{"id":17975,"date":"2016-01-15T00:00:00","date_gmt":"2016-01-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/classe-chondrichthyes\/"},"modified":"2016-01-15T00:00:00","modified_gmt":"2016-01-15T00:00:00","slug":"classe-chondrichthyes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-chondrichthyes\/","title":{"rendered":"Classe Chondrichthyes"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 cerca de 1.000 esp\u00e9cies nesta classe de peixes. A esp\u00e9cie desta classe t\u00eam um esqueleto flex\u00edvel feito de cartilagem em vez de osso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tubar\u00f5es, raias e quimeras comp\u00f5em a\u00a0<strong>Classe Chondrichthyes<\/strong>, ou \u201cpeixe cartilaginoso.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os membros da\u00a0<strong>Classe Chondrichthyes<\/strong>\u00a0carecem de osso verdadeiro e t\u00eam um esqueleto feito de cartilagem (o material flex\u00edvel que voc\u00ea pode sentir em seu nariz e nas orelhas).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Somente os dentes, e \u00e0s vezes suas v\u00e9rtebras, s\u00e3o calcificada. Esta cartilagem calcificada tem uma estrutura diferente daquela do osso verdadeiro. Assim, a preserva\u00e7\u00e3o de todo o corpo de um peixe cartilaginoso s\u00f3 ocorre em condi\u00e7\u00f5es especiais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A\u00a0<strong>Classe Chondrichthyes<\/strong>\u00a0\u00e9 um dos dois grandes grupos de peixes vivos, sendo o outro o\u00a0<strong>osteichthians<\/strong>, ou peixes \u00f3sseos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Imagine encontrar um tubar\u00e3o morto em uma praia. Como outros esqueletos dos peixes que voc\u00ea j\u00e1 viu, voc\u00ea esperaria uma caixa tor\u00e1cica e ossos duros para revelar-se como o animal deteriorado. No entanto, os tubar\u00f5es s\u00e3o \u00fanicos. Eles n\u00e3o t\u00eam esqueleto \u00f3sseo. Eles s\u00e3o peixes cartilaginosos, juntamente com as raias e quimeras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Classe Chondrichthyes \u2013 Peixes Cartilaginosos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A\u00a0<strong>classe Chondrichthyes<\/strong>\u00a0(grego Chondros, cartilagem + ichthys, peixe), tamb\u00e9m conhecida por Elasmosbranchii, \u00e9ra dos peixes cartilaginosos. Cartilagem \u00e9 o tecido el\u00e1stico do nosso nariz e orelhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apareceram no final do Dev\u00f4nio e desenvolveram-se no Carb\u00f4nico. Os peixes desta classe n\u00e3o possuem ossos verdadeiros, seu esqueleto \u00e9 feito d\u00e7 cartilagem fracamente calcificada. Todos predadores, tem a pele rija coberta de pequenas escamas plac\u00f3ides.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m n\u00e3o possuem bexiga natat\u00f3ria, \u00f3rg\u00e3o membranoso que o animal enche e esvazia de g\u00e1s (02, N2 ou C02) permitindo que seu corpo fique neutro na \u00e1gua, como o colete equilibrador de mergulho aut\u00f4nomo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por isso, a maioria das esp\u00e9cies desta classe ficam em constante movimento para n\u00e3o afundar, os que n\u00e3o nadam ficam apoiados no fundo. O figado abrange mais ou menos 20% do peso do corpo e \u00e9 rico em vitamina A. Possuem de 5 a 7 fendas branquiais de cada lado da cabe\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Os tr\u00eas representantes vivos da classe s\u00e3o:<\/strong>\u00a0Tubar\u00e3o, Raia e Quimera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Quimera \u00e9 um animal de diftcil encontro e n\u00e3o nos oferece risco, nos interessam o Tubar\u00e3o e a Raia. Ambos costumam ter a companhia de duas esp\u00e9cies de peixes, o Piloto , que nada na frente ou ao lado da cabe\u00e7a e a R\u00eamora, que atrav\u00e9s de uma ventosa dorsal se fixa indo de carona. A r\u00eamora tamb\u00e9m se fixa em tartarugas, cet\u00e1ceos e em cascos de barcos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Identifica\u00e7\u00e3o<\/strong><br><blockquote><strong>Superclasse:\u00a0<\/strong>Peixes<strong><br>Classe:\u00a0<\/strong>Chondrichthyes (Cartilaginosos)<strong><br>Subclasse:<\/strong>\u00a0Selachii (Tubar\u00e3o e raia)<strong><br>Ordem:\u00a0<\/strong>Squaliformes \/ Pleurotremata (Tubar\u00e3o)<strong><br>Ordem:<\/strong>\u00a0Rajiformes \/ Hypotremata (Raia)<strong><br>Subclasse:<\/strong>\u00a0Holocephali<strong><br>Ordem:\u00a0<\/strong>Chimaeriforrnes (Quimera)<\/blockquote><br><strong>Tubar\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando ouvimos esta palavra logo imaginamos um terr\u00edvel e implac\u00e1vel devorador que, ao ver um ser humano, n\u00e3o hesita em atac\u00e1-lo at\u00e9 a morte. Por\u00e9m, apesar do ceticismo popular, a realidade \u00e9 totalmente diferente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida que na \u00e1gua ele \u00e9 um verdadeiro rei, apareceu na Terra no Per\u00edodo Devoniano h\u00e1 mais de 300 milh\u00f5es de anos, antes dos dinossauros, sendo que habita o mar at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Teve durante todos estes milh\u00f5es de anos apenas poucas mudan\u00e7as biol\u00f3gicas, o que demostra ser um animal perfeitamente evolu\u00eddo e adaptado em seu meio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil foi encontrado um f\u00f3ssil de 220 milh\u00f5es de anos. Vive em todos os oceanos do mundo podendo-se encontrar algumas esp\u00e9cies em rios e lagos, como no lago Nicar\u00e1gua, norte da Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No mar vive desde a superficie at\u00e9 a profundidades de mais de 1.800 metros, possuindo neste caso org\u00e3os luminosos como o Dwarf-shark(Squaliolus Iaticaudus).