{"id":15663,"date":"2016-01-04T00:00:00","date_gmt":"2016-01-04T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/guerra-das-malvinas-2\/"},"modified":"2026-08-31T23:26:17","modified_gmt":"2026-08-31T23:26:17","slug":"guerra-das-malvinas-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-geral\/guerra-das-malvinas-2\/","title":{"rendered":"Guerra das Malvinas"},"content":{"rendered":"\nEm 2 de abril de 1982, a\u00a0<strong>Argentina\u00a0<\/strong>invadiu as\u00a0<strong>Ilhas Malvinas<\/strong>, uma col\u00f4nia do Reino Unido remota no Atl\u00e2ntico Sul.\n\nO movimento levou a uma breve, mas amarga guerra.\n\nJunta militar da Argentina esperava para restaurar o seu apoio em um momento de crise econ\u00f4mica, com a recupera\u00e7\u00e3o da soberania das ilhas.\n\nEle disse que eles tinham herdado da Espanha em 1800 e eles estavam perto de Am\u00e9rica do Sul.\n\nO\u00a0<strong>Reino Unido<\/strong>, que governou as ilhas para 150 anos, rapidamente escolheu lutar. O primeiro-ministro Margaret Thatcher disse que os 1.800 Falklanders eram \u201cde tradi\u00e7\u00e3o e estoque brit\u00e2nico\u201d.\n\nUma for\u00e7a-tarefa foi enviado para recuperar as ilhas, 8.000 milhas de dist\u00e2ncia.\n\nNa luta que se seguiu, 655 argentinos e 255 militares brit\u00e2nicos perderam a vida, assim como tr\u00eas Islanders Falkland.\n\n<strong>Guerra das Malvinas &#8211; O que foi<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>Guerra das Malvinas\u00a0<\/strong>foi um conflito bem r\u00e1pido entre Gr\u00e3-Bretanha e Argentina, que quebraram o pau no come\u00e7o dos anos 80 pelo controle de um pequeno arquip\u00e9lago no Atl\u00e2ntico Sul, as ilhas Malvinas \u2013 conhecidas em ingl\u00eas como Falklands.\n\nA Gr\u00e3-Bretanha ocupa e administra as ilhas desde 1883, mas nossos hermanitos, cujo litoral fica s\u00f3 a 480 quil\u00f4metros do lugar, nunca aceitaram esse dom\u00ednio.\n\nAproveitando essa briga hist\u00f3rica, o ditador argentino Leopoldo Galtieri lan\u00e7ou uma invas\u00e3o \u00e0s ilhas em 1982. No dia 2 de abril daquele ano, as tropas argentinas tomaram a capital das Malvinas, Stanley.\n\n<strong>A invas\u00e3o tinha raz\u00f5es pol\u00edticas:<\/strong>\u00a0como as coisas n\u00e3o iam bem dentro das fronteiras de nossos vizinhos \u2013 os ditadores eram acusados de m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o e de abuso dos direitos humanos -, o general Galtieri ocupou as Malvinas esperando unir a na\u00e7\u00e3o em um frenesi patri\u00f3tico e, de quebra, limpar a barra do governo militar.\n\nMas ele n\u00e3o contava que a Gr\u00e3-Bretanha reagisse prontamente \u00e0 invas\u00e3o, enviando \u00e0s Malvinas uma for\u00e7a-tarefa com 28 mil combatentes \u2013 quase tr\u00eas vezes o tamanho da tropa rival.\n\nE, ao contr\u00e1rio do que supunham os generais argentinos, os Estados Unidos n\u00e3o se mantiveram neutros, mas resolveram apoiar os brit\u00e2nicos, seus aliados na poderosa alian\u00e7a militar da Otan (Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado do Atl\u00e2ntico Norte).\n\nFornecendo armas, os americanos deram uma forcinha decisiva aos s\u00faditos de Elizabeth II. Turbinados pelo apoio ianque, os brit\u00e2nicos bateram os argentinos em pouco mais de dois meses.\n\nAos nossos vizinhos, restou voltar para casa e resolver os problemas internos. Com o fiasco nas Malvinas, o regime militar argentino afundou e foi substitu\u00eddo por um governo civil.\n\nDo outro lado do Atl\u00e2ntico, a primeira-ministra brit\u00e2nica Margaret Thacher aproveitou os louros da reconquista para conduzir seu Partido Conservador \u00e0 vit\u00f3ria nas elei\u00e7\u00f5es daquele ano.\n\n<strong>Guerra das Malvinas &#8211; Hist\u00f3ria<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-157731 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Guerra3-1-300x218.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"218\" \/><strong>Guerra das Malvinas<\/strong><\/p>\nO momento hist\u00f3rico da guerra se d\u00e1 em torno dos interesses do General Leopoldo Galtieri de chegar \u00e0 presid\u00eancia argentina. Em troca do apoio da Marinha \u00e0 sua elei\u00e7\u00e3o, ele apoiaria uma a\u00e7\u00e3o para recuperar as Ilhas.\n\nEle de fato tornou-se presidente e, meses depois, iniciou a guerra.\n\nUm epis\u00f3dio envolvendo trabalhadores argentinos ? entre janeiro e mar\u00e7o de 1982 \u2013 contratados para desmontar navios nas ilhas Ge\u00f3rgia do Sul (pr\u00f3ximas \u00e0s Malvinas) serviu de argumento para o Reino Unido mandar o navio Endurance para o Atl\u00e2ntico Sul com a miss\u00e3o de expulsar os argentinos da Ge\u00f3rgia do Sul.