{"id":19879,"date":"2015-12-10T00:00:00","date_gmt":"2015-12-10T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/ventos-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:25:53","modified_gmt":"2026-09-01T15:25:53","slug":"ventos-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/geografia-2\/ventos-3\/","title":{"rendered":"Ventos"},"content":{"rendered":"\n<h4><strong>Origem e comportamento dos ventos<\/strong><\/h4>\nAos movimentos do ar damos o nome de <strong>vento<\/strong>. A principal causa desses movimentos s\u00e3o as diferen\u00e7as de temperatura, pois o ar aquecido torna-se menos denso, mais leve, subindo, portanto, enquanto outras por\u00e7\u00f5es de ar vem ocupar o seu lugar.\n\nEsses movimentos ocorrem em diversas escalas, desde os pequenos redemoinhos que chamamos de \u0093dust devil\u0094,ate enormes massas de ar que avan\u00e7am sobre continentes e oceanos.\n\nChamamos os grandes movimentos de macro-clima ou ventos din\u00e2micos e os pequenos de micro-clima ou ventos locais. Para que se tenha uma id\u00e9ia correta das movimenta\u00e7\u00f5es da atmosfera e preciso visualiz\u00e1-la como uma massa fluida onde os movimentos ocorrem sem deixar espa\u00e7os vazios, vindo sempre uma por\u00e7\u00e3o de ar ocupar o lugar deixado por outra que se moveu.\n\nA rota\u00e7\u00e3o do planeta produz um efeito interessant\u00edssimo chamado for\u00e7a de Coriolis, ou lei de Buys Ballot, que faz com que o trajeto dos ventos tenha sempre formatos curvil\u00edneos e espiralados. Claro que quase sempre nos parecer\u00e1 reto, pois estaremos observando a fra\u00e7\u00e3o de uma curva que pode ter centenas de km de raio. S\u00f3 poderemos observar as curvas diretamente no caso de movimentos em micro-escala, como um \u0093dust\u0094, mas indiretamente, atrav\u00e9s de fotos de sat\u00e9lite e outros recursos que mapeiam o vento podemos ver claramente suas curvas.\n\nOs principais fatores que determinam as varia\u00e7\u00f5es de temperatura sobre a superf\u00edcie da Terra originando os ventos s\u00e3o os movimentos de rota\u00e7\u00e3o e transla\u00e7\u00e3o do planeta, que fazem com que todas as regi\u00f5es passem por um ciclo ininterrupto de aquecimento e resfriamento conforme a incid\u00eancia dos raios solares durante a altern\u00e2ncia de dias, noites e esta\u00e7\u00f5es do ano.\n\n\u00c9 importante saber que o ar, por ser transparente, n\u00e3o \u00e9 aquecido diretamente pelos raios solares. O Sol aquece o solo e o ar que est\u00e1 em contato com este \u00e9 aquecido de baixo para cima, esse \u00e9 um dos motivos da temperatura diminuir com a altitude.\n\nDiferentes tipos de solo s\u00e3o aquecidos pelos raios solares e conduzem esse calor para o ar de maneiras diferentes.\n<h4>A Rosa dos Ventos<\/h4>\n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" title=\"Ventos\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vventos3.jpg\" alt=\"Ventos\" \/><strong>\nRosa dos Ventos<\/strong><\/p>\nO vento \u00e9 chamado pelo nome da dire\u00e7\u00e3o de onde sopra, assim o vento que vem do sul para o norte \u00e9 chamado de vento sul e assim por diante. A rosa dos ventos representa os quatro pontos cardeais, Norte(N), Sul(S), Leste(E), Oeste(W) e mais quatro pontos intermedi\u00e1rios, Nordeste(NE), Noroeste(NW), Sudeste (SE) e Sudoeste(SW).\n\nSe a dire\u00e7\u00e3o do vento n\u00e3o for exatamente alguma dessas, n\u00f3s o chamaremos pelo nome da mais pr\u00f3xima. Para a precis\u00e3o necess\u00e1ria em v\u00f4o livre isso ser\u00e1 suficiente, por\u00e9m \u00e9 interessante conhecer o sistema usado na avia\u00e7\u00e3o, que gradua as dire\u00e7\u00f5es de 0 a 359, sendo 0 o N, 45 o NE, 90 o E e assim por diante.\n\n<strong>Para encontrar os pontos cardeais nada melhor do que uma boa b\u00fassola, mas pode-se improvisar com precis\u00e3o bastante razo\u00e1vel utilizando o seguinte m\u00e9todo, desde que seja dia e voc\u00ea tenha um rel\u00f3gio:<\/strong>\n\nAponte o \u0093meio dia\u0094 para o Sol.A bissetriz do \u00e2ngulo formado pelo \u0093meio dia\u0094 e o ponteiro das horas estar\u00e1 apontando para o N. Se for meio dia o pr\u00f3prio n\u00famero doze do rel\u00f3gio j\u00e1 estar\u00e1 apontando o N.\n<h4><strong>VENTOS &#8211; De onde eles v\u00eam?<\/strong><\/h4>\nOs <strong>ventos<\/strong>, deslocamentos do ar atmosf\u00e9rico, surgem com o movimento de algumas partes da atmosfera, ocasionadas pelas diferen\u00e7as da press\u00e3o atmosf\u00e9rica decorrentes de altera\u00e7\u00f5es da temperatura. Essas diferen\u00e7as exercem uma fun\u00e7\u00e3o muito importante no movimento das massas de ar e dos ventos, pois os deslocamentos do ar ocorrem de uma \u00e1rea de alta press\u00e3o (baixa temperatura) para uma \u00e1rea de baixa press\u00e3o (temperatura alta).\n\nO ar aquecido das zonas de baixas latitudes pr\u00f3ximas ao equador se expande, torna-se leve e sobe (ascende), criando uma \u00e1rea de baixa press\u00e3o.\n\nO ar mais frio e denso das \u00e1reas de m\u00e9dias e altas latitudes, desce, fazendo surgir uma \u00e1rea de alta press\u00e3o. Uma vez que h\u00e1 tend\u00eancia das massas de ar igualar essas press\u00f5es, estabelece-se, assim, uma din\u00e2mica atmosf\u00e9rica, ou seja, uma circula\u00e7\u00e3o geral de ar quente entre os tr\u00f3picos e os p\u00f3los passando pelas zonas de m\u00e9dias latitudes.\n\nO vento deve, ent\u00e3o, ser considerado como o ar em movimento, porque resulta do deslocamento de massas de ar derivado dos efeitos das diferen\u00e7as de press\u00e3o atmosf\u00e9rica entre duas regi\u00f5es distintas, sendo, por\u00e9m, influenciado por efeitos locais como a orografia e a rugosidade do solo.\n\nEssas diferen\u00e7as de press\u00e3o t\u00eam uma origem t\u00e9rmica, estando diretamente relacionadas com a radia\u00e7\u00e3o solar e os processos de aquecimento das massas de ar, e s\u00e3o formadas a partir de influ\u00eancias naturais, como os continentes, os mares, a latitude e a altitude. Sua velocidade \u00e9 medida com aparelhos chamados anem\u00f4metros, que normalmente possuem tr\u00eas ou mais p\u00e1s girando ao redor de um p\u00f3lo vertical.