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o fusiformes e perfeitamente hidrodin\u00e2micos, atingindo grandes velocidades. Esp\u00e9cies como o Mako e o Branco atingem at\u00e9 70 km\/h. A pele \u00e9 acinzentada no dorso e esbranqui\u00e7ada no ventre. Possu\u00ed a barbatana dorsal em forma de ponta de asa e o corpo revestido por pequenas escamas plac\u00f3\u00eddes dentadas que n\u00e3o se sobrep\u00f5em.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Possui uma agu\u00e7ada sensibilidade do meio. A vis\u00e3o, que \u00e9 melhor que a do gato, focaliza objetos sete vezes melhor que um mergulhador. Sua linha lateral sente perfeitamente qualquer varia\u00e7\u00e3o hidrost\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seu \u00f3rg\u00e3o conhecido como Ampolas de Lorenzini, que t\u00eam os pontos de sensibilidade sob o focinho, s\u00e3o sens\u00edveis a m\u00ednimas varia\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas e magn\u00e9ticas. Pressentem descargas de 1,5 Volts a 1.500 Km de dist\u00e2ncia. Percebe a presen\u00e7a humana a enormes dist\u00e2ncias. O c\u00e9rebro \u00e9 pequeno e quase insens\u00edvel \u00e0 dor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tem uma boca ventral com enorme mand\u00edbula que pode conter, dependendo da esp\u00e9cie, de 10 (tubar\u00e3o de 7 fendas) a mais de 100 (tubar\u00e3o Baleia) dentes dispostos em 5 ou 6 fileiras. Quando ele perde um dente, o de traz se desloca para a frente at\u00e9 tomar seu lugar, este deslocamento pode demorar de 24 horas (tubar\u00e3o Branco) a uma semana (ca\u00e7\u00e3o Lim\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tubar\u00e3o troca de dentes com certa freq\u00fc\u00eancia, s\u00e3o milhares os trocados durante sua vida. Algumas esp\u00e9cies t\u00edpicas de regi\u00f5es bent\u00f4nicas possuem o corpo achatado como o caso do tubar\u00e3o Anjo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 cerca de 360 esp\u00e9cies e seu tamanho varia de 20 cm, tubar\u00e3o Bicudo (Squaliolus laticaudus) de 150 a 200 gramas de peso at\u00e9 18 metros, tubar\u00e3o Baleia com 15 a 20 toneladas, o maior peixe do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maioria \u00e9 pequena, 65% medem at\u00e9 1,2 metros, 29% ficam entre 1,2 e 3,7 metros e apenas 60% medem mais que 3,7 metros. O macho se distingue da f\u00eamea por possuir um par de ap\u00eandices copuladores formados por expans\u00f5es de cada uma das suas barbatanas p\u00e9lvicas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Predadores por excel\u00eancia, se alimentam de tudo o que for comest\u00edvel, at\u00e9 do que n\u00e3o o \u00e9, vivendo cerca de 25 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A carne deste peixe est\u00e1 cada vez mais sendo aceita para consumo e suas nadadeiras secas s\u00e3o muito apreciadas no oriente. Os orientais s\u00e3o inclusive grandes respons\u00e1veis pela aniquila\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Vi um filme deprimente e revoltante de pescadores japoneses em grandes barcos matando uma quantidade enorme de tubar\u00f5es s\u00f3 para retirar as nadadeiras, jogando o corpo sem condi\u00e7\u00f5es de sobreviv\u00eancia de volta ao mar, um absurdo de desperd\u00edcio de recursos naturais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ca\u00e7\u00e3o \u2013 Tubar\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sabe qual \u00e9 a diferen\u00e7a entre ca\u00e7\u00e3o e tubar\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 mais de 14 anos, digo aos meus alunos que depende do agente devorador. Se o encontramos na \u00e1gua onde ele nos devora, \u00e9tubar\u00e3o e, se o compramos na peixaria, situa\u00e7\u00e3o que somos n\u00f3s que o devoramos, \u00e9 ca\u00e7\u00e3o. Na verdade o que existe na nomenclatura \u00e9 uma diferen\u00e7a regional, o animal que \u00e9chamado de ca\u00e7\u00e3o no Sudeste\/Sul, \u00e9 conhecido como tubar\u00e3o no Nordeste.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os pescadores costumam chamar de ca\u00e7\u00e3o os pequenos tubar\u00f5es, inclusive havendo o lado psicol\u00f3gico da venda, \u00e9 muito mais f\u00e1cil vend\u00ea-lo chamando de ca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um ca\u00e7\u00e3o comum no nosso litoral e comercializado sem alarde, o Martelo, \u00e9 um dos mais perigosos tubar\u00f5es que existem. A realidade \u00e9 que o animal \u00e9 um s\u00f3, principalmente se o avistamos na \u00e1gua, com certeza, independente do tamanho, vai ser sempre um tubar\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Esp\u00e9cies Perigosas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Somente poucas esp\u00e9cies s\u00e3o consideradas potencialmente perigosas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Algumas das mais agressivas s\u00e3o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Destas o Branco \u00e9 o mais temido, considerado o maior predador. Estas esp\u00e9cies costumam ter de 2 a 4 metros. Assim como temos esp\u00e9cies potencialmente perigosas tamb\u00e9m temos as inofensivas como o Marracho, Peregrino (at\u00e9 10 metros de comprimento), Baleia (at\u00e9 18 metros), Anjo e Lixa (Lambar\u00fa).