{"id":19690,"date":"2015-12-03T00:00:00","date_gmt":"2015-12-03T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/urbanizacao-3\/"},"modified":"2015-12-03T00:00:00","modified_gmt":"2015-12-03T00:00:00","slug":"urbanizacao-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/geografia-2\/urbanizacao-3\/","title":{"rendered":"Urbaniza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n&nbsp;\n\nO\u00a0<b>processo de urbaniza\u00e7\u00e3o<\/b>\u00a0\u00e9 a concentra\u00e7\u00e3o progressiva na cidade da popula\u00e7\u00e3o e suas atividades econ\u00f4micas.\n\n<strong>Causa<\/strong>\n\nO processo \u00e9 devido aos seguintes fatores: a migra\u00e7\u00e3o de pessoas de \u00e1reas rurais para \u00e1reas urbanas, o que, por sua vez, deve-se ao fato de que a maioria est\u00e1 em busca de emprego, emprego melhor remunerado, melhor qualidade de servi\u00e7os de sa\u00fade e educacional e uma maior diversidade de estilos de vida e entretenimento; crescimento natural ou crescimento populacional nas \u00e1reas urbanas; a reclassifica\u00e7\u00e3o das \u00e1reas rurais como \u00e1reas urbanas.\n\n<strong>O que \u00e9<\/strong>\n\nO Brasil conhece o fen\u00f4meno da <strong>urbaniza\u00e7\u00e3o<\/strong> propriamente dito somente em meados do s\u00e9culo XX. At\u00e9 ent\u00e3o, a vida urbana resumia-se, na maior parte do Pa\u00eds, a fun\u00e7\u00f5es administrativas voltadas a garantir a ordem e coordenar a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola.\n\nAp\u00f3s a d\u00e9cada de 50, como reflexo da industrializa\u00e7\u00e3o, os nexos econ\u00f4micos e o fator urbano tornam-se correlatos. Imp\u00f5e-se uma nova l\u00f3gica na organiza\u00e7\u00e3o da sociedade brasileira. As inova\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e sociais s\u00e3o enormes, pois associam-se, neste contexto, \u00e0 revolu\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica, ao \u00eaxodo rural e \u00e0 integra\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio pelos transportes e comunica\u00e7\u00f5es. Crescem cidades de todos os tipos e com diferentes n\u00edveis funcionais. Tem in\u00edcio o processo de metropoliza\u00e7\u00e3o.\n\nA nova base econ\u00f4mica, pautada na ind\u00fastria e no urbano, ultrapassa, j\u00e1 em meados da d\u00e9cada de 60, a regi\u00e3o Sudeste. Consolida-se a forma\u00e7\u00e3o do mercado nacional e um de seus principais pilares \u00e9 exatamente a urbaniza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e seu respectivo sistema de cidades. A evolu\u00e7\u00e3o da taxa de urbaniza\u00e7\u00e3o no Brasil indica a import\u00e2ncia e a velocidade das transforma\u00e7\u00f5es. Em 1950 este \u00edndice alcan\u00e7ava 36,16% sobre o total da popula\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds. Em 1970 representava 56,80%, ou seja, mais da metade da popula\u00e7\u00e3o, e em 1990, chega a 77,13%. A popula\u00e7\u00e3o urbana no Brasil, em 1991 &#8211; 115.700.000 de habitantes -, se aproximava da popula\u00e7\u00e3o total do Pa\u00eds da d\u00e9cada anterior &#8211; 119.099.000 habitantes em 1980.\n\nA nova base econ\u00f4mica, pautada na ind\u00fastria e no urbano, ultrapassa, j\u00e1 em meados da d\u00e9cada de 60, a regi\u00e3o Sudeste. Consolida-se a forma\u00e7\u00e3o do mercado nacional e um de seus principais pilares \u00e9 exatamente a urbaniza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e seu respectivo sistema de cidades. A evolu\u00e7\u00e3o da taxa de urbaniza\u00e7\u00e3o no Brasil indica a import\u00e2ncia e a velocidade das transforma\u00e7\u00f5es. Em 1950 este \u00edndice alcan\u00e7ava 36,16% sobre o total da popula\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds. Em 1970 representava 56,80%, ou seja, mais da metade da popula\u00e7\u00e3o, e em 1990, chega a 77,13%. A popula\u00e7\u00e3o urbana no Brasil, em 1991 &#8211; 115.700.000 de habitantes -, se aproximava da popula\u00e7\u00e3o total do Pa\u00eds da d\u00e9cada anterior &#8211; 119.099.000 habitantes em 1980.