{"id":20216,"date":"2015-12-15T00:00:00","date_gmt":"2015-12-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/sustentabilidade-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:29:29","modified_gmt":"2026-09-01T15:29:29","slug":"sustentabilidade-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/meio-ambiente-2\/sustentabilidade-3\/","title":{"rendered":"Sustentabilidade"},"content":{"rendered":"\n<strong>Sustentabilidade &#8211; O que \u00e9<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>sustentabilidade<\/strong>\u00a0\u00e9 um ideal popular, mas vagamente definido. Em seu n\u00edvel mais amplo, a sustentabilidade ambiental ou global refere-se \u00e0 capacidade da Terra de continuar funcionando de uma maneira que apoie os seres humanos e outros ecossistemas. Quando se trata de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, muitas quest\u00f5es diferentes se relacionam com a sustentabilidade. \u00c9 comum ouvir sobre agricultura sustent\u00e1vel, neg\u00f3cios, desenvolvimento, educa\u00e7\u00e3o, estilos de vida, pol\u00edticas e ci\u00eancia da sustentabilidade.\n\nA\u00a0<strong>sustentabilidade<\/strong>\u00a0inclui uma s\u00e9rie de quest\u00f5es ambientais, econ\u00f4micas e sociais, mas a necessidade de escolher pol\u00edticas e processos mais sustent\u00e1veis e comprar itens feitos com pr\u00e1ticas mais sustent\u00e1veis est\u00e1 se tornando cada vez mais importante para as pessoas, dadas as recentes mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a press\u00e3o resultante sobre os ecossistemas naturais e antropog\u00eanicos (causados por atividades humanas).\n\nEmbora o debate sobre o que constitui sustentabilidade continue, a import\u00e2ncia de explorar alternativas \u00e0s atuais pr\u00e1ticas insustent\u00e1veis \u00e9 primordial.\n\n<strong>Sustentabilidade<\/strong>\u00a0significa atender \u00e0s nossas pr\u00f3prias necessidades sem comprometer a capacidade das gera\u00e7\u00f5es futuras de satisfazerem as suas pr\u00f3prias necessidades. Al\u00e9m dos recursos naturais, tamb\u00e9m precisamos e recursos econ\u00f4micos.\n\n<strong>Sustentabilidade<\/strong>\u00a0n\u00e3o \u00e9 apenas ambiental ismo. Incorporado na maioria das defini\u00e7\u00f5es de sustentabilidade, tamb\u00e9m encontramos preocupa\u00e7\u00f5es com a equidade social e o desenvolvimento econ\u00f4mico\n\n<strong>Sustentabilidade &#8211; Defini\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nN\u00e3o existe uma defini\u00e7\u00e3o universalmente aceita de\u00a0<strong>sustentabilidade<\/strong>. Na verdade, existem muitos pontos de vista diferentes sobre esse conceito e sobre como ele pode ser alcan\u00e7ado.\n\nEtimologicamente, a palavra sustentabilidade vem de sustent\u00e1vel + idade. E sustent\u00e1vel \u00e9, por exemplo, uma composi\u00e7\u00e3o de sustent\u00e1vel + capaz. Ent\u00e3o, se come\u00e7armos do in\u00edcio, &lt;sustain&gt; significa \u201cdar suporte a\u201d, \u201csuportar\u201d, \u201csuportar\u201d ou \u201cmanter\u201d.\n\n<strong>O que \u00e9 sustentabilidade, ent\u00e3o?<\/strong>\n\n<strong>Sustent\u00e1vel<\/strong>\u00a0\u00e9 um adjetivo para algo que pode ser sustentado, ou seja, algo que \u00e9 \u201csuport\u00e1vel\u201d e \u201ccapaz de ser continuado em um determinado n\u00edvel\u201d. No final das contas, a sustentabilidade talvez possa ser vista como o(s) processo(s) pelo qual algo \u00e9 mantido em um determinado n\u00edvel.\n\nNo entanto, atualmente, devido aos problemas ambientais e sociais que as sociedades em todo o mundo enfrentam, a sustentabilidade tem sido cada vez mais utilizada de forma espec\u00edfica. Atualmente, a sustentabilidade \u00e9 geralmente definida como os processos e a\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s dos quais a humanidade evita o esgotamento dos recursos naturais, a fim de manter um equil\u00edbrio ecol\u00f3gico que n\u00e3o permita que a qualidade de vida das sociedades modernas diminua.