{"id":19441,"date":"2015-11-30T00:00:00","date_gmt":"2015-11-30T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-da-arte-3\/"},"modified":"2015-11-30T00:00:00","modified_gmt":"2015-11-30T00:00:00","slug":"historia-da-arte-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/arte-2\/historia-da-arte-3\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria da Arte"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"ads-cima\"><\/p>\n&nbsp;\n\nN\u00f3s entendemos a hist\u00f3ria da humanidade atrav\u00e9s da arte.\n\nA <strong>Hist\u00f3ria da Arte<\/strong> \u00e9 o estudo de objetos de arte em seu desenvolvimento hist\u00f3rico e contextos estil\u00edsticos, ou seja, g\u00eanero, design, o formato e estilo.\n\nIsso inclui os &#8220;grandes&#8221; artes da pintura, escultura e arquitetura, bem como a &#8220;menor &#8220;artes de cer\u00e2mica, m\u00f3veis e outros objetos decorativos.\n\nA <strong>Hist\u00f3ria da Arte<\/strong> se estende por toda a hist\u00f3ria da humanidade, desde os tempos pr\u00e9-hist\u00f3ricos at\u00e9 o s\u00e9culo XXI.\n\nNos tempos modernos, a <strong>hist\u00f3ria da arte<\/strong> surgiu como uma disciplina que \u00e9 especializada em ensinar as pessoas a avaliar e interpretar obras de arte com base em sua pr\u00f3pria perspectiva.\n\nA <strong>Hist\u00f3ria da Arte<\/strong> tem sido frequentemente criticado por sua subjetividade, pois a defini\u00e7\u00e3o do que \u00e9 belo varia de indiv\u00edduo para indiv\u00edduo. Aprender a avaliar o que voc\u00ea v\u00ea atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o sobre as formas de arte que voc\u00ea j\u00e1 conhece pode desenvolver sua compreens\u00e3o est\u00e9tica.\n\nA\u00a0<strong>Hist\u00f3ria da Arte<\/strong>\u00a0\u00e9 uma disciplina que estuda a din\u00e2mica criativa das sociedades atrav\u00e9s da an\u00e1lise dos objetos art\u00edsticos produzidos e legados por diferentes povos ao longo dos tempos.\n\nConhecer o g\u00eanio criador de um povo exige estudo e sensibilidade. O olhar cr\u00edtico, sendo assim o encontro da percep\u00e7\u00e3o e do conhecimento, constitui-se numa atitude de fecunda criatividade.\n\nUma coisa \u00e9 olhar a obra de arte e ach\u00e1-la apenas bonita ou feia; outra \u00e9 analis\u00e1-la criticamente. Seu gosto transforma-se quando Voc\u00ea enriquece o conhecimento sobre as coisas que olha.\n\n<strong>A palavra saber possui, em sua ascend\u00eancia etimol\u00f3gica, uma revela\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0vem do latim sapere, que significa, ter gosto. Ainda hoje em Portugal, ali\u00e1s, a express\u00e3o saber bem ou saber mal, no sentido de ser gostoso ou ruim, tem uso corrente.\n\nConhecer a arte \u00e9 aprender a olh\u00e1-la criticamente; \u00e9 experimentar a transforma\u00e7\u00e3o do olhar. Essa transforma\u00e7\u00e3o n\u00e3o ocorre apenas na lida com objetos art\u00edsticos, mas em todas as \u00e1reas do saber humano, pois a cr\u00edtica \u00e9 mat\u00e9ria-prima da criatividade.\n\n<strong>Hist\u00f3ria da Arte<\/strong>, que \u00e9 dedicada ao estudo de todas as artes visuais, \u00e9 um dos campos mais amplos na \u00e1rea de humanas. Ele est\u00e1 preocupado n\u00e3o s\u00f3 com a natureza das obras de arte &#8211; a sua forma, estilo e conte\u00fado, mas tamb\u00e9m com as circunst\u00e2ncias sociais, pol\u00edticas e culturais que as moldam.\n<h4>O que \u00e9 Arte ?<\/h4>\nCria\u00e7\u00e3o humana com valores est\u00e9ticos (beleza, Equil\u00edbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emo\u00e7\u00f5es, sua hist\u00f3ria, seus sentimentos e a sua cultura.\n\n\u00c9 um conjunto de procedimentos que utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos.\n\n<strong>Se apresenta sob variadas formas como:<\/strong>\u00a0a pl\u00e1stica, a m\u00fasica, a escultura, o cinema, o teatro, a dan\u00e7a, a arquitetura etc.\n\n<strong>Pode ser vista ou percebida pelo homem de tr\u00eas maneiras:\u00a0<\/strong>visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais), hoje alguns tipos de\u00a0<strong>arte<\/strong>permitem que o apreciador participe da obra.\n\nO artista precisa da\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0e da t\u00e9cnica para comunicar-se.\n\n<strong>Quem faz arte?<\/strong>\n\nO homem criou objetos para satisfazer as suas necessidades pr\u00e1ticas, como as ferramentas para cavar a terra e os utens\u00edlios de cozinha. Outros objetos s\u00e3o criados por serem interessantes ou possu\u00edrem um car\u00e1ter instrutivo.\n\nO homem cria a\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas cren\u00e7as (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas.\n\n<strong>Por que o mundo necessita de arte?<\/strong>\n\nPorque fazemos\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0e para que a usamos \u00e9 aquilo que chamamos de fun\u00e7\u00e3o da arte que pode ser &#8230;feita para decorar o mundo&#8230; para espelhar o nosso mundo (naturalista)&#8230; para ajudar no dia-a-dia (utilit\u00e1ria)&#8230;para explicar e descrever a hist\u00f3ria&#8230;para ser usada na cura doen\u00e7as&#8230; para ajuda a explorar o mundo.\n\n<strong>Como entendemos a arte?<\/strong>\n\nO que vemos quando admiramos uma\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0depende da nossa experi\u00eancia e conhecimentos, da nossa disposi\u00e7\u00e3o no momento, imagina\u00e7\u00e3o e daquilo que o artista pretendeu mostrar.\n\n<strong>O que \u00e9 estilo? Por que rotulamos os estilos de arte?<\/strong>\n\nEstilo \u00e9 como o trabalho se mostra, depois de o artista ter tomado suas decis\u00f5es. Cada artista possui um estilo \u00fanico.\n\nImagine se todas as pe\u00e7as de\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0feitas at\u00e9 hoje fossem expostas numa sala gigantesca. Nunca conseguir\u00edamos ver quem fez o que, quando e como. Os artistas e as pessoas que registram as mudan\u00e7as na forma de se fazer arte, no caso os cr\u00edticos e historiadores, costumam classific\u00e1-las por categorias e rotul\u00e1-las.\n\n\u00c9 um procedimento comum na\u00a0<strong>arte ocidental<\/strong>.\n\n<strong>Exemplo:<\/strong>\n<blockquote>Renascimento\nImpressionismo\nCubismo\nSurrealismo<\/blockquote>\n<strong>Como conseguimos ver as transforma\u00e7\u00f5es do mundo atrav\u00e9s da arte?<\/strong>\n\nPodemos verificar que tipo de\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0foi feita, quando, onde o como, desta maneira estaremos dialogando com a obra de arte, e assim podemos entender as mudan\u00e7as que o mundo tiveram.\n\n<strong>Como as id\u00e9ias se espalham pelo mundo?<\/strong>\n\nExploradores, comerciantes, vendedores e artistas costumam apresentar \u00e0s pessoas id\u00e9ias de outras culturas. Os progresssos na tecnologia tamb\u00e9m difundiram t\u00e9cnicas e teorias. Elas se espalham atrav\u00e9s da arqueologia , quando se descobrem objetos de outras civiliza\u00e7\u00f5es; pela fotografia, a\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0passou a ser reproduzida e, nos anos 1890, muitas das revistas internacionais de arte j\u00e1 tinham fotos; pelo r\u00e1dio e televis\u00e3o, o r\u00e1dio foi inventado em 1895 e a televis\u00e3o em 1926, permitindo que as id\u00e9ias fossem transmitidas por todo o mundo rapidamente, os estilos de arte podem ser observados, as teorias debatidas e as t\u00e9cnicas compartilhadas; pela imprensa, que foi inventada por Johann Guttenberg por volta de 1450, assim os livros e e arte podiam ser impressos e distribu\u00eddos em grande quantidade; pela internet, alguns artistas colocam suas obras em exposi\u00e7\u00e3o e podemos pesquis\u00e1-las, bem como saber sobre outros estilos.