{"id":20032,"date":"2015-12-14T00:00:00","date_gmt":"2015-12-14T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/oceanos-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:27:21","modified_gmt":"2026-09-01T15:27:21","slug":"oceanos-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/meio-ambiente-2\/oceanos-3\/","title":{"rendered":"Oceanos"},"content":{"rendered":"\n<strong>Oceanos &#8211; O que s\u00e3o<\/strong>\n\nUma vis\u00e3o da Terra de um sat\u00e9lite mostra um planeta azul composto quase inteiramente de \u00e1gua. O\u00a0<strong>oceano<\/strong>\u00a0cobre mais de dois ter\u00e7os da superf\u00edcie da Terra a uma profundidade m\u00e9dia de 3,8 Quil\u00f4metros.\n\nA Terra cont\u00e9m 97% da \u00e1gua do planeta.\n\nTem uma profunda influ\u00eancia sobre o meio ambiente da Terra.\n\n<strong>O oceano tem subdivis\u00f5es que s\u00e3o reconhecidas como:<\/strong>\u00a0o Oceano Atl\u00e2ntico, o Oceano Pac\u00edfico, o Oceano \u00cdndico e o Oceano \u00c1rtico, e os mares Mediterr\u00e2neo, Vermelho e Negro.\n\nOs termos oceano e mar \u00e0s vezes s\u00e3o usados de forma intercambi\u00e1vel, mas s\u00e3o termos usados fora da tradi\u00e7\u00e3o.\n\nO<strong>\u00a0oceano<\/strong>\u00a0\u00e9 o vasto corpo de \u00e1gua salina que ocupa as depress\u00f5es da superf\u00edcie da Terra e inclui todos os oceanos e mares.\n\n<strong>Oceanos &#8211; Origem<\/strong>\n\nPesquisas sugerem que o oceano tem cerca de quatro bilh\u00f5es de anos e que tanto a atmosfera da Terra quanto o oceano foram formados atrav\u00e9s de um processo chamado de desgaseifica\u00e7\u00e3o do interior profundo da Terra.\n\nDe acordo com esta teoria cient\u00edfica, o oceano originou-se da fuga de vapor de \u00e1gua das rochas derretidas da Terra primitiva.\n\nO vapor subiu para formar nuvens ao redor do planeta em resfriamento. Depois que a temperatura da Terra esfriou a um ponto abaixo do ponto de ebuli\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, a chuva come\u00e7ou a cair e continuou caindo por milh\u00f5es de anos. \u00c0 medida que essa \u00e1gua escoava para as enormes cavidades da superf\u00edcie rachada do planeta, os oceanos se formavam.\n\nA for\u00e7a da gravidade manteve essa \u00e1gua na Terra. Os oceanos ainda est\u00e3o se formando hoje em um ritmo extremamente lento. Cerca de 1,04 litro c\u00fabicos s\u00e3o adicionadas ao oceano a cada ano.\n\n<strong>Por que o oceano \u00e9 t\u00e3o salgado?<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>salinidade (salinidade) do oceano<\/strong>\u00a0se deve \u00e0 presen\u00e7a de uma alta concentra\u00e7\u00e3o de s\u00f3lidos inorg\u00e2nicos dissolvidos na \u00e1gua, principalmente s\u00f3dio e cloreto (os componentes do sal de mesa).\n\nNo in\u00edcio da vida do planeta, o oceano provavelmente continha poucas dessas subst\u00e2ncias. No entanto, desde que as primeiras chuvas ca\u00edram sobre a jovem Terra h\u00e1 bilh\u00f5es de anos e correram sobre a terra, a chuva erodiu o solo e as rochas, dissolvendo-os e transportando seus s\u00f3lidos inorg\u00e2nicos para o oceano. Rios e c\u00f3rregos tamb\u00e9m carregam s\u00f3lidos inorg\u00e2nicos dissolvidos e sedimentos e os descarregam no oceano.\n\nEm todo o mundo, os rios transportam anualmente cerca de quatro bilh\u00f5es de toneladas de sais dissolvidos para o oceano.\n\nAo longo de bilh\u00f5es de anos, o oceano tornou-se progressivamente mais salgado. A atividade do ciclo hidrol\u00f3gico concentra os sais oce\u00e2nicos \u00e0 medida que o calor do sol evapora a \u00e1gua da superf\u00edcie do oceano, deixando os sais para tr\u00e1s. H\u00e1 tanto sal no oceano que, se pudesse ser retirado e espalhado uniformemente por toda a superf\u00edcie terrestre, formaria uma camada com mais de quinhentos p\u00e9s de espessura \u2013 cerca da altura de quarenta e cinco metros. constru\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias.\n\n<strong>OCEANOS E MARES<\/strong>\n\n<strong>Existem basicamente 3 oceanos, que juntos correspondem a mais de 90% do volume total de \u00e1gua do planeta, ocupando cerca de 71% da sua superf\u00edcie e possuindo uma profundidade m\u00e9dia de 3.730 m:<\/strong>\n\n<strong>Oceano Pac\u00edfico<\/strong>\n\nCom uma profundidade m\u00e9dia de 4.282 m e uma \u00e1rea de\u00a0<span style=\"font-size: small;\">181,344 x 10<sup>6<\/sup>\u00a0km<sup>2<\/sup><\/span>, o que corresponde \u00e0 35,5% de toda a superf\u00edcie terrestre e 50% da superf\u00edcie dos oceanos.\n\nFoi o navegador portugu\u00eas Fern\u00e3o de Magalh\u00e3es quem lhe deu o nome devido \u00e0 placidez com que lhe correu a viagem em 1520\/21. Contudo, este oceano nem sempre \u00e9 pac\u00edfico \u2013 a onda mais elevada aqui registrada (aconteceu durante o furac\u00e3o de 1933) atingiu os 34 m. O nome Pac\u00edfico Em 1520, quando o navegador portugu\u00eas Fern\u00e3o de Magalh\u00e3es percorreu o litoral sul-americano, ficou impressionado com a tranq\u00fcilidade das \u00e1guas e batizou o oceano de Pac\u00edfico. Antes, por\u00e9m, o navegador espanhol Vasco Nu\u00f1ez de Balboa, descobridor do Pac\u00edfico, o havia batizado de Oceano do Sul.\n\nNa verdade, o dia era at\u00edpico, pois o Pac\u00edfico \u00e9 mais perigoso do que o Atl\u00e2ntico.\n\nA depress\u00e3o oce\u00e2nica mais profunda fica na regi\u00e3o das ilhas Marianas, no Pac\u00edfico, a 5.300 quil\u00f4metros a leste do Hava\u00ed. \u00c9 como um vale subterr\u00e2neo, atingindo na sua parte mais funda 11.500 metros, o equivalente a 7 vezes o Grand Ganyon, no rio Colorado (EUA), e \u00e9 chamada de Fossa das Marianas. O Pac\u00edfico representa 46% desse total e ocupa uma \u00e1rea maior que todos os continentes juntos.