{"id":14591,"date":"2015-12-14T00:00:00","date_gmt":"2015-12-14T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/"},"modified":"2026-08-31T23:11:09","modified_gmt":"2026-08-31T23:11:09","slug":"problemas-ambientais-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/meio-ambiente-2\/problemas-ambientais-2\/","title":{"rendered":"Problemas Ambientais"},"content":{"rendered":"\n<strong>Problemas Ambientais &#8211; O que s\u00e3o<\/strong>\n\nTodos sabemos que o mundo tem seus problemas, principalmente no que diz respeito ao meio ambiente. Mas poucos de n\u00f3s conhecemos os detalhes e as hist\u00f3rias por tr\u00e1s desses problemas.\n\nOs\u00a0<strong>problemas ambientais<\/strong>\u00a0podem ser encontrados em todas as \u00e1reas do mundo e afetam a terra, a \u00e1gua e o ar. Alguns resultam do que os humanos retiram do meio ambiente, na forma de terra para agricultura e acomoda\u00e7\u00e3o para uma popula\u00e7\u00e3o em r\u00e1pido crescimento; recursos minerais e combust\u00edveis f\u00f3sseis; e madeira.\n\nEsses problemas incluem desmatamento, eros\u00e3o, danos aos ecossistemas e redu\u00e7\u00f5es na biodiversidade.\n\nOutros problemas decorrem do que os humanos colocam no meio ambiente, na forma de v\u00e1rios poluentes. Essas quest\u00f5es incluem mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, danos \u00e0 camada de oz\u00f4nio, polui\u00e7\u00e3o urbana e chuva \u00e1cida.\n\nNosso\u00a0<strong>meio ambiente<\/strong>\u00a0enfrenta v\u00e1rios problemas, e muitos deles parecem estar se agravando com o tempo, levando-nos a um momento de verdadeira crise ambiental. Torna-se, por isso, cada vez mais importante sensibilizar para a exist\u00eancia destas quest\u00f5es, bem como para o que pode ser feito para reduzir o seu impacto negativo.\n\n<strong>Problemas Ambientais \u2013 Causa<\/strong>\n\nOs\u00a0<strong>problemas ambientais\u00a0<\/strong>podem ser encontrados em todas as \u00e1reas do mundo e afetam a terra, a \u00e1gua e o ar.\n\nAlguns resultam do que os humanos retiram do meio ambiente, na forma de terra para agricultura e acomoda\u00e7\u00e3o para uma popula\u00e7\u00e3o em r\u00e1pido crescimento; recursos minerais e combust\u00edveis f\u00f3sseis; e madeira.\n\nEsses problemas incluem desmatamento, eros\u00e3o, danos aos ecossistemas e redu\u00e7\u00f5es na biodiversidade. Outros problemas decorrem do que os humanos colocam no meio ambiente, na forma de v\u00e1rios poluentes.\n\nEssas quest\u00f5es incluem mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, danos \u00e0 camada de oz\u00f4nio, polui\u00e7\u00e3o urbana e chuva \u00e1cida.\n\nNosso meio ambiente enfrenta v\u00e1rios problemas, e muitos deles parecem estar se agravando com o tempo, levando-nos a um momento de verdadeira crise ambiental. Torna-se, por isso, cada vez mais importante sensibilizar para a exist\u00eancia destas quest\u00f5es, bem como para o que pode ser feito para reduzir o seu impacto negativo.\n\n<strong>Algumas das quest\u00f5es-chave s\u00e3o:<\/strong>\n\n<strong>Degrada\u00e7\u00e3o ambiental<\/strong>\n\nUm dos aspectos mais divulgados da degrada\u00e7\u00e3o \u00e9 o\u00a0<strong>desmatamento<\/strong>. Na floresta amaz\u00f4nica em particular, as \u00e1rvores est\u00e3o sendo derrubadas em um ritmo alarmante para fornecer mais terra para a agricultura.\n\nIsso est\u00e1 amea\u00e7ando a sobreviv\u00eancia de muitas esp\u00e9cies animais, por exemplo, a on\u00e7a-pintada. Em Born\u00e9u e Sumatra, outro animal da floresta, o orangotango, est\u00e1 amea\u00e7ado pelo mesmo motivo.\n\nO\u00a0<strong>desmatamento<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m pode levar \u00e0 eros\u00e3o do solo. As \u00e1rvores estabilizam o solo com suas ra\u00edzes, reduzem a intensidade da chuva que atinge o solo e ajudam os solos a reter a umidade.\n\nQuando eles s\u00e3o removidos, a chuva forte pode lavar rapidamente o solo e, durante os per\u00edodos de seca, o solo exposto e dessecado pode ser removido pelo vento.\n\nO desmatamento em colinas e montanhas pode levar a inunda\u00e7\u00f5es, pois a \u00e1gua pode correr livremente pelas encostas, e tamb\u00e9m pode resultar em deslizamentos de terra desastrosos.\n\nEm alguns casos, campanhas bem-sucedidas foram lan\u00e7adas para aliviar alguns desses problemas. Por exemplo, nos Estados Unidos, o corte de terras florestais estava destruindo o habitat da coruja manchada do norte, uma esp\u00e9cie amea\u00e7ada. Ap\u00f3s uma longa a\u00e7\u00e3o judicial, no entanto, a extra\u00e7\u00e3o de madeira foi reduzida nessas \u00e1reas. A partir de 2013, h\u00e1 campanhas em andamento para salvar uma variedade de animais amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>Polui\u00e7\u00e3o do ar<\/strong>\n\nEste \u00e9 um problema global que afeta a atmosfera, oceanos, lagos e rios, e tamb\u00e9m a terra. Muitas atividades humanas resultam na libera\u00e7\u00e3o de produtos qu\u00edmicos t\u00f3xicos no ar ou na \u00e1gua, que podem danificar o meio ambiente ou causar problemas de sa\u00fade nas pessoas. Dois dos piores poluentes do ar s\u00e3o o di\u00f3xido de enxofre (SO<sub>2<\/sub>) e o di\u00f3xido de nitrog\u00eanio (NO<sub>2<\/sub>).\n\nO SO<sub>2<\/sub>\u00a0\u00e9 produzido por compostos de enxofre em combust\u00edveis f\u00f3sseis, particularmente carv\u00e3o, enquanto o NO<sub>2<\/sub>\u00a0vem principalmente de escapamentos de carros.\n\nAmbos s\u00e3o t\u00f3xicos e altos n\u00edveis em ambientes urbanos podem causar ou agravar problemas respirat\u00f3rios em humanos.\n\nEsses gases tamb\u00e9m s\u00e3o respons\u00e1veis pela\u00a0<strong>chuva \u00e1cida<\/strong>. Ambos sofrem rea\u00e7\u00f5es na atmosfera que produzem \u00e1cidos fortes, que se dissolvem na \u00e1gua da chuva.\n\nA\u00a0<strong>chuva<\/strong>\u00a0resultante pode aumentar a acidez dos solos e lagos, matando esp\u00e9cies sens\u00edveis, e pode danificar diretamente \u00e1rvores e outras plantas. Tamb\u00e9m pode danificar alguns edif\u00edcios e monumentos de pedra.\n\nOutro motivo de preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 o esgotamento da\u00a0<strong>camada de oz\u00f4nio<\/strong>, no alto da atmosfera. Esta camada absorve a luz ultravioleta, particularmente as formas mais prejudiciais, minimizando a exposi\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel do solo.\n\nA libera\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>produtos qu\u00edmicos<\/strong>\u00a0conhecidos como clorofluorcarbonos (CFCs), usados em aeross\u00f3is, \u00e9 respons\u00e1vel por danificar essa camada e aumentar potencialmente a exposi\u00e7\u00e3o de humanos, animais e plantas a n\u00edveis perigosos de luz ultravioleta. Esses produtos qu\u00edmicos foram proibidos nos EUA e no Canad\u00e1, mas muitos outros pa\u00edses ainda os utilizam.