\n\nDessa forma, o termo\u00a0<strong>\u201csustentabilidade\u201d<\/strong>\u00a0tem sido amplamente aplicado para caracterizar melhorias em \u00e1reas como superexplora\u00e7\u00e3o de recursos naturais, opera\u00e7\u00f5es de manufatura (seu uso de energia e subprodutos poluentes), o consumo linear de produtos, a dire\u00e7\u00e3o dos investimentos, o estilo de vida do cidad\u00e3o, a compra do consumidor comportamentos, desenvolvimentos tecnol\u00f3gicos ou mudan\u00e7as empresariais e institucionais gerais. Enquanto uma a\u00e7\u00e3o causar pouco, menos ou nenhum dano ao mundo natural \u2013 sob a cren\u00e7a (nem sempre assegurada) os ecossistemas continuar\u00e3o operando e gerando as condi\u00e7\u00f5es que permitem que a qualidade de vida das sociedades modernas n\u00e3o diminua \u2013 algu\u00e9m \u00e9 frequentemente reivindicado como sustent\u00e1vel.\n\n<strong>Sustentabilidade- Florestas<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-161574 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Susten13.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"194\" \/><strong>Sustentabilidade<\/strong><\/p>\n<strong>Segundo Odum (1997, p.299):\u00a0<\/strong>As palavras sustent\u00e1veis e sustentabilidade, usadas para descrever metas para a sociedade, t\u00eam aparecido com uma frequ\u00eancia crescente em artigos, editoriais e livros com significados variados.\n\nA palavra\u00a0<strong>sustentabilidade<\/strong>\u00a0\u00e9, e continuar\u00e1, sempre foco de discuss\u00e3o entre a comunidade internacional. Para alcan\u00e7\u00e1-la ser\u00e3o necess\u00e1rias mudan\u00e7as fundamentais, que v\u00e3o desde nossa forma de pensar, interferindo, principalmente, na nossa maneira de viver, produzir, consumir e, sobretudo, como forma de respeito para com o outro.\n\n<strong>O presente estudo busca estabelecer o que \u00e9 desenvolvimento? E o que \u00e9 Crescimento sustent\u00e1vel?<\/strong>\n\nPara entendermos suas vertentes e caminhos, nos situando na sua forma de utiliza\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea, evitando a utiliza\u00e7\u00e3o de recursos da natureza a qualquer pre\u00e7o, em nome de um desenvolvimento, basicamente voltado para obten\u00e7\u00e3o de lucros, sem a preocupa\u00e7\u00e3o de sustentabilidade, sem se preocupar com o seu esgotamento e utiliza\u00e7\u00e3o dos mesmos pela gera\u00e7\u00e3o futura, como veremos a seguir.\n\nPara obtermos o desenvolvimento sustent\u00e1vel precisamos, antes de qualquer coisa, garantir a disponibilidade de recursos naturais, que transformamos em bens e servi\u00e7os necess\u00e1rios \u00e0 nossa exist\u00eancia, que v\u00eam sendo utilizado como norteador das pol\u00edticas de gest\u00e3o em casos de amea\u00e7a e danos irrevers\u00edveis ao meio ambiente.\n\nDe forma clara, a comunidade internacional reconheceu a necessidade de prevenir em vez de remediar, pois em meio ambiente os danos muitas vezes s\u00e3o irrevers\u00edveis, e estamos com um atual modelo de desenvolvimento sustent\u00e1vel que produz exclus\u00e3o social, desigualdades sociais, mis\u00e9ria acima de tudo, fome e, como consequ\u00eancia, a mortandade.\n\nContinuamos com a derrubada de florestas nativa, e nossos estoques pesqueiros est\u00e3o sendo drasticamente reduzidos.\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Sustentabilidade Ambiental\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/susten12.jpg\" alt=\"Sustentabilidade Ambiental\" width=\"272\" height=\"319\" \/><strong>Sustentabilidade<\/strong><\/p>\n<b>Ainda como consequ\u00eancias\u00a0do modelo temos:\u00a0<\/b>altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, altera\u00e7\u00f5es da superf\u00edcie da terra, assoreamento dos corpos h\u00eddricos, aumento da temperatura da terra, desflorestamento\/queimadas, efeito estufa, destrui\u00e7\u00e3o de habitat, eros\u00e3o e\u00f3lica e desertifica\u00e7\u00e3o, escassez de \u00e1gua pot\u00e1vel, perda de biodiversidade, polui\u00e7\u00e3o, redu\u00e7\u00e3o da camada de oz\u00f4nio, eros\u00e3o da diversidade cultural.