{"id":15652,"date":"2015-12-31T00:00:00","date_gmt":"2015-12-31T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/classe-aves-2\/"},"modified":"2026-08-31T23:26:12","modified_gmt":"2026-08-31T23:26:12","slug":"classe-aves-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/biologia-2\/classe-aves-2\/","title":{"rendered":"Classe Aves"},"content":{"rendered":"\n<p>A <strong>Classe Aves <\/strong>\u00e9 um grande e diversificado grupo de vertebrados,      facilmente reconhecido por sua estrutura e pelo fato de, tendo geralmente      atividade diurna, serem facilmente observ\u00e1veis. S\u00e3o, juntamente com os mam\u00edferos,      os mais recentes vertebrados a surgirem na Terra. H\u00e1 cerca de 8.700 esp\u00e9cies      viventes, que ocupam h\u00e1bitats diversificados, em quase todas as regi\u00f5es do      planeta, do \u00c1rtico at\u00e9 a Ant\u00e1rtida, nos mares e nos continentes. <\/p>\n   \n<p>Albatrozes vivem no mar aberto , exceto em \u00e9poca de postura ; gaivotas s\u00e3o      encontradas em regi\u00f5es costeiras; patos habitam p\u00e2ntanos e \u00e1gua doce; cotovias      vivem em pradarias; emas s\u00e3o aves corredoras e ocupam \u00e1reas abertas. Entretanto,      as aves s\u00e3o muito numerosas e diversificadas em regi\u00f5es tropicais. Muitas      esp\u00e9cies t\u00eam vida solit\u00e1ria, outras formam bandos. Em geral, n\u00e3o s\u00e3o muito      grandes. Exce\u00e7\u00f5es s\u00e3o o avestruz africano, que atinge 2 metros de altura e      pesa at\u00e9 130 quilos, e o condor americano, com envergadura de 3 metros. Entre      as pequenas aves, destaca-se um beija-flor cubano, que tem menos de 6 cent\u00edmetros      de comprimento e pesa cerca de 3 gramas. O grande interesse do homem pelas      aves levou a cria\u00e7\u00e3o da Ornitologia, o ramo da Zoologia encarregado do seu      estudo.<\/p>\n   \n<h4>CARACTER\u00cdSTICAS<\/h4>\n   \n<p>As aves diferem dos outros animais pela exist\u00eancia de penas, que revestem      e isolam o corpo, possibilitando a regula\u00e7\u00e3o da temperatura e auxiliando no      v\u00f4o. <\/p>\n   \n<p>Acredita-se que seus ancestrais tenham sido r\u00e9pteis delicados, dotados de      cauda longa e andar b\u00edpede, que corriam rapidamente com as patas posteriores,      ficando os membros anteriores erguidos e livres, exatamente na posi\u00e7\u00e3o em      que as aves atuais apresentam as asas. As penas podem ter surgido como um      revestimento isolante e protetor contra as varia\u00e7\u00f5es de temperatura. As primeiras      aves devem ter sido apenas planadoras. O v\u00f4o surgido posteriormente, o deslocamento      em alta velocidade e a penetra\u00e7\u00e3o em nichos a\u00e9reos permitiram a expans\u00e3o para      \u00e1reas de temperaturas distintas e a ocupa\u00e7\u00e3o de ambientes ainda n\u00e3o explorados      por outros animais. Os f\u00f3sseis de aves s\u00e3o raros, devido a delicadeza de seu      esqueleto, o que torna mais dif\u00edcil a preserva\u00e7\u00e3o. Archaeopteryx, a &#8220;ave-lagarto&#8221;,      \u00e9 o f\u00f3ssil mais antigo de um poss\u00edvel* ancestral das aves, com aproximadamente      150 milh\u00f5es de anos. Tinha o tamanho de um grande pombo, cabe\u00e7a pequena, mand\u00edbula      com dentes, penas, asas com garras terminais e provavelmente s\u00f3 era capaz      de planar. <\/p>\n   \n<p>As aves mant\u00eam a temperatura corporal (homeotermia), atrav\u00e9s de mecanismos      fisiol\u00f3gicos, em torno de 40 a 42 graus cent\u00edgrados, apresentando elevada      taxa metab\u00f3lica, necess\u00e1ria para sua atividade, sobretudo o v\u00f4o. A capacidade      de voar favorece a procura de alimento, a fuga dos inimigos e permite migra\u00e7\u00f5es      para outras \u00e1reas quando as condi\u00e7\u00f5es se tornam desfavor\u00e1veis. A velocidade      de v\u00f4o varia de 30 a 80 km\/h, embora os falc\u00f5es, durante um mergulho no ar,      possam atingir cerca de 200 km\/h. Para voar, uma ave deve preencher certos      requisitos, alem de homeotermia, tais como a redu\u00e7\u00e3o do peso e da densidade      corporal, e estruturas sensitivas eficientes. <\/p>\n   \n<p><strong>Favorecem essa condi\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Formato aerodin\u00e2mico do corpo, que \u00e9 compacto e r\u00edgido, resultado de fus\u00e3o,        perda e refor\u00e7o dos ossos<br \/>\n       Posicionamento das patas abaixo do corpo, que podem ser retra\u00eddas entre        as penas ventrais<br \/>\n       Esqueleto leve e adaptado \u00e0 fixa\u00e7\u00e3o de fortes m\u00fasculos<br \/>\n       Sistema respirat\u00f3rio eficiente, com pulm\u00f5es ligados a sacos a\u00e9reos, distribu\u00eddos        entre os \u00f3rg\u00e3os, \u00fateis na reten\u00e7\u00e3o do ar, permitindo extra\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio        mesmo em grandes altitudes, assim como a dissipa\u00e7\u00e3o do calor gerado pelo        elevado metabolismo<br \/>\n       As caracter\u00edsticas do sistema circulat\u00f3rio, como o cora\u00e7\u00e3o com quatro c\u00e2maras        e a completa separa\u00e7\u00e3o das circula\u00e7\u00f5es venosa e arterial<br \/>\n       Aelimina\u00e7\u00e3o dos excretas na forma de pequenos corpos esf\u00e9ricos esbranqui\u00e7ados,        compostos de \u00e1cido \u00farico, que ficam misturado com as fezes, evitando a forma\u00e7\u00e3o        de grande volume de urina liquida<br \/>\n       A aus\u00eancia de bexiga urinaria, sendo exce\u00e7\u00e3o o avestruz<br \/>\n       Total desenvolvimento dos ovos fora do corpo materno<br \/>\n       A excelente vis\u00e3o, com grande acuidade visual e r\u00e1pida acomoda\u00e7\u00e3o de foco<br \/>\n       Voz e audi\u00e7\u00e3o elaboradas, associadas com a necessidade de comunica\u00e7\u00e3o a        grandes dist\u00e2ncias.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>O corpo das aves tem forma e tamanho muito vari\u00e1veis. A cabe\u00e7a geralmente      fica na extremidade de um pesco\u00e7o flex\u00edvel e \u00e9 capaz de girar 360 graus em      torno de seu eixo. Os membros anteriores s\u00e3o as asas, que possuem penas mais      longas, denominadas r\u00eamiges, pr\u00f3prias para o v\u00f4o. Os membros posteriores,      as patas, t\u00eam muitos m\u00fasculos na parte superior, enquanto a por\u00e7\u00e3o inferior      apresenta tend\u00f5es e \u00e9 revestida por escamas c\u00f3rneas.<\/p>\n   \n<p>Na cauda curta podem existir longas penas, dispostas em leque. No bico pontiagudo,      de revestimento c\u00f3rneo, h\u00e1 um par de narinas. Os olhos, grandes e laterais,      possuem duas p\u00e1lpebras e uma membrana nictitante. Existe uma abertura auditiva      atr\u00e1s de cada olho.<\/p>\n   \n<p>A pele, m\u00f3vel, flex\u00edvel e de frouxa fixa\u00e7\u00e3o \u00e0 musculatura, n\u00e3o tem gl\u00e2ndulas,      com exce\u00e7\u00e3o da gl\u00e2ndula uropigiana, situada acima da base da cauda, que secreta      uma substancia oleosa capaz de impermeabilizar as penas e o bico, impedindo      que este fique quebradi\u00e7o. As penas s\u00e3o estruturas epid\u00e9rmicas de diferentes      formatos, que crescem a partir de fol\u00edculos da pele e formam um revestimento      que ret\u00e9m ar e \u00e9 \u00fatil no isolamento t\u00e9rmico. Funcionam como elementos de prote\u00e7\u00e3o,      na flutua\u00e7\u00e3o de aves aqu\u00e1ticas e no v\u00f4o. As mais comuns, incluindo as grandes      penas das asas, apresentam um eixo central de onde partem delgados filamentos      laterais, cada qual sendo dotado de filamentos menores, as b\u00e1rbulas, que se      prendem umas \u00e0s outras por pequenos ganchos, formando um elemento continuo.      Nos jovens, as penas, conhecidas como plumas, s\u00e3o mais delicadas. Suas cores      s\u00e3o produzidas por tipos diferentes de pigmentos, depositados durante o crescimento.<\/p>\n   \n<p>Avestruzes e ping\u00fcins t\u00eam o corpo completamente coberto por penas, mas, na      maioria das aves, elas crescem em \u00e1reas determinadas da pele, intercaladas      por espa\u00e7os vazios, f\u00e1ceis de perceber quando a ave \u00e9 depenada. Na muda, geralmente      anual, as penas s\u00e3o substitu\u00eddas gradualmente, de modo que a cobertura sempre      esteja presente. Os patos, por\u00e9m, mudam todas de uma s\u00f3 vez e n\u00e3o voam at\u00e9      que as novas penas cres\u00e7am. Em ping\u00fcins e outras aves aqu\u00e1ticas, as asas s\u00e3o      adaptadas para a nata\u00e7\u00e3o, assemelhando-se a nadadeiras e possuindo penas modificadas      e achatadas, parecidas com escamas.<\/p>\n   \n<p>O esqueleto das aves, sobretudo as que voam, \u00e9 leve e delicado, formado por      alguns ossos pneum\u00e1ticos, que cont\u00eam cavidades a\u00e9reas, reduzindo o peso, e      alguns refor\u00e7os \u00f3sseos que lhes conferem resist\u00eancia. O osso do peito, chamado      esterno, \u00e9 dotado de uma quilha ou carena mediana, onde se prendem os grandes      m\u00fasculos peitorais, empregados no v\u00f4o (a &#8220;carne branca&#8221; do frango      e do peru). As clav\u00edculas s\u00e3o soldadas, formando a f\u00farcula, mais conhecida      como &#8220;osso da sorte&#8221;. A cintura p\u00e9lvica tem uma grande abertura      ventral, que permite a passagem de grandes ovos na f\u00eamea. A locomo\u00e7\u00e3o b\u00edpede      \u00e9 facilitada pelo grande desenvolvimento da estrutura \u00f3ssea e muscular das      patas, como se verifica facilmente em uma galinha. As aves apresentam tubo      digestivo completo, com uma certa especializa\u00e7\u00e3o das suas partes componentes.      Na aus\u00eancia de dentes, o bico \u00e9 utilizado na obten\u00e7\u00e3o de alimento, sendo tamb\u00e9m      empregado no alisamento das penas, na coleta de materiais para confec\u00e7\u00e3o do      ninho e defesa. Seu envolt\u00f3rio cornificado tem crescimento cont\u00ednuo, o que      compensa o desgaste pelo uso. <\/p>\n   \n<p><strong>Sua forma varia de acordo com os h\u00e1bitos alimentares:<\/strong> \u00e9      delgado e afilado como um par de pin\u00e7as nos p\u00e1ssaros, que capturam insetos      em folhagens; em pica-paus \u00e9 robusto, para cortar madeira e penetrar nas cascas      das \u00e1rvores das quais retiram insetos; em gar\u00e7as tem formato de lan\u00e7a, para      capturar peixes; em andorinhas \u00e9 largo e delicado, permitindo a captura de      insetos vivos em pleno v\u00f4o; \u00e9 forte e c\u00f4nico em aves comedoras de gr\u00e3os; afiado      e recurvado em aves predadoras, como os gavi\u00f5es e corujas, nos quais \u00e9 usado      para rasgar o alimento. <\/p>\n   \n<p>A l\u00edngua, pequena e pontiaguda, tem revestimento c\u00f3rneo e n\u00e3o extens\u00edvel,      exceto a de pica-paus, usada para capturar insetos na madeira, e a de beija-flores,      que retira n\u00e9ctar das flores. Em pelicanos, o saco encontrado sob o &#8220;queixo&#8221;      armazena temporariamente os peixes e nele \u00e9 regurgitado o alimento para os      filhotes.<\/p>\n   \n<p>O alimento \u00e9 temporariamente armazenado e umedecido no grande papo, situado      ap\u00f3s o es\u00f4fago. Em algumas formas, carrega alimento para os filhotes, que      captam material regurgitado ou introduzem a cabe\u00e7a na garganta dos pais. Em      pombos, o epit\u00e9lio do papo apresenta duas estruturas glandulares, que secretam      uma substancia nutritiva, o &#8220;leite de pombo&#8221;, usado para a alimenta\u00e7\u00e3o      dos filhotes. O est\u00f4mago compreende o proventr\u00edculo, respons\u00e1vel pela secre\u00e7\u00e3o      de sucos digestivos, e a moela, c\u00e2mara de paredes musculares e espessas, onde      ocorre a tritura\u00e7\u00e3o do alimento, com auxilio de fragmentos de cascalho e outras      part\u00edculas ingeridas propositadamente, representando, em termos funcionais,      o papel de &#8220;dentes&#8221;. A cloaca, que se abre para o exterior atrav\u00e9s      do anus, \u00e9 a c\u00e2mara em que se misturam fezes, excretas e elementos sexuais.<\/p>\n   \n<p>Devido \u00e0 sua intensa atividade, as aves consomem muito alimento de alto valor      energ\u00e9tico e, como n\u00e3o armazenam muita gordura, n\u00e3o podem sobreviver muito      tempo sem se alimentar. Em geral, comem sementes, frutos e v\u00e1rios tipos de      animais, como vermes, artr\u00f3podes, moluscos e vertebrados. Pelicanos e gaivotas,      por exemplo, comem peixes; gar\u00e7as se alimentam de r\u00e3s; gavi\u00f5es comem cobras,      lagartos e pequenas aves; corujas ca\u00e7am roedores e coelhos. Algumas formas      apresentam dieta especial, como urubus, que comem exclusivamente animais mortos      (&#8220;carni\u00e7a&#8221;) e os beija-flores, que, devido ao seu elevad\u00edssimo metabolismo,      usam como alimento insetos e o n\u00e9ctar das flores, uma solu\u00e7\u00e3o fortemente a\u00e7ucarada.      Aves marinhas t\u00eam gl\u00e2ndulas especiais que eliminam o excesso de sais ingeridos,      com perda m\u00ednima de \u00e1gua.<\/p>\n   \n<p>O sistema nervoso \u00e9 bem desenvolvido, sendo o enc\u00e9falo proporcionalmente      maior que o dos repteis. De forma geral, a capacidade gustativa e olfativa      \u00e9 limitada, mas a audi\u00e7\u00e3o e a vis\u00e3o s\u00e3o muito eficientes. A acomoda\u00e7\u00e3o visual      \u00e9 muito r\u00e1pida, permitindo o ajustamento do foco em diferentes distancias,      o que se torna necess\u00e1rio nas repentinas mudan\u00e7as visuais durante o v\u00f4o ou      na focaliza\u00e7\u00e3o de objetos dentro da \u00e1gua em aves mergulhadoras, como o mergulh\u00e3o.      