\n\nA\u00a0<strong>polui\u00e7\u00e3o do ar<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m pode assumir a forma de pequenas part\u00edculas. Muitos processos de combust\u00e3o, como fogueiras de madeira e carv\u00e3o, fog\u00f5es a lenha e a queima de combust\u00edvel em carros, produzem min\u00fasculas part\u00edculas de carbono, na forma de fuligem e fuma\u00e7a. Estes podem afetar o clima, reduzindo a transpar\u00eancia da atmosfera e agindo como \u201cn\u00facleos de condensa\u00e7\u00e3o\u201d, que estimulam a condensa\u00e7\u00e3o do vapor de \u00e1gua em got\u00edculas, aumentando a cobertura de nuvens. Em n\u00edveis mais baixos, esses poluentes \u201cparticulados\u201d podem contribuir para problemas respirat\u00f3rios nas pessoas.\n\n<strong>Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas<\/strong>\n\nUm dos maiores problemas ambientais enfrentados pela humanidade \u00e9 devido a um poluente que normalmente n\u00e3o \u00e9 diretamente prejudicial aos seres humanos. O di\u00f3xido de carbono (CO<sub>2<\/sub>) \u00e9 produzido em grandes quantidades pela queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis, por exemplo, por carros, processos industriais e avi\u00f5es. Ele ret\u00e9m o calor na atmosfera da Terra e \u00e9 o g\u00e1s de \u201cestufa\u201d mais importante.\n\nAcredita-se que o aumento dos n\u00edveis resultantes das atividades humanas esteja elevando as temperaturas do ar e dos oceanos em todo o planeta, um fen\u00f4meno conhecido como \u201caquecimento global\u201d ou \u201cmudan\u00e7a clim\u00e1tica\u201d. Isso, por sua vez, parece estar causando o derretimento de geleiras e mantos de gelo em grande escala, o que pode levar \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar e \u00e0 conseq\u00fcente perda de grandes \u00e1reas valiosas, terras agr\u00edcolas de baixa altitude e o deslocamento de um grande n\u00famero de pessoas.\n\nAs\u00a0<strong>mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m podem ter um efeito dr\u00e1stico na agricultura devido \u00e0s mudan\u00e7as na temperatura e na precipita\u00e7\u00e3o.\n\nMuitas plantas cultivadas podem ser incapazes de se adaptar a condi\u00e7\u00f5es mais secas ou \u00famidas. As secas podem afetar algumas \u00e1reas, enquanto outras podem sofrer inunda\u00e7\u00f5es, devido ao aumento das chuvas.\n\nPode ser que o aquecimento dos oceanos leve a furac\u00f5es mais frequentes e mais severos.\n\n<strong>Polui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua<\/strong>\n\nIsso pode ocorrer atrav\u00e9s da libera\u00e7\u00e3o de res\u00edduos industriais, por exemplo, das atividades de minera\u00e7\u00e3o e refino de metais, em c\u00f3rregos e rios, de onde podem chegar ao oceano.\n\nUma variedade de metais t\u00f3xicos pode afetar a vida aqu\u00e1tica e marinha e pode se acumular na cadeia alimentar, representando uma amea\u00e7a para os seres humanos.\n\nOutra importante fonte de polui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua s\u00e3o os fertilizantes, que podem ser levados para rios e lagos a partir de terras agr\u00edcolas, causando um fen\u00f4meno conhecido como eutrofiza\u00e7\u00e3o. Nitratos e fosfatos, presentes em fertilizantes e essenciais para o crescimento das plantas, tamb\u00e9m podem promover a multiplica\u00e7\u00e3o descontrolada de algas em lagos, causando uma \u201cflora\u00e7\u00e3o de algas\u201d.\n\nIsso reduz a qualidade da \u00e1gua e os n\u00edveis de oxig\u00eanio e pode matar os peixes.\n\n<strong>Esp\u00e9cies invasivas<\/strong>\n\nOs seres humanos geralmente introduzem esp\u00e9cies animais e vegetais em \u00e1reas fora de seu alcance natural. \u00c0s vezes isso \u00e9 feito intencionalmente e \u00e0s vezes n\u00e3o, mas muitas vezes pode levar a s\u00e9rios problemas ambientais. Animais de estima\u00e7\u00e3o dom\u00e9sticos podem matar a vida selvagem local, enquanto plantas de jardim n\u00e3o nativas podem escapar e se estabelecer em uma nova \u00e1rea, substituindo esp\u00e9cies nativas, talvez porque n\u00e3o tenham predadores naturais em seu novo ambiente.\n\nO aumento das viagens internacionais significa que organismos causadores de doen\u00e7as podem ser facilmente introduzidos em novas \u00e1reas, onde podem causar devasta\u00e7\u00e3o entre esp\u00e9cies que n\u00e3o t\u00eam resist\u00eancia natural.\n\n<strong>Solu\u00e7\u00f5es<\/strong>\n\nAs\u00a0<strong>solu\u00e7\u00f5es<\/strong>\u00a0para muitos desses problemas exigir\u00e3o a\u00e7\u00f5es de governos em todo o mundo, por exemplo, para reduzir a queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis e desenvolver recursos de energia renov\u00e1vel. As pessoas comuns, no entanto, podem fazer suas pr\u00f3prias contribui\u00e7\u00f5es; por exemplo, reduzir as viagens de carro ajuda a reduzir os n\u00edveis de di\u00f3xido de carbono, \u00f3xidos de nitrog\u00eanio e fuligem.\n\nEvitar voos de longa dist\u00e2ncia sempre que poss\u00edvel tamb\u00e9m pode ajudar.\n\nAs empresas podem desempenhar um papel usando instala\u00e7\u00f5es de teleconfer\u00eancia para que os funcion\u00e1rios n\u00e3o precisem viajar para reuni\u00f5es e permitindo que a equipe trabalhe on-line em casa, quando poss\u00edvel.\n\nOs indiv\u00edduos tamb\u00e9m podem ajudar de muitas maneiras pequenas, como minimizar o uso de fertilizantes de jardim, n\u00e3o us\u00e1-los quando houver previs\u00e3o de chuva, recolher lixo e lixo que possa prejudicar a vida selvagem e descartar adequadamente produtos qu\u00edmicos nocivos.\n\n<strong>Problemas Ambientais \u2013 Hist\u00f3ria<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-160940 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Proble4-300x210.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"210\" \/><strong>Problemas Ambientais<\/strong><\/p>\nPor cerca de 4 bilh\u00f5es de anos o balan\u00e7o ecol\u00f3gico do planeta esteve protegido. Com o surgimento do homem, meros 100 mil anos, o processo degradativo do meio ambiente tem sido proporcional \u00e0 sua evolu\u00e7\u00e3o.\n\nNo Brasil, o in\u00edcio da influ\u00eancia do homem sobre o meio ambiente pode ser notada a partir da chegada dos portugueses. Antes da ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio brasileiro, os ind\u00edgenas que aqui habitavam (estimados em 8 milh\u00f5es) sobreviviam basicamente da explora\u00e7\u00e3o de recursos naturais, por isso, utilizavam-nos de forma sustent\u00e1vel.