{"id":15836,"date":"2016-01-05T00:00:00","date_gmt":"2016-01-05T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/atena-2\/"},"modified":"2026-08-31T23:28:16","modified_gmt":"2026-08-31T23:28:16","slug":"atena-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/atena-2\/","title":{"rendered":"Atena"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Etimologia<\/strong><\/p>\n   \n<p>Em grego (Athen\u00e2), cuja etimologia ainda \u00e9 desconhecida, sobretudo por tratar-se      de uma divindade &#8220;importada&#8221; do mundo mediterr\u00e2neo ou, mais precisamente,      da civiliza\u00e7\u00e3o min\u00f3ica. <\/p>\n   \n<p>Talvez se pudesse, segundo Carnoy, quanto ao primeiro elemento de seu nome,      Ath-, fazer uma aproxima\u00e7\u00e3o com o indo-europeu att\u00e3, &#8220;m\u00e3e&#8221;, ep\u00edteto      que caberia bem a uma deusa da vegeta\u00e7\u00e3o da ilha de Creta, a uma Grande M\u00e3e,      que recebeu dos pr\u00f3prios Gregos o qualificativo de awai\u00e3, &#8220;m\u00e3e&#8221;,      na forma (Athena\u00ede), depois reduzida a (Athen\u00e1a), fonte da forma \u00e1tica (Athen\u00e2),      que j\u00e1 aparece em inscri\u00e7\u00f5es do s\u00e9c. VI a.e.c.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/aatena-8.jpg\" alt=\"Atena\" width=\"344\" height=\"270\" title=\"Atena\" \/><strong><br \/>\n     Atena &#8211; Deusa Grega<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>O local de nascimento da deusa foi \u00e0s margens do Lago Trit\u00f4nio, na      L\u00edbia, o que explicaria um dos m\u00faltiplos ep\u00edtetos da filha querida de Zeus:<\/strong>      (Tritogu\u00e9neia) que \u00e9 interpretado modernamente como nascida no mar ou na \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>T\u00e3o logo saiu da cabe\u00e7a do pai, soltou um grito de guerra e se engajou ao      lado do mesmo na luta contra os Gigantes, matando a Palas e Enc\u00e9lado. O primeiro      foi por ela escorchado e da pele do mesmo foi feita uma coura\u00e7a; quanto ao      segundo, a deusa o esmagou, lan\u00e7ado-lhe em cima a ilha da Sic\u00edlia. <\/p>\n   \n<p>O ep\u00edteto ritual, <strong>Palas Atena<\/strong>, n\u00e3o se deve ao Gigante, mas      a uma jovem amiga da deusa, sua companheira na juventude e que foi morta acidentalmente      pela mesma. <\/p>\n   \n<p>Da\u00ed por diante, <strong>Atena<\/strong> adotou o ep\u00edteto de Palas e fabricou,      consoante uma variante tardia, em nome da morta, o Pal\u00e1dio, cujo mito \u00e9 deveras      complicado, porque se enriqueceu com elementos diversos, desde as Epopeia      Ciclias at\u00e9 a \u00e9poca romana. Homero o desconhece. Na Il\u00edada s\u00f3 se faz men\u00e7\u00e3o      de uma est\u00e1tua cultual da deusa, honrada em Tr\u00f3ia, mas sentada, enquanto o      Pal\u00e1dio \u00e9 uma pequena est\u00e1tua, mas de p\u00e9, com a rigidez de um ks\u00f3anon, isto      \u00e9, de um \u00eddolo arcaico de madeira. Seja como for, o importante \u00e9 que se saiba      ser o Pal\u00e1dio grandemente apotropaico, pois tinha a virtude de garantir a      integridade da cidade que o possu\u00edsse e que lhe prestasse uma culto. <\/p>\n   \n<p>Desse modo, toda e qualquer p\u00f3lis se vangloriava de possuir um Pal\u00e1dio, sobre      juca origem miraculosa se terciam as mais variadas e incr\u00edveis narrativas.    <\/p>\n   \n<p>O de Tr\u00f3ia, conta-se, ca\u00edra do c\u00e9u e era t\u00e3o poderoso que, durante dez anos,      defendeu a cidadela contra as investida dos aqueus. <\/p>\n   \n<p>Foi preciso que Ulisses e Diomedes o subtra\u00edssem. Tr\u00f3ia, sem sua defesa m\u00e1gica,      foi facilmente vencida e destru\u00edda.<\/p>\n   \n<p>O mais famoso e sacrossanto dos Pal\u00e1dios, por\u00e9m, era o de Atenas, que, noite      e dia, l\u00e1 do alto da Acr\u00f3pole, o lar de <strong>Atena<\/strong>, vigiava Atenas,      a cidade querida da &#8220;deusa de olhos gar\u00e7os&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Preterida por P\u00e1ris no c\u00e9lebre concurso de beleza no monte Ida, p\u00f4s-se inteira,      na Guerra de Tr\u00f3ia, ao lado dos aqueus, entre os quais seus favoritos foram      Aquiles, Diomedes e Ulisses. na Odiss\u00e9ia, diga-se de passagam, a deusa augusta      se transformar\u00e1 na b\u00fassola do n\u00f3stos, do retorno de Ulisses a \u00cdtaca, e, quando      o her\u00f3i finalmente chegou \u00e0 p\u00e1tria, <strong>Palas Atena<\/strong> esteve a      seu lado at\u00e9 o massacre total dos pretendents e a decreta\u00e7\u00e3o de paz, por inspira\u00e7\u00e3o      sua, no seio das fam\u00edlias da ilha de \u00cdtaca. Sua valentia e coragem comparam-se      \u00e0s de Ares, mas a filha de Zeus detestava a sede de sangue e a vol\u00fapia de      carnificina de seu irm\u00e3o, ao qual, ali\u00e1s, enfrentou vitoriosamente.