O giro r\u00e1pido da cabe\u00e7a durante o movimento, para frente e para tr\u00e1s, em aves      como as galinhas, relaciona-se com a r\u00e1pida observa\u00e7\u00e3o dos arredores, determinando      distancias e percebendo movimentos. \u00c1guias, falc\u00f5es e urubus apresentam grande      capacidade de enxergar objetos distantes. Em corujas, a audi\u00e7\u00e3o agu\u00e7ada permite      localizar pequenos mam\u00edferos na escurid\u00e3o total.<\/p>\n   \n<p>Um aspecto impressionante das aves \u00e9 a sua colora\u00e7\u00e3o variad\u00edssima. O colorido      dos machos geralmente \u00e9 mais vivo que o das f\u00eameas, funcionando como forma      de identifica\u00e7\u00e3o e na defesa do territ\u00f3rio, estimulando o comportamento sexual      da f\u00eamea e ajudando a repelir ataques ao ninho e aos filhotes. A comunica\u00e7\u00e3o      \u00e9 realizada atrav\u00e9s de cantos e gritos. Os gritos geralmente s\u00e3o sons simples      e breves, relacionados com a intera\u00e7\u00e3o entre pais e filhotes e \u00e0 reuni\u00e3o dos      membros de um grupo. Os cantos, mais complexos, geralmente s\u00e3o emitidos pelos      machos e relacionam-se com o comportamento reprodutivo, auxiliando no estabelecimento      e na defesa de um territ\u00f3rio e na atra\u00e7\u00e3o de parceiras. Algumas formas, como      os papagaios, fazem imita\u00e7\u00e3o pelo canto. O \u00f3rg\u00e3o do canto \u00e9 a siringe (ausente      em urubus e avestruzes), uma c\u00e2mara de resson\u00e2ncia de complexidade vari\u00e1vel,      situada na base da traqu\u00e9ia. Pode conter m\u00fasculos e membranas, que vibram      quando o ar passa, produzindo os sons.<\/p>\n   \n<p>As estrat\u00e9gias reprodutivas s\u00e3o muito diversificadas. Cada esp\u00e9cie tem uma      \u00e9poca caracter\u00edstica para se reproduzir. Ritos nupciais s\u00e3o comuns, frequentemente      realizados em territ\u00f3rio anteriormente estabelecido. Segue-se a constru\u00e7\u00e3o      do ninho e o acasalamento. A fecunda\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre interna, realizando-se a      c\u00f3pula por atrito entre as cloacas, uma vez que o \u00f3rg\u00e3o genital s\u00f3 ocorre      em poucas formas, como os avestruzes, cisnes e patos. Os ovos t\u00eam muito vitelo      e casca calcaria dura, necessitando de aquecimento ou incuba\u00e7\u00e3o para o crescimento      do embri\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>Filhotes de galinhas e patos eclodem j\u00e1 bem formados e com movimenta\u00e7\u00e3o ativa.      J\u00e1 os de pombos s\u00e3o desprotegidos e necessitam de alimenta\u00e7\u00e3o e cuidados no      ninho. Rapidamente os filhotes aprendem a responder \u00e0 vis\u00e3o dos pais e aos      sons por eles emitidos. O cuidado com a prole \u00e9 importante, para garantir      a continuidade das esp\u00e9cies. <\/p>\n   \n<p>Atualmente muitos pesquisadores descartam a hip\u00f3tese de o Archaeopteryx ser      um ancestral das aves. J\u00e1 surgiu at\u00e9 uma hip\u00f3tese de que o f\u00f3ssil encontrado      tenha sido forjado para parecer uma ave, sendo na verdade um reptil pr\u00e9-hist\u00f3rico.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n    \n<p class=\"google\">  <\/p>\n     \n<p>As aves apareceram no per\u00edodo Jur\u00e1ssico, h\u00e1 210 milh\u00f5es de anos e durou por      70 milh\u00f5es de anos da era mesoz\u00f3ica.Nesta era, a fauna do mundo mudou e foi      quando os dinossauros tiveram o seu auge.<\/p>\n   \n<p><strong>A era mesoz\u00f3ica \u00e9 dividida nos per\u00edodos: <\/strong>tri\u00e1ssico (de 245-210      milh\u00f5es de anos atr\u00e1s), o jur\u00e1ssico ( de 210 a 146 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s),      e o cret\u00e1ceo (de 146 a 65 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s).<\/p>\n   \n<p>Os dinossauros evolu\u00edram no per\u00edodo tri\u00e1ssico, e foram extintos no fim do      per\u00edodo cret\u00e1ceo, com exce\u00e7\u00e3o dos p\u00e1ssaros.<\/p>\n   \n<p>Os intermedi\u00e1rios entre as aves e dinossauros possu\u00edam penas, que serviam      para prote\u00e7\u00e3o ou exibi\u00e7\u00e3o, mas ainda se assemelhavam aos celurossauros, dinossauros      saurisquianos precursores das aves.A arqueopterix foi considerada a primeira      ave da Terra. Ela n\u00e3o voava, mas dava pequenos saltos para a ca\u00e7a ou exibi\u00e7\u00e3o.      Ela possu\u00eda caracter\u00edsticas das aves e dos dinossauros. <\/p>\n   \n<p>As aves Apresentam o corpo coberto de penas, dois de pares de extremidades;      o anterior transformando em asas para voar; o posterior adaptado para empoleirar,      andar ou nadar (com palmouras), cada p\u00e9 geralmente apresenta 4 dedos.<\/p>\n   \n<p>As aves evidentemente evoluir\u00e3o da linhagem dos r\u00e9pteis voadores e, certamente      antes de terem desenvolvido plena capacidade de voar, passarem por uma fase      de v\u00f4o planado. Penas e escamas de fato, s\u00e3o formadas de maneira muito semelhante      em embri\u00f5es de aves e r\u00e9pteis, respectivamente. As garras e as escamas de      suas pernas s\u00e3o vest\u00edgios que elas ainda conservam como um testemunho de seus      ancestrais repetilianos.<\/p>\n   \n<p>O que mais chama aten\u00e7\u00e3o nas aves \u00e9 a capacidade de voar, por\u00e9m a mais importante      &#8220;inven\u00e7\u00e3o&#8221; das aves n\u00e3o \u00e9 o v\u00f4o, que ali\u00e1s n\u00e3o lhes \u00e9 exclusivo,      mas a HOMEOT\u00c9RMICA, isto \u00e9, a capacidade de manter uma temperatura alta a      constante . A temperatura alta \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia de uma grande atividade metab\u00f3lica,      com a queima de muita mat\u00e9ria org\u00e2nica para liberar calor.<\/p>\n   \n<p>A temperatura constante d\u00e1 a um animal a possibilidade de se libertar muito      mais do meio ambiente. Um sapo ou um r\u00e9ptil n\u00e3o s\u00e3o capazes de viver em regi\u00f5es      polares, pois j\u00e1 que a temperatura de seu corpo varia em fun\u00e7\u00e3o da temperatura      do ambiente, seu metabolismo cai abaixo de um n\u00edvel cr\u00edtico, acarretando a      morte do animal. As aves podem viver nestes ambientes desde que consiga alimentos      suficientes para manter a combust\u00e3o interna necess\u00e1ria para gerar calor.<\/p>\n   \n<p>A temperatura do corpo das aves \u00e9 constante, variando conforme as esp\u00e9cies      entre 37,8 a 44,6 graus cent\u00edgrados, sendo sempre mais elevada que nos mam\u00edferos.      Como as aves n\u00e3o transpiram, o controle da temperatura do corpo \u00e9 realizado      pela respira\u00e7\u00e3o. Depois do v\u00f4o, grande quantidade de calor interno se perde,      juntamente com o vapor de \u00e1gua, pelos pulm\u00f5es e sacos a\u00e9reos.<\/p>\n   \n<p>O avestruz com 2,5 m de altura e peso de 120 kg, \u00e9 maior ave existente. Atualmente,      s\u00f3 \u00e9 encontrada na \u00c1frica e no sudeste da \u00c1sia. A menor ave que se conhece      \u00e9 o beija-flor-de-Helena, de Cuba, com 5,7 cm de comprimento e com cerca de      3g de peso<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.consulteme.com.br<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<p>As<strong> aves <\/strong>originaram-se a partir dos r\u00e9pteis, o que fica evidenciado      atrav\u00e9s das escamas que recobrem as pernas, do cr\u00e2nio com um c\u00f4ndilo occipital,      dos mesmos anexos embrion\u00e1rios e da excre\u00e7\u00e3o do \u00e1cido \u00farico.A mais antiga      ave conhecida \u00e9 a ave-lagarto (Archaeopteryx lithographica), animal do tamanho      de uma pomba. O f\u00f3ssil encontrado na Baviera (Alemanha), em 1861, permitiu      reconhecer nessa ave a presen\u00e7a de bico com dentes e cauda longa. Viveu no      per\u00edodo Jur\u00e1ssico, h\u00e1 cerca de aproximadamente 150 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Tegument\u00e1rio<\/h4>\n   \n<p>O corpo das aves \u00e9 recoberto por penas (anexos epid\u00e9rmicos), e as pernas,      por escamas c\u00f3rneas. A pele das aves n\u00e3o possui gl\u00e2ndulas. Apenas algumas      aves possuem, na regi\u00e3o caudal, gl\u00e2ndulas uropigiais que produzem uma secre\u00e7\u00e3o      oleosa, usada na lubrifica\u00e7\u00e3o e impermeabiliza\u00e7\u00e3o das penas e do bico. Outras      aves (gar\u00e7as, gavi\u00f5es, papagaios, etc.) possuem penas pulverulentas, isto      \u00e9, penas cujas extremidades se desintegram \u00e0 medida que crescem, formando      um p\u00f3 fino (como talco) que impermeabiliza as outras penas. As \u00e1reas do corpo      cobertas por apenas denominam-se pter\u00edlias. As penas que cobrem o corpo, exceto      as asas e a cauda, denominam-se tectrizes. As penas grandes das asas, com      fun\u00e7\u00e3o propulsora, denominam-se rem\u00edgeas, e as penas grandes da cauda, que      orientam o v\u00f4o, denominam-se rectrizes. As plumas s\u00e3o penas macias e flex\u00edveis      que recobrem o corpo das aves jovens, e que nas adultas ocorrem por entre      as demais.<\/p>\n   \n<h4>Partes da pena<\/h4>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>C\u00e1lamo + r\u00e1quis <\/strong>= eixo da pena]<br \/>\n<strong>Barbas + b\u00e1rbulas <\/strong>= vexilo (l\u00e2mina) da pena <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>Pterilose<\/strong><\/p>\n   \n<p>\u00c9 a disposi\u00e7\u00e3o das penas no corpo das aves. Ocorrem zonas com penas.<\/p>\n   \n<p><strong>Mudas<\/strong><\/p>\n   \n<p>Ocorrem periodicamente. Formam um processo gradual e ordenado. O cr\u00e2nio \u00e9      desproporcionalmente pequeno em rela\u00e7\u00e3o ao corpo. Possuem apenas um c\u00f4ndilo      occipital. As v\u00e9rtebras caudais s\u00e3o atrofiadas, formando o pig\u00f3stilo.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Digestivo<\/h4>\n   \n<p>\u00c9 do tipo completo. As aves possuem bico e l\u00edngua c\u00f3rneos; n\u00e3o h\u00e1 dentes.      As aves gran\u00edvoras (que se alimentam de gr\u00e3os) apresentam moela e papo, que      s\u00e3o pouco desenvolvidos ou mesmo ausentes nas aves carn\u00edvoras e frug\u00edvoras      (aqueles que se alimentam de carnes e frutas). No papo o alimento \u00e9 amolecido.      Da\u00ed o alimento vai para o proventr\u00edculo (est\u00f4mago qu\u00edmico), passando a seguir      para a moela (est\u00f4mago mec\u00e2nico), que \u00e9 muito musculosa e substitui a falta      de dentes nas aves. Ap\u00f3s a tritura\u00e7\u00e3o, o alimento dirige-se para o intestino      delgado, onde ocorre a absor\u00e7\u00e3o dos produtos \u00fateis, sendo o restante eliminado      atrav\u00e9s da cloaca. A cloaca \u00e9 uma bolsa onde s\u00e3o lan\u00e7adas as fezes, a urina      e os gametas. Como gl\u00e2ndulas anexas ao sistema digestivo, existe no f\u00edgado      e o p\u00e2ncreas. <\/p>\n   \n<p><strong>Obs: <\/strong>o &#8220;leite-de-pomba&#8221; \u00e9 uma secre\u00e7\u00e3o L\u00e1ctea      produzida pelo papo da ave adulta para a nutri\u00e7\u00e3o dos rec\u00e9m-nascidos.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Excretor<\/h4>\n   \n<p>Os rins s\u00e3o metanefros, com dois ureteres que desembocam na cloaca, pois      n\u00e3o possuem bexiga urin\u00e1ria e a sua excre\u00e7\u00e3o \u00e9 rica em \u00e1cido \u00farico.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Respirat\u00f3rio<\/h4>\n   \n<p>A respira\u00e7\u00e3o \u00e9 pulmonar. Os pulm\u00f5es s\u00e3o do tipo parenquimatoso, com v\u00e1rios      canais de arejamento, ligados a cinco pares de sacos a\u00e9reos, ligados \u00e0s cavidades      dos ossos pneum\u00e1ticos.Possuem um &#8220;\u00f3rg\u00e3o do canto&#8221; chamado siringe,      que se situa na traqu\u00e9ia ou nos br\u00f4nquios. A siringe \u00e9 mais desenvolvida nos      machos, pois o canto deles serve para atrair as suas f\u00eameas e para delimitar      os territ\u00f3rios.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Circulat\u00f3rio<\/h4>\n   \n<p>A circula\u00e7\u00e3o \u00e9 fechada, dupla e completa; o sangue venoso n\u00e3o se mistura      com o sangue arterial. As hem\u00e1cias s\u00e3o nucleadas e ovais. <\/p>\n   \n<p><strong>O cora\u00e7\u00e3o tem 4 cavidades, que s\u00e3o conhecidos como:<\/strong> os dois      \u00e1trios ou aur\u00edculas e os dois ventr\u00edculo.<\/p>\n   \n<h4>Sistema Nervoso<\/h4>\n   \n<p>Apresentam sistema nervoso central e perif\u00e9rico com doze pares de nervos      cranianos. O enc\u00e9falo apresenta cerebelo bem desenvolvido, pois necessitam      de muito equil\u00edbrio para o v\u00f4o. T\u00eam vis\u00e3o bem desenvolvida. Percebem cores      nitidamente, pois a retina cont\u00e9m muitos cones com got\u00edculas de \u00f3leo. Apresentam      membrana nicitante revestindo os olhos no sentido horizontal, como uma cortina.      O olfato e a audi\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito apurados. O seu ouvido \u00e9 dividido em ouvido      externo, m\u00e9dio e interno.<\/p>\n   \n<h4>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>F\u00eameas possuem apenas sistema reprodutor bem desenvolvido no lado esquerdo.      No lado direito h\u00e1 um test\u00edculo rudimentar, o qual se torna funcional com      a retirada do ov\u00e1rio. Mais raramente se pode formar um ovot\u00e9stis ou mesmo      outro ov\u00e1rio. <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>Ov\u00edparas.<br \/>\n       Fecunda\u00e7\u00e3o interna.<br \/>\n       Desenvolvimento direto.