{"id":20024,"date":"2015-12-14T00:00:00","date_gmt":"2015-12-14T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/incendios-florestais-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:27:16","modified_gmt":"2026-09-01T15:27:16","slug":"incendios-florestais-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/meio-ambiente-2\/incendios-florestais-3\/","title":{"rendered":"Inc\u00eandios Florestais"},"content":{"rendered":"\n<h4>O que s\u00e3o Inc\u00eandios Florestais?<\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend28.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"307\" height=\"221\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><strong><br \/>\n     Inc\u00eandios Florestais<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> s\u00e3o cat\u00e1strofes naturais extremamente      graves, n\u00e3o s\u00f3 pela elevada freq\u00fc\u00eancia com que ocorrem e extens\u00e3o que alcan\u00e7am,      como pelos efeitos destrutivos que causam. Para al\u00e9m dos preju\u00edzos econ\u00f4micos      e ambientais, podem constituir uma fonte de perigo para as popula\u00e7\u00f5es e bens.    <\/p>\n   \n<p>Os <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> s\u00e3o considerados cat\u00e1strofes naturais,      mais pelo fato de se desenvolverem na Natureza e por a sua possibilidade de      ocorr\u00eancia e caracter\u00edsticas de propaga\u00e7\u00e3o dependerem fortemente de fatores      naturais, do que por serem causados por fen\u00f4menos naturais. A interven\u00e7\u00e3o      humana pode desempenhar um papel decisivo na sua origem e na limita\u00e7\u00e3o do      seu desenvolvimento. <\/p>\n   \n<p>A import\u00e2ncia da a\u00e7\u00e3o humana nestes fen\u00f4menos destingue os <strong>inc\u00eandios      florestais<\/strong> das restantes cat\u00e1strofes naturais. <\/p>\n   \n<p>A propaga\u00e7\u00e3o de um inc\u00eandio depende das condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas (dire\u00e7\u00e3o      e intensidade do vento, umidade relativa do ar, temperatura), do grau de secura      e do tipo do coberto vegetal, orografia do terreno, acessibilidades ao local      do inc\u00eandio, prazos de interven\u00e7\u00e3o (tempo entre o alerta e a primeira interven\u00e7\u00e3o      no ataque ao fogo), etc&#8230; <\/p>\n   \n<p>Um inc\u00eandio pode propagar-se pela superf\u00edcie do terreno, pelas copas das      \u00e1rvores e atrav\u00e9s da manta morta. Os inc\u00eandios de grandes propor\u00e7\u00f5es s\u00e3o normalmente      avistados a v\u00e1rios quil\u00f4metros, devido aos seus fumos negros e densos. <\/p>\n   \n<h4>Causas e Danos<\/h4>\n   \n<p>As causas dos <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> s\u00e3o das mais variadas.      T\u00eam, na sua grande maioria, origem humana, quer por neglig\u00eancia e acidente      (queimadas, queima de lixos, lan\u00e7amento de foguetes, cigarros mal apagados,      linhas el\u00e9ctricas), quer intencionalmente. Os inc\u00eandios de causas naturais      correspondem a uma pequena percentagem do n\u00famero total de ocorr\u00eancias.<\/p>\n   \n<p>A floresta tem sido ao longo dos \u00faltimos anos alvo de danos significativos      quer em termos de \u00e1reas ardidas quer em destrui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies singulares.    <\/p>\n   \n<p>Embora dif\u00edcil de quantificar, as emiss\u00f5es de gases e part\u00edculas libertadas      durante um inc\u00eandio, podem ser respons\u00e1veis por alguns impactos ambientais.    <\/p>\n   \n<p>Uma \u00e1rea devastada por um inc\u00eandio florestal, quando sujeita a chuvas intensas,      pode tornar-se mais suscept\u00edvel e originar mais facilmente, outro tipo de      riscos tais como deslizamentos e cheias. Com a destrui\u00e7\u00e3o da camada superficial      vegetativa os solos ficam mais vulner\u00e1veis a fen\u00f4menos de eros\u00e3o e transporte      provocados pelas \u00e1guas pluviais, reduzindo tamb\u00e9m a sua permeabilidade.<\/p>\n   \n<p><strong>Para al\u00e9m da destrui\u00e7\u00e3o da floresta os inc\u00eandios podem ser respons\u00e1veis      por:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Morte e ferimentos nas popula\u00e7\u00f5es e animais (queimaduras, inala\u00e7\u00e3o de part\u00edculas        e gases)<br \/>\n       Destrui\u00e7\u00e3o de bens (casas, armaz\u00e9ns, postes de eletricidade e comunica\u00e7\u00f5es,        etc.);<br \/>\n       Corte de vias de comunica\u00e7\u00e3o<br \/>\n       Altera\u00e7\u00f5es, por vezes de forma irrevers\u00edvel, do equil\u00edbrio do meio natural<br \/>\n       Prolifera\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o de pragas e doen\u00e7as, quando o material ardido        n\u00e3o \u00e9 tratado convenientemente.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Com o crescimento das \u00e1reas residenciais na dire\u00e7\u00e3o da floresta, os seus      habitantes ficam sujeitos a um risco acrescido a este tipo de fen\u00f4menos.<\/p>\n   \n<p>A amea\u00e7a dos <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> para pessoas que habitem      em \u00e1reas florestais ou nas suas imedia\u00e7\u00f5es, ou que utilizem estes espa\u00e7os      para fins recreativos \u00e9 real. Um pr\u00e9 planejamento e o conhecimento de medidas      preventivas pode representar a diferen\u00e7a e diminuir os danos.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.uov.com.br<\/p>\n   \n<h6>Inc\u00eandios Florestais<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p><strong>Inc\u00eandio Florestal<\/strong> \u00e9 o fogo sem controle que incide sobre      qualquer forma de vegeta\u00e7\u00e3o, podendo tanto ser provocado pelo homem quanto      por uma causa natural. Os inc\u00eandios florestais, tamb\u00e9m conhecidos como inc\u00eandios      rurais, acontecem com frequ\u00eancia no per\u00edodo de estiagem, compreendido entre      os meses de julho a outubro.<\/p>\n   \n<h4>Principais causas do fogo na vegeta\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Analfabetismo ambiental &#8211;<\/strong> expressa o desconhecimento sobre        os sistemas, as inter-rela\u00e7\u00f5es e interdepend\u00eancias dos processos que asseguram        a vida na Terra.<br \/>\n<strong>Acidentais \/ Incidentais &#8211;<\/strong> fogueiras mal apagadas, re-igni\u00e7\u00e3o,        queda de bal\u00f5es, efeito lupa (raios solares convergem para um ponto ap\u00f3s        atravessar cacos de vidro, criando um foco de luz com muito calor), dentre        outras.<br \/>\n<strong>Culturais \/ Comportamentais &#8211;<\/strong> velas acesas deixadas em        rituais religiosos, vandalismo, utiliza\u00e7\u00e3o do fogo para ca\u00e7a (ainda usado        por alguns povos), etc.<br \/>\n<strong>Expans\u00e3o das \u00e1reas rurais &#8211;<\/strong> desmatamentos e estabelecimento        de mais \u00e1reas rurais, renova\u00e7\u00e3o de pastagens e o desconhecimento das t\u00e9cnicas        de preven\u00e7\u00e3o e dos fatores que influenciam o comportamento do fogo durante        a pr\u00e1tica de queimadas.<br \/>\n<strong>Fen\u00f4menos naturais &#8211; <\/strong>alguns inc\u00eandios florestais s\u00e3o iniciados        por raios, representando cerca de 11% das ocorr\u00eancias de fogo na vegeta\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Extrativismo &#8211;<\/strong> por descuidos, fogueiras mal apagadas durante        as atividades de explora\u00e7\u00e3o dos recursos naturais (ca\u00e7a, pesca, retirada        de madeira, coleta de frutos), terminam causando inc\u00eandios florestais.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Fatores que contribuem para os inc\u00eandios florestais<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Clim\u00e1tico &#8211;<\/strong> baixa precipita\u00e7\u00e3o de chuvas e umidade relativa        do ar baixa favorece o in\u00edcio do fogo na vegeta\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Topogr\u00e1fico &#8211;<\/strong> quanto mais acidentado for um terreno (aclives        e declives) mais rapidamente o fogo se alastra.<br \/>\n<strong>Tipo de combust\u00edvel &#8211; <\/strong>a combust\u00e3o e a propaga\u00e7\u00e3o do fogo        tamb\u00e9m dependem do material que est\u00e1 sendo queimado ( troncos, galhos, folhas),        dentre outros.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Principais consequ\u00eancias das queimadas e inc\u00eandios florestais<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Efeitos sobre a sa\u00fade humana &#8211;<\/strong> causam intoxica\u00e7\u00e3o e at\u00e9        a morte.<br \/>\n<strong>Efeitos econ\u00f4micos e sociais &#8211;<\/strong> aumento de atendimentos        hospitalares e gastos gerais com a sa\u00fade.<br \/>\n<strong>Efeitos sobre a regula\u00e7\u00e3o dos ecossistemas &#8211;<\/strong> afeta a ciclagem        de nutrientes na natureza e causa a morte de plantas e animais.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Alternativas que substituem o uso do fogo<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Aduba\u00e7\u00e3o verde &#8211;<\/strong> adubos verdes s\u00e3o plantas cultivadas        para serem incorporadas ao solo fornecendo nutrientes, entre outros elementos.<br \/>\n<strong>Agricultura org\u00e2nica &#8211; <\/strong>sistema de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola sem        o uso de produtos qu\u00edmicos, que preserva a biodiversidade, os ciclos e as        atividades biol\u00f3gicas do solo.<br \/>\n<strong>Consorcia\u00e7\u00e3o de culturas &#8211;<\/strong> consiste no plantio de diferentes        esp\u00e9cies, simultaneamente sobre uma mesma \u00e1rea.<br \/>\n<strong>Plantio direto &#8211;<\/strong> \u00e9 o conjunto de t\u00e9cnicas integradas que        visa melhorar as condi\u00e7\u00f5es ambientais, por meio do n\u00e3o revolvimento do solo.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Perguntas frequentes<\/h4>\n   \n<h4><strong>1. O que fazer para evitar um inc\u00eandio florestal?<\/strong><\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Aplica\u00e7\u00e3o da lei;<br \/>\n       Elimina\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o das fontes de propaga\u00e7\u00e3o;<br \/>\n       Constru\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de aceiros,<br \/>\n       Redu\u00e7\u00e3o do material combust\u00edvel,<br \/>\n       Implanta\u00e7\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o com folhagem menos inflam\u00e1vel;<br \/>\n       Conhecimento de locais de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para o abastecimento dos ve\u00edculos        usados no combate;<br \/>\n       Ado\u00e7\u00e3o de medidas de vigil\u00e2ncia seja ela fixa ou m\u00f3vel;<br \/>\n       Acionamento do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Pol\u00edcia Ambiental e Brigada        Municipal de combate a inc\u00eandio.<br \/>\n       Aviso aos vizinhos da propriedade sempre que for realizar uma queima.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4><strong>2. O que n\u00e3o fazer?<\/strong><\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Combater um inc\u00eandio florestal sozinho;<br \/>\n       Queimar sem autoriza\u00e7\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os ambientais.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4><strong>3. Onde \u00e9 permitido o uso do fogo?<\/strong><\/h4>\n   \n<p>De acordo com o Decreto n\u00ba 2.905\/1998 da Legisla\u00e7\u00e3o Ambiental em seu art.      2\u00ba, \u00e9 permitido o emprego do fogo em pr\u00e1ticas agropastoris e florestas, mediante      queima controlada.<\/p>\n   \n<h4><strong>4. E o que \u00e9 queima controlada?<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Segundo o par\u00e1grafo \u00fanico do Decreto n\u00ba 2.905\/1998, considera-se queima controlada      o emprego do fogo como fator de produ\u00e7\u00e3o e manejo em atividades agropastoris      e florestais, e para fins de pesquisa cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica, em \u00e1reas com      limites f\u00edsicos previamente definidos.<\/p>\n   \n<h4><strong>5. Onde \u00e9 proibido o uso do fogo?<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Segundo o Decreto n\u00ba 2.661\/1998 da Legisla\u00e7\u00e3o Ambiental em seu Art. 1\u00ba, \u00e9      vedado o emprego do fogo nas florestas e demais formas de vegeta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  defesacivil.to.gov.br<\/p>\n   \n<h6>Inc\u00eandios Florestais<\/h6>\n   \n<h4>Inc\u00eandios florestais: causas e consequ\u00eancias <\/h4>\n   \n<p><strong>Causas Naturais \/ Meteorol\u00f3gicas para a ocorr\u00eancia dos inc\u00eandios      florestais: <\/strong><\/p>\n   \n<p>N\u00e3o basta existir uma fonte de calor para que um inc\u00eandio se propague. \u00c9      tamb\u00e9m necess\u00e1rio que as condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas sejam favor\u00e1veis a essa mesma      propaga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h4><strong>E que condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o essas?