\n\nTal fato, na percep\u00e7\u00e3o argentina, consolidaria as posi\u00e7\u00f5es brit\u00e2nicas na regi\u00e3o, o que levou a Argentina a mandar o navio Bahia Para\u00edso, antecipando os planos de ocupa\u00e7\u00e3o das Malvinas.\n\nNo dia 02 de abril de 1982, os argentinos desembarcam nas Malvinas dando in\u00edcio \u00e0 guerra e pondo fim \u00e0s rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas entre os dois pa\u00edses.\n\nA Argentina que esperava apoio dos Estados Unidos e n\u00e3o esperava uma resposta militar brit\u00e2nica, chegou a mobilizar um contingente de 10 mil soldados.\n\n<strong>A percep\u00e7\u00e3o argentina desses fatos era de que:\u00a0<\/strong>do ponto de vista brit\u00e2nico, talvez n\u00e3o houvesse disposi\u00e7\u00e3o de atravessar os quase 13 mil km que separa o Reino Unido do arquip\u00e9lago para travar uma guerra; do ponto de vista dos Estados Unidos, sua pol\u00edtica de apoio \u00e0s ditaduras militares na Am\u00e9rica Latina talvez tenha levado o governo militar argentino a esperar esse apoio.\n\nNa pr\u00e1tica, essas percep\u00e7\u00f5es mostraram-se equivocadas. Os Estados Unidos apoiaram o Reino Unido, e este n\u00e3o s\u00f3 respondeu militarmente \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o argentina deslocando seu contingente militar, como tamb\u00e9m demonstrou sua superioridade, tanto do ponto de vista da utiliza\u00e7\u00e3o de equipamentos modernos, quanto da log\u00edstica e do treinamento daqueles que lutavam.\n\nA Argentina conseguiu resistir bem aos ataques enquanto o contingente brit\u00e2nico era baixo. A partir do desembarque e do avan\u00e7o terrestre das for\u00e7as brit\u00e2nicas, no in\u00edcio de maio, apoiados por artilharia a\u00e9rea e naval, rumo a Port Stanley, a resist\u00eancia argentina foi cada vez mais dif\u00edcil.\n\nRessalte-se, contudo, que as for\u00e7as a\u00e9reas argentinas desempenharam um papel relevante na resist\u00eancia contra os brit\u00e2nicos, mas n\u00e3o foram suficientes para decidir a guerra em seu favor.\n\nA Marinha Real Inglesa tamb\u00e9m mostrou sua superioridade, pois obrigou um recuo argentino com a amplia\u00e7\u00e3o da Zona de Exclus\u00e3o Total para 20km da costa argentina, em 07 de maio.\n\nTal fato significava que qualquer navio que trafegasse sem autoriza\u00e7\u00e3o nessa zona poderia ser atacado.\n\nA vantagem militar brit\u00e2nica (a Argentina contava basicamente com uma vantagem geogr\u00e1fica, dada a sua proximidade com as Malvinas) foi decisiva para que, em 9 de junho, os brit\u00e2nicos tivessem as tropas argentinas concentradas em torno da capital Port Stanley. A batalha pela tomada da capital durou at\u00e9 14 de junho por causa da resist\u00eancia argentina. Nesse dia, as tropas brit\u00e2nicas conseguiram entrar na cidade. Em seguida, houve encontro de representantes dos dois lados para discutir os termos da rendi\u00e7\u00e3o argentina.\n\n<strong>Como resultados da guerra ocorreram:<\/strong>\u00a0a perman\u00eancia do dom\u00ednio brit\u00e2nico sobre as Ilhas at\u00e9 hoje, o adiantamento do fim do regime militar argentino, j\u00e1 que no dia 17 de junho o General Galtieri foi obrigado a deixar o poder e a ajuda na consolida\u00e7\u00e3o do governo brit\u00e2nico de Margareth Thatcher (1979-1990).\n\nDo ponto de vista argentino, com o fim do regime militar, ocorreram elei\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas em 30 de outubro de 1983. Ra\u00fal Alfons\u00edn (1983-1989) foi o vencedor e assumiu no dia 10 de dezembro.\n\nDo ponto de vista brit\u00e2nico, a possibilidade de perda de um de seus dom\u00ednios aliada \u00e0 baixa popularidade da administra\u00e7\u00e3o Thatcher, fez com que a Primeira-Ministra utilizasse essa guerra para ganhar resultados pol\u00edticos internos. Com a vit\u00f3ria e a alta popularidade adquirida, ela foi reeleita nas elei\u00e7\u00f5es de 9 de junho de 1982.\n\n<strong>Guerra das Malvinas &#8211; Os interesses em jogo<\/strong>\n\nA soberania das Ilhas \u00e9 o tema central do conflito entre Argentina e Reino Unido. Entretanto, a posi\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica \u00e9 de n\u00e3o discutir o assunto.\n\nEles invocam seu dom\u00ednio sobre o local com base em argumentos hist\u00f3ricos como os j\u00e1 apresentados. Ainda que tenham se retirado do local, n\u00e3o desistiram da soberania.