{"id":15844,"date":"2016-01-05T00:00:00","date_gmt":"2016-01-05T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/iliada-2\/"},"modified":"2016-01-05T00:00:00","modified_gmt":"2016-01-05T00:00:00","slug":"iliada-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/iliada-2\/","title":{"rendered":"Il\u00edada"},"content":{"rendered":"\n<p>A c\u00f3lera de Aquiles, como se anuncia desde o primeiro verso, \u00e9 o motivo central      da <strong>Il\u00edada<\/strong>, epop\u00e9ia do poeta grego Homero, que inicia a literatura      narrativa ocidental. <\/p>\n   \n<p>Relato de um dos epis\u00f3dios da guerra de Tr\u00f3ia, travada entre gregos e troianos,      a a\u00e7\u00e3o da <strong>Il\u00edada<\/strong> se situa no nono ano depois do come\u00e7o da      guerra, a qual duraria um ano mais, e abarca no conjunto cerca de 51 dias.      O t\u00edtulo deriva de \u00cdlion, nome grego de Tr\u00f3ia. O poema \u00e9 constitu\u00eddo por 15.693      versos, em 24 cantos de extens\u00e3o vari\u00e1vel. <\/p>\n   \n<p>A divis\u00e3o em cantos foi feita pelos fil\u00f3logos de Alexandria. <\/p>\n   \n<p>A <strong>Il\u00edada<\/strong> narra um drama humano, o do her\u00f3i Aquiles, filho      da deusa T\u00e9tis e do mortal Peleu, rei de Ftia, na Tess\u00e1lia, em torno do fim      da guerra dos gregos contra Tr\u00f3ia. Segundo a lenda, a guerra foi motivada      pelo rapto de Helena, esposa do rei de Esparta, Menelau, por P\u00e1ris, filho      do rei Pr\u00edamo, de Tr\u00f3ia. <\/p>\n   \n<p>Agamenon, chefe dos ex\u00e9rcitos gregos, arrebatara a Aquiles, o mais valoroso      dos guerreiros gregos, sua cativa Briseide. Em protesto, Aquiles retirou-se      para o acampamento com seus guerreiros, e recusou-se a entrar em combate.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 nesse momento que tem in\u00edcio a <strong>Il\u00edada<\/strong>, com o verso &#8220;Canto,      \u00f3 deusa, a c\u00f3lera de Aquiles&#8221;. Para apaziguar Aquiles, Agamenon envia-lhe      mensageiros, com o pedido de que entre na luta. Aquiles recusa-se e Agamenon      com seus homens entram no combate. <\/p>\n   \n<p>Os troianos tomam de assalto as muralhas gregas e chegam at\u00e9 os navios. Aquiles      concorda em emprestar a armadura a seu amigo P\u00e1troclo, que repele os troianos      mas \u00e9 morto por Heitor. Cheio de dor pela morte do amigo, Aquiles esquece      a diverg\u00eancia com os gregos e investe contra os troianos, vestido com uma      armadura feita por Hefesto, deus das forjas. Consegue fazer recuar para dentro      dos muros da cidade todos os troianos, menos Heitor, que o enfrenta, mas aterrorizado      pela f\u00faria de Aquiles, tenta fugir. <\/p>\n   \n<p>Aquiles o persegue e finalmente atravessa-lhe com a lan\u00e7a a garganta, \u00fanica      parte descoberta de seu corpo. Agonizante, Heitor pede-lhe que n\u00e3o entregue      seu cad\u00e1ver aos c\u00e3es e \u00e0s aves de rapina, mas Aquiles nega piedade, e depois      de atravessar sua garganta mais uma vez com a lan\u00e7a, ata-o pelos p\u00e9s a seu      carro e arrasta o cad\u00e1ver em volta do t\u00famulo de P\u00e1troclo.<\/p>\n   \n<p>Somente com a interven\u00e7\u00e3o de Zeus, Aquiles aceita devolver o cad\u00e1ver a Pr\u00edamo,      rei de Tr\u00f3ia e pai de Heitor. O poema termina com os funerais do her\u00f3i troiano.    <\/p>\n   \n<p><strong>Alguns dos personagens da Il\u00edada, em particular Aquiles, encarnam      o ideal her\u00f3ico grego:<\/strong> a busca da honra ao pre\u00e7o do sacrif\u00edcio, se      necess\u00e1rio; o valor altru\u00edsta; a for\u00e7a descomunal mas n\u00e3o monstruosa; o patriotismo      de Heitor; a fiel amizade de P\u00e1troclo; a compaix\u00e3o de Aquiles por Pr\u00edamo,      que o levou a restituir o cad\u00e1ver de seu filho Heitor. <\/p>\n   \n<p>Nesse sentido, os her\u00f3is constituem um modelo, mas o poema mostra tamb\u00e9m      suas fraquezas &#8211; paix\u00f5es, ego\u00edsmo, orgulho, \u00f3dio desmedido. Toda a mitologia      hel\u00eanica, todo o Olimpo grego, com seus deuses, semideuses e deidades auxiliares,      est\u00e3o maravilhosamente descritos. <\/p>\n   \n<p>Os deuses, que mostram v\u00edcios e virtudes humanas, interv\u00eam constantemente      no desenvolvimento da a\u00e7\u00e3o, alguns em favor dos aqueus, outros em apoio aos      troianos. Zeus, o deus supremo do Olimpo, imparcial, interv\u00e9m apenas quando      o her\u00f3i ultrapassa os limites, ao proporcionar o tenebroso espet\u00e1culo de passear      \u00e0 volta de Tr\u00f3ia arrastando o cad\u00e1ver mutilado de Heitor.<\/p>\n   \n<p>O poema encerra grande volume de dados e pormenores geogr\u00e1ficos, hist\u00f3ricos,      folcl\u00f3ricos e filos\u00f3ficos, e descreve com perfei\u00e7\u00e3o os modelos de conduta      e os valores morais da sociedade do tempo em que foi escrita a obra. <\/p>\n   \n<p>Uma quest\u00e3o muito discutida \u00e9 o fundo hist\u00f3rico do ciclo da guerra de Tr\u00f3ia.      Possivelmente, sua origem remonta a reminisc\u00eancias da luta, travada antes      da invas\u00e3o d\u00f3ria, no s\u00e9culo XII a.C., entre povos de cultura mic\u00eanica, como      os aqueus, e um estado da Anat\u00f3lia, o de Tr\u00f3ia. <\/p>\n   \n<p>\u00c9 historicamente comprovada a exist\u00eancia de estabelecimentos mic\u00eanicos na      Anat\u00f3lia, sem que se conhe\u00e7am as causas poss\u00edveis da guerra.<\/p>\n   \n<p>O mundo hel\u00eanico a que se refere a <strong>Il\u00edada<\/strong> n\u00e3o parece circunscrever-se      ao de uma \u00e9poca cronol\u00f3gica determinada.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 muito prov\u00e1vel que as lendas foram incorporando elementos de diferentes      etapas da civiliza\u00e7\u00e3o, no curso de sua transmiss\u00e3o oral e at\u00e9 textual. Aponta-se,      por exemplo, a descri\u00e7\u00e3o de armamentos e t\u00e9cnicas militares, e at\u00e9 rituais,      correspondentes a diferentes per\u00edodos hist\u00f3ricos, desde o mic\u00eanico a aproximadamente      meados do s\u00e9culo VIII a.C. Salvo alguns prov\u00e1veis acr\u00e9scimos atenienses, nenhum      dado ultrapassa esse per\u00edodo, o que refor\u00e7a a tese de que o poema foi redigido      nesse \u00faltimo per\u00edodo. <\/p>\n   \n<p>A l\u00edngua e o estilo hom\u00e9ricos foram em grande medida herdados da tradi\u00e7\u00e3o      \u00e9pica. Por esse motivo, a l\u00edngua, basicamente o dialeto j\u00f4nico, com numerosos      elementos e\u00f3lios, \u00e9 um tanto artificial e arcaizante, e n\u00e3o corresponde a      nenhuma modalidade falada normalmente. A m\u00e9trica empregada \u00e9 o hex\u00e2metro,      verso tradicional na \u00e9pica grega.