{"id":14811,"date":"2015-12-17T00:00:00","date_gmt":"2015-12-17T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/historia-do-brasil-2\/"},"modified":"2026-08-31T23:16:59","modified_gmt":"2026-08-31T23:16:59","slug":"historia-do-brasil-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/historia-do-brasil\/historia-do-brasil-2\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria do Brasil"},"content":{"rendered":"\nA rigor, a\u00a0<strong>Hist\u00f3ria do Brasil\u00a0<\/strong>come\u00e7ou com os ind\u00edgenas que aqui chegaram, h\u00e1 aproximadamente dez mil anos, origin\u00e1rios da \u00c1sia e da Polin\u00e9sia.\n\nAs sociedades ind\u00edgenas americanas mantiveram-se isoladas em rela\u00e7\u00e3o ao resto do mundo, at\u00e9 a chegada dos europeus no fim do s\u00e9culo XV e in\u00edcio do XVI.\n\nA partir de 1500, o Brasil e a Am\u00e9rica passaram a ser integrado no sistema capitalista que, nascido no continente europeu, terminou por tornar-se mundial. A economia do Brasil Col\u00f4nia foi organizada principalmente em fun\u00e7\u00e3o dos interesses e decis\u00f5es de governantes e empres\u00e1rios europeus, iniciando-se dessa forma a hist\u00f3ria de uma sociedade dependente.\n\nAs sociedades dependentes caracterizam-se por n\u00e3o possuir, no interior de suas fronteiras, a maior parte dos centros das decis\u00f5es mais importantes para seu desenvolvimento. O Brasil e a Am\u00e9rica espanhola, mesmo depois da independ\u00eancia e especialmente no tocante \u00e0 economia, se constitu\u00edram como sociedades dependentes da Europa Ocidental e, a partir do s\u00e9culo XIX, dos Estados Unidos. Dessa forma, para o estudo da hist\u00f3ria da Am\u00e9rica Latina, torna-se fundamental um m\u00ednimo de conhecimento da hist\u00f3ria dos pa\u00edses centrais do sistema capitalista internacional.\n\nA depend\u00eancia revela-se clara na\u00a0<strong>hist\u00f3ria do Brasil<\/strong>\u00a0desde a descoberta que, fundamentalmente, explica-se pelas mudan\u00e7as ocorridas na Europa dos fins da Idade M\u00e9dia com a crise do sistema feudal e o nascimento do capitalismo comercial.\n\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211; Pa\u00eds<\/strong>\n\n<strong>Brasil<\/strong>, oficialmente Rep\u00fablica Federativa do Brasil, Rep\u00fablica Portuguesa Federativa do Brasil, pa\u00eds da Am\u00e9rica do Sul que ocupa metade do continente.\n\n\u00c9 o quinto maior pa\u00eds do mundo, superado apenas em tamanho pela R\u00fassia, Canad\u00e1, China e Estados Unidos, embora sua \u00e1rea seja maior do que a dos 48 estados americanos cont\u00edguos.\n\nO<strong>\u00a0Brasil<\/strong>\u00a0fica de frente para o Oceano Atl\u00e2ntico ao longo de 7.400 km de costa e compartilha mais de 15.700 km de fronteiras internas com todos os pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, exceto Chile e Equador &#8211; especificamente, Uruguai ao sul; Argentina, Paraguai e Bol\u00edvia ao sudoeste; Peru a oeste; Col\u00f4mbia ao noroeste; e Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa ao norte.\n\nO\u00a0<strong>Brasil<\/strong>\u00a0se estende por cerca de 4.350 km de norte a sul e de leste a oeste para formar um vasto tri\u00e2ngulo irregular que abrange uma ampla gama de paisagens tropicais e subtropicais, incluindo p\u00e2ntanos, savanas, planaltos e montanhas baixas.\n\nO\u00a0<strong>Brasil\u00a0<\/strong>cont\u00e9m a maior parte da bacia do rio Amazonas, que possui o maior sistema fluvial do mundo e a mais extensa floresta tropical virgem do mundo. O pa\u00eds n\u00e3o cont\u00e9m ambientes des\u00e9rticos, montanhosos ou \u00e1rticos.\n\nO\u00a0<strong>Brasil<\/strong>\u00a0\u00e9 o quinto pa\u00eds mais populoso do planeta e responde por um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica Latina. A maioria dos habitantes do Brasil est\u00e1 concentrada ao longo da costa leste, embora sua capital, Bras\u00edlia, esteja localizada no interior e um n\u00famero crescente de migrantes esteja se mudando para o interior. O Rio de Janeiro, aos olhos de grande parte do mundo, continua sendo o \u00edcone proeminente do Brasil.\n\nAs cidades florescentes do pa\u00eds, os enormes complexos hidrel\u00e9tricos e industriais, as minas e as terras f\u00e9rteis fazem dela uma das maiores economias do mundo. No entanto, o Brasil luta com desigualdades sociais extremas, degrada\u00e7\u00e3o ambiental, crises financeiras intermitentes e um sistema pol\u00edtico \u00e0s vezes bloqueado.\n\nO\u00a0<strong>Brasil<\/strong>\u00a0\u00e9 \u00fanico nas Am\u00e9ricas porque, ap\u00f3s a independ\u00eancia de Portugal, n\u00e3o se fragmentou em pa\u00edses separados, como aconteceu com as possess\u00f5es brit\u00e2nicas e espanholas na regi\u00e3o; em vez disso, manteve sua identidade ao longo dos s\u00e9culos e em uma variedade de formas de governo. Por causa dessa hegemonia, a l\u00edngua portuguesa \u00e9 universal, exceto entre os \u00edndios nativos do Brasil, especialmente aqueles nas partes mais remotas da bacia amaz\u00f4nica.\n\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211; Sociedade<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>Hist\u00f3ria<\/strong>\u00a0\u00e9 uma das ci\u00eancias sociais empenhadas na reconstru\u00e7\u00e3o do passado e do presente, sendo muitas vezes extremamente dif\u00edcil estabelecer fronteiras entre cada um desses momentos do tempo.\n\n<strong>No seu trabalho o historiador utiliza fontes que podem ser:<\/strong>\u00a0escritas, como documentos oficiais e particulares, jornais, livros; orais, como discos ou fitas gravadas; ou visuais, quadros, gravuras, fotos e filmes.\n\nNa vida cotidiana deparamos com um sem-n\u00famero de fontes para os mais diversos estudos de Hist\u00f3ria.\n\n<strong>Por exemplo, para o pesquisador empenhado em descrever e explicar a sociedade brasileira na d\u00e9cada de 1980, seriam materiais importantes:<\/strong>\u00a0cadernos de contas de fam\u00edlias de v\u00e1rias classes; documentos mostrando o funcionamento de empresas; declara\u00e7\u00f5es de renda; decretos governamentais; panfletos sindicais e pol\u00edticos, livros, revistas, jornais, fotos e filmes.\n\nO historiador, como todo cientista, deve, num primeiro momento, definir o problema que deseja estudar, ap\u00f3s o qu\u00ea, passa a coletar a documenta\u00e7\u00e3o relativa ao tema, a\u00ed incluindo trabalhos j\u00e1 realizados por outros estudiosos.