\n\nA derrubada de florestas \u00e9 uma das mais graves altera\u00e7\u00f5es que o ser humano imp\u00f5e a Terra e a si mesmo. Como causas temos agricultura intensiva, agropecu\u00e1ria intensiva, analfabetismo ambiental, constru\u00e7\u00e3o de grandes hidrel\u00e9tricas, explora\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria de madeira e por \u00faltimo a urbaniza\u00e7\u00e3o desordenada.\n\nAssim, \u00e9 importante investir em programas de conscientiza\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da Educa\u00e7\u00e3o Ambiental com o envolvimento da comunidade e, principalmente, a aplica\u00e7\u00e3o e cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o ambiental.\n\nO direito ambiental \u00e9 constitu\u00eddo de regras que t\u00eam em vista a conserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente.\n\nAo analisarmos o Direito Ambiental como um todo, percebemos ter este uma forte caracter\u00edstica universalista, pois a polui\u00e7\u00e3o n\u00e3o respeita fronteiras. Ademais, as normas ambientais t\u00eam tal amplitude que podemos consider\u00e1-las universais.\n\nV\u00e1rios s\u00e3o os seus princ\u00edpios aceitos pela comunidade internacional. Temos como primeiro princ\u00edpio a ser considerado aquele proclamado na Confer\u00eancia Rio\/92, que visa assegurar o direito dos seres humanos a uma vida saud\u00e1vel e produtiva, em harmonia com a natureza.\n\n<strong>Este princ\u00edpio encontra-se ainda insculpido na nossa Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, considerada por alguns doutrinadores como uma Constitui\u00e7\u00e3o ambientalista, como veremos a seguir:<\/strong>\n\nTodos t\u00eam direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial \u00e0 sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder p\u00fablico e a coletividade o dever de defender e preservar, para as presentes e futuras gera\u00e7\u00f5es.\n\nOs bens que integram o meio ambiente s\u00e3o bens de uso comum, pertencem a todos os habitantes.\n\nPor interm\u00e9dio da nossa Constitui\u00e7\u00e3o, novos conceitos referentes ao meio ambiente, seus instrumentos de prote\u00e7\u00e3o, defesa e tutela, principalmente ao Meio Ambiente ecologicamente equilibrado em sua totalidade, isto \u00e9, em seus aspectos naturais e criados pelo homem como o pol\u00edtico, social, econ\u00f4mico, cientifico-tecnol\u00f3gico, hist\u00f3rico cultural, moral e est\u00e9tico.\n\n\u00c9 importante ter a consci\u00eancia e pensar no meio Ambiente como bem de uso comum.\n\n\u00c9 preciso estabelecer a razoabilidade dessa utiliza\u00e7\u00e3o e aceitar o que disciplina o artigo primeiro da Declara\u00e7\u00e3o do Rio\/92 os seres humanos constituem o centro das preocupa\u00e7\u00f5es relacionadas com desenvolvimento sustent\u00e1vel. Tem direito a uma vida saud\u00e1vel e produtiva em harmonia com a natureza.\n\nTratando-se de bem comum, logo de um direito de natureza p\u00fablica, e sendo um direito fundamental do homem, ele transcende o direito de propriedade. Desta forma, o direito da prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente \u00e9 de natureza p\u00fablica, prevalecendo sobre qualquer interesse privado e sempre que houver d\u00favida, sobre a norma, deve prevalecer em determinado assunto ou quest\u00e3o envolvendo meio ambiente, devemos privilegiar aquela que interesse ao bem comum e \u00e0 sociedade (in d\u00fabio pro ambiente).\n\nOs problemas ambientais se tornam em evid\u00eancia com o aumento dos desastres naturais como inunda\u00e7\u00f5es, seca de longa dura\u00e7\u00e3o, tuf\u00f5es, ocupa\u00e7\u00f5es desorganizadas e finalmente, o nosso maior problema que \u00e9 o lixo, que em sua maioria ainda \u00e9 lan\u00e7ado a c\u00e9u aberto.\n\nQuando aumentamos o consumo, aumentamos a press\u00e3o sobre os recursos naturais, ou seja, precisamos de mais \u00e1gua, mat\u00e9rias primas, combust\u00edveis, solos f\u00e9rteis.