<\/p>\n   \n<p><strong>Sua bravura, como a de Ulisses, \u00e9 calma e refletida:<\/strong> Atena      \u00e9, antes de tudo, a guardi\u00e3 das Acr\u00f3poles das cidades, onde la reina e cujo      espa\u00e7o f\u00edsico defende, merecendo ser chamada Pol\u00edas, a &#8220;Protetora&#8221;,      como ilustra o mito do Pal\u00e1dio. \u00c9 sobretudo por essa prote\u00e7\u00e3o que \u00e9 ainda      cognominada Nike, a vitoriosa. Uma tabuinha da Linear B, datando de mais ou      menos 1500 a.e.c., faz men\u00e7\u00e3o de uma A-ta-na po-ti-ni-ja, antecipando-se,      assim, de sete s\u00e9culos \u00e0 (P\u00f3tnia Athena\u00ede) de Homero e demonstrando que a      &#8220;Atena Soberana&#8221; era realmente a senhora das cidades, em cuja Acr\u00f3pole      figurasse o seu Pal\u00e1dio.<\/p>\n   \n<p>Sem se esquecer de suas antigas fun\u00e7\u00f5es de Grande M\u00e3e, deixando inteiramente      de lado seu denodo b\u00e9lico, <strong>Atena<\/strong> Apat\u00faria, al\u00e9m de presidir      nas Apat\u00farias \u00e0 inscri\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as atenienses em sua respectiva fratria,      favorecia, enquanto (Hygu\u00edeia), Higiia, enquanto deusa das &#8220;boas condi\u00e7\u00f5es      de sa\u00fade&#8221;, a fertilidade dos campos, em benf\u00edcio de uma popula\u00e7\u00e3o a princ\u00edpio      sobretudo agr\u00edcola. \u00c9 com esse ep\u00edteto que a protetora de Atenas se associava      a Demeter e a Core\/Pers\u00e9fone numa festa denominada (Prokharist\u00e9ria), que se      poderia traduzir por &#8220;agradecimentos antecipados&#8221;, porque tais solenidades      se celebravam nos fins do inverno, quando recome\u00e7avam a brotar os gr\u00e3os de      trigo. <\/p>\n   \n<p>Estava tamb\u00e9m ligada a Dionisio nas (Oskhoph\u00f3ria), quando solenemente se      levavam a <strong>Atena<\/strong> ramos de videira carregados de uvas. Uma      longa prociss\u00e3o dirigia-se, cantando, de um antigo santu\u00e1rio do deus do vinho,      em Atenas, at\u00e9 Falero (nome de um porto da cidade), onde havia um nicho da      deusa.<\/p>\n   \n<p>Dois jovens, com longas vestes femininas, o que trai um rito de passagem,      encabe\u00e7avam a prociss\u00e3o, transportando um ramo de videira com as melhores      uvas da safra.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 bom n\u00e3o se esquecer ainda que na disputa com Pos\u00eddon pelo dom\u00ednio da \u00c1tica      e, particularmente, de Atenas, Atena fez brotar da terra a oliveira, sendo,      por isso mesmo, considerada como a inventora do &#8220;\u00f3leo sagrado da azeitona&#8221;.<\/p>\n   \n<p>Deusa guerreira, na medida em que defende &#8220;suas Acr\u00f3poles&#8221;, deusa      da fertilidade do solo, enquanto Grande M\u00e3e, <strong>Atena<\/strong> \u00e9 antes      do mais a deusa da intelig\u00eancia, da raz\u00e3o, do equil\u00edbrio apol\u00edneo, do esp\u00edrito      criativo e, como tal, preside \u00e0s artes, \u00e0 literatura e \u00e0 filosofia de modo      particular, \u00e0 m\u00fasica e a toda e qualquer atividade do esp\u00edrito. Deusa da paz,      \u00e9 a boa conselheira do povo e de seus dirigents e, como T\u00eamis, \u00e9 a garante      da justi\u00e7a, tendo-lhe sido mesmo atribu\u00edda a institui\u00e7\u00e3o do Are\u00f3pago. Mentora      do Estado, ela \u00e9 tamb\u00e9m no dom\u00ednio das atividades pr\u00e1ticas a guia das artes      e da vida especulativa. <\/p>\n   \n<p>E \u00e9 como deusa dessas atividades, com o t\u00edtulo de (Erg\u00e1ne), &#8220;Obreira&#8221;,      que ela preside aos trabalhos femininos da fia\u00e7\u00e3o, tecelagem e bordado. E      foi precisamente a arte da tecelagem e do bordado que p\u00f4s a perder uma vaidosa      rival de <strong>Atena<\/strong>. filha