<br \/>\n       Ovos telol\u00e9citos completos, ricos em vitelo.<br \/>\n       Geneticamente, os machos s\u00e3o ZZ (homogam\u00e9ticos) e as f\u00eameas s\u00e3o ZW (heterogam\u00e9ticas).<br \/>\n       Aves nid\u00edcolas ou nid\u00edfilas (ficam no ninho ap\u00f3s a eclos\u00e3o dos ovos) e aves        nid\u00edfugas (saem do ninho ap\u00f3s a eclos\u00e3o dos ovos). Os embri\u00f5es das aves        t\u00eam diversos envolt\u00f3rios (ou anexos) embrion\u00e1rios que os protegem contra        a desseca\u00e7\u00e3o e choques. Servem para a respira\u00e7\u00e3o, excre\u00e7\u00e3o e outras fun\u00e7\u00f5es        necess\u00e1rias durante a vida embrion\u00e1ria. S\u00e3o o \u00e2mnio, o c\u00f3rion, o saco vitelino        e o alant\u00f3ide.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Sistem\u00e1tica<\/h4>\n   \n<p><strong>Na Classe Aves, encontramos cerca de 9.000 esp\u00e9cies, divididas em      dois grandes grupos:<\/strong><\/p>\n   \n<h4>RATITAS<\/h4>\n   \n<p>Apresentam asas atrofiadas ou ausentes e osso Esterno sem quilha.<\/p>\n   \n<p><strong>Representados pelas seguintes ordens:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Apterigiformes:<\/strong> quivi<br \/>\n<strong>Reiformes: <\/strong>ema<br \/>\n<strong>Estrutioniformes: <\/strong>avestruz <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>CARINATAS<\/h4>\n   \n<p>Carinatas apresentam asas bem desenvolvidas e Esterno com quilha. <\/p>\n   \n<p><strong>S\u00e3o representadas por todas as demais ordens como: <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Esfenisciformes: <\/strong>ping\u00fcim.<br \/>\n<strong>Pelicaniformes: <\/strong>pelicano, mergulh\u00e3o. <br \/>\n<strong>Ciconiformes: <\/strong>gar\u00e7a, cegonha, flamingo. <br \/>\n<strong>Anseriformes: <\/strong>pato, ganso, cisne. <br \/>\n<strong>Falconiformes: <\/strong>urubu, falc\u00e3o, \u00e1guia, abutre, gavi\u00e3o. <br \/>\n<strong>Galiformes: <\/strong>codorna, fais\u00e3o, peru, galinha, perdiz. <br \/>\n<strong>Columbiformes: <\/strong>pombo.<br \/>\n<strong>Pscitaciformes: <\/strong>papagaio.<br \/>\n<strong>Estrigiformes: <\/strong>coruja. <br \/>\n<strong>Piciformes: <\/strong>pica-pau.<br \/>\n<strong>Passeriformes: <\/strong>passarinhos.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classifica\u00e7\u00e3o das aves<\/h4>\n   \n<p><strong>Segundo os conceitos modernos as aves subdividem-se em 27 ordens:      <\/strong><\/p>\n         \n<table width=\"452\" border=\"0\" cellpadding=\"0\" cellspacing=\"1\" bgcolor=\"#000000\">\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<p align=\"center\" class=\"MsoNormal\"><b>ORDEM<\/b><\/p>\n<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<p align=\"center\" class=\"MsoNormal\"><b>EXEMPLO<\/b><\/p>\n<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<p align=\"center\" class=\"MsoNormal\"><b>ORDEM<\/b><\/p>\n<\/td>\n         \n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFCC\">\n<p align=\"center\" class=\"MsoNormal\"><b>EXEMPLO<\/b><\/p>\n<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Sphenesciformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Pinguins<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Galiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Codornizes, Perus<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Struthioniformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Avestruz<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Gruiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Saracuras, Galinhas-d\u00e1gua<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Rheiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Emas<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Casuariformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Casuares e Emus<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Charadriformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Aves aqu\u00e1ticas<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Aepyornithiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Aepyonis<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Columbiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Pombos<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Dinornithiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Moas<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Psittaciformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Papagaios<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Apterygiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Quivis<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Cuculiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Cucus,Anus<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Tinamiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Inambus<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Strigiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Corujas<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Gaviiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Gavia<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Caprimulgiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Bacuraus<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Podicipediformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Mergulh\u00f5es, Pescaparas<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Apodiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Andorinh\u00f5es<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Procellariiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Albatroz, Procel\u00e1rias<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Coliiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Colius<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Polecaniformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Pelicanos<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Ciconiiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Cegonhas, Gar\u00e7as<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Piciformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Pica-paus, Tucanos<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Anseriformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Patos, Gansos<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Passeriformes (69 fam\u00edlias)<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Passarinhos e aves Canoras<\/td>\n       <\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Falconiformes<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">Urubus, Gavi\u00f5es<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n         \n<td align=\"center\" valign=\"top\" bgcolor=\"#FFFFFF\">\u00a0<\/td>\n       <\/tr>\n<\/table>\n   \n<p>Fonte:  www.animalshow.hpg.ig.com.br<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<p><strong>Aves <\/strong>s\u00e3o animais excepcionalmente preparados para o v\u00f4o,      pela exist\u00eancia de penas, asas, tipo de pulm\u00e3o, sacos a\u00e9reos e ossos pneum\u00e1ticos      no esqueleto. S\u00e3o cordados, vertebrados, amni\u00f3ticos, alantoidianos e homeotermos.<\/p>\n   \n<p>Apresentam o corpo aerodin\u00e2mico e coberto de penas epid\u00e9rmicas.<\/p>\n   \n<p><strong>H\u00e1 dois pares de extremidades:<\/strong> o anterior transformado em      asas, adaptado ao v\u00f4o; o posterior adaptado para empoleirar-se, andar ou nadar.      Possuem bico c\u00f3rneo, com diferentes adapta\u00e7\u00f5es aos diferentes tipos de nutri\u00e7\u00e3o.      O estudo das aves chama-se Ornitologia.<\/p>\n   \n<p>Algumas s\u00e3o importantes na poliniza\u00e7\u00e3o de muitas plantas (ornitofilia).<\/p>\n   \n<p>Apresentam pele delgada, seca e sem gl\u00e2ndulas, exceto a gl\u00e2ndula uropigiana      na cauda de certas aves, que produz uma secre\u00e7\u00e3o oleosa que impermeabiliza      as penas. H\u00e1 escamas c\u00f3rneas nas pernas (semelhantes \u00e0s escamas dos r\u00e9pteis).<\/p>\n   \n<p><strong>Como anexo t\u00edpico h\u00e1 as penas:<\/strong> <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>a) tetrizes: <\/strong>cobrem o corpo;<br \/>\n       b) remiges:<strong> revestem as asas<\/strong>; <strong><br \/>\n       c) retrizes:<\/strong> penas da cauda.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>O esqueleto \u00e9 totalmente ossificado; o ossos s\u00e3o denominados pneum\u00e1ticos      por conterem em grande parte, em lugar da medula \u00f3ssea, cavidades pneum\u00e1ticas,      que podem se comunicar com sacos a\u00e9reos dos pulm\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>O osso esterno \u00e9 bem desenvolvido em aves voadoras, pois apresenta uma quilha      ou carena, onde se inserem os m\u00fasculos peitorais que acionam as asas (as aves      de esterno achatado, n\u00e3o voadoras, s\u00e3o as ratitas). Possuem um c\u00f4ndilo no      occipital e apresentam v\u00e9rtebras fundidas (anquilose).<\/p>\n   \n<h4>A respira\u00e7\u00e3o \u00e9 pulmonar<\/h4>\n   \n<p>Os pulm\u00f5es est\u00e3o em contato com a parede dorsal, de onde partem 5 pares de      sacos a\u00e9reos que est\u00e3o tamb\u00e9m em contato com os ossos pneum\u00e1ticos. A fun\u00e7\u00e3o      dos sacos a\u00e9reos, em conjunto com os ossos pneum\u00e1ticos, \u00e9 de aumentar a capacidade      respirat\u00f3ria e diminuir o peso espec\u00edfico do corpo do animal, facilitando      o v\u00f4o. A parte inferior da traqu\u00e9ia forma a siringe, que possui cordas vocais,      respons\u00e1veis pelos sons emitidos.<\/p>\n   \n<h4>Possuem bico c\u00f3rneo e boca sem dentes<\/h4>\n   \n<p>O es\u00f4fago tem um papo para armazenar e amolecer o alimento, que \u00e9 bem desenvolvido      nas aves gran\u00edvoras. N\u00e3o h\u00e1 gl\u00e2ndulas salivares.<\/p>\n   \n<p>O est\u00f4mago \u00e9 dividido em pr\u00f3-ventr\u00edculo (digest\u00e3o qu\u00edmica) e moela (digest\u00e3o      mec\u00e2nica). O intestino termina na cloaca.<\/p>\n   \n<p>Possuem f\u00edgado bem desenvolvido, com ou sem ves\u00edcula, e o p\u00e2ncreas \u00e9 envolvido      por uma al\u00e7a intestinal.<\/p>\n   \n<p>A circula\u00e7\u00e3o \u00e9 dupla e completa. O cora\u00e7\u00e3o tem duas aur\u00edculas e dois ventr\u00edculos.      Do ventr\u00edculo esquerdo sai uma \u00fanica crossa a\u00f3rtica, voltada para a direita.      As hem\u00e1cias s\u00e3o ovais e nucleadas.<\/p>\n   \n<p>Os rins s\u00e3o evolu\u00eddos, metanefros, e os dois ureteres terminam na cloaca.      N\u00e3o possuem bexiga urin\u00e1ria e a excre\u00e7\u00e3o pastosa, rica em \u00e1cido \u00farico, \u00e9 eliminada      juntamente com as fezes.<\/p>\n   \n<p>Possuem o telenc\u00e9falo e o cerebelo bem desenvolvidos, e 12 pares de nervos      cranianos. As aves t\u00eam grande acuidade visual, com olhos relativamente grandes,      capazes de ver cores. H\u00e1 ouvidos interno, m\u00e9dio e externo (conduto auditivo).      Sob as p\u00e1lpebras h\u00e1 uma fina e quase transparente membrana nictitante, protegendo      os olhos durante o v\u00f4o.<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o animais de sexos separados, todos de fecunda\u00e7\u00e3o interna e ov\u00edparos, sem      larvas. O genital masculino possui um par de test\u00edculos e em algumas esp\u00e9cies      h\u00e1 falo (ganso, pato, avestruz).<\/p>\n   \n<p>Nas f\u00eameas s\u00f3 aparece o ov\u00e1rio esquerdo.<\/p>\n   \n<p>O ovo \u00e9 rico em vitelo (Telol\u00e9cito completo), com uma casca calc\u00e1rea protetora.<\/p>\n   \n<h4>Sistem\u00e1tica<\/h4>\n   \n<p><strong>As aves atuais est\u00e3o divididas em dois grupos: <\/strong>as ratitas      (esterno sem quilha) e as carinatas (esterno com quilha).<\/p>\n   \n<p><strong>As ratitas s\u00e3o aves corredoras, t\u00eam asas reduzidas ou ausentes e      s\u00e3o um grupo representado por tr\u00eas ordens:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Ordem 1-<\/strong> Apterigiformes (n\u00e3o t\u00eam asas; possuem ovos grandes.        <strong>Exs.:<\/strong> Apteryx ou Kiwi, da Nova Zel\u00e2ndia)<strong><br \/>\n       Ordem 2-<\/strong> Reiformes (s\u00e3o as maiores aves sulamericanas. <strong>Ex.:        <\/strong>emas)<strong><br \/>\n       Ordem 3<\/strong>&#8211; Estrucioniformes (neste ordem est\u00e1 a maior ave vivente,        com 2,10 m de altura e 136 Kg, a avestruz da \u00c1frica.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p><strong>As carinatas s\u00e3o aves voadoras e se dividem nas seguintes ordens:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Ordem 4- <\/strong>Tinamiformes (codorna, perdiz, inambu)<strong><br \/>\n       Ordem 5- <\/strong>Esfeniciformes (ping\u00fcim)<strong><br \/>\n       Ordem 6<\/strong>&#8211; Pelicaniformes (pelicano, bigu\u00e1)<strong><br \/>\n       Ordem 7-<\/strong> Psitaciformes (papagaio, arara, periquito)<strong><br \/>\n       Ordem 8- <\/strong>Galiformes (galinha, jacu, mutum)<strong><br \/>\n       Ordem 9-<\/strong> Anseriformes (ganso, pato, cisne)<strong><br \/>\n       Ordem 10-<\/strong> Columbiformes (pombas, rolinhas)<strong><br \/>\n       Ordem 11<\/strong>&#8211; Piciformes (tucano, pica-pau)<strong><br \/>\n       Ordem 12-<\/strong> Falconiformes (falc\u00e3o, condor, \u00e1guia, carcar\u00e1)<strong><br \/>\n       Ordem 13- <\/strong>Ciconiformes (gar\u00e7a, soc\u00f3, flamingo)<strong><br \/>\n       Ordem 14<\/strong>&#8211; Estrigiformes (corujas)<strong><br \/>\n       Ordem 15-<\/strong> Passeriformes (gralha, jo\u00e3o-de-barro, tico-tico, sabi\u00e1,        pardal, can\u00e1rio, bem-te-vi, corru\u00edra)<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  www.aultimaarcadenoe.com<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<p>De todos os animais, as <strong>aves <\/strong>s\u00e3o os mais bem conhecidos      e os mais facilmente reconhecidos porque s\u00e3o comuns, ativas durante o dia      e facilmente vistas. S\u00e3o singulares na posse de penas que revestem e isolam      o corpo tornando poss\u00edvel a regula\u00e7\u00e3o da temperatura e ajudam o v\u00f4o; nenhum      outro animal possui penas. <\/p>\n   \n<p>A capacidade de voarem possibilita \u00e0s aves ocuparem alguns habitats negados      a outros animais. A colora\u00e7\u00e3o e as vozes das aves chamam aten\u00e7\u00e3o dos olhos      e ouvidos humanos e muitas esp\u00e9cies s\u00e3o de import\u00e2ncia econ\u00f4mica por causa      de seus h\u00e1bitos alimentares. <\/p>\n   \n<p>Certas esp\u00e9cies s\u00e3o ca\u00e7adas por esporte e as poucas esp\u00e9cies domesticadas      contribuem para suprimento alimentar humano. Os antigos nomes cl\u00e1ssicos para      as aves (lat. avis, gr. ornis) est\u00e3o perpetuados no nome da classe e no termo      ornitologia, o estudo das aves.