{"id":18927,"date":"2015-11-18T00:00:00","date_gmt":"2015-11-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/caule-3\/"},"modified":"2026-09-01T15:19:02","modified_gmt":"2026-09-01T15:19:02","slug":"caule-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/caule-3\/","title":{"rendered":"Caule"},"content":{"rendered":"\n<strong>Caule &#8211; O que \u00e9<\/strong>\n\nO\u00a0<strong>Caule<\/strong>\u00a0\u00e9 a parte geralmente a\u00e9rea do corpo do vegetal superior, com a fun\u00e7\u00e3o de sustentar as folhas, dirigi-las de forma a que melhor recebam a luz do sol e conduzir a seiva, tanto no sentido ascendente como no descendente.\n\nAlguns\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0se adaptaram, ainda para ar4mazenas alimentos ou \u00e1gua e, ainda, para permitir a flutua\u00e7\u00e3o das plantas aqu\u00e1ticas.\n\n<strong>Origem:\u00a0<\/strong>Os\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0se originam do caul\u00edculo e da g\u00eamula encontradas no embri\u00e3o das sementes.\n\n<strong>Constitui\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\nChama-se n\u00f3 o lugar de onde sai um ramo ou folha e entre-n\u00f3s os espa\u00e7os deixados entre dois n\u00f3s consecutivos\n\nOs tecidos condutores do interior do\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0se organizam em colunas chamadas vasos vasculares. Estes vasos s\u00e3o formados por xilema e floema. Os vasos vasculares se prolongam pelas folhas, nas quais recebem o nome de nervuras. Nas monocotiled\u00f4neas, o tecido vascular forma numerosos vasos dispersos no plano transversal do\u00a0<strong>caule<\/strong>.\n\nNas dicotiled\u00f4neas, os vasos se agrupam num anel cil\u00edndrico; o resto do\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0\u00e9 formado pelo tecido fundamental e costuma dividir-se em c\u00f3rtex, situado na superf\u00edcie exterior do cilindro vascular, e medula, situada no interior.\n\n<strong>O caule sustenta<\/strong>\n\nAl\u00e9m da fun\u00e7\u00e3o de conduzir, o\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0suporta o peso da planta, com toda a carga de frutos, press\u00f5es e tor\u00e7\u00f5es provocadas pelos ventos, pois tem boa flexibilidade.\n\nEssa fun\u00e7\u00e3o de sustenta\u00e7\u00e3o \u00e9 proporcionada pelo cerne \u2013 o lenho mais velho, que fica obstru\u00eddo e preenchido por subst\u00e2ncias que lhe d\u00e3o maior resist\u00eancia. Apenas o lenho mais novo, na periferia, continua conduzindo a seiva.\n\nO\u00a0<strong>Caule<\/strong>\u00a0\u00e9 um org\u00e3o vegetal que sustenta e originam as folhas, flores e frutos, podendo ramificar-se.\n\nOs pontos de inser\u00e7\u00e3o e origem dos ramos chamam-se n\u00f3s e os espa\u00e7os entre os n\u00f3s s\u00e3o denominado entren\u00f3s, intern\u00f3s ou entren\u00f3dios.\n\nO\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0apresenta tamb\u00e9m gemas que s\u00e3o dep\u00f3sitos de meristemas de onde surgir\u00e3o os novos ramos (gemas caulinares), novas folhas (gemas foliares) ou flores (gemas florais).\n\nAtrav\u00e9s do\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0circula a seiva bruta (\u00e1gua e minerais), absorvida pela raiz e enviada \u00e0s folhas pelo xilema, e a seiva elaborada (\u00e1gua e glic\u00eddios) produzida nos par\u00eanquimas clorof\u00edlicos das folhas e que deve ser distribu\u00edda a todas as partes do vegetal pelo floema.\n\nOs\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0se originam do caul\u00edculo e da g\u00eamula encontradas no embri\u00e3o das sementes.\n\n<strong>Caule &#8211; Caracter\u00edsticas gerais<\/strong>\n\n<strong>Dura\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>O\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0tem dura\u00e7\u00e3o do sistema radicular da planta a que pertence; podendo ser anual (um ano), bienal (dois anos), perene ou vivaz (muitos anos).