{"id":19168,"date":"2015-11-25T00:00:00","date_gmt":"2015-11-25T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:20:45","modified_gmt":"2026-09-01T15:20:45","slug":"insetos-transmissores-de-doencas-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/","title":{"rendered":"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as"},"content":{"rendered":"\n\u00c9 noite num pa\u00eds da Am\u00e9rica Latina. A m\u00e3e, com carinho, coloca seu filhinho para dormir. No escuro, um inseto preto e lustroso, de uns dois cent\u00edmetros de comprimento, entra em cena. \u00c9 o barbeiro, que sai sorrateiramente de uma fenda no teto. Ele pousa de mansinho no rosto da crian\u00e7a adormecida, picando-lhe a pele macia. \u00c0 medida que suga o sangue, deposita fezes infectadas de parasitas. Sem acordar, o menino co\u00e7a o rosto, esfregando as fezes infectadas na les\u00e3o.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto22.jpg\" alt=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" width=\"188\" height=\"187\" \/>\n<strong>Barbeiro<\/strong><\/p>\nO resultado desse encontro \u00e9 que a crian\u00e7a contrai a doen\u00e7a de Chagas. Em uma semana ou duas, o menino apresenta febre alta e o corpo inchado. Se ele sobreviver, os parasitas podem se alojar no corpo, invadindo o cora\u00e7\u00e3o, o sistema nervoso e os tecidos internos. Talvez n\u00e3o apresente sintomas por 10 a 20 anos. Mas da\u00ed podem ocorrer les\u00f5es no trato digestivo, infec\u00e7\u00e3o cerebral e por fim a morte por fal\u00eancia card\u00edaca.\n\nO relato fict\u00edcio acima mostra como se pode contrair a doen\u00e7a de Chagas. Na Am\u00e9rica Latina, milh\u00f5es talvez corram risco de receber esse beijo da morte.\n\nHoje, 1 em cada 6 pessoas est\u00e1 infectada com uma doen\u00e7a transmitida por insetos\n\nA maior parte das doen\u00e7as febris no homem \u00e9 causada por microorganismos veiculados por insetos, diz a Encyclop\u00e9dia Britannica. Costuma-se usar o termo inseto n\u00e3o s\u00f3 para os insetos propriamente ditos animais de tr\u00eas pares de patas, como mosca, pulga, mosquito, piolho e besouro mas tamb\u00e9m para criaturas de oito patas, como \u00e1caro e carrapato. Segundo a classifica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, todos esses se enquadram na categoria mais abrangente dos artr\u00f3podes ? a maior divis\u00e3o do reino animal que inclui pelo menos um milh\u00e3o de esp\u00e9cies conhecidas.\n\nA grande maioria dos insetos \u00e9 inofensiva ao homem e alguns s\u00e3o muito \u00fateis. Sem eles, muitas plantas e \u00e1rvores que fornecem alimento ao homem e aos animais n\u00e3o seriam polinizadas nem dariam frutos.\n\nH\u00e1 insetos que ajudam a reciclar o lixo. Um grande n\u00famero se alimenta exclusivamente de plantas, ao passo que alguns comem outros insetos.\n\n\u00c9 claro que h\u00e1 insetos que incomodam o homem e os animais com uma picada dolorosa ou simplesmente pelo seu grande n\u00famero. Alguns tamb\u00e9m danificam planta\u00e7\u00f5es.\n\nMas os piores s\u00e3o os que causam doen\u00e7as e morte. As doen\u00e7as transmitidas por insetos provocaram mais mortes desde o s\u00e9culo 17 at\u00e9 a parte inicial do s\u00e9culo 20 do que todas as outras causas somadas, diz Duane Gubler, dos Centros de Controle e Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as, dos Estados Unidos.\n\nAtualmente, cerca de 1 em cada 6 pessoas est\u00e1 infectada com uma doen\u00e7a transmitida por insetos. Al\u00e9m de causar sofrimento, essas doen\u00e7as representam um grande \u00f4nus financeiro, sobretudo nos pa\u00edses em desenvolvimento, que s\u00e3o justamente os que menos disp\u00f5em de recursos. Mesmo um \u00fanico surto pode ser oneroso. Consta que uma epidemia na parte ocidental da \u00cdndia, em 1994, custou bilh\u00f5es de d\u00f3lares \u00e0 economia local e mundial. De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), esses pa\u00edses s\u00f3 far\u00e3o progresso econ\u00f4mico quando tais problemas de sa\u00fade estiveram sob controle.\n\n<strong>Como os insetos causam doen\u00e7as<\/strong>\n\nOs insetos podem atuar como vetores ou seja, agentes transmissores de doen\u00e7as de duas formas principais. Uma delas \u00e9 a transmiss\u00e3o mec\u00e2nica.\n\nAssim como as pessoas podem trazer para dentro de casa sujeira impregnada no sapato, a mosca-dom\u00e9stica pode carregar nas patas milh\u00f5es de microorganismos que, dependendo da quantidade, causam doen\u00e7as, diz a Encyclop\u00e6dia Britannica. Moscas que pousaram em fezes, por exemplo, contaminam alimentos e bebidas\n\nEssa \u00e9 uma forma de o homem contrair doen\u00e7as debilitantes e mort\u00edferas como a febre tif\u00f3ide, a disenteria e at\u00e9 mesmo a c\u00f3lera. As moscas tamb\u00e9m contribuem para a transmiss\u00e3o do tracoma a principal causa de cegueira no mundo. O tracoma pode causar a cegueira por danificar a c\u00f3rnea, que \u00e9 a parte anterior do olho localizada na frente da \u00edris. No mundo todo, cerca de 500 milh\u00f5es de pessoas sofrem desse flagelo.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto23.jpg\" alt=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" width=\"249\" height=\"207\" \/><strong>\nBarata<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">A barata, que gosta da sujeira, tamb\u00e9m \u00e9 suspeita de transmiss\u00e3o mec\u00e2nica de doen\u00e7as. Segundo especialistas, o recente surto de asma, principalmente em crian\u00e7as, est\u00e1 relacionado com a alergia a baratas.<\/p>\n<p align=\"left\">Tome-se como exemplo o caso de Ashley, adolescente de 15 anos que passa muitas noites com dificuldades respirat\u00f3rias por causa da asma. Na hora em que a m\u00e9dica vai auscultar o seu pulm\u00e3o, uma barata cai da blusa da menina e sai correndo pela mesa de exames.