{"id":15154,"date":"2015-12-22T00:00:00","date_gmt":"2015-12-22T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/revolta-da-chibata-2\/"},"modified":"2026-08-31T23:20:33","modified_gmt":"2026-08-31T23:20:33","slug":"revolta-da-chibata-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/revolta-da-chibata-2\/","title":{"rendered":"Revolta da Chibata"},"content":{"rendered":"\n<strong>Revolta da Chibata &#8211; O que foi<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>Revolta da Chibata<\/strong>\u00a0conhecida tamb\u00e9m como\u00a0<strong>revolta dos marinheiros<\/strong>, ocorre em unidades da Marinha de Guerra brasileira baseadas no Rio de Janeiro, em 1910.\n\nOs marujos rebelados reivindicam de Hermes da Fonseca, rec\u00e9m-empossado na Presid\u00eancia, a aprova\u00e7\u00e3o do projeto de anistia geral em discuss\u00e3o no Congresso, o cumprimento da lei que aumenta seus vencimentos, a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho e a aboli\u00e7\u00e3o dos castigos corporais e cru\u00e9is na Armada, como o a\u00e7oite (a chibatada), a palmat\u00f3ria, a pris\u00e3o a ferros e a solit\u00e1ria.\n\nNa madrugada de 22 para 23 de novembro, uma semana depois de ter sido obrigada a assistir \u00e0 puni\u00e7\u00e3o b\u00e1rbara de um companheiro, a tripula\u00e7\u00e3o do encoura\u00e7ado Minas Gerais rebela-se.\n\nOs marinheiros tomam o navio, matam o comandante e obt\u00eam o apoio de outras embarca\u00e7\u00f5es ancoradas na Guanabara, os encoura\u00e7ados Deodoro, S\u00e3o Paulo e Bahia. Reunindo mais de 2 mil homens sob a lideran\u00e7a do ga\u00facho Jo\u00e3o C\u00e2ndido, os amotinados eliminam outros oficiais e amea\u00e7am come\u00e7ar a bombardear a capital se o governo n\u00e3o concordar com suas reivindica\u00e7\u00f5es.\n\nO governo do presidente Hermes da Fonseca anuncia a anistia aos rebelados e o atendimento \u00e0s suas reivindica\u00e7\u00f5es.\n\nEm 25 de novembro, Jo\u00e3o C\u00e2ndido e seus homens encerram a revolta.\n\nTr\u00eas dias depois, o ministro da Marinha decreta a expuls\u00e3o dos l\u00edderes rebeldes.\n\nOs marinheiros tentam reagir, mas o governo lan\u00e7a uma violenta repress\u00e3o, com dezenas de pris\u00f5es e mortes e centenas de deporta\u00e7\u00f5es para o norte do pa\u00eds.\n\nOs revoltosos s\u00e3o derrotados e seu principal l\u00edder, Jo\u00e3o C\u00e2ndido, \u00e9 preso.\n\n<strong>Revolta da Chibata &#8211; Castigo<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-159798 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Revolt6-300x173.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"173\" \/><strong>Revolta da Chibata<\/strong><\/p>\nA\u00a0<strong>Revolta da Chibata<\/strong>\u00a0ocorreu no ano de 1910 comandada por Jo\u00e3o C\u00e2ndido, onde marinheiros se ergueram contra os castigos sofridos (chibatadas) quando cometiam alguma falta.\n\nNa Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica esses castigos foram proibidos, por\u00e9m o presidente da \u00e9poca, Floriano Peixoto, fez a edi\u00e7\u00e3o de um decreto, e os castigos voltaram a ser aplicados nos marinheiros.\u00a0A popula\u00e7\u00e3o se solidarizou com a Revolta da Chibata apoiando o movimento dos marinheiros.\n\nCerto tempo depois, o presidente Hermes da Fonseca reconheceu que os castigos aplicados n\u00e3o eram corretos e aboliu as chibatadas. Por\u00e9m, dai em diante muitos marinheiros foram expulsos da Marinha, e centenas ficaram presos nos seringais da Amaz\u00f4nia, trabalhando feito escravos. Apesar de Jo\u00e3o C\u00e2ndido n\u00e3o concordar com essa atitude arbitr\u00e1ria do governo Hermes da Fonseca, ele tamb\u00e9m acabou sendo expulso da Marinha.\n\nOs marinheiros presos e acusados s\u00f3 foram absolvidos e libertos no ano de 1912.\n\n<strong>Revolta da Chibata &#8211; Governo<\/strong>\n\nQuase no in\u00edcio do governo do presidente Hermes da Fonseca, em 22 de novembro de 1910, estourou uma importante<strong>\u00a0revolta<\/strong>\u00a0de 2 mil marujos da\u00a0<strong>Marinha<\/strong>\u00a0brasileira.