\n\n<strong>Dimens\u00f5es<\/strong>\n\nAs dimens\u00f5es variam desde mil\u00edmetros, em Wolffia arrhiza (fam\u00edlia Lemnaceae), at\u00e9 v\u00e1rias dezenas de metros de altura nos Eucalyptus da Austr\u00e1lia, figurando entre os mais altos do mundo o exemplar existente em Marysville, com 92 meros, o das proximidades de Melbourne com 99,45 m de altura e 7,80 m de circunfer\u00eancia. Entretanto, as mais altas \u00e1rvores da flora mundial s\u00e3o as famosas Sequ\u00f3ias da Sierra Nevada, Calif\u00f3rnia, onde um exemplar de Sequ\u00f3ia gigante alcan\u00e7ou 100m de altura de 12m de di\u00e2metro.\n\nF\u00e1cil \u00e9 imaginar varia\u00e7\u00e3o de dimens\u00f5es entre os limites mencionados.\n\n<strong>Todavia, podemos, de um modo geral, considerar os caules quanto \u00e0 altura em:\u00a0<\/strong>gigantescos, grandes, m\u00e9dios, pequenos e bem reduzidos. Atingem tamb\u00e9m, dezenas de metros, por\u00e9m, em comprimento, por\u00e9m menor que os numerosos sarmentos, lianas ou cip\u00f3s, trepadeiras lenhosas, das nossas matas (brasileiras). Nas selvas tropicais, algumas lianas medem mais de 300 metro de comprimento\n\n<strong>Consist\u00eancia<\/strong>\n\n<strong>A consist\u00eancia dos caules depende da natureza dos tecidos que os comp\u00f5em, podendo ser:<\/strong>\n<blockquote><strong>1- Herb\u00e1cea:\u00a0<\/strong>Quando prevalecem tecidos tenros, portanto moles, mais ou menos suculentos, fr\u00e1geis, e comunente verdes, como no tomateiro (Lycopersicon esculentum), Aboboreira (Cucurbita pepo e Cucurbita moschata), couve (Brassica oleracea var. acephala).<strong>\n2 \u2013 Lenhosa:\u00a0<\/strong>Com predomin\u00e2ncia de tecidos lenhosos que tornam o caule rijo e resistentes, como no\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0das \u00e1rvores em geral. Entre os caules lenhosos e os herb\u00e1ceos existem termos de transi\u00e7\u00e3o, conforme se aproxima de um ou de outro tipo, ser\u00e3o respectivamente sublenhosos e subherb\u00e1ceos.<strong>\n3 \u2013 Carnosa ou Suculenta:\u00a0<\/strong>Quando o\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0\u00e9 volumoso, por\u00e9m tenro e constitu\u00eddo de tecidos ricos em \u00e1gua.<\/blockquote>\nPodemos considerar ainda os\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0e ocos ou fistulosos, que possuem um canal medular de di\u00e2metro grande, quando comparado com a respectiva sec\u00e7\u00e3o transversal e os\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0medulosos, quando conservam seu tecido medular. Por outro lado, os\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0chamados maci\u00e7os ou compactos possuem medula reduzida.\n\n<strong>Forma e se\u00e7\u00e3o<\/strong>\n\n<strong>Dentre os numerosos exemplos, destacaremos os principais tipos de caules do ponto de vista da forma e da sua sec\u00e7\u00e3o transversal:<\/strong>\n<blockquote><strong>1- Cil\u00edndrico:\u00a0<\/strong>Quando possui a forma de um cilindro reto, como nos bambus (Bambusa sp.), cana-de-a\u00e7\u00facar (Saccharum officinarum), tamareira (Phoenix dactylifera), perobeira (Aspidossperma polyneuron). A se\u00e7\u00e3o transversal destes\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0\u00e9 circular.<strong>\n2 \u2013 Prism\u00e1tico: Quando possui a forma de um prisma regular podendo ser:<\/strong>\u00a0triangular como no maracuj\u00e1-a\u00e7\u00fa (Plassiflora alata); quadrangular, como no c\u00f3leo (Coleus sp.) e outras Labiadas. As sec\u00e7\u00f5es transversais s\u00e3o respectivamente triangular e quadrangular.