<\/p>\n<strong>Vetores ativos<\/strong>\n\nA outra forma de transmiss\u00e3o ocorre quando insetos hospedeiros de v\u00edrus, bact\u00e9rias ou parasitas infectam as v\u00edtimas pela picada ou por outros meios.\n\nApenas uma pequena porcentagem de insetos transmite doen\u00e7as ao homem dessa forma. Por exemplo, embora haja milhares de esp\u00e9cies de mosquitos, apenas os do g\u00eanero Anopheles transmitem a mal\u00e1ria a doen\u00e7a contagiosa que mais mata no mundo, depois da tuberculose.\n\nMas h\u00e1 muitas outras doen\u00e7as disseminadas por mosquitos.\n\n<strong>Um relat\u00f3rio da OMS diz:<\/strong>\u00a0O mosquito \u00e9 o mais perigoso de todos os insetos vetores, pois \u00e9 o transmissor da mal\u00e1ria, da dengue e da febre amarela. Essas doen\u00e7as, combinadas, matam todo ano milh\u00f5es de pessoas e fazem adoecer outras centenas de milh\u00f5es.? Pelo menos 40% da popula\u00e7\u00e3o mundial corre risco de contrair a mal\u00e1ria, e cerca de 40% de contrair a dengue. Em muitos lugares, a pessoa pode contrair ambas as doen\u00e7as.\n\n\u00c9 claro que os mosquitos n\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos insetos vetores. A mosca ts\u00e9-ts\u00e9 transmite o protozo\u00e1rio causador da doen\u00e7a do sono, que aflige centenas de milhares de pessoas, obrigando comunidades inteiras a abandonar seus campos f\u00e9rteis. A mosca-negra, transmissora do parasita que provoca a cegueira do rio, privou da vis\u00e3o cerca de 400 mil africanos.\n\nO mosquito-p\u00f3lvora pode abrigar o protozo\u00e1rio que causa a leishmaniose. Trata-se de um grupo de doen\u00e7as incapacitantes, que hoje afligem milh\u00f5es de pessoas de todas as idades ao redor do mundo, desfiguram a v\u00edtima e muitas vezes causam a morte. A pulga comum pode transmitir a solit\u00e1ria, a encefalite, a tularemia e at\u00e9 mesmo a peste, geralmente associada \u00e0 Peste Negra que em apenas seis anos dizimou um ter\u00e7o ou mais da popula\u00e7\u00e3o da Europa na Idade M\u00e9dia.\n\nPiolhos, \u00e1caros e carrapatos transmitem diversas formas de tifo, al\u00e9m de outras doen\u00e7as. Nas zonas temperadas, carrapatos s\u00e3o os agentes transmissores da potencialmente debilitante doen\u00e7a de Lyme a doen\u00e7a mais comum transmitida por vetor nos Estados Unidos e na Europa. Um estudo sueco revelou que aves migrat\u00f3rias \u00e0s vezes transportam carrapatos por milhares de quil\u00f4metros, podendo introduzir as doen\u00e7as que carregam a novos lugares. Depois dos mosquitos, diz a enciclop\u00e9dia Britannica, os carrapatos s\u00e3o os artr\u00f3podes que mais transmitem doen\u00e7as ao homem. De fato, um \u00fanico carrapato pode abrigar at\u00e9 tr\u00eas diferentes organismos patog\u00eanicos e transmitir todos eles em uma \u00fanica picada!\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto24.jpg\" alt=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" width=\"391\" height=\"490\" \/><\/p>\n<strong>Uma tr\u00e9gua nas doen\u00e7as<\/strong>\n\nFoi apenas em 1877 que se demonstrou cientificamente que insetos transmitem doen\u00e7as. Desde ent\u00e3o, tem-se feito campanhas maci\u00e7as para controlar ou eliminar os insetos vetores. Em 1939, o inseticida DDT foi acrescentado ao arsenal, e na d\u00e9cada de 60 as doen\u00e7as veiculadas por insetos j\u00e1 n\u00e3o eram consideradas uma grande amea\u00e7a \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica fora da \u00c1frica. Em vez de tentar controlar vetores, passou-se a dar mais aten\u00e7\u00e3o ao tratamento de casos emergenciais com drogas, e o interesse em estudar insetos e seus habitats arrefeceu. Descobriram-se tamb\u00e9m novos medicamentos, e parecia que a ci\u00eancia era capaz de encontrar uma ?bala m\u00e1gica para fulminar qualquer doen\u00e7a. O mundo estava tendo uma tr\u00e9guas nas doen\u00e7as infecciosas. Mas essa tr\u00e9gua acabaria. O artigo seguinte mostra por qu\u00ea.\n\n<strong>Por que VOLTARAM?<\/strong>\n\nCERCA DE 40 anos atr\u00e1s, pensava-se que as doen\u00e7as mais comuns transmitidas por insetos como a mal\u00e1ria, a febre amarela e a dengue haviam sido praticamente erradicadas na maior parte do planeta.\n\nMas ent\u00e3o ocorreu o inesperado elas voltaram!\n\n<strong>Por qu\u00ea?<\/strong>\n\nUma das raz\u00f5es \u00e9 que alguns dos insetos e os micr\u00f3bios que eles alojam desenvolveram resist\u00eancia a inseticidas e a medicamentos utilizados para control\u00e1-los.\n\nEsse processo natural de adapta\u00e7\u00e3o foi estimulado n\u00e3o s\u00f3 pelo emprego excessivo de inseticidas como tamb\u00e9m pelo uso incorreto dos medicamentos. Nas fam\u00edlias pobres, \u00e9 muito comum, diz o livro Mosquito, as pessoas comprarem o rem\u00e9dio, usarem apenas o suficiente para aliviar os sintomas e guardarem o restante para o pr\u00f3ximo surto da doen\u00e7a. Como o tratamento n\u00e3o foi conclu\u00eddo, os micr\u00f3bios mais resistentes podem sobreviver no organismo e produzem uma nova gera\u00e7\u00e3o de cepas imunes aos medicamentos.\n\n<strong>Mudan\u00e7as de clima<\/strong>\n\nUm fator importante na volta das doen\u00e7as transmitidas por insetos s\u00e3o as mudan\u00e7as ocorridas no meio ambiente e na sociedade. Exemplo disso \u00e9 a altera\u00e7\u00e3o global do clima.\n\nAlguns cientistas prev\u00eaem que o aquecimento global far\u00e1 com que os insetos transmissores de doen\u00e7as se propaguem em climas atualmente mais frios. Pelo visto, isso j\u00e1 est\u00e1 ocorrendo.\n\n<strong>O Dr. Paul R. Epstein, do Centro de Sa\u00fade e Meio Ambiente Global da Faculdade de Medicina de Harvard, diz:<\/strong>\u00a0?Atualmente, h\u00e1 relatos da incid\u00eancia de insetos e de doen\u00e7as transmitidas por insetos (incluindo mal\u00e1ria e dengue) em regi\u00f5es mais elevadas da \u00c1frica, da \u00c1sia e da Am\u00e9rica Latina. Na Costa Rica, a dengue ultrapassou as barreiras montanhosas que at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo restringiam a doen\u00e7a \u00e0 costa do Pac\u00edfico, e agora afeta todo o pa\u00eds.