{"id":17931,"date":"2016-01-12T00:00:00","date_gmt":"2016-01-12T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/visigodos\/"},"modified":"2026-08-31T23:50:46","modified_gmt":"2026-08-31T23:50:46","slug":"visigodos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/visigodos\/","title":{"rendered":"Visigodos"},"content":{"rendered":"\n<h4>Povos Visigodos<\/h4>\n   \n<p>Em Alem\u00e3o Westgoten, ou godos Oeste, ou Tervinges, eram um povo germ\u00e2nico      de origem escandinava, derivados do sul da Su\u00e9cia e, mais tarde incorporada      no Ocidente romano.<\/p>\n   \n<p>Ap\u00f3s a queda do funcion\u00e1rio Imp\u00e9rio Romano do Ocidente (476), os visigodos      continuou por quase 250 anos a desempenhar um papel importante na Europa Ocidental.      Este eram, certamente, os b\u00e1rbaros o de maior prest\u00edgio na Europa, tanto em      sua longa hist\u00f3ria e suas origens m\u00edticas, desde que deixaram seus vest\u00edgios      na mente das pessoas.<\/p>\n   \n<p>Em seguida, eles ocuparam a antiga prov\u00edncia romana da D\u00e1cia, desde o final      do terceiro s\u00e9culo, os visigodos adotado o arianismo, gradualmente, a partir      do ano 341, ou seja, um ramo do Cristianismo que diz que Jesus Cristo n\u00e3o      \u00e9 Deus, mas uma parte que est\u00e1 sendo criado diretamente por este \u00faltimo.<\/p>\n   \n<p>Essa cren\u00e7a era em contraste com a cren\u00e7a crist\u00e3, que tinha maioria no Imp\u00e9rio      Romano e, posteriormente, dividiu-se em ortodoxia e catolicismo.<\/p>\n   \n<p>Os visigodos eram fi\u00e9is \u00e0 heresia ariana oficialmente at\u00e9 589, quando o rei      Recaredo (em espanhol: Recaredo) escolhe para converter publicamente, assim      oficialmente a ades\u00e3o \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica no reino da Espanha visig\u00f3tica.<\/p>\n   \n<p>No entanto, ap\u00f3s essa data, um forte partido Arian permaneceu bastante ativo      e influente, especialmente entre a nobreza. Ele ainda vai questionar o in\u00edcio      do s\u00e9culo VII, nos \u00faltimos dias da Espanha visig\u00f3tica.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo8.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><\/p>\n   \n<h4>Roupas e os costumes<\/h4>\n   \n<p>Eles se op\u00f5em ao mundo romano que os arredores. Eles preservaram      as tradi\u00e7\u00f5es, l\u00edngua, atitudes e germ\u00e2nicas c\u00f3digos legais contra a Roma,      mantendo o c\u00f3digo de Teod\u00f3sio.<\/p>\n   \n<p>Evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas ainda \u00e9 fraca aqui. Depois de ter preservado      as suas tradi\u00e7\u00f5es ainda parece que n\u00e3o fez pr\u00f3prio of\u00edcio. Assim, eles deixam      a produ\u00e7\u00e3o de artigos de artes\u00e3os locais, o que limita a descoberta de peda\u00e7os      enormes do tipo Visigodo.<\/p>\n   \n<h4>Reconstru\u00e7\u00e3o de um guerreiro visigodo<\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo9.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo10.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo11.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo12.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo13.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo14.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><\/p>\n   \n<h4>Descri\u00e7\u00e3o do traje apresentado<\/h4>\n   \n<p>O traje apresentaram as seguintes influ\u00eancias orientais, o banco      de dados permanece perto o suficiente para que os irm\u00e3os ocidentais adiciona      um caftan. A fivela do cinto simples que pode ser encontrada em quase toda      parte na Europa e no C\u00e1ucaso. Um saco cujo padr\u00e3o \u00e9 extra\u00eddo de uma &#8220;fivela      do cinto&#8221; ostrogodo. O armamento \u00e9 composto por ele, quando uma lan\u00e7a      e um scramasax grande, inspirado por pe\u00e7as encontradas em tumbas do germ\u00e2nico      nobre.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  ordalies.asso.free.fr<\/p>\n   \n<h6>Visigodos<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<h4>A Hist\u00f3ria dos Visigodos do passado aos tempos presentes<\/h4>\n   \n<p>Vindo do Sul das Terras Suecas, segundo os romanos, das regi\u00f5es Balticas      da Alemanha e PoL\u00f4nia, veio a se estabelecer a Leste do Rio Dniester, atualmente      Mold\u00e1via e Ucr\u00e2nia, durante um per\u00edodo que compreendeu do S\u00e9culo I ao S\u00e9culo      III, da era vulgar, um povo que demarcou profundas transforma\u00e7\u00f5es na Europa,      em todos os locais por eles tocados.<\/p>\n   \n<p>Estes eram os <strong>Povos Godos<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>A princ\u00edpio, poss\u00faiam uma qualidade natural de outros povos das regi\u00f5es de      onde vieram.<\/p>\n   \n<p>Sendo ent\u00e3o, n\u00f4mades, e estando organizados em Cl\u00e3s e Tribos, com um chefe      para cada Cl\u00e3, sob o qual pesava o encargo dos costumes, das celebra\u00e7\u00f5es,      da religiosidade e o passar da tradi\u00e7\u00e3o, para o posterior L\u00edder do Cl\u00e3. Estes      l\u00edderes n\u00e3o possu\u00edam poder executivo, uma vez que todas as grandes decis\u00f5es      eram tomadas na assembl\u00e9ia dos Homens l\u00edvres onde, em momentos de Guerra,      normalmente efetuavam a elei\u00e7\u00e3o de um L\u00edder, que os comandaria at\u00e9 que o perigo      passasse.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>Godos<\/strong> normalmente trabalhavam a terra em que estavam,      e todos os homens eram L\u00edvres, e n\u00e3o havia uma diferen\u00e7a de classes sociais      entre eles mesmos.<\/p>\n   \n<p>Possu\u00edam os costumes Tribalistas Religiosos ligados aos Deuses Germ\u00e2nicos,      j\u00e1 que suas ra\u00edzes tem proveni\u00eancia de l\u00e1, saudando ent\u00e3o a Wotan, Donnar,      Lauka, Freya, Frigg, Gullveig, Idunna, Tir e haimdallr, entre outros Deuses      e Deusas. Tendo assim uma particular vis\u00e3o do Mundo, entrecortado por outros      mundos, onde o contato do Ser Humano com o ambiente a sua vota, causauma altera\u00e7\u00e3o      neste ambiente e no pr\u00f3prio humano, havendo portanto uma rela\u00e7\u00e3o direta entre      a Natureza e a Humanidade.<\/p>\n   \n<p>Quando vi\u00e9ram a se estabelecer na regi\u00e3o do Rio Dniester, ocorreu uma primeira      divis\u00e3o entre os costumes dos Godos, movida por um processo nem muito lento      nem muito r\u00e1pido.<\/p>\n   \n<p>Ocorre que os Godos v\u00e9m a cruzar o Rio Dan\u00fabio, e passam a se estabelecer      na D\u00e1cia, onde come\u00e7am a explorar as riquesas minerais daquele local.