\n\n<strong>Por exemplo:\u00a0<\/strong>desejamos determinar os n\u00edveis de renda, consumo e poupan\u00e7a da classe m\u00e9dia, na cidade de S\u00e3o Paulo, no in\u00edcio dos anos setenta.\n\n<strong>As primeiras fontes para a nossa pesquisa podem ser oficiais:\u00a0<\/strong>documentos de entidades governamentais como o IBGE, Minist\u00e9rio da Fazenda, sobre sal\u00e1rios, pre\u00e7os e \u00edndices de poupan\u00e7a.\n\n<strong>Al\u00e9m da documenta\u00e7\u00e3o oficial, dever\u00edamos utilizar tamb\u00e9m documentos de outras fontes como:<\/strong>\u00a0sindicatos, jornais, institutos independentes de pesquisa.\n\nO estudo das fontes deve ser feito de forma cr\u00edtica. Nem tudo o que \u00e9 dito pelos materiais coletados para a pesquisa \u00e9 express\u00e3o da verdade. Ao longo da hist\u00f3ria, governos, institui\u00e7\u00f5es e pessoas tendem a afirmar, como verdade, aquilo que muitas vezes \u00e9 apenas express\u00e3o dos seus interesses. Essas mentiras podem ser deliberadas ou inconscientes. Cabe ao historiador comparar, criticar, estudar fontes de variadas tend\u00eancias, numa tentativa de reconstruir o que aconteceu da forma mais exata poss\u00edvel. Essas conclus\u00f5es, por sua vez, com o avan\u00e7o cient\u00edfico podem ser mais bem explicitadas, confirmadas ou negadas.\n\n<strong>A hist\u00f3ria e o tempo<\/strong>\n\nNo estudo das diversas sociedades, \u00e9 de grande import\u00e2ncia a observa\u00e7\u00e3o do seu desenvolvimento no tempo. Por isso, os estudos de Hist\u00f3ria recebem grande colabora\u00e7\u00e3o da cronologia, uma atividade cient\u00edfica que estuda a organiza\u00e7\u00e3o e as divis\u00f5es do tempo.\n\n<strong>Nos estudos de Hist\u00f3ria existe uma divis\u00e3o cronol\u00f3gica tradicional e b\u00e1sica:<\/strong>\u00a0<strong>em quatro grandes per\u00edodos:<\/strong>\u00a0a Antiguidade que durou aproximadamente de 4000 a.C. at\u00e9 o s\u00e9culo V da nossa era, quando se deu a queda do Imp\u00e9rio Romano do Ocidente; do s\u00e9culo V ao XV tivemos o per\u00edodo da Idade M\u00e9dia, cujo final \u00e9 assinalado pela queda de Constantinopla em 1453; a Idade Moderna, iniciada no s\u00e9culo XV, terminou no fim do s\u00e9culo XVIII com o in\u00edcio da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa; o momento que vai de 1789 at\u00e9 nossos dias foi chamado de Idade Contempor\u00e2nea.\n\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211;\u00a0<\/strong><b>Coloniza\u00e7\u00e3o<\/b>\n\nEm 1532, o rei de Portugal, D.Jo\u00e3o III, anuncia o povoamento do Brasil por meio da cria\u00e7\u00e3o das capitanias heredit\u00e1rias. O Brasil foi dividido em 14 capitanias, 15 lotes e 12 donat\u00e1rios.\n\nFracassado o projeto das capitanias heredit\u00e1rias, a Coroa Portuguesa faz, em 1549, a segunda tentativa para controlar o territ\u00f3rio e cria o primeiro Governo Geral, nomeando Tom\u00e9 de Souza como governador geral.\n\nEntre\u00a0os destaques desse per\u00edodo, a consolida\u00e7\u00e3o do projeto de coloniza\u00e7\u00e3o por Duarte da Costa, segundo governador geral, que introduz a produ\u00e7\u00e3o do a\u00e7\u00facar.\n\nEm 1580, a anexa\u00e7\u00e3o da Coroa portuguesa \u00e0 espanhola, tamb\u00e9m conhecida como Uni\u00e3o Ib\u00e9rica, trouxe preju\u00edzos para o Brasil. A Holanda, antiga aliada dos portugueses, se transformou em inimiga, atacando e ocupando grandes faixas do litoral brasileiro, onde constru\u00edram fortes e fundaram povoa\u00e7\u00f5es como a Cidade Maur\u00edcia, atual Recife. A ocupa\u00e7\u00e3o holandesa durou at\u00e9 1654, com o fim da Batalha dos Guararapes e a expuls\u00e3o dos invasores.\n\nLogo ap\u00f3s, na virada dos s\u00e9culos XVII e XVIII, inicia-se um novo ciclo econ\u00f4mico no pa\u00eds, o ciclo da minera\u00e7\u00e3o. Durante essa \u00e9poca, houve uma reestrutura\u00e7\u00e3o do sistema colonial brasileiro. Marqu\u00eas de Pombal, obedecendo as diretrizes do iluminismo ilustrado, finalizou a incorpora\u00e7\u00e3o das capitanias \u00e0 Coroa, promoveu pol\u00edticas de urbaniza\u00e7\u00e3o e de controle das fronteiras que atingisse todo o territ\u00f3rio, transferiu a capital de Salvador para o Rio de Janeiro (1762), elevou a col\u00f4nia \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de Vice-Reino e estimulou a diversifica\u00e7\u00e3o da agricultura e o desenvolvimento da incipiente ind\u00fastria colonial.\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-158985 size-full\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Histor4-1.jpg\" alt=\"\" width=\"492\" height=\"240\" \/><strong>Independ\u00eancia do Brasil<\/strong><\/p>\nTamb\u00e9m durante o s\u00e9culo XVIII, em 1792, ocorreu a Inconfid\u00eancia Mineira, primeiro movimento pela independ\u00eancia do Brasil, influenciado pelos ide\u00e1rios das Revolu\u00e7\u00f5es Americana e Francesa.\n\nA resposta da Coroa foi a devassa, repress\u00e3o que condenou \u00e0 morte e ao degredo os principais l\u00edderes do movimento, como Tiradentes, enforcado e esquartejado.\n\nOutro fator que colaborou para o processo de independ\u00eancia do Brasil foi a transfer\u00eancia da Corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808, em decorr\u00eancia das Invas\u00f5es Napole\u00f4nicas.\n\nA chegada da Fam\u00edlia Real abriu os portos brasileiros para todas as na\u00e7\u00f5es, reformou e remodelou a capital, estimulou a economia regional e desenvolveu a cultura do algod\u00e3o, cotado para a ind\u00fastria t\u00eaxtil inglesa.\n\n<strong>Brasil independente<\/strong>\n\nEm 9 de janeiro de 1822, contrariando a decis\u00e3o portuguesa de extinguir a reg\u00eancia brasileira e exigir a volta de D. Pedro, o Pr\u00edncipe Regente opta por permanecer no Brasil, em data que ficou conhecida como Dia do Fico. No mesmo ano, no dia 7 de setembro, o pa\u00eds se tornou independente e marcou o fim do tumultuado conflito com as tentativas de Portugal para recolocar o Brasil em seu status colonial.\n\nEm 1831, D. Pedro I, imperador do Brasil, ap\u00f3s confronto com deputados liberais, abdicou em favor de seu filho, de 5 anos de idade, e voltou para a Europa.\n\nInicia-se a Reg\u00eancia, que contou com per\u00edodos liberais e conservadores no poder. Para conter a onda conservadora, os liberais lan\u00e7aram a campanha vitoriosa da maioridade de D. Pedro II que, coroado, formou um Minist\u00e9rio liberal, substitu\u00eddo no ano seguinte por um conservador, inaugurando o costume de troca de Minist\u00e9rios que vigorou at\u00e9 o fim do Imp\u00e9rio.