\n\nAp\u00f3s a extermina\u00e7\u00e3o de grande parte dos \u00edndios pelos portugueses, o n\u00famero de habitantes do Brasil se reduziu a tr\u00eas milh\u00f5es no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX.\n\nFoi nesse per\u00edodo que come\u00e7aram as intensas devasta\u00e7\u00f5es do nosso territ\u00f3rio.\n\n\u00c0 \u00e9poca, o homem se baseava em cren\u00e7as religiosas que pregavam que os recursos naturais eram infind\u00e1veis, ent\u00e3o, o t\u00e9rmino de uma explora\u00e7\u00e3o se dava com a extenua\u00e7\u00e3o dos recursos do local. Infelizmente, essa cultura tem passado de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o e at\u00e9 os dias de hoje ainda predomina.\n\n<strong>Com a descoberta do petr\u00f3leo em 1857 nos EUA, o homem saltou para uma nova era:<\/strong>\u00a0o mundo industrializado, que trouxe como uma das principais conseq\u00fc\u00eancias a polui\u00e7\u00e3o.\n\nOu seja, al\u00e9m de destruirmos as reservas naturais sobrecarregamos o meio ambiente com poluentes.\n\n<strong>Os acontecimentos decorrentes da industrializa\u00e7\u00e3o dividiram o povo em duas classes econ\u00f4micas:<\/strong>\u00a0os que espoliavam e os que eram espoliados. A primeira classe acumulava economias e conhecimento, enquanto a segunda vivia no estado mais prec\u00e1rio poss\u00edvel. A segunda classe pela falta de recursos, utilizava desordenadamente as reservas naturais, causando a degrada\u00e7\u00e3o de \u00e1reas agricult\u00e1veis e de recursos h\u00eddricos e, com isso, aumentando a pobreza (PORTUGAL, 2002).\n\nO modelo econ\u00f4mico atual est\u00e1 baseado na concentra\u00e7\u00e3o e exclus\u00e3o de renda. Ambos os modelos econ\u00f4micos afetam o meio ambiente.\n\nA pobreza pelo fato de s\u00f3 sobreviver pelo uso predat\u00f3rio dos recursos naturais e os ricos pelos padr\u00f5es de consumo insustent\u00e1veis.\n\nAs causas das agress\u00f5es ao meio ambiente s\u00e3o de ordem pol\u00edtica, econ\u00f4mica e cultural. A sociedade ainda n\u00e3o absorveu a import\u00e2ncia do meio ambiente para sua sobreviv\u00eancia.\n\nO homem branco sempre considerou os \u00edndios como povos n\u00e3o civilizados, por\u00e9m esses &#8220;povos n\u00e3o civilizados&#8221; sabiam muito bem a import\u00e2ncia da natureza para sua vida.\n\nO homem civilizado tem usado os recursos naturais inescrupulosamente priorizando o lucro em detrimento das quest\u00f5es ambientais. Todavia, essa gan\u00e2ncia tem um custo alto, j\u00e1 vis\u00edvel nos problemas causados pela polui\u00e7\u00e3o do ar e da \u00e1gua e no n\u00famero de doen\u00e7as derivadas desses fatores.\n\nA preocupa\u00e7\u00e3o com o meio ambiente caminha a passos lentos no Brasil, ao contr\u00e1rio dos pa\u00edses desenvolvidos, principalmente em fun\u00e7\u00e3o de prioridades ainda maiores como, p. ex., a pobreza.\n\nAs car\u00eancias em tantas \u00e1reas impedem que sejam empregadas tecnologias\/ investimentos na \u00e1rea ambiental. Dessa forma, estamos sempre atrasados com rela\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses desenvolvidos e, com isso, continuamos poluindo.\n\nA \u00fanica forma para evitar problemas futuros, de ainda maiores degrada\u00e7\u00f5es do meio ambiente, \u00e9 atrav\u00e9s de legisla\u00e7\u00f5es r\u00edgidas e da consci\u00eancia ecol\u00f3gica.\n\n<strong>PROBLEMAS AMBIENTAIS ATUAIS<\/strong>\n\nEmbora estejam acontecendo v\u00e1rios empreendimentos por parte de empresas, novas leis tenham sido sancionadas, acordos internacionais estejam em vigor, a realidade apontada pelas pesquisas mostra que os problemas ambientais ainda s\u00e3o enormes e est\u00e3o longe de serem solucionados.\n\n<strong>\u00c9 preciso lembrar que o meio ambiente n\u00e3o se refere apenas as \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o e lugares paradis\u00edacos, mas sim a tudo que nos cerca:<\/strong>\u00a0\u00e1gua, ar, solo, flora, fauna, homem, etc.\n\nCada um desses itens est\u00e1 sofrendo algum tipo de degrada\u00e7\u00e3o. Em seguida ser\u00e3o apresentados alguns dados dessa cat\u00e1strofe.\n\n<strong>FAUNA<\/strong>\n\nA fauna brasileira \u00e9 uma das mais ricas do mundo com 10% das esp\u00e9cies de r\u00e9pteis (400 esp\u00e9cies) e mam\u00edferos (600 esp\u00e9cies), 17% das esp\u00e9cies de aves (1.580 esp\u00e9cies) a maior diversidade de primatas do planeta e anf\u00edbios (330 esp\u00e9cies); al\u00e9m de 100.000 esp\u00e9cies de invertebrados.\n\nAlgumas esp\u00e9cies da fauna brasileira se encontram extintas e muitas outras correm o risco.\n\nDe acordo com o IBGE h\u00e1 pelo menos 330 esp\u00e9cies e subesp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, sendo 34 esp\u00e9cies de insetos, 22 de r\u00e9pteis, 148 de aves e 84 de mam\u00edferos.\n\nAs principais causas da extin\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies faun\u00edsticas s\u00e3o a destrui\u00e7\u00e3o de habitats, a ca\u00e7a\/pesca predat\u00f3rias, a introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies estranhas a um determinado ambiente e a polui\u00e7\u00e3o.\n\nO tr\u00e1fico de animais silvestres movimenta cerca de 10 bilh\u00f5es de d\u00f3lares\/ano, sendo que 10% corresponde ao mercado brasileiro, com perda de 38 milh\u00f5es de esp\u00e9cimes.\n\nA polui\u00e7\u00e3o, assim como a ca\u00e7a predat\u00f3ria, altera a cadeia alimentar e dessa forma pode haver o desaparecimento de uma esp\u00e9cie e superpopula\u00e7\u00e3o de outra. P. ex., o gafanhoto serve de alimento para sapos, que serve de alimento para cobras que serve de alimento para gavi\u00f5es que quando morrem servem de alimento para os seres decompositores.\n\nSe houvesse uma diminui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de gavi\u00f5es devido \u00e0 ca\u00e7a predat\u00f3ria, aumentaria a popula\u00e7\u00e3o de cobras, uma vez que esses s\u00e3o seus maiores predadores. Muitas cobras precisariam de mais alimentos e, conseq\u00fcentemente, o n\u00famero de sapos diminuiria e aumentaria a popula\u00e7\u00e3o de gafanhotos. Esses gafanhotos precisariam de muito alimento e com isso poderiam atacar outras planta\u00e7\u00f5es, causando perdas para o homem.\n\n\u00c9 importante lembrar que o desaparecimento de determinadas esp\u00e9cies de animais interrompe os ciclos vitais de muitas plantas.\n\n<strong>FLORA<\/strong>\n\nDesde o princ\u00edpio de sua hist\u00f3ria o homem tem exercido intensa atividade sobre a natureza extraindo suas riquezas florestais, pampas e, em menor intensidade, as montanhas. As florestas t\u00eam sido as mais atingidas, devido ao aumento demogr\u00e1fico elas v\u00eam sendo derrubadas para acomodar as popula\u00e7\u00f5es, ou para estabelecer campos agricult\u00e1veis (pastagens artificiais, culturas anuais e outras planta\u00e7\u00f5es de valor econ\u00f4mico) para alimentar as mesmas.