\n\nNa d\u00e9cada de 90 constata-se uma eleva\u00e7\u00e3o nas taxas de urbaniza\u00e7\u00e3o das diversas regi\u00f5es do Pa\u00eds. O Sudeste, pioneiro do moderno sistema urbano brasileiro, apresentava, em 1996, um \u00edndice em torno de 88%, seguido pelo Centro-oeste, com 81%, o Sul, com 74,1%, o Nordeste, com 60,6%, e, por fim, o Norte, com 57,8%. De modo geral, o fen\u00f4meno \u00e9 significativo e os diferentes \u00edndices refletem diferen\u00e7as qualitativas ligadas \u00e0 forma e ao conte\u00fado da urbaniza\u00e7\u00e3o. Tal fato \u00e9 resultado do impacto da divis\u00e3o social e territorial do trabalho que ocorreu, ao longo deste s\u00e9culo, de modo diferenciado no territ\u00f3rio. No Sudeste e no Sul, o desenvolvimento industrial e o dinamismo dos diversos tipos de trabalho asseguraram uma rede urbana mais complexa.\n\nCom a expans\u00e3o recente da moderna economia de servi\u00e7os de apoio \u00e0 produ\u00e7\u00e3o surgiu uma nova urbaniza\u00e7\u00e3o, marcada pela demanda e conseq\u00fcente aumento exponencial de trabalho intelectual. As cidades de todos os n\u00edveis acolhem os novos trabalhos &#8211; altamente especializados e qualificados &#8211; envolvendo profissionais voltados \u00e0 inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e \u00e0 regula\u00e7\u00e3o mais eficaz da distribui\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o dos produtos. Justamente estas novas demandas do sistema produtivo \u00e9 que encontram correspond\u00eancia, por sua vez, em uma maior demanda de urbaniza\u00e7\u00e3o.\n\nH\u00e1 uma distribui\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es produtivas entre as cidades. Estas passam a regular, atrav\u00e9s do trabalho intelectual, n\u00e3o somente a produ\u00e7\u00e3o urbana, mas tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o rural. Com a revolu\u00e7\u00e3o dos transportes e das telecomunica\u00e7\u00f5es, paralela \u00e0s novas formas de cr\u00e9dito e consumo, h\u00e1 maior acessibilidade f\u00edsica e financeira dos indiv\u00edduos. A rede urbana tende a diferenciar-se. Aprofunda-se a divis\u00e3o territorial do trabalho no sistema urbano, entre cidades locais, cidades m\u00e9dias, metr\u00f3poles regionais e metr\u00f3poles nacionais.\n<h4>Desafios da Urbaniza\u00e7\u00e3o<\/h4>\nA grande maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira &#8211; 79,7% dos habitantes &#8211; reside nas \u00e1reas urbanas, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlio (Pnad) de 1999, do IBGE. As regi\u00f5es Sudeste, Sul e Nordeste apresentam o maior \u00edndice, com 88,7%, 78,4% e 63,6% de moradores urbanos, respectivamente. As cidades de S\u00e3o Paulo (10 milh\u00f5es de habitantes), Rio de Janeiro (5,6 milh\u00f5es), Salvador (2,3 milh\u00f5es) e Belo Horizonte e Fortaleza (ambas com 2,1 milh\u00f5es) continuam sendo os munic\u00edpios brasileiros mais populosos.\n\nO processo de urbaniza\u00e7\u00e3o no Brasil come\u00e7a na d\u00e9cada de 40. A expans\u00e3o das atividades industriais em grandes centros atrai trabalhadores das \u00e1reas rurais, que v\u00eaem na cidade a possibilidade de rendimentos maiores e melhores recursos nas \u00e1reas de educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade. O censo de 1940, o primeiro a dividir a popula\u00e7\u00e3o brasileira em rural e urbana, registra que 31,1% dos habitantes estavam nas cidades.\n\nO Brasil deixa de ser um pa\u00eds essencialmente agr\u00edcola no final da d\u00e9cada de 60, quando a popula\u00e7\u00e3o urbana chega a 55,92%. Para essa mudan\u00e7a contribui a mecaniza\u00e7\u00e3o das atividades de plantio e colheita no campo &#8211; que expulsa enormes contingentes de trabalhadores rurais &#8211; , e a atra\u00e7\u00e3o exercida pelas cidades como lugares que oferecem melhores condi\u00e7\u00f5es de vida, com mais acesso a sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o e empregos.\n\nNos anos 70, a popula\u00e7\u00e3o urbana soma 52 milh\u00f5es contra 41 milh\u00f5es de moradores nas \u00e1reas rurais. As grandes cidades, por concentrarem o maior n\u00famero de f\u00e1bricas, s\u00e3o as que mais atraem os trabalhadores vindos do campo. Nesse per\u00edodo, a capital de S\u00e3o Paulo recebe aproximadamente 3 milh\u00f5es de migrantes de diversos estados. A regi\u00e3o Sudeste destaca-se como a mais urbanizada. Entre 1970 e 1980, a expans\u00e3o urbana mant\u00e9m-se em n\u00edveis elevados (4,44% ao ano), e no final da d\u00e9cada 67,6% dos brasileiros j\u00e1 residem em centros urbanos. Em 1980, todas as regi\u00f5es brasileiras t\u00eam nas cidades a maioria de seus habitantes.