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tubar\u00e3o Baleia, assim como o Peregrino, \u00e9 comedor de pl\u00e2ncton e pequenos organismos. Para quem n\u00e3o conhece sua passividade, \u00e9 um verdadeiro monstro. Imagine encontrar um gigantesco tubar\u00e3o com mais de 15 metros. No Brasil, um exemplar de 10,60 metros e 10 toneladas encalhou no litoral do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele vive em grandes profundidades, subindo raramente \u00e0 superficie, normalmente na primavera para se alimentar de pl\u00e2ncton. Assim como nos mam\u00edferos, os maiores s\u00e3o mansos e inofensivos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Inimigos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os inimigos naturais do tubar\u00e3o que podem fer\u00ed-lo ou at\u00e9 mat\u00e1-lo s\u00e3o a Orca, Cachalote, grupo de Golfinhos, Crocodilo marinho e Lula gigante. O homem se tornou um grande se n\u00e3o o maior inimigo do tubar\u00e3o, inclusive gerando preocupa\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesca predat\u00f3ria deles. H\u00e1 possibilidade de serem extintas diversas esp\u00e9cies, devido \u00e0pesca indiscriminada e descontrolada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ordem Squaliformes\/Pleurotremata (TUBAR\u00c3O)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Principais Fam\u00edlas:<\/strong><br><blockquote>Orectolobidae (Lambar\u00fa)<br>Alopiidae (Raposa)<br>Carchariidae (Mangona)<br>Lamnidae (Branco\/Mako)<br>Sphyrnidae (Martelo)<br>Carcharminidae (AzulIGalha Branca\/Tigre)<br>Rhincodontidae (Baleia)<br>Cetorhinidae (Peregrino)<br>Triakidae (Canejo)<br>Squalidae (Prego)<br>Squatinidae (Anjo)<\/blockquote><br><strong>RAIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como o Tubar\u00e3o, existem desde a era Prim\u00e1ria h\u00e1 mais de 300 milh\u00f5es de anos. Possuem o corpo achatado, nadadeiras peitora\u00eds muito desenvolvidas no mesmo plano do corpo formando um disco e cauda normalmente fina onde se alojam os ferr\u00f5es. Estes, quando presentes, s\u00e3o o maior risco, pois possuem a forma de ponta de flecha, todo farpado. Povos da Oceania usavam estes ferr\u00f5es, que alcan\u00e7am at\u00e9 40 cm, na ponta de lan\u00e7as. Alimentam-se ao entardecer e reproduzem-se de mar\u00e7o a abril.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O maior risco de ferimento \u00e9 com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s raias que vivem em fundos arenosos. Quando ela sente-se amea\u00e7ada, levanta o ferr\u00e3o que fica perpendicular ao fundo. Uma pessoa, entrando ou saindo do mar por uma praia, pode ter o p\u00e9 espetado por este eficiente dardo de defesa, que causa muita dor e, \u00e0s vezes, s\u00e9ria inflama\u00e7\u00e3o. E l\u00f3gico que a raia n\u00e3o vai ficar parada \u00e0 espera de ser pisada, isso s\u00f3 acontece quando ela \u00e9 acuada. A raia n\u00e3o pode, como muitos j\u00e1 me perguntaram, disparar o ferr\u00e3o contra o mergulhador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existe raia em \u00e1gua doce e no mar. Das marinhas, destaco as 4 esp\u00e9cies mais comentadas e temidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RAIA MANTEIGA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De pequeno porte, comum de 50 cm a um metro, possui 2 ferr\u00f5es na cauda. Fica semi enterrada na areia \u00e0 espera da presa. O risco \u00e9 pisarmos em cima de uma, machucando o p\u00e9 no ferr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A carne desta raia \u00e9 uma das poucas apreciadas, entre as raias, para se comer.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RAIA EL\u00c9TRICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m \u00e9 conhecida como Treme-Treme, pois d\u00e1 descargas el\u00e9tricas. S\u00e3o aproximadamente 38 esp\u00e9cies em 10 g\u00eaneros. De 40 a 50 cm, possui o corpo quase circular, cauda grossa com nadadeiras e a parte ventral com manchas. Vivendo em fundos arenosos ou de cascalho, fica semi-enterrada \u00e0 espera da presa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o possui ferr\u00e3o mas possui dois org\u00e3os entre a cabe\u00e7a e a nadadeira peitoral, com c\u00e9lulas geradoras de corrente el\u00e9trica, que descarregam 150 choques por segundo de 45 a 220 Volts e com 2.000 W.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s a descarga, a raia precisa de um grande tempo para se recarregar. Esses choques podem levar, al\u00e9m da tontura, ao desmaio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela se utiliza da descarga el\u00e9trica para defesa e algumas vezes para captura de presas. \u00c9 de dif\u00edcil aproxima\u00e7\u00e3o. Em 1985, em Ilha Bela, fiquei bem uns 15 minutos atr\u00e1s de uma para conseguir fotograf\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 l\u00f3gico que devemos manter uma dist\u00e2ncia respeit\u00e1vel, pois uma descarga el\u00e9trica sob a \u00e1gua pode causar afogamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RAIA CHITA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tem este nome pois seu dorso possui manchas redondasclaras. E de grande porte e formato losangular, alcan\u00e7ando 2,50 metros com 250 Kg. De nata\u00e7\u00e3o livre, possui de 1 a 5 ferr\u00f5es na cauda, tendo a cabe\u00e7a saliente com um focinho parecido com um bico de pato. Tamb\u00e9m \u00e9 de dificil aproxima\u00e7\u00e3o. Fica perto da superffcie, como as Jamantas, e se alimenta de pequenos moluscos. Por vezes pula fora da \u00e1gua. J\u00e1 encontrei algumas grandes, mas nunca consegui chegar muito perto, o que \u00e9 ideal, devemos manter boa dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RAIA JAMANTA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A raia Jamanta, apesar de n\u00e3o oferecer risco com rela\u00e7\u00e3o a ferr\u00e3o, pode ser perigosa devido ao seu grande tamanho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>H\u00e1 dois g\u00eaneros muito parecidos:\u00a0<\/strong>a Manta e a Mobula. As do g\u00eanero Manta s\u00e3o as maiores, chegando a medir 5 metros de comprimento por 8 de largura, com peso de 3 toneladas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Mobula atinge cerca de 2 metros e possui um ferr\u00e3o pouco desenvolvido. O corpo da Jamanta \u00e9 em formato losanguiar, como a chita, s\u00f3 que possui duas proje\u00e7\u00f5es carnosas ao lado da boca, que \u00e9 terminal e n\u00e3o ventrai.