{"id":15158,"date":"2015-12-22T00:00:00","date_gmt":"2015-12-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/revolta-de-beckman-2\/"},"modified":"2026-08-31T23:20:37","modified_gmt":"2026-08-31T23:20:37","slug":"revolta-de-beckman-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/revolta-de-beckman-2\/","title":{"rendered":"Revolta de Beckman"},"content":{"rendered":"\n&nbsp;\n\nA\u00a0<strong>Revolta Beckman (1684)<\/strong>, foi uma rebeli\u00e3o que resultou na expuls\u00e3o dos jesu\u00edtas da capitania do\u00a0<strong>Maranh\u00e3o<\/strong>\u00a0e no afastamento de seu governador.\n\nAmbos foram respostas \u00e0s a\u00e7\u00f5es da coroa portuguesa em 1680 proibindo a escraviza\u00e7\u00e3o dos \u00edndios brasileiros no estado do Maranh\u00e3o, cedendo seu bem-estar aos jesu\u00edtas e estabelecendo uma companhia de mercadores com sede em Lisboa que se comprometeu a fornecer ao estado 600 escravos africanos anualmente em troca do monop\u00f3lio de suas exporta\u00e7\u00f5es.\n\n<strong>Manoel Beckman<\/strong>, o rico fazendeiro que liderou o levante, e muitos outros rebeldes foram enforcados; cinco outros receberam senten\u00e7as menores.\n\n<strong>Revolta Beckman &#8211; Hist\u00f3ria do Brasil<\/strong>\n\nOcorreu no Maranh\u00e3o em 1684.\n\nO Maranh\u00e3o era uma regi\u00e3o muito pobre, e tinha sua economia fundamentada na explora\u00e7\u00e3o da chamada &#8220;drogas do sert\u00e3o&#8221;, e de pequena lavoura, cuja m\u00e3o de obra era ind\u00edgena mais barata que a africana.\n\nEssa m\u00e3o de obra era empregada principalmente nos engenhos de Pernambuco e Bahia.\n\nEsse uso da m\u00e3o de obra ind\u00edgena defrontou com a resist\u00eancia dos jesu\u00edtas, mas que na realidade tamb\u00e9m usavam os \u00edndios para manter suas terras.\n\nO governo portugu\u00eas refor\u00e7ou a proibi\u00e7\u00e3o de que os \u00edndios fossem reduzidos \u00e0 escravid\u00e3o e determinou a puni\u00e7\u00e3o para seus prisioneiros, al\u00e9m de conceder aos jesu\u00edtas em 1681, jurisdi\u00e7\u00e3o espiritual e temporal sobre os \u00edndios; com isso Portugal for\u00e7ava os colonos adquirir escravos negros.\n\nEm 1682, Portugal criou a COMPANHIA GERAL DO COM\u00c9RCIO DO ESTADO DO MARANH\u00c3O, que possu\u00eda o monop\u00f3lio do com\u00e9rcio da regi\u00e3o pelo prazo de 20 anos em troca de introduzir 500 escravos por ano de cem-mil reis pro cabe\u00e7a.\n\nPor, usufruir de exclusividade comercial, a Companhia vendia seus produtos a pre\u00e7o muito elevado e al\u00e9m de n\u00e3o cumprir o acordo de fornecimento de escravos.\n\nHouve na realidade um descontentamento geral da popula\u00e7\u00e3o levando os colonos a revolta.\n\nEm 1684 um movimento armado de 60 homens dep\u00f5e o Capit\u00e3o-Mor BALTAZAR FERNANDES e sob o comando do fazendeiro MANUEL BECKMAN e seu irm\u00e3o THOMAS BECKMAM poeta e advogado ocupou a cidade de S\u00e3o Luiz de onde expulsaram os membros da COMPANHIA DE JESUS e os jesu\u00edtas que se opunham a escravid\u00e3o ind\u00edgena e governaram o Maranh\u00e3o por quase um ano.\n\nO novo governador do Estado do Maranh\u00e3o, GOMES FREIRE, desembarcou em S\u00e3o Luis, restaurou a ordem. Manuel Beckman e Jorge Sampaio foram enforcados, Thomas Beckman exilado por dez anos, a Companhia do Com\u00e9rcio foi extinta, os \u00edndios aprisionados em guerra ficaram na escravid\u00e3o. Foi uma forma de permitir aos colonos utilizarem os \u00edndios como escravos e de conter novas rebeli\u00f5es.\n\n<strong>Revolta de Beckman &#8211; Maranh\u00e3o<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-159849 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Revolt8-1-300x177.