<\/p>\n   \n<h4><strong>Il\u00edada <\/strong>Poema de <strong>Homero<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Sua autoria \u00e9 atribu\u00edda a <strong>Homero<\/strong>, poeta semilend\u00e1rio, que      teria vivido na Gr\u00e9cia no s\u00e9culo X antes de Cristo. O assunto capital do poema      \u00e9 a guerra de Tr\u00f3ia. <\/p>\n   \n<p>O termo &#8220;<strong>Il\u00edada<\/strong>&#8221; \u00e9 a forma portuguesa do grego      &#8220;Ili\u00e1s&#8221;, vindo pelo latim da \u00c1sia Menor. Divide-se a obra em 24      cantos, contendo 15.000 versos hex\u00e2metros.<\/p>\n   \n<p>Apesar de seu argumento ser extra\u00eddo da famosa guerra troiana, n\u00e3o a narra      por completo. No 2\u00ba ano desse conflito, rebentou uma animosidade entre Agamenon      e o guerreiro Aquiles.<\/p>\n   \n<p>Agamenon estava \u00e0 frente das for\u00e7as sitiantes, havia se apoderado de uma      escrava de nome Briseida, que coubera a Aquiles na divis\u00e3o dos despojos de      guerra. <\/p>\n   \n<p>Aquiles n\u00e3o se conforma com isso, e recusa a continuar a combater. A sorte      dos gregos declina, e os troianos aproveitando a aus\u00eancia do her\u00f3i invenc\u00edvel,      infligem v\u00e1rias derrotas ao advers\u00e1rio. P\u00e1troclo, amigo de Aquiles, chefiando      os Mirmid\u00f5es obt\u00e9m uma vit\u00f3ria, mas perece nas m\u00e3os de Heitor, pr\u00edncipe troiano.    <\/p>\n   \n<p>Aquiles alucinado com a perda do amigo, resolve ving\u00e1-lo. Revestido das armas      que Vulcano lhe forjara, retorna ao campo de batalha e destro\u00e7a o inimigo.      Mata Heitor e acorrenta seu cad\u00e1ver ao carro de triunfo. Seguem-se os funerais      de P\u00e1troclo. Por sua vez, Pr\u00edamo, pai de Heitor, consegue de Aquiles permiss\u00e3o      para sepultar o filho. A mitologia narra a hist\u00f3ria completa dessa guerra,      tornada imortal na grande epop\u00e9ia. <\/p>\n   \n<h4><strong>Il\u00edada &#8211; <\/strong>Obra<\/h4>\n   \n<p>A <strong>Il\u00edada<\/strong> \u00e9 composta de 15.693 versos em hex\u00e2mero dat\u00edlico,      que \u00e9 o formato tradicional da \u00e9pica grega. Hex\u00e2mero \u00e9 um verso composto de      seis s\u00edlabas po\u00e9ticas e dat\u00edlico faz alus\u00e3o ao ritmo do poema, composto de      uma s\u00edlaba longa e duas breves, j\u00e1 que o grego (e o Latim) n\u00e3o possuem s\u00edlabas      t\u00f4nicas, e sim breves e longas.<\/p>\n   \n<p>A linguagem utilizada \u00e9 o grego, num dialeto J\u00f4nico, e acredita-se que a      <strong>Il\u00edada<\/strong> venha da tradi\u00e7\u00e3o oral, ou seja, era cantada pelo      rapsodo. Existem diversas se\u00e7\u00f5es que se repetem, como &#8220;ganchos&#8221;      que facilitariam a memoriza\u00e7\u00e3o pelos aedos, indicando sua natureza de obra      transmitida oralmente. S\u00f3 muito mais tarde os versos foram compilados numa      vers\u00e3o escrita, no s\u00e9culo VI a.C. em Atenas. O poema foi ent\u00e3o posteriormente      dividido em 24 Cantos, divis\u00e3o que persiste at\u00e9 hoje. A divis\u00e3o \u00e9 atribu\u00edda      aos estudiosos da Biblioteca de Alexandria, mas pode ser anterior.<\/p>\n   \n<p>Os gregos acreditavam que a guerra de Tr\u00f3ia era um fato hist\u00f3rico ocorrido      durante o per\u00edodo mic\u00eanico, durante as invas\u00f5es d\u00f3ricas, por volta de 1200      a.C.. <\/p>\n   \n<p>Entretanto h\u00e1 na <strong>Il\u00edada<\/strong> descri\u00e7\u00f5es de armas e t\u00e9cnicas de      diversos per\u00edodos, do mic\u00eanico ao s\u00e9culo VIII a.C., indicando ser este o s\u00e9culo      de composi\u00e7\u00e3o da epop\u00e9ia.