{"id":19058,"date":"2015-11-24T00:00:00","date_gmt":"2015-11-24T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:19:54","modified_gmt":"2026-09-01T15:19:54","slug":"evolucao-humana-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/evolucao-humana-3\/","title":{"rendered":"Evolu\u00e7\u00e3o Humana"},"content":{"rendered":"\nA\u00a0<strong>evolu\u00e7\u00e3o humana<\/strong>\u00a0\u00e9 o longo processo de mudan\u00e7a pelo qual as pessoas se originaram de ancestrais simiescos.\n\nA evid\u00eancia cient\u00edfica mostra que os tra\u00e7os f\u00edsicos e comportamentais compartilhados por todas as pessoas se originaram de ancestrais simiescos e evolu\u00edram ao longo de um per\u00edodo de aproximadamente seis milh\u00f5es de anos.\n\nUm dos primeiros tra\u00e7os que definem os humanos, o bipedalismo &#8211; a capacidade de andar sobre duas pernas &#8211; evoluiu h\u00e1 mais de 4 milh\u00f5es de anos. Outras caracter\u00edsticas humanas importantes &#8211; como um c\u00e9rebro grande e complexo, a capacidade de fazer e usar ferramentas e a capacidade da linguagem &#8211; foram desenvolvidas mais recentemente. Muitos tra\u00e7os avan\u00e7ados &#8211; incluindo express\u00e3o simb\u00f3lica complexa, arte e diversidade cultural elaborada &#8211; surgiram principalmente durante os \u00faltimos 100.000 anos.\n\nOs humanos s\u00e3o primatas. Semelhan\u00e7as f\u00edsicas e gen\u00e9ticas mostram que a esp\u00e9cie humana moderna, Homo sapiens, tem uma rela\u00e7\u00e3o muito pr\u00f3xima com outro grupo de esp\u00e9cies de primatas, os macacos.\n\nOs humanos e os grandes macacos (macacos grandes) da \u00c1frica &#8211; chimpanz\u00e9s (incluindo bonobos, ou os chamados \u201cchimpanz\u00e9s pigmeus\u201d) e gorilas &#8211; compartilham um ancestral comum que viveu entre 8 e 6 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.\n\nOs humanos evolu\u00edram pela primeira vez na \u00c1frica e grande parte da evolu\u00e7\u00e3o humana ocorreu naquele continente. Os f\u00f3sseis dos primeiros humanos que viveram entre 6 e 2 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s v\u00eam inteiramente da \u00c1frica.\n\nA maioria dos cientistas reconhece atualmente cerca de 15 a 20 esp\u00e9cies diferentes dos primeiros humanos. Os cientistas nem todos concordam, entretanto, sobre como essas esp\u00e9cies est\u00e3o relacionadas ou quais simplesmente morreram. Muitas esp\u00e9cies humanas primitivas &#8211; certamente a maioria delas &#8211; n\u00e3o deixaram descendentes vivos.\n\nOs cientistas tamb\u00e9m debatem sobre como identificar e classificar esp\u00e9cies espec\u00edficas dos primeiros humanos e sobre quais fatores influenciaram a evolu\u00e7\u00e3o e extin\u00e7\u00e3o de cada esp\u00e9cie.\n\nOs primeiros humanos migraram pela primeira vez da \u00c1frica para a \u00c1sia, provavelmente entre 2 milh\u00f5es e 1,8 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Eles entraram na Europa um pouco mais tarde, entre 1,5 milh\u00e3o e 1 milh\u00e3o de anos.\n\nEsp\u00e9cies de humanos modernos povoaram muitas partes do mundo muito mais tarde. Por exemplo, as pessoas vieram pela primeira vez para a Austr\u00e1lia provavelmente nos \u00faltimos 60.000 anos e para as Am\u00e9ricas nos \u00faltimos 30.000 anos ou mais.\n\nO in\u00edcio da agricultura e o surgimento das primeiras civiliza\u00e7\u00f5es ocorreram nos \u00faltimos 12.000 anos.\n\n<strong>Evolu\u00e7\u00e3o Humana &#8211; Processo<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-152444 \" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Evoluc2.jpg\" alt=\"\" width=\"523\" height=\"234\" \/><strong>Fam\u00edlia de homin\u00eddeos compartilhando comida perto do fogo<\/strong><\/p>\n<strong>Evolu\u00e7\u00e3o humana<\/strong>, o processo pelo qual os seres humanos se desenvolveram na Terra a partir de primatas agora extintos.\n\nDo ponto de vista zool\u00f3gico, n\u00f3s, humanos, somos Homo sapiens, uma esp\u00e9cie que vive no solo e muito provavelmente evoluiu pela primeira vez na \u00c1frica h\u00e1 cerca de 315.000 anos.