\n\nQuanto mais r\u00e1pido for esse giro, maior \u00e9 a velocidade do deslocamento do ar. A quantifica\u00e7\u00e3o desses dados \u00e9 feita atrav\u00e9s da Escala de Beaufort, que possibilita realizar uma estimativa da velocidade atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o visual, sem necessariamente fazer uso de aparelhos.\n\n<strong>Sir Francis Beaufort (1774-1857), contra-almirante da marinha inglesa, pesquisou a a\u00e7\u00e3o do vento no mar e as conseq\u00fcentes altera\u00e7\u00f5es na sua superf\u00edcie e no tamanho das ondas, criando a partir da\u00ed uma escala de 0 a 12 para identificar cada uma dessas situa\u00e7\u00f5es:<\/strong>\n<blockquote><strong>00 &#8211; Calmaria (0 a 1) &#8211; <\/strong>mar espelhado.\n<strong>01 &#8211; Bafagem (2 a 6) &#8211;<\/strong> mar encrespado em pequenas rugas com apar\u00eancia de escamas.\n<strong>02 &#8211; Aragem &#8211; (7 a 12) &#8211; <\/strong>ligeiras ondula\u00e7\u00f5es de 30 cm de altura (1 p\u00e9), com cristas, mas sem arrebenta\u00e7\u00e3o.\n<strong>03 &#8211; Fraco (13 a 18) &#8211;<\/strong> grandes ondula\u00e7\u00f5es de 60 cm de altura, com in\u00edcio de arrebenta\u00e7\u00e3o e alguns \u0093carneiros\u0094.\n<strong>04 &#8211; Moderado (19 a 26) &#8211; <\/strong>pequenas vagas mais longas, de 1,5m de altura, com frequentes \u0093carneiros\u0094.\n<strong>05 &#8211; Fresco (27 a 35) &#8211;<\/strong> vagas moderadas de forma longa, de uns 1,4m de altura, muitos \u0093carneiros\u0094 e possibilidade de alguns borrifos.\n<strong>06 &#8211; Muito fresco (36 a 44) &#8211; <\/strong>grandes vagas de at\u00e9 3,6m de altura, com muitas cristas brancas e probabilidade de borrifos.\n<strong>07 &#8211; Forte (45 a 54) &#8211;<\/strong> mar grosso com vagas de at\u00e9 4,8m de altura, espuma branca de arrebenta\u00e7\u00e3o, com o vento arrancando laivos de espuma.\n<strong>08 \u0096 Muito forte (55 a 65) \u0096<\/strong> vagalh\u00f5es regulares de 6 a 7,5, com faixas de espuma branca e fraca arrebenta\u00e7\u00e3o.\n<strong>09 &#8211; Duro (66 a 77) &#8211;<\/strong> vagalh\u00f5es de at\u00e9 7,5 metros de altura, com faixas de espuma densa. O mar rola e os borrifos come\u00e7am a afetar a visibilidade.\n<strong>10 &#8211; Muito duro (78 a 90) &#8211;<\/strong> vagalh\u00f5es variando entre 9 e 12m de altura, com o vento arrancando faixas de espuma e a superf\u00edcie do mar ficando toda branca.\n<strong>11 &#8211; Tempestuoso (91 a 104) &#8211;<\/strong> vagalh\u00f5es excepcionalmente grandes, de at\u00e9 13,5m. A visibilidade \u00e9 muito afetada, e navios de tamanho m\u00e9dio somem no cavado das vagas.\n<strong>12 &#8211; Furac\u00e3o (105 em diante) &#8211;<\/strong> mar todo de espuma. Espuma e respingos saturam o ar. A visibilidade \u00e9 seriamente afetada.<\/blockquote>\n<strong>Posteriormente, em 1903, a equival\u00eancia entre a velocidade do vento em milhas n\u00e1uticas por hora (colocada entre par\u00eanteses), e a escala da for\u00e7a estabelecida por Beaufort (registrada com a numera\u00e7\u00e3o inicial 00, 01, etc.), foi determinada matematicamente, e o resultado adaptado para as condi\u00e7\u00f5es observadas em terra, conforme rela\u00e7\u00e3o abaixo:<\/strong>\n<blockquote><strong>00 \u0096 Calmaria (0 a 1) \u0096 <\/strong>a fuma\u00e7a sobe verticalmente.\n<strong>01 \u0096 Bafagem (2 a 3) \u0096 <\/strong>a dire\u00e7\u00e3o da bafagem \u00e9 indicada pela fuma\u00e7a, mas o cata-vento ainda n\u00e3o reage.\n<strong>02 \u0096 Aragem (4 a 6) \u0096 <\/strong>sente-se o vento soprando no rosto, as folhas das \u00e1rvores come\u00e7am a se movimentar, e os cata-ventos passam a girar lentamente.\n<strong>03 \u0096 Fraco (7 a 10) \u0096<\/strong> as folhas das \u00e1rvores se agitam com mais velocidade e as bandeiras ficam desfraldadas.\n<strong>04 \u0096 Moderado (11 a 16) \u0096<\/strong> Poeira e pequenos pap\u00e9is soltos s\u00e3o levantados no ar. Os galhos das \u00e1rvores movem-se com for\u00e7a.\n<strong>05 \u0096 Fresco (17 a 21) \u0096<\/strong> Movem-se as pequenas \u00e1rvores. Nos lagos a \u00e1gua come\u00e7a a ficar ondulada.\n<strong>06 \u0096 Muito fresco (22 a 27) \u0096 <\/strong>Assobios na fia\u00e7\u00e3o a\u00e9rea. Movem-se os maiores galhos de \u00e1rvores. O guarda-chuva passa a ser usado com dificuldade.\n<strong>07 \u0096 Forte (28 a 33) \u0096<\/strong> Movem-se as grandes \u00e1rvores. \u00c9 dif\u00edcil andar contra o vento.\n<strong>08 \u0096 Muito forte (34 a 40) \u0096<\/strong> Quebram-se os galhos das \u00e1rvores. \u00c9 dif\u00edcil andar contra o vento.\n<strong>09 \u0096 Duro (41 a 47) \u0096 <\/strong>Danos nas partes salientes das \u00e1rvores. Imposs\u00edvel andar contra o vento.\n<strong>10 \u0096 Muito duro (48 a 55) \u0096<\/strong> O vento arranca \u00e1rvores e danifica a estrutura de pr\u00e9dios.\n<strong>11 \u0096 Tempestuoso (56 a 65) \u0096<\/strong> Esta situa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito dif\u00edcil de ser observada em terra.\n<strong>12 \u0096 Furac\u00e3o (66 em diante) \u0096<\/strong> Grandes estragos<\/blockquote>\nO <strong>vento <\/strong>pode ser considerado como o ar em movimento. Resulta do deslocamento de massas de ar, derivado dos efeitos das diferen\u00e7as de press\u00e3o atmosf\u00e9rica entre duas regi\u00f5es distintas e \u00e9 influenciado por efeitos locais como a orografia e a rugosidade do solo.\n\nEssas diferen\u00e7as de press\u00e3o t\u00eam uma origem t\u00e9rmica, estando diretamente relacionadas \u00e0 radia\u00e7\u00e3o solar e os processos de aquecimento das massas de ar.\n\n<strong>Formam-se a partir de influ\u00eancias naturais: <\/strong>continentalidade, maritimidade, latitude, altitude e amplitude t\u00e9rmica.