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"177\" \/><strong>Revolta de Beckman<\/strong><\/p>\nA\u00a0<strong>Revolta dos Beckman<\/strong>, ocorrida em 1684 no\u00a0<strong>Maranh\u00e3o<\/strong>, foi liderada pelos irm\u00e3os\u00a0<strong>Manuel e Tom\u00e1s Beckman<\/strong>, que plantavam cana-de-a\u00e7\u00facar no Maranh\u00e3o na \u00e9poca.\n\nNo Maranh\u00e3o, como em S\u00e3o Paulo, houve conflitos entre os colonos e os jesu\u00edtas por causa da escraviza\u00e7\u00e3o dos ind\u00edgenas. Em 1661, por seu trabalho de intransigente defesa da liberdade dos \u00edndios, os religiosos da Companhia de Jesus foram expulsos do Maranh\u00e3o. S\u00f3 puderam voltar, por decis\u00e3o da Coroa, em 1680.\n\nNessa data, o governo portugu\u00eas proibiu terminantemente a escraviza\u00e7\u00e3o de \u00edndios.\n\nPara resolver o problema da falta de bra\u00e7os para a lavoura, bem como para controlar o com\u00e9rcio naquela regi\u00e3o do Brasil, o governo portugu\u00eas criou, em 1682, a Companhia de Com\u00e9rcio do Estado do Maranh\u00e3o, \u00e0 qual passou a responsabilidade do monop\u00f3lio da Coroa.\n\nA companhia n\u00e3o cumpriu os compromissos assumidos, o que despertou grande descontentamento entre os colonos da regi\u00e3o. Os escravos africanos n\u00e3o foram trazidos para o Maranh\u00e3o em n\u00famero suficiente, e os g\u00eaneros aliment\u00edcios negociados pela companhia, al\u00e9m de muito caros, n\u00e3o eram de boa qualidade.\n\nRevoltaram-se contra esta situa\u00e7\u00e3o elementos do clero, da classe mais elevada e do povo, chefiados por Manuel Beckman, fazendeiro muito rico e respeitado na regi\u00e3o. Os revoltosos expulsaram os jesu\u00edtas, declararam deposto o governador e extinta a companhia de com\u00e9rcio.\n\nBeckman governou o Maranh\u00e3o durante um ano, at\u00e9 a chegada de uma frota portuguesa sob o comando de Gomes Freire de Andrada. Beckman fugiu mas foi delatado por L\u00e1zaro de Melo, sendo ent\u00e3o preso e enforcado.\n\nA extin\u00e7\u00e3o da Companhia de Com\u00e9rcio do Estado do Maranh\u00e3o foi mantida pelo governo portugu\u00eas, como queriam os revoltosos, mas os jesu\u00edtas puderam retornar e continuar seu trabalho.\n\n<strong>Hist\u00f3ria da Revolta de beckman<\/strong>\n\nFazendeiros do Maranh\u00e3o, liderados pelos irm\u00e3os Beckman (Manuel e Thomas), revoltaram-se contra os jesu\u00edtas (impediram a escraviza\u00e7\u00e3o dos \u00edndios) e contra a Companhia Geral do Com\u00e9rcio do Maranh\u00e3o (monopolizava o com\u00e9rcio da regi\u00e3o). Em 1684os revoltosos chegaram a ocupar a cidade de S\u00e3o Lu\u00eds por quase um ano. Portugal reprimiu com viol\u00eancia, o movimento foi vencido e seus l\u00edderes foram enforcados.\n\n<strong>Revolta de beckman &#8211; Motivos<\/strong>\n\nOs motivos para tal revolta remontam \u00e0 instala\u00e7\u00e3o de uma Companhia de Com\u00e9rcio do Maranh\u00e3o por Portugal em 1682.\n\nEssa deveria ter o monop\u00f3lio do com\u00e9rcio de a\u00e7\u00facar e arrecada\u00e7\u00e3o de impostos do estado de Maranh\u00e3o em troca de fornecimento de comida, escravos e implementos agr\u00edcolas a baixos juros.\n\nInfelizmente a dita companhia, n\u00e3o cumprindo seus deveres, foi atacada pelos irm\u00e3os Beckman em sua sede.\n\nAl\u00e9m disso eles tamb\u00e9m expulsaram os padres jesu\u00edtas por estes continuarem a defender a ideia de que os \u00edndios nativos n\u00e3o deveriam ser utilizados como m\u00e3o de obra escrava.\n\nJ\u00e1 que a Companhia de Com\u00e9rcio do Maranh\u00e3o n\u00e3o forneceu escravos suficientes, a falta de m\u00e3o de obra e outras condi\u00e7\u00f5es acima descritas levaram a esse extremo recurso.\n\nDepois disso chegaram at\u00e9 a depor o governador do Maranh\u00e3o e assumir o governo da capitania do Maranh\u00e3o.\n\nPortugal logo interv\u00e9m mandando uma frota a S\u00e3o Lu\u00eds, que retoma a o governo da capitania, confisca todas as propriedades dos irm\u00e3os, decapitando Manuel e condenando \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua os demais envolvidos.