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Devido a estas proje\u00e7\u00f5es em forma de chifre, que s\u00e3o, na verdade, nadadeiras cef\u00e1iicas, era conhecida como diabo marinho ou dem\u00f4nio do mar. Um dos livros que narra aventuras com este peixe, do grande pesquisador submarino Hans Hass, tem o t\u00edtulo de ?Dem\u00f4nio do Mar Vermelho?. Possui colora\u00e7\u00e3o preto-escuro no dorso e branca no ventre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nada lentamente perto da superf\u00edcie inclusive por vezes deixando sair as pontas das nadadeiras para fora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando nos deparamos com uma Jamanta, nos impressio. na n\u00e3o s\u00f3 o seu enorme tamanho, como o fato dela vir em nossa dire\u00e7\u00e3o, passando a uma dist\u00e2ncia muitas vezes inferior a 2 metros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Devido \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o e abertura de sua boca, \u00e9 nos dado a sensa\u00e7\u00e3o de que vamos ser engolidos, o que \u00e9 irreal, pois o animal tem dentes muito pequenos e s\u00f3 se alimenta de pl\u00e2nctons e pequenos crust\u00e1ceos, utilizando, por vezes, o par de nadadeiras cef\u00e1licas para direcionar o alimento \u00e0 sua boca. As menores s\u00e3o mais curiosas e ficam mais tempo em nossa volta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O meu primeiro contato com uma Jamanta, em 1981, foi assustador. Eu estava come\u00e7ando na atividade e n\u00e3o fazia id\u00e9ia do que era um peixe daquele tamanho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mergulhava calmamente na ilha Laje de Santos, um pouco afastado do cost\u00e3o, quando senti um enorme vulto por cima de mim.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando levantei a cabe\u00e7a, deu-me a impress\u00e3o de um filme espacial, onde aquelas enormes naves ficam passando na teia como se n\u00e3o tivessem fim. Aquele vulto, a poucos metros da minha cabe\u00e7a, passava sem parar, pois ainda tive a sorte de logo deparar com uma raia de uns 5 metros de largura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Eu me apavore\u00ed e nadei feito um doido para tentar me enfiar entre as pedras. Tive, al\u00e9m de uma intoxica\u00e7\u00e3o por Di\u00f3xido de Carbono (G\u00e1s Carb\u00f4nico), um encontro realmente marcante. Com o tempo, acostumei-me inclusive, a pegar carona no animal e garanto que \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o indescrit\u00edvel, imagino como um v\u00f4o de asa deita submarino.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Para quem vai se aventurar a pegar carona, quatro conselhos \u00fateis:<\/strong>\u00a0o primeiro \u00e9 nunca se aproximar pela frente, pois isso assusta a raia que pode dar uma guinada brusca para o lado pondo em risco o mergulhador, uma ?asada? de sua nadadeira deve equivaler a um soco de Mike Tyson (!).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Devemos nos aproximar por cima e por tr\u00e1s, deitando suavemente sobre seu dorso. O segundo conselho \u00e9 n\u00e3o abusar no malabarismo sobre ela pois, depois que pegamos confian\u00e7a, come\u00e7amos a fazer estripul\u00edas que podem assustar o animal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O terceiro \u00e9 tomar cuidado com a varia\u00e7\u00e3o de profundidade, na excita\u00e7\u00e3o da carona descuidamos da compensa\u00e7\u00e3o e, como a Jamanta varia muito a profundidade, perto da superficie, pode facilmente nos ocorrer um barotrauma, principalmente de ouvido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O \u00faltimo \u00e9:<\/strong>\u00a0s\u00f3 se aventure se tiver boa experi\u00eancia de mergulho e se sentir perfeitamente seguro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>OUTRAS RAIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 outras raias, normalmente de pequeno porte, Sapo, Ticonha, Borboleta, Lixa, Pintada e Santa, que ficam nadando perto do fundo e raia Amarela que fica semi-enterrada na areia. Estas pouco encontramos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Identifica\u00e7\u00e3o<\/strong><br><blockquote><strong>Ordem:<\/strong>\u00a0Rajiformes \/ Hypotremata (Raia)<strong><br>Subordem:\u00a0<\/strong>Batoidea<\/blockquote><br><strong>Principais Fam\u00edlias<\/strong><br><blockquote><strong>Myliobatidae\u00a0<\/strong>(Chita, Ticonha, Sapo)<strong><br>Dasyatidae\u00a0<\/strong>(Manteiga, Borboleta)<strong><br>Mobulidae\u00a0<\/strong>(Jamanta)<strong><br>Subordem:\u00a0<\/strong>Narcobatoidea<strong><br>Fam\u00edlia:\u00a0<\/strong>Torpedinidae (El\u00e9trica)<\/blockquote><br><strong>Classe Chondrichthyes \u2013 Caracter\u00edsticas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Possuem mand\u00edbulas, que possibilitam a maior variedade de alimentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Caracter\u00edsticas<\/strong><br><blockquote>Esqueleto totalmente cartilaginoso.<br>Pele revestida por dinimutas camadas plac\u00f3ides.<br>Boca ventral e as fendas faringeanas est\u00e3o reduzidas a cinco pares.<br>Circula\u00e7\u00e3o fechada.<br>Circula\u00e7\u00e3o simples e completa.<br>Possuem grupos segmentares pelo corpo nadadeiras pares, peitorais e p\u00e9lvica e uma nadadeira caudal.<\/blockquote><br><strong>Peixes \u00d3sseos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>S\u00e3o tanto de \u00e1guas doce quanto de salgadas:<\/strong><br><blockquote>Boca \u00e9 terminal e as fendas branquiais s\u00e3o em quatro pares, e n\u00e3o exteriores.<br>Pele com escamas de origem d\u00e9rmica \u00e9 lubrificada com mucos.<br>Linha lateral capta as varia\u00e7\u00f5es de press\u00e3o e pequenas vibra\u00e7\u00f5es<br>Esqueleto formado por cr\u00e2nio.<br>Possui bexigas natat\u00f3ria.<\/blockquote><br><strong>Escamas<\/strong><br><blockquote><strong>Cicl\u00f3ides:\u00a0<\/strong>Normalmente arredondadas e lisas<strong><br>Cten\u00f3ides:\u00a0<\/strong>Mais ou menos rugosas e com a margem denteada<strong><br>Gan\u00f3ides:\u00a0<\/strong>Em forma de placa romb\u00f3ide<strong><br>Plac\u00f3ides:\u00a0<\/strong>As escamas t\u00edpicas dos Chondrichthyes, t\u00eam a base de dentina.