\n\nSomos agora os \u00fanicos membros vivos do que muitos zo\u00f3logos chamam de tribo humana, Hominini, mas h\u00e1 evid\u00eancias f\u00f3sseis abundantes para indicar que fomos precedidos por milh\u00f5es de anos por outros homin\u00edneos, como Ardipithecus, Australopithecus e outras esp\u00e9cies de Homo, e que nossa esp\u00e9cie tamb\u00e9m viveu por um tempo simultaneamente com pelo menos um outro membro de nosso g\u00eanero, H. neanderthalensis (os Neandertais). Al\u00e9m disso, n\u00f3s e nossos predecessores sempre compartilhamos a Terra com outros primatas simiescos, desde o gorila moderno at\u00e9 o extinto Dryopithecus.\n\nQue n\u00f3s e os homin\u00edneos extintos estamos de alguma forma relacionados e que n\u00f3s e os macacos, tanto vivos quanto extintos, tamb\u00e9m estamos de alguma forma relacionados, \u00e9 aceito por antrop\u00f3logos e bi\u00f3logos em todos os lugares. No entanto, a natureza exata de nossas rela\u00e7\u00f5es evolutivas tem sido objeto de debate e investiga\u00e7\u00e3o desde que o grande naturalista brit\u00e2nico Charles Darwin publicou seus livros monumentais On the Origin of Species (A Origem das Esp\u00e9cies) (1859) e The Descent of Man (A Descend\u00eancia do homem) (1871).\n\nDarwin nunca afirmou, como alguns de seus contempor\u00e2neos vitorianos insistiram que ele fez, que &#8220;o homem descendia dos macacos&#8221;, e os cientistas modernos veriam tal declara\u00e7\u00e3o como uma simplifica\u00e7\u00e3o in\u00fatil &#8211; assim como rejeitariam quaisquer no\u00e7\u00f5es populares de que uma certa esp\u00e9cie extinta \u00e9 o \u201celo perdido\u201d entre os humanos e os macacos.\n\nTeoricamente, por\u00e9m, existe um ancestral comum que existiu h\u00e1 milh\u00f5es de anos. Esta esp\u00e9cie ancestral n\u00e3o constitui um \u201celo perdido\u201d ao longo de uma linhagem, mas sim um n\u00f3 de diverg\u00eancia em linhagens separadas.\n\nEste antigo primata n\u00e3o foi identificado e pode nunca ser conhecido com certeza, porque as rela\u00e7\u00f5es f\u00f3sseis n\u00e3o s\u00e3o claras mesmo dentro da linhagem humana, que \u00e9 mais recente.\n\nNa verdade, a \u201c\u00e1rvore geneal\u00f3gica\u201d humana pode ser melhor descrita como um \u201carbusto familiar\u201d, dentro do qual \u00e9 imposs\u00edvel conectar uma s\u00e9rie cronol\u00f3gica completa de esp\u00e9cies, levando ao Homo sapiens, que os especialistas podem concordar.\n\nO principal recurso para detalhar o caminho da\u00a0<strong>evolu\u00e7\u00e3o humana<\/strong>\u00a0sempre ser\u00e3o os esp\u00e9cimes f\u00f3sseis. Certamente, o tesouro de f\u00f3sseis da \u00c1frica e da Eur\u00e1sia indica que, ao contr\u00e1rio de hoje, mais de uma esp\u00e9cie de nossa fam\u00edlia viveu ao mesmo tempo durante a maior parte da hist\u00f3ria humana.\n\nA natureza de esp\u00e9cimes e esp\u00e9cies f\u00f3sseis espec\u00edficos pode ser descrita com precis\u00e3o, assim como o local onde foram encontrados e o per\u00edodo de tempo em que viveram; mas as quest\u00f5es de como as esp\u00e9cies viviam e por que elas poderiam ter morrido ou evolu\u00eddo para outras esp\u00e9cies s\u00f3 podem ser abordadas pela formula\u00e7\u00e3o de cen\u00e1rios, embora cientificamente informados.\n\nEsses cen\u00e1rios s\u00e3o baseados em informa\u00e7\u00f5es contextuais coletadas de localidades onde os f\u00f3sseis foram coletados. Ao conceber tais cen\u00e1rios e preencher o arbusto da fam\u00edlia humana, os pesquisadores devem consultar uma grande e diversa gama de f\u00f3sseis, e tamb\u00e9m devem empregar m\u00e9todos e registros de escava\u00e7\u00e3o refinados, t\u00e9cnicas de data\u00e7\u00e3o geoqu\u00edmica e dados de outros campos especializados, como gen\u00e9tica, ecologia e paleoecologia e etologia (comportamento animal) &#8211; em suma, todas as ferramentas da ci\u00eancia multidisciplinar da paleoantropologia.\n\n<strong>Evolu\u00e7\u00e3o Humana &#8211; Teoria<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-152445 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Evoluc3.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" \/><strong>Evolu\u00e7\u00e3o Humana<\/strong><\/p>\nA\u00a0<strong>Evolu\u00e7\u00e3o Humana<\/strong>, \u00e9 o processo pelo qual ser humano se desenvolveu na Terra a partir do agora extinto primatas.\n\nVisualizado zoologicamente, n\u00f3s, os seres humanos somos Homo sapiens, esp\u00e9cie que vive no ch\u00e3o.\n\nPrimeiramente evoluiu na \u00c1frica entre 100.000 e 200.000 anos atr\u00e1s.\n\nOs primeiros f\u00f3sseis de Homo erectus foram inicialmente descobertos na China (Homem de Pequim) e em Java na Indon\u00e9sia (no final do sec. XIX e in\u00edcio do XX).