\n\nMas os efeitos do aquecimento global n\u00e3o param a\u00ed. Em algumas regi\u00f5es, a estiagem transforma rios em charcos, ao passo que em outras, chuvas e inunda\u00e7\u00f5es deixam po\u00e7as de \u00e1guas paradas. Em ambos os casos, a \u00e1gua estagnada se torna um foco de prolifera\u00e7\u00e3o de mosquitos. O aquecimento tamb\u00e9m abrevia o ciclo de reprodu\u00e7\u00e3o desses insetos, acelerando sua multiplica\u00e7\u00e3o e fazendo com que proliferem por um per\u00edodo mais prolongado. O calor tamb\u00e9m torna os mosquitos mais ativos e eleva sua temperatura corporal, intensificando o ritmo de reprodu\u00e7\u00e3o dos micr\u00f3bios patog\u00eanicos neles alojados. Com isso, a probabilidade de infec\u00e7\u00e3o mediante uma \u00fanica picada \u00e9 muito maior. Mas existem ainda outras preocupa\u00e7\u00f5es.\n\n<strong>V\u00edrus do Nilo Ocidental invade os Estados Unidos<\/strong>\n\nO v\u00edrus do Nilo Ocidental, transmitido ao homem principalmente por mosquitos, foi isolado pela primeira vez em 1937, em Uganda, e mais tarde observado no Oriente M\u00e9dio, na \u00c1sia, na Oceania e na Europa.\n\nNo Hemisf\u00e9rio Ocidental, esse v\u00edrus s\u00f3 foi detectado em 1999. Por\u00e9m desde ent\u00e3o notificaram-se mais de 3.000 casos de infec\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos e mais de 200 pessoas morreram.\n\nA maioria das pessoas infectadas n\u00e3o se apercebe da infec\u00e7\u00e3o, embora algumas apresentem sintomas semelhantes aos da gripe. Nos casos mais graves, que representam uma pequena minoria, ocorre encefalite e meningite espinhal. At\u00e9 agora n\u00e3o h\u00e1 vacina nem tratamento espec\u00edfico para o v\u00edrus do Nilo Ocidental.\n\nOs Centros de Controle e Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as dos Estados Unidos avisam que o v\u00edrus do Nilo Ocidental tamb\u00e9m pode ser contra\u00eddo por transplante de \u00f3rg\u00e3os ou transfus\u00e3o de sangue de um doador infectado.\n\nAt\u00e9 o momento n\u00e3o temos como detectar o v\u00edrus do Nilo Ocidental em testes de triagem de sangue, disse um relat\u00f3rio da ag\u00eancia de not\u00edcias Reuters, em 2002.\n\n<strong>Exemplo de dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a<\/strong>\n\nAs mudan\u00e7as sociais tamb\u00e9m contribuem para a dissemina\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as transmitidas por insetos. Para compreendermos como isso ocorre, precisamos examinar mais de perto o papel desempenhado pelos insetos.\n\nNo caso de muitas doen\u00e7as, o inseto pode ser apenas um dos muitos elos na cadeia da transmiss\u00e3o.\n\nUm animal ou uma ave pode alojar insetos vetores no corpo ou ter microorganismos patog\u00eanicos na corrente sangu\u00ednea. Se o hospedeiro contaminado consegue sobreviver, ele pode tamb\u00e9m se tornar um reservat\u00f3rio a partir do qual se transmitem doen\u00e7as.\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto25.jpg\" alt=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" width=\"156\" height=\"238\" \/><strong>O carrapato dos cervos (em tamanho ampliado)\ntransmite a doen\u00e7a de Lyme ao homem<\/strong><\/p>\nTome-se como exemplo a doen\u00e7a de Lyme, assim chamada porque foi descoberta na cidade do mesmo nome, no Estado de Connecticut, EUA. A bact\u00e9ria causadora dessa doen\u00e7a foi detectada em 1975 e talvez tenha vindo \u00e0 Am\u00e9rica do Norte cem anos atr\u00e1s, alojada em roedores ou em animais dom\u00e9sticos trazidos da Europa. Depois que o min\u00fasculo carrapato Ixodes suga o sangue de um animal infectado, a bact\u00e9ria se aloja permanentemente no corpo do inseto. Quando o carrapato mais tarde pica outro animal ou uma pessoa, ele pode transmitir a bact\u00e9ria para a corrente sangu\u00ednea da v\u00edtima.\n\nNo nordeste dos Estados Unidos, a doen\u00e7a de Lyme \u00e9 end\u00eamica ? ela j\u00e1 est\u00e1 ali por um bom tempo. O principal reservat\u00f3rio local da bact\u00e9ria causadora dessa doen\u00e7a \u00e9 um rato silvestre (Peromyscus leucopus).\n\nO roedor tamb\u00e9m \u00e9 hospedeiro de carrapatos, especialmente daqueles em est\u00e1gio de desenvolvimento. Os carrapatos adultos preferem se alojar em cervos, onde se alimentam e acasalam.\n\nQuando fica empanturrada de sangue, a f\u00eamea do carrapato cai ao ch\u00e3o para depositar os ovos, de onde emergem larvas que come\u00e7am um novo ciclo.\n\n<strong>Mudan\u00e7a de circunst\u00e2ncias<\/strong>\n\nPat\u00f3genos t\u00eam coexistido com animais e insetos por muitos anos sem causar doen\u00e7as no homem. Mas a mudan\u00e7a nas circunst\u00e2ncias pode transformar uma doen\u00e7a end\u00eamica em epidemia uma doen\u00e7a que afeta muitas pessoas na comunidade.\n\n<strong>Que mudan\u00e7a ocorreu no caso da doen\u00e7a de Lyme?<\/strong>\n\nNo passado, os predadores controlavam a popula\u00e7\u00e3o de cervos, tornando muito dif\u00edcil o homem pegar carrapato desses animais. Quando os primeiros colonos europeus derrubaram florestas para o plantio, a popula\u00e7\u00e3o de cervos diminuiu ainda mais e seus predadores tamb\u00e9m foram para outras regi\u00f5es. Mas em meados do s\u00e9culo 19, quando a agricultura passou a se concentrar mais para o oeste do pa\u00eds, muitas fazendas foram abandonadas e tomadas pelas florestas. Os cervos voltaram, mas o mesmo n\u00e3o aconteceu com seus predadores naturais. Assim, houve uma explos\u00e3o populacional de cervos e, por conseguinte, da popula\u00e7\u00e3o de carrapatos.\n\nTempos depois a bact\u00e9ria da doen\u00e7a de Lyme foi introduzida na regi\u00e3o e se instalou nos animais por d\u00e9cadas antes de constituir uma amea\u00e7a para o homem. Mas com a urbaniza\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es adjacentes \u00e0 floresta, um grande n\u00famero de crian\u00e7as e adultos passou a invadir o territ\u00f3rio do carrapato. Foi assim que as pessoas pegaram carrapato, que lhes transmitiu a doen\u00e7a de Lyme.