\n\nAdemais, invocam o fato de a popula\u00e7\u00e3o ser brit\u00e2nica e n\u00e3o desejar transferir sua soberania aos argentinos.\n\nNa mensagem de Natal de 2006 enviada \u00e0s Ilhas, o Primeiro-Ministro Tony Blair defendeu o direito de autodetermina\u00e7\u00e3o do arquip\u00e9lago e garantiu a defesa desse direito, bem como a seguran\u00e7a das ilhas.\n\nTerminou a mensagem afirmando a soberania brit\u00e2nica, mas mostrou disponibilidade para superar os desafios diplom\u00e1ticos com a Argentina para estabelecerem um relacionamento cooperativo em \u00e1reas de interesse comum, especialmente a seguran\u00e7a e a prosperidade do arquip\u00e9lago.\n\nOs argentinos, por outro lado, argumentam que chegaram nas Ilhas justamente quando da aus\u00eancia brit\u00e2nica e que, como ex-col\u00f4nia espanhola, ?herdou? o territ\u00f3rio com sua independ\u00eancia.\n\nNas disposi\u00e7\u00f5es transit\u00f3rias da Constitui\u00e7\u00e3o argentina, foi declarado que ?a Na\u00e7\u00e3o Argentina ratifica sua soberania leg\u00edtima e imprescrit\u00edvel sobre as<strong>\u00a0Ilhas Malvinas<\/strong>, Ge\u00f3rgia do Sul e Sandwich do Sul e espa\u00e7os mar\u00edtimos e insulares correspondentes, por ser parte integrante do territ\u00f3rio nacional. A recupera\u00e7\u00e3o dos ditos territ\u00f3rios e o exerc\u00edcio pleno da soberania, respeitando o modo de vida dos seus habitantes em conformidade com os princ\u00edpios de Direito Internacional, constituem um objetivo permanente e irrenunci\u00e1vel do povo argentino\u201d.\n\nNo dia 02 de abril de 2006, na comemora\u00e7\u00e3o do Dia dos Veteranos da Guerra das Malvinas, o presidente argentino Nestor Kirchner afirmou que nosso povo tem em comum o empenho de recuperar a soberania de nossas ilhas. Por isso hoje, mais uma vez, reiteramos nossa vontade de retomar o di\u00e1logo com o Reino Unido.\n\nSer\u00e1 um di\u00e1logo entre democracias destinado a encarar e a resolver uma controv\u00e9rsia que est\u00e1 afetando nossas rela\u00e7\u00f5es (\u2026)?. Nesse ano, o tom das declara\u00e7\u00f5es foi o mesmo e o Vice-Presidente Daniel Scioli declarou que as Malvinas ?s\u00e3o, sempre foram e ser\u00e3o argentinas?.\n\nO atual Ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores argentino, Jorge Taiana, afirmou que o governo Kirchner est\u00e1 empenhado em ?buscar com maior firmeza? a soberania sobre as Ilhas e que est\u00e1 tomando v\u00e1rias medidas ao mesmo tempo, e uma delas \u00e9 recordar ao mundo que os ingleses n\u00e3o est\u00e3o cumprindo sua parte [negociar a soberania das Malvinas]?. Como foi dito, o governo brit\u00e2nico n\u00e3o est\u00e1 disposto a discutir o assunto e, por isso, a Argentina busca pression\u00e1-lo atrav\u00e9s de \u00f3rg\u00e3os multilaterais, como a ONU, por exemplo.\n\nNo dia 22 de janeiro, Jorge Taiana encontrou-se com o Secret\u00e1rio Geral Ban Ki-Moon e pediu para que ele promova a retomada de um di\u00e1logo bilateral com o Reino Unido sobre a soberania do arquip\u00e9lago.\n\nO governo das\u00a0<strong>Malvinas<\/strong>\u00a0afirma o princ\u00edpio da autodetermina\u00e7\u00e3o, baseado na Carta da ONU, na sua rela\u00e7\u00e3o com o Reino Unido e garante a liberdade de escolha do seu governo para os seus cidad\u00e3os. Todavia, afirma que a soberania sobre o arquip\u00e9lago \u00e9 exercida por aquele pa\u00eds.\n\nA Argentina n\u00e3o aceita a tese da autodetermina\u00e7\u00e3o levantada pelo Reino Unido e pelas Ilhas. Isto porque a invoca\u00e7\u00e3o de tal princ\u00edpio por parte dos habitantes causaria a quebra da unidade nacional e da integridade territorial argentina, j\u00e1 que, na sua vis\u00e3o, o arquip\u00e9lago \u00e9 territ\u00f3rio argentino. Estas tentativas seriam, portanto, incompat\u00edveis com a Carta da ONU.\n\nContudo, pode-se pensar tamb\u00e9m em outros condicionantes dos interesses desses pa\u00edses sobre as Ilhas ligados \u00e0 sua posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e aos recursos naturais.\n\nPesquisas recentes mostraram que o arquip\u00e9lago tem um potencial petrol\u00edfero ainda pouco explorado, principalmente ao redor da costa. Seis po\u00e7os foram furados em 1998, mas isso \u00e9 muito pouco segundo dados do governo local, j\u00e1 que existem muitas bacias n\u00e3o exploradas e n\u00e3o perfuradas.