\n\nA partir dos anos cinquenta, foram descobertos esporadicamente f\u00f3sseis de Homo erectus na \u00c1frica e na \u00c1sia, a primeira delas, na Arg\u00e9lia, foram achadas tr\u00eas mand\u00edbulas, fragmentos do cr\u00e2nio e dentes.\n\nForam encontrados v\u00e1rios esp\u00e9cimens na Garganta de Olduvai na Africa Oriental. A fonte mais rica de f\u00f3sseis de Homo erectus foi a regi\u00e3o do Lago de Turkana.\n\nEstes locais expuseram os mais antigos e completos esp\u00e9cimes de Homo erectus, em 1975, foi achado um cr\u00e2nio quase completo datado a 1.8 M.a. com volume craniano de 880 cc. Uma d\u00e9cada depois, eles acharam o \u201cMenino de Turkana\u201d com esqueleto quase completo (figura ao lado). Este esqueleto pertencente a um adolescente de 12-13 anos datado em 1,65 M.a. e representou um importante achado para acessar as propor\u00e7\u00f5es corporais e as rela\u00e7\u00f5es entre as esp\u00e9cies do g\u00eanero Homo.A forma do corpo mostra um ser humano t\u00edpico, adaptado ao ambiente tropical aberto e perfeitamente adaptado a locomo\u00e7\u00e3o b\u00edpede.\n\nHabitantes de cavernas, produziam e usavam ferramentas bem mais elaboradas (como machados de m\u00e3o), representam a primeira ocorr\u00eancia no registro f\u00f3ssil de um design consciente.\n\nAcredita-se que produziram ferramentas de madeira e armas, mas n\u00e3o foram preservadas.\n\nProvavelmente o Homo erectus foi a primeira esp\u00e9cie para usar e controlar fogo. Este marco no desenvolvimento humano aconteceu 1 a l.5 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.\n\nControle de fogo pode ter permitido os humanos a se mudar da \u00c1frica e migrar para locais com clima mais frio (Europa e \u00c1sia).\n\nOs f\u00f3sseis mais antigos est\u00e3o na \u00c1frica, e, a partir de 1 M.a.o Homo erectus aparentemente migrou da \u00c1frica, foram encontradas ferramentas e fosseis desta esp\u00e9cie amplamente distribu\u00eddo na Europa e \u00c1sia.\n\nO Homo erectus \u00e9 a primeira esp\u00e9cie humana para migrar fora de \u00c1frica e adaptar a uma variedade de ambientes no Velho Mundo.\n\n<strong>O que sabemos sobre a evolu\u00e7\u00e3o?<\/strong>\n\nAs esp\u00e9cies mudam com o decorrer do tempo. Hoje existem aproximadamente dois milh\u00f5es de esp\u00e9cies de organismos vivos sobre a Terra, incluindo bact\u00e9rias, fungos, plantas e animais.\n\nTodas elas procedem de um antepassado comum, conforme uma grande quantidade de provas biol\u00f3gicas reunidas por estudos cient\u00edficos. Por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 a mesma variedade de organismos vista h\u00e1 milh\u00f5es de anos, quando havia esp\u00e9cies muito diferentes das atuais e outras que desapareceram.\n\nA\u00a0<strong>teoria da evolu\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0trata das evid\u00eancias da origem dos seres vivos e das mudan\u00e7as lentas e graduais que sofreram desde seu aparecimento at\u00e9 os dias atuais.\n\n<strong>Os organismos evoluem e se modificam<\/strong>\n\nAt\u00e9 o come\u00e7o do s\u00e9culo XVIII, aceitava-se a teoria da n\u00e3o muta\u00e7\u00e3o, que considerava todos os seres vivos imut\u00e1veis ao longo do tempo. No s\u00e9culo XIX, quando essa teoria j\u00e1 era dif\u00edcil de ser sustentada, o naturalista franc\u00eas Georges Cuvier prop\u00f4s que os f\u00f3sseis correspondiam a organismos extintos e que a Terra tinha sido povoada por uma s\u00e9rie de animais e plantas diferentes dos atuais. Mais tarde, surgiram v\u00e1rias teorias afirmando que os organismos mudam lenta e gradualmente ao longo do tempo.\n\nA presen\u00e7a de dentes nos maxilares, a cauda comprida e os tr\u00eas dedos livres com as unhas curvadas nas extremidades dianteiras s\u00e3o algumas caracter\u00edsticas r\u00e9pteis do Archaeopteryx litographica.\n\nA plumagem \u00e9 pr\u00f3pria das aves.\n\n<strong>Os f\u00f3sseis s\u00e3o prova da evolu\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nHoje, conhecemos uma grande quantidade de f\u00f3sseis. Neles, s\u00e3o percebidas as mudan\u00e7as anat\u00f4micas progressivas que ocorreram entre as formas primitivas e as atuais.\n\nAs formas intermedi\u00e1rias entre uma esp\u00e9cie e outra proporcionam uma grande quantidade de informa\u00e7\u00f5es a respeito dos mecanismos da evolu\u00e7\u00e3o.