\n<h4><strong>Hist\u00f3ria da Arte &#8211; <\/strong>Sentido<\/h4>\nO sentido da palavra &#8220;<strong>ARTE<\/strong>&#8220;, assim como a classifica\u00e7\u00e3o das atividades a ela ligadas , variou muito desde o in\u00edcio da Idade M\u00e9dia europ\u00e9ia. Esta tinha herdado da Antiguidade a no\u00e7\u00e3o de artes liberais , atividades intelectuais opostas \u00e0quelas em que intervinham a m\u00e3o e o material. Mesmo considerando os &#8220;of\u00edcios&#8221; (m\u00e9tiers) como inferiores , reconheceu-se que existia uma arte (conjunto de meios adequados) para melhor exerc\u00ea-los.\n\n<strong>Por outro lado , alguns desses of\u00edcios , que exigiam especula\u00e7\u00e3o intelectual, formaram, no s\u00e9c.XVIII, o grupo das belas-artes:<\/strong>arquitetura , escultura , pintura , gravura , \u00e0s quais se juntaram a m\u00fasica e a coreografia. Os que as praticavam , segundo um processo iniciado desde a Renascen\u00e7a e ampliado pelo academismo , passaram da situa\u00e7\u00e3o de trabalhadores ou artes\u00e3os &#8211; frequentemente ligados a tarefas coletivas &#8211; \u00e0 posi\u00e7\u00e3o mais independente de artistas.\n\n<strong>Durante muito tempo ainda a sociedade exigiria dos artistas a pr\u00e1tica de um of\u00edcio:\u00a0<\/strong>as profiss\u00f5es art\u00edsticas seriam aquelas das artes decorativas ou aplicadas ; nas quais colaboravam arquitetos , pintores, escultores, etc.\n\nFinalmente , diante de uma civiliza\u00e7\u00e3o industrial que pretendia garantir por si mesma a produ\u00e7\u00e3o de bens materiais , segundo normas coletivas quase sempre opressoras , aquilo que tinha sido at\u00e9 ent\u00e3o a exce\u00e7\u00e3o (o privil\u00e9gio intelectual do qual gozava um Leonardo da Vinci) se tornou habitual no s\u00e9c.XIX e, mais ainda, no s\u00e9c.XX.\n\nO &#8220;grande pintor ou escultor, assim como o poeta &#8211; a menos que sua pr\u00f3pria solid\u00e3o o transforme num artista &#8220;maldito&#8221; &#8211; , toma a si a miss\u00e3o de expressar, para al\u00e9m de qualquer finalidade utilit\u00e1ria, certas dimens\u00f5es privilegiadas da exist\u00eancia. Tarefa que pode tornar-se pesada demais para in\u00fameros artistas que, embora talentosos, est\u00e3o mais ligados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de &#8220;imagens decorativas&#8221; e de evas\u00e3o, de acordo com o gosto m\u00e9dio da maioria do p\u00fablico consumidor, que n\u00e3o disp\u00f5e do lazer, da ocasi\u00e3o, do preparo ou da orienta\u00e7\u00e3o necess\u00e1rios para desfrutar de uma aventura art\u00edstica mais ambiciosa.\n\nEsta nova maneira de ver a miss\u00e3o da\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0(e n\u00e3o mais das artes) resulta da exig\u00eancia de liberdade cada vez mais reclamada por artistas que se v\u00eaem como &#8220;criadores&#8221; ou &#8220;pesquisadores&#8221;, diante da aliena\u00e7\u00e3o s\u00f3cio- econ\u00f4mica-cultural.\n\nEm lugar de perseguir a &#8220;beleza&#8221; e suas &#8220;regras&#8221;, as vanguardas preferiram, de fato, em suas sucessivas oscila\u00e7\u00f5es, a busca de uma express\u00e3o t\u00e3o aut\u00eantica quanto poss\u00edvel das pulsa\u00e7\u00f5es do ser como resson\u00e2ncia de todas as coisas (do romantismo ao expressionismo e ao surrealismo), ou de uma especula\u00e7\u00e3o sobre todas as coisas e, principalmente, sobre a natureza mesma da\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0(da abstra\u00e7\u00e3o enquanto pl\u00e1stica pura \u00e0s tend\u00eancias conceituais, passando pela antiarte do dada\u00edsmo).\n\n<strong>Assim, a natureza da arte revela-se indefin\u00edvel:<\/strong>\u00a0atividade humana que percebemos como espec\u00edfica, mas cujos contornos se desmancham, assim como desaparecem as fronteiras entre disciplinas antes codificadas (pintura, escultura), e at\u00e9 mesmo, por vezes, a fronteira entre arte, escrita, ci\u00eancias humanas, etc.\n\nA\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0engajada, que utiliza os meios do realismo ou do simbolismo, raramente nos satisfaz, dividida que \u00e9 entre uma &#8220;forma&#8221; e um &#8220;fundo&#8221; &#8211; dicotomia recusada tamb\u00e9m pelas mais altas formas de literatura. No extremo oposto, a arte experimental, embora desejando colocar-se a servi\u00e7o de todos, permanece herm\u00e9tica, e se v\u00ea (como a precedente) &#8220;recuperada&#8221; pelo esnobismo e pelo dinheiro, mostrando, quase sempre, apenas uma apar\u00eancia de liberdade.\n\nEm ambos os casos, as experi\u00eancias bem-sucedidas parecem ser a exce\u00e7\u00e3o, atingindo apenas alguns poucos amantes da\u00a0<strong>arte<\/strong>, e revelando-se t\u00e3o-somente no pr\u00f3prio processo da cria\u00e7\u00e3o.\n\nO novo campo de sensibilidade descoberto pelo artista perde frequentemente sua virtude ao ser repetido (ainda que pelo pr\u00f3prio autor); s\u00f3 pode servir como base para novas supera\u00e7\u00f5es\n\nVista sob este \u00e2ngulo extremo de profecia delirante ou questionadora, a\u00a0<strong>arte<\/strong>\u00a0\u00e9 uma atividade absolutamente subversiva, exorbitante das normas servis da realidade vivida, mas cuja finalidade poderia ser a de participar de uma hipot\u00e9tica libera\u00e7\u00e3o da vida (\u00fanico ideal humano verdadeiramente s\u00e9rio), at\u00e9 se fundir com ela.\n<h4><strong>Hist\u00f3ria da Arte &#8211; <\/strong>Artista<\/h4>\nDiferente de outros animais, o homem raciocina tem sentimentos e desenvolveu habilidades de fazer coisas. (Pegar usando o &#8220;Polegar opositor&#8221; aos outros dedos).\n\nA arte \u00e9 uma forma de \u0093comunica\u00e7\u00e3o\u0094, com ela o artista se expressa, deixa sua marca se perpetua.\n\nO artista se vale do que produz para contar coisas que se passam na sua alma e na sua comunidade.\n\nO valor de uma obra de arte depende de seu significado comunit\u00e1rio.\n\n<strong>Na terra existem pelo menos dois mundos:<\/strong>\n<blockquote><strong>O da natureza: <\/strong>Existe independente de n\u00f3s.<strong>\nO da cultura: <\/strong>Foi criado por n\u00f3s.<\/blockquote>\nA arte iguala as pessoas. Somos s\u00f3cios do artista, formamos a comunidade que cria condi\u00e7\u00f5es para que a arte aconte\u00e7a.\n<h4>Cultura<\/h4>\n\u00c9 o conjunto dos padr\u00f5es comportamentais de um povo, (fala, religi\u00e3o, folclore, tradi\u00e7\u00f5es, arte, etc.). \u0093\u00c9 um patrim\u00f4nio coletivo\u0094.\n\n<strong>Tipos de Arte<\/strong>\n<blockquote>Pintura\nDesenho e cor\nEscultura\nDan\u00e7a\nPoesia\nLiteratura\nMusica\nCanto, Letra e Instrumental<\/blockquote>\n<strong>C\u00eanicas<\/strong>\n<blockquote>Teatro\nTelevis\u00e3o<strong>\nCinema:\u00a0<\/strong>Filmes e V\u00eddeo arte.