\n\nO maior iceberg j\u00e1 avistado pelo homem foi encontrado pelo navio norte-americano Glacier, em dezembro de 1956, no Pac\u00edfico Sul. Com 335 quil\u00f4metros de comprimento e 97 quil\u00f4metros de largura, estendia-se por uma superf\u00edcie de 31 mil quil\u00f4metros quadrados, ou seja, maior que a B\u00e9lgica.\n\nA norte-americana Am\u00e9lia Earhart, primeira mulher a atravessar o Atl\u00e2ntico pilotando um avi\u00e3o e tamb\u00e9m a primeira a voar nos Estados Unidos, de costa a costa, desapareceu no Oceano Pac\u00edfico, em 1937, quando tentava ser tamb\u00e9m a primeira a completar uma volta em redor da Terra, circundando o equador. \u00c9 o maior oceano do mundo.\n\n<strong>Oceano Atl\u00e2ntico<\/strong>\n\nCom uma profundidade m\u00e9dia de 3.926m e uma \u00e1rea de 106,598 x 106\u00a0<span style=\"font-size: small;\">km<sup>2<\/sup><\/span>, o que corresponde \u00e0 20,8% de toda a superf\u00edcie terrestre e 29,4% da superf\u00edcie dos oceanos.\n\n<strong>Oceano \u00cdndico<\/strong>\n\nCom uma profundidade m\u00e9dia de 3.963 m e uma \u00e1rea de\u00a0<span style=\"font-size: small;\">74,118 x 10<sup>6<\/sup>\u00a0km<sup>2<\/sup><\/span>, o que corresponde \u00e0 14,5% de toda a superf\u00edcie terrestre e 20,6% da superf\u00edcie dos oceanos.\n\nConstituem este oceano o Mar Vermelho, o Golfo P\u00e9rsico, o Golfo de Bengala e o Mar de Andaman. Tem uma \u00e1rea de 73 500 000 km\u00b2. A profundidade m\u00e9dia do \u00cdndico \u00e9 de 3 872 m. Faz fronteira com o Ir\u00e3o, o Paquist\u00e3o, a \u00cdndia e o Bangladesh a norte, com a Pen\u00ednsula Malaia, as ilhas Sunda da Indon\u00e9sia e com a Austr\u00e1lia a este, com a Antarctica a sul, com a \u00c1frica e a Pen\u00ednsula Ar\u00e1bica a oeste.\n\nO Oceano \u00cdndico formou-se ao longo dos \u00faltimos 170 milh\u00f5es de anos quando o antigo continente Gondwana se fragmentou e provocou a desloca\u00e7\u00e3o da \u00cdndia para norte (de in\u00edcio a \u00cdndia estava ligada \u00c1frica, \u00e0 Austr\u00e1lia e a Antarctica ) e a sua colis\u00e3o com a placa continental eurasi\u00e1tica.\n\nO nome\u00a0<strong>\u00cdndico<\/strong>\u00a0recebeu o nome das costas que banha, da \u00cdndia e da Indon\u00e9sia.\n\n<strong>Oceano \u00c1rtico<\/strong>\n\nAlguns autores consideram ainda um quarto oceano, o, que seria cerca de 13 vezes menor que o Pac\u00edfico e possuiria somente 1% da \u00e1gua marinha da Terra.\n\nO Oceano \u00c1rtico \u00e9 o mais pequeno dos oceanos. Est\u00e1 limitado pela Europa do Norte, a \u00c1sia e a Am\u00e9rica do Norte. O P\u00f3lo Norte situa-se perto do seu centro.\n\nO gelo cobre uma grande parte da sua superf\u00edcie durante todo o ano. O \u00c1rtico tem uma \u00e1rea de 12 257 000 km\u00b2.\n\nLiga-se ao Atl\u00e2ntico por uma passagem entre a Groel\u00e2ndia e as ilhas Spitzberg e ao Pac\u00edfico atrav\u00e9s do Estreito de Bering.\n\nEste oceano tem uma percentagem de sal inferior \u00e0 dos outros oceanos e as suas \u00e1guas s\u00e3o geladas. \u00c9 constitu\u00eddo pelos mares Chukchi, Sib\u00e9ria, Kara, Barents, White, Greenland e Beaufort.\n\nO mar n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o \u00e1rido quanto Homero pensava. cont\u00e9m os sais minerais necess\u00e1rios vida animal, que se desenvolve com ou sem contato com o fundo, dependendo da quantidade de luz existente.\n\nA maior parte da vegeta\u00e7\u00e3o \u00e9 representada pelo plancto vegetal. mAs exce\u00e7\u00f5es s\u00e3o as massas de algas ao longo do litoral de lugares como o mar de Sarga\u00e7os.\n\nEssa vegeta\u00e7\u00e3o min\u00fascula se desenvolve por fotoss\u00edntese, usando a luz do sol. Nunca se encontra a mais de 30 m mais ou menos abaixo da superf\u00edcie e \u00e9 sens\u00edvel s varia\u00e7\u00f5es da temperatura, \u00e0 salinidade e \u00e0 quantidade de oxig\u00eanio dispon\u00edvel. Seu desenvolvimento \u00e9 maior em regi\u00f5es como a Ant\u00e1rtida, onde as correntes verticais renovam os minerais da superf\u00edcie.\n\nO plancto vegetal constitui o alimento do plancto animal, dois ter\u00e7os do qual s\u00e3o formados por pequenos crust\u00e1ceos.\n\nEste segundo plancto \u00e9 a comida abundante de numerosos peixes de pequenos porte (arenques, sardinhas, anchovas, cavalas) e das baleias. Peixes grandes, como o atum, ca\u00e7am os comedores de pl\u00e2ncton (com exce\u00e7\u00e3o, \u00e9 claro, das baleias), sendo comidos por sua vez pelos tubar\u00f5es, golfinhos e baleias dentadas.\n\nEssa \u00e9 a corrente alimentar dos mares.\n\nAs profundezas oce\u00e2nicas, com menos luz e oxig\u00eanio, s\u00e3o menos ricas em termos de vida do que as \u00e1guas da superf\u00edcie. No fundo propriamente dito h\u00e1 pouca vida, exceto em \u00e1guas rasas ou nas encostas de montanhas submersas, onde se encontram algas, esponjas, moluscos e crust\u00e1ceos de grande tamanho. Ali tamb\u00e9m h\u00e1 peixes que vivem entre as rochas, como a perca, ou na areia, como a solha e o linguado.\n\n<strong>As \u00e1guas costeiras s\u00e3o afetadas por outros fatores: a varia\u00e7\u00e3o da salinidade devido ao recebimento de \u00e1guas fluviais, a natureza do fundo, correntes<\/strong>\u00a0<strong>costeiras e as mar\u00e9s. a fauna marinha tamb\u00e9m inclui aves:<\/strong>\u00a0h\u00e1 as que se alimentam de pl\u00e2ncton, as que comem peixes a at\u00e9 aves de rapina que comem aves menores.\n\nO pr\u00f3prio mas se v\u00ea atualmente amea\u00e7ado pela polui\u00e7\u00e3o do derramamento der petr\u00f3leo e a descarga de lixo industrial e, cada vez mais, pelo lan\u00e7amento s \u00e1guas de lixo radiativo.\n\n<strong>BIOMA DO OCEANO<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-161006 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Oceano11.