<\/p>\n   \n<p>Isto desencadeou o nascimento de v\u00e1rias castas, onde anteriormente haviam      apenas irm\u00e3os e homens livres, unidos em um Cl\u00e3 e estes Cl\u00e3s em uma Tribo.<\/p>\n   \n<p>A casta dos agricultores torna-se livre de ter que entrar nas batalhes, pois      nasceu uma casta de guerreiros profissionais, e todo o povo Godo passa ent\u00e3o      a procurar o estabelecimento de uma Na\u00e7\u00e3o em terras f\u00e9rteis.<\/p>\n   \n<p>Daqui ocorreu a diferencia\u00e7\u00e3o, pois os Godos que passaram a vivier em situa\u00e7\u00e3o      mais af\u00e1vel a Oeste, entraram nesta altera\u00e7\u00e3o de costumes, mais densamente      do que os Godos que estavam a Leste do Dan\u00fabio.<\/p>\n   \n<p>Esta divis\u00e3o causou a diferencia\u00e7\u00e3o entre os Visigodos, os que estavam a      Oeste, e os Oustrogodos, os que estavam a Leste, pois os Oustrogodos estavam      em permanente contato e guerra com os Hunos.<\/p>\n   \n<p>Durante muito tempo, o pr\u00f3prio Imp\u00e9rio Romano utilizou-se dos Godos, para      manter os Hunos longe e afastados da Fronteira do Rio Dniester. Para isso      pagavam em altos valores, que em dado momento n\u00e3o mais foram enviados aos      Godos.<\/p>\n   \n<p>Durante o confronto &#8220;diplom\u00e1tico&#8221;, Os Godos atacaram as Tropas      Imperiais, e quase obtiveram \u00eaxito, se os Hunos n\u00e3os os tivessem atacado pela      retaguarda, for\u00e7ando-os a pedir aux\u00edlio e resid\u00eancia nas terras ap\u00f3s o Dan\u00fabio,      em que foram aceitos aproximadamente 200.000 Godos, dos quais alguns eram      Oustrogodos.<\/p>\n   \n<p>Isto desencadeou em decorr\u00eancia outros conflitos, com o pr\u00f3prio Valente,      que os aceitou al\u00ed, para mant\u00ea-los sob vigia.<\/p>\n   \n<p>No decorrer do tempo, ao Vencer a Valente, tornaram-se Senhores da regi\u00e3o      das Balc\u00e3s, e dal\u00ed em diante, contidos algumas vezes (por Estilicon por exemplo),      mais sempre em constante expan\u00e7\u00e3o posterior, acabaram tendo seu territ\u00f3rio      reconhecido, e al\u00ed naquele per\u00edodo da hist\u00f3ria nasceu o Reino Godo de Tolosa.<\/p>\n   \n<p>No entanto, o &#8220;morbus gothorum&#8221; e a instabilidade acabaram desencadeando      no final de 200 anos, o fim do Reino de Gothland, pois tudo que fazia dos      Godos o Povo forte que dominou a tantos povos em t\u00e3o pouco tempo, havia sido      perdido em fun\u00e7\u00e3o da aproxima\u00e7\u00e3o com a forma de ser dos Romanos, e com a perda      de sua cultura superior anterior.<\/p>\n   \n<p>Notemos que a natureza de matar o Rei para colocar outro mais afim aos interesses      desta ou daquela pessoa, caracteriza apenas e t\u00e3o somente a falta de FIDELIDADE.<\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m disso, vemos claramente o desenrolar quando de sua sa\u00edda das Terras      a Oeste de Dniester, o engendrar da perda da liberdade pessoal, em fun\u00e7\u00e3o      da cria\u00e7\u00e3o de castas, aos moldes do que podemos observar como sendo o contato      com as culturas estrangeiras.<\/p>\n   \n<p>Esta caracter\u00edstica gerou a enorme absor\u00e7\u00e3o, s\u00e9culos depois, da maneira de      ser dos romanos, de toda a sua burocracia, e lsua forma de atividade.<\/p>\n   \n<p>Isto criou entre os <strong>Visigodos<\/strong>, costumes inertes.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o eram mais uma Grande Fam\u00edlia disposta a lutar pelo crescimento e bem      estar do Cl\u00e3, tornaram-se uma C\u00f3pia dos Fracos &#8220;Imp\u00e9rios&#8221; que derrotaram      ap\u00f3s sua sa\u00edda do Dniester.<\/p>\n   \n<p>A perda desta cultura superior original, lenta e fatal, levou-os a terem      cada vez mais influencias crist\u00e3s dentro de suas terras, e este verme doentio,      causou a debilidade maior e mestra, que por sua vez levou-os a derrota nas      m\u00e3os dos mul\u00e7umanos, quando estes invadiram a espanha.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o mais existia Lealdade, os Cl\u00e3s eram coisa do passado.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o mais existia Honra, as trai\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas, desencadearam dor e sofrimento,      e mataram a muitos que poderiam ter dado um estado forte aos Godos.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3os mais existia a coragem de lutar, e a prontid\u00e3o para lutar.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o mais existia a Verdade de uns para com os Outros.<\/p>\n   \n<p>A burocracia e a corte copiadas dos crist\u00e3os, enfraqueceu a For\u00e7a e a Disciplina      dos <strong>Godos<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o mais erguiam suas Armas com Vontade e Trabalho, a sa\u00edda tornou-se a mesma      do enfraquecido e tolo imp\u00e9rio crist\u00e3o, ou seja, os acordos e as tramas, onde      se busca deixar que outros trabalhem e o esfor\u00e7o seja m\u00ednimo.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o mais confiavam em Si Mesmos, pois n\u00e3o mais existia a Identidade de ser      Godo, na maioria da popula\u00e7\u00e3o, embora muitos ainda levassem o emblema da for\u00e7a      dentro de si.<\/p>\n   \n<p>A Hospitalidade foi estendida a estranhos, com o intu\u00edto de assassinar ao      Dono da casa, fato que causou o fim da de Gothland, e o maior emblema disto      foi o &#8220;morbus gothorum&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Os <strong>Godos<\/strong> naqueles tempos estavam divididos entre os Nacionalistas      e os Hispanos-Romanos, em em meio a todos os termos e meias palavras que residem      nestes dois meios de design\u00e1-los, temos ent\u00e3o a id\u00e9ia clara dos que acima      foram citados como portadores em seus cora\u00e7\u00f5es da For\u00e7a que provinha no sangue      dos Godos.<\/p>\n   \n<p>Assim, nos tempos que se seguiram quase que imediatamente a isso, vieram      as chamadas grandes navega\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>Entre os navios que cruzaram o oceano, para o chamado Novo Mundo, muitos      descendentes dos Visigoth, entre os espanh\u00f3is que estavam naquele navio, e      mesmo entre os Descentedes Galegos, quando estenderam seus reinos pela Regi\u00e3o      da G\u00e1lia, influenciando ao posterior estado de Portugal, acabaram aportando      nos Continentes do Novo Mundo.<\/p>\n   \n<p>Houveram problemas, infelizes costumes crist\u00e3os entranhados na mioria, choques      com as culturas j\u00e1 existentes nos continentes chamados de novos, muitas vezes      massacres, mas havia tamb\u00e9m a presen\u00e7a inquestin\u00e1vel da heran\u00e7a Visigoth no      sangue de alguns.