\n\nO processo de urbaniza\u00e7\u00e3o diminui nos anos posteriores, mas as \u00e1reas rurais passam a registrar crescimento negativo pela primeira vez, por causa da redu\u00e7\u00e3o de sua popula\u00e7\u00e3o em n\u00fameros absolutos. Entre 1991 e 1996, as cidades ganham cerca de 12,1 milh\u00f5es de habitantes, o que resulta na elevada taxa de urbaniza\u00e7\u00e3o de 78,36%. O ano de 1996 \u00e9 um marco da superioridade num\u00e9rica da popula\u00e7\u00e3o urbana em todos os estados brasileiros. O \u00faltimo a fazer a transi\u00e7\u00e3o \u00e9 o Maranh\u00e3o, que at\u00e9 1991 apresentava a maior parte da popula\u00e7\u00e3o em \u00e1reas rurais.\n\nNa mesma d\u00e9cada de 90, por\u00e9m, o surgimento de novos postos de servi\u00e7o desvinculados da agricultura nas \u00e1reas rurais tende a diminuir o \u00eaxodo do campo.\n\nHoje, presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, constru\u00e7\u00e3o civil, com\u00e9rcio e \u00e1rea social s\u00e3o setores em crescimento nas \u00e1reas rurais e j\u00e1 chegam a garantir rendimentos mensais maiores que os da cidade.\n\nA maioria dos migrantes n\u00e3o tem escolaridade nem experi\u00eancia profissional, o que faz com que aceitem empregos mal remunerados e se sujeitem a trabalhos tempor\u00e1rios ou atividades informais para sobreviver, como as de camel\u00f4s ou vendedores ambulantes. Os baixos rendimentos levam esse trabalhador para a periferia das grandes cidades &#8211; com freq\u00fc\u00eancia, loteada por favelas e moradias irregulares e, por isso, mais baratas. Muitas dessas resid\u00eancias, feitas de modo prec\u00e1rio e com materiais fr\u00e1geis, s\u00e3o erguidas pr\u00f3ximas a margens de c\u00f3rregos, charcos ou terrenos \u00edngremes, e enfrentam o risco de enchentes e desmoronamento em esta\u00e7\u00f5es chuvosas.\n\nA dist\u00e2ncia das \u00e1reas centrais dificulta o acesso dessa popula\u00e7\u00e3o aos servi\u00e7os de sa\u00fade e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, e as periferias atendem precariamente a suas necessidades b\u00e1sicas de abastecimento de \u00e1gua, luz, esgoto e transportes p\u00fablicos. Levantamento da Funda\u00e7\u00e3o Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas (Fipe) da Universidade de S\u00e3o Paulo, de 1993, revela que 71,1% dos domic\u00edlios em favelas da cidade de S\u00e3o Paulo depositam seus dejetos ao ar livre ou canalizam-nos para c\u00f3rregos ou represas pr\u00f3ximas. Faltam creches para os filhos das mulheres que trabalham, a alimenta\u00e7\u00e3o insuficiente ou de m\u00e1 qualidade contribui para o surgimento de doen\u00e7as e desnutri\u00e7\u00e3o infantil e as poucas op\u00e7\u00f5es de lazer para os adolescentes favorecem a eclos\u00e3o da viol\u00eancia .\n\nNas \u00faltimas d\u00e9cadas, o movimento em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1reas perif\u00e9ricas \u00e9 significativo nas regi\u00f5es metropolitanas de S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador e pode ser observado na dimens\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de suas \u00e1reas metropolitanas, que prosperam a taxas m\u00e9dias de 2,4% ao ano. Hoje, de S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Salvador s\u00e3o as metr\u00f3poles que mais enfrentam esse tipo de problema.\n<h4>Capitais<\/h4>\nA popula\u00e7\u00e3o das capitais tem crescido mais lentamente que a do pa\u00eds e \u00e9 hoje proporcionalmente menor. Passa de 24,98% do total da popula\u00e7\u00e3o em 1991 para 22,6% em 1999. H\u00e1, no entanto, sens\u00edveis diferen\u00e7as entre elas. O \u00edndice de crescimento populacional na Regi\u00e3o Norte, em cidades como Rio Branco, Manaus, Boa Vista e Macap\u00e1, \u00e9 superior a 2,7% ao ano. A popula\u00e7\u00e3o de Palmas &#8211; planejada para ser capital do estado de Tocantins e inaugurada em 1990 &#8211; chega a aumentar 29,31% ao ano entre 1991 e 1996 e 41% nos \u00faltimos quatro anos. No Sudeste, onde se concentram mais de 40% do total dos brasileiros, as capitais crescem a taxas de 1% ao ano ou menos &#8211; Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo apresentam at\u00e9 1999 as taxas mais baixas entre todas.