<\/blockquote><br><strong>Nutri\u00e7\u00e3o Chondrichthyes<\/strong><br><blockquote>Boca ventral<br>Fileiras de dentes com substitui\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica<br>Intestino curto com v\u00e1lvulas espirais (tiflossolis)<br>Apresenta p\u00e2ncreas e grande f\u00edgado<br>Termina na cloaca.<\/blockquote><br><strong>Chondrichthyes\u00a0e Osteichthyes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os peixes formam o grupo de vertebrados mais numeroso e mais diversificado, superando a cifra de 40.000 esp\u00e9cies viventes sendo divididos em Agnatha, Chondrichthyes (tubar\u00f5es e raias) e Ostheichthyes (peixes \u00f3sseos).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os peixes apresentam tamanhos e formas variados, a maioria das esp\u00e9cies s\u00e3o marinhas, embora existam muitas de \u00e1gua doce e ainda, toleram grandes varia\u00e7\u00f5es de temperatura, sendo que algumas esp\u00e9cies podem sobreviver em fontes termais de 42\u00b0 C enquanto outras podem viver em ambientes com temperaturas pr\u00f3ximas a do congelamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os primeiros peixes, representados pelos j\u00e1 extintos ostracodermos e os peixes Agnatha (sem mand\u00edbulas) surgiram, provavelmente no Cambriano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Acredita-se que os dois grupos atuais mais importantes,\u00a0<strong>Chondrichthyes<\/strong>\u00a0e Osteichthyes, surgiram no final do Devoniano e final do Siluriano respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sendo assim, os tubar\u00f5es e formas similares apareceram no planeta Terra na Era Paleoz\u00f3ica, Per\u00edodo Devoniano, cerca de 408 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Neste ambiente aqu\u00e1tico os peixes, dentre eles os ca\u00e7\u00f5es, experimentaram uma grande variedade de formas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao longo de sua exist\u00eancia, esses seres sofreram especializa\u00e7\u00f5es evolutivas, adquirindo v\u00e1rios h\u00e1bitos de vida, ocupando, igualmente, diversos habitats. Uma coisa, por\u00e9m, ocorreu \u2013 mantiveram a tipologia de seus ancestrais, por isso s\u00e3o considerados, por alguns, como animais primitivos, desprezando-se todos os avan\u00e7os conseguidos em milh\u00f5es de anos, especificamente com rela\u00e7\u00e3o aos sentidos e estrat\u00e9gias reprodutivas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O nome Chondrichthyes (do grego chondros, cartilagem, e ichthyos, peixe) reflete a caracter\u00edstica distintiva mais marcante desses animais:\u00a0<\/strong>o esqueleto formado por tecido cartilaginoso, e n\u00e3o por tecido \u00f3sseo. S\u00e3o os tubar\u00f5es, as quimeras e as raias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Caracter\u00edsticas<\/strong><br><blockquote>Grandes (m\u00e9dia de 2 m)<br>Corpo fusiforme ou deprimido dorsoventralmente<br>Nadadeira caudal heterocerca (dificerca em quimeras)<br>Nadadeiras peitorais e p\u00e9lvicas pareadas<br>2 Nadadeiras dorsais medianas<br>Nadadeiras p\u00e9lvicas transformadas em Cl\u00e1speres<br>Boca ventral, 2 bolsas olfat\u00f3rias<br>Pele com escamas plac\u00f3ides ou nuas em elasmobr\u00e2nquios e nua em quimeras<br>Dentes de escamas plac\u00f3ides substitu\u00eddos em s\u00e9rie. Dentes em plavas trituradoras em quimeras<br>Endoesqueleto cartilaginoso (notocorda persistente mas reduzida)<br>Cr\u00e2nios sem suturas<\/blockquote><br><strong>Sistema muscular<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Blocos de m\u00fasculos em mi\u00f4meros, que permitem as ondula\u00e7\u00f5es, principalmente na cauda, desenvolvendo a nata\u00e7\u00e3o. H\u00e1 m\u00fasculos que se especializam para o funcionamento de outros \u00f3rg\u00e3os dos corpo, tais como os que movimentam as nadadeiras e promovem a locomo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sistema digest\u00edvo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A boca \u00e9 ventral com v\u00e1rias fileiras de dentes laminares e pontiagudos, que s\u00e3o substitu\u00eddos frequentemente. Esses dentes s\u00e3o, muitas vezes, transforma\u00e7\u00f5es das escamas plac\u00f3ides.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A l\u00ednguas espessa \u00e9 presa ao assoalho bucal. Segue-se a faringe com 5 a 7 pares de fendas branquiais. O es\u00f4fago curto conduz o alimento ao est\u00f4mago que apresenta a forma de letra J . O intestino \u00e9 curto, mas para compensar, possui internamente as v\u00e1lvulas espirais ou tiflossolis para remover o excesso de sais. A termina\u00e7\u00e3o do intestino \u00e9 a cloaca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1 gl\u00e2ndulas como o p\u00e2ncreas e um enorme f\u00edgado bilobado com ves\u00edcula biliar, n\u00e3o tem gl\u00e2ndulas salivares.<br><blockquote>Fileiras de dentes laminares e pontiados frequentemente substitu\u00eddos<br>Est\u00f4mago em forma de J e F\u00edgado grande preenchido com \u00f3leo para auxiliar a flutua\u00e7\u00e3o<\/blockquote><br><strong>Sistema sangu\u00edneo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sangue possui hem\u00e1cias grandes, ovais e nucleadas. O cora\u00e7\u00e3o \u00e9 envolvido pelo peric\u00e1rdio e tem forma de letra S.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Apresenta 4 cavidades:\u00a0<\/strong>seio venoso de paredes finas, um \u00e1trio ou aur\u00edcula, um ventr\u00edculo e um cone ou bulbo arterial de onde sai a aorta ventral. Circula\u00e7\u00e3o fechada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cora\u00e7\u00e3o com 4 c\u00e2maras:<\/strong><br><blockquote>Seio venoso<br>\u00c1trio<br>Ventr\u00edculo<br>Cone arterial<\/blockquote><br><strong>Respira\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 branquial. Possuem 5 a 7 pares de branquias localizadas em c\u00e2maras separadas, com fendas que se abrem para o exterior. N\u00e3o h\u00e1 op\u00e9rculo para proteger as br\u00e2nquias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tem um par de orif\u00edcios:<\/strong>\u00a0os espir\u00e1culos. A \u00e1gua entra pela boca, banha as br\u00e2nquias e sai pelas fendas e espir\u00e1culos. Quando o animal se encontra em grandes profundidades, a \u00e1gua entra pelo espir\u00e1culo.