<\/blockquote>\n<strong>Arquitetura<\/strong>\n<blockquote>Constru\u00e7\u00e3o\nDesigner<\/blockquote>\n<strong>Fotografia<\/strong>\n<blockquote>Interpreta\u00e7\u00e3o \u00f3ptica do real\nMontagem\nV\u00eddeo arte<\/blockquote>\n<h4>OBSERVA\u00c7\u00c3O E CLASSIFICA\u00c7\u00c3O DE UMA OBRA DE ARTE<\/h4>\n<strong>ELEMENTOS VISUAIS<\/strong>\n<blockquote>Linha\nFoma\nCor\nVolume<\/blockquote>\n<strong>Textura Linha<\/strong>\n<blockquote>Dividem planos e ao se fechar constr\u00f3i formas.<\/blockquote>\n<strong>Cor<\/strong>\n<blockquote>Cria efeitos de textura e volume.\nExistem propostas que usam um dos elementos visuais com mais intensidade.<\/blockquote>\n<strong>Composi\u00e7\u00e3o dos elementos visuais<\/strong>\n\nO artista \u00e9 o ser criador, organiza os elementos visuais em um campo, fazendo com que a organiza\u00e7\u00e3o se torne uma composi\u00e7\u00e3o, e desta forma, a composi\u00e7\u00e3o se torne uma obra de arte, ou n\u00e3o. (Vai depender de seu significado comunit\u00e1rio).\n\n<strong>Composi\u00e7\u00e3o art\u00edstica ou natural<\/strong>\n\nComposi\u00e7\u00e3o art\u00edstica \u00e9 quando os elementos visuais passam pelas m\u00e3os do artista. Composi\u00e7\u00e3o natural s\u00e3o as que n\u00e3o s\u00e3o feitas pelas m\u00e3os do homem, \u00e9 a natureza.\n<h4>AN\u00c1LISE DE UMA OBRA DE ARTE<\/h4>\n<strong>A an\u00e1lise pode ser:\u00a0<\/strong>Objetiva, subjetiva ou formal\n<blockquote><strong>An\u00e1lise objetiva: <\/strong>Baseada em um estudo, em uma teoria.<strong>\nAn\u00e1lise subjetiva: <\/strong>Baseada em experi\u00eancias pessoais, lembran\u00e7as&#8230;, chega a ser emp\u00edrica<strong>\nAn\u00e1lise formal: <\/strong>Escola que foi tratada, (M.D.P. maneira de pintar).<strong>\u00a0Ex:<\/strong>\u00a0Barroco, Romantismo, Impressionismo, Cubismo, etc<\/blockquote>\n<strong>CONTE\u00daDO<\/strong>\n\n<strong>\u00c9 aquilo que a obra cont\u00e9m:<\/strong>\n<blockquote>Mensagem\nLinha\nForma<\/blockquote>\n<strong>O conte\u00fado pode ser:<\/strong>\n<blockquote>Objetivo\nSubjetivo\nFormal<\/blockquote>\n<strong>Conte\u00fado objetivo<\/strong>\n<blockquote>Aquilo que serviu de modelo. Basta olhar para o quadro e dizer o que est\u00e1 vendo. \u00c9 a imagem principal.<\/blockquote>\n<strong>Conte\u00fado subjetivo<\/strong>\n<blockquote>\u00c9 o \u0093titulo\u0094 que o artista ou o observador cria. \u00c9 a mensagem que se quer transmitir<\/blockquote>\n<strong>Conte\u00fado formal<\/strong>\n<blockquote>A escola em que foi tratada, (M.D.P. maneira de pintar).<\/blockquote>\n<strong>OBSERVA\u00c7\u00c3O DE DETALHES<\/strong>\n\n<strong>Efeitos visuais de profundidade<\/strong>\n<blockquote><strong>Perspectiva:\u00a0<\/strong>Ponto de fuga, profundidade dada pela linha.<strong>\nSuperposi\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Um elemento sobrep\u00f5e o outro.<strong>\nDiminui\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Formas que diminuem,<strong> ex: <\/strong>o homem.<strong>\nClaro\/escuro:<\/strong>\u00a0Luz e sombra.<\/blockquote>\n<strong>Profundidade atrav\u00e9s da cor<\/strong>\n\n<strong>Caracterizam-se em:<\/strong>\n<blockquote>Modelado\nModulado\nCores em chapas<\/blockquote>\n<strong>Modelado:<\/strong>\u00a0\u00danica cor clareia e escurece.\n\n<strong>Modulado:<\/strong>\u00a0Muitas cores para dar o efeito de profundidade ou volume.\n\n<strong>Cores em chapas:\u00a0<\/strong>Profundidade conseguida atrav\u00e9s de cores em forma de chapas. N\u00e3o foram nem modeladas nem moduladas.\n\nEm um mesmo quadro, podem existir as tr\u00eas t\u00e9cnicas.\n\n<strong>RITMO DE UMA OBRA DE ARTE<\/strong>\n\nO ritmo de uma obra pode ser calmo ou violento.A leitura quanto ao ritmo pode ser objetiva ou subjetiva.\n<blockquote><strong>Ritmo Objetivo: <\/strong>Baseada em uma teoria.<strong>\nRitmo Subjetivo: <\/strong>Depende da rea\u00e7\u00e3o do observador.<\/blockquote>\n<strong>An\u00e1lise objetiva do ritmo atrav\u00e9s da linha<\/strong>\n<blockquote><strong>Horizontal e vertical:\u00a0<\/strong>o ritmo \u00e9 calmo.<strong>\nInclinadas e \u00e2ngulos:<\/strong>\u00a0existe movimento.<strong>\nCurvas:<\/strong>\u00a0o ritmo \u00e9 violento.<\/blockquote>\n<strong>Ritmo calmo<\/strong>\n<blockquote>Predomina horizontal e vertical e movimenta-se com inclinadas, \u00e2ngulos e curvas (PHVMIAC).<\/blockquote>\n<strong>Ritmo violento<\/strong>\n<blockquote>Predomina curvas, \u00e2ngulos e inclinadas (PCAI).\nPode ocorrer que em um mesmo quadro haja \u00e1rias de ritmo calmo e violento.\nO ritmo pode ser dado tamb\u00e9m atrav\u00e9s da forma, cor, volume e textura.<\/blockquote>\n<h4>ESTILO NA OBRA DE ARTE<\/h4>\nCaracter\u00edstica comum e constante\n\n<strong>Estilo da escola ou da \u00e9poca<\/strong>\n\n\u00c9 o conjunto de caracter\u00edsticas semelhantes e constantes empregadas por v\u00e1rios indiv\u00edduos numa determinada \u00e9poca ou escola de arte.\n\n<strong>Estilo do artista<\/strong>\n\nCada artista tem seu jeito de falar, escrever, pintar, etc.\u00c8 o modo pr\u00f3prio e pessoal de cada um. Em cada fase o artista pode, ou n\u00e3o, mudar seu estilo.\n<h4>O BELO NA OBRA DE ARTE<\/h4>\n<strong>Belo como<\/strong>\n<blockquote>Express\u00e3o do real; \u0093cl\u00e1ssico\u0094.\nExpress\u00e3o da realidade.\nExpress\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o; \u0094abstrato\u0094.<\/blockquote>\n<strong>Express\u00e3o do Real: <\/strong>Tudo \u00e9 tal qual a realidade das coisas (quase fotografico).\n\n<strong>Express\u00e3o da Realidade: <\/strong>Quando \u0093representa\u0094 a realidade das coisas (estilizado).\n\n<strong>Express\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o: <\/strong>Quando h\u00e1 uma abstra\u00e7\u00e3o.\n<h4>CONTE\u00daDO FORMAL<\/h4>\n<strong>\u0093As Escolas\u0094<\/strong>\n\nTemos aqui, algumas datas aproximadas de escolas e movimentos art\u00edsticos apartir da Idade M\u00e9dia.\n\nN\u00e3o podemos esquecer, que antes, j\u00e1 se fazia arte em todo o mundo, como na Gr\u00e9cia e Roma antiga, Egito, Africa, Jap\u00e3o, etc.\n<table border=\"0\" width=\"38%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Idade M\u00e9dia<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">G\u00f3tico<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Final da Idade M\u00e9dia<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Humanismo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Em 1500<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Renascimento<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Em 1600<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Barroco e Rococ\u00f3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>At\u00e9 1830<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Neocl\u00e1ssico<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>At\u00e9 1850<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Romantismo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>At\u00e9 1874<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Realismo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Em 1874<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Impressionismo, Neo Impressionismo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Em 1892<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Art Noveau<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Em 1905<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Expressionismo. (Alemanha)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Em 1905<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Fovismo, (Fran\u00e7a)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Em 1908<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Cubismo (Anal\u00edtico e Sint\u00e9tico)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Em 1909<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Futurismo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\"><strong>Em 1910<\/strong><\/td>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Abstracionismo<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4>Idade M\u00e9dia<\/h4>\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n\n<strong>Teocentrismo<\/strong>\n<blockquote>Deus como centro do universo e medida de todas as coisas.