\n\nO Archaeopteryx litographica \u00e9 considerado uma das provas de que as aves evolu\u00edram dos r\u00e9pteis. Seu organismo f\u00f3ssil permite observar caracter\u00edsticas de ave e r\u00e9ptil.\n\n<strong>As revela\u00e7\u00f5es da estrutura \u00f3ssea<\/strong>\n\nO estudo comparativo da estrutura anat\u00f4mica de seres vivos diferentes tamb\u00e9m ajuda a entender os mecanismos da evolu\u00e7\u00e3o. O fato de os membros anteriores de um homem, de uma r\u00e3 ou de um delfim (mam\u00edfero aqu\u00e1tico) terem a mesma estrutura \u00f3ssea, ainda que utilizada de maneiras variadas, \u00e9 ind\u00edcio de uma ancestralidade comum.\n\n<strong>A adapta\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os<\/strong>\n\nDe mesma origem, os \u00f3rg\u00e3os hom\u00f3logos podem eventualmente desempenhar fun\u00e7\u00f5es diferentes. A avalia\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es da pata de um cavalo e da asa de um morcego, por exemplo, serve para exemplificar o conceito de irradia\u00e7\u00e3o adaptativa.\n\nO conceito de irradia\u00e7\u00e3o adaptativa define que organismos com parentesco evolutivo, mas que vivem em regi\u00f5es diferentes, acabaram sofrendo uma adapta\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os ao ambiente onde vivem.\n\nDe origem diferente, os \u00f3rg\u00e3os an\u00e1logos exercem a mesma fun\u00e7\u00e3o e ilustram o fen\u00f4meno da converg\u00eancia adaptativa. Nestes casos, mesmo vivendo em ambientes iguais, as press\u00f5es da sele\u00e7\u00e3o natural s\u00e3o muito semelhantes e acabam por selecionar estruturas adaptadas ao ambiente. Desse modo, mesmo que tenham origens distintas, as estruturas acabam se tornando parecidas, a exemplo das asas de um inseto e asas de uma ave.\n\nAs formas anat\u00f4micas das baleias e peixes (animais de classes diferenciadas) e suas nadadeiras facilitam o deslocamento na \u00e1gua. Plantas de fam\u00edlias diferentes adaptadas \u00e0s regi\u00f5es secas, possuem caracter\u00edsticas semelhantes.\n\n<strong>Animais com parentesco, embri\u00f5es parecidos<\/strong>\n\n<strong>Mais um argumento a favor da exist\u00eancia de antepassados comuns:\u00a0<\/strong>a semelhan\u00e7a entre as primeiras etapas do desenvolvimento embrion\u00e1rio de muitas esp\u00e9cies.\n\nEstas semelhan\u00e7as, por\u00e9m, n\u00e3o s\u00e3o observadas nos animais adultos. As fendas branquiais dos peixes, por exemplo, existem tamb\u00e9m nos girinos, mas n\u00e3o nas r\u00e3s adultas.\n\nAs fendas branquiais ocorrem em diferentes est\u00e1gios embrion\u00e1rios nos anf\u00edbios, r\u00e9pteis, aves e mam\u00edferos. Representam outro ind\u00edcio de ancestralidade comum.\n\n\u00c9 como se todos os vertebrados tivessem passado por uma fase \u201cde peixe\u201d em seu desenvolvimento embrion\u00e1rio.\n\n<strong>A evolu\u00e7\u00e3o segundo Lamarck<\/strong>\n\nA teoria de Lamarck explica o crescimento do pesco\u00e7o da girafa\n\nNo s\u00e9culo XIX, o franc\u00eas Jean Baptiste de Lamarck desenvolveu uma teoria da evolu\u00e7\u00e3o.\n\nEle estabeleceu que as influ\u00eancias do meio ambiente s\u00e3o respons\u00e1veis por mudan\u00e7as nos organismos e estas s\u00e3o herdadas por seus descendentes. De acordo com Lamarck, o pesco\u00e7o da girafa cresceu pois esse animal costumava estic\u00e1-lo constantemente para alcan\u00e7ar o alimento. Em conseq\u00fc\u00eancia disso, seus filhos nasceram com o pesco\u00e7o mais comprido.\n\nLamarck teve m\u00e9ritos em destacar o transformismo, mas estava equivocado na interpreta\u00e7\u00e3o da transmiss\u00e3o de dados adquiridos por falta de metodologia adequada na \u00e9poca. Hoje, sabe-se que os caracteres adquiridos n\u00e3o s\u00e3o transmitidos aos descendentes.\n\n<strong>A sele\u00e7\u00e3o natural de Darwin<\/strong>\n\nDepois de Lamarck, o ingl\u00eas Charles Darwin enunciou a sua teoria sobre a evolu\u00e7\u00e3o, exposta no livro A origem das esp\u00e9cies. Segundo Darwin, os indiv\u00edduos de uma mesma esp\u00e9cie n\u00e3o s\u00e3o iguais, mas apresentam pequenas varia\u00e7\u00f5es de suas caracter\u00edsticas (como o formato do bico ou o comprimento da cauda).\n\n<strong>Para lembrar<\/strong>\n<blockquote>O resultado da luta pela vida entre indiv\u00edduos de uma mesma esp\u00e9cie \u00e9 a sobreviv\u00eancia daqueles que possuem varia\u00e7\u00f5es mais vantajosas.\n\u00c9 o que se conhece como sele\u00e7\u00e3o natural dos indiv\u00edduos com caracter\u00edsticas mais bem adaptadas.