<strong>\n3 \u2013 Clad\u00f3dios:\u00a0<\/strong>S\u00e3o os caules formados por ramos longos, achatados \u00e0 maneira de folhas, que se estreitam nos pontos de liga\u00e7\u00e3o, como na figueira-da-\u00edndia ou palmat\u00f3ria (Opuntia ficus-indica), e a fita-de-mo\u00e7a ou solit\u00e1ria (Muehlenbechia platyclada). Os filocl\u00e1dios diferem dos clad\u00f3dios, porque s\u00e3o ramos curtos, de crescimento limitado e tamb\u00e9m semelhantes a folhas, como no espargo (Asparagus officinalis), no melindre (Asparagus plumosus) as sec\u00e7\u00f5es transversais s\u00e3o el\u00edpticas.<strong>\n4 \u2013 C\u00f4nicos:\u00a0<\/strong>Quando tem a forma de um cone, sendo comum na maioria das \u00e1rvores, e possuem sec\u00e7\u00e3o transversal circular.<strong>\n5 \u2013 Globoso:\u00a0<\/strong>Quando arredondado como no Echinocactus e na couve-rabano (Brassica oleracea var. gongylodes),cuja sec\u00e7\u00e3o transversal \u00e9 circular.<strong>\n6 \u2013 Fusiforme:\u00a0<\/strong>Quando engrossado na regi\u00e3o mediana e por isso tamb\u00e9m chamado barrigudo, como o\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0da paineira (Chorisia speciosa). A sec\u00e7\u00e3o transversal \u00e9 circular.<strong>\n7 \u2013 Alado:\u00a0<\/strong>Quando por supress\u00e3o das folhas, o\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0produz expans\u00f5es aliformes, como na carqueja (Baccharis genis telloides).<strong>\n8 \u2013 An\u00f4malo: Quando a forma do caule n\u00e3o se acha compreendida entre os tipos j\u00e1 mencionados, ocorrendo entre os seguintes cip\u00f3s:\u00a0<\/strong>cip\u00f3-escada (Bauhinia sarmentosa) e cip\u00f3-mil-homens (Aristochia brasiliensis). A forma da sec\u00e7\u00e3o transversal depende da forma do cip\u00f3.<\/blockquote>\n<strong>Superf\u00edcie<\/strong>\n\n<strong>De acordo com o aspecto da sua superf\u00edcie, os caules podem ser :<\/strong>\n<blockquote><strong>1 \u2013 Liso ou glabro:\u00a0<\/strong>Quando a superf\u00edcie do\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0n\u00e3o apresenta rugosidade, como na goiabeira (Psidium goajava), no Eucalyptus citriodora e na beldroega (Portulaca oleracea).<strong>\n2 \u2013 Rugoso:\u00a0<\/strong>Quando apresenta sali\u00eancias e sulcos irregularmente dispostas, como na mangueira (Mangifera indica), jaqueira (Artocarpus integrifolia).<strong>\n3 \u2013 Sulcado:\u00a0<\/strong>Quando possui sulcos profundos ao longo da superf\u00edcie, como no cip\u00f3-de-r\u00eago (Bignonia sarmentosa).<strong>\n4 \u2013 Gretado:\u00a0<\/strong>Quando apresenta fendas irregulares na superf\u00edcie como na cajazeira (Spondias sp.).<strong>\n5 \u2013 Pulverulento ou Farinoso:\u00a0<\/strong>Quando coberto de p\u00f3 semelhante a farinha, como na jurubeba (Solanum paniculatum) e em outras Solan\u00e1ceas.<strong>\n6 \u2013 Glauco ou Cer\u00edfero:\u00a0<\/strong>Quando coberto por uma t\u00eanue camada de c\u00eara, como na couve, repolho (Brassica oloracea var. capitata)e outras cruc\u00edferas cultivadas.<strong>\n7 \u2013 Suberoso:\u00a0<\/strong>Quando revestido de s\u00faber ou corti\u00e7a, como no sobreiro ou \u00e1rvore \u2013 da \u2013 corti\u00e7a (Quercus suber), na \u00e1rvore \u2013 do \u2013 \u00f3leo \u2013 de \u2013 cajeput (Melaleuca Leucadrendron) e no cip\u00f3-mil-homnes.<strong>\n8 \u2013 Tuberculoso:\u00a0<\/strong>Quando coberto de tub\u00e9rculos, como na Testudinaria elephantipes, planta da \u00c1frica.<\/blockquote>\n<strong>Partes do caule<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Caule\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/caule-12.jpg\" alt=\"Caule\" width=\"253\" height=\"397\" \/><strong>O caminho das seivas na planta<\/strong><\/p>\n\n<blockquote><strong>O caule consta, principalmente de:<\/strong>\u00a0n\u00f3s, entre-n\u00f3s ou meritalos, gemas.