\n<h4><strong>Hist\u00f3rico<\/strong><\/h4>\nSir Francis Beaufort (1774-1857), almirante Brit\u00e2nico, criou uma escala, de 0 a 12, observando o que acontecia no aspecto do mar (superf\u00edcie e ondas), em consequ\u00eancia da velocidade dos ventos. Posteriormente, esta tabela foi adaptada para a terra.\n\n<strong>Em 1903 a equival\u00eancia entre os n\u00fameros da escala e o vento foi estabelecida pela f\u00f3rmula:<\/strong>\n\n<strong>U = 1.87B3\/2 onde U \u00e9 a velocidade do vento em milhas n\u00e1uticas por segundo e B \u00e9 o n\u00famero Beaufort.<\/strong>\n<table border=\"0\" width=\"50%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td colspan=\"6\" align=\"center\"><strong>ESCALA BEAUFORT DE FOR\u00c7A DOS VENTOS<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<td align=\"center\"><strong>For\u00e7a<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\"><strong>Designa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td>\n<td colspan=\"2\" align=\"center\">\n<table border=\"0\" width=\"100%\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td class=\"subtitu\" colspan=\"2\"><strong>Velocidade<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"subtitu\"><strong>km\/h<\/strong><\/td>\n<td class=\"subtitu\" width=\"50%\"><strong>n\u00f3s<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<td align=\"center\"><strong>Aspecto do Mar<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\"><strong>Influ\u00eancia em Terra<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>0<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>CALMARIA<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0 a 1<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">0 a 1<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Espelhado.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">A fuma\u00e7a sobe verticalmente.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>1<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>BAFAGEM<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2 a 6<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">2 a 3<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Mar encrespado em pequenas rugas, com apar\u00eancia de escamas.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">A dire\u00e7\u00e3o da bafagem \u00e9 indicada pela fuma\u00e7a, mas a grimpa ainda n\u00e3o reage.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>2<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>ARAGEM<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">7 a 12<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">4 a 6<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Ligeiras ondula\u00e7\u00f5es de 30 cm (1 p\u00e9), com cristas, mas sem arrebenta\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Sente-se o vento no rosto, movem-se as folhas das \u00e1rvores e a grimpa come\u00e7a a funcionar.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>3<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>FRACO<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">13 a 18<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">7 a 10<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Grandes ondula\u00e7\u00f5es de 60 cm com princ\u00edpio de arrebenta\u00e7\u00e3o. Alguns &#8220;carneiros&#8221;.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">As folhas das \u00e1rvores se agitam e as bandeiras se desfraldam.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>4<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>MODERADO<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">19 a 26<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">11 a 16<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Pequenas vagas, mais longas, de 1,5 m, com frequentes &#8220;carneiros&#8221;.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Poeira e pequenos pap\u00e9is soltos s\u00e3o levantados. Movem-se os galhos das \u00e1rvores.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>5<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>FRESCO<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">27 a 35<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">17 a 21<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vagas moderadas de forma longa de uns 2,4 m. Muitos &#8220;carneiros&#8221;. Possibilidade de alguns borrifos.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Movem-se as pequenas \u00e1rvores.\nNos lagos a \u00e1gua come\u00e7a a ondular.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>6<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>MUITO FRESCO<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">36 a 44<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">22 a 27<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Grandes vagas de at\u00e9 3,6 m. muitas cristas brancas. Probabilidade de borrifos.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Assobios na fia\u00e7\u00e3o a\u00e9rea. Movem-se os maiores galhos das \u00e1rvores. Guarda-Chuva usado com dificuldade.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>7<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>FORTE<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">45 a 54<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">28 a 33<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Mar grosso. Vagas de at\u00e9 4,8 m de altura. Espuma branca de arrebenta\u00e7\u00e3o; o vento arranca laivos de espuma.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Movem-se as grandes \u00e1rvores. \u00c9 dif\u00edcil andar contra o vento.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>8<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>MUITO FORTE<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">55 a 65<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">34 a 40<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vagalh\u00f5es regulares de 6 a 7,5 m de altura, com faixas de espuma branca e franca arrebenta\u00e7\u00e3o.