<\/p>\n   \n<p>Posso citar os in\u00fameros casos de Execu\u00e7\u00e3o Sum\u00e1ria por Pr\u00e1tica de Feiti\u00e7aria,      da \u00c9poca do Brasil Col\u00f4nia de Portugal, por exemplo, que testemunham para      a presen\u00e7a de uma heran\u00e7a Europ\u00e9ia, presente nos h\u00e1bitos dos povos que entraram      no continente, e que n\u00e3o tendo morrido, sobreviveu um tanto quanto distorcida      pela falta de contato com suas origens, \u00e9 verdade, mas que serviu de ponte      para o futuro.<\/p>\n   \n<p>A mesma coisa veio a acontecer em todo o territ\u00f3rio continental abaixo do      Norte dos Estados Unidos.<\/p>\n   \n<p>Com o decorrer dos tempos, influenciada pela exist\u00eancia de costumes e h\u00e1bitos      mantidos na clandestinidade, dentro de organiza\u00e7\u00f5es diretas ou indiretas,      e em alguns casos, destitu\u00eddos de entendimentos a respeito das tradi\u00e7\u00f5es antigas,      come\u00e7ou um pequeno retorno p\u00fablico de algo do conhecimento ancestral germ\u00e2nico.<\/p>\n   \n<p>Infelizmente, a presen\u00e7a crescente de formas de express\u00e3o crist\u00e3s, que como      uma doen\u00e7a contaminaram fontes de informa\u00e7\u00e3o e locais onde esta era divulgada,      e pela tamb\u00e9m forte presen\u00e7a Vehmica, assim como a presen\u00e7a de abomina\u00e7\u00f5es      de abomina\u00e7\u00f5es, como a teoria de um certo padre \u00e1rio, veio a nascer algo que      sob o pretesto de prote\u00e7\u00e3o, maniqueisticamente, veio a ser uma fonte de bloqueio      para o conhecimento que tentava retornar a p\u00fablico.<\/p>\n   \n<p>Em meados do come\u00e7o do s\u00e9culo, at\u00e9 a quase metade deste, o nascimento do      Termo Odinista, veio a existir em meio a estes dois movimentos citados.<\/p>\n   \n<p><strong>No entanto, o natural racismo presente em livros como o deuteronomio      b\u00edblico, fonte para as abomina\u00e7\u00f5es de abomina\u00e7\u00f5es, influenciou o retorno do      conhecimento por uma fonte que carescia de sentido, e nas palavras de um pensador      de nome \u00c9vola: <\/strong>&#8220;&#8230;A preocupa\u00e7\u00e3o com a pele, veio a ser apenas      o meio para que o incapaz, e n\u00e9scio, o estulto, mantenha-se em cargos altos      de comando&#8230;&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Os Odinistas passaram ent\u00e3o a serem t\u00e3o maltratados como o restante o era,      e muitos forma atirados em campos de concentra\u00e7\u00e3o, e o objetivo &#8220;iluminatticamente&#8221;      elaborado pelas fac\u00e7\u00f5es diferentes do Renascer da Cultura Germ\u00e2nica daquela      \u00e9poca, saborearam isso.<\/p>\n   \n<p>Pouco depois do fim da II Guerra, nasceu um movimentod e caracter\u00edsticas      religiosas, com o intu\u00edto de continuar os trabalhos nascidos daquele per\u00edodo.<\/p>\n   \n<p>Infelizmente, abarrotado de todos os preconceitos e formas inexatas de ser,      que estavam presentes na Alemanha, e outros locais, durante a primeira metade      do S\u00e9culo 20 e todo o per\u00edodo do S\u00e9culo 18 e 19.<\/p>\n   \n<p>Este vetor durante a d\u00e9cada de 70, do S\u00e9culo XX, causou uma rachadura em      toda a institui\u00e7\u00e3o, engendrando formas diferentes de abordagem, e causou um      dos piores males que existem no campo de exist\u00eancia do Odinista, o Asatru      nasceu como fruto da irresponsabilidade daquela \u00e9poca.<\/p>\n   \n<p>Pois se sua proposta originalmente, seria a de n\u00e3o ser racista, seus grupos      ativos mais expressivos, alegam que somente os descendentes puros europeus      podem participar dele.<\/p>\n   \n<p>E pior do que isso, nele o termo &#8220;Religiosidade ao P\u00e9 da Letra&#8221;,      existe no sentido extrito da palavra, em muitos casos inclusive h\u00e1 o costume      quase &#8220;evang\u00e9lico\/gosphel&#8221;, de citar as Eddas a moda do pentateuco,      em alguns casos ocorrendo a vis\u00e3o de Donnar, como um outro &#8220;arcanjo miguel&#8221;      que expulsa serpente (que fique bem entendido jourmungandr), do para\u00edso.<\/p>\n   \n<p>E indo nos extremos b\u00edblicos do d\u00edzimo, h\u00e1 a cobran\u00e7a e envio de valores      de todos para o Foco central principal, irradiador deste tipo de abordagem      do &#8220;antigo caminho&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Levando-se em conta as vertentes que nasceram no p\u00f3s impacto dentro da Church      of Odin, acabou ocorrendo algo proveitoso.<\/p>\n   \n<p>Que a orienta\u00e7\u00e3o de muitos discordantes do sectarismo e racismo, acabaram      propiciando a apari\u00e7\u00e3o de vertentes do Odinismo, que poderiam realmente vir      a abra\u00e7ar a Ra\u00edz Germ\u00e2nica Tradicional, sem maneirismo, preconceitos, e formas      de abordagem absurdas.<\/p>\n   \n<p>Estas Linhagens Nascidas desta orienta\u00e7\u00e3o em retorno ao caminho Germ\u00e2nico,      com deveriam ter sido, podem ter muitas linhas e subdivis\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>No entanto seus Guardi\u00f5es dentro da conceitualiza\u00e7\u00e3o Tribal, como foi nos      tempos dos Godos antes de sua chegada as margens do Dniester, somente podem      ser encontrados em expoente de poder e for\u00e7a, dentro de formas de apresenta\u00e7\u00e3o      Odinistas, que se apresentem com disciplina similar a do Tribalismo Odinista      Visigoth.<\/p>\n   \n<p>Assim depois de um largo tempo, correndo contra o pr\u00f3prio tempo, e lutando      contra tudo que estava em oposi\u00e7\u00e3o direta, que em resumo n\u00e3o foram poucas      coisas, lentamente o Tribalismo Visigoth veio a se reorganizar, no entanto      inicialmente apenas com efeito dentro do territ\u00f3rio Europeu.<\/p>\n   \n<p>Mas o chamado dos Ancestrais no Sangue, causou a procura dos que naturalmente      vem a ser herdeiros dos Antigos Godos.<\/p>\n   \n<p>Assim com muito esfor\u00e7o o primeiro foco Visigoth de Odinismo Tribalista,      nasceu no Continente Americano, no M\u00e9xico, levando em conta a forma como as      atitudes e comportamentos, e a maneira correta de ser deveria ser empregada      desde tempos imemoriais.<\/p>\n   \n<p>Levando em conta as li\u00e7\u00f5es que a hist\u00f3ria ensinou a todos n\u00f3s, mas que puderam      se acompanhadas de novo, de novo e de novo.