\n\n<strong>N\u00f3s<\/strong>\n<blockquote>Os n\u00f3s s\u00e3o pequenas eleva\u00e7\u00f5es no\u00a0<strong>caule<\/strong>, onde se inserem os \u00f3rg\u00e3os apendiculares, tais como as folhas, as est\u00edpulas, as br\u00e1cteas, as escamas, as gavinhas foliares, etc.\nCom o desprendimento da folha ou dos demais \u00f3rg\u00e3os apendiculares, resulta no\u00a0<strong>caule<\/strong>, uma cicatriz cuja forma vai depender da base do \u00f3rg\u00e3o que se destacou.\nNo colmo das gram\u00edneas e bem assim em outras plantas, o n\u00f3 envolve o\u00a0<strong>caule<\/strong>, \u00e1 guiza de anel.<\/blockquote>\n<strong>Entre-n\u00f3s<\/strong>\n<blockquote>Os entre-n\u00f3s s\u00e3o os intervalos entre dois n\u00f3s sucessivos. Ao longo do\u00a0<strong>caule<\/strong>, o comprimento dos entre-n\u00f3s \u00e9 constante entretanto, na regi\u00e3o do crescimento, pr\u00f3xima \u00e1 extremidade, os intervalos diminuem, progressivamente, de tamanho na dire\u00e7\u00e3o apical.<\/blockquote>\n<strong>Gemas<\/strong>\n<blockquote>As gemas, tamb\u00e9m chamadas bot\u00f5es, s\u00e3o um esbo\u00e7o de \u00f3rg\u00e3o vegetal, suscept\u00edvel de evoluir de forma e que d\u00e1 origem ou a um ramo dotado de folhas ou a uma flor. A pr\u00f3pria flor n\u00e3o passa de um ramo rudimentar provido de folhas modificadas de \u00f3rg\u00e3os reprodutores, que podem ser acompanhados ou n\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os protetores.<\/blockquote>\n<strong>Crescimento e origem dos tecidos<\/strong>\n\nA organiza\u00e7\u00e3o do meristema apical do\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0mostra-se mais complexa que a da raiz. O meristema apical do\u00a0<strong>caule<\/strong>, al\u00e9m de produzir c\u00e9lulas para o corpo prim\u00e1rio da planta, est\u00e1 tamb\u00e9m envolvido na forma\u00e7\u00e3o de prim\u00f3rdios foliares e, muitas vezes de prim\u00f3rdios de gemas, os quais formam ramos laterais. O meristema apical do\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0difere de um revestimento protetor compar\u00e1vel \u00e0 coifa.\n\n<strong>Estrutura prim\u00e1ria<\/strong>\n\n<strong>Existem consider\u00e1veis varia\u00e7\u00f5es na estrutura prim\u00e1ria dos caules das faner\u00f3gamas, mas podem ser reconhecidos tr\u00eas tipos b\u00e1sicos de organiza\u00e7\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>1)<\/strong>\u00a0Em algumas con\u00edferas e dicotiled\u00f4neas, as c\u00e9lulas estreitas e alongadas do proc\u00e2mbio \u2013 e, os tecidos vasculares prim\u00e1rios que se desenvolvem a partir delas \u2013 aparecem sob a forma de um cilindro fundamental ou parenquimatoso. A regi\u00e3o externa de tecido fundamental \u00e9 denominada c\u00f3rtex, e a regi\u00e3o interna, medula.<strong>\n2)\u00a0<\/strong>Em outras con\u00edferas e dicotiled\u00f4neas, os tecidos vasculares prim\u00e1rios desenvolvem-se sob a forma de um cilindro composto de cord\u00f5es interconectados, separados por tecido fundamental. O par\u00eanquima, que separa os cord\u00f5es ou s\u00e9ries de proc\u00e2mbio e, mais tarde os feixes vasculares maduros continua-se com o c\u00f3rtex e a medula, sendo denominado par\u00eanquima interfascicular. As regi\u00f5es interfasciculares s\u00e3o freq\u00fcentemente denominadas raios medulares.<strong>\n3)\u00a0<\/strong>Nos\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0da maioria das monocotiled\u00f4nea e de algumas dicotiled\u00f4neas herb\u00e1ceas, a disposi\u00e7\u00e3o dos cord\u00f5es de proc\u00e2mbio e dos feixes vasculares se mostra mais complexa. Os tecidos vasculares n\u00e3o aparecem sob a forma de um \u00fanico anel de feixes entre o c\u00f3rtex e a medula, mas se desenvolvem comumente sob a forma de mais de um anel ou de um sistema anastomosado (interligado e ramificado) de feixes espalhados atrav\u00e9s do tecido fundamental, o que, muitas vezes n\u00e3o pode ser diferenciado em c\u00f3rtex, e medula.