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Quebram-se os galhos das \u00e1rvores. \u00c9 dif\u00edcil andar contra o vento.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>9<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>DURO<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">66 a 77<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">41 a 47<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vagalh\u00f5es de 7,5 m com faixas de espuma densa. O mar rola. O borrifo come\u00e7a a afetar a visibilidade.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Danos nas partes salientes das \u00e1rvores. Imposs\u00edvel andar contra o vento.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>10<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>MUITO DURO<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">78 a 90<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">48 a 55<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Grandes vagalh\u00f5es de 9 a 12 m. O vento arranca as faixas de espuma; a superf\u00edcie do mar fica toda branca. A visibilidade \u00e9 afetada.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Arranca \u00e1rvores e causa danos na estrutura dos pr\u00e9dios.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>11<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>TEMPESTUOSO<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">91\u00a0a\u00a0104<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">56\u00a0a\u00a065<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Vagalh\u00f5es excepcionalmente grandes, de at\u00e9 13,5 m. A visibilidade \u00e9 muito afetada. Navios de tamanho m\u00e9dio somem no cavado das vagas.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Muito raramente observado em terra.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>12<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>FURAC\u00c3O<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">105 a &#8230;<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">66 a &#8230;<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Mar todo de espuma. Espuma e respingos saturam o ar. A visibilidade \u00e9 seriamente afetada.<\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Grandes estragos.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\nO <strong>vento<\/strong> pode ser considerado como o ar em movimento. Resulta do deslocamento de massas de ar, derivado dos efeitos das diferen\u00e7as de press\u00e3o atmosf\u00e9rica entre duas regi\u00f5es distintas e \u00e9 influenciado por efeitos locais como a orografia e a rugosidade do solo.\n\nEssas diferen\u00e7as de press\u00e3o t\u00eam uma origem t\u00e9rmica estando diretamente relacionadas com a radia\u00e7\u00e3o solar e os processos de aquecimento das massas de ar.\n\n<strong>Se formam a partir de influ\u00eancias naturais, como:<\/strong> continetalidade, maritimidade, latitude, altitude&#8230;\n\nA velocidade do vento \u00e9 medida com aparelhos chamados anem\u00f4metros. Esses aparelhos, normalmente possuem tr\u00eas ou mais p\u00e1s girando ao redor de um p\u00f3lo vertical. Quanto mais r\u00e1pido for esse giro, maior \u00e9 a velocidade do deslocamento do ar. A quantifica\u00e7\u00e3o desses dados \u00e9 feita atrav\u00e9s da Escala de Beaufort, que possibilita realizar uma estimativa da velocidade atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o visual, sem necessariamente fazer uso de aparelhos.\n\nO vento horizontal \u00e9 muito usado para a impuls\u00e3o de veleiros e a sua aus\u00eancia, pouco apreciada pelos esportistas, \u00e9 conhecida como calmaria.\n\nOs movimentos verticais s\u00e3o essenciais nos v\u00f4os de planadores, asas delta e de toda sorte de aves.\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" title=\"Ventos\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vventos4.jpg\" alt=\"Ventos\" \/><\/p>\n<p align=\"left\">O deslocamento vertical de massas de ar deve-se ao esfriamento progressivo da atmosfera com a altitude. Na superf\u00edcie da terra est\u00e1 quente e, a medida que sobe, fica cada vez mais fria. Deste modo, haver\u00e1 vento vertical e os poluentes dispersam com facilidade.<\/p>\nA aus\u00eancia do vento vertical \u00e9 denominada invers\u00e3o t\u00e9rmica.\n\nFen\u00f4meno meteorol\u00f3gico que pode ocorrer em qualquer parte do planeta, principalmente em metr\u00f3poles e principais centros urbanos. Costuma acontecer no final da madrugada e no in\u00edcio da manh\u00e3, particularmente nos meses de inverno.\n\nNo fim da madrugada, d\u00e1-se o pico de perda de calor do solo por irradia\u00e7\u00e3o. \u00c9 quando se registram as temperaturas mais baixas, no solo e no ar. Quando a temperatura pr\u00f3xima ao solo cai abaixo de 4\u00baC, o ar frio, impossibilitado de elevar-se, fica retido em baixas altitudes. Camadas mais elevadas da atmosfera s\u00e3o ocupadas com ar relativamente mais quente, que n\u00e3o consegue descer.\n\n<strong>Ocorre, assim, uma estabiliza\u00e7\u00e3o moment\u00e2nea da circula\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica em escala local, caracterizada por uma invers\u00e3o das camadas:<\/strong> o ar frio fica embaixo e o ar quente acima, fen\u00f4meno definido como invers\u00e3o t\u00e9rmica.\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" title=\"Ventos\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vventos5.jpg\" alt=\"Ventos\" \/><\/p>\n<p align=\"left\">Logo ap\u00f3s o nascer do sol, \u00e0 medida que vai havendo o aquecimento do solo e do ar pr\u00f3ximo a ele, o fen\u00f4meno vai gradativamente desfazendo-se. O ar aquecido sobe e o ar resfriado desce, voltando a ter circula\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica. A invers\u00e3o t\u00e9rmica se desfaz.<\/p>\nComo j\u00e1 foi dito, esse fen\u00f4meno pode ocorrer em qualquer lugar do planeta, por\u00e9m \u00e9 mais comum em lugares onde o solo ganha bastante calor durante o dia, mas em compensa\u00e7\u00e3o perde muito \u00e0 noite, tornando as baixas camadas atmosf\u00e9ricas muito frias e impossibilitando sua ascens\u00e3o.