\n\nCom isso, cresce a degrada\u00e7\u00e3o ambiental em todas as suas formas. Como exemplo, podemos destacar os poluentes atmosf\u00e9ricos que afetam n\u00e3o somente as pessoas dos grandes centros, como tamb\u00e9m s\u00e3o levados pela a\u00e7\u00e3o do clima a diversas \u00e1reas e se depositam sobre o solo e a \u00e1gua, causando, muitas vezes, acidez nos mesmos.\n\n\u00c9 muito simples concordarmos com o conceito de desenvolvimento sustent\u00e1vel, uma quest\u00e3o de bom senso, mas sua aplica\u00e7\u00e3o no nosso cotidiano \u00e9 extremamente dif\u00edcil e bastante complexa.\n\nN\u00e3o nos indica que caminhos seguir para alcan\u00e7\u00e1-lo.\n\n<strong>Em 1995 o Conselho Mundial para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel ? WBCDS j\u00e1 dizia que:\u00a0<\/strong>o desenvolvimento sustent\u00e1vel ser\u00e1 alcan\u00e7ado pela oferta de produtos e servi\u00e7os a pre\u00e7os competitivos, que satisfa\u00e7am as necessidades humanas, melhorem a qualidade de vida e, ao mesmo tempo, reduzam progressivamente os impactos ambientais e a intensidade do uso de recursos, atrav\u00e9s do ciclo de vida, para um n\u00edvel compat\u00edvel com a capacidade de suporte da Terra.\n\nA defini\u00e7\u00e3o mais aceita para desenvolvimento sustent\u00e1vel est\u00e1 no Relat\u00f3rio Brundtland-ONU_1987.\u00a0 \u00c9 o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da gera\u00e7\u00e3o atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gera\u00e7\u00f5es, desenvolvimento este que n\u00e3o esgota os recursos para o futuro.\n\n<strong>Podemos questionar este Relat\u00f3rio: quais s\u00e3o as necessidades do presente, dado que, dependendo do n\u00edvel financeiro, o bicho homem tem necessidades diferentes?<\/strong>\n\nPrecisamos nos tornar um planeta composto por seres humanos com consci\u00eancia ecol\u00f3gica, organizados em defesa da M\u00e3e Terra, para que possamos construir o futuro preservando a vida. E essa preserva\u00e7\u00e3o deve, obrigatoriamente, incluir uma gest\u00e3o saud\u00e1vel do nosso ambiente comum.\n\nA grande batalha pela sustentabilidade, al\u00e9m da dimens\u00e3o ambiental, tecnol\u00f3gica e econ\u00f4mica, envolve uma outra cultural e pol\u00edtica. Entretanto, a necessidade da reflex\u00e3o acerca dos valores (quest\u00e3o \u00e9tica, educacional e de consci\u00eancia ambiental) necess\u00e1rio para a sobreviv\u00eancia do homem, com o surgimento de novos pressupostos reguladores da coletividade.\n\nSegundo Carrera, o desenvolvimento sustent\u00e1vel \u00e9 um dos mais importantes modelos a ser praticado por todos os setores sociais, desde os pequenos produtores (por interm\u00e9dio da valora\u00e7\u00e3o de seus produtos atrav\u00e9s da conserva\u00e7\u00e3o da fonte e implementa\u00e7\u00e3o de novas t\u00e9cnicas produtivas, sobretudo voltadas para subsist\u00eancia da comunidade local), at\u00e9 as grandes ind\u00fastrias, que poder\u00e3o adequar seus processos produtivos \u00e0s normas de qualidade ambiental.\n\nTamb\u00e9m podemos nos tornar um consumidor consciente promovendo medidas que minimizem a polui\u00e7\u00e3o do ar, reduzam o consumo de energia el\u00e9trica, o uso consciente da \u00e1gua.\n\nVemos os n\u00fameros de imigrantes clandestinos de pa\u00edses pobres mortos na tentativa de entrar na comunidade Europeia e nos Estados Unidos nos \u00faltimos anos. As cidades crescem, tornam-se mais povoadas, exercendo uma grande press\u00e3o sobre os recursos naturais. E a consequ\u00eancias s\u00e3o gritantes como aumento de viol\u00eancia, sequestros e tr\u00e1ficos de drogas. Aqui mesmo no nosso pa\u00eds esta acontecendo com regularidade.\n\nEst\u00e1 praticamente baseado no crescimento crescente da popula\u00e7\u00e3o e, consequentemente, no consumo.