<\/blockquote>\n<\/blockquote>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" title=\"Caule\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/caule-14.jpg\" alt=\"Caule\" width=\"449\" height=\"208\" border=\"0\" \/><\/p>\n<strong>Casca:<\/strong>\n<blockquote>S\u00faber Tecido de reserva secund\u00e1rio, pluriestratificado\nFelog\u00eanio Meristema secund\u00e1rio que faz com que a casca engrosse\nFeloderme Par\u00eanquima secund\u00e1rio formado pelo felog\u00eanio<\/blockquote>\n<strong>Cilindro central:<\/strong>\n<blockquote>Floema secund\u00e1rio formado pelo c\u00e2mbio\nC\u00e2mbio \u2013 Meristema secund\u00e1rio que faz o cilindro central engrossar\nXilema secund\u00e1rio formado pelo c\u00e2mbio, juntamente com fibras de escler\u00eanquima forma a madeira.<\/blockquote>\n<strong>Classifica\u00e7\u00e3o dos Caules<\/strong>\n<table border=\"0\" width=\"80%\" cellspacing=\"1\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#000000\">\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"7\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"82\"><b>A\u00e9reos<\/b><\/td>\n<td rowspan=\"4\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"70\"><b>Eretos<\/b><\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"401\">Tronco \u2013 caule das \u00e1rvores, lenhoso, engrossa<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"401\">Haste \u2013 caule das ervas, verde, mole e fino<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"401\">Est\u00edpite \u2013 caule das palmeiras, cil\u00edndrico sem meristemas secund\u00e1rios<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"401\">Colmo \u2013 caule das gram\u00edneas, dividido em gomos<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"70\"><b>Trepadores<\/b><\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"401\">Sarmentoso \u2013 que se agarra por gavinhas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"401\">Vol\u00favel \u2013 que se enrola em um suporte<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"70\"><b>Rastejantes<\/b><\/td>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"401\">Estol\u00e3o \u2013 rastejante, que vai se alastrando pelo ch\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"82\"><b>Subterr\u00e2neos<\/b><\/td>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"477\">Rizoma \u2013 caule subterr\u00e2neo encontrado nas bananeiras, samambaias e outros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"477\">Tub\u00e9rculo \u2013 ramo de caule que entumesce para armazenar reservas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"82\"><b>Aqu\u00e1ticos<\/b><\/td>\n<td colspan=\"2\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\" width=\"477\">Com par\u00eanquimas aer\u00edferos que servem para respira\u00e7\u00e3o e flutua\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n&nbsp;\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Caule\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/caule-15.jpg\" alt=\"Caule\" width=\"194\" height=\"197\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Caule\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/caule-16.jpg\" alt=\"Caule\" width=\"197\" height=\"197\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Caule\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/caule-17.jpg\" alt=\"Caule\" width=\"129\" height=\"198\" \/><\/p>\nOs\u00a0<strong>caules<\/strong>, como as ra\u00edzes desempenham fun\u00e7\u00f5es de reserva de subst\u00e2ncias nutritivas. Provavelmente, o tipo mais familiar de caule especializado no armazenamento \u00e9 o tub\u00e9rculo exemplificado pela batatinha.