\n\nGrandes mudan\u00e7as pol\u00edticas ocorreram durante o reinado de D. Pedro II. A promulga\u00e7\u00e3o da Lei de Terras, em 1850, aumentou o poder dos propriet\u00e1rios de terra e donos de escravos com a proibi\u00e7\u00e3o da posse da terra aos que nela j\u00e1 habitavam, al\u00e9m da expuls\u00e3o dos \u00edndios e posseiros que l\u00e1 viviam desde os tempos coloniais.\n\nJ\u00e1 em 1888, a assinatura da Lei \u00c1urea, pela Princesa Isabel, que extinguia a escravid\u00e3o, atendeu os interesses capitalistas da Inglaterra, como demonstrado pela Lei Bill Aberdeen, de 1845, em que se deu permiss\u00e3o para os navios ingleses atacarem, em \u00e1guas internacionais, navios brasileiros envolvidos com o tr\u00e1fico de escravos.\n\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211; Rep\u00fablica<\/strong>\n\nUm ano depois, em 1889, \u00e9 proclamada a Rep\u00fablica, decorrente de diversos motivos, entre eles os atritos com a Igreja Cat\u00f3lica, o abandono do apoio pol\u00edtico dos grandes fazendeiros em virtude da aboli\u00e7\u00e3o da escravatura, a aus\u00eancia de iniciativas com vistas ao desenvolvimento do pa\u00eds, a manuten\u00e7\u00e3o de um regime pol\u00edtico de castas e censit\u00e1rio e o afastamento do Brasil em rela\u00e7\u00e3o aos demais pa\u00edses do continente americano.\n\nO Marechal Deodoro da Fonseca inaugurou o per\u00edodo conhecido como Rep\u00fablica Velha, caracterizado pela pol\u00edtica do caf\u00e9 com leite, a altern\u00e2ncia no poder de representantes dos estados de Minas Gerais e S\u00e3o Paulo, e a prioridade do modelo agr\u00e1rio exportador em detrimento da industrializa\u00e7\u00e3o.\n\nA d\u00e9cada de 20 foi marcada por diversos movimentos contestadores da ordem pol\u00edtica e social, como a Semana de Arte Moderna de 1922 e o Tenentismo.\n\nEsses eventos e o crash da bolsa em 1929 auxiliaram, junto com a insatisfa\u00e7\u00e3o da classe pol\u00edtica de outros estados fora do eixo \u201ccaf\u00e9-com-leite\u201d, Get\u00falio Vargas a liderar a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930, que instaurou no Brasil um novo modelo de desenvolvimento industrial e urbano, apoiado pelo populismo e a institui\u00e7\u00e3o de medidas que beneficiaram os trabalhadores, como a institui\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio m\u00ednimo. At\u00e9 1945, Vargas foi o comandante do pa\u00eds, de modo a instituir o regime ditatorial em 1937, por meio de uma Constitui\u00e7\u00e3o inspirada no fascismo italiano, a \u201cpolaca\u201d.\n\nA onda democratizante do p\u00f3s 2\u00aa Guerra, em 1945, for\u00e7ou Get\u00falio Vargas a organizar elei\u00e7\u00f5es, cujos partidos foram criados por decreto e sob forte controle.\n\nOs dois maiores, o Partido Social Democrata (PSD) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), articularam uma alian\u00e7a nacional que durou 15 anos. Get\u00falio ainda voltaria ao poder em 1950 e se suicidaria 4 anos depois, sob acusa\u00e7\u00f5es de ser o mandante de um crime pol\u00edtico e pressionado a renunciar por diversos setores da sociedade brasileira.\n\nJuscelino Kubitschek, vitorioso nas elei\u00e7\u00f5es em 1955, institucionalizou o Plano de Metas e consolidou o Modelo Desenvolvimentista, cujo s\u00edmbolo foi a cria\u00e7\u00e3o de uma nova capital no Planalto Central, Bras\u00edlia, inaugurada em 1960.\n\nQuatro anos depois, em 1964, os militares tomaram o poder e, por meio de ato institucional, o AI-5, em 1969, iniciaram uma persegui\u00e7\u00e3o a todos que fossem considerados como amea\u00e7a ao regime.\n\nO cen\u00e1rio pol\u00edtico nacional \u00e9 marcado pelo autoritarismo, supress\u00e3o dos direitos constitucionais, persegui\u00e7\u00e3o policial e militar, pris\u00e3o e tortura dos opositores e pela imposi\u00e7\u00e3o de censura pr\u00e9via aos meios de comunica\u00e7\u00e3o. Na economia, institui-se diversifica\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria e servi\u00e7os, sustentada por mecanismos de concentra\u00e7\u00e3o de renda, endividamento externo e abertura ao capital estrangeiro.\n\nA ditadura militar durou at\u00e9 1985, ano em que se iniciou a transi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, pressionada por grande mobiliza\u00e7\u00e3o popular, conhecida como Diretas J\u00e1.\n\nO per\u00edodo conhecido como Nova Rep\u00fablica tem como primeiro presidente Tancredo Neves, que \u00e9 internado na v\u00e9spera da posse e morre cerca de um m\u00eas depois, em 21 de abril de 1985. Jos\u00e9 Sarney assume em seu lugar. No plano econ\u00f4mico, destaca-se a infla\u00e7\u00e3o galopante e o Plano Cruzado, a primeira tentativa, fracassada, de estabilizar a moeda.\n\nNas primeiras elei\u00e7\u00f5es diretas para presidente, em 1989, se enfrentaram no segundo turno Fernando Collor de Mello e Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT). Collor, vitorioso, apresenta um ambicioso programa de estabiliza\u00e7\u00e3o da economia, o Plano Collor, que confiscou contas correntes e poupan\u00e7as de boa parte da popula\u00e7\u00e3o e fez voltar a infla\u00e7\u00e3o galopante, al\u00e9m de agravar a recess\u00e3o, presente desde a d\u00e9cada anterior.\n\nAcusado pelo irm\u00e3o de envolvimento em esquema de corrup\u00e7\u00e3o, Collor foi investigado por uma Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito (CPI). Ao mesmo tempo, jovens, que passaram a ser conhecidos como \u201ccaras pintadas\u201d saem \u00e0s ruas exigindo o impeachment de Collor, que \u00e9 afastado pelo Congresso, em 1992, assumindo o vice, Itamar Franco.\n\nItamar Franco nomeou em 1994 o senador Fernando Henrique Cardoso para Ministro da Fazenda e foi criado o Plano Real, que teve sucesso em promover a estabiliza\u00e7\u00e3o da moeda. Nas elei\u00e7\u00f5es desse ano se enfrentam, no segundo turno, Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, do PT, e Fernando Henrique Cardoso (FHC), do Partido Social-Democrata Brasileiro (PSDB), que sai vitorioso.\n\nFHC \u00e9 reeleito em 1998 e se mant\u00e9m no poder at\u00e9 2002, quando Lula \u00e9 eleito. Em 2006, \u00e9 a vez do candidato do PT ser reeleito como Presidente da Rep\u00fablica, cargo que exerce at\u00e9 hoje.