<\/p>\n   \n<p align=\"left\">O<strong> tordo Americano (Turdus migratorius)<\/strong>, uma      ave representativa. As penas de contorno isolam o corpo contra a perda de      calor e formam uma superf\u00edcie externa aerodin\u00e2mica, lisa, as grandes penas      das asas e das caudas formam superf\u00edcie externas para o vov\u00f4. O bico \u00e9 \u00f3sse,      com bainha lisa cornifica e serve como boca e como m\u00e3o. As delgadas canelas      e os p\u00e9s tamb\u00e9m t\u00eam pele cornificada.<\/p>\n   \n<h4>Caracteres gerais<\/h4>\n   \n<p>Corpo coberto por penas<\/p>\n   \n<p>Dois pares de extremidades; o anterior transformado em asas para voar; o      posterior adaptado para empoleirar-se, andar ou nadar (com palmouras); cada      p\u00e9 geralmente com 4 dedos envolvidos por pele cornificada.<\/p>\n   \n<p>Esqueleto delicado, forte, totalmente ossificado; muitos ossos fundidos,      dando rigidez; a boca \u00e9 um bico que se projeta, com bainhas c\u00f3rneas; sem dentes      nas aves vivantes; cr\u00e2nio com um c\u00f4ndilo occipital; pesco\u00e7o geralmente longo      e flex\u00edvel; pelve fundida a numerosas v\u00e9rtebras, mas aberta ventralmente;      esterno grande, geralmente com quilha mediana; poucas v\u00e9rtebras caudais, comprimidas      na parte posterior.<\/p>\n   \n<p>Cora\u00e7\u00e3o com 4 c\u00e2maras (2 aur\u00edculas, 2 ventr\u00edculos separados); persiste apenas      o arco a\u00f3rtico (sist\u00eamico) direito; gl\u00f3bulos vermelhos nucleados, ovais e      biconvexos.<\/p>\n   \n<p>Respira\u00e7\u00e3o por pulm\u00f5es compactos, muito eficientes, presos \u00e0s costelas e      ligados a sacos a\u00e9reos de paredes finas que se estendem entre os \u00f3rg\u00e3os internos;      caixa vocal (siringe) na base da traqu\u00e9ia.<\/p>\n   \n<p>Doze pares de nervos cranianos.<\/p>\n   \n<p>Excre\u00e7\u00e3o por meio de rins metan\u00e9fricos; o \u00e1cido \u00farico \u00e9 o principal produto      de excre\u00e7\u00e3o nitrogenada; urina semi-s\u00f3lida; sem bexiga urin\u00e1ria (exceto nas      emas e nos avestruzes); um sistema porta-renal.<\/p>\n   \n<p>Temperatura do corpo essencialmente constante (endot\u00e9rmicos).<\/p>\n   \n<p>Fecunda\u00e7\u00e3o interna, ovos com muito vitelo, envolvidos por uma casca calcaria      dura e segmenta\u00e7\u00e3o merobl\u00e1stica; membranas embrion\u00e1rias (\u00e2mnio, c\u00f3rio, saco      vitelino e alant\u00f3ide) presentes durante o desenvolvimento dentro do ovo; ao      eclodir, os filhotes s\u00e3o alimentados e vigiados pelos pais. <\/p>\n   \n<h4>Evolu\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>As <strong>aves<\/strong> parecem ter se originado de r\u00e9pteis, um tanto delgado,      de cauda longa e andar b\u00edpede, estes animais provavelmente corriam rapidamente      com suas penas posteriores, tendo os membros anteriores levantados e livres      para darem origem \u00e0s asas. Lagartos b\u00edpedes atuais usam a cauda como contrapeso      para equil\u00edbrio e quando mudam de dire\u00e7\u00e3o. Assim a cauda pr\u00e9-ave pode ter      sido pr\u00e9-adaptada para dire\u00e7\u00e3o e v\u00f4o. <\/p>\n   \n<p>As<strong> aves<\/strong> herdaram diversos aspectos dos r\u00e9pteis e que contribu\u00edram      para seu sucesso como voadoras pela redu\u00e7\u00e3o de peso. Os ovos desenvolvem-se      totalmente fora do corpo materno e os produtos de excre\u00e7\u00e3o nitrogenada s\u00e3o      excretados sem o peso de uma abundante urina aquosa. Outras redu\u00e7\u00f5es de peso      foram conseguidas pela perda da bexiga e tornando o seu esqueleto mais leve.<\/p>\n   \n<p>As modifica\u00e7\u00f5es viscerais relacionadas com a endotermia incluem um cora\u00e7\u00e3o      com quatro c\u00e2maras, separa\u00e7\u00e3o completa das circula\u00e7\u00f5es venosa e arterial e      aperfei\u00e7oamento da respira\u00e7\u00e3o. Os sacos a\u00e9reos internos, que se abrem para      o exterior atreves do trato respirat\u00f3rio, auxiliam a respira\u00e7\u00e3o e a dissipar      o calor gerado pelo elevado metabolismo. O v\u00f4o requer um corpo compacto, aerodin\u00e2mico      e r\u00edgido, adquirido nas aves pela fus\u00e3o, perda e refor\u00e7o dos ossos. Muitas      modifica\u00e7\u00f5es ocorreram no esqueleto para diminuir a massa total do corpo.      As penas localizam-se abaixo do corpo e podem ser retra\u00eddas entre as penas      do ventre.<\/p>\n   \n<p>Uma grande acuidade visual e uma r\u00e1pida acomoda\u00e7\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rias para um      animal voador, sendo a vis\u00e3o um sentido prim\u00e1rio nas aves. A grande mobilidade      e a necessidade de comunica\u00e7\u00e3o a grandes dist\u00e2ncias promoveram a elabora\u00e7\u00e3o      da voz (pobremente desenvolvida nos r\u00e9pteis) e da audi\u00e7\u00e3o. A quimiorrecep\u00e7\u00e3o,      importante nos vertebrados inferiores, diminuiu inclusive o sentido do \u00f3rg\u00e3o      de Jacobson. O cuidado que os pais tem pelos ovos e pelos filhotes \u00e9 muito      mais avan\u00e7ado que nos ectot\u00e9rmicos, mas nenhuma ave \u00e9 viv\u00edpara.<\/p>\n   \n<h4>Tamanho<\/h4>\n   \n<p>As maiores aves viventes incluem o avestruz da \u00c1frica, que tem 2 m de altura      e pesa at\u00e9 136 Kg e os grandes condores das Am\u00e9ricas, com envergadura de at\u00e9      3 metros; a menor \u00e9 o beija-flor-de-helena, de Cuba, com 5,7 cm de comprimento      e cerca de 3 g de peso; nenhuma ave, viva ou f\u00f3ssil, aproxima-se em tamanho      aos maiores peixes ou mam\u00edferos.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.liceuasabin.br<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<h4>1. Origem<\/h4>\n   \n<p>O aparecimento das aves devem ter ocorrido no Per\u00edodo Jur\u00e1ssico, de onde      datam os primeiros f\u00f3sseis. O Per\u00edodo Cret\u00e1ceo j\u00e1 \u00e9 bem mais rico, chegando      a mostrar f\u00f3sseis de aves com certas semelhan\u00e7as \u00e0s aves modernas.<\/p>\n   \n<h4>2. Morfologia<\/h4>\n   \n<p>O nome Crustacea deriva do fato de muitas das esp\u00e9cies que comp\u00f5em esse grupo      possu\u00edrem um exoesqueleto enriquecido com carbono de c\u00e1lcio, formando uma      crosta. \u00c9 o que ocorre nas lagostas, camar\u00f5es, siris e caranguejos, os representantes      mais conhecidos do grupo. Entretanto essa n\u00e3o \u00e9 a caracter\u00edstica mais universal      do grupo. A caracter\u00edstica mais marcante dos crust\u00e1ceos \u00e9 a presen\u00e7a de dois      pares de antenas na regi\u00e3o cef\u00e1lica.<\/p>\n   \n<h4>3. Sistema Respirat\u00f3rio<\/h4>\n   \n<p>As aves apresentam um sistema diferente e muitoeficiente onde ar apenas circula      em um sentido de ventila\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. Os seus pulm\u00f5es s\u00e3o pequenos e compactos,      e est\u00e3o presos \u00e1s costelas e ligados a sacos a\u00e9reos de paredes finas, que      se estendem entre os \u00f3rg\u00e3os viscerais, basicamente formados por um conjunto      de tubos. Est\u00e3o abertos nas duas extremidades pelos parabr\u00f4nquios, que os      ligam aos sacos a\u00e9reos, anteriores e posteriores. <\/p>\n   \n<p>Esses sacos a\u00e9reos n\u00e3o interrompem na hematose, por\u00e9m tornam a ventila\u00e7\u00e3o      mais eficiente. <\/p>\n   \n<p><strong>Essa ventila\u00e7\u00e3o segue alguns passos, envolvendo duas inspira\u00e7\u00f5es      e duas expira\u00e7\u00f5es:<\/strong> na primeira inspira\u00e7\u00e3o o ar entra para os sacos      posteriores, na primeira expira\u00e7\u00e3o passa para os pulm\u00f5es, na segunda inspira\u00e7\u00e3o      o ar passa para os sacos anteriores e na segunda expira\u00e7\u00e3o o ar \u00e9 expelido      dos sacos anteriores. Tal como nos peixes, a difus\u00e3o dos gases nos pulm\u00f5es      \u00e9 feita em contracorrente, contribuindo para uma eficiente remo\u00e7\u00e3o do oxig\u00e9nio      do ar.<\/p>\n   \n<h4>4. Sistema Digest\u00f3rio da Ave<\/h4>\n   \n<p>Eles possuem uma boca rodiada por um bico pontiagudo, flex\u00edvel e leve, revestido      de queratina, cresce constantemente, para que possam substituir poss\u00edveis      desgastes. Quando o bico se encontra aberto, o maxilar inferior e superior      se deslocam, obtendo uma ampla abertura. <\/p>\n   \n<p>O papo facilita a digest\u00e3o, pois nele fica armazenado o alimento, at\u00e9 que      ele amole\u00e7a com o aux\u00edlio da \u00e1gua. Da\u00ed o alimento vai para o proventr\u00edculo      (est\u00f4mago qu\u00edmico), passando a seguir para a moela (est\u00f4mago mec\u00e2nico), que      \u00e9 muito musculosa e substitui a falta de dentes nas aves, pois l\u00e1 os alimentos      s\u00e3o triturados com o auxilio de pequenas pedras. Ap\u00f3s ser triturado, os alimentos      se dirigem para o intestino delgado, onde tudo que \u00e9 \u00fatil \u00e9 absorvido, e o      restante s\u00e3o eliminados pela cloaca. <\/p>\n   \n<h4>5. Reprodu\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>O ciclo de reprodu\u00e7\u00e3o das aves \u00e9, normalmente, anual, embora possam ocorrer      v\u00e1rias posturas, mas o momento de maior \u0093extase\u0094 \u00e9 o per\u00edodo da      primavera. <\/p>\n   \n<p>Nas Regi\u00f5es equatoriais e florestas virgens n\u00e3o h\u00e1 uma \u00e9poca demarcada sendo      poss\u00edvel a reprodu\u00e7\u00e3o ao longo de todo o ano.<\/p>\n   \n<p>As Aves possuem sexos separados, com fecunda\u00e7\u00e3o interna sem fase larval.Elas      p\u00f5em ovos (s\u00e3o ov\u00edparas) sendo que as pr\u00f3prias chocam com o calor do seu corpo.      Os ovos s\u00e3o cuidadosamente protegidos nos ninhos que elas constroem. Estes      ninhos podem ser feitos nas \u00e1rvores, nas rochas ou no ch\u00e3o e t\u00eam formas muito      variadas. Uns s\u00e3o em forma de ta\u00e7a, feitos com ervas e musgos, como \u00e9 o caso      do tentilh\u00e3o. Outros s\u00e3o em forma de frasco, feitos com lama, como acontece      com as andorinhas.<\/p>\n   \n<h4>6. Import\u00e2ncia Econ\u00f4mica<\/h4>\n   \n<p>Todos os organismos vivos que n\u00e3o produzem ou sintetizam o seu pr\u00f3prio alimento,      necessitam de proteinas para sua sobreviv\u00eancia. Tamb\u00e9m estes organismos vivos      s\u00e3o formados por \u00f3rg\u00e3os, que s\u00e3o formados por tecidos, que por sua vez s\u00e3o      formados por c\u00e9lulas que s\u00e3o formadas por mol\u00e9culas.<\/p>\n   \n<h4>7. Ecologia<\/h4>\n   \n<p>As aves ocupam v\u00e1rios tipos de ambiente. Isso \u00e9 poss\u00edvel porque possuem mecanismos      eficientes de economia de \u00e1gua, s\u00e3o animais homeotermos e apresentam capacidade      de voar, o que garante eficiente dispers\u00e3o.Sua origem deu-se em meio terrestre,      com indiv\u00edduos ocupando lugares secos ou \u00famidos.De maneira geral, as aves      dominaram o ar, e ao mam\u00edferos, a terra, o que evita grandes competi\u00e7\u00f5es entre      animais dos dois grupos e diminui a atividade predat\u00f3ria.<\/p>\n   \n<p>A carne e os ovos de muitas aves s\u00e3o utilizados como alimento.As penas podem      ser usadas como ornamento e na produ\u00e7\u00e3o de travesseiros e colch\u00f5es. Algumas      aves, como por exemplo as pombas, s\u00e3o consideradas verdadeiras \u0093pragas\u0094,      por causarem grande preju\u00edzo a agricultura.<\/p>\n   \n<p>Algumas doen\u00e7as s\u00e3o transmitidas aos seres humanos por aves .H\u00e1 poucos casos      de les\u00f5es causadas aos seres humanos por aves.Em florestas da Austr\u00e1lia e      da Nova Guin\u00e9, vive o casuar, que t\u00eam a altura de uma pessoa adulta. Apresenta      uma crista \u00f3ssea, que o ajuda a fazer caminho nas florestas.Quando acuado,      pode dar violentos coices, causando ferimentos graves e at\u00e9 a morte de seres      humanos.<\/p>\n   \n<p>A participa\u00e7\u00e3o das aves na cadeia alimentar, auxilia a controlar a popula\u00e7\u00e3o      de insetos, roedores, etc&#8230;Algumas, como a seriema, alimentam-se de serpentes.As      aves podem ,ainda, participar da poliniza\u00e7\u00e3o de flores e dispers\u00e3o de sementes.<\/p>\n   \n<p>A\u00e7\u00f5es humanas afetam grandemente alguns tipos de aves, colocando-os em perigo      de extin\u00e7\u00e3o, devido a pratica de ca\u00e7a n\u00e3o controlada, invas\u00e3o de seus habitats,      preda\u00e7\u00e3o para obter ornamentos, cria\u00e7\u00e3o em cativeiros sem cuidados de procria\u00e7\u00e3o,      uso de inseticidas que tornam a casca dos ovos mais fr\u00e1geis, etc.