersoneso, expulsando os khozaros.\n\nEstes n\u00f4mades asi\u00e1ticos n\u00e3o eram constitu\u00eddos por uma s\u00f3 etnia, mas por uma uni\u00e3o de tribos, que faziam parte do Khanato dos khozaros. Em meados do s\u00e9culo XI em raz\u00e3o da derrota na guerra com Biz\u00e2ncio, significativa parte deles foi for\u00e7ada a abandonar a Crim\u00e9ia.\n\nOs polovtzi ou kypchaky apareceram na Crim\u00e9ia nos s\u00e9c. X-XI. O horda dos polovtzi floresceu na Crim\u00e9ia at\u00e9 o s\u00e9c. XIII, quando ocorreu o confronto com a Horda Dourada.\n\nA Horda Dourada penetrou na Crim\u00e9ia em 1223.\n\nA partir do s\u00e9c. V importante parte da Crim\u00e9ia estava sob a influ\u00eancia do Imp\u00e9rio Bizantino, que manteve a\u00ed seus dom\u00ednios at\u00e9 o s\u00e9c. XV.\n\nDo in\u00edcio do s\u00e9c. VI as terras da Crim\u00e9ia come\u00e7aram a interessar tamb\u00e9m a tribos eslavas. Aqui surgiam col\u00f4nias eslavas, da\u00ed disseminava-se o cristianismo para a Rush.\n\nNa parte oriental da pen\u00ednsula da Crim\u00e9ia existia durante os s\u00e9c. X-XII o Principado de Tmutarakansk, que era parte da Estado de Kyiv.\n\nAp\u00f3s a tomada de Constantinopla pelos Cruzados em 1204, Biz\u00e2ncio perdeu grande parte da sua influ\u00eancia sobre a pen\u00ednsula. A seguir a Crim\u00e9ia tornou-se objeto da expans\u00e3o dos venezianos e genoveses. Kafa (Theodocia) tornou-se o porto central de com\u00e9rcio. Nos s\u00e9c. XIII-XV as margens montanhosas e as montanhas da Crim\u00e9ia tornaram-se col\u00f4nia genovesa, cujo nome era Gaz\u00e1ria. Neste per\u00edodo, ap\u00f3s a queda do estado medieval arm\u00eanio, para c\u00e1 migram os arm\u00eanios (s\u00e9c. XIV), e, um pouco antes (s\u00e9c. XIII), os hebreus.\n\nA tomada de Constantinopla pelos turcos em 1453 cortou as col\u00f4nias genovesas da metr\u00f3pole, o que foi uma das causas de sua decad\u00eancia. Em 1475, ap\u00f3s siti\u00e1-la por longo tempo, os turcos conquistaram Kafa, e em seguida todo o litoral da Crim\u00e9ia, quando ent\u00e3o entraram em confronto com os t\u00e1rtaros, que dominavam as estepes da Crim\u00e9ia desde 1239 e eram uma vila da Horda Dourada.\n\nPela primeira vez os t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia fizeram uma tentativa para obter a independ\u00eancia da Horda Dourada sob o comando do Khan Nora\u00ed, mas ap\u00f3s sua morte (aprox. em 1290) foram novamente dominados pela Horda Dourada.\n\nDurante a luta pela independ\u00eancia da Horda Dourada destacou-se a dinastia dos Hir\u00e9is, cujo primeiro representante Khadzi-Hir\u00e9i criou em 1425 o Khanato independente da Crim\u00e9ia, e em 1432 transferiu a capital para Bakhtzysarai.\n\nAp\u00f3s a conquista pelos turcos da margem sul da Crim\u00e9ia o Khan Mengli-Hir\u00e9i reconheceu em 1478 a depend\u00eancia de vassalo do sult\u00e3o. A dinastia dos Hir\u00e9is esteve no poder at\u00e9 1783.\n\nSob o poder do Imp\u00e9rio otomano a Crim\u00e9ia gozava de significativa autonomia. Os t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia preservaram muitas tradi\u00e7\u00f5es mong\u00f3is. Os governantes eram escolhidos em assembl\u00e9ias dos not\u00e1veis (kurultais), e os sult\u00f5es turcos somente confirmavam a escolha. Os Hir\u00e9is mantinham pol\u00edtica externa independente.\n\nAlgumas vezes os t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia faziam acordos pol\u00edtico-militares com a Ucr\u00e2nia. Ap\u00f3s o acordo de paz de 24.12.1624 o Khan t\u00e1rtaro fez acordo com o H\u00e9tman M. Doroshenko.\n\nOs Koz\u00e1kos ajudavam ao Khan Schagin-Hir\u00e9i em suas atividades militares. Contudo ap\u00f3s a vit\u00f3ria da fra\u00e7\u00e3o pr\u00f3-turca e com a morte de M. Doroshenko em 1628 os Koz\u00e1kos foram for\u00e7ados a abandonar a Crim\u00e9ia.