\n\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211; As Grandes Navega\u00e7\u00f5es<\/strong>\n\nAs\u00a0<strong>Grandes Navega\u00e7\u00f5es<\/strong>\u00a0foram realizadas pelos europeus, que viajaram pelo Oceano Atl\u00e2ntico em busca de novas terras e mercados comerciais.\n\nA principal raz\u00e3o para esse empreendimento foi a quest\u00e3o econ\u00f4mica, pois naquela \u00e9poca, os comerciantes europeus compravam as especiarias que viam da \u201crota do mediterr\u00e2neo\u201d, mas nessa rota, havia muitos intermedi\u00e1rios, que faziam os pre\u00e7os das especiarias se elevarem. Ent\u00e3o os comerciantes europeus precisaram achar uma nova rota, pois se continuassem comprando pela rota do mediterr\u00e2neo, nunca iriam conseguir ampliar o seu mercado e perderia a sua clientela, por causa dos altos pre\u00e7os cobrados.\n\nPortugal foi o pioneiro nas\u00a0<strong>Grandes Navega\u00e7\u00f5es<\/strong>\u00a0porque tinha uma atividade pesqueira mar\u00edtima bem desenvolvida, a burguesia tinha um grande interesse de financiar para aumentar os seus dom\u00ednios (mercados comerciais).\n\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211; Per\u00edodo pr\u00e9-colonial<\/strong>\n\nO\u00a0<strong>per\u00edodo pr\u00e9-colonial no Brasil<\/strong>\u00a0ocorreu entre 1500 a 1530, e \u00e9 caracterizado como um per\u00edodo em que o Brasil est\u00e1 sendo apenas estudado, isto \u00e9, os portugueses estavam fazendo um pequeno reconhecimento do territ\u00f3rio. Houve algumas expedi\u00e7\u00f5es e em duas delas, se confirmaram a exist\u00eanciade uma \u00e1rvore, o pau-brasil, que era utilizado em tinturaria, e com isso, atraiu muitos navegadores para contrabandear a madeira.\n\nQuando a coroa portuguesa tomou conhecimento desse contrabando, foram enviadas algumas expedi\u00e7\u00f5es para combat\u00ea-las, por\u00e9m como o territ\u00f3rio brasileiro \u00e9 muito extenso, dificultaria e muito o combate ao tr\u00e1fico, ent\u00e3o o \u00fanico meio encontrado para evitar isso era colonizar o Brasil e formar grupos de povoamento.\n\nNessa \u00e9poca, os portugueses estavam dando mais aten\u00e7\u00e3o na conquista do mercado de especiarias do oriente, que era muito lucrativo, por isso, e quando eles chegaram no Brasil, n\u00e3o encontraram nenhum metal precioso ou algo que lhe desse \u00f3timos lucro e por causa desses fatores que eles n\u00e3o dava aten\u00e7\u00e3o a terra descoberta.\n\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211; O Sistema Colonial<\/strong>\n\nO Brasil s\u00f3 come\u00e7ou a ser explorado em 1530, isto \u00e9, 30 anos ap\u00f3s de ser \u201cdescoberto\u201d por Cabral.\n\n<strong>Mas por que os portugueses s\u00f3 se interessaram em colonizar o Brasil ap\u00f3s 1530?<\/strong>\n\nPorque naquela \u00e9poca, as especiarias orientais davam \u00f3timos lucros aos portugueses, mas os outros pa\u00edses europeus come\u00e7aram a navegar nessa rota, fazendo com que o pre\u00e7o das especiarias se desvalorizasse, trazendo preju\u00edzo aos portugueses, por\u00e9m havia outros fatores que levaram Portugal a se preocupar, pois os pa\u00edses europeus \u2013 Fran\u00e7a, Inglaterra, Holanda \u2013 estavam invadindo a sua col\u00f4nia (Brasil), e Portugal n\u00e3o queria perder um vasto territ\u00f3rio inexplorado, com grandes probabilidades de se encontrarem metais preciosos.\n\nPor causa desses fatores, que Portugal iniciou a explora\u00e7\u00e3o, mas com ela, tamb\u00e9m iniciou uma atividade econ\u00f4mica para atrair a aten\u00e7\u00e3o de aventureiros em busca de se enriquecerem rapidamente e voltarem para Portugal.\n\nA\u00a0<strong>coloniza\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0que ocorreu no Brasil, foi uma coloniza\u00e7\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o, porque a col\u00f4nia produzia somente para o mercado externo (o mercado europeu), com um \u00fanico objetivo, o de obter lucro, e por isso que foi usada a m\u00e3o-de-obra escrava. A t\u00e9cnica utilizada nas planta\u00e7\u00f5es eram rudimentares, logo n\u00e3o se importavam em ensinar os escravos,pois os colonos produziam uma mercadoria para obter uma quantidade muito grande, n\u00e3o se importando com a qualidade.\n\n<strong>Porque foram os holandeses que investiram o seu capital no Brasil em 1530?<\/strong>\n\nPois naquela \u00e9poca, Portugal n\u00e3o possu\u00eda condi\u00e7\u00f5es financeiras para os gastos da constru\u00e7\u00e3o dos engenhos e transporte de mercadorias produzidas por este, e naquela \u00e9poca, s\u00f3 a Holanda tinha as condi\u00e7\u00f5es de realizar o transporte e investir na compra dos mat\u00e9rias e escravos.\n\n<strong>O expansionismo do territ\u00f3rio brasileiro<\/strong>\n\nA expans\u00e3o territorial se iniciou aproximadamente em 1630, pois foi quando o colonizador come\u00e7ou a achar fontes de riquezas, principalmente o ouro.\n\nOs bandeirantes foram um dos principais elementos que contribu\u00edram para a expans\u00e3o do territ\u00f3rio, porque na Capitania de S\u00e3o Vicente os engenhos n\u00e3o davam lucros e as pessoas que a habitavam queriam se enriquecer, ent\u00e3o a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o encontrada foi a corrida para o ouro.\n\n<strong>Houve quatro ciclos no per\u00edodo das bandeiras que foram:<\/strong>\n<blockquote><strong>Ciclo do sertanismo de contrato:\u00a0<\/strong>Foi a \u00e9poca em que os bandeirantes eram mercen\u00e1rios e lutavam ao lado do governo em servi\u00e7os particulares, isto \u00e9, sufocar rebeli\u00f5es e foram contratados para destruir os quilombos (no qual foi destru\u00eddo o quilombo dos palmares).<strong>\nCiclo do ouro de lavagem:\u00a0<\/strong>Foi o ciclo onde foram encontrados ouro nos leitos de rios, que eram de f\u00e1cil extra\u00e7\u00e3o.<strong>\nCiclo de ca\u00e7a ao \u00edndio:\u00a0<\/strong>Neste ciclo, os bandeirantes foram ao encontro das miss\u00f5es jesu\u00edticas para aprisionar os \u00edndios catequisados e vend\u00ea-los aos engenhos baianos, pois os holandeses havia invadido as col\u00f4nias portuguesas na \u00c1frica e bloquearam o fornecimento de escravos para os engenhos que n\u00e3o tinha um contrato com os holandeses. Mas eles foram expulsos da \u00c1frica, fazendo com que o tr\u00e1fico de escravos voltassem ao normal e que os bandeirantes voltassem a sua aten\u00e7\u00e3o a procura do ouro, agora em mina.