<br><blockquote>5 a 7 pares de br\u00e2nquias conduzindo a fendas branquiais expostas em elasmobr\u00e2nquios<br>4 pares de br\u00e2nquias cobertas em quimeras<br>Sem pulm\u00f5es ou bexiga natat\u00f3ria<\/blockquote><br><strong>Sistema excretor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No embri\u00e3o existem rins pronefro e no adulto mesonefro . Os excretos nitrogenados s\u00e3o ur\u00e9ia e am\u00f4nia. A urina possui poucos sais devido a pouca capacidade dos rins em torn\u00e1-la concentrada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Eles armazenam no sangue sais, ur\u00e9ia e trimetil-amina para equilibrar a press\u00e3o osm\u00f3tica com a \u00e1gua do mar.<br><blockquote>Rim opiston\u00e9frico<br>Sangue isosm\u00f3tico ou ligeiramente hiperosm\u00f3tico<br>Alta concentra\u00e7\u00e3o de ur\u00e9ia no sangue<\/blockquote><br><strong>Sistema nervoso<\/strong><br><blockquote>Enc\u00e9falo com 2 hemisf\u00e9rios cerebrais, 2 lobos olfat\u00f3rios, 2 lobos \u00f3pticos<br>10 pares de nervos cranianos<br>3 pares de canais semicirculares<\/blockquote><br>Na faringe h\u00e1 bot\u00f5es gustativos. O olfato e a vis\u00e3o s\u00e3o muito desenvolvidos. Existe apenas o ouvido interno com fun\u00e7\u00e3o de equil\u00edbrio. Em cada lado do corpo, desde o tronco at\u00e9 a cauda, existe uma linha para a percep\u00e7\u00e3o da correnteza e press\u00e3o da \u00e1gua. Na cabe\u00e7a encontram-se as ampolas de Lorenzini, funcionam como termorreceptores e tamb\u00e9m como eletrorreceptores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o pequenas c\u00e2maras contendo c\u00e9lulas sensitivas ligadas a fibras nervosas. Est\u00e3o ligados a um pequeno canal que se abre para o exterior atrav\u00e9s de poros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existe \u00f3rg\u00e3os el\u00e9tricos nas raias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sentidos:<\/strong>\u00a0olfato, recep\u00e7\u00e3o de vibra\u00e7\u00f5es (linha lateral), vis\u00e3o e eletrorecep\u00e7\u00e3o, ouvido interno abre-se para o exterior<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sistema reprodutor<\/strong><br><blockquote>Di\u00f3icos<br>G\u00f4nadas pares<br>Ductos reprodutores abrem-se na cloaca (abertura urogenital e retal separadas em quimeras)<strong><br>Podem ser:<\/strong>\u00a0ov\u00edparos, ovoviv\u00edparos ou viv\u00edparos<br>Desenvolvimento direto<br>Fecunda\u00e7\u00e3o interna<\/blockquote><br><strong>Sistem\u00e1tica<\/strong><br><blockquote><strong>Filo Chordata:\u00a0<\/strong>Animais com notocorda em algum est\u00e1gio da vida<strong><br>Subfilo vertebrata:\u00a0<\/strong>Animais craniados com v\u00e9rtebras<strong><br>Classe Chondrichthyes<\/strong><br><blockquote>Peixes cartilaginosos<br>Cerca de 850 esp\u00e9cies<br>Apenas 28 esp\u00e9cies s\u00e3o de \u00e1gua doce<\/blockquote><br><strong>Subclasse Elasmobranchii:\u00a0<\/strong>Tubar\u00f5es e Raias<strong><br>Ordem Squaliformes e outras:<\/strong>\u00a0Tubar\u00f5es<strong><br>Ordem Rajiformes:\u00a0<\/strong>Raias<strong><br>Subclasse Holocephali:\u00a0<\/strong>Quimeras<strong><br>Ordem Chimaeriformes:<\/strong>\u00a0Quimeras<\/blockquote><br><strong>Classe Chondrichthyes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Grupo antigo altamente desenvolvido, apresentam uma incr\u00edvel combina\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os dos sentidos bem desenvolvidos, maxilas poderosas, musculatura muito forte para nata\u00e7\u00e3o e h\u00e1bitos predadores que lhes garantem um lugar seguro e duradouro na comunidade aqu\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o os maiores vertebrados atuais (excetuando-se as baleias). Podem alcan\u00e7ar at\u00e9 12 m de comprimento, mas em m\u00e9dia apresentam 2m.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SubClasse Elasmobranchii (Tubar\u00f5es e Arraias)<\/strong><br><blockquote>9 ordens<br>815 esp\u00e9cies<br>Dominam as \u00e1guas costeiras<\/blockquote><br><strong>Tubar\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Corpo fusiforme com rostro pontudo. Narinas pares anteriores a boca. Olhos laterais sem p\u00e1lpebras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cinco fendas branquiais anteriores a cada nadadeira peitoral. Nadadeiras dorsais com espinho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nadadeira p\u00e9lvica modificada nos machos em Clasper (para a c\u00f3pula). Cauda heterocerca. Pele cori\u00e1cea com escamas plac\u00f3ides semelhantes a dentes (reduzir a turbul\u00eancia das \u00e1guas)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Preda\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Localizam as presas inicialmente (1 Km ou mais) atrav\u00e9s de seus \u00f3rg\u00e3os olfat\u00f3rios (localizam part\u00edculas em uma concentra\u00e7\u00e0o de uma parte por 10 bilh\u00f5es)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Localizam tamb\u00e9m por percep\u00e7\u00e3o de vibra\u00e7\u00f2es de baixa frequ\u00eancia com mecano receptores na linha lateral. (\u00f3rg\u00e3os receptores especiais: neuromastos)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em menores dist\u00e2ncia utiliza a sua vis\u00e3o (excelente vis\u00e3o)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Est\u00e1gio final do ataque:<\/strong>\u00a0Campo bioel\u00e9trico que circunda os animais () Ampolas de Lorenzini), localizados na