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"187\" \/><strong>Oceanos<\/strong><\/p>\nOs\u00a0<strong>oceanos<\/strong>\u00a0n\u00e3o s\u00e3o apenas uma grande extens\u00e3o de \u00e1gua rica em formas de vida. Eles governam o regime das chuvas, regulam a temperatura e contribuem para que o ar de que necessitamos seja mais respir\u00e1vel.\n\nSe eles n\u00e3o realizassem os servi\u00e7os vitais, a Terra n\u00e3o seria habit\u00e1vel. Os oceanos por\u00e9m,\u00a0 n\u00e3o s\u00e3o um recurso inesgot\u00e1vel e podem ser destru\u00eddos. Ao projetarmos como se faz uso deles, precisaremos nos assegurar de que n\u00e3o ser\u00e3o prejudicados, pois isso afetar\u00e1 a n\u00f3s mesmos.\n\nO movimento de rota\u00e7\u00e3o da Terra e o sopro dos ventos fazem as \u00e1guas dos oceanos se moverem, formando as correntes oce\u00e2nicas que deslocam imensas de \u00e1gua a grandes dist\u00e2ncias, seguindo um percurso bem determinado. Esses movimentos tamb\u00e9m influenciam nas temperaturas dos continentes.\n\nA circula\u00e7\u00e3o constante das \u00e1guas dos oceanos faz com que os nutrientes sejam levados de um lugar para outro.\n\nExiste tanta vida neste meio, uns dependendo dos outros, um ciclo de vida, \u00e0s vezes muito curto, impercept\u00edvel at\u00e9, mas ela contribui e muito para nossa vida terrestre. Os Oceanos cont\u00e9m 97,4 % da \u00e1gua do nosso planeta, amostra quero apresentar os oceanos, suas temperaturas, sua salinidade, seu solo, seus microsc\u00f3picos seres, algas, corais, relevos submarinos, seres que s\u00e3o capazes de sobreviver em ambientes in\u00f3spitos.\n\nAtrav\u00e9s de uma compreens\u00e3o do oceano, complementada por uma engenharia imaginosa, podemos exercer um certo controle sobre o clima e tronar acess\u00edvel uma vasta reserva de alimentos que se renova ciclicamente.\n\nO\u00a0<strong>oceano<\/strong>\u00a0produz muito mais do que a terra, entretanto, o homem tira dos oceanos cerca de um (1%) por cento que \u00e9 necess\u00e1rio \u00e0 sua alimenta\u00e7\u00e3o atual.\n\nVeremos tamb\u00e9m que, dos oceanos tiramos min\u00e9rios, atrav\u00e9s de perfura\u00e7\u00f5es submarinas.\n\n<strong>Os Oceanos<\/strong>\n\n<strong>Atualmente nossos oceanos s\u00e3o divididos da seguinte maneira:<\/strong>\u00a0Oceano Atl\u00e2ntico; Oceano \u00cdndico; Oceano Pac\u00edfico, s\u00e3o considerados o \u00c1rtico e o Antartico, at\u00e9 porque eles s\u00e3o o encontro de todos os oceanos, grandes produtores de oxig\u00eanio s\u00e3o uma esp\u00e9cie de pulm\u00e3o do mundo. A grande diferen\u00e7a que existe entre oceanos s\u00e3o as temereturas e a salinidade.\n\n\u00c1reas dos oceanos deve-se considerar as \u00e1guas dos mares, em comunica\u00e7\u00e3o mais ou menos larga com os oceanos que lhes deram origem.\n\nOs mares s\u00e3o mais ou menos 48 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados, e os oceanos, mais ou menos, 313 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados. Dos oceanos surgem os mares, golfos, enseadas, angras, estu\u00e1rios, etc.\n\nA \u00c1gua do mar cont\u00e9m em solu\u00e7\u00e3o 77,5% de cloreto de s\u00f3dio, 10,,8% de cloreto de magn\u00e9sio, 5% de sulfato de magn\u00e9sio em menores propor\u00e7\u00f5es sulfato de c\u00e1lcio e pot\u00e1ssio, carbonatos e bromatos.\n\nOs oceanos s\u00e3o as massas de maiores superf\u00edcies, onde se encontram regi\u00f5es de maiores profundidades. As mergens dos oceanos s\u00e3o formadas por por massas continentais distintas e muito afastadas.\n\nDe um modo geral, as profundidades se encontram pr\u00f3ximas das costas, excepcionalmente s\u00e3o encontradas em outros pontos das \u00e1reas oce\u00e2nicas.\n\nOs oceanos cont\u00e9m cerca de um quarto das reservas mundiais de petr\u00f3leo.\n\nSuas \u00e1guas abrigam outros recursos minerais, ainda hoje pouco explorados.\n\n<strong>Ondas<\/strong>\n\nS\u00e3o movimentos ondulat\u00f3rios de subida e descida das \u00e1guas que se propagam por grandes dist\u00e2ncias. Resultam no atrito entre o vento e a superf\u00edcie dos oceanos. De acordo com a intensidade do vento, as ondas podem ser mais altas ou menos altas. Quando atingem a costa, as ondas se quebram, formando o que se chama de arrebenta\u00e7\u00e3o.\n\nO simples movimento ritimado das \u00e1guas em suaves ondula\u00e7\u00f5es tem o nome de marulho.\n\n<strong>As Mar\u00e9s<\/strong>\n\nS\u00e3o movimentos alternados de subida e descida do n\u00edvel do mar que poder ser observados junto \u00e0 costa. Quando estamos na praia podemos perceber que, em determinado movimento, as \u00e1guas do mar come\u00e7am a avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o a terra. Depois de certo tempo as \u00e1guas come\u00e7as a baixar, afastando-se da praia. Esse movimento \u00e9 chamado de mar\u00e9.\n\nO per\u00edodo de subida do n\u00edvel das \u00e1guas recebe o nome de fluxo e o de descida, refluxo. O movimento das mar\u00e9s resulta principalmente da atra\u00e7\u00e3o que a Lua (mais pr\u00f3xima da Terra) e em segundo, o Sol, exercem sobre as \u00e1guas oce\u00e2nicas.\n\n<strong>Salinidade<\/strong>\n\nSalinidade \u00e9 a quantidade de sais minerais que existem nas \u00e1guas oce\u00e2nicas. Por causa da presen\u00e7a de sais, a \u00e1gua do mar apresenta maior densidade (peso) que a \u00e1gua doce. Em geral, a \u00e1gua dos oceanos e mares cont\u00e9m 36 gramas de sal por litro.\n\nA salinidade \u00e9 maior nas regi\u00f5es quentes onde a evapora\u00e7\u00e3o \u00e9 mais intensa (43g de sal por litro no Mar Vermelho).\n\n<strong>Correntes Mar\u00edtimas<\/strong>\n\nNo interior dos oceanos existem por\u00e7\u00f5es de \u00e1gua que se deslocam continuamente na mesma dire\u00e7\u00e3o e com igual velocidade.\n\nAs correntes mar\u00edtimas se distinguem das \u00e1guas que est\u00e3o a sua volta, porque tem temperatura e salinidade diferentes. Resultam da a\u00e7\u00e3o dos ventos constantes e do movimento de rota\u00e7\u00e3o do nosso planeta.