\n<h4>Urbaniza\u00e7\u00e3o do Brasil<\/h4>\n<strong>Introdu\u00e7\u00e3o <\/strong>\n\n<strong>Urbaniza\u00e7\u00e3o <\/strong>\u00e9 um conceito geogr\u00e1fico que representa o desenvolvimento das cidades. Neste processo, ocorre a constru\u00e7\u00e3o de casas, pr\u00e9dios, redes de esgoto, ruas, avenidas, escolas, hospitais, rede el\u00e9trica, shoppings, etc. Este desenvolvimento urbano \u00e9 acompanhado de crescimento populacional, pois muitas pessoas passam a buscar a infra-estrutura das cidades. A urbaniza\u00e7\u00e3o planejada apresenta significativos benef\u00edcios para os habitantes.\n\n<strong>Processo de Urbaniza\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nDiferente da Europa que se urbanizou a partir da revolu\u00e7\u00e3o industrial no sec. XIX, o Brasil come\u00e7ou seu processo de urbaniza\u00e7\u00e3o no sec. xx de forma r\u00e1pida por causa das migra\u00e7\u00f5es internas e externas que contribu\u00edram para a integra\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho A migra\u00e7\u00e3o nordestina para o estado de S\u00e3o Paulo, em especial para a capital, foi um fen\u00f4meno social bastante expressivo ao longo do s\u00e9culo XX.\n\nO r\u00e1pido crescimento urbano do Brasil pode ser visto desde 1920 1920 16% 1940 31% 1960 45% 2005 85% O processo de urbaniza\u00e7\u00e3o no Brasil foi r\u00e1pido devido as instala\u00e7\u00e3o das ind\u00fastria O r\u00e1pido crescimento populacional nas cidades n\u00e3o foi acompanhado pelo crescimento industrial. Desta forma, os migrantes que vieram em busca de trabalho foram surpreendidos pela forte urbaniza\u00e7\u00e3o que superou o processo industrial, pois o estado n\u00e3o teve renda suficiente para industrializar rapidamente as cidades.\n\n<strong>Apesar destes quatro Estados ocuparem somente 10% de nosso territ\u00f3rio, neles se encontram cerca de 40% da popula\u00e7\u00e3o nacional:<\/strong> s\u00e3o aproximadamente 72 milh\u00f5es de habitantes, 90% dos quais vivem em cidades. \u00c9 tamb\u00e9m no Sudeste que se encontram tr\u00eas das cidades brasileiras com mais de 1 milh\u00e3o de habitantes (S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), bem como 50% das cidades com popula\u00e7\u00e3o entre 500 mil e 1 milh\u00e3o de habitantes.\n\nA segunda regi\u00e3o de maior popula\u00e7\u00e3o urbana no pa\u00eds \u00e9 a <strong>Centro-Oeste<\/strong>, onde 89% dos habitantes vivem em cidades. A urbaniza\u00e7\u00e3o dessa regi\u00e3o \u00e9 ainda mais recente e se explica pela cria\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia, bem como de uma explos\u00e3o do agroneg\u00f3cio. A agropecu\u00e1ria impulsionou a urbaniza\u00e7\u00e3o do Centro-Oeste, cujas cidades apresentam atividades econ\u00f4micas essencialmente de car\u00e1ter agro-industrial.\n\nA <strong>regi\u00e3o Sul<\/strong>, apesar de contar com o terceiro maior contingente populacional do pa\u00eds &#8211; cerca de 25 milh\u00f5es de habitantes &#8211; e uma economia vigorosa, tamb\u00e9m baseada na agropecu\u00e1ria &#8211; apresenta um \u00edndice mais baixo de urbaniza\u00e7\u00e3o. Isso se explica devido ao modo como as atividades econ\u00f4micas se desenvolveram na regi\u00e3o. A pequena propriedade e o trabalho familiar foram as caracter\u00edsticas essenciais do modo de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola na regi\u00e3o, o que ajudou a fixar as popula\u00e7\u00f5es no campo. Esse modelo, entretanto, est\u00e1 passando por mudan\u00e7as e o \u00eaxodo rural j\u00e1 se tornou uma real idade tamb\u00e9m nessa regi\u00e3o.\n\nA<strong> regi\u00e3o Norte<\/strong> tem o menor n\u00famero de munic\u00edpios do pa\u00eds e cerca de 15 milh\u00f5es de habitantes. No entanto, \u00e9 a regi\u00e3o com o menor percentual de popula\u00e7\u00e3o urbana no pa\u00eds (62%). Al\u00e9m de ter-se inserido tardiamente na din\u00e2mica econ\u00f4mica nacional, a regi\u00e3o tem sua peculiaridade geogr\u00e1fica &#8211; a floresta Amaz\u00f4nica &#8211; que representa um obst\u00e1culo ao \u00eaxodo rural. Ainda assim, Manaus (AM) e Bel\u00e9m (PA) t\u00eam popula\u00e7\u00f5es elevadas.