\n\nPodemos concluir, primeiramente, que precisamos nos tornar, atrav\u00e9s da Introdu\u00e7\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o Ambiental no ensino formal, uma na\u00e7\u00e3o composta por cidad\u00e3os com consci\u00eancia ecol\u00f3gica, organizados em defesa do nosso planeta, para que possamos construir o futuro preservando a vida. E essa preserva\u00e7\u00e3o deve, obrigatoriamente, incluir uma gest\u00e3o baseada na sustentabilidade, al\u00e9m de contemplar os aspectos de efici\u00eancia governamental e reduzir os impactos ambientais decorrentes de suas atividades.\n\nN\u00e3o poderemos evoluir conceitualmente nem produzir o prestigio social indispens\u00e1vel para a sustenta\u00e7\u00e3o de sua imagem progressista, se n\u00e3o responder as demandas que necessitam de a\u00e7\u00f5es focalizadas.\n\nPodemos afirmar com convic\u00e7\u00e3o que todos os homens t\u00eam um destino comum, tornando imposs\u00edvel a exist\u00eancia de riscos estritamente individuais, evidenciando de forma efetiva e necess\u00e1ria \u00e0 reflex\u00e3o e o cuidado no trato com a natureza, para assegurar a qualidade ambiental como fundamento da qualidade de vida dos seres humanos, em conson\u00e2ncia com os postulados do desenvolvimento sustent\u00e1vel a partir da realidade e das potencialidades locais.\n\nEntendemos que a responsabilidade pela promo\u00e7\u00e3o do consumo sustent\u00e1vel deve ser partilhada com \u00f3rg\u00e3os do governo, organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, empresas, na divulga\u00e7\u00e3o de tecnologias de baixo impacto ambiental, envolvendo o n\u00facleo familiar e permitindo uma maior capacita\u00e7\u00e3o de profissionais que venham a atuar na \u00e1rea ambiental, hoje de fundamental import\u00e2ncia para a exist\u00eancia digna e sustent\u00e1vel de todos.\n\n<strong>Sustentabilidade &#8211; Recursos Naturais<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-161575 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Susten14.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"207\" \/><strong>Sustentabilidade<\/strong><\/p>\nOs problemas ocasionados pela explora\u00e7\u00e3o descontrolada dos recursos naturais, ao longo da hist\u00f3ria da humanidade, em especial ap\u00f3s a Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, que \u00e9 o grande marco hist\u00f3rico do dom\u00ednio do homem sobre a natureza, tornaram-se cada vez mais evidentes nas \u00faltimas cinco d\u00e9cadas e o debate deixou o c\u00edrculo restrito de observadores privilegiados.\n\nConforme j\u00e1 apontado em diversos estudos, foi no per\u00edodo p\u00f3s-Segunda Guerra que houve a acelera\u00e7\u00e3o dos processos de altera\u00e7\u00e3o ambiental, como resultado de um crescimento econ\u00f4mico aparentemente sem fronteiras em termos de disponibilidade de recursos. Os elevados \u00edndices de produ\u00e7\u00e3o e consumo, conjugados ao aumento populacional e \u00e0 intensifica\u00e7\u00e3o da urbaniza\u00e7\u00e3o, criaram um contexto de quest\u00f5es que se materializaram como problemas ambientais.\n\nA crise ecol\u00f3gica, em suas diferentes manifesta\u00e7\u00f5es, seja no n\u00edvel global, seja no n\u00edvel local, tem suas origens no processo de desenvolvimento da sociedade moderna e est\u00e1 diretamente relacionada a aspectos socioecon\u00f4micos e pol\u00edticos. Entender a l\u00f3gica do desenvolvimento, na qual esses aspectos encontram-se presentes, \u00e9 de fundamental import\u00e2ncia para a compreens\u00e3o dos problemas que assolam o mundo contempor\u00e2neo, especialmente aqueles relacionados \u00e0 crise socioambiental.\n\nAs ra\u00edzes da no\u00e7\u00e3o de desenvolvimento est\u00e3o intimamente vinculadas \u00e0 ideia de progresso, um dos principais eixos de sustenta\u00e7\u00e3o da sociedade moderna.\n\nA s\u00edntese do perfil dessa sociedade pode ser encontrada no pensamento europeu dos s\u00e9culos XVIII ao XX, de forma especial no Iluminismo, em que a hist\u00f3ria \u00e9 vista como uma marcha progressiva para o racional e para a harmonia social.