<\/p>\n   \n<h4>8. Papel do zo\u00f3logo frente ao zool\u00f3gico<\/h4>\n   \n<p>Frequentemente, os criadores s\u00e3o informados de valores nutricionais das dietas      e formula\u00e7\u00f5es de ra\u00e7\u00f5es que eles fornecem aos seus animais, tais como, os      n\u00edveis de prote\u00edna, energia, vitaminas e minerais, apresentados muitas vezes      atrav\u00e9s de porcentagens da dieta ou relativa a uma determinada quantidade      de peso de amostra. Por\u00e9m, s\u00e3o frequentes as d\u00favidas do real significado de      cada valor apresentado e qual a rela\u00e7\u00e3o direta ou indireta que cada componente      desta dieta pode vir trazer de benef\u00edcios para suas aves.<\/p>\n   \n<p>Dentro de um sistema de produ\u00e7\u00e3o animal, v\u00e1rias s\u00e3o as categorias de animais      encontradas (reprodutores, matrizes, filhotes e adultos), e v\u00e1rias s\u00e3o tamb\u00e9m      as exig\u00eancias nutricionais que cada categoria exige nos diferentes ambientes      aos quais eles est\u00e3o submetidos. Desta forma, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil entender a import\u00e2ncia      de conhecer bem estas exig\u00eancias e conhecer as formas de fornecimento correto      destes nutrientes nas suas quantidades ideais. <\/p>\n   \n<h4>9. Caracteres Gerais<\/h4>\n   \n<p>A pele \u00e9 delicada, seca e sem gl\u00e2ndulas. Os anexos epid\u00e9rmicos s\u00e3o as penas,      que contribuem para a manuten\u00e7\u00e3o da temperatura corp\u00f3rea e s\u00e3o fundamentais      no v\u00f4o.<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o homeotermos, ou seja, capazes de manter a temperatura do corpo constante.<\/p>\n   \n<p>T\u00eam sistema digest\u00f3rio completo, com boca destitu\u00edda de dentes.<\/p>\n   \n<p>T\u00eam respira\u00e7\u00e3o pulmonar. Seus pulm\u00f5es emitem sacos a\u00e9reos que armazenam ar      e se prolongam pelo interior dos ossos, e por isso os ossos s\u00e3o chamados de      pneum\u00e1ticos.<\/p>\n   \n<p><strong>O cora\u00e7\u00e3o tem quatro c\u00e2maras:<\/strong> dois \u00e1trios e dois ventr\u00edculos.      A circula\u00e7\u00e3o \u00e9 fechada, dupla e completa. Por ser completa o sangue venoso      e o arterial n\u00e3o se misturam. As hem\u00e1ceas s\u00e3o nucleadas e ovais.<\/p>\n   \n<p>O sexos s\u00e3o separados, com fecunda\u00e7\u00e3o interna, sem larvas. S\u00e3o animais ov\u00edparos.      O ovo \u00e9 rico em vitelo, material nutritivo que garante o desenvolvimento do      embri\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>T\u00eam cloaca e n\u00e3o possue bexiga urin\u00e1ria; a urina \u00e9 rica em \u00e1cido \u00farico, sendo      eliminada juntamente com as fezes.<\/p>\n   \n<p>As penas s\u00e3o impermeabilizadas \u00e0 \u00e1gua por secre\u00e7\u00e3o oleosas produzida pelas      gl\u00e2ndulas uropigianas, situadas pr\u00f3ximas \u00e0 cauda.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  br.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<p>O total de <strong>aves <\/strong>do mundo \u00e9 calculado em 9021 esp\u00e9cies, sendo      que na Am\u00e9rica do Sul que \u00e9 considerado o continente das aves, o n\u00famero de      esp\u00e9cies \u00e9 estimado em 2645 esp\u00e9cies residentes. Considerando as migrat\u00f3rias,      o n\u00famero sobe para 2920. O Brasil possui 1590 esp\u00e9cies. <\/p>\n   \n<p>S\u00e3o surpreendentemente uniformes, pois suas caracter\u00edsticas mais \u00f3bvias s\u00e3o      as penas e o bico c\u00f3rneo. S\u00e3o chamadas de endot\u00e9rmicas , porque produzem seu      pr\u00f3prio calor e de homoeot\u00e9rmicas , porque podem manter a temperatura de seus      corpos razoavelmente alta e constante. Isto n\u00e3o significa que a temperatura      do corpo de uma ave n\u00e3o varie, pode haver oscila\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de v\u00e1rios graus.      S\u00e3o tetr\u00e1podas, com o par anterior transformado em asas e o posterior adaptado      para empoleirar, andar ou nadar. A capacidade de voar permite \u00e0s aves ocupar      alguns h\u00e1bitats imposs\u00edveis para outros animais. <\/p>\n   \n<p>Al\u00e9m da quantidade, a avifauna do Brasil re\u00fane in\u00fameros superlativos quanto      \u00e0 qualidade. Vive aqui, uma das maiores aves do mundo, a ema, ao lado das      aves de menor porte, os beija-flores. <\/p>\n   \n<p><strong>Encontram-se os voadores de maior porte da Terra: <\/strong>o albatroz      e o condor, ambos de ocorr\u00eancia apenas ocasional. O gavi\u00e3o-real, residente      no Brasil, \u00e9 a ave de rapina mais possante do mundo. <\/p>\n   \n<p><strong>Ocorrem aqui as aves de v\u00f4o mais veloz: <\/strong>falc\u00f5es e andorinh\u00f5es.    <\/p>\n   \n<p>S\u00e3o muito utilizadas como indicadores biol\u00f3gicos e o maior conhecimento delas      pode subsidiar programas de conserva\u00e7\u00e3o e manejo de ecossistemas. Por exemplo,      esp\u00e9cies t\u00edpicas de florestas s\u00e3o sens\u00edveis ao desmatamento e apresentam decl\u00ednios      populacionais ou mesmo extin\u00e7\u00f5es locais ap\u00f3s altera\u00e7\u00f5es do h\u00e1bitat.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.vivaterra.org.br<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<p><strong>As aves s\u00e3o animais: <\/strong>cordados, vertebrados, b\u00edpides, craniados,      amniotas, alantoidianos, deuterost\u00f3mios, celomados, homeot\u00e9rmicos e possuem      penas.<\/p>\n   \n<p class=\"imagem\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"imagens\/cclasse4.jpg\" alt=\"Classe Aves\" width=\"358\" height=\"384\" title=\"Classe Aves\" \/><strong><br \/>\n     Esqueleto da Ave<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>a)<\/strong> As <strong>aves e os mam\u00edferos s\u00e3o homeot\u00e9rmicos<\/strong>,      isto \u00e9, mant\u00e9m a temperatura do corpo constante. <\/p>\n   \n<p><strong>Mecanismo termorregulador: <\/strong>redu\u00e7\u00e3o do di\u00e2metro dos vasos      sangu\u00edneos superficiais (menor irradia\u00e7\u00e3o de calor &#8211; controle do SNC), tremores,      p\u00ealos, penas, camada adiposa, suor, etc.<\/p>\n   \n<p><strong>b) <\/strong>As aves s\u00e3o vertebrados que, em geral, possuem os membros      anteriores transformados em <strong>asas para voar<\/strong>. Assim sendo,      conquistaram o meio terrestre e o meio a\u00e9reo. <strong>As adapta\u00e7\u00f5es para o      voo incluem, al\u00e9m das asas: <\/strong>penas, membrana nictitante, cerebelo      desenvolvido, sacos a\u00e9reos, esterno com quilha, m\u00fasculo peitoral desenvolvido,      ossos pneum\u00e1ticos, esqueleto r\u00edgido (coluna vertebral, cinturas p\u00e9lvica e      escapular fundidas).<\/p>\n   \n<p><strong>c) <\/strong>S\u00e3o animais <strong>di\u00f3icos, ov\u00edparos <\/strong>com casca      calc\u00e1ria. A <strong>reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 sexuada<\/strong>, com fecunda\u00e7\u00e3o interna.      A<strong> uni\u00e3o dos g\u00e2metas ocorre no oviduto<\/strong>, antes da forma\u00e7\u00e3o      da clara e casca do ovo.<\/p>\n   \n<p><strong>d)<\/strong> A <strong>pele \u00e9 seca<\/strong>,<strong> sem gl\u00e2ndulas<\/strong>,      com <strong>excep\u00e7\u00e3o da gl\u00e2ndula uropigiana <\/strong>que existe em muitas      esp\u00e9cies. Esta gl\u00e2ndula produz secre\u00e7\u00e3o que impermeabiliza as penas.<\/p>\n   \n<p><strong>e) As penas s\u00e3o de tr\u00eas tipos b\u00e1sicos:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>1) R\u00e9miges das asas<\/strong> (propuls\u00e3o)<strong><br \/>\n       2) Rectrizes da cauda<\/strong> (envolvidas na direccionamento do voo)<strong><br \/>\n       3) Tectrizes de revestimento <\/strong>(cobertura que mant\u00e9m camada de ar)<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>H\u00e1 ainda a penugem que \u00e9 comum nas aves jovens<\/p>\n   \n<p><strong>f)<\/strong> <strong>O tubo digestivo tem como particularidades:<\/strong>      o<strong> bico sem dentes<\/strong>, o <strong>papo<\/strong>, a <strong>moela<\/strong>      e termina na <strong>cloaca<\/strong>.<\/p>\n   \n<p><strong>g) <\/strong>N\u00e3o possuem bexiga e o<strong> excreta nitrogenado<\/strong>      \u00e9 o<strong> \u00e1cido \u00farico<\/strong>, eliminado junto com as fezes.<\/p>\n   \n<p><strong>h)<\/strong> A <strong>respira\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre pulmonar <\/strong>e o aparelho      respirat\u00f3rio est\u00e1 associado ao <strong>\u00f3rg\u00e3o do canto<\/strong> ou <strong>siringe.<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>i) <\/strong>Na<strong> circula\u00e7\u00e3o, que \u00e9 dupla e fechada<\/strong>,      o <strong>cora\u00e7\u00e3o apresenta duas aur\u00edculas ou \u00e1trios e dois ventr\u00edculos<\/strong>.      <strong>N\u00e3o h\u00e1 mistura de sangue venoso e arterial no cora\u00e7\u00e3o<\/strong> (dupla      e completa). A art\u00e9ria aorta que sai do <strong>ventr\u00edculo esquerdo tem uma      curvatura (crossa) para a direita,<\/strong> ao <strong>contr\u00e1rio dos mam\u00edferos<\/strong>      que t\u00eam esta curvatura para a esquerda.<\/p>\n   \n<p><strong>j<\/strong>) Para prote\u00e7\u00e3o dos olhos, possuem sob as p\u00e1lpebras a <strong>membrana      nictitante<\/strong>.<\/p>\n   \n<p><strong>O principal avan\u00e7o das aves em rela\u00e7\u00e3o aos r\u00e9pteis reside em sua      capacidade de controlar a temperatura do corpo, mantendo-a constante, independente      de varia\u00e7\u00f5es ambientais:<\/strong> s\u00e3o vertebrados <strong>homeot\u00e9rmicos<\/strong>.      A homeotermia garante \u00e0s aves f\u00e1cil adapta\u00e7\u00e3o aos mais variados ambientes      terrestres, tornando poss\u00edvel sua larga distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica. Al\u00e9m disso,      a capacidade de voar permitiu a explora\u00e7\u00e3o do meio a\u00e9reo, ampliando sua distribui\u00e7\u00e3o      a praticamente todas as regi\u00f5es da Terra.<\/p>\n   \n<p><strong>Leonel Pereira<\/strong><\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.geocities.com<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<p>Comp\u00f5e a<strong> ave<\/strong> o grupo de seres do mundo animal que conquistou      o meio a\u00e9reo. Para isso, ao longo de sua evolu\u00e7\u00e3o, teve de desenvolver uma      s\u00e9rie de caracter\u00edsticas muito peculiares, que a diferenciaram do restante      dos vertebrados.<\/p>\n   \n<h2>Caracter\u00edsticas gerais<\/h2>\n   \n<p>Ave \u00e9 um animal vertebrado cuja temperatura corporal se mant\u00e9m constante      dentro de certos limites. \u00c9 dotada de quatro extremidades, das quais duas,      as anteriores, evolu\u00edram at\u00e9 se transformarem em asas, que lhe permitem voar.      As extremidades posteriores ou patas apresentam quatro dedos, embora em certas      esp\u00e9cies esse n\u00famero tenha se reduzido. O corpo \u00e9 revestido de penas e a boca      projeta-se em bico, estrutura c\u00f3rnea cuja forma e caracter\u00edsticas demonstram      fielmente os h\u00e1bitos alimentares do animal. Sua \u00e1rea de distribui\u00e7\u00e3o abrange      todas as latitudes e todos os ambientes, da Ant\u00e1rtica aos desertos.<\/p>\n   \n<p>Foi no per\u00edodo jur\u00e1ssico, h\u00e1 cerca de 180 milh\u00f5es de anos, que surgiram as      aves. Segundo mostram restos f\u00f3sseis, elas evolu\u00edram a partir de r\u00e9pteis primitivos      que, em determinado momento, adquiriram a capacidade de voar. Os primeiros      representantes desse grupo de vertebrados tinham, de fato, muitas caracter\u00edsticas      pr\u00f3prias dos r\u00e9pteis, como bico dentado e uma longa cauda. Esses caracteres      eram evidentes em aves pr\u00e9-hist\u00f3ricas como o Archaeopteryx.<\/p>\n   \n<h4>Pele e gl\u00e2ndulas<\/h4>\n   \n<p>A pele das aves \u00e9 delgada e apresenta uma s\u00f3 gl\u00e2ndula, a uropigiana, situada      nas proximidades da cauda. Esse \u00f3rg\u00e3o secreta um l\u00edquido oleoso que o animal      espalha com o bico sobre as penas para impermeabiliz\u00e1-las. As penas s\u00e3o forma\u00e7\u00f5es      cut\u00e2neas que conferem \u00e0s aves aspecto caracter\u00edstico. Trata-se de elementos      de sustenta\u00e7\u00e3o, separados em intervalos bem definidos. Dependendo das diversas      \u00e1reas do corpo em que se localizam, as penas variam em forma e tamanho. Todas,      por\u00e9m, apresentam as mesmas particularidades. O tubo transparente da base      denomina-se canh\u00e3o ou c\u00e1lamo, que se encaixa na pele e de onde se projeta      um eixo ou raque, no qual se inserem numerosos filamentos ou barbas. O conjunto      de barbas forma o chamado vexilo. Das barbas partem filamentos menores, ou      b\u00e1rbulas, que se encaixam entre si e proporcionam grande resist\u00eancia \u00e0 pena.      Nos filhotes \u00e9 comum um determinado tipo de pena, a chamada penugem, de aspecto      lanoso. Alguns desses \u00f3rg\u00e3os epid\u00e9rmicos inserem-se na cauda e denominam-se      penas timoneiras; outras cobrem o corpo &#8212; s\u00e3o as tectrizes &#8212; e outras, as      r\u00eamiges, disp\u00f5em-se nas asas.