de \u00cddmon, um rico tintureiro de C\u00f3lofon,      Aracne era uma bela jovem da L\u00eddia, onde o pai exercia sua profiss\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Ainda como (Erg\u00e1ne), &#8220;Obreira&#8221;, a grande deusa presidia aos trabalhos      das mulheres na confec\u00e7\u00e3o de suas pr\u00f3prias indument\u00e1ria, pois que ela pr\u00f3pria      dera o exemplo, tecendo sua t\u00fanica flex\u00edvel e bordada. E na festa das (Khaikeia),      festas dos &#8220;trabalhadores em metais&#8221;, deuas ou quatro meninas, denominadas      Arr\u00e9foras, com aux\u00edlio das &#8220;Obreiras&#8221; de Atena, iniciavam a confec\u00e7\u00e3o      do peplo sagrado, que, nove meses depois, nas Panaten\u00e9ias, deveria cobrir      a est\u00e1tua da deusa, substituindo o do ano anterior.<\/p>\n   \n<p>Associada ainda a Hefesto e Prometeu, no Ceramico de Atenas, ainda por ocasi\u00e3o      das (Khalkeia), era invocada como a protetora dos artes\u00e3os. Foi seu esp\u00edrito      inventivo que ideou o carro de guerra e a quadriga, bem como a constru\u00e7\u00e3o      do navio Argo, em que velejaram os her\u00f3is em busca do Velocino de Ouro.<\/p>\n   \n<p><strong>A maior e mais solene das festas de Atena eram as Panaten\u00e9ias, em      grego (Panath\u00e9naia), solenidade de que partiticipava Atenas Inteira, e cuja      institui\u00e7\u00e3o se fazia remontar a um dos tr\u00eas maiores her\u00f3is m\u00edticos de Atenas:<\/strong>      Erict\u00f4nio, Erecteu ou Teseu, este \u00faltimo Atena e Crono &#8211; Pintura sobre telarealizador      m\u00edtico do sinecismo.A comemora\u00e7\u00e3o era primitivamente anual, mas, a partir      de 566-565 a.e.c. as Panaten\u00e9ias tornaram-se um festival pentet\u00e9rico, a saber,      que se realizava de cinco em cinco anos e que congregava a cidade inteira.      Um banquete p\u00fablico, que &#8220;re-unia&#8221; e unia todos os membros da p\u00f3lis,      dava in\u00edcio \u00e0 grande festa. <\/p>\n   \n<p>Seguiam se jogos agon\u00edsticos, cujos vencedores recebiam como pr\u00eamio \u00e2nforas      cheias de azeite, proveniente das oliveiras sagradas de <strong>Atena<\/strong>.      Havia ainda corrida de quadrigas e um grande concurso de pirricas, dan\u00e7as      guerreiras, cuja introdu\u00e7\u00e3o em Atenas passava por ter sido da filha querida      de Zeus. Precedendo a solenidade maior, realizava-se a (Lampadedrom\u00eda), &#8220;corrida      com fachos acesos&#8221;, uma verdadeira course aux flambeaux, quando se transportava      o fogo sagrado de <strong>Atena<\/strong>, dos jardins de Academo at\u00e9 um altar      na Acr\u00f3pole. As dez tribos atenienses participavam com seus atletas.<\/p>\n   \n<p align=\"center\" class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/aatena-9.jpg\" alt=\"Atena\" width=\"184\" height=\"396\" title=\"Atena\" \/><strong><br \/>\n     Atena &#8211; Deusa Grega<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong><b> <\/b>teve um nascimento no m\u00ednimo diferente. M\u00e9tis,      primeira esposa de Zeus, a deusa da Prud\u00eancia, quando estava gr\u00e1vida Urano      profetizou que teria ela uma crian\u00e7a mais poderosa que o pai. Zeus desesperado      com a profecia engoliu sua esposa. <\/p>\n   \n<p>Algum tempo depois, foi acometido de uma terr\u00edvel dor de cabe\u00e7a e pediu que      Hefesto, o deus guerreiro, desse uma machadada em sua cabe\u00e7a. <\/p>\n   \n<p>Logo o machado encostou, nasceu <strong>Atena<\/strong>, adulta, vestida,      com muita sabedoria e armada da cabe\u00e7a de Zeus, dan\u00e7ando uma dan\u00e7a de guerra      e soltou um grito de guerra triunfante. <\/p>\n   \n<p>Deusa da Justi\u00e7a, \u00e9 uma das tr\u00eas deusas virgens, protetora do lar e tamb\u00e9m      guerreira. Muito racional, elabora estrat\u00e9gias e t\u00e1ticas de guerra. <\/p>\n   \n<p>Padroeira da cidade de Atena, possui um lindo templo Partenon em que os relevos      a representam como uma guerreira com capacete, lan\u00e7a, escudo e coura\u00e7a. <\/p>\n   \n<p><b>Animal: <\/b>coruja.