\n\nCorrentes quentes s\u00e3o aquelas com proximidade ao Equador. As correntes frias surgem no Oceano Austral, onde os ventos do oeste as conduzem para o leste.\n\nOutras correntes frias caminham do Oceano Glacial \u00c1rtico em dire\u00e7\u00e3o a linha do Equador.\n\nAl\u00e9m de exercerem influ\u00eancia no clima das \u00e1reas que atingem, as correntes mar\u00edtimas contribuem para tornar alguns lugares do mundo, extremamente agrad\u00e1veis.\n\n<strong>Ambiente Marinho e sua Fauna<\/strong>\n\n<strong>Plataforma Continental<\/strong>\n\nLogo ap\u00f3s o litoral temos a Plataforma continental, tem uma largura m\u00e9dia de 70 Km (podendo atingir at\u00e9 1000Km em algumas \u00e1reas) e uma profundidade m\u00e1xima de 200 metros.\n\n\u00c9 um prolongamento da \u00e1rea continental emersa, apresentando-se na forma de um planalto que margeia todos os continentes. Nessa parte dos oceanos, dep\u00f3sitos de origem continental (ou sedimentos terr\u00edgenos), pois \u00e9 a\u00ed que se acumulam detritos carregados pelos rios.\n\nA plataforma abriga as ilhas continentais, assim chamadas porque ficam pr\u00f3ximas ao continente (do qual se separam atrav\u00e9s de canais estreitos). T\u00e3o pr\u00f3ximos que, se ocorresse um rebaixamento do n\u00edvel das \u00e1guas oce\u00e2nicas, poder\u00edamos observar que essas ilhas, s\u00e3o na verdade, partes do continente.\n\n\u00c9 o caso da ilha do Ceil\u00e3o, na \u00c1sia; da ilha de Madagascar, na \u00e1frica; da ilha de Terra Nova (Canad\u00e1), na Am\u00e9rica e das ilhas da Gr\u00e3 Bratanha e da Irlanda, na Europa.\n\nEsta \u00e9 a parte mais importante do relevo submarino. A luz solar consegue penetrar at\u00e9 essa profundidade, garantindo o processo de fotoss\u00edntese (processo pelo qual as plantas de colora\u00e7\u00e3o verde combinam a energia solar e o g\u00e1s carb\u00f4nico com a \u00e1gua, produzindo subst\u00e2ncias org\u00e2nicas necess\u00e1rias ao desenvolvimento da vida) e a forma\u00e7\u00e3o do pl\u00e2ncton conjunto de pequenos seres animais e vegetais que vivem em \u00e1guas doces e marinhas.\n\nO pl\u00e2ncton \u00e9 indispens\u00e1vel \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o de peixes e mariscos. Portanto, \u00e9 nessa zona que se localizam as principais zonas pesqueiras do mundo, al\u00e9m de jazidas de petr\u00f3leo e de outros recursos minerais.\n\n<strong>Regi\u00e3o Pel\u00e1gica<\/strong>\n\nAtinge profundidades de 3000m a 5000m. \u00c9 a maior por\u00e7\u00e3o do relevo submarino, corresponde a 80% da \u00e1rea total dos oceanos. \u00c9 a zona onde encontram-se os detritos dos seres marinhos (como as algas e os protozo\u00e1rios), de argila muito fina e de lavas procedentes de erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas no interior dos oceanos.\n\nO relevo desta \u00e1rea \u00e9 formado por grandes vulc\u00f5es, isolados ou dispostos em linha cuja lava originaram muitas vezes, ilhas oce\u00e2nicas. \u00c9 o caso das ilhas do Hawa\u00ed, no Pac\u00edfico.\n\nO relevo compreende tamb\u00e9m cristais, isto \u00e9, os sismos (partes mais elevadas) das montanhas submarinas, principalmente das dorsais oce\u00e2nicas.\n\nAs dorsais oce\u00e2nicas elevam-se formando eleva\u00e7\u00f5es estreitas e sinuosas do terreno submarino &#8211; as cadeias montanhosas -, que se caracterizam por apresentar forte e profundo enrugamento em seus pared\u00f5es rochosos, como voc\u00ea pode ver na figura a seguir.\n\nEssas cadeias montanhosas submarinas sofrem constantemente grandes transforma\u00e7\u00f5es por causa das placas tect\u00f4nicas, que s\u00e3o respons\u00e1veis pela din\u00e2mica interna do nosso planeta, importante para as formas de relevo.\n\n<strong>Regi\u00e3o Abissal<\/strong>\n\n\u00c9 a zona de maior profundidade ( a partir de 5000m) caracteriza-se por apresentar fossas submarinas localizadas nas proximidades das cadeias de montanhas.\n\nDa mesma forma que as dorsais, as fossas oce\u00e2nicas resultam do desligamento de uma placa tect\u00f4nica sobre outra, o que provoca erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas nas profundezas dos oceanos.\n\nNesse ambiente de dif\u00edcil acesso, falta de oxig\u00eanio, a press\u00e3o \u00e9 muito alta, falta luminosidade, sua temperatura \u00e9 em torno de 4\u00baC, um habitat imposs\u00edvel de sobreviver plantas ou peixes, mas existem seres que se adaptaram neste ambiente in\u00f3spito para a vida.\n\n<strong>Vulc\u00f5es Oce\u00e2nicos<\/strong>\n\nAs erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas submarinas, vulc\u00f5es e sismos submarinos, especialmente no Pac\u00edfico e na Cordilheira Dorsal Atl\u00e2ntica. Os cones dos vulc\u00f5es submarinos podem atingir a superf\u00edcie da \u00e1gua e formar as ilhas, como a Isl\u00e2ndia e as ilhas do Hawa\u00ed. Os terremotos submarinos (maremotos) originam-se as chamadas ondas Tsunami. Sua altura \u00e9 somente 0,5 cm, mas seu cumprimento \u00e9 de at\u00e9 100 KM e podem atingir velocidades de 750 Km\/h.\n\n<strong>As grande depress\u00f5es oce\u00e2nicas<\/strong>\n\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-161005 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Oceano10.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"191\" \/>\n<p align=\"center\"><strong>Oceanos<\/strong><\/p>\nO Atl\u00e2ntico tem a forma aproximada de um \u201cS\u201d, que se estende no sentido dos meridianos, e separa a Europa e a \u00c1frica das Am\u00e9ricas; ao norte comunica-se com o oceano Glacial \u00c1rtico, por meio do mar da Noruega e de v\u00e1rios estreitos; ao sul, confunde-se com o oceano Glacial Ant\u00e1rtico; a sudeste liga-se ao Indico, e a sudoeste ao Pacifico, atrav\u00e9s do estreito de Magalh\u00e3es. Por sua localiza\u00e7\u00e3o, o Atl\u00e2ntico \u00e9 o mais importante dos oceanos, por ele transitam navios de todo tipo, interligando os mais importantes centros comerciais, industriais e culturais do mundo, situados na Europa e na Am\u00e9rica do Norte.