<\/strong><\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Vento intenso<br \/>\n       Baixa humidade relativa no ar<br \/>\n       Temperaturas elevadas<br \/>\n       Ocorr\u00eancia de trovoadas<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Al\u00e9m destas causas naturais, \u00e9 necess\u00e1rio que se reunam uma s\u00e9rie de outras      condi\u00e7\u00f5es para que um inc\u00eandio florestal se propague. <\/p>\n   \n<p><strong>De entre elas, destacamos as mais importantes:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Exist\u00eancia de combust\u00edveis mortos com baixos n\u00edveis de humidade<br \/>\n       Exist\u00eancia de uma fonte de igni\u00e7\u00e3o<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend311.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"302\" height=\"258\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><strong><br \/>\n     Inc\u00eandios Florestais<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Coment\u00e1rio: <\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\">\u0093Os inc\u00eandios n\u00e3o perdoaram. Varreram tudo: casas, vidas      e a esperan\u00e7a de recome\u00e7ar. Houve mesmo alturas em que at\u00e9 o asfalto parecia      arder. As chamas arrastaram l\u00e1grimas um pouco por todo o lado e colocaram      Portugal no centro do mapa das cinzas. Cerca de metade da \u00e1rea ardida no Sul      da Europa est\u00e1 no nosso pa\u00eds. Como algu\u00e9m disse: isto era o dem\u00f3nio que aqui      andava.\u0094<\/p>\n   \n<p><strong>In, SIC Online<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>\u0085 E nem as \u00e1reas protegidas escaparam! <\/strong><\/p>\n   \n<p>Foram v\u00e1rias as \u00e1reas protegidas do nosso pa\u00eds que sofreram gravemente com      os inc\u00eandios deste Ver\u00e3o, tendo alguns sofrido danos irrepar\u00e1veis ou que levar\u00e3o      muitos anos a compor. De entre eles, destacam-se o Parque Natural de S\u00e3o Mamede      (com 29% da \u00e1rea ardida) e o Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros      (com 7% da sua \u00e1rea ardida). <\/p>\n   \n<p>Tamb\u00e9m afetados foram os parques naturais da Serra da Estrela, Alv\u00e3o, Sintra-Cascais      e outros. Al\u00e9m destes, tamb\u00e9m o Parque Nacional da Peneda Ger\u00eas foi atingido      pelo flagelo.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend321.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"331\" height=\"195\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><strong><br \/>\n     Inc\u00eandios Florestais<\/strong><\/p>\n   \n<p>Tamb\u00e9m afetados foram os parques naturais da Serra da Estrela, Alv\u00e3o, Sintra-Cascais      e outros. Al\u00e9m destes, tamb\u00e9m o Parque Nacional da Peneda Ger\u00eas foi atingido      pelo flagelo.<\/p>\n   \n<h4>O que voc\u00ea deve fazer se deparar com um inc\u00eandio? <\/h4>\n   \n<p><strong>Como combater o fogo:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>N\u00e3o fa\u00e7a fogueiras em zonas florestais de alto risco, especialmente no        Ver\u00e3o <br \/>\n       N\u00e3o deixe em lugar nenhum pontas de cigarro acesas <br \/>\n       N\u00e3o deite foguetes em locais expostos \u00e0 propaga\u00e7\u00e3o do fogo <br \/>\n       N\u00e3o abandone lixo ou desperd\u00edcios que possam favorecer a propaga\u00e7\u00e3o do fogo        <strong><br \/>\n       N\u00e3o tente chegar a todo o lado de carro:<\/strong> o contato do tubo de escape        com a folhagem seca pode iniciar um inc\u00eandio. N\u00e3o seja passivo ante as responsabilidades        dos outros. Se as pessoas irrespons\u00e1veis persistirem, denuncie-as \u00e0s autoridades      <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Se o fogo j\u00e1 come\u00e7ou:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Mantenha a calma e atue com normalmente. Tente extinguir o fogo, se o tamanho        e intensidade do mesmo o permitirem. Atire \u00e1gua para a base das chamas e        para as suas imedia\u00e7\u00f5es. Utilize rama verde para golpear as chamas e cubra-as        com terra <br \/>\n       Tenha sempre em aten\u00e7\u00e3o uma sa\u00edda, para n\u00e3o ficar cercado <br \/>\n       Se conseguir apagar o inc\u00eandio, n\u00e3o abandone de imediato o local. Certifique-se        de que o fogo est\u00e1 mesmo extinto. Podem ter ficado brasas que mais tarde        reiniciar\u00e3o o inc\u00eandio. Chame os bombeiros ou a pol\u00edcia e informe-os do        local onde se deu o inc\u00eandio <br \/>\n       Se a extin\u00e7\u00e3o do inc\u00eandio n\u00e3o for f\u00e1cil e imediata, abandone a zona pelo        trajeto mais seguro, em fun\u00e7\u00e3o da direc\u00e7\u00e3o e da velocidade do vento. Dirija-se        ao lugar mais pr\u00f3ximo de onde possa chamar os bombeiros.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Tenha sempre em conta que\u0085 <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>O fogo tende a subir mais r\u00e1pido do que parece. N\u00e3o se situe em cotas altas        do terreno nem no sentido do vento. Considere estes fatores antes de decidir        por uma rota se sa\u00edda <br \/>\n       As zonas mais baixas de um terreno podem atuar como chamin\u00e9s em caso de        inc\u00eandio. O calor e o fumo s\u00e3o armadilhas mortais <br \/>\n       Se for rodeado pelas frentes do inc\u00eandio, e n\u00e3o houver \u00e1gua perto, ponha-se        no ch\u00e3o atr\u00e1s de uma rocha ou eleva\u00e7\u00e3o e espere que a vegeta\u00e7\u00e3o em seu redor        seja queimada. N\u00e3o fuja pelas chamas se n\u00e3o conhecer a sua extens\u00e3o. Fuja        por zonas j\u00e1 queimadas <br \/>\n       Se estiver dentro de uma casa, feche portas e janelas, tape as frestas com        panos molhados e espere a chegada de socorro. Retire cortinas e cortinados        <br \/>\n       Se as chamas se pegarem \u00e0 roupa de uma pessoa n\u00e3o a deixe correr. Fa\u00e7a-a        rolar no ch\u00e3o, cubra-a com uma manta ou terra <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Quais ser\u00e3o os motivos que levam algumas pessoas a provocar um inc\u00eandio?    <\/h4>\n   \n<p><strong>Interesse econ\u00f3mico pessoal <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Queima-se a propriedade do vizinho para proteger a pr\u00f3pria propriedade.        <br \/>\n       Queima-se porque algu\u00e9m pagou para isso. <br \/>\n       Queima-se para melhorar as pastagens e coutadas. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Interesse econ\u00f3mico indireto <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Para obrigar a popula\u00e7\u00e3o a vender madeira. <br \/>\n       Para destruir pragas. <br \/>\n       Para obter trabalho no local. <br \/>\n       Para desvaloriza\u00e7\u00e3o de um terreno. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Objetivo ou satisfa\u00e7\u00e3o pessoal <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Por desrespeito ou inveja em rela\u00e7\u00e3o a outros propriet\u00e1rios. <br \/>\n       Por conflitos com os vizinhos. <br \/>\n       Pela convic\u00e7\u00e3o de que \u00e9 bom que as matas ardam. <br \/>\n       Impulsos pessoais e embriaguez. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Perturba\u00e7\u00f5es mentais e imaturidade <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Piroman\u00edacos (ou incendi\u00e1rios)<br \/>\n       Diminu\u00eddos mentais<br \/>\n       Crian\u00e7as<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Medidas propostas pelo Governo:<\/strong> <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Dar um subs\u00eddio \u00e0s fam\u00edlias que perderam as suas fontes de rendimentos,        equivalente a um sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional por cada elemento do agregado familiar,        numa \u00fanica presta\u00e7\u00e3o<br \/>\n       Apoiar as atividades agr\u00edcolas e florestais nas regi\u00f5es mais atingidas pelo        flagelo dos inc\u00eandios<br \/>\n       Apoiar a refloresta\u00e7\u00e3o urgente das \u00e1reas ardidas<br \/>\n       Fazer a inventaria\u00e7\u00e3o exata de todos os preju\u00edzos, \u00e1reas afetadas, situa\u00e7\u00f5es        a resolver, entre outros.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.minerva.uevora.pt<\/p>\n   \n<h6>Inc\u00eandios Florestais<\/h6>\n   \n<p>As diferentes formas de inc\u00eandio n\u00e3o ser\u00e3o tratadas, apenas os <strong>inc\u00eandios      florestais<\/strong> porque envolvem a queima de florestas e o comprometimento      do eco-sistema.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend381.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"270\" height=\"196\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><strong><br \/>\n     Inc\u00eandios Florestais<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> se desenvolvem quando as condi\u00e7\u00f5es      s\u00e3o favorecidas para o seu advento, tais como a estiagem prolongada e aumento      significativo da temperatura m\u00e9dia das florestas. Alguns fatores s\u00e3o muito      favor\u00e1veis para o desenvolvimento de um inc\u00eandio, n\u00e3o apenas porque o elemento      florestal \u00e9 o principal fator de alimenta\u00e7\u00e3o das chamas, mas porque a pr\u00f3pria      vegeta\u00e7\u00e3o possui \u00e1lcool como um dos elementos qu\u00edmicos da composi\u00e7\u00e3o da grama,      da relva, servindo portanto de elemento combust\u00edvel para as chamas tanto quanto      a celulose das \u00e1rvores.<\/p>\n   \n<p>A maior parte dos <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> de grande dimens\u00e3o,      ocorridos nos EUA, na Austr\u00e1lia, na China, no Brasil, em Portugal, entre outros,      sempre teve como um dos fatores a aus\u00eancia de chuvas no per\u00edodo que antecedeu      \u00e0 trag\u00e9dia clim\u00e1tica.<\/p>\n   \n<p>Particularmente, a ocorr\u00eancia de inc\u00eandios em pa\u00edses como Portugal, preocupam,      porque possuem um elemento mais favor\u00e1vel ainda do que uma simples vegeta\u00e7\u00e3o      seca, s\u00e3o as oliveiras e as vinhas. Tanto uma quanto a outra cultura possuem      elevado n\u00edvel de \u00e1lcool combust\u00edvel (vinhas), e \u00f3leo combust\u00edvel (olivas).    <\/p>\n   \n<p>Vale lembrar que o uso de \u00f3leo de oliveiras para candeeiros \u00e9 muito antigo      em todo o Mar Mediterr\u00e2neo.<\/p>\n   \n<p>Quando uma \u00e1rea florestal estiver muito seca, qualquer produto lan\u00e7ado pelo      homem nas proximidades da mata pode causar um inc\u00eandio colossal. Um peda\u00e7o      de vidro atirado da janela de um ve\u00edculo, uma lata, uma ponta de cigarro aceso      ou mau apagado podem servir de elementos iniciais para a trag\u00e9dia.<\/p>\n   \n<p>Uma garrafa ao ser lan\u00e7ada do interior de um ve\u00edculo para as margens de uma      rodovia por exemplo, pode fazer com que os estilha\u00e7os do vidro quebrado, se      posicionem angularmente em rela\u00e7\u00e3o ao solo. Se t\u00e3o somente uma folha seca      estiver presente abaixo deste peda\u00e7o de vidro, os raios solares acionar\u00e3o      com o vidro servindo como uma lente, produzindo a chama.<\/p>\n   \n<p>Uma lata que for lan\u00e7ada para fora, pode produzir fa\u00edscas no impacto de seu      encontro ao solo. Elas por si s\u00f3 seriam suficientes se a vegeta\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima      estiver muito seca e os gases produzidos pela evapora\u00e7\u00e3o de suas folhagens      produzir o metano. Mas \u00e9 com a sua presen\u00e7a junto \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o seca que uma      lata se assemelha ao vidro quebrado e produz os raios solares contra as folhas      secas iniciando as chamas.<\/p>\n   \n<p>A forma mais danosa e mais r\u00e1pida para os efeitos de uma queimada s\u00e3o os      que se produzem pelas pontas de cigarro. Por sua condi\u00e7\u00e3o l\u00f3gica e tendo o      principio ativo em forma plena (brasa viva), a queima de uma \u00e1rea extensa      iniciada pelas rodovias \u00e9 algo inevit\u00e1vel.<\/p>\n   \n<p>As perdas com a queimada s\u00e3o irrepar\u00e1veis na observa\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da vegeta\u00e7\u00e3o      formada. Isso porque existem \u00e1rvores, vegetais e plantas cuja forma\u00e7\u00e3o foi      devida a um prolongado processo de transfer\u00eancia gen\u00e9tica realizada tanto      por animais, como por insetos, conferindo pela poliniza\u00e7\u00e3o e pelas sementes      a forma\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores diferentes, vegetais que n\u00e3o s\u00e3o observados em \u00e1reas      mais pr\u00f3ximas, ou seja, uma floresta quando \u00e9 muito antiga, possui caracter\u00edsticas      vegetais mais diversificadas, o que acaba sendo impedido com uma queimada.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 evidente que ao longo de uma dezena de anos, a floresta acaba se reconstituindo,      por\u00e9m os efeitos devastadores da queimada pelo inc\u00eandio, acabam impedindo      a continuidade do processo evolutivo de plantas em fase de desenvolvimento      e de se estabelecerem no habitat nativo em quest\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Ainda como preju\u00edzos a serem contabilizados neste tipo de traj\u00e9dia, ainda      existem a diversidade de insetos, animais e aves que deixam de existir em      uma \u00e1rea que demorou milhares de anos para conseguir desenvolver suas esp\u00e9cies.