\n\nCom cerca de 50 milh\u00f5es de habitantes e peculiaridades geogr\u00e1ficas como as secas, nunca efetivamente combatidas desde os tempos do Imp\u00e9rio, o Nordeste \u00e9 a regi\u00e3o brasileira com o maior n\u00famero de munic\u00edpios (1.792), mas somente 65% de sua popula\u00e7\u00e3o \u00e9 urbana. S\u00f3 recentemente as cidades de Recife, Salvador e Fortaleza se tornaram p\u00f3los industriais.\n\n<strong>Tend\u00eancias atuais da urbaniza\u00e7\u00e3o brasileira<\/strong>\n\nDiminui\u00e7\u00e3o na intensidade do \u00eaxodo rural. Maior fluxo de pessoas entre as cidade e o campo Altera\u00e7\u00e3o no ritmo de crescimento das cidades.\n\n<strong>EX: <\/strong>Cidades m\u00e9dias (100 a 500 mil habitantes) apresentam maior crescimento( 4,5%) Cidades com mais de 1 milh\u00e3o cresceram em m\u00e9dia 0,9%, no mesmo per\u00edodo dos anos 90.\n<h4>Urbaniza\u00e7\u00e3o<\/h4>\nAs primeiras cidades surgiram na Mesopot\u00e2mia (atual Iraque), depois vieram as cidades do Vale Nilo, do Indo, da regi\u00e3o mediterr\u00e2nea e Europa e, finalmente, as cidades da China e do Novo Mundo.\n\nEmbora as primeiras cidades tenham aparecido h\u00e1 mais de 3.500 anos a.C., o processo de urbaniza\u00e7\u00e3o moderno teve in\u00edcio no s\u00e9culo XVIII, em conseq\u00fc\u00eancia da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial, desencadeada primeiro na Europa e, a seguir, nas demais \u00e1reas de desenvolvimento do mundo atual. No caso do Terceiro Mundo, a urbaniza\u00e7\u00e3o \u00e9 um fato bem recente. Hoje, quase metade da popula\u00e7\u00e3o mundial vive em cidades, e a tend\u00eancia \u00e9 aumentar cada vez mais.\n\nA cidade subordinou o campo e estabeleceu uma divis\u00e3o de trabalho segundo a qual cabe a ele fornecer alimentos e mat\u00e9rias-primas a ela, recebendo em troca produtos industrializados, tecnologia etc.\n\n<strong>Mas o fato de o campo ser subordinado \u00e0 cidade n\u00e3o quer dizer que ele perdeu sua import\u00e2ncia, pois n\u00e3o podemos deixar de levar em conta que:<\/strong>\n<blockquote>Por n\u00e3o ser auto-suficiente, a sobreviv\u00eancia da cidade depende do campo;\n\nQuanto maior a urbaniza\u00e7\u00e3o maior a depend\u00eancia da cidade em rela\u00e7\u00e3o ao campo no tocante \u00e0 necessidade de alimentos e mat\u00e9rias-primas agr\u00edcolas.<\/blockquote>\n<strong>Conceito<\/strong>\n\nA urbaniza\u00e7\u00e3o resulta fundamentalmente da transfer\u00eancia de pessoas do meio rural (campo) para o meio urbano (cidade). Assim, a id\u00e9ia de urbaniza\u00e7\u00e3o est\u00e1 intimamente associada \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o de muitas pessoas em um espa\u00e7o restrito (a cidade) e na substitui\u00e7\u00e3o das atividades prim\u00e1rias (agropecu\u00e1ria) por atividades secund\u00e1rias (ind\u00fastrias) e terci\u00e1rias (servi\u00e7os). Entretanto, por se tratar de um processo, costuma-se conceituar urbaniza\u00e7\u00e3o como sendo &#8220;o aumento da popula\u00e7\u00e3o urbana em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o rural&#8221;, e nesse sentido s\u00f3 ocorre urbaniza\u00e7\u00e3o quando o percentual de aumento da popula\u00e7\u00e3o urbana \u00e9 superior a da popula\u00e7\u00e3o rural.\n\n&nbsp;\n<h4>Crescimento Urbano<\/h4>\n<strong>Crescimento urbano<\/strong> \u00e9 o deslocamento de um grande contingente de pessoas que saem da \u00e1rea rural para os centros urbanos (as cidades). Para que um pa\u00eds seja considerado urbanizado, a quantidade de pessoas que vivem nas cidades deve ser superior a quantidade que vive do campo.\n<h4>Urbaniza\u00e7\u00e3o (INFRA ESTRUTURA)<\/h4>\n<strong>Urbaniza\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 o deslocamento de um grande contingente de pessoas que saem da \u00e1rea rural para os centros urbanos (as cidades). Para que um pa\u00eds seja considerado urbanizado, a quantidade de pessoas que vivem nas cidades deve ser superior a quantidade que vive do campo.