\n\nEssa ocupa\u00e7\u00e3o tem sido realizada sem um planejamento ambiental adequado causando altera\u00e7\u00f5es significativas nos ecossistemas do planeta. As queimadas, geralmente praticadas pelo homem, s\u00e3o atualmente um dos principais fatores que contribuem para a redu\u00e7\u00e3o da floresta em todo o mundo, al\u00e9m de aumentar a concentra\u00e7\u00e3o de di\u00f3xido de carbono na atmosfera, agravando o aquecimento do planeta.\n\nO fogo afeta diretamente a vegeta\u00e7\u00e3o, o ar, o solo, a \u00e1gua, a vida silvestre, a sa\u00fade p\u00fablica e a economia. H\u00e1 uma perda efetiva de macro e micronutrientes em cada queimada que chega a ser superior a 50% para muitos nutrientes.\n\nAl\u00e9m de haver um aumento de pragas no meio ambiente, acelera\u00e7\u00e3o do processo de eros\u00e3o, ressecamento do solo entre v\u00e1rios outros fatores.\n\nA queimada n\u00e3o \u00e9 de todo desaconselhada desde que seja feita sob orienta\u00e7\u00e3o (p. ex., T\u00e9cnico do IBAMA) e facilmente controlada. Apesar do uso de sistemas de monitoramento via sat\u00e9lite, os quais facilitam a localiza\u00e7\u00e3o de focos e seu combate, ainda \u00e9 grande o n\u00famero de inc\u00eandios ocorridos nas florestas brasileiras.\n\n150 mil km\u00b2 de floresta tropical s\u00e3o derrubados por ano, sendo que no Brasil, s\u00e3o em torno de 20 mil km\u00b2 de floresta amaz\u00f4nica. Al\u00e9m desta, a mata Atl\u00e2ntica \u00e9 a mais amea\u00e7ada no Brasil e a quinta no mundo, j\u00e1 tendo sido devastados 97% de sua \u00e1rea.\n\n<strong>RECURSOS H\u00cdDRICOS<\/strong>\n\nJ\u00e1 ouvimos falar muito sobre a guerra do petr\u00f3leo e os pa\u00edses da OPEP. Como se sabe, a maior concentra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo conhecida est\u00e1 localizada no Golfo P\u00e9rsico.\n\n<strong>Por\u00e9m, o petr\u00f3leo deste novo s\u00e9culo que tamb\u00e9m causar\u00e1 muitas guerras \u00e9 outro:\u00a0<\/strong>a \u00e1gua. Mais da metade dos rios do mundo diminu\u00edram seu fluxo e est\u00e3o contaminados, amea\u00e7ando a sa\u00fade das pessoas.\n\nEsses rios se encontram tanto em pa\u00edses pobres quanto ricos. Os rios ainda sobreviventes s\u00e3o o Amazonas e o Congo. A Bacia do Amazonas \u00e9 o maior fil\u00e3o de \u00e1gua doce do planeta, correspondendo a 1\/5 da \u00e1gua doce dispon\u00edvel. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que h\u00e1 um interesse mundial na prote\u00e7\u00e3o dessa regi\u00e3o.\n\nN\u00e3o \u00e9 porque a Amaz\u00f4nia \u00e9 o pulm\u00e3o do mundo, isso j\u00e1 foi comprovado que todo o oxig\u00eanio produzido por essa floresta \u00e9 consumido por ela mesma.\n\nEm um futuro pr\u00f3ximo o mundo sedento vir\u00e1 buscar \u00e1gua na Bacia do Amazonas e o Brasil ser\u00e1 a OPEP da \u00e1gua. Por isso, temos que ter muito cuidado para n\u00e3o sermos surpreendidos e dominados por na\u00e7\u00f5es mais poderosas.\n\nApenas 2% da \u00e1gua do planeta \u00e9 doce, sendo que 90% est\u00e1 no subsolo e nos p\u00f3los. Cerca de 70% da \u00e1gua consumida mundialmente, incluindo a desviada dos rios e a bombeada do subsolo, s\u00e3o utilizadas para irriga\u00e7\u00e3o. Aproximadamente 20% v\u00e3o para a ind\u00fastria e 10% para as resid\u00eancias.\n\nAtualmente a \u00e1gua j\u00e1 \u00e9 uma amea\u00e7a a paz mundial, pois, muitos pa\u00edses da \u00c1sia e do Oriente M\u00e9dio disputam recursos h\u00eddricos.\n\nRelat\u00f3rios da ONU apontam que 1 bilh\u00e3o de pessoas n\u00e3o tem acesso a \u00e1gua tratada e com isso 4 milh\u00f5es de crian\u00e7as morrem devido a doen\u00e7as como o c\u00f3lera e a mal\u00e1ria (DIAS, 2000).\n\nA expectativa \u00e9 de que nos pr\u00f3ximos 25 anos 2,76 bilh\u00f5es de pessoas sofrer\u00e3o com a escassez de \u00e1gua.\n\nA escassez de \u00e1gua se deve basicamente \u00e0 m\u00e1 gest\u00e3o dos recursos h\u00eddricos e n\u00e3o \u00e0 falta de chuvas. Uma das maiores agress\u00f5es para a forma\u00e7\u00e3o de \u00e1gua doce \u00e9 a ocupa\u00e7\u00e3o e o uso desordenado do solo.\n\nPara agravar ainda mais a situa\u00e7\u00e3o s\u00e3o previstas as adi\u00e7\u00f5es de mais de 3 bilh\u00f5es de pessoas que nascer\u00e3o neste s\u00e9culo, sendo a maioria em pa\u00edses que j\u00e1 tem escassez de \u00e1gua, como \u00cdndia, China, Paquist\u00e3o.\n\n<strong>OCUPA\u00c7\u00c3O DO SOLO<\/strong>\n\nO acesso a terra continua sendo um dos maiores desafios de nosso pa\u00eds.\n\n<strong>O modelo urban\u00edstico brasileiro praticamente se divide em dois:\u00a0<\/strong>a cidade oficial (cidade legal, registrada em \u00f3rg\u00e3os municipais) e a cidade oculta (ocupa\u00e7\u00e3o ilegal do solo).\n\nA cidade fora da lei, sem conhecimento t\u00e9cnico e financiamento p\u00fablico, \u00e9 onde ocorre o embate entre a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente e a urbaniza\u00e7\u00e3o.\n\nToda legisla\u00e7\u00e3o que pretende ordenar o uso e a ocupa\u00e7\u00e3o do solo, \u00e9 aplicada \u00e0 cidade legal, mas n\u00e3o se aplica \u00e0 outra parte, a qual \u00e9 a que mais cresce.\n\nDe acordo com a Profa. Erm\u00edria Maricato (FAU\/USP) (apud MEIRELLES, 2000) foram constru\u00eddos no Brasil 4,4 milh\u00f5es de moradias entre 1995 e 1999, sendo apenas 700 mil dentro do mercado formal. Ou seja, mais de 3 milh\u00f5es de moradias foram constru\u00eddas em terras invadidas ou em \u00e1reas inadequadas. H\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o direta entre as moradias pobres e as \u00e1reas ambientalmente fr\u00e1geis (beira de c\u00f3rregos, rios e reservat\u00f3rios, encostas \u00edngremes, mangues, v\u00e1rzeas e \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental, APA).\n\nObviamente esses dados s\u00e3o melhor observados nas grandes metr\u00f3poles (Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Fortaleza), onde mais da metade da popula\u00e7\u00e3o mora ilegalmente. Infelizmente no Brasil a m\u00e1 gest\u00e3o do solo, bem como, a aus\u00eancia de uma pol\u00edtica habitacional tem levado a esses fatos. Os invasores passam a ser considerados inimigos da qualidade de vida e do meio ambiente, quando na verdade eles n\u00e3o t\u00eam alternativas e isso ocorre devido \u00e0 falta de planejamento urbano.