<\/p>\n   \n<p>A floresta Amaz\u00f4nica \u00e9 um exemplo claro da diversidade e dinamismo que resultam      da longevidade de uma mata nativa. Muitas plantas que existem nesta floresta      ainda n\u00e3o foram catalogadas, existem insetos que tamb\u00e9m n\u00e3o foram sequer observados      pelos pesquisadores. Existe uma un\u00e2nimidade entre as equipes de pesquisa,      que afirmam a possibillidade de encontrar um novo vegetal, um novo inseto,      uma nova forma de animal ou de ave \u00e0 cada incurs\u00e3o na floresta Amaz\u00f4nica.<\/p>\n   \n<p>Os impactos ambientais n\u00e3o se resumem \u00e0 trag\u00e9dia e perda material quando      as chamas invadem \u00e1reas povoadas, vilarejos e at\u00e9 mesmo algumas cidades, pois      o problema do inc\u00eandio florestal tamb\u00e9m est\u00e1 na fuma\u00e7a produzida pelas chamas.      Ela tem alto grau de elementos t\u00f3xicos como o carbono e o enxofre, causando      um ar irrespir\u00e1vel nas imedia\u00e7\u00f5es da floresta, comprometendo as vias respirat\u00f3rias      e at\u00e9 mesmo a vis\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Para o combate aos <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong>, \u00e9 imprescind\u00edvel      um n\u00famero expressivo de pessoas dispon\u00edveis para a atividade de combate, pois      o fogo n\u00e3o pode ser contido por um elemento que n\u00e3o se apresenta em volume      suficiente para ser exterminado que \u00e9 a \u00e1gua. Deste modo, o uso de panos \u00famidos,      p\u00e1s e enxadas \u00e9 mais eficiente, porque promove a conten\u00e7\u00e3o da \u00e1rea devastada      pelas chamas.<\/p>\n   \n<p>Evidentemente que se houvesse \u00e1gua suficiente para conter um inc\u00eandio ele      perderia sua for\u00e7a ativa, mas na verdade isso n\u00e3o ocorre, porque o que poderia      contribuir contra sua atividade, seriam as chuvas que n\u00e3o incidem nos per\u00edodos      de ver\u00e3o (\u00e9poca mais comum para os grandes <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong>),      em valores capazes de conter a for\u00e7a da queimada.<\/p>\n   \n<p>Em <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> ocorridos nos EUA e na Austr\u00e1lia,      s\u00e3o muito comuns o uso de helic\u00f3pteros que captam \u00e1gua de oceanos para lan\u00e7ar      contra as chamas, mas elas acabam apenas reduzindo a temperatura m\u00e9dia no      interior do grande foco, algo que \u00e9 recuperado em poucos minutos, ou seja,      \u00e9 uma medida insuficiente quando a trag\u00e9dia possui dimens\u00e3o colossal cobrindo      extensas \u00e1reas. O mesmo helic\u00f3ptero que procura retirar \u00e1gua de um oceano      para conduzir \u00e0 \u00e1rea da trag\u00e9dia, precisa ser auxiliado por um n\u00famero muito      maior de aeronaves que se destinem ao mesmo trabalho, sem o que, ao retornar      a chama na \u00e1rea em que foi lan\u00e7ada a \u00e1gua, j\u00e1 ter\u00e1 alcan\u00e7ado a mesma temperatura.<\/p>\n   \n<p>A melhor maneira de se evitar grandes trag\u00e9dias, \u00e9 dar \u00eanfase ao problema      do inc\u00eandio florestal logo no seu in\u00edcio, pois os preju\u00edzos e as perdas inclusive      humanas, ser\u00e3o muito menores se um grande n\u00famero de pessoas estiver envolvido      no trabalho de conten\u00e7\u00e3o do inc\u00eandio.<\/p>\n   \n<p>Esperar que ele tome propor\u00e7\u00f5es gigantescas para se pedir aux\u00edlio externo,      \u00e9 portanto uma medida incorreta quando o que se precisa \u00e9 evitar uma trag\u00e9dia.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  ilhadeatlantida.vilabol.uol.com.br<\/p>\n   \n<h6>Inc\u00eandios Florestais<\/h6>\n   \n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend391.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"364\" height=\"276\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><strong><br \/>\n     Inc\u00eandios Florestais<\/strong><\/p>\n   \n<h4>O que \u00e9?<\/h4>\n   \n<p>\u00c9 a propaga\u00e7\u00e3o do fogo, em \u00e1reas florestais e de savana (cerrados e caatingas),      normalmente ocorre com freq\u00fc\u00eancia e intensidade nos per\u00edodos de estiagem e      est\u00e1 intrinsecamente relacionada com a redu\u00e7\u00e3o da umidade ambiental.<\/p>\n   \n<p>Os inc\u00eandios podem iniciar-se de forma espont\u00e2nea ou ser conseq\u00fc\u00eancia de      a\u00e7\u00f5es e\/ou omiss\u00f5es humanas, mas mesmo nesse \u00faltimo caso, os fatores climatol\u00f3gicos      e ambientais s\u00e3o decisivos para increment\u00e1-los, facilitando sua propaga\u00e7\u00e3o      e dificultando seu controle.<\/p>\n   \n<p><strong>Os inc\u00eandios florestais podem ser causados por:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Causas naturais, como raios, rea\u00e7\u00f5es fermentativas exot\u00e9rmicas, concentra\u00e7\u00e3o        de raios solares por peda\u00e7os de quartzo ou cacos de vidros em forma de lente        e outras causas<br \/>\n       Imprud\u00eancia e descuido de ca\u00e7adores, mateiros ou pescadores, atrav\u00e9s da        propaga\u00e7\u00e3o de pequenas fogueiras, feitas em acampamentos<br \/>\n       Fagulhas provenientes de locomotivas ou de outras maquinas automotoras,        consumidoras de carv\u00e3o ou lenha<br \/>\n       Perda de controle de queimadas, realizadas para \u0093limpeza\u0094 de comp\u00f4s<br \/>\n       Incendi\u00e1rios e\/ou piroman\u00edacos. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Danos<\/h4>\n   \n<p>Os <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> causam danos materiais, ambientais      e humanos.<\/p>\n   \n<p><strong>Os danos materiais s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Destrui\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores em fase de crescimento ou em fase de utiliza\u00e7\u00e3o        comercial, reduzindo a produ\u00e7\u00e3o de madeira, celulose, ess\u00eancias florestais        e outros insumos<br \/>\n       Redu\u00e7\u00e3o da fertilidade do solo, como conseq\u00fc\u00eancia da destrui\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria        org\u00e2nica recicl\u00e1vel obrigando a um maior consumo de fertilizantes<br \/>\n       Redu\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia das \u00e1rvores ao ataque de pragas, obrigando a um maior        consumo de praguicidas.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Os danos ambientais s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Redu\u00e7\u00e3o da biodiversidade<br \/>\n       Altera\u00e7\u00f5es dr\u00e1sticas dos bi\u00f3topos, reduzindo as possibilidades de desenvolvimento        equilibrado da fauna silvestre<br \/>\n       Facilita\u00e7\u00e3o dos processos erosivos<br \/>\n       Redu\u00e7\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o dos olhos d\u0092\u00e1gua e nascentes. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Os danos humanos s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Perdas humanas e traumatismos provocados pelo fogo ou por contus\u00f5es<br \/>\n       Desabrigados e desalojados<br \/>\n       Redu\u00e7\u00e3o das oportunidades de trabalho relacionada com o manejo florestal<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Perguntas freq\u00fcentes<\/h4>\n   \n<h4><strong>1 &#8211; Posso fazer uma queimada em meu pasto?<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Sempre consulte a secretaria estadual ou municipal do meio ambiente antes      de fazer queimada, pois voc\u00ea poder\u00e1 est\u00e1 cometendo crime ambiental.<\/p>\n   \n<h4><strong>2 &#8211; O que eu posso fazer para evitar um inc\u00eandio florestal?<\/strong><\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Constru\u00e7\u00e3o de aceiros, que devem ser mantidos limpos e sem materiais combust\u00edveis<br \/>\n       Constru\u00e7\u00e3o de faixas limpas e sem materiais combust\u00edveis<br \/>\n       Planta\u00e7\u00e3o de cortinas de seguran\u00e7a com vegeta\u00e7\u00e3o menos inflam\u00e1vel<br \/>\n       Constru\u00e7\u00e3o de barragens de \u00e1gua que atuem como obst\u00e1culos \u00e0 propaga\u00e7\u00e3o do        fogo e como reserva de \u00e1gua para o combate ao inc\u00eandio<br \/>\n       Constru\u00e7\u00e3o de estradas vicinais, no interior de florestas, facilita a fiscaliza\u00e7\u00e3o        e favorece o carreamento dos meios de controlar os inc\u00eandios<strong><br \/>\n       Utiliza\u00e7\u00e3o de medidas de vigil\u00e2ncia:<\/strong> fixa, por meio de torres de        observa\u00e7\u00e3o; ou m\u00f3vel, por meio de patrulhamento terrestre ou a\u00e9reo. O CPTEC        identifica focos de inc\u00eandios por sat\u00e9lite<br \/>\n       Aviso imediato, em caso de inc\u00eandio florestal, ao Corpo de Bombeiros, Defesa        Civil ou Pol\u00edcia<br \/>\n       Seguir as instru\u00e7\u00f5es dos bombeiros ou Defesa Civil.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4><strong>3 &#8211; O que n\u00e3o fazer?<\/strong><\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p>Nunca tente combater um inc\u00eandio sozinho.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.defesacivil.gov.br<\/p>\n   \n<h6>Inc\u00eandios Florestais<\/h6>\n   \n<h4>Preven\u00e7\u00e3o de Inc\u00eandios Florestais<\/h4>\n   \n<p>Os inc\u00eandios ocorrem quando os combust\u00edveis inflam\u00e1veis s\u00e3o expostos \u00e0 materiais      acesos. A ocorr\u00eancia do fogo, pode ser reduzida pela remo\u00e7\u00e3o da fonte de fogo      ou pela remo\u00e7\u00e3o do material que pode queimar. Quanto mais valiosa uma \u00e1rea      ou produto florestal, maior \u00e9 a necessidade de eliminar o risco de inc\u00eandios.    <\/p>\n   \n<p>O efetivo controle das fontes de risco, requer o conhecimento de como essas      operam localmente, quando e onde os inc\u00eandios ocorrem mais comumente. Estas      informa\u00e7\u00f5es est\u00e3o vinculadas h\u00e1 um registro individual da ocorr\u00eancia de inc\u00eandios,      ou seja, este registro \u00e9 a principal fonte de toda a estat\u00edstica a respeito      dos inc\u00eandios. <\/p>\n   \n<p><strong>Os dados mais freq\u00fcentes para programas de preven\u00e7\u00e3o s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>As causas dos inc\u00eandios que ocorrem<br \/>\n       A \u00e9poca e o local de ocorr\u00eancia<br \/>\n       A extens\u00e3o da \u00e1rea queimada<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>De uma regi\u00e3o para outra ocorrem in\u00fameras altera\u00e7\u00f5es, havendo a necessidade      de observar as caracter\u00edsticas de cada regi\u00e3o para um planejamento. No Brasil,      n\u00e3o existem estat\u00edstica de longo prazo, apenas resultados recentes onde os      incendi\u00e1rios, queimas para limpeza e fogos para recrea\u00e7\u00e3o s\u00e3o os casos com      maior porcentagem de ocorr\u00eancia, respectivamente 33,8 %, 32,24 % e 12,57 %.      Por\u00e9m, existem casos restritos como os da Reflorestadora Sacramento-Resa de      Minas Gerais, onde os raios em um per\u00edodo de 6 anos representaram 14 % dos      inc\u00eandios ocorridos.<\/p>\n   \n<p>A defini\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de maior ocorr\u00eancia de <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong>,      dependem prioritariamente de informa\u00e7\u00f5es dos locais de onde ocorrem os inc\u00eandios,      estes dados podem ser estaduais ou municipais. Recentemente a EMBRAPA fornece      pela Internet informa\u00e7\u00f5es sobre inc\u00eandios em estados ou regi\u00f5es. As empresas      florestais que possuem estat\u00edsticas de ocorr\u00eancia de inc\u00eandios dentro de suas      \u00e1reas, podem definir claramente onde ocorrem a maior incid\u00eancia de inc\u00eandios      e desta forma tra\u00e7ar planos de preven\u00e7\u00e3o mais adequados.<\/p>\n   \n<p>A distribui\u00e7\u00e3o dos inc\u00eandios atrav\u00e9s dos meses do ano \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o importante      no planejamento da preven\u00e7\u00e3o, pois indica as \u00e9pocas de maior ocorr\u00eancia de      fogo que varia significamente de uma regi\u00e3o para outra, dependendo principalmente      do clima, caracterizado pela freq\u00fc\u00eancia e distribui\u00e7\u00e3o das chuvas e seus efeitos      sobre a vegeta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>A preven\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada a fun\u00e7\u00e3o mais importante de combate de inc\u00eandios,      e para ser efetiva precisa ser praticada constantemente. Seu objetivo \u00e9 impedir      a ocorr\u00eancia de inc\u00eandios que tem causa de natureza humana, e impedir a propaga\u00e7\u00e3o      de inc\u00eandios que n\u00e3o podem ser evitados.<\/p>\n   \n<p><strong>Os instrumentos mais utilizados na preven\u00e7\u00e3o s\u00e3o:<\/strong> Educa\u00e7\u00e3o      da popula\u00e7\u00e3o; Aplica\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o; Elimina\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o das fontes de      propaga\u00e7\u00e3o do fogo. <\/p>\n   \n<p>Deve ser aplicada a todos os grupos de idade da popula\u00e7\u00e3o, tanto em zonas      urbanas como nas rurais, sendo que para esse problema particular \u00e9 necess\u00e1rio      preparar o melhor m\u00e9todo ou combina\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos para a preven\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios.<\/p>\n   \n<p>A fim de organizar os trabalhos de preven\u00e7\u00e3o s\u00e3o elaborados os planos de      preven\u00e7\u00e3o. Estes planos s\u00e3o detalhados de forma simples e objetiva, e as atividades      s\u00e3o desenvolvidas numa determinada \u00e1rea para prevenir <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p><strong>O Plano de Preven\u00e7\u00e3o, engloba as seguintes etapas:<\/strong><\/p>\n   \n<p>Obten\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre as ocorr\u00eancias de fogo e aspectos legais da      \u00e1rea como locais de maior ocorr\u00eancia, per\u00edodo de maior ocorr\u00eancia de inc\u00eandios      durante o ano, tipo de cobertuta vegetal da \u00e1rea etc..<\/p>\n   \n<p>Determinar as causas mais freq\u00fcentes dos inc\u00eandios e concentrar nestes esfor\u00e7os      de preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p><strong>As causas variam de acordo com a regi\u00e3o, sendo agrupados em 8 grupos:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Raios<br \/>\n       Incendi\u00e1rios <br \/>\n       Queimas para limpeza<br \/>\n       Fogos de recrea\u00e7\u00e3o<br \/>\n       Opera\u00e7\u00f5es Florestais <br \/>\n       Fumantes <br \/>\n       Estradas de ferro e diversos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Decidir quais as t\u00e9cnicas e medidas preventivas ser\u00e3o adotadas, quem ir\u00e1      execut\u00e1-las e quando ser\u00e3o executadas. No plano dever\u00e1 ficar estabelecido,      qual ser\u00e1 a melhor forma, por exemplo, de adequar a popula\u00e7\u00e3o de uma determinada      regi\u00e3o. Assim como a pessoa e a equipe respons\u00e1vel pela atividade prevista,      com um cronograma indicando o in\u00edcio e o t\u00e9rmino de cada atividade planejada.<\/p>\n   \n<p>Obter informa\u00e7\u00f5es sobre todas as opera\u00e7\u00f5es desencadeadas pelo plano de preven\u00e7\u00e3o,      a fim de auxili\u00e1-lo, corrigi-lo e dar condi\u00e7\u00f5es quando for necess\u00e1rio.<\/p>\n   \n<p><strong>Sandro Javert<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.segurancanotrabalho.eng.br<\/p>\n   \n<h6>Inc\u00eandios Florestais<\/h6>\n   \n<h4>Decreto n\u00b0 97.635, de 10 de abril de 1989<\/h4>\n   \n<p>Regula o art. 27 do C\u00f3digo Florestal e disp\u00f5e sobre a preven\u00e7\u00e3o e combate      a inc\u00eandio florestal, e d\u00e1 outras provid\u00eancias<\/p>\n   \n<p>O Presidente da Rep\u00fablica, no uso das atribui\u00e7\u00f5es que lhe confere o art.      84, item IV da Constitui\u00e7\u00e3o, decreta:<\/p>\n   \n<p><strong>Art. 1\u00b0 &#8211;<\/strong> Inc\u00eandio florestal \u00e9 fogo sem controle em qualquer      forma de vegeta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>\u00a7 1\u00b0 <\/strong>&#8211; \u00c9 proibido o uso do fogo sem controle nas florestas        e demais formas de vegeta\u00e7\u00e3o, bem assim qualquer ato ou omiss\u00e3o que possa        ocasionar inc\u00eandio florestal.<\/p>\n     \n<p><strong>\u00a7 2\u00b0 &#8211;<\/strong> Quando peculiaridades locais ou regionais justificarem,        o emprego do fogo, na forma de queima controlada, em pr\u00e1ticas agropastoris        ou florestais, poder\u00e1 ser permitido, circunscrevendo as \u00e1reas estabelecidas        nas normas de precau\u00e7\u00e3o.<\/p>\n     \n<p><strong>\u00a7 3\u00b0 &#8211;<\/strong> Compete ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente        e dos Recursos Naturais estabelecer as condi\u00e7\u00f5es de uso do fogo, sob a forma        de queima controlada.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Art. 2\u00b0 <\/strong>&#8211; A preven\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios florestais ser\u00e1 promovida      atrav\u00e9s do Sistema Nacional de Preven\u00e7\u00e3o e Combate aos Inc\u00eandios Florestais      Prevfogo.<\/p>\n   \n<p><strong>Par\u00e1grafo \u00fanico. <\/strong>A coordena\u00e7\u00e3o de Prevfogo ficar\u00e1 a cargo      do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis.<\/p>\n   \n<p><strong>Art. 3\u00b0 &#8211;<\/strong> O combate a Inc\u00eandio florestal ser\u00e1 exercido por:<\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>I &#8211; Corpo de Bombeiros;<\/p>\n     \n<p>II &#8211; Grupo de volunt\u00e1rios organizado-, pela comunidade ou Brigadas.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Art. 4\u00b0<\/strong> &#8211; No caso de inc\u00eandio florestal, que n\u00e3o possa ser      extinto com os recursos ordin\u00e1rios, cabe \u00e0 autoridade p\u00fablica requisitar os      meios materiais necess\u00e1rios, qualquer que seja seu propriet\u00e1rio, para a extin\u00e7\u00e3o      do inc\u00eandio.<\/p>\n   \n<p><strong>Art. 5\u00b0 <\/strong>&#8211; Ser\u00e1 segurado contra danos direta ou indiretamente      provocados por inc\u00eandio florestal todo aquele que prestar servi\u00e7o nesta atividade,      compreendendo-se neste seguro os eventos de doen\u00e7as, invalidei e morte, bem      como pens\u00e3o ao c\u00f4njuge, companheira e dependentes.<\/p>\n   \n<p><strong>Art. 6\u00b0 <\/strong>&#8211; Os trabalhos de combate a inc\u00eandio florestal s\u00e3o      considerados de relevante interesse p\u00fablico.<\/p>\n   \n<p><strong>Art. 7\u00b0<\/strong> &#8211; Este Decreto entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p><strong>Art. 8\u00b0<\/strong> &#8211; Revogam-se as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio.<\/p>\n   \n<p><strong>Jos\u00e9 Sarney<br \/>\n     Jo\u00e3o Alves Filho<br \/>\n     Rubens Bayma Denys<br \/>\n     (DOU de 12.04.89)<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.ibama.gov.br<\/p>\n   \n<h6>Inc\u00eandios Florestais<\/h6>\n   \n<h4>Preven\u00e7\u00e3o de Inc\u00eandios Florestais <\/h4>\n   \n<p><strong>1. Considera\u00e7\u00f5es Gerais<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os inc\u00eandios ocorrem quando os combust\u00edveis inflam\u00e1veis s\u00e3o expostos \u00e0 materiais      acesos. A ocorr\u00eancia de fogo, pode ser reduzida pela remo\u00e7\u00e3o da fonte de fogo      ou pela remo\u00e7\u00e3o do material que pode queimar. Quanto mais valiosa uma \u00e1rea      ou produto florestal, maior \u00e9 a necessidade de eliminar o risco de inc\u00eandios.<\/p>\n   \n<p>O efetivo controle das fontes de risco, requer o conhecimento de como essas      operam localmente, quando e onde os inc\u00eandios ocorrem mais comumente. Estas      informa\u00e7\u00f5es est\u00e3o vinculadas a um registro individual da ocorr\u00eancia de inc\u00eandios      este registro \u00e9 a principal fonte de toda a estat\u00edstica a respeito dos inc\u00eandios.    <\/p>\n   \n<p><strong>Os dados mais frequ\u00eantes para programas de preven\u00e7\u00e3o s\u00e3o: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>As causas dos inc\u00eandios que ocorrem<br \/>\n       A \u00e9poca e o local de ocorr\u00eancia<br \/>\n       E a extens\u00e3o da \u00e1rea queimada.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>1.1 Causas<\/strong><\/p>\n   \n<p>N\u00e3o deve ser utilizada a classe desconhecida, pois induz a inclus\u00e3o de outras      classes de inc\u00eandios nesta categoria.<\/p>\n   \n<p>De uma regi\u00e3o para outra ocorrem in\u00fameras altera\u00e7\u00f5es, havendo a necessidade      de observar as caracter\u00edsticas de cada regi\u00e3o para um planejamento. No Brasil,      n\u00e3o existem estat\u00edstica de longo prazo, apenas resultados recentes como os      obtidos por SOARES em l983, onde os incendi\u00e1rios, queimas para limpeza e fogos      para recrea\u00e7\u00e3o s\u00e3o os casos com maior porcentagem de ocorr\u00eancia, respectivamente      33,88% , 32.24% e l2.57%. Por\u00e9m, existem casos rescritos como os da reflorestadora      Sacramento-Resa de Minas Gerais, onde os raios em um per\u00edodo de 6 anos representaram      14% dos inc\u00eandios ocorridos.<\/p>\n   \n<p><strong>1.2 Locais de Ocorr\u00eancia<\/strong><\/p>\n   \n<p>A defini\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de maior ocorr\u00eancia de <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong>,      dependem prioritariamente de informa\u00e7\u00f5es dos locais de onde ocorre os inc\u00eandios,      estes dados podem ser estaduais ou municipais. Recentemente a EMBRAPA, fornece      pela INTERNET informa\u00e7\u00f5es sobre inc\u00eandios em estados ou regi\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>As empresas florestais que possuem estat\u00edsticas de ocorr\u00eancia de inc\u00eandios      dentro de suas \u00e1reas, podem definir claramente onde ocorrem a maior incid\u00eancia      de inc\u00eandios e desta forma tra\u00e7ar planos de preven\u00e7\u00e3o mais adequados.<\/p>\n   \n<p><strong>1.3 \u00c1rea de Ocorr\u00eancia<\/strong><\/p>\n   \n<p>A distribui\u00e7\u00e3o dos inc\u00eandios atrav\u00e9s dos meses do ano \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o importante      no planejamento da preven\u00e7\u00e3o, pois indica as \u00e9pocas de maior ocorr\u00eancia de      fogo, que varia significativamente de uma regi\u00e3o para outra. Dependenddo principalmente      do clima, caracterizado pela frequ\u00eancia e distribui\u00e7\u00e3o das chuvas, e seu efeito      sobre a vegeta\u00e7\u00e3o. Por exemplo na regi\u00e3o de Tel\u00eamaco Borba onde est\u00e1 localizada      a Klabin Florestal 80% dos inc\u00eandios ocorrem nos meses de julho a dezembro.<\/p>\n   \n<p><strong>1.4 Extens\u00e3o da \u00c1rea Queimada e Tipo de Vegeta\u00e7\u00e3o Atingida<\/strong><\/p>\n   \n<p>A extens\u00e3o da \u00e1rea atingida por um inc\u00eandio \u00e9 \u00fatil para uma avalia\u00e7\u00e3o da      efici\u00eancia do combate utilizado. O tipo de vegeta\u00e7\u00e3o, possibilita identificar      as esp\u00e9cies florestais ou tipos de vegeta\u00e7\u00e3o mais sucet\u00edveis \u00e0 a\u00e7\u00e3o do foco      em determinada regi\u00e3o.<\/p>\n   \n<p><strong>2. Princ\u00edpios e M\u00e9todos Usados na Preven\u00e7\u00e3o de Inc\u00eandios<\/strong><\/p>\n   \n<p>A preven\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada a fun\u00e7\u00e3o mais importante do combate de inc\u00eandios,      e para ser efetiva precisa ser praticada constantemente. Seu objetivo \u00e9 impedir      a ocorr\u00eancia de inc\u00eandios que tem causa de natureza humana, e impedir a propaga\u00e7\u00e3o      de inc\u00eandios que n\u00e3o podem ser evitados. <\/p>\n   \n<p><strong>Os instrumentos mais utilizados na preven\u00e7\u00e3o s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Educa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o<br \/>\n       Aplica\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o<br \/>\n       Elimina\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o das fontes de propaga\u00e7\u00e3o do fogo.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>2.1 Educa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>Deve ser aplicada a todos os grupos de idade da popula\u00e7\u00e3o, tanto em zonas      urbanas como nas rurais. Sendo que para esse problema particular \u00e9 necess\u00e1rio      preparar o melhor m\u00e9todo ou combina\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos para a preven\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios.      Para iniciar um programa para educa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, deve ser conhecida de      forma detalhada as causas dos inc\u00eandios.<\/p>\n   \n<p><strong>Os instrumentos para organizar uma campanha de educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica s\u00e3o<\/strong>:    <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Impresa<br \/>\n       R\u00e1dio<br \/>\n       An\u00fancios<br \/>\n       Filmes<br \/>\n       Cartilhas<br \/>\n       Contatos pessoais.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Um detalhe importante \u00e9 a concientiza\u00e7\u00e3o das novas gera\u00e7\u00f5es, que futuramente      ir\u00e3o influir nos fatores que originam inc\u00eandios. Esta concientiza\u00e7\u00e3o de ser      feita atrav\u00e9s de campanhas educacionais, devendo variar deacordo com a regi\u00e3o      e os problemas que os inc\u00eandios representam em cada local.<\/p>\n   \n<p>Outra oportunidade de concientiza\u00e7\u00e3o s\u00e3o as festas comemorativas (semana      da \u00e1rvore, semana do meio ambiente, etc.), exposi\u00e7\u00f5es agropecu\u00e1rias e outras      para implementar as campanhas educativas de preven\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios. <\/p>\n   \n<p><strong>Al\u00e9m disso, podem ser utilizadas placas de alerta com an\u00fancios como:<\/strong>      \u0093O fogo apaga a vida\u0094, \u0093Conserve a natureza\u0094e outros,      ao longo de estradas que cortam \u00e1reas florestais, representando uma concientiza\u00e7\u00e3o      permanente sobre os riscos dos <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>Outro m\u00e9todo de preven\u00e7\u00e3o \u00e9 o contato pessoal, que pode ser feito com reuni\u00f5es      ou em contato com os propriet\u00e1rios, vizinhos e confrontantes em \u00e1reas florestais,      alertando a todos sobre os preju\u00edzos causados pelo fogo, sobre o risco de      uma queima indesejada, e sobre as formas utilizadas na preven\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios.<\/p>\n   \n<p><strong>2.2 Aplica\u00e7\u00e3o da Legisla\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>Leis e regulamentos para as atividades relacionadas com uso do fogo na floresta,      s\u00e3o importantes medidas de preven\u00e7\u00e3o, os regulamentos diferem basicamente      das leis por serem mais localizados, e tem como objetivo principal reduzir      o risco de inc\u00eandios em determinadas \u00e1reas.<\/p>\n   \n<p>Na regulamenta\u00e7\u00e3o por exemplo as \u00e1reas florestais podem ser fechadas a visita\u00e7\u00e3o      em \u00e9pocas cr\u00edticas, a proibi\u00e7\u00e3o ou restri\u00e7\u00e3o de fumar em \u00e9pocas de grande      perigo, a proibi\u00e7\u00e3o da pesca durante a esta\u00e7\u00e3o de inc\u00eandios e outras medidas      de car\u00e1ter local ou regional que contribuam para a redu\u00e7\u00e3o do risco de inc\u00eandios.<\/p>\n   \n<p><strong>O c\u00f3digo florestal brasileiro tem 4 artigos que tratam espec\u00edficamente      do fogo nas florestas s\u00e3o eles:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Artigo 11 <\/strong>&#8211; O emprego de produtos florestais ou Hulha        como combust\u00edvel obriga o uso de dispositivo que impe\u00e7a a difus\u00e3o de fagulhas        suscet\u00edveis de provocar inc\u00eandios nas florestas e demais formas de vegeta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n     \n<p><strong>Artigo 25 <\/strong>&#8211; Quando os in\u00eandios rurais n\u00e3o podem ser extintos        com os recursos ordin\u00e1rios compete n\u00e3o s\u00f3 ao funcion\u00e1rio florestal com a        qualquer autra autoridade p\u00fablica, requisitar os meios materiais e convocar        os homens em condi\u00e7\u00f5es de prestar aux\u00edlio.<\/p>\n     \n<p><strong>Artigo 26 &#8211;<\/strong> <strong>Contituem as contraven\u00e7\u00f5es penais,        pun\u00edveis com tr\u00eas meses a um ano de pris\u00e3o simples ou multa de um a cem        vezes o sal\u00e1rio m\u00ednimo mensal, ou ambas as penas cumulativamente:<\/strong><\/p>\n     \n<blockquote>        \n<p><strong>e) <\/strong>fazer fogo em florestas e demais formas de vegeta\u00e7\u00e3o,          sem tomar as precau\u00e7\u00f5es adequadas.<strong><br \/>\n         f) <\/strong>Fabricar, vender, transportar ou soltar bal\u00f5es que possam          provocar inc\u00eandios nas florestas e demais formas de vegeta\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n         l)<\/strong> Empregar, como combust\u00edveis, produtos florestais ou hulha          sem uso de dispositivos que impe\u00e7am a difus\u00e3o de fagulhas, suscet\u00edveis          de provocar inc\u00eandios nas florestas.<\/p>\n     <\/blockquote>\n     \n<p><strong>Artigo 27 &#8211;<\/strong> \u00c9 proibido o uso de fogo nas florestas e demais        formas de vegeta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n     \n<p><strong>Par\u00e1grafo \u00fanico &#8211;<\/strong> Se peculiaridades locais ou regionais        justificarem o emprego do fogo em pr\u00e1ticas agropastorais ou florestais.        A permiss\u00e3o ser\u00e1 estabelecida em ato do poder p\u00fablico circunscrevendo as        \u00e1reas e estabelecendo normas de precau\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>2.3 Elimina\u00e7\u00e3o ou Redu\u00e7\u00e3o das Fontes de Propaga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n   \n<p>As t\u00e9cnicas preventivas empregadas para evitar ou evitar a propaga\u00e7\u00e3o de      inc\u00eandios baseiam-se principalmente no controle da quantidade, arranjo continuidade      e inflamabilidade do material combust\u00edvel. <\/p>\n   \n<p><strong>As t\u00e9cnicas mais preconizadas s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>a) Constru\u00e7\u00e3o e Manuten\u00e7\u00e3o de Aceiros<\/strong><\/p>\n     \n<p>Podem ser naturais como estradas ou cursos d`\u00e1gua, ou especialmente construidas        para impedir a propaga\u00e7\u00e3o dos inc\u00eandios, e para fornecer uma linha de controle        estabelecida no caso de ocorrer um inc\u00eandio.<\/p>\n     \n<p>Um aceiro \u00e9 uma faixa livre de vegeta\u00e7\u00e3o, onde o solo mineral \u00e9 exposto.        A largura dessa faixa depende do tipo de material combust\u00edvel, da localiza\u00e7\u00e3o        em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 configura\u00e7\u00e3o do terreno e das condi\u00e7\u00f5es metereol\u00f3gicas esperadas        na \u00e9poca de ocorr\u00eancia de inc\u00eandios. Por\u00e9m alguns autores como SOARES recomendam        que esta faixa n\u00e3o deve ser inferior a 5 metros, podendo chegar a 50 m de        largura em locais muito perigosos. Em \u00e1reas florestais, existem aceiros        principais mais largos, e secund\u00e1rios, mais estreitos. De maneira geral        os aceiros n\u00e3o s\u00e3o suficientes para deter inc\u00eandios, por\u00e9m s\u00e3o extremamente        \u00fateis como meio de acesso e pontos de apoio para o combater os focos de        inc\u00eandios.<\/p>\n     \n<p>Deve ser lembrados que os aceiros s\u00f3 s\u00e3o eficientes quando existe uma manuten\u00e7\u00e3o,        mantendo-os limpos e trafeg\u00e1veis principalmente durante a \u00e1rea de maior        perigo de inc\u00eandios.<\/p>\n     \n<p><strong>b) Redu\u00e7\u00e3o do Material Combustivel<\/strong><\/p>\n     \n<p><strong>A elimina\u00e7\u00e3o ou a redu\u00e7\u00e3o desse material, \u00e9 a forma mais efici\u00eante        para se evitar a propaga\u00e7\u00e3o dos inc\u00eandios, existem diversas maneiras de        reduzir a quantidade do material combust\u00edvel, tais como:<\/strong> meios        qu\u00edmicos, biol\u00f3gicos e mec\u00e2nicos, al\u00e9m disso tamb\u00e9m ; \u00e9 utilizada a queima        controlada, que embora perigosa \u00e9 de baixo custo, principalmente para reduzir        o material combust\u00edvel no interior dos planaltos florestais. A queima da        vegeta\u00e7\u00e3o seca \u00e0s margens de estradas de rodagem ou de ferro, \u00e9 tamb\u00e9m um        meio eficiente de reduzir o material combust\u00edvel.<\/p>\n     \n<p><strong>c) Cortinas de seguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n     \n<p>A implanta\u00e7\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o com folhagem menos inflam\u00e1vel, \u00e9 uma pr\u00e1tica        efici\u00eante para reduzir a propaga\u00e7\u00e3o do fogo, pois dificulta o asceso do        fogo \u00e0s copas, facilitando o combate.<\/p>\n     \n<p><strong>d) Locais de capta\u00e7\u00e3o D\u0092\u00e1gua<\/strong><\/p>\n     \n<p>O reflorestamento de pequenos cursos d`\u00e1gua formando pequenos a\u00e7udes, \u00e9        de fundamental import\u00e2ncia para obten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua no caso de combate a inc\u00eandios,        recomenda-se a implanta\u00e7\u00e3o de tomada d`\u00e1gua a cada 5 km para assegurar uma        efici\u00eancia razo\u00e1vel dos caminh\u00f5es bombeiros no controle de inc\u00eandios. <strong>Al\u00e9m        disso, esses locais de capta\u00e7\u00e3o podem ser utilizados em outras atividades        como:<\/strong> melhorar o microclima, recrea\u00e7\u00e3o e psicultura, auxilio ao        plantio e a aplica\u00e7\u00e3o de defensivos, entre outros.<\/p>\n     \n<p><strong>e) Planos de Preven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n     \n<p>A fim de organizar os trabalhos de preven\u00e7\u00e3o s\u00e3o elaborados os planos de        preven\u00e7\u00e3o. Nestes planos s\u00e3o detalhados de formas simples e objetiva, as        atividades que ser\u00e3o desenvolvidas numa determinada \u00e1rea para prevenir inc\u00eandios        florestais.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>O Plano de preven\u00e7\u00e3o, engloba as seguintes etapas:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1 &#8211;<\/strong> <strong>Obten\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre as ocorr\u00eancias        de fogo, e aspectos legais da \u00e1rea como:<\/strong> locais de maior ocorr\u00eancia,        per\u00edodo de maior ocorr\u00eancia de inc\u00eandios durante o ano, tipo de cobertura        vegetal vegetal da \u00e1rea, etc.<strong><br \/>\n       2 &#8211;<\/strong> Determinar as causas mais frequ\u00eantes dos inc\u00eandios e concetrar        nestes esfor\u00e7os de preven\u00e7\u00e3o. As causas variam deacordo com a regi\u00e3o, sendo        agrupados em 8 grupos, raios, incendi\u00e1rios, queimas para limpeza, fogos        de recrea\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00f5es florestais, fumantes, estradas de ferro e diversos.<strong><br \/>\n       3 &#8211;<\/strong> Decidir quais as t\u00e9cnicas e medidas preventivas ser\u00e3o adotadas,        quem ir\u00e1 execut\u00e1-las e quando ser\u00e3o executadas. No plano dever\u00e1 ficar estabelecido,        qual ser\u00e1 a melhor forma, por exemplo de adequar a popula\u00e7\u00e3o de uma determinada        regi\u00e3o. Assim como a pessoa e a equipe respons\u00e1vel pela atividade prevista,        com um cronograma indicando o in\u00edcio e o t\u00e9rmino de cada atividade planejada.<strong><br \/>\n       4 &#8211; <\/strong>Obter informa\u00e7\u00f5es sobre todas as opera\u00e7\u00f5es desencadeadas pelo        plano de preven\u00e7\u00e3o, a fim de auxili\u00e1-lo, corrig\u00ed-lo e e dar novas condi\u00e7\u00f5es        quando for necess\u00e1rio.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>3. Bibliografia Consultada<\/strong><\/p>\n   \n<p>SOARES, R. V. Inc\u00eandios Florestais &#8211; Controle e Uso do Fogo.      Curitiba : FUPEF, 213 p, 1985.<br \/>\n     SOARES, R. V. Preven\u00e7\u00e3o e Controle de Inc\u00eandios Florestais. Curitiba : FUPEF,      72 p, 1979.<br \/>\n     BATISTA, A. C. Inc\u00eandios Florestais. Recife : Universidade Federal Rural de      Pernambuco &#8211; Curso de Eng. Florestal. 115 p, 1990.<br \/>\n     BATISTA, A. C. Avalia\u00e7\u00e3o da Queima Controlada em Povoamentos de Pinus taeda      L. no Norte do Paran\u00e1. Curitiba. Tese (Doutorado em Eng. Florestal), Setor      de Ci\u00eancias Agr\u00e1rias, UFPR. 108 p, 1995. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.floresta.ufpr.br<\/p>\n   \n<h6>Inc\u00eandios Florestais<\/h6>\n   \n<h4>Combate de Inc\u00eandio<\/h4>\n   \n<p>Nem sempre as t\u00e9cnicas preventivas s\u00e3o suficientes para se evitar que surjam      os <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong>. Nenhum plano de controle de inc\u00eandio      pode funcionar sem um adequado sistema de dete\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h4>DETE\u00c7\u00c3O E LOCALIZA\u00c7\u00c3O DO INC\u00caNDIO<\/h4>\n   \n<p>O m\u00e9todo mais pr\u00e1tico e econ\u00f4mico de dete\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o dos <strong>inc\u00eandios      florestais<\/strong> \u00e9 o uso das torres de vigil\u00e2ncia. <\/p>\n   \n<p><strong>Outras formas poss\u00edveis s\u00e3o:<\/strong> o patrulhamento terrestre;      de avi\u00e3o; ou atrav\u00e9s de imagens de sat\u00e9lites (como \u00e9 feito na Amaz\u00f4nia).<\/p>\n   \n<p>As torres podem ser construidas de madeira, a\u00e7o ou concreto. T\u00eam no topo      uma cabine envidra\u00e7ada fechada, com visibilidade para todos os lados e onde      permanece o vigia.<\/p>\n   \n<p>A altura da torre depende da topografia, variando de 10 a 40 m. As mais altas      s\u00e3o construidas nas \u00e1reas planas. A dist\u00e2ncia m\u00e1xima entre duas torres \u00e9 de      cerca de 15 km e cada uma pode cobrir de 15 a 18.000 ha.<\/p>\n   \n<p>Ao se instalar uma rede de torres, n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria uma visibilidade de 100%      da \u00e1rea. Uma cobertura de cerca de 70% da \u00e1rea florestada j\u00e1 \u00e9 suficiente      e economicamente vi\u00e1vel.<\/p>\n   \n<p>Para a identifica\u00e7\u00e3o do local do inc\u00eandio, \u00e9 necess\u00e1rio que cada torre tenha      um bin\u00f3culos, um r\u00e1dio ou telefone e um goni\u00f4metro (aparelho usado para a      determina\u00e7\u00e3o da dire\u00e7\u00e3o do fogo). Os goni\u00f4metros devem ter a mesma orienta\u00e7\u00e3o      (o zero apontado para o Norte magn\u00e9tico) em todas as torres. Pode-se, atrav\u00e9s      de coordenadas, determinar com razo\u00e1vel precis\u00e3o o local do inc\u00eandio.<\/p>\n   \n<h4>AS BRIGADAS DE INC\u00caNDIO<\/h4>\n   \n<p>Chamam-se de brigadas de inc\u00eandio os grupos de pessoas que receberam treinamento      para o combate ao fogo. Cada brigada, por raz\u00f5es de ordem pr\u00e1tica, deve ter      no m\u00e1ximo, 20 homens.<\/p>\n   \n<p>Ap\u00f3s a dete\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o do inc\u00eandio (tarefas essas da responsabilidade      do vigia da torre), \u00e9 necess\u00e1rio que o pessoal respons\u00e1vel pelo combate ao      fogo, chegue o mais r\u00e1pido poss\u00edvel ao local do inc\u00eandio. A rapidez do ataque      \u00e9 fundamental no sucesso da opera\u00e7\u00e3o de combate.