\n\nEra liderada pelo marinheiro<strong>\u00a0Jo\u00e3o C\u00e2ndido.<\/strong>\n\nPrimeiramente, os revoltosos tomaram o comando do navio encoura\u00e7ado Minas Gerais. Na luta, mataram o comandante do navio e mais tr\u00eas oficiais que resistiram. Depois, outros marujos assumiram o controle dos navios S\u00e3o Paulo, Bahia e Deodoro. Para espanto dos oficiais comandantes, os marinheiros mostraram que sabiam manobrar os navios com per\u00edcia e habilidade.\n\nEm seguida, apontaram os canh\u00f5es de bombardeio para a cidade de Rio de Janeiro. E enviaram um comunicado ao presidente da Rep\u00fablica, explicando as raz\u00f5es da revolta e fazendo suas exig\u00eancias. Queriam mudan\u00e7as no c\u00f3digo de disciplina da Marinha, que punia as faltas graves dos marinheiros com 25 chibatadas.\n\nOs marinheiros n\u00e3o aguentavam mais aquela puni\u00e7\u00e3o terr\u00edvel e humilhante. Tropa reunida. Som de tambores. E l\u00e1 vinha mais um marinheiro, sem camisas e de m\u00e3os amarradas, levar dezenas de chicotadas nas costas.\n\nAl\u00e9m dos castigos f\u00edsicos, os marinheiros reclamavam tamb\u00e9m da m\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o que recebiam e dos miser\u00e1veis soldos (sal\u00e1rios).\n\nSob a mira dos canh\u00f5es, o governo respondeu que ia atender todas as exig\u00eancias dos marujos. Rapidamente, a c\u00e2mara dos Deputados aprovou os projetos que acabavam com as chibatadas e anistia (perdoava) os revoltosos.\n\nOs marinheiros acreditavam no governo. Fizeram festa e entregaram o navio aos novos comandantes. O governo, entretanto, n\u00e3o cumpriu suas promessas. Esquecendo a anistia, decretou a expuls\u00e3o de v\u00e1rios marinheiros e a pris\u00e3o de alguns l\u00edderes.\n\nNo dia 9 de dezembro, explodiu outra rebeli\u00e3o dos marujos. Mas desta vez o governo estava preparado para reagir violentamente. Dezenas de marinheiros foram mortos, centenas presos e mandados para a Amaz\u00f4nia.\n\nMais de mil foram expulsos da Marinha.\n\nJo\u00e3o C\u00e2ndido foi preso e jogado numa masmorra da ilha das Cobras. Saiu da pris\u00e3o meio louco, de tanto sofrimento e tortura. Foi julgado e absolvido em 1912. Os m\u00e9dicos diziam que ele n\u00e3o estava louco.\n\nPassou para a hist\u00f3ria como o Almirante Negro, que acabou com a chibata na Marinha do Brasil.\n\n<strong>Revolta da Chibata &#8211; Hist\u00f3ria do Brasil<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-159800 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Revolt8-300x165.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"165\" \/><strong>Revolta da Chibata<\/strong><\/p>\nMesmo depois da Lei \u00c1urea ser assinada o tratamento para os marinheiros era de escravid\u00e3o. Quando o torturador a\u00e7oitava o marinheiro, amarrado e desprotegido, chegava a arrancar peda\u00e7os de sua carne.\n\nEra uma \u00e9poca em que a marinha era tida como \u00f3rg\u00e3o disciplinador. Seus marinheiros eram homens indicados pela pol\u00edcia (desocupados, malfeitores e criminosos).\n\nEm viagem \u00e0 Inglaterra (possuidora da marinha melhor organizada e aparelhada do mundo) para aprender a lidar com novas embarca\u00e7\u00f5es e armamentos, marinheiros brasileiros conheceram o politizado prolet\u00e1rio ingl\u00eas e revoltas que garantiram boas condi\u00e7\u00f5es de trabalho aos tripulantes da marinha inglesa.\n\nEssa viagem fez fermentar nos brasileiros ideias de insubordina\u00e7\u00e3o e luta contra suas condi\u00e7\u00f5es de trabalho.\n\nCome\u00e7aram ent\u00e3o a surgir coment\u00e1rios sobre organiza\u00e7\u00f5es de revoltas. Uma noite, depois de um ritual de a\u00e7oite no navio Bahia, um bilhete foi encontrado junto \u00e0 porta do camarote do comandante.\n\n<strong>Trazia a exig\u00eancia de que se findassem os maus tratos \u00e0 tripula\u00e7\u00e3o e continha uma amea\u00e7a:<\/strong>\u00a0Ningu\u00e9m \u00e9 escravo de oficiais e chega de chibata.