\n\nEm 1648 o H\u00e9tman B. Khmelnytskyj firmou acordo com o Khan Islam-Hir\u00e9i III, e o ex\u00e9rcito dos t\u00e1rtaros auxiliou os Koz\u00e1kos na obten\u00e7\u00e3o da vit\u00f3ria na batalha de Korsunh (1648) e na batalha de Zboriv (1649).\n\nO H\u00e9tman I. Vyhovskyj renovou a alian\u00e7a com o Khan da Crim\u00e9ia e em 1659 batalh\u00f5es do ex\u00e9rcito dos t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia tomaram parte na batalha de Konotop.\n\nO H\u00e9tman P. Doroshenko tamb\u00e9m mantinha boas rela\u00e7\u00f5es com o Khanato da Crim\u00e9ia.\n\nAp\u00f3s a assinatura da Paz eterna em 1692 P. Ivanenko fez acordo com o Khan Selim-Hir\u00e9i, o qual o reconheceu como H\u00e9tman da Ucr\u00e2nia.\n\nEm 1711 o H\u00e9tman P. Orlyk assinou acordo com o Khan da Crim\u00e9ia Devlet-Hir\u00e9i II.\n\nDa segunda metade do s\u00e9c. XVIII o Khanato da Crim\u00e9ia entrou em decad\u00eancia e perdeu definitivamente a independ\u00eancia em decorr\u00eancia das guerras russo-turcas.\n\nOs ex\u00e9rcitos russos entraram pela primeira vez na Crim\u00e9ia durante a guerra russo-turca de 1736-1739. Durante uma seguinte semelhante guerra em 1768-1774 os ex\u00e9rcitos comandados pelo Pr\u00edncipe V. Dolgorukyj em 1771 dominaram todo o territ\u00f3rio da Khanato.\n\nPelo tratado de Kiuchyk-Kainardziisk em 1774 a Crim\u00e9ia foi declarada independente da Turquia.\n\nEm 09.04.1783 por press\u00e3o do governo da Catarina II o \u00faltimo Khan Shagin-Hir\u00e9i renunciou ao trono e a Crim\u00e9ia foi anexada ao Imp\u00e9rio russo. Inicialmente a Crim\u00e9ia passou a integrar a prov\u00edncia de Novorosiisk, e em 1802 passou a constituir a espec\u00edfica Governadoria de T\u00e1vria com centro na cidade de Simferopol.\n\nAproveitando a situa\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica favor\u00e1vel da Crim\u00e9ia, o governo dos czares tomou a decis\u00e3o de fundar a cidade de Sebastopol e de transform\u00e1-la na principal base da frota do Mar Negro.\n\nDurante o s\u00e9culo XIX o governo dos czares implantou a pol\u00edtica da coloniza\u00e7\u00e3o da Crim\u00e9ia por conta de emigrantes de outros pa\u00edses. Assim at\u00e9 a metade do s\u00e9c. XIX transferiram-se para aqui, para estadia permanente, acima de 10 mil alem\u00e3es, acima de 15 mil b\u00falgaros, v\u00e1rias centenas de fam\u00edlias de italianos, e outros. Ao mesmo tempo foram expatriados em parte os arm\u00eanios e hebreus da Crim\u00e9ia.\n\nPor outro lado o mais potente fluxo de colonizadores veio da Ucr\u00e2nia e da R\u00fassia.\n\nEm 1897da popula\u00e7\u00e3o da Crim\u00e9ia os ucranianos e russos constitu\u00edam 45%, os alem\u00e3es\u00a0 5,8%, os hebreus\u00a0 5,3%, os gregos 3,1%, os cara\u00edmos e b\u00falgaros\u00a0 1% cada.\n\n<strong>Ap\u00f3s a revolu\u00e7\u00e3o russa de 1917 na Crim\u00e9ia formaram-se algumas tend\u00eancias pol\u00edticas:<\/strong>\n<blockquote><strong>1) a russa ?\u00a0<\/strong>partid\u00e1rios da perman\u00eancia da Crim\u00e9ia como parte da R\u00fassia;<strong>\n2) a t\u00e1rtaro-crim\u00e9ia,<\/strong>\u00a0que ansiava inicialmente pela autonomia, e posteriormente pela total independ\u00eancia;<strong>\n3) ucraniana ?\u00a0<\/strong>que ansiava pela inclus\u00e3o da Crim\u00e9ia como parte integrante da Ucr\u00e2nia.<\/blockquote>\nEm abril de 1918 os ex\u00e9rcitos ucranianos entraram em Simferopol e Bakhtzysarai. Mas por press\u00e3o do comando alem\u00e3o as partes ucranianas foram for\u00e7adas a abandonar a Crim\u00e9ia, o que levou \u00e0 perda da frota do Mar Negro, em cujos navios j\u00e1 estavam i\u00e7adas as bandeiras de estado da Rep\u00fablica Popular Ucraniana.