<\/p>\n   \n<p>Chegando ao local, deve-se estudar detalhadamente a situa\u00e7\u00e3o antes de se      tomar qualquer medida relativa ao combate. <\/p>\n   \n<p><strong>A primeira etapa desse estudo \u00e9 uma avalia\u00e7\u00e3o criteriosa do inc\u00eandio:<\/strong>      tamanho, extens\u00e3o, velocidade de propaga\u00e7\u00e3o, intensidade; clima; vegeta\u00e7\u00e3o;      rede de aceiros; estradas; e fontes de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. <\/p>\n   \n<p><strong>Da\u00ed resultam:<\/strong> a escolha do m\u00e9todo de combate; a distribui\u00e7\u00e3o      das brigadas de inc\u00eandio (designando o setor e o servi\u00e7o de cada qual); e      a sele\u00e7\u00e3o e uso dos recursos necess\u00e1rios para o combate efetivo ao inc\u00eandio      florestal. <\/p>\n   \n<h4>Equipamentos Necess\u00e1rios<\/h4>\n   \n<p>Para uma maior efici\u00eancia no combate aos inc\u00eandios, \u00e9 sempre recomend\u00e1vel      ter ferramentas e equipamentos de uso exclusivo para esse fim. Esse material      deve estar sempre em condi\u00e7\u00f5es de uso e armazenado em locais pr\u00e9- determinados.<\/p>\n   \n<p><strong>Dentre as ferramentas manuais mais usadas no combate ao inc\u00eandio      florestal, destacam-se:<\/strong> machados, enxadas, foices, p\u00e1s, rastelos,      abafadores, serras, bombas costais, baldes, regadores, lanternas e lan\u00e7a-chamas.<\/p>\n   \n<p><strong>Em inc\u00eandios florestais de grande porte, \u00e9 necess\u00e1rio recorrer aos      equipamentos pesados, tais como:<\/strong> tratores com l\u00e2mina, caminh\u00f5es-tanque,      motoniveladora, motobombas e at\u00e9 avi\u00f5es e helic\u00f3pteros especiais..<\/p>\n   \n<h4>M\u00c9TODOS DE COMBATE AO FOGO<\/h4>\n   \n<p>Existem pelo menos quatro (4) m\u00e9todos de combate ao fogo nos inc\u00eandios florestais.    <\/p>\n   \n<p><strong>A saber:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1 &#8211; M\u00c9TODO DIRETO: <\/strong>Usado quando a intensidade do fogo        permite uma aproxima\u00e7\u00e3o suficiente da brigada \u00e0 linha de fogo. <strong>S\u00e3o        usadas as seguintes t\u00e9cnicas e materiais: <\/strong>\u00e1gua (bombas costais,        baldes ou moto-bombas); terra (p\u00e1s); ou batidas (abafadores).<strong><br \/>\n       2 &#8211; M\u00c9TODO PARALELO OU INTERMEDI\u00c1RIO: <\/strong>Usado quando n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel        o m\u00e9todo direto e a intensidade do fogo n\u00e3o \u00e9 muito grande. Consiste em        limpar, com ferramentas manuais, uma estreita faixa, pr\u00f3xima ao fogo, para        deter o seu avan\u00e7o e possibilitar o ataque direto.<strong><br \/>\n       3 &#8211; M\u00c9TODO INDIRETO: <\/strong>Usado em inc\u00eandios de intensidade muito grande.        Consiste em abrir aceiros com equipamento pesado (tratores, etc.), utilizando        ainda um contra-fogo, para ampliar a faixa limpa e deter o fogo, antes que        chegue ao aceiro.<strong><br \/>\n       4 &#8211; M\u00c9TODO A\u00c9REO: <\/strong>Usado nos inc\u00eandios de copa, de grande intensidade        e \u00e1rea e em locais de dif\u00edcil acesso \u00e0s brigadas de inc\u00eandio. S\u00e3o usados        avi\u00f5es e helic\u00f3peteros, especialmente construidos ou adaptados para o combate        ao inc\u00eandio.<br \/>\n       Deve-se procurar encurralar o fogo, t\u00e3o logo seja poss\u00edvel. Em inc\u00eandios        pequenos e fracos, o ataque pode ser feito pelo m\u00e9todo direto. Em inc\u00eandios        maiores, o combate deve ser iniciado pelos flancos e ir avan\u00e7ando at\u00e9 a        frente.<br \/>\n       Deve-se revezar as turmas antes que estejam incapacitadas para a luta por        cansa\u00e7o.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>O USO DO AVI\u00c3O NO COMBATE A INC\u00caNDIOS<\/h4>\n   \n<p>As primeiras tentativas de combate a\u00e9reo a inc\u00eandios foram feitas em 1930\/31      em Spokane, Washington e Sacramento, nos Estados Unidos. C.J.Jensen voou sobre      <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> num avi\u00e3o Hispano-Suisso da I Guerra      Mundial, adaptado com 2 pequenos tanques de \u00e1gua. Houve experi\u00eancias posteriores      na R\u00fassia, em 1934, nos EUA e Canad\u00e1, em 1937, e EUA e Austr\u00e1lia, em 1940.      O primeiro \u00eaxito operativo, entretanto, s\u00f3 ocorreu em 1950, no Canad\u00e1, quando      um avi\u00e3o Beaver, lan\u00e7ou &#8220;bombas de \u00e1gua&#8221; (bolsas de papel e pl\u00e1stico      de 14 litros cada, em grupos de 6 a 8 por vez) sobre um inc\u00eandio florestal,      conseguindo assim retardar a sua propaga\u00e7\u00e3o, at\u00e9 que as equipes de terra conseguissem      sua extin\u00e7\u00e3o total. A partir de ent\u00e3o, aumentou muito o uso desta t\u00e9cnica,      gra\u00e7as ao uso de avi\u00f5es remanescentes da II Guerra, j\u00e1 fora de servi\u00e7o, convenientemente      transformados e equipados com dep\u00f3sitos e dispositivos especiais para os &#8220;bombardeios      de \u00e1gua&#8221;.<\/p>\n   \n<p>As quantidades de \u00e1gua variam em fun\u00e7\u00e3o da capacidade de combust\u00e3o da massa.      Estima-se que para controlar um fogo de campo, um avi\u00e3o IPANEMA (de fabrica\u00e7\u00e3o      nacional), com capacidade para 500 l de \u00e1gua, cobrindo uma faixa de 10 m,      com descarga de 200 l\/ha, possa retardar ou suprimir o fogo em 2.500 m, o      que ele far\u00e1 em um minuto de aplica\u00e7\u00e3o. Numa dist\u00e2ncia de 15 km da pista,      ele poder\u00e1 fazer 3 decolagens por hora e, em 8 horas de trabalho por dia,      suprimir um inc\u00eandio igual ao que consumiu o Parque Nacional das Emas, em      1988.<\/p>\n   \n<p>Avi\u00f5es e helic\u00f3petros s\u00e3o particularmente \u00fateis no lan\u00e7amento de grandes      quantidades de \u00e1gua ou de retardantes qu\u00edmicos sobre o fogo.<\/p>\n   \n<p>Avi\u00f5es e helic\u00f3petros de v\u00e1rios tipos podem ser usados no combate a inc\u00eandios      florestais.<\/p>\n   \n<h4><strong>PRINCIPAIS CARACTER\u00cdSTICAS DOS AVI\u00d5ES MAIS USADOS COMO BOMBARDEIROS      DE \u00c1GUA<\/strong><\/h4>\n                \n<table width=\"600\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\"><strong>Caracter\u00edsticas<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><strong>Canadair<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><strong>Caruso<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><strong>Avenger<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><strong>Otter<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><strong>Beaver<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\"><strong>Twin Otter<\/strong><\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>1. Classe<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Anf\u00edbio<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Anf\u00edbio<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Terrestre<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Hidro<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Hidro<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Terrestre<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>2. Capacidade (gal)<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.200<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">800<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">500<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">230<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">140<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">400<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>3. Local dep\u00f3sito<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Fuselagem<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Fuselagem<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Fuselagem<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Fuselagem<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Fuselagem<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Fuselagem<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>4. Vel. cruz (mph)<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">150<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">130<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">160<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">120<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">130<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">140<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>5. N. de motores<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>6. Vel. lan\u00e7. (mph)<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">115<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">105<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">110<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">100<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">100<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">100<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>7. Ext. pista (m)<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.850<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.850<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.850<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.850<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.380<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">1.380<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>8. Carga \u00fatil (lb)<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">12.000<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">8.000<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">5.000<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2.500<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2.600<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4.000<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>9. Auton. v\u00f4o (h)<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">6,5<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">5<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">3<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">6<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4,5<\/td>\n         <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>10. \u00c1rea cob. (ft)<\/strong><\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">200&#215;100<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">200&#215;100<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">150&#215;50<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">120&#215;30<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">80&#215;25<\/td>\n           \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">110&#215;30<\/td>\n         <\/tr>\n<\/table>\n      \n<p><strong>Entre as finalidades do combate a\u00e9reo a inc\u00eandios florestais, destacam-se:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Patrulhamento a\u00e9reo da \u00e1rea a ser protegida <br \/>\n       Ataque r\u00e1pido ao inc\u00eandio, antes que adquira tamanho e viol\u00eancia <br \/>\n       Combate ao inc\u00eandio em terrenos inacess\u00edveis \u00e0s equipes de terra <br \/>\n       Descarga de grandes quantidades de \u00e1gua ou de retardantes qu\u00edmicos sobre        o inc\u00eandio e em curtos intervalos de tempo <br \/>\n       Mudan\u00e7a r\u00e1pida de um inc\u00eandio a outro, extinguindo focos iniciais distantes        entre si e protegendo homens e materiais <br \/>\n       Transporte de homens e equipamentos de combate terrestre. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Embora de custo elevado, uma PATRULHA A\u00c9REA presta inestim\u00e1veis servi\u00e7os      nas extensas \u00e1reas florestadas. Estes servi\u00e7os, contudo, n\u00e3o dispensam as      estrat\u00e9gicas torres de observa\u00e7\u00e3o implantadas em terra e complementam a sua      a\u00e7\u00e3o. O patrulhamento a\u00e9reo pode ser feito com ULTRALEVES ou com avi\u00f5es mono      ou multimotores, sendo estes \u00faltimos os preferidos, por motivos de seguran\u00e7a,      autonomia e velocidade.<\/p>\n   \n<p>Os v\u00f4os de patrulhamento t\u00eam por fim identificar o in\u00edcio dos <strong>inc\u00eandios      florestais<\/strong> e devem ser feitos a baixas altitudes (cerca de 3.000      m do solo), possibilitando assim uma vis\u00e3o de cerca de 15 km para cada lado.      Os avi\u00f5es de asa alta facilitam a visibilidade.<\/p>\n   \n<p>Usando-se avi\u00f5es de grande porte, e sendo longas as dist\u00e2ncias, cada incurs\u00e3o      pode durar de 1 a 2 horas. Um mesmo aparelho pode realizar 5 a 10 v\u00f4os por      dia de servi\u00e7o. <\/p>\n   \n<p><strong>Em caso de avistar um inc\u00eandio, o piloto deve comunicar \u00e0 equipe      de terra:<\/strong> <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>a)<\/strong> a localiza\u00e7\u00e3o exata do inc\u00eandio <strong><br \/>\n       b) <\/strong>a situa\u00e7\u00e3o atual do inc\u00eandio e <strong><br \/>\n       c) <\/strong>a topografia e caracter\u00edsticas do terreno.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Em 1966 o Canad\u00e1 fabricou o avi\u00e3o anf\u00edbio CANADAIR CL-215, considerado o      prot\u00f3tipo ideal para a extin\u00e7\u00e3o de <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> e      que transportava at\u00e9 5,5 t de \u00e1gua em seus tanques e que n\u00e3o precisa pousar      para reabastecer de \u00e1gua; basta haver um lago ou rio nas proximidades, com      extens\u00e3o m\u00ednima de 1.800 m para que ele, apenas tocando a superf\u00edcie l\u00edquida,      reabaste\u00e7a e volte ao local do inc\u00eandio.