\n<h4>S\u00edtio Urbano<\/h4>\nS\u00edtio urbano refere-se ao territ\u00f3rio onde o aglomerado encontra-se assentado.\n<h4>Hierarquia Urbana<\/h4>\n<blockquote>Vila\n\nCidade\n\nCapital sub-regional ou centro regional\n\nMetr\u00f3pole\n\nMegal\u00f3pole<\/blockquote>\n<strong>Defini\u00e7\u00f5es<\/strong>\n\n<strong>Munic\u00edpios<\/strong>: S\u00e3o as menores divis\u00f5es pol\u00edtico-administrativas. Todo munic\u00edpio possui governo pr\u00f3prio e sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o engloba a parte urbana e rural pertencente ao munic\u00edpio.\n\n<strong>Cidade<\/strong>: \u00c9 a sede do munic\u00edpio, independente do n\u00famero de habitantes que possa ter. As atividades econ\u00f4micas nas cidades diferem das do campo, sendo centralizadas nos setor secund\u00e1rio e terci\u00e1rio.\n\n<strong>Metr\u00f3poles:<\/strong> S\u00e3o cidades com popula\u00e7\u00e3o absoluta superior a 1milh\u00e3o de habitantes.\n\n<strong>Megal\u00f3pole<\/strong>: \u00c9 a uni\u00e3o de duas ou mais regi\u00f5es metropolitanas.\n\n<strong>Conurba\u00e7\u00e3o: <\/strong>\u00c9 quando um munic\u00edpio ultrapassa seus limites por causa do crescimento e, com isso, encontra-se com os munic\u00edpios vizinhos formando uma s\u00f3 mancha urbana.\n<h4>Regi\u00e3o Metropolitana<\/h4>\n\u00c9 caracterizada pelo elevado grau de integra\u00e7\u00e3o entre as cidades envolvidas ou um grande centro populacional, que consiste em uma cidade central, ou mais e sua zona adjacente de influ\u00eancia. Essas cidades, por sua vez acabam f ormando uma conurba\u00e7\u00e3o , O processo de conurba\u00e7\u00e3o \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de uma cidade, no sentido geogr\u00e1fico, sobretudo f\u00edsico, a partir da fus\u00e3o das \u00e1reas urbanas de v\u00e1rios forma\u00e7\u00e3o de uma cidade, no sentido geogr\u00e1fico, sobretudo f\u00edsico, a partir da fus\u00e3o das \u00e1reas urbanas de v\u00e1rios munic\u00edpios lim\u00edtrofes, constituindo uma macha urbana \u00fanica e cont\u00ednua com grandes dimens\u00f5es, ultrapassando os l imites pol\u00edtico-administrativos de cada uma das localidades integrantes.\n\n<strong>Macrocefalia Urbana<\/strong>: Caracteriza-se pelo crescimento acelerado dos centros urbanos, principalmente nas metr\u00f3poles, provocando o processo de marginaliza\u00e7\u00e3o das pessoas, que, por falta de oportunidade e baixa renda, residem em bairros que n\u00e3o possuem os servi\u00e7os p\u00fablicos b\u00e1sicos. Dessa forma, h\u00e1 o aumento do desemprego e a forma\u00e7\u00e3o de favelas, resultando na exclus\u00e3o social de todas as formas.\n\n<strong>Verticaliza\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u00c9 a transforma\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica de uma cidade, ou seja, a mudan\u00e7a da forma horizontal das constru\u00e7\u00f5es (ex.: casas) para a verticaliza\u00e7\u00e3o (constru\u00e7\u00e3o de pr\u00e9dios).\n<h4>Origem das cidades<\/h4>\n<blockquote>Natural ou Espont\u00e2nea\n\nPlanejada\n\nArtificial<\/blockquote>\n<h4>Fun\u00e7\u00f5es das cidades<\/h4>\nSe destacam em uma determinada atividade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras.\n\n<strong>Dentre as principais fun\u00e7\u00f5es est\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>Cidades tur\u00edsticas\n\nCidades industriais\n\nCidades portu\u00e1rias\n\nCidades comerciais\n\nPrestadoras de servi\u00e7os.<\/blockquote>\nConsidera-se como &#8220;<strong>fun\u00e7\u00e3o da cidade<\/strong>&#8221; \u00e0 atividade principal que leva a considerar esta ou aquela cidade &#8220;especializada&#8221; nessa mesma atividade. \u00c9 claro que em todas as cidades existem in\u00fameras atividades (todas as cidades t\u00eam um pouco de todas as fun\u00e7\u00f5es), contudo, h\u00e1 sempre uma delas que mais se destaca, e pela qual a cidade \u00e9 conhecida e ganha fama.