<\/blockquote>\n<strong>A teoria da evolu\u00e7\u00e3o hoje<\/strong>\n\nEmbora a teoria da sele\u00e7\u00e3o natural de Darwin esteja correta em linhas gerais, os cientistas logo se perguntaram qual era a causa da varia\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies.\n\n<strong>O neodarwinismo respondeu a esta pergunta salientando que a causa da varia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica das popula\u00e7\u00f5es ocorre por dois fatores fundamentais:<\/strong>\u00a0o aparecimento de fen\u00f4menos aleat\u00f3rios como as muta\u00e7\u00f5es (mudan\u00e7as no material gen\u00e9tico) e a recombina\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica (interc\u00e2mbio de genes entre os cromossomos na forma\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas sexuais).\n\n<strong>Para lembrar:<\/strong>\n<blockquote>A sele\u00e7\u00e3o natural escolhe os indiv\u00edduos com varia\u00e7\u00f5es mais favor\u00e1veis e permite que tenham uma descend\u00eancia maior.\nTanto a muta\u00e7\u00e3o como a sele\u00e7\u00e3o natural explicam o processo de evolu\u00e7\u00e3o dos seres vivos.<\/blockquote>\n<strong>A forma\u00e7\u00e3o das novas esp\u00e9cies<\/strong>\n\n<strong>Os cientistas acreditam que a maioria da esp\u00e9cies surgiu depois de cumprir pelo menos tr\u00eas etapas:<\/strong>\u00a0isolamento geogr\u00e1fico, diversifica\u00e7\u00e3o g\u00eanica e isolamento reprodutivo. A partir da\u00ed, essas subpopula\u00e7\u00f5es s\u00e3o consideradas esp\u00e9cies distintas.\n\n<strong>Isolamento geogr\u00e1fico<\/strong>\n\nA separa\u00e7\u00e3o f\u00edsica de subpopula\u00e7\u00f5es de uma esp\u00e9cie. As barreiras que isolam as subpopula\u00e7\u00f5es podem ser o rio que corta uma plan\u00edcie, um vale que divida dois planaltos ou um bra\u00e7o de mar que separe ilhas e continentes.\n\n<strong>Diversifica\u00e7\u00e3o g\u00eanica<\/strong>\n\n<strong>Aprogressiva diferencia\u00e7\u00e3o do conjunto g\u00eanico de subpopula\u00e7\u00f5es isoladas. A diversifica\u00e7\u00e3o g\u00eanica \u00e9 provocada por dois fatores:<\/strong>\u00a0pelas muta\u00e7\u00f5es, que introduzem alelos diferentes em cada uma das subpopula\u00e7\u00f5es isoladas e pela sele\u00e7\u00e3o natural, que pode preservar conjuntos de genes em uma das subpopula\u00e7\u00f5es e eliminar conjuntos similares em outra que vive em ambiente diverso.\n\n<strong>Isolamento reprodutivo<\/strong>\n\nResulta da incapacidade, total ou parcial, de membros de duas subpopula\u00e7\u00f5es se cruzarem, produzindo descend\u00eancia f\u00e9rtil. Em geral, depois de um longo per\u00edodo de isolamento geogr\u00e1fico, as subpopula\u00e7\u00f5es se diferenciam tanto que perdem a capacidade de cruzamento entre si, tornando-se reprodutivamente isoladas.\n\n<strong>Gloss\u00e1rio<\/strong>\n<blockquote><strong>Caracter\u00edsticas adquiridas:<\/strong>\u00a0adapta\u00e7\u00f5es geradas em um organismo por sele\u00e7\u00e3o ambiental.<strong>\nFendas branquiais:\u00a0<\/strong>c\u00e2mara nas br\u00e2nquias por onde a \u00e1gua circula.<strong>\nLevedura:\u00a0<\/strong>fungos unicelulares de grande import\u00e2ncia industrial, como o levedo da cerveja.<strong>\nMofo:\u00a0<\/strong>fungos que se alimentam de subst\u00e2ncias em decomposi\u00e7\u00e3o, como o mofo do p\u00e3o, dando-lhes um aspecto escuro.<strong>\nTrilobitas:<\/strong>\u00a0organismos f\u00f3sseis com tr\u00eas l\u00f3bulos que viviam no fundo do mar.<\/blockquote>\n<p align=\"left\"><strong>Evolu\u00e7\u00e3o Humana &#8211; Esp\u00e9cies<\/strong><\/p>\n<p class=\"imagem\" style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Evolu\u00e7\u00e3o Humana\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/eevoluch2.jpg\" alt=\"Evolu\u00e7\u00e3o Humana\" \/><strong>Evolu\u00e7\u00e3o Humana<\/strong><\/p>\nA primeira teoria sobre a evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies \u00e9 elaborada pelo naturalista franc\u00eas Lamarck em 1809 (ano em que nasce Charles Darwin).\n\nA capacidade dos seres vivos de mudar e evoluir j\u00e1 havia sido observada e registrada por muitos estudiosos, mas \u00e9 apenas com Lamarck que surge a primeira hip\u00f3tese sistematizada.