\n\nEm outubro de 1918 foi pactuado um acordo preliminar, em base ao qual a Crim\u00e9ia deveria integrar a Ucr\u00e2nia, obtendo autonomia interna ? parlamento pr\u00f3prio, forma\u00e7\u00e3o territorial do ex\u00e9rcito e administra\u00e7\u00e3o. A queda do poder do H\u00e9tman P. Skoropatskyj p\u00f4s fim nos planos de unifica\u00e7\u00e3o da Crim\u00e9ia com a Ucr\u00e2nia.\n\nEm novembro de 1920 os bolcheviques ocuparam a Crim\u00e9ia pela terceira vez, e em 18.10.1921 V. Ulianov assinou o decreto\n\nSobre a cria\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica Socialista Sovi\u00e9tica Aut\u00f4noma da Crim\u00e9ia como parte da Rep\u00fablica Socialista Sovi\u00e9tica Federativa Russa nos limites da Pen\u00ednsula da Crim\u00e9ia.\n\nDeclaravam-se l\u00ednguas oficiais a russa e a t\u00e1rtara da Crim\u00e9ia.\n\nA partir do ano 1920 utilizou-se a pol\u00edtica da tartariza\u00e7\u00e3o da Crim\u00e9ia. Sob a dire\u00e7\u00e3o do ativista t\u00e1rtaro da Crim\u00e9ia Veli Ibrahimov surgiu de 1923 a 1928 uma rede de institui\u00e7\u00f5es nacionais culturais e educativas.\n\nA pol\u00edtica da tartariza\u00e7\u00e3o foi extinta com repress\u00e3o em massa da elite pol\u00edtica e cultural local e com a deporta\u00e7\u00e3o de 35 a 40 mil t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia. Milhares de t\u00e1rtaros morreram durante a coletiviza\u00e7\u00e3o e a fome. Em 1938 a l\u00edngua t\u00e1rtara foi transposta \u00e0 for\u00e7a para os caracteres cir\u00edlicos. Tudo o que restava da autonomia da Crim\u00e9ia foi liquidado.\n\nNos anos da segunda guerra mundial 1939-1945 a Crim\u00e9ia, a partir de outubro de 1941 at\u00e9 maio de 1944 foi ocupada pelos ex\u00e9rcitos nazistas alem\u00e3es.\n\nEm 1941 as autoridades sovi\u00e9ticas deportaram 45 a 50 mil alem\u00e3es.\n\nAp\u00f3s a liberta\u00e7\u00e3o da Pen\u00ednsula dos hitleristas, por decis\u00e3o das autoridades da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica de 18 a 20 de maio de 1944 acima de 188 mil t\u00e1rtaros foram deportados para col\u00f4nias especiais para o Cazaquist\u00e3o e \u00c1sia Central, por alegada colabora\u00e7\u00e3o com o regime alem\u00e3o. Conforme diversas avalia\u00e7\u00f5es, nos primeiros anos de vida nas col\u00f4nias morreram de 42,5 a 50% dos t\u00e1rtaros deportados.\n\nEm junho de 1944 foram deportados da Crim\u00e9ia 20 mil gregos locais, 20 mil arm\u00eanios e 117 mil b\u00falgaros. A deporta\u00e7\u00e3o era uma das formas de destartariza\u00e7\u00e3o da Crim\u00e9ia (outras formas eram a destrui\u00e7\u00e3o de monumentos culturais e hist\u00f3ricos, mudan\u00e7a de nomes hist\u00f3ricos de localidades para, por exemplo, Sovi\u00e9tico, Primeiro de Maio, Ex\u00e9rcito Vermelho e povoamento dela com retirantes de outras regi\u00f5es da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica). No per\u00edodo ap\u00f3s a guerra a popula\u00e7\u00e3o da Crim\u00e9ia aumentou em quase 10 vezes.\n\nEm 30.06.1945 a Rep\u00fablica Socialista Sovi\u00e9tica Aut\u00f4noma da Crim\u00e9ia foi liquidada e em seu lugar criada uma simples prov\u00edncia integrante da Rep\u00fablica Socialista Sovi\u00e9tica Federativa Russa.\n\nEm 19.02.1954 a Presid\u00eancia do Parlamento da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica aprovou a solicita\u00e7\u00e3o da Presid\u00eancia do Parlamento da Rep\u00fablica Socialista Sovi\u00e9tica Federativa Russa e da Presid\u00eancia do Parlamento da Rep\u00fablica Socialista Sovi\u00e9tica da Ucr\u00e2nia quanto \u00e0 entrega da prov\u00edncia da Crim\u00e9ia para integrar a Ucr\u00e2nia.