\n\nEm termos gerais, pouco foi acrescentado \u00e0 discuss\u00e3o que remete \u00e0 rela\u00e7\u00e3o entre meio ambiente e desenvolvimento na Am\u00e9rica Latina, de forma sistematizada, at\u00e9 o aparecimento dos trabalhos da CEPAL, cujo marco inicial foi o manifesto de Ra\u00fal Prebisch, em 1945. Celso Furtado, que participou da CEPAL nesse per\u00edodo, analisou a economia pol\u00edtica do desenvolvimento, a estrutura do capitalismo mundial e as rela\u00e7\u00f5es entre pa\u00edses. Em seu livro O mito do desenvolvimento (1974) ressalta os impactos do desenvolvimento econ\u00f4mico no meio ambiente.\n\n<strong>Dentre outros aspectos, sua an\u00e1lise sobre o processo de desenvolvimento\/subdesenvolvimento das na\u00e7\u00f5es indica que a depend\u00eancia dos pa\u00edses perif\u00e9ricos acarreta e\/ou consolida sua situa\u00e7\u00e3o de subdesenvolvimento e \u00e9 refor\u00e7ada pelo sistema econ\u00f4mico internacional, representado pelas grandes empresas e oligop\u00f3lios estrangeiros. Isso, contudo, n\u00e3o altera uma fun\u00e7\u00e3o important\u00edssima dos pa\u00edses perif\u00e9ricos na evolu\u00e7\u00e3o e na l\u00f3gica global do sistema:<\/strong>\u00a0supridores de m\u00e3o-de-obra barata e de recursos naturais.\n\nCabe observar, portanto, que se as rela\u00e7\u00f5es desiguais levam a um fosso cada vez maior entre os pa\u00edses ricos e os pobres, esse fosso tem reflexos profundos no n\u00edvel interno das sociedades, uma vez que longe de levar a uma elimina\u00e7\u00e3o da desigualdade social e dos conflitos e da exclus\u00e3o dela resultantes, o desenvolvimento pautado em par\u00e2metros de crescimento econ\u00f4mico, industrial e tecnol\u00f3gico, na maioria das vezes, n\u00e3o traz como corol\u00e1rio a inclus\u00e3o social, a igualdade, a fraternidade e outras promessas iluministas.\n\nO agravamento continuado e intenso da situa\u00e7\u00e3o ambiental, pontualizado inicialmente pela polui\u00e7\u00e3o industrial, abriu precedentes \u00e0 luta pela considera\u00e7\u00e3o das quest\u00f5es ligadas ao meio ambiente, no cotidiano das na\u00e7\u00f5es.\n\nAlguns autores consideram a publica\u00e7\u00e3o, em 1962, do livro Primavera Silenciosa, de Rachel Carson, como o come\u00e7o da revolu\u00e7\u00e3o ambiental.\n\nCom a a\u00e7\u00e3o do movimento ambientalista nos anos 60 e 70, a quest\u00e3o ambiental ganhou relevo na pauta da discuss\u00e3o sobre escassez de energia e de recursos e adquiriu grande visibilidade atrav\u00e9s dos meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa, atingindo o grande p\u00fablico e os meios oficiais e ocupando espa\u00e7os privilegiados principalmente nas institui\u00e7\u00f5es internacionais. Assim, existem hoje, em todos os n\u00edveis da sociedade e em praticamente todas as na\u00e7\u00f5es, uma crescente conscientiza\u00e7\u00e3o e uma preocupa\u00e7\u00e3o com os problemas ambientais.\n\nParis sediou, em 1968, a Confer\u00eancia Intergovernamental de Especialistas sobre as Bases Cient\u00edficas para Uso e Conserva\u00e7\u00e3o Racionais dos Recursos da Biosfera, conhecida como Confer\u00eancia da Biosfera, organizada pela UNESCO esta Confer\u00eancia foi mais direcionada para aspectos cient\u00edficos da conserva\u00e7\u00e3o da biosfera e pesquisas em Ecologia.\n\nDos alertas, um dos de maior repercuss\u00e3o \u00e9 o relat\u00f3rio encomendado pelo Clube de Roma, coordenado por Dennis Meadows, intitulado Os limites do crescimento e publicado em 1972, que favoreceu o debate no per\u00edodo que antecedeu \u00e0 confer\u00eancia de Estocolmo.\n\n<strong>Assim, o ano de 1972 \u00e9 considerado um marco importante na discuss\u00e3o ambiental:<\/strong>\u00a0na Nova Zel\u00e2ndia foi criado o primeiro partido verde e, em Estocolmo, foi realizada a Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre o Meio Ambiente Humano. Ali, pela primeira vez, foram discutidos problemas pol\u00edticos, sociais e econ\u00f4micos do meio ambiente global em uma inst\u00e2ncia intergovernamental. A partir das discuss\u00f5es desta Confer\u00eancia, foi criado o Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).