\n\n<strong>As conseq\u00fc\u00eancias dessa ocupa\u00e7\u00e3o desorganizada j\u00e1 s\u00e3o bastante conhecidas<\/strong>: enchentes, assoreamento dos cursos de \u00e1gua devido ao desmatamento e ocupa\u00e7\u00e3o das margens, desaparecimento de \u00e1reas verdes, desmoronamento de encostas, comprometimento dos cursos de \u00e1gua que viraram dep\u00f3sitos de lixo e canais de esgoto. Esses fatores ainda s\u00e3o agravados pelo ressurgimento de epidemias como dengue, febre amarela e leptospirose.\n\nO censo de 2000, realizado pelo IBGE, aponta um crescimento de 22,5% de novas favelas em 9 anos. H\u00e1 3.905 favelas no pa\u00eds, sendo 1.548 em S\u00e3o Paulo e 811 no Rio de Janeiro.\n\nOutro fator que est\u00e1 afetando o solo \u00e9 o mau uso na agricultura. 24 milh\u00f5es de toneladas de solo agricult\u00e1vel s\u00e3o perdidos a cada ano correspondendo, no momento, a 30% da superf\u00edcie da Terra.\n\nE o pior \u00e9 que a situa\u00e7\u00e3o tende a agravar-se. Trata-se de um fen\u00f4meno mundial cujos preju\u00edzos chegam a 26 bilh\u00f5es de d\u00f3lares anuais, e, com isso a sobreviv\u00eancia de 1 bilh\u00e3o de pessoas est\u00e1 amea\u00e7ada.\n\nAs maiores causas da desertifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o o excesso de cultivo e de pastoreio e o desmatamento, al\u00e9m das pr\u00e1ticas deficientes de irriga\u00e7\u00e3o.\n\n<strong>CRESCIMENTO POPULACIONAL<\/strong>\n\nO tema controle da natalidade ainda \u00e9 um assunto que causa muita pol\u00eamica, por isso \u00e9 t\u00e3o pouco abordado.\n\nH\u00e1 muitos aspectos a serem questionados, tanto do ponto de vista ideol\u00f3gico, quanto cultural e religioso. A classe m\u00e9dia alta, por ter mais acesso a informa\u00e7\u00e3o, faz uso de m\u00e9todos anticoncepcionais, tendo em m\u00e9dia dois filhos, semelhante \u00e0 pol\u00edtica adotada em pa\u00edses ricos.\n\nJ\u00e1 a maior parte da sociedade brasileira n\u00e3o tem acesso aos mesmos recursos e dispensam menor preocupa\u00e7\u00e3o com as condi\u00e7\u00f5es que dar\u00e3o a seus descendentes.\n\nEssa classe sem privil\u00e9gios \u00e9 onde deveria ocorrer um controle maior da natalidade, minimizando os problemas sociais para o pa\u00eds. A partir dessa iniciativa seriam evitados abortos indesej\u00e1veis, crian\u00e7as abandonadas, exploradas, prostitu\u00eddas e com um futuro quase certo para a criminalidade, que \u00e9 a atual realidade das grandes cidades do Brasil e dos pa\u00edses pobres.\n\nO crescimento populacional \u00e9 uma forma de prolifera\u00e7\u00e3o da pobreza. A pobreza e o meio ambiente est\u00e3o t\u00e3o interligadas que ser\u00e3o o tema central da Confer\u00eancia Mundial sobre o Meio ambiente (RIO+10) deste ano na \u00c1frica do Sul.\n\nO controle da natalidade \u00e9 indispens\u00e1vel pois o planeta est\u00e1 acima de sua capacidade m\u00e1xima de ocupa\u00e7\u00e3o e h\u00e1 evid\u00eancias de falta de alimentos e \u00e1gua para as pr\u00f3ximas d\u00e9cadas.\n\nComo alternativa, a limita\u00e7\u00e3o de 2 filhos por casal, beneficiaria as condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio- econ\u00f4micas do pa\u00eds, principalmente nos grandes centros onde a maior porcentagem da popula\u00e7\u00e3o carente tem muitos filhos.\n\nCom n\u00famero est\u00e1vel de habitantes, os planos assistenciais seriam mais facilmente desenvolvidos e o meio ambiente poderia ser mantido.\n\nA id\u00e9ia de um controle de natalidade n\u00e3o \u00e9 nova. Thomas Malthus (1766-1834), um economista ingl\u00eas, abordou o problema do crescimento populacional e da produ\u00e7\u00e3o de alimentos em seus livros.\n\nDe acordo com o pensamento maltusiano, a felicidade do ser humano est\u00e1 diretamente relacionada com os recursos naturais, ou seja, o esgotamento destes condenar\u00e1 a humanidade \u00e0 infelicidade.\n\nMalthus assegurava que o crescimento populacional traria a mis\u00e9ria, ent\u00e3o, se faz necess\u00e1rio conter a explos\u00e3o demogr\u00e1fica. Para ele, o \u00f3timo da popula\u00e7\u00e3o garantiria mais recursos por habitante, atingindo o equil\u00edbrio entre popula\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de alimentos (RODRIGUES, 2001). Segundo SACHS (apud RODRIGUES, 2001) os maltusianos acreditavam e ainda acreditam que o mundo j\u00e1 est\u00e1 superpovoado e, portanto, condenado ao desastre, seja pela exaust\u00e3o dos recursos naturais esgot\u00e1veis, seja pela excessiva sobrecarga de poluentes nos sistemas de sustenta\u00e7\u00e3o da vida.\n\nO Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses a apresentar maior crescimento populacional. O Censo realizado em 1872 (primeiro) e o de 1991 (d\u00e9cimo) mostraram que a popula\u00e7\u00e3o brasileira passou de 10 milh\u00f5es para 150 milh\u00f5es de pessoas, ou seja, um aumento de 15 vezes em 120 anos. Entre as d\u00e9cadas de 50-80 sua popula\u00e7\u00e3o teve um acr\u00e9scimo de 67 milh\u00f5es, ou seja, muito superior \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios pa\u00edses.\n\nSe no planeta com 6 bilh\u00f5es de habitantes, a popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 se encontra no limite, imagine-se com 10 bilh\u00f5es de pessoas previstas para o ano de 2050. Pa\u00edses como a \u00cdndia ter\u00e3o um acr\u00e9scimo de 519 milh\u00f5es de pessoas, China 211 milh\u00f5es e o Paquist\u00e3o de 200 milh\u00f5es at\u00e9 o ano de 2050. Se n\u00e3o for realizado um controle da natalidade, seremos todos respons\u00e1veis pela condena\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de pessoas a morrer de fome ou sede.\n\nA morte por fome j\u00e1 \u00e9 uma realidade em v\u00e1rios pa\u00edses da \u00c1frica e tem sido destaque na imprensa diariamente (O GLOBO 20\/02\/01; 26\/06\/02; 23\/05\/02; 13\/06\/02).\n\n<strong>Com base nestes dados, como se pode pensar em n\u00e3o fazer um controle da natalidade?<\/strong>\n\n<strong>LIXO<\/strong>\u00a0Outro tr\u00e1gico fator ambiental \u00e9 o lixo que em sua maioria ainda \u00e9 lan\u00e7ado a c\u00e9u aberto. No Brasil, cerca de 85% da popula\u00e7\u00e3o brasileira vive nas cidades. Com isso, o lixo se tornou um dos grandes problemas das metr\u00f3poles. Pela legisla\u00e7\u00e3o vigente, cabe \u00e0s prefeituras gerenciar a coleta e destina\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos s\u00f3lidos.\n\nDe acordo com o IBGE, 76% do lixo \u00e9 jogado a c\u00e9u aberto sendo vis\u00edvel ao longo de estradas e tamb\u00e9m s\u00e3o carregados para represas de abastecimento durante o per\u00edodo de chuvas.\n\nEmbora muito esteja se fazendo nesta \u00e1rea em n\u00edvel mundial, ainda s\u00e3o poucos os materiais aproveitados no Brasil onde \u00e9 estimada uma perda de cerca de 4 bilh\u00f5es de d\u00f3lares por ano. Mas, h\u00e1 ind\u00edcios de melhora na \u00e1rea no pa\u00eds onde se tem como melhor exemplo as latas de alum\u00ednio, cuja produ\u00e7\u00e3o \u00e9 63% reciclada. O lixo industrial apresenta \u00edndices maiores de reciclagem.