\n\n<strong>ADAPTA\u00c7\u00c3O AO MEIO<\/strong>\n\nLamarck diz que os seres vivos evoluem \u201csem saltos ou cataclismos\u201d de forma \u201clenta e segura\u201d. Para se adaptar melhor ao meio, os seres vivos se modificam a cada gera\u00e7\u00e3o. A girafa, por exemplo, teria desenvolvido um pesco\u00e7o comprido para se alimentar das folhas de \u00e1rvores muito altas. Os \u00f3rg\u00e3os que s\u00e3o menos usados atrofiam, de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, e desaparecem.\n\n<strong>Caracteres adquiridos<\/strong>\n\nPara Lamarck, as caracter\u00edsticas que um animal adquire durante sua vida podem ser transmitidas hereditariamente. Um animal que perde parte de sua cauda, por exemplo, pode ter filhos com a cauda curta.\n\n<strong>Lamarck (1744-1829)<\/strong>\n\nJean Baptiste Pierre Antoine de Monet, cavaleiro de Lamarck, aos 24 anos abandona a carreira militar para se dedicar \u00e0 medicina e \u00e0 bot\u00e2nica. Em 1778, publica Flora francesa, que faz grande sucesso.\n\nExerce grande influ\u00eancia na funda\u00e7\u00e3o do Museu Nacional de Hist\u00f3ria Natural, em Paris. \u00c9 o fundador da biologia como ramo espec\u00edfico da ci\u00eancia, em 1802. Em 1809, publica o livro Fisiologia zool\u00f3gica, expondo pela primeira vez sua teoria da evolu\u00e7\u00e3o. A obra encontra oposi\u00e7\u00e3o nos meios conservadores, e Lamarck cai no ostracismo. Vi\u00favo por quatro vezes, morre cego e na mis\u00e9ria.\n\n<strong>SELE\u00c7\u00c3O NATURAL<\/strong>\n\nTeoria descrita pelo naturalista Charles Darwin para explicar como as esp\u00e9cies animais e vegetais evoluem. Diz que o meio ambiente seleciona os seres mais aptos. Em geral, s\u00f3 estes conseguem se reproduzir e os menos dotados s\u00e3o eliminados. Assim, s\u00f3 as diferen\u00e7as que facilitam a sobreviv\u00eancia s\u00e3o transmitidas \u00e0 gera\u00e7\u00e3o seguinte. Ao longo das gera\u00e7\u00f5es, essas caracter\u00edsticas firmam-se e geram uma nova esp\u00e9cie.\n\nDarwin n\u00e3o consegue distinguir as varia\u00e7\u00f5es heredit\u00e1rias das n\u00e3o heredit\u00e1rias. Alguns anos depois, Mendel desvenda os fen\u00f4menos heredit\u00e1rios e os compatibiliza com o princ\u00edpio da sele\u00e7\u00e3o natural.\n\nO modelo da origem das esp\u00e9cies de Darwin mant\u00e9m-se v\u00e1lido em suas linhas gerais, por\u00e9m o car\u00e1ter diferenciador decisivo cabe \u00e0s muta\u00e7\u00f5es das c\u00e9lulas reprodutivas e n\u00e3o das som\u00e1ticas (que constituem o corpo).\n\nCharles Robert Darwin (1809-1882) nasce em Shrewsbury, Inglaterra. Aos 16 anos entra na faculdade de medicina e interessa-se, particularmente, por hist\u00f3ria natural.\n\nLogo abandona os estudos e \u00e9 mandado pelo pai para Cambridge, onde estuda teologia. Sua amizade com cientistas conceituados o leva a ser convidado a participar, como naturalista, de uma volta ao mundo no navio Beagle, promovida em 1831 pela marinha inglesa. A expedi\u00e7\u00e3o tinha o objetivo de aperfei\u00e7oar e completar dados cartogr\u00e1ficos.\n\nEsta peregrina\u00e7\u00e3o de cerca de cinco anos contribui para fundamentar sua teoria da evolu\u00e7\u00e3o. Em 1859 publica A origem das esp\u00e9cies. Em 1871 publica A descend\u00eancia do homem.\n\nOs livros abrem pol\u00eamica principalmente com a Igreja, pois a evolu\u00e7\u00e3o org\u00e2nica nega a hist\u00f3ria da cria\u00e7\u00e3o descrita no livro do G\u00eanesis.\n\nDarwin tamb\u00e9m enfrenta o protesto de conservadores que recusavam admitir que a esp\u00e9cie humana tivesse ascendentes animais.\n\n<strong>Mendelismo<\/strong>\n\nConjunto de estudos sobre a transmiss\u00e3o de caracter\u00edsticas heredit\u00e1rias proposto pelo monge Johann Gregor Mendel em 1864 e que comp\u00f5e a base da gen\u00e9tica.\n\nMendel estuda por mais de dez anos como as caracter\u00edsticas s\u00e3o transmitidas de gera\u00e7\u00e3o a gera\u00e7\u00e3o. Muitos cientistas e agricultores j\u00e1 haviam realizado cruzamento entre esp\u00e9cies.\n\nMas \u00e9 Mendel quem faz a experimenta\u00e7\u00e3o mais sistem\u00e1tica. Pesquisa a reprodu\u00e7\u00e3o de 22 variedades de ervilha. Descobre que certas caracter\u00edsticas dominam e outras ficam \u201cocultas\u201d (recessivas).\n\nConstr\u00f3i o primeiro modelo matem\u00e1tico-estat\u00edsco da transmiss\u00e3o de caracteres heredit\u00e1rios.\n\nMendel (1822-1884), Johann Gregor Mendel, austr\u00edaco de origem tcheca ingressa cedo em um monast\u00e9rio agostiniano e \u00e9 ordenado padre em 1847.