<\/p>\n   \n<p><b>Planta:<\/b> oliveira. <\/p>\n   \n<h4><strong>Origem<\/strong><\/h4>\n   \n<p>Surgiu toda armada do c\u00e9rebro de Zeus, depois de ele ter engolido      sua primeira esposa M\u00e9tis. <\/p>\n   \n<p>Era o s\u00edmbolo da intelig\u00eancia, da guerra justa, da casta mocidade      e das artes dom\u00e9sticas e uma das divindades mais veneradas. <\/p>\n   \n<p>Um espl\u00eandido templo, o Partenon, surgia em sua honra na Acr\u00f3pole      de Atenas, a cidade que lhe era particularmente consagrada. <\/p>\n   \n<p>Obra maravilhosa de Ictino e de Cal\u00edcrates, o Partenon continha      uma colossal est\u00e1tua de ouro dessa deusa, de autoria do famoso escultor F\u00eddias.    <\/p>\n   \n<p>Fonte:  br.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Atena<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<h4>Atena (<strong>Minerva<\/strong>)<\/h4>\n   \n<p><strong>Uma das deusas de maior proje\u00e7\u00e3o e de sentido mais espiritual      da mitologia grega, Atena (Minerva, para os romanos) teria nascido da seguinte      maneira:<\/strong> Zeus (J\u00fapiter), seu pai, um dos mais importantes deuses      m\u00edticos da antiga Gr\u00e9cia, fora avisado de que a crian\u00e7a que deveria nascer      dele e de Metis, sua primeira esposa, acabaria sendo mais forte que ele e      o destronaria. Ent\u00e3o, querendo evitar que esse mau agouro se realizasse, Zeus      engoliu sua mulher, j\u00e1 ent\u00e3o gr\u00e1vida de <strong>Atena<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>Pouco mais tarde, Hefesto (Vulcano) partiu a cabe\u00e7a de Zeus      com um machado, ou porrete, e da fenda aberta surgiu <strong>Atena<\/strong>,      j\u00e1 mulher feita e completamente armada.<\/p>\n   \n<p>Em poemas de Homero, poeta grego que teria vivido no s\u00e9culo      8 a.C., <strong>Atena<\/strong> aparece como deusa do bom conselho, ou da sabedoria      na guerra, bem como na qualidade de senhora das artes e das prendas femininas.    <\/p>\n   \n<p><strong>Al\u00e9m disso, era tamb\u00e9m considerada protetora das cidades      gregas, quando ent\u00e3o, e ao mesmo tempo, exercia as fun\u00e7\u00f5es de deusa da guerra      e da paz:<\/strong> da guerra, para defender-lhes as popula\u00e7\u00f5es e as riquezas;      e da paz, para assegurar-lhes prosperidade atrav\u00e9s da agricultura e do com\u00e9rcio.    <\/p>\n   \n<p><strong>Em Hinos, o poeta louva a deusa da seguinte forma:<\/strong>      \u0093Canto agora a Palas Atena, protetora das cidades, \/ a terr\u00edvel deusa      que com Ares se dedica \/ aos trabalhos da guerra, \u00e0 pilhagem das cidades \/      e aos clamores guerreiros. \/ Protege os soldados quando partem e quando tornam.      \/ Sa\u00fade, Deusa! D\u00e1-nos sorte e felicidade\u0094.<\/p>\n   \n<p>Em \u0093Mitologia Greco-Romana\u0094, M\u00e1rcio Pugliese revela      que uma das lendas mais famosas sobre <strong>Atena<\/strong>, ou <strong>Minerva<\/strong>,      \u00e9 a sua desaven\u00e7a com Posseidon (Netuno), para dar nome a uma nova cidade.      Os doze deuses que funcionaram como ju\u00edzes nesse conflito de interesses divinos,      haviam deliberado que os dois postulantes deveriam produzir alguma coisa que      fosse \u00fatil \u00e0 localidade, sendo declarado vencedor aquele cuja cria\u00e7\u00e3o fosse      considerada como de import\u00e2ncia mais relevante para os humanos moradores da      mesma. Netuno foi o primeiro a se apresentar aos \u00e1rbitros, quando ent\u00e3o, com      um s\u00f3 golpe de seu tridente, fez sair da terra um belo e fogoso cavalo; logo      depois foi a vez de Minerva, que produziu a oliveira, e com ela o direito      de batizar a nova povoa\u00e7\u00e3o. Indicou, ent\u00e3o, o nome Atenas, que permanece at\u00e9      hoje.<\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong> permaneceu virgem, tendo recebido muitas      prerrogativas de Zeus. Segundo o mesmo autor, era ela que, entre outras coisas,      \u0093concedia o esp\u00edrito da profecia; prolongava os dias dos mortais; obtinha      a felicidade depois da morte; tudo o que autorizava com um sinal de cabe\u00e7a      tornava-se irrevog\u00e1vel, pois a sua promessa era infal\u00edvel\u0094. .Foi ela,      tamb\u00e9m, que fez construir o navio dos argonautas segundo o seu desenho, colocando      na proa o carvalho falante que dirigia a rota, apontando os perigos aos navegantes      e indicando os meios de evit\u00e1-los.