\n\n<strong>Revolta de Beckman &#8211; O que foi<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-159850 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Revolt9-300x174.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"174\" \/><strong>Revolta de Beckman<\/strong><\/p>\nA\u00a0<strong>Revolta de Beckman<\/strong>\u00a0foi promovida por propriet\u00e1rios rurais maranhenses contra a Companhia de Com\u00e9rcio do Estado do Maranh\u00e3o, em 1684.\n\nNo centro da revolta, a quest\u00e3o do trabalho escravo dos \u00edndios e a quest\u00e3o dos pre\u00e7os das mercadorias, dos juros e dos impostos.\n\nEm 1682, Portugal cria a Companhia de Com\u00e9rcio do Maranh\u00e3o com o objetivo de estimular o desenvolvimento econ\u00f4mico do norte do Brasil.\n\nEm troca da concess\u00e3o do monop\u00f3lio do com\u00e9rcio do a\u00e7\u00facar e da arrecada\u00e7\u00e3o dos impostos, a empresa deveria fornecer escravos, utens\u00edlios, equipamentos e alimentos aos colonos a juros baixos.\n\nMas ela n\u00e3o cumpre o compromisso assumido, sobretudo em rela\u00e7\u00e3o ao fornecimento de escravos africanos.\n\nA falta de m\u00e3o-de-obra desorganiza as planta\u00e7\u00f5es. Chefiados pelos irm\u00e3os Manuel e Tom\u00e1s Beckman, em 1684 os propriet\u00e1rios rurais revoltam-se contra a empresa, atacando suas instala\u00e7\u00f5es.\n\nExpulsam os padres jesu\u00edtas, que continuam a opor-se \u00e0 escraviza\u00e7\u00e3o de \u00edndios para trabalhar nas propriedades, na falta de negros africanos. A seguir, dep\u00f5em o governador e assumem o controle da capitania.\n\nA metr\u00f3pole interv\u00e9m, enviando uma frota armada para S\u00e3o Lu\u00eds. Manuel Beckman \u00e9 preso e decapitado e Tom\u00e1s, condenado ao desterro. Os demais l\u00edderes s\u00e3o condenados \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua.\n\nA Companhia de Com\u00e9rcio \u00e9 extinta em 1685, mas os jesu\u00edtas retornam a suas atividades.\n\n<strong>Revolta de Beckman &#8211; Liberdade<\/strong>\n\nEm 1.661, por seu trabalho de intransigente defesa da liberdade dos \u00edndios, os religiosos da Companhia de Jesus foram expulsos do Maranh\u00e3o.\n\nS\u00f3 puderam voltar em 1.680 quando o governo portugu\u00eas proibiu terminantemente a escraviza\u00e7\u00e3o de \u00edndios.\n\nPara resolver o problema da falta de bra\u00e7os para a lavoura e controlar o com\u00e9rcio naquela regi\u00e3o do Brasil, o governo portugu\u00eas criou em 1.682, a Companhia do Com\u00e9rcio do Estado do Maranh\u00e3o.\n\nA Companhia n\u00e3o cumpriu os compromissos assumidos, o que despertou grande descontentamento entre os colonos da regi\u00e3o. Os escravos africanos n\u00e3o foram trazidos para o Maranh\u00e3o em n\u00famero suficiente, e os g\u00eaneros aliment\u00edcios negociados pela Companhia, al\u00e9m de muito caros, n\u00e3o eram de boa qualidade. Ela exagerava em seu monop\u00f3lio, fraudava pesos e medidas, produtos da regi\u00e3o como cacau e baunilha eram vendidos por pre\u00e7os alvitantes a agentes da pr\u00f3pria Companhia disfar\u00e7ados.\n\nRevoltaram-se contra essa situa\u00e7\u00e3o elementos do Clero, da classe mais elevada e do povo, chefiados por Manuel Beckman, fazendeiro muito rico e respeitado na regi\u00e3o. Em 25 de Fevereiro de 1.684 numa reuni\u00e3o na C\u00e2mara Municipal de S\u00e3o Lu\u00eds, os revoltosos decidiram expulsar os Jesu\u00edtas e abolir o monop\u00f3lio comercial da Companhia do Maranh\u00e3o.\n\nBeckman governou o Maranh\u00e3o durante um ano, at\u00e9 a chegada de uma frota portuguesa sob o comando de Gomes de Freire de Andrada. Beckman fugiu, mas foi preso e enforcado.\n\nA extin\u00e7\u00e3o da Companhia de Com\u00e9rcio do Maranh\u00e3o foi mantida pelo governo portugu\u00eas como queriam os revoltosos, mas os jesu\u00edtas puderam retornar e continuar seu trabalho.