<\/p>\n   \n<p>N\u00e3o sem sangue, n\u00e3o sem dor, pois a total falta das 9 Virtudes, acarretou      muitos problemas e tramita\u00e7\u00f5es em todos os sentidos, no contado com outras      fac\u00e7\u00f5es e formas de &#8220;abordagem&#8221;. Pois in\u00fameros foram os casos de      mentiras, acusa\u00e7\u00f5es de racismo (incompat\u00edveis com a Linhagem de Tribalismo      Visigoth Odinista), movidas em infinitas vezes por pessoas diversas, mas especificamente      por agentes atuantes n\u00e3o odinistas, por asatruares em que o mete\u00f3rico caso      de Okimoto, e seu gosto por causar intrigas e criar inimigos, atuaram decisivamente      para causar, embates, lutas e m\u00e1 interpreta\u00e7\u00e3o do conhecimento antigo, em      poucas palavras, o ato do enlamear lhe caia bem.<\/p>\n   \n<p>E ap\u00f3s uma d\u00e9cada, o Odinismo Tribalista Visigodo sa\u00eddo da Raiz Germ\u00e2nica,      come\u00e7ou a se expandir e crescer e a gerar Cl\u00e3s.<\/p>\n   \n<p>Cl\u00e3s em torno de um Chefe Tribal, como deveria ser no passado.<\/p>\n   \n<p>Cl\u00e3s que procuram as livres assembl\u00e9ias, para realizar e discutir o que \u00e9      melhor para todos.<\/p>\n   \n<p>Cl\u00e3s Unidos, no Norte, Leste e no Sul.<\/p>\n   \n<p>Cl\u00e3s que envolvidos com as Virtudes e o Estudo, procuram ser mais do que      apenas outra religi\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Cl\u00e3s que estudam, que procuram o desenvolvimento, que n\u00e3o se chocam com a      ci\u00eancia, e que acima de tudo, buscam nas ra\u00edzes das tradi\u00e7\u00f5es, suas mais alta      norma para conduta, aplicando-a em evolu\u00e7\u00e3o aos tempos atuais.<\/p>\n   \n<p>Como Herdeiros destes tempos, assim vieram em Primeiro Lugar os Irm\u00e3os, Brothru\u00b4s      da Hermandade Odinista do Fogo Sagrado em volta do Gothi Hoen Falker, e mais      contemporaneamente da Gythia Alfrun Falker.<\/p>\n   \n<p>Que estenderam este anel de influ\u00eancia, levando o chamado Visigoth a Europa,      e a Am\u00e9rica do Sul, em retorno.<\/p>\n   \n<p>A presente for\u00e7a nos pa\u00edses Latinos, que est\u00e3o procurando se sintonizar com      este vetor de influ\u00eancia do Tribalismo Odinista Visigoth, em que no Brasil      temos o Cl\u00e3 Falkar, em volta da Gythia Adeltrud Falkar e do Gothi Aistan Falkar,      procurando crescer e expressar tudo o que a Tradi\u00e7\u00e3o Tribal Odinista Visigoth,      emite de si para o desenvolvimento de todos e de cada um, dentro do Cl\u00e3.<\/p>\n   \n<p>Para o futuro, temos o crescimento, e a prosperidade de todo o Tribalismo      Visigoth Odinista, apoiado na Severidade e no Esfor\u00e7o, dentro das 9 Virtudes,      da Edda, e do desenvolvimento baseado em sabedoria antiga e evolutiva, e bem      como, no que a hist\u00f3rio nos ensinou.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Visigodos<\/h6>\n   \n<p>Da Escandin\u00e1via, os <strong>Godos <\/strong>instalaram \u00e0s margens do Mar Negro,      no segundo s\u00e9culo. Ap\u00f3s dois s\u00e9culos de invas\u00f5es e batalhas nos B\u00e1lc\u00e3s e Europa      Central, eles se separam em dois ramos distintos, ostrogodos e visigodos.      A partir do terceiro s\u00e9culo, eles vagam no Imp\u00e9rio Romano, antes de se estabilizar,      a 412, no sudoeste da G\u00e1lia e na Espanha, onde fundaram um reino que durou      at\u00e9 a chegada dos \u00e1rabes em 711. A arte dos visigodos, &#8220;na\u00e7\u00e3o&#8221; rapidamente      cortar ra\u00edzes germ\u00e2nicas, reflete esta vagando e uma acultura\u00e7\u00e3o claro.<\/p>\n   \n<p><strong>1. Da Ucr\u00e2nia para a G\u00e1lia (metade do terceiro s\u00e9culo &#8211; 412)<\/strong><\/p>\n   \n<p>Divis\u00e3o dos godos (ter\u00e7o m\u00e9dio s\u00e9culo..).<\/p>\n   \n<p>Na chegada dos hunos na Ucr\u00e2nia (375), \u00e9 imposs\u00edvel isolar uma arte espec\u00edfica      quanto a civiliza\u00e7\u00e3o visig\u00f3tica visig\u00f3tico est\u00e1 intimamente misturado com      o de ostrogothiques seus pais. Ele n\u00e3o ser\u00e1 mais o mesmo ap\u00f3s os acontecimentos      de 375.<\/p>\n   \n<p>De fato, enquanto a maioria dos ostrogodos aceitar o protetorado dos hunos      e manter sua estabilidade geogr\u00e1fica e cultural, a maioria dos visigodos deixaram      a p\u00e1tria para entrar no Imp\u00e9rio, onde v\u00e3o vagar at\u00e9 o in\u00edcio do s\u00e9culo quinto.      Estabelecido pela primeira vez na Tr\u00e1cia, onde triunfo para Adrian\u00f3polis para      o imperador Valente, que queria eliminar (378), os visigodos vai viajar os      Balc\u00e3s at\u00e9 401, repetidas incurs\u00f5es destrutivas sendo intercaladas com breves      per\u00edodos de estabilidade, onde geograficamente aparecem como a Roma Federados      (foedus = tratado). Repetidamente amea\u00e7ado Constantinopla, eles v\u00e3o passar      em Moesia (margem sul do Baixo Dan\u00fabio), na Il\u00edria (antiga Jugosl\u00e1via) e na      Gr\u00e9cia.<\/p>\n   \n<p>Depois de devastar os pa\u00edses dos Balc\u00e3s, os visigodos, liderados pelo rei      Alarico I, entraram em It\u00e1lia em 401, onde eles agiram da mesma forma, saquearam      Roma em 410 (desde a parti\u00e7\u00e3o de 395, a &#8220;Cidade Eterna&#8221; que era      a capital do Imp\u00e9rio Romano do Ocidente, Constantino.<\/p>\n   \n<h4>Os Godos<\/h4>\n   \n<p>Origin\u00e1rios das regi\u00f5es meridionais da Escandin\u00e1via, os Godos eram um povo      germ\u00e2nico que se distinguia pela fidelidade ao seu rei e comandantes, tamb\u00e9m      por usar espadas pequenas e escudos redondos. Desta forma, deixaram a regi\u00e3o      do rio V\u00edstula (atual Pol\u00f4nia) em meados do s\u00e9culo II, e alcan\u00e7aram o Mar      Negro.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo18.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><br \/>\n     Templo de \u00c9feso<\/strong><\/p>\n   \n<p>Com a presen\u00e7a goda, os outros povos germ\u00e2nicos passaram a pressionar o Imp\u00e9rio      Romano de Marco Aur\u00e9lio atrav\u00e9s do rio Dan\u00fabio. <\/p>\n   \n<p>No s\u00e9culo seguinte, foram v\u00e1rias as incurs\u00f5es, ataques e saques as prov\u00edncias      de Anat\u00f3lia e toda a pen\u00ednsula balc\u00e2nica. A Costa Asi\u00e1tica e o Templo de \u00c9feso      foram v\u00edtimas da f\u00faria dos Godos. <\/p>\n   \n<p>J\u00e1 sob o reinado de Aureliano (270 &#8211; 275), Atenas foi invadida e seguiram-se      a tomada de Rodes e Creta. Os romanos foram expulsos de D\u00e1cia, e os Godos      se instalaram definitivamente na regi\u00e3o do Dan\u00fabio. Assim de acordo com a      regi\u00e3o ocupada, os Godos foram denominados tamb\u00e9m de Ostrogodos e Visigodos.    <\/p>\n   \n<p>A partir deste momento, a cultura e pol\u00edtica do <strong>Godos<\/strong> passaram      a influenciar gradativamente a Europa atrav\u00e9s do Imp\u00e9rio Romano.