\n\nDe acordo com a FIRJAN, no estado do Rio de Janeiro 36-70% das ind\u00fastrias reciclam seus dejetos.\n\nCada brasileiro produz 1 Kg de lixo dom\u00e9stico por dia, ou seja, se a pessoa viver 70 anos ter\u00e1 produzido em torno de 25 toneladas. Se multiplicarmos pela popula\u00e7\u00e3o brasileira, pode- se imaginar a dimens\u00e3o do problema.\n\n<strong>SANEAMENTO B\u00c1SICO<\/strong>\n\nOutro fator grav\u00edssimo para aumentar a polui\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 a falta de saneamento b\u00e1sico.\n\nAtualmente apenas 8% do esgoto dom\u00e9stico \u00e9 tratado no Brasil e o restante \u00e9 despejado diretamente nos cursos d\u2019 \u00e1gua.\n\nUm relat\u00f3rio da ONU revela que as regi\u00f5es costeiras, sul e sudeste do Brasil, s\u00e3o as mais polu\u00eddas do mundo. 40 milh\u00f5es de pessoas vivem no litoral lan\u00e7ando 150 mil litros de esgoto por dia ou 6 bilh\u00f5es de litros de esgoto sem tratamento.\n\nOs poucos investimentos do governo nessa \u00e1rea s\u00e3o inexplic\u00e1veis, uma vez que, para cada d\u00f3lar investido no saneamento b\u00e1sico, 4 d\u00f3lares s\u00e3o economizados com a preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as que requerem interna\u00e7\u00f5es.\n\nSegundo dados preliminares do relat\u00f3rio a ser apresentado na RIO+10, a falta de saneamento b\u00e1sico responde por 65% das interna\u00e7\u00f5es nos hospitais do pa\u00eds.\n\n<strong>CONDI\u00c7\u00d5ES CLIM\u00c1TICAS<\/strong>\n\nEm 1990, 200 cientistas participaram do primeiro painel intergovernamental de mudan\u00e7a do clima, organizado pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas. \u00c0 \u00e9poca eles alertaram que o mundo precisava reduzir de 60 a 80% seus gases causadores do efeito estufa, para restabelecer o equil\u00edbrio na Terra. A partir desses dados foi criado o Protocolo de Kioto, o qual estabeleceu que os pa\u00edses industrializados deveriam diminuir as emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono em 5,2% at\u00e9 janeiro de 2012, sobre os n\u00edveis vigentes em 1990. O Brasil j\u00e1 aprovou a assinatura deste Protocolo (O GLOBO 20\/06\/02).\n\nA preocupa\u00e7\u00e3o com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas \u00e9 justificada, pois afetar\u00e3o todo o planeta e de forma desproporcional os pa\u00edses pobres que ser\u00e3o atingidos por ciclones tropicais, chuvas torrenciais e ventos fortes, escassez de \u00e1gua, doen\u00e7as e eros\u00e3o. Esses pa\u00edses s\u00e3o mais vulner\u00e1veis devido \u00e0 falta de recursos. Al\u00e9m disso, poder\u00e1 haver a redu\u00e7\u00e3o de colheitas e nesse caso o Brasil seria um dos pa\u00edses afetados entre v\u00e1rios outros efeitos.\n\nCom ver\u00f5es mais longos e quentes aumentar\u00e1 a taxa de reprodu\u00e7\u00e3o e crescimento de insetos e, com isso, aumenta a transmiss\u00e3o de doen\u00e7as por estes vetores (O GLOBO 21\/06\/ 02).\n\nO renomado cientista Stephen Hawkings j\u00e1 havia alertado que a esp\u00e9cie humana n\u00e3o chegaria ao final do Terceiro Mil\u00eanio justamente por causa do efeito estufa.\n\nDe acordo com o secret\u00e1rio geral da ONU, Kafi Annau, pouco se tem feito com rela\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento sustent\u00e1vel proposto na ECO-92, porque os pa\u00edses ricos n\u00e3o t\u00eam cumprido os acordos internacionais firmados \u00e0 \u00e9poca.\n\n\u00c9 pouco prov\u00e1vel que as medidas propostas venham a ser adotados por esses governos, uma vez que, precisariam de uma mudan\u00e7a total no modelo de desenvolvimento econ\u00f4mico e social.\n\nOs EUA reconheceram que h\u00e1 um elo entre o efeito estufa e o homem, mesmo assim, os maiores poluidores mundiais, anunciaram oficialmente que n\u00e3o se sente no compromisso de colaborar com a despolui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, prevista no Protocolo de Kioto, para que suas ind\u00fastrias gastem com programa de controles de emiss\u00f5es sujas (O GLOBO 04\/06\/02).\n\nEntre os poss\u00edveis danos causados pela emiss\u00e3o descontrolada de compostos para a atmosfera alguns j\u00e1 est\u00e3o comprovados. Como exemplo, os poluentes lan\u00e7ados por usinas geradoras de energia e ind\u00fastrias dos EUA, Canad\u00e1 e Europa causaram uma das principais secas da hist\u00f3ria da humanidade. A polui\u00e7\u00e3o gerada nesses pa\u00edses teria reduzido de 20 a 50% o volume de chuvas no Sahel, afetando os pa\u00edses mais pobres do mundo, como a Eti\u00f3pia e causando a morte de 1 milh\u00e3o de pessoas por fome.\n\nEsses dados comprovam que as fronteiras geogr\u00e1ficas do planeta n\u00e3o impedem que a polui\u00e7\u00e3o se alastre.\n\nUm novo e mais amplo estudo sobre a Terra foi realizado por 1.000 especialistas, atrav\u00e9s do Programa de Meio Ambiente das Na\u00e7\u00f5es Unidas.\n\nEsse relat\u00f3rio prev\u00ea um futuro sombrio para o planeta caso n\u00e3o sejam tomadas provid\u00eancias imediatas. De acordo com esse estudo metade dos rios j\u00e1 est\u00e3o polu\u00eddos, 15% do solo est\u00e3o degradados e 80 pa\u00edses sofrem com a escassez de \u00e1gua. Segundo o relat\u00f3rio, nas pr\u00f3ximas tr\u00eas d\u00e9cadas 50% da popula\u00e7\u00e3o sofrer\u00e1 com a falta de \u00e1gua; 11 mil esp\u00e9cies de animais e plantas est\u00e3o amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o.\n\nO relat\u00f3rio alerta que essas dr\u00e1sticas mudan\u00e7as, pelas quais o planeta est\u00e1 passando, agravar\u00e3o o problema da fome e de doen\u00e7as infecciosas e tornar\u00e3o as trag\u00e9dias clim\u00e1ticas mais freq\u00fcentes.\n\nO relat\u00f3rio informa que muitos desses problemas poderiam ter sido amenizados se houvessem sido cumpridos os acordos estabelecidos na RIO-92, que at\u00e9 agora n\u00e3o sa\u00edram do papel. (O GLOBO 23\/05\/02)\n\nN\u00e3o devemos pensar que essas mudan\u00e7as est\u00e3o muito distantes de n\u00f3s.\n\n<strong>\u00c9 s\u00f3 olharmos para tr\u00e1s e veremos as modifica\u00e7\u00f5es sofridas no meio ambiente nos \u00faltimos dez anos:\u00a0<\/strong>ver\u00f5es mais quentes, invernos mais curtos, pouca periodicidade nas chuvas, secas e enchentes etc.\n\nMuitos outros efeitos ser\u00e3o somados a esses, nos pr\u00f3ximos 10 anos, se n\u00e3o tomarmos provid\u00eancias.\n\n<strong>DESPERD\u00cdCIO<\/strong>\n\nNo\u00a0<strong>Brasil\u00a0<\/strong>por se ter disponibilidade de recursos, o desperd\u00edcio se tornou parte de nossa cultura, isso tanto para pobres quanto ricos.