\n\n<strong>Insetos transmitem o HIV?<\/strong>\n\nAp\u00f3s mais de uma d\u00e9cada de investiga\u00e7\u00e3o e pesquisas, entomologistas e pesquisadores da \u00e1rea m\u00e9dica n\u00e3o encontraram nenhuma prova de que mosquitos ou quaisquer outros insetos transmitam o HIV, o v\u00edrus da Aids.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto26.jpg\" alt=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" width=\"260\" height=\"203\" \/>\n<strong>Os mosquitos apareceram em torno de mais de 30 milh\u00f5es de anos<\/strong><\/p>\nNo caso dos mosquitos, por exemplo, as partes bucais n\u00e3o funcionam como uma seringa que permite tanto coletar como reinjetar o sangue.\n\nO mosquito na verdade suga o sangue por uma passagem e expele a saliva por outra. Segundo Thomas Damasso, especialista em HIV que integra a Diretoria Regional de Sa\u00fade em Mongu, Z\u00e2mbia, o sistema digestivo do mosquito desintegra o sangue, destruindo o v\u00edrus. O HIV n\u00e3o \u00e9 encontrado nas fezes de insetos. E, diferentemente dos parasitas da mal\u00e1ria, o HIV n\u00e3o invade as gl\u00e2ndulas salivares do mosquito.\n\nPara ser infectada com o HIV, a pessoa precisa ser exposta a um grande n\u00famero de part\u00edculas infecciosas. Caso a refei\u00e7\u00e3o do mosquito seja interrompida e o inseto voe diretamente para outra v\u00edtima, qualquer quantidade de sangue que possa restar nas partes bucais ser\u00e1 bem insignificante. De acordo com especialistas, mesmo esmagar um mosquito empanturrado de sangue HIV positivo numa ferida aberta n\u00e3o provoca o cont\u00e1gio.\n\nQuase todas as novas formas mais resistentes de doen\u00e7as voltaram devido \u00e0 a\u00e7\u00e3o do homem.\n\n<strong>Doen\u00e7as num mundo inst\u00e1vel<\/strong>\n\nO que se descreveu acima representa apenas uma das formas de cont\u00e1gio e somente um exemplo de como a interfer\u00eancia do homem na natureza influi na dissemina\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as.\n\nQuase todas as novas formas mais resistentes de doen\u00e7as voltaram devido \u00e0 a\u00e7\u00e3o do homem, escreve o ambientalista Eugene Linden no livro The Future in Plain Sight (Futuro Previs\u00edvel).\n\nVejamos alguns outros exemplos. A facilidade e a rapidez das viagens modernas contribuem para a dissemina\u00e7\u00e3o, ao redor do mundo, de pat\u00f3genos e seus portadores.\n\nO dano aos habitats de animais de pequeno e grande porte constitui uma amea\u00e7a \u00e0 biodiversidade. A polui\u00e7\u00e3o afeta o ar e a \u00e1gua, diz Linden, enfraquecendo o sistema imunol\u00f3gico tanto dos animais como do homem.\n\n<strong>Ele cita os coment\u00e1rios do Dr. Epstein:\u00a0<\/strong>Em ess\u00eancia, a interfer\u00eancia do homem no equil\u00edbrio ecol\u00f3gico enfraqueceu o sistema imunol\u00f3gico do planeta, favorecendo a prolifera\u00e7\u00e3o dos micr\u00f3bios.\n\nA instabilidade pol\u00edtica leva a guerras que danificam os ecossistemas e destroem as infra-estruturas de assist\u00eancia m\u00e9dica e distribui\u00e7\u00e3o de alimentos.\n\n<strong>Al\u00e9m disso, o peri\u00f3dico Biobulletin do Museu Americano de Hist\u00f3ria Natural salienta:<\/strong>\u00a0Os refugiados, desnutridos e fracos, s\u00e3o muitas vezes obrigados a morar em campos onde a aglomera\u00e7\u00e3o e a falta de higiene os exp\u00f5em a diversos tipos de infec\u00e7\u00f5es.\n\nA instabilidade econ\u00f4mica faz com que as pessoas migrem principalmente para \u00e1reas urbanas apinhadas em outras regi\u00f5es ou pa\u00edses. Os pat\u00f3genos proliferam em lugares apinhados, explica o Biobulletin.\n\nCom a explos\u00e3o populacional nas grandes cidades, muitas vezes as medidas sanit\u00e1rias essenciais, como os programas b\u00e1sicos de educa\u00e7\u00e3o, nutri\u00e7\u00e3o e vacina\u00e7\u00e3o, n\u00e3o d\u00e3o conta de atender a todos.\n\nA superpopula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m sobrecarrega os servi\u00e7os de \u00e1gua, de esgoto e de destina\u00e7\u00e3o do lixo, dificultando o saneamento e a higiene pessoal, ao mesmo tempo em que cria condi\u00e7\u00f5es que propiciam o aparecimento de insetos e outros agentes transmissores de doen\u00e7as.\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto27.jpg\" alt=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" width=\"277\" height=\"192\" \/><strong>Enchentes, falta de higiene e migra\u00e7\u00f5es humanas contribuem\npara a dissemina\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as transmitidas por insetos<\/strong><\/p>\n<strong>Insetos Transmissores de Doen\u00e7as &#8211; Mal\u00e1ria<\/strong>\n\nDois s\u00e9culos atr\u00e1s, nem m\u00e9dicos nem entomologistas imaginavam algum v\u00ednculo entre insetos e doen\u00e7as. Hoje s\u00e3o conhecidas centenas de doen\u00e7as, tanto dos homens quanto dos animais, que s\u00e3o transmitidas pelos insetos.\n\nO paludismo ou mal\u00e1ria \u00e9 o exemplo cl\u00e1ssico. A doen\u00e7a \u00e9 conhecida desde a Antig\u00fcidade, assim como sua rela\u00e7\u00e3o com terrenos pantanosos. Supunha-se que o ar contaminado, o miasma que se levantava dos p\u00e2ntanos \u00e0 noite, causava a febre e os tremores caracter\u00edsticos.\n\nEm 1882, algu\u00e9m sugeriu que a mal\u00e1ria era transmitida por mosquitos, mas ningu\u00e9m deu cr\u00e9dito. Somente uma d\u00e9cada e meia depois \u00e9 que se p\u00f4de comprovar a verdadeira origem da transmiss\u00e3o da doen\u00e7a.\n\nUm mosquito, o famoso Anopheles, era quem transportava os parasitas da mal\u00e1ria.\n\nExcluindo guerras e acidentes, calcula-se que a mal\u00e1ria e, portanto, seu mosquito tenha sido respons\u00e1vel por metade das mortes humanas desde a pr\u00e9-hist\u00f3ria.