\n\n<strong>Fun\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-administrativa &#8211;<\/strong> Esta \u00e9 por excel\u00eancia a atividade que caracteriza qualquer capital de Estado, pois costuma ser na capital do pa\u00eds, que se encontram a sede do Governo, bem como os centros de decis\u00e3o das grandes empresas, banca, seguros, comunica\u00e7\u00f5es, embaixadas, etc&#8230; No entanto, ao longo da Hist\u00f3ria, muitas cidades surgem por simples vontade dos seus governantes. S\u00e3o inteiramente planeadas e criadas para satisfazer uma necessidade ou conveni\u00eancia pol\u00edtica, como por exemplo Madrid, que foi mandada erguer por Filipe II, para colocar a capital no centro geom\u00e9trico da Pen\u00ednsula; Versailles (arredores de Paris) existe por vontade de Lu\u00eds XIV para ali passar f\u00e9rias &#8211; a capital \u00e9 Paris; Bras\u00edlia (inaugurada em 1960) foi ali existe por vontade de Lu\u00eds XIV para ali passar f\u00e9rias &#8211; a capital \u00e9 Paris; Bras\u00edlia (inaugurada em 1960) foi ali constru\u00edda numa tentativa de desenvolver o interior do Brasil e &#8220;descongestionar&#8221; o litoral.\n\n<strong>Fun\u00e7\u00e3o industrial &#8211;<\/strong> Com a Revolu\u00e7\u00e3o Industrial surgiram in\u00fameras cidades&#8230;. muitas delas entraram em decl\u00ednio, com o esgotamento das mat\u00e9rias-primas e fontes energ\u00e9ticas que as &#8220;alimentavam&#8221;, mas a maioria das cidades que foram fruto da expans\u00e3o industrial, ainda tem como principal fun\u00e7\u00e3o, a ind\u00fastria. As ind\u00fastrias s\u00e3o como imanes&#8230;s\u00e3o polos de atra\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra e de outras ind\u00fastrias que se interligam (bancos, seguros, transportes, alojamento, restaurantes&#8230;.).\n\n<strong>Como exemplo de cidades industriais, podem-se citar:<\/strong> Sines, Barreiro, Estarreja, Manchester, Joanesburgo, Turim, Essen, Manheim, Estugarda, Lille, etc&#8230;\n\n<strong>Fun\u00e7\u00e3o comercial &#8211; <\/strong>\u00c9 talvez a fun\u00e7\u00e3o urbana por excel\u00eancia. Muitas das cidades atuais com esta fun\u00e7\u00e3o, t\u00eam a sua origem na Idade M\u00e9dia, onde em certas localidades se realizavam feiras, que foram adquirindo import\u00e2ncia e levaram \u00e0 fixa\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es, que foram aumentando, at\u00e9 se tornarem em centros urbanos com import\u00e2ncia (ex. Frankfurt, Bruxelas). Se essas primeiras cidades comerciais surgiram em locais que reuniam condi\u00e7\u00f5es naturais para as trocas de produtos (cruzamento de caminhos, portos de litoral e fluviais), hoje, essas condi\u00e7\u00f5es bem como os modernos aeroportos e locais espec\u00edficos de transporte rodovi\u00e1rio e ferrovi\u00e1rio, continuam a proporcionar condi\u00e7\u00f5es para as trocas comerciais.\n\n<strong>Alguns exemplos: <\/strong>Marselha, Amsterd\u00e3, Col\u00f4nia, Detroit, Dakar, Montreal.\n\n<strong>Fun\u00e7\u00e3o financeira &#8211; <\/strong>De grande import\u00e2ncia na vida moderna, consiste na centraliza\u00e7\u00e3o em determinadas cidades, das atividades que movimentam grandes somas de dinheiro, tais como a banca, os seguros, as Bolsas de Valores (Chicago, Nova Iorque, Paris, T\u00f3quio, Berna, Zurique&#8230;)\n\n<strong>Fun\u00e7\u00e3o de defesa (militar) &#8211;<\/strong> A maior parte destas cidades surgiu tamb\u00e9m na Idade M\u00e9dia, com as cidade-fortaleza, constru\u00eddas preferencialmente no cimo de eleva\u00e7\u00f5es, onde era edificado um castelo e rodeado por muralhas.\n\n<strong>Muitas das atuais cidades derivam deste fator: <\/strong>Bragan\u00e7a, Leiria, Roma, Toledo, Almeida, Elvas&#8230;.\n\n<strong>Fun\u00e7\u00e3o cultural &#8211; <\/strong>Esta fun\u00e7\u00e3o relaciona-se com a edifica\u00e7\u00e3o (tamb\u00e9m remontando \u00e0 Idade M\u00e9dia) de universidades, conventos ou abadias, pois era o clero (naquela \u00e9poca) que detinha a liter\u00e1ria.\n\n<strong>Atualmente, para al\u00e9m de locais com famosas universidades, h\u00e1 ainda a acrescentar a cidades com esta fun\u00e7\u00e3o, locais de investiga\u00e7\u00e3o e centros de estudo: <\/strong>Coimbra, Oxford, Cambridge, Salamanca.