\n\nDiferentemente de outros povos deportados da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica os t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia n\u00e3o foram totalmente reabilitados at\u00e9 o final da exist\u00eancia do poder sovi\u00e9tico. Em 1956 eles foram liberados do controle administrativo, contudo sem direito de retorno \u00e0 sua p\u00e1tria.\n\nNos anos a partir de 1960 forma-se um movimento organizado de t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia. Ele toma formas legais (envio de peti\u00e7\u00f5es aos \u00f3rg\u00e3os sovi\u00e9ticos com a exig\u00eancia de permiss\u00e3o para o retorno \u00e0 Crim\u00e9ia), como formas ilegais (atividade de grupos nacionais jovens encabe\u00e7ados por M. Dzemilhov).\n\nEm setembro de 1967 retirou-se dos t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia a acusa\u00e7\u00e3o de colabora\u00e7\u00e3o com a Alemanha nazista. Neste mesmo ano 100 mil desses t\u00e1rtaros tentaram retornar \u00e0 Crim\u00e9ia, mas apenas 900 fam\u00edlias conseguiram se estabelecer ali.\n\nConforme os dados do censo de 1989 na Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica havia 272 mil t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia. Deles somente 28 mil viviam na Crim\u00e9ia. Durante os anos 1987-1989 renovou-se o movimento dos t\u00e1rtaros para o retorno \u00e0 Crim\u00e9ia. Em novembro de 1989 o Parlamento da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica condenou a deporta\u00e7\u00e3o dos t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia e permitiu seu retorno para a p\u00e1tria hist\u00f3rica.\n\nEm fins de junho de 1991 em Simferopol foi convocada a 2a (ap\u00f3s 1917) kurultai (assembleia), que elegeu o governo (medzilis) encabe\u00e7ado por M. Dzemilhov. Kurultai proclamou a Declara\u00e7\u00e3o da soberania nacional, aprovou o bandeira nacional (nele estava representado o s\u00edmbolo da dinastia do Hir\u00e9is em um fundo azul) e o hino nacional, renovou o uso do alfabeto latino.\n\nPelos dados oficiais, pela situa\u00e7\u00e3o no primeiro semestre de 2003, retornaram \u00e0 Rep\u00fablica Aut\u00f4noma da Crim\u00e9dia (sem considerar a cidade de Sebastopol) 265,5 mil repatriados, dos quais 262,3 mil t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia, 2,2 mil gregos, 0,6 mil alem\u00e3es, 0,4 arm\u00eanios, 0,3 mil b\u00falgaros.\n\n<strong>Os t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia repatriados retornaram dos pa\u00edses da Comunidade dos Estados Independentes:\u00a0<\/strong>Uzbequist\u00e3o (72% dos repatriados), Cazaquist\u00e3o, Tadziquist\u00e3o, Quirgu\u00edsia, R\u00fassia.\n\nHoje j\u00e1 se formaram na\u00a0<strong>Crim\u00e9ia<\/strong>\u00a0aproximadamente 300 vilas e conjuntos de resid\u00eancias compactas de repatriados.\n\nA adapta\u00e7\u00e3o, integra\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o dos repatriados se realiza de acordo com programas de longo prazo, aprovados por resolu\u00e7\u00f5es do Gabinete de Ministros da Ucr\u00e2nia.\n\nPelo programa em andamento de alojamento e instala\u00e7\u00e3o de t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia deportados e pessoas de outras nacionalidades, que retornaram para a Rep\u00fablica Aut\u00f4noma da Crim\u00e9ia para resid\u00eancia permanente (o Programa foi calculado para o per\u00edodo at\u00e9 2005 e aprovado pelo Gabinete de Ministros da Ucr\u00e2nia no dia 16 de maio de 2002) est\u00e1 previsto que o volume de recursos m\u00e9dios anuais a serem liberados pelo Or\u00e7amento P\u00fablico da Ucr\u00e2nia para as necessidades dos deportados para o respectivo per\u00edodo s\u00e3o de aproximadamente 49,4 milh\u00f5es de hryvnias, (especificamente, no ano 2002 foram liberados 50 milh\u00f5es de hryvnias, em 2003\u00a0 38,720 milh\u00f5es de hryvnias, em 2004 planeja-se liberar 40 milh\u00f5es de hryvnias).