cabe\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Podem localizar animais enterrados por eletrorecep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seus maxilares apresentam fileiras de dentes triangulares afiados. A fileira anterior \u00e9 funcional, e \u00e9 seguida posteriormente por fileiras de dentes em desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ambiente marinho (Solu\u00e7\u00f5es para a fisiol\u00f3gia osm\u00f3tica)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para evitar que a \u00e1gua seja osm\u00f3ticamente retirada do corpo eles ret\u00e9m compostos nitrogenados (ur\u00e9ia e \u00f3xido trimetilamina) no sangue. Estes elevam a concentra\u00e7\u00e3o de solutos sangu\u00edneos de maneira a exceder ligeiramente a concentra\u00e7\u00e3o marinha<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Decl\u00ednio das esp\u00e9cies<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesca mundial de tubar\u00f5es exerce uma press\u00e3o muito grande nas popula\u00e7\u00f5es, devido ao alto pre\u00e7o de suas nadadeiras usadas na sopa de nadadeiras de tubar\u00e3o (prato oriental fino vendido a 50 d\u00f3lares a por\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Popula\u00e7\u00f5es costeiras sofreram um decl?;inio t\u00e3o grande que os EUA est\u00e3o prestes a tornar ilegal o corte das nadadeiras. Mesmo nas Reserva Marinha das Ilhas de Gal\u00e1pagos dezenas de milhares de tubar\u00f5es foram mortos ilegalmente para o com\u00e9rcio asi\u00e1tico de nadadeiras. Contribuindo com este fator para o decl\u00ednio das esp\u00e9cies est\u00e1 a baixa fecundidade e o longo per\u00edodo at\u00e9 que os tubar\u00f5es atinjam a maturidade, algumas esp\u00e9cies levam at\u00e9 35 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RAIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Raias bent\u00f4nicas, raias el\u00e9tricas, Peixes-serra, Raias de Agulh\u00e3o, Raias-ticonha e Jamantas<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apresentam, como uma adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 vida bent\u00f4nica, um achatamento dorso-ventral e nadadeiras peitorais bem desenvolvidas, achatadas e fundidas \u00e0 cabe\u00e7a (utilizadas como asas na nata\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As aberturas branquiais ficam no lado inferior da cabe\u00e7a, mas os espir\u00e1culos est\u00e3o no topo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Apresentam dentes adaptados para triturar as presas:\u00a0<\/strong>moluscos, crust\u00e1ceos e pequenos peixes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Raias com ferr\u00e3o possuem uma cauda delgada em forma de chicote que apresenta um ou mais espinhos serrilhados com gl\u00e2ndulas de veneno em sua base.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ferimentos feitos com estes s\u00e3o extremamente dolorosos e levam muito tempo para cicatrizar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Raias el\u00e9tricas s\u00e3o lentas e com grandes \u00f3rg\u00e3os el\u00e9tricos em cada lado de cabe\u00e7. A voltagem produzida \u00e9 relativamente baixa (50 volts), mas a sa\u00edda da for\u00e7a pode chegar a 1 quilowatt (suficiente para paralisar presas ou assustar predadores)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SubClasse Holocephali (Quimeras ou peixes-rato, peixe-coelho ou peixe-fantasma)<\/strong><br><blockquote>31 esp\u00e9cies<\/blockquote><br>Em vez de uma boca com dentes, suas maxilas apresentam placas achatadas. A maxila \u00e9 superior \u00e9 fundida ao cr\u00e2nio. Alimenta-se de algas, moluscos, equinodermes, crust\u00e1ceos e peixes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Classe Chondrichthyes \u2013 O que \u00e9<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Grego: chondros =\u00a0<\/strong>cartilagem,<strong>\u00a0ichthys =<\/strong>\u00a0peixe<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Tubar\u00f5es, raias e quimeras<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Devoniano inferior<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o os vertebrados viventes mais inferiores que t\u00eam v\u00e9rtebras completas e separadas, mand\u00edbulas m\u00f3veis e extremidades pares<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Predadores<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Praticamente todos s\u00e3o habitantes de oceanos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>F\u00f3sseis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o de grande interesse biol\u00f3gico, uma vez que algumas de suas caracter\u00edsticas anat\u00f4micas b\u00e1sicas aparecem em embri\u00f5es jovens dos vertebrados superiores<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Vantagens sobre os cicl\u00f3stomos<\/strong><br><blockquote>Escamas<br>2 pares de nadadeiras laterais<br>Mand\u00edbulas m\u00f3veis articuladas com o cr\u00e2nio<br>Dentes cobertos com esmalte<br>3 canais semicirculares em cada ouvido<\/blockquote><br>Os canais semicirculares fornecem informa\u00e7\u00f5es sobre os movimentos girat\u00f3rios. Cada um permanece em \u00e2ngulo reto em rela\u00e7\u00e3o aos outros dois. A movimenta\u00e7\u00e3o do l\u00edquido, um ou mais dos canais, desloca a c\u00fapula, com a conseq\u00fcente curvatura de seus p\u00ealos sensoriais.<br><blockquote>\u00d3rg\u00e3os e ductos reprodutores pares<br>V\u00e9rtebras<\/blockquote><br><strong>Desvantagem em rela\u00e7\u00e3o aos peixes \u00f3sseos<\/strong><br><blockquote>Esqueleto cartilaginoso<br>Escamas plac\u00f3ides<br>Fendas branquiais separadas<br>Um par de espir\u00e1culos comunicando-se com a faringe<br>Aus\u00eancia de bexiga natat\u00f3ria<\/blockquote><br><strong>Tamanho<\/strong><br><blockquote><strong>Ca\u00e7\u00f5es:\u00a0<\/strong>90 cm (at\u00e9 18 m)<strong><br>Raias:\u00a0<\/strong>30-90 cm<strong><br>Quimeras:\u00a0<\/strong>menos de 1m<\/blockquote><br><strong>1. Aspecto Externo<\/strong><br><blockquote>Orif\u00edcio retal entre as nadadeiras p\u00e9lvicas.