<strong>\nCiclo do ouro encontrado em mina:\u00a0<\/strong>No final do s\u00e9culo XVII, foi encontrado ouro na serra da Mantiqueira, em Minas Gerais, so que a quantidade foi em grande escala. Tamb\u00e9m foi encontrado ouro no Mato Grosso e Goi\u00e1s. Com a descoberta destas minas, as migra\u00e7\u00f5es para essas regi\u00f5es foi muito grande. Foi o in\u00edcio do povoamento do oeste do Brasil.<\/blockquote>\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211; Brasil Imp\u00e9rio<\/strong>\n\nA\u00a0<strong>Independ\u00eancia do Brasil<\/strong>\u00a0ocorreu em 7 de setembro de 1822, ela foi baseada na independ\u00eancia dos E.U.A. Ela foi realizada pela aristocracia, e por isso, a sociedade continuou escravista.\n\nAp\u00f3s a abdica\u00e7\u00e3o de D. Pedro I, que foi abdicado em 1831, foi considerado com a finaliza\u00e7\u00e3o da nossa independ\u00eancia.\n\nO per\u00edodo Regencial, que se iniciou em 1831 e se estendeu at\u00e9 1840 foi caracterizado por v\u00e1rios conflitos sociais como A Cabanagem, A Sabinada, A Farroupilha e A Balaiada.\n\nNo per\u00edodo das Reg\u00eancias, como D.PedroII (filho de D. Pedro I) era menor de idade para governar, ent\u00e3o o Partido Brasileiro que assumiu o poder ap\u00f3s a abdica\u00e7\u00e3o de D. Pedro I, formando A Reg\u00eancia Trina Provis\u00f3ria, com isso remontou o Minist\u00e9rio dos Brasileiros, anistiou as pessoas presas por quest\u00f5es pol\u00edticas, suspens\u00e3o tempor\u00e1ria do Poder Moderador, decidiu tornar indissol\u00favel a C\u00e2mara dos Deputados.\n\n<strong>Na Reg\u00eancia Trina Permanente, foram formados tr\u00eas partidos pol\u00edticos:\u00a0<\/strong>o Liberal Moderado, o Liberal Exaltado e o Restaurador.\n\n<strong>Foi tamb\u00e9m na Reg\u00eancia Trina Permanente que houve o Ato Adicional que decretava:\u00a0<\/strong>extin\u00e7\u00e3o do conselho de estado, concess\u00e3o da autonomia para as prov\u00edncias, substitui\u00e7\u00e3o da Reg\u00eancia Trina Permanente pela Reg\u00eancia Una, cria\u00e7\u00e3o das Assembl\u00e9ias Legislativas Provinciais.\n\nHouve a Reg\u00eancia Una de Diogo Feij\u00f3 e a Reg\u00eancia Una de Ara\u00fajo Lima, que n\u00e3o conseguiram resolver os conflitos sociais e ent\u00e3o os partidos pol\u00edticos se uniram e deram o golpe da maioridade, aonde D. Pedro II assumiu o trono\n\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211; Brasil Rep\u00fablica<\/strong>\n\nOs militares tomaram o poder com o aux\u00edlio da aristocracia e Proclamaram a Rep\u00fablica em 15 de novembro de 1889.\n\nA Rep\u00fablica da Espada foi caracterizada por uma disputa pol\u00edtica, entre os militares e os fazendeiros, pois cada grupo tinha seus ideais.\n\nNa Rep\u00fablica Velha, o voto deixou de ser censit\u00e1rio, mas eram controlados pelos coron\u00e9is, grandes fazendeiros que compravam a patente de coronel. O poder do pa\u00eds ainda estavam nas m\u00e3os dos grandes fazendeiros.\n\nNa metade do s\u00e9culo XX, se iniciou o decl\u00ednio da oligarquia cafeeira, pois naquela \u00e9poca, a ind\u00fastria estava sendo implantada no pa\u00eds, e com isso, o surgimento de uma nova classe, a burguesia industrial.\n\n<strong>Hist\u00f3ria do Brasil &#8211; Cronologia<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-158986 size-full\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Histor5-1.jpg\" alt=\"\" width=\"572\" height=\"257\" \/><strong>Descobrimento do Brasil<\/strong><\/p>\n<strong>Descobrimentos<\/strong>\n<blockquote><strong>1389:<\/strong>\u00a0Tem in\u00edcio a dinastia de Avis, com D. Jo\u00e3o I, iniciando-se a hist\u00f3ria da expans\u00e3o mar\u00edtima portuguesa.<strong>\n1415:\u00a0<\/strong>Os portugueses conquistaram a cidade norte-africana de Ceuta. Este \u00e9 o marco inaugural da expans\u00e3o mar\u00edtima.<strong>\n1453:<\/strong>\u00a0Tomada de Constantinopla pelos turcos. Este \u00e9 o in\u00edcio da Idade Moderna. O com\u00e9rcio no Mediterr\u00e2neo sofre bloqueio turco. O epis\u00f3dio d\u00e1 novo impulso \u00e0 necessidade de se procurar novo caminho para as \u00cdndias.<strong>\n1488:<\/strong>\u00a0O navegador Bartolomeu Dias dobra o Cabo da Boa Esperan\u00e7a.<strong>\n1492:\u00a0<\/strong>Crist\u00f3v\u00e3o Colombo, navegando a servi\u00e7o da Espanha, descobre a Am\u00e9rica.<strong>\n1494:\u00a0<\/strong>Espanha e Portugal assinam o Tratado de Tordesilhas.<strong>\n1498:\u00a0<\/strong>Vasco da Gama atinge Calicute, na \u00cdndia, contornando a costa africana.<strong>\n1499:<\/strong>\u00a0Os irm\u00e3os Pinz\u00f3n percorrem a costa das Guianas e do Brasil, at\u00e9 a altura do rio Amazonas.<\/blockquote>\n<strong>Brasil Col\u00f4nia<\/strong>\n<blockquote><strong>1500:<\/strong>\u00a0Pedro \u00c1lvares Cabral chega ao Brasil, tomando posse da terra em nome da Coroa Portuguesa.<strong>\n1509:\u00a0<\/strong>Diogo \u00c1lvares Correia (O Caramuru) funda o primeiro estabelecimento portugu\u00eas no Brasil.<strong>\n1530<\/strong>: Expedi\u00e7\u00e3o colonizadora de Martim Afonso ao Brasil.<strong>\n1532:\u00a0<\/strong>Funda\u00e7\u00e3o, por Martim Afonso, da primeira vila do Brasil, a Vila de S\u00e3o Vicente.<strong>\n1534:<\/strong>\u00a0O Brasil \u00e9 dividido em capitanias heredit\u00e1rias. In\u00edcio da coloniza\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica.<strong>\n1548:\u00a0<\/strong>Cria-se o governo-geral com o intuito de centralizar a administra\u00e7\u00e3o da Col\u00f4nia.<strong>\n1550:\u00a0<\/strong>Chega a Salvador a primeira leva de escravos africanos.<strong>\n1555:<\/strong>\u00a0Os franceses fundam a Fran\u00e7a Ant\u00e1rtida, no Rio de Janeiro.<strong>\n1556:\u00a0<\/strong>Proibi\u00e7\u00e3o oficial da Coroa espanhola quanto ao emprego das palavras \u201cconquista\u201d e \u201cconquistador\u201d.<strong>\n1567:<\/strong>\u00a0Os franceses s\u00e3o expulsos do Rio de Janeiro.<strong>\n1570:<\/strong>\u00a0Carta r\u00e9gia de D. Sebasti\u00e3o garantindo a liberdade dos \u00edndios. Mas as leis n\u00e3o s\u00e3o suficientes para conter os ataques e viol\u00eancias contra os \u00edndios.<strong>\n1571<\/strong>: D. Sebasti\u00e3o decreta que somente navios portugueses transportem mercadorias para o Brasil.<strong>\n1580:<\/strong>\u00a0In\u00edcio do dom\u00ednio espanhol, tamb\u00e9m chamado Uni\u00e3o Ib\u00e9rica. Prolonga-se at\u00e9 1640.<strong>\n1612:<\/strong>\u00a0Os franceses invadem o Maranh\u00e3o e fundam a Fran\u00e7a Equinocial.<strong>\n1615:<\/strong>\u00a0Os franceses s\u00e3o expulsos do Maranh\u00e3o.<strong>\n1624:<\/strong>\u00a0Os holandeses invadem a capital da Col\u00f4nia, Salvador.