<\/p>\n   \n<p>A cor da plumagem \u00e9 muito vari\u00e1vel, tanto nos diferentes grupos como na evolu\u00e7\u00e3o      de uma mesma esp\u00e9cie ao longo de sua vida. Na maior parte dos casos, o colorido      dos jovens e das f\u00eameas \u00e9 bem menos vistoso do que o dos machos adultos. Determinadas      regi\u00f5es do corpo do animal, como o bico e as patas, carecem de penas e s\u00e3o      protegidas por forma\u00e7\u00f5es c\u00f3rneas. Os dedos das patas terminam em garras.<\/p>\n   \n<h4>Aparelho locomotor<\/h4>\n   \n<p>As aves, em sua maioria, s\u00e3o voadoras e somente algumas, como o avestruz,      o casuar ou o ping\u00fcim, n\u00e3o voam e est\u00e3o adaptadas \u00e0 corrida em terra firme      ou \u00e0 nata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<p>O deslocamento no ar imp\u00f4s grande n\u00famero de altera\u00e7\u00f5es na forma do esqueleto      e dos m\u00fasculos. Fizeram-se tamb\u00e9m necess\u00e1rias complexas adapta\u00e7\u00f5es e reestrutura\u00e7\u00f5es      fisiol\u00f3gicas nos sistemas restantes. Os ossos tornaram-se muito leves, perderam      a medula e encheram-se de ar. Numerosas pe\u00e7as \u00f3sseas do cr\u00e2nio e da coluna      vertebral fundiram-se, de modo que o conjunto se transformou em excelente      suporte para o v\u00f4o. No esterno da maioria das aves desenvolveu-se um prolongamento      em forma de quilha, que atua como suporte dos possantes m\u00fasculos peitorais.<\/p>\n   \n<p>Na asa observam-se pe\u00e7as correspondentes aos restos evolutivos das falanges      de tr\u00eas dedos. O carpo e o metacarpo, que no homem constituem o pulso, a palma      e o dorso da m\u00e3o, nas aves acham-se unidos e formam o chamado carpometacarpo      (genericamente, metacarpiano), que d\u00e1 grande firmeza e solidez \u00e0 asa. <\/p>\n   \n<p>J\u00e1 a cauda reduziu-se nas aves e desapareceram v\u00e1rias das v\u00e9rtebras que a      constituem.<\/p>\n   \n<h4>Respira\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>A traqu\u00e9ia desses animais pode alcan\u00e7ar grande comprimento. Em sua por\u00e7\u00e3o      final localiza-se a siringe, \u00f3rg\u00e3o de fona\u00e7\u00e3o das aves, integrado por m\u00fasculos,      membranas e cartilagens. A respira\u00e7\u00e3o efetua-se por meio de pulm\u00f5es, constitu\u00eddos      por um conjunto de canais e br\u00f4nquios de diferente espessura que se ramificam      e se unem entre si e tamb\u00e9m com os sacos a\u00e9reos. Estes \u00faltimos atuam como      foles ou bolsas e insuflam nos br\u00f4nquios o ar que recebem do exterior atrav\u00e9s      da traqu\u00e9ia. A passagem do ar pelos canais br\u00f4nquicos \u00e9 cont\u00ednua. Os br\u00f4nquios      mais finos est\u00e3o em contato com numerosas cavidades pequenas e com um abundante      fluxo sang\u00fc\u00edneo, o que permite a assimila\u00e7\u00e3o do oxig\u00eanio pelo sangue. Esse      sistema propicia \u00e0s aves condi\u00e7\u00f5es de manter em ventila\u00e7\u00e3o constante os pulm\u00f5es,      produzindo o volume de oxig\u00eanio necess\u00e1rio aos tecidos musculares para o exerc\u00edcio      do v\u00f4o.<\/p>\n   \n<h4>Sistema circulat\u00f3rio<\/h4>\n   \n<p>Nas aves, a circula\u00e7\u00e3o \u00e9 completa &#8212; n\u00e3o se misturam o sangue arterial que      parte do cora\u00e7\u00e3o e o venoso que a ele retorna procedente dos tecidos &#8212; e      dupla, j\u00e1 que disp\u00f5em de um circuito pulmonar e de outro que irriga o resto      do corpo.<\/p>\n   \n<p><strong>\u00c0 diferen\u00e7a do que ocorre nos grupos inferiores de vertebrados (peixes,      r\u00e9pteis e anf\u00edbios), o cora\u00e7\u00e3o apresenta quatro cavidades:<\/strong> duas aur\u00edculas      e dois ventr\u00edculos.<\/p>\n   \n<h4>Alimenta\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>A gama de alimenta\u00e7\u00e3o das aves apresenta tantas variantes como os grupos      que constituem essa classe de vertebrados. Existem aves gran\u00edvoras, como os      tentilh\u00f5es e os can\u00e1rios, que ingerem principalmente sementes. Tamb\u00e9m h\u00e1 esp\u00e9cies      inset\u00edvoras, como as andorinhas ou os pica-paus; sugadoras do n\u00e9ctar das flores,      como os beija-flores; predadoras, como os falc\u00f5es e outras aves de rapina;      e carn\u00edvoras, como os abutres. Em geral, a maioria mant\u00e9m uma dieta polivalente,      ou seja, n\u00e3o se alimenta de maneira exclusiva de um s\u00f3 tipo de subst\u00e2ncia      nutritiva.<\/p>\n   \n<p>Em muitas aves, a por\u00e7\u00e3o final do es\u00f4fago \u00e9 constitu\u00edda pelo papo e pelo      est\u00f4mago. Al\u00e9m da parte propriamente digestiva, disp\u00f5em de uma moela, onde      se tritura a comida para suprir a falta de dentes. Os canais urin\u00e1rios, que      partem dos rins e desembocam na cloaca, transportam a urina, quase s\u00f3lida.<\/p>\n   \n<p>Sistema nervoso e \u00f3rg\u00e3os dos sentidos. O sistema nervoso \u00e9 mais evolu\u00eddo      do que o dos grupos inferiores de vertebrados. Os \u00f3rg\u00e3os sensoriais mais desenvolvidos      s\u00e3o o da vis\u00e3o e o da audi\u00e7\u00e3o. Os olhos apresentam a chamada membrana nictitante,      que se estende sobre a c\u00f3rnea. Exceto nas aves de rapina de h\u00e1bitos noturnos,      como a coruja, os olhos s\u00e3o dispostos lateralmente.<\/p>\n   \n<h4>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>A fecunda\u00e7\u00e3o desses vertebrados \u00e9 interna. Para realiz\u00e1-la, o macho aproxima      sua cloaca \u00e0 da f\u00eamea, j\u00e1 que, salvo em raras exce\u00e7\u00f5es, como o avestruz, n\u00e3o      existem \u00f3rg\u00e3os copuladores. Na \u00e9poca do acasalamento, s\u00e3o freq\u00fcentes as dan\u00e7as      e os cortejos nupciais com diversas posi\u00e7\u00f5es de exibi\u00e7\u00e3o e apaziguamento.    <\/p>\n   \n<p>Destacam-se pelo car\u00e1ter vistoso os ritos nupciais dos grous coroados africanos,      em que o macho executa uma s\u00e9rie de saltos espetaculares para atrair a f\u00eamea.<\/p>\n   \n<h4>As aves s\u00e3o ov\u00edparas<\/h4>\n   \n<p>Reproduzem-se por meio de ovos, que variam em forma, tamanho e cor, segundo      a esp\u00e9cie. O ovo \u00e9 protegido por um envolt\u00f3rio calc\u00e1rio e poroso, a casca,      produzida no oviduto da f\u00eamea. Em seu interior encontra-se a c\u00e9lula-ovo ou      gema, rodeada por uma subst\u00e2ncia gelatinosa, a clara. O desenvolvimento do      ovo requer calor, que \u00e9 proporcionado pelo corpo da m\u00e3e ou dos dois progenitores      durante o per\u00edodo denominado incuba\u00e7\u00e3o.<\/p>\n   \n<h4>Comportamento<\/h4>\n   \n<p><strong>Assim como no resto do mundo animal, o comportamento das aves \u00e9 condicionado      pelas fun\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de sobreviv\u00eancia:<\/strong> a busca de alimento, a defesa,      a reprodu\u00e7\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o. Os h\u00e1bitos alimentares s\u00e3o bastante diversificados.      H\u00e1 aves, como as pegas e outras da fam\u00edlia dos corv\u00eddeos, que armazenam sementes      para a esta\u00e7\u00e3o fria; outras, como os pican\u00e7os, prendem suas v\u00edtimas &#8212; r\u00e9pteis,      insetos e pequenos p\u00e1ssaros &#8212; em espinhos de ac\u00e1cias ou sar\u00e7as, enquanto      n\u00e3o as consomem; do mesmo modo, existem aves pescadoras, ca\u00e7adoras, carn\u00edvoras      etc. Algumas, como as gralhas, caracterizam-se por seus h\u00e1bitos greg\u00e1rios      e mant\u00eam uma r\u00edgida hierarquia social em seus grupos.<\/p>\n   \n<p>O canto desempenha papel decisivo na rela\u00e7\u00e3o social, serve como sinal de      alarma ou territorial, \u00e0 busca de par etc. Tamb\u00e9m s\u00e3o fundamentais os h\u00e1bitos      de nidifica\u00e7\u00e3o, reprodu\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o da prole.<\/p>\n   \n<p>As migra\u00e7\u00f5es constituem outro fator determinante do comportamento das aves.      Certas esp\u00e9cies deslocam-se de seus habitats e voam para outras terras, percorrendo      em certos casos milhares de quil\u00f4metros, onde passam a esta\u00e7\u00e3o quente.<\/p>\n   \n<h4>Ecologia e distribui\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>As aves colonizaram quase todos os habitats terrestres e boa parte dos aqu\u00e1ticos.      Grande n\u00famero de esp\u00e9cies, como os patos ou flamingos, povoa as zonas lacustres.      Outras s\u00e3o costeiras, como as gaivotas e os cormor\u00f5es. Alguns grupos adaptaram-se      a climas polares, caso dos atob\u00e1s. Algumas esp\u00e9cies, de resto escassas, perderam      a capacidade de voar.<\/p>\n   \n<p>Certas aves, como as que habitam as ilhas oce\u00e2nicas, t\u00eam uma \u00e1rea de distribui\u00e7\u00e3o      muito reduzida, enquanto outras, como os pardais, se propagaram por quase      todo o mundo e chegaram inclusive a viver em ambientes urbanos.<\/p>\n   \n<h4>Classifica\u00e7\u00e3o<\/h4>\n   \n<p><strong>Aves corredoras<\/strong><\/p>\n   \n<p>As aves denominadas corredoras ou ratitas s\u00e3o incapazes de voar e algumas      delas, como o avestruz (Struthio camelus) africano, o emu (Dromiceius novae-holandiae)      australiano e a ema (Rhea americana) sul-americana chegam a ser de grande      porte. Costumam habitar regi\u00f5es de savana ou plan\u00edcies herb\u00e1ceas. <\/p>\n   \n<p>O quivi (Apteryx australis) carece de asas, tem h\u00e1bitos noturnos e \u00e9 aut\u00f3ctone      da Nova Zel\u00e2ndia.<\/p>\n   \n<p><strong>Aves marinhas<\/strong><\/p>\n   \n<p>Entre as aves que passam no mar a maior parte da vida, ou ao menos consider\u00e1veis      per\u00edodos, cabe mencionar os ping\u00fcins, caracter\u00edsticos da regi\u00e3o ant\u00e1rtica,      que t\u00eam as asas adaptadas \u00e0 nata\u00e7\u00e3o. Compreendem 18 esp\u00e9cies, entre as quais      se destaca o ping\u00fcim-imperador (Aptenodytes forsteri).<\/p>\n   \n<p>Outras esp\u00e9cies t\u00edpicas desse habitat s\u00e3o o albatroz (Dromedea immutabilis),      o alcatraz (Sula bassana), o cormor\u00e3o (Phalacrocorax carbo) e as gaivotas.      Entre estas \u00faltimas, destacam-se a gaivota arg\u00eantea (Larus argentatus), de      asas e dorso cinzentos e cabe\u00e7a branca, e a gaivota-de-dorso-escuro (Larus      ridibundus), de cabe\u00e7a negra.<\/p>\n   \n<p>As aves marinhas alimentam-se de peixes, pl\u00e2ncton, crust\u00e1ceos, moluscos e      outros invertebrados que povoam as costas. Numerosas esp\u00e9cies disp\u00f5em de gl\u00e2ndulas      salinas situadas perto dos olhos, por meio das quais excretam o excesso de      sal que ingerem em sua dieta.<\/p>\n   \n<p><strong>Aves aqu\u00e1ticas<\/strong><\/p>\n   \n<p>Nas \u00e1reas de \u00e1gua doce, como lagoas, p\u00e2ntanos e rios, encontram-se muitas      esp\u00e9cies de aves. <\/p>\n   \n<p>Algumas t\u00eam patas compridas e finas, pelo que tamb\u00e9m s\u00e3o conhecidas como      pernaltas, e bicos de grande extens\u00e3o, com que filtram ou revolvem o lodo      ou as \u00e1guas superficiais em busca de alimento. <\/p>\n   \n<p>Entre essas acham-se o flamingo (Phoenicopterus ruber), a gar\u00e7a-real (Ardea      cinerea) e o grou (Grus grus). Aqu\u00e1ticas tamb\u00e9m s\u00e3o o pato-real (Anas platyrhynchos),      o ganso (Anser anser) ou o cisne (Cignus olor), de grandes bicos achatados      e com membrana interdigital nas patas; e outras como o ma\u00e7arico-de-bico-torto      (Numenius phaeopus hudsonicus), a galinhola (Scolopas rusticola) e a narceja      (Gallinago gallinago), aves de p\u00e9s espalmados que abundam nas regi\u00f5es pantanosas.<\/p>\n   \n<p><strong>Galiformes<\/strong><\/p>\n   \n<p>Aves cuja capacidade de v\u00f4o acha-se em muitos casos reduzida, os galiformes      incluem o galo (Gallus gallus), o fais\u00e3o (Phastanus colchicus), a perdiz (Alectorix      rifa) e o peru (Meleagris gallopavo).<\/p>\n   \n<p><strong>Papagaios e esp\u00e9cies afins<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os papagaios e esp\u00e9cies semelhantes vivem em zonas tropicais e exibem plumagens      de brilhante colorido. Seu bico \u00e9 curto e adunco e as patas pr\u00eaenseis, isto      \u00e9, com dois dedos r\u00edgidos projetados para tr\u00e1s e os dois restantes orientados      para diante e muito encurvados. Algumas s\u00e3o muito conhecidas por sua capacidade      para articular e repetir sons que lhes s\u00e3o familiares. Destacam-se o papagaio-do-mangue      (Amazona amazonica) e o papagaio propriamente dito (Psittacus erithacus).      Algumas esp\u00e9cies habitam a Am\u00e9rica do Sul e outras a \u00c1frica e a Oceania.<\/p>\n   \n<p><strong>Pombos e esp\u00e9cies afins<\/strong><\/p>\n   \n<p>Aparentados com o pombo-bravo (Columba livia), t\u00e3o familiar e abundante em      grande n\u00famero de cidades, s\u00e3o o pombo-torcaz (Columba palumbus) e a pomba-gravatinha      (Streptopelia erithacus). Essas aves possuem um papo dilatado que segrega      uma subst\u00e2ncia gordurosa com que nutrem suas crias.<\/p>\n   \n<p><strong>Rapaces<\/strong><\/p>\n   \n<p>As rapaces s\u00e3o predadoras ou carn\u00edvoras, algumas de grande tamanho, com o      bico proeminente e curvo e as patas fortes, terminadas em potentes garras      com que capturam suas presas. Entre as de h\u00e1bitos diurnos cabe mencionar a      \u00e1guia-real (Aquila chrysaetos), o falc\u00e3o (Falco peregrinus), o abutre (Gyps      fulvus) e o condor (Vultur gryphus). As noturnas, como a coruja-de-igreja      (Tyto alba) e o mocho-real (Bubo bubo), geralmente t\u00eam envergadura menor do      que as anteriores.