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo17.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><br \/>\n     Godos<\/strong><\/p>\n   \n<h4>Ostrogodos<\/h4>\n   \n<p>O reino ostrogodo, que se estendia do mar Negro at\u00e9 o B\u00e1ltico, e alcan\u00e7ou      o apogeu com Ermanarico. <\/p>\n   \n<p>Por\u00e9m, por volta do ano 370 foram dominados pelos Hunos. Em 455 o imp\u00e9rio      huno entrou em colapso com a morte do l\u00edder \u00c1tila. <\/p>\n   \n<p>Os <strong>ostrogodos<\/strong> invadiram o Dan\u00fabio central e seguiram para      a It\u00e1lia, onde o imperador R\u00f4mulo Aug\u00fastulo havia sido derrotado (476) por      Odoacro, chefe dos h\u00e9rulos. O rei ostrogodo Teodorico I o Grande, derrotou      Odoacro (493) e governou a It\u00e1lia at\u00e9 a sua morte em 526.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo16.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><br \/>\n     Teodorico I<\/strong><\/p>\n   \n<p>Teodorico foi um governante h\u00e1bil, que soube conservar o equil\u00edbrio entre      as institui\u00e7\u00f5es imperiais e as tradi\u00e7\u00f5es b\u00e1rbaras. Homem culto, educado na      corte de Constantinopla. Conseguiu a simpatia da aristocracia romana e do      povo, que assistia satisfeito \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de obras p\u00fablicas para a reconstru\u00e7\u00e3o      e moderniza\u00e7\u00e3o de Roma. Ao que parece, Teodorico alimentava o projeto de fundar      um imp\u00e9rio godo que impusesse seu dom\u00ednio sobre o resto do mundo b\u00e1rbaro.      Para isso, manteve contato com outras tribos godas e estabeleceu v\u00ednculos      familiares com os francos, os v\u00e2ndalos e os burg\u00fandios. Sua morte criou um      intrincado problema de sucess\u00e3o, fato de que se valeu o imperador bizantino      Justiniano para intervir na It\u00e1lia. O ex\u00e9rcito romano oriental, sob o comando      de Belis\u00e1rio, derrotou completamente os ostrogodos, dirigidos por seu novo      rei Totila, cujo nome original era Baduila. Os sobreviventes se dispersaram      ou foram reduzidos \u00e0 escravid\u00e3o.<\/p>\n   \n<h4>Visigodos<\/h4>\n   \n<p>O &#8220;povo valente&#8221;, poss\u00edvel significado do nome <strong>visigodos<\/strong>,      conquistou no s\u00e9culo III a D\u00e1cia, prov\u00edncia romana situada na Europa centro-oriental.    <\/p>\n   \n<p>No s\u00e9culo IV, ante a amea\u00e7a dos hunos, o imperador Valente concedeu ref\u00fagio      aos visigodos ao sul do Dan\u00fabio, mas a arbitrariedade dos funcion\u00e1rios romanos      os levou \u00e0 revolta. Penetraram nos Balc\u00e3s e, em 378, esmagaram o ex\u00e9rcito      do imperador Valente nas proximidades da cidade de Adrian\u00f3polis. Quatro anos      depois, o imperador Teod\u00f3sio I o Grande conseguiu estabelec\u00ea-los nos confins      da M\u00e9sia, prov\u00edncia situada ao norte da pen\u00ednsula balc\u00e2nica. Tornou-os federados      do imp\u00e9rio e deu-lhes posi\u00e7\u00e3o proeminente na defesa. Os visigodos prestaram      uma ajuda eficaz a Roma at\u00e9 395, quando come\u00e7aram a mudar-se para oeste. Em      401, chefiados por Alarico I, que rompera com os romanos, entraram na It\u00e1lia      e invadiram a plan\u00edcie do P\u00f3, mas foram repelidos. <\/p>\n   \n<p>Em 408 atacaram pela segunda vez e chegaram \u00e0s portas de Roma, que foi tomada      e saqueada em 410.<\/p>\n   \n<p>\u00a0<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/vvisigo15.jpg\" alt=\"Visigodos\" title=\"Visigodos\" \/><br \/>\n     Alarico II<\/strong><\/p>\n   \n<p>Nos anos seguintes, o rei Ataulfo estabeleceu-se com seu povo no sul da G\u00e1lia      e na Hisp\u00e2nia e, em 418, firmou com o imperador Const\u00e2ncio um tratado pelo      qual os visigodos se fixavam como federados na prov\u00edncia de Aquitania Secunda,      na G\u00e1lia. A monarquia visigoda consolidou-se com Teodorico I, que enfrentou      os hunos de \u00c1tila na batalha dos Campos Catal\u00e2unicos. Em 475, Eurico declarou-se      monarca independente do reino visigodo de Tolosa (Toulouse), que inclu\u00eda a      maior parte das G\u00e1lias e a Espanha. <\/p>\n   \n<p><strong>Seu reinado foi extremamente ben\u00e9fico para o povo visigodo: <\/strong>al\u00e9m      da obra pol\u00edtica e militar, Eurico cumpriu uma monumental tarefa legislativa      ao reunir as leis dos visigodos, pela primeira vez, no C\u00f3digo de Eurico, conservado      num palimpsesto em Paris. Seu filho Alarico II codificou, em 506, o direito      de seus s\u00faditos romanos, na Lex romana visigothorum, mas carecia dos dotes      pol\u00edticos do pai e perdeu quase todos os dom\u00ednios da G\u00e1lia em 507, quando      foi derrotado e morto pelos francos de Cl\u00f3vis, na batalha de Vouill\u00e9, perto      de Poitiers. Desmoronou ent\u00e3o o reino de Tolosa e os visigodos foram obrigados      a transferir-se para Espanha.<\/p>\n   \n<p>O reino visigodo na Espanha esteve inicialmente sob o dom\u00ednio dos ostrogodos      da It\u00e1lia, mas logo tornou-se independente. Para conquistar o dom\u00ednio da pen\u00ednsula      ib\u00e9rica, os visigodos enfrentaram suevos, alanos e v\u00e2ndalos, povos b\u00e1rbaros      que haviam ocupado o pa\u00eds antes de sua chegada.<\/p>\n   \n<p><strong>A unifica\u00e7\u00e3o quase se concretizou durante o reinado de Leovigildo,      mas ficou comprometida pelo problema religioso:<\/strong> os visigodos professavam      o arianismo e os hispano-romanos eram cat\u00f3licos. O pr\u00f3prio filho de Leovigildo,      Hermenegildo, chegou a sublevar-se contra o pai depois de converter-se \u00e0 religi\u00e3o      cat\u00f3lica. Mas esse obst\u00e1culo para a fus\u00e3o com os hispano-romanos se resolveu      em 589, ano em que o rei Recaredo proclamou o catolicismo religi\u00e3o oficial      da Espanha visig\u00f3tica. A monarquia visigoda foi destru\u00edda em 711 pela invas\u00e3o      mu\u00e7ulmana procedente do norte da \u00c1frica.<\/p>\n   \n<p>Os visigodos, mais civilizados que outras tribos germ\u00e2nicas em virtude de      seu longo contato com Roma, criaram formas art\u00edsticas originais, como o arco      de ferradura e a planta cruciforme das igrejas, e realizaram um importante      trabalho de compila\u00e7\u00e3o cultural e jur\u00eddica. Figuras como santo Isidoro de      Sevilha, ou obras jur\u00eddicas como o C\u00f3digo de Eurico, a Lex romana visigothorum      e o Liber judiciorum, c\u00f3digo visig\u00f3tico que forneceu as bases da estrutura      jur\u00eddica medieval na Espanha, expressam o grau de desenvolvimento cultural      que o reino visigodo alcan\u00e7ou.