<\/p>\n   \n<p><strong>Em 1969 conseguiu-se o sistema mais perfeito de lan\u00e7amento de \u00e1gua:<\/strong>      um dep\u00f3sito de 2.000 litros, colocado sob a fuselagem do avi\u00e3o e cujo fundo      \u00e9 uma membrana pl\u00e1stica que se desprende ao lan\u00e7ar a \u00e1gua, conseguindo-se      assim uma ca\u00edda compacta da mesma. Usou-se na experi\u00eancia, um avi\u00e3o De Havilland      DHC-6 Twin etter.<\/p>\n   \n<p>Para mostrar o potencial dessa atividade, basta dizer que, somente nos EUA      e entre 1960 e 1988, avi\u00f5es e helic\u00f3pteros de todos os tipos e tonelagens,      efetuaram mais de 48.000 horas de v\u00f4o por conta de atividades florestais,      lan\u00e7ando cerca de 20 milh\u00f5es de litros de \u00e1gua sobre mais de 1.050 <strong>inc\u00eandios      florestais<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>Infelizmente, no Brasil, est\u00e1 tudo por ser iniciado, apesar do grande potencial      do pa\u00eds, cuja ind\u00fastria aeron\u00e1utica disputa mercado com pa\u00edses desenvolvidos.      Acrescente-se o fato de termos o 5o. maior pa\u00eds do mundo em extens\u00e3o territorial      e de possuirmos as maiores reservas florestais do planeta. Trabalhos de combate      a inc\u00eandio em canaviais foram realizados em 1981 e 1982 pela AVAL &#8211; Avia\u00e7\u00e3o      Agr\u00edcola Len\u00e7ois, em Len\u00e7ois Paulistas &#8211; SP com bons resultados, usando solu\u00e7\u00f5es      de DAP &#8211; Diam\u00f4niofosfato.<\/p>\n   \n<p>Como o calor de combust\u00e3o do material florestal \u00e9 de cerca de 5.000 cal\/g      e o calor latente de evapora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua \u00e9 de 500 cal\/g, \u00e9 necess\u00e1rio aplicar      cerca de 10 vezes o peso do material combust\u00edvel existente (em \u00e1gua) para      se extinguir o fogo. Segundo VINES, em um inc\u00eandio florestal de 800 Kcal\/m.s      \u00e9 necess\u00e1rio aplicar \u00e1gua \u00e0 raz\u00e3o de 1,5 kg\/m.s para se dominar o fogo.<\/p>\n   \n<p>Mais eficiente que a \u00e1gua \u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o a\u00e9rea de retardantes qu\u00edmicos (sulfato      de am\u00f4nia, diam\u00f4nia fosfato, borato de c\u00e1lcio e s\u00f3dio) sobre a vegeta\u00e7\u00e3o ainda      n\u00e3o atingida pelo fogo. O diam\u00f4nia fosfato, por exemplo, pode ser usado na      dosagem de 200 g\/m^2 de \u00e1rea.<\/p>\n   \n<h4>ESTRAT\u00c9GIAS DE COMBATE A\u00c9REO<\/h4>\n   \n<p><strong>ATAQUE DIRETO<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend29.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"330\" height=\"211\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><\/p>\n   \n<p>As descargas de \u00e1gua s\u00e3o lan\u00e7adas diretamente sobre as chamas (no caso de      inc\u00eandios pequenos) ou sobre os pontos mais quentes ou de atividade mais intensa      (em inc\u00eandios de grandes propor\u00e7\u00f5es) , identificados pela cor mais escura      e maior densidade de fuma\u00e7a. Tamb\u00e9m \u00e9 empregado para cortar e reduzir uma      frente de chamas. Ou para diminuir a temperatura ambiente e permitir maior      aproxima\u00e7\u00e3o dos homens que trabalham na extin\u00e7\u00e3o por terra.<\/p>\n   \n<p><strong>ATAQUE INDIRETO<\/strong><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend301.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"342\" height=\"222\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><\/p>\n   \n<p>As descargas de \u00e1gua s\u00e3o lan\u00e7adas adiante do inc\u00eandio, a fim de obter uma      linha de conten\u00e7\u00e3o da qual o inc\u00eandio n\u00e3o ultrapassa. Este tipo \u00e9 especialmente      \u00fatil e poss\u00edvel, quando se utilizam retardantes qu\u00edmicos, pois pode-se estabelecer      verdadeiro corta-fogo ou refor\u00e7ar os j\u00e1 existentes. Essa t\u00e9cnica \u00e9 provavelmente      a mais indicada para o controle de inc\u00eandios em regi\u00f5es de Cerrado e nos pastos.<\/p>\n   \n<h4><strong>MEDIDAS DE SEGURAN\u00c7A AP\u00d3S O COMBATE<\/strong><\/h4>\n   \n<p><strong>As principais medidas de seguran\u00e7a a serem adotadas ap\u00f3s o combate      ao inc\u00eandio florestal, s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Procurar e apagar poss\u00edveis &#8220;inc\u00eandios de manchas&#8221;, causados        por fagulhas<br \/>\n       Ampliar o aceiro em torno da \u00e1rea, para melhor isolamento<br \/>\n       Derrubar as \u00e1rvores ou arbustos que estejam queimando<br \/>\n       Eliminar todos os res\u00edduos de fogo dentro da \u00e1rea queimada<br \/>\n       Manter patrulhamento, com n\u00famero suficiente de pessoas, at\u00e9 que n\u00e3o haja        perigo de reativa\u00e7\u00e3o do fogo. Voltar no dia seguinte, para nova vereifica\u00e7\u00e3o.      <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.ufrrj.br<\/p>\n   \n<h6>Inc\u00eandios Florestais<\/h6>\n   \n<p>Em apenas alguns segundos, uma fagulha ou mesmo o calor do sol, deflagra      um inferno. <\/p>\n   \n<p>O <strong>inc\u00eandio florestal<\/strong> se propaga rapidamente, consumindo      a vegeta\u00e7\u00e3o seca e espessa e quase tudo o mais em seu caminho. O que um dia      foi uma floresta, se torna um barril de p\u00f3lvora virtual de combust\u00edvel inexplorado.      Em uma rajada aparentemente instant\u00e2nea, o inc\u00eandio florestal alcan\u00e7a milhares      de acres de terra adjacente, amea\u00e7ando as casas e vidas de muitos na vizinhan\u00e7a.    <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend331.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"335\" height=\"205\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><br \/>\n     Em 2000, este inc\u00eandio florestal queimou apenas o norte de Sula, Montana.<\/strong><\/p>\n   \n<p>Uma m\u00e9dia de 5 milh\u00f5es de acres queima todo ano nos Estados Unidos, causando      milh\u00f5es de d\u00f3lares em preju\u00edzo. Quando um inc\u00eandio come\u00e7a, ele pode se propagar      em uma taxa de at\u00e9 23km\/h, consumindo tudo em seu caminho. \u00c0 medida que o      fogo se espalha por arbustos e \u00e1rvores, pode adquirir vida pr\u00f3pria &#8211; encontrando      meios de se manter vivo, at\u00e9 mesmo semeando pequenos inc\u00eandios, arremessando      brasas a quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia. Neste artigo, iremos observar os <strong>inc\u00eandios      florestais<\/strong>, explorando como eles nascem, vivem e morrem. Mas aten\u00e7\u00e3o,      inc\u00eandios florestais s\u00e3o diferentes de queimadas, muito comuns no Brasil.<\/p>\n   \n<p>Em um dia quente de ver\u00e3o, qualquer coisa t\u00e3o pequena quanto uma fa\u00edsca da      roda de um vag\u00e3o, passando pelo trilho, pode dar in\u00edcio a um enorme inc\u00eandio      florestal. Algumas vezes, o inc\u00eandio ocorre naturalmente, inflamado pelo calor      do sol ou pela queda de um raio. Contudo, a maioria dos <strong>inc\u00eandios      florestais<\/strong> \u00e9 resultado do descuido humano. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend341.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"307\" height=\"195\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><br \/>\n<strong>Inc\u00eandios, resultantes da a\u00e7\u00e3o descuidada do homem, est\u00e3o cada vez      mais freq\u00fcentes.<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>As causas mais comuns de inc\u00eandios florestais incluem: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Inc\u00eandio intencional <\/p>\n     \n<p>Fogueiras <\/p>\n     \n<p>Cigarros acesos <\/p>\n     \n<p>Queima inadequada de detritos <\/p>\n     \n<p>Brincadeira com f\u00f3sforos ou fogos de artif\u00edcio <\/p>\n     \n<p>Inc\u00eandios prescritos <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Tudo, dependendo da temperatura, pode arder em chamas. Essa temperatura \u00e9      chamada ponto de fulgor de um material. O ponto de fulgor da madeira \u00e9 300\u00baC.<\/p>\n   \n<p>Quando a madeira \u00e9 aquecida a essa temperatura, ela libera g\u00e1s de hidrocarboneto      que se misturam com o oxig\u00eanio do ar, entram em combust\u00e3o e criam o inc\u00eandio.    <\/p>\n   \n<p>H\u00e1 tr\u00eas componentes necess\u00e1rios para que a igni\u00e7\u00e3o e combust\u00e3o ocorram. Um      inc\u00eandio requer combust\u00edvel para queimar, ar para fornecer oxig\u00eanio e uma      fonte de calor para levar o combust\u00edvel at\u00e9 a temperatura de igni\u00e7\u00e3o. Calor,      oxig\u00eanio e combust\u00edvel formam o tri\u00e2ngulo do fogo. Os bombeiros freq\u00fcentemente      falam sobre o tri\u00e2ngulo do fogo quando est\u00e3o tentando acabar com um inc\u00eandio.      A id\u00e9ia \u00e9 que se puderem remover um dos pilares do tri\u00e2ngulo, eles podem controlar      e finalmente extinguir o fogo. <\/p>\n   \n<p>Ap\u00f3s ocorrer a combust\u00e3o e o fogo come\u00e7ar a queimar, h\u00e1 v\u00e1rios fatores que      determinam como o fogo se espalha. Esses tr\u00eas fatores incluem combust\u00edvel,      clima e topografia. Dependendo desses fatores, um inc\u00eandio pode desaparecer      rapidamente ou se transformar em um enorme inc\u00eandio que destr\u00f3i milhares de      acres. <\/p>\n   \n<p>Os <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> se propagam com base no tipo e quantidade      de combust\u00edvel que os cerca. O combust\u00edvel pode incluir tudo, desde \u00e1rvores,      arbustos e campos de grama seca a casas. A quantidade de material inflam\u00e1vel      que cerca um inc\u00eandio \u00e9 mencionada como carga de combust\u00edvel. A carga de combust\u00edvel      \u00e9 mensurada pela quantidade de combust\u00edvel dispon\u00edvel por \u00e1rea unit\u00e1ria, normalmente,      toneladas por acre. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend351.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"179\" height=\"262\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><br \/>\n<strong>O combust\u00edvel \u00e9 um fator essencial na determina\u00e7\u00e3o da intensidade      de um inc\u00eandio<\/strong><\/p>\n   \n<p>Uma carga de combust\u00edvel pequena far\u00e1 com que um inc\u00eandio queime e se espalhe      lentamente, com baixa intensidade. Se houver muito combust\u00edvel, o inc\u00eandio      queimar\u00e1 mais intensamente, fazendo com que se espalhe mais rapidamente. Quanto      mais r\u00e1pido ele aquece o material ao redor, mais r\u00e1pido esses materiais podem      entrar em igni\u00e7\u00e3o. Quando o combust\u00edvel est\u00e1 muito seco \u00e9 consumido muito      mais r\u00e1pido e cria um fogo que \u00e9 muito mais dif\u00edcil de conter. <\/p>\n   \n<p><strong>Eis as caracter\u00edsticas b\u00e1sicas que decidem como ele afeta um inc\u00eandio:      <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Tamanho e formato <br \/>\n       Organiza\u00e7\u00e3o <br \/>\n       Conte\u00fado de umidade <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Pequenos materiais combust\u00edveis, tamb\u00e9m chamados combust\u00edveis instant\u00e2neos,      como grama seca, folhas de pinheiro, folhas secas, galhos e outros arbustos      secos, queimam mais r\u00e1pido que troncos grandes ou peda\u00e7os de troncos. Por      essa raz\u00e3o um inc\u00eandio come\u00e7a com gravetos de madeira ou troncos. Em n\u00edvel      qu\u00edmico, diferentes materiais combust\u00edveis levam mais tempo para entrar em      igni\u00e7\u00e3o que outros. Mas em um inc\u00eandio florestal, onde a maioria do combust\u00edvel      \u00e9 feito do mesmo tipo de material, a principal vari\u00e1vel no tempo de igni\u00e7\u00e3o      \u00e9 a raz\u00e3o da \u00e1rea superficial total do combust\u00edvel em rela\u00e7\u00e3o a seu volume.      Como a \u00e1rea superficial dos galhos n\u00e3o \u00e9 muito maior que seu volume, ela entra      em igni\u00e7\u00e3o rapidamente. Por compara\u00e7\u00e3o, a \u00e1rea superficial de uma \u00e1rvore \u00e9      muito menor que seu volume, ent\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio mais tempo para se aquecer      antes de entrar em igni\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>\u00c0 medida que o fogo progride, ele seca o material pr\u00f3ximo dele &#8211; o calor      e a fuma\u00e7a que se aproximam de um combust\u00edvel potencial faz com que a umidade      do combust\u00edvel se evapore. Isso torna o combust\u00edvel mais f\u00e1cil de acender      quando o fogo finalmente o alcan\u00e7a. Os combust\u00edveis que s\u00e3o de algum modo      espa\u00e7ados tamb\u00e9m secar\u00e3o mais r\u00e1pido que os combust\u00edveis que s\u00e3o empacotados      firmemente juntos, pois mais oxig\u00eanio est\u00e1 dispon\u00edvel para o combust\u00edvel diminu\u00eddo.      Mais combust\u00edveis firmemente empacotados tamb\u00e9m ret\u00eam mais umidade, que absorve      o calor do fogo. <\/p>\n   \n<p>O clima desempenha um importante papel no nascimento, crescimento e morte      de um inc\u00eandio florestal. A aridez leva a condi\u00e7\u00f5es extremamente favor\u00e1veis      para <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> e os ventos ajudam o progresso      do inc\u00eandio florestal &#8211; o clima pode estimular o fogo a se mover mais r\u00e1pido      e abranger uma \u00e1rea maior. Ele tamb\u00e9m pode tornar o trabalho de combate ao      fogo ainda mais dif\u00edcil. <\/p>\n   \n<p><strong>H\u00e1 tr\u00eas ingredientes do clima que podem afetar os inc\u00eandios florestais:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Temperatura <br \/>\n       Vento <br \/>\n       Umidade <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Como mencionado antes, a temperatura afeta a forma\u00e7\u00e3o de fagulhas de <strong>inc\u00eandios      florestais<\/strong>, pois o calor \u00e9 um dos tr\u00eas pilares do tri\u00e2ngulo do fogo.      