\n\nEsses dados indicam ainda que a regi\u00e3o em que foi criada \u00c1rea de Coopera\u00e7\u00e3o Especial (SCA, sigla em ingl\u00eas) com a Argentina, a oeste das ilhas, parece n\u00e3o ser muito rica em petr\u00f3leo, j\u00e1 que a concentra\u00e7\u00e3o das operadoras est\u00e1 principalmente ao norte, ao leste e ao sul das ilhas. Entretanto, como as pesquisas est\u00e3o muito recentes na \u00e1rea, n\u00e3o existem dados precisos da concentra\u00e7\u00e3o do mineral.\n\nCaso se comprove que a concentra\u00e7\u00e3o est\u00e1 localizada na \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o das operadoras e n\u00e3o na \u00e1rea de coopera\u00e7\u00e3o, este tema poder\u00e1 causar atrito entre Argentina, as Ilhas e o Reino Unido. Contudo, ressalte-se, tudo isso depender\u00e1 de um aprofundamento nas pesquisas.\n\nExistem ainda explora\u00e7\u00f5es de ouro e diamante. Todavia, os avan\u00e7os nessa \u00e1rea dependem de maiores investimentos num mapeamento aeromagn\u00e9tico do arquip\u00e9lago capaz de indicar a concentra\u00e7\u00e3o desses minerais.\n\nSegundo dados do governo, em 2006 foram gastos cerca de 3 milh\u00f5es de libras nessa \u00e1rea.\n\nComo foi dito, as pesquisas e explora\u00e7\u00f5es em todas essas \u00e1reas s\u00e3o muito recentes. O aprofundamento do conhecimento desses recursos poder\u00e1 afetar o relacionamento entre Argentina e Reino Unido, uma vez que essas s\u00e3o \u00e1reas de interesse desses atores ligadas a assuntos que podem gerar conflito. De qualquer forma, para as Ilhas, essas explora\u00e7\u00f5es poder\u00e3o gerar riqueza e trazer investidores e com isso movimentar sua pequena economia baseada em pesca para exporta\u00e7\u00e3o, turismo e l\u00e3. Prova disso, s\u00e3o as pol\u00edticas adotadas para atrair e facilitar a vinda desses investidores.\n\nDo ponto de vista geogr\u00e1fico, o arquip\u00e9lago est\u00e1 muito bem localizado no Atl\u00e2ntico Sul o que gera interesse desses dois pa\u00edses em control\u00e1-lo. Pode-se pensar, como hip\u00f3tese, que a preocupa\u00e7\u00e3o Argentina com a soberania brit\u00e2nica das Malvinas decorre de uma preocupa\u00e7\u00e3o com uma presen\u00e7a brit\u00e2nica pr\u00f3xima do seu territ\u00f3rio.\n\n\u00c9 preciso lembrar que o Reino Unido \u00e9 o respons\u00e1vel pela defesa das ilhas e para tanto mant\u00e9m um aparato militar para, segundo o governo, evitar uma repeti\u00e7\u00e3o dos acontecimentos de 1982.\n\nDo ponto de vista brit\u00e2nico, a posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do arquip\u00e9lago pode significar que o Reino Unido garante uma posi\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o, n\u00e3o do velho ponto de vista colonialista, mas sim, de explora\u00e7\u00e3o de uma posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica e log\u00edstica no Atl\u00e2ntico Sul.\n\nEntretanto, essas s\u00e3o apenas hip\u00f3teses que s\u00f3 poder\u00e3o ser testadas na medida em que os dois governos disponibilizarem informa\u00e7\u00f5es que permitam confirm\u00e1-las.\n\n<strong>A situa\u00e7\u00e3o atual do relacionamento entre Argentina e Reino Unido<\/strong>\n\nAs rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas entre os dois pa\u00edses, rompidas com a guerra de 1982, s\u00f3 foram restabelecidas com as Declara\u00e7\u00f5es Conjuntas de Madri de 1989 e 1990.\n\nAdotou-se uma f\u00f3rmula de salvaguarda de soberania e jurisdi\u00e7\u00e3o que garante a soberania brit\u00e2nica sobre o local, mas permite um relacionamento harmonioso em outras \u00e1reas.\n\nEssa salvaguarda vale para as rela\u00e7\u00f5es bilaterais entre os dois pa\u00edses, bem como para as rela\u00e7\u00f5es com terceiros.\n\nContudo, a posi\u00e7\u00e3o do governo argentino sobre essa salvaguarda \u00e9 de v\u00ea-la como algo provis\u00f3rio, criada apenas para estabelecer um modus vivendi para essa controv\u00e9rsia, mas isso servir\u00e1 apenas para uma posterior rediscuss\u00e3o do tema. Isso vem de fato acontecendo, principalmente com a tentativa de pressionar o Reino Unido atrav\u00e9s de \u00f3rg\u00e3os multilaterais. Os brit\u00e2nicos, como foi dito, n\u00e3o aceitam discutir o tema.\n\nA rela\u00e7\u00e3o das\u00a0<strong>Malvinas<\/strong>\u00a0com o continente n\u00e3o \u00e9 muito boa, mas o governo local voltou a ?aceitar a entrada de argentinos no lugar em 1999, segundo informa a BBC Brasil.\n\n<strong>Significado Estrat\u00e9gico da Guerra das Malvinas:<\/strong>\u00a0Vinte anos de conflito\n\nO argumento central deste trabalho \u00e9 que as premissas que nortearam as decis\u00f5es dos governantes brit\u00e2nicos e aqueles que usaram a junta militar Argentina diferiam na interpreta\u00e7\u00e3o do significado estrat\u00e9gico do conflito.