<\/p>\n   \n<h4>Do &#8220;G\u00f3tico&#8221; dos godos ao adjetivo &#8220;G\u00f3tico&#8221;<\/h4>\n   \n<p>Apesar dos godos terem sido extintos no come\u00e7o do s\u00e9culo VIII, seus feitos      e conquistas deixaram marcas permanentes nos povos italianos. Principalmente      a Queda do Imp\u00e9rio, com tantas constru\u00e7\u00f5es greco-romanas destru\u00eddas, trouxe      um trauma que foi passado de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Desse modo, na \u00e9poca do Renascimento, no s\u00e9culo XVI, o termo godo era sin\u00f4nimo      de &#8220;inculto destruidor da arte cl\u00e1ssica&#8221;. E esse conceito pejorativo,      passa a ser usado para classificar a arte crist\u00e3 produzida entre o s\u00e9culo      XII e XVI, per\u00edodo em que a Igreja absorvia a est\u00e9tica pr\u00e9-crist\u00e3 da regi\u00e3o      onde se instalava, chegando at\u00e9 mesmo a absorver certas caracter\u00edsticas pag\u00e3s.<\/p>\n   \n<p>Assim, analogicamente, esse estilo arquitet\u00f4nico predominante nesses s\u00e9culos,      cheio de ogivas, vitrais e g\u00e1rgulas, passou a ser considerado pelos italianos,      o &#8220;povo b\u00e1rbaro&#8221; que &#8220;invade&#8221; o &#8220;povo cl\u00e1ssico-crist\u00e3o&#8221;,      tornando impura a arquitetura crist\u00e3 da \u00e9poca.<\/p>\n   \n<p>A grande inten\u00e7\u00e3o era vulgarizar todo o estilo, mas pelo que foi visto nos      s\u00e9culos posteriores, o termo &#8220;g\u00f3tico&#8221; acabou formando uma coes\u00e3o      do obscurantismo medieval, fincando deste modo, ra\u00edzes permanentes na Europa.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.universalis.fr\/www.spectrumgothic.cjb.net<\/p>\n   \n<h6>Visigodos<\/h6>\n   \n<h4>O Reino Visigodo na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica<\/h4>\n   \n<p>Visigodos significa <i>Godos do Ocidente<\/i> (<i>Westgoten<\/i>, alem\u00e3o).    <\/p>\n   \n<p>Os Godos, povo germ\u00e2nico sa\u00eddo da Escandin\u00e1via no s\u00e9culo I, constitu\u00edram      no s\u00e9culo III um grande estado na Europa Oriental, entre os rios Don e Dan\u00fabio.    <\/p>\n   \n<p><strong>A chegada dos Hunos (375), vindos da \u00c1sia Central iria dividi-los      definitivamente em dois grupos: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Ostrogodos (Godos do Oriente) entre o Don e o Dniepre, e<\/p>\n     \n<p>Visigodos (Godos do Ocidente) entre os rios Dniepre e Dan\u00fabio. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Com Alarico I (370-410), os Visigodos passaram para a It\u00e1lia e, dali, com      Ata\u00falfo, para a Hisp\u00e2nia (411). <\/p>\n   \n<p><strong>Dom\u00ednio sobre a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica<\/strong><\/p>\n   \n<p>Nos princ\u00edpios do s\u00e9culo V (409-411), aproveitando o v\u00e1cuo de poder gerado      pela decad\u00eancia do Imperio Romano, os povos germ\u00e2nicos V\u00e2ndalos e Suevos penetram      na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica e a\u00ed implantam reinos de curta dura\u00e7\u00e3o. Uma importante      fonte para a Hist\u00f3ria desta \u00e9poca \u00e9 a Cr\u00f3nica de <strong>Hydatius<\/strong> de Aqu\u00e6 Flavi\u00e6      (Chaves). <\/p>\n   \n<p>At\u00e9 conquistarem o dom\u00ednio total sobre toda a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, os Visigodos      tiveram pois que enfrentar Suevos, Alanos e V\u00e2ndalos, povos guerreiros germ\u00e2nicos      que haviam ocupado a regi\u00e3o desde antes de sua chegada. <\/p>\n   \n<p><strong>A unidade do reino teria sido completa j\u00e1 durante o reinado de Leovigildo,      mas ficou comprometida pela quest\u00e3o religiosa:<\/strong> os Visigodos professavam      o <strong>Arianismo<\/strong> e os Hispano-romanos eram <strong>Cat\u00f3licos<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>O Reino dos Visigodos, apoiado por Teodorico e Eurico, alcan\u00e7ou o apogeu      com Leovigildo, cujos filhos, <strong>Hermenegildo<\/strong> e <strong>Recaredo<\/strong>, abjuraram      o <strong>Arianismo<\/strong> e converteram-se ao Catolicismo, institucionalizando os      Conc\u00edlios de Toledo. <\/p>\n   \n<p>O filho de Leovigildo, Hermenegildo, chegou a sublevar-se contra o pai, depois      de converter-se ao Catolicismo. (A rebeli\u00e3o do filho cat\u00f3lico de Leovigildo      foi apoiada tamb\u00e9m por aristocratas arianos.)<\/p>\n   \n<p>Mas a fus\u00e3o com os Hispano-romanos resolveu-se em 589, ano em que o rei <strong>Recaredo      I <\/strong>proclamou o Cristianismo religi\u00e3o oficial da Hisp\u00e2nia visig\u00f3tica. <\/p>\n   \n<p><strong>Na realidade, as aristocracias visigoda e hispano-romana encontravam-se      de tal forma entrela\u00e7adas, que a exist\u00eancia da diferen\u00e7a religiosa e de leis      espec\u00edficas para cada um dos grupos era apenas uma barreira formal: <\/strong>na      pr\u00e1tica, os casamentos mistos eram comuns, e a pr\u00f3pria diverg\u00eancia religiosa      podia ser matizada, como se pode comprovar pelo fato de a Igreja Cat\u00f3lica      na regi\u00e3o nunca ter passado por persegui\u00e7\u00f5es sistem\u00e1ticas por parte da monarquia      visigoda, at\u00e9 o reinado de Leovigildo. <\/p>\n   \n<p>A convers\u00e3o de Recaredo, no <strong>III. Conc\u00edlio de Toledo,<\/strong> em 589, marca      o in\u00edcio de uma estreita alian\u00e7a entre a monarquia visigoda e a Igreja crist\u00e3      ib\u00e9rica, desenvolvida ao longo do s\u00e9culo VII, a qual ganharia uma express\u00e3o      peculiar em textos de eclesi\u00e1sticos da \u00e9poca, cujo \u00edcone mais famoso \u00e9 <strong>Isidoro      de Sevilha<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>As lutas internas levaram a que o seu \u00faltimo rei, Rodrigo, fosse derrotado      pelos Mu\u00e7ulmanos na batalha de Guadalete (711). Assim, a monarquia visigoda      foi destru\u00edda pela invas\u00e3o mu\u00e7ulmana procedente do Norte de \u00c1frica, que substituiria      o Reino Visigodo por <i>Al-Andaluz<\/i>. <\/p>\n   \n<p><strong>Heran\u00e7a visigoda <\/strong><\/p>\n   \n<p>Os visigodos caracterizaram-se pela imensa influ\u00eancia que receberam da cultura      e da mentalidade pol\u00edtica romana, e criaram formas art\u00edsticas originais, como      o arco de ferradura e a planta cruciforme das igrejas, e realizaram um importante      trabalho de compila\u00e7\u00e3o cultural e jur\u00eddica. <\/p>\n   \n<p>A arte visig\u00f3tica que chegou aos nossos dias \u00e9 constitu\u00edda principalmente      por arquitetura (p. ex. S\u00e3o Frutuoso de Mont\u00e9lios), escultura subjacente \u00e0      arquitetura (frisos, capit\u00e9is) e ourivesaria (p. ex. os tesouros de Guarrazar      e Torredonjimeno, em Espanha). <\/p>\n   \n<p>Figuras como Isidoro de Sevilha, ou obras jur\u00eddicas como o C\u00f3digo de Eurico,      a <i>Lex romana visigothorum<\/i> e o <i>Liber judiciorum<\/i>, c\u00f3digo visig\u00f3tico      que forneceu as bases da estrutura jur\u00eddica medieval na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica,      expressam o desenvolvimento cultural que o reino visigodo alcan\u00e7ou. <\/p>\n   \n<p><strong>Arquitetura paleocrist\u00e3 \/ visig\u00f3tica<\/strong><\/p>\n   \n<p>A monarquia visigoda foi suficientemente vital para desenvolver uma arquitetura      (e uma escultura arquitet\u00f4nica) derivadas da tradi\u00e7\u00e3o romana e com influ\u00eancias      bizantinas, com caracter\u00edsticas singulares.