\n\nNesta os tub\u00e9rculos desenvolvem-se nos \u00e1pices de estolhos (ramos subterr\u00e2neos do caule a\u00e9reo) de plantas que cresceram a partir de sementes.\n\nNo entanto quando s\u00e3o utilizados segmentos de tub\u00e9rculo para a propaga\u00e7\u00e3o, os tub\u00e9rculos surgem nas extremidades de longos e delgados rizomas ou ramos subterr\u00e2neos.\n\nUm bulbo \u00e9 uma grande gema que consiste de um pequeno caule c\u00f4nico no qual se inserem numerosas folhas modificadas. As folhas s\u00e3o escamosas e possuem bases espessadas onde o alimento \u00e9 armazenado.\n\nAs ra\u00edzes advent\u00edcias nascem na base do caule.\n\n<strong>Exemplos familiares de plantas com bulbos s\u00e3o:<\/strong>\u00a0a cebola e o l\u00edrio.\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Caule\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/caule-18.jpg\" alt=\"Caule\" width=\"246\" height=\"247\" \/><\/p>\n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Caule\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/caule-19.jpg\" alt=\"Caule\" width=\"292\" height=\"186\" \/>\n<strong>Cebola<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">Em muitas plantas, como as Monocotiled\u00f4neas, o caule normalmente n\u00e3o se ramifica, como exemplificam as palmeiras em suas grande maioria. Entretanto, na generalidade dos vegetais Dicotiled\u00f4neas, a ramifica\u00e7\u00e3o caulinar obedece as leis da simetria. Em muitas Monocotiled\u00f4neas, segundo alguns autores, n\u00e3o h\u00e1 forma\u00e7\u00e3o de ramos porque a gema terminal possui grande atividade e utiliza as subst\u00e2ncias nutritivas dispon\u00edveis, ao benef\u00edcio do crescimento longitudinal da planta. Todavia, as dracenas, os coqueiro-de-v\u00eanus (Cordyline sp.) e pinh\u00e3o-de-madagascar (Pandanus utilis),e outras fazem exce\u00e7\u00e3o e habitualmente se ramificam. A ramifica\u00e7\u00e3o no pinh\u00e3o-de-mandag\u00e1scar \u00e9 por dicotomia.<\/p>\nEntre as Dicotiled\u00f4neas encontramos o mamoe\u00edro, cujo caule \u00e9 geralmente simples, entretanto, podemos provocar a sua ramifica\u00e7\u00e3o suprimindo a gema terminal ou ent\u00e3o seccion\u00e1-la longitudinalmente.\n\nOs ramos prov\u00eam do desenvolvimento dos gomos ou gemas; estas podem se achar localizada nas axilas das folhas ou fora delas, recebendo as denomina\u00e7\u00f5es de axilares ou extra-axilares, respectivamente.\n\n<strong>Distinguimos para os caules dois tipos de ramifica\u00e7\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote><strong>Dicot\u00f4mica \u2013<\/strong>\u00a0na ramifica\u00e7\u00e3o dicot\u00f4mica (dic\u00f3tomo, dividido em dois), a gema terminal ou apical birfuca-se constituindo dois v\u00e9rtices de crescimento equivalente e que produzir\u00e3o dois ramos os quais, por seu turno quando desenvolvidos apresentar\u00e3o tamb\u00e9m a gema terminal bifurcada, resultando mais dois ramos e assim sucessivamente. A dicotomia \u00e9 ent\u00e3o chamada b\u00edpara, encontra-se na licop\u00f3dio (Lycopodium clavatum) e no Jasmim-manga (Plumeria lutea).pode ocorrer que uma das gemas se desenvolva e a outra n\u00e3o, resultando apenas um ramo. Quanto as algas n\u00e3o produzirem caules, mas sim talos estes podem tamb\u00e9m dividir por dicotomia, como na Dictyota dichotoma.\n<strong>Lateral \u2013<\/strong>\u00a0<strong>a ramifica\u00e7\u00e3o lateral prov\u00e9m do desenvolvimento das gemas axilares e comporta, por sua vez, dois sistemas fundamentais:<\/strong>\u00a0monopodial ou indefinido e simpodial ou definido.