\n\nA famosa peste bub\u00f4nica, cujas apari\u00e7\u00f5es dizimaram a Europa v\u00e1rias vezes, antes era relacionada diretamente aos ratos, mas hoje sabe-se que a vil\u00e3 da hist\u00f3ria era, na realidade, a pulga Xenopsylla cheopis, que infesta os ratos.\n\nA doen\u00e7a do sono, caracter\u00edstica da \u00c1frica Central e conhecida antigamente como ?a letargia negra?, \u00e9 transmitida por duas esp\u00e9cies de moscas, conhecidas como ts\u00e9-ts\u00e9.\n\nO barbeiro, um percevejo grande, n\u00e3o se limita a provocar picadas dolorosas. O parasita que causa o Mal de Chagas-Mazza, uma doen\u00e7a silenciosa e cr\u00f4nica que afeta as zonas pobres de Am\u00e9rica Latina, \u00e9 transmitido por este tem\u00edvel inseto. O barbeiro defeca enquanto come, deixando seus excrementos sobre a pele da pessoa picada.\n\nComo a saliva do barbeiro arde, a pessoa se co\u00e7a, lacerando a pele e permitindo assim que o parasita penetre no organismo.\n\n<strong>N\u00e3o precisamos ir muito longe:<\/strong>\u00a0a mosca dom\u00e9stica, mesmo n\u00e3o chupando sangue, carrega bact\u00e9rias em suas patas pois tamb\u00e9m se nutre de excrementos.\n\nQuando pousa sobre os alimentos humanos, pode transmitir disenteria e outras desordens digestivas.\n\n<strong>Insetos Transmissores de Doen\u00e7as &#8211; Dengue<\/strong>\n\nA Dengue \u00e9 uma doen\u00e7a que ocorre preferencialmente em locais quentes do globo, onde o mosquito transmissor da doen\u00e7a consegue encontrar condi\u00e7\u00f5es para viver e reproduzir.\n\nO contexto hist\u00f3rico da doen\u00e7a \u00e9 fruto de uma composi\u00e7\u00e3o de diversas condi\u00e7\u00f5es de fatores numa determinada \u00e9poca. Assim reconhecer as condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-culturais, econ\u00f4micas e do conhecimento cient\u00edfico que vigoravam numa \u00e9poca s\u00e3o informa\u00e7\u00f5es que auxiliam a compreens\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a naquele per\u00edodo.\n\nEnquanto a sociedade n\u00e3o conhecia as causas da doen\u00e7a n\u00e3o sabia ao certo como combat\u00ea-la, tentando medidas profil\u00e1ticas geralmente de base religiosa. Assim, conhecer de forma cient\u00edfica a biologia do vetor e do v\u00edrus, as condi\u00e7\u00f5es do ambiente, origem do vetor, o papel ecol\u00f3gico e outros tem sido o caminho mais eficiente para o combate da doen\u00e7a.\n\n<strong>A hist\u00f3ria da ci\u00eancia como recurso do aprendizado<\/strong>\n\n<strong>A hist\u00f3ria da Ci\u00eancia \u00e9 um excelente instrumento para o professor expor aos alunos temas b\u00e1sicos do processo de produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica:<\/strong>\u00a0como os pesquisadores chegaram ao que conhecemos hoje, quais foram as dificuldades que eles enfrentaram, qual foi o momento hist\u00f3rico em que foi desenvolvida a pesquisa, os fatos e teorias correntes nas \u00e9pocas do estudo das doen\u00e7as e o porqu\u00ea do car\u00e1ter provis\u00f3rio da Ci\u00eancia.\n\nEla pode mostrar em detalhes alguns dos momentos de transforma\u00e7\u00e3o de uma ci\u00eancia e indicar quais foram as rela\u00e7\u00f5es sociais, pol\u00edticas e econ\u00f4micas que entraram em jogo.\n\nEstas an\u00e1lises podem dar ao aluno as ferramentas para que compreendam a situa\u00e7\u00e3o atual da ci\u00eancia, os setores que a controlam e os benef\u00edcios dos resultados da atividade cient\u00edfica.\n\n<strong>A DESCOBERTA DE INSETOS TRANSMISSORES DE DOEN\u00c7AS HUMANAS<\/strong>\n\n<strong>A febre amarela<\/strong>\n\nAntes do descobrimento das Am\u00e9ricas a febre amarela era desconhecida na Europa. Em 1493 houve uma epidemia do Haiti, possivelmente de febre amarela, por ocasi\u00e3o da segunda viagem de Colombo.\n\nEla saiu da Am\u00e9rica Central e se espalhou por todos continentes, atrav\u00e9s das navega\u00e7\u00f5es. Em 1648 houve a primeira descri\u00e7\u00e3o detalhada da doen\u00e7a por Lopez de Cogulludo. Somente no s\u00e9culo XVII, com o invento do microsc\u00f3pio e a descoberta de organismos microsc\u00f3picos, levantou-se a hip\u00f3tese de que estes seres impercept\u00edveis poderiam transmitir doen\u00e7as.\n\n<strong>Algumas cren\u00e7as sobre transmiss\u00e3o de doen\u00e7as da \u00e9poca<\/strong>\n\nAcreditava-se que o odor era um indicador de part\u00edculas agrad\u00e1veis ou n\u00e3o, que produzia um tipo de emana\u00e7\u00e3o de part\u00edculas em volta do corpo. Tamb\u00e9m achava-se que o ar era o meio de transmiss\u00e3o de doen\u00e7as.\n\nMuitos m\u00e9dicos acreditavam que doen\u00e7as eram transmitidas por miasmas (vapores ou venenos) que se desprendiam do solo, dos p\u00e2ntanos, dos esgotos, do lixo, de alimentos estragados, etc.\n\nOs miasmas em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis se acumulavam na atmosfera causando v\u00e1rias doen\u00e7as. A id\u00e9ia de part\u00edculas transmissoras de doen\u00e7as era defendida pelo padre Athanasius Kircher.\n\n<strong>Descoberta de insetos transmissores de doen\u00e7as em animais<\/strong>\n\nFoi no s\u00e9culo XIX, entretanto, na d\u00e9cada de 90, que descobriu-se insetos transmissores de doen\u00e7as. O estudo decisivo sobre o papel dos insetos foi realizado em 1889 por Theobald Smith, que estudava a febre bovina do Texas. Esta febre dizimava cria\u00e7\u00f5es nos Estados Unidos, e era atribu\u00edda pelos criadores aos carrapatos. Entretanto, essa id\u00e9ia era considerada imposs\u00edvel entre os pesquisadores da \u00e9poca. Smith realizou experimentos separando vacas contaminadas num campo e misturando com vacas sadias. A maioria morria.\n\nColocando vacas sadias no campo onde havia vacas contaminadas elas tamb\u00e9m morriam. Isto indicava que o campo havia se tornado infectado e transmitia a doen\u00e7a.\n\n<strong>O experimento definitivo foi feito quando se colocou no campo vacas doentes sem carrapatos em contato com vacas sadias:\u00a0<\/strong>n\u00e3o houve cont\u00e1gio.