\n\nAfasta-se da vida mon\u00e1stica para estudar f\u00edsica e ci\u00eancias naturais em Viena. Em 1856, volta ao convento, desta vez para lecionar. At\u00e9 1866 utiliza os jardins da institui\u00e7\u00e3o para fazer suas experi\u00eancias sobre os fen\u00f4menos da hereditariedade. Seu trabalho, apresentado em 1865, obt\u00e9m pouca repercuss\u00e3o.\n\nO pouco caso faz Mendel encerrar sua atividade cient\u00edfica ao ser nomeado abade do convento. S\u00f3 em 1900 os trabalhos de Mendel s\u00e3o recuperados e passam a ser considerados uma etapa decisiva no estudo da hereditariedade.\n\n<strong>C\u00e9lula<\/strong>\n\n\u00c9 a menor unidade estrutural b\u00e1sica do ser vivo. \u00c9 descoberta em 1667 pelo ingl\u00eas Robert Hooke, que observa uma c\u00e9lula de corti\u00e7a (tecido vegetal morto) usando o microsc\u00f3pio. A partir da\u00ed, as t\u00e9cnicas de observa\u00e7\u00e3o microsc\u00f3picas avan\u00e7am em fun\u00e7\u00e3o de novas t\u00e9cnicas e aparelhos mais possantes. O uso de corantes, por exemplo, permite a identifica\u00e7\u00e3o do n\u00facleo celular e dos cromossomos, suportes materiais do gene (unidade gen\u00e9tica que determina as caracter\u00edsticas de um indiv\u00edduo). Pouco depois, comprova-se que todas as c\u00e9lulas de um mesmo organismo t\u00eam o mesmo n\u00famero de cromossomos.\n\nEste n\u00famero \u00e9 caracter\u00edstico de cada esp\u00e9cie animal ou vegetal e respons\u00e1vel pela transmiss\u00e3o dos caracteres heredit\u00e1rios. O corpo humano tem cerca de 100 trilh\u00f5es de c\u00e9lulas.\n\n<strong>DNA<\/strong>\n\nO \u00e1cido desoxirribonucl\u00e9ico (DNA) \u00e9 originalmente estudado apenas do ponto de vista bioqu\u00edmico. A grande conquista do s\u00e9culo acontece em 1953, quando o americano James Watson e o ingl\u00eas Francis Crick descobrem a estrutura da mol\u00e9cula de DNA, onde se situa o gene, o patrim\u00f4nio gen\u00e9tico. Seu formato \u00e9 descrito como uma estrutura em dupla h\u00e9lice, como uma escada em caracol, onde os degraus correspondem \u00e0s bases nitrogenadas, mol\u00e9culas que apresentam uma estrutura com \u00e1tomos de carbono e nitrog\u00eanio. As bases (adenina, timina, guanina e citosina) podem ser combinadas entre si, em grupos de tr\u00eas. Cada uma dessas combina\u00e7\u00f5es determina o c\u00f3digo para um amino\u00e1cido. Os amino\u00e1cidos ir\u00e3o se juntar e formar as prote\u00ednas dos seres vivos.\n\n<strong>Identifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica<\/strong>\n\nNa d\u00e9cada de 60 cientistas iniciam a tradu\u00e7\u00e3o do c\u00f3digo gen\u00e9tico, com o objetivo de determinar a seq\u00fc\u00eancia linear das quatro diferentes bases nitrogenadas que constituem o DNA e as combina\u00e7\u00f5es que sintetizam as prote\u00ednas. Assim, \u00e9 poss\u00edvel sistematizar uma identifica\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica tendo como base amostras de sangue, cabelo, saliva, pele ou s\u00eamen. Hoje, estudos mostram que o DNA \u00e9 mais particular que as impress\u00f5es digitais.\n\nEsse tipo de identifica\u00e7\u00e3o \u00e9 aceito pela Justi\u00e7a como prova de paternidade e identidade.\n\n<strong>Neodarwinismo<\/strong>\n\nNo s\u00e9culo XX, a teoria darwinista foi sendo adaptada a partir de descobertas da Gen\u00e9tica. Essa nova teoria, chamada de sint\u00e9tica ou neodarwinista, \u00e9 a base da moderna Biologia.\n\nA explica\u00e7\u00e3o sobre a hereditariedade das caracter\u00edsticas dos indiv\u00edduos deve-se a Gregor Mendel (1822-1884), em 1865, mas sua divulga\u00e7\u00e3o s\u00f3 ocorre no s\u00e9culo XX. Darwin desconhecia as pesquisas de Mendel.\n\nA s\u00edntese das duas teorias foi feita nos anos 30 e 40. Entre os respons\u00e1veis pela fus\u00e3o est\u00e3o os matem\u00e1ticos John Burdon Haldane (1892-1964) e Ronald Fisher (1890-1962), os bi\u00f3logos Theodosius Dobzhansky (1900-1975), Julian Huxley (1887-1975) e Ernst Mayr (1904-).\n\nA teoria neodarwinista diz que muta\u00e7\u00f5es e recombina\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas causam as varia\u00e7\u00f5es entre indiv\u00edduos sobre as quais age a sele\u00e7\u00e3o natural.