\nRenuncia a profundidade espacial e perspectiva, o tratamento arbitr\u00e1rio das propor\u00e7\u00f5es e fun\u00e7\u00f5es corporais.\nCar\u00e1ter profundamente religioso e espiritual.\nRejeita toda imita\u00e7\u00e3o da realidade.<\/blockquote>\n<strong>Arquitetura g\u00f3tica<\/strong>\n\nPintura e escultura s\u00e3o usadas como elementos de decora\u00e7\u00e3o.\n<h4>Humanismo<\/h4>\nPer\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o entre o teocentrismo medieval e antropocentrismo renascentista\n\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>\u00c1 vida religiosa deixa de ser o tema quase exclusivo da arte.\nA vida profana (n\u00e3o pertencente a religi\u00e3o) come\u00e7a a ganhar import\u00e2ncia como assunto de arte.\nPintura e escultura tornam-se manifesta\u00e7\u00f5es independentes e os artista passam a representar o mundo de maneira mais realista.\n\u0093O mundo deixa de ser um lugar de tenta\u00e7\u00f5es e pecados, passando \u00e0 espa\u00e7o de realiza\u00e7\u00f5es plena do homem, \u00e0 quem foi devolvido o corpo&#8221;. <strong>(Maria do Amparo Tavares Maleval).<\/strong><\/blockquote>\n<h4>Renascimento<\/h4>\nMovimento que em oposi\u00e7\u00e3o ao obscurantismo da idade m\u00e9dia trouxe o homem de volta a luz, e orientou a arte.\n\nO antropocentrismo atinge a plenitude. O homem e n\u00e3o mais Deus, passa a ser considerado a medida de todas as coisas.\n\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>Valoriza\u00e7\u00e3o da anatomia.\nUma vis\u00e3o mais cientifica do homem.\nFiguras religiosas s\u00e3o tratadas como se fossem humanas, com m\u00fasculos, for\u00e7a e express\u00e3o.\nO nu passa a fazer parte das obras como exalta\u00e7\u00e3o do f\u00edsico.\nUso de temas cl\u00e1ssicos da antiguidad Greco-romana.<\/blockquote>\n<strong>Temas mitol\u00f3gicos: <\/strong>Perspectiva que caracteriza a profundidade e a tridimensionalidade.\n<h4>Barroco<\/h4>\nArte da contra reforma.\n\nConflito religioso, rea\u00e7\u00e3o \u00e1 vis\u00e3o antropoc\u00eantrica do Renascimento.\n\nO homem dessa \u00e9poca tenta atingir uma s\u00edntese entre o teocentrismo medieval que a igreja tenta reimplantar, e o antropocentrismo que tanto veio acrescentar a humanidade com suas conquistas cientificas e culturais.\n\nTenta conciliar for\u00e7as antag\u00f4nicas como raz\u00e3o e f\u00e9; bem e mal; Deus e Diabo; esp\u00edrito e mat\u00e9ria; carne e alma; c\u00e9u e terra; pureza e pecado; alegria e tristeza.\n\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>Assimetria, substituindo a unidade geom\u00e9trica e o equil\u00edbrio da arte renascentista.\nMonumentalidade e opul\u00eancia.\n\u00canfase \u00e1 figura de primeiro plano.\nConte\u00fado emocional intensificado.\nTemas com fortes cargas religiosas.\nProcura provocar emo\u00e7\u00e3o no espectador atrav\u00e9s de gestos e express\u00f5es faciais.\nRealce nos efeitos de luz e sombra.\nEscolha da cena em seu momento de maior intensidade dram\u00e1tica.\nExcesso de ornamenta\u00e7\u00e3o.\nA\u00e7\u00e3o e movimento.\nRealidade f\u00edsica dos corpos.<\/blockquote>\n<h4>Rococ\u00f3<\/h4>\nEstilo que caracterizou uma \u00e9poca de refinamento e delicadeza embora sempre associada a frivolidade.\n\n<strong>Caracter\u00edstica<\/strong>\n<blockquote>Retrato da nobreza europ\u00e9ia do s\u00e9c. XVII e XVIII.\nCen\u00e1rios buc\u00f3licos.\nRoupas elegantes.\nId\u00edlios teatrais.\nTudo convida a alegria.\nContornos mais rebuscados que o do barroco.<\/blockquote>\nEsta arte palaciana se esgota no final do s\u00e9culo XVIII\n<h4>Neocl\u00e1ssico<\/h4>\nUm protesto contra a insinceridade e a sofistica\u00e7\u00e3o, o virtuosismo e o brilho vazio do Rococ\u00f3\n\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>Arte acad\u00eamica de formas perfeitas.\nTenta melhorar a figura da pessoa retratada.\nTrabalha corrigindo as imperfei\u00e7\u00f5es da natureza.\nUsa temas nobres, hierarquia.\nImita\u00e7\u00e3o da antiguidade cl\u00e1ssica.\nEcletismo.<\/blockquote>\n<h4>Romantismo<\/h4>\nManeira emotiva de representar a realidade.\n\nArte acad\u00eamica;\u00a0<strong>1\u00aa Escola Dram\u00e1tica<\/strong>.\n\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>Grande dramaticidade.\nCheio de subjetivismo, dor, angustia, c\u00f3lera, etc.\nFor\u00e7as hist\u00f3ricas s\u00e3o personificadas, <strong>ex:<\/strong> A liberdade.\nDin\u00e2mica da composi\u00e7\u00e3o.\nLiberdade de gestos.\nPinceladas largas.\nIntensidade de cores.<\/blockquote>\n<strong>Acontecimentos marcantes:<\/strong>\n<blockquote>Revolu\u00e7\u00e3o francesa e Revolu\u00e7\u00e3o industrial.\nDeclara\u00e7\u00e3o dos direitos do homem e do cidad\u00e3o.<\/blockquote>\n<strong>Artigo primeiro:<\/strong>\u00a0\u0093Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos; as diferen\u00e7as sociais s\u00f3 podem se fundamentar no bem comum\u0094.\n\nEm primeiro est\u00e1gio a euforia; \u0093liberdade, igualdade e fraternidade\u0094 transformaram-se nas palavras de ordem da \u00e9poca; Em segundo est\u00e1gio, vem a frustra\u00e7\u00e3o diante da realidade.\n<h4>Realismo<\/h4>\nAnalisa o mundo a partir da observa\u00e7\u00e3o de fatos. A espiritualidade, o misticismo, a religi\u00e3o ficam em segundo plano.\n\n<strong>Acontecimentos da \u00e9poca:<\/strong>\n\n<strong>Capitalismo industrial:<\/strong>\u00a0o proletariado come\u00e7a a se organizar e acontece o manifesto comunista de 1848, apontando solu\u00e7\u00f5es para os problemas do proletariado.\n\nCharles Darwin publica \u0093A origem das esp\u00e9cies\u0094 que exp\u00f5e a teoria da evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies por sele\u00e7\u00e3o natural, questionando a exist\u00eancia de Deus.\n\nO pintor realista n\u00e3o \u00e9 um desenhista como o cl\u00e1ssico e nem um colorista como o rom\u00e2ntico, ele v\u00ea o mundo como se estivesse olhando atrav\u00e9s de uma vidra\u00e7a, ele pinta somente o que v\u00ea.\n\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>Nitidez da imagem.\nPrecis\u00e3o de contornos.\nO povo torna-se assunto freq\u00fcente.\nRepresenta\u00e7\u00e3o do mundo de maneira documental.<\/blockquote>\n<h4>Impressionismo<\/h4>\n<strong>(G.R.L.) Grande Ruptura Linear<\/strong>\n\nAlguns cr\u00edticos dizem que \u00e9 a primeira escola moderna, outros dizem que \u00e9 a ruptura entre o acad\u00eamico e 0 modernismo.