<\/p>\n   \n<p>A <strong>Il\u00edada<\/strong> influenciou fortemente a cultura cl\u00e1ssica, sendo      estudada e discutida na Gr\u00e9cia (aonde era parte da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica) e, posteriormente,      no Imperio Romano. Sua influ\u00eancia pode ser sentida nos autores cl\u00e1ssicos,      como na Eneida, de Virg\u00edlio.<\/p>\n   \n<p>At\u00e9 hoje considerada uma das obras mais importantes da literatura mundial.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.nomismatike.hpg.ig.com.br\/www.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Il\u00edada<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p>A <strong>Il\u00edada<\/strong> \u00e9 um antigo poema \u00e9pico grego em hex\u00e1metro dat\u00edlico,      tradicionalmente atribu\u00eddo a Homero. <\/p>\n   \n<p>Ambientado durante a Guerra de Tr\u00f3ia, o cerco de dez anos da cidade de Tr\u00f3ia      (Il\u00edaco) por uma coaliz\u00e3o de estados gregos, que narra as batalhas e acontecimentos      durante as semanas de uma disputa entre o rei Agamenon eo guerreiro Aquiles.<\/p>\n   \n<p>Embora a hist\u00f3ria abrange apenas algumas semanas no \u00faltimo ano da guerra,      a Il\u00edada menciona ou faz alus\u00e3o a muitas das lendas gregas sobre o cerco;      os eventos anteriores, como a reuni\u00e3o de guerreiros para o cerco, a causa      da guerra, e as preocupa\u00e7\u00f5es relacionadas tendem a aparecer pr\u00f3ximo ao in\u00edcio.      Em seguida, a narrativa \u00e9pica ocupa eventos profetizados para o futuro, tais      como Aquiles se aproximando morte e do saque de Tr\u00f3ia, prefigurada e aludiu      a mais e de forma mais v\u00edvida, de modo que, quando se chega a um fim, o poema      contou uma completa, mais ou menos, a Guerra de Tr\u00f3ia.<\/p>\n   \n<h4>Il\u00edada &#8211; Personagens<\/h4>\n   \n<p>O assunto do poema \u00e9 a guerra de Tr\u00f3ia. <\/p>\n   \n<p>O termo &#8220;<strong>Il\u00edada<\/strong>&#8221; origina-se de &#8220;Ili\u00e1s&#8221;,      o que quer dizer &#8220;a respeito de Ilion&#8221;, o nome de uma cidade na      costa da \u00c1sia Menor. <\/p>\n   \n<p>Na <strong>Il\u00edada<\/strong> h\u00e1 24 cantos, com 15 mil versos. Ainda que seu      argumento seja a Guerra de Troia, n\u00e3o \u00e9 uma narra\u00e7\u00e3o completa do que aconteceu.      Trata do segundo ano deste conflito, quando iniciou uma contenda entre Agamenon      e Aquiles. Agamenon, que liderava as for\u00e7as sitiantes, tomou como sua uma      escrava chamada Briseida que, na verdade, deveria pertencer a Aquiles na divis\u00e3o      dos despojos de guerra.<\/p>\n   \n<p>Aquiles fica furioso e diz que n\u00e3o mais combate. Com isso, a sorte dos gregos      come\u00e7a a declinar, e os troianos aproveitando-se da aus\u00eancia de Aquiles (que      era invenc\u00edvel por ter sido mergulhado numa po\u00e7\u00e3o m\u00e1gina durante a inf\u00e2ncia,o      her\u00f3i invenc\u00edvel) conseguem diversas vit\u00f3rias. P\u00e1troclo, amigo de Aquiles,      chefiando os Mirmid\u00f5es, obt\u00e9m uma vit\u00f3ria, mas \u00e9 morto por Heitor, pr\u00edncipe      troiano.<\/p>\n   \n<p>Aquiles, alucinado com a perda do amigo, volta \u00e0s batalhas e destr\u00f3i o inimigo.      