\n\nO oceano Pacifico cobre mais de um ter\u00e7o da superf\u00edcie do globo terrestre. Suas \u00e1guas se estendem entre as Am\u00e9ricas, a \u00c1sia, a Austr\u00e1lia e o continente Ant\u00e1rtico. Ao sul, comunica-se com o oceano Glacial Ant\u00e1rtico.\n\nUne-se ao \u00cdndico pelo estreito de Malaca e das ilhas de Sonda. O primeiro europeu a visit\u00e1-lo parece ter sido o espanhol Vasco N\u00fa\u00f1ez de Balboa, que, em 1513, atravessou o istmo do Panam\u00e1 e deparou com as \u00e1guas do Pacifico.\n\nO oceano Indico, situado na regi\u00e3o intertropical ou t\u00f3rrida, durante muito tempo foi chamado mar das \u00cdndias. \u00c9 o menor dos oceanos. Fechado inteiramente ao norte pela \u00c1sia, a oeste limita-se com a \u00c1frica e a leste com a Austr\u00e1lia e o arquip\u00e9lago de Sonda. Ao sul, confunde-se com o oceano Glacial Ant\u00e1rtico.\n\nNas regi\u00f5es polares, h\u00e1 dois oceanos que s\u00e3o, na verdade, prolongamentos do Atl\u00e2ntico, do Pac\u00edfico e do \u00cdndico. No p\u00f3lo norte, fica o oceano Glacial \u00c1rtico, explorado no s\u00e9culo XIX; no sul, est\u00e1 o Glacial Ant\u00e1rtica.\n\nAmbos permanecem congelados a maior parte do tempo e pouco se sabe de seu relevo submarino.\n\n<strong>Oceano Atl\u00e2ntico<\/strong>\n<blockquote><strong>Superf\u00edcie:\u00a0<\/strong>mais de 106 milh\u00f5es de\u00a0<span style=\"font-size: small;\">km<sup>2<\/sup><\/span>\n<strong>Profundidade m\u00e9dia:<\/strong>\u00a03 926m\n<strong>Profundidade m\u00e1xima (fossa de Porto Rico):<\/strong>\u00a08 742 m\n<strong>Temperatura m\u00e1xima:\u00a0<\/strong>27\u00baC\n<strong>Salinidade m\u00e9dia:\u00a0<\/strong>35 %<\/blockquote>\n<strong>MARES SECUND\u00c1RIOS<\/strong>\n\nOceano Glacial \u00c1rtico, Mar Mediterr\u00e2neo, Golfo do M\u00e9xico, Mar das Antilhas, Mar de Baffin, Mar do Norte, Mar B\u00e1ltlco, Mar da Mencha, Mar da Irlanda, Baia de Hudson, Mar Negro, Mar da Noruega.\n\nO oceano Atl\u00e2ntico, basicamente, \u00e9 uma bacia imensa que se estende de norte a sul desde o oceano Glacial \u00c1rtico, ao norte, at\u00e9 o oceano Glacial Ant\u00e1rtico, ao sul. Ocupa mais de 106 milh\u00f5es de\u00a0<span style=\"font-size: small;\">km<sup>2<\/sup><\/span>\u00a0de superf\u00edcie total.\n\nO limite entre o Atl\u00e2ntico norte e o oceano Glacial \u00c1rtico foi estabelecido de forma arbitr\u00e1ria, com base em cordilheiras submarinas que se estendem entre as massas de terra da ilha de Baffin, Groenl\u00e2ndia e Esc\u00f3cia.\n\nContudo, ficou mais f\u00e1cil marcar o limite com o mar Mediterr\u00e2neo na altura do estreito de Gibraltar, e com o mar do Caribe, ao longo do arco formado pelas ilhas do Caribe.\n\nO Atl\u00e2ntico sul est\u00e1 separado de forma arbitr\u00e1ria do oceano \u00cdndico pelo meridiano de 20\u00b0 longitude E, e do Pac\u00edfico, a oeste, pela linha de maior profundidade que se estende entre o cabo de Hornos e a pen\u00ednsula Ant\u00e1rtica.\n\nO oceano Atl\u00e2ntico come\u00e7ou a formar-se h\u00e1 150 milh\u00f5es de anos, quando se afastou do grande continente de Gondwana como resultado da separa\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica do Sul e da \u00c1frica, que ainda continua, com uma progress\u00e3o de v\u00e1rios cent\u00edmetros por ano ao longo da dorsal submarina Meso-atl\u00e2ntica, cadeia montanhosa que se estende de norte a sul, com aproximadamente 1.500 km de largura, na qual ocorrem freq\u00fcentes erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas e terremotos.\n\nAs cadeias submarinas se estendem de forma desigual de leste a oeste entre as plataformas continentais e a dorsal Meso-atl\u00e2ntica, dividindo os fundos oce\u00e2nicos em uma s\u00e9rie de bacias conhecidas como plan\u00edcies abissais.\n\n<strong>As quatro bacias do lado americano t\u00eam uma profundidade de mais de 5.000 m e s\u00e3o:<\/strong>\u00a0a bacia Norte-americana, a da Guiana, a do Brasil e a Argentina.\n\n<strong>O perfil euro-africano est\u00e1 marcado por v\u00e1rias bacias de menor profundidade<\/strong>: a bacia da Europa ocidental, Can\u00e1rias, Cabo Verde, Serra Leoa, Guin\u00e9, Angola, Cabo e Cabo Agulhas.\n\nA grande bacia Atl\u00e2ntica-ant\u00e1rtica se estende ao longo da \u00e1rea mais meridional da cordilheira Meso-atl\u00e2ntica e da Ant\u00e1rtica.\n\nSeu relevo submarino tem sido explorado desde o princ\u00edpio do s\u00e9culo XX. O tra\u00e7o dominante \u00e9 uma cordilheira &#8211; a Dorsal Mediana ou cadeia Meso-atl\u00e2ntica &#8211; que se estende, semelhante a um S, desde a Isl\u00e2ndia at\u00e9 a ilha Bouvet, na Ant\u00e1rtida.\n\n<strong>Tem de 2 000 a 2 500 m de profundidade e divide o Atl\u00e2ntico em duas depress\u00f5es:<\/strong>\u00a0oriental e ocidental. Na zona do equador, a Dorsal \u00e9 interrompida pelo estreito de Romanche, uma depress\u00e3o que chega a atingir 6 000 m abaixo do n\u00edvel do mar. Em alguns trechos, a cordilheira expande-se e forma planaltos, como o do Tel\u00e9grafo, entre a Europa e a Am\u00e9rica do Norte.\n\n\u00c9 uma \u00e1rea de vulcanismo que, ao emergir, formou ilhas como as de A\u00e7ores. As ilhas Ascens\u00e3o, Santa Helena e Trist\u00e3o da Cunha, entre a \u00c1frica e a Am\u00e9rica do Sul, s\u00e3o tamb\u00e9m partes emersas da cordilheira.\n\nDa Dorsal partem soleiras, ou seja, eleva\u00e7\u00f5es alongadas, algumas das quais limitam depress\u00f5es (bacias oce\u00e2nicas), que se alinham de um e outro lado da cordilheira.\n\n<strong>Na regi\u00e3o equatorial originam-se a soleira do Par\u00e1, em dire\u00e7\u00e3o ao Brasil, e a soleira de Serra Leoa, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00c1frica, dividindo o Atl\u00e2ntico em duas por\u00e7\u00f5es:<\/strong>\u00a0setentrional e meridional.