\n\nOs impressionistas s\u00e3o tamb\u00e9m chamados de plenaristas, pois pintavam em Pleno ar livre.\n\n<strong>Inspira\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nDinamismo do mundo, luz, sol, cor, e (M.Q.P.) momento que passa.\n\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>Luminosidade atmosf\u00e9rica muito grande.\nAtitude n\u00e3o emotiva.\nTend\u00eancia \u00e1 desaparecer a linha.\nSombras claras.\nMistura \u00f3ptica.\nMistura da tinta na tela.\nA forma \u00e9 tratada pela cor.<\/blockquote>\nOs impressionistas trabalhavam com pinceladas largas que foram diminuindo at\u00e9 se transformarem em pontos, criando assim o Neo Impressionismo ou Pontilhismo ou Divisionismo (pulveriza\u00e7\u00e3o da mat\u00e9rias).\n\n<strong>As tr\u00eas primeiras escolas modernas<\/strong>\n<blockquote><strong>V.G.\u00a0<\/strong>\u0096 Van Gogh.<strong>\nP.G.\u00a0<\/strong>\u0096 Paul Gaugin.<strong>\nP.C.\u00a0<\/strong>\u0096 Paul C\u00e9zanne.<\/blockquote>\n<strong>Evolu\u00e7\u00e3o) Impressionismo -&gt; Neo Impressionismo -&gt;<\/strong>\n<blockquote><strong>Expressionismo\u00a0<\/strong>(V.G.)<strong>\nFovismo\u00a0<\/strong>(P.G.)<strong>\nCubismo\u00a0<\/strong>(P.C.)<\/blockquote>\n<h4>Expressionismo<\/h4>\nTamb\u00e9m chamado de DIE BRUC = A ponte, uma liga\u00e7\u00e3o entre o que eu vejo e o que sinto, um elo entre o vis\u00edvel da realidade e o invis\u00edvel do sentimento.\n\nPintores influenciados por Van Gogh criaram o Expressionismo, a primeira escola moderna ; a segunda escola dram\u00e1tica.\n\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>Tem\u00e1ticas sociais.\nDeforma\u00e7\u00e3o da imagem visual.\nExpress\u00e3o com determina\u00e7\u00e3o da forma.\nFortemente dramatizado.\nSem interfer\u00eancia de elementos intelectual.\nChocante e feia em rela\u00e7\u00e3o ao acad\u00eamico.<\/blockquote>\n<h4>Fovismo<\/h4>\n<blockquote>Criado por artistas inspirados por Paul Gaiguin. \u0093Fovismo vem de Fove = Fera\u0094.\nElementar, ing\u00eanua e sem elementos intelectuais.<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>Formas limpas e largas.\nCores puras.\nImpulso vital.\nGrande modula\u00e7\u00e3o.\nEfeito decorativo.<\/blockquote>\n<h4>Cubismo<\/h4>\nCriado por artistas influenciados por Paul C\u00e9zanne.\n\n<strong>Paul C\u00e9zanne disse:<\/strong>\u00a0\u0093Quero tratar a natureza como se fossem cones, esferas e cilindros; Quero devolver a pintura aquilo que os impressionistas tiraram: peso, estrutura, e solidez da mat\u00e9ria .\u0094\n\nO Cubismo \u00e9, \u0093A Ruptura da Forma\u0094. Decomposi\u00e7\u00e3o e reorganiza\u00e7\u00e3o da forma segundo a imagina\u00e7\u00e3o do artista.\n\nO objeto retratado \u00e9 visto de dois ou mais \u00e2ngulos ao mesmo tempo.\n\nO objeto passa a ser apenas um pretexto para o desenvolvimento da cria\u00e7\u00e3o do artista.\n<blockquote><strong>Cubismo Anal\u00edtico: <\/strong>Cuja decomposi\u00e7\u00e3o \u00e9 de dif\u00edcil identifica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se consegue identificar o todo.<strong>\nCubismo Sint\u00e9tico: <\/strong>Ele sugere a proposta. A decomposi\u00e7\u00e3o \u00e9 feita no mesmo plano para poder sugerir o que ele quer transmitir.<\/blockquote>\n<h4>Futurismo<\/h4>\n<strong>Cubismo din\u00e2mico, n\u00e3o est\u00e1tico<\/strong>\n<blockquote>Rea\u00e7\u00e3o a est\u00e1tica do Cubismo.\nRecusa a realidade visual para evitar a impress\u00e3o de imobilidade.\nSubstituir a imagem figurativa por linhas retas e tra\u00e7os luminosos.\nDepende do conte\u00fado subjetivo, para chegar ao conte\u00fado formal, para entender a obra.<\/blockquote>\n<h4>Abstracionismo<\/h4>\nObras cujas formas e cores n\u00e3o tem uma rela\u00e7\u00e3o direta com a natureza\n\n\u0093Express\u00e3o de um sentimento mesmo que n\u00e3o possua um tema reconhecido.\u0094 (Kandinsky)\n\n\u0093Os observadores v\u00e3o ter que procurar, buscar o que quiser na minha obra de arte&#8230; Porque ela n\u00e3o vai dar mais nada para eles\u0094 (Kandinsky).\n\n<strong>Abstracionismo<\/strong>\n<blockquote>Sens\u00edvel (Informal).\nGeom\u00e9trico (Formal).<\/blockquote>\n<strong>Abstracionismo Sens\u00edvel: <\/strong>\u00c9 quando formas e cores s\u00e3o criadas impulsivamente, sobre completa liberdade ou infus\u00e3o emocional.\n\n<strong>Abstracionismo Geom\u00e9trico: <\/strong>\u00c9 quando as formas e as cores s\u00e3o criadas refletidas ou intelectualmente submetidas a uma disciplina geom\u00e9trica.\n<h4>Novas tend\u00eancias do abstracionismo<\/h4>\n<strong>Sens\u00edvel ou Informal<\/strong>\n<blockquote>Tachismo\nGrafismo\nOrfismo\nRaionismo<\/blockquote>\n<strong>Geom\u00e9trico ou Formal<\/strong>\n<blockquote>Suprematismo\nConcretismo<\/blockquote>\n<h4>Tachismo<\/h4>\n<blockquote>Do Franc\u00eas \u0093Tachi\u0094 = Manchas (Abstracionismo por manchas).<\/blockquote>\n<h4>Grafismo<\/h4>\n<blockquote>Formado por uma grafia n\u00e3o cognitiva.<\/blockquote>\n<h4>Orfismo<\/h4>\n<blockquote>Certa liga\u00e7\u00e3o com a m\u00fasica \u0093muito subjetivo\u0094. Liga\u00e7\u00e3o constante do artista com a m\u00fasica.\nPosso n\u00e3o sentir, mas reconhe\u00e7o a proposta pl\u00e1stica.<\/blockquote>\n<h4>Raionismo<\/h4>\n<blockquote>A presen\u00e7a constante de raios, estanques e desdizes<\/blockquote>\n<h4>Suprematismo<\/h4>\n<blockquote>Grande organiza\u00e7\u00e3o de forma sobre forma\n\u00c8 o desvendamento do nada\nFormas sobre formas que n\u00e3o levam a nada<\/blockquote>\n<h4>Concretismo<\/h4>\n<blockquote>Que leva ao extremo a organiza\u00e7\u00e3o de formas geom\u00e9tricas.\nSatura\u00e7\u00e3o do campo visual, n\u00e3o existe espa\u00e7o vago no campo visual.<\/blockquote>\n<h4>Dada\u00edsmo<\/h4>\nA abstra\u00e7\u00e3o no tema. Car\u00e1ter il\u00f3gico.\n\nObservando a forma, linha, cor, volume, e textura \u00e9 figurativo. A abstra\u00e7\u00e3o esta no tema e n\u00e3o na forma.\n\nIntelectuais e artistas refugiados da primeira guerra mundial Expressaram sua decep\u00e7\u00e3o. (A ci\u00eancia, o direito de justi\u00e7a, as artes em geral nada significava perante a guerra mundial). \u0093Nada mais tem raz\u00e3o ou sentido de ser, diante dos horrores da guerra\u0094.\n\n<strong>Caracter\u00edsticas<\/strong>\n<blockquote>Usa o il\u00f3gico.\nProclama a fal\u00eancia da raz\u00e3o.\nO irracional como conduta da humanidade.\nNega-se a raz\u00e3o e exaltasse o irracional.\nInutilizam as conven\u00e7\u00f5es dos objetos.\nO Dada\u00edsmo evoluiu para o Surrealismo.<\/blockquote>\n<h4>Surrealismo<\/h4>\n<blockquote>Como funciona o nosso pensamento sem interfer\u00eancia do consciente.\nAparece durante o Dada\u00edsmo.\nUtiliza o Automatismo pisco puro. (subconsciente).<\/blockquote>\n<strong>Procura<\/strong>\n<blockquote>Subconsciente.\nSonho.\nA loucura.\nEstados alucinat\u00f3rios.\nTudo que contrariasse a l\u00f3gica.\nReal e irreal ao mesmo tempo.<\/blockquote>\n<strong>Surrealismo Figurativo<\/strong>\n<blockquote>Representa o simbolismo de sua mensagem atrav\u00e9s de imagens figurativas<\/blockquote>\n<strong>Surrealismo Abstrato<\/strong>\n<blockquote>Representa o simbolismo de sua mensagem atrav\u00e9s de signos, s\u00edmbolos, sinais ou simplesmente grafismos. <strong>Ex:\u00a0<\/strong>Mir\u00f3.