<\/blockquote>\n<strong>Sistema Monopodial ou Indefinido<\/strong>\n\nNo sistema monopodial ou indefinido, a gema ou gomo terminal se mant\u00e9m indefinidamente ativa, persistindo anos, s\u00e9culos e at\u00e9 mil\u00eanios, como testemunham as Sequ\u00f3ias da Calif\u00f3rnia. Os ramos prov\u00eam, nestes caso, do desenvolvimento das gemas laterais, sendo tanto mais velhos e maiores, quanto mais afastados do v\u00e9rtice. Como exemplos citamos o carvalho-europeu, o freixo (Fraxinus sp.), Abies, Picea e outras con\u00edferas de forma piramidal c\u00f4nica.\n\n<strong>Os ramos que nascem, diretamente, sobre o caule o eixo caulinar, denomina-se de Segunda ordem:<\/strong>\u00a0desses partem os de terceira ordem, que dar\u00e3o por sua vez os de Quarta ordem e assim por diante, de modo que o conjunto imprime um aspecto c\u00f4nico ao vegetal.\n\nNos caules de crescimento indefinido, o crescimento longitudinal prevalece sobre o crescimento lateral, como observa na arquitetura das grandes con\u00edferas.\n\nEnquanto durar e funcionar o \u00e1pice vegetativo do eixo principal, este sempre sobrepujar\u00e1 os ramos laterais e a por\u00e7\u00e3o terminal do caule crescer\u00e1 sem interrup\u00e7\u00e3o, mas se acidentalmente a gema terminal for destru\u00edda, um ou v\u00e1rios dos ramos secund\u00e1rios se desenvolver\u00e3o substituindo o eixo principal.\n\nO aspecto habitual de um vegetal, quando se desenvolve isoladamente, depende da distribui\u00e7\u00e3o dos ramos sobre o caule; esta conforma\u00e7\u00e3o caracter\u00edstica denomina-se f\u00e1ceis o permite reconhecer certas plantas, mesmo \u00e0 dist\u00e2ncia, como os pinheiros, os cupressos (Cupressus sempervirens), em outras.\n\nComprovando a distribui\u00e7\u00e3o dos ramos no caule, de diferentes plantas, vemos que eles formam com o eixo principal \u00e2ngulos diversos, donde o aspecto distinto da copa.\n\n<strong>Conforme a inclina\u00e7\u00e3o maior ou menor dos ramos laterais sobre o eixo caulinar, distinguimos diversas formas de ramifica\u00e7\u00e3o:<\/strong>\n<blockquote>Adpressa, quando os ramos secund\u00e1rios formam o caule um \u00e2ngulo agudo, como no cupresso (Cupressus pyranidalias).\nFastigiata, quando os ramos partem de n\u00edveis diferentes do caule e tendem a atingir a mesma altura como no pino (Pinus pinea).\nPatente, quando o \u00e2ngulo formado pelos ramos sobre o caule \u00e9 aproximadamente, de 45\u00ba, como na oliveira (Olea europaea).\nHorizontal, quando o \u00e2ngulo formado pelos ramos caulinar, \u00e9 quase reto, como no pinheiro-do-paran\u00e1 (Araucaria angustifolia), no chap\u00e9u-de-sol (Terminalia catappa) e nos cedros.\nPendente, quando os ramos se curvam para o solo, como no chor\u00e3o (Salix babylonica).<\/blockquote>\n<strong>Sistema Simpodial ou Definido<\/strong>\n\nNo sistema simpodial ou definido, a gema terminal tem vida ef\u00eamera, sobrevindo a paraliza\u00e7\u00e3o completa do crescimento do eixo principal, ao mesmo tempo que a gema lateral que se encontra, logo abaixo, entra em franca atividade, produzindo um ramo que tomar\u00e1 uma dire\u00e7\u00e3o mais ou menos vertical, recalcando para o lado a parte do caule que lhe \u00e9 superior. Por sua vez, a gema terminal deste ramo cedo se atrofia, provocando faltamente o desenvolvimento da gema mais pr\u00f3xima da ponta, havendo forma\u00e7\u00e3o de um terceiro ramo, que se comportar\u00e1 de modo id\u00eantico ao segundo e assim por diante. Nesse sistema, o eixo principal tem crescimento limitado, e o eixo que o continua \u00e9 constitu\u00eddo pelos ramos laterais colocados, em geral na mesma dire\u00e7\u00e3o em ordem gradual do desenvolvimento das gemas laterais. Tal disposi\u00e7\u00e3o, a um exame pouco atento, nos oferece o car\u00e1ter fundamental do sistema monopodial. Todavia, podemos evitar o engano poss\u00edvel, por que existe sempre uma br\u00e1ctea que se coloca na base do ramo e simula continuar o eixo caulinar, em posi\u00e7\u00e3o a ponta do caule recalcada lateralmente.