\n\nEntre a ocupa\u00e7\u00e3o das ilhas em 2 de abril de 1982 e o colapso do cruzeiro Geral. Belgrano, em 2 de maio, as autoridades argentinas agiram com a convic\u00e7\u00e3o de que o pouso foi o primeiro passo de uma estrat\u00e9gia de negocia\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica. Os brit\u00e2nicos, no entanto, considerado desde o in\u00edcio que a a\u00e7\u00e3o Argentina foi um ato de guerra.\n\nO objetivo pol\u00edtico argentino era criar condi\u00e7\u00f5es para uma solu\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica projetada para recuperar a soberania sobre as ilhas.\n\nOs objetivos brit\u00e2nicos estavam focados em defender os interesses dos residentes das ilhas e punir a agress\u00e3o.\n\nNeste trabalho foram desenvolvidos os fatos que colocam a posi\u00e7\u00e3o que tinha a junta militar durante o conflito em evid\u00eancia. A este respeito, o Conselho a qualquer momento pensei que os brit\u00e2nicos estavam a responder com for\u00e7a militar. Da mesma forma, tanto na fase de planejamento do desembarque e posterior desenvolvimento do conflito, os l\u00edderes militares argentinos n\u00e3o acreditam na possibilidade de ter sucesso em um confronto militar contra a Gr\u00e3-Bretanha.\n\nEstas duas percep\u00e7\u00f5es determinou o processo de lideran\u00e7a pol\u00edtica e militar Argentina de tomada de decis\u00e3o durante todo o conflito.\n\n<strong>O desembarque argentino<\/strong>\n\nOpera\u00e7\u00e3o Rosario desembarque nas Ilhas Falkland foi realizada com um elevado n\u00edvel de efici\u00eancia operacional. No entanto, era o \u00fanico plano que existia durante a guerra.\n\nEra um plano que inclu\u00eda um per\u00edodo de opera\u00e7\u00f5es militares durante um per\u00edodo de cinco dias.\n\n<strong>Como um pouso comandante da opera\u00e7\u00e3o segurando, o almirante Carlos B\u00fcsser:<\/strong>\n<blockquote>\u201cEste plano tem cinco \u00faltimos dias da aterragem para deixar uma guarni\u00e7\u00e3o de 500 homens por que ele mudou? Ele mudou o momento em que o brit\u00e2nico disse que enviou uma for\u00e7a expedicion\u00e1ria. Como comandou uma brigada de tr\u00eas mil homens para se opor Seineld\u00edn 500 homens eram poucos. E, como a placa necess\u00e1ria para negociar, queria opera\u00e7\u00e3o demorarles, ent\u00e3o outra brigada comandada. O Ingl\u00eas, quando se deu conta de que havia uma for\u00e7a equivalente, decidiu enviar uma outra brigada; o conselho disse \u201cvamos fazer e enviar outra brigada (\u2026) Eu diria que a junta sempre foi for\u00e7ado pela press\u00e3o brit\u00e2nica. Para muitos de n\u00f3s, a surpresa foi que os brit\u00e2nicos veio aqui. Voc\u00ea militarmente n\u00e3o posso dizer que n\u00e3o iria acontecer. Talvez ele era muito improv\u00e1vel. \u201d<\/blockquote>\nO plano de invas\u00e3o argentina foi inteiramente concebido como uma ocupa\u00e7\u00e3o pac\u00edfica e curto das ilhas. A for\u00e7a militar enviada destinada a tomar as ilhas sem causar v\u00edtimas entre as for\u00e7as brit\u00e2nicas, e n\u00e3o foi concebido como uma grande opera\u00e7\u00e3o.\n\nO desembarque das ilhas foi realizado com a participa\u00e7\u00e3o do comando anf\u00edbio da Marinha, o batalh\u00e3o No.2 regimento marinho e uma empresa de 25 Ex\u00e9rcito.\n\nGrande parte das tropas de desembarque foram retirados logo ap\u00f3s a invas\u00e3o, sendo estacionados nas ilhas cerca de 500 soldados. Com esta decis\u00e3o, a Argentina mostrou que ele n\u00e3o tinha a inten\u00e7\u00e3o de combat\u00ea-la, para deixar as ilhas uma guarni\u00e7\u00e3o de token destinados exclusivamente trazer a Gr\u00e3-Bretanha \u00e0 mesa de negocia\u00e7\u00f5es.\n\nComo afirmou o almirante Harry Train \u201c, Rosario operacional foi inicialmente planejada e executada como uma\u201d invas\u00e3o diplom\u00e1tica \u201c.\n\nComo tra\u00e7ador das negocia\u00e7\u00f5es paralisadas com a Gr\u00e3-Bretanha sobre a soberania das ilhas. A opera\u00e7\u00e3o nunca foi concebido como uma opera\u00e7\u00e3o de combate. \u201d\n\nNo entanto, a 14 de junho, 1982, o dia da rendi\u00e7\u00e3o das tropas argentinas, havia 14.000 tropas argentinas nas ilhas. No entanto, na Ba\u00eda de San Carlos, onde aterrou a expedi\u00e7\u00e3o brit\u00e2nica tinha partido do porto de Southampton, tinha apenas um destacamento de 70 soldados, quatro policiais e um grupo de 10 oficiais n\u00e3o-comissionados liderados pelo tenente Stephen. Sup\u00f5e-se que, se as for\u00e7as argentinas haviam adotado uma exibi\u00e7\u00e3o ofensiva, colocando regimento de artilharia na \u00e1rea, as tropas brit\u00e2nicas n\u00e3o tinha sido capaz de pousar e, no caso de fazer custo de pouso militar teria sido muito maior.