<strong>\n1625:<\/strong>\u00a0Os holandeses s\u00e3o expulsos da Bahia.<strong>\n1630:<\/strong>\u00a0Os holandeses iniciam a invas\u00e3o de Pernambuco. S\u00f3 ser\u00e3o expulsos em 1654.<strong>\n1635:<\/strong>\u00a0\u00c9 liq\u00fcidada a resist\u00eancia luso-brasileira comandada por Matias de Albuquerque.<strong>\n1637:<\/strong>\u00a0Maur\u00edcio de Nassau chega ao Brasil e inicia sua habilidosa administra\u00e7\u00e3o. D. Jo\u00e3o IV restaura o trono portugu\u00eas pondo fim ao dom\u00ednio espanhol.<strong>\n1644:<\/strong>\u00a0Desentendendo-se com a Companhia das \u00cdndias Ocidentais, Maur\u00edcio de Nassau deixa o cargo de governador.<strong>\n1648:<\/strong>\u00a0Vit\u00f3ria dos luso-brasileiros contra os holandeses na primeira batalha dos Guararapes ( a segunda foi em 1649).<strong>\n1654:\u00a0<\/strong>Os holandeses assinam sua rendi\u00e7\u00e3o na Campina da Taborda.<strong>\n1661:\u00a0<\/strong>Os holandeses reconhecem oficialmente a perda do nordeste brasileiro e assinam o tratado de paz de Haia.<strong>\n1674:<\/strong>\u00a0Bandeira de Fern\u00e3o Dias Pais Leme parte em dire\u00e7\u00e3o ao sert\u00e3o de Minas Gerais.<strong>\n1684:\u00a0<\/strong>Explode, no Maranh\u00e3o, a Revolta liderada pelo senhor de engenho Manuel Beckman.<strong>\n1690 a 1695:\u00a0<\/strong>S\u00e3o encontradas as primeiras jazidas de ouro no Brasil.<strong>\n1694:<\/strong>\u00a0O bandeirante Domingos Jorge Velho (sertanismo de contrato) destr\u00f3i o quilombo dos Palmares.<strong>\n1701:\u00a0<\/strong>\u00c9 proibida a cria\u00e7\u00e3o de gado numa faixa de dez l\u00e9guas a partia do litoral.<strong>\n1702:<\/strong>\u00a0\u00c9 criada a Intend\u00eancia das Minas, tendo como fun\u00e7\u00e3o b\u00e1sica distribuir terras para a explora\u00e7\u00e3o do ouro e cobrar tributos para a Fazenda Real.<strong>\n1703:\u00a0<\/strong>Portugal e Inglaterra assinam o Tratado de Methuen (Tratado dos Panos e Vinhos), que teve importante repercuss\u00e3o na vida econ\u00f4mica portuguesa.<strong>\n1708:\u00a0<\/strong>Tem in\u00edcio a Guerra dos Emboabas.<strong>\n1710:\u00a0<\/strong>Explode a Guerra dos Mascates, conflito entre os senhores de engenho de Olinda e os comerciantes de Recife.<strong>\n1713:<\/strong>\u00a0Tratado de Utrecht (a Fran\u00e7a aceitava o rio Oiapoque como limite entre a Guiana e o Brasil).<strong>\n1715:\u00a0<\/strong>Tratado de Utrecht ( a Espanha concordava em devolver a Col\u00f4nia do Sacramento a Portugal).<strong>\n1720:<\/strong>\u00a0S\u00e3o criadas as Casas de Fundi\u00e7\u00e3o, onde todo o ouro deveria ser levado para a transforma\u00e7\u00e3o em barras. Ao receber o ouro, as Casas retiravam a parte correspondente ao imposto (quinto). Nesse mesmo ano, explode a Revolta de Vila Rica, em protesto contra a cria\u00e7\u00e3o das Casas de Fundi\u00e7\u00e3o.<strong>\n1729:\u00a0<\/strong>Tem in\u00edcio a produ\u00e7\u00e3o de diamantes no arraial do Tijuco, atual cidade de Diamantina, em Minas Gerais.<strong>\n1750:<\/strong>\u00a0\u00c9 determinado que o resultado do quinto n\u00e3o poderia ser menor do que 100 arrobas de ouro por ano. Tratado de Madri estabelece a posse portuguesa al\u00e9m da linha de Tordesilhas. Al\u00e9m disso, determinava que a Col\u00f4nia do Sacramento pertencia aos espanh\u00f3is, e a regi\u00e3o dos Sete Povos das Miss\u00f5es pertencia aos portugueses.<strong>\n1759:\u00a0<\/strong>Expuls\u00e3o dos jesu\u00edtas do Brasil, por determina\u00e7\u00e3o do marqu\u00eas do Pombal.<strong>\n1761:\u00a0<\/strong>Acordo do Pardo (Espanha e Portugal anulam o Tratado de Madri).<strong>\n1763:\u00a0<\/strong>A capital do Estado do Brasil \u00e9 transferida de Salvador para o Rio de Janeiro.<strong>\n1765:<\/strong>\u00a0Foi decretada a Derrama, pela qual obrigava-se a popula\u00e7\u00e3o mineradora a completar a soma acumulada do imposto devido.<strong>\n1771:\u00a0<\/strong>Come\u00e7a a funcionar a en\u00e9rgica atua\u00e7\u00e3o da Intend\u00eancia dos Diamantes.<strong>\n1777:<\/strong>\u00a0Tratado de Santo Ildefonso (a Espanha ficaria com a Col\u00f4nia do Sacramento e a regi\u00e3o dos Sete Povos das Miss\u00f5es, mas devolveria terras que havia ocupado nos atuais estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul).<strong>\n1789:<\/strong>\u00a0Organiza-se a Conjura\u00e7\u00e3o Mineira, que teve como desfecho a condena\u00e7\u00e3o \u00e0 morte de Tiradentes (21 de abril de 1792).<strong>\n1798:\u00a0<\/strong>Prepara-se a Conjura\u00e7\u00e3o Baiana, que contou com significativa participa\u00e7\u00e3o das camadas populares. Esta rebeli\u00e3o teve como desfecho a pena de morte aplicada a Jo\u00e3o de Deus, Manuel Faustino, Lucas Dantas e Lu\u00eds Gonzaga das Virgens (8 de novembro de 1799).<strong>\n1801:<\/strong>\u00a0Tratado de Badaj\u00f3s (a Espanha renuncia \u00e0 posse dos Sete Povos das Miss\u00f5es, e Portugal confirma o direito espanhol \u00e0 Col\u00f4nia do Sacramento).<strong>\n1806<\/strong>: Napole\u00e3o Bonaparte decreta o Bloqueio Continental contra a Inglaterra.<strong>\n1807:<\/strong>\u00a0Recusando-se a aderir ao Bloqueio Continental, Portugal \u00e9 invadido por tropas franco-espanholas. Em novembro desse ano, a fam\u00edlia real abandona o territ\u00f3rio portugu\u00eas, transferindo a sede do reino para o Brasil.<strong>\n1808:<\/strong>\u00a0D. Jo\u00e3o chega ao Brasil. Pressionado pela Inglaterra, assina o decreto da abertura dos portos, rompendo com o monop\u00f3lio do com\u00e9rcio colonial.<strong>\n1810:<\/strong>\u00a0Portugal e Inglaterra assinam um tratado de com\u00e9rcio, que fixa em 15% a taxa alfandeg\u00e1ria (ad valorem) sobre produtos ingleses vendidos para o Brasil. Os demais pa\u00edses pagavam 24%, e Portugal 16%.<strong>\n1815:\u00a0<\/strong>Eleva\u00e7\u00e3o do Brasil \u00e0 categoria de Reino Unido \u00e0 Portugal e Algarves.<strong>\n1817:\u00a0<\/strong>Explode a Revolu\u00e7\u00e3o Pernambucana, tendo como ideal a proclama\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica e a elabora\u00e7\u00e3o de uma Constitui\u00e7\u00e3o liberal. Os revoltosos ocupam o poder, por pouco tempo. A revolu\u00e7\u00e3o foi violentamente reprimida<strong>\n1820:\u00a0<\/strong>Eclode em Portugal a Revolu\u00e7\u00e3o do Porto, liderada pela burguesia lusitana. Os revoltosos exigem a volta de D. Jo\u00e3o VI ao pa\u00eds.