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.biologia-ar.hpg.ig.com.br\/www.uchicago.edu\/www.geocities.com\/humanorigins.si.edu\/www.conhecimentosgerais.com.br\/www.nap.edu\/sci.waikato.ac.nz\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evolu\u00e7\u00e3o Humana, Teoria, Origem, Caracter\u00edsticas, Popula\u00e7\u00f5es, Sele\u00e7\u00e3o, Seres, Esp\u00e9cie, G\u00eanero, Adapta\u00e7\u00e3o, Etapas, Processo, Hist\u00f3ria, Evolu\u00e7\u00e3o Humana<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2525,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-19058","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Evolu\u00e7\u00e3o Humana - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Evolu\u00e7\u00e3o Humana - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Evolu\u00e7\u00e3o Humana, Teoria, Origem, Caracter\u00edsticas, Popula\u00e7\u00f5es, Sele\u00e7\u00e3o, Seres, Esp\u00e9cie, G\u00eanero, Adapta\u00e7\u00e3o, Etapas, Processo, Hist\u00f3ria, Evolu\u00e7\u00e3o Humana\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-11-24T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-09-01T15:19:54+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/evolucao-humana.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"630\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"250\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"21 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Evolu\u00e7\u00e3o Humana\",\"datePublished\":\"2015-11-24T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T15:19:54+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/\"},\"wordCount\":4175,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/evolucao-humana.jpg\",\"articleSection\":[\"Biologia\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/\",\"name\":\"Evolu\u00e7\u00e3o Humana - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/evolucao-humana.jpg\",\"datePublished\":\"2015-11-24T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-09-01T15:19:54+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/evolucao-humana.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/evolucao-humana.jpg\",\"width\":630,\"height\":250},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/evolucao-humana-3\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Evolu\u00e7\u00e3o Humana\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Evolu\u00e7\u00e3o Humana - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Evolu\u00e7\u00e3o Humana - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Evolu\u00e7\u00e3o Humana, Teoria, Origem, Caracter\u00edsticas, Popula\u00e7\u00f5es, Sele\u00e7\u00e3o, Seres, Esp\u00e9cie, G\u00eanero, Adapta\u00e7\u00e3o, Etapas, Processo, Hist\u00f3ria, Evolu\u00e7\u00e3o Humana","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2015-11-24T00:00:00+00:00","article_modified_time":"2026-09-01T15:19:54+00:00","og_image":[{"width":630,"height":250,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/evolucao-humana.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"21 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Evolu\u00e7\u00e3o Humana","datePublished":"2015-11-24T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T15:19:54+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/"},"wordCount":4175,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/evolucao-humana.jpg","articleSection":["Biologia"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/","name":"Evolu\u00e7\u00e3o Humana - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/evolucao-humana.jpg","datePublished":"2015-11-24T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-09-01T15:19:54+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/evolucao-humana.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/evolucao-humana.jpg","width":630,"height":250},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/evolucao-humana-3\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Evolu\u00e7\u00e3o Humana"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19058","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19058"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19058\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19059,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19058\/revisions\/19059"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2525"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19058"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19058"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19058"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}