{"id":21055,"date":"2015-12-29T00:00:00","date_gmt":"2015-12-29T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/feminismo-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:36:24","modified_gmt":"2026-09-01T15:36:24","slug":"feminismo-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/filosofia-2\/feminismo-3\/","title":{"rendered":"Feminismo"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Feminismo &#8211; O que \u00e9<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entende-se por\u00a0<strong>feminismo<\/strong>\u00a0um movimento social e pol\u00edtico que objetiva legitimar a igualdade de direitos entre os sexos masculino e feminino. E com isso, chegamos a um ponto chave para entender o que \u00e9 o\u00a0<b>feminismo<\/b>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adverso ao que algumas pessoas repetem \u00e0 exaust\u00e3o, o\u00a0<b>ant\u00f4nimo de feminismo n\u00e3o \u00e9 o machismo<\/b>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O\u00a0<b>machismo<\/b>\u00a0apregoa a superioridade do g\u00eanero masculino sobre o feminino a ponto de legitimar a desigualdade entre os sexos pelas mais variadas motiva\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O\u00a0<b>feminismo<\/b>, sem nenhuma pretens\u00e3o em \u201ctrocar seis por meia d\u00fazia\u201d, isto \u00e9, trocar o insustent\u00e1vel machismo por algo reverso, objetiva pensar a possibilidade efetiva de ambos os sexos serem tratados em condi\u00e7\u00e3o de igualdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 importante entender que a desigualdade entre homens e mulheres j\u00e1 fora inclusive objeto de dispositivos legais, inclusive no Brasil, a exemplo o\u00a0<b><em>C\u00f3digo Civil Brasileiro<\/em>\u00a0de 1916<\/b>\u00a0que estabelecia a subalternidade da mulher em rela\u00e7\u00e3o ao homem. Nesse referido c\u00f3digo, posteriormente revogado pelo\u00a0<em>C\u00f3digo de 2002<\/em>, o marido possu\u00eda o direito, prescrito em lei, de pedir a anula\u00e7\u00e3o do casamento se percebesse que a esposa n\u00e3o era virgem anterior ao casamento. Ou ainda, nesse c\u00f3digo de 1916, a possibilidade jur\u00eddica de o pai deserdar a filha considerada \u201cdesonesta\u201d, ou seja, que levasse uma vida que contrariasse a moral e os bons costumes da fam\u00edlia tradicional brasileira da \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que tradicionalmente chamamos de\u00a0<b>feminismo<\/b>\u00a0na verdade n\u00e3o se resume a uma \u00fanica corrente de pensamento, mas a diversas com demandas tamb\u00e9m m\u00faltiplas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>E nesse sentido, cumpre citar<\/b>: o\u00a0<em>feminismo liberal<\/em>(protagonizado por Betty Friedan); o\u00a0<em>feminismo socialista<\/em>\u00a0(baseado numa perspectiva marxista refletindo sobre a condi\u00e7\u00e3o da mulher-objeto na sociedade capitalista); o\u00a0<em>feminismo l\u00e9sbico<\/em>\u00a0(critica a opress\u00e3o heteronormativa); o<b>\u00a0<em>feminismo negro<\/em><\/b>\u00a0(protagonizado pela ativista e fil\u00f3sofa Angela Davis) entre outros existentes e por existir que, com demandas diversas, pensam o feminismo global.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Feminismo &#8211; Hist\u00f3ria<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 poucas evid\u00eancias de protestos organizados contra esse status restrito. No s\u00e9culo III a.C., mulheres romanas lotaram o Monte Capitolino e bloquearam todas as entradas do F\u00f3rum quando o c\u00f4nsul Marco P\u00f3rcio Cat\u00e3o resistiu \u00e0s tentativas de revogar as leis que limitavam o uso de bens caros pelas mulheres. &#8220;Se elas forem vitoriosas agora, o que n\u00e3o tentar\u00e3o?&#8221;, exclamou Cat\u00e3o. &#8220;Assim que come\u00e7arem a ser suas iguais, ter\u00e3o se tornado suas superiores.