<strong>\n1821<\/strong>: D. Jo\u00e3o VI \u00e9 obrigado a deixar o Brasil, depois de t\u00ea-lo governado por mais de 12 anos. Em seu lugar fica o pr\u00edncipe regente D. Pedro.<strong>\n1822:<\/strong>\u00a0No dia 7 de setembro, D. Pedro proclama a independ\u00eancia do Brasil. Inicia-se o per\u00edodo mon\u00e1rquico, que durou 67 anos.<\/blockquote>\n<strong>Brasil Imp\u00e9rio<\/strong>\n<blockquote><strong>1823:\u00a0<\/strong>Instala-se, no dia 3 de maio, a Assembl\u00e9ia Constituinte encarregada de elaborar a primeira Constitui\u00e7\u00e3o do Brasil. Criando um sistema eleitoral baseado na renda em farinha de mandioca, o anteprojeto ficou conhecido como a Constitui\u00e7\u00e3o da Mandioca. Em novembro, D. Pedro I dissolve a Assembl\u00e9ia.<strong>\n1824:\u00a0<\/strong>\u00c9 outorgada no dia 25 de mar\u00e7o, por decreto imperial, a primeira Constitui\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. No dia 25 de julho, explode a Confedera\u00e7\u00e3o do Equador.<strong>\n1825:\u00a0<\/strong>Os revolucion\u00e1rios cisplatinos assumem o controle militar da prov\u00edncia Cisplatina.<strong>\n1826:\u00a0<\/strong>Morre, em Portugal, D. Jo\u00e3o VI. Aberta a sucess\u00e3o do trono, D. Pedro I torna-se o leg\u00edtimo pretendente, mas abdica seu direito em favor de sua filha D. Maria da Gl\u00f3ria.<strong>\n1828:<\/strong>\u00a0\u00c9 assinado um tratado de paz entre Brasil e Argentina, pelo qual ambos os pa\u00edses aceitavam a funda\u00e7\u00e3o de Rep\u00fablica Oriental do Uruguai.<strong>\n1831:\u00a0<\/strong>D. Pedro I abdica o trono brasileiro em favor de seu filho Pedro de Alc\u00e2ntara. A Reg\u00eancia Trina Provis\u00f3ria assume o poder at\u00e9 junho desse ano. A partir dessa data, o governo \u00e9 transferido para a Reg\u00eancia Trina Permanente. O per\u00edodo regencial vai at\u00e9 1840.<strong>\n1832:<\/strong>\u00a0O ministro da Justi\u00e7a, padre Feij\u00f3, renuncia ao cargo.<strong>\n1834:<\/strong>\u00a0D. Pedro I morre em Portugal. \u00c9 aprovado o Ato Adicional, introduzindo modifica\u00e7\u00f5es na Constitui\u00e7\u00e3o do imp\u00e9rio.<strong>\n1835:\u00a0<\/strong>In\u00edcio da Reg\u00eancia Una do padre Feij\u00f3. No Par\u00e1, explode a Cabanagem; no sul, a Farroupilha.<strong>\n1837:\u00a0<\/strong>O Regente Feij\u00f3 renuncia ao cargo. Tem in\u00edcio a Reg\u00eancia Una de Ara\u00fajo Lima. Na Bahia, explode a Sabinada.<strong>\n1838:<\/strong>\u00a0A Balaiada tem in\u00edcio, no Maranh\u00e3o.<strong>\n1840:\u00a0<\/strong>Termina o Per\u00edodo Regencial, com a decreta\u00e7\u00e3o da maioridade de D. Pedro II. In\u00edcio do Segundo Reinado. \u00c9 aprovada a lei interpretativa do Ato Adicional, limitando a autonomia das prov\u00edncias.<strong>\n1842:<\/strong>\u00a0Revolta dos liberais em S\u00e3o Paulo e Minas Gerais.<strong>\n1847:<\/strong>\u00a0\u00c9 criado o cargo de presidente do Conselho de Ministros. Introdu\u00e7\u00e3o dos primeiros imigrantes na fazenda de caf\u00e9 Ibicaba, em S\u00e3o Paulo.<strong>\n1848:\u00a0<\/strong>Explode a Revolu\u00e7\u00e3o Praieira, a \u00faltima grande revolta liberal do imp\u00e9rio.<strong>\n1850:<\/strong>\u00a0\u00c9 extinto o tr\u00e1fico de escravos no Brasil.<strong>\n1854:<\/strong>\u00a0Inaugura\u00e7\u00e3o da primeira estrada de ferro do Brasil.<strong>\n1865:<\/strong>\u00a0In\u00edcio da Guerra do Paraguai.<strong>\n1870:<\/strong>\u00a0Fim da Guerra do Paraguai. \u00c9 publicado o Manifesto Republicano, no Rio de Janeiro.<strong>\n1873:\u00a0<\/strong>\u00c9 fundado o Partido Republicano Paulista, na Conven\u00e7\u00e3o de Itu, em S\u00e3o Paulo.<strong>\n1888:\u00a0<\/strong>\u00c9 promulgada a Lei \u00c1urea, declarando extinta a escravid\u00e3o no Brasil.<strong>\n1889:\u00a0<\/strong>Fim do imp\u00e9rio. Proclama\u00e7\u00e3o da rep\u00fablica.<\/blockquote>\n<strong>Brasil Rep\u00fablica<\/strong>\n<blockquote><strong>1889:\u00a0<\/strong>Instala\u00e7\u00e3o do governo provis\u00f3rio da rep\u00fablica.<strong>\n1891:<\/strong>\u00a0\u00c9 promulgada a primeira Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. Deodoro da Fonseca \u00e9 eleito, pelo Congresso Nacional, presidente da rep\u00fablica. Em novembro desse ano, renuncia ao cargo e Floriano Peixoto assume o poder.<strong>\n1892:<\/strong>\u00a0Manifesto dos Treze Generais, exigindo a convoca\u00e7\u00e3o de novas elei\u00e7\u00f5es presidenciais. Primeira Revolta da Armada.<strong>\n1893:\u00a0<\/strong>Explode a Segunda Revolta da Armada, liderada pelo almirante Cust\u00f3dio Jos\u00e9 de Melo. Tem in\u00edcio a Revolu\u00e7\u00e3o Federalista, no Rio Grande do Sul.<strong>\n1894:<\/strong>\u00a0Tem in\u00edcio o governo de Prudente de Morais. Ant\u00f4nio Conselheiro come\u00e7a a organizar o arraial de Canudos.<strong>\n1897:\u00a0<\/strong>O arraial de Canudos \u00e9 destru\u00eddo por tropas federais.<strong>\n1898:<\/strong>\u00a0T\u00eam in\u00edcio o governo de Campos Salles e a montagem da pol\u00edtica dos governadores.<strong>\n1903:<\/strong>\u00a0O Acre \u00e9 incorporado ao Brasil, pelo Tratado de Petr\u00f3polis, encerrando-se disputas com a Bol\u00edvia.<strong>\n1904:<\/strong>\u00a0Revolta da Vacina, no Rio de Janeiro.<strong>\n1906:\u00a0<\/strong>O Conv\u00eanio de Taubat\u00e9 prop\u00f5e solu\u00e7\u00f5es para a crise de superprodu\u00e7\u00e3o do caf\u00e9. Os governos estaduais deveriam comprar e estocar a produ\u00e7\u00e3o excedente.<strong>\n1910:\u00a0<\/strong>Revolta da Chibata, no Rio de Janeiro.<strong>\n1912:\u00a0<\/strong>In\u00edcio da Guerra do Contestado, movimento messi\u00e2nico.<strong>\n1914:<\/strong>\u00a0In\u00edcio da Primeira Guerra Mundial, que se prolonga at\u00e9 1918. Nesse per\u00edodo, o processo industrial brasileiro recebe grande impulso.<strong>\n1916:<\/strong>\u00a0Fim da Guerra do Contestado.<strong>\n1920:\u00a0<\/strong>Cresce o descontentamento social contra o tradicional sistema olig\u00e1rquico que dominava o pa\u00eds.<strong>\n1922:\u00a0<\/strong>Revolta do Forte de Copacabana (Os 18 do Forte), sendo a primeira revolta do movimento tenentista. Desenvolve-se em S\u00e3o Paulo a Semana de Arte Moderna.<strong>\n1924:\u00a0<\/strong>Eclode em S\u00e3o Paulo outra revolta tenentista contra o governo federal. Tem in\u00edcio a Coluna Prestes.<strong>\n1929:<\/strong>\u00a0O mundo ocidental \u00e9 abalado por uma grave crise econ\u00f4mica, refletida no Brasil pela violenta queda dos pre\u00e7os do caf\u00e9. Forma\u00e7\u00e3o da Alian\u00e7a Liberal (Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Para\u00edba).