Mata Heitor e acorrenta seu cad\u00e1ver ao carro e d\u00e1 voltas em torno das muralhas      da cidade. Seguem-se os funerais de P\u00e1troclo. Por sua vez, Pr\u00edamo, pai de      Heitor, consegue de Aquiles permiss\u00e3o para sepultar o filho. A mitologia narra      a hist\u00f3ria completa desta guerra. <\/p>\n   \n<p><strong>Sao as seguintes as principais personagens: <\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Troianos:<\/strong> <\/p>\n   \n<p><strong>&#8211; P\u00e1ris, filho de Pr\u00edamo e H\u00e9cuba. Fora abandonado no monte Ida,      por causa de uma predi\u00e7\u00e3o funesta<\/strong>: ele haveria de provocar a ru\u00edna      de Tr\u00f3ia. Amamentado por uma ursa e criado por um pastor, vive sua inf\u00e2ncia      e adolesc\u00eancia, despreocupado e feliz. Amou depois a ninfa Enone. <strong>Pastoreava      os rebanhos naquele monte, quando lhe apareceram tr\u00eas deusas<\/strong>: V\u00eanus,      Juno e Minerva. <strong>Elas disputavam o pr\u00eamio da beleza e o c\u00e9lebre fruto      que a Disc\u00f3rdia atirara nas bodas de T\u00e9tis e Pelau com a inscri\u00e7\u00e3o<\/strong>:      &#8220;&#8216;A mais formosa&#8221; Escolhido como Juiz, P\u00e1ris optou por V\u00eanus. <strong>Esta,      agradecida, promete-lhe algo maravilhoso<\/strong>: ele possuiria a mulher      mais bela da terra. Reconciliado com o pai, P\u00e1ris foi enviado \u00e0 Gr\u00e9cia. <\/p>\n   \n<p>Chegando a Esparta, durante a aus\u00eancia de seu rei Menelau, apaixona-se pela      rainha Helena, e a rapta. Quando do casamento entre Menelau e Helena, os pr\u00edncipes      gregos haviam prometido defender a deslumbrante mulher, caso isso se tornasse      necess\u00e1rio. <\/p>\n   \n<p><strong>Estava lan\u00e7ado o estopim: <\/strong>Menelau, ao regressar, convoca      os pr\u00edncipes, e Agamenon, seu irm\u00e3o, \u00e9 eleito chefe supremo das tropas que      iriam resgatar a rainha, numa guerra prolongada de dez anos. Teria sido P\u00e1ris      (ou Apolo nele disfar\u00e7ado) que ferira Aquiles no calcanhar, matando-o. <\/p>\n   \n<p>\u0097 H\u00e9cuba, esposa de Pr\u00edamo. Teve, conforme Homero, 50 filhos. Viu-os      morrer quase todos. Conduzida prisioneira pelos gregos para a Tr\u00e1cia, acabou      metamorfoseando-se em cadela. <\/p>\n   \n<p>&#8211; En\u00e9ias, pr\u00edncipe, filho de Anqulses. Depois que Tr\u00f3ia caiu, conseguiu escapar,      carregando \u00e0s costas o velho pai, mas n\u00e3o alcan\u00e7ando salvar sua esposa Creusa.    <\/p>\n   \n<p>Torna-se her\u00f3i da epop\u00e9ia de Virg\u00edlio. <\/p>\n   \n<p>&#8211; Laocoonte, filho de Priamo Quando viu que os seus se deixavam enganar pelo      estratagema grego, &#8211; o cavalo de pau, \u0097 correu furioso para n\u00e3o permitir      a entrada do engenho na cidade Atirou um dardo contra os flancos do cavalo.      os troianos consideraram tal atitude uma impiedade, que se fortaleceu, quando      duas serpentes vindas do mar, chegaram ao altar em que estavam os filhos de      Laocoonte, envolvendo-os nos seus an\u00e9is. o pai, na \u00e2nsia de salv\u00e1-los, corre      em socorro, morrendo sufocado com os dois filhos. <\/p>\n   \n<p>&#8211; Cassandra, filha dos reis de Tr\u00f3ia Foi amada por Apolo, que lhe deu o dom      da profecia. Previu a ru\u00edna de Tr\u00f3ia, e quando ocorreu foi levada por Agamenon      para a Gr\u00e9cia. O pr\u00edncipe sens\u00edvel ao seu m\u00e9rito e beleza, n\u00e3o a atendeu,      por\u00e9m, quando ela o advertiu da desgra\u00e7a que o aguardava, na trai\u00e7\u00e3o da rainha      infiel Clitenestra. <\/p>\n   \n<p><b>Do o lado grego: <\/b><\/p>\n   \n<p>&#8211; Nestor, rei de Pilos. Cavaleiro de Ger\u00eania \u00e9 uma das figuras mais bem acabadas      de Homero. Continuamente a ele se refere, tanto na Il\u00edada, como na &#8220;odiss\u00e9ia&#8221;.    <\/p>\n   \n<p>No primeiro poema, encarna o s\u00edmbolo cie prud\u00eancia nos conselhos que emite,      e coragem nos feitos de guerreiro. J\u00e1 na &#8220;Odiss\u00e9ia&#8221;, vemo-lo tranq\u00fcilo,      no gozo da vida familiar. <\/p>\n   \n<p>\u0097 Ulisses, pr\u00edncipe de \u00cdtaca, not\u00e1vel pela ast\u00facia, autor do plano engenhoso      que deu a vit\u00f3ria aos gregos. Na &#8220;Odiss\u00e9ia&#8221; ocupa o papel central.    <\/p>\n   \n<p><strong>E outros her\u00f3is como:<\/strong> Ajax, impetuoso guerreiro; Di\u00f3medes,      c\u00e9lebre pela crueldade; Filoctetes, com suas flechas tem\u00edveis e matador de      P\u00e1ris; Idomeu, rei de Creta e filho de Deucali\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>Quanto \u00e0 interven\u00e7\u00e3o dos deuses, que tomam parte ativa no poema, Juno, Palas      e Netuno colocaram-se ao lado dos gregos, enquanto V\u00eanus, Marte e Apolo postaram-se      ao lado dos troianos. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  victorian.fortunecity.com<\/p>\n   \n<h6>Il\u00edada<\/h6>\n   \n<p>Os poemas de Il\u00edada retratam o cerco da cidade de Ilion ou Tr\u00f3ia durante      a Guerra de Tr\u00f3ia. <\/p>\n   \n<p>A pr\u00f3pria palavra Il\u00edada significa &#8220;algo preocupado com Ilion&#8221;.      Ilion foi a cidade com base no estado de Tr\u00f3ia.<\/p>\n   \n<p>J\u00e1 os antigos sabem pouco ou nada sobre a vida de <strong>Homero<\/strong>,      e menos ainda sobre a sua data\u00e7\u00e3o. Quanto \u00e0 sua p\u00e1tria, s\u00e3o um t\u00f3pico da erudi\u00e7\u00e3o      cl\u00e1ssica as discuss\u00f5es sem solu\u00e7\u00e3o sobre este ponto. Mais que de Homero, em      rela\u00e7\u00e3o com as obras a ele atribu\u00eddas h\u00e1 que falar da lenda da Guerra de Tr\u00f3ia.    <\/p>\n   \n<p><strong>Ao redor do s\u00e9culo viii a. C. aparecem as epopeias inspiradas na      lenda da Guerra de Tr\u00f3ia:<\/strong> a Il\u00edada e a Odisseia. Segunda o tradi\u00e7\u00e3o,      o seu autor \u00e9 Homero, rapsodo cego e n\u00f3mada cuja atividade liter\u00e1ria se baseia      nas tradi\u00e7\u00f5es orais, transmitidas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, sobre as expedi\u00e7\u00f5es      gregas a Tr\u00f3ia (no Noroeste da \u00c1sia Menor). <\/p>\n   \n<p><strong>A lenda troiana narra o seguinte:<\/strong> Paris, filho de Pr\u00edamo,      rei de Tr\u00f3ia, rapta a bela Helena, esposa de Menelau. Forma-se ent\u00e3o, para      vingar a afronta, uma confedera\u00e7\u00e3o grega sob as ordens de Agam\u00e9mnon, irm\u00e3o      de Menelau. Os chefes gregos (Agam\u00e9mnon, Menelau, Aquiles, Ajax, Ulisses,      Heitor, Eneias e outros) assedeiam Tr\u00f3ia durante dez anos e, ap\u00f3s m\u00faltiplos      epis\u00f3dios her\u00f3icos, conquistam-na e incendeiam-na. Ulisses (ou Odisseus) demora      dez anos a regressar a sua casa, correndo pelo caminho uma infinidade de aventuras.    <\/p>\n   \n<p>Estas duas obras caracterizam-se pela sua universalidade, pois superam as      barreiras do tempo (h\u00e1 mais de vinte e cinco s\u00e9culos que s\u00e3o lidas com interesse)      e do espa\u00e7o (todos os povos do Ocidente as conhecem e admiram). <\/p>\n   \n<p>Homero \u00e9, cronologicamente, o primeiro poeta europeu e um dos mais importantes.    <\/p>\n   \n<p><strong>A linguagem da Il\u00edada e da Odisseia, de incompar\u00e1vel beleza, al\u00e9m      de estar na base da unidade idiom\u00e1tica grega, expressa as virtudes e os desejos      mais nobres:<\/strong> a honra, o patriotismo, o hero\u00edsmo, o amor, a amizade,      a fidelidade, a hospitalidade, etc. <\/p>\n   \n<p>A <strong>Il\u00edada<\/strong> relata o ass\u00e9dio de Tr\u00f3ia pelos Gregos at\u00e9 \u00e0 queda      da cidade e desenrola-se no acampamento grego. O seu argumento \u00e9 baseado na      c\u00f3lera de Aquiles, her\u00f3i heleno que, num dado momento, re\u00fane com a chefe Agam\u00e9mnon      e se recusa a continuar a lutar. Ao morrer em combate o seu amigo P\u00e1troclo,      Aquiles, afetado pela ira e desejoso de vingan\u00e7a, regressa ao campo de batalha.      Luta com Heitor, que mata P\u00e1troclo, e mata-o. O rei Pr\u00edamo, pai de Heitor,      pede clem\u00eancia para os restos do seu filho. Aquiles cede e os Troianos celebram      as honras f\u00fanebres do pr\u00edncipe troiano. <\/p>\n   \n<p>A <strong>Il\u00edada<\/strong> \u00e9 um relato \u00e9pico cheio de grandeza e de hero\u00edsmo      e de argumento relativamente simples. <\/p>\n   \n<p>Na Odisseia o argumento \u00e9 centrado em Ulisses e seus companheiros, no seu      filho (Tel\u00e9maco) e na sua mulher (Pen\u00e9lope). Ulisses, rei de \u00cdtaca, \u00e9 esperado      durante anos, ap\u00f3s a guerra de Tr\u00f3ia, pela mulher e pelo filho. Pen\u00e9lope,      assediada por v\u00e1rios pretendentes, promete-lhes escolher marido quando acabar      de tecer um tapete, que tece durante o dia e desfaz de noite. Tel\u00e9maco corre      diversas aventuras \u00e0 procura do pai. <\/p>\n   \n<p><strong>Ulisses v\u00ea dificultado o seu regresso a \u00cdtaca por diversos obst\u00e1culos:      <\/strong>tempestades, magos, sereias, etc. Entre os perigos que passam Ulisses      e os seus companheiros conta-se a luta com Polifemo, gigante com um s\u00f3 olho      na fronte e devorador de homens. Ulisses chega por fim a \u00cdtaca inc\u00f3gnito,      mata os pretendentes e, finalmente, \u00e9 reconhecido pela mulher e pelo filho.    <\/p>\n   \n<p>A Odisseia \u00e9 um conjunto de aventuras mais complexo que a <strong>Il\u00edada<\/strong>.      As ast\u00facias de Ulisses, as aventuras do seu corajoso filho Tel\u00e9maco, a fidelidade      de Pen\u00e9lope e outros aspectos desta epopeia fazem que seja mais humana, perante      o aspecto predominantemente her\u00f3ico da <strong>Il\u00edada<\/strong>. <\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.vidaslusofonas.pt<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Il\u00edada, Homero, Poema, Obra, Grego, Mitologia, Gr\u00e9cia, Drama, Personagens, Odiss\u00e9ia, Lenda, Hist\u00f3ria, Il\u00edada<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-15844","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Il\u00edada - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Il\u00edada - 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