&#8221;<\/p>\nEssa rebeli\u00e3o, no entanto, provou ser excepcional. Durante a maior parte da hist\u00f3ria registrada, apenas vozes isoladas se manifestaram contra o status inferior das mulheres, prenunciando os argumentos que viriam. Na Fran\u00e7a do final do s\u00e9culo XIV e in\u00edcio do s\u00e9culo XV, a primeira fil\u00f3sofa feminista, Cristina de Pisa, desafiou as atitudes predominantes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres com um ousado apelo \u00e0 educa\u00e7\u00e3o feminina. Seu legado foi assumido mais tarde no s\u00e9culo por Laura Cereta, uma veneziana do s\u00e9culo XV que publicou Epistolae familiares (1488; &#8220;Cartas Pessoais&#8221;; tradu\u00e7\u00e3o inglesa de &#8220;Colet\u00e2nea de Cartas de uma Feminista Renascentista&#8221;), um volume de cartas que abordava uma pan\u00f3plia de queixas femininas, desde a nega\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o e a opress\u00e3o conjugal at\u00e9 a frivolidade do vestu\u00e1rio feminino.\n\nA defesa das mulheres tornou-se um subg\u00eanero liter\u00e1rio no final do s\u00e9culo XVI, quando Il merito delle donne (1600; O Valor das Mulheres), um panfleto feminista de outra autora veneziana, Moderata Fonte, foi publicado postumamente. Defensores do status quo retratavam as mulheres como superficiais e inerentemente imorais, enquanto as feministas emergentes produziam longas listas de mulheres corajosas e realizadas, e proclamavam que as mulheres seriam intelectualmente iguais aos homens se tivessem igual acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o.\n\nO chamado &#8220;debate sobre as mulheres&#8221; s\u00f3 chegou \u00e0 Inglaterra no final do s\u00e9culo XVI, quando panflet\u00e1rios e polemistas travaram uma batalha sobre a verdadeira natureza da feminilidade. Ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de pe\u00e7as sat\u00edricas que zombavam das mulheres, a primeira panflet\u00e1ria feminista da Inglaterra, escrevendo como Jane Anger, respondeu com Jane Anger, Sua Prote\u00e7\u00e3o para as Mulheres (1589). Essa onda de opini\u00f5es continuou por mais de um s\u00e9culo, at\u00e9 que outra autora inglesa, Mary Astell, publicou uma r\u00e9plica mais fundamentada em Uma Proposta S\u00e9ria \u00e0s Damas (1694, 1697). A obra em dois volumes sugeria que mulheres que n\u00e3o tivessem inclina\u00e7\u00e3o para o casamento nem para a voca\u00e7\u00e3o religiosa deveriam fundar conventos seculares onde pudessem viver, estudar e lecionar.\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Feminismo &#8211; Influ\u00eancia do Iluminismo<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-175877 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/tema.h3.jpg\" alt=\"Feminismo\" width=\"285\" height=\"195\" \/><b>Feminismo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As vozes feministas do Renascimento nunca se uniram em uma filosofia ou movimento coerente. Isso aconteceu apenas com o Iluminismo, quando as mulheres come\u00e7aram a exigir que a nova ret\u00f3rica reformista sobre liberdade, igualdade e direitos naturais fosse aplicada a ambos os sexos.<\/p>\nInicialmente, os fil\u00f3sofos iluministas se concentraram nas desigualdades de classe social e casta, excluindo o g\u00eanero. O fil\u00f3sofo franc\u00eas nascido na Su\u00ed\u00e7a, Jean-Jacques Rousseau, por exemplo, retratou as mulheres como criaturas tolas e fr\u00edvolas, nascidas para serem subordinadas aos homens. Al\u00e9m disso, a Declara\u00e7\u00e3o dos Direitos do Homem e do Cidad\u00e3o, que definiu a cidadania francesa ap\u00f3s a revolu\u00e7\u00e3o de 1789, claramente n\u00e3o abordou a condi\u00e7\u00e3o jur\u00eddica das mulheres.\n\nAs intelectuais do Iluminismo foram r\u00e1pidas em apontar essa falta de inclus\u00e3o e o escopo limitado da ret\u00f3rica reformista. Olympe de Gouges, uma not\u00e1vel dramaturga, publicou D\u00e9claration des droits de la femme et de la citoyenne (1791; \u201cDeclara\u00e7\u00e3o dos Direitos da Mulher e da Cidad\u00e3\u201d), declarando que as mulheres n\u00e3o eram apenas iguais ao homem, mas tamb\u00e9m suas companheiras. No ano seguinte, A Vindication of the Rights of Woman (1792), de Mary Wollstonecraft, a obra feminista seminal em l\u00edngua inglesa, foi publicada na Inglaterra. Desafiando a no\u00e7\u00e3o de que as mulheres existem apenas para agradar aos homens, ela prop\u00f4s que mulheres e homens tivessem oportunidades iguais na educa\u00e7\u00e3o, no trabalho e na pol\u00edtica. As mulheres, escreveu ela, s\u00e3o t\u00e3o naturalmente racionais quanto os homens. Se s\u00e3o tolas, \u00e9 apenas porque a sociedade as treina para serem irrelevantes.