\n\n<strong>Percep\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas dos atores<\/strong>\n\nComo discutido acima, para o poder militar argentina que tomou as ilhas, a sua ocupa\u00e7\u00e3o era um passo de uma estrat\u00e9gia de negocia\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica. Mas, para a Gr\u00e3-Bretanha, a ocupa\u00e7\u00e3o das ilhas foi o in\u00edcio da guerra, especialmente a vis\u00e3o de primeira-ministra Margaret Thatcher.\n\nArgentina n\u00e3o antecipei a guerra, nem pensei que o desembarque foi o primeiro passo de uma guerra. Portanto, a estrat\u00e9gia militar da Argentina foi determinada pela concep\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.\n\nComo argumentam Lawrence Freedman e Virginia Gamba \u201cArgentina n\u00e3o acreditava que a Inglaterra iria recorrer a uma a\u00e7\u00e3o militar.\u201d\n\nEm nenhum momento, a junta militar desenvolvido planos que contemplem uma defesa intransigente das ilhas ou uma estrat\u00e9gia militar para combater. Por esta raz\u00e3o, o desembarque brit\u00e2nico foi realizado sem resist\u00eancia de terra, embora dois navios foram afundados por Argentina avia\u00e7\u00e3o.\n\nNo livro Signs of War \u00e9 sublinhou que \u201ca l\u00f3gica pol\u00edtica Argentina levou \u00e0 ideia de desgaste, n\u00e3o a do contador, a ocupa\u00e7\u00e3o das ilhas n\u00e3o era nada mais do que uma forma de negocia\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica.\u201d\n\nA diferen\u00e7a foi a posi\u00e7\u00e3o de primeira-ministra Margaret Thatcher, que decidiu usar desde o in\u00edcio toda a for\u00e7a militar brit\u00e2nica a reconquests as ilhas pela for\u00e7a.\n\nEm termos estrat\u00e9gicos, o principal ponto de conflito \u00e9 como um n\u00edvel de crise para um confronto militar por diferen\u00e7as nas percep\u00e7\u00f5es dos contendores.\n\nOs dois lados desenvolvido significados diferentes ao longo da crise. Para a Argentina, cada vez mais isolado do mundo, e cada vez mais atolado em conflito interno, a quest\u00e3o Malvinas tinha come\u00e7ado a subir em ordem de prioridade, at\u00e9 \u00e0 paragem do mesmo. Em contrapartida, o Minist\u00e9rio do Exterior brit\u00e2nico para a mesma pergunta foi localizado na posi\u00e7\u00e3o de n\u00famero 42 das suas preocupa\u00e7\u00f5es de agenda.\n\nA frustra\u00e7\u00e3o Argentina por n\u00e3o avan\u00e7ar nas negocia\u00e7\u00f5es sobre a soberania das ilhas com a Gr\u00e3-Bretanha levou \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o do mesmo.\n\n\u00c9 por isso que a percep\u00e7\u00e3o da crise que os atores tinham determinado o significado que o conflito teve sobre as partes.\n\nEsta percep\u00e7\u00e3o surgiu de uma ordem diferente de prioridades e pol\u00edticas condi\u00e7\u00f5es e par\u00e2metros de uma estrat\u00e9gia militar diferente para ambos os lados estabelecidos.\n\n\u00c9 por isso que a lideran\u00e7a militar da Argentina n\u00e3o acreditava que ele tinha que lutar. Isso explica o fato de que a maioria das tropas argentinas foram mobilizados em torno de Puerto Argentino, mas n\u00e3o para a ocupa\u00e7\u00e3o de setores estrat\u00e9gicos da ilha, especialmente o Estreito de San Carlos.\n\n<strong>Os militares alegaram argentino e brit\u00e2nico<\/strong>\n\nA junta militar n\u00e3o lidar com a possibilidade real de ir para a batalha com as for\u00e7as brit\u00e2nicas desde n\u00e3o implementar uma s\u00e9rie de teclas de a\u00e7\u00f5es militares. Desde a ocupa\u00e7\u00e3o das ilhas, o Conselho n\u00e3o pedi para estender a pista em Port Stanley. Isso teria permitido que os bombardeiros da For\u00e7a A\u00e9rea e da avia\u00e7\u00e3o naval poderia operar a partir das ilhas sem as restri\u00e7\u00f5es impostas fora do continente.\n\nA implanta\u00e7\u00e3o maci\u00e7a deste tipo de aeronave nas ilhas teria complicado as opera\u00e7\u00f5es terrestres e mar\u00edtimas das for\u00e7as brit\u00e2nicas.\n\nAl\u00e9m disso, a forma\u00e7\u00e3o mais forte e melhor para lutar em ambientes geogr\u00e1ficos semelhantes Malvinas tropas argentinas permaneceram estacionadas na fronteira com o Chile, devido \u00e0 possibilidade de um conflito com a China. Assim, as tropas de montanha e quatro dos cinco batalh\u00f5es de fuzileiros navais permaneceram no continente. Enquanto as tropas faltava ilhas destina, na maioria dos casos, a forma\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e veio de um clima que n\u00e3o a ilha \u00e1reas geogr\u00e1ficas.