\n\n20% dos alimentos s\u00e3o desperdi\u00e7ados (desde a colheita at\u00e9 a mesa da comunidade) segundo o IBGE. Essas toneladas perdidas seriam suficientes para matar a fome de toda a popula\u00e7\u00e3o carente. Al\u00e9m disso, jogamos fora muito material recicl\u00e1vel (s\u00e3o despejadas na natureza 125 mil toneladas de rejeitos org\u00e2nicos e materiais recicl\u00e1veis por dia). A cada tonelada de papel que se recicla, 40 \u00e1rvores deixam de ser cortadas.\n\nEm ambos os casos o desperd\u00edcio gera polui\u00e7\u00e3o ambiental.\n\n50% da \u00e1gua tratada \u00e9 desperdi\u00e7ada no pa\u00eds. E o pior \u00e9 que essa \u00e1gua retorna aos mananciais ap\u00f3s o uso, sem tratamento e, novamente, retorna a n\u00f3s para consumo ap\u00f3s v\u00e1rios tratamentos com custos elevad\u00edssimos.\n\nEntre os maus h\u00e1bitos estaria a lavagem de carro, cal\u00e7adas, roupas, banhos demorados, lou\u00e7as na qual \u00e9 desperdi\u00e7ada mais \u00e1gua do que o necess\u00e1rio, al\u00e9m de vazamentos.\n\nUma gota de \u00e1gua caindo o dia inteiro corresponde a 46L.\n\nCom rela\u00e7\u00e3o \u00e0 energia el\u00e9trica, os brasileiros desperdi\u00e7am meia produ\u00e7\u00e3o anual de Itaipu ou 9,5% da m\u00e9dia total anual.\n\nComo exemplo de desperd\u00edcios est\u00e1 o uso irracional de aparelhos el\u00e9tricos e luzes acessas desnecessariamente. O uso racional poder\u00e1 evitar a constru\u00e7\u00e3o de novas barragens, que causam grandes impactos ambientais, apenas pela minimiza\u00e7\u00e3o dos desperd\u00edcios.\n\n<strong>OUTROS DADOS INTERESSANTES<\/strong>\n\nDados recentes fornecidos pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) mostraram que o mundo est\u00e1 consumindo 40% al\u00e9m da capacidade de reposi\u00e7\u00e3o da biosfera (energia, alimentos, recursos naturais) e o d\u00e9ficit \u00e9 aumentado 2,5% ao ano.\n\nRelat\u00f3rios da ONU apontam que 85% de produ\u00e7\u00e3o e do consumo no mundo est\u00e3o localizados nos pa\u00edses industrializados que tem apenas 19% da popula\u00e7\u00e3o.\n\nO relat\u00f3rio da PNUD tamb\u00e9m afirma que as 3 pessoas mais ricas do mundo t\u00eam lucro superior ao PIB dos 48 pa\u00edses mais pobres onde vivem cerca de 600 milh\u00f5es de pessoas.\n\n\u00c9 estimado que sejam gastos no planeta 435 bilh\u00f5es de d\u00f3lares\/ano em publicidade. 15 bilh\u00f5es de d\u00f3lares seriam suficientes para acabar com a fome do mundo, que mata 10 milh\u00f5es de crian\u00e7as por ano.\n\nN\u00f3s tamb\u00e9m somos culpados por essas mortes uma vez que atendemos aos apelos da m\u00eddia e da sociedade de consumo (compre isso, compre aquilo!!!).\n\nOs EUA t\u00eam 5% da popula\u00e7\u00e3o mundial e consomem 40% dos recursos dispon\u00edveis. Se os 6 bilh\u00f5es de pessoas usufru\u00edssem o mesmo padr\u00e3o de vida dos 270 milh\u00f5es de americanos, seriam necess\u00e1rios 6 planetas (Edward Wilson apud MOON, 2002).\n\nOs EUA, em 1997, emitiam 20,3 toneladas (22,7% emiss\u00f5es mundiais) de CO<sub>2<\/sub>\u00a0por habitante, a China 2,5 toneladas\/habitante (13,07%), a \u00cdndia 900 Kg\/habitante (3,49%) e o Brasil 1,91 toneladas\/habitante (1,25%).\n\nOs EUA aumentaram em 13% (e dever\u00e1 chegar a 29% at\u00e9 o fim da d\u00e9cada) suas emiss\u00f5es poluentes nos \u00faltimos 10 anos o que equivale a um aumento conjunto da \u00cdndia, China e \u00c1frica, pa\u00edses com uma popula\u00e7\u00e3o dez vezes maior (O GLOBO, 20\/06\/02).\n\n<strong>EDUCA\u00c7AO AMBIENTAL \u2013 ALTERNATIVA PARA UM FUTURO ECOLOGICAMENTE CORRETO<\/strong>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-160941 aligncenter\" src=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Proble5-1-300x214.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"214\" \/><strong>Problemas Ambientais<\/strong><\/p>\nA quest\u00e3o ambiental ainda \u00e9 pouco conhecida pela popula\u00e7\u00e3o no Brasil e atinge basicamente as classes mais privilegiadas da sociedade. Poucos sabem, mas a Educa\u00e7\u00e3o Ambiental j\u00e1 \u00e9 lei no pa\u00eds. A Lei 9.795 de 27\/04\/1999 institui a Pol\u00edtica Nacional de Educa\u00e7\u00e3o Ambiental a qual reza que todos os n\u00edveis de ensino e da comunidade em geral t\u00eam direito \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental e que os meios de comunica\u00e7\u00e3o devem colaborar para a dissemina\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es.\n\nAt\u00e9 o momento pouco foi implantado nessa \u00e1rea.\n\nEmbora ainda n\u00e3o muito familiarizados com a consci\u00eancia ecol\u00f3gica, os brasileiros se mostram dispostos a colaborar. CRESPO (1998) comprovou esse fato quando realizou uma pesquisa sobre meio ambiente, na qual entrevistou 2.000 pessoas e 90 l\u00edderes de v\u00e1rios setores, em 1992 e 1997. A popula\u00e7\u00e3o citou como principais problemas ambientais, o desmatamento e as queimadas (45%) e a contamina\u00e7\u00e3o dos rios, mares e oceanos (26%).\n\nJ\u00e1 os l\u00edderes em quest\u00f5es ambientais no pa\u00eds apontaram o saneamento e o lixo, seguidos de contamina\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos.\n\nEles tamb\u00e9m se mostraram dispostos a ajudar em campanhas de separa\u00e7\u00e3o e reciclagem de lixo (72%), contra o desperd\u00edcio de \u00e1gua (52%) e energia (41%) e no reflorestamento (27%). Mais da metade (59%) consideram a natureza sagrada e t\u00eam no\u00e7\u00e3o de que os danos ambientais causados pelo homem s\u00e3o irrevers\u00edveis e concordaram que o controle da natalidade \u00e9 indispens\u00e1vel para o meio ambiente.\n\n<strong>A preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente depende de todos<\/strong>: governo, educadores, empresas, Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o-Governamentais (ONGs), meios de comunica\u00e7\u00e3o e de cada cidad\u00e3o.\n\n<strong>A educa\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 fundamental na resolu\u00e7\u00e3o desses problemas, pois vai incentivar os cidad\u00e3os a conhecerem e fazerem sua parte, entre elas<\/strong>: evitar desperd\u00edcio de \u00e1gua, luz e consumos desnecess\u00e1rios (REDUZIR, REUSAR e RECICLAR), fazer coleta seletiva, adquirir produtos de empresas preocupadas com o meio ambiente, cobrar as autoridades competentes para que apliquem a lei, tratem o lixo e o esgoto de forma correta, protejam \u00e1reas naturais, fa\u00e7am um planejamento da utiliza\u00e7\u00e3o do solo, incentivem a reciclagem entre outros.