\n\n<strong>Fun\u00e7\u00e3o religiosa &#8211;<\/strong> Surgiram em locais de &#8220;apari\u00e7\u00f5es&#8221;, de importantes mosteiros, catedrais, etc&#8230; Estes locais s\u00e3o considerados importantes centros de f\u00e9 e atraem milhares de peregrinos (gerando assim enormes receitas a outros servi\u00e7os &#8211; alimentares, alojamento, comerciais, etc..). (gerando assim enormes receitas a outros servi\u00e7os &#8211; alimentares, alojamento, comerciais, etc..). S\u00e3o exemplos cidades como, F\u00e1tima, Meca, Vaticano, Santiago de Compostela, Jerusal\u00e9m, Lourdes..\n\n<strong>Fun\u00e7\u00e3o tur\u00edstica (lazer) &#8211; <\/strong>Engloba todas as cidades que re\u00fanam boas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas quer para atividades de Ver\u00e3o, quer para atividades de desportos de Inverno, locais prop\u00edcios ao divertimento e ainda locais termais. Cidades da C\u00f4te D&#8217;Azur, e &#8220;Algarve&#8221;, Saint Moritz, Nice, Monte Carlo, Las Vegas&#8230;\n<h4><\/h4>\n<h4>Defini\u00e7\u00e3o<\/h4>\nDizemos que um pa\u00eds \u00e9 <strong>urbanizado <\/strong>quando a <strong>popula\u00e7\u00e3o urbana <\/strong>(da <strong>sociedade<\/strong>) \u00e9 maior do que a <strong>popula\u00e7\u00e3o rural <\/strong>(do <strong>campo<\/strong>), independente de infraestrutura.\n\n<strong>O espa\u00e7o ocupado por uma cidade \u00e9 chamada de s\u00edtio urbano. as cidades podem crescer de 2 maneiras:<\/strong>\n<blockquote><strong>Horizontalmente<\/strong> -&gt; para os lados.\n\n<strong>verticalmente<\/strong> -&gt; com a constru\u00e7\u00e3o de pr\u00e9dios. \u00e9 t\u00edpica de grandes centros urbanos como Rio, S\u00e3o paulo e BH.<\/blockquote>\nQuando uma cidade cresce horizontalmente pode acontecer um fen\u00f4mino chamado conurba\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Exemplos de conurba\u00e7\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>Rio- caxias\n\nRio niteroi\n\nRio- s\u00e3o paulo, etc.<\/blockquote>\nO crescimento urbano nem sempre tem um crescimento de infraestrutura, ou seja, o n\u00famero de habitantes cresce, o espa\u00e7o urbano cresce, mas a infraestrutura (transporta, lazer, com\u00e9ria, sa\u00fade, habilita\u00e7\u00e3o) saneamento b\u00e1sico, etc\u0085) n\u00e3o acompanha\n\n<strong>Causas da urbaniza\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\n<strong>Desemprego no campo<\/strong>:\n<blockquote><strong>Mecaniza\u00e7\u00e3o do campo<\/strong> -&gt; m\u00e1quinas substituindo o homem.\n\n<strong>Estatuto do trabalhador<\/strong> -&gt; Rural (ETR)-&gt; legalizou o <strong>trabalho <\/strong>no <strong>campo<\/strong>.<\/blockquote>\n<strong>Concentra\u00e7\u00e3o de terras<\/strong> (latif\u00fandios) -&gt; grande n\u00famero de sem-terras.\n\n<strong>P\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de vida <\/strong>-&gt;sa\u00edda do homem do campo para a cidade.\n\n<strong>industrializa\u00e7\u00e3o <\/strong>-&gt; o campo passou a produzir mat\u00e9ria-prima e fornecer <strong>m\u00e3o-de-obra <\/strong>para a ind\u00fastria.\n\n<strong>Consequ\u00eancias de urbaniza\u00e7\u00e3o<\/strong>\n<blockquote><strong>Desemprego nas cidades<\/strong>-&gt; a<strong> m\u00e3o-de-obra <\/strong>do campo \u00e9 desqualificada para trabalhar nas ind\u00fastrias.\n\n<strong>Subemprego<\/strong> -&gt; flanelinha, vendedor ambulante , camel\u00f4, etc.\n\n<strong>Infra estrutura-<\/strong>&gt; falta trasporte, hospitais, saneamento b\u00e1sico, etc\u0085\n\n<strong>Problemas ambientais <\/strong>-&gt; lixo, polui\u00e7\u00e3o (rios, mares, lagoas, ar) desmatamentos, enchentes, deslizamentos de terras.\n\n<strong>Prolifera\u00e7\u00e3o de favelas.<\/strong><\/blockquote>\nFonte: es.wikipedia.org\/www.geobrasil2001.hpg.ig.com.br\/www.slideshare.net\/acessoeducacao.com.br resumoescolar.org\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Urbaniza\u00e7\u00e3o, Brasil, Processo, Cidade, Regi\u00e3o, O que \u00e9, Fen\u00f4meno, Caracter\u00edsticas, Conceito, Defini\u00e7\u00e3o, Urbano, Fun\u00e7\u00e3o, Popula\u00e7\u00e3o, Hist\u00f3ria, Urbaniza\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[52],"tags":[],"class_list":["post-19690","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geografia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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