\n\nPara a realiza\u00e7\u00e3o do mencionado Programa no primeiro semestre de 2003 foram constru\u00eddos 8,4 mil metros quadrados de \u00e1reas residenciais, e em consequ\u00eancia disto 690 pessoas receberam suas moradias, o que significa 5,5 vezes mais que em per\u00edodo an\u00e1logo do ano de 2002.\n\nPara satisfazer as necessidades educacionais, culturais e de informa\u00e7\u00e3o dos t\u00e1rtaros deportados funcionam na Crim\u00e9ia 16 escolas com ensino em l\u00edngua t\u00e1rtara da Crim\u00e9ia, 62 escolas com ensino em duas l\u00ednguas (russa e t\u00e1rtara), nas quais foram criadas 133 salas com aprofundamento do aprendizado da l\u00edngua t\u00e1rtara.\n\nS\u00e3o publicados dois jornais em l\u00edngua t\u00e1rtara da Crim\u00e9ia (Kyyrym e Ianhi diunha).\n\nNa televis\u00e3o estatal Krym funciona uma reda\u00e7\u00e3o t\u00e1rtara.\n\nRecursos significativos s\u00e3o gastos para a prote\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o da heran\u00e7a hist\u00f3rico-cultural dos t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia. Especialmente, para os 150 anos da data de nascimento do not\u00e1vel educador t\u00e1rtaro da Crim\u00e9ia Ismail-bea Gasprynsky foi reformado o lugar da sua sepultura, est\u00e1 em andamento a reconstru\u00e7\u00e3o da Zyndzyrla em Bakhtzysarai e da mesquita Kebir-Dzami na cidade de Simferopol e de outros monumentos nacionais da hist\u00f3ria e cultura dos t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia.\n\nConforme Decreto do Presidente da Ucr\u00e2nia Sobre o 60\u00b0 anivers\u00e1rio da deporta\u00e7\u00e3o da Crim\u00e9ia de t\u00e1rtaros e pessoas de outras nacionalidades(de 15.09.2003), foi prevista, especificamente, a restaura\u00e7\u00e3o do pal\u00e1cio-museu de Bakhtzysarai, a realiza\u00e7\u00e3o de confer\u00eancias cient\u00edficas-pr\u00e1ticas, publica\u00e7\u00e3o de literatura popular, etc.\n\nCom o fim de resolver quest\u00f5es da \u00e1rea humanit\u00e1ria foram aprovados pelo Gabinete de Ministros da Ucr\u00e2nia o Programa de adapta\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o na sociedade ucraniana dos deportados t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia e pessoas de outras nacionalidades, renascimento e desenvolvimento de sua cultura e ensino (Resolu\u00e7\u00e3o do Gabinete de Ministros da Ucr\u00e2nia de 10 de janeiro de 2002) e Programa de est\u00edmulo para a inser\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o social da juventude t\u00e1rtara da Crim\u00e9ia para os anos de 2002-2005 (Resolu\u00e7\u00e3o do Gabinete de Ministros da Ucr\u00e2nia de 25 de janeiro de 2002).\n\nCom o fim de resolver harmoniosamente os problemas jur\u00eddicos e sociais ligados \u00e0 integra\u00e7\u00e3o dos t\u00e1rtaros da Crim\u00e9ia repatriados e a sociedade ucraniana atua um Conselho de representantes do povo t\u00e1rtaro da Crim\u00e9ia junto \u00e0 Presid\u00eancia da Ucr\u00e2nia.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.ucrania.org.br\/www.wisegeek.com\/www.numaboa.com.br\/www.geocities.yahoo.com.br\/www.nam.ac.uk\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guerra da Crim\u00e9ia, R\u00fassia, Hist\u00f3ria, Turquia, Fran\u00e7a, Torre, Tratado, Rep\u00fablica, Pen\u00ednsula, Governo, Batalha, O que foi, Guerra da Crim\u00e9ia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12040,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-21204","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Guerra da Crim\u00e9ia - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Guerra da Crim\u00e9ia - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Guerra da Crim\u00e9ia, R\u00fassia, Hist\u00f3ria, Turquia, Fran\u00e7a, Torre, Tratado, Rep\u00fablica, Pen\u00ednsula, Governo, Batalha, O que foi, Guerra da Crim\u00e9ia\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-01-04T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-09-01T15:37:10+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra7.