\n\n<strong>Revolta de Beckman &#8211; Resumo<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-159851 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Revolt10-300x198.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"198\" \/><strong>Revolta de Beckman<\/strong><\/p>\nNo Maranh\u00e3o, por volta do s\u00e9culo XVII, a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica baseava-se na explora\u00e7\u00e3o das drogas do sert\u00e3o e nas lavouras dos colonos.\n\nA m\u00e3o-de-obra usada nessas planta\u00e7\u00f5es n\u00e3o podia ser a escrava negra, uma vez que a regi\u00e3o maranhense era pobre e n\u00e3o tinha recursos para valer-se de tal m\u00e3o-de-obra escassa e cara, restando como op\u00e7\u00e3o a escraviza\u00e7\u00e3o de ind\u00edgenas. J\u00e1 as drogas do sert\u00e3o eram extra\u00eddas com m\u00e3o-de-obra ind\u00edgena por\u00e9m n\u00e3o escrava, uma vez que os \u00edndios, habitantes de miss\u00f5es jesu\u00edticas, eram convencidos a faz\u00ea-lo por livre e espont\u00e2nea vontade, a favor da comunidade onde viviam.\n\nUm impasse, por\u00e9m, estabeleceu-se nessa situa\u00e7\u00e3o quando os jesu\u00edtas conseguiram determinar junto a Portugal a proibi\u00e7\u00e3o da escraviza\u00e7\u00e3o ind\u00edgena, causando a insatisfa\u00e7\u00e3o dos colonos e opondo os dois grupos.\n\nTendo como um dos motivos amenizar a tens\u00e3o entre agricultores e religiosos, o governo portugu\u00eas estabeleceu, em 1682, uma Companhia de Com\u00e9rcio para o Estado do Maranh\u00e3o, que tinha como finalidade deter o monop\u00f3lio do com\u00e9rcio da regi\u00e3o, vendendo os produtos europeus e comprando os locais, al\u00e9m de estabelecer um trato de fornecimento de escravos negros para a regi\u00e3o.\n\nEsta, contudo, n\u00e3o foi a solu\u00e7\u00e3o do problema uma vez que a Companhia vendia produtos importados a altos pre\u00e7os, oferecia pouco pelos artigos locais e n\u00e3o cumpria com o abastecimento de escravos, sendo marcada pelo roubo e pela corrup\u00e7\u00e3o.\n\nO descontentamento da popula\u00e7\u00e3o, diante deste quadro, aumentava cada vez mais. Assim, chefiados por Manuel e Tomas Beckman, os colonos se rebelaram, expulsando os jesu\u00edtas do Maranh\u00e3o, abolindo o monop\u00f3lio da Companhia e constituindo um novo governo, que durou quase um ano.\n\nCom a interven\u00e7\u00e3o da Coroa Portuguesa, foi nomeado um novo governador para a regi\u00e3o. Este puniu os revoltosos com a condena\u00e7\u00e3o \u00e0 pris\u00e3o ou ao ex\u00edlio dos mais envolvidos, a pena de morte para Manuel Beckman e Jorge Sampaio e reintegrou os jesu\u00edtas no Maranh\u00e3o. Dos objetivos da revolta o \u00fanico que foi, de fato, alcan\u00e7ado com sucesso foi a extin\u00e7\u00e3o da Companhia de Com\u00e9rcio local.\n<blockquote>\u201cN\u00e3o resta outra coisa sen\u00e3o cada um defender-se por si mesmo; duas coisas s\u00e3o necess\u00e1rias: revoga\u00e7\u00e3o dos monop\u00f3lios e a expuls\u00e3o dos jesu\u00edtas, a fim de se recuperar a m\u00e3o livre no que diz respeito ao com\u00e9rcio e aos \u00edndios.\u201d Manuel Beckman (1684).<\/blockquote>\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.encyclopedia.com\/www.jlourenco.com\/www.geocities.com\/members.tripod.com\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revolta de Beckman, Brasil, Hist\u00f3ria, Maranh\u00e3o, Rebeli\u00e3o, Motivos, Governo, Escraviza\u00e7\u00e3o, Popula\u00e7\u00e3o, Com\u00e9rcio, O que foi, Revolta de Beckman<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10103,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-15158","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-do-brasil"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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