\n\nAssim, um ambiente muito favor\u00e1vel para a ocorr\u00eancia da invers\u00e3o t\u00e9rmica s\u00e3o justamente as grandes cidades. Pelo fato de apresentarem grande \u00e1rea constru\u00edda, portanto desmatada e impermeabilizada, as grandes cidades absorvem grande quantidade de calor durante o dia. \u00c0 noite, no entanto, perdem calor rapidamente.\n\n<strong>\u00c9 justamente a\u00ed que est\u00e1 o problema:<\/strong> com a concentra\u00e7\u00e3o do ar frio nas camadas mais baixas da atmosfera, ocorre tamb\u00e9m a concentra\u00e7\u00e3o de toneladas de poluentes, emitidos por v\u00e1rias fontes, o que agrava sobremaneira o problema da polui\u00e7\u00e3o em baixas camadas da atmosfera, constituindo um s\u00e9rio problema ambiental em centros urbano-industriais.\n<h4>Propriedades do ar<\/h4>\nO ar pode ser comprimido, pode se expandir e pode realizar trabalho (colocar corpos em movimento)\n<h6><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-162177 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vento.jpg\" alt=\"\" width=\"275\" height=\"183\" \/><\/h6>\n\u00c9 o ar em movimento. Este termo \u00e9 aplicado ao movimento horizontal pr\u00f3prio da atmosfera. Os movimentos verticais, ou quase verticais, s\u00e3o chamados de correntes. Os ventos s\u00e3o produzidos por diferen\u00e7as de press\u00e3o atmosf\u00e9rica, atribu\u00eddas principalmente a diferen\u00e7as de temperatura. As varia\u00e7\u00f5es na distribui\u00e7\u00e3o de press\u00e3o e temperatura devem-se principalmente \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o desigual do calor solar, assim como \u00e0s diferentes propriedades t\u00e9rmicas das superf\u00edcies terrestres e oce\u00e2nicas. Quando as temperaturas de regi\u00f5es adjacentes diferem, o ar mais quente tende a ascender e a soprar sobre o ar mais frio e, portanto, mais pesado.\n\nOs ventos predominantes criam padr\u00f5es clim\u00e1ticos que se apresentam muito diferenciados entre janeiro e julho. Os ventos do oeste sopram com maior persist\u00eancia durante o m\u00eas de janeiro no hemisf\u00e9rio norte. Estes ventos sopram constantemente no hemisf\u00e9rio sul. Na Am\u00e9rica do Norte e na \u00c1sia, a elevada press\u00e3o causa o deslocamento de massas de ar. No ver\u00e3o, a baixa press\u00e3o causa o influxo de massas de ar e de vento. Os ventos de mon\u00e7\u00f5es sopram em dire\u00e7\u00e3o ao sul, a partir da \u00c1sia, no m\u00eas de janeiro, e em dire\u00e7\u00e3o ao norte, a partir da Austr\u00e1lia, no m\u00eas de julho. Existem regi\u00f5es de calmaria na \u00e1reas equatoriais dos Oceanos Atl\u00e2ntico, Pac\u00edfico e \u00cdndico.\n<h4>A Velocidade dos Ventos<\/h4>\nOs ventos n\u00e3o se formam com a mesma velocidade.\n\n<strong>Por isso, existem v\u00e1rios tipos de vento:<\/strong>\n<blockquote><strong>Brisa \u0096<\/strong> \u00c9 um vento fraco e agrad\u00e1vel. Pode ser mar\u00edtima ou terrestre.\n\nA brisa mar\u00edtima ocorre durante o dia e se desloca do mar para a terra. Isso acontece porque os raios solares aquecem a terra mais rapidamente do que a \u00e1gua, originando uma corrente de ar quente que sobe. Seu lugar \u00e9 ocupado pelo ar frio que estava sobre o mar.\n\nA brisa terrestre ocorre durante a noite e se desloca da terra para o mar. \u00c0 noite, sem o calor do sol a terra esfria, mas a \u00e1gua ainda conserva o calor. Assim, o ar que est\u00e1 sobre o mar fica quente e sobe, e o ar frio da terra se desloca para o mar.\n\n<strong>Ventos Al\u00edsios \u0096<\/strong> S\u00e3o ventos brandos, regulares e constantes. Favorecem a navega\u00e7\u00e3o mar\u00edtima. Os ventos brandos s\u00e3o aproveitados pelo homem para suas atividades de lazer e de trabalho. Para empinar pipas, praticar Windsurfe, navegar transportando mercadorias ou pessoas, ou aproveitando a for\u00e7a do vento para fazer funcionar bombas d&#8217;\u00e1gua atrav\u00e9s do moinho de vento, por exemplo.\n\n<strong>Ciclone \u0096<\/strong> Perturba\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica no centro da qual a press\u00e3o \u00e9 muito baixa, provocando ventos superiores a 150 km\/h. Formam-se nas regi\u00f5es tropicais sobre os mares quentes. O ciclone que se forma sobre o Atl\u00e2ntico \u00e9 chamado de furac\u00e3o, enquanto o que se forma sobre o Pac\u00edfico \u00e9 comumente chamado de tuf\u00e3o.\n\n<strong>Furac\u00e3o \u0096<\/strong> Ciclones tropicais migrat\u00f3rios que se originam sobre os oceanos em regi\u00f5es ao longo da linha do equador, em particular as Antilhas, incluindo o Caribe o o golfo do M\u00e9xico. Os ciclones do tipo furac\u00e3o originados no oeste do Pac\u00edfico, s\u00e3o chamados de tuf\u00f5es.\n\nOs furac\u00f5es consistem de ventos muito r\u00e1pidos, que sopram de forma circular em redor de um centro de baixa press\u00e3o, chamado olho do furac\u00e3o. A for\u00e7a de um furac\u00e3o \u00e9 avaliada com \u00edndice entre 1 e 5. Os mais fortes, com categoria 5, superam os 250 km\/h. O furac\u00e3o Gilbert, o maior do s\u00e9culo XX, com ventos em rajadas que alcan\u00e7aram os 350 km\/h, devastou a Jamaica e partes do M\u00e9xico.\n\n<strong>Tornado \u0096 <\/strong>Vento que toma a forma de um turbilh\u00e3o circular (di\u00e2metro de menos de 2 km) se deslocando a uma velocidade de 30 a 60 km\/h. Gira no sentido hor\u00e1rio no Hemisf\u00e9rio Sul e no sentido anti-hor\u00e1rio no Hemisf\u00e9rio Norte. Os ventos fortes do tornado carregam tudo \u00e0 sua passagem.\n\n<strong>Mon\u00e7\u00e3o \u0096<\/strong> Vento que muda de dire\u00e7\u00e3o com a passagem das esta\u00e7\u00f5es. Predomina no oceano \u00cdndico. Sopra do sudoeste, geralmente entre abril e outubro, e na dire\u00e7\u00e3o oposta, para nordeste, entre outubro e abril.