\n\n<strong>Cuidado No fim a assinatura:\u00a0<\/strong>M\u00e3o Negra. Era o marinheiro Francisco Dias Martins.\n\nA revolta estava combinada, ocorreria no dia 24 ou 25 de novembro de 1910, mas a condena\u00e7\u00e3o de um marinheiro a 250 chibatadas, dez vezes mais que o permitido pela legisla\u00e7\u00e3o da marinha, levou a sua antecipa\u00e7\u00e3o para o dia 22.\n\nAo ser dado o sinal para o in\u00edcio da revolta os marinheiros se posicionaram sem afoba\u00e7\u00e3o, cada canh\u00e3o estava guarnecido por cinco marujos com ordem de atirar para matar contra todo aquele que tentasse impedir o levante.\n\nMarinheiros enfrentaram o comandante e seus protegidos em uma luta de canos e baionetas a bordo do Minas Gerais. Terminado o combate no conv\u00e9s, Jo\u00e3o C\u00e2ndido, l\u00edder da revolta, ordenou que se disparasse um tiro de canh\u00e3o 47 mil\u00edmetros como sinal de alerta aos outros navios revoltados. Os holofotes do Minas Gerais iluminaram o Rio de Janeiro.\n\nAtrav\u00e9s do r\u00e1dio a revolta foi comunicada e se pediu o fim dos castigos corporais.\n\nO governo tratou imediatamente de impor censura telegr\u00e1fica entre o Rio e as demais regi\u00f5es do pa\u00eds. As \u00fanicas not\u00edcias que circulavam eram aquelas que o pr\u00f3prio governo expedia.\n\nNa manh\u00e3 do dia 23, a esquadra revoltada come\u00e7ou a manobrar na ba\u00eda de Guanabara e, buscando chamar a aten\u00e7\u00e3o das autoridades, disparou esparsos tiros de canh\u00f5es de pequeno calibre contra o Rio e Niter\u00f3i.\n\nDurante os primeiros dias do levante, o governo n\u00e3o se manifestava, nem mesmo tentava qualquer rea\u00e7\u00e3o armada, porque os efetivos governamentais prontos para o combate empatavam em n\u00famero com os dos marujos rebelados que estavam no comando dos dois maiores navios de guerra brasileiros, O Minas Gerais e o S\u00e3o Paulo. Restou, ao governo, como solu\u00e7\u00e3o mais sensata, fazer contato com os revoltosos e conceder a anistia.\n\nOs revoltosos, vitoriosos, devolveram os navios de guerra. S\u00f3 que a anistia n\u00e3o durou 2 dias. Os revoltosos foram punidos, surgiram rumores de um novo levante. No dia 4 de dezembro foram presos 22 marinheiros suspeitos de conspira\u00e7\u00e3o. O governo estudava a possibilidade de decreta\u00e7\u00e3o do estado de s\u00edtio, que facilitaria o aprisionamento dos marujos do Minas Gerais, S\u00e3o Paulo, Deodoro e Bahia.\n\nEm 9 de dezembro, sem motivo aparente, explode uma nova revolta, dessa vez na fortaleza da ilha das Cobras. Alguns pra\u00e7as, ao sinal das 22 horas, sa\u00edram gritando liberdade! pelo p\u00e1tio.\n\nN\u00e3o faziam nenhum tipo de reivindica\u00e7\u00e3o. Dizia-se que, na verdade, aquilo fora tramado pelo pr\u00f3prio governo, para justificar a declara\u00e7\u00e3o de estado de s\u00edtio. De todo modo, Jo\u00e3o Candido e os outros l\u00edderes de 22 de novembro n\u00e3o aderiram ao levante. O Batalh\u00e3o Naval da ilha das cobras foi rapidamente massacrado e, n\u00e3o obstante a f\u00e1cil vit\u00f3ria militar, o governo decretou estado de s\u00edtio.\n\nNo dia seguinte, no cais, Jo\u00e3o Candido \u00e9 detido. Foi enfiado em uma cela com capacidade para um \u00fanico preso junto com mais 18 homens e condenado a 6 dias de p\u00e3o e \u00e1gua. 16 homens sairiam mortos.\n\nEntre os poucos sobreviventes da cela estava o l\u00edder da Revolta da Chibata, que teve sua pris\u00e3o prolongada at\u00e9 abril de 1911 de onde saiu transferido para um hosp\u00edcio, para mais tarde voltar \u00e0 pris\u00e3o comum.\n\nOs marujos rebelados em 1910 j\u00e1 cumpriam dez meses de pris\u00e3o, quando lhes chegou uma not\u00edcia inesperada. A Irmandade da Igreja Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, protetora dos negros, havia contratado para defende-los, no julgamento que se aproximava, tr\u00eas grandes advogados.