<\/p>\n   \n<p><strong>S\u00e3o exemplos da arquitetura paleocrist\u00e3\/visig\u00f3tica na Peninsula Ib\u00e9rica:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Bas\u00edlica paleocrist\u00e3 de M\u00e9rtola<br \/>\n       S\u00e3o Pedro de Lourosa<br \/>\n       Igreja de Santo Amaro, Beja<br \/>\n       S\u00e3o Gi\u00e3o, Nazar\u00e9<br \/>\n       Bas\u00edlica paleocrist\u00e3 de Idanha-a-Velha<br \/>\n       Tong\u00f3briga<br \/>\n       San Mart\u00edn de Salas<br \/>\n       Torre de Palma, Monforte<br \/>\n       S\u00e3o Frutuoso de Mont\u00e9lios (Braga)<br \/>\n       Igreja de San Cugat del Vall\u00e9s, Barcelona<br \/>\n       Igreja em Cabeza de Griego, Cuenca.<br \/>\n       San Juan de Ba\u00f1os de Cerrato (Palencia)<br \/>\n       Cripta de San Antol\u00edn de Palencia<br \/>\n       San Pedro de la Mata (Toledo)<br \/>\n       Santa Comba de Bande (Orense)<br \/>\n       San Pedro de la Nave (Zamora)<br \/>\n       Santa Mar\u00eda de Quintanilla de las Vi\u00f1as (Burgos)<br \/>\n       Santa Mar\u00eda de Melque (Toledo)<br \/>\n       San Vincente, C\u00f3rdoba<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>A arquitetura visig\u00f3tica<\/h4>\n   \n<p>A <strong>arquitetura visig\u00f3tica<\/strong>, come\u00e7ado no final do imp\u00e9rio romano      e durando at\u00e9 o in\u00edcio do Rom\u00e2nico, pouco ou nada acrescentou \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o das      t\u00e9cnicas construtivas dos Romanos. Os construtores da Alta Idade M\u00e9dia, de      uma forma geral, tinham poucos conhecimentos t\u00e9cnicos e limitavam-se a utilizar      as t\u00e9cnicas construtivas e os materiais dos Romanos. <\/p>\n   \n<p>Os edif\u00edcios mais significativos que hoje conhecemos s\u00e3o as igrejas \u0097      em geral pequenas \u0097, resultado da sua insuficiente destreza t\u00e9cnica,      cuja consequ\u00eancia se refletia na dificuldade em vencer grandes v\u00e3os. <\/p>\n   \n<p>A tipologia utilizada n\u00e3o apresentou muito de novo e resumia-se a plantas      bas\u00edlicais de tr\u00eas naves, sendo a central mais elevada que as laterais, com      uma ou tr\u00eas absides retangulares.<\/p>\n   \n<p>Gra\u00e7as a trabalhos de escava\u00e7\u00e3o e reinterpreta\u00e7\u00e3o de dados efetuados um pouco      por todo o pa\u00eds, como os proporcionados pelas escava\u00e7\u00f5es das bas\u00edlicas suevo-visig\u00f3ticas      de <strong>Dume, Braga<\/strong>, de <strong>Viseu<\/strong>, da igreja do <strong>Montinho      das Laranjeiras<\/strong>, Alcoutim, da <strong>bas\u00edlica paleocrist\u00e3 de M\u00e9rtola<\/strong>      e do templo alto-medieval de <strong>S\u00e3o Torcato<\/strong>, Guimar\u00e3es, onde se identificaram      sequ\u00eancias estratigr\u00e1ficas complexas e significativos restos de edif\u00edcios      de tipologias variadas, temos hoje de uma melhor leitura dos modelos arquitet\u00f4nicos      crist\u00e3os usados entre os s\u00e9culos V-VI e X-XI. <\/p>\n   \n<p>Identificaram-se modelos arquitet\u00f4nicos diferentes, com origens diversas      e que, servindo o culto crist\u00e3o, parecem ter convivido cronologicamente em      distintas zonas do atual territ\u00f3rio portugu\u00eas.<\/p>\n   \n\t<li>     \n<h4><strong>As constru\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h4>\n   <\/li>\n   \n<p>Os materiais utilizados, principalmente a pedra, eram frequentemente provenientes      das obras romanas e muito poucos de produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria. Por isso, o seu tamanho      era frequentemente desproporcionado face \u00e0s necessidades da constru\u00e7\u00e3o a que      se destinavam; em consequ\u00eancia, o seu manejo era dif\u00edcil. <\/p>\n   \n<p>Como resultado, as paredes apresentavam um aspecto muito rudimentar. Os blocos      de maior dimens\u00e3o e mais bem talhados eram utilizados nas esquinas e nos contrafortes.    <\/p>\n   \n<p><strong>A t\u00e9cnica construtiva utilizada nas paredes era o opus emplectum      romano (as paredes s\u00e3o constitu\u00eddas por tr\u00eas elementos: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Dois panos exteriores de blocos de pedra com juntas de cal <br \/>\n       E no meio um n\u00facleo composto por uma argamassa de cal com restos de cer\u00e2mica        e ou pedras de qualidade inferior) com panos de diversos tipos. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Os visigodos tamb\u00e9m copiaram a t\u00e9cnica construtiva das coberturas, normalmente      de pedra, abobadadas ou com c\u00fapulas, ou de madeira. <\/p>\n   \n<p><strong>Surge nesta altura uma particularidade:<\/strong> quase sempre se      constru\u00eda por cima da cobertura de pedra um telhado de arma\u00e7\u00e3o triangular      de madeira, que aumentava o peso sobre as paredes. <\/p>\n   \n<p>Nesta \u00e9poca as igrejas perderam luminosidade devido ao pouco avan\u00e7ado sistema      estrutural adoptado. As janelas eram muito pequenas, arqueadas ou formadas      por lint\u00e9is monol\u00edticos. <\/p>\n   \n<p>A arquitetura visig\u00f3tica tamb\u00e9m foi influenciada por elementos gregos e bizantinos,      para al\u00e9m da natural presen\u00e7a romana. <\/p>\n   \n<p><strong>Destas influ\u00eancias surgiram dois tipos de edif\u00edcios: <\/strong><\/p>\n   \n<ol>\n\t<li>O <strong>latino<\/strong> \u0096 com as caracter\u00edsticas pr\u00f3prias da decad\u00eancia a        que a civiliza\u00e7\u00e3o hispano-romana tinha chegado. <strong>As suas caracter\u00edsticas:<\/strong>        planta regular, conjunto exterior prism\u00e1tico alargado, arma\u00e7\u00e3o triangular        de madeira e pormenores de estilo latino. <\/li>\n     \n\t<li>O <strong>bizantino<\/strong> \u0096 inspira-se na arquitetura bizantina que est\u00e1        no seu apogeu; contudo apresenta-se marcado por um certo primitivismo, explicado        pela dist\u00e2ncia do centro art\u00edstico origin\u00e1rio e pela incultura dos seus        int\u00e9rpretes. <strong>As caracter\u00edsticas principais:<\/strong> planta em geral        quadrada ou em cruz grega, conjunto exterior piramidal, coberturas abobadadas        e pormenores de estilo bizantino. <\/li>\n   <\/ol>\n<h4>Arte Visig\u00f3tica<\/h4>\n   \n<p>Teve a uma forte express\u00e3o em pe\u00e7as de ourivesaria, em mosaicos e em iluminuras.      