\n\n<strong>Descoberta de insetos transmissores de doen\u00e7as humanas<\/strong>\n\nA primeira doen\u00e7a humana que se verificou insetos como vetor foi a febre amarela. O cubano JUAN CARLOS FINLAY Y DE BARRES (1833-1915) fez cuidadosas investiga\u00e7\u00f5es sobre a doen\u00e7a. Ele publicou em 1884 este fato, que s\u00f3 foi aceito e confirmado vinte anos depois. Acreditava-se que a febre amarela era transmitida atrav\u00e9s de miasmas, provenientes da decomposi\u00e7\u00e3o dos organismos, ou seja, era contagiosa.\n\nTamb\u00e9m a indigest\u00e3o, sereno e insola\u00e7\u00e3o eram apontados pelos m\u00e9dicos como causa da doen\u00e7a. Visto que n\u00e3o eram todas as pessoas que em contato com os doentes ficavam com febre amarela, levantou-se a hip\u00f3tese dela n\u00e3o ser contagiosa. Assim, os m\u00e9dicos da \u00e9poca fizeram v\u00e1rios testes para comprovar isso \u2013 expuseram-se a toda forma de contado com os doentes. Roupas, respira\u00e7\u00e3o e at\u00e9 v\u00f4mitos e excrementos dos doentes. Nenhum deles adoeceu. Excluindo assim a possibilidade de cont\u00e1gio direto, foi proposto a transmiss\u00e3o da doen\u00e7a por insetos, partindo-se da cren\u00e7a popular de um mosquito transmitir a doen\u00e7a.\n\nFINLAY realizou v\u00e1rios experimentos com um mosquito que estava sempre presente nos focos de infec\u00e7\u00e3o, o hoje chamado Aedes aegypti.\n\nTrabalhando numa fazenda de jesu\u00edtas ele passou a coletar v\u00e1rios insetos suspeitos e realizar testes. Um deles foi de colocar o mosquito em contato com pessoas doentes.\n\nAp\u00f3s alguns dias ele colocava este mosquito em contato com uma pessoa sadia (volunt\u00e1rio) e esta passado alguns dias passava a manifestar os sintomas da doen\u00e7a.\n\n<strong>Em vista disso, FINLAY indicou o melhor modo de se prevenir da doen\u00e7a:<\/strong>\u00a0proteger os doentes do inseto.\n\n<strong>Apesar de seus excelentes estudos, FINLAY n\u00e3o conseguiu descobrir o agente causador da doen\u00e7a:<\/strong>\u00a0um v\u00edrus, que com os recursos t\u00e9cnicos dispon\u00edveis na \u00e9poca, n\u00e3o poderia ter sido observado por nenhum pesquisador.\n\n<strong>A\u00e7\u00f5es motivadas pelos trabalhos de Finlay<\/strong>\n\nEm 1900, os Estados Unidos, com o interesse na constru\u00e7\u00e3o do canal do Panam\u00e1, coordenou pesquisas sobre a febre amarela. Estas confirmaram as pesquisas feitas por FINLAY. Com o combate dos mosquitos, a partir de 1901, a febre amarela desapareceu do Panam\u00e1 e de Cuba. No Brasil Em\u00edlio Ribas, que conhecia os trabalhos de FINLAY, implantou um programa de combate ao mosquito, visto ser muito grande o n\u00famero de pessoas infectadas. Em 1903, no governo de Rodrigues Alves, Oswaldo Cruz, o ent\u00e3o Diretor Geral da Sa\u00fade P\u00fablica, implantou um programa de combate ao mosquito que alcan\u00e7ou seu auge em 1909, quando n\u00e3o se notificou nenhum caso da doen\u00e7a.\n\n<strong>O Causador<\/strong>\n\nA Dengue \u00e9 um doen\u00e7a infecciosa febril aguda, causada por um v\u00edrus do tipo arbov\u00edrus (transmitido por artr\u00f3podes) do g\u00eanero Flaviv\u00edrus, Fam. Flaviviridae (dividem a mesma estrutura, o arranjo do genoma e tipos de prote\u00ednas).\n\nS\u00e3o conhecidos quatro sorotipos DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. A part\u00edcula viral tem estrutura esf\u00e9rica com tamanho aproximado de 50 nm de di\u00e2metro.\n\nO genoma RNA (aproximadamente 10.200 nucleot\u00eddeos, capazes de decodificar 10 prote\u00ednas virais) esta dentro de um nucleocaps\u00eddio envolvido por envelope de prote\u00ednas e lip\u00eddios.\n\nO v\u00edrus \u00e9 transmitido por apenas algumas esp\u00e9cies de Aedes.\n\nNo Brasil a transmiss\u00e3o da doen\u00e7a \u00e9 atribu\u00edda apenas ao Aedes aegypti.\n\n<strong>O v\u00edrus \u00e9 constitu\u00eddo por quatro sorotipos:<\/strong>\u00a01,2,3 e 4, transmitida \u00e0s pessoas atrav\u00e9s da picada de mosquitos Aedes aegypti infectados.\n\nCada sorotipo representa um conjunto de tipos de v\u00edrus que causam a mesma resposta imune no organismo.\n\nAssim, s\u00e3o reconhecidos 4 tipos semelhantes de v\u00edrus que causam o mesmo conjunto de sintomas que caracterizam a Dengue.\n\nO per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o no ser humano varia de 3 a 15 dias, geralmente 5 a 6 dias, sendo que o per\u00edodo de transmissibilidade inicia-se 1 dia antes da febre e dura 6 dias. No mosquito, o per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o \u00e9 de 8 a 11 dias, ap\u00f3s o que o vetor estar\u00e1 apto a transmitir a doen\u00e7a enquanto viver.\n\n<strong>O Vetor (transmissor) \u2013 O mosquito Aedes aegypti<\/strong>\n\nO Aedes aegypti, vetor transmissor da Dengue e da Febre Amarela, \u00e9 origin\u00e1rio da \u00c1frica, tendo sido introduzido no continente americano durante a coloniza\u00e7\u00e3o.\n\nAtualmente a esp\u00e9cie tem uma distribui\u00e7\u00e3o ampla nas regi\u00f5es tropicais do mundo.\n\n<strong>Ciclo de vida do Aedes aegypti<\/strong>\n\n<strong>O Aedes aegypti apresenta duas fases ecol\u00f3gicas distintas e interdependentes:<\/strong>\u00a0a aqu\u00e1tica com tr\u00eas etapas de desenvolvimento (o ovo, a larva e a pupa) e a terrestre que corresponde ao mosquito adulto.\n\nA dura\u00e7\u00e3o do ciclo de vida, em condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis (oferta de alimentos e temperatura) \u00e9 de aproximadamente 10 dias, a partir da ovoposi\u00e7\u00e3o at\u00e9 a fase adulta.\n\n<strong>Ovo<\/strong>\n<blockquote>Os ovos s\u00e3o depositados pelas f\u00eameas, fora da \u00e1gua, mas pr\u00f3ximos da superf\u00edcie, ficando aderidos a superf\u00edcie dos recipientes.\nOs ovos s\u00e3o incubados por 2 a 3 dias, em condi\u00e7\u00f5es de elevados n\u00edveis de umidade e temperatura.\nAp\u00f3s este per\u00edodo estar\u00e3o prontos para eclodir.