\n\n\u00c9 evidente que esta br\u00e1ctea acompanha apenas os ramos novos, n\u00e3o se encontrando, portanto, nos caules j\u00e1 idosos.\n\n<strong>A ramifica\u00e7\u00e3o simp\u00f3dia tem ainda as denomina\u00e7\u00f5es de cimeira ou cima e apresenta as modalidades seguintes:<\/strong>\n<blockquote><strong>Cimeira Un\u00edpara \u2013<\/strong>\u00a0Deixamos de descrever a cimeira un\u00edpara, porque ela constituiu o exemplo de que nos servimos para a descri\u00e7\u00e3o do sistema de ramifica\u00e7\u00e3o simpodial, atras mencionado.<\/blockquote>\n<strong>Todavia, consideremos as sua duas varia\u00e7\u00f5es:<\/strong>\n<blockquote><strong>Cimeira Un\u00edpara Escorpi\u00f3ide \u2013<\/strong>\u00a0os ramos prov\u00eam de gemas laterais, situadas sempre do mesmo lado e no mesmo plano, de sorte que o aspecto geral assemelha-se \u00e0 cauda de um escorpi\u00e3o, quando em posi\u00e7\u00e3o de ataque.\n<strong>Cimeira Un\u00edpara Helic\u00f3ide \u2013<\/strong>\u00a0os ramos situam-se lateralmente com a rela\u00e7\u00e3o a dire\u00e7\u00e3o do caule.\n<strong>Cimeira B\u00edpara \u2013\u00a0<\/strong>caracteriza-se pelo desenvolvimento de sua gemas laterais, opostas, ap\u00f3s a atrofia e morta da gema terminal. Cada ramo assim formado comporta-se de modo semelhante ao eixo caulinar e assim sucessivamente. Essa maneira de ramifica\u00e7\u00e3o recebeu tamb\u00e9m o nome de falsa dicotomia, pela analogia que apresenta com a dicotomia verdadeira.\n<strong>Cimeira Mult\u00edpara \u2013<\/strong>\u00a0tem por caracter\u00edstica o desenvolvimento de diversas gemas laterais, situadas todas ao redor do mesmo n\u00f3, tomando os ramos uma dire\u00e7\u00e3o inclinada com rela\u00e7\u00e3o ao eixo principal.<\/blockquote>\n<strong>Anatomia do caule<\/strong>\n\nQuando cortamos um\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0jovem de dicotiled\u00f4nea e um de monocotiled\u00f4neas, notamos que existe entre eles uma diferen\u00e7a bem acentuada.\n\nEnquanto que no\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0de dicotiled\u00f4nea se pode observar um cilindro central bem destacado nas monocotiled\u00f4neas isto n\u00e3o ocorre pois os tecidos de condu\u00e7\u00e3o s\u00e3o encontrados dispersos, tanto na periferia como na parte central do\u00a0<strong>caule<\/strong>, n\u00e3o se podendo individualizar uma regi\u00e3o central em que o xilema e floema se localizassem.\n\nChamamos de eust\u00e9lica (eu=verdadeiro + stele= cilindro central} a estrutura dos\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0de dicotiled\u00f4neas e das gimnospermas, que lhes s\u00e3o semelhantes.\n\nQuanto ao\u00a0<strong>caule<\/strong>\u00a0de monocotiled\u00f4neas, sua estrutura \u00e9 denomida de ast\u00e9lica (a=sem + stele= cilindro central) por n\u00e3o possuir cilindro central.\n\nVia de regra, os\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0das dicotiled\u00f4neas, com o passar do tempo, formam meristemas secund\u00e1rios que fazem com que engrossem, formando uma estrutura secund\u00e1ria, J\u00e1 os\u00a0<strong>caules<\/strong>\u00a0das monocotiled\u00f4neas, salvo rar\u00edssimas exce\u00e7\u00f5es, n\u00e3o engrossam, ficando com uma estrutura prim\u00e1ria durante a vida inteira.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.biomania.com\/www.consulteme.com.br\/www.marcobueno.net\/campus.fortunecity.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caule, Estrutura, Fun\u00e7\u00e3o, Origem, Tipos, Anatomia, Constitui\u00e7\u00e3o, A\u00e9reos, Subterr\u00e2neos, Aqu\u00e1ticos, \u00d3rg\u00e3o, Caracter\u00edsticas, Caule<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1808,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-18927","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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