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"501\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"397\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"31 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Guerra da Crim\u00e9ia\",\"datePublished\":\"2016-01-04T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T15:37:10+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/\"},\"wordCount\":6294,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Guerra7.jpg\",\"articleSection\":[\"Hist\u00f3ria Geral\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/\",\"name\":\"Guerra da Crim\u00e9ia - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Guerra7.jpg\",\"datePublished\":\"2016-01-04T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T15:37:10+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Guerra7.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Guerra7.jpg\",\"width\":501,\"height\":397},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/guerra-da-crimeia-3\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Guerra da Crim\u00e9ia\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Guerra da Crim\u00e9ia - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Guerra da Crim\u00e9ia - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Guerra da Crim\u00e9ia, R\u00fassia, Hist\u00f3ria, Turquia, Fran\u00e7a, Torre, Tratado, Rep\u00fablica, Pen\u00ednsula, Governo, Batalha, O que foi, Guerra da Crim\u00e9ia","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2016-01-04T00:00:00+00:00","article_modified_time":"2026-09-01T15:37:10+00:00","og_image":[{"width":501,"height":397,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra7.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"31 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Guerra da Crim\u00e9ia","datePublished":"2016-01-04T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T15:37:10+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/"},"wordCount":6294,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra7.jpg","articleSection":["Hist\u00f3ria Geral"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/","name":"Guerra da Crim\u00e9ia - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra7.jpg","datePublished":"2016-01-04T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T15:37:10+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra7.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra7.jpg","width":501,"height":397},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-da-crimeia-3\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Guerra da Crim\u00e9ia"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21204","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21204"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21204\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21205,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21204\/revisions\/21205"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12040"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21204"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21204"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21204"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}