\n\nO Iluminismo se transformou em uma era de efervesc\u00eancia pol\u00edtica marcada por revolu\u00e7\u00f5es na Fran\u00e7a, Alemanha e It\u00e1lia e pela ascens\u00e3o do abolicionismo. Nos Estados Unidos, o ativismo feminista se consolidou quando abolicionistas buscaram aplicar os conceitos de liberdade e igualdade \u00e0s suas pr\u00f3prias situa\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas. Seu trabalho as colocou em contato com abolicionistas na Inglaterra, que chegavam \u00e0s mesmas conclus\u00f5es. Em meados do s\u00e9culo XIX, quest\u00f5es em torno do\u00a0<b>feminismo<\/b>\u00a0se somaram ao tumulto da mudan\u00e7a social, com a troca de ideias por toda a Europa e Am\u00e9rica do Norte.\n\nNo primeiro artigo feminista que ousou assinar com o pr\u00f3prio nome, Louise Otto, alem\u00e3, baseou-se no trabalho de Charles Fourier, te\u00f3rico social franc\u00eas, citando seu ditado de que &#8220;pela posi\u00e7\u00e3o que as mulheres ocupam em um pa\u00eds, pode-se ver se o ar de um Estado est\u00e1 carregado de n\u00e9voa suja ou livre e limpo&#8221;. E depois que as feministas parisienses come\u00e7aram a publicar um jornal di\u00e1rio intitulado La Voix des femmes (&#8220;A Voz das Mulheres&#8221;) em 1848, Luise Dittmar, escritora alem\u00e3, seguiu o exemplo um ano depois com seu peri\u00f3dico, Soziale Reform.\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Feminismo &#8211; Sociologia<\/b><\/p>\n<b>Feminismo<\/b>, a cren\u00e7a na igualdade social, econ\u00f4mica e pol\u00edtica entre os sexos. Embora tenha se originado em grande parte no Ocidente, o\u00a0<b>feminismo<\/b>\u00a0se manifesta em todo o mundo e \u00e9 representado por diversas institui\u00e7\u00f5es comprometidas com a defesa dos direitos e interesses das mulheres.\n\nDurante a maior parte da hist\u00f3ria ocidental, as mulheres foram confinadas \u00e0 esfera dom\u00e9stica, enquanto a vida p\u00fablica era reservada aos homens. Na Europa medieval, as mulheres eram privadas do direito de possuir propriedades, estudar ou participar da vida p\u00fablica. No final do s\u00e9culo XIX, na Fran\u00e7a, elas ainda eram obrigadas a cobrir a cabe\u00e7a em p\u00fablico e, em partes da Alemanha, o marido ainda tinha o direito de vender a esposa. Mesmo no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, as mulheres n\u00e3o podiam votar nem ocupar cargos eletivos na Europa e na maior parte dos Estados Unidos (onde v\u00e1rios territ\u00f3rios e estados concediam o sufr\u00e1gio feminino muito antes do governo federal). As mulheres eram impedidas de conduzir neg\u00f3cios sem um representante masculino, fosse pai, irm\u00e3o, marido, representante legal ou mesmo filho. Mulheres casadas n\u00e3o podiam exercer controle sobre seus pr\u00f3prios filhos sem a permiss\u00e3o dos maridos. Al\u00e9m disso, as mulheres tinham pouco ou nenhum acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e eram impedidas de exercer a maioria das profiss\u00f5es. Em algumas partes do mundo, essas restri\u00e7\u00f5es \u00e0s mulheres persistem at\u00e9 hoje.