\n\n<strong>Na primeira encontram-se duas bacias principais:<\/strong>\u00a0a Norte-Americana e a Euro-Africana.\n\n<strong>S\u00e3o duas tamb\u00e9m as bacias do Atl\u00e2ntico Sul<\/strong>: a Brasileira e a Argentina.\n\nAs formas do relevo submarino s\u00e3o cobertas por uma camada mais ou menos espessa de sedimentos, exceto nos locais onde as correntes marinhas s\u00e3o muito fortes, ou as formas do relevo muito acentuadas.\n\nOs recortes do litoral continental e as ilhas formam mares mais ou menos fechados, com algumas caracter\u00edsticas pr\u00f3prias, por\u00e9m dependentes do oceano. Um exemplo \u00e9 o Mediterr\u00e2neo, entre Eur\u00e1sia e \u00c1frica.\n\nAs ilhas mais extensas situadas em sua totalidade no oceano Atl\u00e2ntico constituem um prolongamento das plataformas continentais, como Terranova, ilhas Brit\u00e2nicas, arquip\u00e9lago das Malvinas e ilhas Sandwich do Sul, na plataforma da Ant\u00e1rtida. As ilhas oce\u00e2nicas de origem vulc\u00e2nica s\u00e3o menos comuns do que no Pac\u00edfico; entre elas se encontram as do arco insular do Caribe, Madeira, Can\u00e1rias, Cabo Verde, o grupo de S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, A\u00e7ores, Penedo de S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo, Ascens\u00e3o e o arquip\u00e9lago de Trist\u00e3o da Cunha. A ilha maior \u00e9 a Isl\u00e2ndia.\n\n<strong>O sistema de circula\u00e7\u00e3o superficial das \u00e1guas do Atl\u00e2ntico pode ser representado como dois grandes v\u00f3rtices ou remoinhos, ou sistemas de corrente circular<\/strong>: uma no Atl\u00e2ntico norte e outra no Atl\u00e2ntico sul. Estas correntes s\u00e3o provocadas pela a\u00e7\u00e3o dos ventos al\u00edsios e tamb\u00e9m pela rota\u00e7\u00e3o da Terra.\n\nAs do Atl\u00e2ntico norte, entre as quais se encontram as correntes Norte-equatoriais, a das Can\u00e1rias e a corrente do Golfo, movem-se no sentido hor\u00e1rio. As do Atl\u00e2ntico sul, entre as quais se destacam a do Brasil, a de Benguela e a corrente Sul-equatorial, se orientam no sentido anti-hor\u00e1rio.\n\nO Atl\u00e2ntico recebe \u00e1guas da maioria dos rios mais importantes do mundo, como o S\u00e3o Louren\u00e7o, Mississippi, Orinoco, Amazonas, Paran\u00e1, Congo, N\u00edger e Loire.\n\nO oceano Atl\u00e2ntico conta com alguns dos bancos pesqueiros mais produtivos do mundo. As \u00e1reas com afloramento, nas quais as \u00e1guas profundas do oceano ricas em nutrientes sobem para a superf\u00edcie, possuem abundante fauna mar\u00edtima. O oceano \u00e9 rico em recursos minerais, e as plataformas e taludes continentais possuem abundantes combust\u00edveis f\u00f3sseis.\n\n<strong>OCEANO PAC\u00cdFICO<\/strong>\n<blockquote><strong>Superf\u00edcie:\u00a0<\/strong>165 000 000\u00a0<span style=\"font-size: small;\">km<sup>2<\/sup><\/span>\n<strong>Profundidade m\u00e9dia:\u00a0<\/strong>4 282 m\n<strong>Profundidade m\u00e1xima (fossa das Marianas):\u00a0<\/strong>11 033 m\n<strong>Temperatura m\u00e1xima:\u00a0<\/strong>32\u00baC\n<strong>Salinidade m\u00e9dia:\u00a0<\/strong>32,5 %<\/blockquote>\n<strong>MARES SECUND\u00c1RIOS<\/strong>\n\nOceano Glacial Ant\u00e1rtico, Mar de Bering, Mar de Okhotsk, Mar do Jap\u00e3o, Mar da china Oriental, Mar da China Meridional, Mar de Java, Mar de Arafura, Mar de Corais, Mar da Taemfinia, Mar de Sonda, Golfo da Calif\u00f3rnia.\n\n\u00c9 o mais extenso e profundo dos oceanos do mundo. Abarca mais de um ter\u00e7o da superf\u00edcie da Terra e cont\u00e9m mais da metade do seu volume de \u00e1gua.\n\n<strong>Costuma-se fazer, de forma artificial, uma divis\u00e3o a partir do equador:<\/strong>\u00a0o Pac\u00edfico norte e o Pac\u00edfico sul. Foi descoberto em 1513 pelo espanhol Vasco Nunes de Balboa, que o chamou de mar do Sul.\n\nO oceano Pac\u00edfico confina em sua parte oriental com os continentes da Am\u00e9rica do Norte e do Sul, ao norte com o estreito de Bering, a oeste com a \u00c1sia, o arquip\u00e9lago da Indon\u00e9sia e a Austr\u00e1lia, e ao sul com a Ant\u00e1rtida. Ao sudeste, \u00e9 dividido do oceano Atl\u00e2ntico de forma arbitr\u00e1ria pela passagem de Drake, aos 68\u00b0 longitude O. Ao sudoeste, a linha divis\u00f3ria que o separa do oceano \u00cdndico ainda n\u00e3o foi estabelecida de forma oficial. Al\u00e9m dos mares lim\u00edtrofes que se prolongam por sua irregular orla ocidental, o Pac\u00edfico conta com uma \u00e1rea de cerca de 165 milh\u00f5es de\u00a0<span style=\"font-size: small;\">km<sup>2<\/sup><\/span>\u00a0e tem uma profundidade m\u00e9dia de 4.282 m, embora o ponto m\u00e1ximo conhecido se encontre na Fossa das Marianas a 11.033 m de profundidade.\n\nO Pac\u00edfico \u00e9 a bacia oce\u00e2nica mais antiga. Segundo as rochas datadas, t\u00eam cerca de 200 milh\u00f5es de anos. As caracter\u00edsticas mais importantes, tanto da bacia quanto do talude continental, foram configuradas de acordo com fen\u00f4menos associados com a tect\u00f4nica de placas. A plataforma oce\u00e2nica, que se estende at\u00e9 profundidades de 200 m, \u00e9 bastante estreita em toda a Am\u00e9rica do Norte e do Sul; contudo, \u00e9 relativamente larga na \u00c1sia e na Austr\u00e1lia.\n\nVizinha \u00e0 Am\u00e9rica, h\u00e1 uma cordilheira submarina, a Dorsal do Pacifico Oriental ou da ilha da P\u00e1scoa, que se estende por cerca de 8.700 km desde o golfo da Calif\u00f3rnia at\u00e9 um ponto a cerca de 3.600 km a oeste do extremo meridional da Am\u00e9rica do Sul. Alarga-se na regi\u00e3o equatorial, para formar o planalto de Albatroz, onde se erguem as ilhas dos Cocos e Gal\u00e1pagos. Mais ao sul, na latitude da ilha da P\u00e1scoa, encontra-se outro planalto, que se aproxima da Am\u00e9rica do Sul e inclui as ilhas de S. F\u00e9lix e Jo\u00e3o Fernandes.