<\/blockquote>\n<h4><strong>Surrealismo na Hist\u00f3ria<\/strong><\/h4>\n<strong>Pintores de car\u00e1ter Surrealista:<\/strong>\u00a0<strong>Ex:<\/strong> Arcimboldo e Bruguel\n\n<strong>Diferen\u00e7a entre Dada\u00edsmo e Surrealismo<\/strong>\n<blockquote>Um \u00e9 an\u00e1rquico o outro tem princ\u00edpios e doutrinas<\/blockquote>\n<strong>Trindade m\u00e1xima do Surrealismo<\/strong>\n<blockquote>Salvador dal\u00ed, Marx Ernest e Ren\u00e9 Magrite.\nO Surrealismo contempor\u00e2neo tem car\u00e1ter pr\u00f3prio de cada artista.<\/blockquote>\n<strong>Pintura Metaf\u00edsica<\/strong>\n<blockquote>Pintura acad\u00eamica. Pinta incertezas, inquietudes, imagina\u00e7\u00f5es, sonhos&#8230;\nCapta o momento de espera, momento de introspec\u00e7\u00e3o.\nPintor do silencio, descreve o momento da espera em tudo que se cala&#8230;<\/blockquote>\n<strong>Escola de Paris<\/strong>\n<blockquote>Grupo de artistas da Europa que foram \u00e0 paris pintar at\u00e9 a d\u00e9cada de 1930. Ficaram com a tradi\u00e7\u00e3o e aproveitaram muito ou pouco das escolas modernistas. (Mistura). <strong>S\u00e3o ex:<\/strong>\u00a0Modigliani e Marc Chagall.<\/blockquote>\n<strong>A arte hoje<\/strong>\n<blockquote>O homem tem necessidade de express\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o (que se da atrav\u00e9s da arte). Toda vez que \u00e0 uma quebra na estrutura social este homem se modifica e como a arte esta sempre ligada a ele, ela tamb\u00e9m vai se modificar.\nA arte esta sempre evoluindo, (no sentido de transforma\u00e7\u00e3o).\nEntre os olhos objetivos da arte esta os de contestar.\nA arte hoje envolve o conceito \u0093do novo\u0094, independente da proposta, o artista tem que ter a mente aberta para o novo e \u0093A mente do observador tamb\u00e9m deve estar aberta para o novo\u0094.<\/blockquote>\nEvolu\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas\n<blockquote><strong>Idade M\u00e9dia: <\/strong>Pinturas nas paredes, Afrescos, Temperas e Enc\u00e1ustica.<strong>\nIdade Moderna: <\/strong>Aparece \u00e0 pintura no cavalete, T\u00e9cnica a \u00f3leo.<strong>\nAcxon Paint: <\/strong>Polok joga a tela no ch\u00e3o e joga tinta sobre ela. (Verificamos o mundo como suporte).\n<strong>Grafite:<\/strong> Os Grafiteiros passam a usar o muro como veiculo de comunica\u00e7\u00e3o para sua express\u00e3o. O observador deve ter a mente aberta para o Grafite.<\/blockquote>\n<h4>Do Renascimento ao Simbolismo<\/h4>\n<strong>Renascimento: <\/strong>Momento hist\u00f3rico (sec. XV \/ XVI)\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado: <\/strong>Religiosa, mas n\u00e3o \u00e9 m\u00edstica e nem simb\u00f3lica\n\n<strong>Humanismo \u0096<\/strong>\u00a0Estudo e conhecimento do homem\n\n<strong>Antropocentrismo &#8211;<\/strong>\u00a0O homem \u00e9 o centro do universo\n\n<strong>Hedonismo \u0096\u00a0<\/strong>Prazer imediato \u00e9 o supremo bem da vida humana\n\n<strong>Individualismo \u0096\u00a0<\/strong>Afirma\u00e7\u00e3o e liberdade do indiv\u00edduo frente a um grupo\n\n<strong>Racionalismo \u0096<\/strong>\u00a0Racioc\u00ednio que \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o mental, discursiva e l\u00f3gica.\n\n<strong>Controle do sentimento pela raz\u00e3o<\/strong>\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto a forma<\/strong>\n<blockquote>Fundamentado no modelo grego-romano. Busca do belo ideal, absoluto e eterno.\nBeleza=simetria, propor\u00e7\u00e3o e ordem &#8211; Arst\u00f3teles\nEixo de composi\u00e7\u00e3o predominantemente central<\/blockquote>\n<h4>Realismo<\/h4>\n<blockquote>Interesse pela anatomia e geometria\nRepresenta\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o e volume obtida pela perspectiva\nContrastes luz\/sombra<\/blockquote>\nTintoretto foi provavelmente o \u00faltimo grande pintor da Renascen\u00e7a Italiana.\n\nPor sua energia fenomenal em pintar, foi chamado Il Furioso, e sua dram\u00e1tica utiliza\u00e7\u00e3o da perspectiva e dos efeitos da luz fez dele um dos precursores do Barroco.\n<h4>Barroco<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (sec. XVII)<\/strong>\n<blockquote>Contra-reforma \u0096 combate ao protestantismo\nAutoritarismo pol\u00edtico\nExpans\u00e3o comercial e econ\u00f4mica \u0096 Mercantilismo\nLuta de classes sociais\nCrises religiosas<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao cont\u00fado: <\/strong>Explora\u00e7\u00e3o de temas mitol\u00f3gicos e religiosos\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Realismo\nEmo\u00e7\u00e3o, dramaticidade das express\u00f5es\nJogo de claro\/escuro , violento contraste de sombra e luz\u0096 formas fundidas sombra\nSugest\u00e3o de planos e perspectivas\nEixo de composi\u00e7\u00e3o predominantemente diagonal -as diagonais s\u00e3o linhas determinantes.\nSugerem instabili dade<\/blockquote>\n<h4>Rococ\u00f3<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (sec. XVIII entre o barroco e o neoclassicismo)<\/strong>\n<blockquote>Revolu\u00e7\u00e3o americana 1776\nRevolu\u00e7\u00e3o Francesa 1789<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado<\/strong>\n<blockquote>Retratar a vida ociosa e requintada o esp\u00edrito gelante e f\u00fatil da nobreza, festas\nSentimentos aristocr\u00e1ticos, mundanos e \u00e0s vezes erotismo\nMitologia\nTeatro italiano\nVista por muitos como varia\u00e7\u00e3o \u0093profana\u0094 do barroco<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Cores suaves, tons past\u00e9is e douramento\nLinhas curvas, delicadas e flu\u00eddas\nEstilo decorativo<\/blockquote>\n<h4>Neoclassicismo<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (sec. XVIII)<\/strong>\n<blockquote>Ascen\u00e7\u00e3o da burguesia\nRevolu\u00e7\u00e3o francesa (1789 \u00e0 1799)\nIluminismo\nEmpirismo cient\u00edfico. Observa\u00e7\u00e3o, experi\u00eancia x intui\u00e7\u00e3o<\/blockquote>\n<strong>Proposta: <\/strong>Retorno \u00e0 antiguidade cl\u00e1ssica greco-romana e ao renascimento ;arte como imita\u00e7\u00e3o da natureza \u0096 Arist\u00f3teles Academicismo\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado: <\/strong>Prefer\u00eancia do hist\u00f3rico ao inv\u00e9s do religioso\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Fundamentado no modelo grego-romano. Busca do belo ideal, absoluto e eterno\nA linha e o desenho predomina sobre a cor. Raz\u00e3o X sentimento.