\n\nDeve-se acrescentar que a Armada Argentina ap\u00f3s postura ofensiva inicial, decidiu retirar-se em uma estrat\u00e9gia passiva de modo a manter uma capacidade de reserva naval como uma defesa contra uma poss\u00edvel agress\u00e3o p\u00f3s-guerra Chile.\n\nO submarino San Lu\u00eds patrulhavam na zona de exclus\u00e3o 20-30 abril sem autoriza\u00e7\u00e3o para usar suas armas. A permiss\u00e3o para usar armas recentemente foi dado \u00e0s for\u00e7as argentinas em 30 de abril.\n\nO Seineld\u00edn regimento de infantaria, uma for\u00e7a de elite, sempre foi implantado em Stanley, defendendo a \u00e1rea do porto e do aeroporto, com base na ideia de que as tropas brit\u00e2nicas estavam a aterrar em qualquer uma dessas \u00e1reas que fazem um ataque frontal. Isto contradizia toda a tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica militar brit\u00e2nica com base na estrat\u00e9gia indireta.\n\nO resultado desta implanta\u00e7\u00e3o foi que este regimento n\u00e3o lutou na ofensiva final contra a Stanley, uma vez que foi sempre na posi\u00e7\u00e3o passiva. Da mesma forma, a localiza\u00e7\u00e3o da Marinha Batalh\u00e3o de Infantaria No. 5 foi projetabilidade desperd\u00edcio defensiva e treinamento de alto n\u00edvel que unidade.\n\nQualquer tentativa de realizar opera\u00e7\u00f5es ofensivas foi rejeitado por altos comandantes. Por exemplo, v\u00e1rias iniciativas de chefes de tropas no Stanley para atacar as for\u00e7as brit\u00e2nicas desembarcaram na Ba\u00eda de San Carlos, foram descartados citando a incapacidade de atravessar as ilhas a p\u00e9. No entanto, oito dias depois as for\u00e7as brit\u00e2nicas cruzou as ilhas que.\n\nPara isto deve ser adicionado a decis\u00e3o de n\u00e3o utilizar navios de carga para o transporte de artilharia pesada e helic\u00f3pteros para as ilhas entre dois e 12 de Abril, durante o qual vela tempo para as ilhas tinham sido amea\u00e7adas pela presen\u00e7a de submarinos ou for\u00e7as Brit\u00e2nico naval. Por exemplo, as ilhas foram implantados apenas quatro pesados 155 mil\u00edmetros armas, causando um inconveniente grave para as tropas brit\u00e2nicas. No continente, estava dispon\u00edvel mais de 150 armas do mesmo tipo.\n\nAs tropas brit\u00e2nicas desembarcaram na madrugada de 21 de maio, sem encontrar resist\u00eancia significativa \u00e0s for\u00e7as terrestres argentinos podem ser mobilizados imediatamente para as posi\u00e7\u00f5es defensivas planejadas ao redor da \u00e1rea.\n\nDa mesma forma, a divis\u00e3o das for\u00e7as do Ex\u00e9rcito argentino entre Soledad e as Ilhas Malvinas, foi um exemplo claro da falta de perspectiva estrat\u00e9gica do comando argentino.\n\nDois regimentos do ex\u00e9rcito foram mobilizados na Falkland Oeste e n\u00e3o participou de batalhas terrestres durante todo o conflito.\n\n<strong>Train Como Harry diz:\u00a0<\/strong>\u201cAnalisamos o curso que a guerra terrestre poderia ter tido, se as for\u00e7as de Gran Malvina tinha sido em San Carlos for\u00e7ando assim os brit\u00e2nicos para estabelecer a sua cabe\u00e7a de ponte na Gran Malvina, em vez de Soledad, porque este \u00e9 o que eles fizeram. \u201d\n\nAl\u00e9m disso, a Argentina feita a partir de um ponto de vista estrat\u00e9gico dobrou erro fundamental no conflito. Em primeiro lugar, uma subestima\u00e7\u00e3o da capacidade de a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica na Gr\u00e3-Bretanha.\n\nEspecialmente Thatcher. Em segundo lugar, uma superestima\u00e7\u00e3o igualmente errada do poder e capacidade de a\u00e7\u00e3o militar brit\u00e2nica.\n\nComo resultado dessas percep\u00e7\u00f5es, o que a princ\u00edpio parecia ser uma opera\u00e7\u00e3o militar dif\u00edcil, ou seja, efeito um pouso em uma ilha defendido de uma frota localizado no Atl\u00e2ntico Sul faltando menos de um m\u00eas antes do in\u00edcio do inverno, tornou-se um menos caro opera\u00e7\u00e3o planejada pelos comandantes brit\u00e2nicos.\n\nIsso se deveu ao fato de que, na realidade, as ilhas n\u00e3o foram defendidas.\n\nNo entanto, no \u00faltimo anivers\u00e1rio da recupera\u00e7\u00e3o das ilhas do Chefe da Marinha Real disse que suas for\u00e7as tive muita sorte no conflito e que, se a guerra tivesse durado mais uma semana as for\u00e7as brit\u00e2nicas tiveram s\u00e9rios problemas continuam luta.