<\/blockquote>\n<h4>Nuvem<\/h4>\nForma condensada de umidade atmosf\u00e9rica, composta de pequenas gotas de \u00e1gua ou cristais de gelo. As nuvens s\u00e3o o principal fen\u00f4meno atmosf\u00e9rico vis\u00edvel e representam um passo transit\u00f3rio, embora vital, no ciclo da \u00e1gua.\n\nEm meteorologia, a forma\u00e7\u00e3o de nuvens por causa do esfriamento do ar provoca a condensa\u00e7\u00e3o de vapor de \u00e1gua, invis\u00edvel, em gotinhas ou part\u00edculas vis\u00edveis de gelo. As part\u00edculas que comp\u00f5em as nuvens t\u00eam um tamanho que varia entre 5 e 75 micra (0,0005 e 0,008 cm). As part\u00edculas s\u00e3o sustentadas no ar por correntes verticais leves.\n<h4>Tipos de Nuvens<\/h4>\nAlguns tipos de nuvens s\u00e3o respons\u00e1veis pela precipita\u00e7\u00e3o das chuvas ou de neve. Em regi\u00f5es tropicais, entre a passagem das esta\u00e7\u00f5es do ver\u00e3o e do outono, \u00e9 comum a forma\u00e7\u00e3o de nuvens que precipitam granizo. As nuvens movem-se conforme o deslocamento das massas de ar. As nuvens respons\u00e1veis pela precipita\u00e7\u00e3o de chuvas s\u00e3o formadas com a condensa\u00e7\u00e3o do vapor de \u00e1gua. As nuvens que precipitam neve e granizo formam-se com a condensa\u00e7\u00e3o do vapor de \u00e1gua que acarreta na forma\u00e7\u00e3o de flocos de gelo e pequenas forma\u00e7\u00f5es cristalizadas.\n\n<strong>Quanto aos tipos de nuvens, h\u00e1 quatro classifica\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas:<\/strong> nuvens f\u00e1tuas (cirrus, nuvens cinzentas ou brancas, ocorrendo em altitudes mais elevadas), reuni\u00e3o de muitas nuvens (cumulus, nuvens de bases escuras e topos brancos, situando-se a altitudes de 5.000 p\u00e9s; trazem chuvas), nuvens assentadas (stratus, nuvens baixas, que trazem chuva ou neve), nuvens que comportam as chuvas (nimbus, nuvens que, agrupadas verticalmente, assim chamando-se cumulonimbus, trazem tempestades e trovoadas). Alguns tipos de forma\u00e7\u00e3o de nuvens de caracter\u00edsticas peculiares tamb\u00e9m podem apresentar varia\u00e7\u00f5es compostas de dois tipos como os apresentados acima.\n<h4>Massas de ar<\/h4>\nCorpo de ar com caracter\u00edsticas pr\u00f3prias de umidade, press\u00e3o e temperatura. Uma massa adquire suas propriedades a partir do contato com a superf\u00edcie terrestre. Quando estacionada sobre uma regi\u00e3o tropical do oceano, com corrente mar\u00edtima quente, isto \u00e9, com evapora\u00e7\u00e3o de muita \u00e1gua, ser\u00e1 uma massa quente e \u00famida. No caso de parar sobre o p\u00f3lo, ser\u00e1 fria e transportar\u00e1 a umidade do lugar.\n\n<strong>Temos os seguintes tipos de massa de ar, de acordo com as diversas regi\u00f5es que as formam:<\/strong>\n<blockquote><strong>Continental polar &#8211;<\/strong> massa de ar frio.<strong>\nContinental tropical &#8211;<\/strong> massa de ar quente.<strong>\nMar\u00edtima polar &#8211; <\/strong>massa de ar frio.<strong>\nMar\u00edtima tropical &#8211;<\/strong> massa de ar quente.<strong>\nEquatorial &#8211;<\/strong> massa de ar quente.<\/blockquote>\n<h4>Frentes Clim\u00e1ticas<\/h4>\nO clima nas regi\u00f5es temperadas do mundo \u00e9 controlado por depress\u00f5es. Elas s\u00e3o formadas quando as massas de ar polares encontram as massas subtropicais.\n\nO limite de confronto das duas massas de ar \u00e9 chamado de frente polar.\n\nAs depress\u00f5es consistem em c\u00edrculos de ar que giram num raio de centenas de quil\u00f4metros. As depress\u00f5es possuem tanto frentes quentes quanto frentes frias.\n\nAs frentes quentes ocorrem quando o ar quente subtropical se imp\u00f5e por sobre a massa fria de ar polar, formando um manto de nuvens que podem comportar chuvas leves ou neve.\n\nAs frentes frias ocorrem ap\u00f3s as frentes quentes. O ar frio desce sob o ar quente. Isto pode resultar em nuvens heterog\u00eaneas (cumulunimbus) que comportam chuvas fortes ou neve.\n<h4>A Polui\u00e7\u00e3o do Ar<\/h4>\n\u00c9 a contamina\u00e7\u00e3o da atmosfera por res\u00edduos ou produtos secund\u00e1rios gasosos, s\u00f3lidos ou l\u00edquidos, que podem p\u00f4r em risco a sa\u00fade do homem e a sa\u00fade e bem-estar das plantas e animais, atacar diferentes materiais, reduzir a visibilidade ou produzir odores desagrad\u00e1veis. Entre os poluentes atmosf\u00e9ricos emitidos por fontes naturais, somente o rad\u00f4nio, um g\u00e1s radiativo, \u00e9 considerado um risco importante para a sa\u00fade. A polui\u00e7\u00e3o do ar \u00e9 causada por gases t\u00f3xicos e material particulado (micropart\u00edculas s\u00f3lidas suspensas na atmosfera).\n\n<strong>Quanto \u00e0 sua natureza qu\u00edmica, os poluentes do ar se classificam em: <\/strong>\n<blockquote>Compostos sulfurosos (derivados de enxofre)\nCompostos nitrogenados (derivados de nitrog\u00eanio)\nCompostos org\u00e2nicos (derivados de carbono)\n\u00d3\u00f3xidos de carbono\nHal\u00f3genos (metais)\nMat\u00e9ria particulada (poeira e fuma\u00e7a)\nCompostos radioativos\nPrincipais efeitos dos poluentes presentes no ar\nLes\u00f5es e queda de folhas\nInibi\u00e7\u00e3o da fotoss\u00edntese\nMorte de liquens\nIrrita\u00e7\u00e3o de mucosas respirat\u00f3rias\nIrrita\u00e7\u00f5es na garganta, olhos\nBronquite, asma\nEnfisema pulmonar\nEfeitos carcinog\u00eanicos\nAsfixia\nPerturba\u00e7\u00f5es nos ossos\nProblemas glandulares\nProblemas de pele<\/blockquote>\nCada ano, os pa\u00edses industrializados produzem milh\u00f5es de toneladas de poluentes. Os contaminantes atmosf\u00e9ricos mais frequentes e mais amplamente dispersos se descrevem na tabela anexa. O n\u00edvel pode ser expressado em termos de concentra\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica (microgramas de contaminante por metro c\u00fabico de ar) ou, no caso dos gases, em partes por milh\u00e3o, ou seja, o n\u00famero de mol\u00e9culas do poluente por milh\u00e3o de mol\u00e9culas de ar.