\n\n<strong>Esses planaltos comp\u00f5em, juntamente com a Dorsal, duas bacias<\/strong>: de Guatemala e do Peru. A sudoeste da Dorsal abre-se uma terceira bacia, a do Pac\u00edfico Sul.\n\n<strong>Na regi\u00e3o central, uma fossa alongada divide o oceano em duas zonas:<\/strong>\u00a0setentrional e meridional. E ainda nesta regi\u00e3o as ilhas Hava\u00ed s\u00e3o os picos da cordilheira submarina que emergem.\n\nAs ilhas maiores da regi\u00e3o ocidental formam arcos insulares vulc\u00e2nicos que se elevam desde a extensa plataforma continental ao longo do extremo oriental da placa euro-asi\u00e1tica. Compreende o Jap\u00e3o, Taiwan, Filipinas, Indon\u00e9sia, Nova Guin\u00e9 e Nova Zel\u00e2ndia. As ilhas oce\u00e2nicas, denominadas em conjunto Oceania, s\u00e3o os picos das montanhas que surgiram na bacia oce\u00e2nica por extrus\u00e3o de rochas magm\u00e1ticas.\n\nO oceano Pac\u00edfico conta com mais de 30.000 ilhas deste tipo. Em muitas regi\u00f5es, em especial no Pac\u00edfico sul, os acidentes b\u00e1sicos da topografia da superf\u00edcie marinha s\u00e3o constitu\u00eddos pelas acumula\u00e7\u00f5es de recifes de coral. Ao longo da orla oriental do Pac\u00edfico, a plataforma continental \u00e9 estreita e escarpada, com poucas ilhas; os grupos mais importantes s\u00e3o as ilhas Gal\u00e1pagos, Aleutas e Hava\u00ed.\n\nAs for\u00e7as motrizes das correntes oce\u00e2nicas s\u00e3o a rota\u00e7\u00e3o da Terra, o atrito do ar com a superf\u00edcie da \u00e1gua e as varia\u00e7\u00f5es da densidade da \u00e1gua do mar.\n\nAl\u00e9m dos at\u00f3is, s\u00e3o t\u00edpicos do Pac\u00edfico os guyots (montanhas submarinas semelhantes a cones truncados) e a estreita plataforma continental, cuja largura m\u00e9dia \u00e9 de 70 km.\n\nAs maiores profundidades situam-se em geral pr\u00f3ximas \u00e0s costas dos continentes ou a grupos de ilhas. A fossa mais profunda \u00e9 a das ilhas Marianas; 11 022 m. As outras s\u00e3o as das ilhas Kennadec (9 476 m), das ilhas Filipinas (fossa de Mindanao, 10 830 m), da ilha de Tonga (9 184 m), das ilhas Kurilas (9 144 m\u00b2). Por isso, o oceano Pac\u00edfico det\u00e9m o recorde. de maior m\u00e9dia de profundidade.\n\nJunto \u00e0s profundas fossas, desde o Alasca at\u00e9 o sul da \u00cdndia, estendem-se as \u201cguirlandas\u201d insulares, ou cord\u00f5es de ilhas vulc\u00e2nicas. Nessa \u00e1rea, o Pacifico \u00e9 convulsionado por fortes terremotos e maremotos.\n\nO modelo de correntes do Pac\u00edfico norte consiste em um movimento, o sistema circular de dois v\u00f3rtices. O Pac\u00edfico norte est\u00e1 dominado pela c\u00e9lula central norte, que circula no sentido hor\u00e1rio e compreende a corrente do Pac\u00edfico norte, a corrente da Calif\u00f3rnia e a corrente de Kuroshio. A corrente da Calif\u00f3rnia \u00e9 fria, extensa e lenta, enquanto a de Kuroshio \u00e9 quente, estreita, r\u00e1pida e parecida com a do Golfo. Perto do equador, a 5\u00b0 latitude N, o fluxo para o leste da contracorrente Equatorial separa os sistemas de correntes do Pac\u00edfico norte e sul.\n\nO Pac\u00edfico sul encontra-se dominado pelo movimento no sentido anti-hor\u00e1rio da c\u00e9lula central sul, que compreende a corrente Sul-equatorial, a corrente do Pac\u00edfico sul e a corrente de Humboldt.\n\nNo extremo sul est\u00e1 localizada a corrente Ant\u00e1rtica Circumpolar; \u00e9 a fonte mais importante de circula\u00e7\u00e3o oce\u00e2nica em profundidade. Ali nasce a extensa e fria corrente do Peru, ou de Humboldt.\n\nO importante sistema de ventos do oceano Pac\u00edfico \u00e9 formado por dois cintur\u00f5es iguais de correntes que se dirigem para oeste e que sopram de oeste a leste entre 30\u00b0 e 60\u00b0 de latitude, um no hemisf\u00e9rio norte e outro no sul. Os constantes al\u00edsios se encontram ladeados pelos ventos de oeste, sopram desde leste no hemisf\u00e9rio norte e desde oeste no sul. As fortes tormentas tropicais, denominadas tuf\u00f5es no Pac\u00edfico ocidental e furac\u00f5es no Pac\u00edfico meridional e oriental, originam-se no cintur\u00e3o dos al\u00edsios no fim da esta\u00e7\u00e3o estival e nos primeiros meses do outono.\n\nAs \u00e1guas ricas em nutrientes procedentes da corrente Circumpolar Ant\u00e1rtica sobem \u00e0 superf\u00edcie na corrente de Humboldt ao longo da costa do Chile e do Peru, e toda a regi\u00e3o possui bancos de anchovas de grande import\u00e2ncia mundial como recurso aliment\u00edcio. As aves marinhas se alimentam desses bancos de anchova, do que resulta grande quantidade de guano (excremento dessas aves), utilizado entre outras coisas como fonte energ\u00e9tica. O Pac\u00edfico noroeste, que compreende o mar do Jap\u00e3o e o mar de Okhotsk, por outro lado, \u00e9 uma das maiores reservas pesqueiras do mundo. Os recifes de coral, ricos em fauna marinha, alcan\u00e7am sua maior representatividade na Grande Barreira de Coral.\n\nTamb\u00e9m o Pac\u00edfico tem come\u00e7ado a ser explorado por seus imensos recursos minerais, tais como as grandes reservas de petr\u00f3leo. Ver tamb\u00e9m Oceanos e oceanografia; Terra (planeta).\n\n<strong>OCEANO \u00cdNDICO<\/strong>\n<blockquote><strong>Superf\u00edcie:<\/strong>\u00a073,4 milh\u00f5es de\u00a0<span style=\"font-size: small;\">km<sup>2<\/sup><\/span>\n<strong>Profundidade m\u00e9dia:<\/strong>\u00a04 210 m\n<strong>Profundidade m\u00e1xima (fossa de Amirantes):\u00a0<\/strong>9 074m\n<strong>Temperatura m\u00e1xima:\u00a0<\/strong>30\u00baC\n<strong>Salinidade m\u00e9dia:\u00a0<\/strong>34,5 %<\/blockquote>\n<strong>MARES SECUND\u00c1RIOS<\/strong>\n\nMar Vermelho, Golfo de Aden, Mar da Ar\u00e1bia, Golfo de Bengala, Mar de Andaman, Golfo P\u00e9rsico, Golfo de Oman.