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-128605\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/feminismo.jpg\" alt=\"Feminismo\" width=\"450\" height=\"251\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Simone de Beauvoir<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Simone de Beauvoir, fil\u00f3sofa francesa, \u00e9 sem d\u00favida uma das v\u00e1rias intelectuais de peso para se pensar a condi\u00e7\u00e3o feminina na sociedade hodierna. Embora o nome de Beauvoir volta e meia apare\u00e7a nas discuss\u00f5es sobre g\u00eanero e nos assuntos relacionados ao\u00a0<b>feminismo<\/b>\u00a0\u00e9 importante frisar que a fil\u00f3sofa n\u00e3o fora o que podemos chamar de feminista de ber\u00e7o. Todavia, j\u00e1 na d\u00e9cada de 49, ao escrever o cl\u00e1ssico\u00a0<em>Segundo Sexo<\/em>\u00a0a fil\u00f3sofa j\u00e1 dava mergulho profundo no que posteriormente (d\u00e9cada de 60) chamar\u00edamos de\u00a0<b>feminismo<\/b>\u00a0propriamente dito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desse modo, embora j\u00e1 na d\u00e9cada de 1949 a fil\u00f3sofa j\u00e1 estivesse pensando a condi\u00e7\u00e3o feminina na sociedade francesa do s\u00e9culo XX ela ainda n\u00e3o tinha clareza ou mesmo se percebido como feminista nos contornos que o movimento ganhara na posteridade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Todavia, se antes o seu engajamento pol\u00edtico com o feminismo reduzia-se aos c\u00edrculos acad\u00eamicos e liter\u00e1rios, a partir da d\u00e9cada de 70 a fil\u00f3sofa se reconhecendo enquanto feminista come\u00e7a a militar em prol do movimento<\/b>: panfletando, indo \u00e0s ruas denunciar as desigualdades de g\u00eanero e a opress\u00e3o feminina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tornar-se Mulher<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00c9 de Beauvoir a cl\u00e1ssica frase<\/b>:\u00a0<em>\u201cN\u00e3o se nasce mulher; torna-se\u201d<\/em>. Com isso, a fil\u00f3sofa francesa entende o \u201cser mulher\u201d como uma constru\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-hist\u00f3rico-cultural que transcende ao car\u00e1ter meramente biol\u00f3gico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Noutros termos, anterior ao nascimento a mulher encontra todo um aparelho ideol\u00f3gico e repressivo instaurado que delimita em padr\u00f5es r\u00edgidos o que aquela sociedade aceita como sendo mulher.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E isso, desencadeia os chamados \u201cpapeis sociais\u201d que, mediante viol\u00eancia f\u00edsica ou simb\u00f3lica, imp\u00f5em \u00e0 mulher uma s\u00e9rie de obriga\u00e7\u00f5es e deveres aos quais ela \u00e9 \u201cconduzida\u201d a aceitar e reproduzir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>A exemplo<\/b>: o ser delicada, sens\u00edvel, o sexo fr\u00e1gil da rela\u00e7\u00e3o; pronta a n\u00e3o s\u00f3 cooperar, mas reproduzir os papeis a ela atribu\u00eddos sempre na posi\u00e7\u00e3o de submissa. E nisso, vemos o retrato da desigualdade entre os g\u00eaneros que j\u00e1 fora detectada pela fil\u00f3sofa l\u00e1 na d\u00e9cada de 49.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Feminismo na M\u00fasica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desconstruindo Am\u00e9lia \u2013 Pitty;\nFlawless \u2013 Beyonc\u00e9;\nTestando \u2013 Ellen Ol\u00e9ria;\nRespeita \u2013 Ana Ca\u00f1as;\nU.T.A \u2013 Mulamba;\nCarne Doce \u2013 Artem\u00edsia;\nBrasa \u2013 Jade Baraldo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Par\u00f3dia Mulheres na Filosofia &#8211; V\u00eddeo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Nessa par\u00f3dia, o canal Dom 13 Quixote aborda de forma humorada tr\u00eas grandes nomes de fil\u00f3sofas que contribu\u00edram para a discuss\u00e3o em torno das tem\u00e1ticas de g\u00eanero<\/b>: Hannah Arendt, Simone de Beauvoir e Judith Butler.<\/p>\n<p class=\"imagem\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vLdIuD3Lm60\" width=\"450\" height=\"253\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0Col\u00e9gio S\u00e3o Francisco\/F\u00e1bio Guimar\u00e3es de Castro\/Encyclopaedia Britannica\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Feminismo &#8211; O que \u00e9 Entende-se por\u00a0feminismo\u00a0um movimento social e pol\u00edtico que objetiva legitimar a igualdade de direitos entre os sexos masculino e feminino. 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