\n\nMuitas subst\u00e2ncias contaminantes prov\u00e9m de fontes facilmente identific\u00e1veis; o di\u00f3xido de enxofre, por exemplo, prov\u00e9m das centrais energ\u00e9ticas que queimam carv\u00e3o ou petr\u00f3leo. Outros se formam pela a\u00e7\u00e3o da luz solar sobre materiais reativos previamente emitidos \u00e0 atmosfera (os chamados precursores). Por exemplo, o oz\u00f4nio, um perigoso poluente que faz parte do smog,se produz pela intera\u00e7\u00e3o de hidrocarburetos e \u00f3xido de nitrog\u00eanio sob a influ\u00eancia da luz solar.\n\nNas grandes cidades, durante o inverno, a qualidade do ar fica seriamente comprometida devido ao fen\u00f4meno da invers\u00e3o t\u00e9rmica, no qual, com o r\u00e1pido resfriamento do Ventos durante a noite, ou com o r\u00e1pido aquecimento das camadas atmosf\u00e9ricas mais altas, o ar quente fica por cima do ar frio, impedindo que as camadas mais pr\u00f3ximas da superf\u00edcie possam circular.\n\nCom isso, os poluentes presentes nas camadas mais baixas n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de ser dissipados e acumulam-se em concentra\u00e7\u00f5es bastante t\u00f3xicas. J\u00e1 nos dias quentes, uma vez que maiores temperaturas reduzem a solubilidade dos gases dissolvidos na \u00e1gua dos rios, gases como o g\u00e1s sulf\u00eddrico, derivado de enxofre, s\u00e3o liberados da \u00e1guas polu\u00eddas dos rios para a atmosfera, causando intenso mau cheiro nas \u00e1reas pr\u00f3ximas.\n\nO escurecimento das constru\u00e7\u00f5es e edif\u00edcios nas grandes cidades, bem como das cascas das \u00e1rvores nos parques urbanos, s\u00e3o reflexo do ac\u00famulo de material particulado pesado (poeira) e mais leve (fuma\u00e7a), o qual \u00e9 produzido principalmente pela queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis, como carv\u00e3o e derivados de petr\u00f3leo.\n\nAtualmente a polui\u00e7\u00e3o do ar tem recebido especial aten\u00e7\u00e3o em diversos lugares do mundo, inclusive no Brasil. Em S\u00e3o Paulo, por exemplo, a CETESB tem monitores autom\u00e1ticos espalhados nos pontos mais cr\u00edticos da cidade, indicando a qualidade do ar \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.\n\nUma rede de telemetria avan\u00e7ada, utilizada para medir a concentra\u00e7\u00e3o dos poluentes produzidos especialmente pelos ve\u00edculos automotores (&#8220;acredita-se que 60 % da polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica prov\u00e9m dos autom\u00f3veis&#8221;) est\u00e1 constantemente em opera\u00e7\u00e3o, e nos meses de inverno \u00e9 instalada a opera\u00e7\u00e3o inverno na qual prop\u00f5e-se o rod\u00edzio de carros na cidade e o isolamento de \u00e1reas em estado cr\u00edtico.\n\nA\u00e7\u00f5es isoladas neste sentido n\u00e3o resolvem o problema. A consci\u00eancia de que a conviv\u00eancia em um ambiente onde o ar respirado n\u00e3o \u00e9 adequado j\u00e1 est\u00e1 sendo consolidada em todas as fra\u00e7\u00f5es da sociedade e isso tende a gerar a longo prazo melhorias na qualidade de vida das metr\u00f3poles.\n\nO instrumento destas melhorias \u00e9 o desenvolvimento de tecnologia anti-poluente da ind\u00fastria automobil\u00edstica, e o controle das emiss\u00f5es industriais, dos caminh\u00f5es, \u00f4nibus e ve\u00edculos em mal estado de conserva\u00e7\u00e3o, os quais circulam hoje nas cidades.\n<h4>Efeito estufa<\/h4>\nFen\u00f4meno natural, causado pela presen\u00e7a de gases na atmosfera, que provoca o aquecimento gradual do planeta. Os gases da atmosfera, sobretudo o carb\u00f4nico, funcionam como redoma. Ret\u00eam na Terra o calor das radia\u00e7\u00f5es infravermelhas emitidas pelo Sol e mant\u00eam a temperatura m\u00e9dia em torno de 16\u00baC.\n\nSem os gases, as radia\u00e7\u00f5es que chegam \u00e0 superf\u00edcie terrestre seriam refletidas para o espa\u00e7o. A temperatura n\u00e3o passaria de 27\u00baC negativos e a superf\u00edcie seria coberta de gelo.\n\nA express\u00e3o efeito estufa tamb\u00e9m identifica o aquecimento que tem sido verificado no planeta nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Pesquisas da ag\u00eancia americana Nasa (Administra\u00e7\u00e3o Nacional da Aeron\u00e1utica e Espa\u00e7o dos Estados Unidos) indicam que a temperatura global m\u00e9dia subiu 0,18\u00baC desde o in\u00edcio do s\u00e9culo. Fotos tiradas pelo sat\u00e9lite meteorol\u00f3gico Nimbus mostram redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de gelo nos p\u00f3los.\n\nEssas altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ocorrem paralelamente a um aumento significativo da concentra\u00e7\u00e3o de gases \u00e0 base de carbono na atmosfera, provocado pela queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis, como carv\u00e3o e derivados de petr\u00f3leo. A rela\u00e7\u00e3o entre o aquecimento do planeta e a emiss\u00e3o de gases estufa n\u00e3o est\u00e1 comprovada, embora haja muitas evid\u00eancias nesse sentido. Entre as conseq\u00fc\u00eancias do superaquecimento do planeta est\u00e1 a eleva\u00e7\u00e3o exagerada da temperatura do ar. Esse fato modificaria o regime dos ventos e aumentaria a evapora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, criando mais nuvens e chuvas.\n\nProje\u00e7\u00f5es para meados do s\u00e9culo XXI indicam a possibilidade de chuvas intensas em \u00e1reas hoje des\u00e9rticas e falta de \u00e1gua em regi\u00f5es atualmente f\u00e9rteis. Prev\u00eaem tamb\u00e9m o aumento do n\u00edvel dos oceanos devido ao derretimento das calotas de gelo polares, que podem diminuir ou at\u00e9 desaparecer.\n<h4>Ar e Sa\u00fade<\/h4>\n<strong>Tuberculose &#8211;<\/strong> Doen\u00e7a infecciosa aguda ou cr\u00f4nica provocada pelo bacilo Mycobacterium tuberculosis, que pode afetar qualquer tecido do organismo, mas geralmente localiza-se nos pulm\u00f5es.\n\nO agente causal foi descoberto em 1862 por Robert Koch.\n\n<strong>Na tuberculose pulmonar, os sintomas t\u00edpicos s\u00e3o: <\/strong>afec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias como tosse, dor tor\u00e1cica e escarros sanguinolentos. O bacilo pode permanecer latente no organismo durante um longo per\u00edodo, at\u00e9 que uma diminui\u00e7\u00e3o das defesas lhe d\u00ea a oportunidade de multiplicar-se e provocar os sintomas da doen\u00e7a. O tratamento completo com antibi\u00f3ticos dura entre seis meses e dois anos.