\n\n<strong>Como o Comandante Supremo da NATO na \u00e9poca:<\/strong>\n<blockquote>\u201cNossos resultados fornecidos pela vit\u00f3ria Argentina para fim de semana da luta, uma vez que ignorou algumas das decis\u00f5es cruciais cuja adop\u00e7\u00e3o tornaria nossa previs\u00e3o estava errada (\u2026) Se o regime militar argentino uma estrat\u00e9gia para estender a pista tinha adotado Stanley e tinha fortificado com artilharia pesada das ilhas Falkland e teria sido dispostos a defend\u00ea-los de forma agressiva n\u00e3o acho que a for\u00e7a brit\u00e2nica tinha ido mais ao sul da Ilha de Ascens\u00e3o e esta opini\u00e3o foi expressa por v\u00e1rios l\u00edderes brit\u00e2nicos. \u201d<\/blockquote>\nNeste sentido, os catorze bombas n\u00e3o detonadas em cascos de navios brit\u00e2nicos poderia facilmente causar perdas de navios foram maiores se os fus\u00edveis foram devidamente classificados.\n\nNo primeiro dia do assalto a San Carlos os brit\u00e2nicos perderam uma fragata e quatro outros receberam danos causados por ataques a\u00e9reos. Durante os dias que se seguiram ao pouso, as perdas brit\u00e2nicas em navios continuou a um ritmo alarmante, que chegou a comprometer o sucesso da opera\u00e7\u00e3o.\n\nO confronto sobre as Falklands \u00e9 um exemplo claro de como diferentes percep\u00e7\u00f5es sobre a natureza do conflito desencadeado estrat\u00e9gias pol\u00edticas e t\u00e1ticas militares baseados n\u00e3o s\u00f3 nesta an\u00e1lise inicial, mas tamb\u00e9m na interpreta\u00e7\u00e3o de sua poss\u00edvel evolu\u00e7\u00e3o.\n\nCom a estagna\u00e7\u00e3o das negocia\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas a decis\u00e3o da junta militar Argentina invadiu as ilhas destina-se a dar um novo toque para o debate sobre soberania. Para o governo brit\u00e2nico e, especialmente, para Margaret Thatcher foi o in\u00edcio de uma guerra.\n\nTodos os destaques acima da import\u00e2ncia da percep\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica da crise e do jeito que informa e estabelece as condi\u00e7\u00f5es de uma estrat\u00e9gia militar.\n\n<strong>Guerra das Malvinas &#8211; Fim<\/strong>\n\nDepois de sofrer durante seis semanas de derrotas militares contra as for\u00e7as armadas da Gr\u00e3-Bretanha, a Argentina se rende \u00e0 Gr\u00e3-Bretanha, encerrando a\u00a0<strong>Guerra das Malvinas<\/strong>.\n\nAs\u00a0<strong>Ilhas Malvinas<\/strong>, localizadas a cerca de 300 milhas da ponta sul da Argentina, h\u00e1 muito eram reivindicadas pelos brit\u00e2nicos. O navegador brit\u00e2nico John Davis pode ter avistado as ilhas em 1592 e, em 1690, o capit\u00e3o da Marinha brit\u00e2nica John Strong fez o primeiro desembarque registrado nas ilhas. Ele os chamou em homenagem ao visconde das Malvinas, que era o primeiro lorde do almirantado na \u00e9poca.\n\nEm 1764, o navegador franc\u00eas Louis-Antoine de Bougainville fundou o primeiro assentamento humano das ilhas, em East Falkland, que foi conquistado pelos espanh\u00f3is em 1767.\n\nEm 1765, os brit\u00e2nicos se estabeleceram em West Falkland, mas partiram em 1774 por raz\u00f5es econ\u00f4micas. A Espanha abandonou seu assentamento em 1811.\n\nEm 1816, a Argentina declarou sua independ\u00eancia da Espanha e em 1820 proclamou sua soberania sobre as Malvinas.\n\nOs argentinos constru\u00edram um forte em East Falkland, mas em 1832 ele foi destru\u00eddo pelo USS Lexington em retalia\u00e7\u00e3o pela apreens\u00e3o de navios americanos de foca na \u00e1rea.\n\nEm 1833, uma for\u00e7a brit\u00e2nica expulsou os oficiais argentinos restantes e iniciou uma ocupa\u00e7\u00e3o militar.\n\nEm 1841, um vice-governador brit\u00e2nico foi nomeado e, na d\u00e9cada de 1880, uma comunidade brit\u00e2nica de cerca de 1.800 pessoas nas ilhas era autossuficiente.\n\nEm 1892, as Ilhas Falkland, devastadas pelo vento, receberam coletivamente o status de coloniais.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0news.bbc.co.uk\/www.pucminas.br\/www.agendaestrategica.com.ar\/www.history.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guerra das Malvinas, Ilhas, Hist\u00f3ria, Argentina, Conflito, Reino Unido, Motivos, Fim, Objetivo, Falklands, O que foi, Guerra das Malvinas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12068,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[57],"tags":[],"class_list":["post-15663","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-geral"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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