<\/p>\n   \n<p>Pugliesi diz, ainda, que \u0093Nas suas est\u00e1tuas e imagens,      a beleza de Minerva \u00e9 simples, descuidada, modesta, com um ar grave pleno      de nobreza, de for\u00e7a e de majestade. Representam-na, geralmente, com um capacete      na cabe\u00e7a, lan\u00e7a em uma das m\u00e3os, um escudo redondo e a \u00e9gide (coura\u00e7a) sobre      o peito. A maior parte das vezes est\u00e1 sentada, mas quando de p\u00e9 mant\u00e9m atitude      resoluta de uma guerreira, ar meditativo e olhar volvido para altas conjecturas.      O animais consagrados a Minerva eram o mocho e a coruja. Algumas vers\u00f5es pretendem,      ainda, o hipot\u00e9tico drag\u00e3o\u0094.<\/p>\n   \n<p>Entre os principais feitos de <strong>Atena<\/strong>, no cap\u00edtulo      das utilidades tendentes a beneficiar de uma ou outra maneira a criatura humana,      figuram a inven\u00e7\u00e3o do arado, da flauta e dos barcos de guerra; a forma\u00e7\u00e3o      de parelhas de bois para trabalho no campo; a produ\u00e7\u00e3o da primeira \u00e1rvore      de oliveira, na Acr\u00f3pole, em Atenas; as artes da forja, de fazer sand\u00e1lias      e a da tecelagem. Quanto aos principais epis\u00f3dios em que ela \u00e9 mencionada,      est\u00e3o o da ajuda que prestou a Beloforonte para dominar o cavalo P\u00e9gaso, e      tamb\u00e9m a Perseu, no seu ataque \u00e0s G\u00f3rgonas e subseq\u00fcente decapita\u00e7\u00e3o da Medusa.      Quanto aos nomes pelos quais Atena foi venerada no mundo mitol\u00f3gico grego,      figuram o de Palas (a Virgem) e Areia (a Guerreira) em Atenas;. O seu mito      passou da Gr\u00e9cia \u00e0 It\u00e1lia, onde passou a ter a denomina\u00e7\u00e3o de Minerva.<\/p>\n   \n<p>Certa feita uma mortal, Aracne, se atreveu a concorrer com a      deusa. Era uma donzela que atingira tal perfei\u00e7\u00e3o na arte de tecer e bordar,      que um dia resolveu desafiar <strong>Atena<\/strong>. <\/p>\n   \n<p><strong>Esta, tomando a forma de uma velha, procurou a mo\u00e7a      e a aconselhou:<\/strong> \u0093Desafia os mortais como tu, mas n\u00e3o te atrevas      a competir com uma deusa. Ao contr\u00e1rio, aconselho-te a pedir-lhe perd\u00e3o pelo      que disseste, e como a deusa \u00e9 misericordiosa, talvez te perdoe\u0094. <\/p>\n   \n<p><strong>Mas Aracne respondeu irritada:<\/strong> \u0093Trata      de dar conselho a tuas filhas e servas. Quanto a mim, sei o que dizer e o      que fazer. N\u00e3o tenho medo da deusa. Que ela mostre sua habilidade, se se atrever.    <\/p>\n   \n<p><strong>Na mesma hora, livrando-se do disfarce, Minerva respondeu:<\/strong>      \u0093Ela est\u00e1 aqui\u0094.<\/p>\n   \n<p>E assim as duas iniciaram a competi\u00e7\u00e3o. Bordaram o tempo necess\u00e1rio,      e quando terminaram, os quatro cantos do trabalho de <strong>Atena<\/strong>      mostravam incidentes em que mortais presun\u00e7osos haviam descontentado os deuses      ao pretenderam concorrer com eles, uma advert\u00eancia \u00e0 sua rival no sentido      de que desistisse, antes que fosse demasiadamente tarde. <\/p>\n   \n<p>Por sua vez, o de Aracne procurava mostrar, em v\u00e1rias cenas,      os enganos e erros das divindades, e eram t\u00e3o bem feitos que <strong>Atena<\/strong>      n\u00e3o p\u00f4de deixar de admir\u00e1-los. Mas tamb\u00e9m se sentiu indignada com o insulto,      agravado pela presun\u00e7\u00e3o demonstrada pela autora, e por isso investiu contra      o tecido, rasgou-o em peda\u00e7os, e em seguida, encostando a m\u00e3o na fronte da      mo\u00e7a, f\u00ea-la sentir o peso da sua culpa, e de tal forma que ela, n\u00e3o suportando      a vergonha, enforcou-se.<\/p>\n   \n<p><strong>Compadecida por v\u00ea-la morta, Minerva ordenou:<\/strong>      \u0093Viva, mulher culpada! E para que seja conservada a lembran\u00e7a dessa li\u00e7\u00e3o,      continuar\u00e1s pendente, tu e toda a tua descend\u00eancia, por todos os tempos futuros\u0094..Aspergiu-a      com o suco do ac\u00f4nito, uma erva venenosa, e imediatamente seus cabelos ca\u00edram,      desapareceram o nariz e as orelhas, seu corpo encolheu-se e sua cabe\u00e7a tornou-se      ainda menor, os dedos colaram-se aos flancos, transformando-se em patas.