\nContornos definidos e dispostos em planos ortogonais e equilibrados\nRealismo\nLuz artificial direcionada<\/blockquote>\n<h4>Romantismo<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (sec. XVIII \/ XIX)<\/strong>\n<blockquote>Auge da burguesia<\/blockquote>\n<strong>Proposta: <\/strong>Liberdade de express\u00e3o individual, acima das regras e normas acad\u00eamicas\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado<\/strong>\n<blockquote>Natureza e paisagens\nMitologia grega\nFatos hist\u00f3ricos<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Maior valor expressivo na cor do que na linha. Sentimento X raz\u00e3o\nContraste de cores e luzes para ressaltar a express\u00e3o dos sentimentos\nComposi\u00e7\u00e3o diagonal<\/blockquote>\n<h4><strong>Momento hist\u00f3rico (segunda metade do sec. XIX)<\/strong><\/h4>\n<blockquote>Segunda etapa da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial \u0096 aparecimento de contradi\u00e7\u00f5es sociais\nCorrentes cient\u00edficas visam explicar fen\u00f4menos sociais<\/blockquote>\n<strong>Proposta<\/strong>\n<blockquote>Representa\u00e7\u00e3o da realidade de forma objetiva. A beleza et\u00e1 na realidade\nA arte como um meio de denunciar a desigualdade social<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado<\/strong>\n<blockquote>Abandono de temas hist\u00f3ricos e liter\u00e1rios\nCientificismo\nCenas da vida cotidiana e flagrantes populares\nCr\u00edtica pol\u00edtica e social<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Objetivismo, representa\u00e7\u00e3o do real,n\u00e3o ser exato, mas verdadeiro\nDesinteresse por efeitos de composi\u00e7\u00e3o<\/blockquote>\n<h4>Impressionismo<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (sec. XVIII \/ XIX)<\/strong>\n<blockquote>Surgimento da fotografia\nAn\u00e1lise de fen\u00f4menos luminosos e coloridos iniciados por Newton e Tyndall\nRevolu\u00e7\u00f5es liberais, pol\u00edticas, industriais\nGuerra Franco-prussiana (1870 -1871)<\/blockquote>\n<strong>Proposta<\/strong>\n<blockquote>Fixar um momento da exist\u00eancia, deixando de lado a pretens\u00e3o de colher uma eternidade.\nNada existe de permanente. A cor n\u00e3o \u00e9 permanente \u00e9 din\u00e2mica. A cor deve traduzir as apar\u00eancias de um momento.\nReter na tela o movimento da natureza, a a\u00e7\u00e3o dos elementos \u0096 o sol, o vento, a \u00e1gua- sobre as coisas.\nO conhecimento e a interpreta\u00e7\u00e3o da natureza e do homem se fazem \u00e1 base de sensa\u00e7\u00f5es visuais<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado<\/strong>\n<blockquote>Desinteresse pela realidade humana e o social\nGosto pela natureza e ambientes abertos<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>A forma dos objetos n\u00e3o \u00e9 dada pela linha, abstra\u00e7\u00e3o criada pelo homem para representar as imagens da realidade, mas pelo limite da superf\u00edcie colorida ou luminosa. As formas s\u00e3o criadas pela luz.\nDespreocupa\u00e7\u00e3o com a forma e peso &#8211; contornos indefinidos.\nPreocupa\u00e7\u00e3o com a luz e a cor. Observa\u00e7\u00e3o da influ\u00eancia da atmosfera nos objetos.\nAus\u00eancia de preto .Sombras coloridas por contrastes simult\u00e2neos e cores complementares pr\u00f3ximas umas das outras\nMistura das cores sobre a tela<\/blockquote>\n<h4>P\u00f3s-impressionismo &#8211; C\u00e9zane<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (sec XVIII e XIX)<\/strong>\n\n<strong>Proposta<\/strong>\n<blockquote><strong>Recuperar o que os impressionistas destru\u00edram:<\/strong>\u00a0a forma e a estrutura dos objetos.\nA cor n\u00e3o deve traduzir as apar\u00eancias de um momento.\nMaior preocupa\u00e7\u00e3o com a forma do que com o conte\u00fado\nSimplifica\u00e7\u00e3o do objeto para passar a sensa\u00e7\u00e3o de estrutura e totalidade\nSensa\u00e7\u00e3o da forma atrav\u00e9s da cor\nS\u00edntese (processo mental) x sensa\u00e7\u00e3o visual imediata (impress\u00e3o dos sentidos).\nManifestar estados de perman\u00eancia da natureza<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado: <\/strong>Pessoas, natureza e natureza morta\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Deforma\u00e7\u00e3o de objetos, simplifica\u00e7\u00e3o das formas, reduz\u00ed-las \u00e0 elementos geom\u00e9tricos b\u00e1sicos\nRiqueza do colorido\nAbandono do claro-escuro e grada\u00e7\u00e3o das tonalidades<\/blockquote>\n<h4>P\u00f3s-impressionismo \u0096 Van Gogh<\/h4>\n\u0093Procuro com vermelho e o verde exprimir as mais terr\u00edveis express\u00f5es humanas\u0094\n\n<strong>Momento hist\u00f3rico (sec XVIII e XIX)<\/strong>\n\n<strong>Proposta: <\/strong>Traduzir os sentimentos e n\u00e3o sensa\u00e7\u00f5es de da realidade material Intensidade dos sentimentos, paix\u00f5es humanas\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado: <\/strong>Natureza, natureza morta, pessoas\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Deforma\u00e7\u00f5es da realidade\nContrastes de cores \u0096 cores arbitr\u00e1rias e vibrantes\nPinceladas r\u00e1pidas, ondulantes \u0096 traduzem seu perturbado estado emocional<\/blockquote>\n<h4><strong>Momento hist\u00f3rico (sec XVIII e XIX)<\/strong><\/h4>\n<strong>Proposta<\/strong>\n<blockquote><strong>Teoria sintetista:<\/strong>\u00a0A mem\u00f3ria e a imagina\u00e7\u00e3o retem apenas o essencial das formas dos objetos e dos seres. Sintetizar \u00e9 extrair das formas e cores as qualidades realmente expressivas.\nPintar de mem\u00f3ria para fixar apenas o que a mem\u00f3ria conserva de essencial da forma e das cores, conferindo-lhes sugest\u00f5es simb\u00f3licas e decorativas.\nJuntar o s\u00edmbolo e a natureza, abstra\u00e7\u00e3o e realidade<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado: <\/strong>Preferencialmente Mulheres e espa\u00e7o natural, caracter\u00edstica de sua fase mais avan\u00e7ada na qual procurou se afastar da civiliza\u00e7\u00e3o \u0096 retratar o mundo sens\u00edvel e primitivo\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Influ\u00eancia de Pissaro e posteriormente de Van Gogh\nCores arbitr\u00e1rias e luminosas\nTintas puras<\/blockquote>\n<h4>P\u00f3s-impressionismo \u0096 Munch<\/h4>\n<strong>Precursor do expressionismo<\/strong>\n\n<strong>Momento hist\u00f3rico (final do s\u00e9culo sec XVIII e primeira metade do s\u00e9culo XIX)<\/strong>\n<blockquote>Grande desenvolvimento da ind\u00fastria, do capitalismo e da expans\u00e3o colonial \u0096 Per\u00edodo vitoriano- 1837 &#8211; 1901\n1\u00aa Guerra Mundial &#8211; 1914\/1918\n2\u00aa Guerra Mundial, nazismo \u0096 1933\/1945<\/blockquote>\n<strong>Proposta: <\/strong>\u0093J\u00e1 \u00e9 hora de pararmos de pintar cenas interiores com pessoas lendo ou mulheres fazendo meias. Devemos criar pessoas vivas, que respirem e que sentem, sofram e amam.\u0094\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado<\/strong>\n<blockquote>Imagem de carregadas de sentimentos e simbolismos\nMulher normalmente associada com s\u00edmbolos negativos\nTemas hist\u00f3ricos\nQuest\u00f5es sociais<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote><strong>Impressionistas:<\/strong>\u00a0sensa\u00e7\u00e3o \u00f3tica &gt; pintura\nP\u00f3s-p\u00f3s-impressionistas sensa\u00e7\u00e3o \u00f3tica &gt; racioc\u00ednio (s\u00edntese)&gt; pintura<\/blockquote>\n<h4>Expressionismo<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (1905 \u0096 p\u00f3s-segunda guerra)<\/strong>\n\n<strong>Proposta<\/strong>\n<blockquote>Utilizar a natureza e as imagens exteriores para expressar a realidade interior.