\nOs ovos s\u00e3o mais resistentes \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o final do desenvolvimento embrion\u00e1rio, podendo persistir por 6 a 8 meses.<\/blockquote>\n<strong>A Larva<\/strong>\n\nAs larvas s\u00e3o providas de grande mobilidade e t\u00eam como fun\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria o crescimento. Alimentam-se de subst\u00e2ncias org\u00e2nicas, bact\u00e9rias, fungos e protozo\u00e1rios existentes na \u00e1gua.\n\nAs larvas n\u00e3o toleram elevadas concentra\u00e7\u00f5es de mat\u00e9ria org\u00e2nica.\n\nEm boas condi\u00e7\u00f5es (temperatura de 25oC a 29oC e oferta de alimentos) a fase larval dura de 5 a 10 dias, mas pode se prolongar por algumas semanas dependendo das condi\u00e7\u00f5es da \u00e1gua.\n\n<strong>A Pupa<\/strong>\n\nA pupa n\u00e3o se alimenta, apenas respira e \u00e9 dotada de boa motilidade. Raramente \u00e9 afetada por a\u00e7\u00e3o de larvicida.\n\nEm condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis a dura\u00e7\u00e3o da fase pupal \u00e9 de 2 dias.\n\n<strong>Fatores Ambientais (O Lixo e a Prolifera\u00e7\u00e3o do Vetor)<\/strong>\n\nNas sociedades modernas o lixo s\u00f3lido municipal est\u00e1 criando um problema muito s\u00e9rio a medida que sua quantidade di\u00e1ria tende a aumentar, principalmente devido as embalagens novas que chegam todos os dias ao mercado bastante coloridas e atraentes, e sua coleta que nem sempre \u00e9 t\u00e3o eficiente quanto deveria.\n\nHoje \u00e9 muito comum encontrarmos nas ruas pilhas de sacos de lixo ainda n\u00e3o coletados e muitas embalagens vazias jogadas no ch\u00e3o, em terrenos baldios, pra\u00e7as p\u00fablicas, etc.\n\nIsto al\u00e9m de ser uma importante fonte de polui\u00e7\u00e3o, com as chuvas pode se tornar um local bastante oportuno para o Aedes botar seus ovos.\n\n\u00c9 lixo para todo o lado, e se ficar parado por alguns minutos em uma esquina provavelmente ser\u00e1 capaz de ver muitas pessoas jogando lixo no ch\u00e3o.\n\nAl\u00e9m de deixar a cidade muito feia, isto pode se tornar, como j\u00e1 vimos anteriormente,um fator decisivo na plorifera\u00e7\u00e3o do mosquito.\n\nComo exerc\u00edcio gostar\u00edamos que voc\u00ea desse uma volta, a p\u00e9, no seu bairro e anotasse a quantidade de lixo jogado no ch\u00e3o (sacos e copos pl\u00e1sticos, garrafas, etc.) e os principais pontos de concentra\u00e7\u00e3o (bueiros, esquinas, terrenos baldios, \u2026).\n\n<strong>Sintomas de Transmiss\u00e3o<\/strong>\n\nA dengue cl\u00e1ssica manifesta-se por febre, dor de cabe\u00e7a, dor nos olhos, nas articula\u00e7\u00f5es e nos m\u00fasculos, podendo ocorrer pequenas hemorragias, manchas avermelhadas na pele, n\u00e1useas e v\u00f4mitos.\n\nNa dengue hemorr\u00e1gica, os sintomas iniciais s\u00e3o os mesmos, mas rapidamente se modificam para manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas de gravidade vari\u00e1vel, podendo levar ao choque e \u00e0 morte.\n\nA intensidade da transmiss\u00e3o do v\u00edrus e a circula\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea ou sucessiva de v\u00e1rios sorotipos t\u00eam sido considerados como fatores de risco para manifesta\u00e7\u00e3o da forma hemorr\u00e1gica da doen\u00e7a.\n\n!!!IMPORTANTE !!! Identificados os sintomas, a pessoa n\u00e3o deve tomar rem\u00e9dios que contenham \u00c1cido Acetilsalic\u00edlico (aten\u00e7\u00e3o \u00e0 composi\u00e7\u00e3o dos rem\u00e9dios, grande parte dos analg\u00e9sicos dispon\u00edveis no mercado cont\u00e9m \u00c1cido Acetilsalic\u00edlico).\n\n<strong>Transmiss\u00e3o<\/strong>\n\n<strong>O ciclo de transmiss\u00e3o do v\u00edrus no Brasil \u00e9:<\/strong>\n\n<strong>Homem &gt; Aedes aegypti &gt; Homem.<\/strong>\n\nA transmissibilidade do v\u00edrus depende de um ciclo no mosquito f\u00eamea infectado e um ciclo no homem. Ap\u00f3s a f\u00eamea do mosquito picar uma pessoa com dengue, o v\u00edrus vai se localizar nas gl\u00e2ndulas salivares, onde se multiplica depois de 8 a 12 dias de incuba\u00e7\u00e3o a partir da\u00ed pode transmitir a doen\u00e7a. No homem o per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o varia de 3 a 15 dias (geralmente 5 a 6 dias).\n\nA transmiss\u00e3o N\u00c3O ocorre por contato direto, ou secre\u00e7\u00f5es, nem atrav\u00e9s de fontes de \u00e1gua ou alimento.\n\n<strong>Imunidade<\/strong>\n\nTodos os sorotipos podem estimular a forma\u00e7\u00e3o de anticorpos. A imunidade induzida por um sorotipo \u00e9 apenas parcialmente protetora contra outro sorotipo, \u00e9 de car\u00e1ter tempor\u00e1rio e \u00e9 permanente para o sorotipo que causou a infec\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Embora n\u00e3o esteja plenamente esclarecida existem tr\u00eas teorias que buscam explicar porque as pessoas contraem a dengue do tipo hemorr\u00e1gica:<\/strong>\n<blockquote><strong>I.\u00a0<\/strong>Devido a maior virul\u00eancia* de determinadas cepas** associadas ao sorotipo DEN-2.<strong>\nII.<\/strong>\u00a0Em decorr\u00eancia de duas infec\u00e7\u00f5es sucessivas com sorotipos diferentes, ap\u00f3s transcorrido um per\u00edodo de tempo (3 meses a 5 anos).<strong>\nIII.<\/strong>\u00a0A combina\u00e7\u00e3o de ambas teorias e mais a presen\u00e7a de fatores individuais, virais e epidemiol\u00f3gicos.<\/blockquote>\n<strong>*\u00a0<\/strong>Conjunto de atividades celulares desencadeadas pela infec\u00e7\u00e3o do v\u00edrus (ex. s\u00edntese prot\u00e9ica).<strong>\n**<\/strong>\u00a0Grupos de v\u00edrus da mesma variedade (an\u00e1logo a linhagens).