<\/p>\n   \n<p><strong>P\u00e1ssaros<\/strong><\/p>\n   \n<p>Englobam os p\u00e1ssaros mais da metade do total de esp\u00e9cies de aves e agrupam      exemplares de tamanho pequeno ou m\u00e9dio, entre os quais se incluem as principais      aves canoras. Cabe citar o pardal (Passer domesticus), o pintassilgo (Spinus      magellanicus), o melro (Turdus merula), os bicos-de-lacre (Estrilda cinerea).    <\/p>\n   \n<p>Origin\u00e1rios da \u00c1frica, foram introduzidos no Brasil e em outros pa\u00edses tropicais.<\/p>\n   \n<h4>Outras aves<\/h4>\n   \n<p>Outras aves dignas de men\u00e7\u00e3o s\u00e3o os engole-ventos (Caprimulgus europaens),      noturnos e inset\u00edvoros; os andorinh\u00f5es (Apus apus), os que maior velocidade      alcan\u00e7am no v\u00f4o e que passam praticamente toda sua vida no ar, executando      voltas acrob\u00e1ticas para capturar os insetos de que se alimentam; ou os colibris,      que compreendem numerosas esp\u00e9cies naturais da Am\u00e9rica do Sul, algumas diminutas,      e vivem sugando flores. Merecem tamb\u00e9m destaque os pica-paus (Dendrocopus      maior), que abrem buracos nos troncos das \u00e1rvores, com seus bicos afiados,      para capturar insetos e larvas, o martim-pescador (Alcedo athis) e o cuco      (Cuculus canorus).<\/p>\n   \n<h4>Aves cineg\u00e9ticas brasileiras<\/h4>\n   \n<p>Entre as aves cineg\u00e9ticas brasileiras destacam-se os tinamiformes, que representam      as ca\u00e7as de pio. Delas, os macucos, ja\u00f3s e inhambus, que habitam as matas      e capoeiras, s\u00e3o as mais apreciadas pelos ca\u00e7adores dessa modalidade esportiva.      Os mais sagazes e dif\u00edceis de serem abatidos s\u00e3o os macucos, habitantes das      matas virgens ou primitivas. As perdizes e codornas s\u00e3o ca\u00e7adas com o aux\u00edlio      de c\u00e3es perdigueiros amestrados. Vivem nos campos gerais, cerrados e descampados.      Devido \u00e0 rapidez do v\u00f4o, o ca\u00e7ador dever\u00e1 ter boa pontaria, para poder abat\u00ea-las      no ar.<\/p>\n   \n<p>Os galiformes est\u00e3o entre as aves brasileiras mais apreciadas pelos ca\u00e7adores,      sobretudo nas regi\u00f5es pouco desbravadas, devido \u00e0 grande quantidade de carne      que fornecem. Entre elas destacam-se os urus, jacutingas, cujubins, jacus,      aracu\u00e3s e mutuns. Possuem v\u00f4o pesado, alimentam-se de frutos silvestres, sementes      etc. Para abat\u00ea-las o ca\u00e7ador espera nos poleiros, \u00e0 noite, ou pela manh\u00e3,      junto \u00e0s \u00e1rvores cujos frutos ou sementes lhes servem de alimento. Os mutuns      s\u00e3o as maiores do grupo. Os urus podem ser considerados tamb\u00e9m como ca\u00e7a de      pio, bem como as jacutingas.<\/p>\n   \n<p>Outro grupo de aves muito apreciado pelos ca\u00e7adores s\u00e3o os anseriformes,      representados pelos marrec\u00f5es, patos de crista, patos do mato, marrecas e      mergulh\u00f5es. Vivem nos rios, lagos e terrenos alagadi\u00e7os, e para abat\u00ea-las      o ca\u00e7ador as espera ou procura ativamente, sobretudo de madrugada ou ao anoitecer.<\/p>\n   \n<p>Entre os gruiformes destacam-se os jacamins da Amaz\u00f4nia, as saracuras e frangos-d&#8221;\u00e1gua,      as galinhas-d&#8221;\u00e1gua e marrequinhos. Os narcej\u00f5es e narcejas, entre os      caradriformes, s\u00e3o muito estimados pelos ca\u00e7adores como aves de tiro ao v\u00f4o.      Os columbiformes ou pombos, sobretudo as pombas verdadeiras, a avoante e as      juritis, tamb\u00e9m s\u00e3o aves muito procuradas pelos ca\u00e7adores brasileiros.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.biomania.com.br<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas<\/h4>\n   \n<p><strong>T\u00eam o corpo cobertos de penas<\/strong><\/p>\n   \n<p>A fun\u00e7\u00e3o das penas \u00e9 proteger o corpo da ave contra perdas de \u00e1gua e de calor      e auxiliar o v\u00f4o.<\/p>\n   \n<p><strong>As penas s\u00e3o formadas de: <\/strong>C\u00e1lamo &#8211; \u00e9 a ponta oca que fica      enterrada na pele da ave; Raque &#8211; \u00e9 a parte central, o &#8220;eixo&#8221; da      pena; Barbas &#8211; s\u00e3o os &#8220;raminhos&#8221; das penas, que est\u00e3o presos \u00e0 raque;      B\u00e1rbulas &#8211; s\u00e3o as pequeninas ramifica\u00e7\u00f5es das barbas.<\/p>\n   \n<p><strong>Possuem bico<\/strong><\/p>\n   \n<p>O tamanho e o formato do bico variam de uma ave para outra. No papagaio,      a parte de cima do bico \u00e9 maior que a de baixo; no azul\u00e3o, as duas partes      s\u00e3o do mesmo tamanho; etc.<\/p>\n   \n<p><strong>T\u00eam dois pares de membros<\/strong><\/p>\n   \n<p>Com os membros anteriores (as asas), as aves podem voar. Os membros posteriores      (as pernas) permitem-lhes andar, correr, trepar em \u00e1rvores ou nadar.<\/p>\n   \n<p>As aves s\u00e3o animais homeot\u00e9rmicos, isto \u00e9, a temperatura do corpo praticamente      n\u00e3o varia com as mudan\u00e7as de temperatura do meio ambiente. Quando um pato      entra na \u00e1gua fria, por exemplo, a temperatura de seu corpo permanece praticamente      constante. <\/p>\n   \n<p>Voc\u00ea sabia que alguns ossos das aves s\u00e3o cheiros de ar? Esses ossos, ocos,      chamam-se ossos pneum\u00e1ticos. Por serem muito leves, facilitam o v\u00f4o.<\/p>\n   \n<p>Em algumas aves o ossos esterno \u00e9 pontudo, em forma de quilha, prendendo      os poderosos m\u00fasculos peitorais, que determinam as batidas das asas. Gra\u00e7as      a essa forma, o esterno favorece o &#8220;corte&#8221; do ar, facilitando o      v\u00f4o. Nas aves que n\u00e3o voam, como os avestruzes, o esterno \u00e9 achatado.<\/p>\n   \n<p>As aves respiram por pulm\u00f5es. Al\u00e9m dos pulm\u00f5es, o sistema respirat\u00f3rio das      aves comp\u00f5e-se de \u00f3rg\u00e3os especiais (siringe e sacos a\u00e9reos), que n\u00e3o s\u00e3o encontrados      nos outros vertebrados. A siringe \u00e9 a por\u00e7\u00e3o inferior da traqu\u00e9ia, adaptada      ao canto. Os sacos a\u00e9reos s\u00e3o bolsas que funcionam como reservat\u00f3rio de ar.      Atrav\u00e9s deles o ar dos pulm\u00f5es \u00e9 conduzido aos ossos pneum\u00e1ticos. Quando as      aves est\u00e3o em pleno v\u00f4o, os sacos a\u00e9reos tamb\u00e9m fornecem ar para sua respira\u00e7\u00e3o.      Al\u00e9m disso, facilitam o canto e diminuem o peso espec\u00edfico do animal, contribuindo      para o v\u00f4o.<\/p>\n   \n<h4>Estrutura de um ovo<\/h4>\n   \n<p><strong>Veja a seguir as partes de um ovo:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Casca: <\/strong>parte externa que protege o ovo. A casca \u00e9 resistente,        porosa (permite entrada e sa\u00edda de ar) e rica em sais de c\u00e1lcio.<strong><br \/>\n       Membrana da casca:<\/strong> membrana existente entre a casca e a clara.<strong><br \/>\n       Clara: <\/strong>parte incolor, que fica branca quando o ovo \u00e9 cozido ou        frito. A clara \u00e9 uma fonte de prote\u00ednas e de \u00e1gua para o embri\u00e3o.<strong><br \/>\n       Calaza: <\/strong>membrana encontrada na clara que liga a gema aos p\u00f3los        do ovo.<strong><br \/>\n       Disco germinativo: <\/strong>estrutura que dar\u00e1 origem ao embri\u00e3o, se houver        fecunda\u00e7\u00e3o.<strong><br \/>\n       Gema: <\/strong>parte amarela, que cont\u00e9m o vitelo, um material rico em subst\u00e2ncias        nutritivas diversas (prote\u00ednas, gorduras, etc.) que alimentam o embri\u00e3o.<strong><br \/>\n       C\u00e2mara de ar: <\/strong>c\u00e2mara situada entre a casca e a membrana da casca,        na extremidade mais larga do ovo, que cont\u00e9m reserva de ar para o embri\u00e3o        respirar. <\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Classifica\u00e7\u00e3o das aves<\/h4>\n   \n<p><strong>As aves s\u00e3o classificadas em oito grupos principais:<\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>Columbiformes:<\/strong> pombo, juriti, rolinha, etc;<br \/>\n<strong>Galiformes: <\/strong>pav\u00e3o, galo, peru, codorna, etc;<br \/>\n<strong>Ciconiformes: <\/strong>gar\u00e7a, siriema, soc\u00f3, cegonha, etc;<br \/>\n<strong>Reiformes: <\/strong>ema, etc;<br \/>\n<strong>Anseriformes:<\/strong> pato, cisne, marreco, etc;<br \/>\n<strong>Passeriformes:<\/strong> can\u00e1rio, azul\u00e3o, curi\u00f3, pardal, sabi\u00e1, etc;<br \/>\n<strong>Falconiformes:<\/strong> gavi\u00e3o, urubu, \u00e1guia, etc;<br \/>\n<strong>Psitaciformes:<\/strong> papagaio, periquito, arara, etc.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<p>Fonte:  leandrobrito.br.tripod.com<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<p>Animal emplumado, ou seja, de corpo coberto de penas. As <strong>aves<\/strong>      vivem em todas as partes do mundo. T\u00eam asas, mas algumas, como o avestruz,      n\u00e3o podem voar.<\/p>\n   \n<p>S\u00e3o muitos os modos de vida das aves. Os andorinh\u00f5es passam a maior parte      do tempo voando. O ping\u00fcim anda gingando no gelo e nada no oceano, mas n\u00e3o      pode voar. Muitas aves migram (viajam por longas dist\u00e2ncias) em certas esta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<p>Inventores estudaram as aves durante s\u00e9culos antes que os homens conseguissem      voar em avi\u00f5es e planadores.<\/p>\n   \n<p>Toda ave nasce da eclos\u00e3o (abertura) de um ovo, tem duas pernas e um bico.    <\/p>\n   \n<p><strong>As aves t\u00eam integrado no corpo um sistema de refrigera\u00e7\u00e3o<\/strong>:      alguns ossos s\u00e3o ocos e disp\u00f5em de bolsas de ar ou sacos a\u00e9reos. Os pulm\u00f5es      bombeiam ar frio para essas cavidades. Os ossos ocos tamb\u00e9m tornam as aves      mais leves, de modo que possam voar facilmente.<\/p>\n   \n<p>Muitas aves servem de alimento para o homem. Galinhas e outras esp\u00e9cies de      cria\u00e7\u00e3o d\u00e3o carne e ovos. Algumas esp\u00e9cies alimentam-se de insetos e, assim,      limitam o crescimento das popula\u00e7\u00f5es desses animais que atacam as planta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n   \n<h4>TIPOS DE AVES<\/h4>\n   \n<p>Existem no mundo cerca de 9 mil esp\u00e9cies de aves.<\/p>\n   \n<p><strong>Elas podem ser agrupadas de muitas maneiras:<\/strong> as terrestres      e aqu\u00e1ticas; segundo a parte do mundo em que vivem; conforme o que comem ou      o lugar em que pousam. <\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p><strong>As Aves Terrestres<\/strong> s\u00e3o em n\u00famero maior que as aqu\u00e1ticas        porque a terra oferece mais variedade de condi\u00e7\u00f5es de vida. <strong><br \/>\n       As Aves Aqu\u00e1ticas<\/strong> vivem na \u00e1gua ou perto dela. Algumas, como o        albatroz, t\u00eam grande resist\u00eancia e podem manter-se durante alguns dias voando        sem pousar. <strong><br \/>\n       Aves Tropicais: <\/strong>a maioria das esp\u00e9cies de aves vive em regi\u00f5es        tropicais ou de terras quentes. <strong><br \/>\n       As Aves de Rapina <\/strong>t\u00eam p\u00e9s e garras fortes, e duros bicos para matar        suas presas e dilacer\u00e1-las enquanto as comem. \u00c1guias e falc\u00f5es ca\u00e7am durante        o dia. No per\u00edodo noturno, as corujas s\u00e3o os principais ca\u00e7adores. <strong><br \/>\n       As Aves de Poleiro<\/strong> pousam em lugares como \u00e1rvores e fios telef\u00f4nicos.        <strong><br \/>\n       Aves de Ca\u00e7a<\/strong> s\u00e3o as que os ca\u00e7adores abatem em certas esta\u00e7\u00f5es        do ano, seja para servirem na alimenta\u00e7\u00e3o, seja como esporte. <strong><br \/>\n       Aves Que N\u00e3o Voam. <\/strong>Entre elas est\u00e3o o avestruz, o ping\u00fcim e a ema.        T\u00eam asas extremamente pequenas e, portanto, insuficientes para sustentar        seu corpo no ar.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>O QUE COMEM AS AVES<\/h4>\n   \n<p>As aves comem mais, em rela\u00e7\u00e3o a seu tamanho, do que muitos de n\u00f3s. Quanto      menor a ave, mais ela come, em propor\u00e7\u00e3o a seu peso. Alguns filhotes comem,      em um dia, o equivalente a seu peso. A quantidade di\u00e1ria de alimento ingerida      por um pombo, por exemplo, seria o equivalente a um homem adulto comer 4 kg      de comida por dia. As aves se alimentam de sementes, frutos, insetos, peixes,      ratos, cobras e at\u00e9 de lixo.<\/p>\n   \n<h4>IMPORT\u00c2NCIA DAS AVES<\/h4>\n   \n<p><strong>Aves de Estima\u00e7\u00e3o <\/strong>t\u00eam sido apreciadas desde a Antiguidade      por seu canto e beleza da plumagem. Os can\u00e1rios s\u00e3o criados por seus gorjeios      e por suas cores vistosas. Periquitos e papagaios s\u00e3o as mais populares aves      falantes, mas os corvos e main\u00e1s tamb\u00e9m podem ser treinados para imitar nossa      voz. No Brasil, \u00e9 proibida a cria\u00e7\u00e3o de aves selvagens em cativeiro, exceto      com a autoriza\u00e7\u00e3o do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos      Naturais Renov\u00e1veis (Ibama).<\/p>\n   \n<p><strong>Como as Aves Ajudam o Homem.<\/strong> Elas comem as sementes das      ervas daninhas, ajudando a manter limpas as planta\u00e7\u00f5es. Algumas maiores, como      os gavi\u00f5es e as corujas, matam os ratos e camundongos que comem os cereais.      Podem comer em um ano mais de 3 mil sementes de ervas daninhas por metro quadrado      de planta\u00e7\u00e3o. As aves comem tamb\u00e9m mariposas, lagartas, besouros, pulg\u00f5es      e outros insetos que constituem uma praga para a agricultura.<\/p>\n   \n<p><strong>Carne e Ovos. <\/strong>Aves como galinhas, patos, perus e gansos      s\u00e3o criadas para o consumo de sua carne. O Brasil \u00e9 um dos principais exportadores      de frango do mundo.