\n\nMenor dos tr\u00eas grandes oceanos da Terra, limitado a oeste pela \u00c1frica, ao norte pela \u00c1sia, a leste pela Austr\u00e1lia e pelas ilhas australianas, e ao sul pela Ant\u00e1rtida.\n\nN\u00e3o existem limites naturais entre o oceano \u00cdndico e o oceano Atl\u00e2ntico. Uma linha de 4.020 km ao longo do meridiano 20 \u00b0E, que liga o cabo Agulhas, no extremo sul da \u00c1frica, \u00e0 Ant\u00e1rtida, costuma ser considerado o limite.\n\nSeu relevo \u00e9 menos conhecido que o do Atl\u00e2ntico, embora se saiba que 60% correspondem a profundidades entre 4000 e 6 000 m. Em m\u00e9dia, \u00e9 mais profundo que o Atl\u00e2ntico e menos que o Pacifico.\n\nA plataforma continental \u00e9 estreita, exceto no litoral norte. Das regi\u00f5es mais profundas, na parte mediana, ergue-se uma lombada, a Dorsal Central ou Indiana, que se estende desde a \u00cdndia at\u00e9 o sul da ilha Rodrigues (arquip\u00e9lago de Mascarene). Passa pelas ilhas Laquedivas, Maldivas e Chagos, no mar da Ar\u00e1bia. Essas ilhas, bem como numerosos at\u00f3is s\u00e3o pontos emersos da Dorsal. Mais ao sul, ela se alarga, formando extenso planalto submarino, que serve de base \u00e0s ilhas Kerguelen.\n\n<strong>A Dorsal divide as regi\u00f5es profundas do \u00cdndico em duas \u00e1reas:<\/strong>\u00a0ocidental e oriental.\n\n<strong>A regi\u00e3o ocidental assemelha-se, pelas formas do relevo, ao Atl\u00e2ntico:<\/strong>\u00a0\u00e9 menos profunda e apresenta v\u00e1rias ramifica\u00e7\u00f5es. Uma destas \u00e9 a de Carsberg ou Indo-Ar\u00e1bica, que se origina ao sul do arquip\u00e9lago Chagos e toma a dire\u00e7\u00e3o das ilhas Socotor\u00e1, no mar da Ar\u00e1bia. Paralelamente, estendem-se forma\u00e7\u00f5es coral\u00edgenas das ilhas Maur\u00edcio \u00e0s Seychelles. E nas ilhas Comores, ao norte de Madag\u00e1scar, est\u00e1 a Dorsal de Madag\u00e1scar, da qual esta ilha \u00e9 uma parte emersa.\n\nA regi\u00e3o oriental \u00e9 muito profunda e ocupada por uma vasta bacia, onde as profundidades m\u00e9dias ultrapassam 5 000 m. No leste, limitando o oceano, erguem-se os planaltos submarinos que sustentam a Austr\u00e1lia, Tasm\u00e2nia, Nova Guin\u00e9 e o arquip\u00e9lago de Sonda.\n\nSuas maiores ilhas s\u00e3o Madagascar e Sri Lanka. Recebe as \u00e1guas dos rios Limpopo, Zambeze, Irawadi, Brahmaputra, Ganges, Indo e Shatt al-Arab.\n\n<strong>Oceano Glacial \u00c1rtico<\/strong>\n\nMassa de \u00e1gua que constitui o menor dos quatro oceanos do mundo, ou bra\u00e7o, rodeado de terra, do oceano Atl\u00e2ntico. O oceano \u00c1rtico se estende ao sul do p\u00f3lo norte at\u00e9 as costas da Europa, \u00c1sia e Am\u00e9rica do Norte.\n\nAs \u00e1guas superficiais do oceano \u00c1rtico se misturam com as do oceano Pac\u00edfico atrav\u00e9s do estreito de Bering, mediante um canal apertado e pouco profundo, e tamb\u00e9m com as do oceano Atl\u00e2ntico atrav\u00e9s de um sistema de sills submarinos (eleva\u00e7\u00f5es suaves) que se estendem desde a Esc\u00f3cia at\u00e9 a Groenl\u00e2ndia e, dali, at\u00e9 a Terra de Baffin.\n\nNo oceano \u00c1rtico desembocam os rios Obi, Ienissei, Lena, Mackenzie, Coppermine e Back. A superf\u00edcie total do oceano \u00c1rtico \u00e9 de 14 milh\u00f5es de\u00a0<span style=\"font-size: small;\">km<sup>2<\/sup><\/span>, incluindo suas principais subdivis\u00f5es, o mar do P\u00f3lo Norte, o mar da Noruega, o mar do Norte e o mar de Barents.\n\nAproximadamente um ter\u00e7o do fundo do oceano \u00c1rtico est\u00e1 coberto pela plataforma continental, que inclui uma extensa plataforma ao norte da Eur\u00e1sia e outras mais estreitas da Am\u00e9rica do Norte e da Groenl\u00e2ndia.\n\nEm frente \u00e0s plataformas continentais est\u00e1 a bacia do \u00c1rtico propriamente dita, subdividida em uma s\u00e9rie de tr\u00eas eleva\u00e7\u00f5es paralelas e quatro bacias (tamb\u00e9m chamadas de fossas oce\u00e2nicas).\n\nA profundidade m\u00e9dia do oceano \u00c1rtico \u00e9 de 1.500 m e o ponto mais profundo est\u00e1 a 5.450 m de profundidade.\n\nAs ilhas do oceano \u00c1rtico se assentam sobre as plataformas continentais. Ao nordeste da Noruega se encontra o arquip\u00e9lago de Svalbard; a leste est\u00e3o a Terra de Francisco Jos\u00e9, Novaia Zemlia, Severnaia Zemlia, o arquip\u00e9lago de Nova Sib\u00e9ria e a ilha de Wrangel, todas elas situadas ao norte da R\u00fassia. As numerosas ilhas canadenses, inclusive o arquip\u00e9lago Rainha Elizabeth, a ilha Vitoria e a Terra de Baffin, se encontram ao norte e a leste da terra firme do Canad\u00e1 at\u00e9 a Groenl\u00e2ndia.\n\n<strong>No oceano \u00c1rtico aparecem tr\u00eas tipos de gelo:<\/strong>\u00a0gelo de terra, gelo de rio e gelo de mar. O gelo de terra entra no oceano sob a forma de icebergs, criados quando se rompem peda\u00e7os de geleiras.\n\nO congelamento da \u00e1gua doce e sua posterior condu\u00e7\u00e3o at\u00e9 o oceano pelos rios produz o gelo de rio em pequenas \u00e1reas das plataformas da Sib\u00e9ria e da Am\u00e9rica do Norte.\n\nO gelo de mar se forma pelo congelamento da \u00e1gua marinha.\n\nA pesca s\u00f3 existe em quantidades comercialmente explor\u00e1veis nas zonas costeiras mais temperadas do oceano \u00c1rtico, em particular no mar do Norte e no mar de Barents.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.encyclopedia.com\/Jo\u00e3o Francisco da Costa\/members.tripod.com\/www.dependedenos.org.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oceanos, Mares, Atl\u00e2ntico, Pac\u00edfico, \u00cdndico, \u00c1rtico, Glacial, Continentes, Import\u00e2ncia, Mundo, Brasil, Origem, Oceanos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7353,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-20032","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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