<br>As nadadeiras variam de forma, tamanho e localiza\u00e7\u00e3o.<strong><br>Peitorais:\u00a0<\/strong>inclinam-se para cima, provocando a eleva\u00e7\u00e3o das partes anteriores contrabalan\u00e7ando a a\u00e7\u00e3o da cauda p\u00e9lvicas<strong><br>Dorsal:\u00a0<\/strong>pode ser \u00fanica, m\u00faltipla ou cont\u00ednua no dorso<strong><br>Anal:\u00a0<\/strong>pode estar modificada em \u00f3rg\u00e3o copulador<br>O efeito combinado das nadadeiras caudal e peitorais permite a eleva\u00e7\u00e3o do peixe (aus\u00eancia da bexiga natat\u00f3ria)<\/blockquote><br><strong>2. Tegumento:\u00a0<\/strong>Escamas plac\u00f3ides<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3. Esqueleto ( Condocr\u00e2nio )<\/strong><br><blockquote>Caixa craniana abrigando o enc\u00e9falo<br>C\u00e1psulas pares para os \u00f3rg\u00e3os olfativos, \u00f3pticos e auditivos<\/blockquote><br><strong>Esqueleto visceral<\/strong><br><blockquote>Mand\u00edbulas, arco hi\u00f3ide, 5 pares de arcos branquiais<br>Esqueleto apendicular<br>Cintura peitoral<br>Cintura p\u00e9lvica<br>Rraios d\u00e9rmicos<\/blockquote><br><strong>Coluna vertebral<\/strong><br><blockquote>V\u00e9rtebras anfic\u00e9licas<br>Notocorda nos espa\u00e7os intervertebrais<\/blockquote><br><strong>4. Sistema Muscular<\/strong><br><blockquote>M\u00fasculos segmentares no tronco<br>M\u00fasculos especializados movem as nadadeiras pares, a regi\u00e3o branquial e estruturas da cabe\u00e7a<\/blockquote><br><strong>5. Celoma:\u00a0<\/strong>Septo transvesal separa o celoma da cavidade que cont\u00e9m o cora\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>6. Sistema Digest\u00f3rio<\/strong><br><blockquote><strong>Boca<\/strong><br>Dentes<br>L\u00edngua<strong><br>Faringe<\/strong><br>Fendas branquiais<br>Es\u00f4fago curto<br>Est\u00f4mago em J, que termina na v\u00e1lvula pil\u00f3rica<br>Intestino, com v\u00e1lvula espiral<br>Cloaca<br>Orif\u00edcio retal<strong><br>F\u00edgado:\u00a0<\/strong>2 lobos<strong><br>Ves\u00edcula biliar\u00a0<\/strong>e\u00a0<strong>ducto biliar\u00a0<\/strong>(parte anterior do intestino)<strong><br>P\u00e2ncreas bilobado\u00a0<\/strong>(entre o est\u00f4mago e o intestino)<\/blockquote><br><strong>7. Sistema Circulat\u00f3rio<\/strong><br><blockquote><strong>Cora\u00e7\u00e3o ? peric\u00e1rdio<\/strong><br>Seio venoso<br>Atrio<br>Ventr\u00edculo<br>Cone arterial<\/blockquote><br><strong>Vasos relacionados com o transporte de sangue para hematose<\/strong><br><blockquote>Aorta ventral<br>Art\u00e9rias branquiais aferentes<br>Aorta dorsal<br>Art\u00e9rias branquiais eferentes<\/blockquote><br><blockquote><strong>Art\u00e9rias<\/strong><br>Car\u00f3tidas pares<br>Internas<br>Externas<br>Subcl\u00e1vias pares<br>Cel\u00edaca (est\u00f4mago, f\u00edgado e intestino)<br>Mesent\u00e9ricas<br>Anterior (ba\u00e7o e intestino posterior)<br>Posterior (gl\u00e2ndula retal)renais<br>Genitais<br>Il\u00edacas pares (nadadeiras p\u00e9lvicas)<br>Aorta caudal<br>Veias<br>Veia caudal<br>Porta-renais pares<br>Veias p\u00f3s-cardinais pares<br>Veias abdominais pares<br>Jugulares pares<br>Cardinais anteriores pares<br>Porta-hep\u00e1tica<br>Hep\u00e1ticas<\/blockquote><br><strong>8. Respirat\u00f3rio<\/strong><br><blockquote>Br\u00e2nquias<br>Mecanismo<br>Corrente de \u00e1gua\u00a0<strong>&gt;<\/strong>\u00a0boca<strong>\u00a0&gt;<\/strong>\u00a0bolsas branquiais<strong>\u00a0&gt;\u00a0<\/strong>fendas branquiais<\/blockquote><br><strong>9. Excretor<\/strong><br><blockquote>Rins meson\u00e9fricos<br>Ureter<br>Papila urogenital<br>Gl\u00e2ndula retal<\/blockquote><br><strong>10. Gl\u00e2ndulas end\u00f3crinas<\/strong><br><blockquote><strong>Hip\u00f3fise\u00a0<\/strong>? 4 subdivis\u00f5es<strong><br>Tire\u00f3ide\u00a0<\/strong>? l\u00edngua ou faringe<strong><br>Ilhotas de Langerhans \u2013\u00a0<\/strong>p\u00e2ncreas<strong><br>Adrenais<br>Supra-renais<\/strong>\u00a0? adrenalina (dentro das veas p\u00f3s-cardinais)<\/blockquote><br><strong>11. Sistema Nervoso<\/strong><br><blockquote>Enc\u00e9falo<br>Hemisf\u00e9rios cerebrais pares<br>Medula espinal<br>Nervos espinais pares<br>Sistema nervoso simp\u00e1tico ? g\u00e2nglios sobre as veias p\u00f3s-cardinais<\/blockquote><br><strong>12. \u00d3rg\u00e3os dos sentidos<\/strong><br><blockquote>Narinas<br>Bot\u00f5es gustativos ? faringe<br>Olhos<br>Ouvido<br>Linha lateral<br>Canais sentitivos ? ampola de Lorenzini<\/blockquote><br><strong>13. Reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><br><blockquote>Di\u00f3icos<br>Aparelho reprodutor<br><strong>Macho<\/strong><br>2 test\u00edculos<br>Ducto eferente<br>Ureter (ducto deferente)<br>Seio urogenital<br>Cl\u00e1speres<strong><br>F\u00eameas<\/strong><br>2 ov\u00e1rios<br>2 ovidutos<br>Gl\u00e2ndula da casca<br>\u00datero (ovoviv\u00edparos)<strong><br>Cloaca<\/strong><br>Fecunda\u00e7\u00e3o interna<br>Comportamento pr\u00e9-nupcial<br>Viv\u00edparas ? placenta<\/blockquote><br><strong>14. Rela\u00e7\u00f5es com o homem<\/strong><br><blockquote>Alimento<br>F\u00edgado<strong><br>Ind\u00fastria:<\/strong>\u00a0capas de livros, abrasivo (marfim e madeira), couro (sapatos e bolsas)<br>Pesca<br>Turismo.<\/blockquote><br><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.ucmp.berkeley.edu\/www.fortium.com.br\/www.dbi.uem.br\/www.anestesiologia.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Classe Chondrichthyes, Peixes, Cartilaginosos, Caracter\u00edsticas, Esp\u00e9cie, Esqueleto, Reprodu\u00e7\u00e3o, Sistema, Tubar\u00e3o, Raia, Quimera, O que \u00e9, Classe Chondrichthyes<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":17976,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-17975","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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