\n\n<strong>Na Confer\u00eancia de Estocolmo, firmou-se um entendimento sobre as rela\u00e7\u00f5es entre o ambiente e o desenvolvimento, surgindo nesse momento o conceito de um novo tipo de desenvolvimento<\/strong>: o ecodesenvolvimento uma proposi\u00e7\u00e3o para novas modalidades de desenvolvimento, que valoriza o conhecimento produzido pelas popula\u00e7\u00f5es locais para a gest\u00e3o do seu meio, em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 homogeneiza\u00e7\u00e3o dos modelos at\u00e9 ent\u00e3o adotados.\n\nO termo ecodesenvolvimento, utilizado por Maurice Strong para ressaltar a rela\u00e7\u00e3o entre meio ambiente e desenvolvimento das zonas rurais nos pa\u00edses em desenvolvimento, foi reelaborado por Ignacy Sachs, em 1973. Sachs deslocou o problema do aspecto puramente quantitativo (crescer ou n\u00e3o) para o exame da qualidade do crescimento. Posteriormente, ele indicou as estrat\u00e9gias de harmoniza\u00e7\u00e3o entre desenvolvimento socioecon\u00f4mico e gest\u00e3o ambiental.\n\nO conceito de ecodesenvolvimento foi aos poucos sendo substitu\u00eddo pelo conceito de desenvolvimento sustent\u00e1vel, cujo emprego tem origem em documento elaborado em 1980 pela Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (UICN).\n\nO pouco sucesso das confer\u00eancias tem\u00e1ticas realizadas no p\u00f3s-Estocolmo, ao longo da d\u00e9cada de 70\/in\u00edcio de 80 (1974: popula\u00e7\u00e3o; 1976: habitat; 1977: desertifica\u00e7\u00e3o; 1981: fontes alternativas de energia) n\u00e3o impediu o avan\u00e7o das discuss\u00f5es. Em 1983, foi criada a Comiss\u00e3o Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento que, sob a presid\u00eancia de Gro Harlem Brundtland, primeira-ministra norueguesa, publicou em 1987 o seu relat\u00f3rio, que ficou conhecido como Relat\u00f3rio Brundtland o livro intitulado Nosso futuro comum. A partir da\u00ed, a quest\u00e3o ambiental recebeu mais um impulso.\n\nO conceito de desenvolvimento sustent\u00e1vel passou, a partir de ent\u00e3o, a ser utilizado em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 express\u00e3o ecodesenvolvimento e constituiu a base para a discuss\u00e3o e reorienta\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de desenvolvimento e sua rela\u00e7\u00e3o direta com as quest\u00f5es ambientais. Desenvolvimento sustent\u00e1vel passou a ser tido como aquele desenvolvimento que atende \u00e0s necessidades do presente sem comprometer as possibilidades de as gera\u00e7\u00f5es futuras atenderem \u00e0s suas pr\u00f3prias necessidades.\n\n<b>Como resposta ao citado Relat\u00f3rio e tendo por base suas recomenda\u00e7\u00f5es, uma outra Confer\u00eancia foi convocada pela Assembleia\u00a0Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas e realizada no Rio de Janeiro, em 1992<\/b>: a Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD) a Eco-92.\n\nA Eco-92, tamb\u00e9m chamada Rio-92, configurou-se como um importante marco da reflex\u00e3o sobre a quest\u00e3o ambiental e sua rela\u00e7\u00e3o com o desenvolvimento, uma vez que os debates giraram em torno de estrat\u00e9gias de a\u00e7\u00f5es que pudessem ser adotadas pelos pa\u00edses perif\u00e9ricos na dire\u00e7\u00e3o de um desenvolvimento sustent\u00e1vel, bem como das conven\u00e7\u00f5es sobre mudan\u00e7a clim\u00e1tica e diversidade biol\u00f3gica. As estrat\u00e9gicas de a\u00e7\u00e3o e de coopera\u00e7\u00e3o entre pa\u00edses, acordadas pelos participantes da Rio-92, est\u00e3o consolidadas nos quarenta cap\u00edtulos da Agenda 21, documento oficial da Confer\u00eancia.\n\nAos esfor\u00e7os de cada Na\u00e7\u00e3o para garantir a discuss\u00e3o e a elabora\u00e7\u00e3o das respectivas Agendas, num processo continuado de participa\u00e7\u00e3o da sociedade civil, somaram-se as dificuldades de implementar as a\u00e7\u00f5es previstas na Agenda 21. Como consequ\u00eancia, as decis\u00f5es da Eco-92 t\u00eam encontrado dificuldades de sair do papel.