<\/p>\n   \n<p>Todo o restante dela mudou-se no corpo, do qual ela tece seu      fio, suspensa na mesma posi\u00e7\u00e3o em que se encontrava quando <strong>Atena<\/strong>      a tocou e a metamorfoseou em aranha. <\/p>\n   \n<p><strong>Fernando Dannemann<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br<\/p>\n   \n<h6>Atena<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/aatena-11.jpg\" alt=\"Atena\" width=\"234\" height=\"347\" title=\"Atena\" \/><strong><br \/>\n     Atena &#8211; Deusa Grega<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong> era a Deusa grega da sabedoria e das artes conhecida      como <strong>Minerva<\/strong> pelos romanos.<\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong> era uma Deusa virgem, dedicada a castidade e celibato.      Era majestosa e uma linda Deusa guerreira, protetora de seus her\u00f3is escolhidos      e de sua cidade hom\u00f4nima Atenas. \u00danica Deusa retrata usando coura\u00e7a, com pala      de seu capacete voltada para tr\u00e1s para deixar a vista sua beleza, um escudo      no bra\u00e7o e uma lan\u00e7a na m\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Era protetora das cidades das cidades, das for\u00e7as militares, e Deusa das      tecel\u00e3s, ourives, oleiras e costureiras.<\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong> foi creditada pelos gregos ao dar \u00e0 humanidade as      r\u00e9deas para amansar o cavalo, ao inspirar os construtores de navios em sua      habilidade, e ao ensinar as pessoas a fazerem o arado, ancinho, canga de boi      e carro de guerra. A oliveira foi seu presente especial a Atenas, um presente      que produziu o cultivo das azeitonas.<\/p>\n   \n<p>Quando <strong>Atena<\/strong> era retratada com outro indiv\u00edduo, esse sempre      era do sexo masculino. Por exemplo, era vista perto de Zeus na atitude de      um guerreiro de sentinela para seu rei. Ou era reconhecida atr\u00e1s ou ao lado      de Aquiles ou de Odisseu, os principais her\u00f3is gregos de Il\u00edada e da Odiss\u00e9ia.Atena      era a filha predileta de Zeus, que lhe concedeu muitas das suas prerrogativas.      Ela tinha o dom da profecia e tudo que autorizava com um simples sinal de      cabe\u00e7a era irrevog\u00e1vel. Ora conduz Ulisses em suas viagens, ora ensina as      mulheres a arte de tape\u00e7aria. Foi ela que faz construir o navio dos Argonautas,      segundo seu desenho e coloca \u00e0 popa o pau falante, cortado na floresta de      Dodona, o qual dirigia a rota, advertindo perigos e indicando os meios de      os evitar.<\/p>\n   \n<p>A Deusa n\u00e3o conheceu sua m\u00e3e, M\u00e9tis.<\/p>\n   \n<p>Nesse primeiro relato do mito, o ato de engolir a esposa gr\u00e1vida e a filha      nascer da cabe\u00e7a do pai, nos faz lembrar do nascimento de Eva da costela de      Ad\u00e3o.<\/p>\n   \n<p><strong>\u00c9 bem sugestivo que tanto Atena como Eva se associem com a serpente:<\/strong>      as vezes a serpente inclusive podia aparecer no lugar de Atena, e na G\u00eanesis      a serpente tem, as vezes, o rosto de Eva, enquanto que o significado que s\u00e3o      dadas as essas imagens s\u00e3o muito diferentes. Por\u00e9m, em ambos os mitos a M\u00e3e      Natureza perde for\u00e7a e o macho se apropria de seus poderes como doadora de      vida.<\/p>\n   \n<p>Habitualmente, considerava-se <strong>Atena e Palas<\/strong> como o mesma      divindade.<\/p>\n   \n<p><strong>Os gregos at\u00e9 juntaram os dois nomes:<\/strong> Palas-Atena. <\/p>\n   \n<p>Entretanto, muitos poetas afirmaram que essas duas divindades n\u00e3o poderiam      ser confundidas. Palas, chamada Trit\u00f4nia, de olhos verdes, filha de Trit\u00e3o,      fora encarregada da educa\u00e7\u00e3o de <strong>Atena<\/strong>. Ambas se apraziam      nos exerc\u00edcios das armas.<\/p>\n   \n<p>Certa vez, conta-se que elas se desafiaram. <strong>Atena<\/strong> teria      sa\u00eddo ferida se Zeus n\u00e3o tivesse colocado a \u00e9gide diante de sua filha; Palas      ao ver tal ficou aterrorizada, e enquanto recuava olhando para a \u00e9gide, <strong>Atena<\/strong>      feriu-a mortalmente. Veio-lhe depois um profundo sentimento de culpa e para      se consolar fez esculpir uma imagem de Palas, tendo a \u00e9gide sobre o peito.      Consta que \u00e9 essa imagem ou est\u00e1tua que mais tarde ficou sendo o famoso Pal\u00e1dio      de Tr\u00f3ia.