\n\n<strong>Fonte:<\/strong>\u00a0ciencialivre.pro.br(Adriana Gioda)\/www.wisegeek.com\/miro.medium.com\/www.allthingsnature.org\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Problemas Ambientais, Educa\u00e7\u00e3o, Preserva\u00e7\u00e3o, Conserva\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento, Sustent\u00e1vel, Desmatamento, Polui\u00e7\u00e3o, Chuva, Mundo, Brasil, Problemas Ambientais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7815,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[53],"tags":[],"class_list":["post-14591","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Problemas Ambientais - Portal S\u00e3o Francisco<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"noindex, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Problemas Ambientais - Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Problemas Ambientais, Educa\u00e7\u00e3o, Preserva\u00e7\u00e3o, Conserva\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento, Sustent\u00e1vel, Desmatamento, Polui\u00e7\u00e3o, Chuva, Mundo, Brasil, Problemas Ambientais\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Portal S\u00e3o Francisco\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-12-14T00:00:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-08-31T23:11:09+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Proble4.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"574\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"401\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"admin\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"admin\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"32 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"admin\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"headline\":\"Problemas Ambientais\",\"datePublished\":\"2015-12-14T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-08-31T23:11:09+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/\"},\"wordCount\":6475,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Proble4.jpg\",\"articleSection\":[\"Meio Ambiente\"],\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/\",\"name\":\"Problemas Ambientais - Portal S\u00e3o Francisco\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Proble4.jpg\",\"datePublished\":\"2015-12-14T00:00:00+00:00\",\"dateModified\":\"2026-08-31T23:11:09+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"en-US\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Proble4.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/08\\\/Proble4.jpg\",\"width\":574,\"height\":401},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/uncategorized\\\/problemas-ambientais-2\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Problemas Ambientais\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/\",\"name\":\"Portal S\u00e3o Francisco\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"en-US\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c\",\"name\":\"admin\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"en-US\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"admin\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/lab.fabricadelandings.com.br\\\/portalsaofrancisco\\\/author\\\/admin\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Problemas Ambientais - Portal S\u00e3o Francisco","robots":{"index":"noindex","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"og_locale":"en_US","og_type":"article","og_title":"Problemas Ambientais - Portal S\u00e3o Francisco","og_description":"Problemas Ambientais, Educa\u00e7\u00e3o, Preserva\u00e7\u00e3o, Conserva\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento, Sustent\u00e1vel, Desmatamento, Polui\u00e7\u00e3o, Chuva, Mundo, Brasil, Problemas Ambientais","og_url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/","og_site_name":"Portal S\u00e3o Francisco","article_published_time":"2015-12-14T00:00:00+00:00","article_modified_time":"2026-08-31T23:11:09+00:00","og_image":[{"width":574,"height":401,"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Proble4.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"admin","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"admin","Est. reading time":"32 minutes"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/"},"author":{"name":"admin","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"headline":"Problemas Ambientais","datePublished":"2015-12-14T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-08-31T23:11:09+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/"},"wordCount":6475,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Proble4.jpg","articleSection":["Meio Ambiente"],"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/","name":"Problemas Ambientais - Portal S\u00e3o Francisco","isPartOf":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Proble4.jpg","datePublished":"2015-12-14T00:00:00+00:00","dateModified":"2026-08-31T23:11:09+00:00","author":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/#breadcrumb"},"inLanguage":"en-US","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/#primaryimage","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Proble4.jpg","contentUrl":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/Proble4.jpg","width":574,"height":401},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/uncategorized\/problemas-ambientais-2\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Problemas Ambientais"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#website","url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/","name":"Portal S\u00e3o Francisco","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"en-US"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/#\/schema\/person\/809496378e7bdc3449a70c476cbf211c","name":"admin","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"en-US","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6045cf4fc0371fc5aec7344e43b344f211b127263be3422700dd9684eea84d9d?s=96&d=mm&r=g","caption":"admin"},"sameAs":["https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco"],"url":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14591","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14591"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14591\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14592,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14591\/revisions\/14592"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7815"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14591"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14591"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lab.fabricadelandings.com.br\/portalsaofrancisco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14591"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}