\nRecusa ao aprendizado t\u00e9cnico tradicional \u0096 espontaneidade para manifestar os sentimentos\nSentimento x raz\u00e3o\nConhecimento e interpreta\u00e7\u00e3o da natureza \u00e0 base de sentimentos e n\u00e3o de interpreta\u00e7\u00f5es visuais\nO fato dram\u00e1tico supero o fato art\u00edstico art\u00edstico<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado<\/strong>\n<blockquote>Express\u00e3o imediata da tens\u00e3o emocional \u0096 express\u00e3o direta e agressiva\nExcessiva interven\u00e7\u00e3o do sentimento na imagem\nD\u00favidas espirituais repassadas de ang\u00fastia e pessimismo\nCr\u00edtica social, pol\u00edtica e \u00e9tica<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Influ\u00eancias de Van Gogh, Paul Gauguin e Edward Munch\nDeforma\u00e7\u00f5es da realidade \u0096 recusa ao realismo\nContrastes e exaspera\u00e7\u00e3o da cor\nPouca preocupa\u00e7\u00e3o com a est\u00e9tica \u0096 composi\u00e7\u00e3o, forma, cor.<\/blockquote>\n<h4>Fovismo<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (1905)<\/strong>\n\n<strong>Proposta<\/strong>\n<blockquote>O ato de cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica nada tem a ver nada tem a ver com as faculdades intelectuais, nem tampouco com os sentimentos, mas exclusivamente com os impulsos instintivos ou sensa\u00e7\u00f5es vitais e prim\u00e1rias\nExprimir sensa\u00e7\u00f5es elementares de formas e cores\nCor- express\u00e3o mais prim\u00e1ria da emo\u00e7\u00e3o<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado<\/strong>\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Uso de cores puras\nMenor import\u00e2ncia ao desenho e a forma, nega\u00e7\u00e3o \u00e0 linha. Emo\u00e7\u00e3o x raz\u00e3o\nDeforma\u00e7\u00e3o de desenhos e cores \u0096 deforma\u00e7\u00e3o da realidade<\/blockquote>\n<h4>Cubismo<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (1908 a 1914)<\/strong>\n\n<strong>Proposta<\/strong>\n<blockquote>Express\u00e3o imediata de estados afetivos e de impulsos vitais\nS\u00edntese da imagem \u0096 processo mental e pessoal<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado<\/strong>\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Simplifica\u00e7\u00e3o das formas em elementos geom\u00e9tricos b\u00e1sicos\nTentar representar os objetos em sua totalidade como se tivesse sido visualizado em v\u00e1rios \u00e2ngulos de vis\u00e3o -Com base nisso alguns cubistas pretendiam sugerir ou passar a id\u00e9ia de tempo<\/blockquote>\n<h4>Futurismo<\/h4>\n<strong>Momento hist\u00f3rico (\u00e0 partir de 1909)<\/strong>\n\n<strong>Proposta<\/strong>\n<blockquote>Exalta\u00e7\u00e3o da velocidade e da for\u00e7a. Expressar o dinamismo do universo \u0096 todas as coisa se movem, marcham e correm, transformando-se incessante e indefinidamente.\nVelocidade = beleza\nNega\u00e7\u00e3o do passado e glorifica\u00e7\u00e3o do futuro\nO verdadeiro futurista devia desprezar o amor. Amor \u00e9 fraqueza.\nInten\u00e7\u00e3o de passar a velocidade do objeto e n\u00e3o o objeto em movimento<\/blockquote>\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto ao conte\u00fado<\/strong>\n\n<strong>Caracter\u00edsticas quanto \u00e0 forma<\/strong>\n<blockquote>Nega\u00e7\u00e3o ao realismo visual, despreocupa\u00e7\u00e3o com volume, peso, densidade e estrutura dos objetos, pois isso passariam a id\u00e9ia de imobilidade\nImport\u00e2ncia maior no movimento do que na forma.\nBuscar a estiliza\u00e7\u00e3o da velocidade\nFragmento &#8220;Funda\u00e7\u00e3o e manifesto do futurismo&#8221;, 1908, publicado em 1909.<\/blockquote>\n<strong>Ent\u00e3o, com o vulto coberto pela boa lama das f\u00e1bricas &#8211; empaste de esc\u00f3rias met\u00e1licas, de suores in\u00fateis, de fuliges celestes -, contundidos e enfaixados os bra\u00e7os, mas imp\u00e1vidos, ditamos nossas primeiras vontades a todos os homens vivos da terra:<\/strong>\n<blockquote><strong>1.\u00a0<\/strong>Queremos cantar o amor do perigo, o h\u00e1bito da energia e da temeridade.<strong>\n2.\u00a0<\/strong>A coragem, a aud\u00e1cia e a rebeli\u00e3o ser\u00e3o elementos essenciais da nossa poesia.<strong>\n3.\u00a0<\/strong>At\u00e9 hoje a literatura tem exaltado a imobilidade pensativa, o \u00eaxtase e o sono. Queremos exaltar o movimento agressivo, a ins\u00f4nia febril, a velocidade, o salto mortal, a bofetada e o murro.<strong>\n4.\u00a0Afirmamos que a magnific\u00eancia do mundo se enriqueceu de uma beleza nova:<\/strong> a beleza da velocidade. Um carro de corrida adornado de grossos tubos semelhantes a serpentes de h\u00e1lito explosivo&#8230; um autom\u00f3vel rugidor, que parece correr sobre a metralha, \u00e9 mais belo que a Vit\u00f3ria de Samotr\u00e1cia.<strong>\n5.<\/strong>\u00a0Queremos celebrar o homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lan\u00e7ada a toda velocidade no circuito de sua pr\u00f3pria \u00f3rbita.<strong>\n6.\u00a0<\/strong>O poeta deve prodigalizar-se com ardor, fausto e munific\u00eancia, a fim de aumentar o entusi\u00e1stico fervor dos elementos primordiais.<strong>\n7.\u00a0<\/strong>J\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 beleza sen\u00e3o na luta. Nenhuma obra que n\u00e3o tenha um car\u00e1ter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as for\u00e7as ignotas para obrig\u00e1-las a prostrar-se ante o homem.<strong>\n8.<\/strong>\u00a0Estamos no promont\u00f3rio extremo dos s\u00e9culos!&#8230; Por que haveremos de olhar para tr\u00e1s, se queremos arrombar as misteriosas portas do Imposs\u00edvel? O Tempo e o Espa\u00e7o morreram ontem. Vivemos j\u00e1 o absoluto, pois criamos a eterna velocidade onipresente.<strong>\n9.\u00a0<\/strong>Queremos glorificar a guerra &#8211; \u00fanica higiene do mundo -, o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos anarquistas, as belas id\u00e9ias pelas quais se morre e o desprezo da mulher.<strong>\n10.\u00a0<\/strong>Queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de todo tipo, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilit\u00e1ria.<strong>\n11.\u00a0Cantaremos as grandes multid\u00f5es agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela subleva\u00e7\u00e3o; cantaremos a mar\u00e9 multicor e polif\u00f4nica das revolu\u00e7\u00f5es nas capitais modernas; cantaremos o vibrante fervor noturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas el\u00e9tricas<\/strong>: as esta\u00e7\u00f5es insaci\u00e1veis, devoradoras de serpentes fumegantes: as f\u00e1bricas suspensas das nuvens pelos contorcidos fios de suas fuma\u00e7as; as pontes semelhantes a ginastas gigantes que transp\u00f5em as fuma\u00e7as, cintilantes ao sol com um fulgor de facas; os navios a vapor aventurosos que farejam o horizonte, as locomotivas de amplo peito que se empertigam sobre os trilhos como enormes cavalos de a\u00e7o refreados por tubos e o v\u00f4o deslizante dos aeroplanos, cujas h\u00e9lices se agitam ao vento como bandeiras e parecem aplaudir como uma multid\u00e3o entusiasta.<\/blockquote>\nFonte: www.arthistory.net\/www.artesbr.hpg.ig.com.br\/www.theart.com.br\/br.geocities.com\/www.quadrochaye.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria da Arte, Estudo, Pintura, Estilo, Obra, Evolu\u00e7\u00e3o, Escolas, Cultura, Mundo, Caracter\u00edsticas, O que \u00e9, Hist\u00f3ria da Arte<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[],"class_list":["post-19441","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-arte-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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