<\/p>\n   \n<p><strong>Aves Nocivas ao Homem.<\/strong> As aves tamb\u00e9m podem ser transmissoras      de doen\u00e7as. Por exemplo, os bandos de gra\u00fanas e estorninhos podem espalhar,      em suas fezes, um fungo esporulado (que tem esporos), chamado Histoplasma      capsulatum. Quando inalado por seres humanos, seus esporos podem causar uma      doen\u00e7a infecciosa, a histoplasmose.<\/p>\n   \n<h4>A LINGUAGEM DAS AVES<\/h4>\n   \n<p><strong>O Canto das Aves<\/strong><\/p>\n   \n<p>Muitos pensam que elas cantam docemente para atrair um companheiro. Na maioria      das vezes, \u00e9 prov\u00e1vel que cantem para manter afastadas aves de outra esp\u00e9cie.      Cada esp\u00e9cie de ave canora tem seu pr\u00f3prio canto. Os pardais podem emitir      at\u00e9 20 varia\u00e7\u00f5es do mesmo canto.<\/p>\n   \n<p><strong>Chamados das Aves<\/strong><\/p>\n   \n<p>Elas emitem, \u00e0s vezes, outras vozes al\u00e9m do canto. Servem de advert\u00eancia      ao bando, quando se aproxima um inimigo, e depois elas emitem um grito de      reuni\u00e3o. <\/p>\n   \n<p>Os conhecedores de aves acreditam que \u00e9 assim que o bando torna a se juntar.    <\/p>\n   \n<h4>VIDA DOM\u00c9STICA DAS AVES<\/h4>\n   \n<p><strong>Territ\u00f3rios das Aves<\/strong><\/p>\n   \n<p>Elas, em geral, t\u00eam em torno de seu ninho uma \u00e1rea que consideram seu territ\u00f3rio      privado. Os machos escolhem aquele em que desejam viver, antes de escolher      suas companheiras. Os territ\u00f3rios das \u00e1guias freq\u00fcentemente cobrem v\u00e1rios      quil\u00f4metros quadrados.<\/p>\n   \n<p><strong>Como as Aves Namoram<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os machos fazem a corte \u00e0s f\u00eameas exibindo suas penas coloridas, cantando      ou fazendo ru\u00eddos, e dan\u00e7ando. Os rituais de corte servem para que as aves      se identifiquem como membros de uma mesma esp\u00e9cie. Al\u00e9m disso, eles estabelecem      uni\u00e3o entre os parceiros. Durante esse per\u00edodo, o casal inicia a constru\u00e7\u00e3o      do ninho. <\/p>\n   \n<h4>Constru\u00e7\u00e3o do Ninho<\/h4>\n   \n<p>As aves, em sua maioria, constroem ninhos para p\u00f4r os ovos e abrigar os filhotes.      As aves usam diversos materiais, de gravetos a lama, na constru\u00e7\u00e3o do ninho.    <\/p>\n   \n<p><strong>Ovos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Todas as aves nascem da eclos\u00e3o de ovos. Algumas s\u00f3 p\u00f5em um ovo por ano;      outras podem chegar a 350 ovos por ano ou mais.<\/p>\n   \n<p>Os ovos s\u00e3o geralmente chocados pelo calor do corpo das aves adultas. Para      chocar, eles t\u00eam de ser mantidos a uma temperatura de 37,5\u00b0C. Em algumas esp\u00e9cies,      s\u00f3 os machos chocam os ovos. <\/p>\n   \n<h4>O Aprendizado do V\u00f4o<\/h4>\n   \n<p>Um filhote torna-se irrequieto quando chega o tempo de abandonar o ninho.      Contorce-se e debate-se, esticando o pesco\u00e7o e sacudindo as asas. Esses exerc\u00edcios      ajudam a desenvolver os m\u00fasculos do v\u00f4o. Quando os filhotes se preparam para      deixar o ninho, algumas m\u00e3es se mant\u00eam a pequena dist\u00e2ncia, segurando no bico      um peda\u00e7o de alimento para incentiv\u00e1-los a busc\u00e1-lo. Finalmente, os filhotes      saltam sobre a borda do ninho.<\/p>\n   \n<h4>O CORPO DAS AVES<\/h4>\n   \n<p><strong>Esqueleto e Ossos<\/strong><\/p>\n   \n<p>O<strong> esqueleto <\/strong>de uma ave \u00e9 especialmente adequado ao v\u00f4o.      Cada osso \u00e9 fino e pequeno, mas bastante forte para poder sustentar o corpo.      Os ossos longos s\u00e3o ocos e leves. <\/p>\n   \n<p><strong>Os M\u00fasculos<\/strong><\/p>\n   \n<p>Constituem mais da metade do peso de uma ave. Os maiores e mais fortes s\u00e3o      os do peito. Eles movem as asas e representam de 25 a 30% do peso das aves.    <\/p>\n   \n<p><strong>Penas<\/strong><\/p>\n   \n<p>A espessa camada de penas torna aerodin\u00e2mico o corpo e ajuda a ave a deslizar      suavemente no ar; ajuda tamb\u00e9m a manter quente seu corpo. <\/p>\n   \n<p>O n\u00famero de penas das aves varia bastante. Em um pato selvagem foram contadas      11.903 penas. Aves de pequeno porte, como pardais e can\u00e1rios, t\u00eam de 1.300      a 2.600 penas. <\/p>\n   \n<h4>Digest\u00e3o<\/h4>\n   \n<p>O sistema digestivo \u00e9 composto de goela, extremidade inferior do es\u00f4fago      e de um espa\u00e7o chamado papo. Armazenam nesse espa\u00e7o o alimento n\u00e3o digerido,      que \u00e9 amaciado pela absor\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. O alimento \u00e9 misturado a enzimas digestivas      na primeira parte do est\u00f4mago, chamado proventr\u00edculo. As aves n\u00e3o possuem      dentes. Para ajudar o processo de moagem, elas engolem areia com o alimento.<\/p>\n   \n<h4>Temperatura do Corpo<\/h4>\n   \n<p>As aves s\u00e3o animais de sangue quente, ou seja, podem conservar seu corpo      \u00e0 mesma temperatura, independentemente do calor ou do frio. As aves n\u00e3o suam.    <\/p>\n   \n<p>Dependem de seu sistema de refrigera\u00e7\u00e3o para esfriar o corpo. Usam a energia      dos alimentos com tanta rapidez que seu cora\u00e7\u00e3o sempre bate depressa e, em      geral, \u00e9 maior que o dos animais do mesmo tamanho. <\/p>\n   \n<h4>Sentidos<\/h4>\n   \n<p>As aves t\u00eam vis\u00e3o e audi\u00e7\u00e3o agu\u00e7adas. Possuem uma membrana do t\u00edmpano, uma      orelha m\u00e9dia e uma orelha interna. Podem distinguir cores, mas o olfato e      o paladar n\u00e3o s\u00e3o bem desenvolvidos. Podem focalizar a vista num instante,      gra\u00e7as aos m\u00fasculos que modificam a forma do cristalino de seus olhos. <\/p>\n   \n<h4>MIGRA\u00c7\u00c3O DAS AVES<\/h4>\n   \n<p>Muitas esp\u00e9cies de aves viajam longas dist\u00e2ncias quando mudam as esta\u00e7\u00f5es      do ano. Voam para regi\u00f5es de clima quente, quando chega o frio do inverno,      e regressam aos seus lugares de origem quando a temperatura torna a subir.      Essas jornadas, feitas a intervalos regulares, entre dois lugares definidos,      s\u00e3o chamadas migra\u00e7\u00f5es. Nem todas as esp\u00e9cies de aves migram. <\/p>\n   \n<h4>Como as Aves Encontram seu Caminho<\/h4>\n   \n<p>A linha costeira e as cadeias de montanhas podem servir de orienta\u00e7\u00e3o para      as aves que migram durante o dia. Acredita-se que muitas esp\u00e9cies tenham um      grande senso de dire\u00e7\u00e3o. Algumas aves migradoras podem determinar a dire\u00e7\u00e3o      por meio do Sol, outras usam a posi\u00e7\u00e3o das estrelas para se guiar. <\/p>\n   \n<h4>HIST\u00d3RIA DAS AVES <\/h4>\n   \n<p><strong>Os Antepassados das Aves<\/strong><\/p>\n   \n<p>Os cientistas acreditam que os antepassados das aves foram r\u00e9pteis. Eles      remontaram a hist\u00f3ria das aves at\u00e9 um animal, cujo nome cient\u00edfico \u00e9 Archaeopteryx      lithographica e que viveu, provavelmente, h\u00e1 140 milh\u00f5es de anos. <\/p>\n   \n<p><strong>Aves Extintas<\/strong><\/p>\n   \n<p>Algumas aves se extinguiram em conseq\u00fc\u00eancia das atividades predat\u00f3rias do      homem. Entre elas, incluem-se a grande alca, o pombo-passageiro, o pato-do-labrador      e o periquito-da-carolina. Muitas esp\u00e9cies escaparam da extin\u00e7\u00e3o, por esfor\u00e7os      governamentais e individuais. Entre essas aves est\u00e3o a gar\u00e7a-branca-grande,      o cisne-trombeteiro, o grou-cantor, o condor-da-calif\u00f3rnia, o caracar\u00e1-de-audubon      (\u00e1guia mexicana) e o milhafre-real.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  www.klick.com.br<\/p>\n   \n<h6>Classe Aves<\/h6>\n   \n<h4>Caracter\u00edsticas Gerais<\/h4>\n   \n<p><strong>As aves s\u00e3o vertebrados que descendem dos r\u00e9pteis e ap\u00f3s passarem      por um per\u00edodo evolutivo complicado, atualmente possuem as seguintes caracter\u00edsticas:      <\/strong><\/p>\n   \n<blockquote>      \n<p>S\u00e3o vertebrados amniotas, alantoidianos e homeot\u00e9rmicos;<br \/>\n       S\u00e3o b\u00edpedes, pela transforma\u00e7\u00e3o dos membros anteriores em asas, o que lhes        permite (na maioria das vezes) voar;<br \/>\n       O corpo \u00e9 coberto de penas que contribuem para o voo e para a manuten\u00e7\u00e3o        da temperatura corp\u00f3rea;<br \/>\n       Os maxilares foram transformados em bicos e atualmente s\u00e3o desprovidos de        dentes;<br \/>\n       Exist\u00eancia de um s\u00f3 c\u00f4ndilo ocipital e escamas nas pernas e nos p\u00e9s (heran\u00e7as        deixadas pelos r\u00e9pteis);<br \/>\n       Adapta\u00e7\u00f5es que facilitam o v\u00f4o como os sacos a\u00e9reos nos pulm\u00f5es, que se        enchem de ar e se comunicam com os \u00f3ssos pneum\u00e1ticos;<br \/>\n       Sistema digestivo completo (com p\u00e2ncreas, f\u00edgado e ves\u00edcula biliar) e circula\u00e7\u00e3o        dupla e completa;<br \/>\n       Olhos bem desenvolvidos, com percep\u00e7\u00e3o de cores e em alguns casos \u00e9 composto        por duas fovea centralis, o que lhes confere maior campo de vis\u00e3o. Al\u00e9m        das p\u00e1lpebras, h\u00e1 a membrana nictiante que corre cobrindo o olho no sentido        horizontal;<br \/>\n       Os sexos s\u00e3o separados com certo dimorfismo sexual.<\/p>\n   <\/blockquote>\n   \n<h4>Como evolu\u00edram as aves <\/h4>\n   \n<p>Desde o S\u00e9culo XIX, a anatomia comparada p\u00f4s em evid\u00eancia numerosas afinidades      estruturais entre os r\u00e9pteis (Dinossauros) e as aves. <\/p>\n   \n<p><strong>Achados importantes para a Paleontologia conseguiram explicar esta      evolu\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n   \n<p><strong>Archaeopteryx:<\/strong> possu\u00edram o tamanho de um pombo, esqueleto      e dentes semelhantes aos Dinossauros, penas e asas como as aves. Eram animais      b\u00edpedes com uma coluna vertebral alongada terminando em uma longa cauda. Os      membros anteriores, s\u00e3o bem desenvolvidos, tem m\u00e3os com dedos alongados providos      de garras. Al\u00e9m disso, possuem uma soldadura da clav\u00edculas da cintura escapular.      Foram encontrados esp\u00e9cimes nos calc\u00e1rios de Solhofen (150 m.a);<\/p>\n   \n<p><strong>Deinonychus:<\/strong> possuiram mais ou menos 4 metros de comprimento,      todas as caracter\u00edsticas dos tetr\u00e1podos e era muito parecido com o Archaeopteryx,      mas sem sinal de de penas e asas. Seus f\u00f3sseis datam de 100 milh\u00f5es de anos      atr\u00e1s;<\/p>\n   \n<p><strong>Mononychus:<\/strong> descoberto recentemente no Deserto de Gobi (Mong\u00f3lia).      Tinha o tamanho de um peru, mand\u00edbula dotada de afiados dentes (indicando      ser um potente predador) e uma longa cauda. Com essas caracter\u00edsticas se pareceria      muito com os tetr\u00e1podes, mas possuia muitas fei\u00e7\u00f5es que o assemelhavam as      aves modernas, como o esterno em quilha, onde se prende a musculatura do v\u00f4o.      Os ossos do carpo no Mononychus s\u00e3o fundidos, o que significa uma adapta\u00e7\u00e3o      para o v\u00f4o, sugerindo para este g\u00eanero, que eles devem ter evolu\u00eddo de animais      voadores, como os avestruzes e as emas modernas. Assim fica dif\u00edcil distinguir      se Mononychus era uma ave primitiva ou um Dinossauro e na falta de uma real      distin\u00e7\u00e3o, ele talvez fosse ambas as coisas.<\/p>\n   \n<p><strong>Para explicar a origem do v\u00f4o das aves, cientistas propuseram in\u00fameras      hip\u00f3teses, mas todas levam a duas grandes categorias:<\/strong> a evolu\u00e7\u00e3o      das \u00e1rvores para o ch\u00e3o e a evolu\u00e7\u00e3o do ch\u00e3o para as \u00e1rvores.<\/p>\n   \n<p>Esta hip\u00f3tese admite que a coloniza\u00e7\u00e3o do meio arbor\u00edola teria sido feita      em primeiro lugar pelos antepassados reptilianos b\u00edpedes das aves. No decorrer      das etapas sucessivas (salto, v\u00f4o em p\u00e1ra-quedas e v\u00f4o planado), as penas      tem-se-iam desenvolvido como \u00f3rg\u00e3os aerodin\u00e2micos.<\/p>\n   \n<h4>Paleoecologia<\/h4>\n   \n<p>No Cret\u00e1ceo Superior j\u00e1 conhecem-se algumas aves, como os Ichthyornis e os      Hesperornis, ainda com maxilas nos dentes.<\/p>\n   \n<p>No princ\u00edpio do Terci\u00e1rio certas \u00e1reas abandonadas devido \u00e0 extin\u00e7\u00e3o dos      Dinossauros s\u00e3o temporariamente ocupadas por aves n\u00e3o voadoras de grande porte      que n\u00e3o parecem ter sobrevivido durante muito tempo (exceto na Am\u00e9rica do      Sul) em virtude da concorr\u00eancia dos mam\u00edferos, que come\u00e7am a dominar todos      os habitats. Apareceram ent\u00e3o grandes grupos de aves voadoras modernas, carenadas,      que tem uma diferencia\u00e7\u00e3o do externo e a quilha que favoreceria o v\u00f4o.<\/p>\n   \n<p>Atualmente as aves agrupam 10.000 esp\u00e9cies vivas.<\/p>\n   \n<p>Fonte:  geocities.yahoo.com.br <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Classe Aves, Caracter\u00edsticas, Classifica\u00e7\u00e3o, Evolu\u00e7\u00e3o, Sistema, Reprodu\u00e7\u00e3o, Tamanho, Alimenta\u00e7\u00e3o, Animal, Origem, Hist\u00f3ria, Tipos, Import\u00e2ncia, Classe Aves<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[46],"tags":[],"class_list":["post-15652","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-biologia-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Classe Aves - 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