\n\n<strong>Pneumonia &#8211; <\/strong>Termo aplicado a qualquer das cerca de 50 doen\u00e7as inflamat\u00f3rias diferentes dos pulm\u00f5es, caracterizadas pela forma\u00e7\u00e3o, nesses rg\u00e3os, de um exsudato fibrinoso (isto \u00e9, formado pela fibrina, uma prote\u00edna esbranqui\u00e7ada presente nos co\u00e1gulos sang\u00fc\u00edneos. Pode ser causada por bact\u00e9rias, v\u00edrus, rick\u00e9ttsias, micoplasma, fungos, protozo\u00e1rios ou pela aspira\u00e7\u00e3o de v\u00f4mito.\n<blockquote><strong>Pneumonia bacteriana: <\/strong>pode apresentar-se como uma pneumonia lobar (afetando um l\u00f3bulo pulmonar) ou como uma broncopneumonia (afetando regi\u00f5es pr\u00f3ximas aos bronqu\u00edolos respirat\u00f3rios).<strong>\nPneumonia viral: <\/strong>constitui a maioria dos casos identificados atualmente; em geral, s\u00e3o brandas e se resolvem de forma espont\u00e2nea, sem tratamento espec\u00edfico.<strong>\nPneumonia at\u00edpica prim\u00e1ria:<\/strong> \u00e9 causada por um organismo procari\u00f3tico pequeno, o Mycoplasma pneumoniae. Geralmente, a doen\u00e7a se cura de forma espont\u00e2nea.<strong>\nPneumonia por Pneumocystis carinii: <\/strong>\u00e9 a causa mais freq\u00fcente de morte nas pessoas afetadas pela S\u00edndrome de Imunodefici\u00eancia Adquirida (AIDS).<\/blockquote>\n<strong>Difteria &#8211;<\/strong> Doen\u00e7a aguda muito infecciosa, que ocorre principalmente na inf\u00e2ncia, caracterizada pela forma\u00e7\u00e3o de falsas membranas nas vias do trato respirat\u00f3rio superior. O agente causal da mol\u00e9stia \u00e9 a bact\u00e9ria Corynebacterium diphtheriae. Alguns dias ap\u00f3s penetrar no organismo, o bacilo dift\u00e9rico provoca a forma\u00e7\u00e3o de um exsudato branco-acinzentado, que acaba se tornando uma falsa membrana acinzentada. Esta pode chegar a obstruir as vias respirat\u00f3rias.\n\n<strong>Coqueluche &#8211;<\/strong> Nome comum aplicado a uma doen\u00e7a infecciosa aguda do trato respirat\u00f3rio, causada pela bact\u00e9ria Bordetella pertussis. Caracteriza-se, em seus est\u00e1gios finais, por tosse violenta que termina num som sibilante de alta intensidade.\n\n<strong>Meningite &#8211; <\/strong>Inflama\u00e7\u00e3o das meninges ou membranas que envolvem o c\u00e9rebro e a medula espinhal. A maioria dos casos de meningite, especialmente os causados por bact\u00e9rias (sobretudo meningococos e Haemophilus influenzae), apresentam um in\u00edcio brusco, com sintomas que incluem cefaleia, rigidez da nuca, febre, n\u00e1useas e v\u00f4mitos. Progride com rapidez e, se n\u00e3o for tratada em um per\u00edodo que vai de 24 a 72 horas, pode levar \u00e0 morte.\n\n<strong>Gripe &#8211; <\/strong>Doen\u00e7a infecto-contagiosa aguda do trato respirat\u00f3rio, provocada pelo v\u00edrus da influenza, que afeta de maneira especial a traqueia. Um epis\u00f3dio n\u00e3o complicado de gripe caracteriza-se por um quadro que inclui tosse seca, dor de garganta, congest\u00e3o e secre\u00e7\u00e3o nasal abundante e irrita\u00e7\u00e3o ocular. Nos casos mais complexos, acrescentam-se calafrios, febre de r\u00e1pida instaura\u00e7\u00e3o, cefaleia, dores musculares e articulares e, \u00e0s vezes, sintomas digestivos. A febre regride paulatinamente em poucos dias. Contudo, quando o processo \u00e9 acompanhado ou seguido por uma pneumonia viral ou bacteriana, pode se tornar uma doen\u00e7a mortal.\n\n<strong>Caxumba &#8211; <\/strong>Doen\u00e7a infecciosa aguda. causada por um v\u00edrus e caracterizada pela tumefa\u00e7\u00e3o das gl\u00e2ndulas salivares. Provoca, \u00e0s vezes, surtos epid\u00eamicos. A incid\u00eancia mais elevada se d\u00e1 entre 5 e 9 anos, embora possa ocorrer em qualquer idade. Como a gl\u00e2ndula que afeta, com mais frequ\u00eancia, \u00e9 a par\u00f3tida, \u00e9 chamada ainda de parotidite epid\u00eamica.\n\n<strong>Sarampo &#8211; <\/strong>Doen\u00e7a infecto-contagiosa aguda e febril, provocada por um v\u00edrus filtr\u00e1vel e caracterizada pelo surgimento de pequenas manchas vermelhas na superf\u00edcie da pele, irrita\u00e7\u00e3o ocular, tosse e rinorr\u00e9ia (secre\u00e7\u00e3o nasal abundante). Aos doze dias de cont\u00e1gio, aparecem febre, espirros e rinorr\u00e9ia. Trata-se de uma doen\u00e7a benigna na maioria dos casos. S\u00f3 eventualmente o v\u00edrus pode alcan\u00e7ar o tecido cerebral e provocar encefalite ou mesmo a morte. N\u00e3o h\u00e1 tratamento espec\u00edfico.\n\n<strong>Poliomielite &#8211; <\/strong>Doen\u00e7a infecciosa viral do sistema nervoso central que, em muitos casos, provoca, como sequela, paralisia. O v\u00edrus penetra no organismo por via digestiva e estende-se pelas c\u00e9lulas nervosas, afetando v\u00e1rias partes do sistema nervoso central.\n\nPara prevenir a doen\u00e7a, desenvolveu-se, inicialmente, uma vacina de v\u00edrus inativados, misturando as tr\u00eas cepas do poliov\u00edrus (vacina tipo Salk). Mais tarde, elaborou-se uma vacina oral das tr\u00eas cepas do v\u00edrus atenuado, a vacina trivalente oral para a p\u00f3lio ou tipo Sabin, que, por sua maior efic\u00e1cia, substitui em todo o mundo a vacina Salk.\n\nFonte: www.ventoforte.com.br\/www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br\/ www.scubadiver.com.br\/www.infoterm.com.br\/www.biomania.com.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ventos, Tempestades, Forma\u00e7\u00e3o, O que s\u00e3o, Origem, Ar, Tipos, Comportamento, Movimentos, Fen\u00f4meno, Brasil, Velocidade, Ventos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6644,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-19879","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geografia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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