A arte visig\u00f3tica exprimiu-se na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica desde a entrada dos Visigodos      (415) at\u00e9 \u00e0 invas\u00e3o mu\u00e7ulmana. <\/p>\n   \n<p><strong>Segundo P. de Palol, \u00e9 a partir do s\u00e9culo IV que a arte crist\u00e3 se      divulga na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica:<\/strong> &#8220;entendemos na Hisp\u00e2nia como manifesta\u00e7\u00f5es      de arte paleocrist\u00e3, as pe\u00e7as que correspondem \u00e0 Tetrarquia e, sobretudo,      a tempos constantinianos, quer dizer, aos s\u00e9culos IV e posteriores. Em rela\u00e7\u00e3o      ao limite final, \u00e9 muito dif\u00edcil estabelec\u00ea-lo na Pen\u00ednsula&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Vertente importante do mundo tardo-romano, esta arte prolongar-se-\u00e1 para      alguns autores at\u00e9 \u00e0s primeiras manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas de Isl\u00e2micos e Mo\u00e7\u00e1rabes.<\/p>\n   \n<p>\u00abArte visig\u00f3tica\u00bb designa as express\u00f5es art\u00edsticas criadas pelos <strong>visigodos<\/strong>,      que entraram na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica em 415 e se tornaram a casta dominante da      regi\u00e3o at\u00e9 \u00e0 invas\u00e3o dos mouros em 711. <\/p>\n   \n<p>A <strong>ourivesaria visig\u00f3tica<\/strong><\/p>\n   \n<p>Com as migra\u00e7\u00f5es b\u00e1rbaras chegaram \u00e0 Peninsula Ib\u00e9rica express\u00f5es art\u00edsticas      novas. Na \u00e9poca visig\u00f3tica, as artes ditas menores (dever-se-ia dizer mobili\u00e1rias)      superam a arquitetura e a escultura \u0096 afirmam alguns especialistas. <\/p>\n   \n<p>Pode-se ligar essa arte ao desejo de mostrar a riqueza e o estatuto social      nas armas, nos trajes e nas j\u00f3ias. Mas tamb\u00e9m \u00e9 uma arte muito vinculada aos      Bizantinos. <\/p>\n   \n<p>A habilidade dos artes\u00e3os godos ou francos, primeiro ambulantes e depois      fixados nas margens do Reno, em Worms, Col\u00f3nia ou Bona, onde as suas oficinas      s\u00e3o c\u00e9lebres j\u00e1 no s\u00e9culo VI, demonstra o interesse mantido no trabalho e      na decora\u00e7\u00e3o de armas, na joalharia religiosa ou profana (f\u00edbulas, fivelas      de cintos, colares de ouro). <\/p>\n   \n<p>O trabalho investido na produ\u00e7\u00e3o de um objeto \u00fanico rompe com a produ\u00e7\u00e3o      grosseira, em s\u00e9rie, da G\u00e1lia romana. Afirmam-se novas t\u00e9cnicas. Aparecem      trabalhos em finas folhas de metal, em filigrana, em placas <i>cloisonn\u00e9es<\/i>      incrustadas de esmalte. <\/p>\n   \n<p>Das tradi\u00e7\u00f5es n\u00f3mades e do Oriente, os B\u00e1rbaros conservam tamb\u00e9m o gosto      pelo luxo, os metais preciosos e as cores vivas, as vestimentas sumptuosas,      j\u00f3ias de ouro e prata, de bronze dourado incrustado de pedras duras ou preciosas.    <\/p>\n   \n<p><strong>Alguns testemunhos de \u00e9poca falam do luxo b\u00e1rbaro: <\/strong>as descri\u00e7\u00f5es      de Sid\u00f3nio Apolin\u00e1rio, as dos cronistas \u00e1rabes que mostram os nobres visigodos      cativos em Damasco ap\u00f3s a conquista, os tecidos e as j\u00f3ias encontrados no      t\u00famulo da princesa Amegunda em Saint-Denis (por volta de 570), os tesouros      visig\u00f3ticos da Peninsula Ib\u00e9rica, especialmente as <strong>coroas votivas      descobertas em Guarrazar<\/strong>. <\/p>\n   \n<p><strong>Este artesanato usa decora\u00e7\u00e3o lisa e simplifica o relevo:<\/strong>      pedras gravadas, desenhos em filigrana. O gosto prefere motivos abstratos,      entrela\u00e7amentos geom\u00e9tricos, formas estilizadas; de vez em quando, um artes\u00e3o      consegue ser naturalista. <\/p>\n   \n<p>A <strong>ourivesaria visig\u00f3tica<\/strong> desenvolveu-se essencialmente em <strong>Toledo<\/strong>.    <\/p>\n   \n<p>A produ\u00e7\u00e3o do artesanato visig\u00f3tico consiste sobretudo de j\u00f3ias (broches,      an\u00e9is, brincos, f\u00edbulas ou alfinetes, colares), placas e fivelas de cinto.    <\/p>\n   \n<p>No s\u00e9culo II surge um interesse art\u00edstico particular em pe\u00e7as em ouro e com      incrusta\u00e7\u00f5es de pedras preciosas por parte dos Godos, poss\u00edvel legado dos      C\u00edtias e S\u00e1rmatas, e de influ\u00eancia romana. <\/p>\n   \n<p>Este per\u00edodo fornece tamb\u00e9m relic\u00e1rios, cruzes e coroas, com t\u00e9cnicas de      trabalho do metal muito refinadas. A <i>damasquina\u00e7\u00e3o<\/i> consiste em incrustar,      por martelamento, um fio de ouro, prata ou cobre, numa superf\u00edcie de cobre      ou prata. <\/p>\n   \n<p>A joalharia <i>cloisonn\u00e9e<\/i> consiste em desenhar uma s\u00e9rie de alv\u00e9olos      separados por pequenas pe\u00e7as met\u00e1licas a uma placa de metal. Talvez os melhores      exemplos sejam os achados na Rom\u00e9nia (em Pietrarossa). <\/p>\n   \n<p>Os <strong>Godos<\/strong> levaram este estilo \u00e0 It\u00e1lia, G\u00e1lia e Hisp\u00e2nia      e, um exemplo disso, \u00e9 esta <strong>coroa votiva de Recesvinto<\/strong>, rei      de Toledo, de cerca de 670, encontrada em Fuente de Guarrazar, perto de Toledo,      que n\u00e3o se destinava a ser usada, mas sim exposta numa igreja. <\/p>\n   \n<p>Na cidade de Toledo foram encontrados objetos de arte visig\u00f3tica no s\u00e9culo      IX, que ficaram conhecido como o <strong>Tesouro de Guarrazar<\/strong>. <\/p>\n   \n<p><strong>Paulo Heitlinger<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  algarvivo.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Visigodos, Povos, Godos, Reino, Hist\u00f3ria, Cultura, Pol\u00edtica, Arte, Per\u00edodo, Costumes, Escandin\u00e1via, Caracter\u00edsticas, Visigodos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":17932,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-17931","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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