Os galhos, \u00e1rvores e arbustos no solo recebem calor radiante do sol, que aquece      e seca os combust\u00edveis em potencial. As temperaturas mais quentes permitem      que os combust\u00edveis acendam e queimem mais r\u00e1pido, aumentando a taxa na qual      o inc\u00eandio florestal se propaga. Por esse motivo, os inc\u00eandios florestais      tendem a aumentar \u00e0 tarde, quando as temperaturas est\u00e3o mais quentes.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend361.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"301\" height=\"198\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><br \/>\n<strong>Os inc\u00eandios florestais podem produzir ventos que s\u00e3o 10 vezes mais      fortes que os ventos que os cercam.<\/strong><\/p>\n   \n<p>O vento provavelmente tem o maior impacto no comportamento de um inc\u00eandio      florestal e tamb\u00e9m \u00e9 o fator mais imprevis\u00edvel. Os ventos fornecem ao fogo      oxig\u00eanio adicional, combust\u00edvel potencial seco adicional e empurra o fogo      atrav\u00e9s da terra e em um \u00edndice mais r\u00e1pido. <\/p>\n   \n<p>O Dr. Terry Clark, cientista s\u00eanior do Centro Nacional de Pesquisa Atmosf\u00e9rica      (em ingl\u00eas), desenvolveu um modelo de computador que mostra como o vento se      move em pequena escala. Desde 1991, ele esteve convertendo esse modelo para      incluir caracter\u00edsticas de inc\u00eandio florestal, como combust\u00edvel e troca de      calor entre inc\u00eandios e a atmosfera. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\">&#8220;N\u00f3s procuramos o que \u00e9 chamado de din\u00e2mica acoplada      da atmosfera do inc\u00eandio, onde o fogo e a atmosfera interagem entre si&#8221;,      disse Clark. &#8220;Estivemos observando como o fogo interage com o ambiente      e obtendo algumas das caracter\u00edsticas da propaga\u00e7\u00e3o e comportamento do fogo,      atrav\u00e9s da modelagem que estamos fazendo&#8221;. <\/p>\n   \n<p>A pesquisa de Clark descobriu que o vento n\u00e3o apenas afeta como o fogo se      desenvolve, mas que os pr\u00f3prios inc\u00eandios podem desenvolver padr\u00f5es de vento.    <\/p>\n   \n<p>Quando o fogo cria seus pr\u00f3prios padr\u00f5es clim\u00e1ticos, estes podem interferir      de volta no modo de propaga\u00e7\u00e3o do fogo. <strong>Inc\u00eandios florestais<\/strong>      grandes e violentos podem gerar ventos chamados redemoinhos de fogo. Os redemoinhos      de fogo, parecidos tornados, resultam dos v\u00f3rtices criados pelo calor do fogo.      Quando esses v\u00f3rtices s\u00e3o inclinados da horizontal para a vertical, voc\u00ea tem      redemoinhos de fogo. Os redemoinhos de fogo s\u00e3o conhecidos por arremessar      lenha em chamas e detritos incandescentes atrav\u00e9s de dist\u00e2ncias consider\u00e1veis.    <\/p>\n   \n<p>&#8220;H\u00e1 outro modo de inclinar a vorticidade. Ou seja, ela pode ser inclinada      sem irromper em redemoinhos de fogo e, basicamente, ser disparada em dire\u00e7\u00e3o      ao que \u00e9 chamado de v\u00f3rtices em grampo ou rajadas de avan\u00e7o&#8221;, disse Clark.      &#8220;Esses s\u00e3o bem comuns em inc\u00eandios de copa (inc\u00eandios no topo das \u00e1rvores)      e assim voc\u00ea v\u00ea inc\u00eandios lambendo os lados das encostas&#8221;. As rajadas      de avan\u00e7o podem ter 20 m de largura e atingir 100 m a uma velocidade de 161km\/h.      Essas rajadas deixam uma regi\u00e3o destru\u00edda e levam \u00e0 propaga\u00e7\u00e3o do fogo. <\/p>\n   \n<p>Quanto mais forte o vento sopra, mais r\u00e1pido o fogo se propaga. O fogo gera      ventos pr\u00f3prios que s\u00e3o quase 10 vezes mais r\u00e1pido que o vento ambiente. Pode      at\u00e9 mesmo lan\u00e7ar brasas no ar e criar inc\u00eandios adicionais, uma ocorr\u00eancia      chamada de pontilhamento. O vento tamb\u00e9m pode alterar a dire\u00e7\u00e3o do fogo e      rajadas de vento podem elevar o fogo nas \u00e1rvores, criando um inc\u00eandio de copa.    <\/p>\n   \n<p>Enquanto o vento pode ajudar o fogo a se propagar, a umidade trabalha contra      o fogo, na forma de umidade e precipita\u00e7\u00e3o, pode retardar o fogo e reduzir      sua intensidade. Os combust\u00edveis potenciais podem ser dif\u00edceis de acender      se tiverem altos n\u00edveis de umidade, pois a umidade absorve o calor do fogo.      Quando a umidade \u00e9 baixa, o que significa que h\u00e1 baixa quantidade de vapor      d&#8217;\u00e1gua no ar, os inc\u00eandios florestais t\u00eam mais probabilidade de come\u00e7ar. Quanto      maior a umidade, h\u00e1 menor probabilidade do combust\u00edvel secar e acender. <\/p>\n   \n<p>Como a umidade pode reduzir as chances de igni\u00e7\u00e3o do inc\u00eandio florestal,      a precipita\u00e7\u00e3o tem um impacto direto na preven\u00e7\u00e3o do fogo. Quando o ar come\u00e7a      a ficar saturado com umidade, ele libera a umidade na forma de chuva. A chuva      e outras precipita\u00e7\u00f5es aumentam a quantidade de umidade nos combust\u00edveis,      o que suprime o surgimento de quaisquer <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong>      em potencial. <\/p>\n   \n<p>A terceira grande influ\u00eancia no comportamento do inc\u00eandio florestal \u00e9 a disposi\u00e7\u00e3o      da terra ou topografia. Embora permane\u00e7a virtualmente inalterada, diferente      do combust\u00edvel e do clima, ela pode ajudar ou prejudicar a progress\u00e3o do inc\u00eandio      florestal. O fator mais importante na topografia relacionado ao inc\u00eandio florestal      \u00e9 a inclina\u00e7\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>O fogo normalmente se desloca muito mais r\u00e1pido na subida que na descida.      Quanto mais \u00edngreme a inclina\u00e7\u00e3o, mais r\u00e1pido o fogo se desloca na dire\u00e7\u00e3o      do vento ambiente, que normalmente flui para cima. Al\u00e9m disso, o fogo \u00e9 capaz      de pr\u00e9-aquecer o combust\u00edvel pr\u00f3ximo da colina pois a fuma\u00e7a e o calor est\u00e3o      se elevando naquela dire\u00e7\u00e3o. Inversamente, uma vez que o fogo tenha alcan\u00e7ado      o topo de uma colina, ele tem que se esfor\u00e7ar para descer pois n\u00e3o \u00e9 capaz      de pr\u00e9-aquecer o combust\u00edvel colina abaixo t\u00e3o bem quanto colina acima. <\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/incend371.jpg\" alt=\"Inc\u00eandios Florestais\" width=\"305\" height=\"196\" title=\"Inc\u00eandios Florestais\" \/><br \/>\n<strong>O fogo costuma se deslocar mais r\u00e1pido nos aclives. Quando chega ao      topo de uma colina, os inc\u00eandios tendem a se extinguir.<\/strong><\/p>\n   \n<p>Dr. Clark diz que os inc\u00eandios que se deslocam mais lentamente nos aclives      s\u00e3o exce\u00e7\u00e3o \u00e0 regra, mas acontece. Os ventos podem trabalhar contra o fogo      que est\u00e1 tentando se mover no aclive. <\/p>\n   \n<p>&#8220;Depende de que modo o vento est\u00e1 soprando&#8221;, ele diz. &#8220;Por      exemplo, tenho um estudo de caso na Austr\u00e1lia onde o vento estava soprando      montanha abaixo, levando fogo para longe da colina at\u00e9 abrang\u00ea-la toda. <\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m dos danos que os inc\u00eandios causam conforme queimam, tamb\u00e9m pode deixar      atr\u00e1s de si problemas desastrosos, efeitos que podem ser sentidos meses ap\u00f3s      o fogo se extinguir. Quando o fogo destr\u00f3i toda a vegeta\u00e7\u00e3o em uma colina      ou montanha, tamb\u00e9m pode enfraquecer o material org\u00e2nico no solo e evitar      que a \u00e1gua penetre no solo. Um problema que resulta disso \u00e9 a extremamente      perigosa eros\u00e3o que pode levar aos fluxos de detritos. <\/p>\n   \n<p>Um exemplo disso ocorreu ap\u00f3s um inc\u00eandio florestal, em julho de 1994, que      queimou cerca de 2 mil acres de floresta e arbustos nos aclives escarpados      da Montanha Storm King, perto de Glenwood Springs, Colorado. Dois meses ap\u00f3s      o inc\u00eandio, chuvas pesadas causaram deslizamentos que derramaram toneladas      de lama, pedra e outros detritos em um trecho de 4,8km da Interestadual 70,      de acordo com o Levantamento Geol\u00f3gico dos Estados Unidos. Esses deslizamentos      encobriram 30 carros e arrastou dois para o Rio Colorado. <\/p>\n   \n<p>Enquanto geralmente olhamos os <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> como      sendo destrutivos, muitos inc\u00eandios florestais s\u00e3o na verdade ben\u00e9ficos. Alguns      inc\u00eandios florestais queimam os arbustos de uma floresta, o que pode evitar      um inc\u00eandio maior que possa resultar se os arbustos puderem se acumular por      um longo tempo. Os inc\u00eandios florestais tamb\u00e9m podem beneficiar o crescimento      reduzindo a propaga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, liberando nutrientes de plantas queimadas      no solo e encorajando o novo crescimento. <\/p>\n   \n<h4>Combatendo as chamas<\/h4>\n   \n<p>Voc\u00ea pode come\u00e7ar a entender como \u00e9 combater um inc\u00eancio florestal, imaginando-se      dentro de um forno, usando roupas pesadas com fuma\u00e7a enchendo seus pulm\u00f5es.      A cada ano, milhares de bombeiros p\u00f5em suas vidas em risco para combater chamas      impiedosas. <\/p>\n   \n<p><strong>Os bombeiros terrestres de elite se enquadram em duas categorias:      <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Hotshots<\/strong><\/p>\n   \n<p>Ttrabalhando em equipes de 20 pessoas, o principal trabalho desses bombeiros      altamente treinados \u00e9 construir uma barreira contra o fogo ao redor do inc\u00eandio      para impedi-lo de se propagar. Uma barreira contra fogo \u00e9 uma extens\u00e3o de      terra que foi estirpada de qualquer combust\u00edvel poss\u00edvel para o fogo. Os Hotshots      s\u00e3o empregados pelo Servi\u00e7o Florestal dos EUA (em ingl\u00eas). <\/p>\n   \n<p><strong>Smokejumpers <\/strong><\/p>\n   \n<p>Esses bombeiros s\u00e3o paraquedistas que saltam de avi\u00f5es para chegar a pequenas      chamas localizadas em \u00e1reas remotas. Seu trabalho \u00e9 suprimir pequenos inc\u00eandios      antes que possam se propagar em grandes inc\u00eandios. Os smokejumpers usam as      mesmas t\u00e9cnicas de combate ao fogo que os Hotshots assim que chegam ao solo.      H\u00e1 apenas poucas centenas de smokejumpers em todo os EUA, todos empregados      pelo Escrit\u00f3rio de Gerenciamento de Terras (BLM) &#8211; em ingl\u00eas &#8211; ou Servi\u00e7o      Florestal dos EUA. <\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m de construir barreiras contra fogo e apag\u00e1-lo com \u00e1gua e retardante      de fogo, as equipes de solo tamb\u00e9m usam barreiras contra fogo. Contra-fogos      s\u00e3o inc\u00eandios iniciados pela equipe de solo que avan\u00e7am em dire\u00e7\u00e3o ao inc\u00eandio      florestal incandescente. A meta da defini\u00e7\u00e3o de um contra-fogo \u00e9 queimar qualquer      combust\u00edvel em potencial no caminho do inc\u00eandio florestal que avan\u00e7a. <\/p>\n   \n<p>Enquanto os Hotshots, Smokejumpers e outras equipes de suporte combatem no      solo, eles recebem muito suporte vindo do ar. Avi\u00f5es-tanque s\u00e3o geralmente      usados para derramar milhares de litros de \u00e1gua e retardante sobre os inc\u00eandios.      A coisa vermelha que voc\u00ea geralmente v\u00ea sendo jogada de avi\u00f5es e helic\u00f3pteros      \u00e9 um retardante qu\u00edmico que cont\u00e9m fertilizante de fosfato, que ajuda a retardar      e esfriar o fogo. <\/p>\n   \n<p>Os helic\u00f3pteros s\u00e3o tamb\u00e9m usados como m\u00e9todo de atacar o inc\u00eandio de cima.      Carregando baldes que podem comportar centenas de litros de \u00e1gua, essa aeronave      voa acima do inc\u00eandio e joga bombas de \u00e1gua. Os helic\u00f3pteros tamb\u00e9m s\u00e3o valiosos      para o transporte de bombeiros para o inc\u00eandio e fora dele. <\/p>\n   \n<p>Os <strong>inc\u00eandios florestais<\/strong> s\u00e3o for\u00e7as poderosas da natureza      que podem queimar enquanto tiverem combust\u00edvel, oxig\u00eanio e calor. O trabalho      dos bombeiros \u00e9 eliminar os lados do tri\u00e2ngulo do fogo para evitar dano adicional.    <\/p>\n   \n<p>Fonte:  ambiente.hsw.uol.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inc\u00eandios Florestais, Brasil, Causa, O que \u00e9, Fogo, Decreto, Legisla\u00e7\u00e3o, Foto, Efeitos, Preven\u00e7\u00e3o, Controle, Combate, Inc\u00eandios Florestais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7279,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-20024","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Inc\u00eandios Florestais - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Inc\u00eandios Florestais - 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