<\/p>\n   \n<h4>Atena e Zeus<\/h4>\n   \n<p>Zeus, na mitologia grega, repete os padr\u00f5es de comportamento de seu pai Cronos      e de seu av\u00f4 Urano. Como eles, destinat\u00e1rios de um or\u00e1culo segundo o qual      um filho os destronar\u00e1, Zeus teme por sua autoridade. Quando M\u00e9tis engravida,      ingere-a, imitando assim o procedimento do pai Cronos, que engolia os filhos.      Se a estrat\u00e9gia defensiva de Cronos era coopta\u00e7\u00e3o das novas possibilidades      de vida, j\u00e1 Zeus \u00e9 bem mais eficiente, pois tenta incorporar o elemento feminino      propriamente dito, a m\u00e3e de novas possibilidades. O que pode at\u00e9 parecer um      ato de integra\u00e7\u00e3o, \u00e9 na verdade um inteligente golpe com a inten\u00e7\u00e3o de privar      o inconsciente de seu poder criativo. Zeus pensava em integrar os desafios      e as resist\u00eancias inconscientes compondo-os em uma alian\u00e7a com a atitude dominante,      utilizando inclusive o inconsciente para suas metas.<\/p>\n   \n<p><strong>Logicamente fracassa, pois n\u00e3o contava com a implac\u00e1vel hostilidade      das &#8220;m\u00e3es&#8221; da consci\u00eancia lunar e d\u00e1 \u00e0 luz a Atena:<\/strong> o &#8220;justo      equil\u00edbrio&#8221;.<\/p>\n   \n<p><strong>Diferentemente de Zeus, Atena tem um ativo interesse pelas quest\u00f5es      da humanidade e \u00e9 ela que interv\u00e9m no tr\u00e1gico destino de Orestes, perseguido      pelas Er\u00ednias, que acabou sendo julgado por ter praticado matric\u00eddio:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>&#8220;Orestes, uma vez j\u00e1 o salvei<br \/>\n       Quando fui \u00e1rbitro das colinas de Ares<br \/>\n       E rompi o n\u00f3 votando em seu favor.<br \/>\n       Que agora seja lei: aquele que obt\u00e9m<br \/>\n       Um veredito igualmente repartido ganha<br \/>\n       Sem causa.&#8221;<br \/>\n       (Eur\u00edpedes, &#8220;Ifig\u00eania em Taurus&#8221;, 1471-1475)<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>A nota de miseric\u00f3rdia nessa fala indica sua propens\u00e3o a favorecer a manuten\u00e7\u00e3o      das possibilidades de vida e a deixar transpirar a inclina\u00e7\u00e3o de <strong>Atena<\/strong>      para a ado\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica da fun\u00e7\u00e3o de consci\u00eancia lunar nos assuntos atinentes      \u00e0 justi\u00e7a.<\/p>\n   \n<p>Entretanto, a Deusa <strong>Atena<\/strong> dentro do mundo do Olimpo \u00e9 profundamente      influenciada por sua inquestion\u00e1vel alian\u00e7a com o pai.<\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong> pertence ao pai, Zeus. <\/p>\n   \n<p>Por conseguinte, <strong>Atena<\/strong> \u00e9 uma Deusa que representa uma vers\u00e3o      pouco expressiva da consci\u00eancia matriarcal. Ela representa, na realidade,      uma tentativa de fazer com que a consci\u00eancia solar (animus) incorpore alguns      aspectos da consci\u00eancia lunar (anima). <\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong> amplia os horizontes de Zeus, interioriza e suaviza      o cosmo patriarcal, mas n\u00e3o desafia de maneira fundamental os pressupostos      ol\u00edmpicos. Em vez disso, ela lhe oferece apoio e introduz no seu mundo da      consci\u00eancia um pouco de reflex\u00e3o estrat\u00e9gica e momentos de interioridade.<\/p>\n   \n<h4><strong>Atena<\/strong> &#8211; Mitologia Grega<\/h4>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/aatena-12.jpg\" alt=\"Atena\" width=\"393\" height=\"298\" title=\"Atena\" \/><strong><br \/>\n     Atena &#8211; Mitologia Grega<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong>, na mitologia grega, era a deusa dos combates militares,      da sabedoria, das artes, das ci\u00eancias e da ind\u00fastria. <\/p>\n   \n<p>Ao nascer, segundo a lenda, pulou j\u00e1 crescida e vestida de armadura da testa      de Zeus, o rei dos deuses. <\/p>\n   \n<p>A deusa romana <strong>Minerva<\/strong> se assemelhava bastante a <strong>Atena<\/strong>.<\/p>\n   \n<p>Essa deusa representava o aspecto intelectual da guerra. Os gregos tamb\u00e9m      a cultuavam como protetora das artes e of\u00edcios. Suas principais habilidades      eram fiar e tecer. Em uma ocasi\u00e3o, uma mortal chamada Aracne a desafiou para      ver quem tecia melhor. Os v\u00e1rios mitos discordam sobre quem venceu a competi\u00e7\u00e3o.    <\/p>\n   \n<p>Ap\u00f3s a disputa, de acordo com um mito, <strong>Atena<\/strong> transformou      Aracne em uma aranha para que tivesse de passar a vida fiando.<\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong> nunca se casou. <\/p>\n   \n<p>Os gregos a chamavam Palas ou P\u00e1rtenos. <\/p>\n   \n<p>O mais famoso templo dedicado a <strong>Atena<\/strong> \u00e9 chamado de Parten\u00e3o      e fica na Acr\u00f3pole, em Atenas. Algumas lendas contam como a cidade de Atenas      recebeu esse nome. <\/p>\n   \n<p>Os gregos do territ\u00f3rio de \u00c1tica queriam que sua cidade principal se chamasse      Pos\u00eaidon, nome do deus do mar, ou <strong>Atena<\/strong>, dependendo de qual      dos dois lhes oferecesse o presente mais \u00fatil. Um mito diz que Pos\u00eaidon criou      o cavalo; outro, que criou uma fonte.<\/p>\n   \n<p>Atena criou a oliveira. <\/p>\n   \n<p>Os deuses julgaram que o presente de <strong>Atena<\/strong> era mais \u00fatil      e assim a cidade recebeu o nome de Atenas, com a deusa como protetora.<\/p>\n   \n<p>Os artistas da Antiguidade geralmente representavam <strong>Atena<\/strong>      com um elmo e um escudo m\u00e1gico chamado \u00e9gide. O principal s\u00edmbolo de Atena      era a coruja.<\/p>\n   \n<p><strong>Ora\u00e7\u00e3o a Deusa Atena<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Deusa Atena, ou\u00e7a a prece<br \/>\n       De sua seguidora mais humilde<br \/>\n       Gloria Deusa Atena<br \/>\n       Busco seu amor, sua for\u00e7a, sua sabedoria<br \/>\n       Ajoelho-me aos teus p\u00e9s, Atena, Deusa-Virgem<br \/>\n       Eu a venero e a respeito<br \/>\n       Sou tua seguidora mais fiel<br \/>\n       Aben\u00e7oe minha casa e meus familiares<br \/>\n       Ajude-me com meu trabalho, meus relacionamentos, minha vida.<br \/>\n       &#8220;Athena, Hilathi!&#8221; <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  no.comunidades.net<\/p>\n   \n<h6>Atena<\/h6>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/aatena-10.jpg\" alt=\"Atena\" width=\"247\" height=\"379\" title=\"Atena\" \/><strong><br \/>\n     Atena &#8211; Deusa Grega<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Atena<\/strong> era a deusa virgem grega da raz\u00e3o, atividade      inteligente, artes e literatura. <\/p>\n   \n<p>Ela era a filha de Zeus; seu nascimento \u00e9 \u00fanico em que ela n\u00e3o      tem uma m\u00e3e. <\/p>\n   \n<p>Em vez disso, saltou completamente crescido e vestida com armadura      da testa de Zeus.<\/p>\n   \n<p>Ela era feroz e corajoso no campo de batalha; no entanto, ela      s\u00f3 participou de guerras que defenderam o estado e casa de inimigos externos.    <\/p>\n   \n<p>Ela era a padroeira da cidade, artesanato e agricultura. <\/p>\n   \n<p>Ela inventou o freio, o que permitiu que o homem domar cavalos,      a trombeta, a flauta, o pote, o ancinho, o arado, o jugo, o navio, ea carruagem.    <\/p>\n   \n<p>Ela era a personifica\u00e7\u00e3o da sabedoria, raz\u00e3o e pureza. <\/p>\n   \n<p>Ela era a crian\u00e7a favorita de Zeus e foi autorizado a usar suas      armas, incluindo seu raio. Seu santo \u00e1rvore era a oliveira e ela foi muitas      vezes simbolizada como uma coruja.<\/p>\n   \n<p>Ela se tornou a deusa padroeira de <strong>Atenas<\/strong>,      depois de vencer um concurso de contra Poseidon, oferecendo a oliveira aos      atenienses.<\/p>\n   \n<p>\u00c9 evidente que Athena e Atenas derivam da mesma raiz; Athene      (ou Athena) est\u00e1 na forma plural, porque representa a irmandade da deusa que      existia l\u00e1. <\/p>\n   \n<p>Da mesma forma, Athena foi chamado Mykene na cidade de Micenas      (tamb\u00e9m um plural ap\u00f3s a respectiva irmandade), e Tebe na cidade de Tebas      (ou Thebae, tanto formas plurais).<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.greekmythology.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atena, Minerva, Deusa, Mitologia, Hist\u00f3ria, Grega, Romanos, Zeus, Sabedoria, Artes, Guerra, Gr\u00e9cia, Origem, Atena<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12823,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-15836","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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