\n\n<strong>Os tr\u00eas aceitaram a causa com uma \u00fanica condi\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0a de que n\u00e3o lhes dessem nada em troca.\n\nO julgamento durou 48 horas. A leitura da senten\u00e7a final foi feita depois das 3 horas da manh\u00e3.\n\n<strong>Resultado:<\/strong>\u00a0todos os marujos foram absolvidos por unanimidade.\n\n<strong>A REVOLTA DA CHIBATA (RIO DE JANEIRO-1910)<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-159799 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Revolt7-300x194.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"194\" \/><strong>Revolta da Chibata<\/strong><\/p>\nA\u00a0<strong>Revolta da Chibata<\/strong>\u00a0pode ser encarada como mais um daqueles momentos em que a sociedade, ou pelo menos parte dela, d\u00e1 um basta aos absurdos cometidos pelo poder institu\u00eddo.\n\nImagine! 1910 e os marinheiros da Marinha Brasileira eram castigados pelos seus superiores com surras de chibata!\n\nOs baixos sal\u00e1rios, a p\u00e9ssima alimenta\u00e7\u00e3o e os castigos corporais vinham a algum tempo gestando a revolta. A condena\u00e7\u00e3o do marinheiro Marcelino Rodrigues Menezes a uma surra de 250 chibatadas precipitou o conflito.\n\nLiderados pelo marinheiro negro Jo\u00e3o C\u00e2ndido, \u201co Almirante Negro\u201d como ficou conhecido, os marinheiros rebelados na Ba\u00eda da Guanabara tomaram quatro dos maiores navios de guerra brasileiros e amea\u00e7aram bombardear a Capital Federal. Exigiam melhor alimenta\u00e7\u00e3o e o fim dos castigos corporais.\n\nVitoriosos no seu entanto, o Congresso Nacional aprovou o fim da chibata. A repress\u00e3o ao movimento contudo, veio trai\u00e7oeiramente. Os rebelados, que haviam sido anistiados pelo Congresso Nacional, acabaram ilegalmente presos pelo governo \u2013 Hermes da Fonseca era presidente \u2013 e acabaram muitos deles mortos nas masmorras da ilha das Cobras.\n\nJo\u00e3o C\u00e2ndido sobreviveu falecendo na mis\u00e9ria em uma favela do Rio de Janeiro no ano de 1969.\n\nA can\u00e7\u00e3o a seguir foi a homenagem de Jo\u00e3o Bosco e Aldir Blanc a este her\u00f3i popular que apesar da repress\u00e3o e da marginaliza\u00e7\u00e3o impostas pelo Estado, conseguiu seu intento de jovem e a preserva\u00e7\u00e3o moral de sua imagem.\n\n<strong>O Mestre-sala dos mares<\/strong>\n<blockquote>H\u00e1 muito tempo\nNas \u00e1guas da Guanabara\nO drag\u00e3o do mar reapareceu,\nNa figura de um bravo marinheiro\nA quem a hist\u00f3ria n\u00e3o esqueceu.\nConhecido como almirante negro,\nTinha a dignidade de um mestre-sala,\nE ao acenar pelo mar\nNa alegria das regatas, foi saudado no porto\nPela mocinhas francesas,\nJovens polacas\nE por batalh\u00f5es de mulatas!\n\nRubras castatas\nJorravam das costas dos negros\nEntre cantos e chibatas,\nInundando o cora\u00e7\u00e3o\nDo pessoal do por\u00e3o\nQue a exemplo do marinheiro\nGritava!\nGl\u00f3ria aos piratas, \u00e0s mulatas,\n\u00c0s sereias!\nGl\u00f3ria \u00e0 farofa, \u00e0 cacha\u00e7a,\n\u00c0s baleias!\nGl\u00f3ria a todas as lutas ingl\u00f3rias\nQue atrav\u00e9s da nossa hist\u00f3ria\nN\u00e3o esquecemos Jamais!\n\nSalve o navegante negro\nQue tem por monumento\nAs pedras pisadas do cais\u2026<\/blockquote>\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0br.geocities.com\/www.libertaria.pro.br\/www.terrabrasileira.net\/members.tripod.com\/www.militantehp.hpg.ig.com.br\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revolta da Chibata, Brasil, Hist\u00f3ria, Movimento, L\u00edder, Marinheiros, 1910, Governo, Presidente, Causa, Jo\u00e3o C\u00e2ndido, O que foi, Revolta da Chibata<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10092,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-15154","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-do-brasil"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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