\n\n<strong>Medidas de Controle<\/strong>\n\n<strong>As medidas mais simples s\u00e3o n\u00e3o permitir o ac\u00famulo de \u00e1gua em recipientes atrav\u00e9s da remo\u00e7\u00e3o dos mesmos, ou altera\u00e7\u00e3o de suas condi\u00e7\u00f5es:<\/strong>\n<blockquote>Retirar os recipientes sem uso colocando no saco de lixo para coleta de lixo da prefeitura;\nMudar a posi\u00e7\u00e3o do recipiente de forma a n\u00e3o acumular \u00e1gua ou proteg\u00ea-lo da chuva;\nFazer furos no fundo do recipiente de forma a impedir o ac\u00famulo de \u00e1gua;\nColoca\u00e7\u00e3o de tampas ou telas em reservat\u00f3rios de \u00e1gua, lavagem com bucha e troca freq\u00fcente da \u00e1gua, coloca\u00e7\u00e3o de areia nos pratos de plantas cultivadas, filtragem e clora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, etc. Algumas pr\u00e1ticas repens\u00e1veis que evitam a prolifera\u00e7\u00e3o do vetor;\nSubstituir lix\u00f5es a c\u00e9u aberto por aterros. \u2013 Reciclagem de recipientes;\nAreia nos pratos de plantas de vaso e plantas cultivadas em \u00e1gua;\nN\u00e3o jogar latas, potes de iogurte, garrafas descart\u00e1veis, brinquedos em terrenos baldios, sempre deposit\u00e1-los em sacos de lixo.\nCacos de vidro em muros, quebrar os que acumulam \u00e1gua;\nGuardar pneus em local seco ou cobertos com lona ou pl\u00e1stico;\n<strong>Garrafas vazias, baldes e bacias:<\/strong>\u00a0sempre guard\u00e1-los emborcados;\nCaixas d\u2019\u00e1gua sempre fechadas, sempre verificar suas condi\u00e7\u00f5es, caso encontre larvas, esvazi\u00e1-las lavando com bucha e \u00e1gua sanit\u00e1ria (encher novamente e manter bem fechadas);\n<strong>Filtros, potes ou moringas de \u00e1gua:<\/strong>\u00a0mant\u00ea-los bem fechados caso encontrar larvas lavar imediatamente com bucha;\nPo\u00e7os sempre bem fechados (evitar frestas) e depois de desativados aterr\u00e1-los;\n<strong>Bebedouros de animais:<\/strong>\u00a0lav\u00e1-los a cada tr\u00eas dias;\nRalos manter fechados ou telados e ou com desinfetantes;\nCalhas de \u00e1gua manter sempre um bom escoamento;\nOcos de \u00e1rvores, encher com areia ou terra grossa;\n<strong>Aqu\u00e1rios:\u00a0<\/strong>manter aqu\u00e1rios telados (nem todos os peixes se alimentam das larvas);\n<strong>Materiais de ferro velho que possam acumular \u00e1gua:<\/strong>\u00a0manter no abrigo da chuva;\nPo\u00e7os de edif\u00edcios em constru\u00e7\u00e3o bombear a \u00e1gua at\u00e9 o esgotamento.<\/blockquote>\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.watchtower.org\/animalplanetbrasil.com\/darwin.futuro.usp.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Insetos Transmissores de Doen\u00e7as, Mosquito, Seres, Humanos, Homem, V\u00edrus, Biologia, Ci\u00eancia, Mundo, Brasil, Insetos Transmissores de Doen\u00e7as<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3197,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-19168","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Insetos Transmissores de Doen\u00e7as - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as, Mosquito, Seres, Humanos, Homem, V\u00edrus, Biologia, Ci\u00eancia, Mundo, Brasil, Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-11-25T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-09-01T15:20:45+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto22.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"188\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"187\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"31 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\",\"datePublished\":\"2015-11-25T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T15:20:45+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/\"},\"wordCount\":6151,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/inseto22.jpg\",\"articleSection\":[\"Biologia\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/\",\"name\":\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/inseto22.jpg\",\"datePublished\":\"2015-11-25T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T15:20:45+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/inseto22.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/inseto22.jpg\",\"width\":188,\"height\":187},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/insetos-transmissores-de-doencas-3\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as, Mosquito, Seres, Humanos, Homem, V\u00edrus, Biologia, Ci\u00eancia, Mundo, Brasil, Insetos Transmissores de Doen\u00e7as","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2015-11-25T00:00:00+00:00","article_modified_time":"2026-09-01T15:20:45+00:00","og_image":[{"width":188,"height":187,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto22.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"31 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as","datePublished":"2015-11-25T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T15:20:45+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/"},"wordCount":6151,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto22.jpg","articleSection":["Biologia"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/","name":"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto22.jpg","datePublished":"2015-11-25T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T15:20:45+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto22.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/inseto22.jpg","width":188,"height":187},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/insetos-transmissores-de-doencas-3\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Insetos Transmissores de Doen\u00e7as"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19168","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19168"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19168\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19169,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19168\/revisions\/19169"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3197"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19168"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19168"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19168"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}