<strong>\n1930:\u00a0<\/strong>Estoura no Rio Grande do Sul a Revolu\u00e7\u00e3o de 1930, que for\u00e7ou a deposi\u00e7\u00e3o de Washington Lu\u00eds, dando um fim \u00e0 Rep\u00fablica Velha. Instala-se o governo revolucion\u00e1rio de Get\u00falio Vargas.<strong>\n1932:<\/strong>\u00a0Eclode a Revolu\u00e7\u00e3o Constitucionalista. Funda\u00e7\u00e3o do Integralismo (AIB).<strong>\n1933:\u00a0<\/strong>Realizam-se elei\u00e7\u00f5es para a escolha dos membros da Assembl\u00e9ia Nacional Constituinte.<strong>\n1934:<\/strong>\u00a0\u00c9 promulgada a segunda Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica.<strong>\n1935:<\/strong>\u00a0O governo decreta o fechamento da Alian\u00e7a Nacional Libertadora. Eclodem rebeli\u00f5es militares em batalh\u00f5es do Rio Grande do Norte, de Pernambuco e do Rio de Janeiro (Intentona Comunista).<strong>\n1937:\u00a0<\/strong>Tem in\u00edcio o Estado novo. Uma nova Constitui\u00e7\u00e3o \u00e9 imposta ao pa\u00eds.<strong>\n1939:\u00a0<\/strong>In\u00edcio da Segunda Guerra Mundial.<strong>\n1941:<\/strong>\u00a0Funda\u00e7\u00e3o da Companhia Sider\u00fargica Nacional, marco do desenvolvimento industrial brasileiro.<strong>\n1942:<\/strong>\u00a0O Brasil declara guerra \u00e0s pot\u00eancias do Eixo.<strong>\n1944:<\/strong>\u00a0A FEB (For\u00e7a Expedicion\u00e1ria Brasileira) vai para a It\u00e1lia.<strong>\n1945:\u00a0<\/strong>As For\u00e7as Armadas obrigam \u00e0 ren\u00fancia de Get\u00falio Vargas. Fim da Segunda Guerra Mundial.<strong>\u00a0In\u00edcio da Guerra Fria:<\/strong>\u00a0EUA \u00b4 URSS<strong>\n1946:<\/strong>\u00a0\u00c9 promulgada a quarta Constitui\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica. In\u00edcio do governo Dutra.<strong>\n1947:<\/strong>\u00a0O governo Dutra decreta a extin\u00e7\u00e3o do Partido Comunista.<strong>\n1951:<\/strong>\u00a0Get\u00falio Vargas, por elei\u00e7\u00f5es populares, retorna \u00e0 presid\u00eancia da rep\u00fablica.<strong>\n1953:\u00a0<\/strong>O governo Vargas cria a PETROBR\u00c1S.<strong>\n1954:\u00a0<\/strong>O governo concede aumento de 100% aos assalariados. Em 24 de agosto, Vargas suicida-se.<strong>\n1955:<\/strong>\u00a0Juscelino Kubitschec \u00e9 eleito presidente da Rep\u00fablica.<strong>\n1956:<\/strong>\u00a0O governo de Juscelino, com base em seu Plano de Metas, empreende diversas realiza\u00e7\u00f5es desenvolvimentistas.<strong>\n1960:<\/strong>\u00a0Inaugura\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia. J\u00e2nio Quadros \u00e9 eleito presidente da rep\u00fablica.<strong>\n1961:<\/strong>\u00a0J\u00e2nio Quadros realiza um curto per\u00edodo de governo. Renuncia \u00e0 presid\u00eancia em 25 de agosto de 1961. O vice-presidente Jo\u00e3o Goulart assume sob o sistema parlamentarista.<strong>\n1963:<\/strong>\u00a0Um plebiscito popular revela a prefer\u00eancia dos brasileiros pela volta do sistema presidencialista.<strong>\n1964:\u00a0<\/strong>Um golpe militar derruba Jo\u00e3o Goulart da presid\u00eancia da rep\u00fablica. O marechal Castelo Branco assume a presid\u00eancia da rep\u00fablica em nome do movimento militar que dep\u00f4s Jo\u00e3o Goulart.<strong>\n1965:<\/strong>\u00a0Extinguem-se todos os partidos pol\u00edticos, instituindo-se o bipartidarismo (ARENA e MDB).<strong>\n1967:\u00a0<\/strong>\u00c9 promulgada uma Nova Constitui\u00e7\u00e3o Federal. Costa e Silva assume a presid\u00eancia da rep\u00fablica.<strong>\n1968:\u00a0<\/strong>\u00c9 editado o Ato Institucional n\u00ba 5.<strong>\n1969:\u00a0<\/strong>Em raz\u00e3o da doen\u00e7a de Costa e Silva, uma Junta Militar assume o poder, impedindo a posse do vice-presidente Pedro Aleixo. A Junta Militar entrega o poder ao general M\u00e9dici.<strong>\n1973:\u00a0<\/strong>O pa\u00eds vive o per\u00edodo do \u201cmilagre brasileiro\u201d.<strong>\n1974:<\/strong>\u00a0In\u00edcio do governo do general Geisel.<strong>\n1979:<\/strong>\u00a0in\u00edcio do governo do general Jo\u00e3o Figueiredo. Promove-se a abertura pol\u00edtica.<strong>\n1982:\u00a0<\/strong>Em 15 de novembro realizam-se em todo o pa\u00eds elei\u00e7\u00f5es diretas para governador de estado.<strong>\n1983:\u00a0<\/strong>A crise econ\u00f4mica do pa\u00eds agrava as tens\u00f5es populares. Diversos supermercados s\u00e3o saqueados.<strong>\n1985:<\/strong>\u00a0Fim do regime militar. Tancredo \u00e9 eleito presidente, mas falece antes de tomar posse. In\u00edcio do governo de Sarney.<strong>\n1986:\u00a0<\/strong>Plano Cruzado I e II.<strong>\n1988:<\/strong>\u00a0Promulga\u00e7\u00e3o da oitava Constitui\u00e7\u00e3o do Brasil (5 de outubro).<strong>\n1989:<\/strong>\u00a0\u00c9 realizada a primeira elei\u00e7\u00e3o direta para presidente da rep\u00fablica em quase 30 anos.<strong>\n1990:<\/strong>\u00a0Posse do presidente eleito, Fernando Collor de Mello. Plano Collor I.<strong>\n1991:<\/strong>\u00a0Plano Collor II.<strong>\n1992:<\/strong>\u00a0Impeachment do preisdente Collor. O vice Itamar Franco assume a presid\u00eancia da rep\u00fablica.<strong>\n1994:<\/strong>\u00a0Plano Real derruba e controla a infla\u00e7\u00e3o.\n<strong>1995:<\/strong>\u00a0Fernando Henrique Cardoso do PSDB toma posse como presidente da Rep\u00fablica. Fica no poder por dois mandatos.\n<strong>1998:<\/strong>\u00a0Fernando Henrique \u00e9 reeleito presidente.\n<strong>2002:<\/strong>\u00a0Lula do Partido dos Trabalhadores \u00e9 eleito presidente do Brasil.\n<strong>2006:\u00a0<\/strong>Lula \u00e9 reeleito presidente da Rep\u00fablica.\n<strong>2010:<\/strong>\u00a0Dilma Rousseff do PT \u00e9 eleita para presidente do Brasil.<\/blockquote>\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0www.colegiosaofrancisco.com.br\/www.historiadobrasil.hpg.ig.com.br\/members.tripod.com\n<p align=\"center\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3ria do Brasil, Sociedades, Rep\u00fablica, Col\u00f4nia, Imp\u00e9rio, Coloniza\u00e7\u00e3o, Sistema, Portugueses, Ciclo, Per\u00edodo, Resumo, Hist\u00f3ria do Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8745,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[54],"tags":[],"class_list":["post-14811","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-do-brasil"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - 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