\n\nEm 1997, foi realizado, tamb\u00e9m no Rio de Janeiro, o evento Rio + 5, no qual foram discutidas as a\u00e7\u00f5es adotadas e as propostas tiradas na Eco-92 ainda n\u00e3o implantadas. E no ano de 2002, a ONU realizou a C\u00fapula Mundial sobre Desenvolvimento Sustent\u00e1vel quando se reuniram em Johannesburgo, na \u00c1frica do Sul, representantes de diferentes pa\u00edses, buscando avan\u00e7ar nas discuss\u00f5es iniciadas h\u00e1 dez anos e tra\u00e7ar as diretrizes do desenvolvimento sustent\u00e1vel. Este encontro, conhecido como C\u00fapula da Terra ou Rio+10, tem sido apontado como um retrocesso quando comparado aos anteriores, uma vez que n\u00e3o houve avan\u00e7os significativos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s propostas da Rio-92 nem, tampouco, houve empenho dos pa\u00edses desenvolvidos, especialmente das grandes pot\u00eancias como os Estados Unidos, em assumir responsabilidades pelos danos ambientais e em firmar compromissos efetivos em rela\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses do Terceiro Mundo.\n\nOs resultados da Confer\u00eancia de Johannesburgo apontam n\u00e3o apenas para a estreita rela\u00e7\u00e3o entre as quest\u00f5es ambientais, sociais, pol\u00edticas e econ\u00f4micas, como tamb\u00e9m para o fato de que as rela\u00e7\u00f5es desiguais entre na\u00e7\u00f5es ricas e pobres, que levam a um fosso quase intranspon\u00edvel entre desiguais e acarretam graves problemas ambientais, apontadas pelo economista Celso Furtado na d\u00e9cada de 70, ainda se apresentam sem solu\u00e7\u00e3o.\n\nApesar dos avan\u00e7os ocorridos nas \u00faltimas d\u00e9cadas, especialmente no que concerne \u00e0 produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rico-cient\u00edfica, \u00e0s rela\u00e7\u00f5es e acordos internacionais para conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, \u00e0s atitudes de alguns governos locais, \u00e0 institucionaliza\u00e7\u00e3o e ao avan\u00e7o das legisla\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para o planejamento e implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas ambientais, ao avan\u00e7o do setor produtivo e empresarial e do mercado internacional de bens e servi\u00e7os, os resultados da Rio+10 vieram contribuir para o acirramento da discuss\u00e3o sobre a amplitude e a natureza do desenvolvimento sustent\u00e1vel, em seus aspectos te\u00f3ricos e pr\u00e1ticos.\n\nV\u00e1rios t\u00eam sido os trabalhos que apontam para uma imprecis\u00e3o conceitual e operacional do desenvolvimento sustent\u00e1vel, salientando que o mesmo pode atender a diferentes fins e interesses.\n\nA discuss\u00e3o mais recente marcada pela perspectiva da sustentabilidade tem avan\u00e7ado de forma mais promissora, problematizando aspectos e quest\u00f5es at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o privilegiados, e apontando para o risco de que a utiliza\u00e7\u00e3o oportunista do conceito de desenvolvimento sustent\u00e1vel, especialmente em contextos que reproduzem esquemas e pr\u00e1ticas socialmente injustas e predat\u00f3rias do ambiente, pode comprometer e at\u00e9 levar a retrocessos nos encaminhamentos sobre a quest\u00e3o ambiental.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.tre-al.gov.br(D\u00f3ris Maria de Luna Ten\u00f3rio)\/www.tvebrasil.com.br\/www.encyclopedia.com\/www.wwf.org.br\/www.mcgill.ca\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sustentabilidade, Sustent\u00e1vel, Desenvolvimento, Brasil, Conceito, Meio Ambiente, Educa\u00e7\u00e3o, Consumo, Cidadania, Produ\u00e7\u00e3o, Pol\u00edticas, O que \u00e9, Sustentabilidade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8153,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-20216","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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